Cientistas criam pela primeira vez dezenas de embriões clonados a partir de primatas adultos
Londres - Cientistas dos Estados Unidos e da China conseguiram criar pela primeira vez dezenas de embriões clonados a partir de primatas adultos, o que gera em muitos o temor de que se utilize o mesmo procedimento para clonar embriões humanos, segundo uma pesquisa publicada hoje pelo jornal "The Independent".
As tentativas de clonar embriões humanos para fins de pesquisa foram prejudicadas várias vezes por problemas técnicos, assim como por controvérsias em torno de pesquisas fraudadas, como a do cientista sul-coreano Hwang Woo-Suk.
Mas a nova técnica, muito parecida com a qual a ovelha Dolly foi criada, pode revolucionar a eficácia com que os especialistas podem transformar óvulos humanos em embriões clonados.
Fonte - Último Segundo
Parecer da ONU sugere acordo contra clonagem humana
Um parecer das Nações Unidas (ONU) divulgado no fim de semana sugere que a comunidade internacional chegue com urgência a um acordo para banir a clonagem humana ou estabelecer regras antes que o primeiro ser humano seja criado por meio da tecnologia. O parecer, feito por especialistas da área, aponta que a clonagem é "apenas uma questão de tempo" se nada for feito. Alerta ainda que, se um acordo não for fechado, os governos terão logo de discutir questões legais, como se uma pessoa clonada terá os mesmos direitos das demais ou mesmo da pessoa da qual lhe serviu de base.
Fonte - Yahoo
Nota DDP:
O príncipe deste mundo (Jo 12:31) envereda suas últimas tentativas de ser semelhante ao Altíssimo (Is 14:13-14) e prepara seus últimos grandes sinais (Mt 24:24 e II Te 2:9-11), certamente a intervenção de Deus encontra-se cada vez mais próxima...
quarta-feira, 14 de novembro de 2007
O aquecimento global e os evangélicos
A ONU está surpresa e feliz com a mudança de atitude de alguns líderes evangélicos americanos, que resolveram apoiar publicamente seus esforços para combater o aquecimento global.
Durante anos, a ONU vem lutando nessa questão, recebendo adesão em massa de países e líderes socialistas. Essa adesão é sempre garantida, pois dificilmente a ONU trai a agenda socialista.
Contudo, a adesão de importantes líderes evangélicos americanos é um novo passo no relacionamento da ONU com os evangélicos, um passo que fortalece mais a ONU em suas ambiciosas e suspeitas políticas de governo mundial.
É claro que o cristão se importa com o meio ambiente, porém sempre levando em consideração que a terra foi criada para o homem, não o homem para a terra. Deus é mais importante do que o homem, mas o homem é mais importante do que a terra.
...
Fonte - Júlio Severo
Nota DDP:
O artigo ora transcrito é antigo (Fev/06), no entanto, como é anterior ao início deste blog e, tem completa relação com os fatos que têm sido reiteradamente alinhados acerca das nuances variadas relacionadas ao aquecimento global, principalmente a utilização do mesmo como instrumento de imposição de condutas, importante o conhecimento que os evangélicos americanos há muito já se encontram alinhados ao tema.
Durante anos, a ONU vem lutando nessa questão, recebendo adesão em massa de países e líderes socialistas. Essa adesão é sempre garantida, pois dificilmente a ONU trai a agenda socialista.
Contudo, a adesão de importantes líderes evangélicos americanos é um novo passo no relacionamento da ONU com os evangélicos, um passo que fortalece mais a ONU em suas ambiciosas e suspeitas políticas de governo mundial.
É claro que o cristão se importa com o meio ambiente, porém sempre levando em consideração que a terra foi criada para o homem, não o homem para a terra. Deus é mais importante do que o homem, mas o homem é mais importante do que a terra.
...
Fonte - Júlio Severo
Nota DDP:
O artigo ora transcrito é antigo (Fev/06), no entanto, como é anterior ao início deste blog e, tem completa relação com os fatos que têm sido reiteradamente alinhados acerca das nuances variadas relacionadas ao aquecimento global, principalmente a utilização do mesmo como instrumento de imposição de condutas, importante o conhecimento que os evangélicos americanos há muito já se encontram alinhados ao tema.
terça-feira, 13 de novembro de 2007
Uma reflexão
Caro irmão
Saudações
Eu estive outro dia pensando como o Pres. Bush, que era radicalmente contra o tal "Acordo de Kioto", de repente mudou de posição e agora está também no esquema dos que querem combater o "aquecimento global".
O que será que fez o presidente americano, que se baseava em informes científicos sobre o aquecimento global não ter origem humana, mudar assim radicalmente de idéia?
Eu creio que se alguém examinar a seqüência dos acontecimentos perceberá que isso aconteceu DEPOIS de sua última visita ao Papa Bento XVI, será que não?
E a revista Time, na seção de frases de efeito, trazia a de Bush pouco antes de sua viagem a Roma, comentando algo como: "Não tenho palavras para expressar a minha profunda emoção em entrevistar-se com o santo padre. . ."
Um presidente protestante da grande potência protestante do mundo dizer isso é bem significativo. Um irmão da minha Igreja emprestou-me o livro 50 Years in the "Church" of Rome que tem por subtítulo, "The Conversion of a Priest", do ex-sacerdote canandense, radicado nos EUA, Charles Chiniquy. Foi escrito no séc. XIX e é interessante como repetidamente, ao longo do livro, ele diz que a Igreja Católica não descansaria enquanto não conseguisse dominar o governo dos EUA. Tanto que diz que John Booth, assassino do presidente Lincoln (de quem foi amigo e confidente) pertencia a uma sociedade católica secreta. . .
Hoje vemos as "palavras proféticas" do ex-sacerdote, de cujo livro estou copiando segmentos interessantes com minha scanner para aos poucos ir traduzindo e divulgando.
Abraços e tenha uma feliz nova semana
Nota DDP:
Recebi esta missiva e a reproduzo aqui porque o argumento é interessante. Aguardemos as novidades sobre a obra citada, não perdendo o pano de fundo da primeira visita do atual Papa aos EUA no primeiro semestre do ano que vem, a encíclica social que se encontra no forno, as posições finais do IPCC que se encontra reunido nesta semana, bem como as recentes manifestações da ONU no tema, que certamente serão corroborados pelo Pontífice na sua estada em solo americano, eis que já consta de sua agenda um pronunciamento do púlpito desta...
Saudações
Eu estive outro dia pensando como o Pres. Bush, que era radicalmente contra o tal "Acordo de Kioto", de repente mudou de posição e agora está também no esquema dos que querem combater o "aquecimento global".
O que será que fez o presidente americano, que se baseava em informes científicos sobre o aquecimento global não ter origem humana, mudar assim radicalmente de idéia?
Eu creio que se alguém examinar a seqüência dos acontecimentos perceberá que isso aconteceu DEPOIS de sua última visita ao Papa Bento XVI, será que não?
E a revista Time, na seção de frases de efeito, trazia a de Bush pouco antes de sua viagem a Roma, comentando algo como: "Não tenho palavras para expressar a minha profunda emoção em entrevistar-se com o santo padre. . ."
Um presidente protestante da grande potência protestante do mundo dizer isso é bem significativo. Um irmão da minha Igreja emprestou-me o livro 50 Years in the "Church" of Rome que tem por subtítulo, "The Conversion of a Priest", do ex-sacerdote canandense, radicado nos EUA, Charles Chiniquy. Foi escrito no séc. XIX e é interessante como repetidamente, ao longo do livro, ele diz que a Igreja Católica não descansaria enquanto não conseguisse dominar o governo dos EUA. Tanto que diz que John Booth, assassino do presidente Lincoln (de quem foi amigo e confidente) pertencia a uma sociedade católica secreta. . .
Hoje vemos as "palavras proféticas" do ex-sacerdote, de cujo livro estou copiando segmentos interessantes com minha scanner para aos poucos ir traduzindo e divulgando.
Abraços e tenha uma feliz nova semana
Nota DDP:
Recebi esta missiva e a reproduzo aqui porque o argumento é interessante. Aguardemos as novidades sobre a obra citada, não perdendo o pano de fundo da primeira visita do atual Papa aos EUA no primeiro semestre do ano que vem, a encíclica social que se encontra no forno, as posições finais do IPCC que se encontra reunido nesta semana, bem como as recentes manifestações da ONU no tema, que certamente serão corroborados pelo Pontífice na sua estada em solo americano, eis que já consta de sua agenda um pronunciamento do púlpito desta...
Negligência em relação às mudanças climáticas deve ser tratada como criminosa
Segundo Yvo de Boer, secretário-executivo da Convenção do Clima da ONU, falhar em agir para conter a mudança climática é uma "irresponsabilidade criminosa".
Em declarações no IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática), que reúne delegações de 145 países em Valencia, Boer afirmou que todos sentirão o efeito das mudanças climáticas, mas elas atingirão mais os países pobres e "ameaçarão a própria sobrevivência" de alguns de seus habitantes. "Falhar em reconhecer a urgência dessa mensagem e agir de acordo com ela não seria nada menos do que uma irresponsabilidade criminosa", disse.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Está sutilmente lançado o argumento de que os que não se alinharem com os sentimentos da maioria acerca das medidas a serem tomadas para contenção do aquecimento global são inimigos da humanidade e veiculadores de uma "irresponsabilidade criminosa". Questão de tempo para o estabelecimento das penas.
Apontarão para as calamidades em terra e mar - as tempestades, as inundações, os terremotos, a destruição pelo fogo - como juízos indicadores do desprazer de Deus por não ser santificado o domingo. Essas calamidades aumentarão mais e mais, uma catástrofe seguirá de perto a outra; e os que quebrantam a lei de Deus apontarão para os poucos que observam o sábado do quarto mandamento como aqueles que trazem sobre o mundo a ira. Esta falsidade é estratégia de Satanás para apanhar os incautos. Southern Watchman, 28 de junho de 1904." (Serviço Cristão - Ellen G. White - Pág. 155)
Nota Minuto Profético: A sugestão é bombástica: Quem não aderir ao consenso coletivo em torno das "mudanças climáticas" será considerado criminoso! Estão inventando mais um delito de opinião - isto sim é um crime!! Cuidar do meio ambiente é responsabilidade de todos, mas usar esse tema para impor uma ditadura global significa opressão em escala global. "E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta". O Grande Conflito, p. 590. Precisa dizer mais alguma coisa?
Em declarações no IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudança Climática), que reúne delegações de 145 países em Valencia, Boer afirmou que todos sentirão o efeito das mudanças climáticas, mas elas atingirão mais os países pobres e "ameaçarão a própria sobrevivência" de alguns de seus habitantes. "Falhar em reconhecer a urgência dessa mensagem e agir de acordo com ela não seria nada menos do que uma irresponsabilidade criminosa", disse.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP:
Está sutilmente lançado o argumento de que os que não se alinharem com os sentimentos da maioria acerca das medidas a serem tomadas para contenção do aquecimento global são inimigos da humanidade e veiculadores de uma "irresponsabilidade criminosa". Questão de tempo para o estabelecimento das penas.
Apontarão para as calamidades em terra e mar - as tempestades, as inundações, os terremotos, a destruição pelo fogo - como juízos indicadores do desprazer de Deus por não ser santificado o domingo. Essas calamidades aumentarão mais e mais, uma catástrofe seguirá de perto a outra; e os que quebrantam a lei de Deus apontarão para os poucos que observam o sábado do quarto mandamento como aqueles que trazem sobre o mundo a ira. Esta falsidade é estratégia de Satanás para apanhar os incautos. Southern Watchman, 28 de junho de 1904." (Serviço Cristão - Ellen G. White - Pág. 155)
Nota Minuto Profético: A sugestão é bombástica: Quem não aderir ao consenso coletivo em torno das "mudanças climáticas" será considerado criminoso! Estão inventando mais um delito de opinião - isto sim é um crime!! Cuidar do meio ambiente é responsabilidade de todos, mas usar esse tema para impor uma ditadura global significa opressão em escala global. "E então o grande enganador persuadirá os homens de que os que servem a Deus estão motivando esses males... Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta". O Grande Conflito, p. 590. Precisa dizer mais alguma coisa?
segunda-feira, 12 de novembro de 2007
A crise final do Apocalipse anunciada nos Quadrinhos
A editora Marvel Comics (conhecida pelas histórias de super-heróis em quadrinhos), publicou em 2006, nos EUA, uma série de quadrinhos chamada Guerra Civil. Aqui no Brasil, a série foi lançada este ano, em sete fascículos mensais, sendo o primeiro número publicado no mês de julho. Guerra Civil 1: "CONNECTICUT – Pelo menos 600 pessoas — entre as quais dezenas de crianças — morreram numa explosão que devastou uma área de mais de dez quarteirões na cidade de Stamford. A detonação ocorreu durante as gravações do reality show do grupo de justiceiros uniformizados conhecido como Novos Guerreiros, que enfrentaram quatro supercriminosos foragidos da Balsa, prisão de segurança máxima localizada em Nova York. As imagens do confronto, transmitidas em rede nacional, chocaram o país e acirraram as discussões em torno da Lei de Registro de Super-humanos, atualmente em tramitação no Congresso."
Uma coisa é certa: quem criou o roteiro desta série tem acesso aos bastidores do poder mundial (leia-se sociedades secretas) e sabe muito bem o que está planejado para acontecer ao mundo. Vários detalhes da trama confirmam esse fato: o grupo pró-registro recebe o nome de "Illuminati". Em nome da segurança nacional eles querem restringir as liberdades civis instalando uma "Nova Ordem Mundial". O gatilho que aciona a crise é uma tragédia onde centenas de civis morrem causando comoção nacional. Os super heróis, então, dividem-se em dois grupos, a favor ou contra o registro, e aqueles que não aderem ao plano são enviados para uma prisão construída para essa finalidade (projeto secreto 42).
Além disso, o grupo pró-registro, liderado pelo Homem de Ferro, resolve clonar super-heróis que já morreram (uma sugestão reveladora de que os "mortos" terão um papel decisivo na crise final). Durante a batalha entre os dois grupos há "baixas" e desistências de ambos os lados. Em uma dessas batalhas acontece a "reaparição" do poderoso Thor, que surge para ajudar o grupo pró-registro (o que não deixa de ser uma forte sugestão para o futuro aparecimento do anticristo).
Enfim, a sociedade já está sendo condicionada para aceitar a futura Lei Dominical (restrição das liberdades) em troca da "segurança mundial". Quem viver verá...
ONU diz que aquecimento global é emergência
BASE EDUARDO FREI, Antártica - Com a camada de gelo pré-histórica da Antártica derretendo sob seus pés, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediu ações políticas urgentes para fazer frente ao aquecimento global. A primeira alta autoridade da ONU a visitar o continente disse que queria ver com seus "próprios olhos" os efeitos do aquecimento global.
A Antártica vem se aquecendo mais rapidamente que qualquer outro lugar da Terra nos últimos 50 anos, fazendo dela um destino apropriado para Ban, que, desde que assumiu a direção da ONU este ano, vem fazendo das mudanças climáticas uma de suas prioridades.
- Preciso de uma resposta política. Esta é uma emergência, e para situações de emergência precisamos de ações de emergência - disse Ban durante a visita que fez na sexta-feira a três bases científicas no continente gelado, onde as temperaturas estão no nível mais alto em cerca de 1.800 anos.
Fonte - o Globo
A Antártica vem se aquecendo mais rapidamente que qualquer outro lugar da Terra nos últimos 50 anos, fazendo dela um destino apropriado para Ban, que, desde que assumiu a direção da ONU este ano, vem fazendo das mudanças climáticas uma de suas prioridades.
- Preciso de uma resposta política. Esta é uma emergência, e para situações de emergência precisamos de ações de emergência - disse Ban durante a visita que fez na sexta-feira a três bases científicas no continente gelado, onde as temperaturas estão no nível mais alto em cerca de 1.800 anos.
Fonte - o Globo
sexta-feira, 9 de novembro de 2007
Mudança climática pode ameaçar a segurança nacional dos EUA
Washington, 07/11/2007 – A mudança climática pode representar, mais do que qualquer outro fenômeno, “um dos maiores desafios para a política externa e a segurança nacional” dos Estados Unidos, segundo dois influentes grupos de estudo deste país. “A era das conseqüências: implicações da mudança climática para a política externa e a segurança nacional” é o título de um informe de 119 paginas publicado pelo Centro de Estudos Estratégicos e Internacionais e pelo Centro para uma Nova Segurança Norte-americana (CNAS).
Entre as conseqüências da mudança climática, o pior que pode ocorrer, “verossímil” devido às últimas estimativas, é que se registre um “desequilíbrio virtual em todos os aspectos da vida moderna”, de acordo com a conclusão das duas instituições. “A única experiência comparável para muitos dos pesquisadores seria considerar as conseqüências de uma guerra nuclear entre Estados Unidos e União Soviética em plena Guerra Fria”, diz o estudo, divulgado na segunda-feira.
O aumento da temperatura e do nível do mar em razão da mudança climática provavelmente determine “migrações humanas em grande escala, tanto dentro dos países quanto de uma nação a outra’, mesmo nos melhores cenários. As conseqüências da seca e o derretimento dos gelos em algumas partes provavelmente também causem grandes deslocamentos populacionais. “As situações mais graves trazem consigo a possibilidade de, talvez, milhares de milhões de pessoas terem de ser reassentadas no médio e longo prazos”, segundo o informe.
Toda migração maciça desencadearia, quase com certeza, grandes tensões regionais e exigiria esforços cada vez mais draconianos por parte dos países ricos para evitar a entrada de imigrantes em seus territórios. “O aquecimento do planeta pode desestabilizar o mundo”, afirmou o presidente do CNAS, Kurt Campbell, que foi subsecretário da Defesa no governo do presidente Bill Clinton (1993-2001). “Considero que isto rapidamente se transformará em um assunto determinante de nossa época”, acrescentou.
A divulgação do documento coincide com a apresentação no Congresso norte-americano, controlado pelo opositor Partido Democrata, de projetos para reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa em centrais de energia, fábricas e automóveis em até 60%, em relação aos índices atuais, até o ano de 2050. O estudo pretendeu cobrir o que Campbell considera uma falta “surpreendente e alarmante” de conhecimento sobre as conseqüências geopolíticas da mudança climática na comunidade vinculada à segurança nacional dos Estados Unidos.
O documento foi divulgado após o ex-vice-presidente Al Gore (1993-2001) e o Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre Mudança Climática (IPCC) eram os ganhadores do Nobel da Paz por seus esforços em conscientizar sobre esse fenômeno e suas possíveis conseqüências. O IPCC foi criado em 1988 pela Organização das Nações Unidas para avaliar as informações científica, técnica e sócio-econômica relevante na compreensão da mudança climática, seus efeitos excepcionais e as opções de adaptação e mitigação.
As últimas pesquisas divulgadas pelo IPCC em fevereiro sobre a relação entre a atividade humana e o aquecimento da Terra concluíram, com 90% de certeza, que desde 1950 as emissões de gases que provocam o efeito estufa é a principal causa do aumento da temperatura da atmosfera terrestre. Em um volumoso documento publicado dois meses depois pelo IPCC há informação detalhada das conseqüências da mudança climática em regiões especificas do mundo no próximo século. O segundo informe deste grupo coincidiu com a publicação de outro estudo elaborado por uma equipe de oficiais da reserva do exército dos Estados Unidos.
Nele se alerta, entre outras coisas, que a elevação do nível do mar e a escassez de água doce, especialmente no Oriente Médio, na África e Ásia meridional e sudeste asiático, “propiciaria condições para fomentar conflitos internos, extremismos e movimentos com ideologias cada vez mais autoritárias e radicais”. Para a elaboração deste último estudo foram consultados 50 cientistas e especialistas em política externa. Entre os que foram ouvidos estão o ex-asessor de segurança nacional de Al Gore, Leon Fuerth; o chefe da equipe da Casa Branca no governo Clinton, John Podesta; o prêmio Nobel de Economia Thomas Schelling; o presidente da Academia Nacional de Ciências, Ralph Cicerone, e o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) e conhecido neoconservador James Woolsey.
O informe apresenta três situações “verossímeis” baseadas, em grande parte, no trabalho do IPCC: casos climáticos “esperados”, “graves” e “catastróficos”. Também resenha os principais desafios que deverão enfrentar os responsáveis pela segurança nacional em cada um deles, em capítulos separados. A situação “esperada” prevê aumento da temperatura global de 1,3 graus e do nível do mar em 0,23 metro nos próximos 30 anos. Para o contexto “grave” o prognóstico é de aumento da temperatura em 2,6 graus e do nível do mar em 0,52 metros no mesmo período. Por fim, a situação “catastrófica” projeta temperatura de 5,6 graus acima da atual e elevação do nível do mar em dois metros até 2110.
Em qualquer dos três casos, as migrações maciças constituem, “talvez, os problemas mais preocupantes” que deverão enfrentar os responsáveis pela segurança nacional. “Nenhuma região corre tanto risco direto de sofrer emigrações como a Ásia meridional”, pois zonas de terras baixas com Bangladesh se tornarão cada vez mais inóspitas para se viver, segundo o caso “esperado”. A Índia terá de enfrentar um aumento de imigrantes, refugiados de seu vizinho do leste. Nesse contexto, a Nigéria, país mais povoado da África e maior produtor de petróleo, e a África oriental também podem sofrer situações de estresse.
A queda prevista na produção de alimentos e água doce, além das maiores possibilidades de conflitos internos e entre países, fomentará a emigração de mais africanos e asiáticos. Isso pode levar a um aumento da quantidade de imigrantes muçulmanos na Europa, diz o informe, segundo o qual esses processos podem causar tanto reações violentas dos europeus quanto a radicalização da população islâmica do continente. No caso “grave”, o continente americano também sofrerá imigrações em massa de habitantes de terras baixas do Caribe, da América Central, do México e países litorâneos da América do Sul em busca de terrenos mais altos dentro de seus países ou no estrangeiro, incluindo os Estados Unidos.
“A tensão acumulada devido à mudança climática grave pode levar a um colapso econômico e político sistemático na América Latina e na América Central”, diz o informe, assinalando que quase seguramente será preciso lidar com “o duro golpe que receberão os governos democráticos” da região. Já as conseqüências do contexto “catastrófico” seriam mais funestas, de acordo com esse estudo, no qual é citado um dos participantes que as comparou com a apocalíptica situação mostrada no filme “Mad Max”, só que mais quente, sem praias e, talvez, com maior caos.
O estudo ressalta que é preciso acabar com a ilusão dos dirigentes políticos em relação a dois mitos: que a mudança climática será “suave e gradual” e que terá impacto relativamente moderado nas nações industrializadas. “A mudança climática pode ser um dos maiores desafios a serem enfrentados por esta ou pelas próximas gerações de políticos em matéria de segurança nacional”, diz o informe.
Fonte - Envolverde
Entre as conseqüências da mudança climática, o pior que pode ocorrer, “verossímil” devido às últimas estimativas, é que se registre um “desequilíbrio virtual em todos os aspectos da vida moderna”, de acordo com a conclusão das duas instituições. “A única experiência comparável para muitos dos pesquisadores seria considerar as conseqüências de uma guerra nuclear entre Estados Unidos e União Soviética em plena Guerra Fria”, diz o estudo, divulgado na segunda-feira.
O aumento da temperatura e do nível do mar em razão da mudança climática provavelmente determine “migrações humanas em grande escala, tanto dentro dos países quanto de uma nação a outra’, mesmo nos melhores cenários. As conseqüências da seca e o derretimento dos gelos em algumas partes provavelmente também causem grandes deslocamentos populacionais. “As situações mais graves trazem consigo a possibilidade de, talvez, milhares de milhões de pessoas terem de ser reassentadas no médio e longo prazos”, segundo o informe.
Toda migração maciça desencadearia, quase com certeza, grandes tensões regionais e exigiria esforços cada vez mais draconianos por parte dos países ricos para evitar a entrada de imigrantes em seus territórios. “O aquecimento do planeta pode desestabilizar o mundo”, afirmou o presidente do CNAS, Kurt Campbell, que foi subsecretário da Defesa no governo do presidente Bill Clinton (1993-2001). “Considero que isto rapidamente se transformará em um assunto determinante de nossa época”, acrescentou.
A divulgação do documento coincide com a apresentação no Congresso norte-americano, controlado pelo opositor Partido Democrata, de projetos para reduzir as emissões dos gases causadores do efeito estufa em centrais de energia, fábricas e automóveis em até 60%, em relação aos índices atuais, até o ano de 2050. O estudo pretendeu cobrir o que Campbell considera uma falta “surpreendente e alarmante” de conhecimento sobre as conseqüências geopolíticas da mudança climática na comunidade vinculada à segurança nacional dos Estados Unidos.
O documento foi divulgado após o ex-vice-presidente Al Gore (1993-2001) e o Grupo Intergovernamental de Especialistas sobre Mudança Climática (IPCC) eram os ganhadores do Nobel da Paz por seus esforços em conscientizar sobre esse fenômeno e suas possíveis conseqüências. O IPCC foi criado em 1988 pela Organização das Nações Unidas para avaliar as informações científica, técnica e sócio-econômica relevante na compreensão da mudança climática, seus efeitos excepcionais e as opções de adaptação e mitigação.
As últimas pesquisas divulgadas pelo IPCC em fevereiro sobre a relação entre a atividade humana e o aquecimento da Terra concluíram, com 90% de certeza, que desde 1950 as emissões de gases que provocam o efeito estufa é a principal causa do aumento da temperatura da atmosfera terrestre. Em um volumoso documento publicado dois meses depois pelo IPCC há informação detalhada das conseqüências da mudança climática em regiões especificas do mundo no próximo século. O segundo informe deste grupo coincidiu com a publicação de outro estudo elaborado por uma equipe de oficiais da reserva do exército dos Estados Unidos.
Nele se alerta, entre outras coisas, que a elevação do nível do mar e a escassez de água doce, especialmente no Oriente Médio, na África e Ásia meridional e sudeste asiático, “propiciaria condições para fomentar conflitos internos, extremismos e movimentos com ideologias cada vez mais autoritárias e radicais”. Para a elaboração deste último estudo foram consultados 50 cientistas e especialistas em política externa. Entre os que foram ouvidos estão o ex-asessor de segurança nacional de Al Gore, Leon Fuerth; o chefe da equipe da Casa Branca no governo Clinton, John Podesta; o prêmio Nobel de Economia Thomas Schelling; o presidente da Academia Nacional de Ciências, Ralph Cicerone, e o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA) e conhecido neoconservador James Woolsey.
O informe apresenta três situações “verossímeis” baseadas, em grande parte, no trabalho do IPCC: casos climáticos “esperados”, “graves” e “catastróficos”. Também resenha os principais desafios que deverão enfrentar os responsáveis pela segurança nacional em cada um deles, em capítulos separados. A situação “esperada” prevê aumento da temperatura global de 1,3 graus e do nível do mar em 0,23 metro nos próximos 30 anos. Para o contexto “grave” o prognóstico é de aumento da temperatura em 2,6 graus e do nível do mar em 0,52 metros no mesmo período. Por fim, a situação “catastrófica” projeta temperatura de 5,6 graus acima da atual e elevação do nível do mar em dois metros até 2110.
Em qualquer dos três casos, as migrações maciças constituem, “talvez, os problemas mais preocupantes” que deverão enfrentar os responsáveis pela segurança nacional. “Nenhuma região corre tanto risco direto de sofrer emigrações como a Ásia meridional”, pois zonas de terras baixas com Bangladesh se tornarão cada vez mais inóspitas para se viver, segundo o caso “esperado”. A Índia terá de enfrentar um aumento de imigrantes, refugiados de seu vizinho do leste. Nesse contexto, a Nigéria, país mais povoado da África e maior produtor de petróleo, e a África oriental também podem sofrer situações de estresse.
A queda prevista na produção de alimentos e água doce, além das maiores possibilidades de conflitos internos e entre países, fomentará a emigração de mais africanos e asiáticos. Isso pode levar a um aumento da quantidade de imigrantes muçulmanos na Europa, diz o informe, segundo o qual esses processos podem causar tanto reações violentas dos europeus quanto a radicalização da população islâmica do continente. No caso “grave”, o continente americano também sofrerá imigrações em massa de habitantes de terras baixas do Caribe, da América Central, do México e países litorâneos da América do Sul em busca de terrenos mais altos dentro de seus países ou no estrangeiro, incluindo os Estados Unidos.
“A tensão acumulada devido à mudança climática grave pode levar a um colapso econômico e político sistemático na América Latina e na América Central”, diz o informe, assinalando que quase seguramente será preciso lidar com “o duro golpe que receberão os governos democráticos” da região. Já as conseqüências do contexto “catastrófico” seriam mais funestas, de acordo com esse estudo, no qual é citado um dos participantes que as comparou com a apocalíptica situação mostrada no filme “Mad Max”, só que mais quente, sem praias e, talvez, com maior caos.
O estudo ressalta que é preciso acabar com a ilusão dos dirigentes políticos em relação a dois mitos: que a mudança climática será “suave e gradual” e que terá impacto relativamente moderado nas nações industrializadas. “A mudança climática pode ser um dos maiores desafios a serem enfrentados por esta ou pelas próximas gerações de políticos em matéria de segurança nacional”, diz o informe.
Fonte - Envolverde
Nota DDP:
Bem, em posts anteriores foram consideradas algumas nuances deste envolvimento cada vez mais explícito dos EUA com a questão do aquecimento global, basta proceder a releitura dos mesmos:
Isso para ficarmos apenas na última semana. Nenhuma novidade portanto.
Mas o que me chamou atenção, desculpem-me pela síndrome da teoria da conspiração, foi a interessante citação no início da matéria, de que o relatório que a embasa tem 119 páginas...
Bento XVI prepara uma Encíclica Social
Nas comemorações dos 40 anos da encíclica «Populorum Progressio» do Papa Paulo VI
Nas comemorações dos 40 anos da encíclica «Populorum Progressio», Bento XVI está a “preparar a sua primeira encíclica social” – disse à Agência ECCLESIA D. Carlos Azevedo, Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa, depois da visita desta manhã (8 de Novembro) dos bispos portugueses ao Conselho Pontifício Justiça e Paz. A encíclica «Populorum Progressio» foi escrita pelo Papa Paulo VI e tem a data de 26 de Março de 1967. Tem como tema central o desenvolvimento dos povos.
Contacta pela Agência ECCLESIA, Manuela Silva, Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, acha que o documento “dará novo alento aos cristãos sobre a Doutrina Social da Igreja”. E acrescenta: A «Populorum Progressio» foi uma das encíclicas que teve maior repercussão a nível da sociedade civil”. O documento do Papa Paulo VI chamava a atenção para as questões da solidariedade entre os países desenvolvidos e subdesenvolvidos.
Actualmente, as problemáticas são distintas visto que “vivemos numa era da globalização”. Se fosse convidada a ajudar na feitura do documento de Bento XVI, Manuela Silva aponta algumas prioridades: “fazer da globalização um processo mais justo e equitativo; regulamentação dos mercados; denunciar os egoísmos dos povos; mercado de trabalho vulnerável; valorizar a dignidade da pessoa humana e crescimento domínio da componente financeira”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
De fato algumas encíclicas papais tiveram substancial influência na sociedade civil na história mais recente do mundo, vide a questão derivada da Revolução Industrial. Como passamos por uma nova revolução, a dos desafios em um mundo globalizado, é de se esperar que tal documento forneça muitas "idéias" para utilização em um futuro próximo. Aguardemos o conteúdo que será trazido neste documento e seu impacto fora do âmbito da própria ICAR, como já declinado em outras oportunidades neste espaço.
Tenho uma leve impressão que o domingo vem no pacote...
Nas comemorações dos 40 anos da encíclica «Populorum Progressio», Bento XVI está a “preparar a sua primeira encíclica social” – disse à Agência ECCLESIA D. Carlos Azevedo, Secretário da Conferência Episcopal Portuguesa, depois da visita desta manhã (8 de Novembro) dos bispos portugueses ao Conselho Pontifício Justiça e Paz. A encíclica «Populorum Progressio» foi escrita pelo Papa Paulo VI e tem a data de 26 de Março de 1967. Tem como tema central o desenvolvimento dos povos.
Contacta pela Agência ECCLESIA, Manuela Silva, Presidente da Comissão Nacional Justiça e Paz, acha que o documento “dará novo alento aos cristãos sobre a Doutrina Social da Igreja”. E acrescenta: A «Populorum Progressio» foi uma das encíclicas que teve maior repercussão a nível da sociedade civil”. O documento do Papa Paulo VI chamava a atenção para as questões da solidariedade entre os países desenvolvidos e subdesenvolvidos.
Actualmente, as problemáticas são distintas visto que “vivemos numa era da globalização”. Se fosse convidada a ajudar na feitura do documento de Bento XVI, Manuela Silva aponta algumas prioridades: “fazer da globalização um processo mais justo e equitativo; regulamentação dos mercados; denunciar os egoísmos dos povos; mercado de trabalho vulnerável; valorizar a dignidade da pessoa humana e crescimento domínio da componente financeira”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
De fato algumas encíclicas papais tiveram substancial influência na sociedade civil na história mais recente do mundo, vide a questão derivada da Revolução Industrial. Como passamos por uma nova revolução, a dos desafios em um mundo globalizado, é de se esperar que tal documento forneça muitas "idéias" para utilização em um futuro próximo. Aguardemos o conteúdo que será trazido neste documento e seu impacto fora do âmbito da própria ICAR, como já declinado em outras oportunidades neste espaço.
Tenho uma leve impressão que o domingo vem no pacote...
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Sarkozy pede que EUA ajudem a liderar luta contra aquecimento
De acordo com o líder francês, que foi aplaudido de pé pelos presentes na sessão conjunta do Congresso americano, os Estados Unidos têm a "obrigação" de servir como exemplo.
"Os Estados Unidos sentem que têm a vocação de inspirar o mundo", disse Sarkozy. "Porque são o país mais poderoso do mundo. Porque, por mais de dois séculos, têm se esforçado para manter os ideais de democracia e liberdade."
"Mas essa responsabilidade declarada vem com obrigações", acrescentou. "A primeira delas é dar um exemplo."
"Aqueles que amam esse país de amplos espaços abertos, parques nacionais e reservas naturais esperam que os Estados Unidos se coloquem ao lado da Europa para liderar a luta contra o aquecimento global, que ameaça destruir nosso planeta", afirmou o presidente francês.
Dólar
Apesar da recepção positiva do Congresso americano, Sarkozy também reclamou ao dizer que o governo de George W. Bush permitiu que a cotação do dólar sofresse uma grande queda em relação ao euro.
"O dólar não pode permanecer sendo apenas problema dos outros", afirmou. "Se não formos cuidadosos, uma desordem monetária pode se transformar em uma guerra econômica. Todos nós seríamos vítimas."
O presidente francês procurou equilibrar as críticas com elogios ao que descreveu como "força espiritual e moral" dos Estados Unidos.
Esta foi a primeira vez em mais de uma década que um presidente francês discursou para as duas casas do Congresso americano.
"A França é amiga dos Estados Unidos", disse Sarkozy. "Podemos discutir como uma família, mas, em momentos de dificuldades, ao longo dos anos, permanecemos ombro a ombro."
Fonte - BBC
Nota DDP:
Impressionante como os acontecimentos atuais denotam de forma cada vez mais clara que os EUA que sempre se posicionaram contra as medidas referentes ao meio-ambiente, se encontrarão na vanguarda das medidas exigidas pelo mundo para contenção do aquecimento global que "ameaça destruir nosso planeta".
Com a mídia declinando sua disposição em formar a opinião pública sobre tais acontecimentos e os particulares em sacrificar seus hábitos, é óbvio que o quadro encontra-se cada vez mais completo para imposição de medidas de caráter restritivo de liberdades.
Agora, o que me chamou atenção mesmo foi a salientada força "espiritual e moral" dos EUA, aduzida pelo Presidente Francês, porque é sabido que Sarkozy é um fundamentalista católico, o que denota a plausabilidade de ver-se os EUA como parceiro do Vaticano em mais esta empreitada, revivendo uma antiga aliança.
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma mão ao poder romano e outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de Sua Constituição que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo. - 2TS, 150 e 151." (Meditações Matinais - Ellen G. White - Pág. 214)
Vasectomia Causa Demência
Recebo um interessante email de um leitor do DDP e o reproduzo, ipsis literis, neste espaço:
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Bomba! Vasectomia Causa Demência
O espírito de profecia afirma que o excesso de ejaculação causado pela masturbação (vicio solitario) causa demência. É um dos textos mais ridicularizados pelos que detestam Ellen White. Todo adventista fica meio encabulado com estes textos do seculo 19. Porém, hoje meu queixo caiu lá embaixo. E mais uma vez eu digo: Viva nossa profetiza!! (eu nunca disse isso)
Abrindo a revista WELCOME de Out de 2007 do Aeroporto de Congonhas, na página 25 tem o artigo do Dr. Jorge Forbes (psicanalista e psiquiatra) que preside o Instituto da Psicanálise Lacaniana e dirige o Projeto Análise.
Transcrevo abaixo o artigo:
................................
Vasectomia e Demência
É um equivoco pensar na medicina sem a subjetividade humana
Vasectomia aumenta o risco de demência, e isso não é uma piada pronta.
Aconteceu nos Estados Unidos: um homem procurou o serviço de doenças cognitivas, ou seja, que afetam o raciocínio, do Centro de Neurologia Cognitiva da Faculdade de Medicina da Universidade Northwersten de Chicago. Era relativamente jovem, 43 anos, e apresentava dificuldade em achar palavras e contar uma história. Perguntado pelo médico que o atendeu desde quando tinha notado este sintoma, respondeu, sem hesitar, que isso havia começado depois de ter se submetido a uma vasectomia. O médico não achou que era uma piada, pensou que poderia ser verdade, veremos por quê.
Primeiro o diagnóstico. O que se constatou é que o paciente sofria de um tipo de demencia chamada de Afasia Progressiva Primária (APP). É uma demência diferente da conhecida e temida Alzheimer. Enquanto nesta o sintoma mais evidente é a perda de memória, na APP o que se destaca é uma perda gradual da capacidade de linguagem. Pois bem, o médico pôde aceitar a hipotese do paciente por ter lembrado que existe uma proteína de nome TAU, que só é encontrada em dois lugares no organismo, no cérebro e no esperma. Alterações no metabolismo dessa proteína estão na base da demência afásica.
Ocorre que pacientes vasectomizados apresentam com frequência uma queda na barreira hemato-testicular, levando de 60% a 70% desses homens a desenvolverem anticorpos antiesperma. Por uma reação cruzada, esperma-cerébro, esses anticorpos atacariam a proteína TAU cerebral, aumentando o risco de demência APP.
No estudo que seguiu ao atendimento desse caso capitaneado pela Dra. Sandra Weintraub, com a colaboração do conhecido Marsel Mesulam, e publicado em dezembro passado, 40% dos homens com diagnóstico de APP confirmaram terem feito vasectomia, o que é um alerta. Ainda faltam dados que possibilitem conclusões mais seguras, especialmente uma amostra significativa de quantos homens operados desenvolveram APP; é o que se está buscando. Mesmo assim, desde agora, essa descoberta se junta a outros exemplos que relativizam a crença cega na manipulação corporal cada vez mais em voga nos adeptos de uma Cosmiatria- nome novo para o casamento de medicina com a cosmética -nascente.
Note-se que anticorpos antiesperma também podem surgir em homens não
vasectomizados, por mecanismo não de todo conhecido, o que explica a ocorrência desses anticorpos também em mulheres.
Moral da história: enganam-se os defensores de uma medicina asséptica idealmente limpa da subjetividade humana, sem risco, onde a felicidade seria um dado previsivel de laboratório. Mais uma vez constatamos a verdade enunciada na frase do psicanalista Jacques Lacan: "Da nossa
condição de sujeito somos sempre responsáveis".
Fonte - Jorge Forbes
.................................
Minha conclusão: Como foi visto esta descoberta foi publicada em dezembro de 2006. É alarmante ver que coisas que Ellen White escreveu e achávamos idiotas estão se tornando realidade. Ao começar pela ligação esperma- cerébro e a terminar por aquecimento global e guarda dominical
Estou estupefato.
____________________________________________________
Nota DDP:
Como bem delineado pelo nosso leitor, o assunto é extremamente polêmico e, tendo em vista minha completa ignorância para processos médicos, vou me abster de maiores comentários e deixar ao leitor suas próprias conclusões, no entanto, saliento que correlações deste porte pelo segmento especializado não são novidade, remontam a própria época da Sra. White e, mais recentemente, segundo rápida pesquisa que empreendi, foram aventadas por outros especialistas, como por exemplo:
"A masturbação em particular, pode causar uma variedade de desordens sérias, tanto físicas quanto mentais, entre elas, a consumação, a deterioração da visão, desordens de digestão, a impotência, ... e a insanidade;" (SZASZ, Thomas S. The new product – masturbatory insanity. In: ---. The manufacture of madness. London: Paladin Books, 1977. pp. 211-236.)
De qualquer maneira, agradecemos ao leitor atento sua contribuição e continuamos franqueando este espaço aos irmãos que queiram contribuir com este blog.
"Isto torna muito difícil vencerem a tentação para condescender com a pecaminosa prática da masturbação, a qual nesta época quase é praticada universalmente. Este hábito debilita as faculdades físicas, mentais e morais, e obstrui o caminho para a vida eterna." (Mensagens Escolhidas - Vol. 3 - Ellen G. White - Pág. 286)
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Bomba! Vasectomia Causa Demência
O espírito de profecia afirma que o excesso de ejaculação causado pela masturbação (vicio solitario) causa demência. É um dos textos mais ridicularizados pelos que detestam Ellen White. Todo adventista fica meio encabulado com estes textos do seculo 19. Porém, hoje meu queixo caiu lá embaixo. E mais uma vez eu digo: Viva nossa profetiza!! (eu nunca disse isso)
Abrindo a revista WELCOME de Out de 2007 do Aeroporto de Congonhas, na página 25 tem o artigo do Dr. Jorge Forbes (psicanalista e psiquiatra) que preside o Instituto da Psicanálise Lacaniana e dirige o Projeto Análise.
Transcrevo abaixo o artigo:
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Vasectomia e Demência
É um equivoco pensar na medicina sem a subjetividade humana
Vasectomia aumenta o risco de demência, e isso não é uma piada pronta.
Aconteceu nos Estados Unidos: um homem procurou o serviço de doenças cognitivas, ou seja, que afetam o raciocínio, do Centro de Neurologia Cognitiva da Faculdade de Medicina da Universidade Northwersten de Chicago. Era relativamente jovem, 43 anos, e apresentava dificuldade em achar palavras e contar uma história. Perguntado pelo médico que o atendeu desde quando tinha notado este sintoma, respondeu, sem hesitar, que isso havia começado depois de ter se submetido a uma vasectomia. O médico não achou que era uma piada, pensou que poderia ser verdade, veremos por quê.
Primeiro o diagnóstico. O que se constatou é que o paciente sofria de um tipo de demencia chamada de Afasia Progressiva Primária (APP). É uma demência diferente da conhecida e temida Alzheimer. Enquanto nesta o sintoma mais evidente é a perda de memória, na APP o que se destaca é uma perda gradual da capacidade de linguagem. Pois bem, o médico pôde aceitar a hipotese do paciente por ter lembrado que existe uma proteína de nome TAU, que só é encontrada em dois lugares no organismo, no cérebro e no esperma. Alterações no metabolismo dessa proteína estão na base da demência afásica.
Ocorre que pacientes vasectomizados apresentam com frequência uma queda na barreira hemato-testicular, levando de 60% a 70% desses homens a desenvolverem anticorpos antiesperma. Por uma reação cruzada, esperma-cerébro, esses anticorpos atacariam a proteína TAU cerebral, aumentando o risco de demência APP.
No estudo que seguiu ao atendimento desse caso capitaneado pela Dra. Sandra Weintraub, com a colaboração do conhecido Marsel Mesulam, e publicado em dezembro passado, 40% dos homens com diagnóstico de APP confirmaram terem feito vasectomia, o que é um alerta. Ainda faltam dados que possibilitem conclusões mais seguras, especialmente uma amostra significativa de quantos homens operados desenvolveram APP; é o que se está buscando. Mesmo assim, desde agora, essa descoberta se junta a outros exemplos que relativizam a crença cega na manipulação corporal cada vez mais em voga nos adeptos de uma Cosmiatria- nome novo para o casamento de medicina com a cosmética -nascente.
Note-se que anticorpos antiesperma também podem surgir em homens não
vasectomizados, por mecanismo não de todo conhecido, o que explica a ocorrência desses anticorpos também em mulheres.
Moral da história: enganam-se os defensores de uma medicina asséptica idealmente limpa da subjetividade humana, sem risco, onde a felicidade seria um dado previsivel de laboratório. Mais uma vez constatamos a verdade enunciada na frase do psicanalista Jacques Lacan: "Da nossa
condição de sujeito somos sempre responsáveis".
Fonte - Jorge Forbes
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Minha conclusão: Como foi visto esta descoberta foi publicada em dezembro de 2006. É alarmante ver que coisas que Ellen White escreveu e achávamos idiotas estão se tornando realidade. Ao começar pela ligação esperma- cerébro e a terminar por aquecimento global e guarda dominical
Estou estupefato.
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Nota DDP:
Como bem delineado pelo nosso leitor, o assunto é extremamente polêmico e, tendo em vista minha completa ignorância para processos médicos, vou me abster de maiores comentários e deixar ao leitor suas próprias conclusões, no entanto, saliento que correlações deste porte pelo segmento especializado não são novidade, remontam a própria época da Sra. White e, mais recentemente, segundo rápida pesquisa que empreendi, foram aventadas por outros especialistas, como por exemplo:
"A masturbação em particular, pode causar uma variedade de desordens sérias, tanto físicas quanto mentais, entre elas, a consumação, a deterioração da visão, desordens de digestão, a impotência, ... e a insanidade;" (SZASZ, Thomas S. The new product – masturbatory insanity. In: ---. The manufacture of madness. London: Paladin Books, 1977. pp. 211-236.)
De qualquer maneira, agradecemos ao leitor atento sua contribuição e continuamos franqueando este espaço aos irmãos que queiram contribuir com este blog.
"Isto torna muito difícil vencerem a tentação para condescender com a pecaminosa prática da masturbação, a qual nesta época quase é praticada universalmente. Este hábito debilita as faculdades físicas, mentais e morais, e obstrui o caminho para a vida eterna." (Mensagens Escolhidas - Vol. 3 - Ellen G. White - Pág. 286)
Aquecimento global na mídia
Reconhecida a gravidade do problema, a imprensa em geral, e em particular a BBC, deveria abandonar a imparcialidade neste tema, já que o futuro da Terra está em risco? Em setembro passado, a BBC suspendeu seus planos de organizar, aqui na Grã-Bretanha, uma campanha de conscientização da população sobre as mudanças no clima. O argumento foi de que não era seu papel tentar direcionar a opinião pública em um tema que ainda gera tantos pontos de vista diferentes. Ambientalistas criticaram a empresa, mas executivos do jornalismo da BBC reafirmaram o seu compromisso com a imparcialidade. O colega Peter Barron, editor do programa Newsnight, sintetizou: "Não é função da BBC salvar o planeta".
Mas, se quase a totalidade da comunidade científica mundial hoje concorda na relação de causa e efeito entre emissão de gases e o aumento das temperaturas, devemos ainda ouvir aqueles que insistem em questionar esse princípio? Com a Aids, houve uma polêmica semelhante. Nos primeiros anos após a descoberta do HIV, muitos não acreditavam que o vírus causasse a doença. Mas, quando as evidências científicas deixaram de ser contestadas, o questionamento da relação HIV-Aids perdeu totalmente a credibilidade e passou a ser considerado um risco à saúde pública.
No caso do aquecimento global, ainda não chegamos exatamente ao mesmo estágio, mas estamos quase lá. Nos últimos anos, veículos da mídia deram espaço àqueles que questionavam o impacto da emissão de gás carbônico na temperatura terrestre. Em seu provocante livro Heat, o ativista britânico George Monbiot argumenta que grande parte desses céticos expostos pela mídia estava agindo em nome de empresas do setor de energia, interessadas em desmoralizar a tese de aquecimento causado pela ação do homem. Mas hoje a situação é outra. Quem ainda diz que o aquecimento global decorre de fenômenos naturais precisa trazer elementos muito mais convincentes para merecer espaço na mídia, pois chegamos a praticamente um consenso mundial, que inclui até mesmo os Estados Unidos. Todos aceitam que os gases do efeito estufa estão aquecendo a Terra, o que se discute agora é o que fazer para combater isso.
Campanhas são importantes, e há quem as incorpore ao jornalismo. O jornal The Independent tem feito há muito um jornalismo engajado na área do meio ambiente, o que faz sentido para o tipo de produto que é. Mas a BBC, por mais que o assunto exija urgência, não pode tomar partido em um assunto que ainda desperta tanta discussão. O que pode, e deve, é manter o tema como prioridade. Por isso, nesta semana o Serviço Mundial, do qual faz parte a BBC Brasil, está transmitindo uma série de reportagens especiais sobre aquecimento global. Uma pesquisa mundial, feita inclusive no Brasil, mediu a disposição das pessoas (ou a falta da mesma) em mudar seu estlio de vida para aliviar a pressão sobre o meio ambiente. Nosso repórter Eric Camara está em Bangladesh visitando comunidades que vivem em uma área arriscada a desaparecer do mapa por causa do provável aumento do nível dos oceanos. Estaremos ainda acompanhando de perto as próximas reuniões internacionais sobre o tema, na semana que vem, na Espanha, e em dezembro, na Indonésia.
Aquecimento global é um dos principais desafios do mundo na atualidade e continuará na pauta de toda a imprensa nas próximas décadas. A BBC não fará campanha, mas seguirá dando todo destaque possível ao assunto, mostrando as regiões ameaçadas, ouvindo populações atingidas e divulgando as conclusões dos cientistas. No momento, segundo eles, há muito o que fazer e poucas razões para otimismo.
Fonte - BBC
Nota DDP:
Contraditório o argumento da BBC no particular.
É interessante ver um artigo levantando a bandeira do consenso e a necessidade de que as vozes em oposição devem demonstrar de forma cabal a viabilidade de seus argumentos, para depois falar que não levantará nenhuma bandeira e apenas continuará dando cobertura ao tema.
A pergunta em itálico, ao menos em relação à BBC já esta respondida e, a tendência é que outros órgãos de imprensa de expressão sigam a mesma trilha.
A caixa de eco necessária ao reconhecimento das medidas que serão propostas e impostas no futuro já se encontra engajada. E com a mídia se pode tudo.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Ideologias, Informação e Meio Ambiente
Por Vilmar Berna escritor com 15 livros publicados. Em 1999, recebeu no Japão o Prêmio Global 500 da ONU Para o Meio Ambiente. É fundador e superintendenteexecutivo da REBIA – Rede Brasileira de Informação Ambiental (http://www.rebia.org.br) e editor do Portal do Meio Ambiente (http://www.portaldomeioambiente.org.br), da Revista do Meio Ambiente(http://www.revistadomeioambiente.org.br), http://envolverde.ig.com.br.
De boas intenções – e de boas idéias – o inferno está cheio. O problema por detrás das idéias são as pessoas. Uma idéia que se propõe a se bastar por si própria como explicação do mundo, tende a se tornar uma ideologia. E uma ideologia que se propõe a única verdadeira, tende ao fundamentalismo totalitário. Não é à toa que tendem a não funcionar como explicação e organização de mundo.
...
Se no passado essa dominação se dava por meio de chicotes, masmorras e assassinatos hoje se dá pela divulgação de mentiras, meias verdades, mitos, pelo uso intensivo do marketing e da propaganda difundindo idéias, em todos os canais e o tempo todo...
Nota DDP:
O texto me chamou atenção, a despeito do engajamento verde do autor, para o fato que esta própria pregação do meio ambiente está a criar a ideologia pelo controle da informação que o artigo critica. O resultado, em todo caso, é de fato aquele apontado, uma idologia única e verdadeira, apontando para um fundamentalismo totalitário.
De boas intenções – e de boas idéias – o inferno está cheio. O problema por detrás das idéias são as pessoas. Uma idéia que se propõe a se bastar por si própria como explicação do mundo, tende a se tornar uma ideologia. E uma ideologia que se propõe a única verdadeira, tende ao fundamentalismo totalitário. Não é à toa que tendem a não funcionar como explicação e organização de mundo.
...
Se no passado essa dominação se dava por meio de chicotes, masmorras e assassinatos hoje se dá pela divulgação de mentiras, meias verdades, mitos, pelo uso intensivo do marketing e da propaganda difundindo idéias, em todos os canais e o tempo todo...
Nota DDP:
O texto me chamou atenção, a despeito do engajamento verde do autor, para o fato que esta própria pregação do meio ambiente está a criar a ideologia pelo controle da informação que o artigo critica. O resultado, em todo caso, é de fato aquele apontado, uma idologia única e verdadeira, apontando para um fundamentalismo totalitário.
Inteligência militar israelense diz que Irã terá capacidade nuclear em 2009
Jerusalém, 6 nov (EFE).- O chefe do departamento de Inteligência Militar israelense, Yossi Baidatz, afirmou hoje que o regime iraniano poderia adquirir a capacidade de construir armas nucleares no final de 2009.
"Se nada detiver o Irã, o pior cenário possível é aquele que veremos no fim de 2009, quando o país terá acesso a armas nucleares", disse o israelense.
O Irã, cujo presidente Mahmoud Ahmadinejad já afirmou em diversas ocasiões que Israel "deveria ser riscado do mapa", insiste que seu programa nuclear tem fins pacíficos, embora o Estado Judeu afirme que seu objetivo é bélico.
Fonte - UOL
Nota DDP:
Quanto tempo ainda falta para a invasão do Irã?
"Se nada detiver o Irã, o pior cenário possível é aquele que veremos no fim de 2009, quando o país terá acesso a armas nucleares", disse o israelense.
O Irã, cujo presidente Mahmoud Ahmadinejad já afirmou em diversas ocasiões que Israel "deveria ser riscado do mapa", insiste que seu programa nuclear tem fins pacíficos, embora o Estado Judeu afirme que seu objetivo é bélico.
Fonte - UOL
Nota DDP:
Quanto tempo ainda falta para a invasão do Irã?
Mudança climática representa "profunda ameaça" para a paz
Washington, 6 nov (EFE).- A mudança climática não supõe apenas um risco para o meio ambiente, porque pode representar também "profundas ameaças" para "a paz e a estabilidade no planeta", afirma relatório conjunto do Centro para Estudos Estratégicos e Internacionais (CSIS, na sigla em inglês) e do Centro para uma Nova Segurança nos Estados Unidos (CNAS, em inglês).
Os dois centros de estudos publicaram hoje em suas páginas de internet o relatório intitulado "A Era das Conseqüências: a Política Externa e as Implicações na Segurança Nacional da Mudança Climática Global".
No estudo, o CSIS e o CNAS apontam as conseqüências da mudança climática sobre as relações exteriores e a segurança no mundo e declaram ainda que o problema será um dos maiores desafios na área da segurança interna nos EUA.
Fonte - Últim Segundo
Nota DDP:
O aquecimento global está rapidamente se tornando a questão central do planeta, fazendo interface com todos os campos de interesse da humanidade. A questão de fundo nas denúncias é sempre a mesma, o estabelecimento de regras globais para combater e evitar seus efeitos.
Os dois centros de estudos publicaram hoje em suas páginas de internet o relatório intitulado "A Era das Conseqüências: a Política Externa e as Implicações na Segurança Nacional da Mudança Climática Global".
No estudo, o CSIS e o CNAS apontam as conseqüências da mudança climática sobre as relações exteriores e a segurança no mundo e declaram ainda que o problema será um dos maiores desafios na área da segurança interna nos EUA.
Fonte - Últim Segundo
Nota DDP:
O aquecimento global está rapidamente se tornando a questão central do planeta, fazendo interface com todos os campos de interesse da humanidade. A questão de fundo nas denúncias é sempre a mesma, o estabelecimento de regras globais para combater e evitar seus efeitos.
terça-feira, 6 de novembro de 2007
Rei da Arábia Saudita faz visita histórica ao Vaticano
CIDADE DO VATICANO - O rei da Arábia Saudita será recebido nesta terça-feira no Vaticano pelo papa Bento XVI, uma reunião histórica, já que se trata da primeira vez que um soberano saudita se reúne com o chefe da Igreja católica.
O rei Abdullah bin Abdelaziz, que dirige o reino com mão-de-ferro, será recebido no Vaticano em audiência particular por Bento XVI, a quem explicará o plano de paz árabe para o Oriente Médio.
Depois da reunião com o papa, o monarca saudita se encontrará com o chefe do governo italiano, Romano Prodi, e com dirigentes da União Européia envolvidos na busca de uma solução pacífica para o conflito no Oriente Médio.
A audiência concedida pelo papa ao monarca saudita é definida como histórica, já que a Santa Sé e a Arábia Saudita, país cuja população é oficialmente muçulmana, não mantêm relações diplomáticas.
O monarca de 84 anos foi recebido no Vaticano por João Paulo II, em 1999, mas sua função era de príncipe herdeiro de seu meio-irmão, o rei Fahd, que jamais se reuniu com um pontífice.
Fonte - JB Online
Nota DDP:
O mundo arábe, como já noticiado anteriormente neste espaço, em pequenos gestos vai reconhecendo a liderança religiosa do Vaticano, como pode ser visto em Papa IMPÕE paz entre rabino israelense, patriarca armênio e imame saudita e Muçulmanos realizam apelo sem precedentes por paz a cristãos.
O rei Abdullah bin Abdelaziz, que dirige o reino com mão-de-ferro, será recebido no Vaticano em audiência particular por Bento XVI, a quem explicará o plano de paz árabe para o Oriente Médio.
Depois da reunião com o papa, o monarca saudita se encontrará com o chefe do governo italiano, Romano Prodi, e com dirigentes da União Européia envolvidos na busca de uma solução pacífica para o conflito no Oriente Médio.
A audiência concedida pelo papa ao monarca saudita é definida como histórica, já que a Santa Sé e a Arábia Saudita, país cuja população é oficialmente muçulmana, não mantêm relações diplomáticas.
O monarca de 84 anos foi recebido no Vaticano por João Paulo II, em 1999, mas sua função era de príncipe herdeiro de seu meio-irmão, o rei Fahd, que jamais se reuniu com um pontífice.
Fonte - JB Online
Nota DDP:
O mundo arábe, como já noticiado anteriormente neste espaço, em pequenos gestos vai reconhecendo a liderança religiosa do Vaticano, como pode ser visto em Papa IMPÕE paz entre rabino israelense, patriarca armênio e imame saudita e Muçulmanos realizam apelo sem precedentes por paz a cristãos.
Armagedon humano?
Por Leonardo Boff
Os atuais cenários sombrios sobre o futuro do sistema-vida e especificamente da espécie humana permitem que biólogos, bioantropólogos e astrofísicos aventem o possível desaparecimento da espécie homo sapiens/demens ainda neste século. Aduzem argumentos que merecem ponderação. O mais robusto parece ser aquele da superpopulação articulada com a dificuldade de adaptação às mudanças climáticas. Na escala biológica verifica-se um crescimento exponencial.
...
Lynn Margulis e Dorian Sagan, notáveis microbiólogos, no conhecido livro Microcosmos (1990) afirmam com dados dos registros fósseis e da própria biologia evolutiva que um dos sinais do colapso próximo de uma espécie é sua rápida superpopulação. Isso pode ser comprovado por micro-organismos colocados na cápsula Petri (placa redonda com colônias de bactérias e nutrientes). Pouco antes de atingirem as bordas da placa e se esgotarem os nutrientes, multiplicam-se de forma exponencial. E de repente morrem. Para a humanidade, comentam eles, a Terra pode mostrar-se idêntica a uma cápsula Petri. Com efeito, ocupamos quase toda a superfície terrestre, deixando apenas 17% livre: desertos, floresta amazônica e regiões polares. Estamos chegando às bordas físicas da Terra. Há explosão demográfia e decrescimento dos meios de vida num planeta limitado. Sinal precursor de nossa próxima extinção?
O prêmio Nobel em medicina, Christian de Duve, sustenta que estamos assistindo a sintomas que precederam no passado as grandes dizimações. Normalmente desaparecem por ano 300 espécies vivas porque chegaram ao seu climax evolucionário. Dada a pressão industrialista global sobre a biosfera estão desparecendo cerca de 3.500. Um desastre biológico. Será que agora não chegou a nossa vez?
...
Tais reflexões nos permitem falar de um possível Armagedon humano. Este representa um desafio para as religiões que vêem o fim da espécie como obra do Criador e não da atividade humana. Para o Cristianismo a morte coletiva, mesmo induzida, não impede o triunfo final da vida pela via da ressurreição e da transfiguração de toda a criação por Deus.
Fonte - Envolverde
Nota DDP:
Dois pontos interessantes neste artigo:
1) - Um teólogo católico defendendo um final dos tempos diferente daquele descrito na Bíblia, sem contar a argumentação evolucionista que retirei da transcrição supra;
2) - O testemunho do cientistas que o final do mundo como conhecemos está prefigurado no horizonte da humanidade.
Sem contar a questão de fundo já analisada neste blog sobre o conceito de ecoterrorismo que este tipo de argumentação encerra.
Os atuais cenários sombrios sobre o futuro do sistema-vida e especificamente da espécie humana permitem que biólogos, bioantropólogos e astrofísicos aventem o possível desaparecimento da espécie homo sapiens/demens ainda neste século. Aduzem argumentos que merecem ponderação. O mais robusto parece ser aquele da superpopulação articulada com a dificuldade de adaptação às mudanças climáticas. Na escala biológica verifica-se um crescimento exponencial.
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Lynn Margulis e Dorian Sagan, notáveis microbiólogos, no conhecido livro Microcosmos (1990) afirmam com dados dos registros fósseis e da própria biologia evolutiva que um dos sinais do colapso próximo de uma espécie é sua rápida superpopulação. Isso pode ser comprovado por micro-organismos colocados na cápsula Petri (placa redonda com colônias de bactérias e nutrientes). Pouco antes de atingirem as bordas da placa e se esgotarem os nutrientes, multiplicam-se de forma exponencial. E de repente morrem. Para a humanidade, comentam eles, a Terra pode mostrar-se idêntica a uma cápsula Petri. Com efeito, ocupamos quase toda a superfície terrestre, deixando apenas 17% livre: desertos, floresta amazônica e regiões polares. Estamos chegando às bordas físicas da Terra. Há explosão demográfia e decrescimento dos meios de vida num planeta limitado. Sinal precursor de nossa próxima extinção?
O prêmio Nobel em medicina, Christian de Duve, sustenta que estamos assistindo a sintomas que precederam no passado as grandes dizimações. Normalmente desaparecem por ano 300 espécies vivas porque chegaram ao seu climax evolucionário. Dada a pressão industrialista global sobre a biosfera estão desparecendo cerca de 3.500. Um desastre biológico. Será que agora não chegou a nossa vez?
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Tais reflexões nos permitem falar de um possível Armagedon humano. Este representa um desafio para as religiões que vêem o fim da espécie como obra do Criador e não da atividade humana. Para o Cristianismo a morte coletiva, mesmo induzida, não impede o triunfo final da vida pela via da ressurreição e da transfiguração de toda a criação por Deus.
Fonte - Envolverde
Nota DDP:
Dois pontos interessantes neste artigo:
1) - Um teólogo católico defendendo um final dos tempos diferente daquele descrito na Bíblia, sem contar a argumentação evolucionista que retirei da transcrição supra;
2) - O testemunho do cientistas que o final do mundo como conhecemos está prefigurado no horizonte da humanidade.
Sem contar a questão de fundo já analisada neste blog sobre o conceito de ecoterrorismo que este tipo de argumentação encerra.
Religião é imprescindível na política do Séc. XXI
A religião é imprescindível para a vida política. Esta é uma das conclusões apresentadas na publicação “The Economist”. Num dossier dedicado às relações entre religião e política, sobretudo depois do 11 de Setembro de 2001, a fé voltou ao centro do debate público.
Num relatório feito pelo director da revista, John Micklethwait, a religião é abordada como uma “questão mais democrática e social”, indica. “Foram os cidadãos, e não os Estados, que promoveram essa volta da religião ao centro da vida pública e nas sociedades onde a tolerância e a laicidade são consideradas como “valores adquiridos”.
Foi sobretudo o mundo Ocidental a subestimar a presença do religioso na sociedade. A crise das ideologias, na década de 70, e a quebra de confiança na capacidade dos governos, acabou por abrir espaço à religião. O director da revista acrescenta que a “religião é parte imprescindível da política”.
“The Economist” avança que há um quadro de “pluralismo” e que “tanto os fiéis quanto os ateus mais entusiastas vivem uma fase de prosperidade”. Mas pode esperar-se, “nas sociedades desenvolvidas, um aumento de contrastes entre as várias confissões, assim como entre os que crêem e os que não crêem, especialmente no que diz respeito a questões éticas e científicas”.
A revista britânica sugere aos políticos que se deparam com os problemas de uma sociedade multi religiosa, que “mantenham sólido o princípio da divisão entre Igreja e Estado, aplicando essa divisão, porém de maneira pragmática”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
O palco da controvérsia final exige a volta dos homens a discutirem religião. Os braços seculares da mídia demonstram que esta realidade se encontra presente no mundo, como salientado no artigo acima. Para o debate final estaríamos na dependência apenas dos sinais que serão produzidos por satanás para o derradeiro engano.
"Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se lhe tenha apresentado ao espírito e consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada qual receberá esclarecimento bastante para fazer inteligentemente a sua decisão." (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 605)
Num relatório feito pelo director da revista, John Micklethwait, a religião é abordada como uma “questão mais democrática e social”, indica. “Foram os cidadãos, e não os Estados, que promoveram essa volta da religião ao centro da vida pública e nas sociedades onde a tolerância e a laicidade são consideradas como “valores adquiridos”.
Foi sobretudo o mundo Ocidental a subestimar a presença do religioso na sociedade. A crise das ideologias, na década de 70, e a quebra de confiança na capacidade dos governos, acabou por abrir espaço à religião. O director da revista acrescenta que a “religião é parte imprescindível da política”.
“The Economist” avança que há um quadro de “pluralismo” e que “tanto os fiéis quanto os ateus mais entusiastas vivem uma fase de prosperidade”. Mas pode esperar-se, “nas sociedades desenvolvidas, um aumento de contrastes entre as várias confissões, assim como entre os que crêem e os que não crêem, especialmente no que diz respeito a questões éticas e científicas”.
A revista britânica sugere aos políticos que se deparam com os problemas de uma sociedade multi religiosa, que “mantenham sólido o princípio da divisão entre Igreja e Estado, aplicando essa divisão, porém de maneira pragmática”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
O palco da controvérsia final exige a volta dos homens a discutirem religião. Os braços seculares da mídia demonstram que esta realidade se encontra presente no mundo, como salientado no artigo acima. Para o debate final estaríamos na dependência apenas dos sinais que serão produzidos por satanás para o derradeiro engano.
"Mas ninguém deverá sofrer a ira de Deus antes que a verdade se lhe tenha apresentado ao espírito e consciência, e haja sido rejeitada. Há muitos que nunca tiveram oportunidade de ouvir as verdades especiais para este tempo. A obrigatoriedade do quarto mandamento nunca lhes foi apresentada em sua verdadeira luz. Aquele que lê todos os corações e prova todos os intuitos, não deixará que pessoa alguma que deseje o conhecimento da verdade seja enganada quanto ao desfecho da controvérsia. O decreto não será imposto ao povo cegamente. Cada qual receberá esclarecimento bastante para fazer inteligentemente a sua decisão." (O Grande Conflito - Ellen G. White - Pág. 605)
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Pessoas mudariam estilo de vida para frear mudança climática
Londres, 5 nov (EFE).- A maioria das pessoas estaria disposta a fazer sacrifícios pessoais para solucionar os problemas gerados pela mudança climática, segundo uma pesquisa realizada pela rede britânica "BBC" com cidadãos de 21 países.
Quatro em cada cinco indivíduos ouvidos pela pesquisa feita pela empresa GlobeScan com 22 mil pessoas afirmaram estar dispostos a alterar o seu estilo de vida caso isso ajude a diminuir o aquecimento global.
Essa atitude foi percebida inclusive entre os moradores de Estados Unidos e China, os dois maiores emissores de dióxido de carbono do mundo.
Os consultados mostraram apoio à introdução de taxas sobre o consumo de energia causadora da mudança climática, se o dinheiro for utilizado para promover novas fontes energéticas ou impulsionar sua eficiência.
Segundo o especialista em meio ambiente da "BBC", Matt McGrath, na maioria dos países sondados as pessoas estão mais dispostas que os seus Governos a considerar a introdução de mudanças em seus estilos de vida para combater o aquecimento do planeta.
Para 83% dos entrevistados, é necessário alterar os hábitos de vida para reduzir a quantidade de gases poluentes produzidos, e a maioria acredita que para reduzir o problema será preciso algum sacrifício pessoal.
Quanto à proposta de aumentar os preços dos combustíveis fósseis, apenas 50% dos participantes se mostraram a favor, contra 44% que se opõem.
Os dados foram recolhidos entre 29 de maio e 26 de julho de 2007 no Brasil, Reino Unido, Austrália, Canadá, Chile, China, Egito, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Quênia, México, Nigéria, Filipinas, Rússia, Coréia do Sul, Espanha, Turquia e EUA.
Fonte - Yahoo
Quatro em cada cinco indivíduos ouvidos pela pesquisa feita pela empresa GlobeScan com 22 mil pessoas afirmaram estar dispostos a alterar o seu estilo de vida caso isso ajude a diminuir o aquecimento global.
Essa atitude foi percebida inclusive entre os moradores de Estados Unidos e China, os dois maiores emissores de dióxido de carbono do mundo.
Os consultados mostraram apoio à introdução de taxas sobre o consumo de energia causadora da mudança climática, se o dinheiro for utilizado para promover novas fontes energéticas ou impulsionar sua eficiência.
Segundo o especialista em meio ambiente da "BBC", Matt McGrath, na maioria dos países sondados as pessoas estão mais dispostas que os seus Governos a considerar a introdução de mudanças em seus estilos de vida para combater o aquecimento do planeta.
Para 83% dos entrevistados, é necessário alterar os hábitos de vida para reduzir a quantidade de gases poluentes produzidos, e a maioria acredita que para reduzir o problema será preciso algum sacrifício pessoal.
Quanto à proposta de aumentar os preços dos combustíveis fósseis, apenas 50% dos participantes se mostraram a favor, contra 44% que se opõem.
Os dados foram recolhidos entre 29 de maio e 26 de julho de 2007 no Brasil, Reino Unido, Austrália, Canadá, Chile, China, Egito, França, Alemanha, Índia, Indonésia, Itália, Quênia, México, Nigéria, Filipinas, Rússia, Coréia do Sul, Espanha, Turquia e EUA.
Fonte - Yahoo
Nota DDP:
Como se tem comentado de forma reiterada neste espaço, seja pela vertente do Ecoterrorismo, seja pelo ECOmenismo, ou pela junção dos temas ao quadro profético que vislumbramos (O grande debate final da História humana - 1 e O grande debate final da História humana - 2), em última análise inclusive pelo simples estudo da Bíblia, a propaganda maciça em torno da questão do aquecimento global já começa a colher os frutos que dela o poder constituído espera. A imposição de normas de restrição das liberdades individuais é o próximo passo, o terreno da opinião pública já está preparado para este avanço.
Nos passos de Constantino

"Estamos no limiar de grandes e solenes acontecimentos. Muitas das profecias estão prestes a se cumprir em rápida sucessão... Repetir-se-á a história passada. Antigas controvérsias serão revivescidas, e perigos rodearão de todos os lados o povo de Deus... Estudai o Apocalipse em ligação com Daniel; pois a história se repetirá..." Testemunhos para Ministros, p. 116.
A Lei Dominical que em breve será implantada nos EUA e nos demais países de tradição cristã tem seu paralelo histórico na época do imperador Constantino (321 d. C.). No entanto, uma análise mais profunda da história pode revelar a existência de outros paralelos mais entre estes dois momentos históricos.
De acordo com David Ewing Duncan, autor da obra Calendário (Editora Ediouro, p. 87-104), "a nova ordem de Constantino, como a de César três séculos e meio antes, conseguiu pôr selo no calendário, neste caso, ao criar um novo sistema, religiosamente inspirado, de medir o tempo. Constantino fez isto deixando intacto o calendário básico de César de 365 1/4 dias e doze meses, enquanto operava três grandes mudanças dentro desta estrutura: a introdução do domingo como um dia santo em uma nova semana de sete dias; o reconhecimento oficial dos feriados cristãos como o Natal com datas fixas; e o enxerto no calendário da celebração da Páscoa, que não é uma data fixa, sendo condicionada ao calendário lunar judeu em uso quando Cristo foi crucificado...
"A primeira atitude do imperador no sentido de reordenar o calendário veio em um édito divulgado em 321, nove anos depois da batalha da ponte Mílvio, quando ele estabeleceu o domingo como o primeiro dia da semana de sete dias - uma unidade de tempo desconhecida no calendário romano original de calendas, nonas e idos. Segundo o ditado de Constantino, todos os cidadãos que não fossem fazendeiros eram obrigados a se abster de trabalho no dies Solis - o dia do Sol. Ele também ordenou que os tribunais fechassem para litígios e os comandantes do exército restringissem os exercícios militares de forma que os soldados pudessem cultuar o deus de sua escolha. A opção de Constantino pelo domingo não foi sem controvérsia. Ela ostensivamente rejeitava a observância antiga do sábado como o sabá dos judeus... Sábado em uma determinada época era a escolha de muitos cristãos também, já que muitos crentes no início eram judeus que se sentiam obrigados a manter o seu feriao tradicional do sétimo dia da semana judaica. Mas como Jesus foi crucificado no sexto dia da semana judaica e, segundo a Bíblia, ressuscitou no primeiro dia da semana seguinte - um domingo -, aguns líderes cristãos no início decidiram mudar seu sabá para o domingo, e marcar este dia toda semana com um serviço religioso especial que incluísse a Eucaristia...
"Ao colocar o sabá no dia devotado ao Sol no ciclo de sete dias dos deuses-planetas pagãos, o imperador também buscava o favor dos mitraístas e de outros adoradores do Sol...
"A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo...
"Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras... [Nota: Outro ponto em comum com os dias atuais - Leia mais]
"A questão da Páscoa chegou a um apogeu no que é hoje uma tranqüila aldeia turca famosa como retiro à beira de um lago para turcos cansados do caos de Istambul, cerca de 130 quilômetros distante. Conhecida como Iznik, esta aldeia era há 1.700 anos uma cidade helênica próspera chamada Nicéia, grego para 'Vitória'... Foi aqui que em 325 Constantino reuniu o primeiro grande concílio cristão, que fez o primeiro esforço concentrado para resolver o problema da Páscoa e obter uma data unificada para sua celebração...
"O historiador Eusébio, uma testemunha ocular do concílio, escreve sobre a luxuosa festa acontecida em 25 de julho para celebrar o vigésimo aniversário de Constantino como imperador, e o medo hesitante sentido pelos bispos quando passavam pelos guardas nos salões onde aconteceu o banquete e viam 'o cintilar de armas' que até bem recentemente estavam voltadas contra eles. Mas sta transformação do medo em festa naõ era nada comparada à transformação súbita que Constantino realizou em uma igreja que por trezentos anos não teve uma autoridade central. Disperso e por vezes caçado pelas autoridades, o Cristianismo tinha operado menos como uma religião única e coesiva e mais como uma coleção de seitas e denominações seguindo os mesmos dogmas básicos mas diferindo em pontos de maior ou menor importância - como por exemplo em relação à data da celebração da Páscoa...
" O mandato de Constantino em Nicéia era para colocar um fim neste cada-um-por-si através do estabelecimento de um conjunto de regras governadas por uma estrutura centralizada liderada por ele próprio como imperador...
"Constantino chegou a Nicéia em cerca de 19 de junho de 325, e recebeu imediatamente um grosso pacote comtextos que detalhavam as controvérsias pequenas e grandes entre os presentes no concílio. Ele carregou o pacote consigo para o salão de audiências do seu palácio, onde oficialmente inaugurou o concílio vestindo um manto em ouro e jóias como um rei persa. Sentado em trono de ouro em frente aos prelados, ele ouviu os discursos de boas vindas antes de se levantar para responder em latim à maioria dos bispos de língua grega. Através de um tradutor ele deu boas vindas a todos mas imediatamente foi direto ao assunto da razão do concílio, segurando o pacote de textos como um pai repreendendo os filhos. Ele disse: 'Eu, seu camarada servidor, sinto uma dor profunda sempre que a Igreja de Deus está em dissensão, um mal maior do que o mal da guerra'...
"Nenhum dos cânones sobreviventes divulgados pelo concílio menciona o problema da Páscoa diretamente, embora as regras que emergiram de Nicéia sejam bem conhecidas entre os cristãos: que a Páscoa cairá no primeiro domingo depis da primeira Lua cheis depois do equinócio, mas nunca deverá cair no início da Páscoa judaica. O sentimento dos bispos reunidos foi registrado pelo próprio Constantino em uma carta endereçada a bispos e outros líderes de igrejas que não foram ao concílio: 'Pelo julgamento unânime de todos foi decidido que o mais santo festival da Páscoa deve ser celebrado em toda parte no mesmo dia'. Na mesma carta, Constantino assinala que o concílio se opôs à pratica de seguir o calendário judaico para determinar a Páscoa: 'Nós não devemos ter nada em comum com os judeus, porque o Salvador mostrou outro caminho'... [Nota: Este espírito anti-judaico também foi determinante na mudança do sábado para o domingo que persiste até hoje].
"Mas muito mais importante do que a natureza de Cristo ou a data para a Páscoa foi a codificação de Nicéia da fusão de Constantino entre Igreja e Estado, um movimento político expediente da parte deste imperador astuto que ligaria inexoravelmente a Igreja ao poder secular, à riqueza e ao absolutismo por muitos séculos por vir - primeiro como um adjunto da Roma imperial e mais tarde como uma entidade independente que derivava sua influência que tudo englobava de uma hierarquia prória ao estilo imperial e de uma presunção de poder sobre os domínios cristãos." [Nota: Outro paralelo com a atualidade].
Fonte - Minuto Profético
A Lei Dominical que em breve será implantada nos EUA e nos demais países de tradição cristã tem seu paralelo histórico na época do imperador Constantino (321 d. C.). No entanto, uma análise mais profunda da história pode revelar a existência de outros paralelos mais entre estes dois momentos históricos.
De acordo com David Ewing Duncan, autor da obra Calendário (Editora Ediouro, p. 87-104), "a nova ordem de Constantino, como a de César três séculos e meio antes, conseguiu pôr selo no calendário, neste caso, ao criar um novo sistema, religiosamente inspirado, de medir o tempo. Constantino fez isto deixando intacto o calendário básico de César de 365 1/4 dias e doze meses, enquanto operava três grandes mudanças dentro desta estrutura: a introdução do domingo como um dia santo em uma nova semana de sete dias; o reconhecimento oficial dos feriados cristãos como o Natal com datas fixas; e o enxerto no calendário da celebração da Páscoa, que não é uma data fixa, sendo condicionada ao calendário lunar judeu em uso quando Cristo foi crucificado...
"A primeira atitude do imperador no sentido de reordenar o calendário veio em um édito divulgado em 321, nove anos depois da batalha da ponte Mílvio, quando ele estabeleceu o domingo como o primeiro dia da semana de sete dias - uma unidade de tempo desconhecida no calendário romano original de calendas, nonas e idos. Segundo o ditado de Constantino, todos os cidadãos que não fossem fazendeiros eram obrigados a se abster de trabalho no dies Solis - o dia do Sol. Ele também ordenou que os tribunais fechassem para litígios e os comandantes do exército restringissem os exercícios militares de forma que os soldados pudessem cultuar o deus de sua escolha. A opção de Constantino pelo domingo não foi sem controvérsia. Ela ostensivamente rejeitava a observância antiga do sábado como o sabá dos judeus... Sábado em uma determinada época era a escolha de muitos cristãos também, já que muitos crentes no início eram judeus que se sentiam obrigados a manter o seu feriao tradicional do sétimo dia da semana judaica. Mas como Jesus foi crucificado no sexto dia da semana judaica e, segundo a Bíblia, ressuscitou no primeiro dia da semana seguinte - um domingo -, aguns líderes cristãos no início decidiram mudar seu sabá para o domingo, e marcar este dia toda semana com um serviço religioso especial que incluísse a Eucaristia...
"Ao colocar o sabá no dia devotado ao Sol no ciclo de sete dias dos deuses-planetas pagãos, o imperador também buscava o favor dos mitraístas e de outros adoradores do Sol...
"A segunda mudança importante do calendário introduzida por Constantino foi em relação a quando celebrar a Páscoa, um assunto não tão fácil de resolver quanto a questão do domingo...
"Para Constantino a questão não era tanto determinar a data exata da Páscoa, mas como conseguir que as várias facções do Cristianismo concordassem em celebrar a ressurreição no mesmo dia, mesmo se tecnicamente esta data não fosse exata. Politicamente isto era crucial para estebelecer uma religião de Estado, com um conjunto de regras... [Nota: Outro ponto em comum com os dias atuais - Leia mais]
"A questão da Páscoa chegou a um apogeu no que é hoje uma tranqüila aldeia turca famosa como retiro à beira de um lago para turcos cansados do caos de Istambul, cerca de 130 quilômetros distante. Conhecida como Iznik, esta aldeia era há 1.700 anos uma cidade helênica próspera chamada Nicéia, grego para 'Vitória'... Foi aqui que em 325 Constantino reuniu o primeiro grande concílio cristão, que fez o primeiro esforço concentrado para resolver o problema da Páscoa e obter uma data unificada para sua celebração...
"O historiador Eusébio, uma testemunha ocular do concílio, escreve sobre a luxuosa festa acontecida em 25 de julho para celebrar o vigésimo aniversário de Constantino como imperador, e o medo hesitante sentido pelos bispos quando passavam pelos guardas nos salões onde aconteceu o banquete e viam 'o cintilar de armas' que até bem recentemente estavam voltadas contra eles. Mas sta transformação do medo em festa naõ era nada comparada à transformação súbita que Constantino realizou em uma igreja que por trezentos anos não teve uma autoridade central. Disperso e por vezes caçado pelas autoridades, o Cristianismo tinha operado menos como uma religião única e coesiva e mais como uma coleção de seitas e denominações seguindo os mesmos dogmas básicos mas diferindo em pontos de maior ou menor importância - como por exemplo em relação à data da celebração da Páscoa...
" O mandato de Constantino em Nicéia era para colocar um fim neste cada-um-por-si através do estabelecimento de um conjunto de regras governadas por uma estrutura centralizada liderada por ele próprio como imperador...
"Constantino chegou a Nicéia em cerca de 19 de junho de 325, e recebeu imediatamente um grosso pacote comtextos que detalhavam as controvérsias pequenas e grandes entre os presentes no concílio. Ele carregou o pacote consigo para o salão de audiências do seu palácio, onde oficialmente inaugurou o concílio vestindo um manto em ouro e jóias como um rei persa. Sentado em trono de ouro em frente aos prelados, ele ouviu os discursos de boas vindas antes de se levantar para responder em latim à maioria dos bispos de língua grega. Através de um tradutor ele deu boas vindas a todos mas imediatamente foi direto ao assunto da razão do concílio, segurando o pacote de textos como um pai repreendendo os filhos. Ele disse: 'Eu, seu camarada servidor, sinto uma dor profunda sempre que a Igreja de Deus está em dissensão, um mal maior do que o mal da guerra'...
"Nenhum dos cânones sobreviventes divulgados pelo concílio menciona o problema da Páscoa diretamente, embora as regras que emergiram de Nicéia sejam bem conhecidas entre os cristãos: que a Páscoa cairá no primeiro domingo depis da primeira Lua cheis depois do equinócio, mas nunca deverá cair no início da Páscoa judaica. O sentimento dos bispos reunidos foi registrado pelo próprio Constantino em uma carta endereçada a bispos e outros líderes de igrejas que não foram ao concílio: 'Pelo julgamento unânime de todos foi decidido que o mais santo festival da Páscoa deve ser celebrado em toda parte no mesmo dia'. Na mesma carta, Constantino assinala que o concílio se opôs à pratica de seguir o calendário judaico para determinar a Páscoa: 'Nós não devemos ter nada em comum com os judeus, porque o Salvador mostrou outro caminho'... [Nota: Este espírito anti-judaico também foi determinante na mudança do sábado para o domingo que persiste até hoje].
"Mas muito mais importante do que a natureza de Cristo ou a data para a Páscoa foi a codificação de Nicéia da fusão de Constantino entre Igreja e Estado, um movimento político expediente da parte deste imperador astuto que ligaria inexoravelmente a Igreja ao poder secular, à riqueza e ao absolutismo por muitos séculos por vir - primeiro como um adjunto da Roma imperial e mais tarde como uma entidade independente que derivava sua influência que tudo englobava de uma hierarquia prória ao estilo imperial e de uma presunção de poder sobre os domínios cristãos." [Nota: Outro paralelo com a atualidade].
Fonte - Minuto Profético
Pesquisa:10% aceitariam chip no cérebro para acessar Internet
ESTADOS UNIDOS DA AMÉRICA (*) - Um em cada dez norte-americanos (11%) aceitaria ter um chip implantado no cérebro para navegar na Internet, de acordo com um estudo realizado com 9,7 mil pessoas, elaborado pela Zogby International e pela 463 Communications.
O estudo indica ainda que uma em cada cinco pessoas aceitaria implantar um chip em crianças com 13 anos ou menos para que pudesse rastreá-las.
Cerca de 25% acreditam que a Internet pode servir como substituto a uma pessoa importante, como a namorada ou o marido.
Fonte - Portas Abertas
O estudo indica ainda que uma em cada cinco pessoas aceitaria implantar um chip em crianças com 13 anos ou menos para que pudesse rastreá-las.
Cerca de 25% acreditam que a Internet pode servir como substituto a uma pessoa importante, como a namorada ou o marido.
Fonte - Portas Abertas
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