segunda-feira, 22 de setembro de 2008

Cristãos do mundo inteiro rezarão pela paz no domingo

NOVA YORK, sexta-feira, 19 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- No próximo domingo, 21 de setembro, grupos cristãos de todo o mundo celebrarão encontros de oração por ocasião da Jornada Internacional de Oração pela Paz, instituída pelas Nações Unidas em 1981 através da resolução 36/67.

A resolução convidava todos os estados membros, instituições, ONGs e cidadãos a «comemorarem este dia de forma apropriada». Numerosas congregações foram convidadas a reunir o máximo de pessoas possível para rezar e dialogar juntos sobre a paz e a rejeição da violência, da guerra e da desigualdade.

A iniciativa parte dos Estados Unidos, onde cerca de 140 congregações de diversas confissões cristãs organizaram reuniões públicas de oração. Cristãos de outros 9 países se unirão em uma rede de oração de 24 horas ininterruptas, no Canadá, Samoa, Ilhas Fiji, Indonésia, Nova Zelândia, Noruega, Tuvalu e Estados Unidos.

O Conselho Ecumênico das Igrejas (KEK) aderiu também a esta Jornada, que há 4 anos acontece no dia 21 de setembro. O KEK pede a seus mais de 350 membros que tomem parte ativa nas celebrações.

Fonte - Zenit

Nota DDP:
Esta prática pode se tornar comum muito em breve.

O buraco na maior economia do mundo


"O ano de 2002 será sempre lembrado pela onda de escândalos que abalaram a confiança nas corporações americanas." Assim o repórter de economia da BBC Briony Hale começava seu texto sobre 2002, publicado em 20 de dezembro daquele ano aqui na BBC Brasil. Briony referia-se logicamente aos casos de fraudes empresariais nas gigantes Enron e WorldCom, que afetaram a imagem de solidez do capitalismo na terra do Tio Sam. Muitos tentaram ver os escândalos de seis anos atrás como casos isolados, frutos da irresponsabiliade de alguns executivos, severamente punidos pela Justiça anos mais tarde. Mas houve quem entendesse que, por trás dos acontecimentos do início da década, escondia-se um pesadelo muito maior: o de que a economia americana era muito mais frágil, vulnerável e pobre do que as aparências mostravam.

Não sou especialista em economia, entendo do assunto menos do que boa parte dos nossos leitores. Mas tendências históricas me fascinam. Por isso fiquei impressionado, quatro anos atrás, quando li pela primeira vez a avaliação do historiador francês Emmanuel Todd sobre o futuro dos Estados Unidos como potência global, no livro After the Empire - The Breakdown of the American Order (Depois do Império - O Desmoronamento da Ordem Americana). Acho que inclusive já citei esse livro aqui neste blog. Todd analisa aspectos políticos, militares, diplomáticos e econômicos dos Estados Unidos para mostrar que o país chegou ao seu auge na segunda metade do século 20 e agora segue ladeira abaixo. Em algumas décadas, segundo ele, os americanos serão uma potência de importância relativa, demais ocupada com seus problemas internos para poder resolver questões em outras partes do mundo.

Na polêmica avaliação do historiador francês, os Estados Unidos eram realmente fortes quando tinham uma economia baseada em um capitalismo industrial, quando produziam coisas que se pode pegar, usar, quando sua economia era tão robusta quanto fábricas de veículos, estaleiros, computadores ou naves espaciais. Para ele, os escândalos da Enron e WorldCom mostraram que não era mais possível confiar no valor de face da economia americana. Maior PIB do mundo? Nominalmente, sim. Mas ver que a única superpotência mundial depende há anos de dinheiro japonês e chinês para financiar seu déficit e de um frenético consumo interno para manter a bicicleta de Wall Street em pé não é algo exatamente alentador.

Como eu já disse, não entendo muito de economia. Mas o cidadão comum sabe muito bem o que se passa perto dele. Em minha última visita aos Estados Unidos, em 2004, tive a impressão de que em torno do Lago Michigan havia mais iates do que contribuintes. Ao comentar com um morador local como aquela riqueza me impressionava, ele disse: "Mas os barcos não são deles. São dos bancos. Isso tudo é crédito. Ninguém tem dinheiro de verdade aqui, as pessoas têm crédito". Assim como as grandes empresas americanas. Num dia elas têm dinheiro, ou promessa de dinheiro, papéis que dizem que elas têm dinheiro. No dia seguinte, o dinheiro se foi. Onde estava esse dinheiro, ninguém sabia ao certo, porque um emprestou para o outro, que emprestou para um terceiro, que ofereceu para um quarto, que prometeu pagar quando recebesse de alguém cujo patrimônio ninguém checou.

À frente dessa economia não mais baseada na indústria, mas muito mais na ciranda financeira, na especulação sobre o futuro, na promessa de retorno, está o Federal Reserve. Mas pouco mais de um ano atrás, seu presidente, Ben Bernanke (foto acima), dizia que a crise imobiliária não era uma ameaça grave. Semanas depois teve de admitir que "as perdas financeiras globais excederam até as expectativas mais pessimistas". E o pesadelo mal havia começado.

Em agosto de 2007, no início da crise, o Fed lançou US$ 24 bilhões no mercado para conter a queda das bolsas. Nesta quinta-feira, 18 de setembro, foi obrigado a injetar US$ 180 bilhões. Isso depois de desembolsar US$ 85 bilhões para salvar a AIG. E o incêndio continua. Parece que aqueles que viram nos escândalos da Enron e da WorldCom algo mais do que práticas criminosas tinham razão em temer pelo futuro da maior economia do mundo. O buraco parece ser muito mais embaixo.

Fonte - BBC
Nota DDP:
A frase que me impressiona está sublinhada. Tudo leva a crer que o poder de intervenção dos EUA está acabando. Como eles lidarão com esta realidade e como isso refleto no quadro profético é o que nos interessa.

Gripe aviaria abre un nuevo frente


Por todo el mundo se han oído noticias sobre el famoso virus H5N1, el virus de "la gripe aviaria" (mal llamada por muchos "la gripe aviar"). Sabemos que este virus ha causado muchos casos de contagio entre animales y humanos, con resultado de muerte. El grave peligro sería una mutación que hiciese que el contagio entre humanos provocase una pandemia.

Pero paralelamente a esta historia de terror en los últimos años, se ha desarrollado otra similar entre las sombras, la del virus H9N2, que ha pasado muy desapercibido a la mayoría de artículos y medios. Este otro virus es igual de peligroso, o más, que el H5N1, dado que se puede contagiar po aerosoles. Así se anunció en Inicia.es:

"El potencial pandémico de la variante de gripe aviaria H9N2, aparecida en aves de corral en 1988, preocupa a los virólogos, después de los temores de pandemia suscitados estos últimos años por el riesgo de mutación del virus H5N1, según un estudio publicado el miércoles.

Este patógeno también provoca múltiples infecciones humanas y se volvió endémico en los criaderos de aves en Europa y Asia, explican estos expertos estadounidenses en un comunicado publicado en la revista PLoS del 13 de agosto.

Esta variante del virus de la gripe aviaria está evolucionando y adquirió características que, temen los virólogos, podría volverlo más transmisible entre los humanos.

Los mecanismos que llevan a una infección y a una transmisión entre los humanos de los virus de la gripe aviaria no son entendidos correctamente, subraya Daniel Pérez, de la Universidad de Maryland (este), principal autor de esta investigación realizada con el virus H9N2 sobre los hurones.

El estudio con estos animales no puso en evidencia la transmisión del H9N2 mediante aerosoles, característica clave de una potencial pandemia. Pero los investigadores mostraron que un simple residuo del aminoácido llamado Leu226 sobre la hemaglutinina, proteína en la superficie del virus, tiene un rol muy importante en cuanto a la capacidad del H9N2 de transmitirse. También constataron en estos hurones un crecimiento de la virulencia de la patología y de la réplica del virus H9N2 que infectó a los humanos.

Estas observaciones permiten pensar que la propagación y la prevalencia del virus H9N2 en las aves de corral podría representar una seria amenaza para el hombre, según los virólogos."

Sin más comentarios.

Fonte - Cuenta Atras

Escassez de água, e não de alimentos


À medida em que a população mundial cresce e o poder aquisitivo aumenta, os agricultores precisam de muito mais água para alimentar o mundo inteiro, e a agricultura já é responsável por cerca de 70% do seu consumo.

De acordo com o Instituto Internacional de Gerenciamento de Água (IWMI, na sigla em inglês), a partir de 2030 será preciso mais 2 mil quilômetros cúbicos de água por ano para alimentar a população mundial, mais de 25% além do que é utilizado atualmente.

Apesar disto, em muitas regiões agrícolas do mundo, a água é escassa e pode se tornar ainda mais à medida em que o aquecimento global se agrava. O diretor geral do IWMI disse que a crise alimentar global não é tão grave quanto a crise de água. Segundo Colin Chartres, a solução é o uso mais eficiente do recurso.

Fonte - Opinião e Notícia

EFF processa Bush e agência por monitoramento de residentes

Washington - Programa de vigilância eletrônica continua espionando ilegalmente e-mails e ligações de residentes norte-americanos, diz ONG.

A Electronic Frontier Foundation (EFF) abriu um processo contra a Agência de Segurança Nacional (ANS) dos Estados Unidos, contra o presidente George Bush, o vice-presidente Dick Cheney e outros funcionários do governo, alegando que o programa de vigilância eletrônica da agência continua espionando ilegalmente residentes norte-americanos.

A ação, aberta quinta-feira (18/09), alega que a ANS está realizando vigilância em massa sobre os residentes dos Estados Unidos, mesmo que Bush diga que o programa só monitora residentes quando eles se comunicam com supostos terroristas no exterior.

O processo é uma ação judicial de classe, em nome de todos os clientes residenciais da empresa de telefonia e serviços de internet AT&T.

Segundo o processo, a ANS teria instalado equipamentos de monitoramento em massa nas instalações da AT&T nas cidades de São Francisco, Atlanta, Seattle, Los Angeles, San Diego, San Jose e Bridgeton.

A Casa Branca e a ANS não responderam imediatamente aos pedidos de comentários sobre a ação judicial. Funcionários da administração Bush durante muito tempo defenderam o programa como sendo essencial para a luta contra o terrorismo.

O programa de vigilância funcionava desde 2001, sem supervisão judicial até julho, quando o Congresso aprovou uma lei que dá poderes limitados ao Tribunal Externo de Inteligência e Vigilância.

A ação busca uma ordem judicial obrigando a ANS a encerrar o programa e destruir quaisquer cópias de e-mails e telefonemas de residentes que existam. A ação pede ainda indenização monetária não especificada.

Fonte - IDG Now

sexta-feira, 19 de setembro de 2008

Assembléia aprova fim do comércio aos domingos

Lojas de departamentos, supermercados e hipermercados que fazem parte de redes não poderão mais abrir suas portas aos domingos e feriados. É o que prevê um projeto de lei aprovado [dia 9] por unanimidade na Assembléia Legislativa [do Espírito Santo]. Para o estabelecimento que não cumprir as regras, o projeto prevê multa de R$ 18.113,00 para o comerciante e, para casos de reincidência, fechamento administrativo por 30 dias. A deputada Janete de Sá (PMN), autora do projeto, estabeleceu ainda que o horário de funcionamento desses comércios, inclusive os supermercados, deverá ser de segunda-feira a sábado, das 8 às 22 horas.

Segundo o projeto, para aplicação da lei entende-se por "redes" as empresas que possuem mais de duas filiais no Brasil ou no exterior. "O projeto vai ao encontro dos anseios mais profundos da classe comerciária e dos pequenos, micro e médio comerciantes de bairro e de rua", diz Janete. Ela acredita que a matéria beneficia os empregados. "O trabalhador que é obrigado a comparecer ao serviço fica privado do convívio familiar, não efetua vendas e não recebe pelo dia trabalhado", avalia a deputada.

Janete defende que sua proposta é constitucional, mesmo tendo ouvido argumentos contrários por parte dos empresários. "Nem tudo no Brasil, na ótica constitucional, é rígido. A propriedade, o mais absoluto dos direitos, desde o Império Romano, hoje deve ser exercida conforme sua função social", rebate a parlamentar.

A Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) deu parecer pela constitucionalidade e a de Finanças pela rejeição da proposta. Para entrar em vigor, o projeto precisa ser sancionado pelo governador Paulo Hartung (PMDB), mas antes será analisado pela Procuradoria Geral do Estado. ...

(Força Sindical)

Nota Michelson Borges: Interessante que o argumento da deputada Janete é o mesmo do papa: o domingo é o "dia da família". Esse é apenas um ensaio localizado do que virá em âmbito global...

A queda do muro de Nova York

Os jornais brasileiros dão grande destaque ao movimento conservador dos investidores internacionais, que retiraram ativos das bolsas de valores e, no dizer de um colunista da Folha de S.Paulo, voltam a colocar o dinheiro embaixo do colchão.

O Globo anuncia em manchete que Brasil e Rússia perdem mais com a fuga dos investidores, que buscam lugares mais seguros para seu dinheiro.

Mas nenhum deles descreve o que pôde ser testemunhado por quem estava nas ruas do distrito financeiro da Nova York na segunda-feira, 12 de setembro de 2008.

Para quem andava por Wall Street na segunda-feira, o clima era de fim de mundo, com multidões aglomeradas diante dos painéis eletrônicos da Bolsa de Nova York e das corretoras, e disputando impressos produzidos às pressas e distribuídos de mão em mão.

A impressão que se tem é que os jornais relatam apenas o que aparece nas telas dos sites de análise financeira, e se esquecem de observar o mundo real.

O prêmio Nobel de Economia Josef Stiglitz, entrevistado na edição de quinta-feira (18/9) pelo Estado de S.Paulo, afirma que a queda de Wall Street significa para o fundamentalismo de mercado o que representou a queda do muro de Berlim para as economias socialistas do Leste Europeu, em 9 de novembro de 1989.

Para os distraídos, interessante lembrar que "wall street" quer dizer a "rua do muro".

Mas a imprensa ainda se nega a admitir que a atual crise financeira pode significar muito mais do que uma turbulência passageira.
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Fonte - Observatório da Imprensa

925 milhões de pessoas sofrem fome no mundo

ROMA, 17 Set 2008 (AFP) - O número de pessoas com fome no mundo passou de 850 para 925 milhões em 2007, devido à disparada dos preços dos alimentos, anunciou nesta quarta-feira em Roma o diretor da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO), Jacques Diuf.

"O número de pessoas subnutridas antes da alta dos preços de 2007-2008 era de 850 milhões. Este número aumentou durante o ano 2007 em 75 milhões, alcançando os 925 milhões", declarou Diuf em audiência nas Comissões das Relações Exteriores e de Agricultura do Parlamento italiano.

O índice FAO dos preços dos alimentos teve aumento de 12% em 2006 com relação ao ano anterior, de 24% em 2007 e de 50% durante os sete primeiros meses deste ano, acrescentou Diuf.

"É preciso investir 30 bilhões de dólares por ano para duplicar a produção de alimentos e acabar com a fome", acrescentou.
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Fonte - BOL

Nota DDP: Fico pensando que ontem os bancos centrais de diversos países injetaram mais de U$ 200 bilhões para "salvar" o mercado financeiro...

quarta-feira, 17 de setembro de 2008

O Mandamento Esquecido

ONU avalia que crise financeira é a pior em 70 anos

A Organização das Nações Unidas (ONU) avalia que a atual crise pode ser a pior dos últimos 70 anos no setor financeiro e o impacto sobre os países emergentes deverá ser maior do que se esperava. "Podemos estar vivendo a pior crise em décadas, segundo as projeções que estamos fazendo internamente. Não sabemos de nada parecido desde 1929. E o pior é que temos de reconhecer que não estamos ainda no fim dela. Há quem diga que não chegamos ainda no fim do poço", afirma Supachai Panichpakdi, secretário-geral da Conferência da ONU para o Desenvolvimento e Comércio.

Ex-ministro das Finanças da Tailândia, ele diz que a atual crise é "muito maior que tudo o que se viu nos anos 90, inclusive a crise asiática". Supachai viveu na pele as turbulências na Ásia em 1997. "Naquele momento, mantivemos nossos mercados abertos e isso ajudou. O que vemos agora é um abalo bem maior", ressalta. "Não se trata apenas de uma crise no mercado de créditos. Essa é uma crise financeira que terá impacto em vários setores, inclusive no comércio, que deverá decrescer de forma importante. Já não há mais dúvida de que a recessão de fato chegará para muitos países. Alguns hesitam em admitir, mas já estão tecnicamente em recessão."

Já a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), que reúne os 30 países que produzem mais da metade de toda a riqueza do mundo - o Brasil não faz parte da organização, prefere manter intocadas suas previsões de crescimento. Segundo o secretário-geral da entidade, Angel Gurria, o sistema financeiro internacional pode se recuperar a partir do segundo semestre de 2009 e, para 2010, é possível até prever um crescimento de 3% para os países ricos. "Precisamos de regulação do mercado. Já está provado que algo precisa ser feito."

Uma das preocupações é que a crise comece a atingir o crescimento dos países emergentes, até agora relativamente isolados da turbulência surgida nos países ricos. A Comissão Econômica para América Latina e Caribe (Cepal), em números apresentados ontem à ONU, confirma uma desaceleração no crescimento latino-americano. Mas ainda indica que a taxa será mais elevada do que a média do crescimento histórico da região nos anos 80 e 90. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

Fonte - G1

Nota DDP: Por coincidência histórica, foi em 1929 que o Vaticano, após os entraves do final do século anterior, recebeu considerável aumento de poder diretamente das mãos do ditador Mussolini, em troca de apoio político junto aos católicos. Pode se repetir a história em relação aos EUA?

A ONU em um “beco sem saída”

A agência nuclear da ONU disse que chegou a um impasse com o Irã diante da recusa do país em dar informações sobre pesquisas que os EUA dizem terem sido parte de um programa secreto de construção de bombas atômicas.

Um relatório da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) aponta que o Irã fez avanços em sua capacidade de enriquecimento de urânio, o que indica um endurecimento da posição de Teerã de levar adiante seu projeto nuclear à revelia das sanções internacionais.

Em Washington, cinco ex-secretários de Estado -- Colin L. Powell, Madeleine Albright, Warren Christopher, James Baker III and Henry Kissinger -- fizeram um apelo para que o vencedor das eleições norte-americanas se empenha em interromper o programa nuclear iraniano.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Trocando em miúdos: Mais conflitos no horizonte.

O sistema financeiro dos EUA está em sérias perturbações

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Após anos de irresponsável desregulamentação pública e de malversão privada e irresponsável, agravando o risco assumido, o sistema financeiro americano está agora em séria perturbação, e ele pode puxar a economia dos EUA ainda mais para baixo nos próximos meses e anos.

Nas próximas semanas, contudo, quando outras instituições financeiras cambaleiam à beira da bancarrota, o governo dos EUA terá de considerar a criação de um Bank Resolution Trust de acordo com o modelo da Resolution Trust Corp. de 1989 a qual tomou as poupanças e empréstimos de bancos que estavam então em dificuldades financeiras. Exemplo: ainda recentemente, em 16 de Fevereiro deste ano, o governo britânico não hesitou em nacionalizar o Northern Rock e salvou este grande banco britânico com cerca de £55 mil milhões (US$107 mil milhões) em empréstimos públicos e garantias. Mais cedo ou mais tarde, o governo americano terá de fazer o mesmo, a fim de estabilizar o sistema financeiro, porque os problemas financeiros nos EUA são sistémicos e muito mais sérios do que em outros lugares.
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O que estamos a testemunhar nestes dias nos EUA é uma transferência maciça de riqueza dos contribuintes, poupadores e aposentados para os bancos, seus credores e seus administradores. Por um lado, o Fed enterrou profundamente as taxas de juro reais no território negativo a fim de ajudar bancos perturbados e, por outro, os contribuintes americanos tem financiado a salvação de instituições financeiras muito grandes.
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Fonte - Resistir

Crise chega com força à Grã-Bretanha

As ações do maior banco hipotecário da Grã-Bretanha, o Halifax Bank of Scotland (HBOS), caíram 40% na Bolsa de Londres nestes dois dias de turbulência dos mercados financeiros na seqüência da quebra do Lehman Brothers.

Após o segundo dia de quedas acentuadas das ações do HBOS, o governo britânico se mostrou pronto para acionar seus planos de contingência direcionados a assegurar a estabilidade financeira.

O Banco da Inglaterra, o Tesouro britânico e a Autoridade para os Serviços Financeiros passaram esta terça-feira analisando a saúde dos bancos da Grã-Bretanha, em mais um dia tenso no qual os bancos centrais injetaram mais de US$ 200 bilhões nos mercados globais.

Fonte - Opinião e Notícia

Guerra do clima


O ex-homem-do-tempo da rede NBC de televisão, Scott Stevens, revelou em 2004 que conseguia alcançar tremenda exatidão em suas previsões por que tinha aprendido que os cientistas que trabalhavam para os russos estavam controlando o clima em todo o mundo por meio das ondas eletromagnéticas escalares e que ele tinha aprendido a "ler" os padrões indicadores nas nuvens!

"Eu ainda recebo mensagens de correio eletrônico de pessoas que me perguntam se certos eventos e desastres climáticos são manipulados. Permitam que eu seja bem claro sobre isto... É minha opinião, a partir de minhas observações desses muitos eventos climáticos em todo o mundo, que cerca de 92-96% do clima na América do Norte, Europa e Austrália estão sendo persistentemente manipulados. Isto é, atualmente, a vasta maioria de todo o clima está sendo afetada por essas tecnologias. Quanto maior o evento climático, maior a intenção que é colocada em ação para torná-lo um grande evento! Os furacões não são mais o resultado derivado de um processo natural.

"Isso significa que TODOS esses grandes desastres climáticos são criados e são permitidos, se não incentivados, para que aconteçam. Este será o caso até que 'as bocas inúteis', como Henry Kissinger nos chamou, acordem e comecem a exercer uma influência real nas questões do mundo". Scott Stevens.

Fonte - Minuto Profético

Os custos da ação e da inércia

Um argumento muito repetido por políticos em todo mundo é que o custo da inércia diante do aquecimento global pode ser maior do que os montantes que precisam ser gastos em ações contra o fenômeno.

No início deste ano, por exemplo, o presidente da Comissão Européia utilizou este argumento quando anunciou a promessa da União Européia de reduzir suas emissões de carbono em 20% até 2020 a um custo estimado de 0,5% do PIB, ou cerca de US$ 85 bilhões. Durão Barroso ressaltou que o custo era baixo comparado ao alto preço de não se fazer nada. Segundo ele, a "inércia" poderia custar à UE 20% do seu PIB.

Mas esta porcentagem é provavelmente superestimada. Além disto, o gasto de 0,5% do PIB reduzirá as emissões de forma muito lenta, e o ambicioso programa da UE não vai ter qualquer impacto significativo sobre o aquecimento global.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Quanto mais passa o tempo, mais incisivas serão as "soluções".

Gelo do Ártico encolhe ao 2o menor nível da história


WASHINGTON (Reuters) - O gelo do Ártico chegou neste verão (no hemisfério norte) à sua segunda menor extensão, superando ligeiramente o tamanho de 2007, mas ainda apontando para uma tendência de queda associada ao aquecimento global, disseram cientistas dos Estados Unidos na terça-feira.

A menor extensão do ano foi registrada em 12 de setembro -- 4,52 milhões de quilômetros quadrados, segundo o Centro Nacional de Dados da Neve e do Gelo. Desde aquele dia, recomeçou o ciclo de resfriamento da região.

A cifra deste ano é 33 por cento inferior à cobertura média de gelo no verão do Ártico desde o início das medições por satélite, em 1979, e menos de 10 por cento acima do recorde do ano passado, disse Walt Meier, cientista ligado ao instituto.
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Fonte - Yahoo

Foto - UOL

Furacões 'causaram maior estrago da história de Cuba'


O governo de Cuba afirma que o prejuízo causado por dois furacões que passaram pelo país nas últimas semanas, o Ike e o Gustav, foi o maior causado por esse tipo de fenômeno na história da ilha.

Em um relatório preliminar sobre os estragos, divulgado pela televisão estatal, o governo diz que as tempestades causaram cerca de US$ 5 bilhões em perdas, afetando aproximadamente 450 mil lares.

Pelo menos 200 mil pessoas perderam suas casas e quase metade da produção anual de açúcar da ilha foi perdida.

Além disso, a infra-estrutura de Cuba – incluindo linhas de transmissão de energia, estradas, escolas e hospitais – também foi afetada.

O relatório diz que "a construção e a recuperação" das estruturas danificadas pelas tempestades "vão representar investimentos e recursos verdadeiramente multimilionários e exigir anos de trabalho".
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Fonte- BBC

terça-feira, 16 de setembro de 2008

Os temores dos miniburacos negros do LHC

Eu recebi e-mail de um amigo preocupado com as experiências do LHC criando miniburacos negros, e quais seriam as implicações disso para o universo. Ele, leigo, não está sozinho com tais preocupações.

Cientistas, como o astrofísico alemão Dr. Rainer Plaga, já expressaram suas preocupações em artigos científicos. Clique aqui. [PDF gratuito].

Fonte - Desafiando a Nomenklatura Científica

Papa vê tempo propício para voltar para Deus

LOURDES, segunda-feira, 15 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI se despediu nesta segunda-feira, pouco depois do meio-dia da França, reconhecendo, após estes 4 dias de peregrinação apostólica, que «os tempos são propícios para um retorno a Deus».
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Fonte - Zenit

Nota DDP: No meio desta confusão generalizada, quem vai ecoar a mensagem?

O pior está para vir

A quebra do quarto maior banco de investimentos dos Estados Unidos, o Lehman Brothers, atolado em dívidas de US$ 613 bilhões, é o prenúncio de maiores dificuldades para a economia mundial e do teste mais duro para a economia brasileira desde a crise cambial de janeiro de 1999. A instabilidade financeira iniciada há pouco mais de um ano, em agosto de 2007, já ultrapassou o setor imobiliário e começou a afetar o consumo, o investimento e a produção nas demais áreas de atividades nos Estados Unidos e, principalmente, na Europa e no Japão. Mas seus piores efeitos ainda vão ocorrer, segundo avaliavam economistas de vários países, nessa segunda-feira, depois de um fim de semana conturbado em Wall Street.

Outras quebras podem ser evitadas com a compra do Merril Lynch pelo Bank of America e a abertura de novos financiamentos ao mercado pelos bancos centrais dos Estados Unidos, da Inglaterra, da Suíça e dos países da zona do euro. Em Nova York, representantes do Tesouro e da área de regulação bancária estiveram reunidos por muitas horas com dirigentes da gigante seguradora AIG em busca de uma solução para seus problemas de caixa. Todas essas providências, no entanto, são insuficientes para eliminar os temores de novas concordatas ou falências: depois do episódio do Lehman Brothers, ninguém sabe quem é grande demais para não quebrar.

Na melhor hipótese, o empenho das autoridades e do próprio setor financeiro conseguirá limitar um efeito dominó produzido pelos problemas dos grandes bancos. Mas isso pouco servirá para proteger o chamado setor real da economia, formado por empresas produtoras de bens e serviços, trabalhadores e consumidores.
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Hoje as certezas são poucas e nenhuma delas é tranqüilizadora: a crise financeira não acabou, pode agravar-se e seus piores efeitos ainda vão ocorrer. O Brasil jamais esteve mais bem preparado que hoje para enfrentar um choque externo. A inflação recua, o País dispõe de cerca de US$ 200 bilhões de reservas cambiais, as exportações cresceram como proporção do Produto Interno Bruto e a dívida externa pesa muito menos do que há alguns anos. Ontem, durante uma palestra na Fundação Getúlio Vargas, o professor Yoshiaki Nakano falou sobre a melhora da maior parte dos indicadores, desde a crise de 1998-99. Mas invulnerabilidade não existe e, além disso, a dimensão da crise é desconhecida. Não é hora de bravatas, mas de manter o País preparado para choques possivelmente muito fortes. Prudência fiscal deve ser parte fundamental dessa preparação.

Fonte - Estadão
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