quinta-feira, 1 de setembro de 2011

"No templo cristão"

Qual a melhor música para louvar a Deus? Essa pergunta tem suscitado muitos debates e mesmo polarização nas igrejas. Com a intenção de dar sua contribuição, a professora Jenise Torres (graduada em Letras e em Música pela Universidade Federal do Rio de Janeiro e pós-graduada em Tecnologia Educacional também pela UERJ), organizou uma coletânea com textos de vários autores de peso e a publicou em forma de livro com o título No Templo Cristão (70 páginas). A apresentação é do conhecido pastor Horne Pereira da Silva e os capítulos são de autoria de Gerson Gorski Damaceno (doutor em Educação Musical pela University of Cincinnati, diretor do Conservatório Internacional de Música em Itararé, SP, e maestro do Coral Interdenominacional de Itararé), Eurydice Osterman (doutora em Arte Musical pela University of Alabama), David Tame (musicólogo), Terry Law (pregador e escritor), John Blanchard (professor e escritor), Samuele Bacchiocchi (doutor em Divindade pela Andrews University e doutor em História da Igreja pela Pontificial Gregorian University, do Vaticano), David Lattore (pianista e organista, especializado em jazz, blues, rock e gospel) e Helio Pothin (doutor em Fisiologia Humana pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e professor de Fisiologia Humana na Universidade Federal de Santa Maria, RS).

Logo de início, Damaceno pontua, revelando o tom da obra: “Dentro dos templos cristãos, em muitos casos, as mensagens musicais são consideradas como ferramentas auxiliares no ritual do culto, quando na realidade elas são o próprio cultuar do Criador. Portanto, é preciso haver uma séria preocupação com o tipo de música usado no templo para tal adoração.”

O livro foi organizado tendo em vista essa preocupação, e vale a pena ser lido, independentemente de sua opinião a respeito do tema.[Michelson Borges]

Mais informações pelo e-mail jentorres@bol.com.br

Nota DDP: O livro pode ser acessado através do site "Música e Adoração"

terça-feira, 30 de agosto de 2011

Política sob prisma do fundamentalismo cristão

A pouco mais de um ano das eleições presidenciais nos EUA, a religião se transformou em um fator decisivo entre os candidatos republicanos. O presidente Barack Obama, que se apresenta à reeleição em novembro de 2012, atravessa um de seus momentos mais baixos nas pesquisas de popularidade. Este fato, junto com a lentidão da recuperação econômica, deu asas a todo tipo de candidato republicano. Em junho começou a enxurrada de candidaturas conservadoras. Entre elas há protestantes dos ramos batista, luterano, metodista e evangélico; há católicos e há mórmons. Ainda há espaço para mais.

Em 1º de novembro vence o prazo para registrar-se para as primárias na Carolina do Sul, e são as primeiras que encerram a inscrição. Até esse dia podem se apresentar políticos que ainda não descartaram a nomeação, como a ex-governadora do Alasca Sarah Palin, associada no passado à fé pentecostal. As primárias começarão formalmente com os cáucus [reuniões intrapartidárias] de Iowa, que estão programados em princípio para 6 de fevereiro.

Se nas eleições nacionais os candidatos apelam para os eleitores moderados e independentes, nas primárias deverão conquistar o núcleo duro de eleitores de seu partido. Por isso, o campo republicano é neste momento um rosário de credos cristãos extremos. E o fundamentalismo cristão está presente com força notável nos três aspirantes mais bem colocados para ser os adversários de Obama na corrida pela Casa Branca: a congressista Michele Bachmann, evangélica luterana que transformou os cargos que ocupou em altares dos quais combate o casamento gay; o governador do Texas, Rick Perry, abertamente contrário à separação entre Igreja e Estado; e o ex-governador de Massachusetts Mitt Romney, um pouco mais moderado, mas que provoca receios entre os eleitores protestantes porque é mórmon.

Esses candidatos cortejam o movimento ultraconservador Tea Party, que já demonstrou sua força em 2010 ao colocar numerosos representantes nas primárias legislativas e devolver ao Partido Republicano a maioria em uma das Câmaras do Congresso. Sua força foi crescendo desde então. Há apenas duas semanas esteve prestes a colocar os EUA à beira da moratória por se negar a aumentar o teto de endividamento público, contrariando o critério dos líderes moderados republicanos.

O Tea Party, que é a chave das primárias, nasceu em 2009 como reação ao crescente poder do governo central. Defende medidas drásticas como o corte dos programas de ajuda social e a eliminação dos impostos. Mas estudos recentes demonstram que nem tudo em seu ideário é política fiscal. Concretamente, os professores Robert Putnam, da Universidade Harvard, e David Campbell, de Notre-Dame, concluíram em uma pesquisa de cinco anos entre 3 mil eleitores que, além de ser um movimento com tons xenófobos, se dedica a colocar líderes altamente religiosos no governo. O Tea Party quer que a fé seja política e que o governo também seja de Deus.
...
Fonte - UOL

Pré-candidata republicana diz que furacão foi recado de Deus a Washington

A pré-candidata às eleições presidenciais de 2012 nos Estados Unidos pelo partido republicano Michelle Bachmann disse que o furacão Irene foi um recado de Deus a Washington. Segundo ela, a natureza está dando um recado ao atual governo para que este mude suas políticas públicas e se esforce em diminuir os seus gastos.

"Eu não sei o que mais Deus tem que fazer para atrair a atenção dos políticos. Tivemos um terremoto (que aconteceu na última terça-feira, na costa leste do país) e um furacão. Ele diz 'vocês vão começar a me ouvir agora?'", declarou Michelle ao jornal St. Petersburg Times.

Michelle Bachmann faz parte do Tea Party, grupo mais conservador do partido republicano que tem feito críticas constantes ao desempenho do governo de Barack Obama. Ela foi uma das principais opositoras ao plano de elevação do teto da dívida pública norte-americana.

O "recado divino" a que se referiu Michelle, o furacão Irene, passou pela costa leste dos Estados Unidos deixando pelo menos 18 mortos e prejuízos que podem chegar a sete bilhões de dólares. A tempestade também afetou regiões da costa oeste, como Nova York e Washington.

Fonte: EXAME

NOTA Minuto Profético: Segundo matéria do jornal El País (29/08/2011), os principais pré-candidatos republicanos à corrida presidencial nos EUA defendem uma mistura de política e religião. O maior perigo, sem dúvida, fica por conta daqueles que defendem abertamente o fim da separação entre Igreja e Estado - é o caso do atual governador do Texas Rick Perry. Na verdade, a elite mundial ocultista domina os dois partidos majoritários dos EUA. Traduzindo: seja o partido Democrata ou seja o Republicano o vitorioso na campanha presidencial em 2012, os planos para a Nova Ordem Mundial continuarão sendo implementados. Talvez, a única escolha possível para os norte-americanos que possa frear esse processo seja a indicação do senador Ron Paul, que sendo conservador, segue a cartilha dos Pais Fundadores e defende a separação entre Igreja e Estado, e o fim do cartel dos bancos privados (É bom lembrar que o último presidente norte-americano que teve coragem para fazer isso foi assassinado). Sobre a declaração da pré-candidata Michele Bachmann postada acima vale dizer que é algo certo dito pela pessoa errada com a intenção errada. Explicando: realmente Deus permite que as forças da natureza se manifestem com o fim de despertar a humanidade de sua letargia espiritual (Is 30:30). Mas esse discurso religioso jamais deve ser usado por políticos cujos interesses óbvios envolvam também acabar com a saudável separação entre Igreja e Estado.

2011: ano recorde de desastres naturais nos EUA

Segundo estimativas preliminares, o furacão Irene muito provavelmente será um desastre de 10 bilhões de dólares (16,12 bilhões de reais), quebrando recorde de 2008 para prejuízo de desastres por ano. Entre as enchentes de verão, tornados, tempestades e secas, 2011 já acumulou nove desastres naturais que custaram pelo menos 1 bilhão de dólares (1,61 bilhões de reais) cada. Se as estimativas de danos estiverem certas, Irene seria um recordista. Nos EUA, conforme o furacão deixou um rastro que começou nas Carolinas na sexta-feira (26 de agosto), como uma tempestade da categoria 2 com ventos de até 169 quilômetros por hora, matou pelo menos nove pessoas [dados mais recentes dão conta de que 33 pessoas morreram] – cinco na Carolina do Norte, três na Virgínia e uma na Flórida. Até o fim da noite de domingo, passando por Nova York, deveria ser rebaixado à categoria de tempestade tropical, graças a seu contínuo enfraquecimento. Já na quinta-feira, a agência de notícias Bloomberg informou que o risco estimado que o furacão podia causar custaria 13,9 bilhões de dólares (22,41 bilhões de reais) em perdas seguradas e 20 bilhões de dólares (32,24 bilhões de reais) em perdas econômicas totais, se fatores como horas de trabalho perdidas e interrupção do transporte fossem considerados.

O especialista Roger Pielke observou os totais danos causados por tempestades anteriores que seguiram a trilha de Irene e descobriu que os danos variavam de cerca de 4,9 bilhões de dólares (7,9 bilhões de reais – Tempestade 8, 1933) a cerca de 46,2 bilhões de dólares (74,48 bilhões de reais – Tempestade de New England, 1938). Porém, ele diz que nenhuma das tempestades do passado é um bom análogo para Irene. “Devemos esperar danos ao longo da costa leste inteira”, disse Pielke, “assim como uma quantidade considerável de danos causados por inundações no interior, não incluídas nestes números.” [...]

Pelos cálculos dos pesquisadores, a tempestade única mais prejudicial foi a Grande Miami, de 1926, que teria custado até 157 bilhões de dólares (253 bilhões de reais) em 2005. A tempestade foi de categoria 4, que rugiu em terra com ventos de até 201 quilômetros por hora. [...]

Junto com o Irene, os danos econômicos de desastres naturais que formaram um recorde nos EUA, de acordo com um relatório do Centro Nacional de Dados Climáticos americano lançado em agosto de 2011, são (em reais):

Inundações no centro-oeste (verão): pelo menos 3,22 bilhões a partir de meados de agosto.

Enchente do Rio Mississippi (primavera e verão): 3,22 bilhões a 6,45 bilhões em danos.

Secas, ondas de calor e incêndios florestais nas planícies do sul e sudoeste (primavera e verão): mais de 8,06 bilhões em danos.

Furacões (22 a 27 de maio): pelo menos 11,28 bilhões em danos nos estados centrais e do sul.

Tornados (25 a 30 de abril): pelo menos 14,51 bilhões em danos nos estados centrais e do sul.

Furacões (14 a 16 de abril): mais de 3,22 bilhões em danos nos estados centrais e do sul.

Furacões (08 a 11 de abril): perdas superiores a 3,55 bilhões nos estados centrais e do sul.

Furacões (4 a 5 de abril): mais de 3,71 bilhões em danos nos estados centrais e do sul.

Tempestade de inverno: 3,22 bilhões em danos após uma tempestade de inverno maciça que despejou neve em toda a região central, leste e nordeste do país.

(Hypescience)

Nota Michelson Borges: Não nos esqueçamos, também, do raro terremoto ocorrido poucos dias antes do furacão Irene. Há mais de um século, Ellen White escreveu: “É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Profetas e Reis, p. 277).

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

A ameaça do terrorismo de Estado americano

A humanidade enfrenta a mais grave crise de civilização da sua história. Ela difere de outras, anteriores, por ser global, afetando a totalidade do planeta. É uma crise política, social, militar, financeira, económica, energética, ambiental, cultural. O homem realizou nos últimos dois séculos conquistas prodigiosas. Se fossem colocadas a serviço da humanidade, permitiriam erradicar da Terra a fome, o analfabetismo, as guerras, abrindo portas a uma era de paz e prosperidade. Mas não é o que acontece. Uma minoria insignificante controla e consome os recursos naturais existentes e a esmagadora maioria vive na pobreza ou na miséria. O fim da bipolar idade, após a desagregação da URSS, permitiu aos Estados Unidos adquirir uma superioridade militar, política e econômica enorme que passou a usar como instrumento de um projeto de dominação universal. As principais potências da União Europeia, nomeadamente o Reino Unido, a Alemanha e a França tornaram-se cúmplices dessa perigosa política.

O sistema de poder que tem o seu polo em Washington, incapaz de encontrar solução para a crise do seu modelo, inseparável da desigualdade social, da sobre-exploração do trabalho e do esgotamento gradual dos mecanismos de acumulação, concebeu e aplica uma estratégia imperial de agressão a povos do chamado Terceiro Mundo.

Em guerras ditas de baixa intensidade, promovidas pelos EUA e seus aliados, morreram nos últimos 60 anos mais de 30 milhões de pessoas. Algumas particularmente brutais, definidas como “preventivas” visaram ao saque dos recursos naturais dos povos agredidos.

Reagan criou a expressão “o império do mal” para designar a URSS no fim da guerra-fria. George Bush pai vulgarizou o conceito de “estados canalhas” para satanizar países cujos governos não se submetiam às exigências imperiais. Entre eles incluiu o Irã, a Coreia Popular, a Líbia e Cuba.

Em setembro de 2001, após os atentados que destruíram o World Trade Center e demoliram uma ala do Pentágono, George W. Bush (o filho) utilizou o choque emocional provocado por esse trágico acontecimento para desenvolver uma estratégia que fez da “luta contra o terrorismo” a primeira prioridade da política estadunidense.

Uma gigantesca campanha mediática foi desencadeada, com o apoio do Congresso, para criar condições favoráveis à implantação da política defendida pela extrema-direita. Segundo Bush e os neocon, “a segurança dos EUA” exigia medidas excepcionais na esfera internacional e na interna.

Os grandes jornais, as cadeias de televisão, as rádios, explorando a indignação popular e o medo, apoiaram iniciativas como o Patriot Act que suspendeu direitos e garantias constitucionais, legalizando a prática de crimes e arbitrariedades. A irracionalidade contaminou o mundo intelectual e até em universidades tradicionais professores progressistas foram despedidos e houve proibição de livros de autores célebres.

A campanha adquiriu rapidamente um carácter de caça às bruxas, com perseguições maciças a muçulmanos. Uma onda de anti-islamismo varreu os EUA, com a cumplicidade dos grandes meios de comunicação. O Congresso legalizou a tortura.

No terreno internacional, o povo do Afeganistão foi a primeira vítima da “cruzada contra o terrorismo”. Os EUA, a pretexto de que o governo do mulá Omar não lhe entregava Bin Laden - declarado inimigo numero um de Washington - invadiu, bombardeou e ocupou aquele pais.

Seguiu-se o Iraque após uma campanha de desinformação de âmbito mundial. O Governo de Bagdad foi acusado de acumular armas de extermínio massivo e de ameaçar portanto a segurança dos EUA e da Humanidade. A acusação era falsa, como se provou mais tarde, e os EUA não conseguiram obter o apoio do Conselho de Segurança. Mas, ignorando a posição da ONU, invadiram, vandalizaram e ocuparam o país. Inicialmente contaram somente com o apoio do Reino Unido.

Crimes monstruosos foram cometidos no Afeganistão e no Iraque pelas forças de ocupação. A tortura de prisioneiros no presidio de Abu Ghraib assumiu proporções de escândalo mundial. Ficou provado que o alto comando do exército e o próprio secretário da Defesa, Donald Rumsfeld, tinham autorizado esses atos de barbárie. Mas a Justiça norte-americana limitou-se a punir com penas leves meia dúzia de torcionários.

Simultaneamente, milhares de civis, acusados de “terroristas” - muitos nunca tinham sequer pegado numa arma - foram levados para a base de Guantánamo, em Cuba, e para cárceres da CIA instalados em países da Europa do Leste.

As Nações Unidas não somente ignoraram essas atrocidades como acabaram dando o seu aval à instalação de governos títeres em Kabul e Bagdá e ao envio para ali de tropas de muitos países. No caso do Afeganistão, a NATO, violando o seu próprio estatuto, participa ativamente, com 40 mil soldados, da agressão às populações. Dezenas de milhares de mercenários estão envolvidas nessas guerras.

Em ambos os casos, Washington sustenta que essas guerras preventivas representam uma contribuição dos EUA para a defesa da liberdade, da democracia, dos direitos humanos e da paz e foram inspiradas por princípios e valores éticos universais. O presidente Barack Obama, ao receber o Premio Nobel da Paz em Oslo, defendeu ambas, num discurso farisaico, como serviço prestado à humanidade. Isso no momento em que decidira enviar mais 30 mil soldados para a fogueira afegã.

Os fatos são esses. Apresentando-se como líder da luta mundial contra o terrorismo, o sistema de poder dos EUA faz hoje do terrorismo de Estado um pilar da sua estratégia de dominação. A criação de um exército permanente na África - o Africom – os bombardeamentos da Somália e do Iêmen e a participação na agressão ao povo da Líbia inserem-se nessa política criminosa de desrespeito à Carta da ONU. [...]

A maioria dos estadunidenses desconhece a gravidade e complexidade da crise interna. A recente elevação do teto da divida publica de mais de 14 trilhões de dólares para 16 trilhões - total superior ao PIB do país – é, porem, reveladora da fragilidade do gigante que impõe ao mundo uma politica de terrorismo de Estado. Entretanto, o discurso oficial, invocando os “pais da Pátria”, insiste em apresentar os EUA como o grande defensor da democracia e das liberdades, vocacionado para salvar a humanidade.

Sem o controle pelo grande capital da esmagadora maioria dos meios de comunicação social e dos audiovisuais pelo sistema de poder imperial, a manipulação da informação e a falsificação da História não seriam possíveis. Um instrumento importante nessa politica é a exportação da contracultura dos EUA, país - registre-se - onde coexiste com a cultura autêntica.

A televisão, o cinema, a imprensa escrita e, hoje, sobretudo a internet cumprem um papel fundamental como difusores dessa contracultura que nos países industrializados do Ocidente alterou profundamente nos últimos anos a vida cotidiana dos povos e a sua atitude perante a existência.

A construção do homem formatado principia na infância e exige uma ruptura com a utilização tradicional dos tempos livres. O convívio familiar e com os amigos é substituído por ocupações lúdicas frente à TV e ao computador, com prioridade para jogos violentos e filmes que difundem a contracultura com prioridade para os que fazem a apologia das Forças Armadas dos EUA.


A contracultura atua intensamente no terreno da música, da canção, das artes plásticas, da sexualidade. A contramúsica que empolga hoje multidões juvenis é a de estranhas personagens que gritam e gesticulam, exibindo roupas exóticas, berrantes em gigantescos palcos luminosos, numa atmosfera ensurdecedora, em rebeldia abstrata contra o vácuo.

O jornalismo degradou-se. Transmite a imagem de uma falsa objetividade para ocultar que a mídia ao serviço da engrenagem do poder insiste, com poucas exceções, em justificar as guerras americanas como “cruzada antiterrorista” em defesa da humanidade porque os EUA, nação predestinada, batalhariam por um mundo de justiça e paz.

É de justiça assinalar que um número crescente de cidadãos americanos denuncia essa estratégia de poder, exige o fim das guerras na Ásia e luta em condições muito difíceis contra a estratégia criminosa do sistema de poder. [...]

(Miguel Urbano Rodrigues, O Diário.info)

Nota Michelson Borges: Conforme destacou o professor Renato Stencel (Unasp) em e-mail a mim enviado, esse texto do português Miguel Rodrigues revela os rumos e destinos da humanidade sob o domínio da besta que emerge da Terra, os EUA de Apocalipse 13:14 (“Seduz os que habitam sobre a terra por causa dos sinais que lhe foi dado executar”). “A cada dia podemos perceber que estamos nos aproximando do grande momento em que esse poder cumprirá tal profecia por meio do exercício de suas forças bélicas, políticas e culturais, contribuindo, assim, para o desfecho do Grande Conflito.”

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

Prejuízo climático nos EUA tende a afetar a economia

Só no primeiro semestre, os desastres associados a eventos climáticos extremos no EUA – ondas de calor, secas e queimadas, tempestades, enchentes e tornados – geraram US$ 35 bilhões, segundo estimativas da NOAA – Administração Nacional Oceanográfica e Atmosférica. Essas perdas agravam os problemas da economia doméstica, reforçando os componentes recessivos da conjuntura e podem repercutir negativamente na economia global.

As perdas correspondem a safras perdidas, florestas destruídas, danos patrimoniais – residências, prédios comerciais e industriais danificados ou destruídos – e destruição de infra-estrutura – estradas, pontes, redes elétricas, de esgotamento, de gás e de água. Além disso, há impacto financeiro, principalmente, por meio das perdas seguradas, que afetam o balancete das seguradoras e resseguradoras e repercutem no mercado financeiro.

São diferentes das perdas que têm ocorrido nas bolsas do mundo, de bilhões de dólares no valor de empresas e papéis. Essas perdas são compensadas total ou parcialmente, quando as bolsas se recuperam. Aqui, se trata de perdas puramente financeiras, transacionais, perde-se mais valor de oportunidade, do que valor real.

As perdas climáticas são todas reais. Elas correspondem à destruição de valor real nas safras, patrimônio e infraestrutura perdidos. Há também perdas econômicas associadas à redução das exportações, à queda da oferta de bens, principalmente, alimentos por causa da quebra de safras, ao desemprego gerado pela interrupção de atividades e à elevação dos preços de alimentos, que pressiona o orçamento doméstico principalmente dos setores mais pobres. Além disso, a reconstrução, embora implique em investimentos que geram renda e emprego, representa demanda mobilização de recursos e gasto público inesperada e portanto não programada.

Essas estimativas dizem respeito aos eventos climáticos do primeiro semestre, até o mês passado. Este mês se intensifica no EUA a estação dos furacões, que já teve nove tempestades tropicais com força suficiente para receberem um nome próprio. O furacão Irene, a primeira a chegar a furacão, atingiu Porto Rico neste domingo, deixando 800 mil pessoas sem luz, causando enchentes e derrubando postes e árvores.

Irene tende a chegar à categoria 3 categoria 2 (ventos com velocidade entre 154-177 km) em trajetória para o norte-nordeste, rumo à costa do EUA, podendo eventualmente chegar à categoria 3. A NOAA estima que siga uma rota paralela à costa da Flórida, alcançando a terra em uma das Carolinas, Norte ou Sul, no sábado. Se essa trajetória prevista se confirmar, Irene pode produzir danos e perdas em Porto Rico, na República Dominicana, no combalido Haiti, em parte das Bahamas e na costa do EUA da Flórida à Carolina do Norte, afetando esses dois estados e a faixa costeira da Georgia e da Carolina do Sul. Mesmo antes de chegar à terra, Irene pode ter efeitos fortes. Os ventos com força de furacão se estendem no momento por 80 kms e os ventos com força de tempestade tropical, por 330 kms. O Katrina, que chegou à categoria 5, havia retrocedido para categoria 3, quanto atingiu Nova Orleans.

Se Irene alcançar mesmo a terra no EUA, será o primeiro caso desde que o Ike causou muita destruição na costa do Texas, em 2008.

Isso em uma economia que vinha mostrando dificuldades de se recuperar dos efeitos recessivos da crise financeira de 2008 e volta a ser abalada pela crise financeira e fiscal de agora. A crise atual é uma continuação do processo iniciado pelo colapso das hipotecas. Essas perdas climáticas repercutem na economia inteira e na economia global e agravam os elementos recessivos que já estão ativos em função da conjuntura fiscal e financeira negativa.

Fonte - Ecopolitica

Nota DDP: Veja mais em "Estudo identifica influência das variações climáticas em guerras civis". Tema extremamente propício para através dos debates que giram em torno de ambientalismo, crise financeira e trabalho, apontar para medidas restritivas das liberdades individuais.

Crescimento da população deve levar a crise da água

Atualmente, cerca de 1,6 bilhões de pessoas vivem em áreas com escassez de água, e 2,6 bilhões não tem acesso a saneamento básico. E essa situação deve se agravar se a população continuar aumentando e chegar aos nove bilhões esperados para 2050. Pelo menos é o que indica a nova pesquisa do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e do Instituto Internacional de Manejo da Água (IWNI), lançada nesta segunda-feira (22).

De acordo com o documento, intitulado Uma abordagem de serviços de ecossistemas para a água e a segurança alimentar, com as mesmas práticas agrícolas, o aumento da urbanização e os padrões alimentares atuais, a quantidade de água necessária para a agricultura aumentaria dos 7,13 mil quilômetros cúbicos para 70% a 90% a mais para suprir a população prevista para 2050. E isso acarretaria em prejuízos para a própria agricultura e para a vida humana.
...
Fonte - Instituto Carbono Brasil

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Terremoto de 6,8 graus é registrado no Peru

Um terremoto de 6,8 graus na escala Richter, com epicentro perto de Pucallpa, foi registrado nesta quarta-feira no Peru, próximo à fronteira com o Brasil. A informação é do Serviço Geológico dos Estados Unidos.

Segundo a organização, o tremor aconteceu a 205 km de Cruzeiro do Sul, no Acre. O terremoto foi sentido na capital Lima, sacudindo prédios. Algumas comunicações telefônicas foram interrompidas.

Fonte - Terra

Teólogo protestante pede para que líderes de igrejas nomeiem o Papa como líder religioso de todos os cristãos

O teólogo protestante Reinhard Frieling defende que o papa Bento XVI seja nomeado líder honorário de todos os cristãos. A proposta surge poucas semanas antes da visita do líder católico a Alemanha.

“O sonho da comunhão de todos os cristãos pode se tornar realidade se os protestantes oferecerem ao papa o papel de chefe honorário da cristandade”, disse o ex-líder do Institute Kundlichen, de Bensheim.

Para o professor emérito da Universidade de Marburg, o papa poderia “falar em nome da cristandade em situações extraordinárias”. Ele argumentou que uma liderança comum daria crédito ao cristianismo como mensagem.

Se a proposta se viabilizar, o aniversário da Reforma em 2017, com seus 500 anos, poderá ser a ocasião certa para concretizar a visão, baseada em sua opinião do papa já ser “porta-voz para todos os cristãos.”

O teólogo protestante sugere que as igrejas da Reforma abandonem sua “auto-suficiência” e assumam as “corajosas consequências ecumênicas”.

Essa proposta lembra a que foi feita pelo bispo Johannes Friedrich, da Igreja Luterana da Baviera, há dez anos. Friedrich argumentava que o papa poderia ser aceito como porta-voz do cristianismo mundial como serviço ecumênico de unidade.

A visita do papa a Alemanha está prevista para os dias 22 a 25 de setembro, e inclui as cidades de Freiburg e Berlim, com um discurso diante do Bundestag (Parlamento) alemão, e uma reunião com representantes da Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) no mosteiro agostiniano em Erfurt.

Fonte - Gospel Mais

Nota DDP: Absoluta questão de tempo para se concretizar.

Crise?

Temor de recessão aproxima S&P 500 de zona perigosa

A probabilidade cada vez maior de recessão nos Estados Unidos e o temor com a saúde dos bancos europeus e norte-americanos devem empurrar o índice Standard & Poor's 500 (S&P 500) oficialmente para o "bear market" - uma zona perigosa psicologicamente para os investidores, quando a queda no preço das ações supera a barreira de 20% em relação ao pico do ano. As ações brasileiras e europeias já entraram tecnicamente nesse ciclo mais agudo de queda das cotações.

França e Alemanha podem ter o rating rebaixado

A Cairn Capital, companhia britânica administradora de hedge funds, prevê que a França pode ter seu rating AAA rebaixado em breve, e que a Alemanha deve seguir o mesmo caminho, principalmente caso as duas nações elevem suas dívidas para ajudar as economias que necessitam de socorro na Europa.

Moody's rebaixa nota da dívida do Japão

A agência de classificação de risco Moody’s reduziu, nesta quarta-feira (horário local), a nota da dívida soberana do Japão, de Aa2 para Aa3, com perspectiva estável, citando como justificativa o grande déficit orçamentário do país e as dívidas acumuladas pelo governo japonês desde a recessão mundial em 2009. Com isso, a Moody's afirmou ter concluído a revisão do rating do Japão, iniciada em 31 de maio, quando foi colocado em revisão para rebaixamento.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Terremoto de magnitude 5,9 graus atinge Washington

Um forte terremoto de magnitude 5,9 graus na escala Richter sacudiu a costa leste dos Estados Unidos nesta terça-feira, abalando prédios em Washington e chegando a ser sentido em Nova York. O Pentágono, a Casa Branca e a Suprema Corte foram evacuado por causa do tremor, que, segundo o US Geological Survey, teve seu epicentro perto de Richmond, Virginia, a 139 quilômetros da capital americana.

Até o momento, contudo, não há relatos de danos ou vítimas. Segundo o Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), o tremor aconteceu às 13h51 no horário local (14h51 em Brasília), mas não apresenta grande profundidade (apenas seis quilômetros).

“É um dos maiores terremotos que já tivemos aqui”, disse à rede americana CNN Lucy Jones, sismologista do USGS. O tremor foi sentido em Filadélfia, Pensilvânia, Nova York e Massachussetts, onde o presidente Barack Obama está passando suas férias. Parte da cidade de Nova York foi evacuada, e o serviço de telefonia foi interrompido.

Pequenos terremotos são sentidos na região central de Virginia de dois em dois anos, em média, sem causar grandes danos. A zona sísmica da região é conhecida por ser cheia de falhas (que causam terremotos), e há ainda numerosas falhas menores em profundidade que não foram detectadas.

Fonte - Veja

Posição dos EUA no mundo mais fraca dez anos depois

poder dos Estados Unidos no mundo é hoje muito menor do que em 2001, mas não há, ainda, um candidato claro à sucessão no lugar de superpotência global, disseram à Lusa dois analistas norte-americanos.

"Estamos muito mais fracos em 2011 do que em 2001. Pensem no que aconteceu em 2001: estávamos no auge dos nossos poderes, era o período unipolar, onde não havia adversários ou competidores significativos. E, ainda assim, um indivíduo criou uma organização não estatal e foi capaz de causar tantos estragos nos EUA. É impressionante", afirmou o co-diretor do Centro de Guerra Irregular e Grupos Armados da Escola Naval dos Estados Unidos, Marc Genest, em referência aos atentados de 11 de Setembro.

Andrew Wilson, também professor da Escola Naval, uma instituição pertencente às Forças Armadas norte-americanas, salientou à Lusa que, mesmo numa altura em que a economia da China tem crescido de forma exponencial, "exerce uma força gravitacional e não direcional" em termos internacionais, ou seja, não dá o exemplo em termos do chamado soft power, campo no qual os EUA ainda estão longe do resto do mundo.

Marc Genest lembrou que os Estados Unidos gastaram no Iraque e no Afeganistão "milhares de milhões que enfraqueceram a economia" e estenderam ao máximo as capacidades militares, enquanto o prestígio do país foi reduzido pela participação nestas duas guerras.

Porém, segundo Andrew Wilson, soft power dos EUA ainda é "imenso", no sentido do quão atraente é a cultura daquele país, desde a maneira de vestir a produtos como o cinema ou a música. (...)

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)

No meio desta interessante constatação, há a realçar que embora os Estados Unidos da América tenham perdido alguma preponderância, ainda se mantém como a referência, o modelo mundial, e que nenhuma outra nação se posiciona minimamente para lhe retirar esse protagonismo. Os EUA são ainda a única superpotência mundial.

Paralelamente, surge a questão: será que este diminuir de posição poderá indicar que algum outro poder se lhe unirá para o fortalecer sob o ponto de vista de um reforço do consenso mundial, em relação à liderança americana, à escala global? Será que, usando uma palavra do entrevistado neste artigo, isto é um processo no qual passaremos de um poder "unipolar" para outro "bipolar", no qual as duas partes estarão em sintonia?

Eu penso que isso é bem possível...

domingo, 21 de agosto de 2011

Após o 11 de Setembro, EUA trocam liberdade pela segurança?

CHICAGO, EUA, 17 Ago 2011 (AFP) -O aumento de medidas de segurança depois dos atentados do dia 11 de setembro, junto à aceitação tácita da tortura e uma reação da comunidade mulçumana, transformaram os Estados Unidos em uma sociedade menos livre do que há 10 anos, dizem especialistas.

A corrosão dos valores fundamentais americanos e as elevadas despesas na defesa interna, às quais se acrescentam duas guerras, permitiram aparentemente que a Al-Qaeda alcançasse alguns de seus objetivos.

A maior parte dos americanos parece não se incomodar com a perda de liberdades.

Nas pesquisas, a maioria deles está disposta a desistir de algumas liberdades civis em favor de um país mais seguro. Apenas um quarto acredita que a tortura aplicada aos suspeitos de terrorismo é injustificável.

"Muitas pessoas responderam de maneira afirmativa (às ações contra o terrorismo) porque pensam que medidas como escutas telefônicas acontecem apenas aos outros", declarou à AFP, Andrea Prasow, assessora da organização Human Rights Watch.

"A história prova que não é verdade. Uma vez que o governo recebe um poder, ele não o entrega nunca", considera Prasow.

"Essas mudanças não afetam apenas as liberdades individuais das pessoas que se tornam suspeitas injustamente, mas também afetam o estado de direito" em razão da "utilização excessiva do segredo", denuncia Michael German, assessor da poderosa organização de defesa das liberdades civis ACLU.

O Congresso estuda um projeto de lei que permitiria a prisão por tempo ilimitado de pessoas sem julgamento, uma questão que surgiu antes do 11 de setembro e tão inimaginável quanto um presidente americano aceitar a simulação de afogamento ou outras formas de "interrogatórios duros".

"Os Estados Unidos não estavam neste ponto até os atentados. O país era um líder imperfeito, mas um líder para promover os Direitos Humanos", acrescentou Prasow. "Os terroristas procuram mudar um país ou um povo, e é isso o que acontece".

A resposta dada não é proporcional à ameaça, acrescenta Bem Wizner da ACLU. Poucas tentativas de atentados foram bem sucedidas após 11 de setembro: o mais fatal, o de Fort Hood no Texas em 2009, matou 14 pessoas e feriu 24, um número muito inferior aos 30.000 que morrem nas estradas todos os anos.

"Diz respeito a uma ameaça real, mas que não coloca em perigo a nossa existência", afirma Wizner, "mesmo assim, nós tratamos como se fosse a Primeira Guerra Mundial".

A guerra contra o terrorismo resultou em um reforço sem precedentes no monitoramento de e-mails, telefonemas, transações financeiras de cidadãos americanos e estrangeiros para armazená-los em bases de dados enormes.

É ao mesmo tempo necessário e inevitável, afirma Ron Marks, ex-membro da CIA, hoje especialista do Instituto de Segurança Interna da Universidade George Washington.

"Não existe uma volta possível ao período anterior ao 11 de setembro. O gênio saiu da garrafa", afirma e adverte: "Nós seremos ainda mais indiscretos".

"Os atentados traumatizaram os americanos, o problema é que o governo (...) utiliza contra os americanos, ferramentas desenvolvidas durante anos contra os inimigos do país", visando principalmente os mulçumanos e imigrantes, segundo ele.

Ron Marks se disse "preocupado com a opinião pública", ressaltando a "perda de flexibilidade" em relação a opiniões divergentes e uma desconfiança profunda com os mulçumanos.

Muitos republicanos exploram esta desconfiança como uma "estratégia de campanha", acredita Dawud Walid, diretor do Conselho de relações americano-islâmico (CAIR) do Michigan. "O discurso político se tornou abertamente islamofóbico e é aceito por uma grande parte da população", disse, "dá medo".

Fonte - UOL

Nota DDP: O que mais será trocado com a derrocada do poder americano no cenário mundial? Embora previsível, é fascinante perceber os fatos se encaixando perfeitamente no quebra-cabeças antecipado na profecia bíblica e muito bem detalhado no Grande Conflito. Não deve haver lugar para o medo, mas para alegria do cumprimento das promessas de Deus e, não estamos diante do aparecimento do "gênio", mas do dragão:

"Vi ainda outra besta emergir da terra; possuía dois chifres, parecendo cordeiro, mas falava como dragão". Ap 13:11

Para saber o papel profético dos EUA, clique aqui:

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Daniel e Apocalipse

"Quando os livros de Daniel e Apocalipse forem bem compreendidos, terão os crentes uma experiência religiosa inteiramente diferente. Ser-lhes-ão dados tais vislumbres das portas abertas do Céu que o coração e a mente se impressionarão com o caráter que todos devem desenvolver a fim de alcançar a bem-aventurança que deve ser a recompensa dos puros de coração". EGW, Testemunhos para Ministros, p. 114.

Daniel:

Capítulo 2
Capítulo 3
Capítulo 5
Capítulo 7
Capítulo 8
Capítulo 9
Capítulo 11

O Surgimento de Alexandre
Paralelos em Daniel
O Cerimonial do Santuário Terrestre

Apocalipse:

Símbolos Proféticos
Conferências Proféticas de Albury Park
A Imagem da Besta
Bento XVI nos EUA
O Papel dos EUA na Profecia
O Bispo de Roma nos EUA
Conexão Vaticano-EUA
A Questão Básica na Crise Final
O Apocalipse e a Marca da Besta
O Grande Debate Final da História Humana

Fonte - Minuto Profético

"Chegou a hora"

"Avisos de Deus"


"Chegou a hora"


Nota DDP: Veja mais em "Chegou a hora".

Nervos à flor da pele

Os investidores estão outra vez nervosos. O único motivo: vou perder dinheiro? As bolsas do mundo estão caindo outra vez, no dia de hoje. Há temor de que se forme uma recessão mundial. Os EUA estão demonstrando que sua economia vai parando. Na Europa, a Alemanha que puxava a economia, está dando sinais de recessão. Os outros países há mais tempo assim sinalizam. As quedas nas cotações, nesse momento, no mundo, estão por volta de 5%.

Para refletir: a economia do mundo, de onde se ganha o pão de cada dia, anda como em cima de estreita ponte, tentando o equilíbrio para não cair. Quando a ponte balança, como nesse momento, há temor ao redor do mundo, por parte de quem tem muito capital. Ele pode evaporar, não valer nada, em questão de horas. E o pior, pode não mais se recuperar em questão de anos. A recessão pode transformar-se, como alguns acham, em depressão. E esse está sendo o caminho, se bem que ainda não dessa vez.

Quando os quatro anjos de Apoc. 7 soltarem os ventos, então é que o temor e o medo se transformarão e desmaios de terror, por parte dos poderosos e gananciosos. Mas os salvos sabem que esse é o indicativo de que a volta de JESUS será uma questão de meses.

Prepara-te para um bom futuro, mas não nesse mundo. Invista a tua vida no reino de DEUS. (Correio do Brasil)

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Veja também "Crise é pior na Europa; há risco de colapso em vários países" e "Bento XVI pede que jovens digam 'não' ao consumismo e à corrupção".

Apenas duas considerações: os problemas aparentam ser bem maiores do que parecem. Quando aqueles que têm a obrigação de fazer o papel de otimistas, começam a anunciar os problemas, é porque não há mais muito a esconder. O outro lado da questão é que a igreja de Roma já havia usado a crise anterior para pregar seus pontos de vista, vide a questão da Encíclica lançada à época. Em algum momento se admitirá que os problemas do mundo derivam de uma crise moral, o que é verdade, mas as soluções propostas (doutrina social da igreja) divergem desta realidade.

Forte terremoto de 6,8 graus atinge Fukushima

Um terremoto de 6,8 graus na escala Richter foi registrado no mar em frente à costa de Fukushima. O tremor ocorreu às 14h30 do horário local (2h30 de Brasília), com epicentro no mar e a cerca de 20 quilômetros de profundidade, segundo a agência meteorológica japonesa.

Um alerta de tsunami chegou a ser emitido para as regiões de Fukushima e Miyagi, mas foi retirado cerca de duas horas depois, após não ser constatada nenhuma onda de até meio metro, como previsto.
Segundo a emissora "NHK", o terremoto não afetou a central nuclear de Fukushima Daiichi, e também não foi registrada elevação dos níveis de radiação.

Além disso, nas centrais próximas de Onagawa e Fukushima Daini, paradas desde o terremoto de 11 de março, também não foi detectada nenhuma avaria.

Por enquanto, nenhum meio de comunicação local divulgou informações sobre danos graves, nem foram relatadas vítimas do terremoto. O tremor, que também foi notado em Tóquio, alcançou 5 graus na escala japonesa fechada de 7, que foca-se mais nas áreas afetadas do que na intensidade do terremoto.

Fonte - Último Segundo

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

“A Europa está à beira do abismo”

Jacques Delors, antigo presidente francês da Comissão Europeia, afirma que a Europa está à beira do abismo, com risco de desintegração, e denuncia a reacção demasiado tímida face a esta crise, sobretudo da Alemanha e da França.

As afirmações de Delors surgem numa entrevista conjunta aos diários belga Le Soir e suíço Le Temps, onde diz também que a cimeira franco-alemã de terça-feira não trouxe verdadeiras soluções para a crise actual.

“Abramos os olhos: o euro e a Europa estão à beira do abismo. Para não caírem, a escolha parece-me simples: ou os Estados-membros aceitam a cooperação económica reforçada, que sempre defendi, ou eles transferem poderes suplementares para a União. A segunda opção é recusada pela maioria dos países, resta a primeira”, afirma o presidente da Comissão entre 1985 e 1994, um período de fortes avanços na integração dos países que tinham começado por se reunir numa Comunidade Económica Europeia (CEE) e de alargamento a novos membros.

Na sua opinião, ignorar o precipício que se abre hoje perante a moeda única e a construção europeia, sem adoptar a cooperação económica reforçada que defende, levará à implacável desintegração do projecto comunitário.

Delors foi um dos grandes impulsionadores do mercado único europeu e, aos 86 anos, continua a ser uma referência importante nos assuntos europeus.

Fonte - Público

Nota DDP: Ao longo da história e, sob as mais diversas justificativas, tentou-se a reunificação da Europa, no entanto, Daniel Capítulo 2 continua intacto:

43 Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

"Ateísmo Adventista"


Será que existem professos seguidores de Cristo que dizem acreditar em Deus mas vivem como se Ele não existisse? Será que existem Adventistas assim? Mesmo embora não gostemos de admitir, podemos encontrar esse tipo de “ateísmo” na experiência religiosa de cada um de nós. Ateísmo Adventista é um chamado para todos aqueles que tenham coragem suficiente para admitir sua própria hipocrisia. Se você permitir, os temas abordados irão confrontá-lo, desafiá-lo e despertá-lo. Que tal, de uma vez por todas, viver segundo sua crença?

20/08/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas…”
27/08/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Não Falo Sobre Ele.”
03/09/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Ainda Vivo Preocupado.”
10/09/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Não Acho Que Ele Seja Justo.”
17/09/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Não Consigo Perdoar.”
24/09/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas O Que É Meu . . . É Meu.”
01/10/2011 | “Eu Creio em Deus, Mas Não Acho que Jesus Volte Tão Cedo.

www.novasemente.org

domingo, 14 de agosto de 2011

Google deu informação de utilizadores a serviços secretos

Um porta-voz da Google, em declarações à revista alemã 'WirtschaftsWoche', admitiu esta semana que o gigante da Internet cedeu dados de utilizadores europeus aos serviços secretos americanos, criando um conflito em relação à violação de várias leis de privacidade.

O EUA Patriot Act, uma lei concebida para combater o terrorismo, mas muitas vezes criticada por 'abrir a porta' à violação de direitos do cidadão, requer que as empresas sediadas em território americano entreguem ao governo, se solicitado, os dados que recolheram das suas subsidiárias no estrangeiro. Empresas como a Google, Microsoft ou Amazon não têm grande escolha.

Contrariamente ao que esta lei exige, as normas da União Europeia estabelecem que as empresas que operam sob a sua competência devem proteger as informações pessoais dos seus cidadãos.

Não há, no entanto, nenhum sinal de que os países vão discutir o assunto. Até que o façam, as empresas subsidiárias dos EUA que operem no estrangeiro estão tecnicamente veiculadas a duas leis, o que fará com que as empresas tenham, forçosamente, de violar uma delas.

Fonte - DN
Related Posts with Thumbnails