Um tremor de 5,1 graus na escala Richter atingiu nesta terça a capital chilena e outras localidades da Região Metropolitana e de Valparaíso, sem deixar vítimas ou danos materiais, segundo as autoridades.
O terremoto foi registrado às 2h37 (3h37 de Brasília) e o epicentro foi localizado 40 quilômetros ao norte da localidade de Los Andes e cerca de 117 quilômetros de Santiago, a uma profundidade de 100 quilômetros, informou o Instituto Sismológico da Universidade do Chile.
Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Terremoto de 5,8 graus atinge Ilhas Cayman, no Caribe" e "Terremoto de 6 graus atinge Guatemala e El Salvador". Destaque:
"Em oito dias - de 11 a 18 de janeiro deste ano, já são cinco terremotos registrados e seis países da América do Sul e Central atingidos."
Contando o dia 19, há de ser considerados mais dois terremotos.
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Terremoto de 5,6 graus sacode Taiwan
Taipé, 19 jan (EFE).- Um terremoto de 5,6 graus na escala Richter sacudiu a cidade litorânea de Hualien, no leste de Taiwan, e foi sentido em toda a ilha, informou o Serviço Meteorológico Central do país.
O tremor aconteceu às 14h09 locais (4h09 de Brasília) e teve epicentro a 37,3 quilômetros de profundidade, a 19,7 quilômetros a sudeste de Hualien, assinalou o serviço meteorológico.
Por enquanto não foram informados danos pessoais ou materiais de importância devidos ao tremor.
Taiwan sofreu em 21 de setembro de 1999 seu terremoto mais devastador nos últimos cem anos, com 7,3 graus de magnitude na escala Richter, causando a morte de mais de 2.400 pessoas.
Fonte - G1
Nota DDP: Haiti, Rio Grande do Norte, Venezuela, Argentina, Taiwan...
O tremor aconteceu às 14h09 locais (4h09 de Brasília) e teve epicentro a 37,3 quilômetros de profundidade, a 19,7 quilômetros a sudeste de Hualien, assinalou o serviço meteorológico.
Por enquanto não foram informados danos pessoais ou materiais de importância devidos ao tremor.
Taiwan sofreu em 21 de setembro de 1999 seu terremoto mais devastador nos últimos cem anos, com 7,3 graus de magnitude na escala Richter, causando a morte de mais de 2.400 pessoas.
Fonte - G1
Nota DDP: Haiti, Rio Grande do Norte, Venezuela, Argentina, Taiwan...
Música, ponto de encontro dos cristãos
...
Há características que diferenciam as culturas e os povos, mas haverá expressão mais universal do que a música? A música está presente em todas as culturas do mundo e será por isso a mais democrática das artes. No cristianismo, durante séculos as diferentes confissões foram construindo a sua história desenvolvendo estéticas próprias. A tradição ortodoxa desenvolveu a sua música litúrgica em eslavão e em grego, a igreja do ocidente usava o latim. Com a reforma, as igrejas reformadas introduziram as línguas vernáculas com vista a facilitar a compreensão dos textos litúrgicos por parte dos fiéis. Este foi um gesto pioneiro que só séculos mais tarde foi adoptado pela igreja católica romana. Não se pode falar de música sem se referir o grande Johann Sebastian Bach. Bach e outros compositores seus contemporâneos introduziram nas celebrações dominicais a forma da Cantata, que incluía árias para cantores solistas, recitativos e corais (entoados por toda a assembleia) [3]. A escrita dos corais veio romper com a música da pré-reforma que, apesar de muito bela, tinha ganho uma complexidade e virtuosismo excessivos aos olhos destes compositores da igreja reformada. Nos corais de Bach, os textos sagrados ganharam um novo destaque e os fiéis podiam compreender o que cantavam e o que era cantado. Esta importância dada à Palavra é princípio transversalmente inspirador para todas as confissões do cristianismo. Este aspecto serve aqui de exemplo para ilustrar a importância de se estar aberto ao que outras tradições têm para ensinar: a história tem-nos vindo a revelar que ninguém pode considerar que domina todo o conhecimento e que nada tem a aprender com o dos outros.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Sugiro a leitura do texto "O demônio da bateria".
Há características que diferenciam as culturas e os povos, mas haverá expressão mais universal do que a música? A música está presente em todas as culturas do mundo e será por isso a mais democrática das artes. No cristianismo, durante séculos as diferentes confissões foram construindo a sua história desenvolvendo estéticas próprias. A tradição ortodoxa desenvolveu a sua música litúrgica em eslavão e em grego, a igreja do ocidente usava o latim. Com a reforma, as igrejas reformadas introduziram as línguas vernáculas com vista a facilitar a compreensão dos textos litúrgicos por parte dos fiéis. Este foi um gesto pioneiro que só séculos mais tarde foi adoptado pela igreja católica romana. Não se pode falar de música sem se referir o grande Johann Sebastian Bach. Bach e outros compositores seus contemporâneos introduziram nas celebrações dominicais a forma da Cantata, que incluía árias para cantores solistas, recitativos e corais (entoados por toda a assembleia) [3]. A escrita dos corais veio romper com a música da pré-reforma que, apesar de muito bela, tinha ganho uma complexidade e virtuosismo excessivos aos olhos destes compositores da igreja reformada. Nos corais de Bach, os textos sagrados ganharam um novo destaque e os fiéis podiam compreender o que cantavam e o que era cantado. Esta importância dada à Palavra é princípio transversalmente inspirador para todas as confissões do cristianismo. Este aspecto serve aqui de exemplo para ilustrar a importância de se estar aberto ao que outras tradições têm para ensinar: a história tem-nos vindo a revelar que ninguém pode considerar que domina todo o conhecimento e que nada tem a aprender com o dos outros.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Sugiro a leitura do texto "O demônio da bateria".
Igreja romana trabalha pela unidade dos cristãos
CIDADE DO VATICANO, 18 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI afirmou hoje, recebendo uma delegação da Igreja Luterana Finlandesa, que desde o Concílio Vaticano II a Santa Sé se empenha "com todo o coração" pela unidade dos cristãos.
Hoje, o Pontífice abre a tradicional semana para o diálogo entre os cristãos. No discurso feito aos líderes luteranos, Bento XVI ressaltou que os problemas do passado devem ser um motivo para "estimular um esforço em direção a uma maior compreensão recíproca e à reconciliação".
As mudanças da Igreja Católica no que se refere ao diálogo com outras religiões e denominações cristãs também foram elogiadas ontem pelo rabino-chefe da Sinagoga de Roma, Riccardo Di Segni, que recebeu Bento XVI no templo judaico.
"A nós interessa que não se volte atrás nas decisões do Concílio e, sobre isso, me parece que haja sintonia", destacou Di Segni, acrescentando que o resultado da ida do Pontífice à sinagoga foi "decisivamente positivo".
Hoje, a visita de Bento XVI também foi elogiada pelo prefeito da capital italiana, Gianni Alemanno. "A visita do Papa à Sinagoga de Roma foi um evento histórico, com o qual fiquei comovido", destacou.
O político italiano lembrou que Bento XVI e Di Segni falaram de temas "de forte atualidade, de integração, de meio ambiente e demonstraram como pertencer a religiões diferentes pode servir para reforçar os valores universais da pessoa".
"Agradeço à comunidade judaica por ter tido a coragem de organizar este encontro. Acredito que tenha sido um passo adiante, não só para Roma, mas para toda a humanidade, para construir um futuro de colaboração e paz", enfatizou Alemanno.
O encontro entre líderes das duas religiões ocorreu em meio a discórdias sobre a atuação do Papa Pio XII (1939-1958) em relação ao Holocausto. Os judeus acusam o Pontífice de ter sido omisso diante do extermínio dos judeus.
A controvérsia se intensificou em dezembro, quando Bento XVI assinou um documento atestando as "virtudes heróicas" de Pio XII, passo importante em seu processo de beatificação.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Veja também "Ecumenismo é opção irreversível da Igreja, diz Papa a luteranos".
Hoje, o Pontífice abre a tradicional semana para o diálogo entre os cristãos. No discurso feito aos líderes luteranos, Bento XVI ressaltou que os problemas do passado devem ser um motivo para "estimular um esforço em direção a uma maior compreensão recíproca e à reconciliação".
As mudanças da Igreja Católica no que se refere ao diálogo com outras religiões e denominações cristãs também foram elogiadas ontem pelo rabino-chefe da Sinagoga de Roma, Riccardo Di Segni, que recebeu Bento XVI no templo judaico.
"A nós interessa que não se volte atrás nas decisões do Concílio e, sobre isso, me parece que haja sintonia", destacou Di Segni, acrescentando que o resultado da ida do Pontífice à sinagoga foi "decisivamente positivo".
Hoje, a visita de Bento XVI também foi elogiada pelo prefeito da capital italiana, Gianni Alemanno. "A visita do Papa à Sinagoga de Roma foi um evento histórico, com o qual fiquei comovido", destacou.
O político italiano lembrou que Bento XVI e Di Segni falaram de temas "de forte atualidade, de integração, de meio ambiente e demonstraram como pertencer a religiões diferentes pode servir para reforçar os valores universais da pessoa".
"Agradeço à comunidade judaica por ter tido a coragem de organizar este encontro. Acredito que tenha sido um passo adiante, não só para Roma, mas para toda a humanidade, para construir um futuro de colaboração e paz", enfatizou Alemanno.
O encontro entre líderes das duas religiões ocorreu em meio a discórdias sobre a atuação do Papa Pio XII (1939-1958) em relação ao Holocausto. Os judeus acusam o Pontífice de ter sido omisso diante do extermínio dos judeus.
A controvérsia se intensificou em dezembro, quando Bento XVI assinou um documento atestando as "virtudes heróicas" de Pio XII, passo importante em seu processo de beatificação.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Veja também "Ecumenismo é opção irreversível da Igreja, diz Papa a luteranos".
Abertura do comércio aos domingos na França
Discretamente nos últimos meses tem-se começado a observar uma batalha entre supermercados para abrir ao domingo. Em Paris, as aberturas dominicais têm-se multiplicado e, apesar de os empresários dizerem que os trabalhadores saem beneficiados, a realidade por vezes é outra.
"Obviamente que isso nos incomoda - nós também temos uma família!", queixa-se ao "Le Monde" Houssine, um trabalhador do Franprix, que desde Setembro do ano passado começou a abrir as portas durante a manhã e a tarde de domingo, não tem deixado outra hipótese aos trabalhadores senão adaptarem-se a estes novos horários.
Para piorar a situação, os salários não foram aumentados e trabalhar ao domingo não dá direito a um dia de descanso adicional. Além disso, as vendas não têm registado um aumento significativo nestes dias.
Em Portugal, PCP e Bloco de Esquerda já apresentaram propostas para impedir a abertura de hipermercados aos domingos e feriados.
Fonte - IOnline
"Obviamente que isso nos incomoda - nós também temos uma família!", queixa-se ao "Le Monde" Houssine, um trabalhador do Franprix, que desde Setembro do ano passado começou a abrir as portas durante a manhã e a tarde de domingo, não tem deixado outra hipótese aos trabalhadores senão adaptarem-se a estes novos horários.
Para piorar a situação, os salários não foram aumentados e trabalhar ao domingo não dá direito a um dia de descanso adicional. Além disso, as vendas não têm registado um aumento significativo nestes dias.
Em Portugal, PCP e Bloco de Esquerda já apresentaram propostas para impedir a abertura de hipermercados aos domingos e feriados.
Fonte - IOnline
Terremoto atinge a costa da Guatemala (mais um)
Um forte tremor de magnitude 6 atingiu a costa pacífica da Guatemala, na América Central, nesta segunda-feira (18), segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. O tremor ocorreu às 9h40 locais (13h40 de Brasília), próximo à fronteira com El Salvador. Segundo a agência, o tremor ocorreu a cerca de 103 km de profundidade, com epicentro localizado a 97 km da Cidade da Guatemala. O abalou provocou alerta nos dois países, mas não há informações sobre vítimas, segundo os serviços geológicos e de socorro. Prédios chegaram a sacudir em San Salvador, a capital salvadorenha. No último dia 12,um terremoto de magnitude 7 atingiu o Haiti, devastando o país e provocando milhares de mortes e o caos humanitário.(G1 Notícias)
Nota Michelson Borges: Note no gráfico abaixo a intensificação do número de terremotos em anos recentes, até 2008. E 2010 mal começou...
Jesus previu: "Haverá fomes e terremotos em vários lugares" (Mt 24:7). Então, no capítulo 25 de Mateus, Ele conta algumas parábolas que envolvem o preparo para Sua vinda. A volta de Jesus será a solução definitiva para a morte, a dor e o mal neste mundo. Você já leu esses capítulos? Você já leu a Bíblia hoje? Faça isso e tome sua decisão.segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Sábado, tempo de repouso divino e lazer
ROMA, segunda-feira, 18 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Ontem se realizou na Itália o 21º Dia para o Aprofundamento e Desenvolvimento do Diálogo entre Católicos e Judeus, que este ano tinha como tema “Lembra-te do dia do sábado para santificá-lo” (Ex 20,8), que representa o quarto mandamento (“quarta palavra”) segundo a numeração judaica.
Por ocasião desde evento, foi preparado um subsídio, assinado por Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni-Narni-Amelia e presidente da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo, da Conferência Episcopal Italiana (CEI), e pelo rabino Giuseppe Laras, presidente do Tribunal Rabínico de Milão e do Norte da Itália.
“O sábado – afirma-se no subsídio –, tempo de descanso divino e de lazer, é, assim, excelente para a sociabilidade no sentido mais amplo, porque permite abrir os ouvidos e o coração a essas vozes de solidariedade para com o próximo, que às vezes o barulho e o cansaço da semana não permitem perceber.”
“O sábado – lê-se também – significa presença de Deus, sua relação com o homem, amorosa e misericordiosa; é, portanto, um tempo repleto de santidade, no qual se volta a propor a Aliança (Ex 31, 16) e a lembrança da redenção pascal (Dt 5, 15).”
“Por isso, este dia – afirma o documento – se enche de espera messiânica e de esperança de uma plenitude futura, representada pela imagem do sábado como rainha e como esposa.”
A iniciativa de um dia dedicado de forma especial à oração pelo povo judeu e ao diálogo com os filhos de Israel amadureceu na Igreja a finais da década de 80, seguindo a linha traçada pelo documento conciliar Nostra Aetate, promulgado em 1965 por Paulo VI.
Mas foi apenas em 1990 que a CEI decidiu dar vida a esta iniciativa, coordenada com autoridades e personalidades do mundo judaico e estendida também à Europa após o encontro ecumênico de Graz (Áustria) em 1998, que serviu de prelúdio para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (18-25 de janeiro).
Dessa forma, a Igreja Católica pretende responder a uma exigência de maior compreensão de si mesma através do conhecimento das suas origens, e expressar um gesto de diálogo e de fraternidade ao povo judeu.
Além disso, há alguns anos se acrescentou, no âmbito civil, a celebração do “Dia da Memória” da Shoá, também no final de janeiro, o que produziu um enriquecimento nas temáticas e nos encontros.
Desde 2005, como tema geral do evento de 17 de janeiro, começou-se um programa de reflexão em dez anos, para meditar sobre as “Dez Palavras” ou Decálogo, reveladas a Moisés sobre o Monte Sinai e entregues ao homem para sua santificação e no contexto da Aliança de salvação.
Pretendia-se acolher e desenvolver assim o convite feito pelo Papa Bento XVI, durante sua visita à sinagoga de Colônia, em 19 de agosto de 2005.
No ano passado, a assembleia rabínica italiana decidiu suspender a realização deste Dia, que foi retomado novamente este ano, coincidindo com a visita do Papa à sinagoga de Roma ontem.
Fonte - Zenit
Por ocasião desde evento, foi preparado um subsídio, assinado por Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni-Narni-Amelia e presidente da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo, da Conferência Episcopal Italiana (CEI), e pelo rabino Giuseppe Laras, presidente do Tribunal Rabínico de Milão e do Norte da Itália.
“O sábado – afirma-se no subsídio –, tempo de descanso divino e de lazer, é, assim, excelente para a sociabilidade no sentido mais amplo, porque permite abrir os ouvidos e o coração a essas vozes de solidariedade para com o próximo, que às vezes o barulho e o cansaço da semana não permitem perceber.”
“O sábado – lê-se também – significa presença de Deus, sua relação com o homem, amorosa e misericordiosa; é, portanto, um tempo repleto de santidade, no qual se volta a propor a Aliança (Ex 31, 16) e a lembrança da redenção pascal (Dt 5, 15).”
“Por isso, este dia – afirma o documento – se enche de espera messiânica e de esperança de uma plenitude futura, representada pela imagem do sábado como rainha e como esposa.”
A iniciativa de um dia dedicado de forma especial à oração pelo povo judeu e ao diálogo com os filhos de Israel amadureceu na Igreja a finais da década de 80, seguindo a linha traçada pelo documento conciliar Nostra Aetate, promulgado em 1965 por Paulo VI.
Mas foi apenas em 1990 que a CEI decidiu dar vida a esta iniciativa, coordenada com autoridades e personalidades do mundo judaico e estendida também à Europa após o encontro ecumênico de Graz (Áustria) em 1998, que serviu de prelúdio para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (18-25 de janeiro).
Dessa forma, a Igreja Católica pretende responder a uma exigência de maior compreensão de si mesma através do conhecimento das suas origens, e expressar um gesto de diálogo e de fraternidade ao povo judeu.
Além disso, há alguns anos se acrescentou, no âmbito civil, a celebração do “Dia da Memória” da Shoá, também no final de janeiro, o que produziu um enriquecimento nas temáticas e nos encontros.
Desde 2005, como tema geral do evento de 17 de janeiro, começou-se um programa de reflexão em dez anos, para meditar sobre as “Dez Palavras” ou Decálogo, reveladas a Moisés sobre o Monte Sinai e entregues ao homem para sua santificação e no contexto da Aliança de salvação.
Pretendia-se acolher e desenvolver assim o convite feito pelo Papa Bento XVI, durante sua visita à sinagoga de Colônia, em 19 de agosto de 2005.
No ano passado, a assembleia rabínica italiana decidiu suspender a realização deste Dia, que foi retomado novamente este ano, coincidindo com a visita do Papa à sinagoga de Roma ontem.
Fonte - Zenit
Igrejas iniciam semana dedicada ao diálogo
As Igrejas cristãs vivem, de 18 a 25 de Janeiro, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, naquela que representa a grande referência para a prática do diálogo ecuménico entre nós. Ano após ano são formulados votos para que esta preocupação esteja presente na vida dos cristãos ao longo de todos os Domingos, mas é fundamentalmente nestes oito dias que a Unidade dos cristãos provoca encontros de oração, partilha e reflexão.
O Movimento Ecuménico é hoje um dado adquirido para os cristãos em geral. Afirmou-se primeiro fora da Igreja Católica, mas desde o Vaticano II que os católicos se encontram também empenhados, a todos os níveis, em promover a unidade visível entre todos os cristãos.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Papa saúda diálogo católico-luterano".
O Movimento Ecuménico é hoje um dado adquirido para os cristãos em geral. Afirmou-se primeiro fora da Igreja Católica, mas desde o Vaticano II que os católicos se encontram também empenhados, a todos os níveis, em promover a unidade visível entre todos os cristãos.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Papa saúda diálogo católico-luterano".
Dez mandamentos: base do diálogo judaico-cristão, afirma Papa
Convida uns e outros e darem testemunho do único Deus
ROMA, domingo, 17 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Visitando, neste domingo à tarde, a comunidade judaica de Roma, Bento XVI pediu um aprofundamento e maior proximidade nas relações entre as duas religiões monoteístas.
“Que Deus reforce nossa fraternidade e torne mais firme nosso entendimento”, desejou.
Na intervenção que pronunciou na Grande Sinagoga, na presença de mais de mil pessoas, o pontífice recordou que tanto judeus como cristãos estão iluminados pelo Decálogo – as Dez Palavras ou Dez Mandamentos –, que representam “um farol e uma norma de vida na justiça e no amor, um ‘grande código’ ético para toda a humanidade”.
Nesta perspectiva, observou que há vários campos de colaboração e testemunho entre ambos os credos, sublinhando três particularmente importantes para a nossa época.
O Papa explicou antes de tudo que as Dez Palavras “pedem para recordar o único Senhor, contra a tentação de se construir outros ídolos”.
“Em nosso mundo, muitos não conhecem Deus ou o consideram supérfluo, sem importância para a vida; foram fabricados assim outros e novos deuses diante dos quais os homens se inclinam”, reconheceu.
“Despertar em nossa sociedade a abertura da dimensão transcendente, testemunhar o único Deus é um serviço precioso que judeus e cristãos podem oferecer juntos.”
Em segundo lugar, o Decálogo pede “pedem o respeito, a proteção da vida contra injustiça e exploração, reconhecendo o valor de toda pessoa humana, criada segundo a imagem e semelhança de Deus”.
“Quantas vezes, em toda parte da terra, próxima ou distante, são ainda violados a dignidade, a liberdade, os direitos do ser humano!”, exclamou.
Neste contexto, “testemunhar juntos o valor supremo da vida contra todo egoísmo é oferecer uma importante contribuição ao mundo no qual reine a justiça e a paz”.
As Dez Palavras exigem, em terceiro lugar, “conservar e promover a santidade da família, onde o ‘sim’ pessoal e recíproco, fiel e definitivo do homem e da mulher, abre o espaço para o futuro, para a autêntica humanidade de cada um, e se abre, ao mesmo tempo, ao dom de uma nova vida”.
“Testemunhar que a família continua sendo a célula essencial da sociedade e o contexto de base onde se aprende e se exercita as virtudes humanas é um precioso serviço a ser oferecido para a construção de um mundo que tenha um rosto mais humano”, constatou.
...
Nesta direção, afirmou, “podemos dar passos juntos, conscientes das diferenças que existem entre nós, mas também do fato que conseguiremos unir nossos corações e nossas mãos para responder ao convite do Senhor, sua luz se tornará mais próxima para iluminar todos os povos da terra”.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Veja também "Bento XVI é acolhido entre aplausos na Grande Sinagoga" e "Papa encomenda à Virgem Maria o diálogo com os judeus e a unidade dos cristãos".
ROMA, domingo, 17 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Visitando, neste domingo à tarde, a comunidade judaica de Roma, Bento XVI pediu um aprofundamento e maior proximidade nas relações entre as duas religiões monoteístas.
“Que Deus reforce nossa fraternidade e torne mais firme nosso entendimento”, desejou.
Na intervenção que pronunciou na Grande Sinagoga, na presença de mais de mil pessoas, o pontífice recordou que tanto judeus como cristãos estão iluminados pelo Decálogo – as Dez Palavras ou Dez Mandamentos –, que representam “um farol e uma norma de vida na justiça e no amor, um ‘grande código’ ético para toda a humanidade”.
Nesta perspectiva, observou que há vários campos de colaboração e testemunho entre ambos os credos, sublinhando três particularmente importantes para a nossa época.
O Papa explicou antes de tudo que as Dez Palavras “pedem para recordar o único Senhor, contra a tentação de se construir outros ídolos”.
“Em nosso mundo, muitos não conhecem Deus ou o consideram supérfluo, sem importância para a vida; foram fabricados assim outros e novos deuses diante dos quais os homens se inclinam”, reconheceu.
“Despertar em nossa sociedade a abertura da dimensão transcendente, testemunhar o único Deus é um serviço precioso que judeus e cristãos podem oferecer juntos.”
Em segundo lugar, o Decálogo pede “pedem o respeito, a proteção da vida contra injustiça e exploração, reconhecendo o valor de toda pessoa humana, criada segundo a imagem e semelhança de Deus”.
“Quantas vezes, em toda parte da terra, próxima ou distante, são ainda violados a dignidade, a liberdade, os direitos do ser humano!”, exclamou.
Neste contexto, “testemunhar juntos o valor supremo da vida contra todo egoísmo é oferecer uma importante contribuição ao mundo no qual reine a justiça e a paz”.
As Dez Palavras exigem, em terceiro lugar, “conservar e promover a santidade da família, onde o ‘sim’ pessoal e recíproco, fiel e definitivo do homem e da mulher, abre o espaço para o futuro, para a autêntica humanidade de cada um, e se abre, ao mesmo tempo, ao dom de uma nova vida”.
“Testemunhar que a família continua sendo a célula essencial da sociedade e o contexto de base onde se aprende e se exercita as virtudes humanas é um precioso serviço a ser oferecido para a construção de um mundo que tenha um rosto mais humano”, constatou.
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Nesta direção, afirmou, “podemos dar passos juntos, conscientes das diferenças que existem entre nós, mas também do fato que conseguiremos unir nossos corações e nossas mãos para responder ao convite do Senhor, sua luz se tornará mais próxima para iluminar todos os povos da terra”.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Veja também "Bento XVI é acolhido entre aplausos na Grande Sinagoga" e "Papa encomenda à Virgem Maria o diálogo com os judeus e a unidade dos cristãos".
Terremoto de magnitude 6,3 atinge sul da costa da Argentina
WASHINGTON (Reuters) - Um terremoto de magnitude 6,3 foi registrado na sul da costa da Argentina no domingo, afirmou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
O epicentro do tremor foi localizado a 354 quilômetros a sudeste de Ushuaia, cidade mais ao sul do país, a uma profundidade de 21 quilômetros, informou o USGS. O abalo ocorreu às 8h, hora local (10h no horário de Brasília).
Nenhum alerta de tsunami foi emitido imediatamente pelo Centro de Alerta de Tsunami da Costa Oeste e Alasca.
Fonte - MSN
Nota DDP: Veja também "Terremoto no Haiti é o maior desastre que a ONU já enfrentou", "Terremoto de magnitude 5,6 graus atinge a Venezuela" e "Terremoto de magnitude 4,3 atinge Rio Grande do Norte e Paraíba".
O epicentro do tremor foi localizado a 354 quilômetros a sudeste de Ushuaia, cidade mais ao sul do país, a uma profundidade de 21 quilômetros, informou o USGS. O abalo ocorreu às 8h, hora local (10h no horário de Brasília).
Nenhum alerta de tsunami foi emitido imediatamente pelo Centro de Alerta de Tsunami da Costa Oeste e Alasca.
Fonte - MSN
Nota DDP: Veja também "Terremoto no Haiti é o maior desastre que a ONU já enfrentou", "Terremoto de magnitude 5,6 graus atinge a Venezuela" e "Terremoto de magnitude 4,3 atinge Rio Grande do Norte e Paraíba".
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Visita do papa favorece relação com os judeus
ROMA, 14 JAN (ANSA) - O embaixador de Israel no Vaticano, Mordechay Lewy, disse hoje que a visita do papa Bento XVI à sinagoga de Roma, marcada para domingo, terá uma "dimensão histórica" para a relação muitas vezes "problemática" entre judeus e católicos.
Em entrevista concedida à ANSA, Lewy afirmou esperar que a ida do Pontífice ao templo "convença e demonstre a todos" que, "apesar da diferença de opiniões", fiéis dos dois credos podem manter "um diálogo honesto e muito amigável".
Por outro lado, Lewy indicou que "o antissemitismo católico ainda existe", mas se reduziu desde o Concílio Vaticano II, dos anos 60, quando a Santa Sé aprovou a declaração "Nostra Aetate", que redefiniu as relações entre católicos e judeus e condenou o antissemitismo.
O embaixador também comentou o mal-estar instaurado na comunidade judaica pelo decreto assinado em dezembro por Bento XVI no qual são reconhecidas as "virtudes heroicas" do papa Pio XII, acusado de ter sido omisso ante o Holocausto.
A medida é um importante passo no processo de beatificação de Pio XII, que exerceu seu pontificado entre 1939 e 1958.
Para Lewy, a postura de Pio XII em relação aos judeus que eram perseguidos pela Alemanha nazista só será esclarecida quando forem abertos "os arquivos secretos" do Vaticano, o que é pedido pela comunidade judaica e pelo próprio Estado de Israel.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Veja também "Crescer em amizade com os judeus".
Em entrevista concedida à ANSA, Lewy afirmou esperar que a ida do Pontífice ao templo "convença e demonstre a todos" que, "apesar da diferença de opiniões", fiéis dos dois credos podem manter "um diálogo honesto e muito amigável".
Por outro lado, Lewy indicou que "o antissemitismo católico ainda existe", mas se reduziu desde o Concílio Vaticano II, dos anos 60, quando a Santa Sé aprovou a declaração "Nostra Aetate", que redefiniu as relações entre católicos e judeus e condenou o antissemitismo.
O embaixador também comentou o mal-estar instaurado na comunidade judaica pelo decreto assinado em dezembro por Bento XVI no qual são reconhecidas as "virtudes heroicas" do papa Pio XII, acusado de ter sido omisso ante o Holocausto.
A medida é um importante passo no processo de beatificação de Pio XII, que exerceu seu pontificado entre 1939 e 1958.
Para Lewy, a postura de Pio XII em relação aos judeus que eram perseguidos pela Alemanha nazista só será esclarecida quando forem abertos "os arquivos secretos" do Vaticano, o que é pedido pela comunidade judaica e pelo próprio Estado de Israel.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Veja também "Crescer em amizade com os judeus".
Ansiada unidade cristã é responsabilidade de todos os fiéis
CÁDIZ, 14 Jan. 10 / 10:52 am (ACI).- O Bispo de Cádiz e Ceuta, Dom Antonio Ceballos Atienza, expressou sua satisfação pelo avanço em quarenta anos de diálogo ecumênico e afirmou que a ansiada unidade dos cristãos é responsabilidade da Igreja inteira, tanto dos fiéis como dos pastores "e afeta a cada um segundo sua própria capacidade".
Em uma carta pastoral, o Prelado se referiu à semana de oração pela unidade dos cristãos, que se celebra de 18 a 25 de janeiro, e que "converteu-se já em uma preciosa oportunidade de reflexão sobre a unidade interna da Igreja, ao tempo que a pedimos confidencialmente ao Senhor".
Dom Ceballos afirmou que a unidade é o "desejo mais vivo de Jesus para os seus", porque dela depende de que "a evangelização alcance a todos os homens".
"Hoje, depois de mais de quatro décadas de diálogo e colaboração da clausura do Concílio Vaticano II, o ecumenismo conta em seu haver com uma aproximação cada vez maior das Igrejas ao mistério da Igreja como Sacramento de Salvação para o mundo. Seus alcances são um dom do Senhor que nos anima e impulsiona a superar novos obstáculos", assinalou.
Por outro lado, o Prelado também abordou o caso dos Ordinariatos Pessoais criados pelo Papa Bento XVI para acolher os "nossos irmãos anglicanos". "É este, um caso particular que não responde a nenhuma ação de caráter proselitista por parte da Igreja Católica", esclareceu o Bispo.
Dom Ceballos indicou que a Igreja, "em palavras do Papa, segue empenhada no prosseguimento do diálogo ecumênico doutrinal e do diálogo da caridade com as Igrejas e comunidades eclesiásticas. Ao abrir esta porta de entrada na Igreja Católica, a Santa Sé não toma uma iniciativa contrária ao diálogo ecumênico".
Finalmente, depois de afirmar que os católicos anseiam a união dos cristãos, convidou os fiéis a participar do "Octavario do 2010 para elevar nossa prece em comum, certamente pelo movimento ecumênico, mas sem esquecer a unidade interna da mesma Igreja".
Fonte - ACI Digital
Em uma carta pastoral, o Prelado se referiu à semana de oração pela unidade dos cristãos, que se celebra de 18 a 25 de janeiro, e que "converteu-se já em uma preciosa oportunidade de reflexão sobre a unidade interna da Igreja, ao tempo que a pedimos confidencialmente ao Senhor".
Dom Ceballos afirmou que a unidade é o "desejo mais vivo de Jesus para os seus", porque dela depende de que "a evangelização alcance a todos os homens".
"Hoje, depois de mais de quatro décadas de diálogo e colaboração da clausura do Concílio Vaticano II, o ecumenismo conta em seu haver com uma aproximação cada vez maior das Igrejas ao mistério da Igreja como Sacramento de Salvação para o mundo. Seus alcances são um dom do Senhor que nos anima e impulsiona a superar novos obstáculos", assinalou.
Por outro lado, o Prelado também abordou o caso dos Ordinariatos Pessoais criados pelo Papa Bento XVI para acolher os "nossos irmãos anglicanos". "É este, um caso particular que não responde a nenhuma ação de caráter proselitista por parte da Igreja Católica", esclareceu o Bispo.
Dom Ceballos indicou que a Igreja, "em palavras do Papa, segue empenhada no prosseguimento do diálogo ecumênico doutrinal e do diálogo da caridade com as Igrejas e comunidades eclesiásticas. Ao abrir esta porta de entrada na Igreja Católica, a Santa Sé não toma uma iniciativa contrária ao diálogo ecumênico".
Finalmente, depois de afirmar que os católicos anseiam a união dos cristãos, convidou os fiéis a participar do "Octavario do 2010 para elevar nossa prece em comum, certamente pelo movimento ecumênico, mas sem esquecer a unidade interna da mesma Igreja".
Fonte - ACI Digital
quinta-feira, 14 de janeiro de 2010
Dia de reflexão judaico-cristã em Roma
"Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo". Este é o tema da reunião agendada para iniciar hoje, quinta-feira, dia 14, e que se estenderá até dia 18, domingo, na Pontifícia Universidade do Latrão, na Cidade do Vaticano.
A reunião será guiada Dom Marco Gnavi, diretor do escritório diocesano para o diálogo ecumênico e inter-religioso em uma mesa redonda que terá como palestrantes o Rabino-Chefe Riccardo Di Segni e o Bispo Vincenzo Paglia.
Antecedendo em três dias a visita de Bento XVI à sinagoga de Roma, a reunião se insere em um caminho que, desde 2005, discute ponto a ponto o Decálogo. Este ano, o ponto é o quarto mandamento: "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo".
Para o Bispo Benedetto Tuzia, presidente da Comissão Diocesana para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso, o objetivo é "encontrar um terreno comum entre cristãos e judeus, por meio da ética dos mandamentos, onde o homem encontra a sua liberdade".
Sobre esta questão, falará o rabino chefe da comunidade judaica de Roma, Riccardo Di Segni e do bispo de Terni-Narni-Amelia Vincenzo Paglia, ex-presidente da Comissão para o Ecumenismo e Diálogo inter-religioso da Conferência Episcopal Italiana.
Dom Tuzia ainda falou que, "para nós será a oportunidade para reiterar o desejo da Igreja italiana de encontrar a comunidade judaica, parando primeiro sobre esta forte raiz comum que são as Escrituras dos mandamentos."
Fonte: Rádio Vaticana
NOTA Minuto Profético: O compromisso da Santa Sé é com a Tradição acima das Escrituras. Dois mandamentos da Bíblia foram alterados pela Igreja Católica - o que proibe a adoração de imagens, e o que prescreve a guarda do sábado bíblico. A astúcia de Roma está agindo no sentido de convencer todos da observância do domingo, sinal de sua autoridade. A crise final conforme profetizado em Apocalipse 13:15-17 está se aproximando onde cada habitante deste planeta teá que fazer sua escolha: servir a Deus e obedecer Sua Palavra, ou servir as tradições dos homens...
A reunião será guiada Dom Marco Gnavi, diretor do escritório diocesano para o diálogo ecumênico e inter-religioso em uma mesa redonda que terá como palestrantes o Rabino-Chefe Riccardo Di Segni e o Bispo Vincenzo Paglia.
Antecedendo em três dias a visita de Bento XVI à sinagoga de Roma, a reunião se insere em um caminho que, desde 2005, discute ponto a ponto o Decálogo. Este ano, o ponto é o quarto mandamento: "Lembra-te do dia de sábado para santificá-lo".
Para o Bispo Benedetto Tuzia, presidente da Comissão Diocesana para o Ecumenismo e Diálogo Inter-religioso, o objetivo é "encontrar um terreno comum entre cristãos e judeus, por meio da ética dos mandamentos, onde o homem encontra a sua liberdade".
Sobre esta questão, falará o rabino chefe da comunidade judaica de Roma, Riccardo Di Segni e do bispo de Terni-Narni-Amelia Vincenzo Paglia, ex-presidente da Comissão para o Ecumenismo e Diálogo inter-religioso da Conferência Episcopal Italiana.
Dom Tuzia ainda falou que, "para nós será a oportunidade para reiterar o desejo da Igreja italiana de encontrar a comunidade judaica, parando primeiro sobre esta forte raiz comum que são as Escrituras dos mandamentos."
Fonte: Rádio Vaticana
NOTA Minuto Profético: O compromisso da Santa Sé é com a Tradição acima das Escrituras. Dois mandamentos da Bíblia foram alterados pela Igreja Católica - o que proibe a adoração de imagens, e o que prescreve a guarda do sábado bíblico. A astúcia de Roma está agindo no sentido de convencer todos da observância do domingo, sinal de sua autoridade. A crise final conforme profetizado em Apocalipse 13:15-17 está se aproximando onde cada habitante deste planeta teá que fazer sua escolha: servir a Deus e obedecer Sua Palavra, ou servir as tradições dos homens...
Ecumenismo, uma exigência cristã do nosso tempo
Realiza-se, de 18 a 25 de Janeiro, em torno da comemoração da conversão de S. Paulo, a Semana da oração pela unidade dos cristãos, cuja celebração é proposta e pedida por várias instâncias, sobretudo pelo Decreto sobre Ecumenismo do Concílio Vaticano II. Esta Semana tem merecida uma notável atenção sobretudo na cidade do Porto. Existe já há alguns anos uma Comissão Ecuménica, constituída por representantes de várias Igreja cristãs, que se juntam periodicamente e realizam algumas actividades em conjunto.
Este ano são duas as celebrações em que estarão presentes representantes das várias Igrejas cristãs: Na segunda-feira 18 de Janeiro, início da Semana de Oração, ás 16h, celebração ecuménica integrada no Canto de Vésperas, no mosteiro das Irmãs Carmelitas de Bande (Carvalhosa, Paços de Ferreira). Na segunda-feira, dia 25 de Janeiro, festa da Conversão de São Paulo, Celebração Ecuménica na Igreja (católica) da Senhora da Conceição (à Praça do Marquês, nesta cidade).
A Comissão Ecuménica lança um apelo à participação das comunidades cristãs nestas iniciativas. E solicita também às Vigararias, Paróquias e outras comunidades onde existam centros de culto de outras confissões cristãs, que organizem nestes dias celebrações ecuménicas conjuntas, em ordem a uma maior aproximação entre elas.
Procura-se desenvolver entre os católicos o apreço pela Igreja de Jesus Cristo, que não pode ignorar as várias denominações que a História constituiu. Neste ano da Missão 2010 importa também lembrar que a Unidade se torna também um imperativo da Missão.
O Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos e a Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial das Igrejas elaboraram um Guião de textos para ajudar a conduzir as celebrações, sob o tema “Vós sois testemunhas destas coisas”, frase do Evangelho de Lucas (24, 48), que Jesus Cristo deixa como mensagem de despedida aos discípulos.
No ano de 2008 comemorou-se o centésimo aniversário da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (a sua predecessora, Oitava -ou oitavário - pela Unidade) foi observada pela primeira vez em 1908.
Fonte - Ecclesia
Este ano são duas as celebrações em que estarão presentes representantes das várias Igrejas cristãs: Na segunda-feira 18 de Janeiro, início da Semana de Oração, ás 16h, celebração ecuménica integrada no Canto de Vésperas, no mosteiro das Irmãs Carmelitas de Bande (Carvalhosa, Paços de Ferreira). Na segunda-feira, dia 25 de Janeiro, festa da Conversão de São Paulo, Celebração Ecuménica na Igreja (católica) da Senhora da Conceição (à Praça do Marquês, nesta cidade).
A Comissão Ecuménica lança um apelo à participação das comunidades cristãs nestas iniciativas. E solicita também às Vigararias, Paróquias e outras comunidades onde existam centros de culto de outras confissões cristãs, que organizem nestes dias celebrações ecuménicas conjuntas, em ordem a uma maior aproximação entre elas.
Procura-se desenvolver entre os católicos o apreço pela Igreja de Jesus Cristo, que não pode ignorar as várias denominações que a História constituiu. Neste ano da Missão 2010 importa também lembrar que a Unidade se torna também um imperativo da Missão.
O Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos e a Comissão Fé e Constituição do Conselho Mundial das Igrejas elaboraram um Guião de textos para ajudar a conduzir as celebrações, sob o tema “Vós sois testemunhas destas coisas”, frase do Evangelho de Lucas (24, 48), que Jesus Cristo deixa como mensagem de despedida aos discípulos.
No ano de 2008 comemorou-se o centésimo aniversário da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (a sua predecessora, Oitava -ou oitavário - pela Unidade) foi observada pela primeira vez em 1908.
Fonte - Ecclesia
Quanto tempo ainda temos?
Nas últimas horas, uma notícia tem sido comum aos noticiários de todo o mundo: um violento terramoto no Haiti terá vitimado, apontam as primeiras estimativas do Primeiro-ministro haitiano, mais de cem mil pessoas.Há 200 anos que o país não era atingido por um abalo tão forte (magnitude 7.0 na escala de Richter). Entre os edifícios destruídos contam-se o palácio presidencial, o Parlamento, instalações da ONU, escolas, hospitais e dezenas de bairros de lata, situados nas ravinas em redor da capital e outros lugares. Os principais países do mundo já anunciaram o envio de vários tipos de ajuda para o Haiti, um dos mais pobres países do mundo.
Confesso que, enquanto ao longo do dia ouvia os desenvolvimentos desta tragédia, fui atingido por vários sentimentos.
Em primeiro lugar, quando ouvia acerca do que é hoje o Haiti (60% da população sem emprego, a maioria vivendo com cerca de 1 Euro por dia, pobreza extrema em quase todo o território, muitas casas sem condições mínimas de habitabilidade), fiquei envergonhado por às vezes me queixar com algo que me sucede e quiçá lamentar não estar melhor nesta ou naquela situação. Depois, não ousei sequer tentar imaginar o que estarão a passar aquelas pessoas naquele lugar quase totalmente destruído.
Finalmente, tenho de assumir que já sabia que isto ia acontecer....
Sim, sem dúvida alguma, já sabia que ia acontecer algo deste tipo; só não sabia era onde e quando. Não se trata de qualquer capacidade de adivinhação ou prognosticação; simplesmente, há muito que a Bíblia aponta que no final dos tempos ouviríamos falar de terramotos (Mateus 24:7), bem antes da volta de Jesus. Até porque, e infelizmente pelas perdas humanas, este é apenas mais um entre outros grandes sismos que têm havido no mundo.
Caro leitor, em meio aos esforços que todos podemos fazer para ajudar nestas ocasiões (talvez através de um donativo para as organizações que socorrem os povos vitimados), não podemos esquecer que este tipo de catástrofe natural foi predita pelo próprio Jesus como sendo um sinal evidente da proximidade da Sua volta.
Isto coloca em nós uma dupla responsabilidade: primeiro, estar prontos para recebê-Lo; segundo, ajudar outros a se prepararem o quanto antes.
Pense nos milhares de haitianos que (certamente) em poucos momentos pereceram. Tudo acabou para eles; se decisões ficaram por tomar, jamais serão tomadas. Todas as hipóteses de corrigir erros já se esgotaram. Nada mais poderá ser realizado, com vista à salvação eterna, do que aquilo que já foi feito.
Agora pense em si, que tem ainda mais uma oportunidade. Vai precisar de mais avisos, ou já recebeu os suficientes para perceber que não há muito mais tempo para decidir? Jesus está prestes a voltar e todos quantos O quiserem receber hoje como Salvador, poderão até ser destruídos por um abalo terreno, mas não serão derrotados no que à vida eterna diz respeito.
Repito: nenhum de nós sabe quanto tempo tem para se colocar em ordem para com Deus; a única coisa que sabemos é que o podemos fazer agora!
Fonte - O Tempo Final
quarta-feira, 13 de janeiro de 2010
Capital do Haiti é devastada por maior terremoto em 200 anos
O forte terremoto que atingiu o Haiti nessa terça-feira, considerado pelo Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, em inglês) o maior dos últimos 200 anos, causou a destruição de vários edifícios na capital Porto Príncipe, além de um número ainda incerto de mortos e feridos. O colapso das telecomunicações impede maiores informações sobre os danos causados pelo terremoto de 7 graus e pelas suas réplicas, que foram mais de dez, segundo a rede CNN. Na madrugada desta quarta-feira, agências internacionais de notícias começaram a divulgar imagens de pessoas gravemente feridas e mortas nos escombros, mas nenhuma informação oficial com os números de vítimas foi divulgada.Com as linhas telefônicas prejudicadas, muitos dos haitianos conseguem repassar informações da situação local através da internet, por redes sociais e pelo Twitter.
"Acho que vamos ver danos substanciais e muitas vítimas", declarou à imprensa Don Blakeman, analista do Serviço Geológico dos EUA (USGS, pela sigla em inglês). Um porta-voz da ONU confirmou que a sede das Nações Unidas no Haiti é um dos edifícios que caíram. O hospital de Peirotville também teria desabado, segundo fontes.
...
"É possível que haja milhares de mortos", disse Karel Zelenka, dos Serviços Católicos de Ajuda, direto de Porto Príncipe, antes que fossem cortadas as comunicações com a capital, segundo relatou um porta-voz da entidade em Washington. Zelenka também disse que "o caos e o desastre é total e que Porto Príncipe esta coberta por uma nuvem de pó".
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Fonte - Terra
Destruições naturais ou provocadas?
A crise ambiental está na pauta mundial nos últimos anos. Não apenas por causa do propagado aquecimento global que seria ou será, dependendo da ótica científica, fator de destruição gradativa e progressiva do planeta em que vivemos. Mas a ocorrência de diversas situações de desequilíbrio climático, em média e grandes proporções, em diferentes pontos do globo tem preocupado as autoridades. No final de ano, grandes nevascas assolaram os países localizados no Hemisfério Norte como os Estados Unidos, Canadá e várias nações europeias, enquanto no Brasil, por exemplo, as chuvas intensas são responsáveis por destruições permanentes. Tenho lido que especialistas em meteorologia concordam que tem chovido, além do normal, em vários estados brasileiros, e os resultados são vistos: enchentes em São Paulo, Minas Gerais, fortes ventanias em Santa Catarina e Rio Grande do Sul e agora deslizamentos graves no Rio de Janeiro. O saldo tem sido o de vários mortos, muitos feridos e um grande número de pessoas desabrigadas ou desalojadas. Em 2009, foram registrados 245 desastres naturais, abaixo da cifra mais alta da década, de 434 ocorrências em 2005, conforme informou a Estratégia Internacional para a Redução de Desastres da Organização das Nações Unidas. Dos 245 desastres, 224 estavam relacionados com o clima e causaram cerca de 7.000 das 8.900 mortes, segundo dados preliminares.
Mas qual a relação desse panorama desanimador e a vida de um cristão? Os cristãos têm compromisso com a preservação deste planeta de alguma maneira e poderiam estar sendo, também, omissos nesse papel? Estima-se que, na capital paulista, pelo menos 70% dos alagamentos aconteça por entupimento de bueiros com lixo. O mesmo deve ocorrer em outras cidades.
Curioso é perceber o direcionamento bíblico para o conceito de que o ser humano é responsável pela administração do que foi criado por Deus. Inclusive por seu próprio organismo. Comecemos pelo período imediatamente após o ato criador. Após criar o homem, é dito que Deus, no versículo 28 do primeiro capítulo de Gênesis, deu a seguinte recomendação a Adão e Eva: “...dominai sobre os peixes do mar, sobre todas as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” (Almeida, Edição Contemporânea). A palavra dominar indica um controle e um gerenciamento em relação à natureza. E gerenciar implica não destruir, nem esgotar os recursos naturais disponíveis e muito menos retirar sem repor. É, em última instância, a tarefa de cuidar. Semelhante orientação foi dada, após a ocorrência do Dilúvio bíblico, para Noé e sua família. No capítulo 9 de Gênesis, há a afirmação de que tudo o que foi criado seria entregue em suas mãos.
Em outros trechos, sobretudo no Antigo Testamento, quando há uma explícita apresentação de normas e recomendações úteis ao povo de Israel em sua trajetória rumo às terras de Canaã, é possível reconhecer a preocupação divina com o meio ambiente. São menções quanto ao descanso da terra (Levítico 25), às queimadas (Êxodo 22:6), à proteção geral de animais (Êxodo 21:33,34), ao cuidado com árvores frutíferas em determinadas situações (Deuteronômio 20:19,20) e mesmo assinalada repreensão contra a crueldade praticada contra animais (Provérbios 12:10).
A base de todo esse cuidado de Deus com respeito à natureza parece estar em Salmos 24:1. Diz a versão bíblica que “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos os que nele habitam” (Almeida, Edição Contemporânea). O princípio é o mesmo que observado com referência ao cuidado com o corpo, a mente, com os recursos financeiros e com o tempo. Deus é o legítimo proprietário de tudo, portanto deu a oportunidade ao ser humano de fazer a administração de tudo o que há. A boa administração, logicamente, resulta em bons resultados e, o contrário, da mesma forma.
Parece que, independente do que as pesquisas têm demonstrado, a administração dos recursos naturais tem se mostrado, de modo geral, a pior possível. O lixo produzido por uma vida absurdamente consumista e descartável da maioria das pessoas não encontra mais vazão e polui todos os mananciais de água possíveis, inclusive os mais profundos. A emissão de gases poluentes é uma realidade em uma sociedade na qual os indivíduos consomem, cada vez mais, máquinas movidas a fontes combustíveis. A falta de reposição equilibrada do que é velozmente sugado da terra (árvores, água, nutrientes, etc) se transformou em um hábito irresponsável em grandes dimensões.
Há movimentos para redução disso, mas são ínfimas as mudanças significativas. Mesmo assim, os cristãos, de acordo com a Bíblia, não têm o direito de cruzar os braços diante disso. Pode haver a impressão de que, por estarem com foco em uma nova terra, de vida eterna e erradicação completa do pecado e suas consequências, os cristãos estariam livres de cuidar do meio ambiente. Tal pensamento não se coaduna com a Bíblia, já que o pedido de Deus é que, enquanto habitam a terra, os humanos convivam da maneira mais ambientalmente harmoniosa com os demais seres. No livro de Apocalipse, no trecho que apresenta as características do período descrito como sétima trombeta, e que muitos estudiosos creem ser o tempo final e o imediato retorno de Cristo a este mundo, uma advertência solene chama a atenção. No capítulo 11 e versículo 18 é dito que “iraram-se as nações, então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos, e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra”. (Almeida, Edição Contemporânea). Os que perseguem os verdadeiros adoradores de Deus e, por conseguinte, deram sua enorme parcela de contribuição para a destruição do mundo natural, receberão a retribuição final ao que buscaram.
A Bíblia não se omite em relação ao meio ambiente. Pelo contrário, declara que os que se consideram cristãos possuem uma responsabilidade ainda hoje no planeta em que habitam É verdade que aspiram a uma terra eterna, sem desmatamentos, poluição, consumismo desequilibrado e desordem do ecossistema, mas sem se esquecer da realidade em que vivem.
Fonte - Realidade em Foco
Nota DDP: Veja também "A cidade que ferve em janeiro" e "México tem temperaturas mais baixas dos últimos 124 anos".
Mas qual a relação desse panorama desanimador e a vida de um cristão? Os cristãos têm compromisso com a preservação deste planeta de alguma maneira e poderiam estar sendo, também, omissos nesse papel? Estima-se que, na capital paulista, pelo menos 70% dos alagamentos aconteça por entupimento de bueiros com lixo. O mesmo deve ocorrer em outras cidades.
Curioso é perceber o direcionamento bíblico para o conceito de que o ser humano é responsável pela administração do que foi criado por Deus. Inclusive por seu próprio organismo. Comecemos pelo período imediatamente após o ato criador. Após criar o homem, é dito que Deus, no versículo 28 do primeiro capítulo de Gênesis, deu a seguinte recomendação a Adão e Eva: “...dominai sobre os peixes do mar, sobre todas as aves dos céus e sobre todos os animais que se arrastam sobre a terra” (Almeida, Edição Contemporânea). A palavra dominar indica um controle e um gerenciamento em relação à natureza. E gerenciar implica não destruir, nem esgotar os recursos naturais disponíveis e muito menos retirar sem repor. É, em última instância, a tarefa de cuidar. Semelhante orientação foi dada, após a ocorrência do Dilúvio bíblico, para Noé e sua família. No capítulo 9 de Gênesis, há a afirmação de que tudo o que foi criado seria entregue em suas mãos.
Em outros trechos, sobretudo no Antigo Testamento, quando há uma explícita apresentação de normas e recomendações úteis ao povo de Israel em sua trajetória rumo às terras de Canaã, é possível reconhecer a preocupação divina com o meio ambiente. São menções quanto ao descanso da terra (Levítico 25), às queimadas (Êxodo 22:6), à proteção geral de animais (Êxodo 21:33,34), ao cuidado com árvores frutíferas em determinadas situações (Deuteronômio 20:19,20) e mesmo assinalada repreensão contra a crueldade praticada contra animais (Provérbios 12:10).
A base de todo esse cuidado de Deus com respeito à natureza parece estar em Salmos 24:1. Diz a versão bíblica que “Do Senhor é a terra e a sua plenitude, o mundo e todos os que nele habitam” (Almeida, Edição Contemporânea). O princípio é o mesmo que observado com referência ao cuidado com o corpo, a mente, com os recursos financeiros e com o tempo. Deus é o legítimo proprietário de tudo, portanto deu a oportunidade ao ser humano de fazer a administração de tudo o que há. A boa administração, logicamente, resulta em bons resultados e, o contrário, da mesma forma.
Parece que, independente do que as pesquisas têm demonstrado, a administração dos recursos naturais tem se mostrado, de modo geral, a pior possível. O lixo produzido por uma vida absurdamente consumista e descartável da maioria das pessoas não encontra mais vazão e polui todos os mananciais de água possíveis, inclusive os mais profundos. A emissão de gases poluentes é uma realidade em uma sociedade na qual os indivíduos consomem, cada vez mais, máquinas movidas a fontes combustíveis. A falta de reposição equilibrada do que é velozmente sugado da terra (árvores, água, nutrientes, etc) se transformou em um hábito irresponsável em grandes dimensões.
Há movimentos para redução disso, mas são ínfimas as mudanças significativas. Mesmo assim, os cristãos, de acordo com a Bíblia, não têm o direito de cruzar os braços diante disso. Pode haver a impressão de que, por estarem com foco em uma nova terra, de vida eterna e erradicação completa do pecado e suas consequências, os cristãos estariam livres de cuidar do meio ambiente. Tal pensamento não se coaduna com a Bíblia, já que o pedido de Deus é que, enquanto habitam a terra, os humanos convivam da maneira mais ambientalmente harmoniosa com os demais seres. No livro de Apocalipse, no trecho que apresenta as características do período descrito como sétima trombeta, e que muitos estudiosos creem ser o tempo final e o imediato retorno de Cristo a este mundo, uma advertência solene chama a atenção. No capítulo 11 e versículo 18 é dito que “iraram-se as nações, então veio a tua ira, e o tempo de serem julgados os mortos, e o tempo de dares recompensa aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos, e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra”. (Almeida, Edição Contemporânea). Os que perseguem os verdadeiros adoradores de Deus e, por conseguinte, deram sua enorme parcela de contribuição para a destruição do mundo natural, receberão a retribuição final ao que buscaram.
A Bíblia não se omite em relação ao meio ambiente. Pelo contrário, declara que os que se consideram cristãos possuem uma responsabilidade ainda hoje no planeta em que habitam É verdade que aspiram a uma terra eterna, sem desmatamentos, poluição, consumismo desequilibrado e desordem do ecossistema, mas sem se esquecer da realidade em que vivem.
Fonte - Realidade em Foco
Nota DDP: Veja também "A cidade que ferve em janeiro" e "México tem temperaturas mais baixas dos últimos 124 anos".
terça-feira, 12 de janeiro de 2010
Compartilhar o que temos faz a diferença
“Pedi e dar-se-vos-á...” (Mat. 7:7)Passava do meio dia, o cheiro de pão quente invadia aquela rua, um sol escaldante convidava a todos para um refresco... Ricardinho não aguentou o cheiro bom do pão e falou: - Pai, tô com fome!!! O pai, Agenor, sem ter um tostão no bolso, caminhando desde muito cedo em busca de um trabalho, olha com os olhos marejados para o filho e pede mais um pouco de paciência.. - Mas pai, desde ontem não comemos nada, eu tô com muita fome!!!
Envergonhado, triste e humilhado em seu coração de pai, Agenor pede para o filho aguardar na calçada enquanto entra na padaria à sua frente... Ao entrar dirige-se a um homem no balcão:- Meu senhor, estou com meu filho de apenas 6 anos na porta, com muita fome, não tenho nenhum tostão, pois saí cedo para buscar um emprego e nada encontrei, eu lhe peço que em nome de Jesus me forneça um pão para que eu possa matar a fome desse menino, em troca posso varrer o chão de seu estabelecimento, lavar os pratos e copos, ou outro serviço que o senhor precisar!!!
Amaro, o dono da padaria estranha aquele homem de semblante calmo e sofrido, pedir comida em troca de trabalho e pede para que ele chame o filho... Agenor pega o filho pela mão e apresenta-o a Amaro, que imediatamente pede que os dois sentem-se junto ao balcão, onde manda servir dois pratos de comida do famoso PF (Prato Feito). Para Ricardinho era um sonho, comer após tantas horas na rua...
Para Agenor, uma dor a mais, já que comer aquela comida maravilhosa fazia-o lembrar-se da esposa e mais dois filhos que ficaram em casa apenas com um punhado de fubá...
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Semana de oração pela unidade dos cristãos
Todos os anos, entre 18 a 25 de Janeiro, no hemisfério norte, ocorre a semana de oração pela unidade dos cristãos. São oito dias de celebração em que pregadores se alternam para exaltar a unidade dos cristãos, o Ecumenismo. Estas semanas são coordenadas pelo Conselho Mundial das Igrejas e pela Igreja Católica. Seu principal objetivo é manter a atenção das igrejas no Ecumenismo e levar a todas as igrejas a santificarem o domingo em lugar do sábado. Este ano se comemora o centenário do início do Ecumenismo, que foi em 1910 com a Conferência Mundial das Missões. É importante prestar atenção para o que vai ser discutido na semana desse ano.
Fonte - Cristo Voltará
Fonte - Cristo Voltará
Terremoto de 4 graus atinge centro da Itália
Roma, 12 jan (EFE).- Um terremoto de 4 graus na escala Richter atingiu hoje às 9h25 local a região de Las Marcas, no centro da Itália, sem registro de vítimas ou prejuízos materiais, mas gerou alarme entre a população, informou a Defesa Civil.
O epicentro do terremoto ficou entre as localidades de Sant'Angelo in Pontano, Loro Piceno, Montappone e Falerone, nas províncias de Macerata e Ascoli Piceno, a uma profundidade de 20 quilômetros, mas foi sentido em toda a região.
Depois do terremoto, houve outros tremores de menor intensidade na área de grande atividade sísmica na Itália, o que provocou momentos de tensão entre a população.
Em 26 de setembro de 1997, as regiões de Las Marcas e Úmbria foram castigadas por um terremoto de 6,4 graus na escala Richter que deixou 11 mortos, causou a evacuação de dezenas de milhares de pessoas e o desmoronamento de uma parte da basílica de São Francisco de Assis.
Fonte - G1
Nota DDP: Veja também "Tremores atingem Rio Grande do Norte".
O epicentro do terremoto ficou entre as localidades de Sant'Angelo in Pontano, Loro Piceno, Montappone e Falerone, nas províncias de Macerata e Ascoli Piceno, a uma profundidade de 20 quilômetros, mas foi sentido em toda a região.
Depois do terremoto, houve outros tremores de menor intensidade na área de grande atividade sísmica na Itália, o que provocou momentos de tensão entre a população.
Em 26 de setembro de 1997, as regiões de Las Marcas e Úmbria foram castigadas por um terremoto de 6,4 graus na escala Richter que deixou 11 mortos, causou a evacuação de dezenas de milhares de pessoas e o desmoronamento de uma parte da basílica de São Francisco de Assis.
Fonte - G1
Nota DDP: Veja também "Tremores atingem Rio Grande do Norte".
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