Parece já estarmos nos primeiros movimentos da anunciada grande controvérsia, o conflito direto entre a santificação do domingo ou do sábado. O povo de DEUS vem pregando em acentuado poder sobre o sábado. A Igreja Católica já se movimenta para refutar, e fortalecer a ideia da santidade do domingo. Por exemplo, assim como na Europa, também nos Estados Unidos da América retorna e se intensifica a campanha pela santificação do domingo. Veja no banner abaixo:
O banner diz: "Junte-se a nós em 16/Set para convidar todo mundo a voltar para a igreja". "Domingo Nacional de volta à Igreja". "Encontre esperança aqui!", diz o banner.
Atente para a palavra ‘esperança’ que aparece na mensagem. Esta é a palavra que a IASD vem utilizando para traduzir o que mais a humanidade necessita nesses dias: esperança. É a esperança em JESUS, em Sua mensagem, agora também sendo utilizado para a santificação do domingo. Satanás procura confundir as pessoas.
Já é tempo de nos reavivarmos e de levantarmos a anunciar, com pressa, mundo afora, sobre a volta de JESUS e sobre a Sua vontade quanto a adoração.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Veja também "Campanha pela guarda do domingo nos EUA".
sexta-feira, 17 de agosto de 2012
Ordenação de mulheres ao Ministério
Sugiro a leitura de dois textos em tese neste tema:
Ordenação de mulheres na IASD (Prof. Sikberto Marks) - Destaco:
"A nossa Conferência Geral, onde se fazem presentes representantes do mundo inteiro, ainda não aprovou esse tipo de ordenação. Portanto, as ordenações que estão acontecendo em algumas uniões nos Estados Unidos da América, como na União Columbia, são um ato de rebeldia e desafio a autoridade superior da Conferência Geral e do Senhor da obra. Atos tais são típicos do final dos tempos, uma movimentação de satanás, por meio de algumas pessoas, para rachar a frágil unidade da igreja, desunir e enfraquecer, justo agora, que a igreja vem se levantando por reforma e reavivamento em direção ao Alto Clamor."
A ordenação de mulheres ao ministério pastoral (Filipe Reis) - Destaco:
"No caso concreto, uma autoridade local da Igreja decidiu estabelecer uma norma que viola clara, assumida e propositadamente algo que foi discutido e decidido – quer concordemos ou não – na reunião magna da Igreja a nível mundial, e por mais de uma vez.
...
Não sei se esta e as outras uniões que declararam a mesma intenção, já pararam um momento para pensar que com esta atitude estão a ceder legitimidade para as igrejas que fazem parte da sua área, se demarcarem, decidirem à parte dessas mesmas uniões, caso assim o entendam. Sim, porque os argumentos que são usados a título institucional servem para todas as relações dentro da nossa pirâmide organizativa…"
No nosso sentir, nas transcrições supra se estabelecem o primeiro ponto de análise do tema.
De toda forma e, apenas para uma pequena reflexão, uma vez ultrapassada a análise preliminar sugerida, nos posicionamos no sentido de que importante seria também, se observar os pápeis que Deus estabeleceu para o homem e a mulher no plano idealizado para guia de Seu povo, até que Ele volte, inclusive partindo das funções básicas da família, unidade básica da Igreja.
Ordenação de mulheres na IASD (Prof. Sikberto Marks) - Destaco:
"A nossa Conferência Geral, onde se fazem presentes representantes do mundo inteiro, ainda não aprovou esse tipo de ordenação. Portanto, as ordenações que estão acontecendo em algumas uniões nos Estados Unidos da América, como na União Columbia, são um ato de rebeldia e desafio a autoridade superior da Conferência Geral e do Senhor da obra. Atos tais são típicos do final dos tempos, uma movimentação de satanás, por meio de algumas pessoas, para rachar a frágil unidade da igreja, desunir e enfraquecer, justo agora, que a igreja vem se levantando por reforma e reavivamento em direção ao Alto Clamor."
A ordenação de mulheres ao ministério pastoral (Filipe Reis) - Destaco:
"No caso concreto, uma autoridade local da Igreja decidiu estabelecer uma norma que viola clara, assumida e propositadamente algo que foi discutido e decidido – quer concordemos ou não – na reunião magna da Igreja a nível mundial, e por mais de uma vez.
...
Não sei se esta e as outras uniões que declararam a mesma intenção, já pararam um momento para pensar que com esta atitude estão a ceder legitimidade para as igrejas que fazem parte da sua área, se demarcarem, decidirem à parte dessas mesmas uniões, caso assim o entendam. Sim, porque os argumentos que são usados a título institucional servem para todas as relações dentro da nossa pirâmide organizativa…"
No nosso sentir, nas transcrições supra se estabelecem o primeiro ponto de análise do tema.
De toda forma e, apenas para uma pequena reflexão, uma vez ultrapassada a análise preliminar sugerida, nos posicionamos no sentido de que importante seria também, se observar os pápeis que Deus estabeleceu para o homem e a mulher no plano idealizado para guia de Seu povo, até que Ele volte, inclusive partindo das funções básicas da família, unidade básica da Igreja.
Israel 'vai desaparecer do mapa'
Aiatolá Ali Khamenei chamou país judeu de 'artificial e falsa excrescência'. Irã promove cerimônia do Dia de Jerusalém nesta sexta-feira (17).
Israel é uma "excrescência" artificial no Oriente Médio que "irá desaparecer", afirmou o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, antes de um evento nesta sexta-feira (17) contra o estado judeu e em apoio aos palestinos.
A cerimônia do Dia de Jerusalém (Al-Quds) teve início em 1979 após a fundação da República Islâmica. Os protestos utilizam a palavra Quds, derivada do árabe, para designar a cidade de Jerusalém.
Khamenei, em um discurso na quarta-feira (15), falou que a "estrela da esperança" que brilhou no Irã durante sua Revolução Islâmica e na guerra de 1980-1988 com o Iraque "também irá brilhar pelos palestinos e sua terra islâmica será devolvida definitivamente à nação palestina".
Ele atacou Israel ao afirmar: "Esta artificial e falsa excrescência sionista vai desaparecer do mapa".
O evento de sexta-feira, afirmou, será "um duro golpe para os inimigos do Islã e da Palestina", e acrescentou que o Irã vê o apoio à causa palestina como "um dever religioso".
A celebração do Al-Quds neste ano ocorre em meio a um aumento de tensões entre Irã e Israel.
O estado judeu tem aumentado sua retórica belicosa ao ameaçar atacar as instalações nucleares da República Islâmica, que Israel acredita que sejam utilizadas para desenvolver armas atômicas que poderiam destruir seu país.
O Irã nega as acusações, e afirma que seu programa nuclear tem fins puramente civis.
Fonte - G1
Israel é uma "excrescência" artificial no Oriente Médio que "irá desaparecer", afirmou o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, antes de um evento nesta sexta-feira (17) contra o estado judeu e em apoio aos palestinos.
A cerimônia do Dia de Jerusalém (Al-Quds) teve início em 1979 após a fundação da República Islâmica. Os protestos utilizam a palavra Quds, derivada do árabe, para designar a cidade de Jerusalém.
Khamenei, em um discurso na quarta-feira (15), falou que a "estrela da esperança" que brilhou no Irã durante sua Revolução Islâmica e na guerra de 1980-1988 com o Iraque "também irá brilhar pelos palestinos e sua terra islâmica será devolvida definitivamente à nação palestina".
Ele atacou Israel ao afirmar: "Esta artificial e falsa excrescência sionista vai desaparecer do mapa".
O evento de sexta-feira, afirmou, será "um duro golpe para os inimigos do Islã e da Palestina", e acrescentou que o Irã vê o apoio à causa palestina como "um dever religioso".
A celebração do Al-Quds neste ano ocorre em meio a um aumento de tensões entre Irã e Israel.
O estado judeu tem aumentado sua retórica belicosa ao ameaçar atacar as instalações nucleares da República Islâmica, que Israel acredita que sejam utilizadas para desenvolver armas atômicas que poderiam destruir seu país.
O Irã nega as acusações, e afirma que seu programa nuclear tem fins puramente civis.
Fonte - G1
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
O descanso dominical no rastro da crise espanhola - Parte 2
O texto completo (espanhol) pode ser lido aqui.
NOTA Minuto Profético: Todo trabalhador deve ter um dia semanal de repouso, independente de crises. É uma necessidade tão grande que o próprio Deus a prescreveu no Decálogo - "Lembra-te do dia de sábado [sétimo dia] para o santificar..." (Ex 20:8-11). O que chama a atenção na matéria acima é a argumentação usada definindo o descanso dominical como "bem comum", tese esta que capciosamente leva à violação dos direitos individuais das minorias estabelecendo, na verdade, uma tirania. É bom lembrar que a mudança da guarda do sétimo dia para o domingo foi feita pela Igreja Católica sem nenhuma autorização das Escrituras. O sábado bíblico continua como preceito divino ainda hoje. "E abençoou Deus o dia sétimo." (Gn 2:3) - na teologia bíblica, quando Deus abençoa algo, a benção é para sempre! (2Sm 7:29; 1Cr 17:27).
terça-feira, 14 de agosto de 2012
A família e o domingo
BRASILIA, terça-feira, 14 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - A família não gera apenas a vida física, mas abre à promessa e à alegria. A família torna-se capaz de “receber” e “compartilhar” a história de cada um, as tradições familiares, a confiança na vida e a esperança no Senhor. A família torna-se capaz de gerar, quando faz a partilha dos dons recebidos, quando conserva o ritmo da existência quotidiana entre trabalho e festa, entre afeto e caridade, entre compromisso e gratuidade.
Na família se conserva e transmite a vida, no casal e aos filhos, com o seu ritmo, com as suas dores e alegria, paz e sonho, ternura e responsabilidade. Ela é um lugar de descanso e de motivação, com chegadas e partidas. Por isso o trabalho não pode tornar a casa deserta e triste, mas a família é convidada a aprender a viver e a conjugar os tempos do trabalho com aqueles da festa.
Muitas vezes, os membros da família confrontam-se com situações desafiantes, que dificultam viver o ideal do cristão, entretanto os discípulos do Senhor são aqueles que, vivendo na realidade das situações, sabem dar sabor a todas as coisas, mesmo naquilo que não se consegue mudar: são o sal da terra.
De modo particular, o domingo deve ser tempo de confiança, de liberdade, de encontro, de descanso e de partilha. O domingo é o momento do encontro entre o homem e a mulher. É acima de tudo o Dia do Senhor, o tempo da oração, da Palavra de Deus, da Eucaristia e da abertura à comunidade e à caridade. E deste modo, também os dias da semana receberão luz do domingo e da festa: haverá menos dispersão e mais encontro, menos pressa e mais diálogo, menos coisas e mais presença.
Fonte - Zenit
(Via @DéboraMontarroyos)
Na família se conserva e transmite a vida, no casal e aos filhos, com o seu ritmo, com as suas dores e alegria, paz e sonho, ternura e responsabilidade. Ela é um lugar de descanso e de motivação, com chegadas e partidas. Por isso o trabalho não pode tornar a casa deserta e triste, mas a família é convidada a aprender a viver e a conjugar os tempos do trabalho com aqueles da festa.
Muitas vezes, os membros da família confrontam-se com situações desafiantes, que dificultam viver o ideal do cristão, entretanto os discípulos do Senhor são aqueles que, vivendo na realidade das situações, sabem dar sabor a todas as coisas, mesmo naquilo que não se consegue mudar: são o sal da terra.
De modo particular, o domingo deve ser tempo de confiança, de liberdade, de encontro, de descanso e de partilha. O domingo é o momento do encontro entre o homem e a mulher. É acima de tudo o Dia do Senhor, o tempo da oração, da Palavra de Deus, da Eucaristia e da abertura à comunidade e à caridade. E deste modo, também os dias da semana receberão luz do domingo e da festa: haverá menos dispersão e mais encontro, menos pressa e mais diálogo, menos coisas e mais presença.
Fonte - Zenit
(Via @DéboraMontarroyos)
Forte terremoto sacode o leste da Rússia e o norte do Japão
Um forte terremoto atingiu o leste da Rússia e o norte do Japão nesta terça-feira (14). Segundo a Agência Meteorológica do Japão, o tremor atingiu magnitude 7,3. O Instituto Geológico dos Estados Unidos, no entanto, informou que o sismo atingiu magnitude 7,7.
Não há relatos sobre danos, vítimas tampouco alerta de tsunami.
O epicentro do terremoto foi registrado no Mar de Ojotsk, 158 km ao nordeste da cidade russa de Poronaysk. O tremor, de profundidade de cerca de 580 km, se estendeu pelas províncias japonesas de Hokkaido, Aomori e Iwate.
Nenhuma das usinas nucleares na zona, incluída a de Fukushima Daiichi, informou de problemas devido ao sismo, que teve hipocentro a 590 quilômetros de profundidade.
Fonte - G1
Nota DDP: Três dias. Três terremotos.
Não há relatos sobre danos, vítimas tampouco alerta de tsunami.
O epicentro do terremoto foi registrado no Mar de Ojotsk, 158 km ao nordeste da cidade russa de Poronaysk. O tremor, de profundidade de cerca de 580 km, se estendeu pelas províncias japonesas de Hokkaido, Aomori e Iwate.
Nenhuma das usinas nucleares na zona, incluída a de Fukushima Daiichi, informou de problemas devido ao sismo, que teve hipocentro a 590 quilômetros de profundidade.
Fonte - G1
Nota DDP: Três dias. Três terremotos.
segunda-feira, 13 de agosto de 2012
Israel quer atacar Irã antes de novembro
Benjamin Netanyahu e Ehud Barak, respectivamente, premiê e ministro da Defesa de Israel, gostariam de atacar as centrais nucleares do Irã antes da eleição americana, marcada para novembro deste ano, mas enfrentam resistência de membros do próprio governo e de militares.
A afirmação foi publicada na edição desta sexta-feira do jornal israelense "Yedioth Ahronoth", o de maior circulação do país.
Segundo o jornal, integrantes do alto escalão do governo israelense estariam firmes em sua posição de atacar o Irã ainda que a ofensiva possa acarretar uma ruptura nas relações entre o país e seu principal aliado no Ocidente, os Estados Unidos.
Nos últimos dias, cresceram os temores de que um confronto armado estaria perto de eclodir, muito devido a informações do governo vazadas à imprensa.
Fonte - BBC
A afirmação foi publicada na edição desta sexta-feira do jornal israelense "Yedioth Ahronoth", o de maior circulação do país.
Segundo o jornal, integrantes do alto escalão do governo israelense estariam firmes em sua posição de atacar o Irã ainda que a ofensiva possa acarretar uma ruptura nas relações entre o país e seu principal aliado no Ocidente, os Estados Unidos.
Nos últimos dias, cresceram os temores de que um confronto armado estaria perto de eclodir, muito devido a informações do governo vazadas à imprensa.
Fonte - BBC
Terremoto de magnitude 6.3 atinge oeste da China
Um terremoto de magnitude 6.3 foi registrado neste domingo (12) no oeste da China, na fronteira entre Xinjiang e o Tibete, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).
O epicentro do terremoto, registrado a uma profundidade de 9 km, foi localizado nesta remota região fronteiriça cerca de 280 km a leste da cidade de Hotan, indicou o USGS. Não foram indicados vítimas ou danos materiais até o momento.
O tremor ocorreu às 18h45 (7h45 de Brasília).
O Centro de Redes Sismológicas da China indicou uma magnitude de 6,2, segundo a agência estatal de notícias Nova China (Xinhua).
Um sismo de magnitude 6.3 sacudiu Xinjiang no dia 30 de junho e deixou ao menos 24 feridos, de acordo com meios estatais.
Xinjiang é uma vasta região com uma população de cerca de 20 milhões de pessoas, das quais cerca nove milhões são uigures, de língua turca, pertencentes principalmente à minoria étnica muçulmana.
Fonte - UOL
O epicentro do terremoto, registrado a uma profundidade de 9 km, foi localizado nesta remota região fronteiriça cerca de 280 km a leste da cidade de Hotan, indicou o USGS. Não foram indicados vítimas ou danos materiais até o momento.
O tremor ocorreu às 18h45 (7h45 de Brasília).
O Centro de Redes Sismológicas da China indicou uma magnitude de 6,2, segundo a agência estatal de notícias Nova China (Xinhua).
Um sismo de magnitude 6.3 sacudiu Xinjiang no dia 30 de junho e deixou ao menos 24 feridos, de acordo com meios estatais.
Xinjiang é uma vasta região com uma população de cerca de 20 milhões de pessoas, das quais cerca nove milhões são uigures, de língua turca, pertencentes principalmente à minoria étnica muçulmana.
Fonte - UOL
domingo, 12 de agosto de 2012
Sobe para 180 o número de mortos por terremotos no Irã
O número de mortes provocadas pelos dois fortes terremotos atingiram o noroeste do Irã neste sábado (11), subiu a 180, com equipes de resgate vasculhando freneticamente no meio dos escombros de dezenas de vilas.
De acordo com autoridades iranianas, ao menos 1,3 mil pessoas ficaram feridas. Milhares deixaram suas casas e permanecem nas ruas após cerca de 20 tremores subsequentes atingirem a área.
Os números ainda podem aumentar, alertaram as autoridades iranianas, já que alguns dos feridos estão em estado grave e outros ainda estão presos sob os escombros e os resgates ainda não chegaram a algumas vilas. Cerca de 60 aldeias tinham mais de 50% de danos, disse a mídia iraniana.
...
Fonte G1
De acordo com autoridades iranianas, ao menos 1,3 mil pessoas ficaram feridas. Milhares deixaram suas casas e permanecem nas ruas após cerca de 20 tremores subsequentes atingirem a área.
Os números ainda podem aumentar, alertaram as autoridades iranianas, já que alguns dos feridos estão em estado grave e outros ainda estão presos sob os escombros e os resgates ainda não chegaram a algumas vilas. Cerca de 60 aldeias tinham mais de 50% de danos, disse a mídia iraniana.
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Fonte G1
sexta-feira, 10 de agosto de 2012
Vanglórias da Igreja Romana sobre o domingo

"A Igreja Católica reclama a responsabilidade pela mudança do Sábado do sétimo para o primeiro dia. Aqui está uma explicação de “O Catecismo da Igreja Católica”, Secção 2, Artigo 3 (1994):
"Domingo – cumprimento do Sábado. O Domingo é expressamente distinto do Sábado, que segue cronologicamente a cada semana; para os cristãos a sua observância cerimonial substitui a do Sábado...
O Sábado, que representava o término da primeira criação, foi substituído pelo Domingo, que lembra a criação nova, inaugurada pela Ressurreição de Cristo...
Ao respeitar a liberdade religiosa e do bem comum de todos, os cristãos devem buscar o reconhecimento dos Domingos e dias santos da Igreja como feriados legais."
E aqui estão várias fontes católicas reivindicando que a mudança foi obra da Igreja Católica Romana:
Cardeal James Gibbons, "The Faith of Our Fathers" (Ayers Publishing, 1978), 108
"Mas pode ler a Bíblia do Gênesis ao Apocalipse, e não encontrará uma única linha que autorize a santificação do Domingo. As Escrituras ordenam a observância religiosa do Sábado, um dia que nós nunca santificamos."
“The Convert's Catechism of Catholic Doctrine” (1957), 50
"P. Qual é o dia de Sábado?R. O sétimo dia é o dia de Sábado.P. Por que observamos o Domingo em lugar do Sábado?R. Observamos o Domingo em lugar do Sábado porque a Igreja Católica transferiu a solenidade do Sábado para o Domingo."
Chanceler Albert Smith para o Cardeal da Arquidiocese de Baltimore (10 de fevereiro de 1920)
"Se os protestantes seguissem a Bíblia, eles deveriam adorar a Deus no dia do Sábado, por Deus é o sétimo dia. Observando o Domingo, estão seguindo uma lei da Igreja Católica."
Stephen Keenan, “Catholic-Doctrinal Catechism”, 3ª Edição, 174
"Pergunta: Tem alguma outra maneira de provar que a Igreja tem poder para instituir festas por preceito?Resposta: Se ela não tivesse esse poder, ela não poderia ter feito aquilo em que todos os religiosos modernos concordam com ela, não poderia ter substituído a observância do Domingo, primeiro dia da semana, para a observância do Sábado do sétimo dia, uma mudança para a qual não há nenhuma autoridade Escriturística."
“Our Sunday Visitor” (05 de fevereiro de 1950)
"Praticamente tudo o que os protestantes consideram como essencial ou importante, receberam da Igreja Católica. ... A mente protestante parece não perceber que ao aceitar a Bíblia e observando o Domingo, guardando o Natal e a Páscoa, eles estão aceitando a autoridade do porta-voz da igreja, o Papa."
Louis Gaston Segur, “Plain Talk about the Protestantism of To-Day” (Londres: Thomas Richardson and Son, 1874), 213
"Assim, a observância do Domingo pelos protestantes é uma homenagem que prestam, malgrado seu, à autoridade da Igreja (Católica)."
“The Catholic Mirror” (23 de setembro de 1893)
"A Igreja Católica, por mais de mil anos antes da existência de um protestante, em virtude de sua divina missão, mudou o dia de Sábado para Domingo.
"Os adventistas são o único corpo de cristãos com a Bíblia como seu professor, que não pode encontrar nenhum mandado nas suas páginas para a mudança do dia do sétimo para o primeiro. Daí sua denominação “Adventistas do Sétimo Dia”."
Sacerdote católico T. Enright, CSSR, Kansas City, MO
"Foi a santa Igreja Católica que mudou o dia de descanso do Sábado para o Domingo, o primeiro dia da semana. E não só compeliu todos a guardar o Domingo, mas no Concílio de Laodicéia, AD 364, anatematizou aqueles que guardavam o Sábado e instou todas as pessoas a trabalharem no sétimo dia, sob pena de excomunhão."
Sacerdote católico T. Enright, CSSR, palestra em Hartford, KS (18 de fevereiro de 1884)
"Tenho repetidamente oferecido 1.000 dólares para qualquer um que possa fornecer qualquer prova da Bíblia que o Domingo é o dia que somos obrigados a observar. ... A Bíblia diz: "Lembra-te do dia de Sábado para santificá-lo", mas a Igreja Católica diz: "Não, guarde o primeiro dia da semana", e todo o mundo se curva em obediência."
Cardeal John Newman, “An Essay on the Development of Christian Doctrine” (Londres: Basil Montague Pickering, 1878), 373
"O uso de templos, e estes dedicados a santos particulares, e ornamentados em ocasiões com ramos de árvores, incenso, lâmpadas e velas, oferendas devotas pela recuperação de doenças, água benta, asilo, feriados e épocas… são todos de origem pagã e santificados pela sua adoção pela Igreja."
“Catholic Record” (01 de setembro de 1923)
"O Domingo é nossa marca de autoridade. ... A Igreja [Católica] está acima da Bíblia, e esta transferência da observância do Sábado é a prova desse facto."
Papa Leão XIII, "Praeclara Gratulationis Publicae" (A Reunião da Cristandade; 20 de junho de 1894)
"Nós possuímos sobre a terra o lugar de Deus Todo-Poderoso."
“Pope”, “Ferraris’ Ecclesiastic Dictionary”
"O Papa é uma dignidade tão grande e tão exaltado que ele não é um mero homem, mas como se fosse Deus, e o vigário de Deus."
“Our Sunday Visitor” (18 de abril de 1915), 3
"As letras inscritas na mitra do papa são estes: VICARIUS FILLII DEI, que em latim quer dizer: "Vigário do Filho de Deus”."
Carta de C.F. Thomas, chanceler do Cardeal Gibbons (28 de outubro de 1895)
"Claro que a Igreja Católica afirma que a mudança foi seu acto, ... E o acto é um sinal do seu poder e autoridade eclesiásticos em assuntos religiosos."
“American Catholic Quarterly Review” (janeiro 1883)
"O Domingo... é puramente uma criação da Igreja Católica."
"Católica American Sentinel" (Junho 1893)
"O Domingo... é apenas uma lei da Igreja Católica."
S. C. Mosna, “Storia della Domenica” (1969), 366-367
"Não o Criador do Universo em Gênesis 2:1-3, mas a Igreja Católica pode reivindicar a honra de ter concedido ao homem fazer uma pausa no seu trabalho a cada sete dias."
“The Question Box”, “The Catholic Universe Bulletin” (14 de agosto de 1942), 4
"A Igreja (Católica) mudou a observância do Sábado para o Domingo pelo direito da sua autoridade divina infalível, que lhe foi dada pelo seu Fundador, Jesus Cristo. O protestante alegando que a Bíblia é o único guia de fé, não tem mandato para a observância do Domingo. Nesta matéria, a Adventista do Sétimo Dia é a única protestante consistente."
Arthur Weigall, “O Paganismo no Nosso Cristianismo” (Nova Iorque, Os Filhos de Putnam, 1928), 145
"A Igreja fez do Domingo um dia sagrado... em grande parte porque era o festival semanal do sol; pois era uma política cristã definida assumir as festas pagãs estimadas pelas pessoas por tradição, e dar-lhes um significado cristão."
John A. O'Brien, “The Faith of Millions: the Credentials of the Catholic Religion Revised Edition”, (Our Sunday Visitor Publishing, 1974), 400-401
"Mas uma vez que o Sábado, não o Domingo, é especificado na Bíblia, não é curioso que os não-católicos, que alegam retirar a sua religião diretamente da Bíblia e não da Igreja, observem o Domingo em lugar do Sábado? Sim, claro, é inconsistente; mas esta mudança foi feita cerca de quinze séculos antes do Protestantismo nascer, e por esse tempo o costume era universalmente observado. Eles continuaram o costume, mesmo que ele repouse sobre a autoridade da Igreja Católica e não em cima um texto explícito na Bíblia. Essa observância permanece como uma lembrança da Igreja Mãe, da qual as seitas não-católicas se separaram – como um rapaz fugindo de casa, mas ainda carregando no bolso um retrato da sua mãe ou uma mecha do seu cabelo."
Retirado e traduzido de: Amazing Discoveries, "Boasts of the Roman Church about Sunday"
Fonte - O Tempo Final
Tufão na China e terremotos na Califórnia
O tufão Haikui atingiu a costa leste da China nesta quarta-feira (8), derrubou edifícios e provocou um apagão que afetou 400 mil residências, informou a imprensa local. A tormenta tocou a terra na província de Zhejiang, ao sul de Xangai. As autoridades ordenaram a saída de mais de 1,5 milhão de moradores - o número estimado anteriormente era de 1,2 milhão de pessoas -, segundo a agência oficial Xinhua. Haikui também forçou a retirada de mais de 467 mil pessoas na província de Zhejiang e de 74 mil em Jiangsu. O tufão, com fortes chuvas e ventos de até 150 km/h, entrou no litoral chinês pela aldeia de Hepu, às 3h20 locais (16h20 de Brasília). Sua chegada também começou a causar inundações. Até o momento, o governo não informou sobre vítimas provocadas pela passagem do fenômeno. Na cidade de Ningbo, dois prédios desabaram, incluindo um edifício residencial. Os bombeiros conseguiram resgatar todos os moradores, segundo as autoridades locais. (G1 Notícias)
Dois terremotos consecutivos atingiram o sul da Califórnia na noite desta terça-feira (7) - madrugada de quarta, 8, no Brasil -, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). Os tremores ocorreram em Yorba Linda, no condado de Orange: um de magnitude 4,4, por volta de 11h23 (local) e outro de magnitude 2,7. O intervalo entre os tremores não chegou a dois minutos. As autoridades não relataram danos imediatos ou vítimas. De acordo com o USGS, os terremotos foram sentidos em Santa Monica e Los Angeles. (G1 Notícias)
Fonte - Criacionismo
terça-feira, 7 de agosto de 2012
Calor extremo está se disseminando pelo planeta
O percentual da superfície terrestre atingido por temperaturas muito elevadas no verão aumentou nas últimas décadas, subindo de 1% nos anos anteriores a 1980 a até 13% nos anos recentes, segundo um novo trabalho científico.
A mudança é tão drástica, diz o estudo, que os cientistas podem dizer quase que com certeza que os eventos como a onda de calor no Texas no ano passado, a da Rússia em 2010 e a da Europa em 2003 não teriam acontecido sem o aquecimento global causado pelas emissões de gases-estufa causadas pelo homem.
Essas alegações, que vão além do consenso científico sobre o papel das mudanças climáticas como causa de eventos metereológicos extremos, foram feitas por James Hansen, estudioso do clima da Nasa, e dois coautores em um estudo publicado na revista "PNAS" ("Proceedings of the National Academy of Sciences").
"O mais importante é olhar as estatísticas e ver que a mudança é grande demais para ser natural", afirmou Hansen em entrevista.
Os resultados provocaram uma divisão imediata entre seus colegas cientistas.
Alguns especialistas dizem que ele descobriu um jeito inteligente de entender a magnitude dos eventos climáticos extremos que as pessoas têm notado ao redor do mundo. Outros sugerem que Hansen apresentou argumentos estatísticos fracos para dar suporte a suas alegações e que o estudo tem poucas informações novas.
A divisão é característica das reações fortes que Hansen tem causado no debate sobre as mudanças climáticas.
Como líder do Instituto Goddard de Estudos Espaciais em Manhattan, ele é um dos principais cientistas de clima da Nasa e guarda seus registros da temperatura terrestre ao longo dos anos. Mas ele também se tornou um ativista que marcha em protestos para pedir novas políticas de governo quanto à energia e ao clima.
O lado ativista de Hansen, que já causou sua prisão em quatro protestos, tornou-o um herói da esquerda americana. Mas também causou desconfiança entre seus colegas cientistas, que temem que suas atividades políticas estejam colocando em dúvida seus achados sobre a ciência climática.
Os chamados céticos do clima acusam Hansen de manipular os registros de temperatura para fazer o aquecimento global parecer mais severo, mas não há provas de que ele tenha feito isso.
Há tempos os cientistas creem que o aquecimento da Terra no último século, especialmente após 1980, tenha sido causado pela queima de combustíveis fósseis. Mas ainda não há certeza sobre se é possível atribuir a essa ação humana a ocorrência de eventos extremos como ondas de calor ou tempestades.
No novo estudo, Hansen compara o clima de 1951 a 1980, antes do "grosso" do aquecimento global, com os anos de 1981 a 2011.
Ele e sua equipe calcularam quanto da superfície terrestre em cada período foi submetida em junho, julho e agosto (verão no hemisfério norte) a climas extremos. Entre 1951 e 1980, só 0,2% da Terra foi atingido por calor extremo no verão. Mas de 2006 a 2011, o calor extremo cobriu de 4% a 13% do mundo.
"Isso confirma as suspeitas das pessoas de que coisas estão acontecendo com o clima. Só vai piorar", disse Hansen.
Os achados levaram a equipe dele a dizer que as ondas de calor e a seca dos últimos anos são consequência direta da mudança climática. Os autores não deram provas cabais desse processo, mas sim um argumento circunstancial de que só aquecimento pode ser a causa desses eventos extremos.
Andrew Weaver, cientistas do clima na Universidade de Victoria, no Canadá, comparou o aquecimento recente a surtos de sarampo pipocando em lugares diferentes. Como com a epidemia, disse ele, faz sentido suspeitar de uma causa comum.
Outros cientistas não concordam. Claudia Tebaldi, da organização Climate Central, diz que os achados do trabalho não são novos e que a atribuição de ondas de calor específicas ao aquecimento global não tem base sólida.
Martin Hoerling, pesquisador no National Oceanic and Atmospheric Administration dos EUA, diz que compartilha a preocupação de Hansen mas que ele está exagerando a conexão entre o aquecimento global e eventos específicos.
Hoerling publicou um estudo sugerindo que a onda de calor russa de 2010 foi consequência de variações naturais do clima. Em um novo artigo, ele diz que a seca no Texas em 2011 também teve causas naturais.
O pesquisador diz que o trabalho de Hansen confunde seca, causada por falta de chuva, com ondas de calor. "Este não é um trabalho científico sério. É uma percepção, como diz o título do artigo. Percepção não é ciência."
Fonte - Folha
A mudança é tão drástica, diz o estudo, que os cientistas podem dizer quase que com certeza que os eventos como a onda de calor no Texas no ano passado, a da Rússia em 2010 e a da Europa em 2003 não teriam acontecido sem o aquecimento global causado pelas emissões de gases-estufa causadas pelo homem.
Essas alegações, que vão além do consenso científico sobre o papel das mudanças climáticas como causa de eventos metereológicos extremos, foram feitas por James Hansen, estudioso do clima da Nasa, e dois coautores em um estudo publicado na revista "PNAS" ("Proceedings of the National Academy of Sciences").
"O mais importante é olhar as estatísticas e ver que a mudança é grande demais para ser natural", afirmou Hansen em entrevista.
Os resultados provocaram uma divisão imediata entre seus colegas cientistas.
Alguns especialistas dizem que ele descobriu um jeito inteligente de entender a magnitude dos eventos climáticos extremos que as pessoas têm notado ao redor do mundo. Outros sugerem que Hansen apresentou argumentos estatísticos fracos para dar suporte a suas alegações e que o estudo tem poucas informações novas.
A divisão é característica das reações fortes que Hansen tem causado no debate sobre as mudanças climáticas.
Como líder do Instituto Goddard de Estudos Espaciais em Manhattan, ele é um dos principais cientistas de clima da Nasa e guarda seus registros da temperatura terrestre ao longo dos anos. Mas ele também se tornou um ativista que marcha em protestos para pedir novas políticas de governo quanto à energia e ao clima.
O lado ativista de Hansen, que já causou sua prisão em quatro protestos, tornou-o um herói da esquerda americana. Mas também causou desconfiança entre seus colegas cientistas, que temem que suas atividades políticas estejam colocando em dúvida seus achados sobre a ciência climática.
Os chamados céticos do clima acusam Hansen de manipular os registros de temperatura para fazer o aquecimento global parecer mais severo, mas não há provas de que ele tenha feito isso.
Há tempos os cientistas creem que o aquecimento da Terra no último século, especialmente após 1980, tenha sido causado pela queima de combustíveis fósseis. Mas ainda não há certeza sobre se é possível atribuir a essa ação humana a ocorrência de eventos extremos como ondas de calor ou tempestades.
No novo estudo, Hansen compara o clima de 1951 a 1980, antes do "grosso" do aquecimento global, com os anos de 1981 a 2011.
Ele e sua equipe calcularam quanto da superfície terrestre em cada período foi submetida em junho, julho e agosto (verão no hemisfério norte) a climas extremos. Entre 1951 e 1980, só 0,2% da Terra foi atingido por calor extremo no verão. Mas de 2006 a 2011, o calor extremo cobriu de 4% a 13% do mundo.
"Isso confirma as suspeitas das pessoas de que coisas estão acontecendo com o clima. Só vai piorar", disse Hansen.
Os achados levaram a equipe dele a dizer que as ondas de calor e a seca dos últimos anos são consequência direta da mudança climática. Os autores não deram provas cabais desse processo, mas sim um argumento circunstancial de que só aquecimento pode ser a causa desses eventos extremos.
Andrew Weaver, cientistas do clima na Universidade de Victoria, no Canadá, comparou o aquecimento recente a surtos de sarampo pipocando em lugares diferentes. Como com a epidemia, disse ele, faz sentido suspeitar de uma causa comum.
Outros cientistas não concordam. Claudia Tebaldi, da organização Climate Central, diz que os achados do trabalho não são novos e que a atribuição de ondas de calor específicas ao aquecimento global não tem base sólida.
Martin Hoerling, pesquisador no National Oceanic and Atmospheric Administration dos EUA, diz que compartilha a preocupação de Hansen mas que ele está exagerando a conexão entre o aquecimento global e eventos específicos.
Hoerling publicou um estudo sugerindo que a onda de calor russa de 2010 foi consequência de variações naturais do clima. Em um novo artigo, ele diz que a seca no Texas em 2011 também teve causas naturais.
O pesquisador diz que o trabalho de Hansen confunde seca, causada por falta de chuva, com ondas de calor. "Este não é um trabalho científico sério. É uma percepção, como diz o título do artigo. Percepção não é ciência."
Fonte - Folha
sábado, 4 de agosto de 2012
Supertempestade solar pode matar milhões
Estudo da Academia Nacional de Ciências dos EUA diz que erupção solar poderia destruir parte essencial da rede elétrica do país, e trazer caos à sua infraestrutura
Uma gigantesca liberação de partículas geomagnéticas vindas do Sol poderia destruir mais de 300 dos 2.100 transformadores de alta voltagem que são a espinha dorsal da rede elétrica dos EUA, segundo a Academia Nacional de Ciências norte-americana. O Sol está entrando em um período de atividade intensa, conhecido como "máximo solar", que deve atingir seu auge em 2013. Por isso, há um ímpeto por parte de um grupo de agências federais para buscar maneiras de preparar os EUA para uma grande tempestade solar nesse ano.
Especialistas dos EUA estimam em até 7 por cento o risco de uma grande tempestade em 2013. Pode parecer pouco, mas os efeitos seriam tão amplos - semelhantes à colisão com um grande meteorito - que o fato tem atraído a atenção das autoridades.
Apagões isolados podem causar caos, como ocorreu em julho, na Índia, quando mais de 600 milhões de pessoas ficaram sem energia durante várias horas em dois dias consecutivos. Já um blecaute de longa duração, como o que poderia acontecer no caso de uma enorme tempestade solar, teria efeitos mais profundos e custosos.
Há discordâncias sobre o custo, mas especialistas do governo dos EUA e da iniciativa privada admitem que se trata de um problema complexo, que exige uma solução coordenada.
Um relatório da Academia Nacional de Ciências estimou que cerca de 365 transformadores de alta voltagem no território continental dos EUA poderiam sofrer falhas ou danos permanentes, que exigiriam a substituição do equipamento.
A troca poderia levar mais de um ano, e o custo dos danos no primeiro ano após a tempestade poderia chegar a dois trilhões, disse o relatório. As áreas mais vulneráveis ficam no terço leste dos EUA, do Meio-Oeste à costa atlântica, e no Noroeste do país.
A rede elétrica nacional foi construída ao longo de décadas para transportar a eletricidade ao preço mais baixo entre os locais de geração e consumo. Uma grande tempestade solar tem a capacidade de derrubar a rede, segundo o relatório dos cientistas.
De acordo com estimativas do relatório, mais de 130 milhões de pessoas nos EUA poderiam ser afetadas. Andres disse que no pior cenário a cifra de mortos poderia chegar a milhões.
Outros países também sentiriam o impacto se uma supertempestade solar atingisse seu sistema de energia, mas o dos EUA é tão amplo e interconectado que qualquer grande impacto teria resultados catastróficos no país.
Fonte - iG
Uma gigantesca liberação de partículas geomagnéticas vindas do Sol poderia destruir mais de 300 dos 2.100 transformadores de alta voltagem que são a espinha dorsal da rede elétrica dos EUA, segundo a Academia Nacional de Ciências norte-americana. O Sol está entrando em um período de atividade intensa, conhecido como "máximo solar", que deve atingir seu auge em 2013. Por isso, há um ímpeto por parte de um grupo de agências federais para buscar maneiras de preparar os EUA para uma grande tempestade solar nesse ano.
Especialistas dos EUA estimam em até 7 por cento o risco de uma grande tempestade em 2013. Pode parecer pouco, mas os efeitos seriam tão amplos - semelhantes à colisão com um grande meteorito - que o fato tem atraído a atenção das autoridades.
Apagões isolados podem causar caos, como ocorreu em julho, na Índia, quando mais de 600 milhões de pessoas ficaram sem energia durante várias horas em dois dias consecutivos. Já um blecaute de longa duração, como o que poderia acontecer no caso de uma enorme tempestade solar, teria efeitos mais profundos e custosos.
Há discordâncias sobre o custo, mas especialistas do governo dos EUA e da iniciativa privada admitem que se trata de um problema complexo, que exige uma solução coordenada.
Um relatório da Academia Nacional de Ciências estimou que cerca de 365 transformadores de alta voltagem no território continental dos EUA poderiam sofrer falhas ou danos permanentes, que exigiriam a substituição do equipamento.
A troca poderia levar mais de um ano, e o custo dos danos no primeiro ano após a tempestade poderia chegar a dois trilhões, disse o relatório. As áreas mais vulneráveis ficam no terço leste dos EUA, do Meio-Oeste à costa atlântica, e no Noroeste do país.
A rede elétrica nacional foi construída ao longo de décadas para transportar a eletricidade ao preço mais baixo entre os locais de geração e consumo. Uma grande tempestade solar tem a capacidade de derrubar a rede, segundo o relatório dos cientistas.
De acordo com estimativas do relatório, mais de 130 milhões de pessoas nos EUA poderiam ser afetadas. Andres disse que no pior cenário a cifra de mortos poderia chegar a milhões.
Outros países também sentiriam o impacto se uma supertempestade solar atingisse seu sistema de energia, mas o dos EUA é tão amplo e interconectado que qualquer grande impacto teria resultados catastróficos no país.
Fonte - iG
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
"O tempo presente é de dominante interesse para todo o vivente. Governadores e estadistas, homens que ocupam posições de confiança e autoridade, homens e mulheres pensantes de todas as classes, têm sua atenção posta nos acontecimentos que tomam lugar ao nosso redor. Estão observando as relações que existem entre as nações. Eles examinam a intensidade que está tomando posse de cada elemento terreno, e reconhecem que algo grande e decisivo está para acontecer — que o mundo está no limiar de uma crise estupenda." — Profetas e Reis, 537. #EP
terça-feira, 31 de julho de 2012
Gráficos Proféticos 2
Nota DDP: Clique aqui para download dos gráficos.
Os materiais gentilmente encaminhados pelo irmão Carlos Santana, antigo parceiro deste espaço, são os frutos de sua dedicação pessoal no estudo das Escrituras Sagradas e do Espírito de Profecia, o que deve, antes de mais nada, aguçar nossa disposição em nos debruçarmos sobre estas mesmas fontes, clamando pela intervenção do Santo Espírito, de forma a não somente compreendermos e dominarmos as questões proféticas assentadas no arcabouço de convicções dos adventistas do sétimo dia, mas também nos desafiar a conhecer as possibilidades onde ainda não exista interpretação "oficial" e, acima de tudo, estarmos disponíveis às verdades pertinentes ao tempo em que vivemos, que o Senhor ainda há de nos revelar. Outros gráficos podem ser acessados aqui e, outros materiais do mesmo autor, aqui ("O Tempo de Deus") e aqui ("Crise Econômica - 2008").
(Via @CarlosSantana)
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Membros da Igreja Adventista são hostilizados na Ucrânia
Nota Michelson Borges: Membros da Igreja Adventista foram hostilizados e amaldiçoados na Ucrânia pela igreja tradicional do país, a Igreja Católica Ortodoxa. Apesar de a Ucrânia ser um país de considerável liberdade religiosa, os adventistas estavam em um pequena tenda, divulgando materiais do canal de TV Novo Tempo e entregando livros, revistas e folhetos a quem quisesse recebê-los, quando uma procissão se dirigiu até eles e os líderes religiosos jogaram água benta, amaldiçoando os adventistas e dizendo que os destruiriam se não parassem com aquilo. Oremos pelos adventistas da Ucrânia e por nós mesmos, pois isso é apenas uma pequena amostra do que vai acontecer logo, em escala global. (Colaboração: Fernando de Andrade)
domingo, 29 de julho de 2012
Duzentos mil muçulmanos se convertem a Cristo
Xeiques, imans, líderes islâmicos e devotos comuns desafiam a morte e o ostracismo
WASHINGTON, EUA — Não é fácil deixar o islamismo num país muçulmano.
Pode colocar sua liberdade e a própria vida em risco.
Mas milhares estão fazendo isso, de acordo com um livro recente escrito por Jerry Trousdale, diretor de ministérios internacionais de City Team International. Aliás, ele escreve no livro “Miraculous Movements: How Hundreds of Thousands of Muslims Are Falling in Love With Jesus” (Movimentos Miraculosos: Como Centenas de Milhares de Muçulmanos Estão se Apaixonando por Jesus), uns 200.000 muçulmanos se converteram ao Cristianismo nos últimos seis anos. E eles incluem xeiques, imans, líderes muçulmanos e devotos comuns da religião muçulmana.
“Há um descontentamento e desânimo tremendo entre as próprias pessoas que mais conhecem o Corão e que estão desesperadas em busca de certezas em sua própria religião”, diz Trousdale.
City Team tem locais na Califórnia, Pensilvânia e Oregon e parcerias em 42 países no mundo inteiro. Desde 1998, a organização vem cuidando de pessoas no mundo inteiro treinando, equipando, mentorando e preparando líderes locais para cuidar dos que estão em necessidade em suas comunidades. Isso inclui treinar 600.000 novos cristãos que iniciaram 18.000 novas igrejas nos sete anos passados.
“Estamos iniciando um modo totalmente novo de pensar sobre a natureza da igreja”, diz Trousdale. “O modelo da igreja que está emergindo é muito diferente da igreja tradicional. Os movimentos discipuladores estão alcançando nações inteiras no mundo. É incrivelmente emocionante ser parte de um movimento onde vemos a vida das pessoas sendo radicalmente transformada pelo Evangelho”.

Ele crê que o que vem aprendendo com essa experiência pode tornar qualquer pessoa mais eficiente no compartilhamento do Evangelho — onde quer que ela esteja.
“Este livro, essas pessoas e os testemunhos miraculosos são de verdade!” exclama Chip Ingram, pastor sênior da Igreja Cristã de Ventura. “Há um movimento de Deus de mudança de paradigmas que toda e qualquer pessoa que tem o compromisso de fazer discípulos tem de ler e aplicar”.
Trousdale diz que viu mesquitas inteiras se convertendo ao Cristianismo. Ele conta de dois fazedores de discípulos que se recusaram a desistir de certa cidade que havia martirizado cinco cristãos.
Dentro de sete anos, havia sete igrejas na cidade.
O livro também documenta relatos de muçulmanos que estão descobrindo Jesus em sonhos e visões.
Fonte - WND
Tradução - Júlio Severo
WASHINGTON, EUA — Não é fácil deixar o islamismo num país muçulmano. Pode colocar sua liberdade e a própria vida em risco.
Mas milhares estão fazendo isso, de acordo com um livro recente escrito por Jerry Trousdale, diretor de ministérios internacionais de City Team International. Aliás, ele escreve no livro “Miraculous Movements: How Hundreds of Thousands of Muslims Are Falling in Love With Jesus” (Movimentos Miraculosos: Como Centenas de Milhares de Muçulmanos Estão se Apaixonando por Jesus), uns 200.000 muçulmanos se converteram ao Cristianismo nos últimos seis anos. E eles incluem xeiques, imans, líderes muçulmanos e devotos comuns da religião muçulmana.
“Há um descontentamento e desânimo tremendo entre as próprias pessoas que mais conhecem o Corão e que estão desesperadas em busca de certezas em sua própria religião”, diz Trousdale.
City Team tem locais na Califórnia, Pensilvânia e Oregon e parcerias em 42 países no mundo inteiro. Desde 1998, a organização vem cuidando de pessoas no mundo inteiro treinando, equipando, mentorando e preparando líderes locais para cuidar dos que estão em necessidade em suas comunidades. Isso inclui treinar 600.000 novos cristãos que iniciaram 18.000 novas igrejas nos sete anos passados.
“Estamos iniciando um modo totalmente novo de pensar sobre a natureza da igreja”, diz Trousdale. “O modelo da igreja que está emergindo é muito diferente da igreja tradicional. Os movimentos discipuladores estão alcançando nações inteiras no mundo. É incrivelmente emocionante ser parte de um movimento onde vemos a vida das pessoas sendo radicalmente transformada pelo Evangelho”.

Ele crê que o que vem aprendendo com essa experiência pode tornar qualquer pessoa mais eficiente no compartilhamento do Evangelho — onde quer que ela esteja.
“Este livro, essas pessoas e os testemunhos miraculosos são de verdade!” exclama Chip Ingram, pastor sênior da Igreja Cristã de Ventura. “Há um movimento de Deus de mudança de paradigmas que toda e qualquer pessoa que tem o compromisso de fazer discípulos tem de ler e aplicar”.
Trousdale diz que viu mesquitas inteiras se convertendo ao Cristianismo. Ele conta de dois fazedores de discípulos que se recusaram a desistir de certa cidade que havia martirizado cinco cristãos.
Dentro de sete anos, havia sete igrejas na cidade.
O livro também documenta relatos de muçulmanos que estão descobrindo Jesus em sonhos e visões.
Fonte - WND
Tradução - Júlio Severo
sexta-feira, 27 de julho de 2012
quinta-feira, 26 de julho de 2012
A religião global da URI
Um claro exemplo da multiplicidade unitária da URI e de seus tentáculos está na relação próxima que têm com acionistas majoritários das Organizações Ford e ex-dirigentes da KGB, políticos do partido republicano dos EUA e militantes socialistas na América Latina. Em outubro de 2010, em Florianópolis, foi realizado o Seminário Internacional de Tecnologia para a Mudança Social [1], promovido por diversas organizações nacionais e regionais, entre elas o ICom (Instituto Comunitário Grande Florianópolis), além de grandes empresas como o Grupo RBS, Fundação Social Itaú, Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho, UN Volunteers, entre outras. Sob o slogan “Together is better”, o evento propunha-se a:
“construir uma presença digital relevante e aproveitar os meios tecnológicos disponíveis para propagar sua causa social".
“As organizações da sociedade civil devem utilizar as tecnologias como um meio de mobilizar recursos, atrair e gerenciar voluntários e prestar contas para todos os seus públicos. A internet é hoje o meio mais rápido e efetivo de estabelecer relacionamentos e formar redes sociais”.[2]
A causa social, neste caso, é o grande mote. A mensagem do evento é um resultado da apropriação empresarial da proposta da mudança social e promoção de uma nova cidadania com ênfase na utilização da tecnologia para melhorar as relações sociais e, com isso, angariar mais negócios dinamizando a economia. Este é um perfeito exemplo de ação positiva de empresas, ongs e instituições públicas, unidas para uma causa aparentemente única e benéfica para todos. A mensagem principal da campanha, dessa forma, aparenta não só uma proposta inofensiva mas algo natural e de um elevado grau de boa intenção. É necessário, porém, que analizemos profundamente as relações por trás de toda essa benevolência apostolar.
Não há novidade nenhuma nesta retórica. Toda essa argumentação está presente na maioria dos movimentos sociais influenciados pela filosofia humanista e os seus descendentes, mais precisamente pelo novo humanismo promovido por intelectuais e políticos globalistas como Salvatore Puledda e Mikhail Gorbachev.
O destaque do seminário foi a presença de um palestrante internacional, o professor Emmet D. Carson, presidente e fundador da Sillicon Valley Community Foundation, considerado uma das principais lideranças do terceiro setor (ongs) nos Estados Unidos. Carson é responsável pela gestão de mais de 1500 fundos de investimento social de empreendedores da área de tecnologia e de empresas como eBay, Google e Sun Microsystems.
A Sillicon Valley Community tem publicado a lista das doações que faz em seu Relatório Anual. Eis um dado revelador, descoberto pelo jornalista americano Lee Penn [3]: no ano de 2000, consta a doação de cerca de US$1 milhão para uma organização chamada United Religions Initiate (URI). A Sillicon Valley Community não é a única organização empresarial que faz doações à URI. Descendo ainda mais os degraus do intrincado mundo oculto das finanças e ONGs, encontramos enfim, o fundo falso que há no subterrâneo das relações institucionais vigentes, até nos depararmos com o sinistro significado por trás das belas palavras ditas nas palestras do Sr. Carson.
É possível que Emmett Carson nem desconfie, mas a organização que ele preside faz anualmente doações milionárias para uma organização com objetivos macabros e, como mostrarei a seguir, realmente satânicos.
Muitos dizem que a URI busca ter o status da ONU. Ora, mas ela é parte dessa grande rede de ONGs que formam a mais cara das ONGs, nas palavras de Heitor de Paola. As ideias difundidas pela URI vêm se espalhando pelo mundo desde o século XIX, mas só na década de 1990 é que surgiu como entidade jurídica. Desde então a organização tem arrecadado todos os anos somas milionárias por meio de 72 organizações diretas e mais de 500 Círculos de Cooperação fixados em 167 países. No livro False Dawn, ainda não publicado no Brasil, o jornalista Lee Penn desmembra toda a teia de relações envolvendo essa grande ONG.
Essa organização gigantesca tem entre seus objetivos públicos o relacionamento e a integração entre as várias religiões afim de criar uma “cultura de paz, justiça e igualdade para todos os seres vivos”. Entre as ações propostas pelo grupo para chegar a esse objetivo, Lee Penn lista as seguintes:
1. Limitar a evangelização cristã em nome da promoção interreligiosa da paz;
2. Marginalizar os cristãos conservadores como intolerantes e fundamentalistas;
3. Preparar o caminho para uma nova espiritualidade global que possa acomodar formas mais domésticas das atuais religiões e movimentos espirituais;
4. Promover uma nova “ética global” coletivista;
5. A idéia de que o principal objetivo da religião é a reforma social a serviço de Deus;
6. A idéia de que todas as religiões e movimentos espirituais são iguais, verdadeiros, e igualmente eficazes como caminho para a comunhão com Deus;
7. Controle populacional – especialmente no Terceiro Mundo;
8. Elevar a respeitabilidade de cultos como ocultismo, bruxaria, theosofia, e outras formas discriminadas de religião [4];
A URI foi fundada pelo bispo episcopal da Califórnia William Swing, em 1995, e suas idéias têm atraído um número gigantesco de grupos ativistas dos mais diversos. Por mais diversos que sejam, entretanto, têm demonstrado uma impressionante capacidade de desarmar conflitos entre eles em prol de objetivos comuns. Entre os tipos de grupos apoiadores da URI estão:
Dalai Lama e religiosos apoiadores do regime chinês;
pró-gays e anti-gays seguidores da Revolução Chinesa;
muçulmanos radicais e feministas radicais;
fundações capitalistas e partidos comunistas;
entidades de George Soros e George W. Bush.
Não é preciso dizer que grupos como estes dificilmente se entendem em suas zonas de influência. Mas a URI tem uma estranha capacidade para agregar acólitos dos mais díspares. Essa propensão à “diversidade para a unidade” demonstrada pela URI, é fruto de uma articulação e conciliação entre diferentes objetivos em comum. Trata-se de um grupo que vê a multiplicidade de religiões como um fator de exclusão e de divisão dos seres humanos. Para minimizar os efeitos nocivos da separação entre as pessoas, a URI milita em uma causa que, em última instância, promove uma religião internacional, uma fé única e universalista a ser imposta para todo o Planeta.
A forma mais fácil de fazer isso, segundo a maioria dos religiosos que pertencem a entidades ligadas a este grande grupo, seria mesclar os conhecimentos adquiridos pelas várias religiões de modo que se crie um “conhecimento único”, uma “multi-fé”, sem dogmas e de um certo modo planetária, que una os homens em uma cultura de paz independente de denominações religiosas. A URI não prega somente um sincretismo religioso tal como o Brasil conhece, nomeadamente, entre catolicismo e umbanda. Busca uma mudança muito mais profunda no entendimento do que seja religião. Mostraremos como por diversos motivos a URI trabalha para a extinção de todas as religiões atuais, mediante o esvaziamento do seu conteúdo simbólico, descaracterização de dogmas e desvinculação das almas aos seus lugares de origem, para enfim criar dentro do espírito humano uma necessidade vazia de fé, cuja mais nobre forma reside em uma crença relativista na universalidade e multiplicidade do cosmos.
A origem, porém, deste pensamento, está longe de ter motivações pacíficas e de união das religiões. Entre os principais teóricos orientadores e fundadores de grupos pertencentes a URI estão ocultistas e satanistas como Helena Blavatsky, Alice Bailey, Aleister Crowley, entre muitos outros. E seus continuadores têm relacionamentos tão promíscuos com sociedades secretas (ou meramente discretas) que aliam-se desde a poderosas organizações capitalistas a perigosos grupos revolucionários e comunistas; em todos os países do mundo, sua causa é compartilhada tanto entre partidos de direita quanto de esquerda. Um claro exemplo dessa multiplicidade unitária da URI e de seus tentáculos está na relação próxima que têm com acionistas majoritários das Organizações Ford e ex-dirigentes da KGB, políticos do partido republicano dos EUA e militantes socialistas na América Latina. Essa teia de relações, como veremos, é um emaranhado de convivências tenebrosas entre o pior do conhecimento que o homem já produziu e a tentativa de perpetuação dos maiores erros da humanidade.
A origem da URI
A United Religions Initiate foi fundada oficialmente pelo bispo episcopal da Califórnia, William Swing, em 1995. A iniciativa da organização existia já há cinco anos e cerca seus primeiros fundadores foram não mais do que 55 pessoas. Mas o fundamento principal, motivo verdadeiramente fundador da URI teve início ainda no século XIX, no I Parlamento Mundial das Religiões, um encontro que ocorreu na cidade de Chicago, em setembro de 1893 [5]. O evento marcou o início do diálogo entre as religiões de todo o mundo e deu origem a uma agenda que iria ter continuidade pelos próximos séculos. Cem anos depois, em 1993, o Parlamento reuniu-se novamente, também na cidade de Chicago, quando já havia sido formado o Conselho do Parlamento das Religiões. Em 1993, o evento contou com cerca de 8 mil pessoas e tem sido organizado sem periodicidade certa, em diversas cidades pelo mundo.
O principal objetivo desse parlamento fora a elaboração da Declaração das Religiões para a Ética Global. Em uma introdução explicativa à sua proposta para essa declaração, o teólogo ecumênico holandês Hans Küng, autor do livro Projeto de Ética Mundial, escreveu em 1992 [6]:
Depois de duas guerras mundiais, do colapso do fascismo, nazismo, comunismo e colonialismo, e do fim da guerra fria, a humanidade entrou numa nova fase de sua história. Ela tem hoje suficientes recursos econômicos, culturais e espirituais para instaurar uma ordem mundial melhor. Mas novas tensões étnicas, nacionais, sociais e religiosas ameaçam a construção pacífica de um mundo assim. Nossa época experimentou um progresso tecnológico nunca antes ocorrido, e, no entanto ainda somos confrontados pelo fato de que a pobreza, a fome, a mortalidade infantil, o desemprego, a miséria e a destruição da natureza, em âmbito mundial, não diminuíram, mas aumentaram. Muitas pessoas estão ameaçadas pela ruína econômica, desordem social, marginalização política e pelo colapso nacional.
Em outro ponto, ele sustenta ainda:
Nosso planeta continua a ser impiedosamente pilhado. Um colapso dos ecossistemas nos ameaça. Repetidamente, vemos líderes e membros de religiões incitar a agressão, o fanatismo, o ódio e a xenofobia – e até inspirar e legitimar conflitos violentos e sangrentos. A religião é muitas vezes usada apenas para fins de poder político, incluindo a guerra.
O Parlamento Mundial das Religiões, ou das Religiões do Mundo, defende, portanto, a co-existência entre as religiões e a paz entre os seres humanos. Propõe que o mundo caminha para uma época próspera, devido os avanços científicos e tecnológicos, e que esta nova era seria incompatível com antigas visões de mundo que mais separam os homens do que unem.
Daqui para frente, as soluções para os novos problemas devem ser, por sua vez, igualmente novas.
Novamente temos afirmações claramente bem intencionadas e, em certa medida, acalentadoras para a humanidade. Mas, como já disse antes, a mensagem verdadeira está oculta entre verbos e adjetivos, entre nomes e sobrenomes, dilemas e soluções. O parágrafo anterior bem que poderia ser dito de outra forma, sem tantas benesses ou agrados ao gênero humano. No jargão acadêmico e científico de nosso tempo, a expressão “mudança de paradigma”, possivelmente tirada de Thomas Kuhn, ganhou uma nova feição, esotérica, mística e existencial. Tal expressão cabe perfeitamente na crença alegada pelos teóricos do Parlamento das Religiões de que um novo período se aproxima e de que as antigas soluções não podem mais resolver os supostos novos impasses. Nem o mundo empresarial ficou livre desse jargão que em toda parte ecoa, como um mantra, nos corredores das corporações, órgãos públicos, terceiro setor, etc.
Poucos se atém, porém, à origem desse termo, ou ainda, a origem da idéia que o termo enceta. Há muitos escritores que admitem que o começo disso tudo está no esoterismo de inspiração oriental que tão rapidamente tem tomado de assalto o mundo cultural do Ocidente.
O chamado Movimento Nova Era, do qual a URI se apropria do conteúdo,constitui-se hoje de um emaranhado de seitas e grupos esotéricos que crêem em uma mudança astral que daria início à Era de Aquários. Esse novo período, segundo a profecia astrológica, irá trazer paz e prosperidade à humanidade como nunca houve. A Nova Era e todas as suas subdivisões, é uma fusão de crenças e teorias metafísicas que mistura influência oriental, crenças espiritualistas, animistas e paracientíficas. Sua proposta é a criação de um modelo de consciência moral e social, mediante orientações psicológicas, resultando no amálgama entre Natureza, Cosmos e o Homem.
Não é coincidência o fato de que muitos princípios dos movimentos Nova Era tenham íntima concordância com as idéias propostas pelo Parlamento das Religiões, que culminaram na fundação da URI, pois ambos defendem uma nova ética global e universalista. Além de reunir as principais religiões do mundo, o Parlamento, assim como o Conselho das Religiões formado por ele, integrou, desde sua origem, teóricos fundadores das principais seitas esotéricas e ocultistas do século XIX. Não podemos esquecer que muitas dessas seitas participantes, ainda hoje ativamente dos movimentos que orientam o Conselho das Religiões e a URI, objetivavam em seu início a inversão das crenças cristãs.
A URI não cessa de trabalhar para implantar a sua religião global. Desde o início de suas atividades, tem arrecadado dinheiro e acólitos no serviço ao qual se propôs. Em fevereiro de 1996, o bispo William Swing iniciou uma longa jornada ao redor do mundo, onde se encontrou com lideranças religiosas que incluem a Madre Teresa de Calcutá, o Dalai Lama, o arcebispo anglicano de Canterbury, o arcebispo Fittzgerald, o cardeal Arinze do Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso e o próprio papa João Paulo II.
Vejamos então, o que mais diz a URI sobre si mesma:
Em junho de 1996, aconteceu a I Conferência Mundial da URI, com 55 pessoas. A partir daí, seu crescimento tem sido vertiginoso. Hoje, está presente em mais de 167 países. Um mutirão de líderes religiosos dos cinco continentes escreveu sua Carta Fundacional. Em julho de 2000, a Carta da Iniciativa das Religiões Unidas foi assinada, com peregrinações de caminhadas e celebrações da paz entre as religiões, nas vilas, cidades e metrópoles em todo o mundo, marcando o início oficial da URI. A Iniciativa das Religiões Unidas é uma rede global dedicada à promoção permanente da cooperação inter-religiosa.
Seu objetivo é colocar um fim à violência por motivos religiosos, cultivar culturas de paz e cura para a Terra e todos os seres vivos. A cura da terra traz em si todo o desafio da questão ecológica, da necessidade do uso sustentável dos recursos do planeta, ameaçados pelo mau uso. Diz respeito, também, às relações injustas entre países e povos e à distribuição desigual das riquezas.
Sendo “uma iniciativa global por mudanças, a URI é um convite à participação de todos, procurando trazer as religiões e as tradições espirituais a uma mesa comum, a um encontro global permanente e cotidiano, no qual, a partir das peculiaridades de cada um, seja possível buscar a paz entre as religiões e trabalhar juntos pelo bem de toda a vida e para a cura do mundo”.
Ela não quer se tornar uma espécie de nova religião mundial ou a porta-voz única das religiões. Faz parte de seus princípios, estimular cada pessoa a enraizar-se profundamente em sua própria identidade religiosa. O seu fundador argumenta que, “da mesma forma que as Nações Unidas não são uma nação, as Religiões Unidas não serão uma religião”.
Dela podem fazer parte todas as pessoas e grupos que aceitam o Preâmbulo, o Propósito e os Princípios da Carta de Fundação, assinada no Encontro Estadual de URI dia 01/06 2000, por meio um Círculo de Cooperação (CC) que a partir do Preâmbulo, do Propósito e dos Princípios, tem autonomia e responsabilidade de condução e escolha de atuação.
As condições de criação de um CC são, ao menos, reunir sete membros, representando no mínimo três religiões, expressões espirituais ou tradições indígenas. Como a URI é auto-organizativa, cada CC pode escolher a forma de agir na sociedade e determinar o que quer fazer. Há grupos que trabalham das mais variadas formas e na mais diversas atividades: AIDS, mulheres, direitos humanos, meio-ambiente, justiça e paz… tudo o que contribua para a segurança, a felicidade e o bem estar de toda a vida.
...Entre as quase centenas de entidades parceiras comuns estão grupos que vão desde os internacionais como a União Européia, IANSA – International Action Network on Small Arms, IBM International Newcomers Club Knoll, USAID – United States Agency for International Development, Embaixada Britânica; até os mais atuantes órgãos e empresas do Brasil como o SESC, SESI, Banco do Brasil, Instituto Moreira Salles, Instituto Ayrton Senna, Fundação Roberto Marinho e muitas outras. Além disso, conta com o apoio institucional do estado brasileiro por meio dos Ministério da Justiça e da Cultura, OAB, INSS, Polícia Militar do Rio de Janeiro e secretarias estaduais por onde tem atividades.
Lendo e relendo os sites deste emaranhado de relações entre ongs nacionais e internacionais, passando por esta infinidade de entidades e grupos privados, já é possível compreendermos o tamanho do problema. Ocorre que, por trás das belas palavras, encontramos o alçapão que permeia todo o fundamento ou os fundamentos que regulam as Cartas da URI e, por meio delas, milhares de mentes pelo mundo. Desde os primórdios da proposta interreligiosa, as principais fontes teóricas e inspirações para o mundo de maravilhas almejado pela URI, são nomes como Crowley, Blavatsky, Bailey, Leary e tantos outros que, como sabemos, fazem parte do covil de culpados pelos maiores erros da humanidade. Alguns deles, porém, passam por processo de grande aceitação pública, embora quem as estude a fundo saiba exatamente do que se trata. Ao que tudo indica, o pior nos espera.
Notas:
[1] Site oficial do evento: http://seminariotib.org.br/
[2] Lucia Dellagnelo, coordenadora geral do ICom – Instituto Comunitário Grande Florianópolis, um dos realizadores do seminário”. http://seminariotib.org.br/release-florianopolis-promove-seminario-internacional-sobre-tecnologia-para-mudanca-social/
[3] PENN, Lee. False Dawn. 2009.
[4] www.uri.org
[5] Site official do Parlamento Mundial das Religiões: http://www.parliamentofreligions.org
[6] Texto na íntegra pode ser lido em http://www.comitepaz.org.br/religioes_1.htm
Fonte - Mídia Sem Máscara
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