segunda-feira, 28 de julho de 2008
Novamente as "blue laws"
Neste fim de semana recebi uma enorme leva de matérias tratando do tema, por exemplo:
Tempo de Indiana repelir suas blue laws
Domingos ainda regulados por blue laws
Essas laws fazem-me blue
Poderia citar outras, mas estas são suficientes para demonstrar que o assunto está em pauta, assim como já esteve a questão dos monumentos alusivos aos Dez Mandamentos em órgãos públicos nos EUA.
O Estado de Connecticut parece ser o próximo neste processo de discussão das "blue laws". Seria possível a discussão de banimento deste conceito em âmbito nacional, o que suscitaria uma discussão ampla do tema?
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
Compras dominicais ligadas com menor felicidade
Os resultados se demonstraram relevantes entre mulheres brancas, indicando um declínio de 17% nas possibilidades destas serem felizes. Os resultados finais ainda não foram publicados.
"As pessoas sabem que existe uma correlação entre religiosidade e felicidade, mas não há provas concludentes que exista um nexo causal", disse William Sander, professor de economia na DePaul. "Nosso estudo tende a fornecer mais evidências conclusivas de que a religiosidade entre as mulheres afeta a felicidade."
Pesquisas anteriores já haviam demonstrado que a revogação das "blue laws" indicavam um maior compartamento de risco por parte dos adolescentes.
Fonte - NYTimes
quarta-feira, 6 de agosto de 2008
"Blue laws" na Flórida
Agora foi na Flórida.
"Quinze estados ainda mantém a proibição de venda de álcool aos domingos, mas este número tem diminuído rapidamente nos últimos anos.
'Há absolutamente uma tendência nacional dos estados modernizar estas leis', disse Ben Jenkins, um porta-voz do Conselho de bebidas alcoólicas destiladas, em Washington."
O estopim para uma discussão em âmbito nacional deste tema parece que já foi aceso...
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
Mais uma vez as "blue laws"
Tanto é assim que, adornado pelo "laço vermelho" da discussão sobre a possibilidade de se vender ou não álcool aos domingos, a "Distilled Spirits Council of the United States", resolveu criar na internet um site, o "Prohibition Repeal", comemorando em 08/Dez/2008 o 75º aniversário de um grande movimento de oposição aos efeitos das chamadas "blue laws".
E o vulto do movimento vai crescendo, sendo o mesmo objeto inclusive de consideração da versão eletrônica do "Wall Streat Journal".
Enfim, é salutar se acompanhar também este novo vetor dos acontecimentos, em paralelo com o quadro profético que claramente se descortina aos nossos olhos.
Maranata.
quinta-feira, 16 de julho de 2009
A França aberta aos domingos
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A legislação mexe com uma das mais antigas conquistas trabalhistas do país, a do "domingo de descanso para todos", datada de 1906, e prevê a abertura do comércio em 523 cidades, como Paris. Os trabalhadores terão a opção de trabalhar ou não, receberão folgas de compensação e terão o salário dobrado. Nas "áreas turísticas", essas garantias não estão previstas.
...
A controvérsia opôs, de um lado, sindicatos e a Igreja e, de outro, o empresariado, ávido pela flexibilização. Jean-François Roudaud, presidente da Confederação de Pequenos e Médios Empresários (CGPME), foi um dos poucos a questionar a medida, em razão do risco de extinção do comércio de bairros, um patrimônio francês. "Uma vez mais, penalizamos os comerciantes das imediações. Recriamos a animosidade entre pequenos e os grandes distribuidores", afirmou.
A despeito das posições dos sindicatos, os trabalhadores também se dividem. "Havia uma situação de equilíbrio, que favorecia todas as atividades de lazer e assegurava à maioria o repouso dominical. Por que mudar isso?", questionou o comerciário Henry Fay. "Por que não deixar as pessoas que querem trabalhar no domingo fazê-lo? Essa medida me interessa muito, embora não seja a solução para a crise",argumentou Michel Pelletier, outro comerciário de Paris.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Embora possa aparentar uma derrota ao entendimento de que haverá um procedimento uniforme de guarda do domingo como dia descanso, o que há de ser notado no contexto é o fomento ao debate.
A França é o baluarte do sistema de separação entre igreja-estado, no entanto, como já devidamente alinhado aqui em "Sarkozy pede uma nova ordem mundial", vemos ali florescer uma discussão bem acentuada sobre a questão do descanso dominical, questão esta que muito tem se reproduzido em território americano por conta das "blue laws".
O que chama a atenção especificamente no caso da França, é a absoluta divisão de opiniões, especialmente em um contexto de crise econômica e o reconhecimento dos méritos da ICAR na última encíclica papal.
Na há dificuldade em se imaginar que o debate possa se alastrar por outros pontos do planeta, especialmente diante do discurso e possibilidade, de se incluir os parâmetros da doutrina social da ICAR no resgate da "ética" nas relações globalizadas.
segunda-feira, 7 de janeiro de 2008
Ellen White, as profecias e a questão MUÇULMANA
Declara muitas vezes que haverá uma união entre catolicismo e protestantismo em pontos comuns de doutrina para influenciar a política americana a levar adiante seus objetivos. Por ultimo entra o espiritismo e completa a tríplice união.
Daniel 11:40-45 declara que haverá guerras até a segunda vinda. Os evangelhos também confirmam isso. Isso nos dá um vislumbre que a questão muçulmana nunca será resolvida.
Porém, se percebe que o Islamismo precisa ser subjugado, ao menos parcialmente, para que os EUA consigam impor ao mundo o decreto dominical (Blue Laws). Assim, se construirá por um pequeno período de tempo uma FALSA PAZ, bem ao estilo do que ocorreu na Europa antes de estourar a primeira guerra mundial (O inicio do seculo XX foi marcado pela paz, prosperidade e otimismo). Assim, apenas ao final do tempo da graça, a guerra total voltará a estourar no Oriente Medio (Daniel 11:45).
Nos nossos dias vemos uma noticia impressionante:
http://www.bbc.co.uk/portuguese/reporterbbc/story/2008/01/080103_vaticanoencontro_fp.shtml
O Vaticano está organizando um grande encontro que vai reunir líderes católicos e muçulmanos em Roma com o objetivo de dar início a um processo de diálogo entre as religiões.
A reunião, ainda sem data marcada, vai ocorrer durante a primavera no hemisfério norte, entre março e junho.
A iniciativa do Vaticano é uma resposta a uma carta enviada por 138 líderes muçulmanos ao papa Bento 16 e a outros líderes cristãos em outubro. Na carta, eles advertiram que "a sobrevivência do mundo estaria em risco se muçulmanos e cristãos não alcançarem a paz".
Da mesma maneira que o PROTESTANTISMO MUDOU para aceitar a Igreja Romana, o ISLAMISMO está mudando parcialmente para aceitar Roma. A Igreja Católica porém, como afirmou Ellen White, NUNCA MUDARIA.
Não conhecemos o papel dos muçulmanos no fim. Exceto que eles serão a causa das guerras finais (DN 11:40-45).
Porém, ainda é mistério a forma como eles se portarão quando os EUA se tornarem uma ditadura e o cristanismo (falso) se unir para tentar converter o mundo através das leis dominicais.
O que os muçulmanos naquele dia acharão da verdade do sábado? Como se portarão frente aos milagres dos sabatistas? Outra incógnita. Sabemos que alguns se converterão ao evangelho eterno. Mas para a maioria, talvez tudo termine da mesma forma que sempre foi: numa batalha por Jerusalém (Daniel 11:45)
Colaboração: Alexandro Barbosa
quinta-feira, 29 de janeiro de 2026
Quando uma proposta de “descanso uniformizado” resgata debates históricos sobre domingo e consciência (2026.01.29)
Segundo o relatório, a ideia é restaurar o domingo como um momento comum de pausa de atividades, limitando o comércio e incentivando que as pessoas tenham tempo para a família e para a vida comunitária. Os autores associam esse “dia de descanso” à necessidade de fortalecer o núcleo familiar e o tecido social diante de desafios demográficos e culturais nos EUA.
A proposta despertou reação, especialmente entre grupos religiosos que valorizam a liberdade de consciência. A preocupação é que uma lei assim, ainda que apresentada como “social” ou “familiar”, acabe por compelir a consciência das pessoas a observarem um dia específico por meio da força estatal — algo que a história religiosa dos EUA já enfrentou antes com as chamadas “blue laws”.
A Bíblia mostra que a questão do sistema de descanso não é apenas social: ela passa diretamente pelo juízo da consciência humana. No livro de Daniel, um dos temas recorrentes é a tentativa de impor um padrão de adoração ou observância que transcende a fé pessoal. O profeta relata momentos em que poderes humanos buscam controlar não apenas comportamentos externos, mas convicções interiores e atos de consciência (Daniel 3; 6). Em particular, o Antigo Testamento também contém o mandamento do sábado como um tempo de descanso sagrado instituído por Deus (Êxodo 20:8–11) — não como um decreto humano, mas como parte da própria ordem da criação.
Apocalipse, por sua vez, apresenta um conflito que gira em torno da adoração e da lealdade final da humanidade (Apocalipse 13:15–17). A interpretação historicista ensina que, nos últimos tempos, tentativas de unificar práticas religiosas por meio de leis civis podem emergir de forma sutil, sob pretextos aparentemente “éticos” ou “familiares”, mas com implicações profundas para a liberdade de consciência.
Quando uma proposta política defende um “dia de descanso uniforme” como meio de restaurar valores familiares — mesmo que justificando isso com argumentos sociais ou econômicos — é legítimo, pela lente profética, perguntar até que ponto o Estado está sendo chamado a definir práticas de observância que, pela raiz, pertencem à esfera da consciência diante de Deus.
A liberdade religiosa inclui o direito de cada pessoa observar a sua fé conforme a própria consciência, sem coerção estatal. Essa posição não surge de mero tradicionalismo, mas de uma compreensão de que um poder civil que legisla sobre observância religiosa confunde esferas que a Bíblia distingue claramente (Atos 5:29).
A profecia bíblica não condena o desejo de paz, descanso e bem-estar familiar. Ela alerta, sim, para que tais objetivos não sejam usados como porta de entrada para leis que empurrem a consciência humana para um lado único, sob promessa de bem social. O tempo do fim, segundo as Escrituras, será marcado por tentativas de moldar o comportamento humano de formas que ultrapassam a esfera da fé pessoal e entram na do Estado (Apocalipse 13).
O desafio para o leitor atento da profecia não é apenas julgar a proposta em si, mas discernir se tais movimentos apontam para um padrão maior do qual a Bíblia falou desde os tempos de Daniel: a tensão entre lealdade à própria consciência diante de Deus e expectativas legais impostas por homens.
“É necessário obedecer a Deus antes que aos homens.”
📖 Atos 5:29
Quem tem ouvidos, ouça.
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
O domingo nos EUA
Fonte - Minuto Profético
terça-feira, 5 de agosto de 2008
As "blue laws" locais
Dentre outros que tenho recebido nestes dias, após Dalton e Varnell, chegou a vez de Whitfield County, na Geórgia.
Seria apenas outra notícia no tema, se não houvesse a particularidade de convocação de um referendo popular. Como nesse mundo nada se cria e tudo se copia, não é de se descartar a possibilidade da prática estender-se para outros locais.
Quem sabe no país para acabar com o problema de uma vez?
segunda-feira, 12 de janeiro de 2009
Abertura do comércio aos domingos será debatida
Na manhã de hoje (09), o prefeito Edgar Bueno (PDT), recebeu o presidente do Sindec (Sindicato dos Empregados do Comércio de Cascavel e Região), Paulo Roberto Moraes, para discutir o assunto. Moraes solicitou ao prefeito o cumprimento da lei, garantindo a folga dominical aos trabalhadores.
Segundo a assessoria de comunicação da Prefeitura, Edgar Bueno reafirmou a posição defendida antes durante a campanha eleitoral, de que é contra a abertura aos domingos. No entanto, um encontro será realizado com os representantes dos comerciários na próxima semana, para debater melhor o assunto e buscar um entendimento.
Segundo a lei, todo o comércio, inclusive os supermercados, não poderão mais funcionar aos domingos.
Fonte - Central Gazeta de Notícias
Nota DDP: As discussões locais vão se expandindo e, embora alguns entendam que observar este fenômeno seja alarmismo, parece-me ser muito mais um sinal de que discussões mais amplas se descortinam no horizonte e, que suscitadas localmente, estão preparando os particulares para o enferentamento da questão no atacado.
Isso pode se verificar inclusive pelo retorno das discussões acerca das "blue-laws" americanas, como já trazido neste espaço, inclusive porque tal condição voltou a ser foco de consideração na semana passada naquele país, agora no Oregon.
O interessante sobre a abertura da questão no Oregon, é que a mesma veio por conta da crise econômica no setor automobilístico e, sob a justificativa de que a paralização seria saudável neste processo. Outros onze estados têm legislações no mesmo sentido. Mais interessante ainda nisso tudo, é que os próprios revendedores estão exigindo que uma lei seja promulgada para que todos sejam a ela submetidos.
[Colaboração - Hiscael Moreno]
segunda-feira, 30 de julho de 2007
Condicionamento da população para a Lei Dominical
Levando em consideração que, no passado, já surgiram várias Leis Dominicais (chamadas nos EUA de Blue Laws), como poderemos identificar a Lei Dominical final e ter certeza de que não será apenas mais uma quando surgir? Simples; mediante dois fatos:
1ª) A Lei Dominical que desencadeará a crise final no mundo, antes da Volta de Cristo, será quase universal e não apenas local como as anteriores.
2ª) O argumento usado para favorecer a implantação da Lei Dominical final será diferente daqueles usados em casos anteriores: "Declarar-se-á que os homens estão ofendendo a Deus pela violação do descanso dominical; que este pecado acarretou calamidades [desastres naturais] que não cessarão antes que a observância do domingo seja estritamente imposta." (O Grande Conflito, p. 590).
Nos últimos anos, a mídia tem destacado repetidamente os problemas ambientais, em especial os fatores "aquecimento global" e "mudanças climáticas". Verdades e inverdades têm sido usadas pelos especialistas para demonstrar que o homem é 100% responsável pelas mudanças climáticas do planeta (Para saber mais, leia a análise "ECOmenismo: uma verdade inconveniente, Parte 1, Parte 2, Parte 3, Parte 4, Parte 5, Parte 6).
MAIS FATOS:
1- A ligação que faltava fazer entre o "aquecimento global" e os desastres naturais, a fim de justificar no futuro a implantação da Lei Dominical para "salvar o planeta", acaba de surgir na mídia.
2- A falta de unanimidade em relação às conseqüências do tal "aquecimento global" faz surgir previsões contraditórias. Exemplo: Mais furacões em 2007 ou Menos furacões em 2007?
3- Em conformidade com análise anterior, o Vaticano, mais uma vez, aproveitou a discussão mundial em torno do aquecimento global para dar o seu recado (tendo em vista, é claro, a oportunidade para futuramente sugerir o descanso dominical como remédio para salvar o planeta).
Fonte - Blog Minuto Profético
terça-feira, 5 de agosto de 2008
Os EUA e a discussão religiosa
É absolutamente único perceber-se como a discussão religiosa permeia todo o espectro político quando se fala de EUA. Não que isso seja um privilégio do Tio Sam, uma vez que percebemos discussões importantes neste tema também em outras paragens, mas parece que lá, até por força da sua tradição religiosa e principalmente dos valores de sua fundação, as coisas andam mais declaradamente juntas.
Vejam este caso.
A discussão é sobre um projeto acerca de símbolos em torno do "Foundations of American Law and Government" em órgãos públicos. Neste passo, inicialmente o Comitê Judiciário do Senado decidiu pela inclusão dos Dez Mandamentos, da Carta Magna, do Mayflower Compact, da Declaração de Independência, do Star-Spangled Banner, o Bill of Rights, do preâmbulo da Constituição da Carolina do Sul, do lema nacional "In God We Trust" e da imagem da Senhora da Justiça.
Foram votados estes ítens porque em tese eles estariam dentro do quanto previsto na Primeira Emenda da Constituição Americana (Separação estado/Religião), sem portanto, violá-la.
Ocorre que, senadores democratas correram atrás de uma forma de barrar o projeto por força de sua oposição à inclusão dos Dez Mandamentos no contexto. Quando o tema foi à discussão no senado, este grupo produziu emendas que, desvirtuando o texto, serviam de modo a rejeitá-lo como um todo.
Neste contexto, o Sen. Brad Hutto's elaborou uma emenda para incluir a oração do "Pai Nosso" na lista de símbolos. Ele sabia que a proposta inicial era consitucional, no entanto, sabia também que a inclusão de um documento puramente religioso acabaria por tornar o projeto constitucionalmente suspeito, além de criar uma extrema dificuldade aos senadores republicanos em votar contra a oração do "Pai Nosso".
A Convenção Batista do Sul e a Aliança da Família de Palmetto, dois fortes grupos de influência nesta legislação, se posicionaram publicamente contra a inclusão da oração do "Pai Nosso" no projeto, uma vez que já sabiam de antemão que sua inclusão acabaria por destruí-lo.
A emenda passou porque muitos senadores ficaram com medo de serem vistos votando contra a oração do "Pai Nosso". Consequentemente, o projeto passou com as emendas e agora certamente será contestado como inconstitucional por seu aspecto religioso.
O relato acima foi trazido pelo Senador Shane Massey, representante da Carolina do Sul.
Deste quadro todo percebe-se com clareza como temas atinentes aos aspectos religiosos da vida do cidadão americano tomam relevo e se transformam em grandes questões nacionais, levando toda a sociedade para o campo de discussão.
É o caso das "blue laws" vista em alguns posts por aqui. Certamente será o campo de batalha a se configurar por ocasião de leis dominicais no futuro.
quarta-feira, 2 de abril de 2008
O domingo e as leis em vigor
Pois bem, em dado momento o articulista tece os seguintes comentários:
"Como se pode observar, essa lei Dominical esteve incorporada a lei magna do Brasil durante a maior parte de sua história republicana.
...
Convém lembrar que é uma imposição sim e que muito embora possa haver exceções essas são muito complicadas e regulamentadas por leis especiais, algumas das quais consolidadas nas leis trabalhistas."
E conclui:
"Os guardadores do sábado que estão aguardando leis dominicais ainda não se deram conta de que elas existem há muito tempo, não só no Brasil como em muitos outros paises, e se eventualmente essas leis dominicais são transgredidas sem maiores consequencias, isso não significa que essas transgressões serão toleradas eternamente."
Sabemos que a referência profética para a concepção de uma lei dominical não é o Brasil, mas os EUA, que também têm adormecidas em seu sistema jurídico as "Blue Laws" (“Leis Azuis” foram Leis Dominicais que apareceram em regiões isoladas dos EUA em tempos passados), melhor analisadas em post do Minuto Profético.
Diante disso e, analisando um material que recebi ontem sobre a correlação da crise financeira mundial e o quadro profético que vislumbramos, pareceu-me singular uma manifestação de Ellen G. White no tema:
“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)
segunda-feira, 28 de julho de 2008
O descanso domincal em voga
Argentina:
Descanso dominical, tema proibido na agenda dos supermercados
Promotora da iniciativa pelo descanso dominical busca adesões na cidade
México:
Para quê o descanso?
Chile
Iniciada discussão de projeto que estabelece o descanso dominical obrigatório no comércio
Como se vê o tema parece tomar corpo, vide o post anterior sobre as blue laws.
quarta-feira, 16 de abril de 2008
As novas "leis azuis"
Em um recente anúncio noturno, Hillary Clinton prometeu que trabalharia duramente para ajudar os trabalhadores que labutam após horas seguidas. Barack Obama, por sua vez, emitiu um chamado por socorro pelas pessoas que "fazem malabarismos para trabalhar e cuidar dos filhos". O interesse dos candidatos sobre as exigências do emprego vem em uma hora em que os comércios tentam cada vez mais permanecer abertos na maioria das horas do dia, sete dias por semana. Enquanto for mantido o alvoroço de nossos shopping centers, estas rotinas frenéticas igualmente tornam mais difícil para que os trabalhadores consigam a folga de fim de semana para relaxar ou passar o tempo com suas famílias. A crescente correria é devido em parte ao sucesso que os comerciantes têm tido em atacar as leis que melhoram a vida dos trabalhadores - como as leis de fechamento, que exigem muitas lojas fecharem aos domingos ou feriados.
Leis de fechamento soam, sim, como outro nome para "leis azuis" [Blue Laws], as limitações da Era Colonial em nome da moralidade que também fechavam lojas aos domingos (e mesmo proibiam trajes frívolos). Sua finalidade original era incentivar a freqüência à igreja. Por causa desta história, estas leis ainda são freqüentemente reconhecidas como intromissões paternalísticas que impõem uma versão cristã de moralidade. Não ajuda em nada o seu breve ressurgimento durante a abstinente Era da Proibição, cortesia do movimento de temperança. Mas as leis de fechamento têm mudado sua velha roupagem e assumido um novo propósito: proteger os interesses dos trabalhadores que de outra maneira não poderiam confiar em um regular e garantido dia de folga.
[...]
A respeito da objeção que as leis de fechamento violam a separação de igreja e estado, a Suprema Corte manteve em 1961, que a lei de Maryland era constitucional porque tinha assumido um secular propósito protetor dos trabalhadores. É ainda verdadeiro que as leis de fechamento aos domingos podem prejudicar os negócios de judeus e muçulmanos e os consumidores que honram observâncias religiosas de sexta-feira ou de sábado. A conveniência do consumidor é também uma questão. Mas as legislaturas podem enfocar esses interesses ao permitir que as lojas permaneçam abertas no fim de semana - por exemplo, pelo direito aos trabalhadores de pelo menos um dia de folga no fim de semana, e dando aos trabalhadores e comerciantes a discrição para decidir que dia é este. As lojas poderiam contratar mais pessoal ou reduzir horas no fim de semana, mas alguns comércios poderiam ainda permanecer abertos todo o fim de semana.
Ao considerar o futuro das leis de fechamento, as legislaturas necessitam olhar além do ultraje libertário persistentemente usado pelos comerciantes oponentes. De fato, este ultraje não pode significar muito no fim: como um consumidor disse no Boston Globe, em resposta à pressão varejista-conduzida para revogar a lei de fechamento de Ação de Graças de Massachusetts, "Você pode ir às compras na sexta-feira. Tire um dia de folga".
Fonte: Slate
NOTA: Quer seja por razões religiosas, ou seculares, a verdade é que a opinião pública norte-americana está dando sinais de estar pronta para discutir o tema do descanso dominical até as últimas conseqüências (Suprema Corte). Em alguns pontos da matéria até surgem posições aparentemente equilibradas, tentando contemplar todos os interesses dos grupos envolvidos. No entanto, sabemos que, mais cedo, ou mais tarde, a posição religiosa protestante (guarda do domingo) seguirá as pegadas de Roma e forçará uma Lei Dominical. Quer seja com um presidente republicano (apoiado pela direita religiosa - "neocons"), ou com um democrata, parece que chegamos mesmo na reta final da história deste mundo.
Fonte - Minuto Profético
