"O Papa Francisco é agora a consciência moral do mundo, bem como o líder de uma nova revolução de pessoas. Francisco é...
Posted by Diário da Profecia on Quarta, 12 de agosto de 2015
quarta-feira, 12 de agosto de 2015
O papa é a consciência moral do mundo
terça-feira, 11 de agosto de 2015
Mundo precisa investir na nova agenda de desenvolvimento sustentável, defende Amina Mohammed
É essencial que os países façam os investimentos necessários para a realização da nova agenda de desenvolvimento sustentável. A opinião é de Amina Mohammed, conselheira especial do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, sobre o planejamento da agenda de desenvolvimento pós-2015.Para Amina, pela "primeira vez", não se está "colocando um paliativo no problema", mas sim olhando para suas "raízes".
Segundo a especialista, a não ser que sejam feitos os investimentos a fim de olhar para essas causas, continuará a haver escalada de conflitos, danos ao meio ambiente e mais pessoas serão excluídas.
Em entrevista ao serviço de notícias da ONU, Amina destacou que os recursos necessários para o investimento nesta nova agenda já existem e que seria só uma questão de desbloqueá-los.
17 Objetivos
No dia 2 de agosto, os 193 Estados-membros da ONU concordaram em uma agenda ambiciosa que contém 17 novos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável.
Seu objetivo é acabar com a pobreza, promover a prosperidade e o bem-estar das pessoas e, ao mesmo tempo, proteger o meio ambiente até 2030. O acordo conclui um processo de negociação que durou mais de dois anos e teve participação inédita da sociedade civil.
Os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável serão formalmente adotados por líderes mundiais em uma cúpula especial em Nova York entre 25 e 27 de setembro. Eles sucedem os oito Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODMs), que se encerram no fim de 2015.
Estilo de vida
Os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável e as 169 metas contidas na nova agenda buscam enfrentam barreiras sistêmicas fundamentais ao desenvolvimento sustentável como desigualdade, padrões de consumo e produção insustentáveis, infraestrutura inadequada e falta de empregos decentes.
Para Amina Mohammed, a questão é sobre "comportamento, meios de subsistência e estilos de vida". Segundo a especialista, é ainda sobre como as pessoas consomem e produzem porque "claramente não se pode continuar a testar o planeta" da maneira que é feito.
A conselheira especial do secretário-geral sobre o planejamento da agenda de desenvolvimento pós-2015 afirmou ainda "haver uma coisa sobre este planeta maravilhoso", que chamou de "casa": ele pode existir sem as pessoas, mas as pessoas não podem existir sem ele.
Fonte - EcoD
Nota DDP: É de se notar que a linguagem é a mesma utilizada pelo Vaticano.
domingo, 9 de agosto de 2015
Tufão Soudelor faz doze mortos na China
O tufão Soudelor fez doze mortos no leste da China, enquanto cinco pessoas estão desaparecidas, em lugares atingidos pelas chuvas mais intensas do último século, de acordo com informações da imprensa oficial.Seis pessoas já haviam morrido durante a passagem do tufão pelo Taiwan no último sábado (8).
O mau tempo causou deslizamentos de terra em áreas rurais da província de Zhejiang, no leste, segundo a agência oficial de notícias Xinhua.
De acordo com autoridades locais, citadas pela agência, as vítimas poderiam ter sido levadas pelas inundações ou soterradas pelos escombros das casas.
O tufão, que começou a varrer a China na noite de sábado, afeta cerca de 1,3 milhão de pessoas, de acordo com a agência, e já provocou estragos no valor de 3,8 bilhões de yuans (617 milhões de dólares).
Mais de dois milhões de casas ficaram sem energia, acrescentou a Xinhua. Neste domingo, a eletricidade já havia sido restaurada em parte delas.
As maiores precipitações dos últimos 100 anos atingiram principalmente o condado de Wencheng, que registrou 645 milímetros de chuva em 24 horas.
O tufão, que foi descrito como o mais poderoso do ano em sua passagem por Taiwan, tem enfraquecido desde então.
De acordo com o Centro Meteorológico Nacional, Soudelor deve ser rebaixado à noite para a categoria de tempestade tropical à medida que progride no continente.
Pelo menos 250.000 pessoas foram evacuadas nas províncias de Fujian e Zhejiang, em antecipação da chegada do tufão.
Em Taiwan, as chuvas causaram deslizamentos de terra. Árvores foram arrancadas, bem como fios elétricos, mergulhando quatro milhões de casas na escuridão.
Cerca de 500.000 continuavam sem energia neste domingo, de acordo com a companhia nacional Taiwan Power Co.
O número oficial de mortos em Taiwan subiu para seis com a descoberta do corpo de uma menina de oito anos de idade desaparecida na quinta-feira após ser arrastada pelas ondas que se formaram com a aproximação do tufão.
Sua mãe e sua irmã gêmea, igualmente arrastadas pelo mar, também morreram. Cerca de 379 pessoas ficaram feridas.
Taiwan retirou o alerta de tufão neste domingo, mas as autoridades alertaram que fortes chuvas ainda devem cair no sul da ilha.
Fonte - Yahoo
sábado, 8 de agosto de 2015
A Besta do mar - Parte 3
1) Dividir para conquistar: por trás dos bastidores Roma sempre procurou eliminar
pessoas ou grupos que representassem oposição política ou religiosa aos seus
interesses de supremacia. Na prática uma das formas de se alcançar esse
propósito é provocar discórdia e conflito entre um grupo e outro dentro de uma
nação, ou entre uma nação e outra, para que os dois lados se enfraqueçam ou até
se destruam e Roma possa dominar. Uma década antes da
1ª Guerra Mundial, o pensador e escritor francês Guyot já alertava: "Se a
guerra começar, ouçam vocês, homens que pensam que a Igreja Romana é o símbolo
da ordem e da paz: Não procurem a culpa fora do Vaticano, pois ele será o
provocador oculto, à semelhança da guerra de 1870". (Yves Guyot, Le Bilan
Social et Politique de l’Église, p.139, 1901. Citado em A História Secreta dos Jesuítas,
p. 172).
2) Agentes infiltrados:
há várias ordens religiosas ou militares a serviço do Vaticano cujos
integrantes fazem muito mais do que a aparente profissão que exercem, ou o
trabalho social a que se propõem. Trabalham como agentes duplos, onde a lealdade
ao Vaticano vale mais do que sua própria cidadania natural. Infiltram-se nos
centros de poder da nação: mídia, política, economia, educação, sindicatos,
justiça, inteligência etc. Só pra citar algumas dessas ordens: jesuítas,
cavaleiros de Colombo, cavaleiros de Malta, Opus Dei. Essa estratégia tem funcionado
inclusive nos EUA: “Com um vice-presidente católico, seis juízes católicos na
Suprema Corte, um presidente da Câmara de Deputados católico, e um grande
número de católicos no Congresso, a idade de ouro do catolicismo na
política americana chegou”. (Time)
Como exemplo das duas estratégias
já mencionadas, pode-se observar a história (não contada) do Titanic. Para
destruir a América livre era necessário o surgimento de um Banco Central
privado, que tirasse o poder de emitir dinheiro das mãos do governo americano que
nos seus primórdios, de fato, era “do povo, pelo povo, para o povo”. Duas vezes
os grandes banqueiros já haviam conseguido essa façanha nos EUA (1791-1811 e
1816-1836). No entanto, políticos corajosos e de visão, amparados pela opinião
pública, reverteram o processo nas duas ocasiões retirando o poder de emitir
dinheiro das mãos do cartel de bancos privado. Foi então, que, banqueiros e
jesuítas (a serviço do Vaticano) estabeleceram um plano que visava o benefício
de ambas as partes.
“Havia certo número de homens ricos
e poderosos que declararam de forma resoluta que não favoreciam o Sistema de
Reserva Federal [Banco Central]... e se oporiam às várias guerras que estavam
sendo planejadas... Por isso, seus poderes e fortunas deveriam ser arrebatados
de suas mãos. Tinham que ser destruídos por meios tão absurdos que ninguém
suspeitasse que houvessem sido assassinados... O Titanic foi o veículo de sua
destruição... Três dos mais ricos e poderosos destes foram Benjamin Guggenheim,
Isador Strauss e John Jacob Astor, possivelmente o homem mais rico do mundo.
Para proteger os jesuítas de qualquer suspeita, muitos irlandeses, franceses e
católicos romanos da Itália imigraram para o Novo Mundo a bordo do barco... A
construção do Titanic iniciou-se em 1909, em um estaleiro na capital do norte
da Irlanda. Era um dos barcos da White
Star Line, uma companhia de transporte marítimo internacional, de
propriedade da família de banqueiros Morgan... Edward Smith, jesuíta laico, foi
o capitão do navio. Havia navegado pelas águas do Atlântico Norte por vinte e
seis anos... Nem todos os jesuítas são necessariamente sacerdotes. Aqueles que
não são sacerdotes servem a Ordem através de sua profissão... Quando o Titanic
partiu do sul da Inglaterra em 10 de abril de 1912, o maioral jesuíta Frances
Browne embarcou nele. Esse homem era o jesuíta mais poderoso da Irlanda e
respondia diretamente ao general jesuíta em Roma... Existem muitos pontos
interessantes dessa história que foram apresentados no vídeo-documentário Os Segredos do Titanic, produzido pela National Geographic em 1986. O vídeo
fala de um sacerdote em férias, Frances Browne, que tirou fotos ao vivo dos
companheiros a bordo, a maioria deles de viagem para a eternidade [sic]. No dia
seguinte [11 abril], o Titanic fez sua última parada na costa da Irlanda, onde
vários imigrantes irlandeses embarcaram buscando estabelecer um novo lar na
América. E ali desembarcou o sortudo [sic] sacerdote Browne”. (Bill Hughes, The
Secret Terrorists, cap. 5).
“Aqui está a duplicidade dos
jesuítas no seu melhor. O maioral embarcou no Titanic, fotografou as vítimas, seguramente
lembrou ao capitão de seu juramento como jesuíta, e na manhã seguinte se
despediu”. (Eric J. Phelps, Vatican
Assassins, p. 427).
O restante da história você já
conhece...
1912 – Naufrágio do Titanic.
1913 – Estabelecimento do Banco
Central privado nos EUA (FED).
1914 – Início da 1ª Guerra Mundial.
3) Nebulosidade semântica na forma de expor seus conceitos: o uso de palavras comuns ao mesmo tempo atribuindo-lhes diferentes significados. Por exemplo, a questão do Estado não confessional, onde a Igreja e o Estado deveriam estar separados. O Vaticano tolera esse conceito nos países do Ocidente, porém, usa de uma nebulosidade semântica para implantar um tipo de semi-confessionalidade, onde o Estado não é abertamente confessional, mas privilegia a religião majoritária. É um tipo de confessionalidade formal e substancial: “Pela primeira seria dever do Estado professar publicamente a 'verdadeira religião' (ou seja, a católica), mediante declarações de catolicismo oficial contidas em textos constitucionais ou concordatários, símbolos religiosos públicos, preces e honras a pessoas e ícones católicos como parte do cerimonial do Estado. Pela segunda, as estruturas políticas públicas deverão estar penetradas pela inspiração do Magistério papal”. (Em Defesa das Liberdades Laicas, p. 49-58)
“Faz parte de sua política assumir
o caráter que melhor cumpra o seu propósito; mas sob a aparência variável do
camaleão, oculta o invariável veneno da serpente”. EGW, O Grande Conflito, p. 571.
Por tudo isso, Roma papal está quase atingindo seu
objetivo final: a restauração da supremacia religiosa e temporal sobre o mundo.
Quão diferente a realidade atual daquela nos primórdios do cristianismo: “De Cristo, o verdadeiro fundamento,
transferiu-se a fé para o papa de Roma. Em vez de confiar no Filho de Deus para
o perdão dos pecados e para a salvação eterna, o povo olhava para o papa e para
os sacerdotes e prelados a quem delegava autoridade. Era ensinado ao povo ser o
papa seu mediador terrestre, e que ninguém poderia aproximar-se de Deus senão
por seu intermédio; que ele ficava para eles em lugar de Deus e deveria,
portanto, ser implicitamente obedecido”. (EGW, O Grande Conflito, p. 55).
Jesus, porém, ensinava o contrário: “A ninguém sobre a terra chameis vosso pai
[latim, papa]; porque só um é vosso
Pai, aquele que está nos céus”. (Mt 23:9).
A base da hierarquia da
Igreja Romana está na sua doutrina da sucessão apostólica, segunda a qual Pedro
foi o primeiro papa e sua autoridade eclesiástica foi sendo passada para cada
novo bispo de Roma até nossos dias. Porém, a prova da sucessão apostólica é
outra: “A descendência de Abraão demonstrava-se não por nome e linhagem, mas
pela semelhança de caráter. Assim a sucessão apostólica não se baseia na
transmissão de autoridade eclesiástica, mas nas relações espirituais. Uma vida
influenciada pelo espírito dos apóstolos, a crença e ensino da verdade por eles
ensinada, eis a verdadeira prova da sucessão apostólica”. (EGW, O Desejado
de Todas as Nações, p. 467).
Se o bispo de Roma
realmente é o sucessor de Pedro, por que não age como Pedro? Por exemplo, não
aceitando homenagens de adoração (At 10:25 e 26). Nem tendo a pretensão
de perdoar pecados (At 8:20-23).
Finalmente, João ainda viu
outro poder protagonista antes da Volta de Cristo - a Besta da terra...
A Besta do mar - Parte 2
O profeta João então continuou o registro profético: “mas essa ferida mortal foi curada” (Ap 13:3),
demonstrando que esse poder um dia reconquistaria a supremacia mundial
perdida em 1798, inclusive dominando a consciência das pessoas. Esse
processo de cura tem sido longo e ainda não se completou. Só estará
completo quando o sinal do seu poder (a guarda do domingo) for imposta
quase no mundo todo. Alguns eventos importantes podem ser destacados
nesse processo de cura:
1801 – Concordata entre Napoleão e Pio VII que concedeu benefícios à Igreja. 1814 – Restauração da Ordem dos Jesuítas por Pio VII.
• Em 1816, o ex-presidente dos EUA, Thomas Jefferson, recebeu de seu antecessor, o também ex-presidente John Adams a seguinte mensagem: “Não estou satisfeito com o renascimento dos jesuítas... Enxames deles se apresentarão sob os mais variados disfarces: pintores, escritores, editores, professores, etc. Se alguma vez uma associação de pessoas mereceu a condenação eterna nesta terra e no inferno, é, sem dúvida, a Companhia de Loyola, mas com o nosso sistema de liberdade religiosa, nada podemos fazer, além de lhes ceder refúgio”. Jefferson respondeu: “Tal qual você tenho objeções ao restabelecimento dos jesuítas”. (Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas, p.115.
1814/1815 – Devolução oficial dos Estados da Igreja. 1814/1815 – Congresso de Viena:
• Reorganização das fronteiras europeias alteradas pelas conquistas de Napoleão. • Restauração das monarquias do Antigo Regime. • Formação da Santa Aliança (Rússia, Prússia, Áustria e Pio VII) para impedir ou destruir governos populares.
1822 – Congresso de Verona:
• Ratificação do artigo 6º do Congresso de Viena: impedir ou destruir governos populares. • Tendo participado dos dois Congressos, o ministro do Exterior britânico, George Canning, avisou ao governo dos EUA sobre a decisão dos jesuítas: destruir as instituições livres da América a todo custo. (Bill Hughes, The Secret Terrorists and The Enemy Unmasked, p.15).
1870 – Os italianos anexaram Roma - capital dos Estados Pontifícios - ao Reino da Itália.
• “Os Estados Pontifícios ou Patrimônio de São Pedro eram formados por um aglomerado de territórios, basicamente no centro da península Itálica, que se mantiveram como um estado independente entre os anos de 756 e 1870, sob a direta autoridade civil dos papas, e cuja capital era Roma.” (Wikipédia – Estados Papais).
• A partir de 1861, “os italianos promoveram a unificação política da península, mas não conseguiram anexar Roma, dada a forte presença militar francesa em apoio ao papa. Em 1870, os alemães, liderados pelo Reino da Prússia, declararam guerra à França, durante o processo de unificação alemã. Napoleão III retirou as tropas francesas de Roma. Aproveitando este momento, os italianos anexaram Roma ao Reino da Itália [20/set/1870]. O papa Pio IX não aceitou a perda do Patrimônio de São Pedro e declarou-se prisioneiro do governo italiano, dando origem à Questão Romana.” (Wikipédia – Questão Romana).
1929 – O Tratado de Latrão assinado em 11 de fevereiro entre Benito Mussolini e o cardeal Pietro Gasparri, secretário de Estado da Santa Sé, formalizou a criação do “Estado do Vaticano, Estado soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do papa, e os privilégios de extraterritorialidade do palácio de Castelgandolfo e das três basílicas de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Por outro lado, a Santa Sé renunciou aos territórios que havia possuído desde a Idade Média e reconheceu Roma como capital da Itália. O acordo também garantiu ao Vaticano o recebimento de uma indenização financeira pelas perdas territoriais durante o movimento de unificação política da Itália”. (Wikipédia – Tratado de Latrão).
Voltando ao texto profético, João logo depois viu que “toda a terra se maravilhou, seguindo a besta” (Ap 13:3). A admiração do vidente de Patmos durante a visão pode ser confirmada nos tempos atuais, ao constatar a astúcia da diplomacia da Santa Sé, cuja Secretaria de Estado já estabeleceu “relações diplomáticas com 178 países”. (Wikipédia – Santa Sé). Nesse processo destaca-se a figura do papa João Paulo II que, aproveitando o pontificado longo (1978-2005), visitou 129 países, conseguindo se expressar em pelo menos doze idiomas diferentes. (Wikipédia – Papa João Paulo II).
(Continua aqui)
1801 – Concordata entre Napoleão e Pio VII que concedeu benefícios à Igreja. 1814 – Restauração da Ordem dos Jesuítas por Pio VII.
• Em 1816, o ex-presidente dos EUA, Thomas Jefferson, recebeu de seu antecessor, o também ex-presidente John Adams a seguinte mensagem: “Não estou satisfeito com o renascimento dos jesuítas... Enxames deles se apresentarão sob os mais variados disfarces: pintores, escritores, editores, professores, etc. Se alguma vez uma associação de pessoas mereceu a condenação eterna nesta terra e no inferno, é, sem dúvida, a Companhia de Loyola, mas com o nosso sistema de liberdade religiosa, nada podemos fazer, além de lhes ceder refúgio”. Jefferson respondeu: “Tal qual você tenho objeções ao restabelecimento dos jesuítas”. (Edmond Paris, A História Secreta dos Jesuítas, p.115.
1814/1815 – Devolução oficial dos Estados da Igreja. 1814/1815 – Congresso de Viena:
• Reorganização das fronteiras europeias alteradas pelas conquistas de Napoleão. • Restauração das monarquias do Antigo Regime. • Formação da Santa Aliança (Rússia, Prússia, Áustria e Pio VII) para impedir ou destruir governos populares.
1822 – Congresso de Verona:
• Ratificação do artigo 6º do Congresso de Viena: impedir ou destruir governos populares. • Tendo participado dos dois Congressos, o ministro do Exterior britânico, George Canning, avisou ao governo dos EUA sobre a decisão dos jesuítas: destruir as instituições livres da América a todo custo. (Bill Hughes, The Secret Terrorists and The Enemy Unmasked, p.15).
1870 – Os italianos anexaram Roma - capital dos Estados Pontifícios - ao Reino da Itália.
• “Os Estados Pontifícios ou Patrimônio de São Pedro eram formados por um aglomerado de territórios, basicamente no centro da península Itálica, que se mantiveram como um estado independente entre os anos de 756 e 1870, sob a direta autoridade civil dos papas, e cuja capital era Roma.” (Wikipédia – Estados Papais).
• A partir de 1861, “os italianos promoveram a unificação política da península, mas não conseguiram anexar Roma, dada a forte presença militar francesa em apoio ao papa. Em 1870, os alemães, liderados pelo Reino da Prússia, declararam guerra à França, durante o processo de unificação alemã. Napoleão III retirou as tropas francesas de Roma. Aproveitando este momento, os italianos anexaram Roma ao Reino da Itália [20/set/1870]. O papa Pio IX não aceitou a perda do Patrimônio de São Pedro e declarou-se prisioneiro do governo italiano, dando origem à Questão Romana.” (Wikipédia – Questão Romana).
1929 – O Tratado de Latrão assinado em 11 de fevereiro entre Benito Mussolini e o cardeal Pietro Gasparri, secretário de Estado da Santa Sé, formalizou a criação do “Estado do Vaticano, Estado soberano, neutro e inviolável, sob a autoridade do papa, e os privilégios de extraterritorialidade do palácio de Castelgandolfo e das três basílicas de São João de Latrão, Santa Maria Maior e São Paulo Extramuros. Por outro lado, a Santa Sé renunciou aos territórios que havia possuído desde a Idade Média e reconheceu Roma como capital da Itália. O acordo também garantiu ao Vaticano o recebimento de uma indenização financeira pelas perdas territoriais durante o movimento de unificação política da Itália”. (Wikipédia – Tratado de Latrão).
Voltando ao texto profético, João logo depois viu que “toda a terra se maravilhou, seguindo a besta” (Ap 13:3). A admiração do vidente de Patmos durante a visão pode ser confirmada nos tempos atuais, ao constatar a astúcia da diplomacia da Santa Sé, cuja Secretaria de Estado já estabeleceu “relações diplomáticas com 178 países”. (Wikipédia – Santa Sé). Nesse processo destaca-se a figura do papa João Paulo II que, aproveitando o pontificado longo (1978-2005), visitou 129 países, conseguindo se expressar em pelo menos doze idiomas diferentes. (Wikipédia – Papa João Paulo II).
A exaltação de Roma papal é tal que chega a ser
também uma contrafação do Reino de Deus. “Adoraram a besta, dizendo: Quem é
semelhante à besta?” (Ap 13:4). Uma
pretensa cópia da adoração a Deus: “Ó Senhor, quem é como tu entre os deuses?”
(Ex 15:11). Certamente a besta
deseja ocupar o lugar de Miguel – nome de guerra de Jesus, que significa “quem
é como Deus?”
Surge então a seguinte questão: como esse poder tem
conseguido reconquistar o mundo? Além de fazer do tempo seu grande aliado, que
outras estratégias tem usado a Igreja Romana pra se impor perante as nações?
“A sagacidade e astúcia da Igreja de Roma são
surpreendentes. Ela sabe ler o futuro. Aguarda o seu tempo, vendo que as
igrejas protestantes lhe estão prestando homenagem com o aceitar do falso
sábado, e se preparam para impô-lo pelos mesmos meios que ela própria empregou
em tempos passados”. EGW, O Grande
Conflito, p. 580.
A Besta do mar - Parte 1
A mensagem central do livro do apocalipse
encontra-se nos capítulos 12-14. No capítulo 13 João teve uma visão dos dois
poderes protagonistas do tempo do fim que seriam usados pelo “dragão, a antiga
serpente que se chama Diabo e Satanás” (12:9)
para dominar a consciência das pessoas levando-as a aceitar a religião de
mistérios da Babilônia, cujo centro é a adoração luciferiana.
O primeiro poder que emerge do mar é descrito como
“uma besta que tinha dez chifres e sete cabeças... era semelhante a leopardo,
com pés como de urso e boca como de leão.” (13:1 e 2). Besta ou fera selvagem é o símbolo profético que sempre
se refere a um poder que além de político também é religioso. Essa besta
incorpora elementos dos quatro animais da visão de Daniel 7 demonstrando
estarem as duas visões relacionadas. Portanto, a besta que surge do mar - lugar
densamente povoado já que águas é um símbolo para “povos, multidões, nações e
línguas” (Ap 17:15) – refere-se ao
mesmo poder político-religioso de Daniel 7, onde é representado pelo chifre pequeno do “animal terrível,
espantoso e sobremodo forte” (Dn 7:7 e 8).
Outra semelhança profética entre ambos que demonstra tratar-se do mesmo poder é
visto na seguinte comparação:
Chifre pequeno: “Uma boca que falava com insolência
[LXX, megála]”. (Dn 7:8)
Besta do mar: “Proferia arrogâncias [do grego, megála] e blasfêmias” (Ap 13:5).
Todas essas referências apontam para um único poder:
Roma papal.
“O papa é de tão grande dignidade e excelência, que
não é meramente homem, mas como se fosse Deus, e é o vigário de Deus. Só o papa
é chamado santíssimo... monarca divino, supremo imperador, e rei de reis...”. (Ferraris’ Ecclesiastical Dictionary).
“Nós ocupamos na Terra o
lugar de Deus Todo-Poderoso”. (Leão XIII,
1878-1903).
“E deu-lhe o dragão o seu poder, o seu trono e
grande autoridade” (13:2). Uma clara
contrafação do reino de Deus, onde a adoração é dirigida exclusivamente ao
Cordeiro que foi morto: “Àquele que está sentado no trono a ao Cordeiro, seja o
louvor, e a honra, e a glória, e o domínio pelos séculos dos séculos”. (Ap 5:12 e 13). Por sinal, esse é o tema
central do apocalipse. Só nos capítulos 13 e 14, o verbo “adorar” ou o
substantivo “adoração” são mencionados oito vezes (13:4,8,12 e 15; 14;7 e 9). Quando Deus quer destacar algo em sua
Palavra, Ele faz uso do recurso da repetição. No grande conflito entre o bem e
o mal, a adoração é o ponto central. É por isso que a profecia antecipou que
esse poder político-religioso receberia adoração daqueles “cujos nomes não
foram escritos no Livro da Vida do Cordeiro” (13:8).
A adoração é uma ação humana que envolve quatro
dimensões:
Reverenciar Amar
Imitar Obedecer
Roma papal teria “autoridade para agir quarenta e
dois meses”. (13:5). Quarenta e dois
meses de trinta dias cada um dá o total de 1.260 dias proféticos. Cada dia
profético representa um ano literal (Ez
4:7; Nm 14:34). Logo, os
“quarenta e dois meses” representam 1.260 anos de supremacia papal e foram
anunciados de diferentes formas na profecia bíblica:
Esse período de supremacia papal começou em 538 d.C.
quando o imperador romano oriental (sede em Constantinopla) Justiniano decretou
que o bispo de Roma seria o primaz de toda a cristandade, e seu general
Belisário derrotou o último dos três reinos arianos – os Ostrogodos (Dn 7:24) – que fazia oposição a Roma.
Durante esse período de supremacia, “foi-lhe dado
também, que pelejasse contra os santos e os vencesse” (Ap 13:7). É amplamente de conhecimento público a história das
Inquisições na Idade Média, onde a Igreja Romana perseguia, torturava e matava todos
aqueles que insistissem em seguir as Escrituras Sagradas guiados pelo Espírito
Santo e não pela Tradição Romana. “A
doutrina de que Deus confiara à Igreja o direito de reger a consciência e de
definir e punir a heresia, é um dos erros papais mais profundamente
arraigados”. EGW, O Grande Conflito, p. 293. Foram alvo da fúria de
Roma, entre outros, os valdenses, os albigenses e os huguenotes. Alguns
instrumentos de tortura usados nessa época podem ser observados nas imagens:
Por outro lado, o texto profético apontava o fim da
supremacia papal: “Vi uma de suas cabeças como golpeada de morte” (Ap 13:3). Isso ocorreu após a Revolução
Francesa: “Em 1796, tropas da República Francesa sob o comando de Napoleão
Bonaparte invadiram a Itália, derrotaram o exército papal e ocuparam [as
comunas de] Ancona e Loreto... Em 28 de dezembro de 1797, em um motim realizado
pelas forças papais contra alguns revolucionários italianos e franceses, o
popular brigadeiro-general Mathurin Léonard Duphot, que havia ido a Roma com José
Bonaparte como parte da embaixada francesa, foi morto, surgindo assim um
novo pretexto para invasão. Então, o General Louis Alexandre Berthier marchou
para Roma sem oposição em 10 de fevereiro de 1798 e
proclamou a República Romana, exigindo do papa a renúncia de seus poderes
temporais”. (Wikipédia - Papa
Pio VI).
Há um fato histórico que contribuiu para que Roma
fosse conquistada sem maiores dificuldades pelas tropas de Napoleão. Desde
meados do séc. XVIII, os governos de vários países começaram a pressionar a
Igreja Romana por causa da intromissão dos jesuítas em assuntos de política interna
de cada Estado. “A pressão continuou até ao ponto dos países ameaçarem romper
com a Igreja. Clemente XIV finalmente rendeu-se em nome da paz da Igreja, e para
evitar a ruptura na Europa, dissolveu a Ordem dos Jesuítas [a tropa de choque
da Igreja Romana] em 21 de julho de 1773, através da bula Dominus ac Redemptor”. (Wikipédia - Dominus
ac Redemptor).
538 d.C. ----------------------------------------------- 1798 d.C.
1.260 anos de supremacia papal
sexta-feira, 7 de agosto de 2015
Influência papal
Sério, gente, é o papa mais carisma de todos os tempos!Francisco, você tá, oh, no <3 dos brasileiros! #yahoobr
Posted by Yahoo Noticias on Sexta, 7 de agosto de 2015
O pior está por vir: Bolsa chinesa se aproxima do crash de 1929
Um disparo nas operações de compra com margem ajudou a inflar a Bolsa chinesa nos últimos meses. Alimentada pela demanda dos investidores de varejo, o índice Xangai Composite saltou mais de 150% desde meados do ano passado até o início de junho de 2015. No mesmo período, o índice Shenzen subiu mais de 200%. Essa exuberância chegou a um fim violento, com índices abaixo, quase um terço do pico de 12 de junho, com mais de U$ 10 trilhões em capitalização de mercado.
Junto a esse salto das bolsas e posterior correção, as operações de compra com margem bateram 9,6% da capitalização do mercado acionário chinês de junho - nível alarmante, tanto na história chinesa como no mundo, e como pode ser visto no gráfico abaixo, colocou a China em um território inquietante. Segundo dados divulgados pelo diretor da Guggenheim, Scott Minerd, nesse patamar a China só perde para o nível atingido pelo mercado americano no crash de 1929, quando a margem alcançou 12% da capitalização das ações.
Para ele, se os responsáveis pela política chinesa não alterarem em breve o curso do mercado, a correção da Bolsa chinesa poderia se transformar em um mergulho do mercado semelhante ao que aconteceu em 1929 nos Estados Unidos. Para efeito de comparação, atualmente, a margem das operações nos EUA é menor do que 3%.
Minerd acredita que o melhor cenário para China pode ser o que ocorreu nos EUA em 1987, quando a forte queda do mercado estabeleceu as bases para o próximo grande rali.
"Se o atual momento da China vai se tornar uma versão da quinta-feira negra do crash de 1929 nos EUA ou um cenário mais saudável da segunda-feira negra de 1987, isso vai depender muito da estratégia que os responsáveis pelo mercado por lá adotarão nos próximos meses. Para a China, eu espero que seja o último mas, neste momento, os investidores devem ter em conta que a segunda maior economia do mundo poderia muito provavelmente encontrar-se no epicentro da maior correção do mercado de ações deste século", escreveu Minerd em artigo publicado no site da Guggenheim.
Fonte: InfoMoney
Junto a esse salto das bolsas e posterior correção, as operações de compra com margem bateram 9,6% da capitalização do mercado acionário chinês de junho - nível alarmante, tanto na história chinesa como no mundo, e como pode ser visto no gráfico abaixo, colocou a China em um território inquietante. Segundo dados divulgados pelo diretor da Guggenheim, Scott Minerd, nesse patamar a China só perde para o nível atingido pelo mercado americano no crash de 1929, quando a margem alcançou 12% da capitalização das ações.
Para ele, se os responsáveis pela política chinesa não alterarem em breve o curso do mercado, a correção da Bolsa chinesa poderia se transformar em um mergulho do mercado semelhante ao que aconteceu em 1929 nos Estados Unidos. Para efeito de comparação, atualmente, a margem das operações nos EUA é menor do que 3%.
Minerd acredita que o melhor cenário para China pode ser o que ocorreu nos EUA em 1987, quando a forte queda do mercado estabeleceu as bases para o próximo grande rali.
"Se o atual momento da China vai se tornar uma versão da quinta-feira negra do crash de 1929 nos EUA ou um cenário mais saudável da segunda-feira negra de 1987, isso vai depender muito da estratégia que os responsáveis pelo mercado por lá adotarão nos próximos meses. Para a China, eu espero que seja o último mas, neste momento, os investidores devem ter em conta que a segunda maior economia do mundo poderia muito provavelmente encontrar-se no epicentro da maior correção do mercado de ações deste século", escreveu Minerd em artigo publicado no site da Guggenheim.
Fonte: InfoMoney
Maioria do eleitorado latino nos EUA aprova Papa Francisco
Washington (RV) – Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revela que 71% dos votantes latinos têm uma visão favorável do Papa Francisco. A sondagem, divulgada na quinta-feira (6/8), foi realizada a pedido dos principais sindicatos do país.“A mensagem de solidariedade, comunidade, inclusão e equidade do Papa tem um amplo alcance e aceitação entre o eleitorado latino”, afirma uma análise dos dados feita pelos sindicatos AFL-CIO y SEIU e pela organização Faith in Public Life. “Os votantes latinos estão especialmente interessados em mensagens relacionadas com direitos dos trabalhadores, temas econômicos orientados às famílias e a reforma migratória”, acrescentaram.
A pesquisa foi realizada por telefone em inglês e espanhol, num universo de 750 prováveis votantes, entre 27 e 30 de junho, pouco mais de dois meses antes da viagem do Pontífice ao país.
De fato, Bergoglio visitará os Estados Unidos pela primeira vez no mês de setembro, passando por Washington, Nova York e Filadélfia. Na capital estadunidense, Francisco se reunirá com o Presidente Barack Obama na Casa Branca e presidirá a missa de canonização do franciscano Junípero Serra, evangelizador e fundador de várias missões na Califórnia no século XVIII.
Em Nova York, celebrará as vésperas com o clero na Catedral de São Patrício, pronunciará um discurso na Sede das Nações Unidas e presidirá uma Missa no Madison Square Garden.
Por fim, na Filadélfia, participará do encerramento do VIII Encontro Mundial das Famílias.
Fonte - Radio Vaticano
Maioria do eleitorado latino nos EUA aprova Papa Francisco
Washington (RV) – Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revela que 71% dos votantes latinos têm uma visão favorável do Papa Francisco. A sondagem, divulgada na quinta-feira (6/8), foi realizada a pedido dos principais sindicatos do país.“A mensagem de solidariedade, comunidade, inclusão e equidade do Papa tem um amplo alcance e aceitação entre o eleitorado latino”, afirma uma análise dos dados feita pelos sindicatos AFL-CIO y SEIU e pela organização Faith in Public Life. “Os votantes latinos estão especialmente interessados em mensagens relacionadas com direitos dos trabalhadores, temas econômicos orientados às famílias e a reforma migratória”, acrescentaram.
A pesquisa foi realizada por telefone em inglês e espanhol, num universo de 750 prováveis votantes, entre 27 e 30 de junho, pouco mais de dois meses antes da viagem do Pontífice ao país.
De fato, Bergoglio visitará os Estados Unidos pela primeira vez no mês de setembro, passando por Washington, Nova York e Filadélfia. Na capital estadunidense, Francisco se reunirá com o Presidente Barack Obama na Casa Branca e presidirá a missa de canonização do franciscano Junípero Serra, evangelizador e fundador de várias missões na Califórnia no século XVIII.
Em Nova York, celebrará as vésperas com o clero na Catedral de São Patrício, pronunciará um discurso na Sede das Nações Unidas e presidirá uma Missa no Madison Square Garden.
Por fim, na Filadélfia, participará do encerramento do VIII Encontro Mundial das Famílias.
Fonte - Radio Vaticano
quinta-feira, 6 de agosto de 2015
Gigantes de gelo derretem em ritmo recorde
São Paulo - Não é apenas o Ártico que está em apuros. Ao redor do mundo, os gigantes glaciares perdem gelo em um ritmo sem precedentes e que está acelerando. A constatação é de um estudo publicado no periódico científico Journal of Glaciology. O Serviço de Monitoramento Mundial de Glaciares, coordenado pela Universidade de Zurique, compilou dados mundiais sobre as mudanças na cobertura das geleiras ao longo de mais de 120 anos.
Na pesquisa, as observações da primeira década do século 21 (2001-2010) foram comparadas com todos os dados anteriores, disponíveis a partir de observações de campo e registros transmitidos por satélites.
"As geleiras observadas atualmente perdem entre meio metro e um metro de sua espessura de gelo a cada ano - isto é duas a três vezes mais do que a média correspondente do século 20", explica Michael Zemp, diretor do Serviço de Monitoramento Mundial de Glaciares e líder do estudo.
Os pesquisadores têm testemunhado o recuo crescente das geleiras na Groenlândia, Antártica Ocidental, montanhas costeiras do Canadá e Alasca, assim como na Europa e no Himalaia.
"Medidas exatas desta perda de gelo são relatadas a partir de apenas algumas centenas de geleiras. No entanto, estes resultados se confirmam por observações de campo e por satélite para dezenas de milhares de geleiras em todo o mundo", pondera Zemp.
E o futuro não parece promissor. "As geleiras em muitas regiões, muito provavelmente sofrerão mais perdas de gelo", disse Zemp. "Mesmo que o clima permaneça estável", conclui o estudo.
Fonte - Exame
Terceira Guerra Mundial está prestes a eclodir
Dois meses atrás, quando o megainvestidor Geroge Soros falou sobre a possibilidade de uma terceira guerra mundial, muita gente acreditou que era uma figura de retórica. Porém, o atual chefe do Conselho de Discernimento do Interesse do Estado, aiatolá Akbar Hashemi Rafsanjani advertiu nesta quarta (6) sobre o iminente início de uma terceira guerra mundial.
Para ele, o motivo será o aumento do terrorismo. O líder iraniano responsabilizou os EUA e a OTAN por incentivar este tipo de violência no Oriente Médio e no Norte da África.
“A ameaça da eclosão da Terceira Guerra Mundial por causa de terroristas é grave”, advertiu Rafsanjani, que foi presidente do Irã entre 1989 e 1997, durante uma reunião realizada com o Ministro das Relações Exteriores da Itália, Paolo Gentiloni, informa o site Russia Today.
Rafsanjani apontou que os responsáveis por isso são os Estados Unidos. “Os EUA e a OTAN invadiram o Afeganistão para erradicar o terrorismo e o tráfico de drogas, mas nós vimos que o terrorismo expandiu sob a forma do Estado islâmico, Boko Haram e a Frente Al-Nusra em partes remotas do mundo, bem como pela al Qaeda e os talibãs no Paquistão e no Afeganistão”.
Além disso, o ex-presidente iraniano pediu aos países ocidentais para parar de apoiar o terrorismo e tomar, em vez disso, medidas para combatê-lo. Convenientemente, o aiatolá esqueceu de mencionar que Moscou e Teerã assinaram um contrato de cerca de US$ 800 milhões para o fornecimento de 40 sistemas S-300. O equipamento será entregue agora, juntamente com outros armamentos, uma das primeiras grandes compras que o Irã fez após os fins das sanções econômicas e de ter assinado seu acordo nuclear.
O mesmo Irã que no Ocidente anuncia que luta pela paz no Oriente Médio e o fim “da guerra e o derramamento de sangue de pessoas inocentes”, trava contra a Arábia Saudita uma guerra civil no Iêmen, numa situação muito parecida com a Síria.
Embora pouco divulgado no Brasil, tem recebido cobertura do site Russia Today, pois o governo russo apoia os iranianos que estão por trás do movimento golpista dos houthis, um grupo islâmico xiita. O presidente iemenita, Abed Rabbo Mansour Hadi, fugiu do Iêmen e pediu exílio na Arábia Saudita.
Do outro lado, estão soldados de uma coalizão, que conta com a presença de Emirados Árabes, Catar, Bahrein e Egito. Esses, por sua vez, são apoiados pelos Estados Unidos.
Curiosamente, Rússia e Irã também estão do mesmo lado quando se trata de atacar Israel. Enquanto Moscou apoia o Hamas, Teerã continua financiando o Hezbolah.
Fonte - Gospel Prime
quarta-feira, 5 de agosto de 2015
América Latina pode sofrer inundação completa até 2050
Nos próximos 35 anos, o territórios da América Latina poderão acabar inundados por conta do aumento abrupto do nível do mar. A conclusão veio de uma equipe russa de cientistas. Vice-diretor do Instituto de Pesquisa Científica do Ártico e da Antártida, Alexánder Danilov, afirmou que o problema será causado pela mudança drástica da temperatura do planeta.
“Os cálculos sugerem que a temperatura se estabilizará rapidamente, mas que o nível do oceano mundial continuará crescendo por vários séculos”, disse o cientista.
Segundo ele, os principais territórios afetados serão a América Latina, Europa, Canadá e Estados Unidos. Ao todo, cerca de 150 milhões de pessoas precisarão ser deslocadas.
De acordo com o estudo, até 2050 o nível dos oceanos pode subir cinco metros. Apesar de não parecer muito, o aumento pode trazer consequências de proporções gigantescas.
“Esses cinco metros de crescimento do oceano são um sinal muito sério. Na realidade, os grandes territórios baixos, onde vive a maior parte da população do planeta, estarão em zonas de inundação”, explicou Natalia Riazánova, responsável pelo Laboratório de Geoecologia do Instituto Estadual de Relações Internacionais de Moscou.
O ano de 2014 foi o mais quente da história em pelo menos 20 países. Além disso, as concentrações de gases do efeito estufa nunca foram tão altas desde que a medição começou a ser feita.
Fonte - Yahoo
terça-feira, 4 de agosto de 2015
O pior está por vir: Bolsa chinesa pode estar se aproximando de seu 1929
#CriseEconomica
Posted by Diário da Profecia on Terça, 4 de agosto de 2015
Plano ambiental 'resgata credibilidade' dos EUA
Somos a primeira geração a sentir os impactos das mudanças climáticas e a última capaz de fazer algo a respeito",...
Posted by Diário da Profecia on Terça, 4 de agosto de 2015
EUA: Obama apresenta plano de proteção do ambiente. Bispos apreciam.
"Combater as mudanças climáticas é uma obrigação moral": passagens da Laudato Si’ ecoavam no discurso feito na noite passada pelo presidente Barack Obama ao lançar um plano ambicioso de proteção do meio ambiente.
Ambicioso porque estabelece para 2030 um corte de 32%, em relação a 2005, das emissões de dióxido de carbono das usinas de energia, fonte de um terço da poluição por monóxido nos Estados Unidos. Só assim, de acordo com o chefe da Casa Branca, podem-se reduzir em 90% as mortes prematuras associadas à poluição. "Serão 90.000 ataques de asma a menos entre crianças a cada ano", disse ele.
"Quando o mundo enfrenta os desafios mais difíceis, são os EUA quem lideram mais uma vez o caminho a ser seguido. É assim com este plano, porque nada ameaça mais o nosso futuro e o das novas gerações do que a mudança climática". Obama acrescentou, citando a encíclica papal, que o compromisso contra a mudança climática é acima de tudo uma obrigação moral.
"Nosso plano irá poupar a cada americano 85 dólares por ano", disse Obama em resposta às críticas republicanas de que o programa "irresponsável" atingiria duramente a economia, aumentando os custos de energia e causando o desemprego de milhares de pessoas.
Já os democratas e, neste caso, também os bispos dos EUA, consideraram o plano "um passo importante para proteger a saúde das pessoas, especialmente das crianças, dos idosos, dos pobres e das comunidades vulneráveis, diante da poluição e dos efeitos nocivos da mudança climática".
A Rádio Vaticano recorda que, em junho, dom Wenski havia pedido em carta aberta ao Congresso dos EUA que não se dificultassem os novos padrões de emissões de dióxido de carbono, evocando a encíclica em que o papa exorta a "todos a cuidar da Criação e da nossa casa comum, pelo bem das gerações presentes e futuras".
Fonte - Zenit
Ambicioso porque estabelece para 2030 um corte de 32%, em relação a 2005, das emissões de dióxido de carbono das usinas de energia, fonte de um terço da poluição por monóxido nos Estados Unidos. Só assim, de acordo com o chefe da Casa Branca, podem-se reduzir em 90% as mortes prematuras associadas à poluição. "Serão 90.000 ataques de asma a menos entre crianças a cada ano", disse ele.
"Quando o mundo enfrenta os desafios mais difíceis, são os EUA quem lideram mais uma vez o caminho a ser seguido. É assim com este plano, porque nada ameaça mais o nosso futuro e o das novas gerações do que a mudança climática". Obama acrescentou, citando a encíclica papal, que o compromisso contra a mudança climática é acima de tudo uma obrigação moral.
"Nosso plano irá poupar a cada americano 85 dólares por ano", disse Obama em resposta às críticas republicanas de que o programa "irresponsável" atingiria duramente a economia, aumentando os custos de energia e causando o desemprego de milhares de pessoas.
Já os democratas e, neste caso, também os bispos dos EUA, consideraram o plano "um passo importante para proteger a saúde das pessoas, especialmente das crianças, dos idosos, dos pobres e das comunidades vulneráveis, diante da poluição e dos efeitos nocivos da mudança climática".
A Rádio Vaticano recorda que, em junho, dom Wenski havia pedido em carta aberta ao Congresso dos EUA que não se dificultassem os novos padrões de emissões de dióxido de carbono, evocando a encíclica em que o papa exorta a "todos a cuidar da Criação e da nossa casa comum, pelo bem das gerações presentes e futuras".
Fonte - Zenit
Assinar:
Postagens (Atom)






