Pela primeira vez desde o início da crise grega, os ministros financeiros da zona do euro estão considerando a hipótese de uma moratória da Grécia. Eles ainda não dizem isso explicitamente, mas as omissões de seus depoimentos na noite da última segunda-feira, 11, não deixam muitas dúvidas sobre o assunto.
Em meio ao alarme de que o contágio estaria se espalhando para a Espanha e a Itália, ministros financeiros discutiram a crise por mais de oito horas em Bruxelas, e no fim reforçaram o seu “compromisso absoluto com a proteção da estabilidade financeira da zona do euro”. O novo ministro financeiro francês, François Baroin, que substituiu Christine Lagarde, declarou que os ministros redescobriram “o espírito da primavera de 2010”, quando resgataram a Grécia e criaram um fundo de € 500 bilhões de euros para ajudar outros países.
Essa retórica não deve ser levada em consideração, pois serve apenas para esconder as desavenças que permanecem. A declaração estava recheada de promessas, entre elas, a de “melhorar a capacidade da zona do euro de resistir aos riscos do contágio”. Mas não apresentava muitos detalhes quanto a cronogramas, e isso não deve convencer os mercados de que os líderes da região estão próximos de uma solução para a crise.
Até pouco tempo atrás, os ministros pensavam que tinham evitado uma catástrofe iminente. A moratória da Grécia foi adiada por meses, após empréstimos de € 12 bilhões do FMI e da União Europeia. Os ministros acreditavam que teriam semanas ou meses para elaborar um formato para um segundo resgate econômico que preservaria a Grécia até 2014. Mas a ilusão foi destruída pela chegada da turbulência financeira à Itália, um país grande demais para ser resgatado, e à Espanha. Títulos dos dois países atingiram altas históricas nesta terça-feira, 12, após a declaração dos ministros.
Subitamente, os ministros passaram a considerar medidas que, até poucos dias, eram consideradas impensáveis. Isso foi o que os ministros disseram no dia 2 de julho:
Em sintonia com as conclusões do Conselho Europeu, de 24 de junho, consultas com os credores da Grécia estão sendo realizadas para definir as modalidades de envolvimento voluntário do setor privado, visando atingir uma redução substancial das necessidades financeiras anuais da Grécia, e evitando a moratória seletiva.
E isso foi o que eles disseram na noite de segunda-feira, 11 de julho:
Os ministros receberam bem a decisão do FMI de pagar a última porção da assistência financeira à Grécia, assim como as propostas do setor privado de contribuir voluntariamente para o financiamento de um segundo programa, que daria continuidade ao trabalho que já está sendo feito. O BCE confirmou sua posição, reafirmada por seu Conselho Deliberativo, de que eventos de crédito ou moratória seletiva devem ser evitados.
A diferença? Na primeira declaração, os ministros apoiavam o compromisso de evitar a moratória seletiva. Na segunda-feira, eles meramente registraram que essa ainda é uma visão do Banco Central Europeu, mas não a apoiaram.
Isso parece confirmar a ressurreição do plano original alemão de encorajar donos de títulos a trocar os títulos gregos por novas obrigações válidas por sete anos. Em meio a objeções de que essa era uma medida muito dura, as negociações passaram a se concentrar em um plano francês mais suave, porém mais complexo, que foi criticado por fazer muito pouco para ajudar a Grécia, e muito para ajudar os bancos. Em todo caso, o plano foi rejeitado pela Standard & Poor’s, uma das maiores agências de classificação do planeta, que disse que esse plano poderia forçar a Grécia a declarar uma moratória seletiva.
Quando os detalhes dos novos planos dos ministros serão desenvolvidos? A declaração usa termos como “em breve” e “quanto antes possível”. Mas não há qualquer data, nem mesmo para outro encontro de emergência do grupo do euro, que deve ser inevitável nas próximas semanas. Esses assuntos não podem nem ao menos ser adiados até setembro: isso garantiria um contágio ainda maior.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Ao que parece, as crises estão se tornando generalizadas, seja financeira, climática, alimentar, ambiental, populacional... O quebra cabeças parece depender do encaixe de suas últimas peças para que os últimos movimentos sobre esta terra sejam desencadeados.
quarta-feira, 13 de julho de 2011
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Perigo real: o clima ou a liberdade?
Com o subtítulo: "O que está correndo perigo? O clima ou a liberdade?", o doutor em economia e presidente da República Tcheca, Vaclav Klaus, expõe em seu livro Planeta Azul em Algemas Verdes, a postura ideológica do ambientalismo que tende a destruir a liberdade política e econômica."O problema do aquecimento global tem bem mais a ver com as ciências sociais do que com as naturais, mais com economia do que com climatologia, mais a ver com o ser humano e sua liberdade do que com um aumento na temperatura média global em alguns décimos de grau Fahrenheit", afirma.
"A coerção do politicamente correto, mais severa do que nunca, está ficando cada vez mais forte, e só há espaço para uma verdade, a qual é, mais uma vez, imposta a todos nós", conclui.
Saiba mais no Minuto Profético: "ECOmenismo: uma verdade inconveniente". "Alarmistas do aquecimento global defendem métodos fascistas". "Sem pressão?" "Aquecimento global: interesses escondidos". "Muitos céus, uma Terra". "Solução simples para o aquecimento global". "Ban Ki-moon exorta líderes religiosos a agir com firmeza para proteger o planeta". "Distanciada da ciência e da razão". "Berlim deve ter dia sem carro". "O Vaticano e a Hora da Terra". "Ministra da Dinamarca quer apoio ecológico dos EUA". "Relatório da Montanha de Ferro". "Aquecimento global ou HAARP?" "Papa pede respeito aos domingos".
FMI: um default da dívida por parte dos EUA coloca em risco a economia mundial
A nova chefe do FMI, Christine Lagarde, afirmou neste domingo que um eventual não cumprimento, ou default, por parte dos Estados Unidos em relação a seus comprpmisso de dívida poderá colocar em risco a estabilidade da economia mundial, e pediu aos políticos americanos que cheguem a um acordo sobre o orçamento.
"Isso, sem dúvida, vai de encontro ao propósito e missão do Fundo Monetário Internacional. Por isso estamos preocupados", enfatizou.
Se os políticos americanos não conseguirem um acordo, será "um grande golpe para os mercados de ações e terá consequências muito feias, não apenas para os Estados Unidos, como para toda a economia em geral, porque os Estados Unidos são um ator muito importante e afeta muito a outros países", explicou.
Mas Lagarde ressaltou sua confiança de que os Estados Unidos não optarão pelo default, apesar das tensas negociações entre a Casa Branca e os líderes republicanos para subir o limite da dívida que o país pode assumir.
"Não posso imaginar nem por um segundo que os Estados Unidos caiam em default", concluiu.
Numa reação imediata, o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, afirmou que os Estados Unidos cumprirão com seus compromissos financeiros.
"Os Estados Unidos não cairão em default, já que os líderes do Congreso entendem isso", afirmou Geithner, repetindo que haverá um acordo até 2 de agosto.
Na véspera, o presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, anunciou sua retirada das negociações com a Casa Branca para alcançar um acordo global sobre a redução da dívida americana.
Boehner disse em comunicado que seu partido se centrará agora na busca de medidas menores sobre o tema da dívida, em meio aos temores de que a maior economia do mundo caia em default.
"Apesar dos esforços de boa fé para encontrar um consenso, a Casa Branca não tentará chegar a um acordo maior sobre a redução da dívida sem aumentar os impostos. Acredito que o melhor enfoque será centrar-se em uma medida menor", afirmou em sua declaração.
O presidente Barack Obama prevê reunir-se neste domingo com os líderes do Congresso para revisar as negociações sobre o orçamento, depois de afirmar que a incerteza em torno da luta contra o déficit contribuiu para impulsionar o desemprego nos Estados Unidos.
Os diálogos foram retomados na quinta-feira em meio aos temores de que os Estados Unidos caiam em default. Obama se reunirá à tarde com os líderes da Câmara dos Representantes, dominada pelos republicanos, e do Senado, controlado pelos democratas.
As negociações ocorrem em contagem regressiva para o 2 de agosto, data na qual - segundo o Tesouro - a maior economia mundial já não estará em condições de pagar suas dívidas caso o Congresso não aprove um aumento do limite do endividamento federal.
Os republicanos, por sua vez, negam-se a dar seu voto a menos que o executivo aceite drásticos cortes nos gastos orçamentários.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Veja também "União Europeia convoca reunião de emergência por crise de dívida".
"Isso, sem dúvida, vai de encontro ao propósito e missão do Fundo Monetário Internacional. Por isso estamos preocupados", enfatizou.
Se os políticos americanos não conseguirem um acordo, será "um grande golpe para os mercados de ações e terá consequências muito feias, não apenas para os Estados Unidos, como para toda a economia em geral, porque os Estados Unidos são um ator muito importante e afeta muito a outros países", explicou.
Mas Lagarde ressaltou sua confiança de que os Estados Unidos não optarão pelo default, apesar das tensas negociações entre a Casa Branca e os líderes republicanos para subir o limite da dívida que o país pode assumir.
"Não posso imaginar nem por um segundo que os Estados Unidos caiam em default", concluiu.
Numa reação imediata, o secretário do Tesouro americano, Timothy Geithner, afirmou que os Estados Unidos cumprirão com seus compromissos financeiros.
"Os Estados Unidos não cairão em default, já que os líderes do Congreso entendem isso", afirmou Geithner, repetindo que haverá um acordo até 2 de agosto.
Na véspera, o presidente da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos, o republicano John Boehner, anunciou sua retirada das negociações com a Casa Branca para alcançar um acordo global sobre a redução da dívida americana.
Boehner disse em comunicado que seu partido se centrará agora na busca de medidas menores sobre o tema da dívida, em meio aos temores de que a maior economia do mundo caia em default.
"Apesar dos esforços de boa fé para encontrar um consenso, a Casa Branca não tentará chegar a um acordo maior sobre a redução da dívida sem aumentar os impostos. Acredito que o melhor enfoque será centrar-se em uma medida menor", afirmou em sua declaração.
O presidente Barack Obama prevê reunir-se neste domingo com os líderes do Congresso para revisar as negociações sobre o orçamento, depois de afirmar que a incerteza em torno da luta contra o déficit contribuiu para impulsionar o desemprego nos Estados Unidos.
Os diálogos foram retomados na quinta-feira em meio aos temores de que os Estados Unidos caiam em default. Obama se reunirá à tarde com os líderes da Câmara dos Representantes, dominada pelos republicanos, e do Senado, controlado pelos democratas.
As negociações ocorrem em contagem regressiva para o 2 de agosto, data na qual - segundo o Tesouro - a maior economia mundial já não estará em condições de pagar suas dívidas caso o Congresso não aprove um aumento do limite do endividamento federal.
Os republicanos, por sua vez, negam-se a dar seu voto a menos que o executivo aceite drásticos cortes nos gastos orçamentários.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Veja também "União Europeia convoca reunião de emergência por crise de dívida".
sábado, 9 de julho de 2011
"Grécia e seus vizinhos vão falir em 18 meses"
São Paulo – O investidor estrategista Dennis Gartman, colunista do programa Fast Money, da rede de televisão norte-americana CNBC, diz que Grécia, e seus vizinhos que formam os PIIGS (Portugal, Espanha, Irlanda e Itália) vão falir em até 18 meses.Colaborador do Fast Money desde 2008, Gartman afirma que, no curto prazo, os problemas de endividamento destes países serão contornados. Mas em um ano e meio, no máximo, todos os países vão sucumbir por não conseguir se livrar dos rombos da dívida pública.
Segundo o investidor, nem mesmo o recém-aprovado empréstimo de 110 bilhões de euros que a União Europeia deve conceder à Grécia nas próximas semanas vai livrar o país dos apuros fiscais em que se envolveu.
Gartman não está sozinho nesta previsão catastrófica. Jon Najarian, investidor que escreve para um blog da CNBC, confirma a previsão de que os PIIGS vão mesmo à bancarrota. Mas ele estima um tempo maior para a falência – de três a cinco anos.
“As dívidas destes países são insustentáveis. E a coisa errada a se fazer é aumentar os impostos, que é exatamente o que eles estão fazendo”, diz Najarian. Gartman concorda. Para ele, não há como um aumento dos impostos ser útil em um momento em que o desemprego na Grécia chega perto dos 20%.
...
Fonte - Exame
sexta-feira, 8 de julho de 2011
O que há por trás da conferência sobre lei dominical
Na segunda-feira, dia 20 de junho, a European Sunday Alliance (Aliança Europeia para o domingo - ESA) promoveu em Bruxelas, Bélgica, uma conferência sobre a proteção do domingo como jornada não laborável, sob o título “O valor agregado da sincronização do tempo livre”. A ESA é uma rede de alianças nacionais formadas por sindicatos, organizações da sociedade civil e comunidades religiosas, entre as quais também se encontram a Comissão dos Episcopados da Comunidade Europeia (COMECE) e a Conferência das Igrejas Europeias (KEK).
Entre os temas tratados estão a segurança dos trabalhadores, o equilíbrio entre trabalho e vida profissional com a vida familiar, e a importância do fim de semana para a vida comunitária. Os organizadores assinalam que “o encontro procura informar os responsáveis políticos europeus sobre a importância de um tempo de qualidade sincronizado não só no aspecto cultural dentro do patrimônio europeu, mas também como um importante fator de construção da Europa social: uma UE consciente das exigências de seus cidadãos”.
Notícia original em http://www.europeansundayalliance.eu/site/home
Nota Realidade em Foco: Essa conferência, noticiada em alguns sites religiosos, faz parte de um conjunto de ações que já têm sido desenvolvidas no sentido de fortalecer o domingo como um dia especial em que o trabalho regular deve ser cessado. Não é a primeira e nem será a última movimentação nessa direção. Não apenas o Vaticano, mas entidades, inclusive sindicatos, possuem interesse em que o domingo seja visto como uma dia para o trabalhador estar com sua família. Mas, como se lê na reportagem traduzida e publicada no próprio site da Aliança Europeia do Domingo, o encontro teve, também, o objetivo de consolidar a construção de uma Europa social. É nítido que a União Europeia tem sofrido golpes fortes contra sua unidade nos últimos anos: economia, religião e organização política.
O próprio Vaticano, desde a época do papa João Paulo II, já demonstrava preocupação com o crescente secularismo e desinteresse religioso europeu. Essa ação vai justamente em oposição a essa tendência e tenta convocar várias representações da sociedade civil organizada para fortalecer o domingo em relação a questões comunitárias e familiares.
Por trás disso, falando biblicamente, vejo claramente um esforço conjunto, organizado e sistemático para substituir o domingo pelo sábado como dia de especial dedicação e adoração a Deus. Afinal de contas, valores familiares e comunitários são importantes para qualquer sociedade e são aprovados por Deus. E ao relacionar esses assuntos com o domingo, sutilmente esse grupo trata de pisar o sábado e elevar o papel do domingo.
No livro de Apocalipse, capítulo 13, o profeta João viu que um poder político e religioso, descrito como uma besta, seria responsável por impedir que os verdadeiros seguidores dos princípios divinos comprassem e vendessem em um boicote comercial. E essa proibição tem a ver com a questão do dia de guarda bíblica se associarmos ao capítulo 12 de Apocalipse onde está claro que o dragão, símbolo de Satanás, empreende uma luta contra aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus. E os mandamentos divinos, conforme Êxodo 20:8-11, envolvem a guarda do sábado e não do domingo. O dragão (Satanás) e as bestas de Apocalipse 13 (segundo o contexto histórico-profético, a primeira besta é o poder papal e a segunda os Estados Unidos) atuarão em conjunto de maneira harmoniosa para promover o domingo como um dia especial em substituição ao sábado bíblico.
Entre os temas tratados estão a segurança dos trabalhadores, o equilíbrio entre trabalho e vida profissional com a vida familiar, e a importância do fim de semana para a vida comunitária. Os organizadores assinalam que “o encontro procura informar os responsáveis políticos europeus sobre a importância de um tempo de qualidade sincronizado não só no aspecto cultural dentro do patrimônio europeu, mas também como um importante fator de construção da Europa social: uma UE consciente das exigências de seus cidadãos”.
Notícia original em http://www.europeansundayalliance.eu/site/home
Nota Realidade em Foco: Essa conferência, noticiada em alguns sites religiosos, faz parte de um conjunto de ações que já têm sido desenvolvidas no sentido de fortalecer o domingo como um dia especial em que o trabalho regular deve ser cessado. Não é a primeira e nem será a última movimentação nessa direção. Não apenas o Vaticano, mas entidades, inclusive sindicatos, possuem interesse em que o domingo seja visto como uma dia para o trabalhador estar com sua família. Mas, como se lê na reportagem traduzida e publicada no próprio site da Aliança Europeia do Domingo, o encontro teve, também, o objetivo de consolidar a construção de uma Europa social. É nítido que a União Europeia tem sofrido golpes fortes contra sua unidade nos últimos anos: economia, religião e organização política.
O próprio Vaticano, desde a época do papa João Paulo II, já demonstrava preocupação com o crescente secularismo e desinteresse religioso europeu. Essa ação vai justamente em oposição a essa tendência e tenta convocar várias representações da sociedade civil organizada para fortalecer o domingo em relação a questões comunitárias e familiares.
Por trás disso, falando biblicamente, vejo claramente um esforço conjunto, organizado e sistemático para substituir o domingo pelo sábado como dia de especial dedicação e adoração a Deus. Afinal de contas, valores familiares e comunitários são importantes para qualquer sociedade e são aprovados por Deus. E ao relacionar esses assuntos com o domingo, sutilmente esse grupo trata de pisar o sábado e elevar o papel do domingo.
No livro de Apocalipse, capítulo 13, o profeta João viu que um poder político e religioso, descrito como uma besta, seria responsável por impedir que os verdadeiros seguidores dos princípios divinos comprassem e vendessem em um boicote comercial. E essa proibição tem a ver com a questão do dia de guarda bíblica se associarmos ao capítulo 12 de Apocalipse onde está claro que o dragão, símbolo de Satanás, empreende uma luta contra aqueles que guardam os mandamentos de Deus e têm a fé de Jesus. E os mandamentos divinos, conforme Êxodo 20:8-11, envolvem a guarda do sábado e não do domingo. O dragão (Satanás) e as bestas de Apocalipse 13 (segundo o contexto histórico-profético, a primeira besta é o poder papal e a segunda os Estados Unidos) atuarão em conjunto de maneira harmoniosa para promover o domingo como um dia especial em substituição ao sábado bíblico.
Obama teme nova recessão "ou pior" se limite da dívida não for elevado
Não aumentar o limite da dívida poderá "criar uma nova espiral" que levará a "uma segunda recessão, ou pior", afirmou Obama, numa sessão de perguntas e respostas, na Casa Branca, com utilizadores da plataforma de micro-blogues Twitter.
"É algo com que não devemos brincar", acrescentou Obama, que recebe quinta-feira os chefes do Congresso dos dois partidos para tentar chegar a um acordo sobre esta matéria antes da data fixada pelo Tesouro, 2 de Agosto.
"O Congresso tem a responsabilidade de assegurar que nós pagamos as nossas contas. Pagámo-las sempre no passado. A ideia de que os Estados Unidos entrarão em incumprimento de pagamento da sua dívida é simplesmente irresponsável", disse ainda Barack Obama.
"Espero que na próxima semana ou nas duas próximas semanas, o Congresso trabalhe com a Casa Branca para chegar a um acordo que resolva a questão do nosso défice, que resolva os nossos problemas de dívida e que permita que a nossa fiabilidade [financeira] seja preservada", disse ainda o presidente norte-americano.
Fonte - JN
"É algo com que não devemos brincar", acrescentou Obama, que recebe quinta-feira os chefes do Congresso dos dois partidos para tentar chegar a um acordo sobre esta matéria antes da data fixada pelo Tesouro, 2 de Agosto.
"O Congresso tem a responsabilidade de assegurar que nós pagamos as nossas contas. Pagámo-las sempre no passado. A ideia de que os Estados Unidos entrarão em incumprimento de pagamento da sua dívida é simplesmente irresponsável", disse ainda Barack Obama.
"Espero que na próxima semana ou nas duas próximas semanas, o Congresso trabalhe com a Casa Branca para chegar a um acordo que resolva a questão do nosso défice, que resolva os nossos problemas de dívida e que permita que a nossa fiabilidade [financeira] seja preservada", disse ainda o presidente norte-americano.
Fonte - JN
Vaticano convidará não religiosos a encontro pela paz
CIDADE DO VATICANO, Santa Sé, 2 Jul 2011 (AFP) -O Vaticano convidará personalidades que se definem como não religiosas ao encontro mundial inter-religioso pela paz previsto para o fim de outubro em Assis (centro da Itália), anunciou o cardeal Tarcisio Bertone.
Fonte - UOL
Nota DDP: O círculo de atuação deve se ampliar e, quando disserem "paz e segurança"...
Fonte - UOL
Nota DDP: O círculo de atuação deve se ampliar e, quando disserem "paz e segurança"...
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Israel analisa incluir o domingo como dia festivo
O Primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, ordenou seja estudada a a possibilidade de redução da jornada de trabalho para quatro dias e meio, prolongando o fim de semana em um dia e declarando feriado no domingo, que atualmente é trabalhado.Netanyahu indicou seu assessor econômico e presidente do Conselho Econômico Nacional, Eugene Kandel para estudar a questão, que teria importantes consequências econômicas, sociais e religiosas. O Vice-Primeiro-ministro Silvan Shalom, que havia proposto a medida, argumentou que se deve "passar a um longo fim de semana o mais rapidamente possível, de acordo com todos os países do mundo desenvolvido".
Segundo o jornal Haaretz apontou, o plano é para que sábado e domingo sejam feriados e a sexta-feira seja um dia de trabalho até meio-dia.
Kandel espera estabelecer uma comissão composta por todos os ministérios relevantes para considerar as implicações da proposta. Netanyahu admitiu que a questão é complexa e requer um estudo sério de vários ângulos: econômicos, sociais, religiosos e ideológicos.
O fim de semana em Israel é celebrado da sexta-feira ao sábado, sendo que as lojas e escritórios estão abertos na manhã de sexta-feira. Os feriados no país começam ao anoitecer da sexta-feira, como uma marca do judaísmo, até o anoitecer do sábado, sendo este intervalo santo e de descanso para que a confissão.
Shalom, disse que a iniciativa tem a aprovação da Associação dos Fabricantes de Israel, Câmaras de Comércio, União das Autoridades Locais, Associação de Hotéis, sindicatos de professores, Conselho Econômico Nacional e do Diretor Geral do Gabinete do Primeiro-Ministro.
Dois membros do Knesset Likud, Zeev Elkin e Yariv Levin apresentaram um projeto de lei sobre a introdução de um longo fim de semana. A iniciativa destinava-se a forçar o gabinete a tomar uma decisão a este respeito.
Shalom sugeriu que o fim de semana seja sábado e domingo, enquanto a semana de trabalho seria de segunda a sexta ao meio-dia. "Em troca do fim de semana prolongado, vamos trabalhar meia hora mais por dia", disse ele. Uma das razões para a proposta foi a ausência de um "fim de semana" real em Israel, como no mundo ocidental.
Mais de 75 por cento da população mundial e 100 por cento da população do mundo desenvolvido têm adotado os sábados e domingos como dias de descanso.
Shalom disse que a mudança seria boa para a economia de Israel.
A medida também resultará em uma semana escolar de cinco dias, o que significaria a introdução uma hora na escola e da obrigação de fornecer o almoço nas escolas.
Fonte - IGNews
Nota DDP: Tudo absolutamente previsível. O mundo caminha a passos largos para o cumprimento das profecias. A pergunta que sempre fica é: "Quanto tempo mais?"
Ele sabe.
[Pesquisa - Hiscael Moreno]
Encontro das religiões
Assis, 05 jul (RV) - Realizar-se-á em Assis, na Itália, em 27 de outubro próximo, o encontro de diálogo e oração entre as religiões do mundo.
Nessa data será comemorado o 25° aniversário do histórico "Dia de Oração pela Paz no Mundo", realizado em Assis, em 1986, pelo Beato João Paulo II.
O tema escolhido por Bento XVI para celebrar esse evento é "Peregrinos da verdade, peregrinos da paz" que será vivido através da reflexão, do diálogo e da oração.
Na carta intitulada "Religiões em diálogo para além dos estereótipos", o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran, ressalta que o "diálogo que a Igreja busca instaurar com os fiéis de outras religiões e com aqueles que buscam o Absoluto, procura sempre conciliar verdade e caridade".
"O diálogo é um espaço para o testemunho recíproco dos fiéis de várias religiões a fim de que possam conhecer melhor a religião do outro e suas componentes éticas. Por meio do conhecimento direto e objetivo do outro aumentam o respeito e a estima recíproca, a compreensão mútua, a confiança e amizade" – frisa o purpurado.
Segundo o Cardeal Tauran, os fiéis de várias religiões são chamados a conversar sobre: o diálogo da vida, partilha das alegrias e provações da vida cotidiana; o diálogo das obras, colaboração em vista da promoção do desenvolvimento integral da pessoa humana; o diálogo teológico, compreensão das respectivas heranças religiosas, e o diálogo da experiência religiosa, partilha das mútuas riquezas espirituais.
O purpurado conclui a missiva desejando que os participantes do encontro, em Assis, possam compreender melhor o significado do quanto afirmado na Declaração Nostra aetate, sobre a Igreja e as religiões não cristãs: "A Igreja católica nada rejeita do que nessas religiões existe de verdadeiro e santo. Olha com sincero respeito esses modos de agir e viver, esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles que ela própria segue e propõe, todavia, refletem não raramente um raio da verdade que ilumina todos os homens".
Fonte - Radio Vaticano
Nessa data será comemorado o 25° aniversário do histórico "Dia de Oração pela Paz no Mundo", realizado em Assis, em 1986, pelo Beato João Paulo II.
O tema escolhido por Bento XVI para celebrar esse evento é "Peregrinos da verdade, peregrinos da paz" que será vivido através da reflexão, do diálogo e da oração.
Na carta intitulada "Religiões em diálogo para além dos estereótipos", o Presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis Tauran, ressalta que o "diálogo que a Igreja busca instaurar com os fiéis de outras religiões e com aqueles que buscam o Absoluto, procura sempre conciliar verdade e caridade".
"O diálogo é um espaço para o testemunho recíproco dos fiéis de várias religiões a fim de que possam conhecer melhor a religião do outro e suas componentes éticas. Por meio do conhecimento direto e objetivo do outro aumentam o respeito e a estima recíproca, a compreensão mútua, a confiança e amizade" – frisa o purpurado.
Segundo o Cardeal Tauran, os fiéis de várias religiões são chamados a conversar sobre: o diálogo da vida, partilha das alegrias e provações da vida cotidiana; o diálogo das obras, colaboração em vista da promoção do desenvolvimento integral da pessoa humana; o diálogo teológico, compreensão das respectivas heranças religiosas, e o diálogo da experiência religiosa, partilha das mútuas riquezas espirituais.
O purpurado conclui a missiva desejando que os participantes do encontro, em Assis, possam compreender melhor o significado do quanto afirmado na Declaração Nostra aetate, sobre a Igreja e as religiões não cristãs: "A Igreja católica nada rejeita do que nessas religiões existe de verdadeiro e santo. Olha com sincero respeito esses modos de agir e viver, esses preceitos e doutrinas que, embora se afastem em muitos pontos daqueles que ela própria segue e propõe, todavia, refletem não raramente um raio da verdade que ilumina todos os homens".
Fonte - Radio Vaticano
domingo, 3 de julho de 2011
sexta-feira, 1 de julho de 2011
Grécia pode desencadear nova crise financeira mundial
Apesar de os mercados terem reagido bem à aprovação do pacote de austeridade pelo parlamento da Grécia nesta quarta-feira, a avaliação dos especialistas é que o movimento serviu apenas para a zona do euro adiar a moratória da dívida do país. Mesmo que o bloco tenha ganhado tempo para se preparar para o pior, a falência de uma economia integrante da união monetária teria consequências de profundidade e duração imprevisíveis, uma vez que não há precedentes na história. Os gregos e seus pares da União Europeia estão, no momento, a estudar maneira de reduzir os impactos. De antemão, é possível antever que o evento macularia a imagem do euro e agravaria a crise no setor bancário mundial, que dura desde 2008. Muitas das grandes instituições financeiras europeias dependem do pagamento das dívidas gregas para manterem seus balanços positivos e perpetuarem a circulação do dinheiro na economia.Crise do euro – A Grécia, do ponto de vista produtivo, é pouco expressiva tanto para a Europa quanto para a economia mundial. O risco que representa é monetário, isto é, para a estabilidade do euro. O país faz parte de um projeto de moeda única que envolve outras 16 economias e, portanto, impõe um risco de contágio para seus parceiros. Uma vez que a Grécia se endivida usando o euro e não consegue honrar seus compromissos, as emissões de dívida dos outros países que usam a mesma moeda começam a ser comprometidas – sobretudo daquelas nações também ditas ‘periféricas’ do bloco, como Portugal e Irlanda, e que têm problemas semelhantes. “O euro é uma moeda nova ainda. Embora seja emitida pelo Banco Central Europeu, uma entidade confiável, ela requer credibilidade e reputação”, explica Fernando Ribeiro, professor de economia do Insper.
Uma eventual moratória grega minaria a confiança dos mercados no euro, desvalorizando-o, e prejudicaria a recuperação de toda a região que adota a moeda única – e que, com exceção da Alemanha, ainda patina para sair da crise financeira iniciada em 2008. Portanto, um episódio extremo como esse seria acompanhado de outras crises, desta vez envolvendo a Irlanda, Portugal ou Espanha. “A Grécia é apenas uma carta neste castelo de cartas que pode desmoronar”, afirma Luiz Niemeyer, professor de economia do Ibmec Rio.
Crise bancária – Um possível calote da dívida soberana da Grécia também traria duras consequências a bancos espalhados pelo continente. De acordo com um levantamento feito pelo banco de investimentos Barclays Capital, o Credit Agricole, uma das maiores instituições financeiras da França, possui perto de 272 bilhões de euros em títulos gregos; valor superado apenas pelo belga KBC, que detém 273 bilhões de euros. Já o banco da Alemanha mais exposto aos papéis gregos é o Munich RE, que tem em mãos 271 bilhões de dólares em dívidas do país. “Se a Grécia não honrar o seus pagamentos, os bancos ao redor do mundo ficarão descapitalizados. Com menos dinheiro em caixa, eles emprestarão menos à economia e a percepção de risco aumentará”, afirmou Homero Guizzo, economista da consultoria LCA.
Novo Lehman Brothers – A hipótese de um calote na Grécia, principalmente se ocorrer de forma desordenada, já espalha nos investidores o temor de um novo episódio Lehman Brother – em referência à abrupta falência do grande banco americano, em 2008, que desencadeou um efeito dominó no sistema financeiro internacional.
“O grande receio é em relação aos bancos. Um calote da dívida grega traria um impacto imediato nos balanços das instituições financeiras”, afirma Alessandra Ribeiro, analista da Tendências Consultoria. A economista e também Guizzo, da LCA, destacam, ao menos, uma boa notícia. Há quase três anos, bancos europeus e americanos estão em processo de recuperação e hoje contam com menor alavancagem – cenário oposto ao encontrado no período pré-crise, em que as instituições financeiras dispunham de recursos com valor quase 40 vezes superiores ao do seu patrimônio.
O alerta final é que a relação dos grandes bancos que têm papéis gregos – e que devem balançar em caso de calote – pode estar subestimada. “Bancos que não entram na lista dos credores diretos da Grécia podem estar, na realidade, também muito expostos ao problema. O CDS (credit default swap), instrumento financeiro que teve participação na derrocada do banco Lehman Brothers, é o que pode colocá-los nesta situação”, revela Alessandra. Este mecanismo funciona como um seguro contra calotes de dívidas. Se a Grécia declara que não pagará determinado papel que está segurado, o custo recairá sobre o CDS. Logo, um mecanismo criado para trazer segurança imporá perdas a bancos e seguradoras que o detêm, agravando a crise. Para piorar, estes instrumentos são negociados fora do ambiente das bolsas de valores e são difíceis de serem rastreados. Em resumo, ninguém sabe ao certo o tamanho do problema.
Fonte - Veja
quarta-feira, 29 de junho de 2011
Novos esforços ecumênicos
Na solenidade de São Pedro e São Paulo, o Papa Bento XVI saudou a presença de um grupo em especial. Tratava-se da delegação enviada à Roma por Bartolomeu I, patriarca de Constantinopla. A interação entre o papa e o líder máximo da igreja Ortoxa recebeu destaque no NewsVa., canal de notícias do Vaticano divulgado pelo papa, ao usar o microblog twitter pela primeira vez.
Como Bento XVI fez questão de salientar, “sua participação [da delegação] nesta [ocasião], nosso dia de festa, como a presença de nossos representantes em Istambul para a Festa de Santo André, expressa a verdadeira amizade e irmandade que une a Igreja de Roma e o Patriarcado Ecumênico, sendo que ambos são baseados na fé recebida do testemunho dos apóstolos.”
O NewsVa. ainda recapitula a história desta aproximação entre Roma e Istambul, a qual remonta ao concílio Vaticano Segundo. A partir de então, cada denominação tem enviado delegações às festas religiosas da outra.
O que não deixa de despertar a curiosidade é que Ratzinger reconhecesse a legitimidade da herança apostólica da igreja Ortodoxa. Durante séculos, desde o cisma em 1054, as acusações mútuas eram comuns. A Igreja Católica Apostólica Romana, por exemplo, não cansou de acusar o patriarcado de heresia, enquanto reivindicava que o papa era a única cabeça da igreja universal de Cristo.
Agora, o quadro mudou. Bento XVI tem um alvo: o Dia Mundial da Reflexão. Este evento, marcado para o próximo 27 de Outubro, é definido como um momento de “diálogo e oração pela paz e justiça no mundo”. Claramente, o pontífice respira ecumenismo!
Fiquemos alertas aos próximos passos de Bento XVI. Os eventos finais estão acontecendo bem diante de nós – como reagiremos a eles? Queira Deus que, pela fé, permaneçamos em pé!
Fonte - Questão de Confiança
Como Bento XVI fez questão de salientar, “sua participação [da delegação] nesta [ocasião], nosso dia de festa, como a presença de nossos representantes em Istambul para a Festa de Santo André, expressa a verdadeira amizade e irmandade que une a Igreja de Roma e o Patriarcado Ecumênico, sendo que ambos são baseados na fé recebida do testemunho dos apóstolos.”
O NewsVa. ainda recapitula a história desta aproximação entre Roma e Istambul, a qual remonta ao concílio Vaticano Segundo. A partir de então, cada denominação tem enviado delegações às festas religiosas da outra.
O que não deixa de despertar a curiosidade é que Ratzinger reconhecesse a legitimidade da herança apostólica da igreja Ortodoxa. Durante séculos, desde o cisma em 1054, as acusações mútuas eram comuns. A Igreja Católica Apostólica Romana, por exemplo, não cansou de acusar o patriarcado de heresia, enquanto reivindicava que o papa era a única cabeça da igreja universal de Cristo.
Agora, o quadro mudou. Bento XVI tem um alvo: o Dia Mundial da Reflexão. Este evento, marcado para o próximo 27 de Outubro, é definido como um momento de “diálogo e oração pela paz e justiça no mundo”. Claramente, o pontífice respira ecumenismo!
Fiquemos alertas aos próximos passos de Bento XVI. Os eventos finais estão acontecendo bem diante de nós – como reagiremos a eles? Queira Deus que, pela fé, permaneçamos em pé!
Fonte - Questão de Confiança
terça-feira, 28 de junho de 2011
É inevitável que algum país deixe a Zona do Euro
Unindo-se a nomes como Buffett, Roubini e Jack Straw, o bilionário George Soros acredita que eventualmente algum país irá deixar a Zona do Euro. Neste domingo, o megainvestidor solicitou aos formuladores de política econômica que criem um “plano B” que possa salvar a União Europeia do iminente colapso econômico. Soros, famoso por ganhar US$ 1 bilhão ao apostar contra a libra britânica em 1992, não nomeou nenhum país que ele acredite que deixará o euro, mas as especulações sobre o destino da Grécia estão aumentando, à medida que os políticos discutem sobre novas medidas de austeridade requeridas por organismos internacionais como pré-requisito para novos resgates.Em um painel em Viena, Soros reiterou sua visão de que o euro tem uma falha básica desde o começo, que é não ser apoiada por uma união política ou um tesouro conjunto. “O euro não teve provisão para correção. Não houve nenhuma disposição sobre países deixando o euro, o que nas circunstâncias atuais é provavelmente inevitável”, disse o megainvestidor.
Ao mesmo tempo em que disse que a sobrevivência da União Europeia é de “interesse vital de todos”, Soros afirmou que o bloco precisa de mudanças estruturais para interromper um processo de desintegração. “Não há um plano B no momento. É por isso que as autoridades estão se apegando ao status quo e insistindo em preservar as disposições existentes ao invés de reconhecer que há falhas fundamentais que precisam ser corrigidas”.
A crise da dívida em alguns membros periféricos testa a coesão da União Europeia, enquanto em países saudáveis há crescente inquietação da população em relação aos resgates. Segundo Soros, os líderes agora precisam adotar medidas para remediar a situação. “Vamos encarar os fatos: estamos à beira de um colapso econômico que se inicia, vamos dizer, na Grécia, mas que poderia facilmente se espalhar. O sistema financeiro permanece extremamente vulnerável... Estamos à beira do colapso e este é o momento de reconhecer a necessidade de mudança.” [...]
(iG Economia)
Nota Michelson Borges: Além de a União Europeia não contar com uma união política, a própria união econômica se encontra à beira do colapso. Essa é outra matéria que reforça a precisão da profecia de Daniel capítulo 2 (escrita meio milênio antes de Cristo), segundo a qual a Europa (pés da estátua) jamais será reunificada.
Leia também: "Daniel 2: zona do euro enfrenta crise de sobrevivência" e "O futuro da UE já estava escrito em Daniel 2"
Seca mais grave em 60 anos afeta 10 milhões de pessoas na África
Genebra, Suíça, 28 Jun 2011 (AFP) -Mais de 10 milhões de pessoas são afetadas pela seca mais grave em 60 anos no Chifre da África e precisam com urgência de ajuda humanitária para enfrentar a desnutrição em algumas regiões, anunciou a ONU nesta terça-feira.
"No Chifre da África, mais de 10 milhões de pessoas estão afetadas em algum nível pela seca que já dura anos", afirmou a porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) da ONU, Elisabeth Byrs.
"Não se via tal seca há 60 anos", acrescentou, antes de explicar que a falta de chuvas provoca provoca "hoje uma crise alimentar importante nesta região do mundo".
"Em várias regiões longe das costas do Quênia, Etiópia e Somália estamos perto da fome", disse.
A desnutrição das crianças é particularmente importante, destacou a ONU.
"Os índices nas regiões mais afetadas são mais que o dobro do nível de urgência de 15% e devem aumentar", declarou a porta-voz.
"Na Somália, uma criança em cada três está desnutrida", completou.
Fonte - BOL
"No Chifre da África, mais de 10 milhões de pessoas estão afetadas em algum nível pela seca que já dura anos", afirmou a porta-voz do Escritório de Coordenação de Assuntos Humanitários (OCHA) da ONU, Elisabeth Byrs.
"Não se via tal seca há 60 anos", acrescentou, antes de explicar que a falta de chuvas provoca provoca "hoje uma crise alimentar importante nesta região do mundo".
"Em várias regiões longe das costas do Quênia, Etiópia e Somália estamos perto da fome", disse.
A desnutrição das crianças é particularmente importante, destacou a ONU.
"Os índices nas regiões mais afetadas são mais que o dobro do nível de urgência de 15% e devem aumentar", declarou a porta-voz.
"Na Somália, uma criança em cada três está desnutrida", completou.
Fonte - BOL
sexta-feira, 24 de junho de 2011
ONU alerta que mundo caminha para "crise social global"
O mundo enfrenta uma "crise social global" emergente provocada pelo desemprego generalizado, o elevado preço dos alimentos e combustíveis e outros efeitos da recessão económica de 2008-2009, alertou, esta quarta-feira, a ONU num relatório divulgado em Genebra.
No documento, a ONU adverte, por outro lado, que as políticas de austeridade adoptadas em vários países, designadamente em Espanha e na Grécia, ameaçam o emprego e põem em risco o relançamento das economias, potenciando um agravamento da referida crise social.
O secretário-geral adjunto da ONU para o desenvolvimento económico, o malaio Jomo Kwame Sundaram afirmou que os governos mundiais não estão a conseguir ajudar as 200 milhões de pessoas desempregadas em 2010 e que têm dificuldade em obter alimentos devido ao elevado preço destes.
Segundo Sundaram, a acentuada subida dos preços dos alimentos e dos combustíveis que precedeu a crise financeira mundial fez aumentar o número de pessoas com fome no mundo para mais de mil milhões em 2009, o mais alto de sempre.
E a situação pode ser agravada pelas políticas de austeridade, alerta o relatório 2011 do Conselho Económico e Social da ONU, aconselhando prudência aos governos.
"As medidas de austeridade tomadas por alguns países excessivamente endividados, como a Grécia ou a Espanha, ameaçam o emprego no sector público e a despesa social como tornam a retoma mais incerta e mais frágil", lê-se no documento.
Fonte - JN
No documento, a ONU adverte, por outro lado, que as políticas de austeridade adoptadas em vários países, designadamente em Espanha e na Grécia, ameaçam o emprego e põem em risco o relançamento das economias, potenciando um agravamento da referida crise social.
O secretário-geral adjunto da ONU para o desenvolvimento económico, o malaio Jomo Kwame Sundaram afirmou que os governos mundiais não estão a conseguir ajudar as 200 milhões de pessoas desempregadas em 2010 e que têm dificuldade em obter alimentos devido ao elevado preço destes.
Segundo Sundaram, a acentuada subida dos preços dos alimentos e dos combustíveis que precedeu a crise financeira mundial fez aumentar o número de pessoas com fome no mundo para mais de mil milhões em 2009, o mais alto de sempre.
E a situação pode ser agravada pelas políticas de austeridade, alerta o relatório 2011 do Conselho Económico e Social da ONU, aconselhando prudência aos governos.
"As medidas de austeridade tomadas por alguns países excessivamente endividados, como a Grécia ou a Espanha, ameaçam o emprego no sector público e a despesa social como tornam a retoma mais incerta e mais frágil", lê-se no documento.
Fonte - JN
quarta-feira, 22 de junho de 2011
O rei do norte e a 3ª Guerra Mundial - Parte 3
As forças do Ocidente manipuladas pelo rei do norte entrarão também na "terra gloriosa" (Palestina): "Ele entrará também na Terra Gloriosa, e muitas nações serão derrubadas; mas estes escaparão das suas mãos: Edom, Moabe, e os líderes de Amom" (v. 41 – NVKJ). Atualmente os países que ocupam os territórios onde antigamente ficavam Edom, Moabe e Amom, são a Arábia Saudita e a Jordânia. Tudo indica que eles não participarão desta guerra no Oriente Médio.
"Ele estenderá sua mão contra as nações, e a terra do Egito não escapará" (v. 42 – NVKJ). Para que essa profecia se cumprisse o governo do Egito, em tese, não poderia ser aliado do ocidente. Isso explica a recente queda de Hosni Mubarak, deflagrada por protestos sociais no Egito.
"Ele apoderar-se-á dos tesouros de ouro e prata, e de todas as coisas preciosas do Egito; também os Líbios e os Etíopes o seguirão" (v. 43 – NVKJ). A invasão ao Egito pode ocorrer por razões diversas: por exemplo, caso um governo hostil ao ocidente seja eleito, ou até mesmo sob a alegação de preservar as riquezas culturais do Egito para a humanidade caso a luta pelo poder entre os vários segmentos da sociedade acabem gerando uma instabilidade social permanente. Da mesma forma, para que os Líbios apóiem uma futura invasão do ocidente ao Egito, seria necessário derrubar Muammar Kadafi, já que a diplomacia e o dinheiro não foram suficientes para torná-lo um aliado, além do fato de que sua liderança tenha sido sempre um problema às pretensões de poder mundial do Vaticano. Os etíopes mencionados neste verso, na verdade, vivem hoje, no norte do Sudão. O que também explica o atual plano do Ocidente de dividir e enfraquecer este país.
"Mas notícias do leste e do norte o perturbarão; portanto, ele sairá com grande fúria para destruir e aniquilar muitos" (v. 44 – NVKJ). Sem dúvida, tamanha investida geoestratégica do Ocidente não poderia deixar caladas outras duas potências regionais: a China (leste) e a Rússia (norte). Sentindo-se ameaçadas, elas protestarão, não só com palavras, mas com ações. A parceria estratégica entre estes dois gigantes regionais já é uma realidade por causa da Organização de Cooperação de Xanghai. Inclusive, até já realizaram exercícios militares em conjunto.
"Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro" (Dn 12:1). Aqui é profetizado o fechamento da porta da graça, quando Cristo Se levantará no santuário celestial após terminar o juízo pré-advento (1ª fase do juízo) iniciada em 1844, e tirará Suas vestes sacerdotais indicando o fim da intercessão em favor da humanidade. Todo aquele que tiver confessado todos seus pecados e, pelo poder de Deus, estiver vivendo em harmonia com a luz recebida, terá seu nome inscrito no Livro da Vida e será salvo quando Cristo voltar.
"E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras". (Ap 22:12).
Quem viver, verá...
Fonte - Minuto Profético
"Ele estenderá sua mão contra as nações, e a terra do Egito não escapará" (v. 42 – NVKJ). Para que essa profecia se cumprisse o governo do Egito, em tese, não poderia ser aliado do ocidente. Isso explica a recente queda de Hosni Mubarak, deflagrada por protestos sociais no Egito.
"Ele apoderar-se-á dos tesouros de ouro e prata, e de todas as coisas preciosas do Egito; também os Líbios e os Etíopes o seguirão" (v. 43 – NVKJ). A invasão ao Egito pode ocorrer por razões diversas: por exemplo, caso um governo hostil ao ocidente seja eleito, ou até mesmo sob a alegação de preservar as riquezas culturais do Egito para a humanidade caso a luta pelo poder entre os vários segmentos da sociedade acabem gerando uma instabilidade social permanente. Da mesma forma, para que os Líbios apóiem uma futura invasão do ocidente ao Egito, seria necessário derrubar Muammar Kadafi, já que a diplomacia e o dinheiro não foram suficientes para torná-lo um aliado, além do fato de que sua liderança tenha sido sempre um problema às pretensões de poder mundial do Vaticano. Os etíopes mencionados neste verso, na verdade, vivem hoje, no norte do Sudão. O que também explica o atual plano do Ocidente de dividir e enfraquecer este país.
"Mas notícias do leste e do norte o perturbarão; portanto, ele sairá com grande fúria para destruir e aniquilar muitos" (v. 44 – NVKJ). Sem dúvida, tamanha investida geoestratégica do Ocidente não poderia deixar caladas outras duas potências regionais: a China (leste) e a Rússia (norte). Sentindo-se ameaçadas, elas protestarão, não só com palavras, mas com ações. A parceria estratégica entre estes dois gigantes regionais já é uma realidade por causa da Organização de Cooperação de Xanghai. Inclusive, até já realizaram exercícios militares em conjunto.
"Nesse tempo, se levantará Miguel, o grande príncipe, o defensor dos filhos do teu povo, e haverá tempo de angústia qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo; mas, naquele tempo, será salvo o teu povo, todo aquele que for achado inscrito no livro" (Dn 12:1). Aqui é profetizado o fechamento da porta da graça, quando Cristo Se levantará no santuário celestial após terminar o juízo pré-advento (1ª fase do juízo) iniciada em 1844, e tirará Suas vestes sacerdotais indicando o fim da intercessão em favor da humanidade. Todo aquele que tiver confessado todos seus pecados e, pelo poder de Deus, estiver vivendo em harmonia com a luz recebida, terá seu nome inscrito no Livro da Vida e será salvo quando Cristo voltar.
"E eis que venho sem demora, e comigo está o galardão que tenho para retribuir a cada um segundo as suas obras". (Ap 22:12).
Quem viver, verá...
Fonte - Minuto Profético
O rei do norte e a 3ª Guerra Mundial - Parte 2
A maior parte deste capítulo já se cumpriu (até v. 39). Restando apenas os versos 40-45. De acordo com a Nova Versão king James (NVKJ), o v. 40 diz:
"No tempo do fim o rei do sul o atacará; e o rei do norte virá contra ele como um redemoinho, com carros, cavaleiros, e muitos navios; e ele entrará em suas terras, esmagará e passará".
O tempo do fim começou em 1798. Por isso, os últimos versos de Daniel 11 devem alcançar seu cumprimento depois deste ano. Uma leitura atenta destes versos indica tratar-se de uma profecia sobre uma guerra de grande envergadura localizada no norte da África e no Oriente Médio (note a referência à "terra gloriosa" – v. 41). Uma guerra com essa descrição ainda não ocorreu, portanto, está no futuro.
A profecia aponta o início desta guerra quando o rei do sul atacar o rei do norte. Acreditamos que o rei do norte continua sendo a Igreja Romana. Porém, um esclarecimento torna-se necessário: como e por que a Igreja Romana se envolveria em uma guerra no Oriente Médio, sendo que não possui mais os exércitos das Cruzadas?
Na verdade, apenas houve uma mudança na estratégia de Roma após 1798. Com o aprisionamento do papa Pio VI pelas tropas de Napoleão, o surgimento dos EUA como país defensor da liberdade civil e religiosa, e a adesão de vários países aos ideais liberais de governos democráticos, Roma precisou mudar sua estratégia. A partir do século XIX, Roma passaria a usar uma estratégia mais camuflada, infiltrando seus agentes (jesuítas, cavaleiros de Malta, cavaleiros de Colombo, Opus Dei e outras ordens religiosas ou militares leais, sobretudo, ao Vaticano) em quase todos os países ao redor do mundo.
O objetivo desta infiltração seria assumir posições de influência nos campos da política, da economia, da educação, da justiça, da mídia e das forças armadas, manipulando e influenciando os acontecimentos e os governos a fim de destruir a liberdade civil e religiosa dos países (especialmente dos EUA), e trabalhar para restaurar o poder temporal do Papa. Um dos métodos preferidos por Roma para alcançar esse fim, é instigar guerras e revoluções nos países. Uma década antes da 1ª Guerra Mundial, um pensador e escritor francês já alertava:
"Se a guerra começar, ouçam vocês, homens que pensam que a Igreja Romana é o símbolo da ordem e da paz: Não procurem a culpa fora do Vaticano, pois ele será o provocador oculto, à semelhança da guerra de 1870". (Yves Guyot, Le Bilan Social et Politique de l’Église, p.139, 1901. Citado em A História Secreta dos Jesuítas, p. 172).
Portanto, a Igreja Romana aprendeu muito bem a arte de agir por trás dos bastidores, longe dos holofotes, no palco dos acontecimentos mundiais. Ao mesmo tempo em que parece um cordeiro, na verdade, por trás dos bastidores, age como um dragão. Caso tenha interesse em aprofundar este assunto, você poderá ler as seguintes fontes:
Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas.
Bill Hughes, Los Terroristas Secretos.
Charles Chiniquy, Cincuenta Años en la Iglesia de Roma.
Avro Manhattan, El Vaticano en la Política Mundial.
Avro Manhattan, O Holocausto do Vaticano.
Eric Jon Phelps, Vatican Assassins.
P. D. Stuart, Codeword Barbêlôn - Danger in the Vatican.
Em relação ao por que Roma estaria interessada no Oriente Médio, a resposta está nos verso 45: "Armará as suas tendas palacianas entre os mares e o glorioso monte santo" (NVKJ). O grande desejo de Roma é transferir seu trono para Jerusalém, e governar o mundo a partir desta cidade! (Eric J. Phelps - veja subtítulo "El General Jesuíta 2").
Logo, quando a profecia afirma que o rei do sul fará um ataque ao rei do norte, podemos entender que esse ataque poderá acontecer em Roma, ou em qualquer outra capital ou grande cidade dos países ocidentais (membros da OTAN), uma vez que os EUA e esses outros países do ocidente atualmente são marionetes e trabalham (inconscientemente ou não) para os interesses de Roma. Esse ataque poderá ser em terra, mar ou no ar. Quando isso acontecer, os países ocidentais atacarão com toda sua força o norte da África e o Oriente Médio.
Embora isso pareça algo inconcebível, os acontecimentos atuais demonstram que esse plano está cada vez mais perto de tornar-se realidade...
Fonte - Minuto Profético
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"No tempo do fim o rei do sul o atacará; e o rei do norte virá contra ele como um redemoinho, com carros, cavaleiros, e muitos navios; e ele entrará em suas terras, esmagará e passará".
O tempo do fim começou em 1798. Por isso, os últimos versos de Daniel 11 devem alcançar seu cumprimento depois deste ano. Uma leitura atenta destes versos indica tratar-se de uma profecia sobre uma guerra de grande envergadura localizada no norte da África e no Oriente Médio (note a referência à "terra gloriosa" – v. 41). Uma guerra com essa descrição ainda não ocorreu, portanto, está no futuro.
A profecia aponta o início desta guerra quando o rei do sul atacar o rei do norte. Acreditamos que o rei do norte continua sendo a Igreja Romana. Porém, um esclarecimento torna-se necessário: como e por que a Igreja Romana se envolveria em uma guerra no Oriente Médio, sendo que não possui mais os exércitos das Cruzadas?
Na verdade, apenas houve uma mudança na estratégia de Roma após 1798. Com o aprisionamento do papa Pio VI pelas tropas de Napoleão, o surgimento dos EUA como país defensor da liberdade civil e religiosa, e a adesão de vários países aos ideais liberais de governos democráticos, Roma precisou mudar sua estratégia. A partir do século XIX, Roma passaria a usar uma estratégia mais camuflada, infiltrando seus agentes (jesuítas, cavaleiros de Malta, cavaleiros de Colombo, Opus Dei e outras ordens religiosas ou militares leais, sobretudo, ao Vaticano) em quase todos os países ao redor do mundo.
O objetivo desta infiltração seria assumir posições de influência nos campos da política, da economia, da educação, da justiça, da mídia e das forças armadas, manipulando e influenciando os acontecimentos e os governos a fim de destruir a liberdade civil e religiosa dos países (especialmente dos EUA), e trabalhar para restaurar o poder temporal do Papa. Um dos métodos preferidos por Roma para alcançar esse fim, é instigar guerras e revoluções nos países. Uma década antes da 1ª Guerra Mundial, um pensador e escritor francês já alertava:
"Se a guerra começar, ouçam vocês, homens que pensam que a Igreja Romana é o símbolo da ordem e da paz: Não procurem a culpa fora do Vaticano, pois ele será o provocador oculto, à semelhança da guerra de 1870". (Yves Guyot, Le Bilan Social et Politique de l’Église, p.139, 1901. Citado em A História Secreta dos Jesuítas, p. 172).
Portanto, a Igreja Romana aprendeu muito bem a arte de agir por trás dos bastidores, longe dos holofotes, no palco dos acontecimentos mundiais. Ao mesmo tempo em que parece um cordeiro, na verdade, por trás dos bastidores, age como um dragão. Caso tenha interesse em aprofundar este assunto, você poderá ler as seguintes fontes:
Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas.
Bill Hughes, Los Terroristas Secretos.
Charles Chiniquy, Cincuenta Años en la Iglesia de Roma.
Avro Manhattan, El Vaticano en la Política Mundial.
Avro Manhattan, O Holocausto do Vaticano.
Eric Jon Phelps, Vatican Assassins.
P. D. Stuart, Codeword Barbêlôn - Danger in the Vatican.
Em relação ao por que Roma estaria interessada no Oriente Médio, a resposta está nos verso 45: "Armará as suas tendas palacianas entre os mares e o glorioso monte santo" (NVKJ). O grande desejo de Roma é transferir seu trono para Jerusalém, e governar o mundo a partir desta cidade! (Eric J. Phelps - veja subtítulo "El General Jesuíta 2").
Logo, quando a profecia afirma que o rei do sul fará um ataque ao rei do norte, podemos entender que esse ataque poderá acontecer em Roma, ou em qualquer outra capital ou grande cidade dos países ocidentais (membros da OTAN), uma vez que os EUA e esses outros países do ocidente atualmente são marionetes e trabalham (inconscientemente ou não) para os interesses de Roma. Esse ataque poderá ser em terra, mar ou no ar. Quando isso acontecer, os países ocidentais atacarão com toda sua força o norte da África e o Oriente Médio.
Embora isso pareça algo inconcebível, os acontecimentos atuais demonstram que esse plano está cada vez mais perto de tornar-se realidade...
Fonte - Minuto Profético
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O rei do norte e a 3ª Guerra Mundial - Parte 1
De acordo com a visão historicista de interpretação profética, Daniel 11 é um paralelo de Daniel 8 e 9. Daniel 11 começa à época em que a Medo-Pérsia dominava o mundo (v. 1, 2), passando depois pela Grécia (v. 3 – Alexandre O Grande; v. 4 – Os quatro generais de Alexandre), inclusive, dando destaque aos reinos Selêucida e Ptolomaico (v. 5-13): "Os termos ‘rei do norte’ e ‘rei do sul’ aparecem frequentemente em Daniel 11. Eles designam, inicialmente, as pessoas que controlavam a Síria [Selêucidas] e o Egito [Ptolomeus], países que ficavam ao norte e ao sul de Jerusalém, respectivamente". (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 299).
"A história do período que se seguiu [Daniel 11:5-45] é em grande parte uma luta pela posse da Palestina. Os Ptolomeus possuíram o país na primeira parte do período, com os Selêucidas que se esforçaram para tomá-la, e depois que Antíoco o grande se apossou dela, os Ptolomeus efetuaram um desesperado esforço para recuperar o domínio. Mais tarde a Palestina caiu sob o domínio de Roma..." (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 116).
A partir do verso 14 entram em cena os romanos: "Os dados à violência", ou "roubadores", que "se levantarão para cumprirem a visão" (referência à profecia das Setenta Semanas – 9:24-27). O verso 16 marca a conquista da Palestina (terra gloriosa) pelos romanos. E, então, a partir do verso 21 o rei do Norte passa a ser Roma Papal – "o homem vil", cujas Cruzadas foram profetizadas nos versos 25-30.
Em seguida, há uma mudança no foco (a partir v. 31): "O poder papal não se envolveria somente em guerras de espada, mas também em guerras do espírito. Não apenas se lançaria contra os corpos dos homens, mas também contra as suas almas. Não só combateria contra homens, mas também contra Deus, mediante o estabelecimento de um sistema falso de salvação em lugar do sistema de Cristo". (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 131). Observe o paralelismo entre o "homem vil" (rei do norte) de Daniel 11 e o chifre pequeno de Daniel 8:

Antes de prosseguirmos, seria bom esclarecer porque não concordamos com o estudo (muito popular, por sinal, entre os evangélicos) que estabelece Antíoco Epifânio como protagonista dos versos 21-39. Dentre outros argumentos, podemos citar dois:
Primeiro: O "príncipe da aliança" (v.22) – A palavra hebraica para "príncipe" neste verso não é a palavra comum Sar (podendo-se aplicar a qualquer um que tivesse tal título), e sim Nagid, bem mais rara e semelhante àquela usada para o "príncipe que fará firme aliança com muitos" (9:24-27), o que, nestes casos, são uma referência a Jesus Cristo – O Messias.
Segundo: A "abominação desoladora" estabelecida pelo "homem vil" (v.31) – Jesus indicou em Mateus 24:15 que, em Seus dias, representava ainda alguma coisa futura, ou seja, tal profecia veio a se cumprir apenas posteriormente e em duas fases: quando os soldados romanos profanaram o templo de Jerusalém, por ocasião da sua destruição no ano 70 d.C., e quando, mais tarde, os ensinamentos espirituais da Igreja Romana e sua prática sacerdotal profanaram o ministério de Cristo no santuário celestial. (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 295, 257).
Fonte - Minuto Profético
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"A história do período que se seguiu [Daniel 11:5-45] é em grande parte uma luta pela posse da Palestina. Os Ptolomeus possuíram o país na primeira parte do período, com os Selêucidas que se esforçaram para tomá-la, e depois que Antíoco o grande se apossou dela, os Ptolomeus efetuaram um desesperado esforço para recuperar o domínio. Mais tarde a Palestina caiu sob o domínio de Roma..." (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 116).
A partir do verso 14 entram em cena os romanos: "Os dados à violência", ou "roubadores", que "se levantarão para cumprirem a visão" (referência à profecia das Setenta Semanas – 9:24-27). O verso 16 marca a conquista da Palestina (terra gloriosa) pelos romanos. E, então, a partir do verso 21 o rei do Norte passa a ser Roma Papal – "o homem vil", cujas Cruzadas foram profetizadas nos versos 25-30.
Em seguida, há uma mudança no foco (a partir v. 31): "O poder papal não se envolveria somente em guerras de espada, mas também em guerras do espírito. Não apenas se lançaria contra os corpos dos homens, mas também contra as suas almas. Não só combateria contra homens, mas também contra Deus, mediante o estabelecimento de um sistema falso de salvação em lugar do sistema de Cristo". (Edwin R. Thiele, Daniel – Estudos Esboçados, p. 131). Observe o paralelismo entre o "homem vil" (rei do norte) de Daniel 11 e o chifre pequeno de Daniel 8:

Antes de prosseguirmos, seria bom esclarecer porque não concordamos com o estudo (muito popular, por sinal, entre os evangélicos) que estabelece Antíoco Epifânio como protagonista dos versos 21-39. Dentre outros argumentos, podemos citar dois:
Primeiro: O "príncipe da aliança" (v.22) – A palavra hebraica para "príncipe" neste verso não é a palavra comum Sar (podendo-se aplicar a qualquer um que tivesse tal título), e sim Nagid, bem mais rara e semelhante àquela usada para o "príncipe que fará firme aliança com muitos" (9:24-27), o que, nestes casos, são uma referência a Jesus Cristo – O Messias.
Segundo: A "abominação desoladora" estabelecida pelo "homem vil" (v.31) – Jesus indicou em Mateus 24:15 que, em Seus dias, representava ainda alguma coisa futura, ou seja, tal profecia veio a se cumprir apenas posteriormente e em duas fases: quando os soldados romanos profanaram o templo de Jerusalém, por ocasião da sua destruição no ano 70 d.C., e quando, mais tarde, os ensinamentos espirituais da Igreja Romana e sua prática sacerdotal profanaram o ministério de Cristo no santuário celestial. (C. Mervyn Maxwell, Uma Nova Era Segundo as Profecias de Daniel, p. 295, 257).
Fonte - Minuto Profético
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