sexta-feira, 11 de março de 2011

"Mamom"



FAQ

Terremoto seguido de tsunami deixa ao menos 3 mortos no Japão

O terremoto de magnitude 8,9 que atingiu a costa nordeste do Japão nesta sexta-feira, seguido de um tsunami com ondas de até dez metros de altura, deixou ao menos três mortos e causou sérios estragos em diversas cidades da região, informa a imprensa local.

Imagens da emissora de televisão japonesa NHK mostram carros, barcos e até mesmo casas sendo levados pelas ondas gigantes na províncias de Aomori, Miyagi e Iwate.

O terremoto também causou vários incêndios, entre eles um de grandes proporções em uma refinaria na província de Chiba, sem relatos de vítimas até o momento.

Na capital japonesa, o terremoto disparou os alarmes dos edifícios e fez com que as pessoas saíssem assustadas às ruas.

O tremor também paralisou em todo o país, segundo a companhia ferroviária JR East, os serviços do "shinkansen", o trem-bala japonês.

O terremoto, que ocorreu às 14h46 da hora local (2h46 de Brasília) e alcançou 7 graus na escala japonesa --o nível máximo, teve epicentro no Oceano Pacífico, a 130 quilômetros da península de Ojika, e a uma profundidade de dez quilômetros.

O Japão, situado no "anel de fogo do Pacífico", sofre frequentes terremotos, que raramente causam vítimas devido às rígidas normas de construção vigentes no país.

Após o terremoto que ocorreu há dois dias no país, a Agência Meteorológica japonesa advertira que durante uma semana poderia haver réplicas, embora tenha sido estimado que a intensidade máxima seria de magnitude 4 pela escala japonesa --cujo nível máximo é 7.

Fonte - Folha

quinta-feira, 10 de março de 2011

Momento Profético #25

Um terrível conflito encontra-se diante de nós. Aproximamo-nos da peleja do grande dia do Deus Todo-poderoso. O que tem estado sob controle será solto. O anjo da misericórdia está dobrando as asas, preparando-se para descer do trono e deixar o mundo sob o domínio de Satanás. Os principados e poderes da Terra estão em acirrada revolta contra o Deus do Céu. Estão cheios de ódio contra os que O servem, e em breve, muito em breve, será travada a última grande batalha entre o bem e o mal. A Terra será o campo de batalha - o local da peleja e da vitória finais. Aqui, em que por tanto tempo Satanás tem instigado os homens contra Deus, a rebelião será debelada para sempre.

(Review and Herald, 13 de maio de 1902)

Mundo árabe - A revolução inesperada

Assista aqui ao debate organizado pela TV Novo Tempo a propósito da situação político-social no norte de África e Médio Oriente, com a presença de Rodrigo Silva e Vanderlei Dorneles.



Fonte - O Tempo Final

O que é reavivamento e reforma espirituais?

O período pós-Conferência Geral de Atlanta, EUA (junho-julho de 2010), tem se caracterizado por uma forte ênfase na busca de um reavivamento e uma reforma espiritual entre os obreiros e demais membros da igreja. Tal ênfase é uma resposta humana positiva ao apelo divino contido na promessa de 2 Crônicas 7:14: “se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra.” Sem dúvida, “um reavivamento da verdadeira piedade entre nós” é “a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser nossa primeira ocupação.” – Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 121.

Ellen G. White acrescenta: “Precisa haver um reavivamento e uma reforma, sob a ministração do Espírito Santo. Reavivamento e reforma são duas coisas diversas. Reavivamento significa renovação da vida espiritual, um avivamento das faculdades da mente e do coração, uma ressurreição da morte espiritual. Reforma significa uma reorganização, uma mudança nas ideias e teorias, hábitos e práticas. A reforma não trará o bom fruto da justiça a menos que seja ligada com o reavivamento do Espírito. Reavivamento e reforma devem efetuar a obra que lhes é designada, e no realizá-la, precisam fundir-se.” – Mensagens Escolhidas, vol. 1, p. 128.

Podemos compreender melhor o assunto se tivermos em mente que reavivamento é a causa ou motivação, e que reforma é o efeito ou consequência. Ambas devem andar juntas, pois reavivamento sem reforma é mera ilusão espiritual; e reforma sem reavivamento não passa de um formalismo ético. Portanto, é indispensável que consideremos ambos os conceitos com suas respectivas implicações.

Reavivamento (causa/motivação)

O conceito de “reavivamento” espiritual é amplo e multifacetado, com muitos desdobramentos. Mas, independente do ângulo em que se aborde o tema, jamais poderíamos perder de vista quatro de suas características fundamentais.

1. Reconhecimento da malignidade do pecado

No mundo em que vivemos, temos “cerveja sem álcool”, “café descafeinado” e supostos “pecados despecaminados”. Muitos “terapeutas do púlpito” não mais estimulam os pecadores a se arrependerem de seus próprios pecados, mas apenas tentam ajudá-los a superar os traumas emocionais provocados pelos pecados dos outros, distribuindo incontáveis “analgésicos espirituais”. Em outras palavras, muitos hoje não admitem mais a pecaminosidade do sua própria natureza humana.

As culturas se transformam ao longo dos séculos, mas o pecado jamais perde a sua malignidade com o transcurso do tempo. Isaías 59:2 adverte: “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.” Sem uma clara compreensão da pecaminosidade do pecado, o pecador nunca sentirá necessidade de uma genuína conversão pessoal, pois “os sãos não precisam de médico, e sim os doentes” (Mt 9:12). Portanto, o verdadeiro reavivamento destrona o orgulho pessoal, levando o pecador a reconhecer a profunda malignidade dos seus próprios pecados.

2. Sede de Deus
No Salmo 42:1-2 lemos: “Como suspira a corça pelas correntes das águas, assim, por ti, ó Deus, suspira a minha alma. A minha alma tem sede de Deus, do Deus vivo; quando irei e me verei perante a face de Deus?”

O “Prefácio dos Editores” de O Desejado de Todas as Nações, p. 13, declara: “No coração de todo homem, seja qual for a raça a que pertença ou a posição que ocupe na vida, existe um inexprimível anseio de qualquer coisa que ainda não possui. Este anseio é implantado na própria constituição do homem por um Deus misericordiosos, para que ele não se satisfaça com seu estado atual e suas consecuções presentes, sejam elas más, boas ou ótimas. É desejo de Deus que a humanidade procure o melhor e o encontre, para bem-aventurança eterna de sua alma. / Em vão procuram os homens satisfazer esse desejo com prazeres, fortuna, conforto, fama, poder; os que assim procedem têm verificado que todas essas coisas, fartando os sentidos, deixam a alma tão vazia e descontente como antes. / É desígnio de Deus que esse anseio do coração humano o guie Àquele que, unicamente, é capaz de o satisfazer. Vem dEle esse desejo, para que possa conduzir a Ele, a plenitude e cumprimento do mesmo desejo. Essa plenitude encontra-se em Jesus Cristo, o Filho do Eterno Deus.”

Nossa civilização ocidental se caracteriza por uma sede desenfreada de sexo, violência e misticismo, onde o amor ao lazer e ao prazer estão suplantando os valores bíblicos. As pessoas gastam hoje grande parte do seu tempo com a mídia e a socialização, sem tempo para as prioridades espirituais. Mas o verdadeiro reavivamento leva o ser humano a ter sede de Deus.

3. Comunhão com Deus
Isaías 55:6-9 diz: “Buscai o Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto. Deixe o perverso o seu caminho, o iníquo, os seus pensamentos; converta-se ao Senhor, que se compadecerá dele, e volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos, nem os vossos caminhos, os meus caminhos, diz o Senhor, porque, assim como os céus são mais altos do que a terra, assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos, mais altos do que os vossos pensamentos.”

As palavras do texto anterior suscitam algumas indagações: Como você se sentiria se seus pensamentos se tornassem audíveis? Como ficaria sua imagem pública se, por onde você andasse, todas as pessoas ouvissem os seus pensamentos mais íntimos? Mesmo que os demais seres humanos não conheçam os nossos pensamentos, Deus os conhece e deseja colocá-los em sintonia com Sua Palavra. Para isso, necessitamos uma conversão diária que nos faça novas criaturas (2Co 5:17) com “a mente de Cristo” (1Co 2:16). O verdadeiro reavivamento nos leva a buscar constantemente a Deus através da oração e do estudo da Bíblia.

4. Abandono do desejo de supremacia
Os discípulos de Cristo tinham dificuldade de entender a natureza do reino que Ele viera estabelecer. Certa ocasião eles chegaram mesmo a discutir “entre si sobre qual era o maior”; e Cristo lhes advertiu: “Se alguém quer ser o primeiro, será o último e servo de todos” (Mc 9:34-35). Em outra ocasião, Cristo afirmou: “Em verdade vos digo que vós, os que me seguistes, quando, na regeneração, o Filho do homem se assentar no trono da sua glória, também vos assentareis em doze tronos para julgar as doze tribos de Israel” (Mt 19:28). Motivados aparentemente por esta declaração, Tiago e João, acompanhados de sua mãe (Mt 20:20), pediram a Cristo: “Permite-nos que, na tua glória, nos assentemos um à tua direita e outro à tua esquerda.” Mas Este lhes disse: “Sabeis que os que são considerados governadores dos povos têm-nos sob seu domínio, e sobre eles os seus maiorais exercem autoridade. Mas entre vós não é assim; pelo contrario, quem quiser tornar-se grande entre vós, será esse o que vos sirva; e quem quiser ser o primeiro entre vós será servo de todos” (Mc 10:37, 42-44).

Sob a poderosa influência do Espírito Santo, os discípulos deixaram de lado todo o desejo de supremacia e de grandeza, perseverando “unânimes” (At 2:46). Em outras palavras, “haviam deixado de ser um grupo de unidades independentes, ou elementos discordantes em conflito. Sua esperança não mais repousava sobre a grandeza terrestre.” – Atos dos Apóstolos, p. 45. Portanto, o verdadeiro reavivamento gera o abandono do desejo de supremacia pessoal e promove a unidade entre os crentes.

Uma vez que reavivamento sem reforma é mera ilusão, é indispensável considerarmos também a questão da reforma na vida espiritual.

Reforma (efeito/consequência)

A reforma espiritual, gerada pelo verdadeiro reavivamento, provoca grandes mudanças comportamentais na vida cristã, dentre as quais destacaremos cinco que podem ser consideradas básicas.

1. Sensibilidade espiritual
O apóstolo Paulo afirma que “o homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque lhe são loucura; e não pode entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente” (1Co 2:14). Mas “estando nós mortos” em nossos delitos e pecados, Deus nos ressuscitou espiritualmente e “nos deu vida juntamente com Cristo” (Ef 2:1, 5-6). Portanto, a reforma motivada pelo reavivamento desenvolve maior sensibilidade para com as questões espirituais.

2. Mudança de ênfase
O mundo pós-moderno em que vivemos estimula a satisfação dos gostos e instintos pessoais acima dos princípios divinos. Neste contexto, muitos cristãos hoje querem ser salvos nos seus pecados, mas não dos seus pecados. Devemos reconhecer, no entanto, que os gostos e instintos pessoais nem sempre estão em harmonia com a vontade de Deus (ver Is 55:8-9), pois “há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte” (Pv 14:12). Por contraste, a reforma motivada pelo reavivamento gera uma mudança de ênfase: dos gostos pessoais para a conformidade com os princípios divinos.

3. Redefinição no estilo de vida
George R. Knight contrastou certa ocasião a pergunta anticristã com a cristã. A pergunta anticristã é: “Posso fazer isso no sábado e ainda ser salvo?” Em outras palavras, a pessoa quer aproveitar ao máximo o mundo, sem perder a salvação. Já a pergunta cristã é: “Qual a melhor maneira de observar o sábado?” Enquanto a primeira (anticristã) é a religião das exceções humanas; a outra (cristã) é a religião dos ideais divinos. Neste contexto, a reforma motivada pelo reavivamento promove uma redefinição no estilo de vida: das exceções humanas para a harmonia com os ideais divinos.

4. Compromisso com a pregação do evangelho
Cristo definiu o genuíno cristão como aquele que permite que o Espírito Santo o guie “a toda a verdade” (Jo 16:13); que vive em conformidade com “toda palavra que procede da boca de Deus” (Mt 4:4); e que se dedica a ensinar os outros “a guardar todas as coisas que vos tenho ordenado” (Mt 28:20). Cristo instou reiteradas vezes que o evangelho eterno deveria ser pregado, em toda a sua abrangência, “por todo o mundo, para testemunho a todas as nações” (Mt 24:14); “a cada nação, e tribo, e língua, e povo” (Ap 14:6); “a toda a criatura” (Mc 16:15); e isto “até aos confins da terra” (At 1:8). Sem dúvida, a reforma motivada pelo reavivamento leva cada genuíno cristão a um maior compromisso com a missão global de pregar o evangelho eterno a todos os seres humanos.

5. Transição do modelo competitivo para o modelo cooperativo
O mundo em que vivemos é altamente competitivo, e seus habitantes sempre disputam entre si quem é “o maior” (Mc 9:34). Essa disputa acaba polarizando os seres humanos entre um grupo de orgulhosos vencedores e outro grupo de frustrados perdedores. Dentro do cenário do grande conflito cósmico entre o bem e o mal, não há terreno neutro (ver Mt 12:30; Tg 4:4), e os cristãos devem competir contra o “império das trevas” (Cl 1:13) e “as forças espirituais do mal” (Ef 6:12). Mas mesmo competindo contra o mundo, os cristãos devem ser unidos entre si e cooperadores uns com os outros (ver João 17:20-23). E a reforma motivada pelo reavivamento estimula a transição, entre os cristãos, do modelo competitivo para o modelo cooperativo.

Considerações finais
O reavivamento e a reforma precisam andar juntos como a causa e o efeito, a motivação e a consequência. O verdadeiro reavivamento espiritual leva o pecador a (1) reconhecer a malignidade do pecado; (2) ter sede de Deus; (3) manter comunhão com Deus; e (4) abandonar o desejo de supremacia. Por sua vez, a reforma espiritual, gerada pelo reavivamento, produz no cristão (1) maior sensibilidade espiritual; (2) uma mudança de ênfase: dos gostos pessoais para os princípios divinos; (3) uma redefinição no estilo de vida: das exceções humanas para os ideais divinos; (4) um compromisso com a pregação do evangelho eterno; bem como (5) a transição do modelo competitivo para o modelo cooperativo.
Todo esse processo é motivado pelo desejo de ser mais semelhante a Cristo, e a imitar o exemplo do apostolo Paulo quando disse: “Não que eu tenha já recebido ou tenha já obtido a perfeição; mas prossigo para conquistar aquilo para o que também fui conquistado por Cristo Jesus. Irmãos, quanto a mim, não julgo havê-lo alcançado; mas um coisa faço: esquecendo-me das coisas que para trás ficam e avançando para as que diante de mim estão, prossigo para o alvo, para o prêmio da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus.” (Fp 3:12-14). Portanto, o reavivamento e a reforma são um processo de constante crescimento em Cristo, crescimento este que prossegue durante toda a vida, até que “este corpo corruptível se revista da incorruptibilidade” (1Co 15:53). Só então terminará nossa batalha contra o pecado!

Pastor Alberto R. Timm é reitor do Seminário Adventista Latino-Americano de Teologia e Coordenador do Espírito de Profecia da sede sul-americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia

Fonte - Portal Adventista

Nota DDP: Veja também "Por Que Não Agora?".

Terremoto de magnitude 5,8 no sudoeste da China deixa 7 mortos

Um terremoto de magnitude 5,8 deixou 14 mortos e 135 feridos na província chinesa de Yunnan, no sudoeste do país, informou a agência oficial Xinhua nesta quinta-feira.

O terremoto, com epicentro a dez quilômetros de profundidade no povoado de Shiming, ocorreu às 12h58 da hora local (1h58 pelo horário de Brasília).

Várias pessoas ficaram presas sob os escombros de várias casas que desmoronaram, assim como ocorreu com parte de um supermercado e um hotel, segundo testemunhas citadas pela Xinhua.

O tremor provocou ainda o corte da energia elétrica, segundo a agência, que assinalou que já foram enviados soldados à região para ajudar nos trabalhos de resgate.

Dez minutos após o terremoto houve três réplicas de magnitude 4,7.

Fonte - Folha

Nota DDP:
Veja também "Terremoto de magnitude 7,3 atinge o litoral japonês e gera alerta de tsunami", "Terremoto de 6,6 graus atingiu ilha de Nova Bretanha" e "Fortes réplicas atingem o leste do Japão após terremoto de magnitude 7,3".

domingo, 6 de março de 2011

Momento Profético #24

O Senhor muitas vezes me instruiu de que muitos pequeninos hão de ser removidos do tempo de angústia. Havemos de ver de novo nossos filhos. Havemos de encontrar-nos com eles e reconhecê-los nas cortes celestes.

(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 259)

sábado, 5 de março de 2011

“Caritas in veritate”, manual de sobrevivência para século 21

ROMA, quinta-feira, 3 de março de 2011 (ZENIT.org) - "A encíclica Caritas in veritate, de Bento XVI, deve servir para o homem do século 21 como um manual de sobrevivência", para superar mais do que uma simples crise econômica mundial, pois "as raízes desta se encontram em uma crise moral".

Este foi um dos pensamentos centrais apresentadas pelo banqueiro Ettore Gotti Tedeschi, presidente do Instituto para Obras Religiosas (IOR), durante a apresentação do livro "Dinheiro e Paraíso: os católicos e a economia global", realizada na terça-feira, 1º de março, no Centro Internacional de Comunhão e Libertação.

O livro do qual Gotti Tedeschi é autor, junto ao escritor Rino Camilleri, foi publicado pela primeira vez em 2004. Agora, a nova edição foi enriquecida com os ensinamentos da encíclica Caritas in Veritate e com a experiência da crise econômica mundial que começou em 2006, o que torna o livro ainda mais interessante.

"O mundo católico - lamentou Gotti Tedeschi - não sabe fazer apologética, não consegue defender seus próprios valores nem a história da Igreja." Mas não só isso: "Quando se trata de economia, acontece algo semelhante, não sabem que o capitalismo tem origem católica e que foi corrompido pelo mundo protestante", nem que "Marx não sabia sequer o que era o capitalismo católico".

"Nem todo mundo sabe - continuou ele - que as grandes leis econômicas foram elaboradas pela Escola de Salamanca, depois da descoberta da América. Ninguém sabe que a lei da oferta e da procura e a licitude do dinheiro e dos empréstimos com juros nasceram no âmbito católico. Foram elaboradas pelos monges franciscanos, dominicanos e jesuítas dessa Escola."

"No livro - indica o autor -, explico por que o mercado não é ilícito, por que o capitalismo e a globalização são bons e por que todas estas coisas, que são ferramentas, se tornam más quando são mal utilizadas pelos homens. E isso também está na Caritas in Veritate."
...
Fonte - Zenit

Momento Profético #23

Vi que os quatro anjos segurariam os quatro ventos até que a obra de Jesus estivesse terminada no santuário, e então viriam as sete últimas pragas. Estas pragas enfureceram os ímpios contra os justos, pois pensavam que nós havíamos trazido os juízos divinos sobre eles, e que se pudessem livrar a Terra de nós, as pragas cessariam. Saiu um decreto para se matarem os santos, o que fez com que estes clamassem dia e noite por livramento. Este foi o tempo de angústia de Jacó. Então todos os santos clamaram com angústia de espírito, e alcançaram livramento pela voz de Deus.

(Primeiros Escritos, págs. 36 e 37)

terça-feira, 1 de março de 2011

"Nachamu, Nachamu"

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

"A mensagem"

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Os Segredos de Daniel: O Sacerdote com Olhos de Fogo


UE: Abrir caminho à liberdade religiosa

Lisboa, 25 Fev (Ecclesia) – O presidente do Parlamento Europeu considera o Cristianismo como “fonte importante de inspiração para a Europa”, que importa defender.

Numa entrevista concedida à agência SIR, esta quinta-feira, Jerzy Buzek garantiu que a perseguição aos cristãos no Médio Oriente “é uma preocupação partilhada pelo Parlamento Europeu”, e que estão a ser tomadas medidas para “arrepiar caminho” na preservação da liberdade religiosa.

Esta matéria deverá ser um dos assuntos em cima da mesa, no próximo dia 28 de Fevereiro, durante uma audiência que Bento XVI irá conceder ao líder europeu, no Vaticano.

Jerzy Buzek admite ir em busca de “orientação”, numa altura em que “a Europa e o mundo enfrentam muitos desafios”, como a integração dos movimentos migratórios, o envelhecimento da população e a instabilidade política que afecta países como o Egipto, a Tunísia, ou o Sudão.

Lembrando que “a União Europeia encontrou as suas fundações a partir de cristãos democratas com Schuman, De Gasperi e Adenauer”, aquele responsável quer agora “ouvir aquilo que um homem de fé e cultura como Joseph Ratzinger tem a dizer”.

Fomentar o diálogo entre nações ou instituições é essencial para o líder do Parlamento Europeu, que se mostra satisfeito pela Europa “estar a começar a respirar a plenos pulmões”.

“Quando um Papa da Alemanha se encontra com o presidente do Parlamento Europeu, um polaco, nós podemos agradecer aquilo que conseguimos até agora”, sustenta Jerzy Buzek, considerando esta ida à Santa Sé como um símbolo de que “o Leste e o Oeste da Europa estão finalmente a crescer em conjunto”.

O Tratado de Lisboa, assinado em 2007, deu pela primeira vez uma base legal para o diálogo institucional entre a União Europeia e representantes das diversas comunidades religiosas.

Fonte - Ecclesia

As dissidências Adventistas

Creio que todos já assistiram, de uma forma ou doutra, a algum tipo de dissidência entre os Adventistas. Quer seja aqueles que são desvinculados da Igreja, quer aqueles que nela se mantendo insistem em manter uma postura que encontra mais qualificação como dissidência do que como militância, de longe a longe somos confrontados com este tipo de situação.

Claro está que cada um é totalmente livre de assumir os comportamentos e posições que entender por melhor, na mesma medida em que a Igreja tem essa mesma capacidade e até obrigação. É por isso que alguns saem da Igreja com algum tipo de descontentamento ou discordância, muitas vezes resolutos e convencidos da sua razão.

Não sei se já pensou nisso, mas os primeiros cristãos, logo a seguir à ressurreição de Jesus, talvez mais ainda a seguir à morte de Estevão, também terão sido apelidados de dissidentes; no fundo, eles estavam a abandonar de vez o tradicional sistema religioso judaico, que a partir daquele momento, além de deturpado, também estava completamente ultrapassado.

Ora, nesta fase inicial da Igreja, deu-se um episódio que, tenho a certeza, serve muito bem como medida aferidora para este assunto.

Aconteceu que os apóstolos começaram a exercer um ministério espetacular, que não deixava alma alguma indiferente. Daí que os descontentes os colocaram na prisão. Contudo, Deus é mais poderoso que as portas de qualquer cárcere e eles foram libertados. Novamente capturados, porque insistiam em fazer as mesmas coisas, são levados perante os líderes judaicos que os pretendiam impedir de continuar o ministério.

De tal forma foi o seu desejo de derrubarem os apóstolos, que se enfureceram a ponto de os quererem matar (Atos 5:33), o que teriam conseguido, não tivesse a sábia voz de Gamaliel se levantado com ajuizadas palavras a propósito desta dissidência. Eis o que ele disse:

"Homens israelitas, acautelai-vos a respeito do que haveis de fazer a estes homens. Porque antes destes dias levantou-se Teudas, dizendo ser alguém; a este se ajuntou o número de uns quatrocentos homens; o qual foi morto, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos e reduzidos a nada. Depois deste levantou-se Judas, o galileu, nos dias do alistamento, e levou muito povo após si; mas também este pereceu, e todos os que lhe deram ouvidos foram dispersos. E agora digo-vos: Dai de mão a estes homens, e deixai-os, porque, se este conselho ou esta obra é de homens, se desfará, Mas, se é de Deus, não podereis desfazê-la; para que não aconteça serdes também achados combatendo contra Deus" (Atos 5:35-39).

E não conseguiram mesmo desfazê-la. Já passaram cerca de dois milénios e a obra que eles começaram (embora abalada e corrompida ao longo do tempo) mantém-se em cena com todo o vigor.

Ou seja, esta foi uma santa dissidência, abençoada por Deus, contra a qual homem algum conseguiu obter sucesso (embora muitos o tivessem tentado).

Por isso, o desafio mantém-se inalterável para aqueles que, hoje e sempre, assumem qualquer comportamento de rutura com a nossa Igreja: prevelecem? Obtêm sucesso? Progridem? Trazem algo relevante, significativo? Produzem bom fruto?

Ou, em alternativa, acabam ficar meio perdidos, achar-se isolados, sem rumo certo para as suas ideias (por muito sinceras que possam ser), fracassando por fim?

Creio que a simples constatação das respostas a estas perguntas é mais do que suficiente para perceber o que realmente se passa quando há dissidência.

Repare: Lúcifer foi um dissidente (do céu); e qual o resultado dessa dissidência?! Preveleceu? Obteve sucesso? Progrediu? Trouxe algo de relevante, significativo? Produziu bom fruto? Pelo contrário: destruição, desgraça, tormenta, sofrimento, morte são as palavras que descrevem a sua dissidência...

Outro exemplo: Ellen e Tiago White, Joseph Bates e outros nossos pioneiros também foram dissidentes (das igrejas às quais pertenciam); e a pergunta mantém-se: qual o resultado? Preveleceram? Obtiveram sucesso? Progrediram? Trouxeram algo relevante, significativo? Produziram bom fruto?

Ainda que eu seja juiz em causa própria, parece-me mais do que evidente que, após cerca de 160 anos, os resultados (ainda não completos) da obra que começaram comprovam que essa obra só pode ter sido motivada pela Força Maior, acima da capacidade de qualquer homem!

É por isso que quando observo a história da nossa igreja e contemplo os indivíduos ou grupos dissidentes, constato que enquanto a Igreja permanece e progride, eles acabam por, mais tarde ou mais cedo, perder o ímpeto inicial, alguma eficácia que podem ter alcançado e até mesmo números... e nada mais.

Atente para este excerto de Ellen White, Testemunhos Seletos, v. 1, p. 390:

"A Palavra de Deus não dá licença a que um homem ponha seu juízo em oposição ao da igreja, nem lhe é permitido insistir em suas opiniões contrariamente às dela. Caso não houvesse disciplina e governo eclesiásticos, a igreja se esfacelaria; não poderia manter-se unida como um corpo. Sempre tem havido indivíduos de espírito independente, pretendendo estar certos, e que Deus os havia ensinado, impressionado e guiado especialmente. Cada um tem uma teoria sua particular, idéias peculiarmente suas, e cada um pretende que essas idéias se acham em harmonia com a Palavra de Deus. Cada um tem diferente teoria e fé, e não obstante pretende cada um possuir luz especial de Deus. Essas pessoas separam-se do corpo, e constituem por si mesmas uma igreja à parte."

A todo este raciocínio, subjaz um conceito irrevogável: esta é a Igreja de Deus! No meio dos nossos defeitos e falhas (que os temos e não são poucos!), este é o movimento escolhido por Deus para terminar a obra que há muito Ele começou. E sair dela é sempre piorar.

Fonte - O Tempo Final

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Momento Profético #22

Foi-me mostrado que os juízos de Deus não viriam sobre eles diretamente da parte do Senhor, mas desta maneira: eles se colocam além de Sua proteção. O Senhor adverte, corrige, repreende e indica o único caminho seguro; então, se os que têm sido objeto de Seu especial cuidado seguirem seu próprio rumo, independentemente do Espírito de Deus; se, depois de reiteradas advertências, resolverem fazer sua própria vontade, Ele não encarregará Seus anjos de impedirem os decididos ataques de Satanás contra eles.

(The Paulson Collection, pág. 136)

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Os Segredos de Daniel: Réquiem para um Messias


O fantasma malthusiano ronda o planeta

As manchetes que vemos diariamente estampadas na mídia sobre o desejo de democracia nos países árabes, particularmente, esconde um “megamonstro” que está por detrás: a fome. Com os preços dos alimentos na estratosfera a nível global, estas manifestações são a ponta de um iceberg, que está se aflorando de maneira inusitada e dramática.

O grande risco que se corre é quando países (especialmente os ricos), mesmo com toda a doutrina da comercialização global, começarem a restringir as exportações de produtos agrícolas, especialmente o trigo, no sentido de se protegerem de algum sinal sinistro da fome. Este movimento de proteção está se observando desde meados de 2010.

A falácia do mercado livre para os alimentos não funciona, não permite a redução da fome no mundo. Há uma necessidade urgente de um mecanismo internacional de regulação de todo o setor agrícola. Nesta perspectiva, a FAO, que poderia ser este mecanismo, está perdendo espaço pelas forças poderosas da chamada Organização Mundial do Comércio (OMC), cujo objetivo é estimular as relações comerciais entre os países. Neste contexto sentimos o embate entre a ideologia da solidariedade com ideologia da competitividade.

As guerras do futuro serão “guerras por comodities”, particularmente as ligadas ao setor agrícola como alimentos, quando chineses e indianos juntos, com uma população de um terço da humanidade, agora com um nível de vida mais razoável, começarem a consumir outro tanto de recursos do que todo o mundo ocidental já consome.

Com todas as oscilações climáticas ocasionadas pelo desequilíbrio ambiental mundial, a produção agrícola ainda não tem sofrido maiores consequências significativas na produção global. O que mais assusta são as oscilações de mercado. A primeira pertence à mãe natureza, que está clamando por socorro pela voragem do homem gafanhoto e pela destruição descontrolada dos ecossistemas. Mas a segunda é o desejo insano de poder, mascarado numa política neoliberal que em nada beneficia a sociedade permitindo uma acumulação e concentração de riquezas por grupos de interesse, onde milhões terão que sofrer de fome pela má sorte, por não ter nascido em países de maiores recursos.

Avançando nosso raciocínio, na premissa econômica em que tudo que se torna escasso passa para a cartilha do mercado, em breve a água será mais um passo para domínio e poder. Segundo alguns gurus sinistros de plantão, a água deverá ser o próximo estopim de uma guerra generalizada (talvez a última), neste mundo insano da competição. Sendo a água um gênero de necessidade vital e universal, se for aplicada a lógica da escassez como uma oportunidade de comércio e não na solidariedade de sua distribuição, então chegaremos ao fim da civilização. Dentro deste contexto, ao invés de dinheiro que fazemos com nossas economias para futuras necessidades e dificuldades, a água será utilizada como uma “conta bancária”. Fazendo um exercício de imaginação, haverá “bancos” de água onde se terá uma “conta corrente” de tantos litros de água potável, que poderá ser transferida, à nossa moda atual, pela simples transferência eletrônica porque cheque não haverá mais, haverá muito calote neste desespero.

Assim, o grande perigo prenunciado por Malthus diante deste desequilíbrio da superpopulação, - preferimos dizer destruição do meio ambiente - a fome seria um regulador demográfico pela morte de milhões, ou a guerra que também trará a mesma “sorte” (melhor, a mesma tragédia). Numa metáfora dramática e sinistra, poder-se-ia dizer, “quando a farinha se torna pouca, para cá meu mingau primeiro”. Na abundância da água de seu tempo, Malthus jamais poderia imaginar esta última hipótese como uma possibilidade de desequilíbrio.

Fonte - Jornal do Brasil

União Européia pede liberdade religiosa para os cristãos

Os 27 Ministros de Assuntos Exteriores dos países membros da União Européia, pediram neste fim de semana em Bruxelas que medidas concretas sejam adotadas para promover a liberdade religiosa dos cristãos perseguidos, especialmente no Oriente Médio.

Os ministros solicitaram à alta representante de Política externa da UE, Catherine Ashton, que apresente "propostas concretas" com esse fim.

Por isso expressaram sua "sua profunda preocupação pelo aumento de atos de intolerância e discriminação religiosa contra cristãos e seus lugares de oração, peregrinos muçulmanos e outras comunidades religiosas" e expressam seu firme condena contra esses atos.

O texto emitido logo depois da reunião se refere especificamente aos cristãos, tema que tinha sido motivo de polêmica na reunião anterior de 31 de janeiro na qual não foi possível chegar a um acordo e na que, devido à correção política, evitou-se mencionar os que acreditam em Cristo para não "ofender" outros grupos.

O documento, assinala o jornal espanhol La Razón, indica também que "a UE se empenhará ainda mais em todos os foros multinacionais, especialmente na ONU, para unificar apoios em todas as regiões na luta contra a intolerância religiosa".

Por outra parte, no dia 21 de fevereiro na Câmara de Deputados da Espanha, o terceiro vice-presidente e membro do Partido Popular (PP), Jorge Fernández Díaz, solicitou ao Governo "adotar imediatamente medidas concretas, como a possibilidade de acolher cristãos orientais na Espanha" que fogem da perseguição em seus lugares de origem.

O PP apresentou no último 17 de fevereiro uma moção para que o Governo garanta "a defesa da liberdade religiosa no mundo, especialmente no Oriente Médio".

Fonte - ACI Digital

Nota DDP: Religião e política se entrelaçam novamente, como nos tempos antigos. De ser observado também que um movimento político em sentido oposto pode viabilizar que os países que se encontram em ebulição no Oriente Médio não se encaminhem para lideranças fanáticas, mas para a esperada abertura ao Evangelho. Aguardemos.

Sismo soltou 30 milhões de toneladas de gelo do maior glaciar neozelandês

O sismo que atingiu hoje a segunda maior cidade neozelandesa, Christchurch, fez ruir 30 milhões de toneladas de gelo do glaciar Tasman, o maior do país.

A magnitude do sismo fez desprender um bloco de gelo que caiu no lago terminal do glaciar, a 200 quilómetros de Christchurch, formando pequenos icebergs. Segundo o jornal “The Guardian”, que cita a agência AP, a queda dos 30 milhões de toneladas de gelo provocou ondas de 3,5 metros de altura que varreram o lago durante cerca de meia hora.

Este glaciar, na ilha Sul, desce as encostas da montanha Cook e é o maior da Nova Zelândia, com uma extensão de 29 quilómetros e 2,5 quilómetros de largura.

Fonte - Público

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Momento Profético #21

O Senhor mostrou-me claramente que a imagem da besta formar-se-á antes que termine a graça; pois isso será a grande prova para o povo de Deus, pela qual será decidido seu destino eterno. 

(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 81)
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