quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

Cientistas afirmam que a alma pode abandonar o corpo e observá-lo

A alma das pessoas que passam por um estado de morte clínica abandona o corpo físico e pode observar nitidamente o que acontece em seu entorno, segundo o estudo de uma equipe de pesquisadores holandeses. Os médicos reuniram mais de 70 casos de pessoas que conseguiram relatar suas experiências durante o lapso em que estiveram clinicamente mortas e estabeleceram que a consciência pode viver além do cérebro, embora o mundo que percebemos seja acessível apenas através dos sentidos.

Entre outros, o estudo cita o caso de um paciente clinicamente morto por 20 minutos, após uma cirurgia cardíaca de alto risco e que, inesperadamente, voltou à vida. Mais incrível ainda que sua ressurreição foi o relato preciso que ele fez sobre as cenas que rodearam sua morte transitória. Segundo os autores do estudo, o paciente descreveu uma luz brilhante no fim do túnel e como saiu de seu corpo. E, além disso, viu os médicos conversando e indicou o lugar e o modo exato de como estavam parados. Ele também descreveu com exatidão as anotações médicas que a enfermeira escrevia no computador.

A conclusão dos médicos é categórica: o paciente esteve de fato consciente e fora de seu corpo durante o estado de morte clínica. Do contrário, explicam, não poderia ter descrito as cenas ocorridas na sala de operações com tamanha precisão.

Fonte - History

'Mediante os dois grandes erros — a imortalidade da alma e a santidade do domingo — Satanás há de enredar o povo em suas malhas. Enquanto o primeiro lança o fundamento do espiritismo, o último cria um laço de simpatia com Roma.' — O Grande Conflito, 588. – {EF 157.2}

O efeito Francisco entre as religiões

Ortodoxos, judeus e muçulmanos estão sensibilizados pelos apelos do Papa em prol da paz e do desenvolvimento

Três indícios provam, mas muito mais do que três confirmam que os apelos do Papa Francisco em prol da paz, do diálogo entre religiões e do progresso dos povos, estão exercendo alguma influência entre os representantes de outros grupos religiosos, em particular entre ortodoxos, judeus e muçulmanos.

Basta pensar no apoio que o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, demonstrou aos cristãos do Oriente Médio, aliás, inspirado nas palavras do Papa. Em uma mensagem de vídeo, o primeiro-ministro israelense desejou Feliz Natal "aos cristãos de Israel e de todo o mundo", lembrando "a herança e os valores comuns" que unem judeus e cristãos e que se opõem ao "extremismo" e ao “ódio" que eles "nunca aceitarão". Ele convidou a apoiar os cristãos "menos afortunados" no Oriente Médio que "estão passando por um momento difícil", marcado por "violência, perseguição e medo."

Na mesma linha, o presidente israelense Reuven Rivlin se reuniu com os líderes religiosos das comunidades cristãs que vivem em solo israelense para denunciar a perseguição e pedir aos cristãos muçulmanos e judeus para trabalhar em conjunto pela paz e pelo desenvolvimento. Rivlin recordou que "por causa da fé, milhares de pessoas são exiladas, convertidas a força, atacadas e brutalmente assassinadas" e demonstrou a esperança de que "nós cristãos, muçulmanos e judeus, filhos de Abraão, juntamente com todos os que professam diferentes credos, possamos ver o cumprimento da visão do profeta Isaías, onde uma nação não levantará a espada contra outra nação e não haverá mais guerra". "Que 2015 possa ser um ano de amizade e cooperação. Que seja um ano de compreensão e respeito mútuo", foi o augúrio final de Rivlin.

Em socorro dos cristãos perseguidos no Iraque o Irã também se pronunciou. O parlamentar cristão Yonatan Betkolia, representante das comunidades assírias e caldeias no parlamento da República Islâmica do Irã, confirmou que vários caminhões com placa iraniana, carregados com ajuda humanitária, foram parados na fronteira entre o Irã e o Iraque, à espera de obter a autorização de entrada para chegar às comunidades cristãs que são vítimas da limpeza étnico-religiosa dos jihadistas do Estado islâmico.

Antes do Natal, o arcebispo Maroun Lahham, vigário patriarcal para a Jordânia do Patriarcado Latino de Jerusalém, disse à agência Fides que recebeu o embaixador iraniano na Jordânia Mojtaba Ferdowsjpour, que felicitou os cristãos por ocasião do Natal e reiterou o compromisso da República islâmica do Irã em ajudar os cristãos em dificuldade no vizinho Iraque.

"O Irã assumiu um papel crucial no Oriente Médio -disse o Arcebispo Lahham-. Está em contato com a Santa Sé, com o qual compartilha diálogos muito importantes. Esperamos que a contribuição do Irã tenha um efeito positivo na busca de soluções para as crises que afetam o povo do Iraque e da Síria".

Um apelo para erradicar o fanatismo substituindo-o por uma "visão mais iluminada do mundo" foi lançado pelo então presidente egípcio Abdel Fattah al-Sisi, durante seu discurso na abertura do ano acadêmico na Universidade Al-Azhar, grande centro teológico do islamismo sunita.

Dirigindo-se aos estudiosos e líderes religiosos da Universidade Al-Azhar, o chefe de Estado egípcio salientou que o mundo islâmico não pode mais ser visto como "uma fonte de ansiedade, perigo, morte e destruição" para o resto da humanidade. Por isso, os líderes religiosos devem se comprometer a rejeitar o "pensamento errado" que está levando toda a comunidade islâmica "a antagonizar o mundo inteiro".

Apesar da propaganda do horror espalhada por extremistas, começam a surgir resistências e rebeliões dentro do chamado Califado. O The New York Times relatou a história de Usaid Barbo, sírio, quatorze anos, destinado a explodir em uma mesquita xiita de Bagdá e que, em vez disso, se entregou a polícia iraquiana, dizendo: "Eu não quero me explodir". Recrutado em uma mesquita de Manjbi, perto de Aleppo, o jovem teria se oferecido como homem-bomba para ter a chance de fugir da ditadura do califado.

Como esquecer a heroica resistência das 150 mulheres, algumas delas grávidas, que se recusaram a casar com fundamentalistas. Os terroristas do Califado mataram todas as mulheres que se opunham a casar com eles. De acordo com informações fornecidas pelo Ministério de Direitos Humanos de Bagdá, a maioria das mulheres massacradas era Iazidi.

Poucos dias depois da visita apostólica do Papa Francisco ao Sri Lanka e as Filipinas, o chefe do Conselho filipino dos Imames, Ebra Moxsir M. al-Haj, em um programa de TV, exortou os muçulmanos a seguir o conselho de paz do Papa, expressando total apoio ao pontificado de Francisco, especialmente pelos esforços em prol da paz e do diálogo inter-religioso.

"Os apelos do Papa Francisco pela paz e pelo bem da humanidade devem ser ouvidos e apoiados por todos os seres humanos, independentemente da religião ou crença", disse ele, acrescentando: "Se quisermos derrotar o terrorismo, eu convido meus irmãos e muçulmanos a ouvir e compreender as palavras do Papa".

Fonte - Zenit

terça-feira, 6 de janeiro de 2015

Descanso dominical - Argentina

ONU diz que mundo está perdendo capacidade para prevenir conflitos

O mundo está perdendo capacidades para prevenir conflitos e a ausência de uma liderança efetiva provoca os maiores deslocamentos de pessoas desde a II Guerra Mundial, indicou nesta terça-feira o responsável dos refugiados da ONU.

Antonio Guterres, Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, afirmou em Ancara que as crises no Iraque e na Síria provocaram grandes deslocamentos, e que o mundo carece de liderança para enfrentar a situação.

"A megacrise que atinge a Síria e o Iraque, assim como outras novas crises intermináveis, criaram o problema mais grave de deslocamento de populações desde a Segunda Guerra Mundial", afirmou Guterres, na reunião anual de embaixadores turcos em Ancara.

Mais de 13 milhões de pessoas foram deslocadas pelos conflitos na Síria e no Iraque.

Além disso, a crise se agravou no Sudão do Sul e se estende ao vizinho Chade, enquanto a situação se degrada na Líbia, que se soma à sofrida há meses na Ucrânia, lembrou o funcionário.

"Vivemos em um mundo onde a imprevisibilidade e a impunidade se converteram em regra. Um mundo onde não há mais direção eficaz, um mundo onde os conflitos se multiplicam (...), o que tem consequências dramáticas em termos humanos", denunciou Guterres, que em junho anunciou que o número de refugiados no planeta havia superado os 50 milhões pela primeira vez desde 1945.

Fonte - Yahoo

20 cristãos egípcios são sequestrados por jihadistas na Líbia

O grupo terrorista Ansar al-Sharia já tomou duas cidades, sendo a capital Trípoli e Benghazi que é a segunda maior cidade do país

Os ataques dos jihadistas contra minorias religiosas passou a ser praticado na Líbia, nos últimos dias 20 cristãos egípcios foram sequestrados pelos extremistas muçulmanos que tentam controlar o país.

Os egípcios trabalham na Líbia em setores como construção e artesanato, há muito tempo eles são alvos de preconceito e são vítimas constantes de assassinatos. Mas com a presença dos jihadistas em Trípoli, capital e também na segunda maior cidade do país, Benghazi, a violência contra coptas se intensificou.

O governo responsabiliza o grupo Ansar al-Sharia pelos sequestros, o grupo foi catalogado no mês passado como terrorista pelo Conselho de Segurança da ONU e tem ligações com Al-Qaeda.

Para tentar controlar o ataque dos jihadistas, o Exército tem tentado guerrear contra eles, perdendo muitos combatentes. No último dia 3 de janeiro 15 soldados foram mortos durante um ataque em Soknah, a 180 km da capital.

A ONU tenta negociar com os terroristas pedindo um cessar-fogo, a retirada das milícias da Líbia e o desarmamento de ambas as partes. O governo não quer participar das negociações se o congresso não reconhecido com sede em Trípoli comparecer nas reuniões.

Fonte - Gospel Prime

segunda-feira, 5 de janeiro de 2015

Pastores precisam aprender com ensinamentos do papa, diz juiz

William Douglas afirma que “doenças” enumeradas por pontífice servem para evangélicos.

O escritor e juiz federal William Douglas chamou a atenção das lideranças evangélicas para os ensinamentos do Papa Francisco. Em um texto publicado no Facebook, William pediu que os pastores e bispos evangélicos ouçam o pontífice. Francisco enumerou durante encontro de confraternização de Natal com os cardeais 15 doenças que, segundo o Papa, contaminaram parte da Igreja.

Para William Douglas as denúncias que Francisco fez aos vícios da Cúria Romana devem ser observadas pelos líderes evangélicos. O escritor lembrou que durante a Reforma Protestante, há quase 500 anos, foram apontados abusos da Igreja Católica, mas que agora é um Papa que, ao alertar seus cardeais, acabou apontando para problemas presentes também entre os evangélicos.

“Não tiraria uma vírgula para falar aos líderes evangélicos. Obrigado, Francisco! Como existem pastores precisando ouvir sua fala, e observar seus modos”, escreveu William.

Francisco denunciou, entre outras coisas, “a síndrome do acúmulo de bens”, referência que lembra as fortunas que os pastores e bispos brasileiros tem ostentado. Falou da “doença do lucro mundano”, da “rivalidade” e da “gloria vã”. Também fez criticas ao que chamou de “terrorismo das fofocas”, que destrói a reputação das pessoas; a “doença dos covardes”, que falam por trás; e a “daqueles que tratam os chefes como seres divinos para subir na carreira”. O pontífice também citou os que pertencem a grupos fechados mais do que a Cristo ou ao corpo da Igreja.

Bergoglio também aproveitou para fazer um trocadilho, lembrando que ouviu que “os padres são como os aviões, só são notícia quando caem”. “Isso também vale para os ministros evangélicos. Raramente um cristão é notícia salvo quando, humano que é, cai. O outro caso ocorre quando incomoda o reino das trevas e é perseguido”, comentou William.

O escritor também fez um desabafo dizendo que gostaria muito que os pastores fossem como Francisco e que ora para que padres, pastores e bispos ouçam as doenças e que tratem de curá-las.

“Que os pastores evangélicos ouçam sua fala e se comportem como Cristo quer. Que padres e pastores, que conduzem católicos e evangélicos, sejam exemplos em tudo, como quer o Messias que os chamou para a obra, para servir ao Rei e ao Reino”, concluiu William.

Fonte - Gospel Prime

EUA: O pastor de uma mega igreja protestante chama a seguir o papa


Fonte - Aleteia

Nota DDP: Rick Warren, o influente pastor da igreja de Saddleback, na Califórnia, fez uma chamado para que todos os cristãos não católicos se unam ao papa Francisco e à igreja católica, com o fim de levar a cabo objetivos comuns.

“Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra, ao espiritismo; quando, por influência dessa tríplice aliança, os Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo” (Testemunhos Para a Igreja, v. 5, p. 451)

Arqueólogos apontam local onde Jesus teria sido julgado

Encontrado após escavações durante uma obra para expansão do Museu da Torre de Davi, o lugar foi aberto para visitação pública

Foi aberto para visitação pública o lugar onde teria se passado um dos momentos mais importantes do Novo Testamento: o julgamento de Jesus Cristo. O local foi encontrado por arqueólogos durante uma escavação, iniciada há quinze anos, para a expansão do Museu da Torre de Davi, em Jerusalém. A descoberta ocorreu depois que os pesquisadores começaram a cavar o chão de um prédio antigo abandonado, ao lado do museu.

Já se sabia que nesse terreno havia uma prisão desde os tempos em que a região era controlada pelos otomanos, que dominaram Jerusálem no Século XVI, até o período do domínio britânico, no início do Século XX. Uma nova análise revelou que Jesus pode ter sido julgado ali: entre os sinais encontrados pelos arqueólogos, além de inscrições deixadas por antigos presos nas paredes, estão fundações e um sistema de esgoto que os pesquisadores acreditam ser do palácio de Herodes, o rei da Judeia durante o domínio romano. “A prisão é uma grande parte do antigo quebra-cabeça de Jerusalém e mostra a história da cidade de forma única e clara”, disse ao jornal americano Washington Post Amit Re’em, arqueólogo que liderou a equipe na escavação.

Atualmente, diversos cristãos que peregrinam até Jerusalém percorrem a via-crúcis, trajeto realizado por Jesus carregando a cruz O caminho começa no local onde se acredita que o procurador romano Pôncio Pilatos condenou Jesus à morte e vai até onde ele teria sido crucificado e sepultado. Yisca Harani, especialista na religião cristã e na peregrinação à Terra Santa, ressalta que o trajeto sofreu modificações ao longo do tempo.

Julgamento — Ainda existe debate sobre o local onde o julgamento teria ocorrido, devido a diferentes interpretações dos Evangelhos. Os textos descrevem que Jesus foi trazido diante de Pilatos no "praetorium", termo em Latim para a tenda do general em um acampamento romano. Alguns acreditam que esse lugar seria em um tipo de alojamento militar, enquanto outros creem que o general romano teria sido um convidado no palácio do rei Herodes.

Historiadores e arqueólogos concordam que o julgamento de Jesus teria ocorrido no palácio, localizado no lado ocidental da cidade, onde está o museu. “Não há, é claro, nenhuma inscrição afirmando que o julgamento aconteceu aqui, mas tudo, do ponto de vista arqueológico, histórico e religioso, recai neste lugar e se encaixa”, afirmou ao jornal Shimon Gibson, professor de arqueologia da Universidade da Carolina do Norte em Charlotte.
A maior parte dos historiadores concorda que nenhum dos evangelistas foi testemunha ocular da vida de Jesus. Os Evangelhos, na verdade, faziam parte de uma grande variedade de textos que circulavam nos primeiros séculos depois de Cristo e representavam o que algumas das comunidades cristãs pensavam (os Evangelhos que foram deixados de lado pela tradição católica se tornaram conhecidos como apócrifos).

Os textos têm autoria anônima, e os pesquisadores possuem poucas informações sobre sua exata origem geográfica. O que se sabe é que eles foram criados a partir de relatos, memórias, tradições e textos mais antigos, que circulavam entre as primeiras comunidades cristãs. Eles teriam sido escritos entre o ano 60 e o 120, e só no século II é que seus autores foram atribuídos — o primeiro Evangelho a Marcos, e o último a João.

Com o passar dos séculos — e com a ortodoxia cristã tendo relações cada vez mais próximas ao Império Romano — surgiu a preocupação de delimitar exatamente quais os textos que guardavam a memória verdadeira sobre Jesus. Por volta do século IV, depois de sérias disputas teológicas, a Igreja finalmente escolheu quais haviam sido inspirados por Deus — criando o cânone do Novo Testamento. "Decidiu-se assim quais textos seria destruídos e quais preservados, e quais tradições cristãs seriam perseguidas e quais aceitas pela Igreja", diz André Chevitarese, professor do Instituto de História da UFRJ e autor dos livros "Jesus Histórico - Uma Brevíssima Introdução" e "Cristianismos: Questões e Debates Metodológicos" (Editora Kline), em entrevista ao site de VEJA.

Dentre os textos do Novo Testamento, aqueles que os historiadores atribuem, de fato, a alguém que conviveu com Jesus são as encíclicas escritas por Paulo — pelo menos sete delas teriam sido ditadas pelo apóstolo. "Na forma como o Novo Testamento está organizado, os quatro Evangelhos aparecem antes dos textos de Paulo. No entanto, as encíclicas foram escritas primeiro. O pesquisador tem de começar a ler por elas — assim fica mais fácil entender a evolução das primeiras comunidades cristãs."

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Estudiosos apontam para o declínio das religiões e avanço do ateísmo em todo o mundo

Uma tendência mundial que tem chamado a atenção de estudiosos da sociologia e ciências da religião é o número cada vez maior de pessoas que se afastam da religião, e que se declaram abertamente como ateus.

Uma pesquisa realizada pelo instituto Gallup International, que entrevistou mais de 50 mil pessoas em 57 países, mostra que o número de indivíduos que se dizem religiosos caiu de 77% para 68% entre 2005 e 2011, enquanto o número daqueles que se identificaram como ateus subiu 3%, elevando para 13% a proporção da população sem religião.

– Há muito mais ateus no mundo hoje do que jamais houve, tanto em números absolutos quanto em porcentagem da humanidade – relata Phil Zuckerman, professor de sociologia e estudos seculares no Pitzer College, na Califórnia, e autor de “Living the Secular Life” (“Vivendo uma vida secular”, em tradução livre).

Zuckerman afirma que o capitalismo e o acesso à tecnologia e à educação parecem ter relação direta com o declínio da religiosidade em algumas populações, e ressalta que nações que registram maiores taxas de ateísmo tendem a ser aquelas que oferecem a seus cidadãos uma estabilidade econômica, política e existencial relativamente alta.

Porém, mesmo com a redução do número de religiosos em muitos países, os estudiosos afirmam que “declínio, no entanto, não quer dizer desaparecimento”, como argumenta Ara Norenzayan, psicólogo social da Universidade da Columbia Britânica em Vancouver, no Canadá, e autor de Big Gods (“Grandes Deuses”, em tradução livre).

– Por alguma razão, a religião parece dar um sentido ao sofrimento, muito mais do que qualquer ideal secular – ressalta Norenzayan, que acredita que, mesmo se os problemas do mundo fossem milagrosamente resolvidos e todos nós vivêssemos em paz e igualdade, as religiões ainda estariam entre nós.

De acordo com a BBC, os acadêmicos apontam dois motivos principais pelos quais acreditam que as religiões sempre vão existir, apesar do seu aparente declínio. O primeiro deles é o que a neuropsicologia chama de “buraco na forma de Deus”, uma suposta falha evolucionária que nos torna “vulneráveis” a acreditar em forças intangíveis. Outro fator é que a religião promove coesão e cooperação em grupo, muitas vezes pelo medo ou pela adoração a um ser superior, o que ajudou a manter a ordem em muitas sociedades, o que, segundo os especialistas, ainda colabora para a continuidade da presença de religião em inúmeras culturas.

Fonte - Gospel Mais

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Ficará pior a cada ano! Aquecimento global está aumentando o número de tempestades elétricas

Inúmeros estudos sobre o aquecimento global afirmam que, atualmente, são formados mais relâmpagos e tempestades elétricas por causa da drástica mudança climática. Os especialistas sabem, há algum tempo, que os relâmpagos acontecem com maior frequência em épocas de calor, e são mais escassos no frio. Mas, até pouco tempo, era impossível determinar a quantidade de relâmpagos que podem ser gerados com a mudança climática.

Recentemente, de acordo com estudos realizados por especialistas das universidades da Califórnia e de Nova York, nos EUA, soube-se que a mudança climática aumentará, consideravelmente, a formação de raios e relâmpagos, de tal maneira que, a cada grau Celsius acima, cresce a probabilidade em 12% de caírem raios. Para testar a veracidade do seu sistema de cálculos, os pesquisadores validaram seus números através da comparação de dados teóricos e observações reais, aplicando-os, posteriormente, em onze modelos climáticos globais, desenvolvidos especialmente para prever o aumento da queda de raios no futuro. Esse mesmo mecanismo utilizado para a previsão na formação de raios e relâmpagos será aplicado no monitoramento de queimadas e das reações químicas atmosféricas.

Fonte - History

Papa pede união de todas as religiões contra a “escravatura moderna"

As "escassas" ou "inexistentes" oportunidades de trabalho são uma das causas da escravatura moderna, afirmou Francisco na primeira missa do ano.

O Papa Francisco pediu nesta quinta-feira que os fiéis de todas as religiões lutem "contra as formas modernas de escravatura", durante a homilia na missa que celebrou no Vaticano, por ocasião da Jornada Mundial da Paz. Fê-lo depois de no mês passado ter apelado aos consumidores para que não comprem artigos de baixo preço que possam ser produzidos em fábricas onde os trabalhadores podem ser forçados a trabalhar ou sujeitos a outras formas de exploração.

"Todos estamos destinados a ser livres, todos chamados a ser filhos, e cada um, de acordo com a sua responsabilidade, a lutar contra as formas modernas de escravatura", disse o pontífice argentino na Basílica de São Pedro, no Vaticano. No discurso associado à celebração da 48.ª edição da Jornada Mundial da Paz, que este ano tem por tema "Já não somos escravos, mas sim irmãos e irmãs", o Papa Bergoglio considerou que as "escassas" oportunidades de trabalho contribuem para o aparecimento de formas de escravatura moderna.

Esta mensagem vem reforçar o pedido que fez no passado dia 12 de Dezembro, quando disse que as empresas devem oferecer aos funcionários "condições de trabalho dignas e salários adequados" e classificou como forma de opressão moderna "a corrupção de quem está disposto a fazer qualquer coisa para enriquecer". Essa mensagem foi enviada aos chefes de Estado e Governos, instituições internacionais e paróquias católicas, diz a Reuters.

Na primeira missa do ano, o Papa Francisco mencionou como causas da "escravidão moderna" a pobreza, o sub-desenvolvimento e a exclusão, combinadas com a falta de acesso à educação ou "com a realidade caracterizada pelas escassas, para não dizer inexistentes, oportunidades de trabalho".

O índice global da escravidão, divulgado pela segunda vez em Novembro pela Fundação Walk Free, concluíu que existiam em todo o mundo 36 milhões que viviam como escravos: vítimas de tráfico humano e forçadas a trabalhar em bordéis, forçadas a trabalhar em fábricas ou a cumprir trabalhos duros, vítimas de dívidas abusivas ou mesmo nascidas em cativeiro. Os lucros do trabalho forçado estão estimados em 150 mil milhões de dólares anuais pela Organização Mundial do Trabalho.

O Papa afirmou ainda que a corrupção "acontece no centro de um sistema económico onde está o deus dinheiro e não o homem, a pessoa". Apontando a prostituição e o tráfico de órgãos como formas de escravidão moderna, o Papa estacou que o “direito de toda a pessoa a não ser submetida à escravidão, nem à servidão” deve ser "reconhecido como um direito internacional como norma irrevogável".

O Papa Bergoglio, que fez da defesa dos direitos dos imigrantes uma das suas bandeiras, voltou a referir-se a eles na missa de Ano Novo. Referiu-se aos "muitos migrantes" que na sua viagem "sofrem a fome, se vêem privados da liberdade, despojados dos seus bens ou de quem se abusa física e sexualmente". Imigrantes que, "depois de uma viagem duríssima e com medo e insegurança, são detidos em condições às vezes inumanas" e se vêem "obrigados à clandestinidade por diferentes motivos sociais, políticos e económicos" ou, "com o objectivo de viver dentro da lei, aceitam viver e trabalhar em condições inadmissíveis".

Por último, referiu-se aos "conflitos armados, à violência, ao crime e ao terrorismo" para dizer que são "outras causas da escravatura". Insistiu que muitas pessoas são sequestradas para serem vendidas ou recrutadas como combatentes e exploradas sexualmente, enquanto outras se vêem forçadas a emigrar, deixando tudo o que possuem.

Fonte - Publico

Nota DDP: O pano de fundo para solução dessa libertação da escravidão proposta pelo papa certamente terá vértice na adoção do domingo como dia de descanso universal.

quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

2015: papa intensificará ações contra aquecimento global

Liderando o mundo

No final de 2015, as nações do mundo vão se reunir em Paris e tentar chegar a um acordo global para reduzir as emissões de gases de efeito estufa. E o papa Francisco espera que os católicos do mundo, assim como outras grandes religiões, tenham uma grande parte a desempenhar na ação séria em relação ao clima. Isso inclui uma série de passos no próximo ano. Espera-se que Francisco diga a 1,2 bilhão de católicos do planeta por que agir sobre a mudança climática é essencial para a fé, e ele usará para isso um influente documento da Igreja chamado Encíclica. Isso tem sido muito comentado, mas o documento será liberado para 5.000 bispos e 400 mil sacerdotes depois de uma visita papal à cidade danificada pelo furacão de Tacloban, nas Filipinas. Em setembro, o papa vai levar sua mensagem para a Assembleia Geral da ONU, em Nova York, de acordo com John Vidal, do Guardian, que citou fontes do Vaticano. Ele irá pessoalmente pressionar os líderes políticos e religiosos com o objetivo de levá-los à ação real antes das reuniões de Paris, em dezembro do próximo ano.

Enquanto não se tem certeza do que exatamente ele vai dizer a esses líderes, provavelmente será semelhante ao que vem dizendo a católicos em todos os lugares, desde o início de seu pontificado. No início deste ano, Francisco disse a uma multidão enorme, em Roma: “Se destruirmos a criação, a criação vai nos destruir!” Ele chamou de “pecado” a destruição das florestas, e sob sua liderança a Igreja realizou uma reunião de cúpula de cinco dias com cientistas, economistas, filósofos, astrônomos e outros especialistas, para explorar formas de a Igreja Católica abordar os temas do clima e da sustentabilidade.

No início deste mês, durante as negociações sobre o clima em Lima, os bispos católicos de todos os continentes pediram “o fim da era do combustível fóssil”. Isso segue, segundo eles, a necessidade de priorizar “as necessidades imediatas das comunidades mais vulneráveis”. [...]

Amigo próximo de Francisco, o bispo argentino Marcelo Sánchez Sorondo é o chanceler da Pontifícia Academia de Ciências e Ciências Sociais. Ele disse em uma conferência anual para o grupo britânico Católica Cafod, no mês passado: “Hoje há evidência científica sólida de que o clima global está mudando e que a atividade humana com base na utilização de materiais fósseis contribui de forma decisiva para essa tendência.”

Soronado citou Francisco, que tem um “papel único como líder religioso”, e a necessidade de orientação moral para garantir que o mundo se desenvolva de forma sustentável e socialmente inclusiva. “O problema da mudança climática se tornou um grande problema social e moral, e as mentalidades só podem ser alteradas por razões morais e religiosas”, disse ele.

Portanto, os acadêmicos apoiam a iniciativa do papa de publicar uma Encíclica ou outro documento importante sobre o clima e a inclusão social, a fim de influenciar decisões cruciais no próximo ano. Na verdade, a ideia é convocar uma reunião com os líderes religiosos das principais religiões para tornar todas as pessoas cientes do estado do nosso clima e da tragédia da exclusão social, a partir da mensagem bíblica de que o homem é o mordomo da natureza, e o desenvolvimento humano de acordo com o seu potencial não é contra ela, como Paulo IV havia dito.

Os detalhes que cercam essa reunião do clima com os líderes religiosos do mundo são ainda pouco claros, mas Francisco provavelmente vai encontrar algumas partes de seu público dispostas e propícias a uma forte ação climática. No início deste ano, um grupo de cristãos evangélicos pediu ao presidente Obama para discutir as mudanças climáticas com o papa no Vaticano, enquanto o governador da Flórida, Rick Scott, disse que a mudança climática era uma questão “pró-vida”. Líderes de várias religiões diferentes, em audiências públicas da agência em julho, incentivaram a EPA a regular o dióxido de carbono das usinas dizendo que a poluição pelo carbono é “uma afronta a Deus”.

Por outro lado, a grande maioria dos evangélicos brancos nos EUA acredita que o agravamento das catástrofes naturais é um sinal do Apocalipse, e outras seitas evangélicas conservadoras provavelmente vão se opor aos esforços de Francisco. [...]

(Climate Progress)

Nota Michelson Borges: Se ainda havia quem duvidasse do grande poder de coalizão ecumênica que a bandeira ecológica representa, talvez 2015 ajude a mudar essa ideia. O ECOmenismoavança a passos largos. Religião e política se misturam cada vez mais nesse cenário catastrófico, e Francisco desponta como líder capaz de encabeçar essa coalizão para “salvar a Terra” – a ponto de ser sugerido até que o próprio presidente dos EUA vá ao Vaticano conversar com o papa. Lembre-se de que uma das propostas do Vaticano para reduzir as emissões de dióxido de carbono é a cessação do trabalho e do consumismo aos domingos, no que recebe já o apoio do Parlamento Europeu e de significativa parcela da população em geral. Quem vai se opor a uma proposta tão simpática e aparentemente tão necessária? Bem, conforme o próprio texto acima antevê, algumas “seitas evangélicas conservadoras” (os “fundamentalistas”?) irão se opor, não porque não queiram lutar pelo bem de todos e do meio ambiente, mas porque (pelo menos no caso de um desses grupos injustamente chamado “seita”) não poderão aceitar que o domingo e não o sábado seja considerado dia sagrado, em oposição ao que ensina a Bíblia Sagrada. Pelo visto, o ano que vem nos reserva eventos interessantes...

terça-feira, 30 de dezembro de 2014

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Coreia do Norte ameaça atacar EUA e acusa Washington de estar por trás de filme

Regime comunista fala em 'guerra cibernética' e ameaça destruir Casa Branca e Pentágono – mas continua negando que tenha organizado ataque contra Sony

A Coreia do Norte acusou nesta segunda-feira o governo dos Estados Unidos de estar por trás da produção do filme A Entrevista e ameaçou atacar "as cidadelas imperialistas" do país, como a Casa Branca e o Pentágono.

"O Exército e o povo da RPDC (Coreia do Norte) estão completamente preparados para um confronto com os EUA em todos os espaços de guerra, incluindo a cibernética para atacar essas cidadelas. (...) Nosso mais duro contra-ataque será dirigido à Casa Branca, ao Pentágono e a todo o território continental dos Estados Unidos", afirmou o regime do ditador Kim Jong-un em comunicado publicado em inglês pela agência estatal KCNA.

No mesmo texto, o regime comunista reiterou que não tem nada a ver com o ciberataque contra a Sony, que produziu o filme, e demonstrou irritação com as acusações. O regime, no entanto, voltou a saudar os hackers que invadiram a rede do estúdio e vazaram centenas de dados. "Temos em alta estima essa ação justa."

Em outro trecho, o governo norte-coreano comemorou a decisão da Sony de suspender a estreia do filme, que classificou como "reacionário", e acusou o governo de Barack Obama de participação na produção da película. "Os EUA fazem chamados para combater o terrorismo no mundo, mas planejam atrás das cortinas a produção e distribuição de filmes que incitam a prática em vários países do mundo", disse o texto.

A Coreia do Norte tem um longo histórico de uso de retórica ameaçadora durante escaladas de tensão com os EUA, e já fez ameaças parecidas no passado. Analistas apontam que o comunicado distribuído nesta segunda também foi produzido para o consumo interno no Estado totalitário e tenta obscurecer as recriminações internacionais que o regime enfrenta pela acusação de envolvimento no ciberataque.

Lista negra – A retórica irada da Coreia do Norte ocorre logo depois dos EUA terem acusado oficialmente o país e afirmado que consideram voltar a incluir o regime de Kim na lista de países patrocinadores do terrorismo. A inclusão nessa lista negra pode provocar restrições em ajuda externa, a proibição das exportações e as vendas da área de defesa, controles sobre certas exportações e diversos impedimentos financeiros e de outro tipo. Em entrevista à rede CNN, Obama não considerou que o ataque contra a Sony Pictures tenha sido um 'ato de guerra', mas de 'cibervandalismo', ao qual os EUA responderão.

O estúdio entrou na mira do regime por causa da produção de A Entrevista, uma comédia que retrata um complô para matar o ditador Kim Jong-un.

Após o ciberataque, hackers advertiram que atacariam os cinemas que projetassem o filme, o que provocou uma retirada em massa de cartaz do filme e finalmente o cancelamento de sua estreia que estava prevista para 25 de dezembro. O caso provocou intensas discussões nos EUA e a Sony, junto com as grandes redes de cinema do país, foram criticadas por ceder a uma chantagem contra a liberdade de expressão.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Porto Alegre registra mais de 250 ocorrências e vento de 129 km/h

Uma morte, desabamento, barcos à deriva e incêndios ocorreram durante o mau tempo

Durante o temporal deste sábado, foram geradas mais de 250 ocorrências em Porto Alegre, registradas pela Secretaria de Segurança Pública do Estado (SSP). Um dos causadores de tantos problemas foi o vendaval com rajada de 129 km/h, captada no Aeroporto Salgado Filho, informou o Climatempo.

O caso mais grave foi a morte de um pedestre que aguardava ônibus no viaduto José Eduardo Utzig (Zona Norte), atingido por um carro cujo motorista teria perdido o controle da direção na pista molhada. O veículo caiu do viaduto junto com o atropelado. Mas houve outros momentos de terror na cidade por causa da chuvarada.Leia todas as notícias de Zero HoraLeia todas as notícias de Porto Alegre

No final da noite, nove pessoas estavam à deriva em um barco no Guaíba, na altura de Itapuã, aguardando o deslocamento de um grupo de resgate dos bombeiros. Mais cedo, um grupo que estava em outra embarcação foi resgatado por velejadores do Clube Jangadeiros, conforme a SSP.

Na Rua Serra Verde, na Zona Sul, uma casa desabou depois de ter sido atingida por um muro. Em meio à chuva, também houve fogo: três incêndios ocorreram na cidade, e um deles consumiu inteiramente uma casa na Zona Sul. Um princípio de incêndio foi registrado em um elevador na Rua Sarmento Leite, no meirro Cidade Baixa.

Fonte - Zero Hora

sábado, 20 de dezembro de 2014

Mortos por ebola já ultrapassam 7 mil, diz OMS

O pior surto de ebola já registrado já matou mais de 7 mil pessoas, sendo que a maior parte das novas mortes foi registrada em Serra Leoa, informou a Organização Mundial da Saúde (OMS). A informação foi divulgada no meio da viagem do secretário-geral da Organização Nações Unidas (ONU), Ban Ki-moon, que visita os países africanos mais afetados pela doença.

Os três países mais afetados pelo ebola (Guiné, Serra Leoa e Libéria) registram agora mais 7.373 mortes, acima das 6.900 de quarta-feira, segundo dados da OMS divulgados na internet na noite de sexta-feira. Nesse período foram registradas mais 392 mortes em Serra Leoa, onde a doença se espalha mais rapidamente.

O novo total inclui mortes confirmadas, prováveis e suspeitas de terem sido causadas pelo vírus do ebola. A OMS disse que também aconteceram seis mortes por causa da doença no Mali, oito na Nigéria e uma nos Estados Unidos.

O número total de infectados pela doença na Guiné, Serra Leoa e Libéria é atualmente de 19.031. Ban chegou à Guiné - onde os primeiros casos do surto foram confirmados em março - neste sábado, após visitar a Libéria e Serra Leoa na sexta-feira.

Depois de reunir-se com o presidente Alpha Conde, ele expressou preocupação com a situação no país, onde o número de infectados "parece continuar a crescer". A região faz fronteira com a Libéria, Serra Leoa e Costa do Marfim. Ban pediu a colaboração entre os países para controlar a doença.

Ele instou os cidadãos da Guiné que se comprometam com a erradicação do ebola, afirmando que os parceiros da ONU "estão aqui para ajudá-los". "Nunca foi tão importante trabalharmos juntos", declarou ele.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Maioria dos norte-americanos aprova tortura no combate ao terrorismo

Pesquisa revela ainda que 56% dos americanos acreditam que as técnicas de afogamento simulado e privação do sono facilitaram o acesso a informações que evitaram atos de terrorismo no país

Mais da metade dos norte-americanos, 51%, aprovam a prática de tortura em interrogatórios para impedir atentados terroristas. Além disso, 56% deles acreditam que as técnicas de afogamento simulado (waterboarding)e privação do sono usadas pela CIA facilitaram o acesso a informações que evitaram atos de terrorismo no país. Os dados são de uma pesquisa da Agence France-Presse.

O estudo foi feito entre os dias 11 e 14 de dezembro, logo após a divulgação feita pelo Senado de um relatório sobre as práticas de tortura empregadas pela agência de inteligência norte-americana. A enquete aponta que apenas 29% dos cidadãos dos EUA rejeitam os métodos utilizados pela CIA. Já para 43%, a decisão do Senado de publicar o relatório vai contra os interesses do país.

Eficácia dos métodos questionada

Além das técnicas de tortura listadas acima, o documento do Senado também revelou que a CIA espancava, ameaçava e ainda amarrava os suspeitos por dois dias no escuro em prisões clandestinas. A eficácia destes métodos é questionada pela Comissão de Inteligência do Senado. Para este grupo, suspeitos ligados à Al Qaeda foram submetidos a processos brutais depois do 11 de setembro sem nenhum retorno efetivo.

No último domingo, 14, o ex-vice-presidente Dick Chaney defendeu o uso de tais técnicas durante a gestão de George W. Bush. Para ele, os agentes da CIA são “heróis nacionais” e não torturadores. “Eles deveriam ser felicitados, deveriam ser condecorados”, disse à emissora norte-americana NBC.

Fonte - Opinião e Notícia

Israel lança 1º ataque a Gaza desde cessar-fogo

Israel voltou a bombardear Gaza na madrugada deste sábado (noite de sexta-feira no Brasil), na primeira ação deste tipo desde que o cessar-fogo foi declarado em agosto deste ano.

Segundo Israel, o ataque aéreo teve como alvo uma instalação do grupo palestino Hamas e foi uma resposta ao lançamento de um foguete do território palestino.

Moradores da região de Khan Yunis, em Gaza, relataram ter ouvido duas explosões, informou a agência de notícias Associated Press.

A trégua declarada em agosto encerrou sete semanas de um conflito que matou mais de 2,2 mil pessoas – a maioria delas palestinas.

O porta-voz da IDF (Forças Armadas de Israel), coronel Peter Lerner, afirmou que o ataque teve como alvo "a infraestrutura terrorista do Hamas".

Segundo Lerner, a ofensiva israelense foi uma resposta ao lançamento de um foguete que caiu em Eshkol, no sul de Israel, na noite de sexta-feira (tarde no Brasil).

O foguete caiu em um campo aberto. Não houve mortos nem feridos.

De acordo com autoridades israelenses, o ataque contra Gaza também não provocou mortes.

O Hamas, grupo que atua no território palestino, lançou milhares de foguetes e morteiros contra Israel durante o conflito, que durou quase dois meses.

Em resposta, o governo israelense realizou um bombardeio aéreo e uma ofensiva terrestre sobre Gaza.

Mais de 70 israelenses morreram durante o confronto, muitos dos quais soldados.

O Natal da reconciliação de EUA e Cuba

A retomada das relações diplomáticas entre os Estados Unidos e Cuba, rompidas há 53 anos, é o começo do fim do regime castrista

Pequenos gestos podem definir a história. Quando o líder palestino Yasser Arafat apertou a mão do premiê israelense Ytzhak Rabin, em 1993, para selar os acordos de Oslo, israelenses e palestinos vislumbraram a paz. Apesar de não ter dado os frutos desejados – ainda –, o aperto de mão provou que o diálogo era possível. Quando o presidente americano Richard Nixon viajou para a China, em 1972, os dois países não dialogavam havia três décadas. A visita ajudou a normalizar as relações e pôs a China na trilha do desenvolvimento. Atos simples de conciliação são o começo de grandes mudanças e ajudam a paz a vicejar. Tais atos são mais necessários num mundo conflagrado por crises e conflitos.

Na semana passada, Estados Unidos e Cuba, dois oponentes figadais desde os tempos da Guerra Fria, se reaproximaram depois de 53 anos de rompimento de relações diplomáticas. A mudança histórica começou com um gesto simples de aproximação. Em dezembro de 2008, quando Barack Obama já fora eleito presidente dos EUA, mas não tomara posse, ele se encontrou no Brasil com o presidente cubano Raúl Castro, irmão de Fidel Castro. Na ocasião, Raúl fez uma proposta ousada: “A época dos gestos unilaterais se acabou em Cuba. Tem de haver gestos bilaterais. Esses prisioneiros políticos, querem soltá-los? Que nos digam, que os mandamos para lá (EUA) com família e tudo”. Idas e vindas adiaram os diálogos, até outro gesto simples revivê-­los. Em 2013, numa homenagem a Nélson Mandela, na África do Sul, Obama apertou a mão de Raúl.

Um ano depois do gesto simbólico, Obama anunciou, na última quarta-feira, dia 17, areaproximação diplomática entre os dois países, com a reabertura da embaixada americana em Havana, e o fim de algumas restrições econômicas a Cuba. “Estou convencido de que, por meio de uma política de engajamento, podemos defender nossos valores e ajudar o povo cubano a ajudar a si próprio na entrada do século XXI”, disse. Ao mesmo tempo que Obama anunciava as medidas, Raúl fazia um pronunciamento televisivo para comunicar as novidades.

Fonte - Época

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

"Sob Francisco, emerge uma diplomacia mais ousada do Vaticano"

ROMA - Talvez o timing foi pura coincidência. Mas um dia depois que ele foi creditado por ajudar a intermediar o avanço diplomático histórico entreCuba e os Estados Unidos, o Papa Francisco começou sua quinta de manhã cumprimentando uma nova safra de enviados ao Vaticano , e oferece alguns conselhos.

"O trabalho de um embaixador reside em pequenos passos, pequenas coisas, mas eles sempre acabam fazendo a paz, trazendo mais perto dos corações das pessoas, semeando a fraternidade entre as pessoas", disse ele. "Este é o seu trabalho, mas com pequenas coisas, pequenas coisas."

No entanto, se o Vaticano tenha praticado por muito tempo um metódico, marca discreta da diplomacia, o que mudou sob Francis - ou foi restaurada - é uma visão de ousadia diplomática, a vontade de assumir riscos e inserir o Vaticano em disputas diplomáticas, especialmente nos casos em que pode agir como um corretor independente.

Mesmo que o Vaticano passou décadas construindo confiança em Cuba , e que trabalham de forma constante para quebrar o impasse com os Estados Unidos, foi Francisco quem levou os riscos fatais - escrever cartas secretas para o presidente Obama eo presidente Raúl Castro, de Cuba, e em seguida, oferecendo Vaticano para uma reunião secreta e crítica entre os dois lados, em outubro.

A comparação agora citada por muitos analistas é com o Papa João Paulo II. Se os dois papas não são sempre simpatico na ideologia, os dois homens têm entendido como usar o papado em uma idade media global e usar o poder da biografia pessoal para ajudar a posicionar o Vaticano como um corretor neutro.

Assim como João Paulo II, o primeiro papa polonês, tinha uma credibilidade única como uma voz contra o comunismo na Europa Oriental, por isso, também, é que Francis - o primeiro papa latino-americano - agora beneficiar de uma credibilidade única no mundo em desenvolvimento.

"Há elementos para Francis que são John Paul-esque", disse Francis Campbell, um ex-embaixador britânico junto à Santa Sé, acrescentando que Francis tinha abraçado o púlpito fornecida pelo papado. "O papado é um dos grandes formadores de opinião do mundo. Se as pessoas concordam com ela ou discordar com ele, ele tem uma grande voz. "

É muito cedo para saber o quanto Francis pode influenciar outras questões globais contenciosos. Ele organizou um June "summit oração" com os israelenses e palestinos presidentes que proporcionaram uma foto-op, mas aparentemente trouxe poucos resultados concretos. Logo depois, Israel ordenou um ataque em Gaza contra o Hamas, o palestino grupo militante.

Francis também herdou standoffs Vaticano de longa data, inclusive com a Arábia Saudita, e especialmente a China, onde a Santa Sé eo governo chinês estão envolvidos em um impasse diplomático de décadas sobre qual lado irá controlar bispos em igrejas católicas sancionados pelo Estado da China.

A delicadeza da questão China ficou evidente na semana passada, quando Francis se recusou a encontrar o Dalai Lama, aparentemente para evitar ofender os chineses, que consideram o líder espiritual tibetano como um inimigo.

No entanto, a julgar pelo seu itinerário, Francis está empurrando para estabelecer o Vaticano como um corretor de confiança diplomática. Em menos de dois anos como papa, ele já viajou para o Oriente Médio, Turquia, Coreia do Sul, Brasil, Albânia, na França e na ilha italiana de Lampedusa, onde chamou a atenção para a situação dos migrantes. No próximo mês, ele vai viajar para o Sri Lanka e Filipinas, e no próximo outono, ele fará sua primeira visita aos Estados Unidos.

Francis herdou uma burocracia do Vaticano em desordem e contaminado com escândalo após a inesperada renúncia de seu antecessor, Bento XVI.Bento foi visto como um administrador desatento, e um de seus assessores, o ex-secretário de Estado Tarcisio Bertone , foi responsabilizado por má gestão e, mais tarde, foi investigada por corrupção.

Francis renovou a burocracia, a delegação de tarefas financeiras para um novo ministério economia enquanto nomeia diplomatas para postos-chave em outro lugar, mais notavelmente o seu segundo em comando, Secretário de Estado Pietro Parolin, um cardeal italiano que liderou as negociações do Vaticano delicadas com o Vietnã e servido como núncio apostólico, ou embaixador, na Venezuela.

Ao contrário durante a era Bento, Francis e Cardinal Parolin são vistos como trabalhando em conjunto - o papa carismático e o diplomata metódica.

"Este papa governa juntamente com o secretário de Estado - ele não deixá-lo agir separadamente e de forma independente, como antes", disse Paolo Rodari, especialista em Vaticano no La Repubblica, um jornal italiano. Ele acrescentou que Francis tinha rapidamente construiu um relacionamento com líderes mundiais. "Ele estabelece relações muito facilmente", disse ele.

No passado, o Vaticano foi muitas vezes considerado pelo mundo não-ocidental como alinhado com a Europa ou os Estados Unidos. Um argentino, Francis tem regularmente procurou colocar-se em uma posição mais neutra, muitas vezes de forma sutil.

Em declarações aos jornalistas no avião papal após sua viagem à Turquia, Francis não hesitou em criticar a perseguição dos cristãos no Oriente Médio, no entanto, ele também falou sobre empathetically as percepções negativas, relacionadas com o terrorismo, que muitas vezes são suportadas pelos muçulmanos.

"Assim, muitos muçulmanos se sentir ofendido; eles dizem: 'Mas isso não é o que somos. O Alcorão é um livro profético de paz. Este não é o Islã ", disse ele. "Eu posso entender isso."

Por seu papel na diplomacia cubana, Francis estava seguindo os passos de João Paulo II, que visitou a ilha em 1998 e chamado para os Estados Unidos a levantar o bloqueio econômico. Na época, não tinha havido especulações de que a viagem de João Paulo pode quebrar o impasse EUA-Cuba, mas isso não aconteceu.

Mesmo assim, analistas disseram que os líderes católicos tinham continuado a cutucar o governo cubano para a mudança. Durante a década de 1990, vários bispos americanos feito incursões regulares para Cuba, criticando o bloqueio e colocar a atenção sobre as dificuldades enfrentadas por pessoas comuns.

Cardeal Jaime Ortega , arcebispo de Havana, é creditado com adroitly navegar no difícil papel de defender a Igreja contra a perseguição do governo, mesmo enquanto ele mantinha contatos vivos com as autoridades cubanas.

Cardeal Ortega também passou a ser em Roma, em 03 de outubro e reuniu-se com Francis, de acordo com registros do Vaticano, levantando a possibilidade de que ele, também, participou da reunião de outubro do segredo que é creditado com a selar o negócio diplomática.

"Ortega sempre empurrado para uma reforma gradual do regime, para a abertura, mas ao mesmo tempo ele tem sido um parceiro de confiança para o governo - e com o apoio total do João Paulo II , Bento e Francisco ", disse Marco Politi , um autor e um veterano analista do Vaticano.

No final, porém, foi Francisco quem ajudou a projetar o avanço final."Francis trouxe de volta a Santa Sé no cenário internacional", disse Politi.

Fonte - New York Times (Tradução Google)

O Papa encoraja católicos e luteranos a prosseguir no caminho do diálogo ecumênico

Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco iniciou sua série de audiência, na manhã desta quinta-feira (18/12), recebendo, na Sala Clementina, no Vaticano, 13 Embaixadores junto à Santa Sé, para a apresentação de suas Cartas Credenciais.

A seguir, recebeu uma delegação de onze representantes da Igreja Evangélica Luterana alemã e da Comissão Ecumênica da Conferência Episcopal da Alemanha, em visita ecumênica a Roma.

Em sua saudação aos presentes, o Santo Padre disse que “o diálogo oficial entre luteranos e católicos percorreu quase 50 anos de intenso trabalho. O notável progresso, que foi realizado, com a ajuda de Deus, constitui um sólido fundamento de sincera amizade, vivida na fé e na espiritualidade. E o Papa ponderou:

“Não obstante as diferenças teológicas, que ainda permanecem em várias questões de fé, a colaboração e a convivência fraterna caracterizam a vida das nossas Igrejas e Comunidade eclesiais, comprometidas em um caminho ecumênico comum. A responsabilidade ecumênica da Igreja Católica faz parte da sua tarefa essencial, convocada e orientada pela unidade de Deus Uno e Trino.

Documentos conjuntos, - como a “Declaração Comum sobre a Doutrina da Justificação”, entre a Federação Luterana Mundial e o Pontifício Conselho para a Unidade dos Cristãos, assinada há quinze anos, - são importantes pedras fundamentais, que permitem prosseguir, com confiança, na estrada ecumênica traçada. Aqui, o Papa encorajou:

“O objetivo comum da unidade plena e visível dos cristãos parece, às vezes, distanciar-se por causa de diversas interpretações no âmbito do diálogo, do real significado de Igreja e da sua unidade. Não obstante tais questões abertas, não devemos resignar-nos, mas, ao contrário, concentrar-nos sobre os passos futuros.”

Entretanto, advertiu o Papa, não devemos nos esquecer que estamos trilhando juntos um caminho de amizade, de estima mútua e de pesquisa teológica, um caminho que nos torna esperançosos quanto ao futuro. Neste sentido, expressou sua satisfação pelo trabalho que a Comissão de diálogo bilateral, entre Bispos alemães e evangélicos-luteranos, estão para terminar sobre o tema “Deus e a dignidade do homem”. E recordou:

“O diálogo ecumênico, hoje, não pode ser separado da realidade e da vida das nossas Igrejas. Em 2017, os cristãos luteranos e os católicos vão comemorar, juntos, o quinto Centenário da Reforma. Trata-se de uma ocasião em que, luteranos e católicos, terão, pela primeira vez, a possibilidade de participar de uma comemoração ecumênica em todo o mundo, professando a própria fé comum em Deus Uno e Trino.”

Ao centro deste evento, disse por fim o Bispo de Roma, além da oração comum, se destaca o íntimo pedido de perdão pelas culpas recíprocas e alegria de percorrer, juntos, um caminho ecumênico partilhado. O Papa concluiu fazendo votos de que tal comemoração da Reforma possa encorajar a todos a dar, com a ajuda de Deus e as luzes do Espírito Santo, ulteriores passos rumo à unidade. (MT)

Fonte - Radio Vaticano

Arábia Saudita decreta pena de morte para quem carregar Bíblia

Nova lei sobre literatura pode por fim ao cristianismo na região

A Arábia Saudita é o “berço” do Islamismo, tendo em Meca a cidade mais sagrada desta religião. Já é proibido aos não muçulmanos entrarem naquela cidade. De modo geral, a perseguição religiosa só aumenta. Não há igrejas conhecidas e a maioria dos cristãos naquela nação são imigrantes estrangeiros.

Agora, o governo do país que já se diz regido pela lei sharia, anuncia modificações em uma lei sobre literatura. Isso poderá marcar o fim do cristianismo na região. O motivo é simples: está prevista pena capital para quem carregar Bíblias para dentro da Arábia. Ou seja, o que já era considerado contrabando, agora chega ao extremo. Não se pode comprar legalmente uma cópia das Escrituras por lá.

A missão Heart Cry [Clamor do coração] divulgou em seu relatório mais recente que ao legislar sobre a importação de drogas ilegais, incluiu-se um artigo que aborda “todas as publicações de outras crenças religiosas não islâmicas e que tragam prejuízo”. Ou seja, na prática, entrar com uma Bíblia na Arábia Saudita será o mesmo que carregar cocaína ou heroína.

Segundo a lista publicada anualmente pelo Ministério Portas Abertas, em 2014 a Arábia Saudita figura como o 6º país que mais persegue cristãos. A conversão para outra religião já era proibida na Arábia Saudita, punida com a morte. Mesmo assim, existem relatos crescentes que muçulmanos estão seguindo a Cristo após sonhos e visões.

O portal WND entrou em contato com a embaixada da Arábia Saudita para confirmar as mudanças na lei, mas a resposta oficial é que não haveria comentários. Por ser um importante parceiro comercial dos EUA, a Arábia raramente recebe cobertura negativa da imprensa.

O teólogo Joel Richardson, que tem escrito vários livros e produz documentários sobre o islamismo e o final dos tempos, afirmou: “Se os muçulmanos verdadeiramente tivessem confiança que sua religião é verdadeira, não teriam medo de pessoas que leem a Bíblia”.

Para ele, o decreto é uma prova que o governo saudita tem medo do impacto do cristianismo. Produtor do documentário “End Times Eyewitness” [Testemunhas do Final dos Tempos], Richardson acredita que “Se eles estão matando pessoas por carregarem uma Bíblia, este é o cumprimento de Apocalipse 6:9″.

Fonte - Gospel Prime

18 fatos que mostram como o papa Francisco é pop


1) No segundo ano de seu pontificado, o papa Francisco mostrou que continua decidido a abrir várias frentes para reformar a igreja, imprimindo ao papado um novo estilo, mais próximo dos fiéis, e seguindo de perto tudo o que ocorre no mundo. Este álbum mostra a variedade de interesses e a frenética atuação de Jorge Mario Bergoglio ao longo de 2014. É de tirar o fôlego.

2) REFORMISTA - O papa Francisco foi eleito em 13 de março de 2013. Ao completar o primeiro ano do pontificado, mostrou ter retomado o controle da igreja em todas as frentes. Especialistas falam em uma "revolução de gestos". Espontâneo, é um grande comunicador. Francisco é um "general" jesuíta, determinado, exigente, às vezes com pouco tato.

3) SANTO BRASILEIRO - Em abril, Francisco canonizou José de Anchieta. Ele se tornou o terceiro santo brasileiro. O processo de canonização teve início em 1597, logo depois da morte do jesuíta. Nascido nas Ilhas Canárias, Anchieta veio para o Brasil em 1553 e participou da fundação do Colégio de São Paulo de Piratininga, berço da capital paulista.

4) ATRAPALHADO - Dando a sua bênção semanal no início de março na praça São Pedro, no Vaticano, o papa argentino se confundiu com a língua italiana e acabou falando um palavrão sem querer. Francisco pedia uma solução pacífica para a crise na Ucrânia. Em vez de dizer "neste caso", o papa leu "neste 'cazzo'", que, em italiano, é uma gíria popular para se referir ao órgão sexual masculino e é usada com bastante frequência na Itália. Ele corrigiu-se em seguida, mas a gafe correu o mundo

5) ALÔ, ALÔ, MARCIANOS - Falando sobre a liberdade do Espírito Santo, em maio, o papa Francisco disse que daria os sacramentos católicos até a extraterrestres. "Se amanhã aparecesse uma expedição de marcianos, por exemplo, alguns viessem até nós --verdes, com aquele nariz longo e as orelhas grandes, como desenham as crianças-- e um deles dissesse 'Eu quero o batismo', o que aconteceria?", perguntou-se o Pontífice. "Quem sou eu para colocar impedimentos", respondeu.

6) MEDIADOR DE CONFLITOS - Em visita ao Oriente Médio, em maio, o papa Francisco convidou os presidentes da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas, e de Israel, Shimon Peres, a se unirem a suas orações pela paz e ofereceu "sua casa", o Vaticano, para a implementação deste projeto. ?Os que fazemos parte da igreja temos a obrigação de nos converter em ferramentas para a paz, especialmente por meio de nossas preces", afirmou.

7) GURU DE AUTOAJUDA - Em entrevista à revista "Viva", do jornal argentino "Clarín", o papa Francisco deu dicas de como ter uma vida feliz. Entre os mandamentos sugeridos, estão: "Viva e deixe viver"; "brincar com as crianças" e "cuidar da natureza".

8) RECONCILIADOR - Na primeira visita de um papa à Ásia em 15 anos, o papa Francisco pediu, em agosto, por paz e reconciliação na dividida península coreana, e enviou uma mensagem de boa vontade para a China. Em Seul, Francisco rezou com um grupo de "mulheres de conforto", que eram forçadas a trabalhar como escravas sexuais para soldados japoneses que ocuparam o país antes e durante a Segunda Guerra Mundial

9) CASAMENTO - O papa Francisco ordenou em setembro uma revisão com o objetivo de simplificar os procedimentos da Igreja para a nulidade de casamentos, uma medida que pode facilitar a vida de católicos que querem encerrar seus matrimônios. Francisco nomeou uma comissão de 11 canonistas e teólogos para propor a reforma nos processos, "buscando simplificá-los e racionalizá-los enquanto garante o princípio da indissolubilidade do casamento".

10) COMBATE À PEDOFILIA - Ao longo do ano, Francisco fez vários comentários e gestos condenando religiosos que cometeram crime de pedofilia. Em setembro, ordenou pessoalmente a detenção de um ex-arcebispo e ex-embaixador da Santa Sé acusado de pedofilia, no primeiro caso de prisão no Vaticano de alguém suspeito de cometer esse crime, o polonês Jozef Wesolowski, de 66 anos

11) ACENO AOS HOMOSSEXUAIS - Como ocorreu já no primeiro ano, Franciso voltou a dar sinais de que defende um tratamento igualitário da igreja aos homossexuais. Foi derrotado, porém, no Sínodo dos Bispos, realizado em outubro, que eliminou a expressão "boas-vindas aos homossexuais" do relatório final. Ao todo, 183 religiosos participaram do Sínodo. Na foto, cartaz lembra Francisco em parada gay nas Filipinas

12) BOM DE GARFO - Empanadas de pepperoni, maminha, mate e, claro, doce de leite. Estas são algumas das iguarias apreciadas pelo papa, segundo revelou o livro "Bom apetite, Guarda Suíça", que reúne as receitas mais apreciadas na Santa Sé. O autor da obra é um jovem membro da Guarda Suíça Pontifícia e cozinheiro profissional, David Geisser

13) O PAPA É PUNK - O papa Francisco convidou a cantora Patti Smith para cantar no concerto anual de Natal do Vaticano. Conhecida como a "Avó do Punk", Smith foi um dos 18 artistas que se apresentaram no Auditório de Conciliação de Roma, em 13 de dezembro. Em abril de 2013, Patti Smith assistiu à audiência geral do papa na praça São Pedro e o cumprimentou

14) BOM CORAÇÃO - Em novembro, o papa Francisco mandou instalar três chuveiros para que os sem-teto que vivem nas imediações da Basílica São Pedro possam tomar banho. Bem-humorado, o jornal ?La Stampa?, que revelou o projeto, informou que a ideia é que eles possam também lavar e trocar a cama "sob as janelas do Palácio Apóstolico".

15) AMBIENTALISTA - Engajado na luta contra aquecimento global, o papa Francisco alertou os países participantes da Cúpula do Clima, em Lima, no Peru, que o tempo para encontrar soluções para a mudança climática "está se esgotando". Na reunião, realizada em dezembro, foi lida uma mensagem sua que alerta: " Só poderemos achar soluções adequadas se atuarmos juntos. Existe, portanto, uma clara, definitiva e inadiável ética de atuar"

16) PAIXÃO POR FUTEBOL - Torcedor apaixonado do San Lorenzo, da Argentina, o papa teve o prazer de ver o seu time conquistar a Taça Libertadores da América em 2014. Na Turquia, durante uma visita, ao ser apresentado a um diplomata brasileiro, travou os seguinte diálogo com ele: "Sua Santidade, eu sou o cônsul-geral do Brasil". Jorge Bergoglio respondeu: "Prazer. Me diga, quem é melhor: Maradona ou Pelé?". Na foto, ele recebe a delegação do San Lorenzo

17) VISITA HISTÓRICA - Em uma visita considerada histórica à Turquia, o papa Francisco fez um apelo por maior diálogo entre religiões para conter o fanatismo e o fundamentalismo. "Fanatismo e fundamentalismo, assim como temores irracionais que abrigam discriminação mal entendidos, precisam ser contidos com a solidariedade de todos os crentes", disse o pontífice.

18) CACHORROS VÃO PARA O CÉU? - Ao tentar consolar um garotinho triste pela morte de seu cachorro, Francisco disse em dezembro, na Praça de São Pedro, que "o paraíso está aberto a todas as criaturas do Senhor". A frase abriu polêmica entre teólogos, que avaliam o que o papa quis dizer exatamente. O Vaticano esclareceu que a frase não quis dizer que os cachorros têm alma.

19) O DIPLOMATA - A retomada das relações diplomáticas entre Estados Unidos e Cuba, anunciada na segunda quinzena de dezembro, também teve a mão do papa. O fato foi revelado por um funcionário americano de alto escalão. Francisco e o Vaticano tiveram um papel essencial, intermediando a aproximação histórica. Na foto, o presidente dos EUA, Barack Obama, se reúne com o papa Francisco no Vaticano, no primeiro encontro privado entre os dois líderes. "Sou um grande admirador", disse Obama, em inglês, ao papa no início do encontro

Fonte - UOL

Nota DDP: Alguém tem dificuldade de perceber que a ferida de morte está caminhando a passos largos para estar completamente curada, que o mundo se demonstra cada vez mais maravilhado com o poder da primeira besta e, finalmente, que a segunda já dá sinais externos claros de alinhamento?

Mais de 7 milhões de pessoas passam fome no Brasil

São Paulo - Em 2013, 52 milhões de brasileiros tiveram algum tipo de dificuldade para comprar alimentos. Apesar do número ser alto, ele está em queda. Segundo dados do PNAD, entre 2009 e 2013, a quantidade de casas com insegurança alimentar caiu de 30,2% para 22,6%. No entanto, 7 milhões de pessoas ainda passam fome no Brasil.

Os dados são do levantamento suplementar da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD) 2013 sobre segurança alimentar que foi realizado pelo IBGE em convênio com o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS).

Um domicílio com segurança alimentar é aquele onde os membros adultos e crianças passam por privação de alimentos. O IBGE classifica a insegurança em três níveis.

A situação é mais crítica nas regiões Norte e Nordeste, onde atinge 36,1% e 38,1% dos domicílios. Na área rural chega a 35,3%.

A prevalência de insegurança alimentar moderada ou grave é maior nos domicílios cuja pessoa de referência é mulher (9,3%), de cor ou raça preta ou parda (29,8%).

Outra característica interessante das pessoas em situação de insegurança alimenta é que mais da metade (54,7%) delas estão empregadas - e mesmo assim não têm dinheiro para alimentação.

Fonte - Exame

Pastor comenta histórica reaproximação de Cuba e Estados Unidos

Brasília, DF … [ASN] Repercutirá ainda hoje, durante o dia, notícia veiculada amplamente pelas agências internacionais sobre reaproximação diplomática entre Cuba e os Estados Unidos. Segundo alguns veículos de comunicação, a negociação foi feita pelo Canadá e pelo papa Francisco. Uma série de mudanças ampliará o comércio e o fluxo de pessoas entre os dois países e colocará fim a um período de cinco décadas de brigas, embargos econômicos e afastamento entre os dois países. Para os adventistas, esse episódio histórico tem implicações no aspecto teológico e profético conforme a Bíblia.

É preciso compreender esse fato dentro de um contexto geopolítico maior. E quem explica é o pastor Rafael Rossi, diretor sul-americano de Comunicação da Igreja Adventista, palestrante reconhecido sobre profecias apocalípticas e autor da série de estudos Apocalipse – O Fim Revelado. Conforme Rossi, “em Apocalipse 13 encontramos duas bestas. Na profecia bíblica besta sempre significa poder ou reino que está em oposição ao reino de Deus. É uma marca de rebelião e abandono dos princípios de Deus. Uma das bestas representa o poder religioso que teve a sua supremacia por 1260 anos, foi ferida e sobreviveu. Já a segunda besta é representada por um poder político. Todas as características apresentadas na Bíblia se cumprem com o surgimento dos Estados Unidos. Tornou-se nação em 1776 em um território não habitado por outra nação civilizada, ou seja, o segundo poder surgiu da terra e não do mar como a primeira besta. Mar, de acordo com Apocalipse 17:15, significa lugar povoado e terra o oposto”.

União das bestas apocalípticas

Para o teólogo, que se fundamenta em estudos com essa mesma interpretação já feitos há muitos anos, em seu começo os Estados Unidos, profeticamente, falavam como cordeiro, símbolo de seus ideais de liberdade, porém ele entende que chegará o momento em que a profecia diz que o poder político representado pelos Estados Unidos falará como dragão. Ou seja, agirá de uma forma radicalmente diferente.

“A segunda besta se unirá a primeira besta e diz o Apocalipse que ’.. faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada’. Apocalipse 13:12. ‘E lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta’, conforme Apocalipse 13:15. Haverá a união entre as duas bestas, que somarão suas forças políticas e religiosas nos tempos finais da história do mundo. E isso vemos claramente em nossos dias. As relações entre os Estados Unidos e o Vaticano estão se tornando cada vez mais estreitas. A aproximação iniciada no começo da primeira Guerra Mundial, quando o presidente Roosevelt enviou a Roma um representante pessoal e o Papa um delegado apostólico para os Estados Unidos, aumentou em 1961. Nesse ano, ocorreu a posse do primeiro presidente americano católico, John Kennedy. Depois, em 1984, o presidente Ronald Reagan nomeou o primeiro embaixador norte-americano junto ao Vaticano”, comenta Rossi.

Cenário atual

Ainda segundo a avaliação de Rossi, “nos últimos anos, o governo do presidente Barack Obama mais uma vez traçou planos de aproximação entre Estados Unidos e Vaticano. A notícia de que os Estados Unidos decidiram reatar relações diplomáticas com Cuba, e ainda mais tendo o Papa como pivô, é, sem dúvida, uma profecia bíblica em cumprimento”.

Para o pastor, será por meio da segunda besta (poder político) que a adoração será imposta à primeira besta (poder religioso). Ou seja, os Estados Unidos tomarão a iniciativa de obrigar as pessoas a adorar a imagem da besta, deixando de lado as seus ideais de liberdade religiosa.

Ele cita o texto bíblico de Apocalipse 13:15 que diz que “a segunda besta ainda seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta…”. Apocalipse 13:15

“Por 1.260 anos, de 538 a.C. a 1798, a primeira besta recebeu adoração e obediência por meio de um sistema de leis repressivo, no qual os que não aceitavam a adoração forçada eram perseguidos e mortos. O texto bíblico nos diz que nesta associação entre as bestas será formada uma imagem, ou seja, uma cópia do sistema de leis do passado para conseguir os mesmos resultados alcançados durante a época da inquisição. A imagem da primeira besta se formará quando mais uma vez o Estado e a Religião se unirão para impor um dia oficial de culto, que não é o sábado bíblico”, conclui o pastor. [Equipe ASN, da Redação]

É possível baixar uma série de estudos completa sobre o Apocalipse. Clique aqui.

Compreenda melhor o assunto vendo esse vídeo:



quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

Parlamento húngaro aprova proibição de comércio aos domingos


Fonte - Business New Europe

“Cristianismo é a religião mais perseguida do mundo”

Defensora de direitos humanos pede que cristãos se mobilizem politicamente

Pergunte para a maioria dos evangélicos brasileiros sobre a vida dos artistas gospel e eles possivelmente saberão dizer alguma coisa sobre o assunto. Questione sobre os ensinamentos de líderes influentes, que possuem programas de TV, e uma parcela considerável mostrará conhecimento sobre o tema. Contudo, se perguntados sobre a situação dos cristãos que sofrem perseguições pelo simples fato de crerem em Jesus, certamente o quadro é outro.

A popularidade da chamada “teologia da prosperidade” impede que as igrejas de modo geral estejam familiarizadas com o tema do sofrimento, ainda que ele esteja presente em boa parte do Novo Testamento. O silêncio quase absoluto da grande mídia brasileira sobre o assunto ajuda a reforçar o desconhecimento sobre um assunto tão atual e relevante.

O lançamento do livro “Perseguidos: O Ataque Global aos Cristãos” (Mundo Cristão) vem suprir essa lacuna. Escrito por Paul Marshall, Lela Gilbert e Nina Shea, a obra reúne uma série de informações atuais sobre a situação de diferentes ramos do cristianismo em várias partes do mundo. Em resumo, procura comprovar por que o cristianismo é a religião mais perseguida do mundo.

O texto, em estilo jornalístico, reúne relatos do que está por trás das estatísticas. Dá um nome aos que chamamos genericamente de “perseguido”, descreve as suas famílias, igrejas e condições de vida. Preocupa, entristece e desafia o leitor à oração e ação!

O portal Gospel Prime entrou em contato com Nina Shea e conversou sobre a urgência do tema. Advogada de formação, atua como defensora de direitos humanos, sobretudo a liberdade religiosa. Ela conta que a defesa dos cristãos perseguidos pela sua fé é sua vocação, tendo sido impactada ainda na década de 1980 ao saber que irmãos e irmãs eram espancados e mortos na China por se recusarem a renunciar a Jesus Cristo.

Nina explica que “o testemunho deles afetou profundamente a minha própria jornada espiritual e senti a necessidade de chamar a atenção para essa injustiça através de meus textos e palestras”. No livro, ela conta como o Instiuto Hudson, do qual faz parte, tem ajudado a influenciar a política externa americana, despertando as autoridades para a questão da perseguição religiosa, sobretudo contra os cristãos.

Para a autora, ao conhecermos melhor sobre a realidade da chamada igreja perseguida, “podemos aprender verdadeiramente sobre fidelidade, amor e heroísmo”. Eles são inspiração para nossa própria fé. Menciona como exemplo a história de Meriam Ibrahim, que foi presa no Sudão acusada de apostasia. Mesmo estando grávida e sendo condenada a morte, permaneceu firme em sua decisão de seguir a Cristo.

São histórias como essa que Nina reuniu no livro que ajudou a escrever e, segundo ela mesma, “sendo inspiradoras e edificantes, merecem ser contadas. Além disso, ajudam a combater a ‘miopia secular’”. Ou seja, a maneira distorcida que os cristãos que vivem em países onde não há perseguição veem essa questão.

Para a advogada, parte da responsabilidade desse assunto ser pouco debatido é dos nossos líderes cristãos, “que estão relutantes em falar sobre isso por medo de serem rotulados como intolerantes, islamofóbicos ou algo do tipo”.

Ativista pelos direitos humanos, como cristã, Nina Shea reconhece a importância do trabalho de missões como Portas Abertas e Voz dos Mártires. Ressalta que elas colaboram em muito com o alívio ao sofrimento dos cristãos, mas esclarece que é preciso mais engajamento das igrejas.

“Muitas outras vozes são necessários para fazer a diferença, para fazer os nossos líderes políticos ouvirem e trabalharem para isso de maneira diplomática”, insiste.

Ao ser questionada sobre a atuação de grupos como Estado Islâmico, Boko Haram e outros, que matam cristãos frequentemente, Nina Shea faz um apelo: “Nós, cristãos, devemos orar, nos informar e agir politicamente em nome desses irmãos e irmãs que estão sendo perseguidos em tantos lugares”.

Insiste ainda que muitos cristãos foram libertos da prisão após a pressão internacional com cartas enviadas para os governos responsáveis e, claro, campanha de oração por eles. De fato, no Brasil o assunto é pouco comentado na esfera pública. Uma das exceções é o trabalho do deputado Marco Feliciano, que se destacou na defesa dos pastores Yousef Nadarkhani e Saeed Abedini, que foram presos e torturados por sua fé.

A autora de “Perseguidos”, explica que embora os Estados ou territórios que sigam a sharia – lei religiosa muçulmana – representem uma ameaça à liberdade religiosa especialmente dos cristãos, o Islã não deveria ser visto como “o inimigo”. Até porque, não é a única religião que gera perseguição.

“Nossa preocupação deveria ser a propagação de todos os grupos que não toleram os cristãos e procuram persegui-los, converte-los ou matá-los. O foco precisa ser as medidas urgentes para parar a limpeza religiosa no Iraque, Síria, Somália, norte da Nigéria, e outros lugares onde ela ocorre”.

O aumento da perseguição aos cristãos nos últimos anos é comprovado estatisticamente. Para Nina, por mais que ele se acentue, não irá extinguir a religião cristã. “O século passado viu o massacre armênio na Turquia, o genocídio no Sudão, além dos esforços de Stalin na União Soviética e de Mao na China para acabar como cristianismo.Essas perseguições tiraram a vida de milhões de cristãos, mas o cristianismo continua vivo está crescendo em todos esses lugares”, ressalta.

O melhor exemplo, segundo ela, é o avivamento que experimenta a China, onde o governo tenta controlar todas as igrejas. “Estima-se que haja ali mais de 100 milhões de cristãos, número maior que os membros do seu Partido Comunista. Especialistas preveem que a China terá um quarto de bilhão de cristãos em 15 anos. Há mais cristãos indo à igreja no domingo de manhã na China, que em toda a Europa Ocidental”, encerra.


Nota DDP: A perseguição é certa e profética. A mobilização política é 'opcional', mas não menos profética em seu entendimento mais amplo.
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