sexta-feira, 4 de novembro de 2011

"A Grande Esperança"

 


1. A Grande Esperança – Aos que lêem, ouvem e guardam. 
Apocalipse 1:3
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2. A Grande Esperança – Aos que morrem no senhor. 
Apocalipse 14:13
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3. A Grande Esperança – Aos que vigiam e guardam suas vestes. 
Apocalipse 16:15
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4. A Grande Esperança – Aos que são chamados à ceia das bodas cordeiro. 
Apocalipse 19:9
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5. A Grande Esperança – Aos que tem parte na primeira ressurreição. 
Apocalipse 20:6
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6. A Grande Esperança – Aos que guardam as palavras da profecia. 
Apocalipse 22:7
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7. A Grande Esperança – Aos que lavam sua vestiduras no sangue do cordeiro. 
Apocalipse 22:14
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8. A Grande Esperança – A todo aquele que crê. 
Apocalipse 14:14-16
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CIA admite que monitora redes sociais e chats no mundo todo

Agência de Inteligência dos EUA emprega centenas de analistas atrás de pistas sobre o 'humor' da população local e reações ao país.

A CIA – a agência de inteligência dos EUA – monitora as redes sociais no mundo todo em busca de ameaças à segurança do país ou mesmo sobre o 'humor' da opinião local, revela reportagem da agência AP nesta sexta (4).

Instalada em um galpão industrial em local secreto, a equipe da agência, apelidada de "bibliotecários vingativos", acompanha 5 milhões de tuítes por dia, além de Facebook, jornais, canais de notícias de TV, estações de rádio no mundo todo, salas de chat na internet etc.

De acordo com a reportagem, do árabe ao mandarim, a partir de um tweet irado a um blog reflexivo, os analistas colhem informações e as cruzam com jornais locais ou até conversas telefônicas interceptadas clandestinamente. A partir daí, desenham um cenário sobre a quantas anda a percepção sobre os EUA naquele país ou mesmo o grau de satisfação da população.

A equipe previu, por exemplo, a chamada "Primavera Árabe" no Egito. "Vimos que as redes sociais em lugares como o Egito poderiam tornar-se uma ameaça ao regime", disse Doug Naqim, diretor do chamado Centro Open Source da CIA.

O trabalho começou por recomendação do Congresso americano, após os ataques de 11/09. Hoje, reúne centenas de analistas (o número exato é segredo), que estudam do acesso à web na China ao humor nas ruas do Paquistão.

De acordo com a reportagem, embora a maioria dos analistas esteja na Virgínia, há "fuçadores virtuais" em embaixadas americanas no mundo todo.

O centro começou a focar-se em mídias sociais, depois de ver a reação dos usuários do Twitter contra o regime iraniano após o contestado resultado das eleições de 2009 naquele país, com a reeleição Mahmoud Ahmadinejad.

Depois que Bin Laden foi morto no Paquistão em maio, a CIA seguiu o Twitter para dar à Casa Branca um instantâneo da opinião pública mundial. O presidente Barack Obama recebe relatórios do grupo quase que diariamente, diz o texto.

A maioria dos tweets em urdu, a língua do Paquistão, e em chinês, foram negativos aos EUA à época. Autoridades paquistanesas protestaram contra o ataque como uma afronta à soberania do país, um ponto que continua a complicar as relações entre os países.

O centro também está comparando os resultados de suas observações em mídia social com as pesquisas de opinião, para gerar resultados mais precisos, disse Naquin à AP.

Sites como Facebook e Twitter também se tornaram um recurso fundamental para seguir uma crise, como os motins que se alastraram em Bangkok (Tailândia) em abril e maio do ano passado.

Fonte - IDGNow

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Princípio dia/ano

Amazônia por um fio: em 5 anos, cenário pode ser irreversível

A Amazônia está em seu limite. O alerta foi feito pelo biólogo Thomas Lovejoy, professor da George Mason University, de Virgínia, Estados Unidos. Segundo ele, a floresta "está muito próxima de um ponto de não retorno para sua sobrevivência, devido a uma combinação de fatores que incluem aquecimento global, desflorestamento e queimadas que minam o sistema hidrogeológico". De acordo com o pesquisador, restam apenas cinco anos para se inverter as tendências em tempo de se evitar consequências climáticas globais graves, como a desertificação de algumas regiões.

Os vilões são os métodos empregados em larga escala pelo setor extrativista predatório (madeireiros) e pela agricultura extensiva (pecuária) para ocupar áreas na Amazônia: motosserra, correntão e fogo. Para o doutor em Ciências da Terra e especialista em Amazônia Antônio Donato Nobre, se os legisladores do Brasil enxergassem o que a comunidade científica já vê, as ações do governo poderiam ser mais eficazes para a recuperação de biomas via mecanismos de valorização econômica para um uso sustentável da floresta.

"No entanto, o que vemos é uma busca frenética por alterar a lei das florestas (como ocorreu com o código florestal) na direção contrária ao que seria urgente: anistia para os desmatadores e estímulo continuado para o processo de desmatamento. A sociedade brasileira tem demonstrado preocupação com a floresta e com o clima de forma massiva e inequívoca, fato, entretanto, que não parece sensibilizar a maioria daqueles que fazem as leis", destaca Nobre.

Segundo o pesquisador brasileiro, há consenso na comunidade científica de que a floresta em pé, intacta, tenha alguma capacidade de resistir a mudanças climáticas externas. "Desde os anos 1970 estamos construindo o conhecimento de como a floresta influencia e é influenciada pelo clima. Ela transpira extraordinários volumes de água (aproximadamente 20 bilhões de toneladas evaporam por dia) e condiciona engenhosamente a própria chuva. Além de chuvas, ventos que succionam a umidade atmosférica do Atlântico para dentro da América do Sul. Esse sistema virtuoso parece ter resistido ao longo de eras geológicas, mas sempre contando com extensiva cobertura florestal nativa", explica.

Contudo, a alteração da cobertura florestal perturba o mecanismo da floresta amazônica e compromete sua capacidade de auto-regeneração. "A teoria da bomba biótica explica o motivo: sem floresta ocorre redução brusca do bombeamento de água via árvores do solo para a atmosfera; menos vapor é emitido pela superfície desmatada, menos condensação nas nuvens, menos ventos nos rios voadores, menor entrada de umidade na região". Os estudos observacionais de modelagem climática e análise teórica convergem na indicação de que limites importantes de desmatamento e degradação florestal estão se aproximando, reforça o pesquisador.

De acordo com Lovejoy, restam apenas cinco anos para se inverter as tendências em tempo de se evitar problemas de maior gravidade. Além disso, o biólogo crê que 20% de desflorestamento em relação ao tamanho original da Amazônia é o máximo que ela consegue suportar e o atual índice já é de 17% (em 1965, a taxa era de 3%). Ou seja, a floresta como conhecemos estaria prestes a acabar.

Para Antônio Donato Nobre, nos melhores cenários teríamos um clima muito mais seco, parecido com aquele que produz savanas. Isso levaria a ocorrência de fogo, o que dificultaria o retorno da floresta. Já nos piores cenários imaginados, com o sumiço do "oceano verde" os ventos alísios enfraqueceriam até o ponto de não mais entrarem na América do Sul, o que poderia causar uma desertificação em determinadas áreas. "Em qualquer caso, é de se imaginar que uma alteração tão grande nas cabeceiras dos rios voadores deva afetar o transporte de umidade para o Centro Oeste, Sudeste e Sul, o que implicaria em esperar uma acidificação importante ou desertificante para a porção meridional da América do Sul (a região compreendida entre Cuiabá e Buenos Aires, e entre São Paulo e os Andes)", analisa.

Há estudos que sugerem ainda que um desaparecimento da Amazônia teria repercussões diretas nos dois grandes oceanos do mundo, Pacifico e Atlântico, com consequências climáticas globais.

Fonte - Terra

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Congresso dos EUA reafirma o lema "In God we trust"

A Câmara de Representantes dos Estados Unidos se pronunciou nesta terça a favor de uma proposta republicana de reafirmar o lema nacional "In God we Trust" (Em Deus confiamos) que aparece em todos bancos nacionais.

A resolução simbólica, proposta pela congressista republicana Randy Forbes, tomada por 396 votos a favor e 9 contra, reafirma a manutenção do lema nos bancos e "anima a colocação de notas" com essa mensagem nas escolas e edifícios públicos.

A proposta dessa votação pelos republicanos se dispôs a satisfazer a base religiosa do partido na perspectiva da eleição presidencial de novembro de 2012.

Os democratas do presidente Barack Obama desqualificaram duramente esta iniciativa, que consideram inútil.

"Segundo as últimas informações de que dispomos, 'In God we Trust' é o lema nacional adotado pelos Estados Unidos desde 1956", ironizou Nadeam Elshami, portavoz de Nacy Pelosi, a líder democrata na Câmara.

Fonte - Terra

Nota DDP: Sinal de como o debate religioso ainda permanece relevante no cenário político americano. Também em relação ao atual ambiente político americano atual, de se observar a afirmação do NYTimes, no sentido de que o país encontra-se em um "momento pré-revolucionário" na perspectiva do surgimento de um terceiro partido como alternativa aos democratas e republicanos, em muito motivada pelas manifestações sociais de insatisfação com o sistema. Grandes mudanças se demonstram cada vez mais viáveis.

[Pesquisa - Hiscael Moreno]

terça-feira, 1 de novembro de 2011

Desastres climáticos fora do comum vão aumentar de frequência

"Desastres climáticos fora do comum - como a tempestade de neve no nordeste dos Estados Unidos e as inundações na Tailândia - vão ser cada vez mais frequentes, diz um relatórioPainel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas. Para além da frequência dos desastres incomuns, é possível que o aquecimento global provoque cada mais fenómenos climáticos adversos, segundo revela um relatório internacional sobre o clima, a que a Associated Press teve acesso.

A versão final do relatório elaborado por um painel de cientistas mundiais para as questões climáticas pinta um futuro dramático para um mundo já muito atingido por catástrofes climáticas, que acarretam custos de biliões de euros. O relatório sustenta ainda que os custos dos fenómenos climáticos vão aumentar, assim como o número de locais marginais para viver. (...)

"Os extremos são um aspecto realmente perceptível da mudança climática", disse Jerry Meehl, cientista sénior do Centro Nacional de Pesquisa Atmosférica. O estudo aponta ainda para oaumento de incidência de monções assim como para um aumento das chuvas torrenciaisaté ao final do século.

Vulcões e tempestades tropicais irão também aumentar ao nível da velocidade do vento mas poderão diminuir de intensidade e de frequência."

Fonte: Jornal de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Não precisamos de muito esforço para perceber não apenas o cumprimento profético, mastambém o propósito:
"Antes que o Filho do homem apareça nas nuvens do céu, tudo na natureza estará em convulsão. Raios do céu unindo-se ao fogo na Terra farão com que as montanhas queimem como uma fornalha e lancem suas torrentes de lava sobre aldeias e cidades. Massas derretidas de rochas lançadas na água pela sublevação das coisas ocultas na Terra farão ferver a água e arremessarão pedras e terra. Haverá fortes terremotos e grande destruição de vidas humanas." (Comentário Bíblico Adventista do Sétimo Dia, v. 7, p. 946)

"Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo." (Ellen White, Profetas e Reis, pág. 277)
Até a natureza parece gritar, avisando acerca dos sérios tempos em que estamos...

ONU adverte líderes mundiais sobre protestos de 7 bilhões

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu nesta segunda-feira os líderes mundiais de que poderão enfrentar protestos de um mundo formado por 7 bilhões de pessoas, a menos que resolvam o problema da desigualdade. Fome no leste da África, conflitos na Síria e protestos em Wall Street: segundo Ban Ki-moon, há um "descontentamento crescente" e uma "perda de confiança em que os governos e instituições públicas farão a coisa certa".

"Nosso mundo tem contradições terríveis", disse Ban Ki-moon numa entrevista coletiva sobre o anúncio da ONU de que a população mundial chegou a 7 bilhões. "Há muita comida, mas 1 bilhão de pessoas passam fome. Esbanjamento para poucos e pobreza para muitos outros." O secretário-geral da ONU disse que levará seu alerta para a reunião do G-20 nesta semana, em Cannes. "Em que tipo de mundo nasceu o bebê de número 7 bilhões? Que tipo de mundo queremos para nossas crianças?"

Ban Ki-moon dirá aos líderes das 20 maiores economias do mundo que, apesar da crise internacional, "não podemos abandonar aqueles que são os mais atingidos (...) Temos que dar poderes às mulheres e aos jovens. Em todo o mundo, eles foram às ruas exigindo seus direitos, novas oportunidades, e voz em seu futuro." Segundo o secretário-geral da ONU, a reunião do G-20 em Cannes deve lidar com esses problemas "de modo direto". "A população mundial quer respostas de seus líderes. Ela espera soluções, e não meias medidas ou desculpas."

Ban Ki-moon e outros líderes fugiram das perguntas sobre onde o bebê de número 7 bilhões teria nascido, alegando que aquela era uma "declaração simbólica", com o objetivo de chamar atenção para os desafios da explosão demográfica.

Fonte - UOL

Nota DDP:
Veja também "O Vaticano e os manifestantes do Ocupe Wall Street". Cresce a preocupação no sentido de que primeiramente sejam reconhecidos em sua amplitude os movimentos sociais em todo mundo, que realmente tendem ao incontrolável. Em segundo plano, como toda ação enseja uma reação, é de se esperar que aqueles que mantém o poder, e logicamente não pretendem vê-lo deslocado para outras possibilidades, deverão se posicionar para a manutenção do "status quo". Vivemos dias de grandes mudanças.

sexta-feira, 28 de outubro de 2011

"Felicidade" - Pr. Edson Nunes Jr.

Terremoto atinge Peru e provoca pânico

Um forte terremoto de 6,9 graus de magnitude atingiu nesta sexta-feira uma área perto da costa no sul do Peru, de acordo com o Serviço Geológico dos EUA (USGS, na sigla em inglês), mas ainda não há informações sobre danos ou vítimas. Não foi emitido um alerta imediato de tsunami.

De acordo com o USGS, o abalo sísmico teve epicentro a 50 km de Ica e a quase 35 km de profundidade. Mas, segundo o Instituto Geofísico do Peru, o terremoto foi de 6,7 graus na escala Richter e ocorreu a cerca de 220 km ao sul de Lima, no Oceano Pacífico, a uma profundidade de 40 km.

O abalo foi sentido em várias cidades costeiras e dos Andes, incluindo Lima. O terremoto estremeceu edifícios na capital e causou pânico na população, que durante vários minutos esvaziou escritórios e casas. Também houve cortes temporários nas comunicações telefônicas.

"O epicentro foi perto da costa. Foi sentido em boa parte da serra, como Cuzco, Arequipa e Ayacucho, apesar de ali ter tido menor intensidade", disse o diretor do Instituto Geofísico peruano, Hernán Tavera.

Ruben Vargas, um policial em Ica, disse que as pessoas saíram correndo em pânico de suas casas, mas no momento não parece haver quaisquer danos. Segundo ele, as pessoas continuaram nas ruas quase meia hora depois do terremoto, que atingiu a região às 13h54 local (16h54 em Brasília).

O terremoto desta sexta-feira teve seu epicentro na mesma região onde em 15 de agosto de 2007 ocorreu um forte tremor, de 7,9 graus, que deixou mais de 500 mortos.

Fonte - iG

quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Obama defende diálogo interreligioso em recado a Bento XVI

ROMA, 27 OUT (ANSA) - O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, escreveu hoje ao papa Bento XVI defendendo o "diálogo interreligioso" como maneira de se unir "para levar a paz onde há conflito" e criar "um mundo melhor".

"Por meio do diálogo interreligioso podemos nos unir em uma causa comum para apoiar quem sofre, para levar a paz onde há conflito e encontrar o caminho para criar um mundo melhor para nós e para nossos filhos", defendeu o mandatário.

A mensagem do norte-americano foi enviada em razão da 25ª Jornada de Reflexão, Diálogo e Oração pela Paz e a Justiça no Mundo, realizada na cidade italiana de Assis. A data comemorativa foi criada pelo papa beato João Paulo II em 1986.

Obama enviou suas saudações a todos os participantes da celebração do dia, entre os quais judeus, budistas, muçulmanos e representantes de outras religiões, além de ateus.

Também compareceram a Assis o embaixador norte-americano para a liberdade religiosa Suzan Johnson Cook e o embaixador norte-americano junto à Santa Sé, Miguel Díaz.

Em seu discurso em Assis, o Pontífice declarou que a celebração "é a imagem de como a dimensão espiritual é um elemento chave na construção da paz".

"Por meio desta peregrinação, pudemos nos comprometer com o diálogo fraterno, aprofundar a nossa amizade, alcançar aqui juntos no silêncio e na oração", atestou.

"Após termos renovado nosso compromisso pela paz e termos trocado reciprocamente um sinal de paz, nos sentimos ainda mais profundamente envolvidos, juntos com todos os homens e mulheres das comunidades que representamos, no nosso caminho humano comum", sustentou.

Joseph Ratzinger disse aos líderes religiosos presentes que "no estamos separados". "Continuaremos a nos encontrar, continuaremos a estar unidos neste caminho, no diálogo, na construção cotidiana da paz e no nosso comprometimento com um mundo melhor, um mundo no qual todos os homens e todas as mulheres e toda pessoa possa viver segundo as suas próprias aspirações legítimas". (ANSA)

Fonte - ANSA

Nota DDP: Absolutamente sem palavras. O SENHOR logo vem.
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