terça-feira, 6 de março de 2007

Anticristo: Britney ou pacifista ecumênico?

A coleção de escândalos da moça parece não ter fim. Justificando ser “o anticristo”, a pop star Britney Spears, que foi internada na semana retrasada em um centro de reabilitação em Malibu, nos Estados Unidos, teria tentado suicídio, segundo publicou o tablóide News of The World. Com o número 666 escrito na cabeça, Britney, atualmente careca, tentou se enforcar com um lençol quando ainda estava instalada na clínica, gritando “eu sou o anticristo”, de acordo com a publicação. Uma fonte da instituição disse ao News Of The World que “as pessoas da clínica simplesmente não sabiam o que fazer”.

Os últimos acontecimentos noticiados pela mídia mostram que Britney, antes chamada de “princesinha do pop” e uma das mulheres mais desejadas do mundo, conforme revelavam pesquisas de revistas, passa por uma fase de muita instabilidade.

Antes de ser internada no centro em Malibu, ela deu entrada em uma clínica de recuperação no Caribe e depois surpreendeu a todos ao raspar a cabeça e surgir careca em um estúdio de tatuagem. Antes disso, foi vista em diversas noitadas acompanhada por celebridades como a ex-modelo Paris Hilton e a atriz Lindsay Lohan.

Falando em anticristo, o arcebispo emérito de Bolonha, o cardeal ultra-conservador Giacomo Biffi, alertou o papa Bento 16 e a Cúria Romana para a existência de um “anticristo ecológico, pacifista e ecumênico”. A afirmação foi feita durante uma das meditações espirituais da Quaresma e causou consternação entre ambientalistas, pacifistas e defensores da união entre as várias igrejas cristãs.

Conhecido por suas acusações de que os muçulmanos estariam invadindo a Europa, Biffi citou o filósofo russo Vladimir Solovyov (1853-1900) para afirmar que o anticristo está vivo. “O anticristo pode se apresentar ou se esconder atrás de um pacifista, um ecologista ou um ecumênico”, declarou o cardeal. “[Ele] convocará um conselho ecumênico e buscará o consenso de todas as igrejas cristãs.”

Ainda citando o filósofo russo, o cardeal disse que a multidão poderá seguir o anticristo, mas, perseguidos, pequenos grupos de cristãos [!], ortodoxos e protestantes lutarão e responderão que ele dá tudo, menos o mais importante: Jesus Cristo.

Na mesma linha do pensamento atual, em 2000, o cardeal já havia afirmado que o anticristo poderia ter o perfil de um defensor da paz ou ecologista. “O anticristo será um convicto espiritualista, um admirador filantrópico, um pacifista aplicado e primoroso, um vegetariano observador, um defensor dos animais determinado e ativo”, afirmou, com ironia, na ocasião. “Inclusive, se apresentará como um excelente ecumênico, capaz de dialogar com palavras cheias de doçura, sabedoria e eloqüência.”

Deixando a Britney pra lá, essa declaração de Biffi é bem interessante e mais parece “fogo amigo”. Ao afirmar que o anticristo “convocará um conselho ecumênico e buscará o consenso de todas as igrejas cristãs” e que “ele dá tudo, menos o mais importante: Jesus Cristo”, o cardeal parece esquecer que o papa é um dos maiores defensores do ecumenismo e que a Igreja Católica desenvolveu um sistema de mediação humana (via santos e sacerdotes) que, infelizmente, acaba ofuscando, de certa forma, o ministério intercessório de Cristo no santuário celestial.

Mas, afinal, quem é o anticristo? Clique aqui e leia mais.

Fonte - Blog Michelson Borges

Ainda no tema, aqui e aqui.

ONU sugere fim de construções no nível do mar

As construções em áreas costeiras a menos de um metro do nível da maré alta deveriam ser interrompidas como medida para evitar os possíveis efeitos da elevação do nível do mar provocada pelo aquecimento global.

A recomendação foi feita em um relatório da Fundação das Nações Unidas, elaborado por um painel de 18 cientistas de 11 países para analisar as maneiras de evitar e contornar os efeitos das mudanças climáticas.

A Fundação das Nações Unidas é uma organização criada em 1998 com doações privadas para financiar causas e programas da ONU.

O documento foi preparado para ser apresentado oficialmente durante a 15ª sessão da Comissão de Desenvolvimento Sustentável da ONU, que acontece entre 30 de abril e 11 de maio.

Recomendações

O pedido da suspensão das construções em áreas passíveis de alagamento no caso de elevação do nível do mar é uma das recomendações feitas pelo painel para implementação “imediata” e que podem retardar ou mitigar os efeitos do aquecimento global.

Segundo o documento, as suas conclusões visam “moderar a mudança climática e ao mesmo tempo mover o mundo em direção a um caminho energético futuro mais sustentável”.

O relatório, intitulado “Confrontando as Mudanças Climáticas: Evitando o inadministrável e administrando o inevitável”, sugere, por exemplo, uma maior eficiência no setor de transportes por meio de medidas como padrões de eficiência, taxação de combustíveis, incentivo a combustíveis alternativos e expansão e melhoria do transporte público.

Os especialistas também pedem códigos de construção voltados à proteção ambiental, a expansão do uso de biocombustíveis, programas de reflorestamento e o desenvolvimento de sistemas de previsão de desastres climáticos, entre outras coisas.

"Impactos intoleráveis"

O relatório, que foi resultado de dois anos de análises, observa que as temperaturas globais já aumentaram 0,8ºC acima dos níveis da era pré-industrial e podem aumentar entre 3ºC e 5ºC até 2100 se nada for feito.

Os especialistas dizem que, para evitar “impactos intoleráveis sobre os seres humanos”, os governos deveriam tentar limitar esse aumento a algo entre 2ºC e 2,5ºC.

Para isso, segundo eles, é necessário “um rápido sucesso na redução das emissões globais de metano e fuligem” e que o nível de emissões de dióxido de carbono se mantenha estável até 2020 para então iniciar uma queda para não mais de um terço do nível atual até 2100.

O novo relatório foi concluído apenas um mês após outro relatório da ONU sobre o tema, preparado pelo Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) e que culpava a ação do homem pelo aquecimento global e previa um cenário de catástrofe ambiental.

A segunda parte do relatório do IPCC deve ser divulgada no começo de abril.

Fonte - BBC

Mais no tema, aqui.

segunda-feira, 5 de março de 2007

EUA são o centro da volatilidade, que vai durar, diz Goldfajn

RIO DE JANEIRO (Reuters) - O economista e ex-diretor do Banco Central Ilan Goldfajn acredita que os Estados Unidos são o centro da instabilidade dos mercados financeiros nos últimos dias e acredita que a volatilidade vai persistir por mais um tempo.

Segundo Goldfajn, a economia norte-americana dá sinais de desaceleração e essa perspectiva repercute em todos os mercados.

"Se é para buscar uma explicação, tem que olhar para os EUA e não para a China. Fala-se muito na China, mas ela já desmentiu rumores de que iria restringir a movimentação de capital", afirmou o economista durante o seminário "Cenários da Economia Brasileira e Mundial em 2007", no Rio de Janeiro.

Goldfajn citou a crise imobiliária nos EUA como um dos principais fatores para a provável desaceleração da maior economia do mundo.

"Acho que é cedo para saber como e onde (a crise) vai chegar... alguma desaceleração da economia americana vai haver na minha visão. Isso reflete no resto do mundo. Não acredito no distanciamento e, portanto, os mercados ainda andam juntos", disse.

"(A crise) se tornou um pouco mais longa. As pessoas podem argumentar que o período é curto porque são duas, três semanas, mas já não é uma coisa de poucos dias", disse Goldfajn, prevendo que a volatilidade dos mercados financeiros deve continuar e que a recuperação das bolsas será mais lenta.

"As pessoas não voltam a investir tão rápido. Esperam, avaliam para tomar suas decisões", disse o economista.

Ele afirmou que o Brasil deve continuar aumentando o nível de suas reservas para se proteger da instabilidade do mercado financeiro. Ele não acredita, entretanto, que a turbulência afetará o ritmo de queda dos juros.

"O 0,25 ponto percentual continua sendo precificado", afirmou, referindo-se à expectativa do mercado para um novo corte do juro básico na reunião do Comitê de Política Montária (Copom) nesta semana.

Fonte - UOL

Nota DDP:

Há pouco tempo postamos aqui uma análise acerca das possibilidades econômicas americanas, acompanhe aqui.

Sociedade secreta e cristianismo no tempo do fim

1. Em um congresso realizado no dia 1º de março de 2007, na Faculdade Pontifícia Teológica São Boaventura, cidade de Roma, a Igreja Católica respondeu à seguinte pergunta: "Pode um católico ser membro da maçonaria?" O congresso foi presidido pelo bispo Gianfranco Girotti, o qual declarou à agência Zenit que a ICAR “sempre criticou as concepções e a filosofia da maçonaria, considerando-as incompatíveis com a fé católica”. Segundo a Zenit, “o último documento oficial de referência é a ‘Declaração sobre a Maçonaria’, assinado pelo então prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé, Joseph Ratzinger, em 26 de novembro de 1983”. O documento afirma que “os princípios da maçonaria sempre foram considerados inconciliáveis com a doutrina da Igreja; em conseqüência, a afiliação à mesma continua proibida pela Igreja”. E também que “os fiéis que pertençam a associações maçônicas se encontram em estado de pecado grave e não podem acudir à santa comunhão”.

2. O assunto é mais um daqueles em que há um abismo entre a posição oficial da Santa Sé e a prática de seus fiéis. Basta lembrar que, em 1984, David Yallop, pesquisador católico, publicou o livro Em Nome de Deus no qual apontava as provas de que o papa João Paulo I foi, na verdade, assassinado por ter descoberto, entre outras coisas, que dentro do alto escalão do Vaticano havia vários membros da maçonaria infiltrados. Segundo a obra de Yallop, o plano de João Paulo I era afastar os maçons do alto escalão do Vaticano. Todavia, depois da morte do papa, em 1978, “com a eleição de Wojtyla, tudo voltou aos valores de Paulo VI, acrescido de juros. Como no caso da infiltração dos maçons no Vaticano. O Vaticano, através do atual Papa [JPII], não apenas absorveu em seus quadros uma ampla variedade de maçons, de uma ampla variedade de lojas, mas também adquiriu a sua própria versão interna. Seu nome é Opus Dei... a Obra de Deus”.

3. Uma das principais razões para o cristão não se filiar às sociedades secretas é justamente para não contrariar o exemplo de Cristo: “Declarou-lhe Jesus: Eu tenho falado francamente ao mundo; ensinei continuamente tanto nas sinagogas como no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse em oculto.” João 18:20.

4. Outra forte razão é que o cristão é aconselhado a não entrar em sociedade (estabelecendo interesses íntimos), em nenhum caso, com aqueles que defendem conceitos e costumes pagãos: “Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão da luz com as trevas?” II Coríntios 6:14. E o motivo por detrás do conselho é claro: “para que te não sejam por cilada.” Êxodo 34:12.

5. Além desses fatos, a Igreja Adventista ainda sabe que a preparação do mundo para receber Satanás em forma de Cristo está sendo feita pelas sociedades secretas: “Um poder de baixo está operando a fim de promover as últimas grandes cenas do drama: Satanás vindo como Cristo e operando com todo o engano da injustiça nos que se ligam em sociedades secretas.” Testemunhos Para a Igreja, vol. 8, pág. 28.

6. Por isso vem a exortação: “Aqueles que se acham sob a ensangüentada bandeira do Príncipe Emanuel, não se podem unir aos Maçons ou a outra qualquer organização secreta. O selo do Deus vivo não será colocado em ninguém que mantenha tal ligação depois que a luz da verdade fulgiu em seu caminho.” Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 140.

“Pois eis que vem o dia e arde como fornalha; todos os soberbos e todos os que cometem perversidade serão como o restolho; o dia que vem os abrasará, diz o Senhor dos Exércitos, de sorte que não lhes deixará nem raiz, nem ramo.” Malaquias 4:1

NOTA: Recomendo o livro Maçonaria – Do outro lado da luz, editora Luz e Vida, no qual o autor William Schnoebelen mostra por que, após sua conversão ao cristianismo, abandonou a maçonaria (32º Grau).

Fonte - Blog Minuto Profético

Comentário Profético

Lendo os comentários da Lição da Escola Sabatina do Prof. Sikberto Marks, deparei-me com a seguinte afirmação:

"Outra coisa que vai mudar nos próximos anos é a garantia de vida, de cidadania. Na medida em que aumenta a polêmica entre os defensores do sábado e do domingo, as leis se tornarão opressivas. Talvez uma das primeiras leis, de âmbito global, seja a proibição da pregação do evangelho, que atingirá mais diretamente a igreja que prega a verdade. Disso as igrejas e o G8 já estão tratando, pelo que se sabe. Então, por exemplo, dar estudo bíblico será ilegal. Desses dias em diante será muito difícil ser obediente a Bíblia."

Será que temos como não encontrar relação entre o comentário supra e as notícias veiculadas neste blog, A criminalização da homofobia no Brasil e as igrejas cristãs e Quando as vovós vão para a cadeia por darem testemunho?

quinta-feira, 1 de março de 2007

Filme polêmico mostra "exército" de crianças cristãs nos EUA

Um grupo de crianças estende os braços em direção a uma imagem em tamanho natural de George W. Bush. A "adoração", na verdade uma oração para o "líder", não faz parte de um episódio de "South Park" satirizando o presidente norte-americano. É a realidade de meninos e meninas, com idade a partir de 6 anos, que freqüentam um insólito acampamento de verão nos EUA. Lá, rezam, choram e gritam, entre outras coisas, contra o aborto.

Revelado no documentário "Jesus Camp", em cartaz nos EUA desde o início de outubro, o acampamento Kids on Fire [crianças em chamas], em Devil's Lake, Dakota do Norte, ensina crianças a se tornarem "soldados do exército de Deus". Numa das cenas mais impressionantes, elas aparecem vestindo roupas semelhantes a uniformes do exército, com pintura de camuflagem no rosto, dançando com espadas de madeira, ao som de um "heavy metal cristão", segundo definição do jornal "The New York Times".

Nenhum dos personagens retratados no documentário se mostrou, até agora, insatisfeito com o resultado ou repercussões do filme. Salvo o ex-presidente da Associação Nacional de Evangélicos, Ted Haggard, que colocou um comunicado no site da instituição acusando o documentário de "manipular os fatos" como faria Michael Moore, e comparando a câmera do documentário à do filme de terror "A Bruxa de Blair".

Haggard, ferrenho oponente do casamento gay e conhecido como conselheiro de Bush, foi afastado na semana passada da associação, depois de ser acusado de ter pago, durante três anos, para fazer sexo com um garoto de programa, de quem também teria comprado anfetaminas. Após seu afastamento, o pastor enviou um pedido de desculpas à associação, numa carta em que se disse "culpado de imoralidade sexual".

É Tudo Verdade

O crítico de cinema Amir Labaki, diretor do É Tudo Verdade, pretende trazer o documentário para a edição de 2007 do festival paulista. Por enquanto, é possível ver trailers no YouTube (www.youtube.com).

Relativamente bem-sucedido nos cinemas americanos, com uma renda que já passa de US$ 600 mil (quase R$ 1,3 milhão), o documentário narra a rotina, no acampamento, de três seguidores da teologia do cristão renascido --Rachel (9), Tory (10) e Levi (12)-- e de Becky Fischer, pastora que ensina ao seu rebanho infantil que o aquecimento global é um mito da ciência. E que Harry Potter é discípulo do demônio.

Fischer, que faz seus pupilos carregarem fetos de plástico em manifestações contra o aborto, afirma ainda que o Kids on Fire é uma versão "anódina" de instituições similares no mundo islâmico, onde crianças seriam treinadas para se tornar homens e mulheres-bomba.

Vencedor do Prêmio Especial do Júri no Festival de Tribeca, "Jesus Camp" foi dirigido por Heidi Ewing e Rachel Grady, cujo documentário anterior, "The Boys of Baraka", acompanhou Devon Brown, pastor de uma igreja de Baltimore. Com o novo filme, as diretoras queriam ampliar a discussão do primeiro, falando não só da devoção de crianças mas também da relação entre religião e política nos EUA.

A imprensa americana considerou o filme um retrato contundente do fundamentalismo pentecostal nos EUA e de sua perigosa ingerência na política do país. Grady ressaltou numa entrevista que os "evangélicos não estão fazendo nada ilegal". Na verdade, estariam "abraçando e utilizando a democracia em todo seu potencial".

Em entrevista à Folha, Ewing também relativiza.

"Acho que o filme só é assustador para aqueles que já têm uma noção preconcebida ou impressão negativa dos evangélicos. Nós [diretoras] ficamos impressionadas com a seriedade com que as crianças tratam sua devoção e o quanto ela significa para elas. As crianças nunca pareciam entediadas no acampamento, simplesmente queriam mais e mais", diz Ewing, que defende a imparcialidade de seu filme.

Olhar imparcial

"Como documentarista, você deve ser capaz de separar sentimentos pessoais do assunto e tentar ao máximo entender o mundo da perspectiva dos personagens do filme. Uma vez que passamos pelo choque inicial de ver as crianças tão emocionadas durante as missas e atividades, fomos capazes de focar nossa atenção nelas, em seus pais e seus objetivos."

Ewing, que é católica, e Grady, que é judia, evitaram tomar partido. Mas não abriram mão de adicionar conflito à medida que viram seu filme correr o risco de virar um vídeo institucional do Kids on Fire.

A dissensão veio na voz de Mike Papantonio, apresentador de um programa de rádio cristão. Para ele, a educação das crianças do acampamento está, sim, ultrapassando os limites entre Igreja e Estado.

Papantonio também se preocupa com a agressividade que exala das imagens. Numa entrevista com Fischer, ele diz: "Você pode dizer qualquer coisa a uma criança. Pode transformá-la num soldado que carrega uma metralhadora".

Fonte - Folha


Mais sobre os EUA no contexto da profecia, aqui.

Boicote internacional contra produtos alemães por causa de adolescente detida pelo governo alemão

Pais do mundo inteiro anunciam boicote contra produtos alemães até que o governo alemão liberte a adolescente. Eles chamam as ações do governo de “ataque contra todos os pais do mundo inteiro”

Gudrun Schultz

Nurembergue, Alemanha, 28 de fevereiro de 2007 (LifeSiteNews.com) — Um grupo de pais, alarmados com a decisão das autoridades alemãs de tirar uma menina de sua família numa batalha sobre o direito de educar em casa, lançou uma petição online pedindo boicote internacional de produtos alemães em protesto à situação.

A entidade Parents of the World está pedindo a devolução imediata da jovem Melissa, de 15 anos, à sua família, depois que ela foi tirada de seus pais pela polícia e colocada numa família substituta. A menina vinha recebendo instrução educacional em casa depois que uma discussão com a direção de sua escola sobre educação particular em casa levou à expulsão dela.

A educação escolar em casa é ilegal na Alemanha, sob uma lei instituída por Adolf Hitler, e as autoridades recentemente aumentaram a pressão sobre as famílias que estão tentando educar seus filhos por si mesmas.

“Parents of the World pede um boicote de todos os produtos alemães até que as autoridades alemãs que tiraram Melissa Busekros de seu lar a devolvam, sem ameaça ou condição, à sua família”, declara a petição online.

“Esse é um ataque contra todos os pais do mundo e contra todas as religiões… Os pais ao redor do mundo exigem a volta imediata de Melissa Busekros para seus pais e família sem ameaça ou condição… nós pais do mundo chamamos todos para nos apoiar nesse boicote contra a Alemanha com o compromisso de não comprar produtos, viajar ou apoiar algum comércio com a Alemanha. O boicote tem de durar até que o povo da Alemanha se levante e exija que seu governo preste contas. Temos de deixar essa questão bem clara aos políticos alemães”.

A organização está incentivando os patrocinadores a contatarem as empresas alemãs para lhes informar as razões para o boicote — o site inclui os links para mais de 200 empresas e companhias alemãs.

“A ameaça à família Busekros é também uma ameaça a nós. Nosso dinheiro falará mais alto do que todos os tribunais e leis governamentais unidos. Podemos fazer uma diferença — vamos deixar bem claro para governo da Alemanha que sua intrusão à família é inaceitável”.

Veja o site em inglês:
http://melissabusekro.theicelady.com/

Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br; www.juliosevero.com

Nota de Julio Severo: Para quem participar do boicote, é importante saber que tanto os EUA quanto o Japão, que têm produtos excelentes, protegem legalmente a educação escolar em casa.

Fonte: “Online Petition Calls for German Boycott to Gain Release of Girl Seized in Homeschool Crackdown” LifeSiteNews.com — 28 de fevereiro de 2007.

Mais no tema, aqui.

A criminalização da homofobia no Brasil e as igrejas cristãs

Dr. Zenóbio Fonseca

Este artigo tem como objetivo apresentar uma visão breve da nova variação penal com relação à orientação sexual e os seus reflexos junto às entidades religiosas cristãs. Essa nova variação será introduzida na ordem jurídica da nação, através da aprovação em 23/11/2006 do Projeto de Lei nº 5003/2001, pela Câmara dos Deputados.

O mencionado projeto de lei altera a Lei Federal nº 7.716/89, que trata de crimes de preconceito de raça ou de cor, e altera também o Código Penal Brasileiro (Decreto-Lei nº 2.848/1940) e a Consolidação das Leis do Trabalho – CLT (Decreto Lei nº 5.4252/1943), introduzindo novos tipos penais referentes à discriminação ou preconceito de gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.

Verifica-se que essa proposição parlamentar, em tramitação atual no Senado Federal sob a forma de PLC nº 122/2006, é motivo de grande anseio de todo movimento pró-homossexualismo no Brasil e demais países simpatizantes do tema, conforme amplamente noticiado por toda a mídia, pois torna crime o preconceito por gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero[1].

O ponto crítico da questão é uma lei nova que vem tratar de tema importante, isto é: a discriminação em razão da orientação sexual.

O que temos de tão importante nesse assunto que possa chamar a atenção dos cristãos no Brasil? Os cristãos são contra exclusão de pessoas, e o Cristianismo ensinado pelas Sagradas Escrituras nos mostra o amor e o compromisso com os valores bíblicos como meta que temos de perseguir.

Teoricamente, pode-se afirmar que o “conflito” se dará entre as normas introduzidas no PL 5003/2001 e os valores cristãos que a Bíblia defende. De modo especial, o “conflito” com as pessoas e/ou entidades religiosas cristãs, ou seja, qualquer pessoa física ou jurídica (igreja) que de alguma forma não aceite que o comportamento homossexual ou a orientação sexual seja uma prática ou padrão social aceitável em qualquer lugar público ou privado.

Para melhor compreensão do assunto que estamos tratando, citamos o que vem proposto no art. 8º-A e 8º-B do projeto de lei:

Art. 8ºA — Impedir ou restringir a expressão e a manifestação de afetividade em locais públicos ou privados abertos ao público, em virtude das características previstas no art. 1º desta Lei:

Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

Art. 8º-B - Proibir a livre expressão e manifestação de afetividade do cidadão homossexual, bissexual ou transgênero, sendo estas expressões e manifestações permitidas aos demais cidadãos ou cidadãs:

Pena: reclusão de 2 (dois) a 5 (cinco) anos.”

O Projeto de Lei, que poderá entrar em vigor a qualquer momento em 2007, poderá trazer sérios conflitos jurídicos para as entidades religiosas cristãs, seus líderes e membros no Brasil, pois os mandamentos e princípios que a Bíblia defende são contrários aos valores, ensinamentos e doutrinação referentes à orientação sexual, que é apenas um dos muitos termos para designar e proteger o homossexualismo.

Algumas pessoas sustentam que, ao ser aprovado, esse projeto de lei de forma alguma atingirá por meio direto ou reflexivo as igrejas evangélicas (ou, na expressão jurídica, entidades religiosas), sob alegação de que a Constituição Federal garante a liberdade de crença, credo e culto[2]. Entretanto, a Constituição fala em proteção na forma da lei.

Eis aqui a maior dúvida: a Constituição fala em proteção aos templos religiosos na forma da lei. No entanto, por outro lado, o Projeto de Lei nº 5003/2001 traz em sua essência que a orientação sexual é um princípio universal e humano, amparado pela mesma Constituição. Ou seja, trata-se do princípio da dignidade da pessoa humana[3].

Tanto é assim que, ao tratarem do assunto, alguns tribunais brasileiros já fundamentam as suas decisões sob essa nova ótica, isto é, tratando a questão como princípio da dignidade humana e igualdade.

Não se pode esquecer que existem projetos de emenda à Constituição tramitando em diversos Estados e na própria Câmara dos Deputados, introduzindo o termo orientação sexual como princípio expresso no capítulo dos princípios fundamentais.[4]

A postura pró-homossexualismo do governo do Brasil não é novidade, pois em 2003 diplomatas brasileiros introduziram resolução idêntica na Comissão de Direitos Humanos da Organização das Nações Unidades (ONU). A resolução foi derrotada pela oposição dos países islâmicos[5].

Além disso, o Brasil é autor de uma nova resolução[6], agora na Comissão de Direitos Humanos da Organização dos Estados Americanos (OEA), onde introduz a orientação sexual e os seus desdobramentos como princípio universal da dignidade da pessoa humana, tornando todos os países membros obrigados a aceitar tal valor, por causa dessa resolução, que ao ser aprovada terá força de lei interna nos países signatários.

Nesse sentido é que vemos com grande preocupação a aprovação desse projeto de lei, sem qualquer tipo de exceção aos dogmas, liturgias e valores cristãos, que são contrários à orientação sexual e homossexualismo.

Para entendermos a questão e suas conseqüências legais e religiosas, usamos um simples exemplo argumentativo: um cidadão comum que tem seu filho matriculado em uma escola ou creche pública, onde lhe é ensinado sobre a livre escolha sexual, orientação sexual[7], casamento e adoção para pessoas de mesmo sexo. Além disso, a criança é exposta à tendência atual de se divulgar que o comportamento homossexual é algo que nasce com o ser humano. Nesse ponto, o pai ou mãe cristão, ao saber que tais valores são ensinados obrigatoriamente na grade escolar de seu filho, se posiciona contra esses ensinamentos, por causa dos valores da Bíblia. A direção do colégio, o professor ou o Conselho Tutelar poderá denunciar os pais por discriminação de orientação sexual, com pena de até 5 anos de prisão.

Aqui temos o ponto principal de abrangência e reflexos da lei, pois quem é a igreja e o corpo de Cristo? São os membros, as pessoas que professam a fé em Cristo Jesus.

Em verdade, se a igreja (templo físico) não for atingida de forma direta em sua liturgia de culto, os seus membros serão, ao defenderem os valores cristãos como forma e prática de vida nos conflitos diários, em contraponto ao homossexualismo, amplamente propagado.

Essa é a pior das ameaças desse projeto de lei, porque atingirá qualquer pessoa cristã que expressar opinião contrária à livre expressão da orientação sexual e os seus valores, que têm sido institucionalizado como programas de Governo,[8] nas políticas dirigidas ao população GLBT[9], no programa federal Brasil Sem Homofobia[10], através do Ministério da Cultura, Educação, Saúde e Secretária Nacional de Direitos Humanos.

Tais fatos aqui mencionados não são novidades em alguns países que já possuem semelhantes leis em vigor, onde os cristãos e as igrejas começam a sofrer o grave impacto de sua liberdade de expressão e fé , quando em confronto com o homossexualismo.

Na Inglaterra, o primeiro-ministro britânico Tony Blair afirmou categoricamente que as igrejas terão de aceitar as leis contra discriminação por orientação sexual, o casamento de pessoas de mesmo sexo e a adoção de menores por “casais” homossexuais.[11]

No Estado americano de Nova Jérsei, os prefeitos e juízes foram alertados sobre a possibilidade de serem processados se se recusarem a aplicar leis anti-discriminação pró-homossexualismo, sob pena de multa de 10 mil dólares[12].

Na Pensilvânia, duas avós, uma de 75 anos e outra de 70 anos, juntamente com 9 evangélicos foram presos por falarem de Jesus em uma calçada pública. A lei contra ódio e discriminação foi à base das prisões. Os pastores locais estão buscando a contratação de seguro para se protegerem dos processos da lei[13].

Vê-se que nos países em que já existe , leis anti-discriminação, posteriormente a sua regulamentação tornou-se mais rígida e ampla.

Importante apresentar esse breve panorama mundial para trazer à reflexão dos cristãos o que poderá acontecer no Brasil, se houver a aprovação do projeto de Lei nº 5003/2001.

Não se pode deixar de mencionar que o sistema jurídico brasileiro possui diversos instrumentos processuais e constitucionais protetores dos direitos humanos, seja através do habeas corpus, do mandado de segurança individual ou coletivo, e da ação civil pública, bem como as ações individuais de reparação por danos morais a pessoas que se sentirem atingidas em seus direitos individuais.

Dessa forma, não seria razoável a aprovação deste projeto de lei como garantia e efetividade dos direitos das minorias sexuais, em razão dos instrumentos jurídicos já existente no Brasil.

Rio de Janeiro, em 24/02/2007.

Autor: Zenóbio Fonseca, M.Sc., Consultor Jurídico e professor Universitário.

Email: zenobiofonseca@gmail.com

Notas:

[1] Art. 2º do PL nº 5003/2001: “Define os crimes resultantes de discriminação ou preconceito de raça, cor, etnia, religião, procedência nacional, gênero, sexo, orientação sexual e identidade de gênero.” (NR)

[2] Art. 5º, inciso VI da CRFB – “É inviolável a liberdade de consciência e de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da Lei, a proteção aos locais de culto e suas liturgias.”

[3] Art. 1º, inciso III da CRFB. “dignidade da pessoa humana.”

[4] O site da Associação Nacional do pró-vida e pró-família apresenta relação de diversas tramitações neste sentido : http://www.providafamilia.org/novosite/index.htm

[5] Fonte: http://www.midiaindependente.org/pt/blue/2004/02/274038.shtml. Acessado em 04/02/2007.

[6] Fonte: http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=20657. Acessado em 04/02/2007.

[7] Referências bibliográficas de monografias sobre o tema da orientação sexual do INEP. Site:http://www.inep.gov.br/PESQUISA/BBE-ONLINE/lista.asp?navegacao=proxima&Doc=M&cod=37341&Assunto=EDUCA%C3%83%C6%92%C3%86%E2%80%99%C3%83%C2%A2%C3%A2%E2%80%9A%C2%AC%C3%82%C2%A1%C3%83%C6%92%C3%86%E2%80%99%C3%83%E2%80%A0%C3%A2%E2%82%AC%E2%84%A2O+SEXUAL&P=1&nl=20. Acessado em 04/02/2007.

[8] Fonte: http://www.pt.org.br/site/noticias/noticias_int.asp?cod=45269 . Acessado em 04/02/2007.

[9] Fonte: http://www.planalto.gov.br/seppir/clipping/set2006/MixBrasil_1809.pdf . Acessado em 04/02/2007.

[10] Fonte: http://www.mj.gov.br/sedh/documentos/004_1_3.pdf. Acessado em 04/02/2007.

[11] Fonte: http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_19122.htm e http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_19094.htm. Acessado em 04/02/2007.

[12] Fonte: http://gonline.uol.com.br/site/arquivos/estatico/gnews/gnews_noticia_19031.htm. Acessado em 04/02/2007.

[13] Fonte: WND. Traduzido e adaptado por Julio Severo: www.juliosevero.com.br.

Ainda no tema, aqui.

quarta-feira, 28 de fevereiro de 2007

AVANÇO DO OCEANO AFETARIA 42 MILHÕES NO BRASIL

Terra, 27.02.2007.

Um estudo divulgado na manhã desta terça-feira pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) mostra que cerca de 42 milhões de brasileiros que vivem na zona costeira podem ser afetados com o avanço de até meio metro do Oceano Atlântico durante este século. O diagnóstico foi dado pelo Centro de Previsão de Tempo e Estudos Climáticos (CPTEC) e do Instituto Nacional de Pesquisas Climáticas (Inpe), que elaboraram essa parte do estudo.

De acordo com o levantamento, na costa brasileira observou-se a tendência de um aumento do nível do mar de 40 centímetros por século, mas, devido aos fatores globais de aquecimento, esse avanço pode chegar até 50 centímetros. A cidade do Rio de Janeiro é a mais vulnerável à elevação do Atlântico.

Estudos do Inpe também simularam uma enchente na Ilha do Marajó com o nível mais alto do oceano e chegaram a conclusão que, com uma elevação de dois metros, cerca de 28% do território da ilha desapareceria. Se a cheia atingisse seis metros, mais de 36% do local ficaria submerso.


O estudo do MMA foi baseado em dois cenários. Em um deles, as autoridades brasileiras conseguiriam reduzir a emissão de CO2 e o desmatamento, principalmente na Amazônia, quase que completamente. Em outro cenário, haveria o contínuo aumento do aquecimento, do desmatamento e da emissão de gases tóxicos. No cenário mais pessimista, a temperatura média do Brasil pode subir até 4ºC até 2100. Hoje, a temperatura média do Brasil é de 24,9ºC. Já a temperatura na Amazônia poderia subir até 8ºC, aumentando a incidência de doenças como a malária, dengue, febre amarela e encefalite. O estudo do MMA é dividido em oito partes e começou a ser realizado em 2004. O trabalho foi concluído no ano passado e, coincidentemente, divulgado semanas depois do levantamento do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), que revelou um aumento do aquecimento global e das emissões de CO2 no mundo.


Se a Bíblia estiver certa (e na minha opinião está), em menos de cem anos catástrofes naturais terão lugar com maior intensidade, inclusive os maremotos e o avanço do oceano. Se lermos com atenção o capítulo 24 do livro de Mateus e o próprio livro de Apocalipse (no que diz respeito às pragas) perceberemos o que esses cataclismas representam e para o que apontam. Caso os fatos sejam analisados apenas sob o ponto de vista científico, não serão compreendidos em todos os seus efeitos. É fundamental um olhar mais avante, especialmente conforme o prisma espiritual.

Fonte - Blog Realidade em Foco

terça-feira, 27 de fevereiro de 2007

O mundo que há de vir

“Pois não foi a anjos que sujeitou o mundo que há de vir, sobre o qual estamos falando.” Hebreus 2:5

A expressão “ecumenismo” deriva da palavra grega oikoumene que é traduzida na Bíblia como “mundo habitado” ou “terra habitada”. No verso acima aparece como “mundo que há de vir”. O verdadeiro ecumenismo é aquele que promove os princípios do “mundo que há de vir”. Estaria o atual movimento ecumênico de igrejas em conformidade com aquilo que a Revelação aponta como princípios do reino vindouro?

Embora o Vaticano venha enfatizando o “escândalo da divisão” do cristianismo desde o Concílio Vaticano II, e promovendo o diálogo com as várias denominações cristãs “separadas” de Roma, e também com as religiões pagãs orientais, essa mesma postura de contemporização e relativismo tem afastado igrejas e grupos cristãos mais conservadores. E há razões de sobra que justificam essa atitude de cautela ou mesmo condenação:

1.
De acordo com o autor Bert Beverly Beach, "o quadro escatológico da igreja de Deus antes da segunda vinda não é o de uma megaigreja reunindo toda a humanidade, mas o de um 'remanescente' da cristandade, aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus (Apocalipse 14:12)".

2.
O movimento ecumênico tem dado mais importância à moralidade social do que à santificação pessoal. É uma espécie de coletivismo religioso, onde o consenso coletivo tem muito mais valor do que a consciência e a piedade pessoal. Isso é um sério problema para a verdadeira fé cristã já que, segundo o fundador do cristianismo, o passaporte para o "mundo que há de vir" é o arrependimento (que pressupõe mudança de atitude diante de Deus e conformidade com as verdades bíblicas): "Arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus." Mateus 4:17.

3.
O pluralismo de idéias dentro do ecumenismo também é um fator complicador. Debaixo do guarda-chuva ecumênico se abrigam não só os defensores da teologia liberal, que vão desde os que não consideram o texto bíblico normativo e dotado de autoridade, até os que acreditam na revelação proposicional (a inspiração não está no texto, mas na experiência do leitor), como também aqueles provenientes das religiões orientais, com seus conceitos pagãos, o que contraria abertamente a mensagem cristã: "Não vos ponhais em jugo desigual com os incrédulos; porquanto que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão da luz com as trevas?... Retirai-vos do meio deles, separai-vos, diz o Senhor." II Coríntios 6:14 e 17. Nas palavras de Bert B. Beach, "a separação e a divisão a fim de proteger e preservar a pureza e a integridade da igreja e sua mensagem são mais desejáveis do que a unidade em mundanismo e erro". A verdade é uma só: "Andarão dois juntos, se não houver entre eles acordo?" Amós 3:3.

4.
Michael Urban, autor evangélico conservador (apesar de ser dispensacionalista – acredita que as profecias apocalípticas vão se cumprir com a nação de Israel literal –, seu pensamento sobre o ecumenismo é relevante), afirma que o problema maior para os cristãos com o ecumenismo é que, na verdade, este movimento pretende criar uma nova visão de mundo e uma nova idéia sobre Deus que abrangerá todas religiões. Em outras palavras, o Jesus pregado pelos cristãos tem que dar lugar a um Deus que seja comum a todas as religiões, incluindo as de cunho pagão.

5.
Segundo o mesmo autor, a arma eficaz usada pelo movimento ecumênico é a sedução. Aparência de piedade, mas o espírito continua totalmente anticristão. Fato comprovado ao verificarmos as várias frases de impacto usadas pelos seus defensores: "a doutrina separa, a oração une", "devemos construir pontes e não muros" e "unidade no que é relevante, liberdade no que é secundário e, acima de tudo, o amor". Todas essas frases de impacto escondem conceitos antibíblicos. "A doutrina separa, a oração une": a doutrina é encarada como um obstáculo, e a separação que ela pode trazer como indesejável. Porém, Jesus mesmo foi quem previu: "Não penseis que vim trazer paz à terra; não vim trazer paz, mas espada. Pois vim causar divisão entre o homem e seu pai; entre sua filha e sua mãe e entre a nora e sua sogra." Mateus 10:34 e 35. A doutrina também tem um lugar de destaque na fé cristã: "Todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo e nela não permanece não tem Deus; o que permanece na doutrina, esse tem tanto o Pai quanto o Filho." II João 1:9. Urban conclui: "Como podemos unir em oração aquilo que Deus separou?"

6.
"Unidade no que é relevante, liberdade no que é secundário e, acima de tudo, o amor": Porventura, há na mensagem bíblica aspectos secundários? Ou será que tudo que foi escrito para nosso proveito é que foi escrito? Se há aspectos secundários, quem deve determinar o que é secundário? Esvaziar a mensagem bíblica do seu todo orgânico é uma armadilha por detrás dos pressupostos ecumênicos.

Graças a Deus, há muitos cristãos conservadores que não se deixarão seduzir pela aparência de piedade destituída de poder.

“Sabe, porém, isto: nos últimos dias, sobrevirão tempos difíceis, pois os homens... tendo forma de piedade, negando-lhe, entretanto, o poder. Foge também destes.” II Timóteo 3:1, 2 e 5

Fonte - Blog Minuto Profético


Mais sobre o tema, aqui.

"Tumba de Jesus é uma farsa publicitária", diz arqueólogo israelense

WASHINGTON DC, 26 Fev. 07 (ACI) .- O anúncio de um documentário realizado por James Cameron –Diretor do filme "Titanic"– onde a Discovery Channel supostamente demonstra o achado da tumba de Jesus, foi qualificado como uma "farsa publicitária" por Amos Kloner, um dos mais destacados arqueólogos israelenses.

Nesta segunda-feira em Nova Iorque, o canal Discovery anunciou a próxima emissão, durante o tempo de Quaresma católica, de um documentário elaborado pelo diretor israelense-canadense Simcha Jacobovici e o diretor cinematográfico James Cameron, segundo o qual uma tumba descoberta há 27 anos em Talpiot, Jerusalém, é a tumba de Jesus de Nazaré e sua família.

O documentário, que também será exibido na América Latina em espanhol, argumenta que dos 10 ossadas encontrados em uma cova em 1980, seis levam inscrições identificando-os como os de Jesus, sua mãe Maria, uma segunda Maria (possivelmente Maria Madalena), e alguns parentes chamados Mateus, Josa e Judá; este último seria "o filho de Jesus".

Entretanto, pouco antes da apresentação à imprensa do documentário, o professor Amos Kloner, da Universidade Bar-Ilan e arqueólogo oficial do Distrito de Jerusalém, que fiscalizou as escavações da mesma tumba em 1980, e é autor de numerosas obras sobre os descobrimentos, assinalou que as afirmações do documentário "são só uma farsa publicitária, um excelente material para um filme de televisão, mas totalmente sem sentido, algo absolutamente impossível".

Amos, que descobriu a tumba em 1980 e a revelou ao mundo, criticou duramente a Discovery Channel por utilizar uma " estratégia de marketing". "A afirmação de que a tumba (de Jesus) foi encontrada não está apoiada em nenhuma prova e somente uma manobra para vender, Kloner" adicionou.

O arqueólogo israelense recordou que 11 anos atrás, a BBC de Londres já tinha produzido um documentário similar com o mesmo argumento; e assinalou que a nova produção da Discovery era meramente uma renovada tentativa de criar controvérsia no mundo cristão com o fim de obter maiores lucros.

"Refuto todas suas afirmações e esforços por chamar a atenção sobre os descobrimentos. Com todo respeito, não são arqueólogos", disse Kloner.

Argumentos

Kloner explicou que os nomes inscritos nas tumbas eram muito comuns na era do Segundo templo, e portanto, são absolutamente insuficientes como argumentos para concluir que essa era a tumba de Jesus e de sua família. Explicou também que a inscrição "Jesus filho de José" foi encontrada em muitas outras tumbas em Jerusalém.

"A verdadeira tumba da família de Jesus seria um descobrimento que sacudiria o mundo, e isso é o que os cineastas estão tratando de fazer", adicionou o arqueólogo.

"É muito pouco provável que Jesus e seus parentes tivessem uma tumba familiar ", explicou Kloner. "Eles eram uma família da Galiléia sem vínculos em Jerusalém. A tumba de Talpiot pertenceu a uma família de classe média do primeiro século de nossa era".

Finalmente, Kloner criticou duramente à Autoridade Israelense de Antiguidades –conhecida por suas siglas em inglês IAA– por emprestar duas das ossadas para sua exibição em Nova Iorque nesta segunda-feira durante a conferência.

"A IAA foi muito tola por emprestar para isto", concluiu.

Fonte - ACI

A tentativa, quase sempre, é encontrar algum traço na vida de Jesus Cristo que o descredencie a ser o Filho de Deus. Antes de checar possíveis incoerências em determinadas pesquisas, alguns espertalhões, ávidos por notoriedade e projeção na mídia, apresentam seus filmes e conclusões para chamar a atenção da população em geral e gerar o que garante boas vendas: a polêmica.

Fonte - Blog Realidade em Foco

segunda-feira, 26 de fevereiro de 2007

Até onde irá Bento XVI?

Ao ressuscitar a missa em latim, o papa faz uma concessão simbólica aos católicos tradicionalistas. Mas para liquidar o impulso do Concílio Vaticano II, ele teria de investir contra valores muito mais profundos, como a liberdade religiosa, o ecumenismo e a visão positiva da humanidade

Michel Cool

Teria Bento XVI ressuscitado a guerra sectária dentro da igreja católica? O anúncio do Vaticano, de que ele escutou a demanda da ala tradicionalista, que quer liberar a missa em latim de São Pio V reavivou as paixões francesas que "a filha mais velha da igreja", tendo outras preocupações pastorais, esqueceria de bom grado. Mas, Bento XVI dá seqüência a suas idéias. As que ele tem sobre a liturgia são, aliás, bastante quadradas. Ele exigiu rapidez dos bispos franceses, já constrangidos pela notável falta de união, em engajar-se na reforma litúrgica do concílio Vaticano II, que ele nunca apreciou.

Seguindo seus métodos, que lembram a idéia de "dar tempo ao tempo", o papa moveu pacientemente suas peças. Logo que eleito, em abril de 2005, advertiu os cardeais que o elegeram sobre sua intenção de aproximar-se dos tradicionalistas banidos de Roma depois do cisma do monsenhor Marcel Lefebvre, em 1988. Quatro meses mais tarde, em setembro, ele recebeu o sucessor de Lefebvre na direção da fraternidade de São Pio X, o monsenhor Bernard Fellay, para uma audiência em sua residência de verão em Castel Gandolfo. Em outubro de 2006, validou a criação do Instituto do Bom Pastor na diocese de Bordeaux, que acolhe cinco padres dissidentes lefebvristas. Em troca da volta deles, o Vaticano permitiu que realizassem a missa segundo o rito instituído pelo Concílio de Trento no século 16.

Analisando com mais atenção, nota-se que o papa foi rápido em assinar um decreto oficializando a restauração da missa em latim, caída em desuso desde 1969. No fim de dezembro de 2006, tudo indicava que a comissão de cardeais encarregados de preparar o texto daria sinal verde a Bento XVI. Isso apesar das reticências expressas em nome do episcopado francês, que foram apresentadas por seu presidente, o monsenhor Jean-Pierre Ricard, cardeal arcebispo de Bordeaux.

Por que o papa questiona a mais espetacular e emblemática reforma do concílio Vaticano II? Por razões que envolvem doutrina, estratégia e psicologia. Comecemos pela doutrina: o papa é o guardião da unidade da Igreja Católica; ele está, portanto, no exercício de seu sacerdócio quando busca trazer as ovelhas desgarradas do aprisco. Além disso, Bento XVI jamais digeriu bem o cisma de 1988. Então prefeito da Congregação Romana para a Doutrina da Fé, Joseph Ratzinger esforçou-se até o fim para evitar a ruptura. Em vão, pois falhou diante da arrogante determinação do monsenhor Lefebvre.

As razões e os desejos do papa

Para Bento XVI, a missa em latim não deveria ser motivo de dissensão. Em 1998 ele declarou que "o concílio ordenou uma reforma dos livros litúrgicos, sem no entanto proibir o uso dos antigos livros" [1]. A missa de Paulo VI promulgada em 1969 podia inclusive ser feita em latim ou no vernáculo. Mas o uso da primeira, que facilitava a compreensão dos fiéis, logo ganhou enorme vantagem sobre a segunda.

Agora, as razões de ordem estratégica: face à carência de vocações que grassava no clero da Europa Ocidental, as paróquias e os seminários envolvidos com a nebulosa tradicionalista representavam um "filão a trabalhar", para uma igreja que estava com falta de sacerdotes. Além disso, buscava-se atingir uma população (250 mil fiéis no mundo, sendo a metade na França) que, contrariamente à idéia que se faz, era mais jovem que a média dos paroquianos franceses — a forte presença de jovens na peregrinação anual de Pentecostes a Chartres ilustra bem o fato. Esses dados não poderiam escapar a um papa que busca estancar a hemorragia espiritual e intelectual do catolicismo europeu.

No plano tático, liberando o rito em latim, principal reivindicação dos católicos tradicionalistas, o Vaticano espera de uma só vez ser capaz de apaziguar o conflito e tirar proveito das divisões internas entre partidários e opositores da reconciliação com Roma. Enfim, fatores psicológicos ligados à vida e à personalidade do papa Ratzinger explicam suas objeções à reforma litúrgica da concílio. Bento XVI ama as pompas da antiga liturgia que conheceu, ainda criança, na Bavária. O teólogo aberto que ele se mostrou no concílio, em 1968, escandalizalizou-se com a contestação acalorada e até violenta de que foram objeto valores que se presumia "eternos", como a autoridade, a sacralidade e a transmissão das crenças. Desde então, o tema litúrgico tem feito parte de seu arsenal conservador.

Com freqüência, em suas declarações e escritos, Ratzinger detém-se nos "abusos" da liturgia moderna. Esta, queixava-se ele em 1997, "deve tornar-se mais curta; e tudo que julgamos incompreensível deve ser descartado; é preciso que tudo seja dito numa língua mais ’clara’. Mas desse modo, a essência da liturgia e das festas litúrgicas fica fundamentalmente desconhecida. Pois na liturgia, não se compreende somente de maneira racional... mas de um modo complexo, com todos os sentidos, uma festa na qual somos admitidos e que não foi simplesmente invenção de uma comissão qualquer, mas que tem origem nos milênios e, no final das contas, na eternidade" [2]. Que católico tradicionalista não assinaria contente esse vibrante elogio de uma liturgia saída do baú do tempo?

Problema: o tradicionalismo vai muito além da liturgia

O problema subestimado por este papa nostálgico, sedento de cerimônias e aparatos cheios de fausto, é que a crítica tradicionalista não se limita à liturgia. Ela avança também sobre outros grandes princípios solenemente proclamados pelo concílio: a liberdade religiosa, o ecumenismo, o diálogo entre as religiões e uma visão positiva da humanidade. Os opositores de monsenhor Lefebvre rejeitam, muitas vezes com violência, essas opções, que vêem como um sinal da abdicação da fé católica frente à modernidade. O cisma de 1988 foi precipitado pela ira causada, entre os tradicionalistas, pelo encontro inter-religioso para a paz promovido por João Paulo II em 1986, em Assis. Esse evento foi estigmatizado pelos cães de guarda da tradição, transformando essa tradição em máquina de guerra contra a secularização. Mais que a missa em latim, o evento precipitou a consumação da separação e a excomunhão de seus autores.

"A liturgia não é somente uma questão de culto", lembra Patrick Prétot, monge beneditino e professor de liturgia no Instituto Católico de Paris. "Porque ela é a vida de Deus, dada pelo Espírito Santo: ela participa plenamente da missão da Igreja no mundo e no tempo” [3], explica ele. Entendendo-se de outra forma, realizar a missa diante do povo, de acordo com o rito do concílio, ou de costas para o povo, como no rito tridentino, são duas concepções distintas da igreja que se enfrentam. A primeira é pastoral, favorece a participação ativa dos fiéis. A segunda, jurídica, implica submissão dos fiéis a um conjunto de regras e ritos inflexíveis.

A possibilidade de ter dois rituais tão diferentes juntos em suas dioceses não agrada a maioria dos bispos franceses. Eles temem, em suas paróquias, a cacofonia, a pior das dissensões a ameaçar a unidade das igrejas locais. Há oito anos, os dois ritos católicos, o antigo e o novo, são celebrados na paróquia de Santo Eugênio e Santa Cecília, no 9º arrondissement de Paris. Este laboratório do duplo ritualismo tem revelado problemas. O cura tem dificuldade em pacificar as relações entre seus fiéis, e deve ainda suportar as proposições intempestivas de uma minoria de tradicionalistas.

Entre o desastre de Ratisbona e o diálogo na Turquia

Na ocasião da assembléia geral em Lourdes, em novembro de 2006, os bispos reforçaram, numa pouco habitual declaração de apoio a seu presidente, monsenhor Richard, seu compromisso com a missa de Paulo VI. Essa declaração não deve, no entanto, trazer a seus espíritos uma reconciliação fraternal com a ala tradicional. Esses últimos pronunciaram, há não muito tempo, insultos contra o episcopado. Na linha de frente, sempre pronto para a provocação, está Philippe Laguérie, o midiático cura de Saint-Nicolas du Chardonnet, igreja ocupada ilegalmente desde 1977 em Paris. Em setembro de 2006 ele juntou-se ao Instituto do Bom Pastor, prometendo que saberia fazer uso do poder que Roma outorgou de fazer "críticas sérias e construtivas" ao concílio Vaticano II. Tanto espaço é incompreensível para muitos católicos, que falam em tom mais conciliatório. Eles lembram que as críticas do monsenhor Jacques Gaillot ou de movimentos laicos reclamando mais democracia e liberdade na igreja não foram recebidas com a mesma indulgência.

O concílio Vaticano II será comprometido pela decisão de Bento XVI, de restaurar a antiga liturgia? O que o colocaria fundamentalmente em xeque seria a liquidação de seus grandes princípios. Agora, depois do infeliz desastre em Ratisbona [4], Bento XVI aproveitou sua viagem à Turquia para manifestar sua intenção de prosseguir com o diálogo com outras igrejas cristãs e de outras religiões, na linha das orientações do concílio. O impulso de abertura se mantém; mas, segundo uma interpretação restritiva do concílio Vaticano II e uma concepção imóvel da igreja. A reabilitação da missa de sempre, reivindicada com sucesso pelos tradicionalistas, é a demonstração esclarecedora do conservadorismo tranqüilo de Bento XVI.

Tradução: Leonardo Abreu
leonardoaabreu@yahoo.com.br



[1] Discurso de 26 de outubro de 1998 por ocasião do décimo aniversário do motu proporio (decreto) Ecclesia Dei, autorizando o uso do missal anterior ao concílio, com a única reserva de obter o consentimento do bispo do lugar.

[2] Cardeal Ratzinger, O sal da terra, entrevistas com Peter Seewald, Imago, Rio de Janeiro, 1997.

[3] Philippe Bordeyne e Laurent Villemin (dir.), Vatican II e théologie, (O Vaticano II e a teologia, ainda sem tradução para o português), Cerf, Paris, 2006.

[4] Na Universidade de Ratisbona, em 12 de setembro de 2006, o papa usou a histórica controvérsia entre o cristianismo e o islã para explicar como o discurso racional é consubstancial à fé católica. A demonstração causou profundo mal-estar no mundo islâmico.

Fonte - Diplo

Sarcófagos encontrados em Jerusalém podem conter tumba de Jesus

da Ansa, em Jerusalém

Dois sarcófagos descobertos em 1980 no norte de Jerusalém foram enviados aos EUA, onde, na próxima segunda-feira, serão expostos ao público para a apresentação do documentário televisivo "A Tumba de Jesus".

O documentário foi realizado por James Cameron, mesmo diretor de "Titanic", e Simcha Jacobovici, durante as investigações de três anos que envolveram especialistas de diversas áreas.

Os autores afirmam ter localizado a gruta da sepultura de Jesus e familiares nas proximidades de Jerusalém, segundo publicou nesta sexta-feira o jornal "Yediot Ahronot". Jacobovici afirma ter tido acesso em 2005 à cripta em questão, localizada hoje debaixo de um condomínio israelense.

No meio do caso se encontra um sarcófago com a legenda "Santiago filho de José, irmão de Jesus" ("Yaakov Bar Yosef Ahi Yeshu", em hebraico).

Frente à expectativa internacional, a peça foi estudada por especialistas israelenses, que chegaram à conclusão, em 2003, de que o sarcófago parecia efetivamente datar do primeiro século d.C., enquanto a inscrição parecia duvidosa, pelo conteúdo, a caligrafia e o revestimento que o cobria.

O jornal escreveu ainda que os autores do documentário estão convencidos de poder provar de maneira definitiva que a "tumba de Jesus" foi localizada.

Fonte - Folha

Lucas 19:40 Mas ele lhes respondeu: Asseguro-vos que, se eles se calarem, as próprias pedras clamarão.

Nota DDP:
Interessante esse esforço do Cameron em provar o Êxodo bíblico e desacreditar a ressurreição de Cristo.
O que ele procura? Auto-afirmação judaica?
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