terça-feira, 15 de setembro de 2009

Celebração ecumênica na ONU

Nova York, 14 set (RV) - Realiza-se nesta tarde, na Igreja da Sagrada Família, em Nova York, o encontro ecumênico de oração em vista do início amanhã, terça-feira, da 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

A celebração ecumênica é promovida a cada ano pela Arquidiocese de Nova York e pela Missão Permanente da Santa Sé na ONU que convidam os diplomatas, funcionários da ONU e todos os católicos de Nova York a participarem do evento.

A cerimônia é presidida pelo cardeal-arcebispo de Nova York, Timothy Michael Dolan, e pelo Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Celestino Migliore.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Veja também "Encontro ecumênico sobre espiritualidade".


Controle da natalidade e proteção do meio ambiente

Um estudo divulgado pela London School of Economics (LSE) sugere que o controle da taxa de natalidade é uma forma muito mais eficiente de cortar as emissões de carbono que poluem o meio ambiente.

No trabalho intitulado “Menos emissores, menos emissões, menos gastos”, a equipe de especialistas da universidade britânica conclui que o planeta ficará mais protegido se o número de nascimentos diminuir.

A pesquisa indica que para cada 4 libras (R$ 12) gastas com planejamento familiar e métodos contraceptivos, é possível diminuir a emissão de gases em uma tonelada. Em contrapartida, para obter o mesmo resultado investindo em tecnologias ecológicas, são necessárias 19 libras (R$ 57).

Ao mesmo tempo, nesta quinta-feira, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou a criação de um novo imposto sobre a emissão de dióxido de carbono.

Com a medida, a França passa a ser a primeira grande economia do mundo a introduzir o imposto. A nova taxa vai incidir sobre petróleo, gás e carvão. O governo deverá cobrar 17 euros (o equivalente a cerca de R$ 45) por tonelada de dióxido de carbono (CO2) emitida.

O imposto se aplicará a residências e a empresas, mas não a indústrias pesadas e do setor energético que estão incluídas no esquema de comércio de emissões da União Europeia.

O que você acha do controle de natalidade como forma de preservar o meio ambiente? Você concorda com a iniciativa da França? Acha que o Brasil deve fazer o mesmo?

Fonte - BBC

Nota DDP: Interessante correlacionar este post com "As ideias infames do consultor científico de Obama".


O sinal do fim

“E será pregado este evangelho do reino por todo mundo, para testemunho de todas as nações, então virá o fim” (Mat. 24:14)

Para sabermos sobre a proximidade do fim devemos atentar para o cumprimento das profecias. Mas para sabermos algo consistente sobre o fim, devemos atentar para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, aquela que tem a incumbência de pregar este evangelho a todas as nações (Mat. 28:19 e 20). Enquanto a igreja estiver em estado de Laodicéia, morna, o fim não virá. Mas assim que a igreja de CRISTO despertar, e isto é o reavivamento, a oposição aparece, e se desencadeia o fim, e JESUS volta. “Haja um reavivamento da fé e poder da primitiva igreja, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se os fogos da perseguição” (História da Redenção, 325).

Então vem a pergunta: a Igreja Adventista está reavivando, ou ainda não? Resposta: está sim, e o reavivamento está acelerando.

Em 2006, nos Estados Unidos das América, foi distribuído um livreto sobre os Dez Mandamentos. Em 2007, no Brasil se fez o mesmo. Antes disso, a igreja, por meio da liderança maior, vem desenvolvendo programas de reavivamento em todos os lugares, como as 40 madrugadas, e outros programas. Foi distribuído o folheto Viva com Esperança, o livreto Sinais de Esperança e agora vai ser disponibilizado o livro Tempo de Esperança, do pastor Mark Finley. Isso para citar alguns exemplos. Nessas campanhas de distribuição de livretos e folhetos milhares saem às ruas num só dia, como foi no caso do folheto, que deve ter mobilizado perto de um milhão de pessoas.

A campanha “Impacto Esperança” de 2010 terá como tema principal o sábado bíblico, ensinando sobre as bênçãos de sua santificação. Esse será, sem dúvida alguma, o maior impacto que a IASD terá dado na América Latina desde que foi fundada, mas não o maior daí por diante, pois esse reavivamento continuará crescendo, até o dia em que a grande incumbência for concluída com todo o poder do ESPÍRITO SANTO.

Portanto, para quem deseja saber, o fim está próximo e JESUS vai voltar logo. Esse é o sinal!

Fonte - Cristo Voltará


Ensino religioso não pode ser substituído

Diz fonte do Vaticano: “O ensino da religião católica "não poderá ser substituída por matérias como história das religiões, de ética ou de cultura religiosa" porque isso significaria dano e marginalização dos estudantes que pedem para estudá-la.” Ele “"não pode estar limitado a uma exposição das distintas religiões, em modo comparativo ou neutro", mas deve concentrar-se no ensino da religião católica, acrescenta.” “"O poder civil deve reconhecer a vida religiosa dos cidadãos e favorecê-la", mas sairia de seus limites se tentasse dirigir ou impedir os atos religiosos, "pois concerne à Igreja estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião católica na escola garantindo assim aos pais e aos alunos o que vem ensinando no catolicismo".” “"O ensino da religião na escola - continua - se transformou em objeto de debate em alguns casos de novas regulamentações civis em determinados países, que tendem em substituí-lo com um ensino religioso multiconfessional ou de ética ou de cultura religiosa". “"Se o ensino religioso fosse limitado a uma exposição das diversas religiões em modo comparativo ou neutro, se poderia criar confusão ou gerar relativismo ou indiferença religiosa", explica.”

Há uma ordem do Vaticano aos bispos de todo o mundo de “se oporem a qualquer tentativa de "ensino multirreligioso ou ética".”

Aos poucos aquela concordata recentemente assinada por Lula e o papa Bento XVI se torna compreensível em seus verdadeiros intentos. Essa concordata ainda vai revelar muitas surpresas aos cidadãos brasileiros. Ela já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, falta ser aprovada pelo Senado. (G1)

Fonte - Cristo Voltará


Lei dominical em Novo Hamburgo

“O prefeito Tarcísio Zimmermann (PT) sancionou ontem à tarde [09-09-09] a lei que restringe o horário de funcionamento dos hiper, super, minimercados e atacados em Novo Hamburgo [RS] e destacou três razões para a sanção da lei: a preservação do comerciante local, a defesa do domingo para a família e a não concentração comercial.” Em entrevista á TV Feevale, o prefeito disse: “entendo que esse valor do domingo como um dia dedicado à espiritualidade, à família, à comunidade é um valor muito importante que precisa ser preservado...”. Disse mais: “filosoficamente sou contrário ao trabalho em domingos por que eu acho que nós devemos preservar esse espaço como um espaço da família, da espiritualidade e da comunidade.”

O procurador-geral do Município, Ruy Noronha disse que a lei deve entrar em vigor até dezembro. Os novos horários de atendimento serão de segunda à sábado, das 7h30 às 21 horas, e nos domingos até o meio-dia.

A nova lei está gerando polêmica não pequena na cidade. O Partido Progressista entrou com ação contra a lei dos mercados em Novo Hamburgo no Tribunal de Justiça em Porto Alegre.

Há fortes posições a favor e também contra a lei. A Igreja Católica diz, por meio de Dom Zeno Hastenteufel, Bispo Diocesano : “Para nós, cristãos, é uma conquista, mas gostaríamos que fosse o domingo inteiro.” E o pastor Hardy Brandenburg da IECLB disse: “É legítimo, mas não resolve o descanso dominical, nem a desigualdade comercial.”

Sindicatos patronais, Associação Comercial, o Conselho de Diretores Lojistas todos são contra a lei por motivos comerciais e econômicos. (Jornal NH)

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Veja mais em "Polêmica sobre regulamentação da abertura do comércio se amplia no interior do RS".


Obama tem confiança do mundo para acordo climático

WASHINGTON (Reuters) - Apesar de ter diversos outros problemas urgentes para confrontar, o presidente dos EUA, Barack Obama, ainda goza da confiança de líderes ambientais e empresariais para enfrentar o desafio da mudança climática.

"Ele tem muitas montanhas para escalar, mas acho que já demonstrou uma grande liderança e uma grande capacidade de liderar em múltiplas questões", disse nesta semana Yvo de Boer, chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, no evento Reuters Global Climate and Alternative Energy Summit.

Embora Obama e o Congresso priorizem a discussão de projetos relativos a saúde e economia, De Boer e outros observadores do setor dizem que seu governo mantém o foco na questão climática antevendo a cúpula da ONU em Copenhague, em dezembro, que tentará lançar um novo tratado global contra a mudança climática.

Mas Joan Ruddock, vice-ministra britânica para Energia e Clima, admitiu que a equipe de Obama terá problemas em aprovar a tempo a nova legislação ambiental no Senado.

"A comunidade mundial terá de fazer um julgamento sobre quais promessas eles poderão fazer sem uma base legislativa, e quão aceitável isso é", disse Ruddock em entrevista durante o evento da Reuters.

"Não duvidamos das suas boas intenções e estamos incentivando-os o tempo todo a ver o que podem apresentar e fazer disso o mais ambicioso possível", acrescentou.

De Boer disse que Obama precisa de um "avanço internacional" em Copenhague para que possa dizer ao eleitorado dos EUA: "Nós moldamos algo em Copenhague que está à altura do desafio, e estamos todos colocando nosso peso (para cumprir)."

Segundo Carl Pope, diretor-executivo da entidade Sierra Club, não é necessário que os EUA tenham uma legislação formal para demonstrar seu empenho na reunião global de dezembro.

"O que devemos obter de Copenhague é um compromisso de identificar todas as coisas que podemos fazer juntos para entrar em um caminho diferente, e acho que isso é factível", disse Pope.

"Não estou seguro de que seja essencial para isso que o Congresso dos EUA tenha aprovado a legislação, porque não se trata de cronogramas bipartidários, trata-se de investimentos e incentivos."

MDL

Jeff Kenna, executivo-chefe da empresa contabilizadora de carbono Camco International, disse ser improvável que o Senado aprove neste ano uma legislação climática com um sistema de limites e créditos para as emissões de gases do efeito estufa.

Na opinião dele, os EUA virão a se tornar o maior mercado global de créditos de carbono, mas um mecanismo para isso só será adotado no país em 2012 ou 13.

Lex de Jonge, presidente da comissão da ONU que concede créditos por projetos de energia limpa, sob o processo conhecido como Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), disse estar "muito feliz com os desenvolvimentos sob Obama".

"Ainda há algumas forças críticas ao MDL, mas elas se baseiam em argumentos que não são mais válidos."

Alden Meyer, diretor de estratégia e política da União de Cientistas Preocupados, disse que parte da comunidade internacional está frustrada com a demora na tramitação da legislação climática dos EUA.

Porém, segundo ele, "não há a sensação... na comunidade ambiental de que a Casa Branca tenha abandonado a questão e esteja se afastando dela."

Recentes pesquisas indicam que a maioria dos norte-americanos aprova a forma como Obama trata da questão energética.

No levantamento de agosto do Washington Post-ABC News, 52 por cento eram favoráveis ao sistema de limites e créditos de carbono. No mesmo mês, pesquisa Zogby apontou que 71 por cento dos eleitores são favoráveis ao projeto climático já aprovado na Câmara.

Fonte - O Globo


“Crise só está escamoteada” , afirma Rabello de Castro

RIO DE JANEIRO - Economista incensado por várias correntes de pensamento, Paulo Rabello de Castro continua cético quanto à conjuntura mundial: acha que a crise vai bem, obrigado; foi apenas escamoteada e camuflada para que os políticos possam dizer que a recuperação está à vista, uma prática que tende a acirrar-se já no próximo trimestre, quando as comparações estatísticas forem feitas a partir dos números negativos registrados no fim de 2008.

Presidente e fundador da SR Rating, única agencia brasileira de classificação de risco, Rabello de Castro entende que o governo americano continua refém das grandes instituições financeiras. E, mesmo evitando usar a palavra controle, que considera maldita no contexto, considera preocupante a valorização cambial que, a seu ver, ao atrair especuladores internacionais pode tornar mais lento o desenvolvimento brasileiro.

Um dos expoentes brasileiros da Escola de Chicago, onde concluiu doutorado, o economista teme que o processo de recuperação da crise, que prevê como longo, ainda possa ser entremeado por turbulências e eventuais terremotos de intensidade tão grande quanto os que aconteceram há um ano.
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Fonte - JB Online


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Papa convida a descobrir dimensão religiosa da ecologia

CASTEL GANDOLFO, quinta-feira, 10 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI fez um convite, nesta quinta-feira, a descobrir a dimensão espiritual e religiosa da defesa do ambiente e da natureza.
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“O ser humano descobre o valor intrínseco da natureza se aprende a vê-la como o que é na realidade: expressão de um projeto de amor e de verdade que nos fala do Criador e do seu amor à humanidade, e que encontrará sua plenitude em Cristo, no final dos tempos”, indicou, fazendo referência à sua nova encíclica, Caritas in veritate.

“Neste sentido, é oportuno recordar mais uma vez a estreita relação que existe entre o cuidado do meio ambiente e o respeito às exigências éticas da natureza humana, já que quando se respeita a ecologia humana na sociedade, também a ecologia ambiental se beneficia”, continuou explicando o Papa.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Na "ética da natureza humana", expressa referência temos à lei natural (leia-se mandamentos católicos), onde se encaixa com facilidade o já conclamado pelo pontífice, "sentido ecológico do domingo".


Religiões recusam a guerra

As religiões recusam a guerra e recusam ser usadas em nome da guerra. Este é o apelo final que sai do encontro internacional organizado pelo Comunidade de Sant’Egídio, em Cracóvia, na Polónia. Um encontro que juntou líderes religiosos e chefes de Estado para juntos reflectirem sobre «Religiões e Culturas em diálogo» e o seu contributo para a paz.

“Falar de guerra em nome de Deus é uma blasfémia. Nenhuma guerra é santa. A humanidade sai sempre derrotada pela violência e pelo terror”.

Os vários líderes religiosos afirmaram que o “diálogo contraria o medo e a desconfiança”, sendo esta a grande “alternativa à guerra”.

Os participantes sublinharam ainda que o diálogo “não enfraquece a identidade mas faz redescobrir o melhor de si e do outro. Nada se perde com o diálogo. O diálogo escreve a melhor história, enquanto o conflito abre abismos”.

No final do encontro os participantes comprometeram-se a construir “com paciência e audácia um novo tempo de diálogo”.
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Fonte - Ecclesia


As ideias infames do consultor científico de Obama

John Holdren é co-autor de um livro de 1977 no qual defende o aborto compulsório e a esterilização em massa.

No livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, Holdren e dois co-autores dizem: “com efeito, concluiu-se que leis de controle populacional obrigatório, incluindo até mesmo leis que exigem o aborto compulsório, podem ser sustentadas pela Constituição em vigor, caso a crise demográfica se torne suficientemente grave para comprometer a sociedade”.

E continua: “um programa de esterilização de mulheres após seu segundo ou terceiro filho, apesar da dificuldade relativamente maior da operação em relação à vasectomia, poderia ser mais fácil de implementar do que tentar esterilizar os homens”.

O livro diz ainda que “o desenvolvimento de uma cápsula de esterilizante de longo prazo, que poderia ser implantada sob a pele e removida quando a gravidez fosse desejada, abre novas possibilidades para o controle coercitivo da fertilidade”. Ele sugere ainda “adicionar um esterilizante à água potável ou a alimentos básicos”.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Está bem assessorado o Presidente americano. As idéias são bem propícias aos tempos que serão enfrentados nesta terra.


Déficit público americano precisa diminuir, diz Nobel

Em entrevista à revista Exame, o professor de Columbia e vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2006 Edmund Phelps diz que se o governo americano não reduzir o déficit os investidores podem perder a confiança na economia americana e “procurar outro lugar para colocar o dinheiro”.

Ele compara ainda a trajetória de crescimento do déficit público americano com a situação de “montar em um tigre”, e avalia que os Estados Unidos irão precisar de ao menos 15 anos para recuperar a riqueza que perderam. Isso considerando uma recuperação de 6% ao ano. Para ele, este período de 10 a 15 anos é uma projeção otimista.

Phelps considera a situação das contas públicas a sua maior preocupação. Para ele, se o déficit continuar crescendo isso pode fazer com que os juros aumentem e o valor dos ativos caia. Pode ainda vir a enfraquecer o dólar.

Fonte - Opinião e Notícia


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Cristãos mais ou menos


Ver também as outras partes: Primeira, Segunda, Quarta.


Começou encontro Ecumênico Internacional

Nesta quarta-feira (09-09-2009), em Bose, no Piemonte, Itália, teve início a XVII edição do Simpósio Ecumênico Internacional de Espiritualidade Ortodoxa. Participam representantes da Igreja Católica, do patriarcado de Moscou e de outras Igrejas Ortodoxas e Orientais e ainda delegados da Comunhão Anglicana e do Conselho Ecuménico de Igrejas.

Foram enviadas mensagens ao encontro. Bento XVII “fez votos para que o encontro “suscite uma consciência renovada do valor da luta espiritual como consequência do amor a Cristo e um compromisso generoso a uma formação ascética das novas gerações”.” O patriarca de Constantinopla Bartolomeu I disse que “esses encontros “são o testemunho eloquente da contribuição única do monaquismo para as relações ecuménicas entre as diversas confissões cristãs”.” Kirill, patriarca de Moscou e de todas as Rússias disse que a luta espiritual é “um tema fundamental, do qual dificilmente se pode exagerar a importância, na medida em que toca a própria essência da vida de quem quiser seguir Cristo radicalmente”. O Cardeal Walter Kasper do presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, deseja que o encontro contribua para “um ulterior crescimento no recíproco conhecimento com vista a um maior testemunho comum de Cristo no mundo”.

O Ecumenismo é a união necessária para o mundo formar um poder global pela santificação do domingo. Quanto mais as igrejas avançam no Ecumenismo, mas próximos estamos da imposição da santificação do domingo por meio de força legal.

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Ver também "Quem é o Conselho Mundial das Igrejas – CMI?" (Ecclesia) e "Semana de oração pela unidade dos cristãos em 2010" (Vaticano).


Bento XVI pede ética na economia

No dia 09 desse mês, o papa Bento XVI incentivou os líderes políticos globais, bem como os empresários, a um retorno à ética na economia, pois isto “pode reavivar a esperança em meio à crise atual.” “Segundo o papa, é necessário seguir o exemplo de São Pedro Damião "para encontrar o silêncio dentro de nós para falar com Deus", buscar um lugar onde "Deus fale conosco; na oração e na meditação se aprende o caminho de Deus e da vida".” O papa ultimamente vem sendo convidado a dar conselhos aos políticos do mundo sobre como devem conduzir os negócios para mais facilmente se enriquecerem.

Qual o objetivo destas palavras? Elas estão no contexto da Globalização por meio da Nova Ordem Mundial, que poucos sabem o seu significado. Globalização é o nome que se dá para a realização de intensos negócios internacionais, viabilizados pelo acentuado desenvolvimento tecnológico que permite a produção de uma infinidade de bens e serviços a serem negociados. O mundo, ao longo de sua história, nunca esteve em situação tão propícia para realizar tantos negócios como se pretende pela Globalização.

Mas por outro lado, o mundo também nunca esteve tão próximo de um precipício social e natural, que pode levar ao caos total, e estamos muito próximos dele. Por esse precipício entendemos o conjunto dos grandes problemas que arrastam a humanidade a uma situação dramática sem saída. Dentre outros, os principais problemas são: terrorismo, tráfico de armas, de drogas e de pessoas, criminalidade, corrupção, intolerância, imoralidade, degeneração dos recursos naturais e suas respectivas catástrofes. Para uma ação de reação a essas tendências, o mundo pensa em uma Nova Ordem Mundial, pois se nada for feito, a Globalização se torna inviável e a sociedade humana se auto-destrói.

Contraditoriamente, por uma lado nunca o mundo esteve em situação tão favorável para os negócios, mas também, por outro lado, nunca esteve tão próximo de um colapso universal. Para evitar o colapso é que se pensa na Nova Ordem Mundial que garanta a reversão das atuais tendências catastróficas.

Como deverá ser essa Nova Ordem Mundial e qual o seu objetivo? A Nova Ordem Mundial será encabeçada pela união de todas as formas de adoração, buscando, por meio da santificação do domingo, das famílias reunidas nesse dia, se realize a reeducação dos cidadãos do planeta para que se tornem pessoas de bem. Isso está sendo coordenado pela Igreja Católica, por meio de seu papa. Tem o apoio de muitas grandes autoridades políticas do mundo, bem como da ONU. Pois as palavras acima citadas em relação a ética na economia estão nesse contexto.

Esse discurso está em perfeita sintonia com a Nova Ordem Mundial, em que, pela liderança da Igreja Católica, apoiada pelo poder político-militar dos Estados Unidos e pelo poder das maravilhas do espiritismo, buscará unir todas as forças do mundo inteiro para salvar a Globalização dos negócios, e possibilitar aos poderosos de se enriquecerem ainda mais. Para entender o sentido profético da notícia citada, leia, pela ordem, os seguintes versos bíblicos:

Apoc. 16:12 a 16 (sobre a união das forças de satanás para atacar o povo de DEUS, isto é o secamento do Rio Eufrates, tempo em que se torna real a Nova Ordem Mundial);
Apoc. 17:12 a 14 (sobre a intenção desse movimento de união, lutar contra o povo de DEUS porque dizem ser o responsável pelo fracasso da Globalização dos negócios);
Apoc. 17:16 (sobre o que o povo do mundo fará contra os seus pastores quando DEUS revelar que o sábado é o verdadeiro dia de guarda, revelação que ocorrerá no momento em que intentam cumprir o decreto de morte, entre a sexta e sétima pragas);
Apoc. 18:5 a 19 (onde se descreve em detalhes o que acontecerá durante a sétima praga, note como choram os reis e os mercadores da Terra em remorso porque estão vendo a destruição da Nova Ordem Mundial e da Globalização por meio da devastação da Babilônia, percebem então que eles não tem mais futuro).

É preciso atentar que os versos estão entremeados por declarações que acontecem antes da sétima praga, como o de Apoc. 18:4, esse clamor ocorre um pouco antes do fechamento da porta da graça.

Se prestar atenção aos textos bíblicos acima, verá algo importante. A Nova Ordem Mundial, que a Bíblia chama “um só pensamento” (a tal ponto estão eles unidos em torno de seus interesses pelo poder do dinheiro), o de oferecer à besta (a 2ª) o poder e a autoridade que possuem (Apoc. 17:13), visando guerrear contra o povo de DEUS (Apoc. 17:14) que na aparência é para salvar o mundo de suas tendências degenerativas, mas na verdade é para levar o mundo a adorar a satanás por meio da santificação do domingo (profetizado em Apoc. 13:16-17). A questão da adoração, se a DEUS se a satanás, o mundo saberá distinguir claramente pela pregação em forma de Alto Clamor que o povo de DEUS anunciará antes do fechamento da porta da graça, mas muitos não aceitarão, preferindo o assim chamado deus do dinheiro da Globalização. Porém, ao final da sexta praga, quando DEUS mostrar os Dez Mandamentos, as pessoas do mundo todo verão que se deixaram enganar pelos falsos pastores de Babilônia, por isso se revoltarão contra esses pastores, e os devastarão (isso quer dizer, devastarão babilônia) (ver Apoc. 17:16; 18:6 a 8; 10; 16 e 18-19), ao mesmo tempo em que ela já está recebendo de DEUS o seu juízo (Apoc. 18:8) as sete pragas.

Se o leitor prestar atenção aos noticiários, perceberá que as autoridades globais já estão se expressando no contexto da “Paz e Segurança” necessária para a Globalização. Isso implica em unir todas as igrejas do mundo como uma força para garantir essa paz, e garantir as condições aos negócios globais intensos pelo enriquecimento dos poderosos, que desejam se fazer ainda mais poderosos. Mas por trás da Globalização está, disfarçada, a adoração a satanás por meio da santificação do domingo, forçada por leis nacionais a partir dos Estados Unidos da América.

Notícias assim nos dizem que estamos nos aproximando do dia da vinda de CRISTO. (G1)

Fonte - Cristo Voltará


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Mundo sofrerá nova crise financeira

Em entrevista à BBC, o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Alan Greenspan afirmou que o mundo sofrerá outra crise financeira.

“A crise acontecerá novamente, mas será diferente”, disse Greenspan ao programa Love of Money, da emissora BBC Two.

Segundo ele, a nova crise viria como uma reação a um longo período de prosperidade.

De acordo com Greenspan, apesar de levar tempo e de se tratar de um processo difícil, a economia global eventualmente irá “superar” a crise.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Ao que parece um novo ciclo de crise parece ser inevitável. O que varia nas previsões, desde as mais otimistas como esta do Greenspan, até as mais pessimistas como por exemplo de Roubini e Krugman, é o tempo e a intensidade do que virá.


Medo da natureza

Mais uma vez o tempo, a chuva e o granizo assustam as pessoas. Era segunda-feira à noite e o céu escureceu em minha cidade. Relâmpagos e trovões se sucediam rapidamente. Nuvens negras, pesadas e ameaçadoras passavam como que carregadas de canhões poderosos, buscando algo para destruir. Em minha cidade nada aconteceu, mas fiquei pensando, em algum lugar esse poder todo vai descarregar sua fúria.

O que está havendo com a natureza? Ela não faz mais aquilo para o qual foi planejada. A chuva era para regar a terra produzir, mas cada vez mais frequentemente ela vem para destruir. E acompanhada de ventos e granizo, onde passa, pouco sobra. É uma questão de minutos, e muitos perdem tudo o que economizaram ao longo da vida. Quando não há vítimas fatais, resta o medo das nuvens.

Na Argentina, na província de Missiones, tornado levou um rastro de destruição total. Em Buenos Aires, o prefeito Orlando Walfart disse: “Nunca vimos nada assim antes!”. O tornado matou 10 pessoas e deixou outras 18 em estado grave. “Segundo Walfart, no meio do tornado, os fortes ventos arrancaram um bebê dos braços de sua mãe. As testemunhas indicaram que o tornado carregou animais, além de derrubar árvores e postes de luz. "Uma catástrofe" foi a definição do ministro da Saúde, Juan Manzur, que viajou para San Pedro, para coordenar pessoalmente os trabalhos de assistência à população da arrasada cidade. Manzur sustentou que a faixa de destruição do tornado oscilou entre 100 e 200 metros de largura.”

Em Santa Catarina, no Vale do Itajaí no final do ano passado também ainda não haviam visto algo assim, morros desmoronando sobre as residências e matando 135 pessoas e resultando em prejuízos estimados em R$300 milhões. Estive por lá duas vezes após a catástrofe, e relataram como se sentiam em meio ao poder da fúria da natureza. Todos sentiam medo do que uma nuvem acima de suas cabeças poderia fazer, trazendo água, ventos e raios.

Em São Paulo na manhã de terça-feira (08/09/2009) choveu 70% da quantidade do mês, a maior precipitação desse mês desde 1943, quando começaram a medir a quantidade de chuva que cai.

No oeste catarinense a população também passou por momentos de pânico. Casas arremessadas a mais de 50 metros. Autoridades não descartam que as rajadas de vento tenham chegado aos 200 km/h.

Devemos nos acostumar a convier com o medo da natureza. Ela está aos poucos deixando suas funções de nos prover, e com freqüência cada vez maior, destrói em minutos o que os seres humanos construíram durante anos. (Estado)

“É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão freqüentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Profetas e Reis, p 277).

Fonte - Cristo Voltará


Representantes de todas as religiões visitam Auschwitz

CRACÓVIA, terça-feira, 8 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Representantes religiosos de todo o mundo foram nesta manhã ao antigo campo de concentração de Auschwitz-Birkenau, dentro dos atos conclusivos do Simpósio "Homens e Religiões".
Este simpósio, convocado pelo cardeal Stanislaw Dziwisz, arcebispo de Cracóvia e promovido pela Comunidade de Sant'Egidio, quis reunir personalidades de todos os credos "no espírito da Ásia".

Assim explicou nesta terça-feira o atual presidente da Comunidade, Marco Impagliazzo, em declarações à Rádio Vaticano, destacando que esta peregrinação a Auschwitz "nos reafirma a convicção de que a única via para evitar estas tragédias é o diálogo".

Nesta breve mas comovente cerimônia dois sobreviventes do campo de extermínio deram seu testemunho, um rabino e uma mulher austríaca de origem cigana. Depositaram-se mais de vinte coroas de flores em recordação às vítimas, por parte de cada grupo religioso.

O encontro terminou nesta noite, na praça do mercado de Cracóvia, com a mensagem "Chamado à paz 2009", precedido por encontros de oração de cada grupo religioso em todos os rincões da cidade polonesa.

Durante os três dias que durou o congresso, no qual participaram cristãos de todas as confissões, muçulmanos, hindus, budistas e outras religiões minoritárias, falou-se da paz, do desenvolvimento dos povos, da crise econômica e do diálogo inter-religioso, mas sobretudo sobre a herança da segunda Guerra Mundial e sobre o legado do papa João Paulo II.
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Fonte - Zenit


Papa adverte sobre autossecularização de comunidades eclesiais

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 8 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI advertiu ontem bispos brasileiros sobre a “autossecularização de muitas comunidades eclesiais”, um fenômeno que é fruto da interpretação equivocada do conceito de “abertura ao mundo” difundido após o Concílio Vaticano II.

O Papa falou aos bispos dos Regionais Oeste 1 e 2 (Mato Grosso do Sul e Mato Grosso) da CNBB (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil), no Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, no contexto da visita “ad limina apostolorum”.

Segundo o Papa, “nos decênios sucessivos ao Concílio Vaticano II, alguns interpretaram a abertura ao mundo não como uma exigência do ardor missionário do Coração de Cristo”.

Mas a interpretaram “como uma passagem à secularização, vislumbrando nesta alguns valores de grande densidade cristã como igualdade, liberdade, solidariedade, mostrando-se disponíveis a fazer concessões e descobrir campos de cooperação”.

“Assistiu-se assim –prosseguiu o Papa– a intervenções de alguns responsáveis eclesiais em debates éticos, correspondendo às expectativas da opinião pública, mas deixou-se de falar de certas verdades fundamentais da fé, como do pecado, da graça, da vida teologal e dos novíssimos.”
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“Assim esses jovens aprenderão a ser sensíveis ao encontro com o Senhor, na participação diária da Eucaristia, amando o silêncio e a oração, procurando, em primeiro lugar, a glória de Deus e a salvação das almas.”
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Fonte - Zenit

Nota DDP: Em outras palavras: as comunidades eclesiais (igrejas da reforma) se afastaram dos mandamentos e devem reencontrá-los na eucaristia (missa dominical?).


terça-feira, 8 de setembro de 2009

ONU sugere moeda global no lugar do dólar para evitar crises

A reforma do sistema monetário e financeiro, com uma moeda internacional emitida por um banco central mundial, é a receita que oferece o órgão das Nações Unidas para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad) com objetivo de evitar que se repita uma crise como a atual.

O secretário-geral da organização, Supachai Panitchpakdi, afirmou que "o predomínio do dólar como principal meio de pagamento internacional teve um papel importante na formação de desequilíbrios mundiais que desembocaram na crise financeira".

Por isso, a Unctad defende um sistema de taxas de câmbio aceito internacionalmente e baseado no princípio de porcentagens reais, constantes e sustentáveis para todos os países. Com isso se conseguiria colocar um freio à especulação, porque o principal fator desencadeante da especulação cambial é o diferencial de inflação e de taxas de juros.

Assim se evitariam as crises monetárias, porque desapareceria o principal incentivo para especular com moedas de países altamente inflacionários, e se poderiam prevenir desequilíbrios mundiais fundamentais e de longa duração, evitando que os países em desenvolvimento sejam apanhados pela dívida.

Também se poderia evitar a condicionalidade procíclica em caso de crise e se reduziria a necessidade de manter reservas internacionais. "A crise atual se deve ao predomínio das finanças sobre os setores produtivos da economia que geram a autêntica riqueza, o que foi possível graças à euforia suscitada pela eficiência do livre mercado", assinala a Unctad em seu relatório de 2009.

Como destacou Panitchpakdi, "nos Estados Unidos, a parte do Produto Interno Bruto (PIB) que corresponde ao setor financeiro aumentou de 5% para 8% entre 1983 e 2007, enquanto sua parte no total de lucros empresariais passou de 7,5% para 40%".

- As autoridades econômicas deveriam ter receado de um setor que aspira o tempo todo a lucros de dois dígitos em uma economia que cresce a um ritmo muito menor - acrescentou.

O relatório da organização diz que um sistema baseado em uma moeda nacional sempre dependerá das decisões de política monetária que adotam os bancos centrais que emitem essas moedas e que se adotam em função das necessidades e preferências da política nacional, e não em resposta às necessidades do sistema de pagamentos internacionais e da economia mundial.

E critica também que este sistema, em momentos de desequilíbrio da conta corrente, impõe toda a carga do ajuste aos países deficitários. "O Fundo Monetário Internacional (FMI) reforçou esse viés deflacionário ao impor políticas restritivas aos países deficitários como parte de suas condições para conceder empréstimos, em vez de exigir políticas mais expansivas aos países com excedentes", afirma o estudo.

Fonte - JBOnline


Líderes religiosos contra a corrupção

Roma, 08 set (RV) – A Caritas Internacional se uniu a outras organizações e líderes religiosos para pedir uma ação global contra a corrupção.

Em carta ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, mais de 50 líderes religiosos e instituições confessionais afirmam que a corrupção é a maior causa da pobreza em países em desenvolvimento e o maior obstáculo para superá-la. E defendem que países ricos e pobres, juntos, têm a responsabilidade de combatê-la.

Em 2003, a Assembléia Geral das Nações Unidas aderiu à Convenção da ONU Contra a Corrupção (UNCAC). Trata-se do primeiro tratado internacional para combater a prática em todo o mundo.

Esta semana, a Convenção está sendo revisada em Viena, na Áustria, para apresentá-la no vértice de Doha, em novembro próximo.

Por isso, os líderes religiosos pedem que os delegados em Viena trabalhem para que a Convenção se torne efetivamente uma arma contra a corrupção. Na carta, o grupo escreve: "Corrupção é o coração da experiência que as pessoas fazem da pobreza. Para as comunidades pobres, a prática corrupta constitui uma barreira instransponível para uma educação de qualidade, para o direito à saúde e uma qualidade de vida digna. A corrupção rouba oportunidades e esperança".

Além da Caritas Internacional, entre os signatários estão o arcebispo de Maputo, em Moçambique, Dom Francisco Chimoio, o secretário-geral do Conselho Africano de Líderes Religiosos, Dr. Mustafa Ali, e o Rabino Jonathan Wittenberg.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Veja também "Igrejas cristãs unidas nos EUA".


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