terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Santa Sé mantém relações diplomáticas com 178 Estados

Avanços da diplomacia vaticana alcançados em 2009

CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 11 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Atualmente, são 178 os Estados que têm relações diplomáticas plenas com a Santa Sé, segundo um comunicado publicado hoje pela Sala de Imprensa vaticana.

A eles é preciso acrescentar a União Europeia, a Soberana Ordem Militar de Malta e uma missão de caráter especial: a Organização para a Libertação da Palestina (OLP).

Quanto a organizações internacionais, a Santa Sé está presente na ONU em qualidade de “Estado observador” e é membro de 7 organizações ou agências do sistema ONU, observador em outros 8 e membro ou observador em 5 organizações regionais.

O comunicado de hoje recorda os passos dados pela Santa Sé durante 2009 neste sentido.

Assim, recorda que, em 9 de dezembro de 2009, estabeleceu relações diplomáticas com a Federação Russa, no nível de nunciatura apostólica por parte da Santa Sé e de embaixada por parte da Federação Russa.

Este avanço foi comentado hoje pelo Papa em seu discurso ao Corpo Diplomático da Santa Sé, durante a tradicional audiência que se realiza todo começo de ano, no qual o Papa se refere à situação mundial.

“Há algumas semanas, a Santa Sé e a Federação da Rússia estabeleceram relações diplomáticas plenas, motivo este que me dá profunda satisfação”, afirmou.

O Vaticano e a ex-União Soviética já haviam estabelecido relações diplomáticas em 1990, após a queda do regime comunista, mas unicamente com simples escritórios de representação.

Além disso, durante 2009, concretamente no dia 12 de janeiro, a Santa Sé e a Land Schleswig-Holstein da Alemanha assinaram um acordo para regular a situação jurídica da Igreja Católica nessa região; o intercâmbio de instrumentos de ratificação desse acordo ocorreu no dia 27 de maio.

Por outro lado, no dia 5 de março foi feito o 4º acordo adicional à Convenção entre a Santa Sé e a Áustria para a regulação de relações patrimoniais; o intercâmbio da ratificação foi realizado no dia 14 de outubro.

No dia 10 de dezembro, procedeu-se ao intercâmbio de instrumentos de ratificação do acordo com o Brasil, assinado em 13 de novembro de 2008.

E no dia 17 de dezembro, concluiu uma nova convenção monetária entre o Estado da Cidade do Vaticano e a União Europeia, que substituiu a de 29 de dezembro de 2000 e entrou imediatamente em vigor.

Em seu discurso de hoje, Bento XVI também qualificou como “significativa” a recente visita que recebeu do presidente da República Socialista do Vietnã, “país caro ao meu coração, onde a Igreja está celebrando sua presença plurissecular com um Ano Jubilar”.

E acrescentou: “Neste espírito de abertura, recebi, ao longo do ano 2009, numerosas personalidades políticas vindas de diversos países; também eu visitei alguns deles, sendo minha intenção continuar, na medida do possível, a fazê-lo no futuro”.

Fonte - Zenit


Papa quer acordo para o clima

O Papa Bento XVI pediu esta manhã um acordo, já este ano, “que enfrente de maneira eficaz” a questão das alterações climáticas. Condenando o fracasso da cimeira de Copenhaga, realizada em Dezembro, o Papa afirmou que por detrás do fracasso estiveram sobretudo “resistências de ordem económica e política”.
...
Mais de metade do texto (disponível aqui), foi mesmo dedicada ao ambiente e às alterações climáticas, tema que o Papa tem referido em dezenas de intervenções nos últimos meses. Para Bento XVI, a crise ecológica deriva também da “mentalidade egoísta e materialista”, que esquece os “limites inerentes a toda a criatura”.

O Papa pediu “uma gestão correcta dos recursos naturais dos países e, em primeiro lugar, daqueles que se encontram economicamente desfavorecidos”. Referindo-se concretamente a África, recordou, “com preocupação, a erosão e a desertificação de amplas extensões de terra cultivável, por causa da exploração selvagem e da poluição do ambiente”. E condenou os casos do Afeganistão ou de alguns países da América Latina, “onde infelizmente a agricultura está ainda ligada à produção de droga”. Aqui, é preciso reconverter tais actividades, afirmou, pedindo “à comunidade internacional que não se resigne com o tráfico da droga”.
...
O discurso serviu ainda para o Papa Ratzinger condenar o “sentimento de pouca consideração e por vezes de hostilidade, para não dizer menosprezo, para com a religião, particularmente a religião cristã”, que se verifica “em certos países, sobretudo ocidentais”.

Esta ideia, difundida em “meios políticos e culturais, bem como nos mass media” resulta de se “conceber a laicidade apenas em termos de exclusão ou, mais exactamente, de recusa da importância social do facto religioso”.

“É urgente definir uma laicidade positiva, aberta, que, fundada sobre uma justa autonomia da ordem temporal e da ordem espiritual, favoreça uma sã cooperação e um espírito de responsabilidade compartilhada”, pediu o Papa, que aproveitou para saudar a entrada em vigor do Tratado de Lisboa. “Faço votos de que a Europa, na construção do seu futuro, saiba sempre beber nas fontes da sua própria identidade cristã.”

Fonte - Publico

Nota DDP: Veja também "Raízes da degradação ambiental são de ordem moral, afirma Papa".


segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

A ferida é curada



A Cura de Uma Ferida

Assim como o livro de Daniel apresenta uma linha profética que se inicía nos dias de Daniel, no reino da Babilônia, o livro do Apocalipse apresenta uma linha que vai desde João até a destruição de Satanás após o milênio.

Nas visões dadas a Daniel em seu livro, ele já anteviu os reinos que dominariam a terra:






BABILÔNIA ( Dan. 2:38; 7:4)






MEDO-PÉRSIA (Dan. 2:32 e 39; 7:5)






GRÉCIA (Dan. 2:32 e 39; 7:6)






ROMA PAGÃ (Dan. 2:33 e 40; 7:7:23; Apoc 12:1 a 5)






REINOS DIVIDIDOS (Dan. 2:41 a 43; 7:24)






ROMA PAPAL (Dan. 7:24 e 25, Apoc. 13:1 a 10)




No livro de Apocalipse João também tem visões simbólicas com alguns animais (bestas). Mas nas profecias que já estudamos, as sete igrejas (Apoc. 2 e 3) e os sete selos (Apoc 6 e 8:1 a 5), notamos que Deus parece estar mais preocupado com sua igreja, que havia recebido Seu Filho nos dias de João. Há um recomeço. É o início do cristianismo. E as profecias tem como ponto de partida (na maioria delas) a igreja fundada por Cristo e seus apóstolos.

Devo dizer que o Apocalipse não é um livro fechado, mas como o próprio nome diz é um livro revelado.

“No APOCALIPSE todos os livros da Bíblia se encontram e se cumprem. Ali está o complemento do livro de Daniel. UM É UMA PROFECIA; O OUTRO É UMA REVELAÇÃO. O livro que foi selado não é o APOCALIPSE, mas a porção da profecia de DANIEL relativa aos últimos dias.” - Atos dos Apóstolos, pág. 585.

“...o Apocalipse é o suplemento de Daniel.” - Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 114.

“O livro de DANIEL é descerrado na revelação a João, e nos transporta para as ÚLTIMAS CENAS DA HISTÓRIA DA TERRA. Terão nossos irmãos em mente que estamos vivendo em meio aos perigos dos últimos dias? LEDE APOCALIPSE EM CONEXÃO COM DANIEL.” - Testemunhos Para Ministros e Obreiros Evangélicos, pág. 115.

Tendo em vista estes conselhos, vamos dar uma rápida olhada em Apocalipse 12 e 13. Perceberemos por meio destas profecias que estamos vivendo nos últimos dias da história deste planeta de pecado.

Vamos analizar o que o Apocalipse fala dessa fase de Roma Papal e o próximo poder que afetaria o povo de Deus.

Apocalipse 12 descreve a guerra que houve no céu entre Deus e Seus anjos e Satanás e seus anjos maus. Aqui Satanás é descrito como um dragão que lidera 1/3 dos anjos do céu. A igreja pura de Deus é descrita como uma mulher.

Nesta guerra descrita em Apocalipse 12:7 a 9 , Satanás é expulso do céu e é atirado para a Terra.



“Houve peleja no céu. Miguel e os seus anjos pelejaram contra o dragão. Também pelejaram o dragão e seus anjos; todavia, não prevaleceram; nem mais se achou no céu o lugar deles. E foi expulso o grande dragão, a antiga serpente, que se chama diabo e Satanás, o sedutor de todo o mundo, sim, foi atirado para a terra, e, com ele, os seus anjos.” Apocalipse 12:7 a 9

Assim que Satanás foi atirado para a terra começou a perseguir os que fazem parte do povo de Deus.

“Quando, pois, o dragão se viu atirado para a terra perseguiu a mulher que dera à luz o filho varão.” Apocalipse 12:13

Satanás começou a perseguir a igreja do Filho de Deus - Jesus Cristo. Para efetuar essa perseguição ele tem usado os poderes da Terra.

“Por exemplo, ele usou Babilônia para levar Judá para o cativeiro e destruiu Jerusalém. Satanás usou a Pérsia, nos dias da rainha Ester, na tentativa de aniquilar Israel. Ele usou a Grécia, nos dias de Antíoco Epifânio, para tentar destruir a religião judáica e matou ou vendeu como escravaos cerca de 80.000 habitantes de Jerusalém. Satanás usou, mais tarde, Roma, na tentativa de matar a Jesus ainda menino e posteriormente ordenou sua execução 31 anos depois. Quatro décadas mais tarde Roma foi usada como o veículo de destruição de Jerusalém e do Templo, e o martírio e a perseguição da recém iniciada igreja Cristã. Durante a Idade Média Satanás usou a igreja estatal, o Papado, para impedir a disseminação do evangelho, da fé e do estudo das Escrituras, e perseguiu aqueles que mantinham as verdades bíblicas em oposição a tradição eclesiástica.” The Lamb Among The Beasts, pág. 195.

Note que Satanás usou até a própria igreja, que se afastou da verdade, para perseguir os fieis seguidores de Cristo. Mas isto também já estava profetizado tanto por Daniel, como por Paulo e claro por João.

“E foram dadas à mulher as duas asas da grande águia, para que voasse até ao deserto, ao seu lugar, aí onde é sustentada durante um tempo, tempos e metade de um tempo, fora da vista da serpente.” Apocalipse 12:14

“No sexto século tornou-se o papado firmemente estabelecido. Fixou-se a sede de seu poderio na cidade imperial e declarou-se ser o bispo de Roma a cabeça de toda a igreja. O paganismo cedera lugar ao papado. O dragão dera à besta "o seu poder, e o seu trono e grande poderio”. Apoc. 13:2. E começaram então os 1260 anos de opressão papal preditos nas profecias de Daniel (Dan. 7:25) e João (Apoc 13:5-7). Os cristãos foram obrigados a optar entre renunciar a sua integridade e aceitar as cerimônias e culto papais, ou passar a vida nas masmorras, sofrer a morte pelo instrumento de tortura, pela fogueira, ou pela machadinha do verdugo. Cumpriram-se as palavras de Jesus: "E até pelos pais, e irmãos, e parentes, e amigos sereis entregues; e matarão alguns de vós. E de todos sereis odiados por causa do Meu nome." Luc. 21:16 e 17. Desencadeou-se a perseguição sobre os fiéis com maior fúria do que nunca, e o mundo se tornou um vasto campo de batalha. Durante séculos, a igreja de Cristo encontrou refúgio no isolamento e obscuridade. Assim diz o profeta: "A mulher fugiu para o deserto, onde já tinha lugar preparado por Deus para que ali fosse alimentada durante mil duzentos e sessenta dias." Apoc. 12:6.” - História da Redenção, pág. 330.

A frase tempo, tempos e metade de um tempo, na realidade quer dizer ano, anos e metade de um ano. Fica fácil deduzir que aqui João fala do período de 1260 anos de perseguição ao fiel povo de Deus que também é descrito em Daniel 7:25.

“O apóstolo Paulo advertiu a igreja a não esperar a vinda de Cristo em seu tempo. "Porque não será assim", diz ele, "sem que antes venha a apostasia, e se manifeste o homem do pecado." II Tess. 2:3. Não poderemos esperar pelo advento de nosso Senhor senão depois da grande apostasia e do longo período do domínio do "homem do pecado". Este "homem do pecado", que também é denominado "mistério da injustiça", "filho da perdição", e "o iníquo", representa o papado, que, conforme foi anunciado pelos profetas, deveria manter sua supremacia durante 1.260 anos. Este período terminou em 1798.” - O Grande Conflito, pág. 356.


Apocalipse 13 fala deste poder simbolizado por uma besta que sobe do mar. Um poder que surge de um lugar aonde existe muita gente, já que mar é símbolo para lugar habitado (Apocalipse 17:15). Este poder tem um pouco de cada um dos reinos anteriores: leopardo, urso, leão (os animais de Daniel 7).

Em 1798 essa besta é ferida:

“Então, vi uma de suas cabeças como golpeada de morte, mas essa ferida mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou seguindo a besta.” Apocalipse 13:3

João diz que essa ferida não seria para a morte, mas que esse poder se recuperaria.

“No capítulo 13:1-10, descreve-se a besta "semelhante ao leopardo", à qual o dragão deu "o seu poder, o seu trono, e grande poderio". Este símbolo, como a maioria dos protestantes tem crido, representa o papado, que se sucedeu no poder, trono e poderio uma vez mantidos pelo antigo Império Romano. Declara-se quanto à besta semelhante ao leopardo: "Foi-lhe dada uma boca para proferir grandes coisas e blasfêmias. ... E abriu a sua boca em blasfêmias contra Deus, para blasfemar do Seu nome, e do Seu tabernáculo, e dos que habitam no Céu. E foi-lhe permitido fazer guerra aos santos, e vencê-los; e deu-se-lhe poder sobre toda a tribo, e língua, e nação." Esta profecia, que é quase idêntica à descrição da ponta pequena de Daniel 7, refere-se inquestionavelmente ao papado.

"Deu-se-lhe poder para continuar por quarenta e dois meses." E, diz o profeta, "vi uma de suas cabeças como ferida de morte". E, mais, "se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá; se alguém matar à espada, necessário é que à espada seja morto". Os quarenta e dois meses são o mesmo que "tempo, tempos, e metade de um tempo", três anos e meio, ou 1.260 dias, de Daniel 7, tempo durante o qual o poder papal deveria oprimir o povo de Deus. Este período, conforme se declara nos capítulos precedentes, começou com a supremacia do papado, no ano 538 de nossa era, e terminou em 1798. Nesta ocasião o papa foi aprisionado pelo exército francês, e o poder papal recebeu a chaga mortal, cumprindo-se a predição: "Se alguém leva em cativeiro, em cativeiro irá.” - O Grande Conflito, pág. 439

Vocês se lembram que ao estudarmos a profecia de Daniel 7, falamos de um poder que mudaria os tempos e a lei e perseguiria o povo de Deus por 1.260 anos? Vimos que este poder religioso era sem dúvida a Igreja Católica Apostólica Romana, e como esta profecia de tempo se cumpriu à risca. Esse poder religioso dominou o mundo cristão de 538 até 1798 d.C., quando as tropas de Napoleão puzeram fim ao seu domínio ao prenderem o Papa Pio VI (1775-1799) que morreu pouco depois na prisão.

O livro do Apocalipse, no entanto, afirmava que essa ferida não seria uma ferida de morte, mas seria curada.

“A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio, está ainda longe de ser destruída. E a profecia prevê uma restauração de seu poder. "Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Apoc. 13:3. A aplicação da chaga mortal indica a queda do papado em 1798. Depois disto, diz o profeta: "A sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Paulo declara expressamente que o homem do pecado perdurará até ao segundo advento. (II Tess. 2:8.) Até mesmo ao final do tempo prosseguirá com a sua obra de engano. E diz o escritor do Apocalipse, referindo-se também ao papado: "Adoraram-na todos os que habitam sobre a Terra, esses cujos nomes não estão escritos no livro da vida." Apoc. 13:8. Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma.” - O Grande Conflito, pág. 579

Você verá na tabela a seguir como isso tem se cumprido até a completa cura dessa ferida. Mas antes de olharmos a tabela, o livro do Apocalipse, no capítulo 13, menciona outra besta. Esse outro poder sobe da terra:


“Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão.

Exerce toda a autoridade da primeira besta na sua presença. Faz com que a terra e os seus habitantes adorem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. Também opera grandes sinais, de maneira que até fogo do céu faz descer à terra, diante dos homens.

Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar diante da besta, dizendo aos que habitam sobre a terra que façam uma imagem à besta, àquela que, ferida à espada, sobreviveu; e lhe foi dado comunicar fôlego à imagem da besta, para que não só a imagem falasse, como ainda fizesse morrer quantos não adorassem a imagem da besta.” (Apocalipse 13: 11 a 15)

Que poder está dominando o mundo em nossos dias, no tempo do fim?

“As tentativas feitas na idade-média para entender a besta-cordeiro com chifres falharam. O povo não pode entender esta profecia antes que ela se cumprisse. Entende-se melhor a profecia depois que ela se cumpre. É por isso que Jesus afirmou: ‘Disse-vos agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós creiais’ (João 14:29).” Apocalipse Verso Por Verso, pág. 114.

Vamos relembrar algumas coisas para afirmarmos quem realmente é essa besta, esse poder que surge nos últimos dias:

Em Apocalipse 12 aparece um grande dragão vermelho que foi o grande império romano ou Roma pagã (usada por seu comandante principal, o próprio Satanás).

Em Apocalipse 13 aparece uma besta que sobe do mar e é semelhante a um leopardo. Essa besta é ferida, mas não morreu. Esse poder foi e é Roma Papal.

Mas, e agora? Quem seria esse poder ou essa besta que sobe da terra?

Em 1851, J. N. Andrews, um pioneiro adventista, identificou esse poder como a América protestante, ou seja, os Estados Unidos da América do Norte. Mas como poderia isso ser uma realidade, pois, afinal de contas, nessa época o exército dos EUA tinha apenas vinte mil homens? Alguns anos depois em 1867, Touro Sentando, um índio, venceu o exército do General Custer.

“Em 1933, quando Hitler tornou-se o Führer, os Estados Unidos tinham o décimo sexto maior exército do mundo – menor que o da Espanha, da Turquia e mesmo da Polônia.” O Dia do Dragão, pág. 31.

Realmente parecia impossível, mas Deus não advinha, Ele sabe.

“A profecia do capítulo 13 do Apocalipse declara que o poder representado pela besta de chifres semelhantes aos do cordeiro fará com que a "Terra e os que nela habitam" adorem o papado, ali simbolizado pela besta "semelhante ao leopardo". A besta de dois chifres dirá também "aos que habitam na Terra que façam uma imagem à besta; e, ainda mais, mandará a todos, "pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e servos", que recebam o "sinal da besta". Apoc. 13:11-16. ... OS ESTADOS UNIDOS SÃO O PODER REPRESENTADO PELA BESTA DE CHIFRES SEMELHANTES AOS DO CORDEIRO, e que esta profecia se cumprirá quando aquela nação impuser a observância do domingo, que Roma alega ser um reconhecimento especial de sua supremacia. Mas nesta homenagem ao papado os Estados Unidos não estarão sós. A influência de Roma nos países que uma vez já lhe reconheceram o domínio, está ainda longe de ser destruída. E a profecia prevê uma restauração de seu poder. "Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Apoc. 13:3. A aplicação da chaga mortal indica a queda do papado em 1798. Depois disto, diz o profeta: "A sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta." Paulo declara expressamente que o homem do pecado perdurará até ao segundo advento. (II Tess. 2:8.) ... Tanto no Velho como no Novo Mundo o papado receberá homenagem pela honra prestada à instituição do domingo, que repousa unicamente na autoridade da Igreja de Roma. ...” - Fé Pela Qual Eu Vivo, MM 1959, pág. 329.



Alguns pontos a considerar:

- Surgiria da terra. Se “mar”, de onde surgiu as outras bestas (Daniel 7 e Apocalipse 13) significa que elas sairam de onde era bastante povoado, esse poder surgiria de um lugar pouco povoado. “Um proeminente escritor descreveu o levantar dos Estados Unidos: “...o mistério de sua chegada do vazio... Como uma semente silenciosa nós crescemos e nos transformamos em um império.” (G.A. Townsend, The New World Compared With the Old, pág. 635.)

“Um jornal Europeu escreveu em 1850 a respeito dos Estados Unidos como um império que estava “emergindo... em meio ao silêncio da terra, diariamente aumentando o seu poder e sua força.”(citado em Daniel and revelation, pág. 578, Uriah Smith).” Revelation’s Predictions For a New Millennium, pág. 381.

- Possuia chifres como de um cordeiro. Esse poder agiria de maneira gentil. “Uma nação sem um déspota como rei e uma igreja sem um papa autoritário. O pano de fundo aqui é que a nova nação teria liberdade civil e religiosa.” Sunday’s Coming, pág. 221.

“Os ‘dois chifres como de um cordeiro’ bem representa o caráter de nosso governo, como expresso em seus dois princípios fundamentais, - Republicanismo e Protestantismo. Estes princípios são o segredo de nosso poder e prosperidade como nação. Aqueles que cedo encontraram asilo nas praias da América, regozijaram de que haviam alcançado um país livre da arrogância do papado e da tirania dos reis. Eles se determinaram a estabelecer um governo sob o pleno fundamento da liberdade civil e religiosa.” (Ellen White, The Signs of the Times, Feb. 8, 1910).” Citado em Sunday’s Coming, pág. 221.

- Falava como um dragão. Passaria a agir como Satanás. Destruindo, perseguindo, e punindo àqueles que não seguissem as leis que esse poder impusesse. E ao que tudo indica quanto mais se aproxima do fim, mais falará em nome do dragão.

“Os fundadores da Nação procuraram sabiamente prevenir o emprego do poder secular por parte da igreja, com seu inevitável resultado – intolerância e perseguição. A Magna Carta estipula que “o Congresso não fará lei quanto a oficializar alguma religião, ou proibir o seu livre exercício,” e que “nenhuma prova de natureza religiosa será jamais exigida como requisito para qualquer cargo de confiança pública nos Estados Unidos.” Somente em flagrante violação destas garantias à liberdade da nação poderá qualquer observância religiosa ser imposta pela autoridade civil. Mas a incoerência de tal procedimento não é maior do que o que se encontra representado no símbolo. É a besta de corno semelhantes aos do cordeiro – professando-se pura, suave e inofensiva – que fala como o dragão.” - O Grande Conflito, pág. 441

- Exerce o mesmo poder da primeira besta. Assim como o papado, na idade média, punha e depunha reis e governantes, esse poder faria o mesmo nessa época. Os reinos do mundo seguiriam o que ele impusesse.

“Quando os Estados Unidos, o país da liberdade religiosa, se aliar com o papado, a fim de dominar as consciências e obrigar os homens a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo. O nosso povo não tem sequer utilizado a metade do poder de que dispõe para estender a mensagem de advertência.” – Testemunhos Para a Igreja, Vol. 6, pág. 18.

- Opera grandes sinais... faz descer fogo do céu. Tem um poder fantástico a ponto de enviar fogo do céu.

- Surgiu depois da ferida da primeira besta. Surgiria depois ou próximo a 1798. “Os peregrinos chegaram ao “Novo Mundo”no início dos anos 1600s. Em 1776 as colonias se uniram ao ponto de apresentar a Declaração de Independência. Em 1787 a Constituição foi ratificada, e em 1789 a Carta Magna foi formulada. Em 1791 a Carta Magna foi adotada. ...O papa foi preso em 1798, e sem dúvida é significativo que no mesmo ano o governo Francês reconheceu os Estados Unidos como uma nação.” Sunday’s Coming!, pág. 217.

“Que nação no Novo Mundo se achava em 1798 ascendendo ao poder, apresentando indícios de força e grandeza, e atraindo a atenção do mundo? A aplicação não admite dúvidas. Uma nação, e apenas uma, satisfaz às especificações desta profecia; esta aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América do Norte.” - O Grande Conflito, pág. 439.



- Ajudaria a comunicar fôlego à primeira besta. Ajudaria na recuperação da primeira besta (a que tinha sido ferida). Ou seja ajudaria na cura da ferida e ainda faria com que as pessoas adorassem essa primeira besta sob pena de morrerem se assim não fizerem. “Muitas leis estaduais dominicais foram estabelecidas ao longo do século. Mas um ingrediente essencial estava faltando para se estabelecer uma lei dominical nacional. O ingrediente que faltava era a cooperação entre os Estados Unidos e o Papado. De fato, a história confirma que existia um forte sentimento anti-Católico nos Estados Unidos. Como as coisas mudaram atualmente! Durante o governo de Ronald Reagan nós (EUA) estabelecemos “total relações diplomáticas com o governo central da Igreja Católica Romana”, e adicionalmente, naquilo que ficou conhecido como “Santa Aliança”, nós cooperamos com o papado ao derrubar o comunismo.

Atualmente, líderes religiosos como Chuck Colson, Pat Robertson, Billy Graham, e outros estão encorajando o patrocínio de Roma. E líderes civís ...estão dando apôio político em direção à Roma.” Sunday’s Coming, pág. 223.

“Falando sobre o novo papel dos Estados Unidos como a única superpotência do mundo, o chefe da OLP, a Organização Para Libertação da Palestina, Yasser Arafat, chamou a capital americana Washington, de “a nova Roma”.

A nova Roma! Por quê? Porque Roma antiga havia sido um poder sem rival em sua época, e os Estados Unidos estão nesta posição agora.” O Dia do Dragão, pág. 25.

De fato, o capítulo três do livro O Dia do Dragão tem o título “A Nova Roma”.



A própria revista Veja de 11 de Dezembro de 2002, tráz na capa, George Bush, presidente dos Estados Unidos, vestido como César. O título da manchete é: “Lula Vai a César”. Em várias matérias da revista Veja, os EUA é comparado a um “Império” por seu poderio e influência.



Esta é uma profecia que está se cumprindo em nossos dias.

A ferida foi sendo, pouco a pouco, curada, e os EUA tiveram um papel preponderante para que ela se curasse completamente.

A profecia ainda previa que que toda a terra se maravilharia seguindo a besta. E hoje podemos dizer que esta é mais uma profecia que está se cumprindo diante de nossos olhos. Verifique na tabela a seguir, como essa ferida foi sendo curada com o passar dos anos.

Também procurei colocar como os EUA, a besta que subiu da terra, e a besta que subiu do mar estão cada vez mais trabalhando em conjunto (Apoc. 13).

Fonte - Blog Chegou a hora

2010: quem vai governar o mundo no ano do Tigre?

Em boa parte do mundo, o novo ano só começará em 14 de fevereiro, dia do Ano Novo chinês. Adeus ano do Boi, bom dia ano do Tigre. Segundo a astrologia chinesa, esse tigre será de metal. É suficiente para gelar o sangue daqueles que, no Ocidente, no Japão ou na Índia, assistem à inexorável ascensão do gigante chinês no cenário mundial, perguntando-se aonde isso vai parar. Aliás, Pequim acaba de anunciar uma previsão de crescimento de seu PIB de 9,5% em 2010. Crise? Que crise?

Em outros lugares, o espectro da Grande Depressão se afastou, mas uma crise pode esconder outra. O grande abalo financeiro mundial, ao enfraquecer a legitimidade e a autoridade do país de onde partiu, os EUA, provocou uma crise de governança mundial. Quem governará o mundo em 2010? A questão agita tanto Pequim quanto Washington, Tóquio ou Bruxelas, pois 2008 e 2009 foram, desse ponto de vista, igualmente devastadores.

Se a conferência de Copenhague sobre a mudança climática, em dezembro passado, servir de indício, a reconstrução da ordem internacional não será um longo rio tranquilo. Copenhague é, em primeiro lugar, o fracasso da gestão da ONU, templo do multilateralismo herdado da Segunda Guerra Mundial. Os organizadores foram impotentes para conciliar as exigências de 193 países, alguns dos quais eram mais iguais que os outros, segundo a expressão de Coluche. A fórmula de blocos de países não funcionou melhor. A UE ficou ausente.

Foi afinal um punhado de dirigentes que concluiu a negociação, não sem algumas peripécias reveladoras. Barack Obama teve muita dificuldade para administrar uma relação direta com o primeiro-ministro chinês, Wen Jiabao, que ora lhe enviava seus adjuntos, ora preferia a companhia dos dirigentes de países emergentes. Obama, pensando que se sentaria sozinho com o chinês, não apenas teve a surpresa de encontrar, reunidos em torno de Wen, os presidentes brasileiro, Lula, e sul-africano, Zuma, como o primeiro-ministro indiano, Singh - que supostamente já teria partido -, mas o chefe de Estado americano foi tão bem recebido que ele mesmo teve de encontrar uma cadeira para sentar-se ao lado de "My friend Lula - Hey, Lula!"

Copenhague também tocou o dobrado do "G-2", se é que jamais existiu. Forjado pelo historiador de Harvard Niall Ferguson em 2007, sob o termo de "Chimerica", a ideia de uma dupla sino-americana, a aliança do maior devedor mundial com seu principal credor, foi popularizada por Zbigniew Brzezinski, ex-conselheiro de Jimmy Carter, que há um ano propôs o conceito de um G-2, "o grupo de dois que poderia mudar o mundo".

Os chineses não têm a menor vontade de codirigir o mundo com os americanos, menos ainda de mudá-lo, por enquanto. Wen Jiabao disse isso em maio de 2009, ao denunciar o conceito de G-2 como "ruim e sem fundamento"; ele prefere de longe a "multipolaridade". Poderíamos imaginar os dirigentes chineses lisonjeados por ver-se repentinamente elevados tão alto no pódio do mundo; é conhecer mal suas preocupações, que se concentram em seu fenomenal esforço de crescimento e sua estabilidade interna. Para eles, o G-2 é oferecer à China para substituir a União Soviética na dupla soviético-americana do fim da Guerra Fria. Longe de reivindicar uma posição de superpotência, a China quer ser considerada um país em desenvolvimento, conforme as estatísticas do PIB por habitante: US$ 3.566 para a China, US$ 46.443 para os EUA. O Japão ainda é a segunda economia do mundo, e a China só produz 7,1% do PIB mundial.

Ser uma superpotência cria expectativas e deveres. Uma superpotência deve ter uma moeda conversível. Uma superpotência pode ser chamada a tornar-se o policial do mundo. Mesmo que Pequim não recuse mais emprestar capacetes-azuis à ONU nem a enviar navios de guerra para o golfo de Áden, suas prioridades são outras. Os dirigentes chineses sabem que essa posição geraria tensões na Ásia: seja o Japão ou a Índia, as outras potências veriam com maus olhos Pequim assumir com Washington as rédeas da governança mundial - sem falar na Rússia.

Quem, então? A globalização fez surgir novas configurações, do Bric (Brasil, Rússia, Índia e China) ao G-20, sobre as ruínas do G-8. Copenhague chegou a inventar o Basic (Brasil, África do Sul, Índia, China). A crise financeira acelerou tudo: o G-20 tornou-se uma cúpula de chefes de Estado, depois em abril de 2009 uma instância decisiva para salvar a comunidade internacional do abismo financeiro, em Londres, onde a China demonstrou uma nova segurança. Seja qual for o esquema, a China terá um papel central, que ela mesma ainda não parece ter definido.

Apesar de sua fragilidade financeira, os EUA continuam sendo a primeira economia do mundo, os campeões da inovação tecnológica e sobretudo a única superpotência militar. São as duas únicas certezas. Como o mundo se articulará, dentro e ao redor desses dois gigantes, resta a ver. Bipolaridade, multipolaridade, alianças e contra-alianças: sob o signo do Tigre, tudo é possível.

Fonte - BOL


Papa pede 'cultura inteletual genuinamente católica'

'Bento XVI pediu que a Igreja dos EUA seja capaz de “cultivar uma cultura intelectual genuinamente católica, confiante na harmonia profunda entre fé e razão, e preparada para levar a riqueza da visão da fé no contacto com as questões urgentes que concernem ao futuro da sociedade americana”.

O Papa recebeu esta manhã, em audiência, os superiores, alunos e ex-alunos do Pontifício Colégio Norte-americano, por ocasião dos 150 de sua fundação. No discurso aos cerca de 550 presentes, Bento XVI recordou a sua viagem apostólica aos EUA, realizada em Abril de 2008, e louvou o compromisso do Colégio que, passados 150 anos de sua fundação, continua a formar “pastores sábios e generosos".

O Papa recordou que foi Pio IX quem quis, em 1859, a fundação do Pontifício Colégio Norte-americano, e reiterou que, à distância de um século e meio de sua instituição, o Colégio “permaneceu fiel à sua visão de fundação”, ou seja, “formar louváveis pregadores do Evangelho e ministros dos sacramentos, devotos ao Sucessor de Pedro e comprometidos com a construção da Igreja nos EUA”.

O encontro é também uma oportunidade, focou o Papa, para o Colégio, “reafirmar a afeição filial à Igreja de Roma, para recordar o trabalho apostólico realizado por numerosos alunos e para comprometer-se novamente com os altos ideais da santidade, da fidelidade e do zelo pastoral”.

Bento XVI focou a “excepcional experiência da universalidade da Igreja, a vastidão da sua tradição intelectual e espiritual, a sua missão de levar a verdade salvífica de Cristo a todos os espaços e a todos os lugares” que o Colégio, desde a sua fundação, ofereceu aos seus estudantes.'

Fonte: Agência Ecclesia (negritos e sublinhados meus para destaque)

Nota O Tempo Final: Porque não é demais, leia novamente este excerto, absolutamente delicioso: 'cultivar uma cultura intelectual genuinamente católica, confiante na harmonia profunda entre fé e razão, e preparada para levar a riqueza da visão da fé no contacto com as questões urgentes que concernem ao futuro da sociedade americana'!!!

Agora, analise em paralelo, estes três trechos: cultivar uma cultura intelectual genuinamente católica / questões urgentes que concernem ao futuro da sociedade americana / reafirmar a afeição filial à Igreja de Roma; foi um exercício interessante, não lhe pareceu...?

Caro leitor, já deve ter reparado que não gosto de fazer uso de meias palavras ou passar as mensagens nas entrelinhas; não há tempo para isso, nem deve ser essa a nossa mensagem. Por isso, claramente lhe digo: a Igreja de Roma, o Vaticano, está a dar passos cada vez mais concretos para reassumir a partir dos Estados Unidos da América, a preponderância que outrora teve na velha Europa!

Tal e qual a interpretação Adventista de Apocalipse 13, a união destas duas forças (Igreja de Roma e EUA) revelar-se-á finalmente, levando o mundo inteiro a submeter-se ao poder papal.

Leia os capítulos de 'O Grande Confito', de Ellen White, que se referem a esta união, para saber o que vai realmente acontecer. Mais importante, estude a Bíblia e o atrás mencionado capítulo de Apocalipse para perceber como há quase dois mil anos tudo isto foi profetizado (veja, ou reveja, também 'A Besta que Sobe do Mar e a Besta que Sobe da Terra')

Releia também: 'Comentário ao livro Could It Really Happen?'; 'Papa reza para que cristãos descubram o domingo'; 'Análise de notícias proféticas'; 'O(s) Anticristo(s)'; 'Os presidentes americanos e as visitas ao Vaticano'.


História da adoração – A alma, evolução do conceito II

Capítulo 20

A origem do conceito de alma separável do corpo, como já vimos, vem do tempo do Jardim do Éden, quando Lúcifer mentiu a Eva de que desobedecendo a DEUS, isto é, comendo do fruto, mesmo assim não morreriam (Gên. 3:4). Lúcifer andava em busca de um império. Não fazia muito ele perdera a guerra no Céu, fora expulso dali, e agora estava no vazio do Universo a procura de algum planeta habitado para construir seu império. E como conseguiria isso senão mentindo? Por ventura algum ser inteligente o atenderia se dissesse algo assim: ‘olha, eu sou Lúcifer, fui expulso do Céu por rebeldia, me acolham aqui e serei vosso rei’. O que acha? Por isso ele mentiu, levou Eva a desobediência e por essa via conquistou a submissão dela, e logo depois também de Adão. Assim esse planeta passou do governo de DEUS para o governo de Lúcifer. E as desgraças que disto resultaram conhecemos bem. O princípio de governo da Terra não é o amor e sim o ódio.

Do Jardim do Éden o conceito de alma sem corpo passou aos antediluvianos e foi retomado pelas pessoas no tempo de Ninrod. De Ninrod, por meio da confusão de línguas, se disseminou pelo mundo, sendo maior o número de pessoas a crer na alma separável do corpo do que as que criam que alma é um corpo que respira. Em seqüência, se desenvolveram religiões coerentes com esse conceito, como as religiões pagãs. Mais tarde a crença da alma imortal entrou até mesmo entre os judeus, o povo de DEUS. Segundo a Enciclopédia Judaica, "a crença na imortalidade da alma chegou aos judeus através do contacto com o pensamento grego e principalmente através da filosofia de Platão (427-347 a.C.), seu principal expoente". Apartir de meados do 2.° Século d.C., os primitivos filósofos cristãos adotaram o conceito grego da imortalidade da alma. Nesse tempo a idéia da alma imortal invadiu o cristianismo, e até hoje permanece, mas não em todas as igrejas cristãs. Há cristãos que seguem a explicação da Bíblia, e ela merece ser considerada, afinal, ela é a Palavra de DEUS, aquele que nos criou.

Um dos povos que fortaleceu essa crença foram os egípcios. Eles criam que a alma fosse preexistente, que se tratava de apenas um espírito, sem matéria. Criam que esse espírito nunca morre. Eles criam que toda pessoa mais favorecida possuía um espirito protetor, que chamavam ‘ka’, diziam que ele permanecia com a pessoa durante a vida, para a guiar nessa vida por caminhos selecionados e que influenciava no futuro após a morte. Morrendo o egípcio, o seu ka o esperava do outro lado do Grande Rio.

Nos tempos mais antigos, acreditavam que só os reis possuíam o ‘ka’, por isso, os mumificavam e colocavam junto da tumba seus pertences pessoais, para o ‘ka’ os levar junto. Criam que o ‘ka’ dos reis iria para alguma estrela celestial. Por esse motivo os reis construíam pirâmides com uma pequena saída para que essa alma saísse em direção de sua estrela, conforme estudos do ‘National Geografic’. Mais tarde passaram a crer que todas as pessoas possuíam um ‘ka’.

Os hindus imaginaram o ‘atman’ que seria um espírito presente no corpo. Os chineses inventaram outra forma de crer, entendiam que havia dois aspectos no ser humano, o yahg e o yin, a alma e o espírito. Os budistas crêem em reencarnação até atingir o Nirvana, a paz absoluta. Os espíritas, que surgiram no séc. XIX, crêem na reencarnação da alma em busca da perfeição. Enfim, todas as crenças pagãs crêem em alguma forma de alma imortal, variando de uma crença para outra.

Há algo errado nessa forma de crer. Não é admissível que o homem possa ser explicado por inúmeras formas diferentes, e todas corretas. Além disso, essas crenças surgiram da imaginação de seres humanos. É preferível ficar com a Bíblia, explicação dada pelo próprio Criador, que diz que a alma se tornou mortal por causa do pecado.

Fonte - Cristo Voltará


Frio recorde causa transtornos na Europa

O frio na Europa está prejudicando os serviços no país. O transporte e o fornecimento de energia estão com problemas. Segundo os termômetros do Reino Unido, o país registra seu inverno mais frio em 30 anos. A situação no país está piorando, com o preço de alimentos em alta devido a impossibilidade de se colher alimentos durante nevascas.

Os transportes são os mais prejudicados. As ruas estão repletas de neve e os acidentes são cada vez mais comuns devido à falta de sal para derreter a neve. O trem Eurostar, que liga Paris a Londres, teve suas viagens reduzidas à metade.

Na Polônia, o frio já matou 139 pessoas. As nevascas na França, em regiões onde o fenômeno é quase inédito, causaram problemas no fornecimento de energia elétrica para 20 mil pessoas.

Fonte - Opinião e Notícia



domingo, 10 de janeiro de 2010

Forte terremoto sacode norte da Califórnia

Washington, 9 jan (EFE).- Um terremoto de 6,5 graus na escala Richter foi sentido hoje no norte do estado americano da Califórnia, informou o serviço geológico dos Estados Unidos.

O tremor ocorreu às 16h27 locais (22h27 de Brasília), no Oceano Pacífico, 35 quilômetros ao noroeste de Ferndale e a 361 quilômetros de Sacramento, capital da Califórnia. O epicentro foi a 16 quilômetros de profundidade.

Contudo, a força do abalo não deve causar um maremoto.

Segundo o serviço geológico dos EUA, o terremoto foi sentido de São Francisco, na Califórnia, até o sul do estado do Oregon.

Até agora não se sabe se há pessoas feridas, vítimas mortais ou danos materiais graves.

Fonte - Último Segundo


quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Os 10 mandamentos sobre a volta de Jesus

(por Abel Pompeu - Med Mat 2004)

“E se Eu for e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estou estejais vós também.” S. João 14:3

I - Não terás outro objetivo em tua vida, do que o de te preparares para a volta de Jesus.

II - Não farás para ti, outra imagem mental de ti, a não ser daquela de servo bom e fiel, que ouvirá: “Entra no gozo do Teu Senhor, sobre o pouco foste fiel, sobre o muito te colocarei”. E apega-te a Deus a fim de seres transformado à imagem e semelhança de Jesus.

III - Não tomarás o precioso talento do tempo, que o Senhor te deu, em vão; porque o Senhor não terá por inocente aquele que tomar o tempo de sua vida em vão, negligenciando o preparo para a Sua volta.

IV - Lembra-te da breve volta de Jesus, para preparar-te para ela. Farás todo o trabalho da tua vida, mas não te esquecerás deste maior: o de construir o teu caráter para a eternidade. Trabalharás para isso, e ajudarás a preparar o teu empregado, a tua filha, o teu filho, e teu cônjuge e todos quantos puder para entrar no eterno repouso sabático, quando Cristo voltar.

V - Honra a bem aventurada promessa da volta de Jesus em todo o teu viver, para que os dias da tua vida sejam prolongados, na feliz eternidade, na Nova Terra, para a qual, Jesus em breve virá te buscar.

VI - Não matarás em ti, pelo mundanismo, o desejo de te encontrares em breve com Jesus

VII - Não adulterarás, ou seja, corromperás a doutrina da volta de Jesus, dizendo que ela não será: literal, visível e corpórea, como ensinam as Santas Escrituras; seja fiel a ela, buscando o seu cumprimento.

VIII - Não furtarás, para nenhuma outra coisa, o tempo do teu preparo para a breve volta de Jesus.

IX - Não dirás falsamente: “O meu Senhor virá”, prejudicando assim, a ti e a outros, pelo sono espiritual; pois Ele virá em breve, como ladrão na noite.

X - Não cobiçarás, isto é, não desejarás outra coisa qualquer, como prioridade em tua vida, a não ser a coroa da Justiça que está aguardando “a todos aqueles que amarem a Sua vinda.”

Cristo vem, Prepara-te! Jesus já está voltando!

Fonte - Meditando em Jesus

Nota DDP: Veja também "Por que demoras tanto Senhor?" e "Israel Literal e Espiritual".


terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Presidente e chanceler italianos apóiam palavras do papa sobrem meio ambiente

ROMA, 1 JAN (ANSA) - O presidente da Itália, Giorgio Napolitano, e o chanceler do país, Franco Frattini, comentaram as palavras ditas hoje pelo papa Bento XVI, que fez um apelo contra a violência e a favor do meio ambiente durante a primeira celebração de 2010, no 43º Dia Mundial da Paz.

Em mensagem enviada ao Pontífice, Napolitano citou a encíclica "Caritas in Veritate", publicada pela Santa Sé em julho, e afirmou estar de acordo com a atenção dedicada pelo Papa ao meio ambiente e ao desenvolvimento social visando as gerações futuras.

"A ligação que Vossa Santidade quis evidenciar fortemente entre o respeito ao ecossistema e a paz é de alarmante atualidade", afirmou o presidente, citando uma das ideias defendidas por Bento XVI.

De acordo com o chefe de Estado italiano, a exploração desenfreada dos recursos naturais, frequentemente a favor do enriquecimento de uma minoria, é fonte de conflitos permanentes.

Napolitano classificou como "causa de instabilidade" "as migrações forçadas de populações inteiras, obrigadas a deixar a própria terra por causa da excessiva degradação atribuída às ações irresponsáveis do homem".

Para o presidente, o pronunciamento do chefe máximo da Igreja Católica convida "a refletir sobre a responsabilidade comum na luta contra a degradação ambiental, chamando para aquele princípio de 'solidariedade' global, que deveria sempre orientar a atitude dos que detêm a responsabilidade do Estado e do Governo".

O ministro das Relações Exteriores da Itália, Franco Frattini, também demonstrou "profunda e sentida adesão" à mensagem dita hoje por Bento XVI durante a missa que celebrou a Solenidade de Maria, Mãe de Deus, e comemorou o Dia Mundial da Paz.

Na mensagem enviada ao secretário de Estado vaticano, Tarcisio Bertone, o chanceler fala que o início de 2010 encerra um ano marcado por uma crise que expôs a fragilidade do sistema econômico e produtivo globalizado e evidenciou a possibilidade de romper com o passado através do desenvolvimento sustentável.

Frattini citou os fracos resultados da Conferência das Nações Unidas sobre Mudança Climática (COP 15), que ocorreu em Copenhague entre os dias 7 e 18 de dezembro, e disse que a Itália está determinada a contribuir com a proteção ambiental.

"Não se trata de confrontar um problema de quotas ou procurar soluções de comprometimento, mas de iniciar juntos, em um quadro global, uma transformação profunda da nossa sociedade e do nosso modelo de desenvolvimento", informou o chanceler.

Durante seu pronunciamento de hoje, o papa Bento XVI afirmou que administrar com justiça e sabedoria os recursos naturais da Terra é condição indispensável para a paz. ¿Se o homem se degrada, degrada-se o ambiente no qual vive¿, disse ele.

Fonte - ANSA

Nota DDP: Veja também "Chefe dos bispos italianos faz apelo pelo meio ambiente". Destaque:

"Se, de uma parte, é legítima a propriedade privada de qualquer um, porque estimula e corresponde às exigências intrínsecas da pessoa humana e promove seu senso se responsabilidade e empreendimento, de outra parte não podemos esquecer que os bens da Terra e do cosmos, tendo sido criados para a humanidade, são destinados a todos os homens"


Ahmadinejad envia mensagem de paz aos líderes do mundo cristão

Teerã, 2 jan (EFE).- O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, desejou "um 2010 de paz e prosperidade" e advertiu que os problemas do mundo residem no afastamento dos caminhos dos profetas, em mensagem aos chefes dos estados cristãos por causa do Ano Novo, informou hoje a imprensa estatal.

"O ano de 2010 será um ano de paz e prosperidade para a humanidade à luz da espiritualidade, da moral e da justiça", disse o líder, citado pela televisão estatal por satélite "PressTv".

"Sem dúvida, o caminho e as doutrinas dos profetas são o caminho rumo à prosperidade, a perfeição, a justiça, a paz e a amizade", acrescentou.

Ahmadinejad advertiu, no entanto, que "as raízes de todos os problemas sociais, morais e políticos, assim como da recessão econômica, estão no fato de as pessoas terem se afastado do caminho".

Além disso, expressou seu desejo pela chegada do Mahdi, ou messias, que na tradição xiita chegará ao final dos tempos para impor um reino de justiça.

Fonte - Último Segundo

1 Te 5:3 - Pois que, quando disserem: Há paz e segurança, então lhes sobrevirá repentina destruição, como as dores de parto àquela que está grávida, e de modo nenhum escaparão.


História da adoração – A alma, evolução do conceito I

Capítulo 19

Alma é uma palavra derivada do latim anǐma, que se refere ao princípio que produz o movimento ao que é vivo. Dessa palavra derivam outras, como animal, que se move; animador, que vivifica a um ambiente. Esse conceito é coerente com o que diz a Bíblia. Em Gênesis 2:7, onde diz que alma vivente é a soma de matéria com a respiração. Essa soma produz um ser vivo capaz de se mover.

No entanto, para as religiões, com raras exceções, alma é uma essência vital que nunca morre, e que se separa com a morte apenas do corpo. O fundamento dessa forma de crer se explica por meio de uma passagem bíblica que encontramos em Gênesis 3:4, quando a serpente, que serviu de canal mediúnico a Lúcifer, disse a Eva: “é certo que não morrereis”. Para quase todas as formas de fé, valeu essa palavra, não a que DEUS pronunciou em Gênesis 2:17, “no dia em que dela comeres, certamente morrerás.” O conceito de alma que a maioria das pessoas aceita não vem das escrituras inspiradas por DEUS, mas da mentira mais bem sucedida de todos os tempos, a de Gên 3:4, refinada pela antiga filosofia grega.

“As conotações que o termo "alma" geralmente transmite à mente da maioria das pessoas provêm primariamente, não do uso dos escritores bíblicos, mas da antiga filosofia grega. Os antigos escritores gregos aplicavam psy.khé de vários modos, e não eram coerentes, suas filosofias pessoais e religiosas influenciando seu uso do termo. Segundo os léxicos grego-inglês, fornecem definições tais como "o Eu consciente" ou "ser vivente (humano ou animal)". Até mesmo em obras gregas não-bíblicas, o termo era usado para animais. O termo hebraico para alma é né.fesh. Num sentido literal, exprime a idéia de um "ser que respira" e cuja vida é sustentada pelo sangue. Os termos das línguas originais (hebraico: né·fesh; grego: psy·khé), segundo usados nas Escrituras, mostram que a “alma” é a pessoa, o animal ou a vida que a pessoa ou o animal usufrui.”

As pessoas do mundo inteiro preferem a conotação de alma que não corresponde à definição bíblica. E os líderes religiosos não se importam em esclarecer o erro, pois eles mesmos estão confundidos, e persuadidos pela mentira de Lúcifer. Tanto o mentiroso original, quanto esses líderes, tem o mesmo interesse, manter adeptos sob seu poder, mesmo que seja por meio de um engano fatal. Mas a Bíblia não diz em lugar algum que “temos” uma alma, mas sim, que “somos” uma alma vivente. A simplicidade da expressão bíblia é substituída pela falsidade. As pessoas preferem aceitar que nunca morrem, pois isso é mais confortável às suas mentes. É bem mais comprometedor aceitar que, pecando se morre, e que para não morrer, precisa ser transformado por JESUS, e depois, precisa obedecer aos Seus mandamentos.

As Escrituras nos dois Testamentos mostram que alma é material, tangível, visível e mortal. A própria Igreja Católica o aceita, embora ensine o contrário. “A New Catholic Encyclopedia (Nova Enciclopédia Católica) diz: “Nepes [né·fesh] é um termo de muito maior extensão do que nossa ‘alma’, significando vida (Êx 21.23; Dt 19.21) e suas várias manifestações vitais: respiração (Gn 35.18; Jó 41.13[21] ), sangue [Gn 9.4; Dt 12.23; Sl 140(141).8 ], desejo (2 Sm 3.21; Pr 23.2). A alma no A[ntigo] T[estamento] significa, não uma parte do homem, mas o homem inteiro — o homem como ser vivente. Similarmente, no N[ovo] T[estamento] significa vida humana: a vida duma entidade individual, consciente (Mt 2.20; 6.25; Lu 12.22-23; 14.26; Jo 10.11, 15, 17; 13.37).” — 1967, Vol. XIII, p. 467.”

Esse tema será motivo de grande controvérsia no final dos tempos. Ele é importante a todos, pois envolve a maior de todas as mentiras. (Citações - Wikipedia - capturado em 28-09-2009)

Fonte - Cristo Voltará


segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

Sinal da proximidade do fim



Sinal da Proximidade do Fim

Existe um trecho do Espírito de Profecia que se encontra no livro Testemunhos Seletos – Vol. 2 que tem exatamente esse título. Preste bastante atenção no que está contido neste texto, pois ele é um sinal importantíssimo do fim dos tempos.

“Por um decreto que visará impor uma instituição papal em contraposição à lei de Deus, a nação americana se divorciará por completo dos princípios de justiça. Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança os Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo.

Como a aproximação dos exércitos romanos foi um sinal para os discípulos da iminente destruição de Jerusalém, assim essa apostasia será para nós um sinal de que o limite da paciência de Deus está atingido, que as nações encheram a medida de sua iniqüidade, e o anjo da graça está pronto para partir desta Terra para não mais tornar.

O Senhor está fazendo Sua obra. Todo Céu está em atividade. O Juíz de toda a Terra Se levantará em breve para vindicar Sua autoridade insultada. O sinal do libertamento será posto naqueles que guardam os mandamentos de Deus, reverenciam Sua lei e se recusam a aceitar o sinal da besta ou da sua imagem.” - Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151.

Pontos a considerar:

1. “Por um decreto que visará impor uma instituição papal em contraposição à lei de Deus...”

Os Estados Unidos da América emitirão um decreto que obrigará a todos guardarem o domingo (o falso sábado) e daí será passado para todo o mundo.

Hoje, nos Estados Unidos, as portas ainda estão abertas para se pregar o evangelho publicamente e em particular através de todos os meios disponíveis. Mas, nos bastidores, movimentos estão trabalhando para amenizar a crença na mensagem cristã. A maioria dos estados já tem leis dominicais, de um tipo ou de outro, em seus estatutos.

Nunca houve antes tanta pressão sobre o governo para impor leis religiosas. Os Fundamentalistas Protestantes uma vez insistiram na separação entre igreja e estado. Agora, organizações religiosas estão pedindo por regulamentos morais apoiados pelo governo. Em cumprimento à profecia vemos a América do Norte começar a ceder seu poder político para impor a religião ao povo.


“Com a decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos em 1961, declarando que são constitucionais leis estaduais que obriguem o fechamento do comércio aos domingos, foi dado um grande passo para a “santificação do domingo”. Os protestantes por muitos anos têm procurado deliberadamente a imposição do domingo em legislação religiosa, e indiretamente, como legislação social. Ultimamente a voz dos católicos tem sido também ouvida, de modo que protestantes e católicos unam suas forças no sentido de prover um ambiente legal mais favorável para a observância do domingo. Esta decisão prepara caminho para mais estritas leis estaduais e finalmente uma lei nacional.” As Revelações do Apocalipse, 160 e 161.

2. “Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo...”

O protestantismo estende os braços e se liga ao poder romano e ao espiritismo.

O espiritualismo moderno nasceu no oeste de Nova York, na cidade de Rochester, em 1848, através das irmãs Fox. Foi através das médiuns americanas que o espiritismo se espalhou pelo mundo. Através do movimento da Nova Era, está penetrando no cristianismo, tanto protestante quanto católico.



E atualmente, através dos filmes (grande parte deles feitos nos EUA), dramas e novelas, o espiritismo chega aos lares por meio da televisão. Nunca o espiritismo foi tão divulgado como atualmente. Esse assunto está presente nos livros, revistas, filmes, programas, vídeo-games e disponível para todos gostos e faixa etária.



3. “...Estados Unidos forem induzidos a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram deles um governo protestante e republicano...”

Repudiar os princípios de sua constituição.

“O movimento dominical está agora abrindo caminho nas trevas. Os líderes encobrem a verdadeira questão, e muitos que se unem ao movimento não percebem para onde propende a tendência oculta...”

“Os que se empenham em conseguir uma emenda à Constituição, para obter uma lei que imponha a observância do domingo, mal compreendem qual vai ser o resultado. Uma crise iminente.” - Eventos Finais, pág. 111.

A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo.” - Eventos Finais, pág. 113.



4. “...adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado...”

Adotar medidas para expalhar os erros e as falsidades do papado.

O Pr. Nelson Luchi em seu livro “Nova Era no Contexto Profético” diz na página 24:

“Em 1959, no seminário, me preparando para ser um padre, achava impossível a união da minha santa madre igreja com protestantes e espíritas. Hoje é notícia nos jornais. Apocalipse 16:13-14 predissera essa união há mais de 1900 anos.”

Quando tudo isso acontecer...

“...podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que O FIM ESTÁ PRÓXIMO.”

“Quando nossa nação (EUA) abjurar os princípios de seu governo de tal forma que vote uma lei dominical, nesse próprio ato o protestantismo dará a mão ao papado.” – 2TS, 318.

“Os protestantes lançarão toda a sua influência e poder ao lado do papado. Por um ato nacional impondo o falso sábado, eles darão vida e vigor à corrompida fé de Roma, avivando sua tirania e opressão da consciência.” - Man. 179 (1893) - Eventos Finais, pág. 113.

Como podemos ver estamos muito próximo do fim. O mundo se prepara para o desfecho final. Quando for emitido o decreto dominical (um decreto para a guarda do domingo) nos Estados Unidos da América estaremos a um passo da volta de Jesus.

Sobre esse assunto já foram escritos diversos livros nos últimos anos. Alguns desses livros você poderá encontrar em português como “O Dia do Dragão”, “Do Sábado Para o Domingo”, “O Governo da Nova Era”, entre outros.

Mas eu gostaria de destacar alguns pontos encontrados no livro “Sunday’s Coming”, escrito por G. Edward Reid.

“O estabelecimento de relações diplomáticas entre os Estados Unidos e a Santa Sé, o crescimento do movimento ecumênico, a visita do papa (João Paulo II) aos EUA, e a Campanha Católica para a América (Catholic Campaign for America) mostra claramente que as predições de Ellen White e a interpretação tradicional Adventista de Apocalipse 13 e 17 estão se provando como uma interpretação muito correta.” Sunday’s Coming, pág. 82.


“No movimento ora em ação nos Estados Unidos a fim de conseguir para as instituições e usos da igreja o apoio do Estado, os protestantes estão a seguir as pegadas dos romanistas. Na verdade, mais que isto, estão abrindo a porta para o papado a fim de adquirir na América do Norte protestante a supremacia que perdeu no Velho Mundo. E o que dá maior significação a este movimento é o fato de que o principal objeto visado é a obrigatoriedade da observância do domingo, prática que se originou com Roma, e que ela alega como sinal de sua autoridade. É o espírito do papado - espírito de conformidade com os costumes mundanos, com a veneração das tradições humanas acima dos mandamentos de Deus - que está embebendo as igrejas protestantes e levando-as a fazer a mesma obra de exaltação do domingo, a qual antes delas fez o papado.” - O Grande Conflito, pág. 573


“Enquanto os homens estão dormindo, Satanás está ativo criando um cenário para que o povo de Deus não tenha misericórdia ou justiça. O movimento Dominical está agora saindo das trevas. Os líderes estão ocultando a verdade, e vários que se unem com o movimento não podem perceber aonde este tipo de pensamento pode levar. Sua maneira de agir é pacífica, e aparentemente cristã, mas quando falar, se revelará o espírito do Dragão (Ellen G. White, The Watchman, paragraph 11, 25 de Dezembro de 1906).” Citado em Sunday’s Coming, pág. 83.

“A profecia (Apocalipse 13) representa o Protestantismo como um cordeiro com dois chifres, mas que fala como um dragão. Já estamos ouvindo a voz do dragão. Existe uma força satânica impulsionando o movimento Dominical, mas oculta. Os homens que estão engajados no trabalho estão cegos ao que resultará com este movimento (Advent Review and Sabbath Herald, Jan. 1, 1889).” Citado em Sunday’s Coming, pág. 83.

Atualmente existem diversos líderes religiosos que apoiam a inclusão de leis dominicais. Reid cita Pat Robertson, fundador e presidente da “Coalização Cristã” e autor do livro intitulado “A Nova Ordem Mundial”:


“Os escravos das galés forçados a trabalhar sete dias na semana se tornam não melhores do que bestas de carga. Grandes civilizações surgem quando o povo pode descansar, pensar e receber inspiração de Deus. Que estupidez de nossa sociedade recusar reconhecer a sabedoria de Deus.

Desde que a exaltação e promessa de recompensa vem da adoração e descanso de um dia, eu decidi tornar meus domingos de acordo com o modêlo Bíblico.” Sunday’s Coming, pág. 86.

Pat Robertson fala de adoração sem se importar se o dia de adoração é ou não o dia indicado por Deus, e com isso adota um falso sábado, o domingo.

“Mas e aqueles que não adoram no domingo, como os Muçulmanos, Judeus e os Adventistas do Sétimo Dia? David M. Barney, da Trinity Episcopal Church em Concord, MA (EUA), deu sua resposta à seguinte pergunta: “Em vista destas duas considerações, os direitos das minorias e o mandamento da guarda do sábado, que base nós temos para adotar o domingo como uma lei?” Ele respondeu: “Na América, o domingo permanece como o dia comum de descanso para qualquer alternativa. Naturalmente ele é adotado pela maioria dos cristãos, mas outras comunidades religiosas ou não religiosas, têm que se adaptar, gostem ou não. Eu não posso imaginar uma lei que tenha dois ou mais dias de descanso. Desde que temos que escolher um dia de modo que toda comunidade desfrute juntos, não vejo outra alternativa senão o domingo.” Sundays’s Coming, pág. 87.

No artigo da Adventist Review (Revista Adventista na América) de 12 de Outubro de 1995, o Pr. Wellesley Muir se declarou chocado com uma descoberta:

“Enquanto estava me preparando para um Seminário do Apocalipse há algum tempo atrás, eu fui atrás do novo catecismo Católico e abri na seção que tratava com o Sábado. Eu fiquei chocado com o que encontrei. Sob o título “Cooperação com as Autoridades Civís com Respeito a Este Mandamento”, eu li o seguinte: “As autoridades civís deveriam ser impulsionadas a cooperar com a igreja na manutenção e fortalecimento da adoração pública de Deus, e manter com sua própria autoridade as leis que fossem fixadas pelos pastores.” No parágrafo seguinte dizia: “Porque só dessa maneira os fiéis entenderão porque é o domingo e não o dia de sábado que nós agora consideramos santo.”

Algo que chama a atenção é que este novo catecismo romano, lançado em 1994, tem o “imprimatur” do Vaticano. Mas isso seria algo comum se não estivesse no canto superior esquerdo da primeira página os seguintes dizeres “Imprimi Potest – Joseph Cardinal Ratzinger.” Nessa época não se poderia imaginar que ele se tornaria Bento XVI, o papa que sucedeu João Paulo II.


O livro O Domingo Está Chegando (Sunday’s Coming) tem um capítulo intitulado“Reabrindo o Escritório da Inquisição”. Neste capítulo o autor fala de um artigo da revista Time em sua edição do dia 6 de dezembro de 1993. O artigo intitulado “Keeper of the Straight and Narrow” (Guardião do Correto e Estreito) tinha como subtítulo “O responsável do Papa para fazer cumprir a doutrina e a moral (no Brasil seu título anterior foi apresentado como “Prefeito da Congregação para a Doutrina da Fé” - antigo Santo Ofício), Joseph Ratzinger, é o mais poderoso príncipe da igreja e um dos mais despresado.” O artigo da Time tinha três páginas cheias.

“O cardeal mais poderoso do mundo vive à distância de um tiro de pedra da Catedral de São Pedro, acima do terminal do ônibus 64, mal afamado por causa dos batedores de carteiras. Toda manhã ele caminha com passos fortes sobre os paralelepípedos para chegar às 9 da manhã ao ‘palazzo’ que uma vez recebeu o título de Inquisição Universal Romana. De fala mansa e cortês, Joseph Cardinal Ratzinger, 66, parece ser muito bom para ser um inquisidor. Mas sua Congregação para a Doutrina da Fé é a última encarnação da Inquisição Romana, e como chefe defensor dos dogmas da igreja Católica, o Cardeal permanece na sucessão direta dos perseguidores de Galileu e os compiladores do index dos livros banidos. O peso da história é sustentado pela atenção que Ratzinger recebe.” Sunday’s Coming, pág. 90.

Nesse catecismo tem uma parte que fala do quarto mandamento e o menciona como o Sábado era guardado pelo povo de Israel, mas subitamente muda afirmando que “o domingo é o cumprimento do sábado”. O catecismo continua afirmando que “o Sábado que representou a finalização da primeira criação, foi substituído pelo domingo que relembra a nova criação inaugurada pela ressurreição de Cristo.”

O parágrafo 2188 é o que mais revela a estratégia papal. Em respeito à liberdade religiosa e o bem comum de todos, os cristãos deveriam reconhecer os domingos e os dias santos da igreja como feriados legais”. Note as palavras chaves aqui. “Liberdade Religiosa” – para a mente Católica isto significa o direito de crer como um Católico. “O bem comum de todos” – estas palavras soam similar ao preâmbulo da constituição dos Estados Unidos. Mas soa muito mais com as palavras da Campanha Católica para a América: “É hora de nós demonstrarmos nossa vitalidade Católica e nos engajarmos em um debate público. Nós temos o poder e o povo para entrarmos neste movimento – um movimento que beneficiará todos Americanos.” Sunday’s Coming, pág. 91

Não era portanto de se assustar que logo ao assumir o mandato como novo papa, Ratzinger, ou melhor, Bento XVI, em sua primeira viagem para fora do Vaticano, a cidade de Bari, no sul da Itália, já defendesse a união dos cristãos. E para isso nada melhor do que enfatizar a guarda do domingo. O título do XXIV Congresso Eucarístico Nacional recebeu o título “Sem o Domingo Não Podemos Viver.”

“A fim de assegurar popularidade e sua aprovação, os legisladores se renderão aos reclamos de leis dominicais. Mas os que temem a Deus não podem aceitar uma instituição que viole um preceito do Decálogo. Neste campo se travará o último grande conflito na controvérsia entre a verdade e o erro. E nós não somos deixados em dúvida quanto ao desfecho.” - Profetas e Reis, pág. 606.

Hoje o EUA procura dominar o mundo com a finalidade de obter vantagens comerciais e por isso defendem a globalização. Existe um grupo que tenta impor um governo único no mundo que é conhecido como “Nova Ordem Mundial”. Mas Deus já havia predito tudo isso. E isto também é um sinal de que estamos vivendo nos últimos dias.



Hoje os EUA conquista poder político e militar sobre o planeta, mas em breve emitirá um decreto para impor a santificação do domingo, fazendo assim uma imagem à besta que subiu do mar.

Fonte - Chegou a Hora


Related Posts with Thumbnails