segunda-feira, 17 de outubro de 2011

43 milhões sem dinheiro para pagar refeição diária

Hoje assinala-se o Dia mundial contra a pobreza extrema e o Programa Europeu de Apoio Alimentar realiza, em Bruxelas, uma conferência de imprensa para abordar o tema, com a presença de representantes do Comité Económico e Social e de Instituições de Solidariedade Social, entre as quais, a Federação Portuguesa de Bancos Alimentares.

O ano passado, os 240 Bancos Alimentares distribuíram 360 mil toneladas de produtos alimentares a Instituições de Solidariedade Social em 21 países europeus.

Estas Instituições distribuíram os produtos a pessoas carenciadas sob a forma de cabazes ou de refeições; mais de metade do total dos alimentos entregues provinham do Programa europeu que ajudou 18 milhões de pessoas carenciadas.

Segundo o Eurostat, 79 milhões de pessoas vivem na Europa abaixo do limiar de pobreza e 30 milhões sofrem de subnutrição.

Iniciado em 1987, o Programa Comunitário de Apoio Alimentar a Carenciados (PCAAC) permite fornecer alimentos produzidos com os 'stocks' dos excedentes de produtos agrícolas, os chamados "stocks de intervenção".

Fonte - DN Globo

sábado, 15 de outubro de 2011

O mundo em agitação

"As nações estão agitadas. Tempos de perplexidade se acham diante de nós. O coração dos homens está desmaiando de terror das coisas que sobrevirão ao mundo" (The Signs of the Times, 9 de outubro de 1901).

"Estranha e momentosa história está sendo registrada nos livros do Céu - eventos que, segundo foi declarado, precederiam de perto o grande dia de Deus. Tudo no mundo está em agitação" (Manuscript Releases, v. 3, p. 313).

"Estamos na iminência de importantes e solenes acontecimentos. Cumprem-se as profecias. Uma estranha e acidentada história está sendo registrada nos livros do Céu. Tudo em nosso mundo se mostra em estado de agitação" (Testemunhos Seletos, v. 2, p. 369).

Veja de seguida como tudo isto se comprovou no dia de hoje.

Roma, Itália



Atenas, Grécia



Bruxelas, Bélgica



Berlim, Alemanha



Porto, Portugal



Fonte - O Tempo Final

Com tantos protestos, algo de diferente está acontecendo no mundo

Com tantos protestos sociais espontâneos irrompendo por toda parte, desde a Tunísia até Tel Aviv e Wall Street, é evidente que existe algo ocorrendo globalmente que necessita de definição. Estão em circulação duas teorias unificadoras que me intrigam. Uma delas diz que isso é o início da “Grande Ruptura”. A outra afirma que tudo o que está ocorrendo faz parte da “Grande Mudança”. Você decide.

Paul Gilding, ambientalista australiano e autor do livro “The Great Disruption” (“A Grande Ruptura), argumenta que essas manifestações se constituem em um sinal de que o atual sistema capitalista obcecado com o crescimento está atingindo os seus limites financeiros e ecológicos. “Eu vejo o mundo como um sistema integrado, de forma que não enxergo esses protestos, a crise da dívida, a desigualdade, a economia ou a mudança climática de forma isolada. O nosso sistema está passando por um processo doloroso de ruptura”, afirma Gilding. E é isso o que ele quer dizer com o termo Great Disruption.

“O nosso sistema de crescimento econômico, de democracia inefetiva, de sobrecarga do planeta Terra – o nosso sistema – está devorando a si próprio vivo. O movimento Occupy Wall Street (Ocupar Wall Street) é como aquela criança da história dizendo aquilo que todos sabem, mas têm medo de dizer: o imperador está nu. O sistema está falido. Pensem sobre a promessa do capitalismo global de mercado. Se deixarmos o sistema funcionar, se permitirmos os ricos ficarem mais ricos, se deixarmos que as corporações se concentrem nos lucros e que a poluição continue ocorrendo sem taxação e contestação, todos teremos uma vida melhor. Pode ser que a riqueza não seja igualmente distribuída, mas os pobres ficarão menos pobres, aqueles que trabalharem mais arduamente conseguirão empregos, os que estudarem mais obterão empregos melhores e nós contaremos com riqueza suficiente para consertar o meio ambiente.

“Mas o que estamos presenciando agora – de forma mais extrema nos Estados Unidos, mas basicamente no mundo inteiro – é a maior de todas as quebras de promessas”, acrescenta Gilding. “Sim, os ricos estão ficando mais ricos e as corporações estão lucrando – e os executivos delas são regiamente recompensados. Mas, enquanto isso, a situação do povo está piorando – a população está se afogando em dívidas referentes à casa própria ou à educação –; muita gente que trabalhou duro está desempregada; muitos que estudaram bastante não conseguem obter um bom emprego; o meio ambiente está sendo cada vez mais danificado; e as pessoas estão percebendo que os seus filhos ver-se-ão em uma situação ainda mais difícil do que os pais”.

“Esta onda particular de protestos poderá crescer ou não, mas o que não desaparecerá é a ampla coalizão daqueles indivíduos para os quais o sistema mentiu e que agora acordaram. Não são apenas os ambientalistas, os pobres, ou os desempregados. É a maioria das pessoas, incluindo aquelas da classe média com alto nível educacional, que estão sentindo na pele os resultados de um sistema que fez com que todo o crescimento econômico registrado nas últimas três décadas fosse parar no bolso da parcela de 1% da população que ocupa o topo da pirâmide de distribuição da riqueza”.

Mas John Hagel III, vice-diretor da instituição Center for the Edge, em Deloitte, e John Seely Brown veem as coisas de forma um pouco diferente. No seu livro recente, “The Power of Pull” (algo como, “O Poder da Retirada”), eles sugerem que nós estamos nos estágios iniciais de uma “Grande Mudança”, precipitada pela fusão da globalização com a Revolução das Tecnologias de Informação. Nos estágios iniciais, nós experimentamos essa Grande Mudança como uma pressão que se acumula, deteriorando o desempenho e provocando um aumento de estresse porque nós continuamos a operar com instituições e práticas que são cada vez menos funcionais – de maneira que o surgimento de movimentos de protesto não é nenhuma surpresa.

No entanto, a Grande Mudança desencadeia também um enorme fluxo global de ideias, inovações, novas possibilidades de colaboração e novas oportunidades de mercado. Esse fluxo está ficando cada vez mais intenso e rápido. Eles argumentam que, atualmente, a exploração do fluxo global se tornou um fator fundamental para a produtividade, o crescimento e a prosperidade. Mas, para explorar esse fluxo de maneira efetiva, todo país, toda companhia e todo indivíduo precisa aumentar constantemente os seus talentos.

“Nós estamos vivendo em um mundo no qual o fluxo prevalecerá e derrubará todos os obstáculos à sua frente”, afirma Hagel. “À medida que o fluxo ganha impulso, ele destrói as preciosas reservas de conhecimento que antigamente nos proporcionavam segurança e riqueza. Ele nos conclama a aprender mais rapidamente com trabalho conjunto e a retirar de nós próprios uma quantidade maior do nosso verdadeiro potencial, de maneira tanto individual quanto coletiva. Isso é algo que nos entusiasma com as possibilidades que só podem ser concretizadas com a participação em uma gama mais ampla de fluxos. Essa é a essência da Grande Mudança”.

Sim, as corporações contam atualmente com acesso a softwares, robôs, automação, mão-de-obra e talento intelectual mais baratos do que nunca. Portanto, a obtenção de um emprego exige mais talento. Mas a contrapartida disso é que indivíduos em qualquer lugar do mundo podem acessar o fluxo para fazer cursos online da Universidade Stanford mesmo se estiverem em uma vila na África, a fim de criarem uma companhia com clientes espalhados por toda parte ou para colaborarem com pessoas também dispersas pelo mundo. Nós estamos com mais problemas do que nunca, mas também com mais instrumentos para solução de problemas do que nunca.

Portanto, temos diante de nós duas narrativas. Uma focada na ameaça, a outra na oportunidade, mas ambas envolvendo mudanças colossais.

Gilding é, no fundo, um otimista. Ele acredita que, embora a Grande Ruptura seja inevitável, a humanidade funciona melhor em épocas de crise, e, assim que esta chegar com toda força, nós estaremos à altura do desafio e criaremos uma mudança econômica e social de potencial transformador (utilizando as ferramentas da Grande Mudança).

Hagel é também um otimista. Ele sabe que a Grande Ruptura pode estar pairando sobre nós, mas acredita que a Grande Mudança criou também um mundo no qual uma quantidade maior de pessoas dispõem das ferramentas, dos talentos e do potencial para superar essa crise.

O meu coração está com Hagel, mas a minha cabeça diz que seria arriscado ignorar Gilding.

Você decide.

Fonte - UOL

Nota DDP: Ruptura ou mudança, é certo que podemos estar diante da "Grande Esperança".

Decida por Jesus.

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

"Unidos por uma mudança global"

O dia 15 de outubro gente de todo o mundo tomará as ruas e praças. Da América à Asia, da África à Europa, as pessoas estão-se levantando para reclamar seus direitos e pedir uma autêntica democracia. Agora chegou o momento de nos unirmos todos em um protesto mundial não-violento.

Os poderes estabelecidos atuam em beneficio de uns poucos, ignorando a vontade da grande maioria sem que se importem do custo humano ou ecológico que tenhamos que pagar. Esta intolerável situação deve terminar.

Unidos em uma só voz, faremos saber aos políticos, e as elites financeiras a quem eles servem, que agora somos nós, as pessoas, quem decidiremos nosso futuro. Não somos mercadorias nas mãos de políticos e banqueiros que não nos representam.

O 15 de outubro nos encontraremos nas ruas para botar em ação a mudança global que queremos. Nos manifestaremos pacificamente, debateremos e nos organizaremos até o conseguir.

É a hora de nos unirmos. É a hora de nos ouvirem.

Fonte - http://15october.net/pt/

Nota DDP: O mundo parece estar em convulsão cada vez mais permanente. Quais as consequências desta movimentação toda, o tempo dirá. Em relação ao tema do post, afastados inclusive eventuais paradigmas filosóficos, sociológicos ou políticos, chama a atenção o mote veiculado no movimento: "É necessária uma revolução ética".

Não por acaso, o BXVI tem seguidamente pregado sobre esta necessidade. Religião e política apresentarão seus caminhos cruzados em algum momento. Esperemos que esteja o mais próximo possível.

Terremoto de 6,2 graus abala ilha de Bali

DENPASAR, Indonésia (Reuters) - A turística ilha de Bali, na Indonésia, foi abalada nesta quinta-feira por um terremoto de magnitude 6,2 que provocou ferimentos em dezenas de pessoas e levou os turistas a saírem correndo dos hotéis.

A Cruz Vermelha informou que 44 pessoas do sul da ilha sofreram ferimentos leves, principalmente fraturas causadas pelo desabamento de tetos. Uma pessoa está em estado grave. A entidade disse que uma escola e uma casa desabaram..

O epicentro do tremor foi localizado a cerca de 160 quilômetros a sudoeste da capital da ilha, Denpasar, segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Fonte - UOL

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Milão faz domingo sem carros para combater poluição

A cidade de Milão, no norte da Itália, proibiu a circulação de veículos por dez horas neste domingo, como forma de combater a poluição. A medida foi imposta após os níveis de poluição na cidade terem excedido o nível máximo tolerado por 12 dias seguidos. Milão já havia banido a circulação de veículos em suas ruas em 2007, mas na ocasião tratou-se apenas de um teste. Imagens de satélite já provaram que a cidade italiana é atualmente uma das mais poluídas da Europa. Um total de 120 mil veículos serão afetados pela medida, de acordo com o jornal Corriere della Sera. Desde quinta-feira, os veículos considerados mais poluentes já foram impedidos de circular pela cidade, mas o veto à circulação de quaisquer veículos entrou em vigor às 8h deste domingo, no horário local, e seguirá em vigor até 18h.

Para que o veto entre em vigor é preciso que o nível de poluição exceda 50 microgramas de partículas por metro cúbico ao longo de 12 dias consecutivos. A última vez que o veto foi implementado por completo foi em fevereiro.

A medida não desfruta de grande popularidade entre todos os ambientalistas, que argumentam que o sistema de transporte público da cidade deveria ser melhorado, a fim de estimular os moradores de Milão a deixarem seus carros em casa.

O deputado do Partido Verde local Enrico Fedrighini defende, entre outras medidas, que carros transportando três ou quatro pessoas deveriam contar com estacionamento gratuito. “Apenas um ou dois domingos sem carros por mês não fará nada para reduzir a poluição”, afirmou Fedrighini, em entrevista ao Corriere della Sera.

O transporte público na cidade também será ampliado ao longo do dia, com mais trens de metrô e ônibus.

(MSN Notícias)

Nota Michelson Borges: A proposta para que o domingo seja o dia de combate ao aquecimento global já existe (confira aqui). Essa iniciativa das autoridades de Milão é uma amostra do que pode ser feito em momentos de necessidade extrema e um ensaio em pequena escala dos argumentos que certamente serão usados para a promulgação do decreto dominical.[MB]

Leia também: "Parlamento croata limita compras aos domingos","Primeiras pedaladas rumo ao ECOmenismo""Bruxelas sedia conferência sobre lei dominical""O domingo na Europa e a liberdade religiosa sob ameaça""Arcebispo defende domingo em oposição ao sábado" e "Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos"

sábado, 8 de outubro de 2011

Evangelismo urbano é o apelo do Pr. Ted Wilson para a Igreja Adventista Mundial

"O crescente número de pessoas que residem nas cidades do mundo - mais pessoas vivem hoje nas cidades do que nas zonas rurais - significa um toque de clarim para o evangelismo urbano, disse o Pastor Ted Wilson, presidente da Conferência Geral da Igreja Adventista do Sétimo Dia, durante o culto do sábado na sede mundial em Silver Spring, Maryland.

Tomando o seu tema de Lucas 19:41-42, Wilson observou que Jesus, na Sua entrada definitiva em Jerusalém, chorou sobre a cidade onde estava para ser falsamente acusado, julgado e crucificado. "Jesus chorou pela cidade e pelo povo da cidade", disse Wilson. "Ele sabia o que estava para acontecer em questão de dias. Ele não ficou com raiva ou ressentido. Chorou! Ele chorou pelo povo da cidade!"

A partir desse exemplo, disse Wilson, os cristãos podem tirar a conclusão que as pessoas das cidades são importantes para Deus e para o cumprimento da comissão evangélica em levar as boas novas a todo o mundo.

"O nosso humilde objetivo será chegar a cerca de 650 das principais cidades do mundo antes da Sessão da Conferência Geral seguinte, em 2015, tudo baseado no poder do Espírito Santo através de reavivamento e reforma", disse ele.

"Deus está a chamar-nos para ir às cidades do mundo onde os trabalhadores são poucos e a seara é grande" disse Wilson à congregação de 500 líderes mundiais da igreja e convidados.

"Você está disposto a chorar e trabalhar pelo povo das grandes cidades? Ele chama por nós para proclamar o Seu amor, a Sua justiça, a Sua mensagem dos três anjos, a Sua advertência a um mundo agonizante, e o anúncio poderoso da Sua breve segunda vinda!"

Wilson disse: "A nossa mensagem bíblica para as cidades vai unir-nos como um povo mundial e proteger-nos a nós mesmos de nos isolarmos da sociedade e uns dos outros. A nossa mensagem para as cidades do mundo é que outra cidade está a chegar: a Nova Jerusalém, uma cidade de segurança, esperança e refúgio com Deus no seu centro".

Numa mensagem transmitida em direto pelo Hope Channel, Wilson disse que Jesus fez um apelo para trabalhar na área urbana, refletida nos escritos da co-fundadora da denominação, Ellen G. White: "Por mais de uma centena de anos, Ele tem pedido a Seu povo para trabalhar nas cidades de acordo com os Seus métodos. O Espírito de Profecia (os seus escritos) está repleto de instruções sobre o trabalho a ser feito para as cidades. É uma obra sustentável, cuidadosa e abrangente, um trabalho que une todos os aspetos do trabalho da igreja na sua abordagem para alcançar as multidões das cidades, e receberá a bênção de Deus quando feita segundo a Sua vontade com um coração humilde".

Em seguida, ele citou o livro de White, "Medicina e Salvação", página 304: "Quando as cidades forem trabalhadas como Deus deseja, o resultado será o pôr-se em operação um poderoso movimento como nunca foi testemunhado".

Wilson lembrou o relato de Ellen White da "colmeia de atividade" que os Adventistas criaram em San Francisco, Califórnia, no final do século XIX e início do século XX. Ele disse que tais esforços podem, e devem, ser duplicados hoje. "Precisamos de planeamento estratégico, sob a orientação do Espírito Santo, para cada cidade, em cada país, em cada divisão, em todo o mundo, que produzirá essa colmeia", disse Wilson.

Ele acrescentou: "Todos podem contribuir para o desenvolvimento dos planos de trabalho em andamento, incluindo os nossos departamentos e instituições. Estamos a pedir a todos para participarem: jovens e idosos, aqueles que vivem nas cidades e aqueles que vivem em áreas rurais, pastores e membros da igreja, organizações e instituições da Igreja. Todos os membros envolvidos de todas as formas possíveis para o evangelismo urbano abrangente".

Wilson lançou um desafio à plateia: "Estamos dispostos a tomar os passos determinados para pôr em prática os planos de Deus para os centros urbanos do mundo, para que um poderoso movimento resulte, ou vamos recusar e fugir como Jonas?

Confirmando a autenticidade do relato bíblico, ele disse: "Esta foi uma história real, um Jonas real, um peixe real e um verdadeiro apelo de Deus para ir a Nínive. Não desconsiderem esta história e outras na Bíblia como apenas simbólica ou alegórica. Os milagres da Bíblia são verdadeiros e demonstram a autoridade de Deus. Acreditem na autenticidade da Santa Palavra de Deus e do Espírito de Profecia. A Palavra de Deus fala-nos em linguagem clara, que mostra que Ele está no controle e que devemos seguir as Suas instruções e viver a vida em plenitude".

Wilson anunciou que o alcance urbano global começaria em Nova Iorque, onde o atual presidente da Conferência Geral começou o seu trabalho ministerial, e para onde Ellen White havia chamado para uma atenção especial dos adventistas.

"Em 2013 vamos lançar uma abordagem evangelística muito específica, abrangente e sustentada para o mundo, começando em Nova Iorque”, disse ele. "Queremos começar com Nova Iorque uma vez que Ellen White indicou que esta cidade devia ser um símbolo de como o resto do mundo deve ser trabalhado. Uma vez que as grandes cidades são compostas de muitas pequenas comunidades e bairros, esperamos ter cerca de 150 de 200 reuniões evangelísticas na região metropolitana de Nova Yorque de 7 a 23 de junho de 2013. Pela graça de Deus, eu comprometo-me com a Nancy a apreentar uma daqueles 200 reuniões evangelísticas na cidade de Nova Iorque em junho de 2013".

Wilson concluiu a sua mensagem com um apelo para o apoio através de oração e de trabalhadores para o alcance urbano.

"Tenho plena confiança de que Deus cumprirá a Sua promessa ao Lhe submetermos humildemente os nossos planos e seguirmos as Suas instruções na Bíblia e no Espírito de Profecia. Vamos pleitear com o Espírito Santo pelo poder para cumprir com a tarefa que nos foi confiada", disse.

"Que dia será quando Jesus voltar e nos unimos com aqueles que foram salvos nas grandes cidades e áreas rurais para subirmos com o Senhor até às nossas casas para a eternidade."

Fonte: Adventist News Network

[O texto integral do sermão do Pr. Ted Wilson (em inglês) pode ser lido ou descarregado aqui.]

Via @OTempoFinal

Operação tapa-buracos nas finanças

Um grande banco europeu está à beira do colapso. É o Dexia, um banco estatal franco-belga. A situação é grave a ponto de reunir os ministros da União Européia em reunião de emergência. A situação financeira de alguns países é tão grave, como o caso da Grécia, que está colocando em perigo grandes bancos, que emprestaram dinheiro a esses países. Se não pagarem, os bancos vão a falência. Agora, não ajuda emprestar dinheiro a Grécia, tem que socorrer esse banco também. Enquanto isso, milhares de pessoas perdem seus empregos, e elas jamais serão socorridas.

O ser humano criou um sistema gigantesco, que funcionou bem por muito tempo. Mas no limite da ação do pecado, o sistema entrará em colapso. Antes desse colapso, muitos remendos, tipo como fazem para tapar os buracos de asfalto, certamente serão feitas, na tentativa de remediar o desastre global. Enquanto isso, ministros dirão pela mídia: está tudo sob controle. Quando não falarem mais assim, é porque o colapso já estará em andamento.

A situação mundial, hoje, é diferente da de todas as crises anteriores. Os seres humanos nunca antes estiveram tão arrogantes contra DEUS, e nunca antes tantas profecias bíblicas se cumpriram em tal intensidade.

Fonte - Cristo Voltará

Chegou a vez dos indignados nos EUA?

Michael Bloomberg, o prefeito de Nova York, advertiu que se a crise do desemprego nos Estados Unidos não for resolvida logo, pode haver protestos nas ruas: “Temos muitos recém-formados que não conseguem encontrar emprego. Foi o que aconteceu no Cairo. Foi o que aconteceu em Madri. Não queremos esse tipo de revolta aqui.” Analistas de diferentes posições, de Thomas Kocham, do MIT, até Immanuel Wallerstein, da Universidade Yale, concordam. O primeiro se diz surpreso que ainda não tenham aparecido sinais mais visíveis de descontentamento. “Nosso povo é muito tolerante, não são inclinados à desordem civil. Mas com esta economia, o tempo está se esgotando.” Para Wallerstein, a incerteza e o caos estão por toda parte. Ele afirma que é a deterioração do dólar como moeda de reserva mundial é irreversível: era “o último poder real exercido pelos Estados Unidos”, disse Sally Burch. E acrescentou: “Os danos são reais, a situação dos EUA é séria e não é recuperável.”

No interior, cidades pequenas “estão indo à bancarrota e não conseguem pagar seus aposentados”, enquanto a situação da classe média se deteriora rapidamente. “Aqueles que perdem seus empregos, dificilmente encontram outro, especialmente na faixa entre 40 e 60 anos, chegando até mesmo a perder suas casas.”

Para Wallerstein, “a situação nos EUA vai piorar” por causa do freio aos gastos públicos imposto pelos republicanos. Ele prevê uma deterioração ainda maior. “A loucura do Tea Party – adverte – está levando os Estados Unidos, e, portanto, o mundo todo, para um crash”.

O desgaste social e econômico interno é evidente: por quarenta meses seguidos, o desemprego crônico se manteve acima de 9%, como revelado pelo BLS (Bureau of Labor Statistics), cuja metodologia, que considera “ajustes sazonais” e outras manipulações, maquia a realidade para que ela não pareça tão ruim. A manutenção de um desemprego nesses níveis por um período tão longo não é registrada desde o fim da Segunda Guerra Mundial e é comparável com a Grande Depressão.

Segundo John Williams, “a gravidade extraordinária e a duração dos choques econômicos dos EUA, durante os últimos três ou quatro anos, têm desestabilizado os ajustes sazonais usados nos cálculos do BLS, em algumas séries estatísticas.” Após 1994, houve ajustes na metodologia. Williams lembra que de acordo com o procedimento estatístico utilizado atualmente, depois que alguém está desempregado há mais de um ano, não está mais incluído nas contas do governo. Dessa forma, “se o desemprego fosse calculado como antes de 1994, então o verdadeiro número de desempregados seria de 22,2%”.

Entretanto, além do desemprego crônico e realmente elevado, um estudo realizado por Lawrence Mishel do EPI (Economic Policy Institute) mostra um declínio substancial no patrimônio da classe média e de outros grupos, como os negros, cujos principais bens são suas casas: “O valor da propriedade familiar agora é menor do que era em 1983, há uma geração, enquanto a riqueza dos setores de alta renda teve grande expansão”.

Note-se que essa é uma tendência de longo prazo, que mantém e intensifica a polarização social. Mishel mostra que os 5% de famílias mais ricas absorveram cerca de 82% do crescimento da riqueza total gerada entre 1983 e 2009, enquanto 60% dos domicílios tinham menos recursos do que em 1983. Pior ainda, outros estudos do EPI mostram que o crescimento dos salários está desacelerando de 3,8% até 2007, para 1,8% em maio de 2011.

Os dados dão respaldo ao prognóstico de Wallerstein: “Eu vejo guerras civis em muitos países do norte, especialmente nos EUA, onde a situação é muito pior do que na Europa Ocidental, embora lá também haja chance de guerra, porque há um limite até o qual as pessoas comuns aceitam a degradação de suas possibilidades.”

(OperaMundi)

Nota Michelson Borges: Some-se à crise social e financeira as catástrofes “naturais” anunciadas (e já sentidas em várias partes do mundo, em anos e meses recentes) e poderemos ter uma noção do caos global que nos aguarda. São prenúncios de que este mundo agonizante se aproxima do fim e de que a solução para esses males não será humana.[MB]

Leia também: "Mistério Babilônia" (para saber que nos bastidores de todos os eventos aparentes há interesses maiores)

sexta-feira, 7 de outubro de 2011

Mitt Romney diz que Deus quer que EUA comandem o mundo

pré-candidato republicano à eleição presidencial de 2012 nos Estados Unidos Mitt Romney declarou nesta sexta-feira que Deus criou os Estados Unidos para que o país liderasse o mundoe acusou o presidente democrata Barack Obama de enfraquecer voluntariamente o país.

Romney buscou fortalecer suas credenciais como potencial comandante-em-chefe das Forças Armadas, no momento em que as pesquisas o colocam em primeiro lugar nas intenções de voto entre os pré-candidatos republicanos e em forte disputa com Obama para a eleição de novembro de 2012.

"Deus não criou este país para que fosse uma nação de seguidores. Os Estados Unidos não estão destinados a ser um dos vários poderes globais em equilíbrio", disse Romney em seu discurso de campanha mais importante sobre política externa.

"Os Estados Unidos devem conduzir o mundo ou outros o farão", acrescentou, afirmando que o planeta seria mais perigoso se Washington não tivesse um papel de liderança. O pré-candidato republicano pronunciou este discurso no aniversário de dez anos do início da intervenção americana no Afeganistão.

"Deixem-me ser claro: como presidente dos Estados Unidos, eu me dedicarei a um século americano", afirmou.

"Nunca, jamais, pedirei perdão em nome dos Estados Unidos", afirmou Romney rodeado por cadetes do Citadel, um colégio militar da Carolina do Sul. (...)

Fonte: Folha (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Mitt Romney mistura acerto com desconhecimento:

a) sim, os Estados Unidos comandam o mundo em várias frentes; não, não necessariamente porque Deus quer, mas porque Ele anunciou que assim seria.

b) sim, os Estados Unidos conduzirão o mundo; não, não apenas por iniciativa própria, masseguindo as instruções de um outro poder.

c) sim, como presidente, pode dedicar-se a um século americano; não, não deve demorar tanto tempo como um século, e não, não será um século americano mas sim um tempo americo-romano.

Caro Mitt, espere para ver.

Nota DDP: Lembraria apenas que Mitt Romney é mormon, guardadores do domingo por princípio...
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