domingo, 15 de março de 2015

ONU vai reunir líderes religiosos para discutir medidas contra o EI

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-Moon, se propôs a organizar uma reunião global com líderes religiosos de todo o mundo para discutirem uma forma de enviar uma mensagem de tolerância e reconciliação diante dos ataques extremistas do Estado Islâmico.

O encontro deve acontecer nos próximos meses para “promover o entendimento mútuo e a reconciliação”, diante dos casos de violência extrema. O secretário-geral se mostrou bastante preocupado com os ataques do EI e afirmou que os terroristas representam uma “grave ameaça para a paz e a segurança global”.

Segundo ele, os extremistas estão polarizando e aterrorizando o mundo com o objetivo de provocar e dividir a população, enquanto que a maioria das vítimas são muçulmanos, seus próprios irmãos.

“Necessitamos ter a cabeça fria, sentimento comum e não nos deixar levar pelo medo”, disse Ki-Moon diante de representantes de 60 países que discutiam sobre como evitar o recrutamento de jovens adolescentes pelos jihadistas que estão treinando soldados mirins.

A respeito das crianças, o secretário da ONU falou da importância de se ensinar “compaixão e empatia” como forma de combater as ideologias extremistas que são alimentadas pela “opressão, da corrupção e da injustiça”.

Fonte - Gospel Prime

sexta-feira, 13 de março de 2015

Reportagem analisa dois anos do pontificado do Papa Francisco

O discurso pastoral do papa Francisco conquistou rapidamente os cristãos ao redor do mundo. Seu sorriso franco e o tom bem-humorado de suas falas abriram espaço nos meios de comunicação e na imprensa de modo geral. Dos últimos papas, este é o mais fotografado e o mais exposto.
Após sua eleição em 13 de março de 2013, o papa disse que os cardeais foram buscá-lo “no fim do mundo”. É o primeiro americano e o primeiro jesuíta a exercer o pontificado.

A eleição de Francisco ocorreu num momento em que tanto a Igreja quanto o Estado tinham baixa apreciação do público. No Oriente Médio e norte da África, a chamada “primavera árabe”, desde 2010, tinha escancarado a indignação das populações contra os regimes ditatoriais. No primeiro semestre de 2013, os esquemas de espionagem do governo americano, revelados por Edward Snowden no WikiLeaks, colocaram em descrédito a maior democracia do mundo. Na Europa, as figuras de Berlusconi e Putin criavam constrangimento para o poder político.

Por outro lado, a Igreja Católica enfrentava constantes denúncias de pedofilia por parte de seus sacerdotes em diversas partes do mundo, além de sinais de corrupção na Cúria Romana.

Nesse contexto de decadência da autoridade, o papa causou impacto ao escolher um nome de grande apelo social. Francisco de Assis é exemplo quase milenar de humildade e renúncia. Com sua fala cordial e simples, como o “papa dos pobres” e o “pastor das multidões”, Bergoglio passou a preencher uma lacuna e a capitalizar para o papado o prestígio perdido pelas figuras mais centrais do poder no mundo.

O resultado da habilidade extrema de se relacionar com as massas e os meios de comunicação tem rendido ao papa uma exposição sem precedentes na história do papado. Nem mesmo João Paulo II teve tão generalizada apreciação por parte de católicos, da imprensa, dos políticos e até das demais religiões. O presidente americano, Barack Obama, disse que o papa possui “grande autoridade moral” e que pode “levar as pessoas ao redor do mundo a repensar atitudes antigas e recomeçar o mundo com decência e ­compaixão”. O rabino Abraham Skorka, amigo pessoal de Francisco, disse que o papa “leva Jesus a sério” e que tem potencial para grandes mudanças no catolicismo e na religião em todo o mundo.

Se os papas anteriores (João Paulo II e Bento XVI) eram teólogos, Francisco também defendeu tese de doutorado e é autor de diversos livros, mas todos com forte tom pastoral. Um fenômeno de massas, ele tem mais de 17 milhões de seguidores no Twitter. Cativa as pessoas com suas atitudes simples e despojadas. Durante seus anos como cardeal em Buenos Aires, o estilo franciscano de Bergoglio já despertava admiração. Ele se locomovia em geral de ônibus e metrô, morava num pequeno quarto atrás da catedral metropolitana e preparava a própria comida. Como papa e chefe do Estado do Vaticano, ele tem recusado o luxo costumeiro dos estadistas europeus, mantendo o estilo de fazer ligações pessoais a amigos e fiéis.

Na edição de 11 de dezembro de 2013, a revista Time elegeu o papa Francisco como a personalidade do ano. Segundo o periódico, “o que torna esse papa tão importante é a rapidez com que ele capturou a imaginação de milhões de pessoas que tinham perdido a esperança”.

TENDÊNCIAS

Cinco principais linhas de ação podem ser consideradas distintivas destes dois anos de pontificado. Primeiro, Francisco tem uma habilidade incomum de encantar e cativar as multidões, o que lhe projeta como um líder global com perfil messiânico. Mesmo na imprensa secular, ele é unanimidade como representante de direitos humanos, liberdade e paz.

Francisco tem se revelado também um talentoso articulador político. Conseguiu promover a reaproximação entre Estados Unidos e Cuba, levando esses países a retomar relações interrompidas desde 1961, por ocasião da revolução cubana. Ele reuniu no Vaticano os presidentes da Autoridade Palestina, Mahmoud Abbas, e de Israel, Shimon Peres, acompanhados ainda de Bartolomeu, o patriarca ortodoxo de Constantinopla. Foi convidado a discursar no Parlamento Europeu, ocasião em que desafiou os políticos a buscar uma nova visão social e política para a “envelhecida Europa”.

Em terceiro lugar, o papa tem mostrado um pendor em aproximar a igreja do mundo secular. Apesar de afirmar sua preocupação com o secularismo como o “trabalho do diabo e do anticristo”, ele tem se declarado favorável ao evolucionismo teísta, assim como o papa João Paulo II, além de sinalizar abertura ao ateísmo e homossexualismo. Soma-se a isso o fato de ele ser “antenado” e usuário perspicaz dos meios de comunicação, o que pode ser parte das estratégias de Francisco para atrair a Europa descrente e secularizada de volta ao catolicismo.

Também é preciso destacar a aversão do papa ao fundamentalismo, vertente sociorreligiosa que tem se tornado progressivamente antagonizada no mundo. Segundo ele, sejam muçulmanos ou cristãos, os fundamentalistas são agressivos e perigosos, mesmo quando não praticam o terrorismo.
Por fim, o papa Francisco se destaca como um articulador do ecumenismo. Ele enviou uma mensagem paradigmática a líderes carismáticos nos Estados Unidos, na qual conclamou os cristãos a superar as divisões obsoletas do passado e a caminhar para a formação de um único rebanho de Cristo no mundo. Em maio de 2014, em Jerusalém, ele pediu a união de todas as religiões em favor da paz mundial.

Com essas frentes de ação, é possível imaginar os resultados do pontificado de Francisco em termos de um vasto ecumenismo, incluindo ateus e secularizados, como uma força-tarefa global em favor da paz. Isso seria uma grande realização, não houvesse o perigo de essa coalizão se voltar contra uma minoria que não veja nesse ecumenismo o resultado da ação do Espírito Santo em levar as pessoas a obedecer à Palavra de Deus.
(...)
Fonte - Adventistas.org

Evangelista apresenta relação entre extremismo religioso e profecias bíblicas

Brasília, DF… [ASN] A imprensa tem noticiado diariamente fatos que têm chocado a opinião pública, relacionados com radicalismo religioso e terrorismo. A frequência dos acontecimentos despertou a atenção de muita gente que está questionando se há alguma relação entre esses acontecimentos e as profecias bíblicas relacionadas ao fim do mundo.

Para esclarecer o tema o ASNTV entrevistou o evangelista sul-americano e apresentador doprograma Arena do Futuro, da TV Novo Tempo, pastor Luís Gonçalves.

Fonte - Adventistas.org

terça-feira, 10 de março de 2015

Livro de Copeland promove o ecumenismo

Kenneth Copeland, o líder pentecostal norte-americano que aceitou o repto de união do papa Francisco, tendo mesmo pronunciado a famosa frase: “O protesto acabou”, escreveu e publicou um livro de 40 páginas. O título do livro é Uma Casa Não Dividida – Derrotando o Espírito de Divisão, o que denuncia seu propósito de união entre todo o (chamado) corpo cristão. Partilho citações do livro que provam isso, ao mesmo tempo que fortalecem a visão adventista de que, finalmente, todo o mundo se reunirá debaixo a bandeira de Roma: “Devemos entender que divisão não é o mesmo que diferenças. Deus criou as coisas para serem diferentes. Mas Satanás vem e aumenta essas diferenças com um espírito de discórdia e ressentimento.

“O Espírito de unidade, que é o Espírito Santo, aumenta essas diferenças em amor, de forma que elas nos unam, de onde podemos aprender e partilhar uns com os outros, tornando-nos mais fortes. Quando caminhamos juntos na força da unidade, tornamo-nos perigosos para o diabo porque atingimos todos os objetivos, em vez de um aqui e outro ali.

“Juntos, somos um todo – completo, nada faltando! Juntos, somos uma força com a qual o diabo não consegue lidar.”

“Primeiramente, o que temos a fazer é juntarmo-nos no espírito – em fé. Nós já somos um. Jesus cuidou disso na cruz. Agora, diz a Bíblia, é tempo de nos juntarmos na unidade da nossa fé.”

(Filipe Reis, via Facebook)

quinta-feira, 5 de março de 2015

Bactéria mortal escapa de laboratório nos EUA

Segundo um comunicado das autoridades da Luisiana, nos EUA, uma perigosa bactéria teria escapado de um laboratório de segurança máxima. Os especialistas afirmam que aBurkholderia pseudomallei “fugiu” do Centro de Pesquisa Nacional do Primata de Tulane, localizado a 80 km do norte de Nova Orleans.

O bacilo, originário do sudeste asiático e norte da Austrália, pode ser transmitido para seres humanos e animais através do contato com a água e com o solo contaminado. Ele foi classificado pelas autoridades como “um agente bioterrorista em potencial”. O incidente teria ocorrido em novembro do ano passado, quando cientistas trabalhavam no desenvolvimento de uma vacina contra a Burkholderia pseudomallei.

Apesar de o agente patógeno não ter sido, até o momento, detectado no ar da região em torno do laboratório, quatro macacos mantidos em jaulas ao ar livre foram contaminados, e dois deles tiveram que ser sacrificados.

Fonte - History

Estado Islâmico diz que Jesus voltará em breve

Isis realiza uma parada na Síria

Terroristas do Estado Islâmico estão anunciando que eles fazem parte do fim dos tempos apocalípticos profetizados no Alcorão, e que Jesus aparecerá em breve para derrotar os exércitos de Roma, começando, assim, a contagem regressiva para o fim do mundo. Essa interpretação profética foi insinuada pelo líder das terríveis decapitações de 21 cristãos coptas, no início [do mês passado], enquanto apontava para o vídeo macabro dos assassinatos, dizendo: “Vamos conquistar Roma, com a permissão de Alá.” O Estado Islâmico (Isis) acredita que haverá um confronto com os exércitos de Roma, no norte da Síria e, em seguida, um confronto final com um anti-Messias, em Jerusalém. O Isis publicou mais ideias - na sétima edição do Dabiq, sua revista de propaganda ideológica em inglês - sobre sua teologia do fim dos tempos que está dirigindo sua selvageria viciosa e sua crença de que o Islã é uma “religião da espada, não pacifismo”, e que o papel do Isis é “trazer o fim do mundo”.

(Christian Examiner)

Nota Criacionismo: Já não basta ser considerado “fundamentalista” (como os radicais islâmicos são chamados) pelo fato de crer na historicidade dos primeiros capítulos de Gênesis (trocando em miúdos, por ser criacionista), agora vem mais essa?! São mais do que desagradáveis essas associações entre os adventistas criacionistas e os fundamentalistas islâmicos. Na verdade, são perigosas. Num programa de TV em Londres, um pastor adventista foi considerado fundamentalista pelo simples fato de crer na volta de Jesus (confira aqui). O que ocorre neste momento é uma clara polarização religiosa no mundo: de um lado, estão se unindo os evangélicos e os católicos em busca da paz e da tolerância; de outro, ficam os que são considerados intolerantes, fanáticos e fundamentalistas. Os adventistas não estão nem num, nem noutro grupo. Não estão no primeiro porque não concordam em abrir mão de suas crenças bíblicas (como o sábado, por exemplo) em nome de uma união que não respeita peculiaridades e a vontade expressa de Deus. Também creem que se deve buscar a paz, que a proteção do meio ambiente é importante e que os cristãos devem promover a união, mas em torno da verdade bíblica. E não estão no segundo grupo (o dos fanáticos) porque nunca quiseram impor suas crenças sobre ninguém nem se valeram de meios violentos para difundir sua mensagem. Preferem morrer a matar pelo que acreditam. Mas essas atitudes e crenças de grupos como o Isis poderão desencadear uma sequência de eventos que, de fato, acabarão por apressar o fim de tudo.

domingo, 1 de março de 2015

Lei determina fechamento do comércio aos domingos

Numa sessão ordinária da Câmara de Vereadores do município mineiro de Manhuaçu, realizada no fim do ano, foi aprovado o Projeto de Lei nº 072/2014, que trata do fechamento do comércio aos domingos. Após a análise das comissões e a adição de emenda parlamentar, regulamentando a vigência da Lei a partir de Janeiro de 2015, o projeto, de autoria dos vereadores Gilson César da Costa e Fernando Gonçalves Lacerda, foi aprovado por unanimidade. No plenário, houve expressiva presença de trabalhadores do comércio, principalmente dos supermercados da cidade, além de representantes do Sintracom (Sindicato dos Trabalhadores no Comércio de Manhuaçu), inclusive do presidente da entidade, Adalto de Abreu. A reivindicação feita pelos trabalhadores, pelo sindicato e pelos vereadores baseia-se na ideia de que essa mudança possibilitará aos trabalhadores do comércio um tempo de descanso junto aos familiares no domingo, evitando situações de depressão e outros transtornos decorrentes do desencontro ocasionado pelo cenário atual. Ou seja, se todos descansam aos domingos, há o encontro entre pais e filhos, marido e mulher, etc., considerando que a família é o principal pilar da sociedade e é preciso haver ações para protegê-la, evitando, assim, as mais diversas mazelas sociais.

O vereador Gilson ressaltou que outras cidades da região e até mesmo capitais também alteraram a legislação para não haver funcionamento do comércio aos domingos. Ele citou como exemplo a cidade universitária de Viçosa, MG, e Vitória, capital do Espírito Santo. Ele ainda pontuou as mobilizações feitas pela Igreja Católica, com o papa Francisco – que defende o descanso aos domingos para o fortalecimento da família –, e a Igreja Presbiteriana de Manhuaçu – que recentemente lançou publicação sobre o tema.

(Manhuaçu.com)

Nota Criacionismo: A ideia está pegando... E ai dos que discordarem dessa coligação envolvendo políticos, religiosos, sindicatos e povo! Quando os Estados Unidos assinarem uma lei mundial nesse sentido, todo mundo já estará convencido de que parece ser algo bom para o mundo. Não haverá oposição.

sábado, 28 de fevereiro de 2015

"Lojas não podem abrir no domingo

Notícia publicada num jornal de Joinville, SC (Brasil), no dia 27 de fevereiro de 2015.


sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

Câmara de vereadores veta comércio aos domingos

Um projeto de lei da Câmara de Vereadores de Jaraguá do Sul, SC, que permitiria a abertura do comércio aos domingos, foi arquivado. Sob a ótica profética relacionada com o futuro decreto dominical, o que chama a atenção no vídeo abaixo são os motivos usados pela população (de maioria católica e luterana) para defender a ideia de que o domingo seja preservado. Note, também, o que dizem os cartazes. A preservação da família é uma causa muito forte. A justiça social (além da proteção ao meio ambiente), também. No fim da matéria, uma trabalhadora menciona a crise financeira para justificar o direito de trabalhar aos domingos, mas, como a legislação caminha cada vez mais no sentido de preservar esse dia, os outros seis dias da semana serão obrigatoriamente dedicados ao trabalho. Assim, os que guardam o sábado bíblico terão crescente dificuldade para ser fiéis aos mandamentos de Deus. Mas isso não é novidade para quem estuda a Bíblia.


segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

São as misteriosas crateras da Sibéria causadas pela mudança climática? Cientistas encontram quatro novos buracos enormes



Cientista que nega aquecimento global recebeu US$ 1,2 milhão de empresa de combustíveis fósseis

Segundo o New York Times, Wei-Hock Soon recebeu a quantia em dinheiro e não revelou o financimento em ao menos 11 de seus artigos

Apesar de ser algo difícil de acreditar, ainda há conservadores nos EUA que negam os efeitos de gases de efeito estufa no aquecimento global. As pesquisas realizadas por um cientista do Centro de Astrofísica Harvard-Smithsonian, que eram um dos principais argumentos para deter o avanço de uma legislação que ajude a controlar emissões, acabam de ficar sob suspeita após o jornal “The New York Times” afirmar que seu autor recebeu mais de US$ 1,2 milhão da indústria de combustíveis fósseis.

Segundo o jornal, Wei-Hock Soon, conhecido como Willie, recebeu a quantia em dinheiro e não revelou o financimento em ao menos 11 de seus artigos, além de ter violado guias éticos dos jornais onde oito deles foram publicados desde 2008.

O cientista, que alega que variações na energia do sol podem explicar grande parte do aquecimento global recente, dá entrevistas frequentemente a programas conservadores de notícias, já testemunhou perante o Congresso americano e deu palestras em conferências que negam os riscos das mudanças climáticas.

Soon não respondeu a pedidos de entrevistas do jornal americano, mas há tempos defende que o financiamento privado não afeta o resultado de suas pesquisas. A agência de notícias Reuters também afirma que o cientista recebeu US$ 131 mil da empresa de petróleo ExxonMobil pra estudar os efeitos do sol no aquecimento global.

Fonte - Isto É

domingo, 22 de fevereiro de 2015

Arábia Saudita: pena de morte para quem carregar Bíblia

Caaba, em Meca, Arábia Saudita

A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada dessa religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrar naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros. Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.

A missão Heart Cry [Clamor do Coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.

Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos. A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes de que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.

O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.

O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia.” [...]

(Gospel Prime)

Nota Criacionismo: Os muçulmanos de todo o mundo, que desfrutam da liberdade de culto, que podem ler tranquilamente seu Corão e construir suas mesquitas, deveriam se manifestar contra essa barbaridade.

A Igreja Católica está em busca de vida extraterrestre?

É uma contradição a Igreja Católica Romana ter astrônomos dedicados a investigar o Universo? Para os sacerdotes envolvidos, não: é uma atividade que os ajuda a se conectarem com o Criador. A instituição conta com 10 astrofísicos em atividade, que estão preocupados em aprofundar nossos conhecimentos sobre o cosmo. E o que chama mais atenção nessa história é fato de eles, além de astrofísicos, serem também sacerdotes.

Diante das críticas costumeiras dos cientistas ateus, os especialistas do Observatório do Vaticano se defendem: na astrofísica, segundo eles, não há limites entre ciência e religião. “Acredito que as pessoas que fazem grandes perguntas sobre a fé também estão interessadas na astronomia, uma ciência que está sempre fazendo perguntas muito importantes”, explica Buell Jannuzi, diretor do Observatório Steward da Universidade do Arizona, que trabalha em colaboração com os sacerdotes espaciais.

O Observatório do Vaticano data de 1582, mas foi o Papa Leão XIII quem o estabeleceu oficialmente em 1891, para deixar claro que a Igreja Católica Romana não se opunha à ciência verdadeira e bem conduzida. Agora, esses cientistas religiosos avançam em seus estudos, mesmo correndo o risco de, chegando a “grande descoberta”, colocar em dúvida os alicerces de sua teologia.

Fonte - History Channel

sábado, 21 de fevereiro de 2015

Angela Merkel é recebida pelo Papa Francisco no Vaticano

Angela Merkel fez uma doação para as crianças refugiadas e deu cd’s de Sebastian Bach ao Papa Francisco

A Chanceler alemã, Angela Merkel, foi recebida pelo Papa Francisco na manhã deste sábado, 21, em audiência no Vaticano. Durante o encontro que durou cerca de 40 minutos, a Chanceler fez uma doação para as crianças refugiadas e ofereceu ao Papa cd’s de Johann Sebastian Bach.

O Papa por sua vez a presenteou com uma medalha de São Martinho que retrata o santo oferecendo seu manto a um pobre. O Santo Padre também ofereceu a Exortação Apostólica“Evangelii Gaudium”, na sua versão alemã.

Após o encontro com o Santo Padre, a Chanceler Angela Merkel foi recebida pelo Secretário de Estado do Vaticano Cardeal Pietro Parolin.

Efeitos da Música no Corpo - Hélio Pothin

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Os Jesuítas e a Igreja Adventista Hoje


Uma visão histórico-profética de duas forças envolvidas no grande conflito entre Cristo e Satanás.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Lewandowski discute 'papel do Judiciário' com Papa Francisco

Presidente do STF e pontífice se reuniram nesta quarta no Vaticano. Em viagem à Europa, ele também terá audiência com rainha da Inglaterra.

O presidente do Supremo Tribunal Federal, Ricardo Lewandowski, se reuniu na manhã desta quarta-feira (18) com o Papa Francisco, em uma audiência privada no Vaticano.

De acordo com a assessoria do STF, ao longo dos cerca de 20 minutos do encontro, os dois trocaram impressões sobre o papel do Judiciário na promoção da justiça e da paz social, na garantia dos direitos fundamentais da pessoa humana e na realização de objetivos de desenvolvimento sustentável.

O convite para a reunião foi feita a Lewandowski pelo Vaticano. O ministro está na Itália desde a última quinta (12) para encontros com autoridades do Judiciário italiano. Nesta quinta (19), ele se reunirá com o presidente da Corte Constitucional da Itália, que equivale ao STF brasileiro.

Ainda conforme a assessoria do Supremo, o Papa e Lewandowski também trataram, na audiência, que ocorreu por volta de 9h no horário da Itália (6h no horário de Brasília), da conjuntura do Brasil e da região sul-americana.

Na conversa, o pontífice destacou a “necessidade se garantir a progressiva melhoria das condições de vida nos países da América Latina, sobretudo para os grupos sociais mais frágeis e desassistidos.”

O papa, de acordo com a assessoria do Supremo, ressaltou ainda a necessidade de se conciliar o desenvolvimento social com a proteção ao meio ambiente. Além da reunião com o pontífice, o presidente do STF se reuniu nesta quarta com o Cardeal Pietro Parolin, secretário de Estado do Vaticano, com quem falou sobre a “importância da garantia ao pluralismo”, num momento em que a “radicalização social, política e religiosa” aflige a comunidade internacional.

Segundo o Vaticano, a reunião foi realizada nos moldes das reservadas a chefes de Estado.
...
Fonte - G1

Obama não falou (ainda) em decreto dominical

Mais um boato infundado

Está circulando nas redes sociais um vídeo em que o presidente dos EUA supostamente faz um discurso convocando todos a descansarem no domingo. Em poucas horas, o vídeo teve milhares de compartilhamentos. Não dá para imaginar o que pode ter levado alguém a produzir esse material, já que a tradução está totalmente errada. O discurso não contém uma palavra sequer sobre a questão do dia de repouso. Só pode ser piada ou algum tipo de pegadinha de mau gosto. O pior é que muita gente acaba acreditando nessas coisas e deixa o bom ceticismo de lado. Ao espalhar conteúdos como esses, sem checar a procedência ou a veracidade, os incautos apenas lançam descrédito sobre a mensagem profética.

Essa situação é muito parecida com outras, que expus nas postagens “Papa NÃOpressionou Obama a assinar decreto dominical” e “Boataria internética”.

Avança projeto de fechamento dominical da CAME



quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Vaticano apoia intervenção militar na Líbia com respaldo da ONU

VATICANO — O Vaticano apoiou abertamente uma possível intervenção internacional das Nações Unidas na Líbia, que está à beira de uma guerra civil. O Secretário de Estado da Santa Sé, o cardeal Pietro Parolin, destacou na terça-feira que é necessária uma intervenção, mas “sob o respaldo da ONU”, depois que as decapitações de 21 cristãos coptas no país por extremistas do Estado Islâmico (EI) desencadearam uma série de bombardeios do Egito contra alvos do grupo.

“O avanço do Estado Islâmico na Líbia deve ser contido e, portanto, o secretário de Estado do Vaticano, o cardeal Pietro Parolin, disse que é preciso intervir logo, mas sob a égide da ONU. — Ou seja, requer um amplo consenso internacional”, informou a Rádio Vaticano.

Diante de centenas de pessoas que compareceram à semanal audiência geral no Vaticano nesta quarta-feira, o Papa Francisco fez um apelo à comunidade internacional para que propicie “soluções pacíficas” na Líbia e mostrou também sua esperança de que “a paz duradoura” chegue em breve ao Oriente Médio, ao norte da África e à Ucrânia.

— Rezemos pela paz no Oriente Médio e no norte da África, recordando todos os mortos, feridos e refugiados. Que a comunidade internacional possa encontrar soluções pacíficas à difícil situação na Líbia — disse Francisco. — Também gostaria de pedir orações para os nossos irmãos egípcios que, há três dias, foram mortos na Líbia apenas pelo fato de serem cristãos.

O Conselho de Segurança da ONU discute nesta quarta-feira o pedido do presidente egípcio, Abdel Fatah al-Sisi, de uma resolução que permita a criação de uma coalizão internacional para intervir no território líbio, onde o EI decapitou 21 cristãos coptas. A Itália advertiu nesta quarta-feira para o risco de fusão de outras milícias com o EI.

Também na quarta-feira, o grupo de países árabes na ONU apresenta um projeto para levantar o embargo ao envio de armas para a Líbia. O Egito é o maior apoiador da medida.

Milícias têm lutado pelo controle na Líbia desde a queda do ditador Muamar Kadafi, em 2011, e dois governos rivais estão operando em Trípoli e em Tobruk. Sisi defendeu o envio de armas para o governo internacionalmente reconhecido da Líbia, que se instalou em Tobruk, após militantes rivais tomarem o poder na capital.

Fonte - O Globo
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