quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Cristãos fogem à medida que radicais islâmicos ampliam domínio no norte do Iraque

"Estado Islâmico" toma o controle de cidades cristãs no norte do Iraque, entre elas Qaraqosh e Tal Kayf, gerando nova onda de fugitivos. ONU fala em tragédia humanitária.

Militantes do "Estado Islâmico" ampliaram seu domínio em partes do norte do Iraque nesta quinta-feira (07/08), conquistando mais cidades e fortalecendo suas bases perto da região curda.

A ofensiva deixou em alerta o governo do país, além de ter causado um êxodo de cristãos, assustados com o avanço dos radicais. "Todas as vilas cristãs estão vazias", disse o arcebispo Joseph Thomas, na cidade curda de Kirkuk.

Dezenas de milhares de membros da minoria religiosa yazidi também fugiram do país rumo à Turquia, depois de jihadistas terem tomado o controle de grandes áreas no norte do Iraque.

Segundo relatos de testemunhas, os radicais tomaram Qaraqosh, a maior cidade cristã do Iraque, e outras localidades perto de Mossul. "Sei que as localidades de Qaraqosh, Tal Kayf, Bartella e Karamlesh foram esvaziadas de seus habitantes e estão sob controle dos rebeldes", afirmou o arcebispo.

Os combatentes do "Estado Islâmico" tomaram posições durante a noite, depois da retirada das forças curdas, explicaram residentes.

Qaraqosh é uma localidade totalmente cristã, situada entre Mossul, a principal cidade nas mãos do EI no Iraque, e Erbil, capital da região autônoma do Curdistão. A população residente era de 50 mil habitantes, mas recentemente começou a receber numerosos cristãos expulsos de Mossul.

Mais ao norte, Tal Kayf, onde também vivem muitos cristãos, mas também membros da minoria xiita Chabak, foi também esvaziada durante a noite. "Tal Kayf está nas mãos do Estado Islâmico. Eles não encontraram resistência alguma e chegaram ao local logo depois da meia-noite (hora local)", relatou um residente que fugiu da localidade, contactado por telefone em Erbil.

Perseguição religiosa

O "Estado Islâmico", grupo radical sunita considerado mais extremo do que a Al Qaeda, vê a maioria xiita e minorias de cristãos e yazidis como "infiéis". Os yazidis, em especial, são vistos como "adoradores do diabo".

"Esta é uma tragédia de proporções imensas que tem impacto na vida de centenas de milhares de pessoas", disse David Swanson, porta-voz do Escritório para a Coordenação de Assuntos Humanitários da ONU. Segundo ele, cerca de 200 mil yazidis fugiram da cidade de Sinjar e estão escondidos nas montanhas da região.

Outra fonte da ONU alertou para a situação de crianças nas montanhas – muitas delas sofrendo de desidratação. De acordo com a fonte, pelo menos 40 crianças morreram desde que a ofensiva começou, no fim de semana passado.

O ataque de militantes do grupo levou o Iraque à sua pior crise desde a saída dos soldados americanos do país, em 2011.

Quando os radicais tomaram o controle de áreas habitadas por minorias, os cristãos foram obrigados a se converter, pagar uma taxa ou deixarem suas casas. Aqueles que não obedecessem, enfrentariam o risco de serem executados.

"A maioria dos deslocados está vivendo ao relento e pode morrer por causa do calor intenso e por causa da falta de água e comida", disse o católico Louis Raphael Sako. "É um desastre humanitário."

Avanço

De acordo com fontes turcas, centenas de yazidis chegaram ao país depois de serem expulsos do Iraque por militantes do "Estado Islâmico".

Um funcionário do Ministério do Exterior da Turquia descreveu a fuga como uma tragédia humana. "Não é possível para a Turquia permanecer indiferente diante disso. Nós cumpriremos nossa responsabilidade."

Antes da ocupação americana no Iraque, em 2003, havia pelo menos 1,2 milhão de cristãos no país. O número teria sido reduzido para cerca de 500 mil atualmente.

Em sua conta no Twitter, os militantes disseram ter tomado o controle de 15 cidades, além da represa de Mossul, no rio Tigre, e uma base militar.

Além de representar a pior ameaça para a integridade do Iraque desde a queda de Saddam Hussein, em 2003, o avanço dos militantes preocupa a região como um todo, que teme que outros radicais juntem-se à campanha do "Estado Islâmico".

Fonte - DW

quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Obama nomeia Jesuíta para comissão de liberdade religiosa

Liberdade para todos?

O presidente norte-americano Barack Obama nomeou o padre jesuíta Thomas J. Reese como o mais novo membro da United States Commission on International Religious Freedom (USCIRF), que serve como um painel consultivo para o governo federal para proteger a liberdade religiosa no exterior. O padre Reese se junta a três colegas católicos na comissão: o presidente Robert P. George, bioeticista e professor da Universidade de Princeton; James Zogby, fundador e presidente do Instituto Árabe-Americano; e Mary Ann Glendon, professor de Direito da Universidade de Harvard e ex-embaixador dos EUA para o Vaticano. Ex-membros da comissão incluem o arcebispo Charles J. Chaput, o cardeal Theodore McCarrick, Dom William Murphy e o reverendo Ricardo Ramírez.

“A liberdade religiosa é um direito fundamental de cada pessoa na Terra”, o padre Reese escreveu em sua coluna mais recente, “Fé e Justiça”, para o National Catholic Reporter. “É fácil esquecer-se da liberdade religiosa, quando os políticos estão tão focados em segurança nacional, questões econômicas e outros direitos humanos”, escreveu ele.

O padre Reese, que terá um mandato de dois anos na comissão, é atualmente um analista sênior do National Catholic Reporter. Anteriormente, atuou como membro sênior do Centro Teológico Woodstock, na Universidade de Georgetown, em Washington, DC. [...] [Ele] entrou na Companhia de Jesus em 1962 e foi ordenado sacerdote em 1974. Recebeu um diploma de bacharel e um mestrado da Universidade de Saint Louis; um Mestrado em Divindade pela Faculdade Jesuíta de Teologia em Berkeley, e um Ph.D em ciência política pela Universidade da Califórnia, em Berkeley.

“Estou grato que esses indivíduos talentosos e dedicados concordaram em assumir esses papéis importantes e dedicar seus talentos a servir ao povo americano. Estou ansioso para trabalhar com eles nos próximos meses e anos”, disse Obama em um comunicado.

(Jesuits)

Nota Criacionismo: “A liberdade religiosa é um direito fundamental de cada pessoa na Terra”, disse o jesuíta Reese. Menos dos “fundamentalistas”, certo? (Confira aqui.)

terça-feira, 5 de agosto de 2014

Açúcar é tóxico e pode matar você


Açúcar é tóxico e pode matar você

Doce veneno

Uma nova pesquisa, publicada na revista JAMA Internal Medicine, revela que a ingestão do açúcar adicionado em alimentos como refrigerantes, cereais e bolos tem efeitos além dos que nos fazem engordar. Ele também pode aumentar de forma significativa nosso risco de morrer por doença cardíaca. De acordo com o estudo, se receber mais de 25% de suas calorias diárias a partir de alimentos e bebidas com adição de açúcar, você tem o triplo do risco de chance de morrer de doença cardíaca. Até mesmo o consumo moderado é desaconselhável; 10 a 25% por dia aumentam o consumo calórico de risco cardiovascular em 30%. Isso significa que ingerir apenas uma bebida açucarada por dia é suficiente para aumentar o risco de doenças cardiovasculares mortais. Uma lata de Coca-Cola, por exemplo, contém 35 gramas de açúcar e 140 calorias.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, devemos limitar o adicional de açúcar para cerca de 10% do total de nossas calorias diárias. Mas o estudo, liderado por Quanhe Yang dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças em Atlanta, revelou que 71,4% dos adultos dos EUA consomem mais do que a dose recomendada.

Para chegar a essas conclusões, os pesquisadores analisaram dados da Pesquisa Nacional de Saúde e Exames de Nutrição sobre rastreamento de mortalidade (NHANES), que foi realizado em etapas, entre 1988 e 2010. Os dados foram extraídos de mais de 43.000 casos individuais, e comparados com a mortalidade por doença cardíaca durante um período típico de cerca de 14 anos, onde foram registrados um total de 831 mortes relacionadas a problemas cardiovasculares.

De acordo com Laura A. Schmidt, professora de política de saúde na UC San Francisco School of Medicine, o açúcar é visto cada vez mais como uma substância tóxica. “Estamos no meio de uma mudança de paradigma na pesquisa sobre os efeitos do açúcar na saúde, um alimento consumido em taxas muito elevadas pelo povo americano”, disse.

A pesquisa se refere a todos os açúcares utilizados em alimentos processados ou preparados, tais como bebidas adoçadas com açúcar, sobremesas à base de cereais, sucos de fruta, sobremesas lácteas, doces e pães de fermento. Essa taxa não corresponde aos açúcares naturais, como os presentes em frutas e seus sumos.

“É uma lista de açúcares, que inclui açúcar regular, xaropes de milho, mel e xarope de bordo. Em termos de composição, os principais culpados incluem bebidas esportivas (37%), sobremesas, tais como os pudins (14%), bebidas de frutas (9%), sobremesas lácteas (6%) e doces (6%)”, relata a pesquisa.

(Jornal Ciência)

domingo, 3 de agosto de 2014

Papa pede para pessoas não serem fundamentalistas

Quem são os fundamentalistas?


Em uma homília na missa deste sábado (2), o papa Francisco destacou a importância de não ser um “fundamentalista”, mas sim se preocupar com o povo. Ele destacou o exemplo do jesuíta São Pedro Fabro, dizendo que ama seu estilo de vida “porque ele pode escolher entre fechar-se no fundamentalismo, em ideias únicas, sem correr nenhum risco, mas escolheu ficar com as pessoas, de ficar com que tinha um pensamento longe do dele e de fazê-lo de acordo com um espírito de discernimento”. São Pedro Fabro foi, ao lado de Santo Inácio de Loyola, um dos fundadores da Companhia de Jesus. Eles fundaram a congregação que ia junto com os europeus quando estes descobriram as terras do Novo Mundo. Os jesuítas levaram o cristianismo a outros povos e Fabro foi declarado santo por Francisco no ano passado. A missa teve a presença de jovens jesuítas, que elogiaram a postura do Pontífice, que pediu para que todos se abraçassem no local. “Ele tem sobriedade, simplicidade e um modo muito concreto de se colocar, de ficar ao nosso lado. Tive, em alguns momentos, a sensação de dividir algo com um irmão, um irmão mais velho”, disse Nicolo Mazza.

(UOL Notícias)

Nota Criacionismo: Recentemente, outra matéria amplamente veiculada na mídia chamou a atenção dos que estudam as profecias e as tendências atuais relacionadas às ações do papa e do Vaticano. Trata-se das “Dez dicas do papa Francisco para a felicidade”. Dentre elas, quero destacar três:

5. Domingos deveriam ser feriado. As pessoas não deveriam trabalhar aos domingos porque “domingo é para a família”, disse o papa.

7. Respeito e cuidado com a natureza. A degradação ambiental “é um dos maiores desafios que temos”, disse também o papa. “Acredito que não estamos nos perguntando: A Humanidade não está cometendo suicídio com esse uso tirânico e indiscriminado da natureza?”

9. Respeite a crença dos outros. “Podemos inspirar as pessoas por testemunho, mas a pior coisa é o proselitismo religioso, que paralisa. A igreja cresce por atração, não por proselitismo.”

Em anos recentes, o termo “fundamentalista” vem sendo mais e mais aplicado àqueles que defendem a literalidade dos primeiros capítulos de Gênesis (trato disso aqui e aqui) e o criacionismo. Antes, a palavra era praticamente só usada para se referir a terroristas; agora, os criacionistas bíblicos também vêm sendo considerados “fundamentalistas”, embora nada tenham que ver com aqueles que se matam e matam outros por causa de suas crenças. A associação de uma coisa com a outra é, na verdade, bem perigosa e poderá causar ainda mais confusão no futuro, à medida que a mídia e os acadêmicos hostilizam os criacionistas e o papa, por sua vez, defende uma religião não proselitista e critica os fundamentalistas.

No livro Teologia e Ciências Naturais, da editora católica Paulinas, é dito, na página 239, que “o criacionismo não consiste na sobrevivência de uma cosmovisão pré-científica; ao contrário, trata-se de um fenômeno moderno, ligado primariamente aos adventistas e ao fundamentalismo cristão norte-americano”. E, na página 241, repetem: “Uma das denominações mais importantes no desenvolvimento do criacionismo foi (e ainda é) a Igreja Adventista do Sétimo Dia”. Mas o livro vai mais longe, ao informar (corretamente), que “a história do criacionismo no Brasil está fortemente vinculada à Igreja Adventista do Sétimo Dia. A primeira obra brasileira que tratou do criacionismo foi publicada em 1919; seu autor, Guilherme Stein Jr. (1871-1957), foi o primeiro adventista brasileiro [na verdade, o primeiro adventista batizado no Brasil]” (p. 245). Na página 246, o livro chega a listar os considerados criacionistas mais importantes do Brasil, nesta ordem: o jornalista Michelson Borges (ora, vejam...), os membros no Núcleo de Estudos das Origens (como a bióloga Márcia Oliveira de Paula e o físico Urias Takatohi), o biólogo Roberto Azevedo, o arqueólogo Rodrigo Silva, o geólogo Nahor de Souza Jr. e os físicos Adauto Lourenço (este presbiteriano) e Eduardo Lutz. Há, claro, menção especial ao engenheiro Ruy Vieira, fundador e presidente da Sociedade Criacionista Brasileira, e a Christiano da Silva Neto, fundador da Associação Brasileira de Pesquisa da Criação. Bem, aí estão alguns dos “fundamentalistas” brasileiros e a principal igreja “fundamentalista”.

A sétima e a nona dicas do papa para a felicidade (e quem não quer ser feliz?) têm relação com o meio ambiente (e essa é uma linha argumentativa usada pelo papa para defender o domingo [confira aqui]) e com o proselitismo. Na visão do papa, estão errados aqueles que procuram convencer os outros por meio de uma pregação mais direta, como forma de responder ao “ide” de Mateus 28:19. E aqui, uma vez mais, os adventistas também se destacam. E a dica nº 5 vai ao ponto: o domingo deve ser o dia de descanso. Então por que esses adventistas “fundamentalistas proselitistas” insistem no sábado bíblico? A polarização aumenta... [MB]

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O e-Social e o novo ‘Big Brother’ empresarial

O e-Social não permitirá ao Governo apenas uma espiadinha indiscreta, mas sim um raio-x completo de uma figura despida
Em cada final de ano e início do próximo temos os acontecimentos que não falham: Peru no Natal, brinde de ano novo e Big Brother Brasil na Rede Globo de Televisão.

Longe de ser uma unanimidade e, ao contrário, muitíssimo criticado, o programa acaba sendo assunto comum a todos até o mês de março. E aquela musiquinha que não sai da cabeça?

Se pudesse escolher
Entre o bem e o mal
Ser ou não ser…
Se querer é poder
Tem que ir até o final
se quiser vencer…

Não importa o que se faça, de um jeito ou de outro, sempre acabamos sabendo de alguma festa onde alguém bebeu demais e perdeu a linha, alguma briga ou ainda, algum daqueles segredos que só o pay per view mostrou.

Pois é, cá com meus botões, fico pensando se o sucesso (?) e aceitação (???) pela sociedade do formato Big Brother poderia ter sido a inspiração do governo brasileiro ao criar o eSocial.

O eSocial, segundo o portal www.esocial.gov.br, é um programa cujo uso será obrigatório aos empregadores para envio de informações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Ou seja, ao invés de preencher documentos nos sítios de cada órgão, todos os dados serão lançados em um único local.

Esse programa é fruto de criação conjunta da Caixa Econômica Federal, pelo Ministério da Previdência Social (MPS), pelo Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) e pela Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB), que dotaram-no das ferramentas que cada um entende necessário e útil ao seu âmbito de atuação.

Com o uso obrigatório do e-social, conforme calendário de implantação disponível no sítio do programa, todos os órgãos que participaram de sua elaboração terão acesso às informações dos empregadores e dos trabalhadores, realizando um controle onipresente das contratações, rotinas trabalhistas, afastamento do trabalho e patrimônios dos indivíduos.

Estarão à disposição permanente dos órgãos fiscalizadores elementos de composição da remuneração dos trabalhadores, base de cálculo de contribuições sociais, imposto de renda e FGTS. Inclusive, há espaço destinado a informar se o trabalhador que está sendo registrado possui casa própria e se foi beneficiário de programas de habitação do governo.

A ideia é que o sistema seja alimentado com o registro de tudo o que acontece na relação empregador x trabalhador – abarcando inclusive os que não forem empregados – da forma mais imediata e correta possível, porque há ferramentas para tentar a vedar o famoso jeitinho brasileiro.

Exemplo de prática que o governo quer ver extinta é a simulação despedida, quando o empregado não tem mais interesse em trabalhar, mas ao invés de pedir demissão, faz um acordo com o empregador, assinando um aviso prévio com data retroativa, como se tivesse cumprido o período nele registrado.

Ocorre que, pelo e-social, o aviso prévio a ser cumprido só será aceito no sistema com data de término posterior a 30 dias da data do lançamento. O mesmo ocorrerá em relação às demais verbas: todas deverão seguir os prazos previstos em lei, ou o empregador se sujeitará a multas variadas.

Sem sombra de dúvidas esse é o maior passo dado pelo governo federal no quesito controle geral da nação: nenhum trabalhador ou empregador deixará de ser visto pelo programa e-social. E, como muito citado pelos ‘heróis’ do Big Brother, o prego que se destaca é aquele que é martelado.

O BBB do governo não lhe permitirá apenas uma espiadinha indiscreta, mas sim um raio-x completo de uma figura despida! Assim, os empregadores, participantes da eterna competição para se manter em atividade, deverão se preparar o mais rápido possível, iniciando uma revisão de sua organização e rotinas de RH, para conseguir cumprir os prazos estabelecidos.

Se o lançamento de dados em um sistema informatizado já é de grande dificuldade para muitos; em tempo real, então, será uma verdadeira prova de resistência. Talvez o melhor seja pedir ajuda aos universitários… Mas isso já é assunto de um outro programa…

Fonte - Consultor Trabalhista

quinta-feira, 31 de julho de 2014

Conselho do papa destacado pelo "O Globo"


Papa Francisco aos evangélicos pentecostais: Estamos no caminho da unidade

VATICANO, 29 Jul. 14 / 02:37 pm (ACI/EWTN Noticias).- O Papa Francisco viajou para Caserta na tarde do dia 28 de julho, onde já tinha estado no dia 26, para visitar seu amigo, o pastor pentecostal Giovanni Traettino, e encontrar-se com cerca de 200 cristãos desta denominação.

O Santo Padre assinalou que “nós estamos neste caminho da unidade, entre irmãos. Alguém estará surpreso: 'O Papa foi visitar evangélicos!' Foi encontrar irmãos! Sim! Porque, na verdade, foram eles que vieram primeiro me encontrar em Buenos Aires. E isso é um testemunho. Vieram e se aproximaram. E assim começou esta amizade, esta proximidade entre os pastores de Buenos Aires. E hoje aqui. Agradeço muito a vocês, peço que rezem por mim, preciso muito... para que pelo menos eu seja melhor. Obrigado”.

As 200 pessoas participantes no encontro chegaram da Itália, Estados Unidos, Argentina e outros países.

Francisco assinalou que “quando caminhamos em presença de Deus, encontramos a irmandade. Por outro lado, quando ficamos quietos e começamos a olhar-nos uns aos outros, abre-se outro caminho muito feio, o das maledicências... Assim começaram desde o primeiro momento as divisões na Igreja. E o Espírito Santo não cria divisões”.

“Já desde o primeiro momento da comunidade cristã houve esta tentação: '’Eu sou deste, eu deste outro’; ‘Não, eu sou a Igreja, você é a seita’”.

Entretanto, disse o Papa, “o Espírito Santo faz a diversidade na Igreja e essa diversidade é tão rica, muito bonita; mas, depois, o próprio Espírito Santo faz a unidade. E assim a Igreja é una na diversidade. E para usar uma palavra bela de um evangélico, que amo muito, uma diversidade reconciliada pelo Espírito Santo, que faz as duas coisas: a diversidade dos carismas e depois a harmonia dos carismas”.

O Santo Padre, explicando com uma imagem como é a unidade da Igreja, assinalou que não é como uma esfera “onde todos os pontos são equidistantes do centro, todos iguais”, pois esta é uniforme e “o Espírito Santo não cria uniformidade”.

“'Pensemos, por outro lado, no poliedro: é uma unidade, mas com todas as partes diversas; cada uma com sua peculiaridade, seu carisma. Essa é a unidade na diversidade. E neste caminho, nós, os cristãos, fazemos o que chamamos com o nome teológico de ecumenismo: tentamos que a diversidade esteja mais harmonizada pelo Espírito Santo e se converta em unidade: tentamos caminhar em presença de Deus para sermos irrepreensíveis”.

Francisco destacou que “a Encarnação do Verbo é o fundamento: é Jesus Cristo. Deus é homem, Filho de Deus e Filho do homem, verdadeiro Deus e verdadeiro homem. Assim o entenderam os primeiros cristãos que tiveram que lutar tanto para manter esta verdade”.

“O mistério da carne de Jesus! Eu amo o pobre, a viúva, o escravo, o que está na prisão... amo todos eles porque estas pessoas que sofrem são a carne de Cristo. Não se pode pregar um evangelho puramente intelectual: o Evangelho é verdade, mas é também amor e é também beleza. Esta é a alegria do Evangelho”.

O Santo Padre lamentou que “neste caminho fizemos muitas vezes o mesmo que os irmãos de José, quando os ciúmes e a inveja nos dividiram. Nesta triste história na qual o Evangelho, para alguns, vivia-se como uma verdade e não percebiam que por trás dessa atitude havia coisas feias, coisas que não eram do Senhor, uma feia tentação de divisão”.

“Essa história triste quando se fazia o mesmo que os irmãos de José: a denúncia, as leis desta gente: ‘é contra a pureza da raça’... E essas leis foram ratificadas também pelos batizados, alguns dos quais fizeram essas leis e alguns perseguiram e denunciaram os irmãos pentecostais porque eram 'entusiastas', quase 'loucos', que destruíam a raça”.

O Papa assinalou que “eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo e fizeram o mesmo que os irmãos de José. Peço ao Senhor que nos dê a graça de reconhecer e de perdoar”.

O Papa Francisco, tomando as palavras de seu amigo Traettino, que disse que “a verdade é um encontro”, assinalou que é “um encontro entre pessoas. A verdade não se fabrica em um laboratório, constrói-se com a vida, procurando Jesus para encontrá-lo”.

“Mas o mistério mais belo e grande é que quando encontramos Jesus percebemos que Ele já estava nos procurando, que nos encontrou antes porque chega sempre antes de nós”.

Francisco indicou que “em espanhol eu gosto de dizer que o Senhor nos ‘primerea’, ou seja, nos precede, nos espera... E desse encontro que transforma vem tudo. Este o é caminho da santidade cristã; procurar Jesus a cada dia para encontrá-lo e cada dia deixar-se buscar e encontrar por Jesus”.

Depois do encontro, o Papa Francisco retornou em helicóptero ao Vaticano.

Fonte - ACIDigital

Mais de 700 pessoas foram assassinadas em 48 horas na Síria, denuncia ONG

DAMASCO - Mais de 700 pessoas foram assassinadas em 48 horas durante choques entre jihadistas do Estado Islâmico e o Exército sírio, em um dos momentos mais mortíferos desde o início do levante contra o ditador Bashar al-Assad, denunciou a Organização Síria para os Direitos Humanos. De acordo com o grupo de monitoramento, com base em Londres, bombardeios da aviação síria, usando barris cheios de dinamite e estilhaços, não pouparam áreas civis ocupadas por rebeldes. E ataques de extremistas provocaram a morte de dezenas de pessoas nas últimas semanas.

No dia 19 de julho, o Estado Islâmico - anteriormente chamado de Estado Islâmico no Iraque e na Síria (Isis) - lançou uma ofensiva para capturar o campo de gás de Shaer, na província central de Homs. Somente neste conflito, mais de 300 pessoas morreram entre soldados, funcionários do depósito de gás e extremistas.

Segundo o chefe da organização, Rami Abdul Rahman, é a primeira vez que 700 pessoas morrem em dois dias desde o início do conflito. Rahman disse que o ataque do Isis no campo de gás foi o mais significativo até o momento contra as forças do governo sírio.

Fonte - Yahoo

Líder evangélico comenta visita do Papa aos pentecostais

Cidade do Vaticano (RV) - Para aqueles que não fazem parte da Igreja é "importante" ver que entre os cristãos exista uma intenção à unidade. O líder da Aliança Evangélica Mundial, o Rev. Geoff Tunnicliffe, analisa muito positiva o encontro da última segunda-feira entre o Papa Francisco e a comunidade pentecostal de Caserta, guiada pelo Pastor Giovanni Traettino. As considerações do líder dos evangélicos em entrevista à Rádio Vaticano:

R. - Sim, eu acho que esse trabalho de construir relações dentro da família cristã seja extremamente importante. Em João 17, Jesus pede, em sua oração, para ser "um" e eu creio que para aqueles que estão fora da Igreja seja importante entender e ver que, embora existam diferenças entre as denominações cristãs, no coração da fé cristã têm pontos em comum. Creio que isso seja importante em um mundo cada vez mais dividido por ideologias e religiões.

P. - O Papa também pediu publicamente perdão por aqueles católicos que perseguiram e impuseram leis discriminatórias aos não-católicos, especialmente aqui na Itália. Segundo o senhor, este é um passo importante no caminho para a reconciliação?

R.- Em primeiro lugar gostaria de comentar sobre esta iniciativa do Papa Francisco de pedir publicamente perdão. Responde a um conceito bíblico e reflete a mensagem de Jesus: quando você comete um erro, deve reconhecê-lo e pedir perdão. Espero que este ato do Papa Francisco seja capaz de enviar uma mensagem forte a todo o mundo, especialmente aos países onde existem fortes tensões entre católicos e evangélicos. Mas gostaria de dizer também isso: reconheço que na história houve situações em que os protestantes, incluindo os evangélicos, cometeram atos de discriminação em relação aos cristãos católicos. Eu fico realmente muito triste para essas ações: na verdade, podemos não estar de acordo sobre a questão teológica, mas isso nunca deveria levar à discriminação e muito menos às perseguições. Devemos reconhecer todos os nossos pecados e nos pedir perdão uns aos outros. Parece-me que o Papa Francis deu um grande exemplo.

Fonte - Radio Vaticano

Implantes eletrônicos no corpo: conheça o conceito biohacker

Pessoas que modificam seus corpos com tatuagens, piercings, alargadores e outras coisas costumam causar impacto visual, mas novos tipos de implante, utilizados pelos chamados biohackers, podem gerar sensações diferentes sem chamar a atenção.

O mais comum é o implante de um ímã colocado em um dos dedos diretamente sob a pele. Primeiramente é feita uma incisão para inserir o objeto, que é revestido de uma substância bio-inerte, isto é, não reagente com componentes do corpo, como o sangue. Logo depois, é utilizada cola cirúrgica, para que a incisão não se abra, além de curativo de gaze ao redor do dedo.

As vantagens do implante são experiências sensoriais que permitem sentir vibrações magnéticas de objetos como microondas, caixas de som, grandes geradores e diferentes fios e cabos elétricos. É possível saber, por exemplo, se um fio está ligado na tomada apenas aproximando-se dele, além de mostrar para todos os seus amigos que você consegue levantar uma tampinha de cerveja ou um parafuso com o magnetismo do próprio dedo.

A única desvantagem mencionada pelos usuários (além de o implante ser doloroso), é a impossibilidade de fazer exames de ressonância magnética, já que o ímã seria removido violentamente do dedo.

Há também o implante de RFID (método de identificação automática através de sinais de rádio) no formato de uma pequena pílula de 12x2 mm, compatível com smartphones e controladores eletrônicos. Com ela, é possível destravar o celular e realizar funções interessantes como abrir um website ou uma porta e até ligar uma lâmpada, desde que controlada por RFID.

Fonte - Olhar Digital

Papa Francisco conquistou muitos muçulmanos

Carisma inegável

“O papa Francisco conquistou um lugar importante no coração de muitos muçulmanos.” É o que escreve a União das Comunidades Islâmicas na Itália (UCOII), no documento em que agradece ao presidente do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, Cardeal Jean-Louis, pela mensagem enviada por ocasião do fim do Ramadã. “O futuro do mundo depende da paz entre muçulmanos e cristãos”, diz a nota, retomando um apelo firmado há alguns anos por 138 expoentes islâmicos. “Sem paz e justiça entre essas duas comunidades religiosas, que formam mais da metade da população mundial, não pode existir uma paz significativa no mundo”, reiteram os muçulmanos.

O documento recorda que “nestes momentos difíceis, as nossas orações pela paz se concentram na situação dramática na Terra Santa e, particularmente, em Gaza. Partilhamos as palavras de dor do papa em relação a isso e expressamos também a nossa plena solidariedade aos cidadãos iraquianos cristãos, pedindo com força o seu retorno às suas cidades e a suas casas.”

(Noticiário Rádio Vaticano)

Nota Criacionismo:
Primeiro foram os próprios católicos. Depois os evangélicos, os homossexuais, os ateus, e agora até mesmo os muçulmanos. É inegável que Francisco é o papa ideal para estes tempos

quarta-feira, 30 de julho de 2014

Aliança Evangélica Mundial responde ao pedido de desculpas do papa apresentando o seu próprio pedido de perdão

O reverendo Tunnicliffe diz que a aproximação do papa é um bom augúrio para o futuro
O líder da Aliança Evangélica Mundial aplaudiu o encontro entre o papa Francisco e os pentecostais em Caserta, na Itália, na última segunda-feira, e respondeu ao pedido de desculpas do Santo Padre pela falta de compreensão dos católicos fazendo o seu próprio pedido de perdão em nome dos evangélicos que discriminaram os católicos.

O secretário geral da Aliança Evangélica Mundial, Rev. Dr. Geoff Tunnicliffe, disse que o pedido de desculpas do papa Francisco em nome dos católicos que perseguiram outros cristãos no passado foi louvável, bíblico e reflete a mensagem de Jesus. E, como Francisco, o líder evangélico também pediu perdão pelos cristãos evangélicos que fizeram o mesmo contra os católicos.

Em entrevista à Rádio Vaticano nesta quarta-feira, 30, Tunnicliffe fez uma série de reflexões sobre o gesto do papa de se reunir com mais de 200 membros da Igreja Pentecostal da Reconciliação na cidade italiana de Caserta. No sábado, o papa tinha se reunido também com a comunidade católica da cidade.

Perguntado sobre o impacto do encontro do papa com os pentecostais, ele declarou: "Eu acho que a aproximação do papa Francisco é um bom augúrio para conversas futuras, porque isso vai nos permitir ir mais fundo em nossas interações".

"Nos últimos anos, a Aliança Evangélica Mundial, que representa cerca de 650 milhões de cristãos do mundo todo, tem tido uma crescente interação com o Vaticano e com a Igreja católica. Estamos concluindo o nosso segundo diálogo teológico oficial, que identifica áreas de preocupações comuns e áreas em que ainda discordamos".

Reconhecendo os erros

Ao comentar o pedido de desculpas do papa Francisco em nome dos católicos que discriminaram os protestantes, Tunnicliffe elogiou o papa por dar o passo público de pedir perdão, considerou a atitude como "bíblica" e disse que ela "reflete a mensagem de Jesus".

Depois de dizer que o ato do papa Francisco representará uma "mensagem forte para o mundo, especialmente para os países onde existem tensões significativas entre católicos e evangélicos", Tunnicliffe também fez um pedido de desculpas.

"Eu também preciso dizer o seguinte: reconheço que houve na história situações em que os protestantes, incluindo os evangélicos, discriminaram os cristãos católicos. Eu sinto muito por esse tipo de atitude. Embora nós possamos discordar teologicamente, isso nunca deve nos levar à discriminação ou à perseguição contra o outro. Todos nós precisamos reconhecer todos os nossos erros e pedir perdão uns aos outros".

O líder evangélico observou que as conversas oficiais entre católicos e evangélicos ainda são uma parte essencial do caminho ecumênico e disse que o encontro histórico ajudou a construir a confiança e a amizade, que, espera ele, podem levar ao aprofundamento do diálogo ecumênico. Tunnicliffe pediu a continuidade das relações dentro da "família cristã".

"Jesus", disse ele, citando João 17, "nos pediu claramente para sermos um". É muito importante, por isso, ajudar os que estão fora da Igreja a entender que, "embora haja diferenças dentro das denominações cristãs, também temos muitas áreas em comum" no essencial.

Fonte - Zenit

"O Papa realizou um gesto concreto de unidade"

O presidente da Renovação no Espírito, Salvatore Martinez, comentou a recente visita do Papa Francisco ao pastor Giovanni Traettino

"Olhamos com alegria para os gestos do Papa Francisco como aquele do encontro com o amigo Traettino", disse o presidente italiano da Renovação no Espírito Santo (RNS), Salvatore Martinez.

"Ao irmão João Traettino nos liga uma velha amizade, concretizada com muitos gestos de unidade e de cooperação durante esses anos - disse Martinez -. Estamos felizes de que o Papa tenha querido homenagear a Comunidade Pentecostal de Caserta e o trabalho de reconciliação feito por João Traettino no meio de não poucos mal-entendidos".

O Presidente da RNS, chamou esta visita da última segunda-feira "uma visita de importância histórica, que desafia a relutância do protestantismo e do catolicismo mais conservador, cavando um sulco no caminho do diálogo ecumênico espiritual, no qual a renovação sempre participou e colaborou, na oração e no encontro com os irmãos cristãos".

"O gesto concreto do Papa Francisco nos encoraja a continuar este caminho, rumo a um verdadeiro cristianismo, profundo, não intelectual, para além das diferenças que são do mesmo Espírito, que como um poliedro faz a diversidade e a unidade na diversidade", concluiu Martinez.

Fonte - Zenit

terça-feira, 29 de julho de 2014

A única solução pra crise em Gaza é a destruição de Israel, afirma aiatolá

“Nós iremos caçar israelenses de casa em casa”, diz general iraniano

O líder supremo do Irã, aiatolá Ali Khamenei, afirmou que a única solução para a região é a destruição de Israel. Disse ainda que o confronto armado deve se expandir para além de Gaza e que o exército iraniano poderia destruir o sistema de defesa antimísseis de Israel, chamado de Cúpula de Ferro.

A guerra em Israel já matou mais de mil palestinos e dezenas de israelenses. A ONU exigiu um cessar-fogo, mas o Hamas, que controla Gaza tem violado todas as tentativas nesse sentido nas últimas semanas.

“Estes crimes estão além da imaginação e mostram a verdadeira natureza do regime de lobos e assassinos de crianças, (cuja) única solução é a sua destruição”, afirmou o aiatolá, a Agência de Notícias Fars. O vice comandante da Guarda Revolucionária do Irã prometeu iniciar uma vingança contra Israel.

“Vocês [povo de Israel] são árvores sem raízes, que foram plantadas em terras islâmicas pelos britânicos”, disparou o general Hossein Salami. Esta afirmação se refere à Declaração de Balfour, que iniciou o desmantelamento do Império Otomano depois a Primeira Guerra Mundial e resultou posteriormente na criação do Estado de Israel, em 1948.

“Vamos persegui-los de casa em casa e vingar cada gota de sangue derramado de nossos mártires da Palestina”, prosseguiu Salami. Lembrou ainda uma declaração do aiatolá Ruhollah Khomeini, fundador do regime islâmico iraniano. “Imã [Khomeini] afirmava que Israel deve ser varrido da face da Terra, assim deu uma verdadeira mensagem para o mundo. Esta mensagem iluminou os muçulmanos e torna-se um conceito nas ruas da Síria, do Líbano e da Palestina”.

Além disso, ameaçou: “O fim do regime sionista chegou. Os movimentos islâmicos estão armados, os mísseis estão posicionados… Estamos confiantes de que as promessas de Alá se tornarão realidade e, no fim do mundo o islã será o cemitério dos Estados Unidos e as políticas do regime sionista, juntamente com seus aliados na região. A bandeira do Islã será levantada”.

O Irã passa por um delicado processo de negociação com os EUA e recebeu 2,8 bilhões de dólares pelo alívio das sanções impostas pela ONU e a administração Obama. Em troca ofereceria em Genebra a busca de uma solução pacífica para o seu programa nuclear irregular.

O governo iraniano não se manifestava tão fortemente contra Israel desde março do ano passado, quando Khamenei ordenou que todas as forças armadas do regime islâmico se preparassem para uma guerra iminente. Afirmava que Israel estava prestes a atacá-los e por isso convocou todos os muçulmanos para se unirem a eles na “última guerra”.

Alirezza Forghani, chefe-estrategista de Khamenei, divulgou em 2012 um relatório onde mostrava quepoderiam “varrer Israel do mapa” em apenas 9 minutos. A manobra militar atacaria os distritos com elevada taxa de população. Os mísseis Shahab 3 seriam responsáveis por matar 60% da população judaica na primeira investida.

Posteriormente, seriam disparados todos os mísseis Sejil a partir de Teerã, tendo como alvo as usinas nucleares em Dimona e Nahal Sorek. Mais tarde, os mísseis iranianos seriam lançados sobre a infraestrutura básica do Estado judeu: aeroportos, usinas de força e instalações de tratamento de água. Por fim, mísseis Ghadar seriam usados para destruir os assentamentos humanos.

Fonte - Gospel Prime

Estado Islâmico explode túmulos de profetas bíblicos

Grupo tenta arrancar todas as raízes cristãs na Síria

O grupo extremista muçulmano Estado Islâmico (ex-ISIS) tomou conta da região na fronteira entre Iraque e Síria. Em Mosul, cidade que foi construída no local da Nínive bíblica, se encontram alguns locais que são considerados importantes por judeus e cristãos.

Ali se encontra o túmulo do profeta Jonas (Nabi Younis em árabe), que ficava em uma mesquita, pois muitos islâmicos também o consideravam profeta, pois é mencionado no Alcorão. Os militantes do Estado Islâmico tinham quebrado o local, alegando que era uma forma de idolatria. Agora, fecharam todas as portas da mesquita de Nabi Younis e impediram a entrada de fiéis para orar. Colocaram explosivos e destruíram totalmente o local.

Segundo testemunhas, demorou cerca de uma hora para que o local estivesse totalmente destruído. De acordo com a rede Al-Arabiya, o túmulo de Jonas foi edificado no século VIII aC. As agências de notícias iraquianas relatam que o local foi totalmente renovado na década de 1990 pelo ditador Saddan Hussein. Também foi divulgado que outros santuários da cidade foram destruídos, uma mesquita que abrigaria o túmulo do profeta Daniel. Embora não seja mencionado no Alcorão, também é um profeta reverenciado pelos muçulmanos.

O terceiro túmulo explodido foi um que pertenceria a Sete, filho de Adão. Diferentemente dos outros, este era um local sem comprovação histórica, tendo histórias semelhantes em outros locais do Oriente Médio.

A questão principal é a demonstração de poder por parte do Estado Islâmico, que expulsou milhares de cristãos da região, praticamente acabando com o cristianismo no local. O IE já explicou que irá impor a sharia (lei islâmica).

Após terem decretado o ressurgimento do califado e sua cruzada para unir todos os muçulmanos do mundo, o ISIS tem crucificado cristãos rotineiramente, destruído suas igrejas e oferecido recompensas para quem entregar os pastores e missionários que vivem no norte do Iraque. A ONU denunciou que o grupo ordenou que todas as mulheres entre 11 e 46 anos sejam submetidas a mutilações genitais.

Além de destruir museus, mesquitas xiitas e túmulos no território sob seu domínio, o Estado Islâmico prometeu erradicar os sítios arqueológicos importantes. A área em torno de Mosul, sede atual do ISIS, abriga 1.791 sítios arqueológicos, incluindo ruínas de quatro capitais do império assírio. A cidade foi local de diversas batalhas bíblicas do Antigo Testamento e, de acordo com a tradição judaica e cristã, foi fundada pelo bisneto de Noé, Nimrode.

Fonte - Gospel Pride

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Papa pede perdão por perseguições aos pentecostais


Papa abraça pastor evangélico

O papa Francisco pediu nesta segunda-feira (28) perdão pelas perseguições cometidas pelos católicos aos pentecostais, durante viagem à cidade de Caserta (no sul da Itália), onde se reuniu com seu amigo e pastor evangélico Giovanni Traettino. A visita já foi qualificada como histórica, pois é a primeira vez que um papa viaja do Vaticano para se encontrar com um pastor protestante. “Entre as pessoas que perseguiram os pentecostais também houve católicos: eu sou o pastor dos católicos e peço perdão por aqueles irmãos e irmãs católicos que não compreenderam e foram tentados pelo diabo”, afirmou o pontífice. Francisco esteve em Caserta, em 26 de julho, para celebrar uma missa em honra à padroeira Santa Ana diante de 200 mil católicos. Desta vez, Francisco retornou para se reunir com a comunidade de pentecostais da cidade ao norte de Nápoles e com 350 protestantes vindos de todas as partes do mundo. Ele pediu que os cristãos se unam na diversidade.

“O Espírito Santo cria diversidade na Igreja. A diversidade é bela, mas o próprio Espírito Santo também cria unidade, para que a Igreja esteja unida na diversidade: para usar uma palavra bonita, uma diversidade reconciliadora”, assinalou.

O Papa também pediu que os cristãos ajudem os mais fracos e os necessitados, e que caminhem ao lado de Deus. “Não compreendo um cristão que está quieto, o cristão deve caminhar. Há cristãos que caminham ao lado de Jesus, mas em alguns momentos não caminham na presença de Jesus. Isso é porque são cristãos que confundem caminhar com andar, são errantes”, ponderou.

Após o ato, que durou cerca de hora e meia, o papa almoçou com a comunidade, divulgou a Santa Sé em comunicado.

Francisco saiu esta manhã de helicóptero da Cidade do Vaticano e aterrissou em Caserta às 10h15 (5h15 de Brasília), no heliporto da Escola de Suboficiais da Aeronáutica Militar italiana no Palácio Real de Caserta, e seguiu de carro até a casa do pastor. Após essa conversa privada, os dois religiosos foram de carro à igreja evangélica da reconciliação de Caserta, onde alguns fiéis curiosos aguardavam a chegada do papa. Francisco os cumprimentou antes de entrar na igreja, onde a reunião aconteceu longe das câmeras.

(G1 Notícias)

Leia também: “Evangelicals praise pope Francis’ promotion of the Gospel” e “Papa deve visitar os EUA em 2015, diz arcebispo americano”

Nota Criacionismo:
Francisco é o primeiro papa a visitar uma igreja pentecostal, e continua firme em sua campanha para curar feridas do passado e angariar apoio à sua causa ecumênica. A julgar pelos resultados, tem tido enorme sucesso em pouquíssimo tempo. [MB]

Ebola pode se espalhar como um rastilho de pólvora, alertam EUA

O mortal vírus Ebola pode se propagar como rastilho de pólvora, alertaram nesta segunda-feira (28) autoridades de saúde americanas, que pediram aos viajantes da África ocidental que tomem as maiores precauções frente à maior epidemia da doença na História.

Desde março, foram registrados 1.201 casos de Ebola e 672 mortes em Guiné, Libéria e Serra Leoa, informaram os Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) americanos.

"A probabilidade de que esta epidemia se propague fora da África ocidental é muito baixa", avaliou Stephan Monroe, do CDC. Mas a situação "evolui rapidamente" e os CDC têm que estar prontos para fazer frente à possibilidade de que um viajante leve a doença para os Estados Unidos.

"Nossa preocupação é que a epidemia pegue fogo no exterior, como um incêndio florestal que pode se propagar a partir de uma única árvore, só com as faíscas", disse Monroe.

"Isto foi claramente o que aconteceu na Libéria", acrescentou, observando que naquele país não tinha sido registrado nenhum caso do Ebola em 21 dias, período máximo de incubação, até que surgiram novos casos.

"Até que possamos identificar e interromper cada fonte de transmissão, não seremos capazes de controlar a epidemia", insistiu.

Nesta segunda-feira, a Libéria anunciou o fechamento de parte de suas fronteiras para tentar deter a propagação da febre hemorrágica. Na semana passada foi confirmado o primeiro caso na Nigéria.

A epidemia, detectada desde o começo do ano, foi declarada na Guiné, depois afetou a Libéria e em seguida, Serra Leoa, três países vizinhos.

O vírus Ebola é transmitido por contato direto com sangue, fluidos ou tecidos de pessoas ou animais infectados. A febre que provoca se manifesta com hemorragias, vômitos e diarreia. A taxa de mortalidade varia entre 25% e 90% entre os humanos e não há vacina que evite o contágio.

Fonte - UOL

Papa de novo em Caserta para se encontrar com um Pastor pentecostal, seu amigo dos tempos de Buenos Aires

Na manhã desta segunda-feira, 28, o Papa Francisco voltou a Caserta onde esteve no passado sábado. Desta vez tratou-se de uma visita estritamente privada para encontrar-se com o pastor evangélico Giovanni Traettino, seu amigo dos tempos de Buenos Aires, como ele próprio desde há muito empenhado no ecumenismo.

De facto, o Pastor Traettino participou no passado 1 de junho, no Estádio Olímpico de Roma, no encontro com o Renovamento no Espírito, aonde interveio também o Papa, e trabalho ativamente a favor do diálogo entre carismáticos católicos e protestantes.

O Santo Padre chegou a Caserta, de helicóptero, por volta das 10.15. Após um colóquio pessoal na residência do Pastor Traettino, o Papa Francisco teve um encontro com a Comunidade da Igreja evangélica pentecostal, umas 200 pessoas, no local da igreja pentecostal da Reconciliação, ainda em construção (fotos). Presentes também outros Pastores Pentecostais provenientes da Argentina, dos Estados Unidos e de outros países.

O Santo Padre deteve-se a almoçar com a Comunidade.

Esta tarde, o regresso ao Vaticano.

Fonte - Radio Vaticano

Papa Francisco dá dez dicas para uma vida feliz


Em entrevista à revista "Viva", do jornal argentino "Clarín", o papa Francisco deu dicas, em vídeo, de como ter uma vida feliz. Para Francisco, seriam esses os dez mandamentos que condensam a fórmula da felicidade:

1 - "Viva e deixe viver"
2 – "Dar-se aos outros"
3 – "Mover-se remansadamente"
4 - "Brincar com as crianças"
5 - "Compartilhar os domingos com a família"
6 - "Ajudar os jovens a conseguir emprego"
7 -"Cuidar da natureza"
8 – "Esquecer-se rápido do negativo"
9 – "Respeitar o que pensa o outro"
10 – "Buscar ativamente a paz"

Na entrevista, Francisco falou também sobre uma possível nomeação para o Nobel da Paz, em razão de suas intervenções sobre conflitos como o da Ucrânia ou de seu ato no Muro das Lamentações, neste ano, durante viagem à Terra Santa.

Para a pergunta sobre o que faria com o valor de US$ 1 milhão, dado ao recebedor do prêmio, o papa respondeu: "É um tema que não entra na minha agenda, eu digo a verdade. Nunca aceitei títulos e essas coisas que oferecem, sem depreciar. Nem me ocorre pensar nisso e menos ainda pensarei sobre o que faria com esse dinheiro, com toda a franqueza", afirmou Francisco.

"Creio que todos devem estar comprometidos com o assunto da paz, fazer tudo o que se pode. A paz é o idioma que deve ser falado." (Com informações do "Clarín")

Fonte - UOL

Missas em latim e com padre de costas para fiéis atraem jovens católicos conservadores

RIO - Manhã de domingo, igreja cheia. Muitos homens vestem trajes formais. Mulheres levam véus sobre os cabelos. O silêncio absoluto é quebrado por um canto gregoriano. O padre passa pelos fiéis a caminho do altar. Sempre de costas para a audiência, dá início à missa em inconfundível latim: In nomine Patris et Filii et Spiritus Sancti. A resposta vem em uníssono: Introibo ad altare Dei, ad Deum qui lætificat juventutem meam (Entrarei no altar de Deus, o Deus que alegra minha juventude). A cena evoca imediatamente imagens medievais, mas ocorreu no último dia 13 de julho, no Centro do Rio de Janeiro. Lá, a antiga Sé do Brasil, atual Igreja de Nossa Senhora do Carmo, sítio da coroação de João VI e Pedro I, é palco para uma das muitas missas tridentinas que se espalham pelo Brasil, numa ressurreição de formas litúrgicas antigas que atrai incontáveis jovens fiéis. O termo Juventutem, aliás, designa um movimento de volta às tradições católicas liderado por pessoas de 16 a 34 anos.

— Descobri a missa há uns anos, é um tesouro. Está claro que tem algo de sagrado aqui. É possível perceber tanto com os ouvidos quanto com os olhos — arrisca o engenheiro Felipe Alves, de 25 anos.

ORIGENS NO IMPÉRIO ROMANO DO OCIDENTE

A missa tridentina, ou rito latino, foi normatizada no Concílio de Trento, em 1570, mas tem bases bem mais antigas, que remontam ao Império Romano do Ocidente, extinto no século V. O conservadorismo, a sobriedade e o extremo recolhimento dos fiéis na cerimônia foram utilizados pela Igreja no século XVI como resposta às reformas protestantes do Norte da Europa que abalaram as estruturas pontifícias.

Nela, o único idioma utilizado é o latim, chamado pelos adeptos de “língua universal da fé”. Enquanto nas missas comuns nos nossos tempos os católicos se ajoelham apenas uma vez, na antiga esse número salta para quase dez, incluindo o momento de receber a hóstia. Há intervalos para a meditação, quando o silêncio chega ao extremo de permitir que se ouça tudo o que se passa do lado de fora da igreja. Durante quase toda a cerimônia o padre permanece de frente para a cruz do altar.

Foram séculos assim, até que o Concílio Vaticano II, na década de 1960, introduziu inúmeras mudanças, o uso da língua local e o padre de frente para os fiéis entre elas. Mas o século XXI vive uma intrigante retomada de tradições conservadoras na Igreja. Em 2007, o agora papa emérito Bento XVI promulgou a carta “Summorum Pontificum”, em que exaltava a volta às tradições e o caráter “excepcional” da missa tridentina. Até então, párocos que quisessem rezar no estilo antigo deveriam pedir permissão direta à Cúria, no Vaticano. Desde então, a escolha passou a caber a cada paróquia.

Para o padre Luís Correa Lima, professor de Teologia da PUC-Rio, o mistério por trás da missa tridentina é o que fascina.

— Tudo nela é meio misterioso. O padre fica de costas, falando em uma língua desconhecida e seguindo uma liturgia extremamente codificada. Mas esse rito encanta por ser algo ancestral e imutável, por evocar a transcendência de Deus. São elementos que fascinam o jovem — opina.

Curiosamente, a introdução da missa moderna e a ressurreição da antiga têm a mesma preocupação: tentar estancar a perda de fiéis da maior designação cristã. Não há números que revelem se a volta ao passado teve algum efeito nesse sentido. Mas é fato que, amparadas pelos jovens católicos conservadores, as missas tridentinas crescem país afora. Em 2007, uma organização independente contabilizou 20 dessas celebrações no território nacional. Agora, cerca de cem ocorrem com regularidade.

— Vivemos numa sociedade muito centrada no indivíduo, na qual se valoriza a autodeterminação e tudo é incerto. Então surgem grupos que evocam o passado, em que tudo estava respondido pelo religioso — analisa o historiador Sérgio Coutinho, presidente do Centro de Estudos em História da Igreja na América Latina (CEHILA).

Ligado à ala progressista da Igreja, Coutinho entende que os fiéis da missa tridentina são conservadores em tudo, inclusive politicamente:

— Eles creem que o Concílio Vaticano II não deveria ter acontecido, pois teria aberto demais a Igreja. Querem uma fuga do mundo, encontrar formas tradicionais de se viver. É como se quisessem que o passado voltasse.

Responsável por rezar a missa tridentina aos domingo na igreja do Centro do Rio, o padre Bruce Judice discorda. Segundo ele, dois dos princípios pregados em sua celebração são o respeito às diferenças e a orientação para que os fiéis não se fechem em círculos católicos isolados.

— Sempre dizemos que este não é o único modo de rezar. Não somos contra o Concílio Vaticano II — esclarece o padre, de 35 anos. — O que há, sim, é uma sede de espiritualidade entre os jovens. Há quem procure ioga, meditação, natureza... E há quem busque a missa tridentina.

Foi esta última a escolha do adolescente Eduardo Salomão, de 15 anos. Ele aprendeu latim sozinho e quer ser padre. Aos domingos, vai a uma missa tridentina e a outra contemporânea:

— Claramente prefiro a tridentina. Já cheguei a ser tachado de maluco. O rito contemporâneo não é para mim. No antigo, a meditação, o silêncio e a beleza encantam.

Bárbara Soares descobriu o rito pela internet. Foi no quase extinto Orkut que a estudante de Letras conheceu outros jovens adeptos da tradição. Ela ficou tão encantada com as primeiras celebrações que não parou mais de frequentar as missas. Numa delas, conheceu seu marido. Hoje, já casada aos 20 anos, Bárbara vai à igreja com o véu sobre os cabelos e defende a vestimenta:

— Ele mostra a dignidade da mulher, exalta seu caráter sagrado.

Ela segue a linha de centenas de integrantes oficiais do Juventutem no Brasil. Fundado em 2004, na Suíça, o movimento teve um primeiro encontro internacional em 2005, na Alemanha, e, desde então, tem crescido e sido cada vez mais representado nas Jornadas Mundiais da Juventude. Ano passado, milhares deles vieram ao Rio de Janeiro. E, pela internet, muitos se já se articulam para a próxima edição do evento católico, em 2016, na Polônia. Em fóruns internacionais do movimento pela internet são comuns discussões relacionadas à liturgia católica e também a assuntos ligados a direitos civis, com muitos dos seus membros condenando uniões entre pessoas do mesmo sexo e o direito ao aborto, por exemplo.

ORTODOXOS MANTÊM USO DE GREGO E ÁRABE

Engana-se quem pensa que o ritual tridentino é o único dentro do catolicismo que busca a retomada de tradições ancestrais. A poucas quadras da antiga Sé carioca, na paróquia greco-melquita de São Basílio e de Nossa Senhora do Perpétuo Socorro, em plena Saara, histórico lar dos primeiros imigrantes sírios e libaneses católicos ortodoxos, os idiomas usados em ritos conservadores são o grego e o árabe. A igreja melquista, espremida entre prédios na rua República do Líbano, é o primeiro templo católico oriental do Brasil, fundado em 1941. Apesar de ainda ter forte conexão com a comunidade sírio-libanesa, a missa tem um público crescente de jovens e de pessoas curiosas.

Lá se celebra a missa bizantina, tradição que começou ainda no século V numa região onde onde se estendem parte dos territórios da Turquia, de Israel e da Palestina. Assim como no rito latino, o sacerdote reza de costas para o público. A música, a liturgia e as vestimentas remetem à cultura medieval dos católicos orientais.

— O rito chama a atenção dos jovens, eles se sentem bem pela beleza das orações. Hoje em dia os fieis estão a procurar as tradições em resposta aos tempos tão conturbados em que vivemos. Devemos voltar sempre às origens — diz o monsenhor George Khoury, da paróquia de São Basílio.

Fonte - O Globo

Nota DDP: Não é de se admirar, nesse ponto da história, o retorno de práticas da Idade Média.
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