terça-feira, 27 de janeiro de 2009

Empresas demitem em todo mundo

Diante da crise econômica global e na tentativa de reduzir os custos, empresas nos EUA, Europa e Japão anunciaram nesta segunda-feira (26) dezenas de milhares de demissões. Somente as demissões divulgadas hoje somam mais de 70 mil empregos.

Além disso, a agência de notícias japonesa Jiji Press informou pela manhã que as 12 maiores montadoras do Japão esperam cortar um total de 25 mil empregos no atual ano fiscal, que termina em 31 de março, para compensar a crise.

No Brasil, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) anunciou nesta segunda-feira que, no estado, cerca de 130 mil postos de trabalho foram fechados no setor industrial no mês de dezembro. Todos os segmentos demitiram.
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Fonte - Elnet

Piora a crise alimentar

A Agência da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (ONU-FAO) divulgou alerta nesta segunda-feira (26/01) sobre o agravamento da crise dos alimentos com a turbulência financeira que derrubou os preços dos produtos agrícolas.

O diretor-geral da agência, Jacques Diouf, disse que a " contração dos preços e a incerteza financeira podem desacelerar o investimento dos agricultores e implicar uma importante redução da produção em 2009 e 2010".

Os representantes de 95 países que estão em Madri, na Conferência Internacional sobre Segurança Alimentar, tentam concretizar as promessas feitas na Cúpula de Roma, em junho de 2008. Na época, os países membros da FAO se comprometeram a reduzir à metade o número de pessoas que passam fome no mundo até 2015.

Fonte - Opinião e Notícia

Obama e a Igreja Católica

O novo presidente dos Estados Unidos está mantendo, inicialmente, uma posição bastante independente em relação à Igreja Católica. Aliás, independente em relação a qualquer igreja, à dele mesmo e inclusive em relação à Bíblia. Ainda fica difícil dizer qual será a sua participação na união das igrejas cristãs entre si, e destas com as demais confissões religiosas. Essas alianças foram apoiadas por Bush, principalmente mais para o final de seu governo.

Obama, por exemplo, apóia abertamente a legalização do aborto, que assusta a Igreja Católica. Ele também parece ser favorável à causa dos homossexuais, pois um pastor gay foi convidado para estar em sua posse. É favorável às pesquisas com células tronco, que os líderes católicos não desejam. Ele também ridiculariza a Bíblia em seus pronunciamentos. Diz que vai governar para todos, não só para certos grupos.

Isso pode ser uma estratégia inicial para acumular poder. Ou seja, quem deseja aliar-se com ele, precisa negociar, e ele está assim, acumulando pontos de negociação. A sua estratégia é nitidamente na linha chamada progressista, que se posiciona contrário aos conservadores.

Portanto, não está fácil perceber qual será a sua linha em relação à tendência global de unificação das igrejas. Porém, algo é certo, se ele perceber que isso lhe pode dar muito poder sobre o mundo, por certo irá apoiar, e ao a Igreja Católica perceber que ele pode ser um parceiro poderoso, talvez continue a aliança que vinha consolidando com Bush, mas se mantenha mais discreta em relação aos pontos divergentes com Obama.

Mas, precisa-se prestar atenção. Talvez o Obama, ao menos por enquanto, seja um entrave à velocidade da unificação das igrejas no mundo, prioridade de Bento XVI. Talvez ele seja um instrumento para dar tempo maior de liberdade para que a proclamação do evangelho eterno possa respirar e atuar com liberdade por mais um pouco de tempo. Isso justamente agora que a Igreja Adventista já começou a pregar com vigor a iminente vinda de CRISTO, e o quanto é importante obedecer a sua Palavra, bem como entregar-se a Ele como fazem as crianças em relação a seus pais.

Mas atenção, nesses nossos dias turbulentos, como já pudemos observar, a situação pode mudar de um dia para outro. Basta, por exemplo, que algo inusitado aconteça. Como em 2008, a crise imobiliária americana estourou em questão de dias), e a situação política pode se alterar radicalmente. Estamos vivendo em dias que podem surpreender de um momento para outro. Vamos acompanhar os atos e a postura do novo presidente, para sabermos melhor qual a sua linha de estratégias quanto a fé em geral.

De um modo amplo, não específico, parece o seguinte: se a fé e as igrejas, servirem para seus planos, ele tirará proveito delas sem dor em sua consciência. E poderá fazer isso quando desejar. Ou seja, ele, desde o início, pela sua posição, se revestiu de poder pessoal. A sua posição requer que, quem deseja algo dele, que vá submisso buscando o seu favor. Ele sabe que tem o poder das urnas, o poder da aclamação global, e ainda cria o seu próprio poder pessoal. Ele tem jeito de ser o chefe do mundo, e dar poder à besta se desejar, ou quanto isto for conveniente, ou, quando as condições o exigirem.

Fonte - Cristo Voltará

Faltam "gestos corajosos" para reunificar cristãos

Bento XVI, ao final da semana de oração para a unidade dos cristãos, que findou hoje, afirmou que “faltam gestos corajosos de reconciliação entre os cristãos”, que estão separados desde há quase mil anos, e cuja separação aumentou com a reforma protestante. Ele disse que, num mundo cheio de violência os cristãos têm que ser “um instrumento de paz e reconciliação”, portanto, antes disso, eles tem que se reunificar, o que requer esses gestos corajosos. João Paulo II já havia dito que a divisão dos cristãos é um “escândalo”, pois as separações tiram a credibilidade de divulgação do evangelho. Fica bem entendido que a pregação do evangelho, uma vez alcançado o pleno ecumenismo, será conforme as tradições da Igreja Católica, que se percebe como a única verdadeira. Não poderão, então, haver pregações do tipo uma igreja tentando atrair membros de outras igrejas, pois esse é considerado o cerne da divisão.

Os tempos estão encurtando para a vida de JESUS.

Fonte - Cristo Voltará

Aquecimento global deixará sem peixes áreas oceânicas

O aquecimento global pode multiplicar por 10 as zonas oceânicas carentes de oxigenação suficiente, o que colocaria em perigo a vida de peixes e crustáceos, afirmam cientistas dinamarqueses em um estudo que será publicado na edição virtual de segunda-feira da revista Nature Geoscience.

O aumento das temperaturas provocado pelas emissões de gases do efeito estufa aceleraria a desoxigenação de amplas zonas oceânicas, o que "aumentaria a frequência e a gravidade de fenômenos de grande mortalidade de peixes e crustáceos, como por exemplo nas costas do Oregon (Estados Unidos) ou Chile", destaca o coordenador do estudo, Gary Shaffer, da Universidade de Copenhague.
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Fonte - Último Segundo

Neve atinge os desérticos Emirados Árabes Unidos

DUBAI - Quase 20 centímetros de neve cobriram neste fim de semana uma montanha dos Emirados Árabes Unidos, um fenômeno pouco habitual neste desértico país do Golfo.

A montanha de Al Jees, com uma altura de 1.737 metros, que fica 25 km ao nordeste da cidade de Ras al-Jamiah (norte do país), amanheceu coberta com uma camada de 20 centímetros de neve, informou a agência de notícias oficial WAM.

Segundo a população, o fenômemo é tão raro que no dialeto local não existe uma palavra para designar a neve, segundo o jornal em língua inglesa The National.

Fonte - Jornal do Brasil

Mais uma vez o ecumenismo

Bento XVI confia em que cristãos alcançarão unidade

Cidade do Vaticano, 25 jan (EFE).- O papa Bento XVI expressou hoje convicção de que os cristãos, atualmente divididos em diferentes igrejas, alcançarão a unidade e serão "uma coisa só", e pediu aos fiéis para rezar para que "esse desejo de Cristo" seja alcançado "o mais rápido possível".
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Fonte - Yahoo

Relação dos cristãos com muçulmanos muda na Europa
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«A sociedade européia se tornou multirreligiosa – conclui a nota – e neste novo contexto, cristãos e muçulmanos devem dar testemunho de sua fé em um único Deus, para contribuir responsavelmente com sua fé na construção da sociedade.»
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Fonte - Zenit

Unidade dos cristãos, sinal para um mundo dividido

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 26 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Em um mundo que vê reinar a divisão em tantos lugares, a unidade entre os cristãos pode constituir um sinal de esperança, afirmou nesse domingo Bento XVI, na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma.
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Fonte - Zenit

Líderes religiosos divulgam mensagem para novo ano chinês

Os líderes das seis maiores confissões religiosas em Hong Kong publicaram uma mensagem por ocasião do Ano Novo Chinês, que em 2009 será celebrado no dia 26 de Janeiro.

Na mensagem, os líderes religiosos lembram os episódios que marcaram a vida de Hong Kong no último ano, destacando a crise financeira, que afectou a vida de muitas famílias, levando mesmo ao suicídio muitas pessoas que perderam todo o seu património.

A mensagem aborda ainda a questão social e as dificuldades dos jovens. Os líderes declaram-se convictos de que apenas a conversão interior e o regresso aos princípios morais da tradição, associados a um concreto gesto de caridade, podem salvar a situação, libertando todo o território da crise financeira, mas, principalmente, da crise moral.

A mensagem é assinada pelos líderes das comunidades budista, confuciana, católica, protestante, taoísta e muçulmana.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Se na China é possibilitada uma singular convergência de interesses em diferentes credos, como na acima manifestada, imagine no mundo ocidental que vem sendo bombardeado pela idéia do "One"...

sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

Ainda sobre a crise

É hora de admitir que a ajuda aos bancos falhou

Cheques em branco, falências, nacionalização... As opções estão longe de ser convidativas, mas os governos precisam escolher entre elas para restabelecer o crédito, comprometido pela instabilidade que se abateu sobre os mercados financeiros.

O novo modelo de financiamento que está por por vir é cada vez mais claro: menor, mais bem regulamentado, mais conservador. Mas a prioridade imediata é salvar todo o combalido sistema bancário, a fim de que empresas dignas parem de ser estranguladas pela falta de crédito.

Para a Economist, é hora de admitir que a primeira rodada de ajudas aos bancos depois do estouro da crise não foi suficiente. Porém, "como uma publicação capitalista -- diz a revista -- rejeitamos uma política deliberada de nacionalização em massa".

A propriedade estatal pode fazer algum sentido em casos isolados, como uma estratégia voltada para instituições financeiras específicas. A nacionalização pode ser o menor dos males, mas só se for realizada a preços de mercado. Caso contrário, ela mina os direitos de propriedade e aumenta o custo de longo prazo do capital.

Fonte - Opinião e Notícia

Tempos de dificuldades e protestos na França

À medida que as economias europeias afundam, aumentam os temores de haver manifestações sociais na França. Em novembro do ano passado, o número de desempregados no país chegou a 2,1 milhões -- um aumento de 8,5% em comparação com o mesmo período de 2007.

Em outros países da União Europeia, como Espanha e Irlanda, o aumento do desemprego é ainda mais significativo, à medida que as economias da Europa caminham para o que a Comissão Europeia acredita que possa ser seu pior ano desde a década de 1970. A taxa de desemprego na França, que atualmente é de 7,9%, pode chegar a 10% até 2010. O desemprego está crescendo mais rápido entre os cidadãos com menos de 25 anos de idade.

O que mais preocupa o governo francês é o setor automobilístico, que emprega diretamente 700 mil pessoas no país, e 2,5 milhões indiretamente. O receio em toda a Europa de que o aumento do desemprego possa provocar manifestações sociais é particularmente acirrado na França, onde até mesmo em bons tempos os manifestantes vão para as ruas.

Nas últimas semanas houve várias manifestações pelo país, com sindicatos forçando a paralisação de transportes públicos em Marseille, e estudantes e professores saindo às ruas na Normandia.

Fonte - Opinião e Notícia

Grã-Bretanha entra em recessão pela primeira vez desde 1991

O Escritório Nacional de Estatística da Grã-Bretanha informou nesta sexta-feira (23) que a economia do país encolheu em 1,5% no quarto trimestre de 2008. Com o segundo recuo trimestral consecutivo no Produto Interno Bruto (PIB) - que de julho a setembro havia ficado 0,6% menor - a Grã-Bretanha entrou em recessão.

É a primeira vez desde 1991 que a economia do país entra em recessão. A taxa de -1,5% representa a maior queda frente a um trimestre anterior desde 1980.

A economia britânica vive um de seus piores momentos das últimas décadas. Em novembro, a taxa de desemprego atingiu 6,1%, o maior nível desde 1999, segundo os critérios da Organização Mundial do Trabalho (OIT). Segundo as estatísticas, o número total de desempregados é de 1,92 milhão.

Fonte - G1

Mudanças climáticas já afetam o interior da Antártida

Tida como o único continente do mundo que vinha registrado um resfriamento médio, a Antártida continental, na verdade, está esquentando no mesmo ritmo que o resto do planeta.

Um estudo publicado na última edição da revista científica britânica "Nature", realizado por uma equipe americana capitaneada por Eric J. Steig, da Universidade de Washington em Seattle, e Drew T. Shindell, da Nasa e da Universidade de Columbia, revelou um resfriamento predominante no continente, ao menos pelo que se pode medir nos últimos 50 anos.

Segundo os pesquisadores, o efeito do aquecimento global é mais pronunciado na Antártida Ocidental, que esquentou 0,5 grau Celsius nos últimos 50 anos -- ligeiramente abaixo da média mundial no mesmo período, que foi de 0,6 grau Celsius.

Fonte - Opinião e Notícia

quinta-feira, 22 de janeiro de 2009

Papa convida cristãos a trabalharem pelo ecumenismo

CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 21 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI interrompeu nesta quarta-feira o ciclo de catequeses que vem realizado sobre a vida e os ensinamentos do apóstolo São Paulo e dedicou a audiência de hoje a falar sobre o diálogo ecumênico, dada a coincidência com a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.

O Papa dedicou a catequese de hoje a refletir sobre a passagem de Ezequiel que se escolheu como lema desta semana e na qual o profeta toma os lenhos, símbolo do Israel dividido, para realizar uma profecia sobre sua reunião futura.

Em primeiro lugar, destacou que a questão da unidade dos cristãos não é secundária, mas que «está conectada com a vida e a própria missão da Igreja no mundo», como o próprio Cristo assinalou na Última Ceia.

A Igreja, afirmou, «deve viver uma unidade que só pode derivar de sua unidade com Cristo, com sua transcendência, como sinal de que Cristo é a verdade. Esta é nossa responsabilidade: que seja visível para o mundo o dom de uma unidade em virtude da qual nossa fé se torne crível».

Por isso, convidou reiteradamente os cristãos a que tomem «consciência da urgência de trabalhar de todas as formas possíveis para chegar a este grande objetivo».

Contudo, esta unidade plena necessita como condição prévia a «purificação» dos cristãos dos «elementos estranhos à fé» e uma «maior fidelidade à vocação de Deus».

«Na dispersão entre os gentios, os israelenses haviam conhecido cultos errôneos, haviam assimilado concepções de vida equivocadas, haviam assumido costumes alheios à lei divina», explicou o Papa. «A esta renovação devemos estar abertos também nós, porque também nós, dispersos entre os povos do mundo, aprendemos costumes muito distantes da Palavra de Deus.»

«O ecumenismo verdadeiro não existe sem a conversão interior, porque o desejo da unidade nasce e amadurece na renovação da mente, na abnegação de si mesmo e no exercício pleno da caridade», acrescentou.
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Ontem foi deixada no ar uma indagação sobre qual seria o sentido da conversão invocada por BXVI. Hoje um delineador da resposta: à lei divina. Logicamente aquela constante do CIC, não a de Êxodo 20.

Cristãos encorajados pela esperança de Obama

Washington, 21 jan (RV) - Pobreza, desconfiança, violência e guerra são desafios ‘enormes e únicos’ que a nova presidência dos EUA deve enfrentar. É o que escrevem os líderes das Igrejas cristãs dos EUA, membros do Conselho Mundial das Igrejas, em uma carta enviada ao presidente Barak Obama.

A carta é assinada por representantes de 34 Igrejas cristãs (protestantes, ortodoxas e anglicana) presentes nos EUA. “Não estamos apontando o dedo e lançando alertas; mas prometendo arregaçar as mangas e colaborar para realizar as mudanças que são tão necessárias para os EUA e o mundo” – dizem.

Os líderes religiosos se apresentam a Obama como “irmãos e irmãs em Cristo” e se dizem “encorajados pelo seu compromisso de reacender a esperança neste país e no mundo”. E acrescentam: “os desafios estão em todos os setores da sociedade e abrangem todos os campos de atuação da família humana”.

“Muitas pessoas deste mundo de abundância lutam contra a pobreza; somos chamados por Deus a enfrentar as necessidades dos pobres. Assim como muitos lugares deste mundo são provados pela violência e pela guerra, nós somos chamados a ser agentes de paz”.

Em seu discurso no juramento, ontem, Obama disse que os EUA são uma nação de cristãos, muçulmanos, judeus, hinduístas e ateus.

Fonte - Radio Vaticano

Nota Questão de Confiança: De acordo com a Agência Ecclesia, 34 Líderes de denominações cristãs (protestantes, anglicanos, ortodoxos and many more), ligadas ao Conselho Mundial das Igrejas (entidade ecumênica), escreveram ao recém-empossado presidente norte-americano, o democrata Barack Obama.

O pedido expresso na missiva corresponde ao sentimento daqueles cristãos, que se definem "encorajados pelo compromisso de reavivar a esperança no país e no mundo"; por enquanto, a dimensão do pedido se restringe ao combate à pobreza e por melhores condições humanas na América do pós-Bush. Todavia, dá para imaginar o que a influência de cristãos ecumênicos engajados e de mãos dadas com o Vaticano irá fomentar no quadro de mudanças promovidas pelo governo "messiânico" de Obama...

Ainda sobre Obama

Mundo árabe dá voto de confiança a Obama

Com algumas poucas exceções, uma clara maioria de árabes e muçulmanos mostrou-se satisfeita com o tom do novo presidente dos EUA, que prometeu relações baseadas no interesse comum e no respeito mútuo.
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Fonte - Opinião e Notícia

“Se Obama acreditar na imagem do ‘salvador’, provavelmente teremos outro péssimo presidente americano”
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Toda salvação é precedida de um período de ruína. O governo Bush ajudou em muito na formação dessa imagem "salvacionista" do futuro presidente. A crise de confiança que o presidente Bush produziu para o executivo americano foi sem precedente. Guerras sob falsas alegações, promiscuidade entre interesses privados e públicos, uma leniência na administração das ações econômicas e uma crença quase religiosa em temas como o meio ambiente levaram à erosão da credibilidade popular no executivo americano. A crise econômica em meio a uma disputa eleitoral só agravou o quadro. Porém o "salvacionismo" popular não pode contaminar a futura administração. Se Obama acreditar na imagem do "salvador" provavelmente teremos outro péssimo presidente americano.

Fonte - Opinião e Notícia

Deus, abençoe a América!

"Ainda somos uma nação jovem, mas, nas palavras da Escritura, chegou a época de deixar de lado essas coisas infantis. Chegou a hora de reafirmar nosso espírito de resistência para escolher nossa melhor história; para levar adiante o dom preciso, a nobre idéia passada de geração em geração: a promessa Divina de que todos são iguais, todos livres e todos merecem buscar o máximo de felicidade", declarou durante seu (Obama) pronunciamento.
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Antes do juramento, o pastor evangélico Rick Warren, fundador da Saddleback Church de Lake Forest, na Califórnia (oeste dos EUA), realizou sermão e conduziu oração. "Ajude-nos, Deus, a nos lembrar que somos americanos unidos, não pela raça, pela religião ou pelo sangue, mas por nosso compromisso com a liberdade e a justiça para todos", discursou.
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Obama pediu aos americanos o início de "uma nova era de responsabilidade" – frase que está estampada em toda a mídia internacional - em suas vidas e um novo papel para o país no mundo, baseado na cooperação e no diálogo. O novo presidente fez um apelo pelos valores fundamentais dos EUA para começar um novo capítulo na história americana.
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Fonte - Elnet

Ainda sobre o ecumenismo

Papa pede unidade a cristãos em meia a 'mundo cada vez mais dividido'

CIDADE DO VATICANO, 21 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI afirmou nesta quarta-feira que diante de "um mundo cada vez mais dividido" é necessário "trabalhar e fazer todo o possível para que ocorra a unidade entre todos os discípulos de Cristo" e enviou uma mensagem especial a todos os fiéis da América Latina.
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Fonte - Ansa

Papa diz que é urgente trabalhar para conseguir a unidade dos cristãos

Cidade do Vaticano, 21 jan (EFE).- O papa Bento XVI fez hoje um apelo em prol da unidade dos cristãos e afirmou que é "urgente" trabalhar de todas as formas possíveis "para alcançar este objetivo indispensável".
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Fonte - Yahoo

Papa comemora a "convergência encorajadora" entre os cristãos

O Papa Bento XVI afirmou nesta quarta-feira que o ano de 2008 foi marcado pelas "convergências espirituais encorajadoras" entre as diferentes confissões cristãs, lembrando principalmente seus três encontros com o patriarca ecumênico Bartolomeu I.
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Fonte - Último Segundo

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

A mídia aos pés do “imperador”

Nos Estados Unidos, todos pareciam súditos aos pés do novo imperador – nas ruas ou atrás dos microfones. A tão aguardada posse de Barack Obama ganhou cobertura monárquica das redes de TV e dos sites da internet americanos, que não queriam perder um só momento desse "dia histórico", "inesquecível", "emocionante", "fantástico", "fabuloso", como não cansaram de repetir os apresentadores, até mesmo na ultraconservadora Fox News.

A festa não foi a maravilha que os organizadores imaginaram: o trânsito deu nó no entorno da cidade, o metrô não deu conta da multidão, celular não deu sinal de vida, internet não deu conexão, o senador Ted Kennedy não deu conta da emoção e passou mal no Capitólio, o vestido da primeira-dama, Michelle, deu pouco ibope e o presidente da Suprema Corte deu uma derrapada feia na hora do juramento (oath moment), complicando o instante de glória do presidente, coitado, num tropeço que na rede acabou apelidado de "oops oath"; mas, como ressalvaram todas as matérias, nada que estragasse o brilho "desse dia histórico". Obama recebeu a "coroa" cercado de boa vontade.
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Fonte - Observatório da Imprensa

Nota DDP: Imperador... messias... Interessantes comparações...

«Não há ecumenismo sem autêntica conversão»

Bento XVI dedicou a audiência geral desta Quarta-feira ao ecumenismo e ao diálogo inter-religioso. Na sala Paulo VI, o Papa recordou que os cristãos estão a viver a Semana de Oração pela Unidade dos Cristão, uma iniciativa espiritual que este ano se inspira nas palavras de Ezequiel.

Este é um convite dirigido a todos os cristãos de todas as Igrejas e de todas as comunidade eclesiais, que “devemos responder com generosidade”. Este compromisso ecuménico, assinalou o Papa, “comporta uma adesão humilde a Deus. Não há ecumenismo verdadeiro sem uma autêntica conversão interior”.

O Papa indicou que este espírito tem animado a Igreja Católica, “que no último ano tem percorrido, convicta e radicada esperança, as relações fraternas e respeitosas com todas as Igrejas e comunidades eclesiais desde o Ocidente aos Oriente. Em diferentes situações, algumas mais positivas outras com grande dificuldade, a Igreja não tem poupado esforços para o compromisso e para o reforço da unidade”.

Bento XVI indicou que a relação entre as Igrejas e o diálogo teológico tem continuado a dar sinais encorajadores de convergência espiritual.

O Papa relembrou as ocasiões em que se encontrou com o Patriarca Ecuménico Bartolomeu I durante a Assembleia do Sínodo dos Bispos. “Tive o prazer de receber também os dois católicos da Igreja Apostólica da Arménia, Karekin II, de Etchmiazin, e Aram I de Antelias”.

“Estou em oração enquanto os nossos irmãos se preparam para eleger o novo Patriarca da sua venerada e grande Igreja Ortodoxa”.

O Papa recordou ainda o encontro com representantes das várias comunhões cristãos do Ocidente, “com os quais prossegue o diálogo sobre o importante testemunho que os cristãos são chamados a dar de modo concreto mesmo perante tantos desafios cultuais, sociais e económicos”.

“Em Ano Paulino, sigamos o caminho do Apóstolo, que gastou a sua vida por um único Senhor e pela unidade do corpo místico, dando, com o seu martírio, um testemunho de fidelidade e amor a Cristo”.

“Que estes dias de oração nos estimulem para atingir esta meta e sirvam também para dar graças a Deus pelo caminho percorrido até agora, continuando o dialogo, impulsionado pela verdade e pela caridade”, terminou.

Bento XVI saudou os peregrinos portugueses. “Ao saudar cordialmente todos os peregrinos e visitantes de língua portuguesa, dou as boas vindas, em particular ao grupo de sacerdotes do Porto: para todos invoco a protecção do Altíssimo. E que a luz de Cristo anime sempre em vós o entusiasmo para servir a Igreja como ela quer ser servida. Com a minha Benção”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: Uma boa pergunta a se fazer seria conversão a quem...

Diálogo ecumênico, prioridade para Bento XVI

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 20 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- O diálogo ecumênico é uma prioridade para Bento XVI, como foi para todos os papas desde João XXIII e o Concílio Vaticano II. Este diálogo avança, ainda que de forma desigual: com os ortodoxos se deram grandes passos adiante, mas continuam existindo incertezas com as comunidades surgidas da Reforma.

Assim afirma o secretário do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, o bispo Brian Farrell L.C., no primeiro de uma série de artigos que estão sendo publicados por L'Osservatore Romano, por ocasião da anual Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.

Dom Farrell explicou que para o atual pontífice, o diálogo ecumênico é uma «questão prioritária», como manifestam «seus numerosos encontros e discursos de caráter ecumênico».

Ele aludiu precisamente ao último encontro que os membros deste dicastério tiveram com o Papa, em 12 de dezembro passado, como referência para explicar a que ponto se encontra atualmente o diálogo com os «irmãos separados».

Farrell afirmou, recordando a intervenção do Papa naquele encontro, que enquanto o diálogo com os ortodoxos «avançou de forma significativa», ainda não aconteceu o mesmo com as igrejas e comunidades da Reforma.

Como o Papa afirmou, houve um grande «progresso no diálogo da caridade» entre a Igreja Católica e as Igrejas Ortodoxas e Orientais, com intercâmbio de visitas entre os prelados de ambas as confissões, e com «um sincero espírito de amizade entre católicos e ortodoxos, que foi crescendo nos últimos anos».

«Precisamente este progresso no ‘diálogo da caridade’ permitiu que o ‘diálogo teológico’ entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa obtivesse resultados notáveis, inclusive inesperados», explicou.

Contudo, lamentou, «continua havendo um interrogante difuso, cercado de certa desconfiança, sobre os resultados do diálogo com as comunidades e igrejas da Reforma».

O objeto da passada plenária do dicastério em dezembro teve por objeto examinar a que ponto está este diálogo nas quatro frentes que a Igreja tem aberto neste sentido: com a Federação luterana mundial, com o Conselho Metodista, com a Comunhão Anglicana e com a Aliança Mundial das Igrejas Reformadas.

Nestes 40 anos de diálogo, Dom Farrel constatou que, ainda que «tenham sido superados muitos preconceitos e incompreensões do passado», contudo perduram antigas diferenças.

Estas diferenças vão em duas direções: por um lado, a relação entre a Escritura e a Tradição, e por outro, a natureza da Igreja de Cristo.

No primeiro aspecto, Dom Brian Farrell explicou que, ainda que se tenha chegado a um consenso em admitir que não há contraposição entre a Escritura e a Tradição (a Escritura existe graças à tradição apostólica das origens), não há acordo, entre outras questões, sobre o «magistério competente» para interpretá-la.

No segundo aspecto, ainda que se tenha dado um grande passo com a Declaração Conjunta sobre a Justificação, em uma das implicações deste desacordo, ou seja, na natureza da própria Igreja, continua havendo uma «divisão profunda».

Com aquela declaração, explica o bispo irlandês, admitiu-se que não há contraposição entre justificação pela fé e santificação através das obras.

Contudo, «católicos e protestantes continuam profundamente divididos na concepção da realidade da Igreja, entre uma visão ao mesmo tempo espiritual e institucional – católica – e uma visão somente espiritual – protestante».

«Apesar de que nenhuma destas questões tenha sido resolvida no sentido de um consenso pleno, e ainda que apareçam novas dificuldades no horizonte – explica Dom Farrell –, as convergências alcançadas corroboram e aprofundam o sentido da real, ainda que incompleta, comunhão existente sobre a base de um único batismo e de outros muitos elementos de fé e de vida cristã preservados da tradição antiga.»

Após recordar que o ecumenismo é «um dom de Deus», o secretário declarou que ainda que «os diálogos não podem por si mesmos garantir a realização do objetivo final do movimento ecumênico, que é a unidade eucarística», não obstante «constituem uma base sólida e um incentivo a realizar o que é a vontade do Senhor e a aspiração de muitos cristãos».

Fonte - Zenit

Católicos e ortodoxos tentarão chegar a acordo sobre primado do Papa

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 20 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Apesar das dificuldades, o diálogo entre as Igrejas Católica e Ortodoxa avança positivamente, tanto no diálogo teológico como nas relações fraternas. Assim constatou o subsecretário do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, Dom Eleuterio F. Fortino, em um breve informe sobre a situação dos trabalhos da Comissão Mista, publicado por L'Osservatore Romano em sua edição de ontem.

Para o especialista, é significativo o desenvolvimento, nos últimos anos, de «relações construtivas» entre Roma e Constantinopla, mas também «com o Patriarcado de Moscou e outras Igrejas», como mostra o recente intercâmbio de visitas entre patriarcas e cardeais, assim como a participação, pela primeira vez na história, do Patriarca de Constantinopla na Assembléia do Sínodo dos Bispos.

Com relação ao diálogo teológico, Dom Fortino explica que a Comissão está atualmente revisando a questão de como se entendia o primado do bispo de Roma, prima sedes, no primeiro milênio do cristianismo, quando ambas as Igrejas estavam em comunhão apesar das dificuldades.

Para facilitar os trabalhos, a Comissão de dividiu em duas subcomissões, uma de língua inglesa e outra francesa, que estudam os documentos eclesiais em que se trata desta questão, como as cartas apostólicas dos primeiros séculos ou os Padres da Igreja.

Também se estuda o papel dos Papas na refutação de heresias como o arianismo, o monofisismo etc., em particular na condenação das heresias iconoclastas (Concílio de Nicéia II, ano 787) que tanta transcendência teve para as igrejas orientais.

A questão, explica Dom Fortino, não é tanto a do primado de Roma em si, que ambas as Igrejas aceitam, tal como mostra o documento conjunto de Ravena (assinado em 2007), mas a interpretação do conteúdo do primado, sobre a qual ainda existem grandes diferenças.

Para isso, acrescentam, a chave está em «chegar a uma leitura comum dos fatos históricos, uma hermenêutica comum na interpretação dos dados da Escritura e das opções teológicas».

Outra das questões que deverá ser estudada é como o conteúdo deste primado evoluiu no segundo milênio, após a ruptura entre as duas confissões, e qual é a situação atual após os Concílios Vaticano I e II, que tentam recuperar a visão de comunhão que existia no primeiro milênio.

Em resumo, explica Fortino, o diálogo «continua aberto em uma nova fase e em uma perspectiva positiva», apesar das «dificuldades permanentes e novas».

Fonte - Zenit

Plataforma de gelo está prestes a derreter na Antártida

Uma enorme plataforma glacial está à beira do colapso na Antártida, e apenas uma tênue camada de gelo a separa de se tornar a nova vítima do aquecimento global, que está alternado o mapa do continente. Quando parte da ponte de gelo da plataforma Wilkins se romper, o mar deve engolir grande parte do gelo restante, informam os pesquisadores. A plataforma Wilkins no passado cobria 16 mil km². Mesmo tendo perdido um terço da sua área, ainda tem o tamanho da Jamaica. Icebergs do tamanho e formato de shopping centers já pontuam o mar em torno da geleira em desintegração. Focas vagam à deriva em mar aberto sobre blocos de gelo.

"Viemos à Plataforma de Gelo Wilkins para ver seus estertores", disse o glaciologista David Vaughan, da Pesquisa Antártica Britânica (BAS), depois que o primeiro - e provavelmente último - avião pousou perto da parte mais estreita do gelo.

A plataforma, com seu topo plano, ocupa milhares de quilômetros quadrados, erguendo-se 20 m acima do mar, na Península Antártica. Mas ela só se mantém coesa por causa de uma faixa de gelo com 40 km, cada vez mais estreita, e que no seu ponto mínimo tem agora apenas 500 m de largura - o que dá à geleira um aspecto de ampulheta. Em 1950, essa faixa tinha quase 100 km de largura.

"Ela realmente pode acabar a qualquer minuto", disse Vaughan sobre a neve lamacenta, à luz forte do sol, ao lado de um avião vermelho Twin Otter que pousou sobre esquis. Ele ressalvou que a ponte de gelo pode também durar mais algumas semanas ou meses.

Há um ano, o BAS disse com base em um levantamento aéreo que a plataforma Wilkins estava "pendurada por um fio", disse Vaughan. "Milagrosamente, voltamos um verão depois e ela ainda está lá. Se estava por um fio no ano passado, neste ano está por um filamento", disse Vaughan.

Nove outras plataformas recuaram ou desabaram em torno da Península Antártica nos últimos 50 anos, normalmente de forma abrupta, como a Larsen A (1995) ou a Larsen B. A tendência é amplamente atribuída ao efeito estufa. "Esta plataforma de gelo e nove outras que vimos com uma trajetória similar são uma consequência do aquecimento", disse Vaughan.

Fonte - Terra

Geleiras desaparecerão até a metade do século

A maior parte das geleiras do planeta está derretendo tão rápido que muitas vão desaparecer até a metade século, alertou um especialista. As informações são do The Guardian.

Estatísticas do World Glacier Monitoring Service (WGMS) mostram que, embora as taxas de derretimento tenham caído em significativamente em 2007, com relação aos níveis do ano anterior, ainda assim a perda de gelo foi a terceira pior já registrada.

Acredita-se que a massa total, do que sobrou das geleiras, está agora em seu nível mais baixo em "milhares de anos".

De acordo com Wilfried Haeberli, diretor do WGMS, as pequenas geleiras, que constituem a maior parte desse fenômeno natural, não vão se recuperar.

A advertência trará preocupação àqueles que dizem que o derretimento das geleiras é uma das maiores ameaças da mudança climática, porque aumenta o risco de ocorrerem avalanches de rochas e solo, liberadas a partir do gelo, ameaçando a subsistência de mais de 2 bi de pessoas que dependem do derretimento da água para alimentar seus rios no verão. O processo aumentaria, também, o nível dos oceanos.

"Se o clima não for resfriado rapidamente, elas irão diminuir e desintegrar-se", disse Haeberli. "Isto significa que muitas serão perdidas nas próximas décadas - 10, 20, 30, 40 anos".

"Se você for realista com relação ao cenário do aquecimento global, então não há esperança para os pequenos glaciares - nos Pirineus, na África, nos Andes e Montanhas Rochosas. As grandes geleiras no Alasca e no Himalaia vão demorar mais tempo, mas mesmo aquelas grandes geleiras vão mudar completamente - muitas serão bem menores e outras se desintegrarão, formando lagos, em muitos casos", alertou Haeberli.

O WGMS, cujos parceiros incluem as agências das Nações Unidas e organismos científicos, recolhe dados anuais de até 100 geleiras ao redor do mundo, incluindo 30 geleiras "referência", em nove diferentes cadeias montanhosas de quatro continentes. Existem dados de até três décadas atrás.

Estatísticas dos anos de 2005 e 2006 mostram a maior perda de gelo desde que os registros começaram e, com base em reconstituições históricas, acredita-se que tenha sido o pior ano em 5 mil anos.

Fonte - Terra
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