segunda-feira, 27 de agosto de 2012

Supermercados podem ser proibidos de abrir domingo

Os supermercados de Belo Horizonte podem ser proibidos de funcionar aos domingos caso o Projeto de Lei nº 2349, do vereador Leo Burguês, seja aprovado pela Câmara Municipal. A ideia é que apenas pequenos comércios alimentícios, como sacolões e açougues com até dois caixas, tenham autorização para funcionar. O projeto não afeta o comércio em geral.

O autor do projeto explica que se baseou em um abaixo-assinado com mais de 20 mil nomes de funcionários e seus familiares que pediam o fechamento dos supermercados aos domingos. Segundo ele, as principais alegações são a necessidade de passar o dia de folga com a família e questões religiosas. "Os trabalhadores dizem que eles têm folga no meio da semana, quando a família não está reunida", explica Burguês.

O Sindicato dos Comerciários, que também representa os trabalhadores dos supermercados, apoia a ideia. De acordo com o diretor de relações sindicais da entidade, Edilson de Souza, a folga aos domingos é reivindicação antiga da categoria. "Estamos batendo palmas para este projeto. O empregado fica cansado, estressado, trabalhando aos domingos. Nem a folga no meio da semana compensa", diz.

Ele afirma que a categoria pode negociar algumas exceções, como a abertura das lojas nos domingos que antecedem datas comemorativas, por exemplo.

Os supermercados não foram consultados pelo vereador para a elaboração do projeto. Ontem, a Associação Mineira de Supermercados (Amis) foi procurada pela reportagem, mas não se manifestou.

Na próxima segunda-feira haverá uma audiência pública na Câmara para discutir o assunto. Foram convidados representantes dos trabalhadores, dos consumidores, dos supermercados e do Ministério Público do Trabalho.

O projeto foi apresentado anteontem na Câmara e deve ir a plenário já em setembro, de acordo com Léo Burguês.

Hábito. O vereador reconhece que o domingo é um dos dias de maior movimento nos supermercados, mas acredita que a população pode mudar este hábito e fazer compras em outros dias da semana.

Ele diz que, aos domingos, parte do faturamento que era dos supermercados pode migrar para os pequenos comércios de alimentos, que poderão funcionar.

Setor não encontra mão de obra

O fim do expediente aos domingos pode ser um aliado das redes de supermercado na hora de contratar. Essa é a opinião do diretor de relações sindicais do Sindicato dos Comerciários, Edilson de Souza. "Ninguém quer trabalhar em supermercado porque o salário é baixo e o expediente é muito puxado. Se liberar o domingo, a mão de obra volta", afirma o sindicalista.

O vereador Léo Burguês tem opinião semelhante. "Os empresários vão ter funcionários mais satisfeitos", afirma. Segundo ele, o projeto afeta diretamente 40 mil trabalhadores e suas famílias.

Souza diz que o problema se agravou no último ano, com a migração dos trabalhadores para outras atividades.

"As mulheres que trabalhavam no caixa estão preferindo trabalhar em casa de família para ganhar melhor e não ter que trabalhar no domingo", afirma. (APP)

Fonte - O  Tempo

Nota DDP: É interessante notar que o padrão de justificativas para adoção do domingo como dia de descanso tem se alastrado por várias frentes, como se nota nesta informação vinda de Belo Horizonte. Duas conclusões primeiras devem ser consideradas: inicialmente que o argumento a favor do domingo calcado sobre a família e o emprego têm a mesma fonte repetidora (Vaticano), sendo que em última instância não pode ser ignorado como a opinião pública no mundo todo está sendo preparada para aceitar esse dia como de descanso unificado para a sociedade.

sexta-feira, 24 de agosto de 2012

EUA podem entrar em recessão em 2013

WASHINGTON - A economia dos Estados Unidos vai cair em recessão em 2013 se o Congresso não agir na questão fiscal e evitar cortes mais profundos dos gastos governamentais, afirmou o Escritório de Orçamento do Congresso (CBO, na sigla em inglês) em sua previsão econômica divulgada nesta quarta-feira, possivelmente a última antes das eleições de novembro.

Em sua previsão orçamentária divulgada duas vezes por ano, o Escritório disse que o crescimento da economia norte-americana vai cair 0,5% em 2013, enquanto a taxa de desemprego vai ficar ao redor dos 9%. Se a lei atual for mantida, o déficit orçamentário vai melhorar substancialmente no próximo ano como resultado de uma elevação programada das alíquotas fiscais e reduções nos gastos federais, caindo para US$ 641 bilhões, ou 4,0% do Produto Interno Bruto (PIB).

A perspectiva é menos sombria para o ano fiscal de 2012, que termina em cerca de seis semanas. A agência disse que o déficit orçamentário para o ano fiscal será de US$ 1,1 trilhão, uma leve melhora em relação à previsão de déficit de US$ 1,2 trilhão feita em janeiro. A taxa de desemprego vai ficar ao redor dos 8,2% no final do ano fiscal, abaixo dos 8,8% previstos em janeiro, enquanto o crescimento econômico vai totalizar 2,1% no ano, acima dos 2% de expansão econômica calculados no documento anterior.

O CBO reconhece que sua previsão para 2013 foi dificultada pelas incertezas sobre um série de faixas de tributação e políticas de gastos. O Escritório diz que se as alíquotas fiscais atuais forem renovadas indefinidamente e os cortes orçamentários não forem cumpridos, o déficit vai atingir US$ 1 trilhão no ano fiscal de 2013, mas o crescimento econômico chegaria a 1,7%, enquanto que a taxa de desemprego cairia para cerca de 8% até o final do ano.

Atualmente, as alíquotas de imposto de renda federais, bem como taxas incidentes sobre dividendos e ganhos de capital devem aumentar já que os cortes de impostos da era Bush terminam no final do ano. Os impostos estaduais também vão subir, o corte de impostos sobre a folha de pagamento será encerrado e a expansão dos benefícios federais para desempregados também chegará ao fim. Os gastos federais cairão em US$ 110 bilhões em 2013, como resultado de um acordo para a redução do déficit, feito no ano passado.

Ainda existe uma considerável divisão entre os partidos políticos sobre se a proporção dessas políticas deve ser renovada e analistas políticos preveem pouca ação nesse sentido antes do final do ano. As informações são da Dow Jones. 

Fonte - Estadão

EUA emitem alerta para "tempestade solar do século"

O Congresso dos Estados Unidos alertou os norte-americanos para a necessidade de se prepararem para uma forte tempestade solar, após alerta da NASA.

O Congresso dos Estados Unidos fez um alerta aos norte-americanos para estes se prepararem para aquilo que está a ser denominado como a "tempestade solar do século". Num documento elaborado pelos parlamentares, foi pedido às comunidades locais para se precaverem com os recursos necessários de modo a poderem abastecer as populações com um mínimo de energia, alimentos e àgua em caso de emergência. De igual modo, é destacada a importância de tomar medidas de prevenção adequadas a este tipo de fenómenos, articuladas entre as comunidades vizinhas, uma vez que é necessária uma boa coordenação entre todos.

Segundo avança o jornal espanhol "ABC", o texto do Congresso também cita várias informações elaboradas pela Protecção Civil, pelo regulador de energia eléctrica e pelo Departamento de Segurança Nacional dos Estados Unidos, explicando a forma de atuar perante estes fenómenos. O objectivo é incentivar as práticas preventivas, bem como definir a natureza da ameça, de forma a que os cidadãos possam estar preparados.

Espanha, Alemanha, França e Reino Unido, são alguns dos países que, tal como os Estados Unidos, já estão a tomar "importantes medidas ao nível da prevenção".

Este mês a NASA alertou para que, em 2013, o Sol chegará a uma fase do seu ciclo onde grandes explosões e tempestades solares serão mais prováveis e deverão afetar o nosso planeta.

O Sol tem ciclos solares com média de 11 anos e atualmente estamos numa fase de aumento da atividade, o que se traduz em maior número de manchas na superfície da estrela. É possível que haja outros ciclos mais longos, mas só existem registos das manchas solares desde meados do século XVIII. Por isso, é difícil fazer previsões sobre a atividade da nossa estrela.

Fonte - DN Ciência

Pesquisadora árabe mostra o outro lado do conflito na Síria


A maioria dos sírios deseja a manutenção da ordem e da paz na Síria e acredita que apenas o Presidente Bashar Al Assad pode manter esta ordem e fortalecer as instituições do país. A Síria que eu conheço e que visito e convivo há mais de 35 anos tem uma população que tem um alto grau de politização e conhece muito bem as dificuldades e os estigmas que vivem tanto o povo, quanto o governo da Síria. Por convicção, defendem o princípio da soberania nacional, da autodeterminação e da não ingerência estrangeira.


O cidadão sírio tem consciência e critica a corrupção e morosidade da atual máquina burocrática deste governo da Síria; deseja reformas, deseja o combate à corrupção, mas entende que esta luta deve se processar de forma pacífica, as mudanças têm que ser construídas e o governo de Bashar Al Assad está empenhado nestas reformas.

A população síria está acostumada com conforto, segurança, estabilidade. País predominantemente agrícola, tem no trigo, algodão de fibra longa e no azeite a base de sua produção. Em seu subsolo, possuí petróleo e gás. Enfrenta problemas políticos que impedem a modernização de suas refinarias e a prospecção de suas riquezas.

A vocação de hospitalidade somada à rica e milenar história da Síria despertou o setor de turismo nos últimos anos. O investimento em estradas, em hotelaria e em serviços, vinha fomentando o turismo do mundo inteiro para a Síria. É um país distribuidor de bens e serviços para todo o mundo árabe seja da Península Arábica, seja do Norte da África.

Não é uma sociedade perfeita. Transitou do socialismo ao quase capitalismo em menos de 12 anos. A Síria dos últimos 42 anos saiu da miséria e do feudalismo para um socialismo e uma prosperidade cada vez mais visível em cada um de seus cidadãos. O país mais laico do Oriente Médio teve na educação a base do seu desenvolvimento.

Foi este regime, no período do pai Hafez Assad que conseguiu implantar a reforma agrária (anos setenta) e os Sírios sunitas, grandes proprietários de terras e pertencentes ás famílias tradicionais, imigraram para a Europa e EUA. Alguns dos filhos destes sírios sonham em retornar… Mas apenas para promover a deposição do regime e ocupar o poder.

A Síria hoje tem uma população de 22 milhões de habitantes; a maioria de 70% é de muçulmanos sunitas; e os demais são 13% Alauítas; 12% de cristãos; e 5% de drusos, turcomanos e outros.

Os grupos rebeldes que foram cooptados pelo eixo EUA, Israel, OTAN e CCG [Conselho de Cooperação do Golfo], não representavam nem 1% da população síria, no início das manifestações. Mas com o acirramento dos enfrentamentos, com o dinheiro rolando solto e com as armas sendo distribuídas em abundancia, e recebendo aplausos da comunidade internacional, sentiram que deveriam lutar até depor o inimigo: o governo do Presidente Bashar Al Assad….

Uma luta cuja motivação é de natureza econômica e política, foi sendo construído e acirrado nas camadas de baixa renda e transformado em conflito sectário. A mídia-empresa ocidental funciona como papagaios da retransmissão das agências de notícias ocidentais. Estou com saudade de nossos analistas políticos, de nossos correspondentes e do verdadeiro jornalismo.

A IMPRENSA no ocidente é teleguiada pela leitura equivocada dos EUA e OTAN, e desde o início do conflito, usou a comunicação para desinformar e para doutrinar o cidadão brasileiro, apoiando e retransmitindo apenas a opinião dos rebeldes. A imprensa brasileira subestima a inteligência do telespectador e oferece o Fast Food pronto que as agências de notícia transmitem. Foi e tem sido parcial e irresponsável ao veicular informações falsas para referendar seus conceitos.

O que observamos na imprensa do ocidente é sempre um jornalismo dirigido e copiado das agencias de notícia como a BBC, France Press e Reuters, todos copiando a Al Jazeera (Qatar) e transmitindo apenas as notícias do Conselho Nacional Sírio, Exercito Livre Sírio e do Observatório Sírio dos Direitos Humanos (um cidadão sírio em Londres, posicionado na sua lojinha com um computador e retransmitindo todas as mentiras e barbaridades que a TV Al Jazeera lhe pedia).

Temos relatos das montagens de cenas, blefes, cenas do Iraque como sendo Síria, helicóptero do Afeganistão como sendo Sírio. Montagem de sons dos ataques. Durante os ataques em Homs a TV Síria retransmitia vídeos amadores que captavam os bastidores das gravações que eram encomendadas pela Al Jazeera.

A estratégia da imprensa foi focar na ”Primavera Árabe da Praça Tahrir”, este movimento popular emocionou e contagiou os jovens no mundo todo e em especial nos países árabes; e como rastilho de pólvora seguiu para a Líbia e em poucos dias foi votada a moção no Conselho de Segurança da ONU que autorizou a criação de uma zona tampão na Líbia, com a alegação de “responsabilidade de proteger” que permitiu a entrada da máquina de matar da OTAN e aliados que lutaram junto com a Al Qaeda em Benghazi e depois em toda Líbia. .

A guerra humanitária da OTAN e aliados já matou mais de 150 mil pessoas na Líbia. Criou um caos quase impossível de ser reordenado; destruiu a infraestrutura de um povo que vivia bem, com garantias de toda a espécie assegurada pelo governo. Não considero o governo de Muamar Al Kadafi o ideal, mas este é o país que eles puderam construir e prosperar.Perdeu o povo Líbio, perdeu o povo africano a quem Kadafi ajudava e venceu a França e seus aliados com os novos contratos para se apossar das bacias de petróleo.
A quem a OTAN e seus aliados vieram proteger? A seus próprios interesses.

A opinião pública mundial parou pasma com a chamada “primavera Árabe”. Apesar da experiência acumulada e do cuidado de muitos de nós, queríamos crer que havia de fato uma primavera árabe… Que ilusão! Bastaram poucos dias para assistir pela TV que o cenário preparado já tinha um script pronto e manipulado na Líbia através do Sarkosy desde outubro de 2010 (quatro meses antes da entrada da Líbia na onda da “Primavera”).

No Egito, ocorreu o mesmo, e tomamos conhecimento da presença de agentes americanos junto aos manifestantes na Praça Tahrir, e que chegaram a ser detidos pelas forças de segurança no Cairo. A diplomacia americana, resolveu o episódio que sumiu da imprensa, e em seguida, convidaram a representação da Irmandade Muçulmana em quatro de Abril de 2012, a visitar os EUA e acertar a sua atuação no futuro governo no Egito.

Esta preparação com armas e com treinamento militar teve início de fato depois do ataque perpetrado por Israel contra o Líbano e defendido bravamente pelo Hezbollah em julho de 2006. Se já havia uma intenção dos EUA em destruir o governo de Damasco, passou a ser um ponto de honra para EUA e Israel: Afinal, os mísseis que foram usados pelo Hezbollah e pelo Hamas foram fabricados e fornecidos por Damasco.
Na Síria em janeiro de 2011 a embaixada Americana recebe como embaixador o agente americano Robert Stephen Ford, assessor do especialista em inteligência o americano John Negroponte que, no Iraque em 2004, quando foi encarregado de aplicar o plano de destruição usado em San Salvador e depois replicado no Iraque.

O objetivo agora era instaurar o caos na Síria: ele conseguiu em 60 dias transformar a Síria de um país pacífico, seguro, tranqüilo e confiante, em um país instável, inseguro e em guerra de destruição e desgaste que já dura 16 meses.

A Rússia e a China, signatários do tratado de Xangai, e membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU, após os acontecimentos na Líbia e a licença para destruir que foi concedida à OTAN, viram que o Ocidente, está desestabilizando a região do Oriente Médio e avançando em áreas estratégicas para o Grupo de Xangai. A Rússia e China defendem seus próprios interesses ao defender os interesses do povo e governo Sírio. Ao mesmo tempo em que a queda de Damasco pode balcanizar toda a região e envolver atores regionais que até agora permanecem fora do conflito.

A Rússia tem relações privilegiadas, com a Síria de longa data, que lhe possibilita a presença de uma Base Militar Russa no Porto de Tartus. Somam-se a isto, uma relação afetiva com a forte e representativa população Cristã Ortodoxa da Síria.

Com a China, a relação Sino- Síria tem base em tratados culturais, artísticos, econômicos e políticos. Hoje, com o isolamento do Irã, quem está adquirindo o petróleo iraniano é a China, inclusive comprando-o por um preço abaixo do mercado, e com uma negociação em moeda local. Ganha neste negócio a China e o Irã… Perdem os EUA e o dólar americano, e perde também a União Européia…

A quem interessa esta luta sectária na Síria de muçulmanos Sunitas X muçulmano Xiitas (que dividem o governo com Cristãos, drusos e Alauítas)? Aos países do Golfo: Qatar, Arábia Saudita e Turquia, aliados e interpretes do desejo dos EUA, Israel e OTAN. Por que, ao derrubar a Síria, o caminho fica livre para derrubar o Hezbollah no sul do Líbano e para atingir o Irã. Portanto, o objetivo é ter o caminho livre para o Irã e de lá para os gasodutos e oleodutos de toda região.

Outro interesse dos EUA e aliados é a mais importante bacia de gás que está na costa mediterrânea da Síria: ora, se o século XX foi o século do petróleo, o século XXI é o século do Gás. Esta disputa já está lançada entre americanos, russos e alemães.

Claude Fahd Hajjar
Vice-Presidente da Fearab América (Federação de Entidades Americano-Árabes)
Autora do livro “Imigração Árabe 100 anos de Reflexão”

Fonte: IAnoticia

NOTA Minuto Profético: Além da motivação política-econômica, que a pesquisadora demonstra conhecer muito bem, há uma motivação religiosa aparentemente oculta que, só através das profecias bíblicas é possível discernir (se você quer saber qual é leia aqui). Infelizmente, esse conflito, mais cedo ou mais tarde envolverá diversos outros países do Oriente Médio, inclusive o Irã, assumindo contorno de uma guerra mundial...

quarta-feira, 22 de agosto de 2012

Catástrofes de Agosto/2012



(Via @DiarioDeAlas)

"Cristo deu sinais de Sua vinda. Declara que podemos conhecer quando Ele está perto, às portas. Ele diz daqueles que vêem estas coisas: 'Não passará esta geração sem que todas estas coisas aconteçam.' Estes sinais apareceram. Agora sabemos com certeza que a vinda do Senhor está às portas." — O Desejado de Todas as Nações, 632.

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Domingo é um dia de descanso para Obama e Romney


O presidente Barack Obama e seu adversário republicano Mitt Romney passaram um domingo tranquilo assistindo à igreja com suas famílias, descansando para as 11 semanas finais da campanha. Enquanto os Romneys aproveitaram um belo sol em New Hampshire e os Obamas enfrentaram chuva em Washington, os dois candidatos enviaram seus principais conselheiros para participar dos programas de entrevista na Tv...

Fonte: Washington Post

NOTA Minuto Profético:
Chama a atenção a maneira direta e explícita com que o Washington Post decidiu veicular essa notícia relacionando-a com o descanso dominical. Com certeza a notícia poderia ser dada de várias outras formas. Por que escolheram justamente essa? E por que ela surge há exatamente 11 semanas da eleição? Chega até soar profético o título...

segunda-feira, 20 de agosto de 2012

"Em tempos de outono"

Em tempos de outono: poderá a fé sobreviver aos tempos atuais? (Pr. Douglas Reis)

domingo, 19 de agosto de 2012

Dezenas de cristãos são crucificados no Egito

A subida ao poder da Irmandade Muçulmana no Egito, após a chamada “Primavera Árabe” tem gerado muita especulação sobre os rumos desse inimigo histórico de Israel. O presidente Mohammed Morsi prometeu tratar igualmente aos membros de todas as religiões.

Mas órgãos de mídia do Oriente Médio confirmam que durante os recentes ataques, membros da Irmandade Muçulmana “crucificaram os opositores do presidente Morsi em árvores em frente ao palácio presidencial, enquanto outros foram espancados”.

Raymond Ibrahim, do Projeto de Investigação sobre o Terrorismo, disse que as crucificações são feitas pelo que a mídia árabe chama de “partidários”, “apoiadores” e “seguidores” da Irmandade Muçulmana, mas não necessariamente do governo atual.

As vítimas são todas as pessoas que, de alguma forma, contraria o novo governo, isso inclui muitos cristãos egípcios, esclarece Ibrahim. A brutalidade é reservada para os cristãos, mas as crucificações são por causa de doutrina islâmica e são ensinadas pelo Alcorão, garante o especialista. Os detalhes das sobre as crucificações não foram divulgados, nem o número total de pessoas, embora sejam dezenas.

Clare Lopez, do Centro para Política de Segurança Americana, lembra que, para o Islã, a crucificação é um hadd [punição], estipulada pela Sura 5:33 do Alcorão, e, portanto, uma parte obrigatória da Shariah. “Essa tem sido uma punição tradicional dentro do Islã… A Irmandade Muçulmana não tem a opção de não incluir a crucificação em seu código legal. É algo obrigatório para se cumprir a sharia. E claro, para chocar também, pode ter certeza”, esclarece Lopez.

Lopez dá um aviso aos cristãos do Egito, em especial a minoria copta. “Eles devem sair do Egito o mais rápido possível… para os que não conseguirem sair, esperem ver as coisas ficarem semelhantes ao que enfrentarem os judeus na Alemanha nos anos 1930″.

Pamela Geller, analista de Questões do Oriente Médio e Islamismo, concorda plenamente e também cita o Alcorão. “Os cristãos estão com sérios problemas, porque o Alcorão na Sura 9:29 ordena que os muçulmanos façam uma guerra contra eles e os subjuguem”, lembra.

A ONG International Christian Concern, liderada no Oriente Médio por Aidan Clay acredita que há uma relação entre esses recentes ataques contra os inimigos do regime e o ataque de extremistas a Israel através da fronteira do Sinai.

Esse incidente que envolveu guerrilheiros do Hamas resultou na demissão do Ministro da Defesa, o marechal Mohammed Tantawi e de outros líderes militares. A resposta do presidente Morsi incluiu um novo ministro simpatizante da Irmandade Muçulmana. “É evidente que Morsi está rapidamente se tornando líder absoluto dos exércitos do Egito, o que significa que o controle do país estará nas mãos da Irmandade Muçulmana também”, disse Clay. Isso pode colocar em risco tanto a situação dos cristãos no Egito quanto a paz com Israel.

Traduzido de WND
Fonte: Gospel Prime

(Via @MegaphoneAdv)

CNBB enfatiza “santidade” do domingo

No penúltimo dia da Semana Nacional da Família, sexta, 17, a Comissão Episcopal Pastoral para a Vida e a Família da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), divulgou um texto redigido a partir das Catequeses preparatórias ao 7º Encontro Mundial das Famílias. A mensagem trata da família e a festa e aborda a importância da festividade no ambiente familiar, para união e celebração entre seus membros. O objetivo do texto é ser mais um instrumento de reflexão, sobre a família, entre as comunidades da Igreja.

O ser humano moderno criou o tempo livre e perdeu o sentido da festa. É necessário recuperar o sentido da festa, e de modo particular do domingo, como “um tempo para ser humano”, aliás, “um tempo para a família”. Voltar a encontrar o centro da festa é decisivo também para humanizar o trabalho, para lhe atribuir um significado que não o reduza a ser uma resposta às necessidades, mas que o abra ao relacionamento e à partilha: com a comunidade, com o próximo e com Deus.

Atualmente, a festa como “tempo livre” é vivida no contexto do “fim de semana”. Em vez do descanso e da santificação privilegia-se a diversão, a fuga das cidades, e isto influi sobre a família, principalmente se tem filhos adolescentes e jovens. Os membros da família têm dificuldade de encontrar um momento de relacionamento familiar. O domingo perde a sua dimensão de dia do Senhor e é vivido mais como um tempo “individual” do que como um espaço “comum”.

O tempo livre no domingo torna-se com frequência um dia “móvel” e corre o risco de não ser mais um dia “fixo”, dificultando o encontro familiar. As pessoas não descansam somente para voltar ao trabalho, mas para fazer festa. É mais oportuno do que nunca que as famílias voltem a descobrir a festa como lugar do encontro com Deus e da proximidade recíproca, criando a atmosfera familiar, sobretudo quando os filhos são pequenos. As realidades vividas nos primeiros anos na família de origem permanece inscrita para sempre na memória do ser humano. Também os gestos da fé, no dia do domingo e nas festividades anuais, marcam a vida da família, sobretudo no encontro com o mistério santo de Deus e contribui para reforçar os relacionamentos familiares. [...]

O dies Domini (dia de Deus) deve se tornar, inclusive, um dies hominis (dia do homem). Se a família se aproximar deste modo da festa, poderá vivê-la como o “dia do Senhor”.

Para experimentar a “presença” do Senhor ressuscitado, a família é exortada aos domingos em especial a deixar-se iluminar pela Eucaristia. A missa torna-se a celebração central, viva e pulsante do dia do Senhor, da sua presença de Ressuscitado aqui e agora. A eucaristia concede-nos a graça de celebrarmos o mistério santo de que vem ao nosso encontro. No domingo, a família encontra o sentido e a razão da semana que se inicia. [...]

Desde crianças, os filhos têm o direito de serem educados para a escuta da palavra, para descobrir o domingo como “dia do Senhor“. A memória do Crucificado Ressuscitado marca a diferença do domingo em relação ao tempo livre: se não nos encontrarmos com Ele, a festa não se realiza, a comunhão é apenas um sentimento e a caridade se reduz a um gesto de solidariedade, que não constrói a comunidade cristã e não educa para a missão. A eucaristia do domingo enquanto nos introduz no coração de Deus, faz a família, e a família, na comunidade cristã, faz de um certo modo a Eucaristia. [...]

(Rádio Vaticano)

Nota Criacionismo: Praticamente todos os argumentos para a guarda do domingo são válidos – fortalecimento das famílias, recuperação da Terra, cura do consumismo, etc. –, o que está errado é o dia escolhido para isso. O verdadeiro dia de repouso, dia da família, memorial da criação foi escolhido por Deus e é o sétimo dia da semana, o santo sábado. E o sábado é santo porque Deus descansou nesse dia (deu exemplo), abençoando-o e santificando-o (Gn 2:2, 3). Jesus também guardou o sábado (Lc 4:16), no que foi seguido por Sua mãe e Seus discípulos, incluindo o apóstolo Paulo. Domingo é um dia comum de trabalho e atividades seculares; é o primeiro dia da semana e, de forma alguma, foi separado para comemorar a ressurreição. Deus não mudaria Seus mandamentos escritos em pedra, vigorantes desde sempre e para sempre (o sábado será guardado inclusive na Nova Terra – Is 66:22, 23). O problema é que aqueles que escolherem ser fieis à Palavra de Deus em detrimento de tradições humanas serão vistos como inimigos da maioria, “fundamentalistas” que não querem salvar a Terra e promover os valores da família. A confusão será estabelecida e essa minoria será cada vez mais hostilizada por sua fidelidade à Lei de Deus.

Assista: “Decreto dominical a caminho”

Terremotos atingem costa oeste dos EUA e Indonésia

Um terremoto de magnitude 5,6 atingiu neste domingo o estado de Washington, na costa oeste dos Estados Unidos, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês). O terremoto ocorreu a oeste de Neah Bay, afirmou o USGS. Não houve declaração imediata do Centro de Alerta de Tsunami dos EUA no Pacífico, com base no Havaí, sobre o tremor. [Na Indonésia], pelo menos três pessoas morreram e 12 ficaram feridas no terremoto de 6,3 graus na escala Richter que sacudiu no sábado a ilha de Célebes, no leste [do país], informaram hoje meios de imprensa locais. O terremoto, localizado a 20 quilômetros de profundidade e a 56 quilômetros ao sudeste da cidade de Palu, ocorreu durante o fim do jejum do último dia do Ramadã, e obrigou os habitantes da região a sair correndo de suas casas. O porta-voz da Agência Nacional de Combate a Desastres, Sutopo Purwo Nugroho, disse que por causa do terremoto três pessoas morreram, outras 12 ficaram feridas e umas 40 casas sofreram danos.

O Serviço Sismológico dos Estados Unidos, que vigia a atividade sísmica mundial, mediu inicialmente a magnitude do terremoto em 6,6 graus. A Indonésia fica sobre o chamado “Anel de Fogo do Pacífico”, uma área de grande atividade sísmica e vulcânica sacudida por cerca de 7.000 tremores por ano, a maioria moderados.

(Terra e Último Segundo) - Via @Criacionismo

sábado, 18 de agosto de 2012

"Pregar e viver"

A igreja faz mais pelo mundo quando se parece menos com o mundo

Há poucas semanas, participamos do projeto Impacto Esperança, o maior movimento missionário da igreja, ocasião em que entregamos mais de 25 milhões de livros em um único sábado. Como é impressionante ver o que Deus faz quando a igreja decide avançar unida, quebrando barreiras, abrindo mão de outros planos e interesses pessoais! É isso que Ele espera de Seu povo nestes últimos dias. Uma igreja unida, integrada, clamando pelo poder do Espírito Santo e disposta a ousar para cumprir a missão. Não podemos recuar, precisamos seguir avançando.

Por outro lado, enquanto avançamos no cumprimento da missão, tenho refletido em nossa situação como igreja. Estamos evangelizando e ao mesmo tempo nos tornando mais sólidos? Estamos preocupados em oferecer, mas também viver a mensagem que pregamos? LeRoy Froom já dizia: “Enquanto a igreja evangeliza o mundo, o mundo seculariza a igreja.” Essa não pode ser nossa realidade!

Vamos conquistar multidões para o reino dos Céus, mas precisamos chegar lá com elas. De maneira nenhuma podemos correr o risco de pregar a outros e, no fi m, sermos desqualificados (1Co 11:27), à semelhança dos construtores da arca, que tanto trabalharam mas acabaram ficando de fora.

Bem, você já deve ter entendido minha preocupação. Não podemos enfraquecer o cumprimento da missão, mas ao mesmo tempo precisamos fortalecer nosso compromisso com um estilo de vida bíblico, cristão e adventista. Só assim teremos um crescimento completo. Temos que pregar, mas ao mesmo tempo viver. Precisamos continuar sendo o remanescente da profecia bíblica, que está no mundo, mas não é do mundo. Somos chamados a ser como água e óleo, que estão juntos, mas não se misturam, e não como água e açúcar, que se misturam e ninguém consegue ver a diferença.

Os tempos vão mudando e os argumentos se multiplicando para justificar por que precisamos ser mais flexíveis, contemporâneos, modernos, atuais, racionais... Mas nenhum deles mudou a vontade de Deus para Seu povo. Ainda somos um povo que usa roupas diferentes das exibidas pelas últimas revistas e tendências da moda. Não somos escravos do desejo, não estamos expostos aos conceitos de estilistas, não nos vestimos para ser desejados ou admirados, mas para ser respeitados por aquilo que transmitimos com a roupa que usamos. Ainda somos um povo que não usa joias, bijuterias ou pinturas. Cuidamos, com bom gosto, daquilo que Deus criou, sem encontrar caminhos para chamar a atenção ou parecer mais atraentes. Ainda somos uma igreja que guarda fi elmente o sábado, a partir do pôr do sol de sexta-feira até o pôr do sol de sábado. Não entramos nas horas sagradas envolvidos em nossas atividades, nem buscamos “explicações” que possam justificar exceções pessoais, nem usamos o dia do Senhor para atividades de nosso interesse. Ainda somos uma igreja que vê a música como um meio de adoração e transmissão da mensagem divina e, por isso, não buscamos referências seculares para inspirar aquilo que é sagrado. Ainda somos uma igreja que fi ca longe dos lugares de diversão que não combinam com a presença de Deus, como shows, jogos, baladas, cinema, apenas para mencionar alguns. Gastamos nosso tempo livre naquilo que edifica.

Ainda somos um povo que crê no casamento como um compromisso para toda a vida, entre um homem e uma mulher, como estabelecido por Deus na criação. Ainda somos e, pela graça de Deus, continuaremos sendo o povo que vive na Terra, mas com os olhos no Céu.

Como é complicado tocar nesses assuntos! Às vezes, o silêncio parece mais confortável. Mas somos um povo em jornada para a Terra Prometida. Por isso, como pastor, preciso manter abertos os olhos de nosso povo.

Oseias 7:8 apresenta Efraim como um “pão que não foi virado”. Em outras palavras: bem assado de um lado e quase cru do outro. Essa não pode ser nossa situação: fortes na missão e frágeis em nossa identidade. Não podemos nos iludir, pois “a igreja faz mais pelo mundo quando se parece menos com o mundo” (Emílio Abdala). À medida que tentamos ser iguais, pensando em conquistar o mundo, definitivamente nos enfraquecemos. “Lembremo-nos de que uma vida semelhante à de Cristo é o mais poderoso argumento que pode ser apresentado em favor do cristianismo” (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 3, p. 289). Por isso, precisamos pregar e viver!

Quero desafiar você a aprofundar a caminhada com Deus e torná-la visível em seu estilo de vida. Equilibre essas atitudes: comunhão profunda e estilo de vida forte. Somente assim poderemos pregar e viver.

Pr. Erton Köhler

Fonte - Revista Adventista

sexta-feira, 17 de agosto de 2012

"Empecilhos"

“Deus quer remover o entulho que impede a obra de reavivamento e reforma”

A estrada da vida cristã expõe os caminhantes a vários desafios: sofrimento, desprezo, renúncia e sacrifício. Diante desses obstáculos, muitas pessoas desistem da caminhada, ao passo que a Bíblia descreve essas dificuldades como fatores de crescimento: “Meus irmãos, considerem motivo de grande alegria o fato de passarem por diversas provações, pois vocês sabem que a prova da sua fé produz perseverança” (Tg 1:2, 3, NVI).

Por outro lado, há empecilhos que devem ser removidos o quanto antes, sob pena de continuar comprometida “a maior e mais urgente de todas as nossas necessidades”: reavivamento da verdadeira piedade (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121).

Após a assembleia de Atlanta, realizada em julho de 2010, os líderes adventistas começaram a falar sobre a necessidade de reavivamento e reforma. Essa iniciativa foi vista como “uma luz no fim do túnel”. Mas, decorridos quase dois anos, o cenário espiritual da igreja parece não ter mudado muito. Mesmo assim, há sinais de que uma parcela de líderes e membros da igreja está buscando o poder do alto. Isso é motivo de alegria. Contudo, precisamos estar atentos à seguinte advertência de Ellen G. White: “Não há coisa alguma que Satanás tema tanto como que o povo de Deus desimpeça o caminho mediante a remoção do obstáculo, de modo que o Senhor possa derramar Seu Espírito sobre uma igreja debilitada e uma congregação impenitente” (ibid., p. 124).

Temos ainda muitos obstáculos a vencer, os quais fazem com que a maioria dos professos seguidores de Cristo continue como “ossos secos” (Ez 37) no vale laodiceano. É constrangedor escrever sobre esse tema, mas o senso do dever fala mais alto.

1. Divisões – “Divisões, e até amargas dissensões que infelicitariam qualquer comunidade mundana, são comuns nas igrejas, porque há pouco esforço para controlar os sentimentos errôneos e reprimir toda palavra de que Satanás se possa aproveitar” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 123). Alguém poderia dizer: “Ellen G. White descreve aqui uma situação que não mais existe.” Mas o que ela diria sobre a condição da igreja hoje?

2. Orgulho – Santo Agostinho disse: “O orgulho não é grandeza, mas inchaço. O que está inchado parece grande, mas não tem saúde.” Quem se orgulha de talentos, cargos e posições não pode receber o Espírito Santo. Diz a Bíblia: “Tenham uma mesma atitude uns para com os outros. Não sejam orgulhosos, mas estejam dispostos a associar-se a pessoas de posição inferior. Não sejam sábios aos seus próprios olhos” (Rm 12:16, NVI). Certa vez, Ellen G. White exclamou: “Ai, que orgulho prevalece na igreja, que hipocrisia, que engano, que amor ao vestuário, à frivolidade e ao divertimento, que desejo de supremacia!” (Ibid., p. 125).

3. Poder – Um dos grandes obstáculos à recepção do poder divino é o apego ao poder humano. Lamentavelmente, o Espírito Santo tem esbarrado nessa muralha. Os que gostam de mandar não estão capacitados para amar. Com muita propriedade, alguém afirmou: “Quanto mais mandamos, menos amamos; quanto mais amamos, menos mandamos.” A igreja não é lugar para pessoas mandonas, mas para servos abnegados. É perigoso exercer poder sem o poder celestial.

4. Mundanismo – Por falta de entrega total ao poder do Espírito Santo, está-se desenvolvendo entre nós uma geração “papel-carbono”: tudo se copia. Muitos incorporam os costumes do mundo na música, no vestuário, no estilo de vida. Às vezes, não se vê nenhuma distinção, porque a linha divisória se perde na mistura.

Ellen White pergunta: “Ó meus irmãos, vocês entristecerão o Espírito Santo e darão lugar a que Ele Se afaste? Deixarão fora o bendito Salvador, por não estarem preparados para Sua presença?” (Ibid., p. 126).

Algumas vezes, os quatro empecilhos mencionados acima ficam ocultos sob um falso manto de piedade!

Diante desse cenário, procuremos um lugar à parte e abramos o coração a Deus. Peçamos a Ele que remova de nossa vida o orgulho, a ambição de poder, a discórdia e o mundanismo. Não nos contentemos com a religião do faz-de-conta. Permitamos que o Espírito Santo realize uma obra extraordinária em nossa vida. “A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito” (p. 128).

Não permitamos que a chama da espiritualidade se apague. Pela graça de Deus, saiamos das cinzas do indiferentismo a fim de brilhar por Jesus no lar, na igreja e na comunidade! 

Pr. Rubens Lessa
 
Fonte: Revista Adventista

Ortodoxos russos e católicos poloneses assinam reconciliação histórica

VARSÓVIA, Polónia, 17 Ago 2012 (AFP) -Os representantes máximos da igreja ortodoxa da Rússia e da igreja católica da Polônia assinaram nesta sexta-feira um chamado histórico à reconciliação e pediram "oração para o perdão para as injustiças e os erros cometidos reciprocamente".

Durante uma cerimônia solene no Castelo Real de Varsóvia, o patriarca ortodoxo russo Kirill e o arcebispo católico Jozef Michalik selaram assim um inédito chamado para que poloneses e russos deixem para trás séculos de uma disputa que muitas vezes se tornou sangrenta.

"Convocamos nossos fiéis a rezar para obter o perdão por todos os erros, injustiças e todos os males infligidos reciprocamente", afirma o texto.

"Estamos convencidos de que é um primeiro passo, o mais importante, em direção à restauração da confiança mútua sem a qual não há comunidade duradoura nem plena reconciliação", declaram os dois prelados, ao mesmo tempo em que se comprometem a realizar "novos esforços que devem aproximar nossas igrejas e nossos povos".

Os signatários também prometem "defender o direito à presença da religião na vida pública".

"Hoje nossos povos enfrentam novos desafios. Com o pretexto de proteger a laicidade ou defender as liberdades, os princípios fundamentais do Decálogo estão sendo questionados", afirmam, antes de acrescentar que "os valores tradicionais são rejeitados e os símbolos religiosos retirados dos espaços públicos".

Fonte - BOL

Nota DDP: As rachaduras vão se fechando e o tema comum vai acabar na ratificação do domingo como dia de guarda, "princípio fundamental" do decálogo. Não o Decálogo bíblico, claro.

A grande controvérsia

Parece já estarmos nos primeiros movimentos da anunciada grande controvérsia, o conflito direto entre a santificação do domingo ou do sábado. O povo de DEUS vem pregando em acentuado poder sobre o sábado. A Igreja Católica já se movimenta para refutar, e fortalecer a ideia da santidade do domingo. Por exemplo, assim como na Europa, também nos Estados Unidos da América retorna e se intensifica a campanha pela santificação do domingo. Veja no banner abaixo:


O banner diz: "Junte-se a nós em 16/Set para convidar todo mundo a voltar para a igreja". "Domingo Nacional de volta à Igreja". "Encontre esperança aqui!", diz o banner.

Atente para a palavra ‘esperança’ que aparece na mensagem. Esta é a palavra que a IASD vem utilizando para traduzir o que mais a humanidade necessita nesses dias: esperança. É a esperança em JESUS, em Sua mensagem, agora também sendo utilizado para a santificação do domingo. Satanás procura confundir as pessoas.

Já é tempo de nos reavivarmos e de levantarmos a anunciar, com pressa, mundo afora, sobre a volta de JESUS e sobre a Sua vontade quanto a adoração.

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Veja também "Campanha pela guarda do domingo nos EUA".

Ordenação de mulheres ao Ministério

Sugiro a leitura de dois textos em tese neste tema:

Ordenação de mulheres na IASD (Prof. Sikberto Marks) - Destaco:

"A nossa Conferência Geral, onde se fazem presentes representantes do mundo inteiro, ainda não aprovou esse tipo de ordenação. Portanto, as ordenações que estão acontecendo em algumas uniões nos Estados Unidos da América, como na União Columbia, são um ato de rebeldia e desafio a autoridade superior da Conferência Geral e do Senhor da obra. Atos tais são típicos do final dos tempos, uma movimentação de satanás, por meio de algumas pessoas, para rachar a frágil unidade da igreja, desunir e enfraquecer, justo agora, que a igreja vem se levantando por reforma e reavivamento em direção ao Alto Clamor."


A ordenação de mulheres ao ministério pastoral (Filipe Reis) - Destaco:

"No caso concreto, uma autoridade local da Igreja decidiu estabelecer uma norma que viola clara, assumida e propositadamente algo que foi discutido e decidido – quer concordemos ou não – na reunião magna da Igreja a nível mundial, e por mais de uma vez.
...
Não sei se esta e as outras uniões que declararam a mesma intenção, já pararam um momento para pensar que com esta atitude estão a ceder legitimidade para as igrejas que fazem parte da sua área, se demarcarem, decidirem à parte dessas mesmas uniões, caso assim o entendam. Sim, porque os argumentos que são usados a título institucional servem para todas as relações dentro da nossa pirâmide organizativa…"

No nosso sentir, nas transcrições supra se estabelecem o primeiro ponto de análise do tema.

De toda forma e, apenas para uma pequena reflexão, uma vez ultrapassada a análise preliminar sugerida, nos posicionamos no sentido de que importante seria também, se observar os pápeis que Deus estabeleceu para o homem e a mulher no plano idealizado para guia de Seu povo, até que Ele volte, inclusive partindo das funções básicas da família, unidade básica da Igreja.

Israel 'vai desaparecer do mapa'

Aiatolá Ali Khamenei chamou país judeu de 'artificial e falsa excrescência'. Irã promove cerimônia do Dia de Jerusalém nesta sexta-feira (17).

Israel é uma "excrescência" artificial no Oriente Médio que "irá desaparecer", afirmou o líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, antes de um evento nesta sexta-feira (17) contra o estado judeu e em apoio aos palestinos.

A cerimônia do Dia de Jerusalém (Al-Quds) teve início em 1979 após a fundação da República Islâmica. Os protestos utilizam a palavra Quds, derivada do árabe, para designar a cidade de Jerusalém.

Khamenei, em um discurso na quarta-feira (15), falou que a "estrela da esperança" que brilhou no Irã durante sua Revolução Islâmica e na guerra de 1980-1988 com o Iraque "também irá brilhar pelos palestinos e sua terra islâmica será devolvida definitivamente à nação palestina".

Ele atacou Israel ao afirmar: "Esta artificial e falsa excrescência sionista vai desaparecer do mapa".

O evento de sexta-feira, afirmou, será "um duro golpe para os inimigos do Islã e da Palestina", e acrescentou que o Irã vê o apoio à causa palestina como "um dever religioso".

A celebração do Al-Quds neste ano ocorre em meio a um aumento de tensões entre Irã e Israel.

O estado judeu tem aumentado sua retórica belicosa ao ameaçar atacar as instalações nucleares da República Islâmica, que Israel acredita que sejam utilizadas para desenvolver armas atômicas que poderiam destruir seu país.

O Irã nega as acusações, e afirma que seu programa nuclear tem fins puramente civis.

Fonte - G1

quarta-feira, 15 de agosto de 2012

O descanso dominical no rastro da crise espanhola - Parte 2



O texto completo (espanhol) pode ser lido aqui.

NOTA Minuto Profético:
Todo trabalhador deve ter um dia semanal de repouso, independente de crises. É uma necessidade tão grande que o próprio Deus a prescreveu no Decálogo - "Lembra-te do dia de sábado [sétimo dia] para o santificar..." (Ex 20:8-11). O que chama a atenção na matéria acima é a argumentação usada definindo o descanso dominical como "bem comum", tese esta que capciosamente leva à violação dos direitos individuais das minorias estabelecendo, na verdade, uma tirania. É bom lembrar que a mudança da guarda do sétimo dia para o domingo foi feita pela Igreja Católica sem nenhuma autorização das Escrituras. O sábado bíblico continua como preceito divino ainda hoje. "E abençoou Deus o dia sétimo." (Gn 2:3) - na teologia bíblica, quando Deus abençoa algo, a benção é para sempre! (2Sm 7:29; 1Cr 17:27).

terça-feira, 14 de agosto de 2012

A família e o domingo

BRASILIA, terça-feira, 14 de agosto de 2012 (ZENIT.org) - A família não gera apenas a vida física, mas abre à promessa e à alegria. A família torna-se capaz de “receber” e “compartilhar” a história de cada um, as tradições familiares, a confiança na vida e a esperança no Senhor. A família torna-se capaz de gerar, quando faz a partilha dos dons recebidos, quando conserva o ritmo da existência quotidiana entre trabalho e festa, entre afeto e caridade, entre compromisso e gratuidade.

Na família se conserva e transmite a vida, no casal e aos filhos, com o seu ritmo, com as suas dores e alegria, paz e sonho, ternura e responsabilidade. Ela é um lugar de descanso e de motivação, com chegadas e partidas. Por isso o trabalho não pode tornar a casa deserta e triste, mas a família é convidada a aprender a viver e a conjugar os tempos do trabalho com aqueles da festa.

Muitas vezes, os membros da família confrontam-se com situações desafiantes, que dificultam viver o ideal do cristão, entretanto os discípulos do Senhor são aqueles que, vivendo na realidade das situações, sabem dar sabor a todas as coisas, mesmo naquilo que não se consegue mudar: são o sal da terra.

De modo particular, o domingo deve ser tempo de confiança, de liberdade, de encontro, de descanso e de partilha. O domingo é o momento do encontro entre o homem e a mulher. É acima de tudo o Dia do Senhor, o tempo da oração, da Palavra de Deus, da Eucaristia e da abertura à comunidade e à caridade. E deste modo, também os dias da semana receberão luz do domingo e da festa: haverá menos dispersão e mais encontro, menos pressa e mais diálogo, menos coisas e mais presença.

Fonte - Zenit

(Via @DéboraMontarroyos)

Forte terremoto sacode o leste da Rússia e o norte do Japão

Um forte terremoto atingiu o leste da Rússia e o norte do Japão nesta terça-feira (14). Segundo a Agência Meteorológica do Japão, o tremor atingiu magnitude 7,3. O Instituto Geológico dos Estados Unidos, no entanto, informou que o sismo atingiu magnitude 7,7.

Não há relatos sobre danos, vítimas tampouco alerta de tsunami.

O epicentro do terremoto foi registrado no Mar de Ojotsk, 158 km ao nordeste da cidade russa de Poronaysk. O tremor, de profundidade de cerca de 580 km, se estendeu pelas províncias japonesas de Hokkaido, Aomori e Iwate.

Nenhuma das usinas nucleares na zona, incluída a de Fukushima Daiichi, informou de problemas devido ao sismo, que teve hipocentro a 590 quilômetros de profundidade.

Fonte - G1

Nota DDP: Três dias. Três terremotos.

segunda-feira, 13 de agosto de 2012

Israel quer atacar Irã antes de novembro

Benjamin Netanyahu e Ehud Barak, respectivamente, premiê e ministro da Defesa de Israel, gostariam de atacar as centrais nucleares do Irã antes da eleição americana, marcada para novembro deste ano, mas enfrentam resistência de membros do próprio governo e de militares.

A afirmação foi publicada na edição desta sexta-feira do jornal israelense "Yedioth Ahronoth", o de maior circulação do país.

Segundo o jornal, integrantes do alto escalão do governo israelense estariam firmes em sua posição de atacar o Irã ainda que a ofensiva possa acarretar uma ruptura nas relações entre o país e seu principal aliado no Ocidente, os Estados Unidos.

Nos últimos dias, cresceram os temores de que um confronto armado estaria perto de eclodir, muito devido a informações do governo vazadas à imprensa.

Fonte - BBC
Related Posts with Thumbnails