Um socialista propondo o fascismo? Onde é que já vimos algo parecido? Hmmm... Talvez no início dos anos 1930, na Alemanha. Via Real Science: "Suponhamos que se descubra amanhã que o efeito estufa foi subestimado, e que os efeitos catastróficos vão ocorrer dentro de dez anos e não daqui a cem anos. Bem, dado o estado dos movimentos populares atuais, provavelmente teríamos uma usurpação do poder por parte dos fascistas, e provavelmente todo mundo iria concordar com isso uma vez que esse seria o único meio para a sobrevivência de todos nós. Eu haveria de concordar com isso uma vez que, por agora, não há alternativas."
Ficamos sabendo, portanto, que o alarmismo em torno do não-existente aquecimento global antropogênico é bastante útil para pessoas [e instituições/religiões] com planos totalitários. Isso talvez explique o porquê de as Nações Unidas pedirem ajuda a Hollywood para propagar a mensagem do aquecimento global. É preciso não esquecer uma coisa importante acerca do marxismo cultural: eles não se importam com os homossexuais, com as mulheres ou com o meio ambiente. A única coisa que os preocupa é o poder.
Eles querem ter uma forma de controlar os recursos mundiais sem que a humanidade sinta que está sendo controlada por ditadores. Como tal, e como é normal entre os totalitários, eles inventam um falso inimigo e colocam-se como os "escolhidos" para lutar contra o "inimigo" que eles criaram.
As palavras de esquerdistas como Noam Chomsky são um lembrete muito forte do que está realmente por trás do movimento ambientalista.
(Marxismo Cultural)
Nota Michelson Borges: Na verdade, há ainda mais por trás do movimento ambientalista conhecido como ECOmenismo e não são apenas os "marxistas culturais" que têm interesse nessa bandeira conveniente. Clique aqui para ler mais sobre esse assunto.[MB]
sexta-feira, 22 de abril de 2011
Elevação do nível do mar causa desastres na China
A elevação gradual do nível dos mares, causada pelo aquecimento global nos últimos 30 anos, contribuiu para um número crescente de desastres ao longo da costa chinesa, disse a agência de notícias estatal Xinhua nesta quarta-feira (20).
O nível dos mares no litoral da China subiu 2,6 mm por ano nas últimas três décadas, afirmou a Xinhua, citando documentos da Administração Oceânica do Estado.
As temperaturas médias do ar e do mar em áreas costeiras aumentaram 0,4 e 0,2 graus Celsius respectivamente nos últimos 10 anos, acrescentou a agência.
Como desastre marinho "gradual", o efeito cumulativo da elevação do nível dos mares pode "agravar tempestades, erosão na costa, invasão do mar e outros desastres", teria declarado a administração oceânica segundo a Xinhua.
Um especialista do organismo, Liu Kexiu, disse que a elevação do nível dos mares é resultado do aquecimento global.
"Outros fatores-chave são o rebaixamento do solo causado por atividades humanas, incluindo a excessiva exploração de água subterrânea, e a construção intensa de altos edifícios em áreas litorâneas", disse Liu.
A alta e crescente emissão de dióxido de carbono da China, principal causador do efeito estufa originado pela queima de carvão, óleo e gás, colocou o tema no centro das negociações de um novo pacto mundial para reduzir as emissões responsáveis pelo aquecimento global.
O governo prometeu cortar o montante de dióxido de carbono emitido por combustíveis fósseis por unidade de crescimento do PIB para 17% nos próximos cinco anos.
Mas a China têm dito repetidamente que não aceitará um limite mais rigoroso para o total de emissões, classificando-o como um fardo injusto sobre as nações em desenvolvimento que têm emissões muito mais baixas por pessoa do que as economias ricas.
Fonte - G1
O nível dos mares no litoral da China subiu 2,6 mm por ano nas últimas três décadas, afirmou a Xinhua, citando documentos da Administração Oceânica do Estado.
As temperaturas médias do ar e do mar em áreas costeiras aumentaram 0,4 e 0,2 graus Celsius respectivamente nos últimos 10 anos, acrescentou a agência.
Como desastre marinho "gradual", o efeito cumulativo da elevação do nível dos mares pode "agravar tempestades, erosão na costa, invasão do mar e outros desastres", teria declarado a administração oceânica segundo a Xinhua.
Um especialista do organismo, Liu Kexiu, disse que a elevação do nível dos mares é resultado do aquecimento global.
"Outros fatores-chave são o rebaixamento do solo causado por atividades humanas, incluindo a excessiva exploração de água subterrânea, e a construção intensa de altos edifícios em áreas litorâneas", disse Liu.
A alta e crescente emissão de dióxido de carbono da China, principal causador do efeito estufa originado pela queima de carvão, óleo e gás, colocou o tema no centro das negociações de um novo pacto mundial para reduzir as emissões responsáveis pelo aquecimento global.
O governo prometeu cortar o montante de dióxido de carbono emitido por combustíveis fósseis por unidade de crescimento do PIB para 17% nos próximos cinco anos.
Mas a China têm dito repetidamente que não aceitará um limite mais rigoroso para o total de emissões, classificando-o como um fardo injusto sobre as nações em desenvolvimento que têm emissões muito mais baixas por pessoa do que as economias ricas.
Fonte - G1
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Mais de mil terremotos atingiram o Japão no último mês
Quase metade dos tremores tiveram magnitude igual ou superior a cinco graus
Mais de 1 mil terremotos superiores a 4,5 graus na escala Richter já atingiram o Japão desde o grande terremoto que em 11 de março sacudiu o nordeste do país e provocou um devastador tsunami.
Segundo dados do Instituto Geológico dos Estados Unidos, até as 17h desta quinta-feira (5h de Brasília) foram registrados no Japão pelo menos 1.001 tremores de mais de 4,5 graus.
Um porta-voz da Agência Meteorológica japonesa detalhou que 408 sismos tiveram magnitude de pelo menos 5 graus na escala Richter, sendo que o número poderia ser multiplicado por dez se fossem levados em conta os tremores com pelo menos 4 graus.
Dos tremores registrados desde 11 de março, 68 tiveram intensidade igual ou maior que 6 graus, e outros cinco registraram pelo menos 7 graus, nível igual ao do terremoto que deixou cerca de 300 mil mortos no Haiti em janeiro de 2010.
O terremoto de 9 graus que há pouco mais de um mês sacudiu o nordeste japonês foi o mais forte no país desde o início das medições, há 140 anos, e gerou um grande tsunami com ondas de até 15 metros.
Mais de um mês após a catástrofe, o número de mortos é de 13.456, enquanto 14.851 pessoas seguem desaparecidas, segundo o último boletim policial.
A tragédia causou ainda uma grave crise nuclear na usina nuclear de Fukushima, onde os operários continuam trabalhando dia e noite para tentar resfriar os reatores da central e conter a radioatividade.
Fonte - Veja
Mais de 1 mil terremotos superiores a 4,5 graus na escala Richter já atingiram o Japão desde o grande terremoto que em 11 de março sacudiu o nordeste do país e provocou um devastador tsunami.
Segundo dados do Instituto Geológico dos Estados Unidos, até as 17h desta quinta-feira (5h de Brasília) foram registrados no Japão pelo menos 1.001 tremores de mais de 4,5 graus.
Um porta-voz da Agência Meteorológica japonesa detalhou que 408 sismos tiveram magnitude de pelo menos 5 graus na escala Richter, sendo que o número poderia ser multiplicado por dez se fossem levados em conta os tremores com pelo menos 4 graus.
Dos tremores registrados desde 11 de março, 68 tiveram intensidade igual ou maior que 6 graus, e outros cinco registraram pelo menos 7 graus, nível igual ao do terremoto que deixou cerca de 300 mil mortos no Haiti em janeiro de 2010.
O terremoto de 9 graus que há pouco mais de um mês sacudiu o nordeste japonês foi o mais forte no país desde o início das medições, há 140 anos, e gerou um grande tsunami com ondas de até 15 metros.
Mais de um mês após a catástrofe, o número de mortos é de 13.456, enquanto 14.851 pessoas seguem desaparecidas, segundo o último boletim policial.
A tragédia causou ainda uma grave crise nuclear na usina nuclear de Fukushima, onde os operários continuam trabalhando dia e noite para tentar resfriar os reatores da central e conter a radioatividade.
Fonte - Veja
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Cientistas dizem que mudança climática pode potencializar terremotos
SYDNEY - A mudança climática pode ser responsável por, a longo prazo, potencializar o movimento das placas tectônicas, segundo um estudo geológico divulgado nesta quarta-feira, 13, na Austrália.
Um grupo de cientistas australianos, alemães e franceses estudou esse fenômeno na Índia, onde chegaram à conclusão que as monções se intensificaram durante os últimos dez milhões de anos. Os pesquisadores descobriram que nesse período as chuvas aceleraram o movimento das placas da litosfera na região em um centímetro por ano.
O geólogo australiano Giampiero Iaffaldano disse à rádio ABC que graças a este relatório "se reconhece pela primeira vez que a mudança climática pode, a longo prazo, atuar potencialmente como uma força e ter influência no movimento das placas tectônicas".
Iaffaldano assinalou que certos eventos geológicos causados pelo movimento das placas - como a criação dos continentes, o fechamento das conchas oceânicas e a formação dos cinturões montanhosos - podem ter influência no clima durante milhões de anos e com efeito retroativo.
Os cientistas consideram que o estudo pode contribuir para estudar os efeitos do movimento das placas tectônicas e determinar as regiões mais propensas a ser atingidas por devastadores tremores como o ocorrido recentemente no Japão. "Para isso, deve-se levar em conta a história da mudança climática nos últimos milhões de anos", afirmou Iaffaldano.
Fonte - Estadão
Nota DDP: A pressão em torno de medidas de contenção do aquecimento global antropológico está cada vez mais arragaida no inconsciente coletivo. É questão de tempo, ou de grandes catástrofes, para que o discurso possa se afinar no sentido do consenso sobre que a mídia tem pregado a cada dia.
Um grupo de cientistas australianos, alemães e franceses estudou esse fenômeno na Índia, onde chegaram à conclusão que as monções se intensificaram durante os últimos dez milhões de anos. Os pesquisadores descobriram que nesse período as chuvas aceleraram o movimento das placas da litosfera na região em um centímetro por ano.
O geólogo australiano Giampiero Iaffaldano disse à rádio ABC que graças a este relatório "se reconhece pela primeira vez que a mudança climática pode, a longo prazo, atuar potencialmente como uma força e ter influência no movimento das placas tectônicas".
Iaffaldano assinalou que certos eventos geológicos causados pelo movimento das placas - como a criação dos continentes, o fechamento das conchas oceânicas e a formação dos cinturões montanhosos - podem ter influência no clima durante milhões de anos e com efeito retroativo.
Os cientistas consideram que o estudo pode contribuir para estudar os efeitos do movimento das placas tectônicas e determinar as regiões mais propensas a ser atingidas por devastadores tremores como o ocorrido recentemente no Japão. "Para isso, deve-se levar em conta a história da mudança climática nos últimos milhões de anos", afirmou Iaffaldano.
Fonte - Estadão
Nota DDP: A pressão em torno de medidas de contenção do aquecimento global antropológico está cada vez mais arragaida no inconsciente coletivo. É questão de tempo, ou de grandes catástrofes, para que o discurso possa se afinar no sentido do consenso sobre que a mídia tem pregado a cada dia.
terça-feira, 12 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Novo estudo prevê fim das geleiras de verão no Ártico em 2016
Cientistas que haviam previsto que geleiras se derreteriam durante os verões no Ártico em 2013 agora projetam que isso talvez demore mais alguns anos, mas ainda deve ocorrer nesta década - provavelmente em 2016.
A previsão original, feita em estudo de 2007, rendeu uma onda de críticas ao autor, o cientista Wieslaw Maslowski.
Agora, Maslowski e sua equipe trabalham com um novo modelo de computador - feito parcialmente por causa da onda de críticas - que identificou a data "estimada" como sendo 2016.
Seu estudo foi apresentado no encontro anual da União Europeia de Geociências (EGU, na sigla em inglês).
O novo modelo foi projetado para reproduzir interações do mundo real, ou "cruzamentos", entre o oceano Ártico, a atmosfera, o gelo e os rios que deságuam no mar.
"No passado (...), estávamos projetando o futuro presumindo que tendências poderiam persistir, como foi observado em tempos recentes", disse Maslowski, que trabalha na Escola de Pós-Graduação Naval, em Monterey, na Califórnia.
"Agora, estamos tentando ser mais sistemáticos e desenvolvemos um modelo regional do clima do Ártico que é muito parecido com os modelos de mudança climática do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC)", disse à BBC News.
"Podemos fazer um modelo completo de cruzamentos para o passado e o presente e ver o que o modelo vai prever para o futuro quanto ao gelo do mar e o clima ártico." E uma das projeções identificou que o derretimento de verão pode deixar os mares do Ártico sem a presença de gelo por volta de 2016, "com margem de erro de três anos a mais ou a menos".
Provas Um dos ingredientes mais importantes do novo modelo é a informação relativa à grossura do gelo que flutua no mar.
Satélites são cada vez mais capazes de detectar essa grossura, geralmente a partir da medição de quão acima da superfície marítima está a geleira. A medição também indica a profundidade desse gelo.
A inclusão dessa estimativa no modelo de Maslowski foi um dos fatores que o forçou a rever a projeção de 2013, que levantou suspeitas e críticas quando foi anunciada em uma reunião ocorrida quatro anos atrás.
Desde um derretimento particularmente expressivo ocorrido em 2007, uma grande proporção do Ártico tem sido coberta por uma camada de gelo fino, que é formada durante uma única estação e é mais vulnerável a mudanças sutis de temperatura do que o gelo grosso.
Mesmo levando isso em consideração, a data projetada por Maslowski é anterior à prevista por outros cientistas.
Mas um deles - Walt Meier, do Centro de Informações de Neve e Gelo dos EUA, no Colorado - diz que o comportamento do gelo marinho se torna menos previsível à medida que se torna mais fino.
"O modelo (de Maslowski) é bastante bom, tem bastante precisão e captura detalhes que estão perdidos em modelos climáticos globais", disse. "Mas 2019 é daqui a apenas oito anos. Há modelos mostrando que (as datas prováveis do derretimento são por volta de) 2040 ou 2050, e ainda tendo a acreditar nisso." Ele agrega: "Ficaria muito surpreso (se o derretimento de verão) ocorresse em 2013. Menos surpreso se ocorresse em 2019".
Método O derretimento drástico de 2007 foi o maior já registrado pelos satélites, ainda que nos anos seguintes a perda de gelo foi inferior à média de longo prazo.
Mas alguns pesquisadores acreditam que o derretimento de 2010 foi tão marcante quanto o de 2007, já que as condições climáticas foram no ano passado mais favoráveis à durabilidade do gelo.
Ainda que muitos cientistas do clima e ambientalistas estejam seriamente preocupados com o futuro do gelo ártico, para outras partes da sociedade e dos governos o derretimento traz desafios e oportunidades.
Os governos da Rússia e do Canadá, por exemplo, estão de olho nas oportunidades de mineração que vão despontar no pólo Norte, e o Exército dos EUA expressou preocupação em perder parte de sua defesa na sua fronteira do norte durante uma parte do ano.
"Não estou tentando ser alarmista nem dizer que 'prevemos o futuro porque temos uma bola de cristal'", disse Maslowski. "Estamos tentando fazer os políticos e as pessoas perceberem que o gelo de verão (do Ártico) pode sumir até o fim da década."
Fonte - BOL
A previsão original, feita em estudo de 2007, rendeu uma onda de críticas ao autor, o cientista Wieslaw Maslowski.
Agora, Maslowski e sua equipe trabalham com um novo modelo de computador - feito parcialmente por causa da onda de críticas - que identificou a data "estimada" como sendo 2016.
Seu estudo foi apresentado no encontro anual da União Europeia de Geociências (EGU, na sigla em inglês).
O novo modelo foi projetado para reproduzir interações do mundo real, ou "cruzamentos", entre o oceano Ártico, a atmosfera, o gelo e os rios que deságuam no mar.
"No passado (...), estávamos projetando o futuro presumindo que tendências poderiam persistir, como foi observado em tempos recentes", disse Maslowski, que trabalha na Escola de Pós-Graduação Naval, em Monterey, na Califórnia.
"Agora, estamos tentando ser mais sistemáticos e desenvolvemos um modelo regional do clima do Ártico que é muito parecido com os modelos de mudança climática do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC)", disse à BBC News.
"Podemos fazer um modelo completo de cruzamentos para o passado e o presente e ver o que o modelo vai prever para o futuro quanto ao gelo do mar e o clima ártico." E uma das projeções identificou que o derretimento de verão pode deixar os mares do Ártico sem a presença de gelo por volta de 2016, "com margem de erro de três anos a mais ou a menos".
Provas Um dos ingredientes mais importantes do novo modelo é a informação relativa à grossura do gelo que flutua no mar.
Satélites são cada vez mais capazes de detectar essa grossura, geralmente a partir da medição de quão acima da superfície marítima está a geleira. A medição também indica a profundidade desse gelo.
A inclusão dessa estimativa no modelo de Maslowski foi um dos fatores que o forçou a rever a projeção de 2013, que levantou suspeitas e críticas quando foi anunciada em uma reunião ocorrida quatro anos atrás.
Desde um derretimento particularmente expressivo ocorrido em 2007, uma grande proporção do Ártico tem sido coberta por uma camada de gelo fino, que é formada durante uma única estação e é mais vulnerável a mudanças sutis de temperatura do que o gelo grosso.
Mesmo levando isso em consideração, a data projetada por Maslowski é anterior à prevista por outros cientistas.
Mas um deles - Walt Meier, do Centro de Informações de Neve e Gelo dos EUA, no Colorado - diz que o comportamento do gelo marinho se torna menos previsível à medida que se torna mais fino.
"O modelo (de Maslowski) é bastante bom, tem bastante precisão e captura detalhes que estão perdidos em modelos climáticos globais", disse. "Mas 2019 é daqui a apenas oito anos. Há modelos mostrando que (as datas prováveis do derretimento são por volta de) 2040 ou 2050, e ainda tendo a acreditar nisso." Ele agrega: "Ficaria muito surpreso (se o derretimento de verão) ocorresse em 2013. Menos surpreso se ocorresse em 2019".
Método O derretimento drástico de 2007 foi o maior já registrado pelos satélites, ainda que nos anos seguintes a perda de gelo foi inferior à média de longo prazo.
Mas alguns pesquisadores acreditam que o derretimento de 2010 foi tão marcante quanto o de 2007, já que as condições climáticas foram no ano passado mais favoráveis à durabilidade do gelo.
Ainda que muitos cientistas do clima e ambientalistas estejam seriamente preocupados com o futuro do gelo ártico, para outras partes da sociedade e dos governos o derretimento traz desafios e oportunidades.
Os governos da Rússia e do Canadá, por exemplo, estão de olho nas oportunidades de mineração que vão despontar no pólo Norte, e o Exército dos EUA expressou preocupação em perder parte de sua defesa na sua fronteira do norte durante uma parte do ano.
"Não estou tentando ser alarmista nem dizer que 'prevemos o futuro porque temos uma bola de cristal'", disse Maslowski. "Estamos tentando fazer os políticos e as pessoas perceberem que o gelo de verão (do Ártico) pode sumir até o fim da década."
Fonte - BOL
Novo tremor atinge o Japão; área de isolamento nuclear é ampliada
Um forte terremoto de 7,1 graus foi registrado nesta segunda-feira no nordeste do Japão, perto da central nuclear de Fukushima, exatamente um mês depois da catástrofe que provocou milhares de mortes. As autoridades emitiram um alerta de tsunami, que pouco depois foi suspenso.
Como precaução, os funcionários da central de Fuskushima foram retirados da usina e a energia elétrica do local foi cortada, anunciou a Tepco (Tokyo Electric Power Co.), proprietária da central.
"A empresa ordenou aos trabalhadores que saíssem e se refugiassem em um edifício resistente a terremotos", afirmou um porta-voz da Tepco. "A injeção de água para resfriar os três reatores foi suspensa quando a energia elétrica foi cortada", completou.
Momentos depois, a Agência de Segurança Nuclear japonesa anunciou que o fornecimento de energia elétrica foi restabelecido.
O tremor aconteceu às 17h16 (5h16 de Brasília) e o epicentro foi localizado a 10 km de profundidade, informou o Centro de Geofísica dos Estados Unidos (USGS).
O terremoto ocorreu ao sul do município de Fukushima, afetado há exatamente um mês por tremor de 9,0 graus, seguido de um devastador tsunami. Apesar das precauções, a agência de notícias Kyodo informou que não foi registrado nenhum dano na central.
O terremoto foi sentido em Tóquio, a 170 km do epicentro.
Fonte - Folha
Como precaução, os funcionários da central de Fuskushima foram retirados da usina e a energia elétrica do local foi cortada, anunciou a Tepco (Tokyo Electric Power Co.), proprietária da central.
"A empresa ordenou aos trabalhadores que saíssem e se refugiassem em um edifício resistente a terremotos", afirmou um porta-voz da Tepco. "A injeção de água para resfriar os três reatores foi suspensa quando a energia elétrica foi cortada", completou.
Momentos depois, a Agência de Segurança Nuclear japonesa anunciou que o fornecimento de energia elétrica foi restabelecido.
O tremor aconteceu às 17h16 (5h16 de Brasília) e o epicentro foi localizado a 10 km de profundidade, informou o Centro de Geofísica dos Estados Unidos (USGS).
O terremoto ocorreu ao sul do município de Fukushima, afetado há exatamente um mês por tremor de 9,0 graus, seguido de um devastador tsunami. Apesar das precauções, a agência de notícias Kyodo informou que não foi registrado nenhum dano na central.
O terremoto foi sentido em Tóquio, a 170 km do epicentro.
Fonte - Folha
quinta-feira, 7 de abril de 2011
Terremoto de 7,1 graus atinge o Japão com alerta de tsunami
Um forte terremoto atingiu a região nordeste do Japão nesta quinta-feira, motivando um alerta de tsunami. De acordo com informações do Servço Geológico dos Estados Unidos, o tremor atingiu os 7,1 graus na escala Richter. A agência meteorológica japonesa prevê que as ondas do tsunami, se confirmadas, podem chegar a 1 metro de altura, segundo a AP. A magnitude inicial estimada do tremor era de 7,4 graus na mesma escala.
O tremor ocorreu às 23h32 locais (11h32 pelo horário de Brasília), com epicentro localizado a uma distância de 66 km ao leste da cidade de Sendai. A força do tremor, todavia, repercutiu até a capital Tóquio (a 330km do epicentro), onde prédios teriam tremido por até 1 minuto. A AP também informa que prédios na ilha de Ichinoseki, na costa leste, sofreram abalos e cortes de luz, embora nenhum dano maior tenha sido registrado. Segundo a Reuters, citando a rede japonesa NHK, a população da região está sendo orientada a evacuar para locais elevados.
A área afetada pelo tremor desta quinta-feira - entre a qual a província de Miyagi - é a mesma que foi devastada há quase um mês, quando um terremoto de 9 graus provocou um tsunami que devastou a região nordeste nipônica. Diversas regiões que se encontram em pleno trabalho de reconstrução poderiam ser atingidas no caso de uma nova onda. O Japão vem sendo alvo quase diário de tremores, mas poucos atingiram a magnitude do de hoje.
...
Fonte - Terra
O tremor ocorreu às 23h32 locais (11h32 pelo horário de Brasília), com epicentro localizado a uma distância de 66 km ao leste da cidade de Sendai. A força do tremor, todavia, repercutiu até a capital Tóquio (a 330km do epicentro), onde prédios teriam tremido por até 1 minuto. A AP também informa que prédios na ilha de Ichinoseki, na costa leste, sofreram abalos e cortes de luz, embora nenhum dano maior tenha sido registrado. Segundo a Reuters, citando a rede japonesa NHK, a população da região está sendo orientada a evacuar para locais elevados.
A área afetada pelo tremor desta quinta-feira - entre a qual a província de Miyagi - é a mesma que foi devastada há quase um mês, quando um terremoto de 9 graus provocou um tsunami que devastou a região nordeste nipônica. Diversas regiões que se encontram em pleno trabalho de reconstrução poderiam ser atingidas no caso de uma nova onda. O Japão vem sendo alvo quase diário de tremores, mas poucos atingiram a magnitude do de hoje.
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Fonte - Terra
quarta-feira, 6 de abril de 2011
Igreja Católica quer "reconquistar" o domingo
Não é de hoje que temos chamado atenção para o fato de que há interesses maiores por trás da ideia de salvar a Terra das consequências nefastas do aquecimento global. A causa é tão boa que une cientistas, ateus, católicos e seguidores de diversas outras correntes religiosas, cristãs ou pagãs. Mas é preciso que se destaque, exagere e divulgue insistentemente que o culpado por tudo isso é o ser humano. Assim, com todo esse medo insuflado nas massas (engenharia social), fica mais fácil convencer a todos de que, se o culpado é o homem, ele também pode fazer algo para tentar reverter o quadro. Uma das iniciativas que está sendo proposta pela Igreja Católica é a observância do domingo como “dia da família”, proposta essa que conta com apoio de vários segmentos da sociedade e tem o aval até mesmo de jornais importantes como o Guardian, que vem promovendo o movimento 10:10, cujo objetivo é fazer do domingo um dia de baixa emissão de carbono – leia-se dia de repouso. Quem ainda duvidava dessa convergência de interesses pode conferir o texto abaixo em destaque num panfleto que está sendo distribuído por uma paróquia da minha cidade natal, Criciúma, SC, e que me foi enviado pelo amigo e conterrâneo Willian Bittencourte (clique na imagem para vê-la ampliada).[MB]Assista à palestra “O ECOmenismo e o aquecimento global” (em quatro partes) e clique aqui para ler outras postagens relacionadas ao assunto.
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Sobre a busca de identidade de vários segmentos sob o manto do "bem comum", ver "Fé e Ciência: «É tempo de caminhar lado a lado para o mesmo bem comum»", bem como a tag Ecumenismo.
Buraco na camada de ozônio atinge nível recorde no Ártico
O buraco na camada de ozônio acima do Ártico chegou a nível recorde segundo informações da Organização Meteorológica Mundial divulgadas nesta terça-feira (5). A diminuição na camada acima da área chegou a 40% durante o inverno no hemisfério norte. O recorde anterior era de 30%.
Para a OMM, substâncias que destroem a camada de ozônio continuam a ser emitidas como o clorofluorcarbonetos (CFCs) - lançados na atmosfesta por extintores de incêndio, sprays e refrigeradores. Apesar de recorde, o número já era esperado pelos especialistas do órgão ligado às Nações Unidas (ONU).
A perda de ozônio na atmosfera também acontece sobre a região da Antártida. Mas segundo a OMM, os danos na região polar do hemisfério sul estão diminuindo com o tempo, com a recuperação da camada no local.
...
Fonte - G1
segunda-feira, 4 de abril de 2011
Jerusalém: Líderes cristãos e judaicos querem «curar» mundo em crise
Representantes do Grão Rabinato de Israel e da Santa Sé falaram sobre o «desafio da fé e da liderança religiosa numa sociedade secular»
Cidade do Vaticano, 01 abr 2011 (Ecclesia) – Líderes cristãos e judeus consideram que é preciso “curar” uma sociedade moderna “desprovida de sentido de pertença, propósito e significado”.
Num comunicado publicado hoje pela Sala de Imprensa do Vaticano, a Comissão Bilateral que conta com representantes do Grão Rabinato de Israel e da Santa Sé refere que “a sociedade secular moderna trouxe muitos benefícios” mas “o consumismo desenfreado e uma ideologia niilista com um foco exagerado no indivíduo, à custa do sentido coletivo, levaram a uma crise moral”.
Essa “emancipação” do indivíduo levou a que, “ao longo do último século, tenhamos assistido a episódios de violência e barbárie sem precedentes”, apontam ainda aqueles responsáveis.
Perante este quadro, os responsáveis cristãos e judaicos pretendem, “de acordo com as suas respetivas tradições”, transmitir à sociedade “esperança e orientação moral”, relevando a importância da oração, “como expressão de uma consciência de Deus” e também como “meio de afirmar essa consciência e os imperativos morais que a acompanham”.
Com o objetivo de contribuírem para “a cura do mundo”, os líderes religiosos convidam as suas comunidades a “darem testemunho de Deus” e a reforçarem a sua aposta na educação dos jovens e no auxílio aos mais desfavorecidos.
O “compromisso religioso” deve concretizar-se também através de maior ligação com os meios de comunicação social e com as instituições de direito civil, fomentando a paz e a justiça.
A Comissão Bilateral da delegação do Grão Rabinato de Israel e do Comité para as Relações Religiosas da Santa Sé com o Judaísmo esteve reunida pela 10ª vez, entre 29 e 31 de março, na Fundação Konrad Adenauer, em Jerusalém.
O tema principal do encontro foi precisamente “O desafio da fé e da liderança religiosa numa sociedade secular”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Vaticano: Cristãos e budistas devem «trabalhar juntos pelo bem comum»"e "Judeus e católicos esperam assinatura dos Acordos Santa Sé-Israel".
Cidade do Vaticano, 01 abr 2011 (Ecclesia) – Líderes cristãos e judeus consideram que é preciso “curar” uma sociedade moderna “desprovida de sentido de pertença, propósito e significado”.
Num comunicado publicado hoje pela Sala de Imprensa do Vaticano, a Comissão Bilateral que conta com representantes do Grão Rabinato de Israel e da Santa Sé refere que “a sociedade secular moderna trouxe muitos benefícios” mas “o consumismo desenfreado e uma ideologia niilista com um foco exagerado no indivíduo, à custa do sentido coletivo, levaram a uma crise moral”.
Essa “emancipação” do indivíduo levou a que, “ao longo do último século, tenhamos assistido a episódios de violência e barbárie sem precedentes”, apontam ainda aqueles responsáveis.
Perante este quadro, os responsáveis cristãos e judaicos pretendem, “de acordo com as suas respetivas tradições”, transmitir à sociedade “esperança e orientação moral”, relevando a importância da oração, “como expressão de uma consciência de Deus” e também como “meio de afirmar essa consciência e os imperativos morais que a acompanham”.
Com o objetivo de contribuírem para “a cura do mundo”, os líderes religiosos convidam as suas comunidades a “darem testemunho de Deus” e a reforçarem a sua aposta na educação dos jovens e no auxílio aos mais desfavorecidos.
O “compromisso religioso” deve concretizar-se também através de maior ligação com os meios de comunicação social e com as instituições de direito civil, fomentando a paz e a justiça.
A Comissão Bilateral da delegação do Grão Rabinato de Israel e do Comité para as Relações Religiosas da Santa Sé com o Judaísmo esteve reunida pela 10ª vez, entre 29 e 31 de março, na Fundação Konrad Adenauer, em Jerusalém.
O tema principal do encontro foi precisamente “O desafio da fé e da liderança religiosa numa sociedade secular”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Vaticano: Cristãos e budistas devem «trabalhar juntos pelo bem comum»"e "Judeus e católicos esperam assinatura dos Acordos Santa Sé-Israel".
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Pedra maia fala da chegada do “senhor dos céus”
A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira em Tabasco, sudeste do México. A peça é formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, e está incompleta. “No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar”, enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História. Na pedra está escrita a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para esse dia. Até uma produção hollywoodiana, “2012”, foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse. “No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico”, afirmou Romero. A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.(Jornal do Brasil)
Nota DDP: A Bíblia impede expressamente a marcação de qualquer tipo de data para o reaparecimento do Messias, pelo que me inclino a considerar, mediante o tema da notícia supra, com esta se relaciona com as contrafações que os últimos dias reservam, motivo pelo qual não seria impossível de se admirir, por mera hipótese, que satanás pudesse, ele mesmo, antecipar o dia de seu aparecimento como "senhor dos céus":
Terríveis cenas de caráter sobrenatural logo se manifestarão nos céus, como indício do poder dos demônios, operadores de prodígios. Os espíritos diabólicos sairão aos reis da Terra e ao mundo inteiro, para segurá-los no engano, e forçá-los a se unirem a Satanás em sua última luta contra o governo do Céu. Mediante estes agentes, serão enganados tanto governantes como súditos. Levantar-se-ão pessoas pretendendo ser o próprio Cristo e reclamando o título e culto que pertencem ao Redentor do mundo. Efetuarão maravilhosos prodígios de cura, afirmando terem recebido do Céu revelações que contradizem o testemunho das Escrituras.
Como ato culminante no grande drama do engano, o próprio Satanás personificará Cristo. A igreja tem há muito tempo professado considerar o advento do Salvador como a realização de suas esperanças. Assim, o grande enganador fará parecer que Cristo veio. Em várias partes da Terra, Satanás se manifestará entre os homens como um ser majestoso, com brilho deslumbrante, assemelhando-se à descrição do Filho de Deus dada por João no Apocalipse (cap. 1:13-15). A glória que o cerca não é excedida por coisa alguma que os olhos mortais já tenham contemplado. Ressoa nos ares a aclamação de triunfo: "Cristo veio! Cristo veio! O povo se prostra em adoração diante dele, enquanto este ergue as mãos e sobre eles pronuncia uma bênção, assim como Cristo abençoava Seus discípulos quando aqui na Terra esteve. Sua voz é meiga e branda, cheia de melodia. Em tom manso e compassivo apresenta algumas das mesmas verdades celestiais e cheias de graça que o Salvador proferia; cura as moléstias do povo, e então, em seu pretenso caráter de Cristo, alega ter mudado o sábado para o domingo, ordenando a todos que santifiquem o dia que ele abençoou. Declara que aqueles que persistem em santificar o sétimo dia estão blasfemando de Seu nome, pela recusa de ouvirem Seus anjos à eles enviados com a luz e a verdade. É este o poderoso engano, quase invencível. (O Grande Conflito, pg. 624)
Sobre a expectativa da chegada de "alguém", tão propalada por diversos segmentos religiosos, veja "Vídeo iraniano afirma que o Mahdi está próximo".
O futuro promete
A história muda quando ninguém repara. Poderia ser um aforismo. Ou a lei científica que Marx (1818-1883) não profetizou. Quem diria que uma mera questão fiscal levaria as colônias americanas a lutarem pela independência contra a Inglaterra do século 18? E quem diria que um gesto de autoimolação na Tunísia daria início às “revoltas árabes” do século 21? Repito: a história muda quando ninguém repara. Domingo passado, a Europa teve duas eleições “menores”: na Alemanha, eleições regionais; na França, eleições locais. E os resultados das duas são um bom presságio sobre o futuro da Europa. Futuro próximo, não distante. Na Alemanha, os democratas-cristãos de Angela Merkel perderam a riquíssima região de Baden-Württemberg para os verdes e sociais-democratas. Isso não é uma derrota. É uma hecatombe: os democratas-cristãos governavam o reduto há seis décadas. Causa principal do “débâcle”? Sim, os alemães não ficaram convencidos com a inusitada postura antienergia nuclear de Merkel, um oportunismo eleitoralista depois da tragédia japonesa. Mas o problema é mais fundo e lida com a forma como a Sra. Merkel tem socorrido, timidamente que seja, os países endividados da periferia da Europa. Os eleitores alemães não querem pagar as contas de estranhos. Esperam-se mudanças drásticas da chanceler alemã.
Na França, nas eleições locais, a Frente Nacional consegue um terceiro lugar honroso. E as pesquisas avisam que Marine Le Pen, líder do partido e filha de Jean-Marie Le Pen, poderia ter mais votos do que Nicolas Sarkozy na eleição presidencial. Espanto? Nenhum. Lembro que, nas presidenciais de 2002, Le Pen já disputara um segundo turno com Jacques Chirac. Foi um aviso. Agora, chegou a confirmação: a extrema-direita francesa cavalga a onda xenófoba (leia-se: anti-islâmica) e os franceses gostam disso.
Duas eleições, dois sinais: a Europa de hoje tem problemas sérios. O primeiro é a crise dos países endividados que pode destroçar o euro e a própria União Europeia. O segundo é o crescimento da xenofobia anti-islâmica. Poderá o fascismo regressar à Europa? Ian Kershaw diz que não. Kershaw, historiador incontornável do nazismo, escreveu recentemente na revista The National Interest que a Europa de 2011 não tem os problemas da Europa da década de 1930.
Nesses tempos sombrios, os europeus viviam com a herança da Primeira Guerra Mundial (1914-1918), um conflito que dizimara 10 milhões de vidas e, com elas, a própria confiança no ideal democrático. Se juntarmos a isso a revolução bolchevique de 1917, que aterrorizou os Estados com a “ameaça vermelha”, e a grande depressão iniciada em 1929, vemos um mundo pronto para o massacre. Em 2011, o cenário é mais bondoso. Exceto, avisa Kershaw, se duas hipóteses se confirmarem no horizonte.
Para começar, uma nova crise financeira que poderia arrasar de vez com as frágeis economias do continente. A agonia do capitalismo seria também um réquiem pela democracia liberal que lhe é indissociável. E, para acabar, um atentado terrorista com armas de destruição maciça numa qualquer capital europeia, com assinatura de fundamentalistas islâmicos, que faria transbordar a tolerância multiculturalista dos europeus.
Deixemos de lado essa última hipótese. Mais por razões caridosas que realistas: se o Irã atingir capacidade bélica nuclear e se as “revoltas árabes” determinarem o triunfo dos movimentos islamitas radicais, não ponho as mãos no fogo pela segurança da Europa. Mais tangível, porém, é a desagregação do euro e, quem sabe, da União Europeia.
O filme é conhecido: com a crise financeira de 2008, os Estados europeus endividaram-se brutalmente para socorrer suas economias. Alguns voltaram à tona. Outros ficaram no fundo e os pacotes de resgate impostos por Bruxelas e pelo FMI à Grécia e à Irlanda, com Portugal aguardando na fila, prometem mantê-los por lá num ciclo infinito de austeridade econômica e mais endividamento. Haveria forma de sair desse processo? Talvez: se a União Europeia desse um passo em frente e se assumisse como uma real união política e federal, dispondo de mecanismos de transferência financeira entre Estados e emitindo dívida conjunta para os membros do euro.
Mas o eleitorado dos países excedentários do norte, como o da Alemanha, não está disponível para bancar a preguiça e a irresponsabilidade orçamental dos vizinhos do sul. E quem os pode censurar? Eu, não. E desconfio que a Sra. Merkel, daqui para a frente, será da mesma opinião. O futuro promete.
(João Pereira Coutinho, Folha de S. Paulo, 29 de março de 2011)
Nota Michelson Borges: Impressionante é notar como “analistas seculares” estão percebendo coisas que muitos cristãos ignoram. Se isso não são as pedras clamando, o que é, então? Gostei desta frase: “A história muda quando ninguém repara.” Graças a Deus, as profecias nos ajudam não a reparar, mas a antecipar esses fatos. Como escreveu meu amigo Marco Dourado, “parece que o barro dos pés [da estátua de Daniel 2] não vai conseguir sustentar por muito tempo o peso da estátua.” Se o futuro promete? Ô, se promete!
FAO: aquecimento global terá efeitos graves sobre alimentos
Agência da ONU disse que mundo está atualmente preocupado com os impactos mais imediatos do aquecimento global, mas mudanças a longo prazo serão mais profundas e potencialmente desastrosas.
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, alertou, nesta quinta-feira, sobre o que chamou de "potenciais efeitos catastróficos" das mudanças climáticas na produção de alimentos entre 2050 e 2100.
A agência apresentou um documento à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, sugerindo aos governos medidas para evitar que a segurança alimentar seja comprometida.
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Fonte - Radio ONU
A Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação, FAO, alertou, nesta quinta-feira, sobre o que chamou de "potenciais efeitos catastróficos" das mudanças climáticas na produção de alimentos entre 2050 e 2100.
A agência apresentou um documento à Convenção das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, sugerindo aos governos medidas para evitar que a segurança alimentar seja comprometida.
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Fonte - Radio ONU
terça-feira, 29 de março de 2011
Economia em 2020 vai consumir 'duas Terras'
A economia mundial em 2020 consumirá recursos equivalentes aos de dois planetas Terra, segundo alerta o relatório Technology Outlook 2020 (Perspectiva Tecnológica para 2020), desenvolvido pela empresa DNV, especializada em gestão de riscos.
De acordo com a pesquisa, a escassez dos minerais mais raros vai abalar a economia mundial, mas, por outro lado, tal fator acabará estimulando o desenvolvimento de tecnologias renováveis e do setor reciclável. De acordo com o relatório, áreas de grande extensão como a China, Índia, Austrália e o Oriente Médio sofrerão com fortes secas, a fome se expandirá e os níveis dos oceanos continuarão a subir.
Contudo, apesar da projeção catastrófica, o documento também afirma que as indústrias de baixo carbono vão prosperar na próxima década. A União Europeia e a China, por exemplo, usarão fontes renováveis para gerar um quinto da energia que consomem, e cerca de 8% de toda a energia produzida no mundo virá de fontes eólicas.
Um dos problemas estimados pelo estudo diz respeito a transição rumo a tecnologias de baixo carbono, que não seria rápida o suficiente para atingir os grandes cortes nas emissões dos gases-estufa considerados necessários pelos cientistas.
"Nós talvez precisemos que aconteçam alguns eventos perturbadores para garantir que aconteçam as ações necessárias para combater as mudanças climáticas", alertou Elisabeth Harstad, diretora administrativa da divisão de Pesquisa e Inovação da DNV.
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Fonte - Terra
De acordo com a pesquisa, a escassez dos minerais mais raros vai abalar a economia mundial, mas, por outro lado, tal fator acabará estimulando o desenvolvimento de tecnologias renováveis e do setor reciclável. De acordo com o relatório, áreas de grande extensão como a China, Índia, Austrália e o Oriente Médio sofrerão com fortes secas, a fome se expandirá e os níveis dos oceanos continuarão a subir.
Contudo, apesar da projeção catastrófica, o documento também afirma que as indústrias de baixo carbono vão prosperar na próxima década. A União Europeia e a China, por exemplo, usarão fontes renováveis para gerar um quinto da energia que consomem, e cerca de 8% de toda a energia produzida no mundo virá de fontes eólicas.
Um dos problemas estimados pelo estudo diz respeito a transição rumo a tecnologias de baixo carbono, que não seria rápida o suficiente para atingir os grandes cortes nas emissões dos gases-estufa considerados necessários pelos cientistas.
"Nós talvez precisemos que aconteçam alguns eventos perturbadores para garantir que aconteçam as ações necessárias para combater as mudanças climáticas", alertou Elisabeth Harstad, diretora administrativa da divisão de Pesquisa e Inovação da DNV.
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Fonte - Terra
Momento Profético #36
Tenho tido do Senhor grande luz acerca do assunto da reforma de saúde. Não busquei essa luz; não estudei a fim de obtê-la; ela me foi dada pelo Senhor para comunicá-la aos outros. Apresento esses assuntos ao povo, demorando nos princípios gerais, e por vezes, quando me fazem perguntas à mesa a que fui convidada, respondo segundo a verdade. Nunca fiz, porém, um ataque a ninguém quanto à mesa ou a seu conteúdo. Eu não consideraria absolutamente esse proceder cortês ou apropriado.
(Manuscrito 29, 1897)
segunda-feira, 28 de março de 2011
Momento Profético #35
Na revelação que me foi concedida tanto tempo atrás [1863], foi-me mostrado que a intemperança prevaleceria no mundo numa proporção alarmante e que cada um que pertence ao povo de Deus deve tomar uma elevada posição quanto à reforma dos hábitos e práticas. ... O Senhor expôs perante mim um plano geral. Foi-me mostrado que Deus daria ao Seu povo que guarda os Seus mandamentos uma reforma alimentar, e que quando eles a recebessem, suas enfermidades e sofrimentos deveriam diminuir grandemente. Mostrou-se-me que essa obra progrediria.
(Conselhos Sobre Saúde, pág. 531)
domingo, 27 de março de 2011
Japão emite alerta de tsunami após tremor de magnitude 6,5
A Agência Meteorológica do Japão emitiu um alerta de tsunami após a região nordeste do país ser atingida por um terremoto de magnitude 6,5, informou a agência de notícias Kyodo, acrescentando que o alerta foi anunciado às 7h24 da segunda-feira locais (19h24 de domingo em Brasília).
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que monitora tremores em todo o planeta, o terremoto ocorreu a uma profundidade de apenas 5,9 km, próximo à costa de Honshu, 161 km ao leste de Fukushima, local que abriga a usina nuclear de Fukushima Nº1 e 368 km ao norte de Tóquio.
Até o momento não houve relato de danos ou vítimas, mas o governo japonês alertou para o risco de que ondas de até meio metro atinjam a região de Miyagi, uma das mais atingidas pelo tremor seguido de tsunami que devastou o nordeste do país no dia 11 de março.
Embora tenha colocado as autoridades locais de prontidão, a Agência Meteorológica do Japão especificou que o alerta refere-se a um "pequeno" tsunami, com ondas de no máximo meio metro de altura, e não a fenômenos com ondas de um ou até dois metros, com maior poder de devastação.
O Centro de Alertas de Tsunami dos EUA no Pacífico disse que o alerta foi limitado ao Japão, e que as possíveis ondas não devem chegar ao Havaí ou à costa oeste dos Estados Unidos.
CRISE PODE DURAR ANOS
Mais cedo, após relatos controversos sobre o nível de radiação na água do mar em torno da usina de Fukushima, as autoridades japonesas informaram uma elevação de ao menos 100 mil vezes no reator 2 e 1.850 vezes nas águas. A constatação levou o governo a interromper as operações de reparo no local, afetado pelo terremoto seguido de tsunami. A direção da empresa que opera a usina disse que a crise nuclear pode levar "anos".
De acordo com especialistas, mesmo antes de a Tokyo Electric Power Company (Tepco), empresa que opera a usina nuclear, averiguar o controverso dado do aumento de 10 milhões de vezes, agora refutado, os números confirmados no fim de semana já são alarmantes.
"É muito preocupante. Há algo seriamente errado [com o reator 2]", disse Rianne Teule, uma especialista em energia nuclear do grupo ambientalista Greenpeace baseada na África do Sul.
Os dados do fim de semana, que elevaram ainda o número de mortos para ao menos 10.668, assim como a aparição de um resignado e pessimista premiê frente à população, levaram a Tepco a assumir que há incertezas na operação.
"Infelizmente nós não temos um cronograma concreto no momento que nos permita dizer em quantos meses ou anos [a crise chegará ao fim]", disse o vice-presidente da empresa, Sakae Muto.
AUMENTO DE RADIAÇÃO PREJUDICA OPERAÇÕES
O alto nível de material radioativo medido neste domingo em uma camada d'água que vazou do reator 2 da usina de Fukushima, no nordeste do Japão, levou as autoridades a interromperem as operações e retirarem os técnicos do local, anunciou a agência de notícias Jiji.
O nível detectado na água do subsolo da sala da turbina que fica atrás do reator é de 1.000 milisieverts por hora, explicou um porta-voz da Tepco.
Depois de anunciar, num primeiro momento, que este número era "10 milhões de vezes superior" ao tolerável, a Tepco convocou uma entrevista coletiva urgente para admitir que havia se equivocado, indicando ter confundido os elementos radioativos analisados.
A Tepco confirmou o nível de "1.000 milisieverts por hora".
Isto significa que o combustível no núcleo do reator provavelmente sofreu danos durante um princípio de fusão, provocado logo depois do terremoto seguido de tsunami do dia 11 de março, que danificou a central de Fukushima.
"Detectamos nas amostras de água taxas elevadas de césio e outras substâncias que geralmente não são encontradas na água do reator. Existe uma forte chance de que as barras de combustível tenham sido danificadas", advertiu a operadora.
AIEA ALERTA PARA CRISE
Um dia após um pronunciamento do premiê do Japão, Naoto Kan, admitindo que o desastre nuclear no país é "grave" e está "longe de ser solucionado", o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, também reiterou que a crise está "longe do fim" e ordenou o envio de duas novas equipes ao país.
Numa entrevista ao "The New York Times", Amano alertou para uma situação de emergência que pode durar semanas, senão meses.
Ele disse ainda que as autoridades japonesas ainda não têm certeza do sucesso das estratégias usadas para resfriar os reatores da usina de Fukushima Nº1, mas que vê como "sinais positivos" o fato de o país ter reconectado a energia elétrica a partes das instalações.
Embora tenha evitado tecer críticas diretas ao governo, o ex-diplomata japonês disse ao jornal americano que "mais esforços deveriam ser feitos para colocar um fim ao acidente".
Amano disse ainda que a maior preocupação no momento é de que os sistemas de resfriamento sejam reparados ao mesmo tempo em que grandes quantias de água são injetadas na usina. Caso estes sistemas não sejam consertados, mesmo com o acréscimo de água "as temperaturas vão subir", disse.
Fonte - Folha
De acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), que monitora tremores em todo o planeta, o terremoto ocorreu a uma profundidade de apenas 5,9 km, próximo à costa de Honshu, 161 km ao leste de Fukushima, local que abriga a usina nuclear de Fukushima Nº1 e 368 km ao norte de Tóquio.
Até o momento não houve relato de danos ou vítimas, mas o governo japonês alertou para o risco de que ondas de até meio metro atinjam a região de Miyagi, uma das mais atingidas pelo tremor seguido de tsunami que devastou o nordeste do país no dia 11 de março.
Embora tenha colocado as autoridades locais de prontidão, a Agência Meteorológica do Japão especificou que o alerta refere-se a um "pequeno" tsunami, com ondas de no máximo meio metro de altura, e não a fenômenos com ondas de um ou até dois metros, com maior poder de devastação.
O Centro de Alertas de Tsunami dos EUA no Pacífico disse que o alerta foi limitado ao Japão, e que as possíveis ondas não devem chegar ao Havaí ou à costa oeste dos Estados Unidos.
CRISE PODE DURAR ANOS
Mais cedo, após relatos controversos sobre o nível de radiação na água do mar em torno da usina de Fukushima, as autoridades japonesas informaram uma elevação de ao menos 100 mil vezes no reator 2 e 1.850 vezes nas águas. A constatação levou o governo a interromper as operações de reparo no local, afetado pelo terremoto seguido de tsunami. A direção da empresa que opera a usina disse que a crise nuclear pode levar "anos".
De acordo com especialistas, mesmo antes de a Tokyo Electric Power Company (Tepco), empresa que opera a usina nuclear, averiguar o controverso dado do aumento de 10 milhões de vezes, agora refutado, os números confirmados no fim de semana já são alarmantes.
"É muito preocupante. Há algo seriamente errado [com o reator 2]", disse Rianne Teule, uma especialista em energia nuclear do grupo ambientalista Greenpeace baseada na África do Sul.
Os dados do fim de semana, que elevaram ainda o número de mortos para ao menos 10.668, assim como a aparição de um resignado e pessimista premiê frente à população, levaram a Tepco a assumir que há incertezas na operação.
"Infelizmente nós não temos um cronograma concreto no momento que nos permita dizer em quantos meses ou anos [a crise chegará ao fim]", disse o vice-presidente da empresa, Sakae Muto.
AUMENTO DE RADIAÇÃO PREJUDICA OPERAÇÕES
O alto nível de material radioativo medido neste domingo em uma camada d'água que vazou do reator 2 da usina de Fukushima, no nordeste do Japão, levou as autoridades a interromperem as operações e retirarem os técnicos do local, anunciou a agência de notícias Jiji.
O nível detectado na água do subsolo da sala da turbina que fica atrás do reator é de 1.000 milisieverts por hora, explicou um porta-voz da Tepco.
Depois de anunciar, num primeiro momento, que este número era "10 milhões de vezes superior" ao tolerável, a Tepco convocou uma entrevista coletiva urgente para admitir que havia se equivocado, indicando ter confundido os elementos radioativos analisados.
A Tepco confirmou o nível de "1.000 milisieverts por hora".
Isto significa que o combustível no núcleo do reator provavelmente sofreu danos durante um princípio de fusão, provocado logo depois do terremoto seguido de tsunami do dia 11 de março, que danificou a central de Fukushima.
"Detectamos nas amostras de água taxas elevadas de césio e outras substâncias que geralmente não são encontradas na água do reator. Existe uma forte chance de que as barras de combustível tenham sido danificadas", advertiu a operadora.
AIEA ALERTA PARA CRISE
Um dia após um pronunciamento do premiê do Japão, Naoto Kan, admitindo que o desastre nuclear no país é "grave" e está "longe de ser solucionado", o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Yukiya Amano, também reiterou que a crise está "longe do fim" e ordenou o envio de duas novas equipes ao país.
Numa entrevista ao "The New York Times", Amano alertou para uma situação de emergência que pode durar semanas, senão meses.
Ele disse ainda que as autoridades japonesas ainda não têm certeza do sucesso das estratégias usadas para resfriar os reatores da usina de Fukushima Nº1, mas que vê como "sinais positivos" o fato de o país ter reconectado a energia elétrica a partes das instalações.
Embora tenha evitado tecer críticas diretas ao governo, o ex-diplomata japonês disse ao jornal americano que "mais esforços deveriam ser feitos para colocar um fim ao acidente".
Amano disse ainda que a maior preocupação no momento é de que os sistemas de resfriamento sejam reparados ao mesmo tempo em que grandes quantias de água são injetadas na usina. Caso estes sistemas não sejam consertados, mesmo com o acréscimo de água "as temperaturas vão subir", disse.
Fonte - Folha
quinta-feira, 24 de março de 2011
Momento Profético #34
Poucos há, entretanto, que são suficientemente despertos para compreender quanto de seus hábitos dietéticos tem a ver com sua saúde, seu caráter, sua utilidade neste mundo, e seu destino eterno.
Vi que é dever dos que têm recebido a luz do Céu, e têm experimentado os benefícios de nela andar, demonstrar maior interesse pelos que ainda estão sofrendo por falta de conhecimento. Os guardadores do sábado que estão à espera do breve aparecimento do seu Salvador, devem ser os últimos a manifestar falta de interesse nesta grande obra de reforma. Homens e mulheres devem ser instruídos, e pastores e povo devem sentir o fardo da obra que sobre eles repousa, de agitar o assunto, e com veemência levá-lo a outros.
(Testimonies, vol. 1, págs. 487-489)
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