Por que fechar o comércio no domingo é bom para todos
A ironia não escapou de mim, quando, no Boxing Day [liquidação pós Natal], encontrei-me recebendo ligações da mídia, explicando por que os trabalhadores da loja não deve ter que trabalhar no dia de Boxe. Isso foi há quatro anos atrás, quando eu trabalhava para Usdaw, o sindicato dos trabalhadores do comércio.
Avanço rápido rápido para 2012, e o comércio no domingo foi relaxado temporariamente para os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos. Os Jogos acabaram, mas o debate continua em pauta. Deve continuar a abrir lojas em todas as horas, inclusive aos domingos por mais tempo?
O argumento parece se concentrar no fato de que nós somos um país cada vez mais secular, a maioria dos quais não freqüentar a igreja em um domingo, então porque não desregular o comércio no domingo? Eu vou te dizer por que não.
A razão dos cristãos defenderem um dia de folga é porque é bom para as pessoas possuir um descanso, não por alguma razão abstrata ou particularmente religiosa. Jesus irritou as autoridades do seu tempo por ser um anti-legalista, colhendo milho no sábado (o que foi considerado "trabalho") e afirmando que: "O sábado foi feito para o homem e não o homem para o sábado." Um dia de folga é tornar a vida mais fácil, não mais difícil.
Enquanto nossas vidas podem ser um pouco mais fáceis se podemos ir às lojas, imagine o quanto menos fácil é para os trabalhadores do comércio, para quem este ato é como em qualquer outro dia. É preciso que haja salvaguardas neste sentido para que eles possam descansar também.
Na lei, trabalhadores do comércio podem pedir para não trabalhar aos domingos, mas o aumento do horário aos domingo significa que muitos trabalhadores relatam se sentirem pressionados a trabalhar, querendo ou não. Eles podem querer mostrar que estão comprometidos com o trabalho, certificar-se em conseguir uma promoção ou talvez simplesmente não querer deixar seus colegas, que também estão expostos aos turnos.
Eles podem tirar dias de folga durante a semana em vez disso, mas não é a mesma coisa. De certa forma, não importa qual o dia de folga das pessoas, conquanto a maioria das pessoas estejam de folga ao mesmo tempo. Isso permite que as pessoas vejam as suas famílias / amigos e desfrutem de um dia que é diferente dos demais.
Médicos, policiais, etc tem que trabalhar em turnos domingo, mas por que aderir a isso desnecessariamente?
A ironia adorável é que as próprias empresas são mais produtivas se eles permitem o descanso de seus funcionários, como WK Kellogg descobriu em 1935. Em um movimento intuitivo, ele cortou do dia de trabalho de sua equipe duas horas inteiras, mantendo o mesmo salário. Tanto o ânimo quanto a produtividade aumentaram. Por quê?
A mudança realmente é tão boa quanto um descanso. Um dia de folga pode permitir uma mudança de perspectivas - da necessidade de produzir e adquirir para simplesmente aproveitar a realização de apenas ser. Esta liberdade tende a tornar as pessoas mais, não menos, produtivas.
O filósofo e rabino, AJ Heschel, elucidou esta beleza:
"Há um reino no tempo em que a meta não é ter, mas ser, não possuir, mas dar, não controlar, mas partilhar, não subjugar, mas estar de acordo. A vida vai mal quando o controle do espaço, a aquisição de coisas do espaço, torna-se nossa única preocupação. " [Tradução livre]
Fonte - Christian Today
Nota DDP: O debate em torno do descanso, sempre tendente ao domigo, tem aumentado em todos os lugares do globo. A grande controvérsia cada vez mais parece se encaminhar para o seu fim.
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
quinta-feira, 27 de setembro de 2012
Proposta para descanso ao domingo em Israel avança com apoio do Primeiro-ministro
'O Primeiro-ministro Benjamin Netanyahu deu a sua aprovação tácita para experimentar a proposta do Vice-primeiro-ministro Silvan Shalom para tornar o domingo um dia sem trabalho e escola, fontes próximas de Shalom confirmaram esta quarta-feira.Shalom tem vindo a insistir há anos na sua proposta para uma semana de trabalho mais curta, mas até há pouco tempo parecia que um comité nomeado por Netanyahu iria bloquear a iniciativa. Uma trégua política entre Netanyahu e Shalom durante o último mês deu nova vida à proposta.
O Primeiro-ministro e Shalom discutiram a ideia num encontro a 2 de setembro. As suas equipas continuaram o debate desde então e fizeram progressos.
Representantes do comité, liderados pelo Diretor do Conselho Económico Nacional, Prof. Eugene Kandel, discutiram com os conselheiros de Shalom maneiras de testar a iniciativa, e devem encontrar-se novamente já na quinta-feira.
Uma possibilidade é estabelecer um domingo de descanso por mês. Mas os parceiros de Shalom disseram que tal projeto piloto é apenas uma forma de testar a iniciativa e implementá-la por fases.
Tais testes e fases são vistas como cruciais para obtenção da aprovação pelas organizações económicas e entidades que se opõem ao encurtamento da semana de trabalho.
Uma fonte próxima de Kandel disse que o comité publicaria as suas conclusões imediatamente após o fim das festas judaicas, no próximo mês. Disse que Netanyahu não emitiria a sua opinião sobre o assunto antes de estudar as conclusões.
“Estou feliz por qualquer progresso no sentido de implementar a minha iniciativa para um fim-de-semana mais longo aos Sábados e domingos em Israel”, disse Shalom. “Este é outro passo que eventualmente permitirá implementar plenamente a proposta”. Fonte: The Jerusalem Post, notícia publicada a 19 de setembro de 2012 (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: outra evidência da crescente relevância que o descanso ao domingo está a ter pelo mundo fora. Neste caso, é mais significativo ainda, pois falamos da mais importante nação sabática do mundo!
terça-feira, 25 de setembro de 2012
A volta do Império Romano?
Representantes de Alemanha, Áustria, Bélgica, Dinamarca, França, Itália, Polônia, Luxemburgo, Holanda, Portugal e Espanha defendem a necessidade um presidente eleito da União Europeia. Pediram ainda o fim do veto britânico sobre a política de defesa, apontando para um plano de mudança radical para o continente, que vive uma crise econômica.
Num documento divulgado após uma reunião entre os 11 ministros de Relações Exteriores desses países, em Varsóvia, o bloco traçou recentemente uma visão do “futuro da Europa”.
Além de concordarem com a escolha de um só chefe de Estado eleito para governar toda a Europa, o bloco exigiu uma nova política de defesa, sob o controle de um ministério pan-exterior da União Europeia, sob o comando da baronesa Ashton, que “a longo prazo poderia implicar um único exército europeu“.
Desejando “prevenir que um único Estado membro tenha a possibilidade de obstruir iniciativas”, uma referência à oposição britânica da formação de um exército europeu, o grupo liderado pela Alemanha exigiu o fim aos vetos nacionais existentes no tocante à política exterior e de defesa. Isto daria à União Europeia a possibilidade de impor uma decisão sobre a Grã-Bretanha, se tivesse o apoio da maioria dos outros países.
O bloco também planeja uma nova força militar europeia, que patrulharia as fronteiras sem necessidade de passaporte e um visto único para a zona europeia. O plano, que conta com o respaldo de 11 países, deve acelerar a convocatória de um referendo britânico sobre sua adesão à União Europeia.
O documento propõe também novos poderes para o Parlamento Europeu e a divisão da União Europeia, com a criação de uma nova sub-câmara parlamentar para os 17 países da zona do euro.
Em uma declaração conjunta, Guido Westerwelle e Radek Sikorski, ministros de Relações Exteriores da Alemanha e Polônia, pediram a homologação de um único presidente da União Europeia, que executaria e supervisionaria reuniões regulares, e que seria eleito pelo voto direto numa eleição paneuropeia “no mesmo dia em todos os estados membros”.
“Para que Europa volte a ser um ator verdadeiramente forte e um líder global necessitamos de uma forte estrutura institucional”, disseram Westerwelle e Sikorski. “Necessitamos de um presidente eleito diretamente que nomeie pessoalmente os membros de seu “governo europeu”.
“Temos que entender que somos uma comunidade de valores e devemos defender nosso modelo europeu”, declarou Westerwelle. “A crise da dívida se transforma cada vez mais em uma crise de confiança. Acredito que é decisivo e crucial darmos mais transparência e democracia às nossas instituições europeias e, por isso, a ideia de eleições diretas na União Europeia me alegra. Creio que seria uma grande resposta à falta de confiança que existe atualmente na União Europeia”, acrescentou.
Os 11 países também pediram que as mudanças nos tratados europeus, no futuro sejam decididas “por maioria superqualificada dos estados membros da União Europeia,” ao invés de por unanimidade, o que significa que os tratados já não poderiam ser bloqueados por votos “não” nos referendos.
O documento fortalece a recente petição feita pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, que a União Europeia se converta numa “federação” e siga um novo tratado europeu ou constituição.
Um porta-voz do governo britânico disse: “Esta é uma contribuição ao debate que acaba de começar. O Reino Unido desempenhará um papel pleno e ativo nesse debate”.
Mario Monti, o primeiro-ministro italiano, defendeu ontem (21), durante o congresso da Internacional Democrata do Centro, que diante da crise do euro é preciso entender que “existe uma globalização que implica a necessidade de um governo da globalização”. Isso obrigaria a “partilha” das soberanias nacionais, para enfrentar os mercados.
O primeiro-ministro italiano afirmou ainda que “alguns Estados-membros da União Europeia estão obrigados a ceder se não conseguirem ter a força para cumprir as regras da vida comunitária”. Segundo ele, essa integração deveria ser feita com especial cuidado, para evitar “problemas de rejeição”, incluindo o que vem ocorrendo com o euro.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Em algum momento, uma dessas tentativas de reunificar a Europa, que a Bíblia expressamente afirma que não logrará êxito, será a última.
A Bíblia não antecipa a volta do império romano, mas em realidade a chegada do Reino Eterno.
Num documento divulgado após uma reunião entre os 11 ministros de Relações Exteriores desses países, em Varsóvia, o bloco traçou recentemente uma visão do “futuro da Europa”.
Além de concordarem com a escolha de um só chefe de Estado eleito para governar toda a Europa, o bloco exigiu uma nova política de defesa, sob o controle de um ministério pan-exterior da União Europeia, sob o comando da baronesa Ashton, que “a longo prazo poderia implicar um único exército europeu“.
Desejando “prevenir que um único Estado membro tenha a possibilidade de obstruir iniciativas”, uma referência à oposição britânica da formação de um exército europeu, o grupo liderado pela Alemanha exigiu o fim aos vetos nacionais existentes no tocante à política exterior e de defesa. Isto daria à União Europeia a possibilidade de impor uma decisão sobre a Grã-Bretanha, se tivesse o apoio da maioria dos outros países.
O bloco também planeja uma nova força militar europeia, que patrulharia as fronteiras sem necessidade de passaporte e um visto único para a zona europeia. O plano, que conta com o respaldo de 11 países, deve acelerar a convocatória de um referendo britânico sobre sua adesão à União Europeia.
O documento propõe também novos poderes para o Parlamento Europeu e a divisão da União Europeia, com a criação de uma nova sub-câmara parlamentar para os 17 países da zona do euro.
Em uma declaração conjunta, Guido Westerwelle e Radek Sikorski, ministros de Relações Exteriores da Alemanha e Polônia, pediram a homologação de um único presidente da União Europeia, que executaria e supervisionaria reuniões regulares, e que seria eleito pelo voto direto numa eleição paneuropeia “no mesmo dia em todos os estados membros”.
“Para que Europa volte a ser um ator verdadeiramente forte e um líder global necessitamos de uma forte estrutura institucional”, disseram Westerwelle e Sikorski. “Necessitamos de um presidente eleito diretamente que nomeie pessoalmente os membros de seu “governo europeu”.
“Temos que entender que somos uma comunidade de valores e devemos defender nosso modelo europeu”, declarou Westerwelle. “A crise da dívida se transforma cada vez mais em uma crise de confiança. Acredito que é decisivo e crucial darmos mais transparência e democracia às nossas instituições europeias e, por isso, a ideia de eleições diretas na União Europeia me alegra. Creio que seria uma grande resposta à falta de confiança que existe atualmente na União Europeia”, acrescentou.
Os 11 países também pediram que as mudanças nos tratados europeus, no futuro sejam decididas “por maioria superqualificada dos estados membros da União Europeia,” ao invés de por unanimidade, o que significa que os tratados já não poderiam ser bloqueados por votos “não” nos referendos.
O documento fortalece a recente petição feita pelo presidente da Comissão Europeia, José Manuel Barroso, que a União Europeia se converta numa “federação” e siga um novo tratado europeu ou constituição.
Um porta-voz do governo britânico disse: “Esta é uma contribuição ao debate que acaba de começar. O Reino Unido desempenhará um papel pleno e ativo nesse debate”.
Mario Monti, o primeiro-ministro italiano, defendeu ontem (21), durante o congresso da Internacional Democrata do Centro, que diante da crise do euro é preciso entender que “existe uma globalização que implica a necessidade de um governo da globalização”. Isso obrigaria a “partilha” das soberanias nacionais, para enfrentar os mercados.
O primeiro-ministro italiano afirmou ainda que “alguns Estados-membros da União Europeia estão obrigados a ceder se não conseguirem ter a força para cumprir as regras da vida comunitária”. Segundo ele, essa integração deveria ser feita com especial cuidado, para evitar “problemas de rejeição”, incluindo o que vem ocorrendo com o euro.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Em algum momento, uma dessas tentativas de reunificar a Europa, que a Bíblia expressamente afirma que não logrará êxito, será a última.
A Bíblia não antecipa a volta do império romano, mas em realidade a chegada do Reino Eterno.
Comando militar do Irã afirma que ataque Israelense levaria à 3ª Guerra Mundial
Um general do comando militar do Irã afirmou que o Irã poderia lançar um ataque preventivo contra Israel se houvesse uma investida militar israelense, e isso poderia desencadear a Terceira Guerra Mundial. A declaração foi do brigadeiro-general da Guarda Revolucionária iraniana, Amir Ali Hajizadeh, a uma rede de televisão estatal do país. “Esse conflito causaria a Terceira Guerra Mundial, o que significaria que muitos países entrariam na disputa a favor ou contra o Irã”, comentou o comandante militar iraniano, de acordo do com a agência Efe.
Hajizadeh afirmou que no caso de uma guerra, haveria forte probabilidade de que Israel fosse apoiado pelos EUA, e aí “a situação poderia sair de controle”.
O primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, tem dado indicações de que Israel poderia realizar ataques contra instalações nucleares iranianas para conter a suposta construção de uma bomba atômica.
Já Teerã nega que esteja desenvolvendo armas atômicas e diz que seu programa nuclear tem fins unicamente de geração de energia elétrica.
Por sua vez, a Força Aérea do Irã anunciou que realizará manobras militares no sul do país. Todos os anos as Forças Armadas e os Guardiões da Revolução do Irã realizam vários exercícios e manobras, em sua maioria destinados a prevenir um eventual ataque de EUA ou Israel.
O comandante da Força Aérea do país, general Aziz Nasirzadeh, afirmou que “as manobras são pacíficas e provam que o Irã e os países da região são capazes de salvaguardar a segurança na região”.
Segundo a Efe, Israel e EUA já ameaçaram atacar o Irã se ele não interrompesse seu programa nuclear. Teerã, no entanto, respondeu que não irá paralizar suas atividades nucleares que segundo eles possuem finalidades pacíficas. Acrescentou que caso sofra agressões, iria revidar de forma destruidora.
Fonte - GNotícias
Nota DDP: Veja também "Guerra entre Israel e Irão 'acabará por acontecer'".
Vaticano quer se unir a muçulmanos contra secularismo
O cardeal Jean-Louis Tauran (foto), presidente do Conselho para o Diálogo Inter-religioso, do Vaticano, enviou carta a líderes muçulmanos propondo uma aliança para enfrentar “os desafios do materialismo e da secularização”. “Trata-se de uma realidade que cristãos e muçulmanos consideram ser de primordial importância”, escreveu o cardeal. “[...] Deus nos guia no nosso caminho!”
A carta foi enviada recentemente, ao final do Ramadan, que é um ritual de jejum dos muçulmano. Nela, Tauran escreveu que é “nosso dever” ajudar os jovens na descoberta dos valores “humanos e morais” e saber diferenciar “o bem e o mal”.
O “mal” no caso, conforme o cardeal deixa subentendido, é o secularismo, que, segundo ele, ameaça as atividades religiosas.
“Não podemos deixar de denunciar todas as formas de fanatismo e intimidação, os preconceitos e as polêmicas, bem como a discriminação de que, às vezes, os crentes são o objeto, tanto na vida social e política, bem como nos meios de comunicação de massa”, acrescentou.
A carta surpreende por dois motivos. Primeiro: Igreja Católica e Islã são rivais há pelo menos 13 séculos e a disputa de influência entre as duas religiões tem se acirrado nos últimos anos. Segundo: no ano passado, o Vaticano abriu um canal de diálogo com ateus e secularistas para que haja uma convivência pacífica.
Fonte - Jornal Mundo Gospel
sexta-feira, 21 de setembro de 2012
No livro Ministry to the Cities (em
preparo para publicação em língua portuguesa pela Casa Publicadora Brasileira),
Ellen White faz veementes apelos para que o evangelho seja rapidamente pregado
nas grandes cidades, pois breve chegará o tempo em que isso será muito difícil
de ser feito e o caos aumentará grandemente nesses centros populacionais. Ellen
estimula os que podem (já) a estabelecer residência no interior (cf. Vida no Campo, da mesma autora), ao
mesmo tempo em que se faz necessário que haja pontos de pregação nas cidades.
Uma das citações publicadas em Ministry
to the Cities é esta: “Dentro em breve haverá tal luta e confusão nas
cidades, que os que as quiserem abandonar não o poderão fazer. Devemos estar
nos preparando para esses acontecimentos” (RH, 14 de abril de 1903; ME2, p.
142). [MB]
Estudo indica aumento das restrições à liberdade religiosa no mundo
WASHINGTON, 20 Set 2012
AFP) -As restrições à liberdade religiosa entre meados de 2009 e meados de 2010 cresceram de maneira geral, inclusive em países ocidentais que tradicionalmente impõem poucos limites à prática da fé, indicou o centro de pesquisas americano Pew nesta quinta-feira.
Três quartos das 7 bilhões de pessoas que habitam o mundo vivem em países com "grandes restrições governamentais religiosas ou com grandes hostilidades sociais relacionadas à religião", afirmou o estudo.
Houve um aumento de 5% em relação ao ano anterior, acrescentou o Pew, um centro de reflexão estratégico (think tank) de Washington, em um relatório de 86 páginas de sua unidade Forum on Religion and Public Life, o terceiro de uma série ainda em andamento.
"Houve um aumento das restrições, inclusive em países onde anteriormente havia um nível baixo ou moderado de restrição, incluindo os Estados Unidos", indicou.
Nenhum dos países latino-americanos ou ocidentais está na lista do Pew com um nível "muito alto" de restrições do governo ou de hostilidade social, cada uma delas medida por um índice de dez pontos.
Seis países -Afeganistão, Egito, Indonésia, Rússia, Arábia Saudita e Iêmen- apareceram em ambas as listas.
A China foi o país mais populoso com altas restrições, enquanto Paquistão, Índia, Israel e os Territórios Palestinos foram todos lugares considerados com hostilidades sociais muito altas, como a perseguição ou a violência em massa.
Apresentando exemplos específicos nos Estados Unidos, o Pew citou as tentativas no Tennessee (sul) de impedir a construção de uma mesquita ou uma proposta em Oklahoma (sul) -posteriormente rejeitada pela justiça- de declarar ilegal a lei islâmica.
Também citou um aumento das queixas por questões relacionadas à discriminação religiosa no trabalho, assim como "ataques terroristas relacionados à religião", como o massacre de 13 pessoas em Fort Hood, no Texas, por um major americano de orientação muçulmana em 2009.
Fora dos Estados Unidos, o Pew citou a proibição por parte da Suíça da construção de novos minaretes nas mesquitas, o fechamento de mais de vinte igrejas na Indonésia por pressão de extremistas islâmicos e os violentos confrontos entre cristãos e muçulmanos na Nigéria.
Em geral, o relatório indica que "a crescente onda de restrições pode ser atribuída a uma variedade de fatores, incluindo o aumento de crimes, de atos maliciosos e da violência motivada por ódio religioso e preconceito, assim como o aumento da interferência governamental na oração e em outras práticas religiosas".
O informe não mencionou ateus ou agnósticos que enfrentam discriminação por não seguirem uma religião ou não acreditarem em Deus.
Fonte - BOL
Três quartos das 7 bilhões de pessoas que habitam o mundo vivem em países com "grandes restrições governamentais religiosas ou com grandes hostilidades sociais relacionadas à religião", afirmou o estudo.
Houve um aumento de 5% em relação ao ano anterior, acrescentou o Pew, um centro de reflexão estratégico (think tank) de Washington, em um relatório de 86 páginas de sua unidade Forum on Religion and Public Life, o terceiro de uma série ainda em andamento.
"Houve um aumento das restrições, inclusive em países onde anteriormente havia um nível baixo ou moderado de restrição, incluindo os Estados Unidos", indicou.
Nenhum dos países latino-americanos ou ocidentais está na lista do Pew com um nível "muito alto" de restrições do governo ou de hostilidade social, cada uma delas medida por um índice de dez pontos.
Seis países -Afeganistão, Egito, Indonésia, Rússia, Arábia Saudita e Iêmen- apareceram em ambas as listas.
A China foi o país mais populoso com altas restrições, enquanto Paquistão, Índia, Israel e os Territórios Palestinos foram todos lugares considerados com hostilidades sociais muito altas, como a perseguição ou a violência em massa.
Apresentando exemplos específicos nos Estados Unidos, o Pew citou as tentativas no Tennessee (sul) de impedir a construção de uma mesquita ou uma proposta em Oklahoma (sul) -posteriormente rejeitada pela justiça- de declarar ilegal a lei islâmica.
Também citou um aumento das queixas por questões relacionadas à discriminação religiosa no trabalho, assim como "ataques terroristas relacionados à religião", como o massacre de 13 pessoas em Fort Hood, no Texas, por um major americano de orientação muçulmana em 2009.
Fora dos Estados Unidos, o Pew citou a proibição por parte da Suíça da construção de novos minaretes nas mesquitas, o fechamento de mais de vinte igrejas na Indonésia por pressão de extremistas islâmicos e os violentos confrontos entre cristãos e muçulmanos na Nigéria.
Em geral, o relatório indica que "a crescente onda de restrições pode ser atribuída a uma variedade de fatores, incluindo o aumento de crimes, de atos maliciosos e da violência motivada por ódio religioso e preconceito, assim como o aumento da interferência governamental na oração e em outras práticas religiosas".
O informe não mencionou ateus ou agnósticos que enfrentam discriminação por não seguirem uma religião ou não acreditarem em Deus.
Fonte - BOL
"Música Sacra e Adoração" - Divulgação
Música Sacra e Adoração é um espaço virtual dedicado às questões relacionadas especialmente à música e a sua utilização na adoração, no contexto do Cristianismo.
Nosso Criador é o único que é digno de ser honrado e louvado. Tendo este princípio em mente, oferecemos a você um material diversificado, cujo objetivo é enriquecer a qualidade de sua adoração pessoal e, por consequência, enriquecer a adoração na Igreja na qual você serve, abrangendo três áreas principais: a Adoração, o Adorador e a Forma da Adoração, além de outros assuntos relacionados.
Neste espaço virtual você encontra ainda farto material englobando assuntos relacionados aos Efeitos da Música, aos Hinos e à Hinologia, bem como Livros e Apostilas online. Encontrará também uma seção de Artigos Técnicos com materiais nas áreas de técnica vocal, teoria musical, história da música, sonorização, técnica instrumental, entre outros.
Acesse http://musicaeadoracao.com.br e conheça mais de 4 mil páginas de informação relevante sobre essas questões, para a glória de nosso Deus.
Este espaço virtual foi preparado com carinho e está sempre em processo de atualização. Conheça e divulgue.
Agradecemos a atenção.
Os Editores
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
"Contagem Regressiva"
Contagem Regressiva é o nome da série evangelística que o Pr.Luís Gonçalves realizará em setembro de 2012. Será a primeira semana de evangelismo exclusivamente para a web. Num formato jovem e muito interativo, o Pr. Luís esclarecerá muitas dúvidas relacionadas às profecias e ao fim do mundo. Será imperdível.
Fique conectado para não perder as novidades: @evangelismoweb e facebook.com/evangelismoweb.
Acompanhe a transmissão ao vivo HOJE (20.09.2012), a partir das 21:00 hs. em /aovivo.esperanca.com.br/
Força militar de 25 nações está no Golfo Pérsico enquanto Israel prepara ataque ao Irã
Manobras na região chamam atenção na iminência de guerra
Navios de guerra, porta-aviões, caça-minas e submarinos de 25 países estão reunidos no Estreito de Ormuz, lugar estrategicamente importante em uma demonstração sem precedentes de força enquanto Israel e Irã continuam com ameaça de guerra. Entre as nações estão Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, e a presença deve durar 12 dias.
Uma armada naval dos EUA e da Grã-Bretanha está parada no Golfo Pérsico, visando prevenir o ataque de Israel contra o programa secreto iraniano de armas nucleares. O Estreito de Ormuz é uma das vias navegáveis internacionais mais congestionadas do mundo. Possui apenas 21 quilômetros de largura no seu ponto mais estreito e faz fronteira com a costa iraniana ao norte e com os Emirados Árabes Unidos ao sul.
Neste domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou durante entrevista a uma rede de televisão americana que o Irã está muito próximo de concluir suas armas nucleares. Ele estima que dentro de “seis ou sete meses” o governo de Teerã terá enriquecido 90% do urânio suficiente para uma bomba.
Netanyahu apelou para que o presidente Barack Obama intervenha com urgência na situação, estabelecendo os “limites” que o Irã não poderia cruzar para assim evitar uma ação militar.
“Vocês (os Estados Unidos) têm que montar essa linha vermelha diante deles agora, antes que seja tarde demais”, afirmou Netanyahu durante um programa de TV na rede NBC. Obama, por enquanto, se recusa a tomar qualquer postura ofensiva, preferindo insistir no bloqueio econômico.
John Sawers, chefe do Serviço Secreto de Inteligência inglesa teria se encontrado com o primeiro-ministro israelense Ehud Barak e, seu secretário da Defesa, há duas semanas, em uma tentativa de evitar uma ação militar contra o Irã. A resposta de Israel foi surpreendente: “O mundo diz a Israel: ‘Espere, ainda há tempo.” E eu digo, ‘Esperar o quê? Esperar até quando?”.
Uma vez que a maioria dos líderes ocidentais está convencida que o Irã vai retaliar qualquer tentativa de ataque de Israel ou seus aliados, a iniciativa de enviar navios para o Golfo Pérsico seria uma forma branda de fazer pressão sobre os dois países.
Trata-se de uma posição estratégica, pois por ali passam cerca de 18 milhões de barris de petróleo por dia, cerca de 35% de todo o petróleo comercializado no mundo por via marítima.
Porém, se o Irã interromper a exportação petrolífera, isso teria efeito catastrófico sobre as economias fragilizadas da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, que ainda dependem fortemente do petróleo e gás que passam pelo Golfo.
Essa força multinacional naval no Golfo inclui três porta-aviões norte-americanos classe Nimitz sendo que cada um carrega mais aeronaves do que toda a força aérea iraniana. Eles são apoiados por pelo menos 12 navios de guerra, incluindo cruzadores com mísseis balísticos, fragatas, destróieres e navios que transportam milhares de fuzileiros navais e forças especiais dos EUA.
Em caso de guerra, a principal ameaça contra a força multinacional viria da Guarda Revolucionária Islâmica, que deverá adotar uma estratégia de “negação de acesso”. Especialistas dizem que o Irã fará grandes manobras militares em seu próprio território, para mostrar que está preparado para defender suas instalações nucleares contra a ameaça de bombardeio aéreo.
Ali Fadavi, almirante da Guarda Revolucionária Iraniana, recentemente afirmou que “quaisquer tentativas dos inimigos” seriam frustradas e um alto preço cobrado.
Fonte - Gospel Prime
Navios de guerra, porta-aviões, caça-minas e submarinos de 25 países estão reunidos no Estreito de Ormuz, lugar estrategicamente importante em uma demonstração sem precedentes de força enquanto Israel e Irã continuam com ameaça de guerra. Entre as nações estão Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, e a presença deve durar 12 dias.
Uma armada naval dos EUA e da Grã-Bretanha está parada no Golfo Pérsico, visando prevenir o ataque de Israel contra o programa secreto iraniano de armas nucleares. O Estreito de Ormuz é uma das vias navegáveis internacionais mais congestionadas do mundo. Possui apenas 21 quilômetros de largura no seu ponto mais estreito e faz fronteira com a costa iraniana ao norte e com os Emirados Árabes Unidos ao sul.
Neste domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou durante entrevista a uma rede de televisão americana que o Irã está muito próximo de concluir suas armas nucleares. Ele estima que dentro de “seis ou sete meses” o governo de Teerã terá enriquecido 90% do urânio suficiente para uma bomba.
Netanyahu apelou para que o presidente Barack Obama intervenha com urgência na situação, estabelecendo os “limites” que o Irã não poderia cruzar para assim evitar uma ação militar.
“Vocês (os Estados Unidos) têm que montar essa linha vermelha diante deles agora, antes que seja tarde demais”, afirmou Netanyahu durante um programa de TV na rede NBC. Obama, por enquanto, se recusa a tomar qualquer postura ofensiva, preferindo insistir no bloqueio econômico.
John Sawers, chefe do Serviço Secreto de Inteligência inglesa teria se encontrado com o primeiro-ministro israelense Ehud Barak e, seu secretário da Defesa, há duas semanas, em uma tentativa de evitar uma ação militar contra o Irã. A resposta de Israel foi surpreendente: “O mundo diz a Israel: ‘Espere, ainda há tempo.” E eu digo, ‘Esperar o quê? Esperar até quando?”.
Uma vez que a maioria dos líderes ocidentais está convencida que o Irã vai retaliar qualquer tentativa de ataque de Israel ou seus aliados, a iniciativa de enviar navios para o Golfo Pérsico seria uma forma branda de fazer pressão sobre os dois países.
Trata-se de uma posição estratégica, pois por ali passam cerca de 18 milhões de barris de petróleo por dia, cerca de 35% de todo o petróleo comercializado no mundo por via marítima.
Porém, se o Irã interromper a exportação petrolífera, isso teria efeito catastrófico sobre as economias fragilizadas da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, que ainda dependem fortemente do petróleo e gás que passam pelo Golfo.
Essa força multinacional naval no Golfo inclui três porta-aviões norte-americanos classe Nimitz sendo que cada um carrega mais aeronaves do que toda a força aérea iraniana. Eles são apoiados por pelo menos 12 navios de guerra, incluindo cruzadores com mísseis balísticos, fragatas, destróieres e navios que transportam milhares de fuzileiros navais e forças especiais dos EUA.
Em caso de guerra, a principal ameaça contra a força multinacional viria da Guarda Revolucionária Islâmica, que deverá adotar uma estratégia de “negação de acesso”. Especialistas dizem que o Irã fará grandes manobras militares em seu próprio território, para mostrar que está preparado para defender suas instalações nucleares contra a ameaça de bombardeio aéreo.
Ali Fadavi, almirante da Guarda Revolucionária Iraniana, recentemente afirmou que “quaisquer tentativas dos inimigos” seriam frustradas e um alto preço cobrado.
Fonte - Gospel Prime
Choque de extremos e o mundo num barril de pólvora
Enquanto Israel (com ou sem apoio norte-americano) ameaça invadir o Irã para acabar com o programa nuclear de Ahmadinejad (que deseja riscar Israel do mapa), americanos irresponsáveis divulgam um vídeo que ofende a religião islâmica e acabam provocando a ira dos seguidores de Maomé. O embaixador americano na Líbia, Christopher Stevens, pagou com a vida e tem havido várias manifestações de revolta por parte de muçulmanos inflamados. Para piorar a situação, a revista francesa Charlie Hebdo resolveu, em pleno calor da crise, publicar charges com o profeta islâmico (os muçulmanos não permitem sequer representar Maomé artisticamente). Ninguém sabe o que poderá ser a reação dos EUA, nem tampouco de que maneira as charges atiçarão ainda mais os revoltados. O mundo realmente está sentado sobre um barril de pólvora. A paz é mais frágil do que se pensa. Segundo matéria publicada no portal Terra, o Ministério das Relações Exteriores da França anunciou que fechará suas embaixadas e escolas nesta sexta-feira em países muçulmanos como medida de precaução após a publicação das caricaturas. A decisão atingirá vinte países e o governo teme que os cartuns inflamem ainda mais os ânimos, já acirrados após a divulgação do filme.
A capa da revista mostra um judeu ortodoxo empurrando uma figura de turbante, que está em uma cadeira de rodas. Nas páginas internas, há várias caricaturas do profeta Maomé, incluindo algumas em que ele aparece nu. “Na França, o princípio é a liberdade de expressão. Agora, neste contexto, levando em consideração esse filme estúpido, esse vídeo absurdo que foi divulgado, há uma grande comoção em muitos países muçulmanos. É pertinente e inteligente jogar mais lenha na fogueira? A resposta é não”, disse o ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius. “É preciso encontrar um equilíbrio”, concluiu.
O vídeo que desencadeou essa onda de protestos no mesmo dia em que os Estados Unidos relembravam os atentados terroristas de 2001 traz trechos de “Innocence of Muslims”, filme produzido nos Estados Unidos sob a suposta direção de Nakoula Basseky Nakoula. Ele seria um cristão copta egípcio residente nos Estados Unidos, mas sua verdadeira identidade e localização ainda são investigadas. O filme, de qualidades intelectual e cultural amplamente questionáveis, zomba abertamente do Islã e denigre a imagem de Maomé.
Parece que a ordem do dia é mesmo a provocação. Dando também sua contribuição, as ativistas do movimento feminista Femen protestaram seminuas (pra variar) na inauguração da sede da organização em Paris. A ONG ucraniana se instalou na capital francesa para “recrutar soldados” na luta contra a discriminação de mulheres. Os métodos delas (que pregam a liberdade, mas se exibem como prêmio para os repórteres e para os olhares ávidos dos homens) e de organizações como a Peta são altamente questionáveis. A causa parece justa, mas os instrumentos de luta ficam longe disso. Desta vez, no entanto, creio que as peladas foram longe demais. No tronco de uma delas podia ser lido: “Muçulmanos, vamos ficar pelados.”
Liberdade de expressão é uma coisa, desrespeito à fé alheia é outra. É verdade que o cristianismo e figuras bíblicas vêm sendo debochados há muito tempo, e é verdade também que a reação dos muçulmanos radicais é desproporcional (Jesus foi escarnecido, humilhado e morto, ainda assim, ensinou Seus discípulos a orar pelos que os perseguem; Maomé bem que podia ter ensinado algo parecido), mas nada justifica a agressão e a provocação gratuitas que o filme, as charges e as militantes do Femen estão promovendo. É irresponsável, pois faz sofrer e até leva à morte quem não tem nada a ver com a coisa.
A situação do mundo vai ficando cada vez mais crítica com uma clara polarização entre os “moderados”, que pregam a união e a paz, e os radicais, “fundamentalistas” que agridem e pagam com mais agressão. Já existem vozes clamando contra esse “fundamentalismo” (vou publicar algo sobre isso em breve) e precisamos ficar atentos ao desenrolar dos fatos.
Dias piores virão, certamente.
Michelson Borges
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Liga Árabe prepara convênio internacional contra insultos à religião
Cairo, 19 set (EFE).-A Liga Árabe está preparando um convênio internacional para punir os insultos às religiões após os últimos protestos realizados pela divulgação de um vídeo sobre o profeta Maomé, anunciou nesta quarta-feira o secretário-geral da organização, Nabil al Araby.
Em entrevista coletiva realizada no Cairo, Al Araby informou que entrou em contato com a União Europeia, a União Africana e a Organização de Cooperação Islâmica para lançar um comunicado que "proíba insultar religiões".
Al Araby explicou que a iniciativa não seria obrigatória para os Estados, mas importante em nos aspectos midiático e político, e constituiria "um primeiro passo para preparar um convênio internacional".
Porém, ao contrário do comunicado, o convênio seria um mecanismo jurídico que os países deveriam aplicar para punir as pessoas que insultem o Islã e outras religiões.
O respeito às religiões será um dos primeiros assuntos que o secretário-geral da Liga Árabe tratará na próxima semana na Assembleia Geral das Nações Unidas, junto a outros temas como a causa palestina e a cooperação entre os países árabes e a América Latina.
A proposta da Liga Árabe para punir as ofensas à religião aconteceu depois que, na última semana, foram registrados diversos protestos e distúrbios em diversos países de maioria muçulmana por conta de um vídeo produzido nos Estados Unidos que ridiculariza o profeta Maomé.
A tensão continua depois que um jornal francês publicou nesta quarta-feira caricaturas do profeta, o que levou o governo francês a fechar suas embaixadas e escolas em vários estados muçulmanos para evitar ataques como os perpetrados a outras embaixadas ocidentais na semana passada.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: A idéia não é nova e em realidade ecoa tratativas anteriores já veiculadas no mesmo tema, como pode ser visto em "A liberdade religiosa e a "difamação das religiões"", "Liberdade religiosa sob ameaça na ONU" e "Liberdade religiosa com base em lei?".
Não por acaso as manifestações anteriores mantinham entre os seus porta-vozes a ONU e o Vaticano. Perceba-se por fim que, ainda na semana passada, "Papa pede o fim do fundamentalismo a judeus, cristãos e muçulmanos", de onde se pode destacar:
"Usar palavras sagradas, as Escrituras santas ou o nome de Deus, para justificar os nossos interesses, nossas políticas, ou nossa violência, é um crime muito grave", acrescentou.
Segundo o papa, "as incertezas econômicas e políticas, a capacidade de manipulação de alguns e uma compreensão deficiente da religião entre outras coisas, são o leito do fundamentalismo religioso".
Difícil se perceber a vala onde serão jogados aqueles que se distanciarem do 'viver junto secular' sugerido por BXVI? Para os seguidores de Cristo que vislumbram a última geração, resta a advertência:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 164.
Em entrevista coletiva realizada no Cairo, Al Araby informou que entrou em contato com a União Europeia, a União Africana e a Organização de Cooperação Islâmica para lançar um comunicado que "proíba insultar religiões".
Al Araby explicou que a iniciativa não seria obrigatória para os Estados, mas importante em nos aspectos midiático e político, e constituiria "um primeiro passo para preparar um convênio internacional".
Porém, ao contrário do comunicado, o convênio seria um mecanismo jurídico que os países deveriam aplicar para punir as pessoas que insultem o Islã e outras religiões.
O respeito às religiões será um dos primeiros assuntos que o secretário-geral da Liga Árabe tratará na próxima semana na Assembleia Geral das Nações Unidas, junto a outros temas como a causa palestina e a cooperação entre os países árabes e a América Latina.
A proposta da Liga Árabe para punir as ofensas à religião aconteceu depois que, na última semana, foram registrados diversos protestos e distúrbios em diversos países de maioria muçulmana por conta de um vídeo produzido nos Estados Unidos que ridiculariza o profeta Maomé.
A tensão continua depois que um jornal francês publicou nesta quarta-feira caricaturas do profeta, o que levou o governo francês a fechar suas embaixadas e escolas em vários estados muçulmanos para evitar ataques como os perpetrados a outras embaixadas ocidentais na semana passada.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: A idéia não é nova e em realidade ecoa tratativas anteriores já veiculadas no mesmo tema, como pode ser visto em "A liberdade religiosa e a "difamação das religiões"", "Liberdade religiosa sob ameaça na ONU" e "Liberdade religiosa com base em lei?".
Não por acaso as manifestações anteriores mantinham entre os seus porta-vozes a ONU e o Vaticano. Perceba-se por fim que, ainda na semana passada, "Papa pede o fim do fundamentalismo a judeus, cristãos e muçulmanos", de onde se pode destacar:
"Usar palavras sagradas, as Escrituras santas ou o nome de Deus, para justificar os nossos interesses, nossas políticas, ou nossa violência, é um crime muito grave", acrescentou.
Segundo o papa, "as incertezas econômicas e políticas, a capacidade de manipulação de alguns e uma compreensão deficiente da religião entre outras coisas, são o leito do fundamentalismo religioso".
Difícil se perceber a vala onde serão jogados aqueles que se distanciarem do 'viver junto secular' sugerido por BXVI? Para os seguidores de Cristo que vislumbram a última geração, resta a advertência:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 164.
Papa sobre a viagem ao Líbano: "Sinal profético de paz"
Cidade do Vaticano (RV) – A viagem apostólica ao Líbano foi o tema tratado pelo Santo Padre na Audiência Geral desta quarta-feira, na Sala Paulo VI, no Vaticano.
“Foi um evento eclesial comovente”, disse o Papa, e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo num país complexo, mas emblemático para toda a região.
Diante dos sofrimentos e dos dramas, Bento XVI transmitiu sua solidariedade, levando uma mensagem de encorajamento e de paz. De modo especial, o Pontífice falou da Síria, onde o conflito já causou milhares de mortos e refugiados, e do Iraque, que ainda vive uma difícil situação.
O Papa dirigiu um agradecimento especial às autoridades civis e eclesiásticas do Líbano, e pelo acolhimento que lhe foi reservado, inclusive por outras comunidades religiosas. “Os muçulmanos me acolherem com grande respeito e sincera consideração. Parece que chegou a hora de dar juntos um testemunho sincero e decidido contra as divisões, a violência e as guerras”, afirmou.
Após recordar os momentos marcantes da viagem, Bento XVI concluiu afirmando que os dias transcorridos no Líbano foram uma estupenda manifestação de fé e de intensa religiosidade e um sinal profético de paz.
“Faço votos que as várias mensagens de paz e de estima que deixei possam ajudar os governantes da região a realizar passos decisivos rumo à paz e a uma melhor compreensão das relações entre muçulmanos e cristãos. À intercessão de Maria confio os frutos desta visita pastoral, como também os propósitos de bem e as justas aspirações de todo o Oriente Médio.”
Eis o que o Papa falou dessa viagem ao Líbano aos peregrinos e fiéis de língua portuguesa, seguido de sua saudação:
“Amados irmãos e irmãs, durante a minha recente Visita ao Líbano, a multidão dos crentes teve oportunidade de reflectir, dialogar e sobretudo rezar juntos – guardo no coração o entusiasmo de milhares de jovens libaneses e dos países vizinhos –, renovando o seu compromisso de fundar a própria vida em Cristo, permanecer ancorados no Evangelho e caminhar unidos na Igreja. Como roteiro para o caminho, deixei-lhes a Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Medio Oriente, cuja entrega constituía o objectivo principal da minha viagem. Sabendo dos sofrimentos e dramas que se vivem naquela Região, quis assegurar a minha solidariedade e o meu apoio às legítimas aspirações daquelas amadas populações, com uma mensagem de encorajamento e de paz; a mesma que o Senhor ressuscitado deixou aos seus discípulos, sintetizada nestas palavras: «Dou-vos a minha paz». Parece-me ter chegado o momento de todos – católicos, membros das outras Igrejas e comunidades eclesiais e das diversas comunidades muçulmanas – darem juntos um testemunho sincero e decidido contra as divisões e a guerra.
Queridos amigos e irmãos de língua portuguesa, que hoje participais neste Encontro com o Sucessor de Pedro: Obrigado pela vossa presença! A todos saúdo, especialmente aos grupos brasileiros de São Paulo, confiando às vossas orações o «pequenino rebanho» dos cristãos do Oriente Médio, para que permaneçam fiéis aos compromissos assumidos e que são também os vossos. Para vós e vossas famílias, a minha Bênção!”
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Uma primeira leitura poderia induzir à conclusão de que a manifestação seria de mera retórica, inteiramente unilateral. Outras manifestações afastam esta impressão. Veja "Patriarcas agradecem chamado do Papa à paz para a Síria" e "Gostaríamos que o Papa ficasse mais tempo, afirma assessor de líder muçulmano no Líbano". Destaques:
Em uma declaração recolhida pela agência vaticana Fides, os líderes religiosos expressaram seu "grande consolo por estar do mesmo lado que o Santo Padre na visão da existência insubstituível dos cristãos no Oriente Médio".
"Como suprema autoridade moral, (o Papa) ofereceu critérios éticos, sem interferir na política, recordando à comunidade internacional a responsabilidade de salvar a vida da população e em especial das minorias" na Síria.
Também:
"A visita de Bento XVI ao Líbano demonstrou ao mundo que o povo libanês, cristãos e muçulmanos, estão unidos, enquanto que os partidos políticos e as facções se dividem e criam conflito".
“Foi um evento eclesial comovente”, disse o Papa, e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo num país complexo, mas emblemático para toda a região.
Diante dos sofrimentos e dos dramas, Bento XVI transmitiu sua solidariedade, levando uma mensagem de encorajamento e de paz. De modo especial, o Pontífice falou da Síria, onde o conflito já causou milhares de mortos e refugiados, e do Iraque, que ainda vive uma difícil situação.
O Papa dirigiu um agradecimento especial às autoridades civis e eclesiásticas do Líbano, e pelo acolhimento que lhe foi reservado, inclusive por outras comunidades religiosas. “Os muçulmanos me acolherem com grande respeito e sincera consideração. Parece que chegou a hora de dar juntos um testemunho sincero e decidido contra as divisões, a violência e as guerras”, afirmou.
Após recordar os momentos marcantes da viagem, Bento XVI concluiu afirmando que os dias transcorridos no Líbano foram uma estupenda manifestação de fé e de intensa religiosidade e um sinal profético de paz.
“Faço votos que as várias mensagens de paz e de estima que deixei possam ajudar os governantes da região a realizar passos decisivos rumo à paz e a uma melhor compreensão das relações entre muçulmanos e cristãos. À intercessão de Maria confio os frutos desta visita pastoral, como também os propósitos de bem e as justas aspirações de todo o Oriente Médio.”
Eis o que o Papa falou dessa viagem ao Líbano aos peregrinos e fiéis de língua portuguesa, seguido de sua saudação:
“Amados irmãos e irmãs, durante a minha recente Visita ao Líbano, a multidão dos crentes teve oportunidade de reflectir, dialogar e sobretudo rezar juntos – guardo no coração o entusiasmo de milhares de jovens libaneses e dos países vizinhos –, renovando o seu compromisso de fundar a própria vida em Cristo, permanecer ancorados no Evangelho e caminhar unidos na Igreja. Como roteiro para o caminho, deixei-lhes a Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Medio Oriente, cuja entrega constituía o objectivo principal da minha viagem. Sabendo dos sofrimentos e dramas que se vivem naquela Região, quis assegurar a minha solidariedade e o meu apoio às legítimas aspirações daquelas amadas populações, com uma mensagem de encorajamento e de paz; a mesma que o Senhor ressuscitado deixou aos seus discípulos, sintetizada nestas palavras: «Dou-vos a minha paz». Parece-me ter chegado o momento de todos – católicos, membros das outras Igrejas e comunidades eclesiais e das diversas comunidades muçulmanas – darem juntos um testemunho sincero e decidido contra as divisões e a guerra.
Queridos amigos e irmãos de língua portuguesa, que hoje participais neste Encontro com o Sucessor de Pedro: Obrigado pela vossa presença! A todos saúdo, especialmente aos grupos brasileiros de São Paulo, confiando às vossas orações o «pequenino rebanho» dos cristãos do Oriente Médio, para que permaneçam fiéis aos compromissos assumidos e que são também os vossos. Para vós e vossas famílias, a minha Bênção!”
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Uma primeira leitura poderia induzir à conclusão de que a manifestação seria de mera retórica, inteiramente unilateral. Outras manifestações afastam esta impressão. Veja "Patriarcas agradecem chamado do Papa à paz para a Síria" e "Gostaríamos que o Papa ficasse mais tempo, afirma assessor de líder muçulmano no Líbano". Destaques:
Em uma declaração recolhida pela agência vaticana Fides, os líderes religiosos expressaram seu "grande consolo por estar do mesmo lado que o Santo Padre na visão da existência insubstituível dos cristãos no Oriente Médio".
"Como suprema autoridade moral, (o Papa) ofereceu critérios éticos, sem interferir na política, recordando à comunidade internacional a responsabilidade de salvar a vida da população e em especial das minorias" na Síria.
Também:
"A visita de Bento XVI ao Líbano demonstrou ao mundo que o povo libanês, cristãos e muçulmanos, estão unidos, enquanto que os partidos políticos e as facções se dividem e criam conflito".
Em agosto, Ártico perdeu gelo equivalente ao Estado de Santa Catarina por dia
A Organização Mundial de Meteorologia anunciou nesta terça-feira (18) que o mês de agosto teve uma temperatura global média de 16,2° Celsius. Segundo a agência, este foi o quarto agosto mais quente já registrado na história.
O aquecimento no mês passado fez o gelo do mar Ártico ser reduzido a menor extensão de todos os tempos, alcançando 4,7 milhões de quilômetros quadrados.
A região polar perdeu uma média de 92 mil quilômetros quadrados de gelo por dia. O nível, que foi o mais rápido já observado no período, é quase o tamanho do Estado de Santa Catarina (95,4 mil quilômetros quadrados).
Já a menor queda diária foi registrada no último dia 26 de agosto, batendo o recorde de 2007.
A agência destaca, também, as temperaturas subiram e ficaram acima da média em várias partes do globo. Agosto foi muito quente na América do Norte e Central, no sul da Europa e no leste da Ásia. O mês é considerado pelos meteorologistas como o período mais seco do ano.
Fonte - UOL
Nota DDP: Veja também "Degelo recorde no Ártico coloca cientistas em 'território desconhecido'".
O aquecimento no mês passado fez o gelo do mar Ártico ser reduzido a menor extensão de todos os tempos, alcançando 4,7 milhões de quilômetros quadrados.
A região polar perdeu uma média de 92 mil quilômetros quadrados de gelo por dia. O nível, que foi o mais rápido já observado no período, é quase o tamanho do Estado de Santa Catarina (95,4 mil quilômetros quadrados).
Já a menor queda diária foi registrada no último dia 26 de agosto, batendo o recorde de 2007.
A agência destaca, também, as temperaturas subiram e ficaram acima da média em várias partes do globo. Agosto foi muito quente na América do Norte e Central, no sul da Europa e no leste da Ásia. O mês é considerado pelos meteorologistas como o período mais seco do ano.
Fonte - UOL
Nota DDP: Veja também "Degelo recorde no Ártico coloca cientistas em 'território desconhecido'".
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Papa Bento XVI reúne religiões do Líbano e pede paz nos países árabes
'O Papa Bento XVI encerrou a visita histórica ao Líbano, pedindo paz nos países árabes. Ele conseguiu reunir todas as religiões oficiais do Líbano em uma mesma missa. Foi elogiado por representantes islâmicos, até mesmo do extremista Hezbollah.
O Papa conseguiu, por algumas horas, unir as 18 religiões oficiais do Líbano e todas as tendências políticas. Ao todo, 350 mil pessoas assistiram à missa que encerrou a viagem de três dias. Entre elas, representantes do partido radical Hezbollah.
Na comoção contagiante do canto lírico, as palavras de Bento XVI pareceram ainda mais urgentes. O Papa deu uma tarefa aos cristãos: a de trabalhar pela paz e pela reconciliação com os muçulmanos.
“A vocação da Igreja e de cada cristão é a de servir, gratuitamente, a todos. Sem diferença, como fez Jesus”, disse ele.
Bento XVI repetiu: “As armas precisam ser silenciadas nos dois lados que lutam na Guerra Civil da Síria, e em todo o Oriente Médio”.
Na orla marítima de Beirute, onde ha 15 anos João Paulo II também celebrou uma missa, Bento XVI abençoou todos os povos da região. O Papa se despediu do Líbano pedindo à comunidade internacional que ajude os países árabes e que respeite a dignidade deles.'
Fonte: G1 (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: e se fosse um discurso do presidente americano, também estariam lá todas as religiões e partidos para aplaudir? Duvido seriamente! Mas, quanto à missa papal, até mesmo o extremista Hezbollah aderiu!!
Sem mais comentários...
O Papa conseguiu, por algumas horas, unir as 18 religiões oficiais do Líbano e todas as tendências políticas. Ao todo, 350 mil pessoas assistiram à missa que encerrou a viagem de três dias. Entre elas, representantes do partido radical Hezbollah.
Na comoção contagiante do canto lírico, as palavras de Bento XVI pareceram ainda mais urgentes. O Papa deu uma tarefa aos cristãos: a de trabalhar pela paz e pela reconciliação com os muçulmanos.
“A vocação da Igreja e de cada cristão é a de servir, gratuitamente, a todos. Sem diferença, como fez Jesus”, disse ele.
Bento XVI repetiu: “As armas precisam ser silenciadas nos dois lados que lutam na Guerra Civil da Síria, e em todo o Oriente Médio”.
Na orla marítima de Beirute, onde ha 15 anos João Paulo II também celebrou uma missa, Bento XVI abençoou todos os povos da região. O Papa se despediu do Líbano pedindo à comunidade internacional que ajude os países árabes e que respeite a dignidade deles.'
Fonte: G1 (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: e se fosse um discurso do presidente americano, também estariam lá todas as religiões e partidos para aplaudir? Duvido seriamente! Mas, quanto à missa papal, até mesmo o extremista Hezbollah aderiu!!
Sem mais comentários...
Impostos sobre propriedades do Vaticano poderiam render bilhões por ano
Tributação sobre propriedades da igreja católica é vista como solução dos problemas financeiros da Europa
Nesse momento em que a Europa está passando por uma das piores crises financeiras de sua história, e os cidadãos são obrigados a pagar impostos pesados, os olhos de alguns governos passaram a visar uma instituição que passou incólume pelos momentos econômicos mais difíceis da história: a Igreja Católica.
E a maior ameaça é justamente dos países que sempre protegeram o Vaticano, ajudando-o ao longo dos séculos a criar um império financeiro. A Igreja Católica é considerada uma das últimas fontes intocadas de riqueza no continente.
Por exemplo, Ricardo Rubio, um membro do conselho municipal de Alcala, Espanha, está travando uma batalha para tributar todos os bens de propriedade da Igreja que não são usados para fins religiosos. O impacto desse tipo de pedido pode ser devastador para o Vaticano: a instituição católica é uma das maiores proprietárias de terras na Espanha, tendo em seu nome escolas, casas, parques, campos de esportes e restaurantes.
Se tudo isso for submetido a um novo regime fiscal, poderia significar saída de três bilhões de euros em impostos a cada ano. Muitas cidades na Espanha estão pensando em tributar a Igreja. Grupos políticos aproveitaram a crise para abrir um debate maior sobre a relação entre Igreja e Estado nos países predominantemente católicos na Europa.
“A separação entre Igreja e Estado é a grande questão”, disse Charles Zech, diretor do Centro para o Estudo de Gestão da Igreja, na Universidade Villanova, que analisa as finanças da Igreja Católica.
O mesmo tipo de pedido tem sido feito na Itália, onde a Igreja possui milhares de propriedades e negócios que gozam de isenções fiscais. Pela primeira vez na história o governo italiano está considerando a possibilidade de se intrometer nos negócios não religiosos do Vaticano. O primeiro-ministro Mario Monti pediu a criação de um imposto sobre propriedades da igreja ou sobre as partes das propriedades que têm um propósito comercial.
Segundo uma extensa matéria do jornal Washington Post, “a batalha para cobrar impostos sobre todos os bens da igreja de uso não religioso causaria um impacto financeiro devastador sobre a Igreja Católica”. Na Espanha e na Itália, os insatisfeitos como Rubio acreditam que: “Os custos dessa crise devem ser divididos igualmente entre as pessoas e as instituições.”
Na Irlanda, o Ministério da Educação está lutando para remover o controle da igreja sobre muitas escolas de ensino fundamental e o governo cortou todas as verbas que antes eram destinadas a elas. Na Grã-Bretanha diversos municípios têm cortado os repasses de fundos estatais para o transporte público doa alunos de escolas religiosas, levando a uma queda drástica no número de matrículas.
A resposta do Vaticano tem sido cautelosa. As Conferências Episcopais dos países onde o movimento “pró-imposto” cresce limitam-se a enfatizar que essas regulamentações iriam impedir a Igreja de cumprir suas “funções sociais”. Representantes da igreja, como o cardeal Antonio Maria Rouco na Espanha e o cardeal Angelo Bagnasco, na Itália, fizeram declarações de que pretende cumprir todas as leis. Mas é sabido que a Igreja Católica está enfrentando problemas de fluxo de dinheiro. As ofertas dos paroquianos têm despencado nos últimos anos, e a maior riqueza da Igreja estaria em bens como templos, quadros, esculturas e coisas difíceis de serem capitalizadas, caso isso fosse necessário. Além disso, os processos por conta dos escândalos de padres pedófilos têm contribuído para tirar dos cofres católicos um montante de dinheiro não revelado, mas expressivo, a cada ano.
A má gestão tem sido outro problema, especialmente para o Vaticano, que este ano declarou ter experimentado o seu pior déficit dos últimos dez anos: 19 milhões de dólares. O Banco do Vaticano esteve envolvido em um escândalo por duas décadas sob suspeitas de lavagem de dinheiro e ligações com a máfia, além do “desaparecimento” de US$ 1 bilhão em um banco com quem fazia transações.
A questão de pagamentos de impostos pela igreja está em debate desde que, em 2010, os reguladores da União Europeia iniciaram uma investigação sobre a Igreja Católica e os impostos que paga em diversos países. De acordo com um grupo pró-secularismo chamado “Europa Laica”, esse tipo de preocupação tem crescido e as mudanças devem ocorrer em breve.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Algumas rápidas análises e questões acerca dos elementos trazidos na própria notícia.
Três bilhões de euros em impostos, somente na Espanha e, somente sobre patrimônio sem destinação religiosa. Poderia alguém calcular o tamanho do patrimônio da igreja romana, somente na Espanha e que envolva também o patrimônio com destinação religiosa?
E no mundo?
Outra questão que chama atenção seria o impacto da pretensa tributação somente na Espanha, quando a igreja tem apresentado seguidos déficits de arrecadação nos últimos anos (segundo se informa). Comporta a profecia uma derrocada econômica da igreja romana? É 'coincidência' tal cenário no exato momento em que os EUA também se encontram em franco declínio econômico?
Quanto tempo para os "braços cruzarem o abismo" para se alinharem?
Nesse momento em que a Europa está passando por uma das piores crises financeiras de sua história, e os cidadãos são obrigados a pagar impostos pesados, os olhos de alguns governos passaram a visar uma instituição que passou incólume pelos momentos econômicos mais difíceis da história: a Igreja Católica.
E a maior ameaça é justamente dos países que sempre protegeram o Vaticano, ajudando-o ao longo dos séculos a criar um império financeiro. A Igreja Católica é considerada uma das últimas fontes intocadas de riqueza no continente.
Por exemplo, Ricardo Rubio, um membro do conselho municipal de Alcala, Espanha, está travando uma batalha para tributar todos os bens de propriedade da Igreja que não são usados para fins religiosos. O impacto desse tipo de pedido pode ser devastador para o Vaticano: a instituição católica é uma das maiores proprietárias de terras na Espanha, tendo em seu nome escolas, casas, parques, campos de esportes e restaurantes.
Se tudo isso for submetido a um novo regime fiscal, poderia significar saída de três bilhões de euros em impostos a cada ano. Muitas cidades na Espanha estão pensando em tributar a Igreja. Grupos políticos aproveitaram a crise para abrir um debate maior sobre a relação entre Igreja e Estado nos países predominantemente católicos na Europa.
“A separação entre Igreja e Estado é a grande questão”, disse Charles Zech, diretor do Centro para o Estudo de Gestão da Igreja, na Universidade Villanova, que analisa as finanças da Igreja Católica.
O mesmo tipo de pedido tem sido feito na Itália, onde a Igreja possui milhares de propriedades e negócios que gozam de isenções fiscais. Pela primeira vez na história o governo italiano está considerando a possibilidade de se intrometer nos negócios não religiosos do Vaticano. O primeiro-ministro Mario Monti pediu a criação de um imposto sobre propriedades da igreja ou sobre as partes das propriedades que têm um propósito comercial.
Segundo uma extensa matéria do jornal Washington Post, “a batalha para cobrar impostos sobre todos os bens da igreja de uso não religioso causaria um impacto financeiro devastador sobre a Igreja Católica”. Na Espanha e na Itália, os insatisfeitos como Rubio acreditam que: “Os custos dessa crise devem ser divididos igualmente entre as pessoas e as instituições.”
Na Irlanda, o Ministério da Educação está lutando para remover o controle da igreja sobre muitas escolas de ensino fundamental e o governo cortou todas as verbas que antes eram destinadas a elas. Na Grã-Bretanha diversos municípios têm cortado os repasses de fundos estatais para o transporte público doa alunos de escolas religiosas, levando a uma queda drástica no número de matrículas.
A resposta do Vaticano tem sido cautelosa. As Conferências Episcopais dos países onde o movimento “pró-imposto” cresce limitam-se a enfatizar que essas regulamentações iriam impedir a Igreja de cumprir suas “funções sociais”. Representantes da igreja, como o cardeal Antonio Maria Rouco na Espanha e o cardeal Angelo Bagnasco, na Itália, fizeram declarações de que pretende cumprir todas as leis. Mas é sabido que a Igreja Católica está enfrentando problemas de fluxo de dinheiro. As ofertas dos paroquianos têm despencado nos últimos anos, e a maior riqueza da Igreja estaria em bens como templos, quadros, esculturas e coisas difíceis de serem capitalizadas, caso isso fosse necessário. Além disso, os processos por conta dos escândalos de padres pedófilos têm contribuído para tirar dos cofres católicos um montante de dinheiro não revelado, mas expressivo, a cada ano.
A má gestão tem sido outro problema, especialmente para o Vaticano, que este ano declarou ter experimentado o seu pior déficit dos últimos dez anos: 19 milhões de dólares. O Banco do Vaticano esteve envolvido em um escândalo por duas décadas sob suspeitas de lavagem de dinheiro e ligações com a máfia, além do “desaparecimento” de US$ 1 bilhão em um banco com quem fazia transações.
A questão de pagamentos de impostos pela igreja está em debate desde que, em 2010, os reguladores da União Europeia iniciaram uma investigação sobre a Igreja Católica e os impostos que paga em diversos países. De acordo com um grupo pró-secularismo chamado “Europa Laica”, esse tipo de preocupação tem crescido e as mudanças devem ocorrer em breve.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Algumas rápidas análises e questões acerca dos elementos trazidos na própria notícia.
Três bilhões de euros em impostos, somente na Espanha e, somente sobre patrimônio sem destinação religiosa. Poderia alguém calcular o tamanho do patrimônio da igreja romana, somente na Espanha e que envolva também o patrimônio com destinação religiosa?
E no mundo?
Outra questão que chama atenção seria o impacto da pretensa tributação somente na Espanha, quando a igreja tem apresentado seguidos déficits de arrecadação nos últimos anos (segundo se informa). Comporta a profecia uma derrocada econômica da igreja romana? É 'coincidência' tal cenário no exato momento em que os EUA também se encontram em franco declínio econômico?
Quanto tempo para os "braços cruzarem o abismo" para se alinharem?
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Surto de ebola está fora de controle
Organização afirma que epidemia está se espalhando rapidamente e pode atingir cidades próximas à capital Kinshasa, na República Democrática do Congo
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado dizendo que o surto de ebola no nordeste da República Democrática (RDC) do Congo está fora de controle. Segundo a agência, em relatório divulgado nesta quinta-feira, há risco de a doença se espalhar para as grandes cidades da região, inclusive a capital Kinshasa.
"A epidemia não está sendo controlada. Pelo contrário, a situação é muito, muito séria", afirmou Eugene Kabambi, porta-voz da OMC na RDC, em entrevista à Reuters. "Se nada for feito agora, a doença vai chegar a outros lugares. Até as grandes cidades estão ameaçadas", completou.
Até o momento, as cidades mais afetadas são Isiro e Viadana, no noroeste da RDC. O número de vítimas chegou a 31 na semana passada. Em Uganda, no país vizinho, cerca de 14 pessoas já morreram. Os casos, no entanto, não estão relacionados.
A origem da epidemia na República Democrática do Congo, segundo a OMS, está no consumo de carne contaminada nas florestas da região. O ebola causa uma febre hemorrágica, frequemente fatal. O vírus foi descoberto pela primeira vez em 1976 no antigo Zaire, no atual território congolês. Não há vacina ou tratamento desenvolvido.
Fonte - iG
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado dizendo que o surto de ebola no nordeste da República Democrática (RDC) do Congo está fora de controle. Segundo a agência, em relatório divulgado nesta quinta-feira, há risco de a doença se espalhar para as grandes cidades da região, inclusive a capital Kinshasa.
"A epidemia não está sendo controlada. Pelo contrário, a situação é muito, muito séria", afirmou Eugene Kabambi, porta-voz da OMC na RDC, em entrevista à Reuters. "Se nada for feito agora, a doença vai chegar a outros lugares. Até as grandes cidades estão ameaçadas", completou.
Até o momento, as cidades mais afetadas são Isiro e Viadana, no noroeste da RDC. O número de vítimas chegou a 31 na semana passada. Em Uganda, no país vizinho, cerca de 14 pessoas já morreram. Os casos, no entanto, não estão relacionados.
A origem da epidemia na República Democrática do Congo, segundo a OMS, está no consumo de carne contaminada nas florestas da região. O ebola causa uma febre hemorrágica, frequemente fatal. O vírus foi descoberto pela primeira vez em 1976 no antigo Zaire, no atual território congolês. Não há vacina ou tratamento desenvolvido.
Fonte - iG
"Meu lugar" com Rafaela Pinho
"Sonho com o dia em que a dor não existirá
Sonho com o dia em que as flores não irão murchar
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Eu preciso esquecer esse mundo, Quero me preparar
Aqui não é o meu lugar"
Aqui não é o meu lugar"
Bento XVI explica símbolos do Apocalipse
Cidade do Vaticano, 12 set 2012 (Ecclesia) – O Papa explicou hoje no Vaticano alguns dos símbolos do livro bíblico do Apocalipse, tendo vincado que não há preces desnecessárias e que os católicos devem evitar o derrotismo e não faltar à missa de domingo.
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A audiência foi dedicada à segunda parte do livro do Apocalipse, o último da Bíblia, que segundo o Papa é orientada para a abertura dos cristãos ao mundo, dado que a Igreja “não se fecha em si mesma mas enfrenta com coragem o seu caminho, no meio de dificuldades e sofrimentos”, vincando ao mesmo tempo que “o mal não vence o bem”.
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Depois de explicar que o anúncio da última vinda de Cristo apontado no Apocalipse não se refere apenas ao “fim dos tempos mas também ao presente”, Bento XVI pediu aos católicos para “serem fiéis à Santa Missa” de domingo, dia que é o “verdadeiro centro da semana”.
A segunda parte do Apocalipse, palavra que no original grego significa “revelação”, apresenta os símbolos do “trono”, que significa o poder de Deus sobre a história, o “livro com os sete selos”, que se refere ao plano divino sobre o ser humano, e o “Cordeiro imolado”, uma alusão a Cristo, explicou em português.
Dirigindo-se aos peregrinos lusófonos, o Papa saudou os fiéis das paróquias de Avintes e Alpendurada.
“Lembrai-vos de que a vida de oração do cristão deve ter por centro a Missa dominical. É na Eucaristia que experimentareis como o Senhor Jesus vem e faz morada em quem n’Ele crê e acolhe”, disse Bento XVI, que pediu a Deus para abençoar os fiéis nas suas necessidades.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Embora o texto seja por demais claro, importante salientar que é absolutamente pertinente a conexão dos símbolos do Apocalipse com o domingo, o "centro da semana" na fala de BXVI, eis que este é o falso dia de adoração que se opõe aquele estabelecido por Deus, o Sábado. A controvérsia se acentuará.
Faço minhas as palavras do Prof. Sikberto Marks: "Que mudança é esta que vemos no mundo cristão nestes últimos meses? Percebemos a intensificação das notícias sobre a importância da santificação do domingo. Importante notar que elas se originam de diversas partes do planeta, como numa orquestra. Sim, há um esforço coordenado em andamento."
Veja também "Bento XVI: os 10 Mandamentos da Lei de Deus encorajam à vivência da verdadeira liberdade e do amor autêntico". Destaque:
Os Mandamentos da Lei de Deus, diz o Santo Padre, "são compreensíveis para todos, precisamente porque estabelecem os valores fundamentais em normas e regras”.
Ressalva-se que os mandamentos em voga são os do CIC, não os de Êxodo 20.
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A audiência foi dedicada à segunda parte do livro do Apocalipse, o último da Bíblia, que segundo o Papa é orientada para a abertura dos cristãos ao mundo, dado que a Igreja “não se fecha em si mesma mas enfrenta com coragem o seu caminho, no meio de dificuldades e sofrimentos”, vincando ao mesmo tempo que “o mal não vence o bem”.
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Depois de explicar que o anúncio da última vinda de Cristo apontado no Apocalipse não se refere apenas ao “fim dos tempos mas também ao presente”, Bento XVI pediu aos católicos para “serem fiéis à Santa Missa” de domingo, dia que é o “verdadeiro centro da semana”.
A segunda parte do Apocalipse, palavra que no original grego significa “revelação”, apresenta os símbolos do “trono”, que significa o poder de Deus sobre a história, o “livro com os sete selos”, que se refere ao plano divino sobre o ser humano, e o “Cordeiro imolado”, uma alusão a Cristo, explicou em português.
Dirigindo-se aos peregrinos lusófonos, o Papa saudou os fiéis das paróquias de Avintes e Alpendurada.
“Lembrai-vos de que a vida de oração do cristão deve ter por centro a Missa dominical. É na Eucaristia que experimentareis como o Senhor Jesus vem e faz morada em quem n’Ele crê e acolhe”, disse Bento XVI, que pediu a Deus para abençoar os fiéis nas suas necessidades.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Embora o texto seja por demais claro, importante salientar que é absolutamente pertinente a conexão dos símbolos do Apocalipse com o domingo, o "centro da semana" na fala de BXVI, eis que este é o falso dia de adoração que se opõe aquele estabelecido por Deus, o Sábado. A controvérsia se acentuará.
Faço minhas as palavras do Prof. Sikberto Marks: "Que mudança é esta que vemos no mundo cristão nestes últimos meses? Percebemos a intensificação das notícias sobre a importância da santificação do domingo. Importante notar que elas se originam de diversas partes do planeta, como numa orquestra. Sim, há um esforço coordenado em andamento."
Veja também "Bento XVI: os 10 Mandamentos da Lei de Deus encorajam à vivência da verdadeira liberdade e do amor autêntico". Destaque:
Os Mandamentos da Lei de Deus, diz o Santo Padre, "são compreensíveis para todos, precisamente porque estabelecem os valores fundamentais em normas e regras”.
Ressalva-se que os mandamentos em voga são os do CIC, não os de Êxodo 20.
1 milhão de pessoas se suicidam por ano no mundo
Um milhão de pessoas se suicidam por ano no mundo, um número maior que o total de vítimas de guerras e homicídios, segundo relatório da OMS (Organização Mundial de Saúde).
O relatório foi elaborado para a décima edição do Dia Mundial de Prevenção de Suicídio, marcado para hoje (10/9).
A OMS destacou que as taxas de suicídio mais elevadas são a dos países do leste da Europa, como Lituânia ou Rússia, enquanto as mais baixas se situam na América Central e do Sul, em países como Peru, México, Brasil e Colômbia.
Estados Unidos, Europa e Ásia estão na metade da escala. Não há estatísticas sobre o tema em muitos países africanos e do sudeste asiático.
"Uma pessoa se suicida no mundo a cada 40 segundos aproximadamente, ou seja, mais do que o número combinado das vítimas de guerras e homicídios", informou o relatório da Organização Mundial da Saúde.
O número de tentativas de suicídio ainda é muito grande, com 20 milhões de tentativas por ano --5% das pessoas no mundo fazem uma tentativa de suicídio pelo menos uma vez em sua vida, segundo a OMS.
A organização diz ainda que o problema está se agravando e que o suicídio "se transformou em um problema de saúde muito importante" para a entidade, segundo o médico Shekhar Saxena, ao apresentar o relatório à imprensa em Genebra. "O suicídio é uma das grandes causas de morte no mundo e, durante os últimos anos, sua taxa aumentou em 60% em alguns países", acrescentou.
O suicídio é a segunda causa de morte no mundo entre os adolescentes de 15 a 19 anos, mas também alcança taxas elevadas entre pessoas mais velhas.
A OMS destaca que há três vezes mais suicídios entre homens do que entre mulheres, independente das faixas de idade e os países considerados. Por outro lado, há três vezes mais tentativas de suicídio entre as mulheres que entre os homens.
A disparidade entre as estatísticas é explicada pelo fato que os homens empregam métodos mais radicais que as mulheres para morrer.
Fonte - Folha
Nota DDP: Veja também "A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo".
O relatório foi elaborado para a décima edição do Dia Mundial de Prevenção de Suicídio, marcado para hoje (10/9).
A OMS destacou que as taxas de suicídio mais elevadas são a dos países do leste da Europa, como Lituânia ou Rússia, enquanto as mais baixas se situam na América Central e do Sul, em países como Peru, México, Brasil e Colômbia.
Estados Unidos, Europa e Ásia estão na metade da escala. Não há estatísticas sobre o tema em muitos países africanos e do sudeste asiático.
"Uma pessoa se suicida no mundo a cada 40 segundos aproximadamente, ou seja, mais do que o número combinado das vítimas de guerras e homicídios", informou o relatório da Organização Mundial da Saúde.
O número de tentativas de suicídio ainda é muito grande, com 20 milhões de tentativas por ano --5% das pessoas no mundo fazem uma tentativa de suicídio pelo menos uma vez em sua vida, segundo a OMS.
A organização diz ainda que o problema está se agravando e que o suicídio "se transformou em um problema de saúde muito importante" para a entidade, segundo o médico Shekhar Saxena, ao apresentar o relatório à imprensa em Genebra. "O suicídio é uma das grandes causas de morte no mundo e, durante os últimos anos, sua taxa aumentou em 60% em alguns países", acrescentou.
O suicídio é a segunda causa de morte no mundo entre os adolescentes de 15 a 19 anos, mas também alcança taxas elevadas entre pessoas mais velhas.
A OMS destaca que há três vezes mais suicídios entre homens do que entre mulheres, independente das faixas de idade e os países considerados. Por outro lado, há três vezes mais tentativas de suicídio entre as mulheres que entre os homens.
A disparidade entre as estatísticas é explicada pelo fato que os homens empregam métodos mais radicais que as mulheres para morrer.
Fonte - Folha
Nota DDP: Veja também "A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo".
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