sexta-feira, 12 de setembro de 2008

Sarah Palin cogita guerra contra Rússia

WASHINGTON - Em sua primeira entrevista como candidata a vice-presidente dos Estados Unidos na chapa republicana, Sarah Palin não descartou que o país entre em guerra com a Rússia. Em um discurso duro, a jovem governadora do Alasca disse, na noite de quinta-feira, que se a Geórgia for admitida na Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), Washington terá obrigação de defender o país de uma eventual agressão russa.
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- Talvez tenhamos que ir à guerra contra a Rússia porque este é o acordo que protege os membros da Otan: quando um país é atacado, os outros se levantam em sua defesa. O que eu penso é que os países democráticos pequenos que são invadidos por uma potência maior é algo para nos colocarmos em alerta. - afirmou.

Sobre o Irã, a governadora destacou que seria extremamente perigoso para todo o planeta se obtivesse armas nucleares e prometeu mais pressão sobre seu regime.

- Sob a liderança de Ahmadinejad, armas nucleares nas mãos de seu governo são extremamente perigosas para todos nesse mundo, Precisamos nos certificar que essas armas nucleares não cheguem às mãos de Ahmadinejad, não que ele as usaria, mas ele deixaria terroristas usá-las. Portanto devemos colocar pressão sobre o Irã.
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Fonte - O Globo

Nota DDP: Importante colocar em perspectiva outros assuntos já tratados neste espaço para análise das possibilidades: "Deus e a candidata", "Fé e política: melhor juntas" e ""União Européia e Rússia em uma encruzilhada"

É preciso se adaptar

Durante anos, ambientalistas defenderam que o mundo deveria se concentrar em impedir as alterações climáticas, e não se adaptar a elas. Mas esta idéia está sendo mudada, e isto se deve a dois fatores.

Um deles é a comprovação de que o aquecimento global está acontecendo mais rápido do que se esperava. Manish Bapna, do think-tank World Resources Institute, acredita que já é muito tarde para evitar graves conseqüências, então é preciso que a população aprenda a se adaptar às alterações climáticas.

O segundo fator é a crescente evidência de que as alterações climáticas afetam dois grupos específicos: os mais miseráveis entre os pobres e os que vivem em Estados insulares. Trata-se de um bilhão de pessoas de 100 países. Um cientista de Nairobi diz que os habitantes dos países pobres costumavam encarar o aquecimento global como um problema dos países ricos. Mas os primeiros impactos das alterações climáticas têm sido sobre os mais pobres.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: As lições a serem aprendidas virão, é questão de tempo.

Ellen White assistiu ao jornal de ontem


As principais chamadas do Jornal Nacional de ontem foram: “Manifestantes invadem usina de gás na Bolívia”, “Palin é acusada de usar dinheiro público do Alasca”, “Bush remaneja soldados do Iraque para o Afeganistão”, “Furacão Ike ganha intensidade a caminho do Texas”, além disso, o telejornal mencionou também o caso do avô israelense que matou a neta; e uma das notícias mais chocantes da noite: “O pai dos garotos de 11 e 12 anos mortos e esquartejados na sexta-feira (5), em Ribeirão Pires, no ABC, confessou ter participado do assassinato dos filhos, segundo informou a polícia na tarde desta quarta-feira (10). O pai e a madrasta das crianças estão presos desde sábado (6) e foram indiciados por duplo homicídio qualificado, ocultação e vilipêndio de cadáver.”

Há um século, a escritora Ellen White parece ter assistido aos noticiários de nossos dias. Veja o que ela escreveu e foi publicado no livro Serviço Cristão, página 54:

“Vivemos em meio de uma epidemia de crime, diante da qual ficam estupefatos os homens pensantes e tementes a Deus em toda parte. A corrupção que predomina está além da descrição da pena humana. Cada dia traz novas revelações de conflitos políticos, de subornos e fraudes. Cada dia traz seu doloroso registro de violência e ilegalidade, de indiferença aos sofrimentos do próximo, de brutal e diabólica destruição de vidas humanas. Cada dia testifica do aumento da loucura, do assassínio, do suicídio. Quem pode duvidar que agentes satânicos se achem em operação entre os homens, numa atividade crescente, para perturbar e corromper a mente, contaminar e destruir o corpo?

“O espírito de anarquia está invadindo todas as nações, e as explosões sociais que de tempos em tempos provocam horror ao mundo não são senão indicações dos fogos contidos das paixões e ilegalidades, os quais, havendo escapado à sujeição, encherão a Terra com miséria e ruína. O quadro que a Inspiração nos deu do mundo antediluviano representa mui verdadeiramente a condição a que rapidamente a sociedade moderna caminha. Mesmo agora, no século presente, e nos países que professam ser cristãos, cometem-se crimes diariamente, tão negros e terríveis como aqueles pelos quais os pecadores do velho mundo foram destruídos. Antes do dilúvio, Deus enviou Noé para advertir o mundo, a fim de que o povo pudesse ser levado ao arrependimento, e assim escapar da destruição ameaçada. Ao aproximar-se o tempo do segundo aparecimento de Cristo, o Senhor envia Seus servos com uma advertência ao mundo para que este se prepare para aquele grande acontecimento. Multidões têm estado a viver em transgressão à lei de Deus, e agora Ele, misericordiosamente, os chama para obedecerem aos Seus sagrados preceitos. A todos os que abandonarem seus pecados pelo arrependimento para com Deus e fé em Cristo, se oferece o perdão.

“As condições do mundo mostram que estão iminentes tempos angustiosos. Os jornais diários estão repletos de indícios de um terrível conflito em futuro próximo. Roubos ousados são ocorrência freqüente. As greves são comuns. Cometem-se por toda parte furtos e assassínios. Homens possuídos de demônios tiram a vida a homens, mulheres e crianças. Os homens têm-se enchido de vícios, e campeia por toda parte toda espécie de mal.”

Fonte - Michelson Borges

Controle da comunicação

O controle dos meios de comunicação é fundamental para o surgimento da Nova Ordem Mundial, e para a futura imposição da Lei Dominical.


Leia mais aqui.

Fonte - Minuto Profético

Os EUA e a Líbia

Argel, 5 set (EFE).- A secretária de Estado americana, Condoleezza Rice, aterrissou esta tarde em Trípoli em uma visita que qualificou de "histórica", depois de mais de meio século sem que um alto cargo americano viajasse ao país norte-africano, informaram os meios de imprensa líbios.
Rice chegou ao aeroporto militar de Maatiga, perto de Trípoli, às 17h15 (12h15 de Brasília), onde foi recebida pelo responsável líbio para Assuntos Americanos, Ahmed Fitouri.

Está previsto que a secretária de Estado se reúna com o líder líbio, Muammar Kadafi.

A última visita de um secretário de Estado americano à Líbia aconteceu há 55 anos, quando o então titular desse cargo, John Foster Dulles, se reuniu com o rei líbio Idris, em 1953.

Desde a deposição de Idris por um grupo de oficiais esquerdistas do Exército liderados pelo coronel Kadafi em 1º de setembro de 1969, as relações entre Líbia e Estados Unidos se deterioraram até se romperem totalmente em 1981, quando Washington acusou Trípoli de apoiar o terrorismo.

Em 15 de abril de 1986, durante a Presidência de Ronald Reagan, a aviação americana bombardeou as cidades de Trípoli e Benghazi, atingindo inclusive uma residência de Kadafi, ataque que causou a morte da filha adotiva de 18 meses do presidente líbio.

No total, 37 pessoas morreram nos bombardeios, realizados em represália a um atentado a bomba que ocorreu no mesmo ano em uma discoteca de Berlim, e no qual morreram dois soldados americanos e uma mulher turca, enquanto outras 230 pessoas ficaram feridas.

Foi o anúncio estratégico de Kadafi em 2004 de renunciar à aquisição de armas de destruição em massa que reverteu o isolamento internacional do país e sua relação com os EUA.

Em 14 de agosto, a assinatura de um acordo sobre indenizações às vítimas dos ataques entre os dois países abriu definitivamente o caminho para a completa normalização das relações bilaterais.

Embora a Líbia e os EUA tenham estabelecido relações diplomáticas, ainda não tinham sido visitados por embaixadores do outro país, fase que se encerra com a visita de Rice.

A secretária de Estado americana assinará um tratado de cooperação e investimento bilateral e também abordará com Kadafi a guerra contra o terrorismo e a situação no Chade e no Sudão, segundo afirmaram fontes do Departamento de Estado americano.

Em entrevista coletiva hoje em Lisboa antes de partir para Trípoli, Rice disse que se trata de "uma visita histórica" e confessou que, "sinceramente, nunca tinha pensado em viajar o país", que há apenas dois anos estava incluído na lista de nações terroristas de Washington.

Fonte - Yahoo

Nota Alexandro Barbosa: Na entrada americana no oriente médio, que o leva a cercar Jerusalém, provavelmente após ou durante o decreto dominical, com o objetivo de proteger contra uma ameaça externa, haveria o apoio Líbio e Etíope. Esta crise é parte da grande angústia entre as nações previstas em Daniel 12:1 e nos escritos de Ellen White quando "os 4 anjos forem soltos".

Parece que já temos um passo a mais na direção da profecia. Durante 55 anos conforme reportagem abaixo a Líbia resistiu a supremacia americana. Isso acabou agora.

(Daniel 11:43) - E (os EUA) apoderar-se-á dos tesouros de ouro e de prata e de todas as coisas preciosas do Egito; e os líbios e os etíopes o seguirão.

quinta-feira, 11 de setembro de 2008

Estudo da CIA diz que EUA estão em declínio


Um relatório sobre os futuros riscos globais que está sendo preparado para o próximo presidente norte-americano prevê um declínio da influência dos EUA nas próximas décadas, à medida que o mundo é transformado pela globalização, afetado pelas alterações climáticas e desestabilizado pela escassez de alimentos, de água e de energia.

O relatório foi antecipado na semana passada em um discurso do principal analista do serviço de inteligência dos EUA, Thomas Fingar. As observações do analista foram baseadas no relatório "Global Trends 2025", que ainda será concluído. O documento avalia como acontecimentos internacionais poderiam afetar os EUA nos próximos 15 a 17 anos.

Fingar ressaltou que a hegemonia norte-americana vai continuar, mas sua influência e poder serão muito reduzidos.

Fonte - Opinião e Notícia

Deus e a candidata

Mais de uma vez, a candidata à vice-presidência e atual governadora do Alasca, Sarah Palin, demonstrou o hábito de investir significado religioso a questões seculares. Um gasoduto de US$ 30 bilhões (cerca de R$ 60 bilhões) no Alasca foi "vontade de Deus", a guerra no Iraque foi "uma tarefa de Deus". Ela argumentou em favor do ensino do criacionismo nas escolas, junto com a biologia evolucionária, e ela preferiria acabar por completo com a educação sexual.

Agora, emergiu a verdadeira razão pela fixação de Palin em Deus -obscurecida pelas biografias oficiais: por mais de duas décadas ela foi pentecostal praticante. Até 2002 ela pertencia à Assembléia de Deus em Wasilla, uma comunidade pentecostal nesta cidade de 10 mil habitantes no Alasca, de onde Palin também foi prefeita. Desde que deixou a Assembléia de Deus, Palin freqüenta a Igreja Bíblica de Wasilla, que não tem denominação.

O movimento pentecostal enfatiza "expressões do Espírito Santo" na forma de "dons espirituais", tais como a capacidade de falar línguas estranhas, fazer profecias ou curas. Membros da Assembléia de Deus também acreditam que na cura pela fé e no "fim dos tempos", uma enorme revolução que supostamente antecederia a segunda vinda de Jesus.

Tim McGraw, pastor de Palin até 1998, disse à rede de televisão americana CNN que a comunidade pentecostal de Wassila tem membros que aderem a essas crenças e que falam línguas, apesar de ele nunca ter visto a própria Palin nesse estado de transe. Caroline Spengler, membro da comunidade pentecostal, descreveu experiência da seguinte forma: "Quando o espírito entra em você, você profere coisas que mais ninguém compreende... somente Deus pode compreender o que está saindo de nossas bocas."

O Partido Republicano, esperando que John McCain e Sarah Palin tragam para casa a vitória na eleição presidencial de novembro, minimizou a formação religiosa desta mãe de 44 anos de idade. Pela porta voz Meghan Stapleton, McCain admitiu livremente que Palin é profundamente religiosa. Esse fato deve ser bem recebido por eleitores americanos conservadores, especialmente no chamado Cinturão da Bíblia. Ao mesmo tempo, estrategistas de campanha tomaram cuidado para não deixar muito solto o entusiasmo religioso da candidata. Suas biografias on-line e a própria campanha de McCain evitam dar detalhes sobre seu passado. A governadora Palin não se considera uma pentecostal, é a sucinta declaração oficial.

McGraw disse à CNN que entende por que o Partido Republicano tenta não enfatizar a tendência pentecostal de Palin: "Acho que há questões de crença que podem ser mal compreendidas ou manipuladas pelas pessoas que não a conhecem."

Mas o que é tão difícil de entender? Palin já não foi longe demais para suas opiniões políticas não serem vistas como conseqüência de suas crenças? E sua fé só pode ser julgada verdadeiramente pelos que acreditam no mesmo?

McGraw tentou aplacar esses temores. Ele diz ter certeza que as convicções religiosas de Palin não influenciam suas decisões políticas no cargo.

Até recentemente, porém, Palin voltava à sua congregação original, onde participava de aulas de discipulado para fortalecer suas crenças pentecostais e se tornar melhor líder, diz McGraw. Então, ela já era prefeita de Wasilla. E quando Palin volta para seu rebanho pentecostal, de forma alguma é apenas na capacidade pessoal, mas também como autoridade do governo.

Agora mesmo em junho, Palin participou de uma cerimônia de graduação para alunos do ministério da Assembléia de Deus de Wasilla. A governadora não apenas ofereceu algumas palavras edificantes. Em vez disso, ela falou aos estudantes no Alasca sobre a guerra no Iraque. "Orem por nossos militares, homens e mulheres, que estão lutando para fazer o que é certo", disse Palin, cujo filho tinha voluntariamente se alistado no exército americano para ser enviado ao Iraque. Ela estimulou os graduandos a rezar: "por este país, que nossos líderes, nossos líderes nacionais os estão enviando em uma tarefa que é de Deus. É isso que temos garantir em nossas preces - que há um plano, e que esse plano é um plano de Deus".

Palin age como se todas as decisões políticas emanassem diretamente de uma resolução divina - e como se a compreensão republicana dessa resolução fosse a única correta.

Na questão do gasoduto também, a governadora associou questões políticas e econômicas com seu conceito pessoal de providência divina, pedindo ao seu público que orasse pelo controverso projeto de gasoduto de US$ 30 bilhões. "Acho que a vontade de Deus tem que ser feita em unir as pessoas e as empresas para construir esse gasoduto", disse Palin à platéia da Assembléia de Deus de Wasilla.

E tem mais. No dia 17 de agosto, de acordo com a CNN, pouco antes de ela sair para a vida pública mais ampla como candidata à vice-presidência, Palin participou de um evento em sua atual congregação, a Igreja Bíblica de Wasilla. Um dos oradores ali era David Brickner, fundador do movimento "Judeus por Jesus". Ele deixou claro para a assembléia que, em sua opinião, os ataques terroristas em Israel revelavam o julgamento de Deus sobre os judeus que não tinham encontrado Cristo. "Quando um palestino do leste de Jerusalém pega um trator e sai destruindo uma série de carros, matando várias pessoas", sem dúvida ele é um instrumento do julgamento de Deus, de acordo com Brickner.

O comitê de McCain tentou minimizar as atitudes do círculo religioso de Palin, deixando claro que os comentários de Brickner não refletiam as opiniões da candidata à vice-presidência. Palin, disse, é pró-Israel.

O pastor Ed Kalnin, um dos líderes da congregação da antiga igreja pentecostal de Palin, vem do mesmo círculo. Quatro anos atrás, ele fez campanha contra John Kerry, então candidato democrata à presidência. Quem votou em Kerry não irá para o céu, disse Kalnin à sua congregação.

A Assembléia de Deus mais tarde divulgou uma nota em que pedia desculpas, dizendo que Kalnin fizera uma piada.

Fonte - UOL

Nota DDP: Impossível não se considerar o avanço da religião no ambiente político americano como um sinal claro de a união de ambos é questão de tempo. Neste contexto, interessante considerar-se post recente do Minuto Profético que crava com clareza como em um pequeno arco de história o posicionamento americano mudou radicalmente neste tema.

Separação absoluta entre Igreja e Estado

Discurso realizado em 12 de setembro de 1960, antes de ser eleito presidente dos EUA:

"Eu (Kennedy) acredito em uma América onde a separação entre a Igreja e o Estado é absoluta; onde nenhum prelado católico diria ao presidente como agir, e nenhum ministro protestante diria a seus fiéis em quem votar; onde a nenhuma igreja ou escola religiosa é concedido fundos públicos ou preferência política - e onde a nenhum homem é negado o cargo público meramente porque sua religião difere do Presidente que pode nomeá-lo ou o povo pode elegê-lo.

"Eu acredito em uma América que, oficialmente, não é católica, protestante ou judaica, onde nenhum servidor público solicita ou aceita instruções sobre políticas públicas do Papa, do Conselho Nacional de Igrejas, ou de qualquer fonte eclesiástica; uma América onde nenhuma entidade religiosa tenta impor, direta ou indiretamente, sua vontade sobre a população geral ou sobre as ações públicas de seus dirigentes - e onde a liberdade religiosa é tão indivisível que um ato contra uma igreja é tratado como um ato contra todas".


O post "A Estratégia de Deus", também é de leitura obrigatória.

Católicos: É hora de agir em grupo

Roma, 11 set (RV) - O apelo lançado por Bento XVI em Cagliari, domingo passado, por ‘uma nova geração de leigos cristãos engajados na política’, ainda repercute bastante na Itália.
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Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Interessante como o discurso ambíguo revela um falso afastamente de interesses no cenário político para logo em seguida reafirmá-lo. Fica fácil de visualizar esta realidade na entrevista postada ontem neste espaço em "Fé e política: melhor juntas".

Mais e mais terremotos

Japão suspende alerta de tsunami após terremoto

As autoridades japonesas cancelaram nesta quinta-feira o alerta de tsunami emitido após um terremoto de 7,2 graus na escala Richter atingir a ilha japonesa de Hokkaido (norte do Japão). Logo após o tremor, o país emitiu o alerta, mas não houve danos.
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Fonte - Folha

Tremor de 6,6 graus é registrado no Atlântico

Um tremor de magnitude 6,6 na escala Richter foi registrado no oceano Atlântico, a 1.260 km da costa do Piauí. O abalo foi captado pelos medidores o Instituto de Pesquisa Geológica dos Estados Unidos (USGS na sigla em inglês) e pelo Instituto de Geociência da Universidade de Brasília. O terremoto aconteceu às 10h08, no horário de Brasília.
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Fonte - Terra

Terremoto mata 7 no Irã

TEERÃ (Reuters) - Um violento terremoto atingiu na quarta-feira o sul do Irã, perto da cidade de Bandar Abbas, deixando pelo menos 7 mortos e 40 feridos, segundo autoridades e a imprensa.
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Fonte - O Globo

Nota Gilberto Theiss: Sempre ensino que quando algumas coisas são mencionadas muitas vezes, repetidamente, é porque de fato existe algo de grande importância nelas.

Veja alguns exemplos:

A Vinda do Senhor é referida em torno de 1845 vezes na Bíblia, sendo cerca de 1.527 no Antigo Testamento e 318 no Novo Testamento. Indicando com isso o tamanho da importância desse evento para colocar um fim ao pecado, dar salvação eterna aos que confiaram em sua palavra e retribuir a cada um segundo as suas obras.

A expressão "Não Temas!" é encontrado cerca de 366 vezes na Bíblia, o que dá uma para cada dia do ano! Também demonstrando o quanto Deus está preocupado em nos trazer fé, conforto e segurança.

A palavra SÁBADO ocorre mais de 87 vezes (no Velho Testamento) e 59 vezes (no Novo Testamento). Desmontrando a importância do sábado bíblico para a raça humana, e sua veracidade como mandamento a todos os povos, principalmente para os que são submissos a Deus.

Desta mesma forma gosto de aplicar os acontecimentos que ocorrem com muita freqüência, como indicio de algo magnífico que em breve acontecerá neste planeta.

Esses terremotos repetidos, são um alerta para nos conservar em mente que os dias finais de nossa existência no contexto do pecado está para se encerrar.

Creio que Deus esteja usando os terremotos que tem ocorrido cada vez mais com extrema freqüência para nos lembrar de sua promessa de que em breve voltará. Os discípulos perguntaram a Jesus, de quanto seria sua volta a este mundo. Jesus respondeu muitas coisas, e entre elas estavam à ocorrência de terremotos em vários lugares. Mateus 24:3 e 7.

Meus queridos leitores. Não há mais tempo para enveredarmos a nossa vida aos entretenimentos do mundo. Não temos mais tempo de gastar nosso tempo, talento, recursos financeiros, dons, com as coisas passageiras da atualidade.

Esses sinais foram preditos há quase dois mil anos atrás. Jesus olhou para o nosso futuro. Viu eu e você, e nos deixou sinais bem claros que seriam como fortes sermões e apelos de Deus para a humanidade. Queridos amigos e irmãos, vivemos diante de um Deus Santo que solenemente diz: Conheço as tuas obras. Ouça o clamor de Deus através dos acontecimentos pois em breve chegará o tempo em que não haverá mais tempo. Se estes sinais preditos por Jesus estão acontecendo com muita frequência, é porque algo grandioso está prestes a irromper sobre o mundo. Ouça com atenção, os passos de um Deus que se aproxima.

quarta-feira, 10 de setembro de 2008

Fé e política: melhor juntas

Entrevista com Dom Charles Chapul, arcebispo de Denver
Por Karna Swanson


DENVER, Colorado, terça-feira, 2 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Não só a religião tem espaço no âmbito público, mas uma democracia precisa das contribuições da moral e das convicções religiosas para continuar sendo sadia e forte, afirma o arcebispo de Denver.

Tirar a religião do jogo, acrescenta Dom Charles Chaput, autor do livro recém-publicado «Render Unto Caesar: Serving the Nation by Living Our Catholic Beliefs in Political Life» (Dar ao César: Servir a Nação vivendo nossas Crenças Católicas na Vida Pública), é a forma mais rápida de destruir uma democracia.

Nesta entrevista concedida à Zenit, Dom Chaput fala sobre as idéias propostas em seu livro sobre os católicos e a política e comenta o que considera serem os temas importantes para os votantes americanos nas eleições presidenciais de novembro.

-O catolicismo na vida pública dos Estados Unidos teve uma longa e complicada viagem, e o senhor afirma que os católicos têm muito a oferecer ao processo político, mas que com freqüência mantêm suas crenças e convicções separadas de sua atividade política. Por que é assim?

-Dom Chaput: Os católicos foram sempre minoria nos Estados Unidos, e sempre foi real neste país o preconceito com relação a eles, inclusive antes de sua fundação. Algumas discriminações foram indiretas e corteses. Só em algumas ocasiões assumiram formas mais vulgares de discriminação econômica e política, e o fanatismo. De qualquer forma, o preconceito sempre alimenta o apetite de uma minoria de ser aceita, conseguir ser assimilada, e os católicos norte-americanos fazem isso extraordinariamente bem – de fato, muito bem.

Sob a desculpa de ser bons cidadãos, muitos católicos compraram a idéia errada da «separação da Igreja e do estado». Os católicos norte-americanos sempre apoiaram o princípio de manter a autoridade religiosa e civil separadas.

Ninguém quer uma teocracia, e muitos dos meios que estiveram falando do «fundamentalismo cristão» utilizaram somente uma tática de medo especialmente ofensiva. A Igreja não pretende dirigir o Estado. Tampouco queremos que o Estado interfira em nossas crenças e práticas religiosas – que, sinceramente, hoje é um problema muito maior.

Separar a Igreja do Estado não significa separar temas de fé e temas políticos. O verdadeiro pluralismo requer um saudável conflito de idéias. De fato, a melhor forma de acabar com a democracia é que as pessoas separem suas convicções religiosas e morais de sua tomada de decisões políticas. Se as pessoas acreditarem de verdade em algo, atuarão sempre sobre isso como matéria de consciência. De outra forma, só estão mantendo a si mesmos. Por isso, a idéia de forçar a religião a sair dos debates de política pública não é só pouco inteligente, é antidemocrático.

-Um capítulo do livro é dedicado a Tomás Moro. O mesmo capítulo menciona John F. Kennedy, o primeiro presidente católico dos Estados Unidos. Qual é a diferença fundamental entre esses dois líderes políticos católicos?

-Dom Chaput: Como comento no livro, devemos ser cuidadosos na hora de estabelecer um paralelo excessivamente próximo entre a situação de Moro e os problemas que os funcionários públicos norte-americanos enfrentam. Mas Moro e seu amigo John Fisher permanecem tão vivos em nossas memórias por uma razão. Conservaram sua integridade a toda custa, inclusive suas vidas. Colocaram Deus antes do César.

Quanto a Kennedy, é necessário recordar o contexto de sua campanha em 1960. Kennedy tinha muito talento e coragem, mas também tinha de superar 200 anos de protestantismo.

Infelizmente, apoiando estes temores protestantes, criou um novo modelo católico de separação do serviço público da convicção privada. Atuava com boa vontade, e certamente não podia ver o futuro – mas causou muito dano. Durante os últimos 40 anos, seu exemplo guiou cada funcionário público católico, que «pessoalmente se opõe» a certo mal grave, mas que não quer fazer nada a respeito. Ainda estamos sofrendo os efeitos.

-Também observa que a nova cultura da mídia criou um ambiente para o debate público no qual o «mercado sério de idéias» é reempregado pelos slogans. Como os políticos católicos podem atuar neste ambiente?

-Dom Chaput: Não há uma resposta fácil para isso. Os católicos norte-americanos precisam ter uma atitude muito mais crítica com relação aos meios de comunicação, inclusive a indústria informativa. No jornalismo, por exemplo, trabalham muitas pessoas boas. Mas a imagem da realidade informada pelos meios de notícias sempre está colorida por pelo menos três coisas: a tecnologia do meio, a necessidade de obter benefício e o viés da organização.

O que vemos e ouvimos sobre informação política costuma ser uma versão tendenciosa dos fatos. Os cidadãos precisam estar em alerta sobre como os meios aumentam os apetites públicos e modelam nossas opiniões. E os políticos católicos precisam aprender a usar a mídia – de forma honesta, supostamente – e como não ser utilizados por ela.

-Espera que seu livro, publicado meses antes das eleições presidenciais nos Estados Unidos, tenha impacto no processo eleitoral, de alguma forma?

-Dom Chaput: Terminei o texto em julho do ano passado e o estive revisando até novembro. Queria que o livro aparecesse em março deste ano para que tivesse espaço entre ele e o período de campanha. Mas o editor tomou essas decisões.

Não é minha intenção, nem no livro nem em qualquer outro meio, dizer às pessoas como votar. Não apóio candidatos, não uso um código de linguagem para conseguir que as pessoas gostem ou não gostem de um partido político. Esse não é o trabalho de um pastor.

As pessoas precisam votar conscientemente. Mas a «consciência» não aparece milagrosamente do nada; não é um tema de opinião pessoal ou preferência privada. A consciência sempre se baseia em uma verdade maior que nós mesmos. As pessoas que dizem que são católicas precisam ser honestas consigo mesmas e com a comunidade crente. Precisam atuar verdadeiramente como «católicas» em particular e em público, e isso inclui a forma como tomam suas decisões políticas. E é precisamente o trabalho de um pastor ensinar aos católicos sua fé e animá-los a aplicá-la.

-Neste ano de eleições, parece que haverá mais debate sobre os «grandes» temas sociais que os católicos deveriam considerar ao votar. Como o senhor vê esta tendência? E quais são os principais temas que os votantes católicos enfrentarão no próximo mês de novembro, na sua opinião?

-Dom Chaput: O ensinamento da moral da Igreja não muda, seja ano de eleições ou não. Enfrentamos um monte de temas importantes nesta época: a economia, a reforma da imigração, a guerra do Iraque. São urgentes e importantes, mas não podem ser utilizados como uma desculpa para ignorar a criança não-nascida.

Não importa quanto queiramos tapar com o debate sobre os «grandes temas sociais»; a luta contra o aborto continua sendo um tema social fundamental de nosso tempo. Não há forma de se esquivar das conseqüências que gera, a brutalidade e a injustiça do aborto com uma linguagem piedosa ou gestos teatrais. O aborto é um homicídio legalizado. Tem que parar. Qualquer outro direito depende do direito à vida.

-O livro está escrito principalmente para os leitores dos Estados Unidos, visto que fala diretamente da Igreja nos Estados Unidos. O que os leitores de fora do país podem obter do livro?

-Dom Chaput: Todos os católicos, onde quer que estejam, precisam recordar que primeiro somos cidadãos do céu. Esse é o nosso lar. Servimos melhor nossa nação neste mundo vivendo nossa fé católica plena e autenticamente, e oferecendo nosso testemunho católico sobre a dignidade humana de forma vigorosa na vida política de nossa nação.

É necessário que deixemos de estar envergonhados de falar e trabalhar pela verdade. Podemos ser discípulos ou podemos ser covardes. No mundo de hoje, não há lugar para nada mais. É necessário que escolhamos.

Fonte - Zenit

terça-feira, 9 de setembro de 2008

Agentes de mudança

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McCain e Obama parecem ser bons sujeitos. O problema é com o país como um todo, e a crise se aproxima. O processo que estamos testemunhando, a despeito das melhores intenções dos candidatos, é o da polarização nacional. Isto não foi compreendido em sua totalidade. O que temos são dois conjuntos de imagens, duas noções de realidade e dois campos ideológicos em uma só nação. É uma medida apenas temporária recobrir essa rachadura ideológica com meras palavras; pois a crise já se infiltra, neste exato momento.

Enquanto acontecia a convenção nacional Republicana, a economia estava gemendo. As comportas e diques financeiros estão rangendo. A ordem internacional está se desfazendo. Algo está no ar. Algo está prestes a se romper. A mudança está chegando, e não é uma mudança boa. Aquilo sobre o que os candidatos estão falando nesta eleição pode ser completamente irrelevante.

Tal como explicou um diplomata russo em julho último, os Estados Unidos estão prestes a entrar "numa crise quanto à sua própria existência".

Fonte - Mídia sem Máscara

Nota DDP:
Mais adequado e explicitamente escatológico que isso, é impossível.

Jovens quase iguais aos outros


Deu na revista Veja desta semana: “Eles vão a baladas, namoram, surfam e usam roupas da moda. A diferença entre os evangélicos e a maioria dos outros jovens é que suas festas são sem álcool, o namoro é sem sexo e as roupas, sem exageros – nada de saias pelos pés e cabelos pela cintura, mas decotes e comprimentos moderados. A maneira brasileira de ser evangélico ajuda a explicar os números impressionantes: 17% dos jovens entre 15 e 29 anos se identificam como seguidores de alguma das confissões evangélicas. Basta entrar em qualquer culto pentecostal para constatar a vitalidade de sua presença: praticamente a metade da igreja é sempre composta de jovens. Orgulhosos de seguir uma doutrina aparentemente [note a palavra] tão contrária a tudo o que a juventude aprecia em nome de valores espirituais, também assumem a busca da realização material (‘Nós merecemos o melhor’ é uma declaração constante). Em algumas igrejas específicas, a promessa de redenção é um atrativo poderoso. ‘A maioria vem aqui porque tem angústias de várias naturezas, entre elas o vício em drogas. Mas uma vida desregrada e um certo desconforto com o mundo, que muitas vezes nem eles mesmos sabem explicar, também trazem muitos jovens para a igreja’, enumera Rodrigo Ribeiro Rodrigues, membro há três anos e meio da Bola de Neve Church, igreja conhecida em São Paulo pela presença absoluta de jovens. Rodrigo trabalha como assessor de imprensa da Bola de Neve – sim, a igreja tem assessor. Além dos cultos, ele freqüenta o inusitado pub gospel Brother Simion, ponto de encontro de jovens crentes em São Paulo. O Brother Simion é isso mesmo: pub, ou seja, lugar meio escurinho onde jovens se encontram, e gospel, o que quer dizer que lá não se pode fumar nem beber. ‘O que mais sai aqui é açaí’, diz o Brother Simion em pessoa, o dono do estabelecimento. E que fique claro aos casais: beijar, pode; avançar o sinal, não.”

A certa altura, a reportagem pergunta: “Não fazer sexo com a namorada é difícil?” E o jovem Jeferson Ricardo Silva, de 19 anos, estudante de moda e membro da igreja Sara Nossa Terra, responde: “Ficar sem sexo dói, é um sacrifício, mas no final da minha busca eu vou ter um prêmio. O ápice da minha procura vai ser com uma pessoa que eu conheço e com quem tenho uma aliança verdadeira. Estou me guardando para o melhor.” Aqui há um aspecto positivo na matéria que não trata o tema com ar de deboche, como já ocorreu em outras reportagens da mídia secular. Ponto pra Veja.

Veja destaca também o “evangelho da prosperidade” que se alastra em muitas igrejas, especialmente na neo-pentecostal Igreja Universal do Reino de Deus (IURD). A revista afirma: “Nessa antecipação de dias melhores, poucas coisas fazem tanto sentido quanto a valorização do progresso material. “Todas as segundas-feiras temos uma palestra na igreja chamada Congresso Empresarial. Nela aprendemos que prosperar financeiramente não é sujo. ... Deus nos ensina a ter o melhor, a lutar para melhorar de vida”, empolga-se Nathalia Gomes, 20 anos, fiel há seis anos da IURD.

Nicanor Lopes, professor de teologia da Universidade Metodista de São Paulo, faz a sua análise: “De um lado, as igrejas mais tradicionais deixaram de reprimir o ato de ver TV, de ir à praia, de usar maquiagem, cabelo curto e roupas da moda. De outro, as pentecostais passaram a fazer de seus cultos verdadeiros shows de música e dança, proporcionando-lhes um caráter de entretenimento. Isso atraiu muitos jovens.”

Segundo pesquisa da Fundação Getulio Vargas, cerca de 30% dos fiéis das igrejas evangélicas estão nas classes C e D, em que a teologia da ascensão material encontra terreno propício. “A igreja nos ensina a ter o melhor. Aqui a gente aprende que ter prosperidade é dom de Deus. Se somos pessoas boas, nossa fé vai nos dar condições de, por exemplo, viajar, fazer cruzeiros e ficar em hotéis cinco-estrelas”, diz Daniela Soares, 32 anos, fiel da Universal há dezoito.

Nota: À primeira vista, essa nova juventude evangélica é tudo de bom. De fato, deve-se reconhecer, há aspectos muito positivos nisso tudo, como o abandono do álcool e das drogas, o compromisso de envolvimento sexual apenas depois do casamento, etc. Por outro lado, essa religiosidade revela o pano de fundo pós-moderno, em que o foco está nas sensações, no prazer e na prosperidade material. Aqui a luz vermelha deveria estar acesa. Nos quesitos vestuário, música e diversão, os jovens evangélicos quase não se distinguem dos demais e atraem mais pela “festa” do que pelo evangelho que deveriam pregar.

Para o blogueiro Marcello Flores, responsável pelo Diário da Profecia, “esse fenômeno que hoje vemos no ambiente evangélico/pentecostal aos poucos está se alastrando para o nosso meio [adventista], e pessoas sinceras têm advogado a falsa premissa de que qualquer concessão vale para manter nossos filhos na Igreja. Nesse contexto, é impossível não se lembrar de Ellen White, que escreveu: ‘A conformidade aos costumes mundanos converte a igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo’ (O Grande Conflito, p. 512)”.

Marcello cita também o pastor Jorge Mário de Oliveira, em seu discurso aos formandos de Teologia de 2005: “Adequação de métodos, não contextualização de mensagem. O mundo evangélico está infestado dessa praga que já assola o arraial adventista. Temos bebido em cisternas rotas e vazias, e de lá trazido águas sujas e a maldição da contextualização da verdade com adequação aos gostos e preferências do homem pós-moderno. É uma maldição na história do povo Deus.”

“Estou convencido de que é por esse motivo que somos aconselhados a deixar as grandes cidades desde já. É a salvação de nossos filhos que está em jogo, como a Sra. White tão bem adverte, quando fala sobre Ló no contexto de Sodoma”, conclui Marcello.

Fonte - Michelson Borges

Aumenta o interesse mundial pelo uso de RFIDs

Etiquetas de identificação por rádio-freqüência, alternativa mais rica ao código de barras, ganham novo impulso.
Por Sergio Kulpas

Segundo um novo estudo da Computing Technology Industry Association (CompTIA), o interesse por etiquetas de identificação por rádio-freqüência (RFID) está aumentando em escala global. A pesquisa da CompTIA aponta que 46% dos clientes das empresas de TI implementaram sistemas de RFIDs este ano, um crescimento de 34% em relação a 2007. Os clientes dessas empresas estão em vários setores, como varejo, serviços, administração pública, atendimento de saúde, finanças, comunicações e manufaturas.

O uso mais comum dos RFIDs é para monitorar o trânsito de mercadorias, com 32% das respostas. Em seguida surgem identificação de pessoal (28%); cadeia de suprimentos (25%); marketing de varejo (15%); e produção em “closed loop” (9%).
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Fonte - Webinsider

Mudança climática impõe novas condições à política

Santiago, 8 de setembro (Terramérica) - A mudança climática, antes apenas uma evidência científica, hoje é um urgente imperativo político. Assumi-la constitui um tremendo desafio para a sociedade mundial e o desafio mais estrutural para a economia mundial. Na América Latina não é um desafio menor, pois se prevê um aumento severo da temperatura: entre 0,6 e 1,2 grau até 2020, e entre 1,8 e 4,5 graus adicionais até 2080, mais uma redução das chuvas, particularmente no Cone Sul americano. Estas mudanças afetarão gravemente os ambientes continentais e a disponibilidade de água para consumo humano, geração elétrica e produção agrícola. Haverá maior exposição à deterioração florestal e de ecossistemas de montanha e mais desertificação.
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Fonte - Envolverde

segunda-feira, 8 de setembro de 2008

Governo dos EUA abre ajuda bilionária para salvar gigantes do setor imobiliário

O Tesouro dos EUA anunciou neste domingo uma intervenção federal nas empresas Freddie Mac e a Fannie Mae, duas das maiores empresas de financiamento imobiliário desse país, e que foram profundamente afetadas pela recente crise dos créditos "subprime". Segundo a agência France Presse, o governo dos EUA se declarou disposto a injetar US$ 100 bilhões em cada uma para salvar da falência as duas gigantes americanas do segmento de hipotecas.

O setor imobiliário americano enfrenta uma severa crise provocada por uma inadimplência elevada em operações de hipoteca de alto risco, que se espalhou pelo restante do setor financeiro e está na origem da recessão que ameaça a maior economia do planeta.
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"Fannie Mae e Freddie Mac são tão grandes e tão importantes em nosso sistema financeiro que a falência de qualquer uma delas provocaria uma enorme turbulência no sistema financeiro de nosso país e no restante do globo", justificou Paulson.
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Atualmente as duas empresas possuem quase a metade dos US$ 12 trilhões em empréstimos para a habitação nos EUA.

Segundo o Tesouro americano, Fannie Mae e a Freddie Mac emitiram US$ 5 trilhões em títulos apoiados por dívida e hipoteca, e mais de US$ 3 trilhões destes fundos estão nas mãos de instituições financeiras dos EUA, enquanto o restante é de instituições estrangeiras.

Paulson já admitiu em várias ocasiões que considera fundamental resgatar as operações das duas companhias. "A estabilidade da Fannie [Mae] e da Freddie [Mac] é crítica para a estabilidade do mercado financeiro. A atividade contínua é central para a velocidade com a qual vamos emergir dessa correção no mercado imobiliário e remover a incerteza subjacente nos mercados financeiros e nas instituições financeiras", havia declarado o secretário do Tesouro, no final de julho.

"Agora, mais do que nunca, precisamos da Fannie e da Freddie financiando hipotecas", disse ele, à época.

Fonte - Folha

Nota DDP:
Muito se tem falado sobre a crise financeira americana e sua relevância para o eventual desencadeamento dos últimos dias desta terra. Esté aí mais uma nuance de como o quadro é realmente agudo. Sugiro a leitura de um artigo muito bom que nos foi enviado, neste contexto, mais uma vez, sendo que o mesmo encontra-se armazenado em formado pdf e pode ser baixado através do link "A crise financeira mundial".

Unicef revela que 3 milhões de crianças passam fome na África

NOVA YORK - Três milhões de crianças correm risco de vida no leste da África, ou estão ameaçados por graves doenças devido à seca, aos conflitos e ao aumento dos preços dos alimentos, segundo informou hoje um comunicado do Unicef.

A organização declarou que 'as pessoas que sofrem de fome na região são 14 milhões, mas o número de crianças cresce de forma alarmante'. A estimativa foi confirmada nas últimas semanas também por outras agências da ONU e por diversas ONGs.

Os motivos da desnutrição na região são a seca e as 'violências' na Somália e em 'algumas regiões da Etiópia oriental', assim como no aumento dos preços dos alimentos, que nas regiões mais afetadas chegou a 200%.

Uma possível solução apontada pelo Unicef, por meio de seu diretor central para a África Oriental, Per Engebak, são as "políticas nacionais de energia e os financiamentos internacionais, que devem ser feitos rapidamente".

Fonte - JBOnline

Histórias de uma terra devastada pelo HIV


Depois de uma “seca de estrada” de quase seis meses, passei a última semana em Moçambique, fazendo matérias e trocando o frio e a secura de Johannesburgo pela latinidade de Maputo. Moçambique, com sua atmosfera despreocupada e despretensiosa, é a Bahia com sotaque português. Mas lá, ao contrário do Brasil, a independência recente ainda é óbvia: nos prédios, na forma de pensar – tanto de moçambicanos quanto de portugueses –, e nas conversas, que são invariavelmente salpicadas pela expressão “nos tempos coloniais”.

Ao andar por Maputo, você vai vendo pedacinhos da história: a arquitetura, a língua, os cardápios revelam os laços com Portugal; os nomes das ruas – Av. Vladimir Lenine, Av. Ho Chi Min, Av. Mao Tsé Tung – denunciam o passado socialista.

Moçambique é hoje um dos países mais pobres do mundo e um dos últimos no Índice de Desenvolvimento Humano das Nações Unidas – o 171º colocado de 177 países avaliados. Como se não bastasse, é lá que está uma das soroprevalências mais altas da África austral. Média nacional é de 16%, com picos de 25% em determinadas regiões. Com esses números, não é de se espantar que ONGs de todos os tamanhos e nacionalidades tenham invadido o país, com iniciativas variadas, principalmente de distribuição de anti-retrovirais. O que parece ótimo a princípio, mas que nem sempre funciona: de que adianta distribuir ARVs se as pessoas não têm dinheiro para ir até o posto de saúde buscá-los?

Setenta por cento da população de Moçambique é rural e a maioria tem que andar quilômetros incontáveis até achar uma clínica. De que adianta dar remédios se as pessoas não têm o que comer, o que é pré-requisito para o sucesso do tratamento? O tiro acaba saindo pela culatra: como os remédios são superfortes e dão uma fome monstra, sem comida muita gente interrompe o tratamento e acaba desenvolvendo resistência aos medicamentos. Entrevistei uma moça HIV+ cuja filha de 7 anos, também soropositiva, vive desmaiando na escola, porque os medicamentos são uma bomba e sem comida, ela não agüenta os efeitos.

Visitei um hospital-dia na região da Machava, na periferia de Maputo, mantido pela Comunidade Santo Egídio, uma organização religiosa italiana. Lá fora, numa sala de espera improvisada ao ar livre, tinha uma menina magrinha, magrinha, que parecia ter seus 13 anos. Pensei: essa menina começou a vida sexual cedo, para já ter o vírus tão novinha. A médica depois me disse que a moça na verdade tinha 23 anos. Estava tão fraca que parecia uma criança. Depois dela, um rapaz de seus vinte e poucos anos chegou para ser atendido, amparado pela mãe: 1,80 m e no máximo 40 quilos. Me senti presenciando o início da epidemia, com aquelas pessoas reduzidas a pele e osso. Aí você se pergunta: como é que em 2008, no 25º ano da epidemia, com todo o conhecimento e tantos anti-retrovirais disponíveis, alguém deixa a doença chegar nesse estágio?

Infelizmente, ainda não consegui achar uma resposta. Por exemplo, muita gente tem medo de fazer o teste de HIV. Mas pense: se você suspeita que tem o HIV, ou teve um comportamento promíscuo ou de risco, ou sabe que seu marido tem namoradas por aí com quem transa sem camisinha, não ia querer saber se está infectado? Afinal, quanto antes detectar e tratar a infecção, melhor, não? Não. As pessoas ainda têm pavor de se testar, por causa do estigma, porque acham que o diagnóstico positivo é sentença de morte.

O taxista que estava me choferando tinha um exemplo desses em casa: a filha de 26 anos, que morava na África do Sul, voltou dia desses para Maputo meio doente. Tinha manchas pelo corpo, uma tosse que não passava. Foi tratada por um curandeiro, melhorou. Voltou para Joburg. Dois anos depois ela voltou para Maputo, com menos de 30 quilos e completamente debilitada. Segundo seu Ezequiel, a família levou a menina para o hospital não para ela se tratar, mas para morrer com assistência médica. E nesse tempo todo, a moça não tinha se testado!

Todo mundo na África tem um conhecido, um vizinho, um parente que morreu de Aids. Todo mundo sabe o que significam os sintomas, mas ainda assim ela se recusou a se testar. O final dessa história é feliz, porque ela começou a tomar ARVs, se recuperou e hoje está "tão gordinha que você nem pensaria que ela tem HIV", como conta seu Ezequiel. Mas nem todo mundo que adia o teste tem essa sorte.

Os curandeiros também embolam o meio de campo na crise do HIV. Muitos moçambicanos nunca viram um médico na vida e só vão nos médicos tradicionais. Aí o curandeiro dá ervas, batata africana, aloe vera; as infecções oportunistas – diarréia, bolhas, herpes zoster, tuberculose – melhoram e a pessoa acha que está bem. Só que o fato de a diarréia ter parado não quer dizer que a carga viral esteja mais baixa ou que a contagem de CD4 (células de defesa) esteja mais alta. Quando o paciente chega no hospital, a Aids já está tão avançada que os anti-retrovirais não funcionam mais.

Em Moçambique existe uma iniciativa da Cruz Vermelha para promover um intercâmbio entre curandeiros e médicos, para que os curandeiros reconheçam os sintomas do HIV e encaminhem o paciente para os médicos. O problema é que, embora existam curandeiros que entendem os limites da medicina tradicional, outros (1) acreditam que os medicamentos tradicionais podem realmente curar a Aids; (2) tentam se aproveitar da situação e arrancam dinheiro do paciente, tratando uma doença que eles sabem que precisa de cuidados especiais; ou (3) pensam que a Aids é resultado de feitiço, por n razões: porque você não fez a missa para o seu avô, porque seu vizinho tem inveja de você, porque você não fez o ritual de purificação depois que seu marido morreu... Aí o doente vai atrás de fazer essas coisas e não faz nada em relação à doença.

Nesse contexto, como é que vai convencer os curandeiros de que eles têm que mandar pacientes com sintomas de Aids para o hospital? E como fazer com que as pessoas troquem a medicina tradicional pela convencional, sendo que o acesso a curandeiros é muito mais fácil e barato (uma consulta custa 100 meticais, menos de R$ 10)?

Seria de se esperar que num país em que quase 1 em cada 5 pessoas é soropositiva a Aids fosse vista com alguma normalidade. Não é. A discriminação ainda corre solta, muita gente é expulsa de casa e rejeitada pelos familiares depois do diagnóstico positivo. Entrevistei uma moça de 30 anos cujo marido morreu de alguma doença relacionada à Aids. Ela não acreditou quando seu resultado veio positivo, porque para ela a Aids era "doença de prostitutas" e ela nunca tinha tido ninguém além do marido. Foi abandonada pela família, não tem emprego, a sogra vendeu o terreninho que ela tinha e falou para o novo proprietário: “Deixe a Amélia ficar morando aqui nesse cantinho. Ela vai morrer logo e aí vai ser tudo seu”. O “problema” é que ela não morre. Toma ARVs e está saudável, apesar de não ter comida nem para ela nem para os dois filhos. Vive de favores de vizinhos.

Como ela não morre, o chefe do bairro resolveu fazer algo para que a vizinhança não ficasse com má fama: fechou a entrada da casa dela, escondendo a soropositiva e seu barraquinho. Levantaram um muro onde era entrada e agora ela tem que dar a volta pelo quintal do vizinho. E ninguém consegue fazer nada para ajudá-la.

Visitei também uma maternidade pra gestantes soropositivas, na região da Matola, periferia de Maputo. Imagine umas 30 mulheres, acompanhadas dos respectivos bebês ou com barrigões de 7, 8 meses, numa sala de espera pequena, sentadas nas cadeiras e no chão. Agora imagina que TODAS essas mães estão infectadas. Assustador, né? Pior: essas mulheres continuam ficando grávidas, mesmo estando com o vírus. Planejamento familiar é algo muito difícil na África, porque a fertilidade é vista não só como uma bênção dos deuses, mas também como sinal de virilidade. Então quanto mais filhos o cara tem, mais macho é. E a coitada da mulher continua transando sem camisinha, ficando grávida e correndo o risco de ser reinfectada.

E vai explicar que não é assim que deveria funcionar? Ela fica grávida de novo, os médicos fazem a prevenção da transmissão vertical com nevirapina e o bebê nasce negativo. Ufa! Mãe e bebê vão pra casa e seis meses depois você fica sabendo que a criança morreu de diarréia. Ou de malária. E todos os recursos – financeiros e humanos – usados pra evitar que a criança nascesse positiva vão por água abaixo por falta de noções básicas de higiene ou de rede mosquiteira. E é mais uma criancinha que entra nas estatísticas de mortalidade infantil.

Mas tem coisas bonitas acontecendo também. A Comunidade Santo Egídio, aquela ONG italiana, por exemplo, distribui cestas básicas e filtros de água para os pacientes mais necessitados. É animador pensar que, com uma simples cesta básica, muita gente passa pelo chamado "efeito Lázaro": do leito de morte para uma vida saudável e produtiva. Outras iniciativas cuidam dos órfãos da Aids, se certificando de que essas crianças têm comida, de que estão indo pra escola ao invés de estarem nas ruas de Maputo pedindo esmolas ou se prostituindo para conseguir dinheiro, já que muitas têm que sustentar 3, 4 irmãos mais novos. Tem ativistas que vão às periferias carregando malas de 15 quilos com monitor, DVD e o caramba para educar as comunidades mais afastadas sobre o HIV. Então sim, tem coisas boas sendo feitas. O problema é que diante da necessidade, tudo isso ainda é muito pouco.

E eu, cada vez que volto dessas viagens, me dou conta do privilégio que é ver tudo isso de perto, mesmo que depois demore para processar e absorver. E aqui na África, mais do que em qualquer outro lugar, é tocante ver a generosidade das pessoas que abrem suas histórias para uma completa desconhecida. Escrever sobre Aids já é doído. Agora imagina falar sobre Aids na primeira pessoa. E no entanto, é incrível como elas estão sempre dispostas a compartilhar a experiência, mesmo que isso signifique reviver o dia do diagnóstico, relembrar a rejeição de família e amigos. De onde vem essa força e coragem, não sei. Mas sei que, ao dividirem suas histórias comigo, todas essas pessoas me tornam, sem saber, uma pessoa melhor.*

* Por Lilian Liang

Fonte - Estadão

sexta-feira, 5 de setembro de 2008

Degelo no Canadá indica mudanças graves


No Canadá, onde este Verão um bloco de gelo do tamanho de Manhattan, se desprendeu do ártico canadiano. A plataforma desprendeu-se da ilha de Ellesmere e está agora à deriva no Oceano Ártico.

Desde Julho a ilha já perdeu mais de 130 quilómetros quadrados de área, um número dez vezes superior ao que foi previsto pelos cientistas. Este degelo no Canadá alerta para as mudanças climáticas, incrivelmente rápidas.

As plataformas que existem há mais de quatro mil anos começam agora a desintegrar-se a uma velocidade preocupante. O fenómeno está a comprometer o habitat de espécies únicas da região. Os cientistas culpam o aquecimento global pela desintegração no Ártico canadiano. Este no foram registados 19 graus de temperatura máxima muito acima da média de 7,8 graus.

Fonte - TVI

O degelo incrivelmente rápido das plataformas de gelo no Ártico canadense serve como alerta para as "mudanças muito substanciais" provocadas pelo aquecimento global, disse um renomado especialista na quarta-feira.
Pesquisadores anunciaram na noite de terça-feira que cinco banquisas ao longo da ilha Ellesmere, no extremo norte canadense, perderam 23 por cento da sua área só neste verão. Essas plataformas de gelo existem há mais de 4 mil anos.

A banquisa maior está se desintegrando, e uma das menores, com 55 km², se rompeu inteiramente em agosto.

"Os modelos climáticos indicam que as maiores mudanças, as mudanças mais severas, vão acontecer primeiro nas latitudes boreais mais elevadas", disse Warwick Vincent, diretor do Centro de Estudos Boreais da Universidade Laval, no Québec.

"Este será o ponto de partida para mudanças mais substanciais em todo o resto do planeta. Nossos indicadores estão nos mostrando exatamente o que os modelos climáticos previam", disse ele à Reuters.

A expectativa é de que o aquecimento global provoque mais furacões, ciclones e inundações no planeta.

Vincent, que há dez anos visita anualmente as banquisas da ilha Ellesmere, disse que o impacto do aquecimento em 2008 é "estarrecedor".

A equipe dele estimava que as banquisas perderiam 20 km² neste verão. Perderam 215. "Dá para ver mar aberto até o horizonte numa área que é tipicamente coberta de gelo ao longo de toda a estação", disse ele.

A banquisa Markham se separou de Ellesmere no começo de agosto. Dois pedaços enormes, totalizando mais de 121 km², se soltaram da vizinha banquisa Serson, reduzindo seu tamanho em 60%.

A banquisa Ward Hunt, que com 400 km² é a maior que resta, está se desintegrando. "Claramente a viabilidade de longo prazo daquela banquisa agora na verdade é de curto prazo", disse Vincent.

A temperatura máxima registrada neste ano pela equipe foi de 19,7C, bem acima da média história de 7,8C.

Vincent diz não ter dúvidas da responsabilidade humana sobre o aquecimento. "Acho que estamos num ponto em que não é impossível de parar, mas pode ser desacelerado. E se você pensar na magnitude dos efeitos sobre a nossa sociedade, então realmente precisamos nos dar mais tempo para nos preparar para algumas mudanças muito substanciais que vêem pela frente."

Fonte - Terra

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

Encontro ecumênico discute mídia e igreja

Genebra, 04 set (RV) - Diretores de veículos de comunicação e assessores de imprensa participam de uma conferência sobre ecumenismo e mídia, promovido pela Conferência das Igrejas Européias -KEK, que ocorre de amanhã até domingo na cidade suíça de Genebra. O encontro debaterá, entre outros temas, o interesse da mídia pelo trabalho eclesial e a visibilidade das instituições, no contexto da imprensa européia. Além de representantes dos veículos católicos, participarão da reunião anglicanos, ortodoxos e protestantes.

Conforme o porta-voz do evento, Luca Negro, o objetivo é refletir sobre como as igrejas poderão ser mais incisivas na comunicação, especialmente em nível europeu. Negro ressalta que a intenção é despertar uma maior atenção da mídia sobre as ações eclesiais, bem como reforçar o ecumenismo. Segundo o porta-voz, a convivência entre as confissões cristãs parece estar em crise, mas é, na verdade, uma realidade cotidiana bastante viva e rica.

Fonte - Radio Vaticano

Ciclones tropicais estão se fortalecendo

Londres, 3 set (EFE) - Os mais fortes ciclones tropicais estão ganhando intensidade, principalmente na metade norte dos oceanos Atlântico e Índico, segundo uma pesquisa publicada hoje pela revista científica britânica "Nature".

A elevação da temperatura na superfície dos oceanos faz com que aumentem as velocidades máximas do vento dos ciclones mais fortes.

Uma equipe de pesquisadores da Florida State University (Estados Unidos) liderada por James Elsner analisou os dados de ciclones gerados por satélites nos últimos 25 anos.

A partir deles, descobriram que o recente aumento da temperatura das superfícies do Atlântico Norte tropical está fortalecendo os ciclones na região.

Os autores do estudo afirmam que o aumento da temperatura da superfície do oceano em um grau Celsius faz com que cresça em 31% a freqüência global dos ciclones mais violentos: de 13 a 17 fenômenos desse tipo ao ano.

Além disso, explicam que, quanto mais forte for o ciclone, mais evidente é a mudança na velocidade de seus ventos.

Com exceção do Oceano Pacífico Sul, todas as bacias oceânicas mostram isso, embora não no mesmo grau: os maiores aumentos se dão no Atlântico Norte e no norte do Índico.

Os pesquisadores explicam que no resto dos trópicos as tendências na intensidade dos ciclones são menos evidentes.

Neste sentido, reconhecem que calcular as tendências em outras zonas dos trópicos foi difícil devido à falta de dados.

Os cientistas concluem que estes resultados vão ao encontro da teoria do motor térmico da intensidade dos ciclones: à medida que os mares se aquecem, o oceano tem maior energia que pode ser liberada sob a forma de ventos ciclônicos.

No entanto, advertem de que ainda há uma grande falta de dados disponíveis e que o estudo não inclui outros fatores importantes, como a origem e a duração do ciclone, a proximidade com a terra, as condições do fenômeno El Niño e a atividade solar.

Fonte - Yahoo
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