quinta-feira, 6 de maio de 2010

Terremoto de 6,4 graus abala a fronteira entre Peru e Chile

Um terremoto de 6,4 graus de magnitude foi registrado na noite de quarta-feira no extremo norte do Chile e no sul do Peru, sem notícias de vítimas ou danos.

O tremor aconteceu às 22h44 locais (23h44 de Brasília), com epicentro na costa da região de Tarapacá, 37 quilômetros ao noroeste da cidade de Arica (2.000 km ao norte de Santiago), na fronteira com o Peru, segundo o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS).

As autoridades chilenas descartaram a possibilidade de maremoto.

O terremoto também foi sentido na cidade peruana de Tacna.

Fonte - Terra


Terremoto de magnitude 6,3 abala Sumatra

Jacarta, 6 mai (EFE).- Um terremoto de magnitude 6,3 na escala Richter abalou hoje o sudoeste da ilha de Sumatra, na Indonésia, sem causar vítimas nem alerta de tsunami.

Segundo o serviço geológico dos Estados Unidos, que monitora a atividade sísmica no mundo todo, o tremor aconteceu às 23h29 (13h29, Brasília) e a 18 quilômetros de profundidade.

O epicentro foi 138 quilômetros a oeste de Bengkulu, em Sumatra, e a 669 quilômetros de Jacarta.

A Indonésia está sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma zona de grande atividade sísmica e vulcânica que é abalada por cerca de sete mil tremores ao ano, em sua maioria de magnitude baixa.

Fonte - G1


terça-feira, 4 de maio de 2010

Países que ignoram acordo nuclear ficarão menos seguros, diz Obama

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, disse nesta segunda-feira que países que ignoram suas obrigações sob o Tratado de Não Proliferação Nuclear (TNP) -- o pacto de armas nucleares mais importante do mundo, responsável por evitar a proliferação para dezenas de países-- ficarão menos seguros e mais isolados.

Obama não mencionou o Irã diretamente em seu discurso, dado após a saída da delegação norte-americana durante a fala do presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, na reunião dos 189 países signatários do tratado, que ocorre na sede da ONU, em Nova York.

"Nações que ignoram suas obrigações se encontrarão menos seguros, menos prósperos e mais isolados. Esta é uma escolha que as nações devem tomar", disse Obama.
...
Fonte - Folha

Nota DDP: Hoje o Irã e o tema armamento. Mas o padrão deverá ser invocado para outros grupos e outros assuntos. "Os que ignorarem suas 'obrigações' se encontrarão menos seguros, menos prósperos e mais isolados. É uma escolha que as pessoas deverão tomar."


segunda-feira, 3 de maio de 2010

Mundo Terremoto de 6,4 graus atinge o Chile

Um terremoto de 6,4 graus de magnitude abalou o Chile nesta segunda-feira, informou o Instituto Geofísico dos Estados Unidos (USGS). O tremor de terra aconteceu na região de Bío Bío, ao sul de Santiago, às 19h09 (hora local, 20h09 em Brasília).

Segundo o USGS, foram registrados 11 tremores de terra ao longo do dia no Chile. O epicentro deste último terremoto foi localizado a 10 km de profundidade, num ponto a 115 km a noroeste da cidade de Temuco e a 135 km da cidade chilena de Los Ángeles.

O tremor foi sentido, com mais intensidade nas cidades de Tomé, Los Ángeles e Concepción (cinco graus Mercalli) e Lebu (quatro graus) na região de Bío Bío. Na turística região de Araucanía, os municípios de Angol, Temuco, Puerto Saavedra, Queule e Purén tiveram quatro graus Mercalli de abalo. A mesma intensidade foi sentida na cidade de Valdivia, na região de Los Ríos.

Outros abalos

Anteriormente, às 18h06 (19h06 em Brasília), foi registrado um movimento de 3,7 graus pela escala Richter na mesma zona, mas com epicentro a 41 km de Santa Cruz, região de O'Higgins.

Já às 16h42 (17h42) um terremoto afetou a região do Deserto do Atacama. O movimento teve magnitude de 4,5 graus Richter, com epicentro a 35 km a sudoeste de Vallenar.

O dia de terremotos teve início ainda de madrugada, quando às 2h21 (3h21 em Brasília) um abalo afetou a região de O'Higgins com magnitude de 3,9 graus Richter. O epicentro se localizou a dois km a leste de Pichilemu. Doze minutos depois, outro tremor com 4,6 graus teve epicentro a 16 km a noroeste de Pichilemu.

O terceiro terremor também teve localização na região de O'Higgins, às 2h49 (3h49), com 5 graus Richter e epicentro também a 16 km de Pichilemu. O quarto movimento tectônico foi às 5h40 (6h40) a quatro km de Lebu, com magnitude de 3,6 graus Richter.

O quinto abalo foi na região de Bío Bío, às 11h29 (12h29), com magnitude 3,9 graus Richter e epicentro a 23 km ao norte de Concepción. Outro registro foi feito às 11h43 (12h43), com 3,6 graus e epicentro a 11 km ao norte de Pichilemu.

Às 14h39 (15h39 em Brasília) o tremor na região de Bío Bío teve 5,3 graus de magnitude, com epicentro a 73 km a oeste de Lebu. Posteriormente, às 15h06 (16h06) um terremoto de 5,3 graus teve epicentro a 26 km a noroeste de Tirúa.

Destruição

O Chile foi atingido no fim de fevereiro por um forte terremoto de magnitude 8,8 e tsunamis que mataram cerca de 500 pessoas e causaram danos estimados em US$ 30 bilhões.

Fonte - Terra


sábado, 1 de maio de 2010

Desvendando o Apocalipse - Capítulo a Capítulo

Este estudo tem o objetivo de apresentar as verdades contidas no livro do Apocalipse de maneira direta e simples. Está livre de interpretações pessoais ou de alguma denominação religiosa. A Bíblia e a própria história da humanidade são as únicas fontes usadas nos textos.

Dirigida pelo advogado Mauro Braga de 54 anos, a série de estudos ora veiculada é resultado da classe bíblica iniciada na IASD Tatuapé e que hoje funciona na IASD Brooklin, todas as quartas-feiras, às 20 horas. Mauro Braga era membro da igreja do Belém e logo após o seu batismo, preocupado em evangelizar a família, decidiu se preparar para dar estudos bíblicos.

O que chama a atenção na série que resultou desta preparação, segundo o próprio palestrante, talvez seja a linguagem simples e direta com que os temas são ministrados e a forma de abordagem. Os temas abaixo estão disponíveis em áudio para download, também em formato de texto, diretamente na página do irmão e amigo Michelson Borges.

01) - Introdução ............................. (Download) (Texto)
02) - Capítulo 01............................. (Download) (Texto)
03) - Capítulo 02 - Parte 1................ (Download) (Texto)
04) - Capítulo 02 - Parte 2................ (Download) (Texto)
05) - Capítulo 03.............................. (Download) (Texto) (Texto)
06) - Capítulo 04.............................. (Download) (Texto)
07) - Capítulo 05.............................. (Download) (Texto)
08) - Capítulo 06.............................. (Download) (Texto)
09) - Capítulo 07.............................. (Download) (Texto)
10) - Capítulo 08.............................. (Download) (Texto)
11) - Capítulo 09.............................. (Download) (Texto)
12) - Capítulo 10.............................. (Download) (Texto)
13) - Capítulo 11.............................. (Download) (Texto)
14) - Capítulo 12.............................. (Download) (Texto)
15) - Capítulo 13 - Parte 1................ (Download) (Texto)
16) - Capítulo 13 - Parte 2................ (Download) (Texto)
17) - Capítulo 14.............................. (Download) (Texto)
18) - Capítulo 15.............................. (Download) (Texto)
19) - Capítulo 16.............................. (Download) (Texto)
20) - Capítulo 17.............................. (Download) (Texto)
21) - Capítulo 18.............................. (Download) (Texto)
22) - Capítulo 19.............................. (Download) (Texto)
23) - Capítulo 20.............................. (Download) (Texto)
24) - Capítulo 21.............................. (Download) (Texto)
25) - Capítulo 22.............................. (Download) (Texto)

É bom relembrar o convite à duplicação da mensagem, seja presenteando um familiar, amigo ou conhecido com um simples CD, seja "linkando" estes pela web ou email neste espaço. Assim, atenderemos ao "ide" do Mestre.

Descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

[Material publicado sob a autorização expressa do palestrante]

Também disponível para download, do mesmo palestrante, a série de estudos bíblicos "E conhecereis a verdade...".

Clique no link que segue para outros "Estudos Proféticos".


Mais de mil milhões de pessoas têm fome no mundo

Alerta da Organização para a Alimentação e Agricultura, devido à crise económica e à subida dos preços dos alimentos nos últimos três anos.

"Em 2009, o número daqueles que sofrem de fome no mundo aumentou 105 milhões em relação a 2008 e o número ultrapassa hoje os mil milhões", afirmou Jacques Diouf, na abertura dos trabalhos da XXXI Conferência Regional da FAO para a América Latina e as Caraíbas, que está a decorrer no Panamá.

Destes mil milhões de pessoas, 642 milhões vivem na Ásia e no Pacífico, 265 milhões em África, 42 milhões na América Latina e nas Caraíbas e 15 milhões nos países desenvolvidos, explicou.

Os países mais afectados são a República Democrática do Congo e a Eritreia, que têm 75% e 66% dos seus habitantes com fome, respectivamente. No Haiti, o país com mais fome nas Caraíbas, este é um problema que atinge 58% da população.

África é sempre o continente mais afectado pela subnutrição, que atinge 28% da sua população.

O director da FAO explicou que o aumento da subnutrição nos três últimos anos se deve à diminuição dos investimentos no sector agrícola, ao aumento do preço dos alimentos e à crise económica.

Nos países em vias de desenvolvimento, as famílias gastam até 50% dos seus rendimentos com a alimentação, uma taxa que nos países desenvolvidos é de 20%.

Jacques Diouf apelou a uma "política mundial de segurança alimentar", recomendando que esta política deve ter em consideração a necessidade de aumentar a produção agrícola em 70% nos países desenvolvidos e em 100% nos países em desenvolvimento, para garantir a alimentação de uma população que, em 2050, estará próxima dos 9,1 mil milhões de habitantes.

De acordo com um relatório da FAO, "a gravidade da crise alimentar actual é o resultado de 20 anos de investimentos insuficientes na agricultura e do abandono" a que o sector foi votado.

Fonte - Jornal de Notícias


quinta-feira, 29 de abril de 2010

Detectado aumento do nível dos mares por degelo em regiões polares

Washington, 28 abr (EFE).- As mudanças registrados na quantidade de gelo que flutua nos oceanos polares estão provocando um aumento do nível dos mares, revelou um estudo publicado hoje na revista "Geophysical Research Letters".

Segundo o princípio de Arquímedes, todo corpo submerso em um fluído experimenta um empurrão vertical igual ao peso do fluído deslocado, o que significaria que o degelo não deve influenciar nos níveis marítimos.

No entanto, os cientistas da Universidade de Leeds, no Reino Unido, dizem que esse princípio não é aplicável uma vez que a água do mar é mais morna e mais salgada que os gelos flutuantes e que, por isso, influi nos níveis do mar.

Apesar da perda de gelo flutuante a cada ano ser similar, segundo os cientistas, a 1,5 milhão de icebergs como os que afundaram o Titanic no começo do século passado, o que torna o aumento do nível marinho insignificante. Em um ano esse aumento é de cerca de 49 micrometros, ou seja, o diâmetro de um fio de cabelo.

No entanto, Andrew Shepherd, autor do estudo baseado em observações de satélite e modelos computadorizados, afirma que o impacto do degelo é um sinal que não pode ser ignorado.

Shepherd lembrou que nas últimas décadas se registraram reduções consideráveis do gelo flutuante da Terra, particularmente nas plataformas antárticas e árticas.

"Estas mudanças tiveram um grande impacto no clima regional e, já que se espera que os oceanos aumentem sua temperatura no curso do século, o degelo dos icebergs deve ser considerado em avaliações futuras dos aumentos no nível marinho", disse.

Fonte - BOL

Nota DDP: Ver também "Gelo flutuante do mundo está em "retração constante"".


quarta-feira, 28 de abril de 2010

Campo de concentração nos EUA

Se a moda pega, o território americano vai virar um imenso campo de concentração. Por sua conta e risco, a governadora republicana do Estado do Arizona, Jan Brewer, assinou uma lei na última sexta-feira, 23, depois de aprovada pelos legisladores estaduais, que transforma em crime a imigração ilegal. Uma lei discriminatória e covarde.

A lei autoriza os policiais do Estado do Arizona a pedirem documentos e prenderem qualquer um que eles considerem suspeitos. Ou seja, a partir dessa lei a polícia tem carta branca para prender e arrebentar. E a palavra da vítima não terá nenhum valor porque é apenas um imigrante ilegal.

A lei de Dona Brewer atende ao ideário dos mais radicais políticos e da mídia conservadora dos Estados Unidos, capitaneada por um tal Glenn Beck, o Jabor da TV americana. Não é de hoje que eles pregam abertamente a adoção de medidas mais duras contra os imigrantes indocumentados e os culpam pelos males do país, quando na verdade eles representam uma extraordinária força de trabalho e, se não recolhem mais impostos, é exatamente porque não são legalizados.

Há nos Estados Unidos estimados 10 a 12 milhões de imigrantes indocumentados, a grande maioria formada por mexicanos. Só no Arizona, são 460 mil.

A lei criou um clima de indignação geral na comunidade hispânica, o maior grupo minoritário do país, com quase 10% da população. Essa é a primeira vez na história do país, que pretende dar lições de democracia ao mundo, que a polícia tem o direito de prender e punir alguém pelo simples fato de não possuir um visto, mesmo que ele não tenha cometido crime algum.

Até agora, os Estados Unidos estavam a salvo desse comportamento arbitrário que tem sido adotado na maioria dos países europeus, como na Itália do “new facista” Berlusconi que colocou o Exército nas ruas para caçar imigrantes, ou na Suíça, onde a extrema direita de ideias neo-nazistas age com o mesmo rigor.

A lei do Arizona terá várias consequências. A primeira delas será a resposta da Casa Branca, que já acionou seu departamento jurídico para se manifestar sobre a legitimidade de uma lei estadual se sobrepor a um assunto da competência federal, como é a política migratória.

Outra consequência, essa de natureza política, é a força do eleitorado hispânico. Eles marcharam com Obama na eleição presidencial confiando na promessa de campanha de prioridade para a reforma imigratória. Obama não teve tempo. Passou todo primeiro ano de governo tentando debelar a crise econômica e aprovar sua sonhada reforma do sistema de saúde.

Mas agora, com a posição adotada pela governadora do Arizona, a comunidade hispânica está cobrando uma ação enérgica e efetiva do governo central, sobretudo depois que a governadora Brewer justificou a lei “pela incapacidade do governo federal de garantir nossas fronteiras”.

A Lei do Arizona vai obrigar o governo e os congressistas a arregaçarem as mangas para enfrentar a delicada questão migratória que não pode mais ser adiada. O ano é eleitoral. Toda a Câmara Federal será renovada (434 deputados) e parte do Senado (36 cadeiras). O risco para a classe política é enorme. Os hispânicos são 42,7 milhões de pessoas nos EUA, de acordo com o escritório do Censo. E serão 54 milhões em 2012, segundo projeções. É um extraordinário cacife político que pode decidir uma eleição.

A semana que está começando vai trazer novos elementos ao debate. Ou o governo Obama entra de sola no assunto, como fez com a reforma da saúde, ou a Lei do Arizona pode se espalhar e transformar os EUA em um imenso campo de concentração. A direita americana está aí pro que der e vier, cada vez mais agressiva e atrevida.

Fonte - Jornal Agora


terça-feira, 27 de abril de 2010

Terremoto de magnitude 4,9 atinge Amazonas

Um terremoto de 4,9 graus de magnitude atingiu o extremo oeste do Amazonas, na noite deste domingo. O tremor ocorreu na divisa com o Acre, a uma profundidade de 17 km.

O epicentro foi a 100 km a noroeste de Cruzeiro do Sul, no Acre. Não há relatos de vítimas ou danos materiais.

Fonte - eBand


Privacidade é questionada por gurus da tecnologia

"Você não tem privacidade. Supere isso!". Essa foi uma das primeiras frases do hacker Kevin Mitnick em sua apresentação "Minha vida como um hacker", publicada no YouTube em julho de 2008 (bit.ly/mitnickprivacidade). Mitnick se junta a outros gurus da tecnologia que defendem que a privacidade é um conceito em mutação.

Para Mark Zuckerberg, executivo-chefe do Facebook, a era da privacidade acabou. De acordo com o blog ReadWriteWeb (readwriteweb.com.br), Zuckerberg disse diante de uma plateia que, se tivesse que criar o Facebook novamente, as informações do usuário seriam colocadas públicas e não privadas.

O site funcionava com as informações fechadas até dezembro de 2009, quando fez uma controversa mudança. Para Zuckerberg, na época da fundação do Facebook as pessoas duvidavam se alguém colocaria qualquer informação na internet. "Nos últimos cinco ou seis anos, o ato de blogar decolou de maneira significativa. As pessoas têm se sentido mais confortáveis não só com o compartilhamento, mas também com isso sendo feito de uma forma aberta e com mais pessoas".

"Essa norma social é apenas algo que tem evoluído ao longo do tempo", disse o executivo-chefe do Facebook. Veja o vídeo com a entrevista de Zuckerberg em bit.ly/markentrevista.

As normas parecem estar mudando. De acordo com um estudo do Pew Internet Survey, lançado em 2009, quase 40% das pessoas com perfis on-line desabilitaram as opções de privacidade, informou o site de tecnologia Cnet.

Google

O gigante Google foi alvo de discussões no lançamento do Street View, o questionado serviço que fotografa cidades ao redor do mundo.

Em agosto de 2008, ao ser acionado judicialmente por um casal que teve a casa fotografada e divulgada, o Google defendeu o serviço com a frase "privacidade completa não existe", segundo o site PC Advisor (saiba mais sobre o andamento do processo em bit.ly/processogoogle).

O Google também sofreu com acusações recentes em relação à privacidade no seu novo serviço Google Buzz, que trazia configurações automáticas consideradas invasivas por alguns usuários.

Eugene Kaspesrky, executivo-chefe e fundador da empresa russa de segurança Kaspersky, pensa a privacidade dentro do prisma da cibersegurança. "Não há privacidade na internet se você viola a lei. Se você se comporta direito, o governo não está interessado em você. Mas, se você fizer algo errado, ele pode procurar o seu provedor e tomar providências", disse Kaspersky à Folha. Ele esteve no Brasil na semana passada para um evento.

O fundador da empresa de segurança contou um caso curioso em que um cibercriminoso foi descuidado e acabou ajudando nas investigações da polícia. Segundo ele, um pirata da rede que atuava no Reino Unido se mudou para o Canadá para tentar fugir da polícia e esperar as notícias em relação a seus crimes esfriarem.

Apesar disso, ele esqueceu de mudar suas credenciais e continuou jogando World of Warcraft com a mesma senha e foi pego pela polícia.

Mas "a maioria dos cibercriminosos sabe se comportar de um jeito anônimo, se esconder e dificultar as investigações", ressalta Kaspersky. Leia mais trechos da entrevista em folha.com.br/circuitointegrado.

Legislação

Nos Estados Unidos, um grupo de empresas de tecnologia que inclui gigantes como AT&T, Google e Microsoft disse ter se reunido para pressionar o Congresso por uma melhora na força das leis que protegem as informações digitais privadas do acesso ao governo, segundo o "New York Times".

O grupo também disse querer guardar informações de localização coletadas por empresas de celular e provedores.

Fonte - Folha


Alterações climáticas vão originar Estados 'falhados' e autoritários

Alerta: não é o fim do mundo, mas pode ser o fim de muitos Estados. Antonio Marquina, catedrático de Relações Internacionais da Universidade Complutense de Madrid e coordenador do livro 'Global Warming and Climate Change - Prospects and Policies in Asia and Europe', editado em Nova Iorque, Londres e Sydney, avisa que a segurança entre vários países está em risco devido ao aquecimento global e à desertificação

Antonio Marquina, professor catedrático de Relações Internacionais na Universidade Complutense em Madrid, acaba de editar o livro Global Warming and Climate Change - Prospects and Policies in Asia and Europe -, que perspectiva o impacto e as consequências do aquecimento global e das alterações climáticas na Ásia e na Europa. A obra, que começou a ser preparada há três anos e tem contributos de 29 especialistas asiáticos e europeus, chama a atenção para os problemas de segurança, que vão colocar-se a nível mundial, devido à proliferação de Estados "falhados", como a Somália e o Afeganistão.

A falta de água, de alimentos e de condições de vida mínimas, nomeadamente em alguns países asiáticos e no Norte de África, provocarão novas migrações e o surgimento de mais regimes autoritários. O Norte e o Sul da Europa, dentro de 30 anos, serão igualmente duas realidades bem distintas e haverá uma profunda clivagem entre os países que hoje fazem parte da União Europeia.

No livro descrevem-se situações provocadas pelas alterações climáticas que podem colocar em causa a segurança humana. Trata-se de um alerta?

Mais que isso, é uma reflexão sobre dados científicos que temos e que conhecemos e sobre aspectos que ainda hoje nos parecem pouco compreensíveis. Ainda não sabemos ao certo as interconexões de determinados fenómenos, mas, em função do que conhecemos, deduzimos uma série de consequências muito importantes e às quais há que dar a maior atenção. Gostaríamos que os governos e a opinião pública reflectissem sobre as consequências do aquecimento global nas vidas das pessoas, já que vai ter um impacto importante na vida de milhões de pessoas. Muitos países perderão força, capacidade de governo, de fornecer serviços públicos... E outros haverá que, devido a esta incapacidade, entrarão em colapso e terão graves convulsões políticas e sociais.

Aquilo a que chama "Estados falhados"...

Sem ser alarmista - a partir de 2030 até final do século - verificamos que há problemas de uma certa envergadura que, em função de uma extrapolação sobre a aplicação das políticas de mitigação ou de adaptação que existem, vão ter consequências terríveis se não se fizer algo mais. Haverá muitos países perdedores, muitos, e também ganhadores.

A que países se refere?

Estamos a falar de países da Ásia e da periferia da Europa.

Do Sul?

Sim. O Sul da Europa vai ser o grande perdedor devido às alterações climáticas. Perde no crescimento económico, nos recursos disponíveis, na disponibilidade de água. Terá de reorientar a despesa pública e não pública para os recursos básicos que vão escassear.

Vamos ter então conflitos por causa da água, dos alimentos... por causa da sobrevivência mais básica?

Primeiro vamos ter uma nova afectação de recursos, que deveriam ser destinados à melhoria da vida da população. Essa nova gestão dos recursos será essencial para que as populações possam comer e beber e também para uma distribuição de água pela agricultura, indústria, urbanização... A redistribuição vai ser complicada e há processos que já não têm solução. Por exemplo o da água dos rios em muitos países da bacia do Mediterrâneo, no Norte e no Sul, que já registam uma redução muito significativa ao longo dos últimos 40 anos. Em Marrocos, verificou-se nas ultimas quatro décadas uma diminuição de 35% no fluxo de água dos rios.

É possível que a temperatura suba 1 ou 2 graus na próxima década? Isso agravará a situação?

Depende das zonas. Para o Mediterrâneo, calcula-se - sendo optimista - que possa chegar a subir cinco ou seis graus ainda neste século. Em 2020, a subida das temperaturas, com base em medições realizadas nos anos 50 ou 60, poderá chegar a ser de um ou dois graus. Se ultrapassar este valor, imagine-se o que vai custar a adaptação a essa nova realidade.

E quais serão as consequências para a Península Ibérica?

Vão ser consequências líquidas. Boa parte das verbas que se poderiam empregar, por exemplo para o bem-estar da população, para melhores cidades, melhor meio ambiente, para o habitat, vão ter de ser para algo mais básico, que tem a ver com a água. Mas onde vamos conseguir água suficiente para tantas pessoas?

Há dados que podem demonstrar que isso vai realmente acontecer assim?

Os dados com que trabalhamos resultam de investigações feitas ao longo de anos. Na questão da água citamos estudos feitos pela União Europeia e pelo Ministério do Ambiente espanhol para o caso de Espanha. Os mapas são projecções que se fazem da actualidade até 2030 acerca de reservas e diminuições de recursos de água que são muito significativas em todo o Sul da Europa. A água para a agricultura vai reduzir-se drasticamente porque esta tem de servir também para as cidades e para a indústria. Essa vai ser a questão mais importante para que os governos tomem decisões nos próximos anos. Já é possível calcular os gastos em dessalinizadoras, em energia para tirar o sal à água, em instalações e na depuração da água para que possa ser reutilizada.

Vamos então pagar muito caro a água e a alimentação?

Sim, vai ser muito caro.

A Península Ibérica vai desertificar-se?

Sim, a desertificação é crescente. Mas, para já, é muito mais grave o que está a passar-se no Norte de África. O processo de desertificação em Marrocos, Argélia, Tunísia, até ao Egipto, é enorme. Isso vai provocar novas migrações? A Europa vai estar mais pressionada... Sem nenhuma dúvida.

Mas, se no Sul da Europa também houver escassez de água e de alimentos, para onde vão esses imigrantes que vêm do Norte de África?

O impacto vai ser muito diferente, dependendo dos casos. Por exemplo em Marrocos, em que 44% da população vivem da agricultura, mas que é uma agricultura de subsistência, que está nos limites, qualquer subida de temperatura de um grau ou de dois graus, qualquer alteração na estação das chuvas - antes era de seis em seis meses, agora é de três em três - poderá agravar a situação agrícola que, como disse, já está a atingir os limites. A Líbia e a Argélia também estão na mesma situação. O único país que se salva, para já, a nível agrícola, é o Egipto por causa do delta do Nilo. Mas isso só será assim enquanto o nível do mar não subir. Ora, os números mais conservadores falam de uma subida do nível do mar de meio metro neste século. Há outros estudos que indicam um metro, metro e meio e até dois metros...

Neste livro, há também uma importante abordagem aos problemas da segurança provocados por estas alterações do clima. Quais são as perspectivas? Terá de haver intervenções militares?

O que sabemos é que há questões muito sérias, que vão afectar a vida das pessoas, dos Estados, da segurança estatal. Se há Estados falhados ou Estados que se debilitam muito e onde a autoridade central não chega - caso da Somália e Afeganistão - que começam a dar problemas e a afectar a segurança de milhões de cidadãos, então vamos ter de acabar por intervir. Isso é uma das coisas que dizemos neste livro. Trata-se da responsabilidade de proteger que actualmente só se aplica para casos de grandes massacres. Mas, se isto continua assim, o Conselho de Segurança da ONU vai ter de reconhecer que existe a necessidade e a responsabilidade de proteger os cidadãos de Estados que são incapazes de fornecer o mínimo, porque estão enfraquecidos, porque dependem da importação para sobreviver ou porque tem imigrações internas maciças. Estes Estados vão estar sem capacidade para enfrentar seja o que for.

Significa que vai haver uma grande clivagem entre o Norte e o Sul?

O entendimento entre o Norte e o Sul será cada vez mais difícil. E note-se que a tendência é para o agravamento dos regimes autoritários. Na Ásia, estes casos já são notórios e no Norte de África, também. Os regimes só mudam em função da alternativa que as pessoas têm para viver melhor.

E a Europa?

Partindo de um estudo e projecções de alterações climáticas graduais, é claro que os países do Norte da Europa irão aumentar o seu poder em relação aos países do Sul, que estarão mais debilitados. O equilíbrio de forças vai mudar.

As alterações climáticas tornaram-se uma prioridade dos líderes europeus. A União Europeia tem feito um bom trabalho de casa?

A Europa fez o que tinha a fazer e fê-lo inclusivamente bem na Cimeira de Copenhaga. O que se passa é que ninguém segue a Europa nesta questão. A União Europeia tem de ser mais pragmática, mais negociadora. Afirmar- -se como actor normativo não a levou a sítio nenhum. Pode ser que tenha de ser necessário reduzir um pouco as suas posições para poder convencer a China, a Índia e os EUA e chegar a acordos concretos. As políticas de mitigação e de adaptação às alterações climáticas são muito diferentes na Ásia e na Europa. Com a excepção do Japão e da Coreia do Sul, ninguém na Ásia fez ainda nada.

Fonte - DN Ciência


segunda-feira, 26 de abril de 2010

Terremoto de 6,9 graus afeta Taiwan

Um terremoto de 6,9 graus de magnitude foi registrado na manhã desta segunda-feira ao sudeste da ilha de Taiwan, anunciou o Instituto Geofísico dos Estados Unidos (USGS).

Não foi emitido um alerta de tsunami após o tremor submarino registrado às 10H59 locais (23H59 de Brasília), a 10 km de profundidade e 269 km ao leste da cidade costeira de Taitung, sudeste da ilha.

O terremoto foi sentido em Taipé, a capital de Taiwan.

Fonte - G1

sábado, 24 de abril de 2010

Aquecimento global pode levar ao aumento de sismos e vulcões

As mudanças climáticas, como o aumento das temperaturas, podem desencadear erupções vulcânicas e outros incidentes geológicos como sismos e derrocadas, revela uma edição especial da revista «Philosophical Transactions of the Royal Society A», citada pela Lusa.

Num número exclusivamente dedicado aos efeitos geológicos causados pelas alterações climáticas, a revista aponta como possíveis consequências a derrocada de encostas, por causa do derreter da neve e do gelo, o crescimento da actividade sísmica (à medida que pequenos depósitos de gelo alteram a intensidade da pressão em vários locais do mundo) e o aumento da produção de magma graças a mudanças de pressão em vulcões subglaciares, como ocorreu recentemente na Islândia.

Nesta edição da revista britânica, citada pela Lusa, um dos estudos publicados, com base em modelos e observações efectuadas na Islândia, demonstra que a redução das camadas de gelo na superfície dos vulcões alivia a pressão nas câmaras de magma abaixo, permitindo uma maior produção de rocha derretida.

Porém, escrevem os autores, a produção de magma que resulta da redução das camadas de gelo pode levar décadas, ou mesmo séculos, a atingir a superfície.
...
Fonte - Diário IOL

Nota DDP: Veja também "Estudo em Bangladesh aponta novo erro de painel do clima da ONU" e "Terremotos no Brasil: Sismógrafos serão instalados em Pernambuco".


sexta-feira, 23 de abril de 2010

Conselho Mundial de Igrejas promove o ECOmenismo

Concluiu-se ontem em Cochabamba, na Bolívia, a Conferência Mundial dos Povos sobre Mudanças Climáticas e os Direitos da Mãe Terra.

No final do evento, foi apresentada uma declaração ecumênica, na qual organizações e personalidades cristãs insistem na função positiva que as religiões e a espiritualidade podem desempenhar para obter uma coexistência mais harmoniosa entre a humanidade e a natureza.

"As mudanças climáticas são o produto de uma mentalidade humana que considera a natureza como objeto de dominação, exploração e manipulação, e o ser humano como dono e medida" – lê-se na declaração.

Os signatários reconhecem "que uma interpretação da tradição judaico-cristã contribuiu na história a fomentar este tipo de antropocentrismo e a exploração indiscriminada da natureza, mal interpretando a responsabilidade de cuidar da criação, a pedido de seu Criador".

A declaração ecumênica pede uma nova espiritualidade de coexistência respeitosa, que se forje em um diálogo entre os povos da Terra.

A coalizão organizou painéis sobre as religiões – especialmente o Cristianismo – e as mudanças climáticas, assim como a apresentação de publicações recentes sobre o tema.

Para o encarregado do Conselho Mundial de Igrejas sobre Mudanças Climáticas, Dr. Guillermo Kerber, a Conferência dos Povos ofereceu a oportunidade de escutar quem serão os mais afetados pelo clima.

A finalidade do evento, convocado pelo Presidente boliviano, Evo Morales, foi unir os defensores da natureza, analisar as causas estruturais que provocam as mudanças climáticas e elaborar propostas e medidas em favor da vida e da sobrevivência da Mãe Terra.

Fonte: Rádio Vaticano

NOTA Minuto Profético: A linguagem usada ("Mãe Terra") evidencia a inspiração deste movimento ECOmênico: paganismo. Que os cristãos devem cuidar da natureza é óbvio, mas não para promover conceitos pagãos de adoração à criatura em lugar do Criador. O objetivo do ECOmenismo, além de político e econômico, é também religioso: adoração à Gaia e anulação da Lei de Deus através da exaltação do domingo (dia que o homem santificou no lugar do sábado bíblico)...


domingo, 18 de abril de 2010

Terremoto de 6,3 graus atinge o leste de Papua Nova Guiné

Um terremoto de 6,3 graus de magnitude sábado a costa leste de Papua Nova Guiné. Não há informações sobre vítimas ou danos.

O Serviço Geológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica mundial informou que o epicentro foi detectado a 66 quilômetros de profundidade, a 28 quilômetros ao leste da localidade de Lae e a 303 ao norte de Port Moresby, capital do país.

Papua-Nova Guiné ocupa a parte oriental da ilha de Papua, cuja metade ocidental pertence à Indonésia, e se assenta sobre o chamado Anel de Fogo do Pacífico, uma região de grande atividade sísmica e vulcânica que é sacudida por cerca de sete mil tremores ao ano, a maioria moderados.

Em 26 de dezembro de 2004, um terremoto superior a nove graus de magnitude sacudiu a costa ocidental da ilha indonésia de Sumatra e gerou um tsunami.

Fonte - Último Segundo

Nota DDP: Veja também "Nuvem de cinzas avança sobre Europa e agrava caos na aviação".


2012

Foram disponibilizados os demais áudios da série veiculada neste espaço.

13/03/2010 | Apocalipse (Download)
20/03/2010 | Presságio (Download)
27/03/2010 | Armagedom (Download)
10/04/2010 | Impacto Profundo (Download)
17/04/2010 | O Dia Depois de Amanhã (Download)


Fonte - IASD Nova Semente

FAQ


sábado, 17 de abril de 2010

Europa segue vivendo caos aéreo por cinzas de vulcão

O caos aéreo na Europa, causado pelas cinzas do vulcão islandês Eyjafjälla, prossegue neste sábado, e vários países do continente já informaram que vão manter seus espaços aéreos fechados, total ou parcialmente. Oficiais responsáveis pelo tráfego aéreo do Reino Unido estenderam o fechamento do espaço aéreo até as 1h de domingo (21h de sábado em Brasília) segundo informações do Breaking News. Anteriormente, o Serviço Nacional de Tráfego Aéreo (NATS, na sigla em inglês) tinha divulgado que o espaço aéreo ficaria fechado até às 19h (15h de Brasília). Após o comunicado e o alerta enviado, Escócia e Irlanda também anunciaram o fechamento do espaço aéreo.

"As previsões atuais mostram que a situação pode se agravar ao longo de sábado. Mas nós continuamos procurando por oportunidades de assegurar, ao menos, a partida de voos individuais", informou o Serviço Nacional de Tráfego Aéreo em um comunicado. O NATS havia informado que existia uma possibilidade dos aeroportos de Manchester e de Liverpool realizarem algumas partidas e chegadas. O espaço aéreo escocês e irlandês também foi fechado após o comunicado e os alertas enviados pelo NATS.

A Alemanha anunciou que todo seu espaço aéreo estará fechado pelo menos até as 0h de domingo pelo horário local. A situação na Itália é menos drástica, mas ainda assim os aeroportos de Turim, Milão, Bérgamo, Veneza e Bolonha, cidades no norte do país, estão fechados também até as 18h pelo horário local.

Na França e na Suíça, as autoridades já descartaram abrir os aeroportos pela manhã e à tarde, e o último aviso oficial dá conta de que pelo menos até as 20h locais (15h em Brasília) não haverá voos. Países do leste europeu, para onde as cinzas se dirigiam, tiveram seus espaços aéreos fechados na noite dessa sexta-feira, e a situação se mantém neste sábado na Áustria, na Eslovênia, na Romenia, na Hungria, na República Tcheca e em parte da Croácia.

A situação tem aumentado a demanda dos passageiros pelas viagens de trem, o que tem causado longas filas em estações centrais de cidades como Viena. As empresas que operam as linhas ferroviárias têm disponibilizado mais composições para diminuir o problema.

Erupção

A segunda erupção do vulcão da geleira de Eyjafjallajokull em um mês começou na quarta-feira, lançando uma nuvem de fumaça a uma altura de 11 km na atmosfera. Uma fissura de 500 m apareceu no topo da cratera. O calor do vulcão derreteu parte do gelo em volta, provocando enchentes na região na quarta-feira. Cerca de 800 pessoas tiveram que deixar suas casas, mas as informações são de que, na quinta-feira, as águas tinham baixado. O vulcão, no entanto, continuou emitindo nuvens de poeira em direção à Europa. Especialistas não sabem quanto tempo esta erupção deve durar. A última erupção vulcânica debaixo da geleira, antes deste ano, começou em 1821 e continuou por dois anos. A Islândia é localizada em uma região propensa a erupções vulcânicas.

Fonte - Terra


quarta-feira, 14 de abril de 2010

Terremoto de magnitude 7,1 na escala Richter deixa centenas de mortos na China

Pelo menos 400 pessoas morreram e oito mil ficaram feridas em decorrência do terremoto de magnitude 7,1 na escala Richter que atingiu nesta quarta-feira (14) a província ocidental chinesa de Qinghai (noroeste do país), informou a agência estatal de notícias Xinhua.

O abalo aconteceu às 7h49 no horário local (20h49 de terça-feira em Brasília).De acordo com a Agência Sismológica Chinesa, outras pessoas podem estar presas sob os escombros. A entidade informa que o epicentro do tremor aconteceu no distrito de Yushu, na Província autônoma tibetana de mesmo nome.

Cerca de 700 soldados participam das buscas por pessoas soterradas e mais mil serão enviados ao local para ajudar nas buscas, afirmou um porta-voz da secretaria de emergência da província de Qinghai. Segundo o porta-voz, as autoridades ainda avaliam o tamanho real da tragédia e temem que o número de vítimas possa ser muito maior em virtude do horário dos abalos. "Era muito cedo e as pessoas ainda estavam em suas casas", disse ele.

“Muitos estudantes ficaram presos sob os escombros de uma escola vocacional derrubada", disse à Xinhua o assessor da Prefeitura Tibetana Autônoma de Yushu. "Há feridos por toda a parte. Faltam barracas, equipamentos médicos, remédios e médicos", afirmou.

"Nossa unidade resgatou mais de 900 pessoas dos escombros", informou Yan Junfu, um oficial do exército em Yushu. De acordo com ele, o primeiro grupo de resgate enviado pelo governo da província de Qinghai conta com o apoio de 25 médicos e 65 bombeiros.

A agência estatal de notícias Xinhua informa que os condados de Yushu e Jiegu foram os mais atingidos pelos tremores desta manhã. Moradores locais contam que viram diversas casas e templos desabando. A agência diz que 85% das residências de Jiegu desabaram, obrigando o governo central do país a deslocar equipes de resgate de várias partes para atender as vítimas.

Os relatos da Agência Sismológica Chinesa afirmam que o sistema de telecomunicações da província entraram em colapso e as estradas que fazem a ligação com o aeroporto local foram gravemente prejudicadas.

Localização

A província de Qinghai faz fronteira com o Tibete e é habitada principalmente por tibetanos, mongóis, hui (muçulmanos) e chineses da etnia majoritária han, e foi uma das zonas afetadas pelo terremoto de maio de 2008 que sacudiu o norte da vizinha província de Sichuan, deixando cerca de 90 mil mortos e desaparecidos. Na ocasião, cinco milhões de pessoas perderam suas casas no tremor.

O oeste da China, com grandes cadeias montanhosas como o Himalaia, é zona de frequente de terremotos, embora muitos deles aconteçam em áreas pouco povoadas ou desabitadas.

O principal tremor desta quarta foi sucedido por vários outros abalos: um de 5,3 e 5,1 graus da escala internacional de Richter.

Fonte - UOL


terça-feira, 13 de abril de 2010

Ano de catástrofes ou esperança?

Acabo de chegar do Chile, depois de visitar várias das cidades afetadas pelo terremoto e tsunami, na região sul do país. Voltei com a impressão de um país preparado para se refazer da crise e um grupo de membros e líderes que perderam muita coisa, mas não a esperança.

Pessoas que têm um sorriso no rosto, palavras positivas e muita confiança de que vamos sair mais fortes de toda essa crise.

Fiquei muito impressionado ao visitar a família da irmã Yolanda, tesoureira da igreja central de Constitución. Encontrei os quatro membros da família no local em que estava sua casa, antes do tsunami.

Hoje, resta apenas uma pequena parte e uma montanha de entulhos. Na frente estava o carro da família com um grande adesivo no vidro traseiro apresentando a imagem do Impacto Esperança 2008, com a volta de Jesus e a mensagem “Viva com Esperança”. Aquelas palavras eram o que os habitantes da cidade precisavam ouvir e recordar, e nelas confiar. Ela me contou do momento, logo após o terremoto, em que fugiram apenas com a roupa do corpo para a parte alta da cidade, e dali acompanharam o momento em que as ondas gigantes tragaram um pedaço da cidade.

Em uma pequena ilha próxima, cerca de duzentas pessoas aproveitavam o fim de semana. Depois do terremoto, também sabiam do risco da chegada de um tsunami. Infelizmente, não conseguiram sair para se refugiar em uma região mais alta. Ao conversar com a irmã Yolanda, percebi sua emoção ao contar que, do lugar alto em que estavam, podiam ouvir os gritos desesperados das pessoas da ilha e seus sinais de luz com as lanternas, pedindo socorro, mas ninguém conseguia oferecer ajuda. Tão logo as ondas gigantes chegaram, o barulho e as luzes desapareceram.

Foi muito difícil para todos acompanhar uma situação como aquela. São cenas que nos relembram diferentes momentos bíblicos e proféticos que para alguns parecem impossíveis. Nossa igreja também sofreu as consequências da tragédia. As sedes da Associação Sul e da Missão Central foram condenadas e desocupadas.

Três escolas foram bastante danificadas e dez igrejas, destruídas. A maior delas, a igreja central da cidade de Concepción (dois milhões de habitantes), tinha lugar para 700 membros e o pouco que sobrou terá de ser demolido. Mais de setenta igrejas tiveram sérios danos estruturais e cerca de 700 casas de adventistas também foram afetadas. Lamentavelmente, quatro de nossos membros faleceram.

Ao descrever toda essa situação, quero lhe dar a oportunidade de ajudar nossos irmãos no Chile e orar por eles. Quero que você veja como Deus renova as forças de Seus filhos em meio à dor e ao sofrimento.

Além disso, quero que você tire outras lições importantes:

1. Vale a pena ser uma família mundial. Não somos igrejas independentes espalhadas pelo mundo.

Somos uma igreja mundial. Uma organização que avança unida e se apoia em um momento assim.

Em poucos dias, todas as uniões e instituições da Divisão Sul-Americana, além da própria Divisão, Associação Geral e outras Divisões mundiais, enviaram recursos para a reconstrução da igreja no país. Se você também quiser ajudar, não deixe de visitar o portal adventista na internet (www.portaladventista.org).

2. Precisamos reconhecer o tempo em que estamos vivendo. Esse tem sido denominado o ano das calamidades. Precisamos entender a agitação de nosso planeta, observar como os ventos estão sendo soltos (Ap 7) e o que o inimigo está fazendo com este mundo (Ap 12:12). É tempo de levantar a cabeça, pois a redenção está próxima (Lc 21:28).

3. Cada sinal é uma oportunidade. Os versos 6, 8 e 13 de Mateus 24 indicam que as catástrofes, incluindo os terremotos, não são sinais iminentes da volta de Cristo. O próprio Cristo, no verso 14, destaca que o fim virá com a forte pregação do evangelho.

O surgimento e a intensidade dos sinais negativos deverão servir para facilitar a pregação do evangelho. Eles não são o fim, mas facilitam o cumprimento do sinal iminente do fim (Mt 24:14).

Daí a pergunta: Quantos outros sinais ainda precisam acontecer, quantas oportunidades mais ainda precisamos ter para pregar o evangelho a todo o mundo, para que Cristo volte à Terra?

Erton Köhler – é presidente da Divisão Sul-Americana.

Fonte - Advir


O próximo será o "big one"?

Há mais de um século, a população da costa oeste da América do Norte convive com uma tensão constante. De uma forma ou de outra, todos esperam pelo “Big One”, o temido terremoto que, segundo consenso de especialistas, tem 70% de chance de acontecer nos próximos 30 anos e pode fazer com que parte do litoral desmorone no Oceano Pacífico. O tremor de 7.2 graus de magnitude na Escala Richter que atingiu a província de Mexicali, no México, no domingo 4, foi o mais recente aviso de que o pior pode estar próximo. O abalo, que matou quatro pessoas, feriu 223 e causou uma ruptura de 80 quilômetros de largura no plano da falha San Andreas (confira quadro na página seguinte), elevou o alerta das cidades localizadas em sua extensão ao nível máximo. Isso porque o Estado americano da Califórnia e a cidade de São Francisco em especial – localizada no crítico segmento sudeste da falha – convivem com a iminência de um acontecimento que pode chegar sem aviso. “Pode-se dizer que a falha está grávida de nove meses”, alerta Thomas Jordan, do Centro Sismológico da Califórnia do Sul.

Somado às recentes tragédias no Haiti e no Chile, o tremor do dia 4 deixa de fato a sensação de que uma grande hecatombe está prestes a acontecer. O Centro de Investigação Científica e de Educação Superior de Enseada, no México, classificou como “sem precedentes” o terremoto na região. Ele foi sentido, inclusive, nos municípios americanos de Calexico, San Diego e Los Angeles. A brasileira Elaine Wanderley, 30 anos, mora desde 2005 em San Diego e relatou à ISTOÉ que o evento causou grande comoção na cidade, antes tranquila. “Foram os 90 segundos mais longos da minha vida”, diz Elaine. “A sensação é muito estranha.Os quadros da parede ficaram tortos, vasos e copos balançaram sobre a mesa. Foi chocante”, completa.

Apesar de não ter acusado o tremor, São Francisco vive sob constante ameaça de terremotos. John Chappel, designer de 39 anos e morador da cidade, conta que as pessoas estão assustadas diante da quantidade de eventos do tipo que ocorrem mundo afora. “Com tanto terremoto acontecendo por aí, fica difícil não pensar que o Big One está se aproximando”, diz. “O medo é de que se repita a tragédia de 1906, mas com proporções ainda maiores”, conclui. O evento ao qual John se refere é o terremoto ocorrido em 17 de abril daquele ano. Com 8.0 graus de magnitude, o fenômeno destruiu a cidade, tomada pelas chamas logo depois. O jornalista Jack London foi testemunha ocular da tragédia e escreveu um impressionante e agora clássico relato sobre ela. “Todas as engenhocas e salvaguardas humanas foram desmanteladas por 30 segundos de contorção da crosta terrestre”, escreveu London. “São Francisco desapareceu. Não ficou nada além da lembrança.” O terremoto causou três mil mortes e prejuízos da ordem de US$ 500 milhões.
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Fonte - Isto É


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