Posted by Diário da Profecia on Quarta, 9 de setembro de 2015
quarta-feira, 9 de setembro de 2015
Na ONU, Papa se reunirá com Putin e discursará em espanhol
O papa Francisco fará discursos em espanhol e se reunirá com o presidente russo, Vladimir Putin, durante sua visita à sede das Nações Unidas, em Nova York, no dia 25 de setembro. De acordo com representantes da Santa Sé na ONU, o argentino Jorge Mario Bergoglio terá, ao todo, quatro encontros oficiais.
Além de Putin, que exerce a presidência temporária do Conselho de Segurança, o líder da Igreja Católica se reunirá com o secretário-geral Ban Ki-moon, com o presidente da Assembleia Geral, Sam Kutesa, e com seu sucessor Mogens Lykketoft.
A visita de Francisco à sede da ONU será a quinta de um Papa ao local, depois de Paulo VI, em 1965, de João Paulo II, em 1979 e 1995, e de Bento XVI, em 2008. O compromisso em Nova York faz parte de uma viagem internacional do Pontífice pelos Estados Unidos e Cuba.
No ano passado, o Vaticano ajudou a intermediar os diálogos que levaram à retomada das relações bilaterais entre os países.A viagem internacional está marcada para os dias 19 a 27 de setembro.
Fonte - Jornal do Brasil
Nota DDP: As forças políticas de todo mundo vão se dobrando ao incontestável poderio político do líder romano.
Além de Putin, que exerce a presidência temporária do Conselho de Segurança, o líder da Igreja Católica se reunirá com o secretário-geral Ban Ki-moon, com o presidente da Assembleia Geral, Sam Kutesa, e com seu sucessor Mogens Lykketoft.
A visita de Francisco à sede da ONU será a quinta de um Papa ao local, depois de Paulo VI, em 1965, de João Paulo II, em 1979 e 1995, e de Bento XVI, em 2008. O compromisso em Nova York faz parte de uma viagem internacional do Pontífice pelos Estados Unidos e Cuba.
No ano passado, o Vaticano ajudou a intermediar os diálogos que levaram à retomada das relações bilaterais entre os países.A viagem internacional está marcada para os dias 19 a 27 de setembro.
Fonte - Jornal do Brasil
Nota DDP: As forças políticas de todo mundo vão se dobrando ao incontestável poderio político do líder romano.
Em rara deferência, Obama irá à base Andrews para saudar papa Francisco
Em uma pouco comum demonstração de deferência, Barack e Michelle Obama viajarão até a Base Aérea Andrews para saudar pessoalmente o papa Francisco em sua chegada aos Estados Unidos, em 22 de setembro."Não é necessariamente uma rotina o presidente saudar um líder estrangeiro em Andrews", disse o porta-voz da Casa Branca, Eric Schultz, ao anunciar a iniciativa.
Para Obama, que raramente vai até a Ala Oeste da Casa Branca para receber dignatários estrangeiros, a curta viagem de helicóptero até a zona rural de Maryland é profundamente simbólica, embora não seja inédita.
O casal Obama seguirá os passos de George W. Bush, que saudou o papa Bento XVI na base Andrews, em 2008.
O papa deve celebrar conversações na Casa Branca, como parte de um giro pelos Estados Unidos que também o levará a Nova York e Filadélfia.
O papa Francisco é muito popular nos Estados Unidos e espera-se que atraia multidões às três cidades que visitará.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Os dois poderes de Apocalipse 13 se demonstram cada vez mais próximos e a profecia cada vez mais próxima de seu pleno cumprimento.
terça-feira, 8 de setembro de 2015
Austrália convoca Europa a participar de ataques contra o EI
A ministra das Relações Exteriores australiana, Julie Bishop, pediu para que outros países da Europa se juntem na luta contra o Estado Islâmico no Iraque e na Síria. A ministra afirmou na segunda-feira (31) que os ataques terroristas estão levando centenas de milhares de pessoas a buscarem ajuda na Europa, o que pode ser prejudicial aos países.
“Mais de 40% das pessoas que atualmente buscam asilo na Europa são da Síria. Precisamos de uma frente unida para derrotar as organizações terroristas responsáveis pelo deslocamento de muitas pessoas”, disse ela aos jornalistas durante um encontro em Sydney.
A União Europeia (UE) já começa a se preocupar com o número crescente de refugiados, tanto é que uma reunião foi marcada para o dia 14 de setembro em Bruxelas onde os representantes dos países europeus discutirão sobre a crise migratória.
Os Estados Unidos e outros países formam a frente que tem tentado combater os terroristas, mas para a chanceler australiana muitos outros países poderiam participar. “Há muitos outros países que podem apoiar os ataques aéreos que estão se mostrando eficazes para deter”.
Ao jornal The Australian Bishop reafirmou sua opinião a este respeito: “Os europeus devem se envolver nos ataques aéreos da coalizão e nos esforços na Síria e no Iraque”. Entre os poucos países europeus que participam da força militar contra o EI temos a França e Reino Unido.
A Austrália participa com seis aviões de combate e duas aeronaves de apoio, a base dos ataques está nos Emirados Árabes Unidos.
Fonte - Gospel Prime
Papa intervém em encontro sobre mudanças climáticas
Cidade do Vaticano (RV) – Na próxima sexta-feira, 11 de setembro, Papa Francisco deve intervir sobre o tema da crise climática ao receber os participantes do encontro internacional “Justiça Ambiental e Mudanças Climáticas”. Em virtude da Conferência Internacional em Paris, em dezembro, a Igreja Católica se confronta com especialistas, mundo político e empresarial para fazer o ponto da situação e contribuir na construção de uma solução compartilhada. O presidente da Fundação para o Desenvolvimento Sustentável que está promovendo o evento, Edo Ronchi, afirmou que “a crise climática ainda pode ser vencida”. As mudanças climáticas influenciam os âmbitos da justiça, da saúde e da paz e, se a rota não for invertida, o êxito será dramático. As populações mais pobres, em relação à alimentação, direitos e sobrevivência, já estão pagando o seu preço. É o que afirma a ciência, é o que enfatiza o Papa na Encíclica Laudato si’ e também serve de base para o encontro em Roma. Serão dois dias de evento que terminará com a audiência no Vaticano.
Padre Augusto Chendi, subsecretário do Pontifício Conselho da Pastoral para os Agentes de Saúde, diz que a Encíclica do Papa será pontual no evento já que “uma das chaves de leitura é justamente essa prioridade que o Santo Padre coloca à dignidade da pessoa humana em relação à dimensão puramente funcional ou econômica. Sabemos que, somente agindo nessa inversão, a dignidade da pessoa humana, incluindo o bem fundamental da saúde, será protegida e eventualmente promovida”.
Edo Ronchi, em entrevista a Rádio Vaticano, lembrou que “a questão da igualdade na distribuição do esforço necessário para contrastar as mudanças climáticas será o centro das negociações em Paris. Ali deverão ser estabelecidos objetivos coerentes, legalmente vinculados e periodicamente verificados”. E acrescentou: “Não se tem mais tempo! As emissões continuam crescendo mesmo se em 2014 chegaram a se estabilizar. A China não pode esperar 2030 para reduzir as próprias emissões, é muito tarde. É preciso começar antes. Os Estados Unidos não aplicaram o Protocolo de Kyoto na redução dos 7%: naquele período, isto é, de 1990-2012, as emissões foram aumentadas em 10%”.
Algumas medidas-chaves também foram sugeridas por ele para serem adotadas para contrastar o aumento da temperatura em nível planetário: “a proibição de construção de novas centrais de carvão; a eliminação até 2020 dos investimentos em combustíveis fósseis e a introdução de uma taxa de carvão; o fortalecimento de políticas e medidas de reserva energética em todos os setores; o desenvolvimento das fontes renováveis; a intervenção sobre a mobilidade e os transportes, reduzindo o crescimento da demanda de mobilidade veicular privada”.
Alguns especialistas mundiais no assunto já confirmaram presença como o diretor da Earth Institute da Columbia University, Jeffrey Sachs, e o presidente do Instituto de Pesquisa Grantham, Nicholas Stern. O Convênio Internacional está sendo promovido pelos Pontifícios Conselho da Justiça e da Paz e para os Agentes de Saúde.
Fonte - Radio Vaticano
Bilhetes para discurso do papa na Filadélfia esgotam em dois minutos
Washington, 8 Set 2015 (AFP) - Os 10.000 bilhetes para o discurso do papa Francisco no final deste mês na Filadélfia, um dos últimos eventos de sua visita nos Estados Unidos, se esgotaram em dois minutos, anunciou nesta terça-feira a arquidiocese da cidade.
Os ingressos, sem custo algum, foram colocados à disposição do público às 12H00 locais (13H000 Brasília), e os interessados puderam adquirir, por ordem de chegada, um máximo de quatro bilhetes. Desapareceram em tempo relâmpago.
"As reservas para todos os 10.000 bilhetes foram feitas em dois minutos e o site registrou 394.000 visitas durante este tempo", informou a Arquidiocese da Filadélfia em um comunicado.
O papa pronunciará um discurso em 26 de setembro no encerramento do Encontro Mundial de Famílias Católicas, em frente ao Independence Hall, um edifício histórico desta cidade do leste dos Estados Unidos.
A multidão irá para escutar a mensagem do pontífice sobre o matrimônio e a família, antes da abertura em Roma do sínodo de bispos do mundo inteiro dedicado a estes temas.
Francisco assistirá em seguida o Festival da Família, um concerto na avenida Benjamin Franklin desta cidade no qual se apresentarão o cantor colombiano Juanes e o tenor italiano Andrea Bocelli.
No domingo rezará uma missa também na Filadélfia que encerrará uma apertada visita de cinco dias nos Estados Unidos. Os bilhetes gratuitos para ambos eventos serão oferecidos na quarta-feira.
O papa chegará em Washington em 22 de setembro, procedente de Cuba, e no dia seguinte participará de um encontro com o presidente Barack Obama na Casa Branca.
Em 24 de setembro pronunciará um discurso diante de uma sessão conjunta do Congresso e posteriormente irá para Nova York, onde tem previsto rezar uma missa no Madison Square Garden.
Fonte - UOL
Os ingressos, sem custo algum, foram colocados à disposição do público às 12H00 locais (13H000 Brasília), e os interessados puderam adquirir, por ordem de chegada, um máximo de quatro bilhetes. Desapareceram em tempo relâmpago.
"As reservas para todos os 10.000 bilhetes foram feitas em dois minutos e o site registrou 394.000 visitas durante este tempo", informou a Arquidiocese da Filadélfia em um comunicado.
O papa pronunciará um discurso em 26 de setembro no encerramento do Encontro Mundial de Famílias Católicas, em frente ao Independence Hall, um edifício histórico desta cidade do leste dos Estados Unidos.
A multidão irá para escutar a mensagem do pontífice sobre o matrimônio e a família, antes da abertura em Roma do sínodo de bispos do mundo inteiro dedicado a estes temas.
Francisco assistirá em seguida o Festival da Família, um concerto na avenida Benjamin Franklin desta cidade no qual se apresentarão o cantor colombiano Juanes e o tenor italiano Andrea Bocelli.
No domingo rezará uma missa também na Filadélfia que encerrará uma apertada visita de cinco dias nos Estados Unidos. Os bilhetes gratuitos para ambos eventos serão oferecidos na quarta-feira.
O papa chegará em Washington em 22 de setembro, procedente de Cuba, e no dia seguinte participará de um encontro com o presidente Barack Obama na Casa Branca.
Em 24 de setembro pronunciará um discurso diante de uma sessão conjunta do Congresso e posteriormente irá para Nova York, onde tem previsto rezar uma missa no Madison Square Garden.
Fonte - UOL
Democratas escrevem ao papa Francisco
#Politica #Vaticano
Posted by Diário da Profecia on Quarta, 9 de setembro de 2015
Livro missionário adventista vai abordar doutrinas bíblicas controvertidas
Brasília, DF … [ASN] O livro missionário da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, chamado Esperança Viva, para 2016 vai tratar de doutrinas bíblicas consideradas, de maneira geral pela sociedade, como controvertidas. São abordagens a respeito da guarda do sábado, estado dos mortos, teologia da prosperidade, criacionismo X evolucionismo, uso de línguas estranhas em cultos religiosos, entre outras temáticas. O autor é o conhecido pastor adventista, Ivan Saraiva, apresentador dos programas Está Escrito e Está Escrito Adoração, veiculados semanalmente pela TV Novo Tempo. Saraiva nasceu em Curitiba e se formou em Teologia e Pedagogia. Trabalhou, em seu ministério, no Paraná e Mato Grosso do Sul. Desde março de 2011 está na Rede Novo Tempo de Comunicação e é bastante conhecido por suas pregações em vários países. É casado com a Luciana. O casal tem dois filhos: Gabriel e Sofia. A Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN) conversou com Ivan Saraiva sobre o livro. ASN – Qual é o grande objetivo desse livro? O que se quer alcançar com essa publicação?
Ivan Saraiva – O objetivo desse livro é alcançar pessoas que não acreditam mais em igrejas e, por consequência, no próprio evangelho. Esse fenômeno pós moderno se dá, sobretudo, por dois fatores: pela superficialidade do conhecimento bíblico e pelo alto índice de rejeição ao evangelho vulgar e descontextualizado que encontramos nos veículos de comunicação. Por isso, a intenção é mostrar que a Bíblia também não concorda e não aceita qualquer outro evangelho além do que o que ela mesmo apresenta. Ao nos posicionarmos claramente ao lado da Bíblia fazemos o contraponto natural a tudo que afasta as pessoas de Jesus e do evangelho eterno. À medida que esse livro for sendo lido, milhares de pessoas descobrirão que existe uma igreja bíblica que também não concorda com muita coisa que é tida por verdade.
ASN – As doutrinas que costumam diferenciar os adventistas são, na verdade, todas fundamentadas na Bíblia, certo? Por que você acredita que exista, às vezes, controvérsia com outras igrejas por conta dessas doutrinas?
Ivan – A verdade é que vivemos uma crise dentro do cristianismo. Depois de esconder a Bíblia sem sucesso e depois de tentar destruí-la Satanás tenta, hoje em dia, confundir as pessoas. São mais de 40 mil denominações cristãs. Cada uma delas diz ter a verdade Bíblica, mas ensinam coisas excludentes e antagônicas entre si. Achar a verdade ficou muito difícil. Criaram-se igrejas por todos os motivos e com as mais diferentes interpretações bíblicas. É hora de voltarmos ao evangelho e redescobrirmos o cristianismo puro em sua teologia e doutrina.
ASN – Hoje se fala no mundo cristão acerca da importância de se compreender o amor e a graça de Deus, mas é comum se dar pouca atenção para crenças específicas. Para você, qual é a importância da doutrina de uma igreja?
Ivan – Apresentar a graça e o amor de Deus é o fundamento da maioria das igrejas cristãs. Mas uma casa não é feita apenas de seus fundamentos. Como a palavra indica, sem dúvida, é fundamental. No entanto precisamos de paredes, teto, isolamento, encanamento, fiação etc. As doutrinas, que alguns querem rotular como periféricas, são também fundamentais para a construção de um caráter semelhante ao de Jesus e precisam estar presentes na nossa vida. Definir nossa crença é estabelecer nosso DNA espiritual.
ASN – Como foi o processo de produção do livro? Levou quanto tempo para escrever? O que mais lhe chamou a atenção na pesquisa feita para abordar os temas?
Ivan – O livro foi escrito com muito carinho, oração e pesquisa minuciosa. Tive a alegria de ter como editor o pastor Vanderlei Dorneles, uma homem hábil na arte de escrever que clarificou ainda mais minhas ideias e argumentos. Para a redação do material eu me isolava pela manhã cedo e voltava para casa tarde da noite. Depois de semanas gastas em alto nível de concentração e produtividade, vi o livro tomar sua forma e suas digitais. Cada capítulo é independente e escrito especificamente para a mente crítica e racional de nossos dias. O leitor logo perceberá que se trata de um livro cheio de apologia a verdade e que em sua contundência levará muitas pessoas a pesquisas mais profundas da Bíblia.
ASN – Um recado especial para os milhões de leitores, já que a tiragem inicial do livro deverá ser de 18 milhões de exemplares.
Ivan – Meu recado para o leitor é: amigo, antes de distribuir o livro leia-o. Você terá alegria e prazer em oferecer esse livro que apresenta as verdades do cristianismo de maneira clara e transparente. Um livro sem rodeios, contemporâneo. Aqueles que assistem o programa Está Escrito ou me ouvem em A voz da Profecia sabem o quanto tenho me esforçado para apresentar a verdade com muito respeito e amor. Esse livro levará muitas pessoas a uma libertação de crença sem precedentes. Vamos juntos pregar o evangelho.
Fonte - Adventistas.org
segunda-feira, 7 de setembro de 2015
Terremoto de magnitude 6,4 graus é registrado na Nova Zelândia
Um terremoto de magnitude 6,4 graus foi registrado nesta segunda-feira (7) nas ilhas Kermadec, no norte da Nova Zelândia, sem que as autoridades tenham informado sobre danos ou declarado alerta de tsunami.
O hipocentro foi localizado a 31 quilômetros de profundidade e a 188 quilômetros ao sudoeste de L'Esperance, antigo território francês pertencente ao arquipélago das ilhas Kermadec, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que registra a atividade sísmica no mundo todo.
As ilhas Kermadec estão situadas entre a ilha do Norte da Nova Zelândia e o arquipélago de Tonga.
No dia 22 de fevereiro de 2011, 185 pessoas morreram em um terremoto de 6,3 graus de magnitude que abalou a cidade de Christchurch, na ilha do Sul da Nova Zelândia, que também danificou mais de 30 mil edificações.
A Nova Zelândia está sobre a falha entre as placas tectônicas do Pacífico e da Oceania, e registra cerca de 14 mil terremotos por ano, entre os quais entre 100 e 150 têm potência suficiente para serem percebidos.
Fonte - R7
O hipocentro foi localizado a 31 quilômetros de profundidade e a 188 quilômetros ao sudoeste de L'Esperance, antigo território francês pertencente ao arquipélago das ilhas Kermadec, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que registra a atividade sísmica no mundo todo.
As ilhas Kermadec estão situadas entre a ilha do Norte da Nova Zelândia e o arquipélago de Tonga.
No dia 22 de fevereiro de 2011, 185 pessoas morreram em um terremoto de 6,3 graus de magnitude que abalou a cidade de Christchurch, na ilha do Sul da Nova Zelândia, que também danificou mais de 30 mil edificações.
A Nova Zelândia está sobre a falha entre as placas tectônicas do Pacífico e da Oceania, e registra cerca de 14 mil terremotos por ano, entre os quais entre 100 e 150 têm potência suficiente para serem percebidos.
Fonte - R7
Obama corteja sindicatos e defende licença médica remunerada
O presidente norte-americano Barack Obama criticou parlamentares Republicanos por "constante ataque contra os trabalhadores" e disse nessa segunda-feira que está usando seu poder para forçar empregadores federais oferecerem licença remunerada em caso de doença dos empregados. Obama foi recebido com aplausos em uma grande manifestação do Dia do Trabalho nos Estados Unidos em Boston ao dizer que assinou uma ordem executiva enquanto voava a bordo do Air Force One.
Obama afirmou que Republicamos que alegam estar protegendo a classe média falam demais, mas disse que precisam provar o que dizem por meio de suas ações. "Apenas espere, olhe para o céu e a prosperidade vai cair sobre nós", disse com sarcasmo. "Não é assim que a economia funciona", acrescentou, afirmando que o pensamento republicano tem "destruído a economia por muito, muito tempo".
Aproximadamente 44 milhões de trabalhadores do setor privado nos EUA não recebem licença médica remunerada, segundo o governo. A Casa Branca disse que não poderia estimar quantos são os empregadores federais que não oferecem o benefício.
O gesto de aproximação aos trabalhadores ocorre enquanto Obama trabalha para amenizar tensões quanto a sua agenda de comércio junto a movimentos sindicais. Grandes sindicatos se opõem ao esforço de Obama por novos acordos comerciais com a Ásia e a Europa porque temem que tais acordos levem a uma ampla eliminação de postos de trabalho nos EUA.
Por meio da ordem executiva assinada por Obama, empregados federais ganham o direito de pelo menos uma hora de licença remunerada para cada 30 horas trabalhadas. Considerando doze meses de trabalho, a proposta resulta em até sete dias de licença por ano. A medida vale para contratos assinados a partir de 2017, quando Obama já terá deixado a presidência.
Obama escolheu o Dia do Trabalho para anunciar a medida enquanto trabalha por aprovar novas regulamentações para trabalhadores antes do final de seu mandato, apesar de resistência no Congresso a suas propostas. Em meio ao processo eleitoral para 2016, democratas buscam se diferenciar dos republicanos e tentam mostrar que apoiam mais a classe média.
Fonte - Yahoo
Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. — Carta 200, 1903. ME2 142.1
Obama afirmou que Republicamos que alegam estar protegendo a classe média falam demais, mas disse que precisam provar o que dizem por meio de suas ações. "Apenas espere, olhe para o céu e a prosperidade vai cair sobre nós", disse com sarcasmo. "Não é assim que a economia funciona", acrescentou, afirmando que o pensamento republicano tem "destruído a economia por muito, muito tempo".
Aproximadamente 44 milhões de trabalhadores do setor privado nos EUA não recebem licença médica remunerada, segundo o governo. A Casa Branca disse que não poderia estimar quantos são os empregadores federais que não oferecem o benefício.
O gesto de aproximação aos trabalhadores ocorre enquanto Obama trabalha para amenizar tensões quanto a sua agenda de comércio junto a movimentos sindicais. Grandes sindicatos se opõem ao esforço de Obama por novos acordos comerciais com a Ásia e a Europa porque temem que tais acordos levem a uma ampla eliminação de postos de trabalho nos EUA.
Por meio da ordem executiva assinada por Obama, empregados federais ganham o direito de pelo menos uma hora de licença remunerada para cada 30 horas trabalhadas. Considerando doze meses de trabalho, a proposta resulta em até sete dias de licença por ano. A medida vale para contratos assinados a partir de 2017, quando Obama já terá deixado a presidência.
Obama escolheu o Dia do Trabalho para anunciar a medida enquanto trabalha por aprovar novas regulamentações para trabalhadores antes do final de seu mandato, apesar de resistência no Congresso a suas propostas. Em meio ao processo eleitoral para 2016, democratas buscam se diferenciar dos republicanos e tentam mostrar que apoiam mais a classe média.
Fonte - Yahoo
Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. — Carta 200, 1903. ME2 142.1
domingo, 6 de setembro de 2015
Mensagem do Papa a Tirana: Não devemos nos resignar à guerra!
Cidade do Vaticano (RV) – “Viver juntos em paz, recordando que a paz e a convivência têm um fundamento religioso. A oração está sempre na raiz da paz”. O Papa Francisco enviou uma mensagem às 400 personalidades do mundo político, cultural e religioso, reunidas desde a tarde deste domingo (6) até quarta-feira, em Tirana, capital da Albânia, para reafirmar que a paz não somente é possível, mas uma necessidade para superar os problemas existentes em várias partes do mundo. A mensagem do Pontífice foi lida no início do encontro. Espírito de Assis
O Santo Padre sublinha no início da mensagem que estes encontros “seguem o sulco traçado por João Paulo II com o primeiro histórico encontro em Assis em outubro de 1986”, e a partir do qual se verifica uma verdadeira peregrinação de homens e mulheres de diversas religiões que a cada anos se encontram em cidades diferentes do mundo. Quanto mais mudam os cenários da história e os povos são chamados a enfrentar as transformações profundas, algumas vezes dramáticas, mais existe a necessidade de que “seguidores das diferentes religiões se encontrem, dialoguem, caminhem juntos e colaborem pela paz, naquele “espírito de Assis” que faz referência ao luminoso testemunho de São Francisco”.
A convivência pacífica após a obscuridade do ateísmo de Estado
O Papa chama a atenção para o fato de que neste ano o encontro é realizado justamente em Tirana, capital de um país que “se tornou símbolo da convivência pacífica entre religiões diferentes, após uma longa história de sofrimento”. Francisco fez menção à viagem realizada em setembro de 2014 ao país, o primeiro europeu por ele visitado, e escolhido não ao acaso, mas para “encorajar o caminho de convivência pacífica após as trágicas perseguições sofridas pelos fieis albaneses no século passado. A longa lista de mártires – disse o Pontífice – fala ainda hoje daquele período obscuro, mas fala também da força da fé que não se deixa curvar pela prepotência do mal. Em nenhum outro país do mundo foi tão forte a decisão de excluir Deus da vida de um povo: mesmo um simples sinal religioso era suficiente para serem punidos com a prisão, quando não com a morte. Tal tristíssimo primado marcou profundamente o povo albanês, até o momento de reencontrar a liberdade, quando os membros das diversas comunidades religiosas, provados pelo comum sofrimento a que foram submetidas, se reencontraram para viver em paz”.
Convivência pacífica, valor a ser cultivado
Neste sentido o Santo Padre agradeceu pela escolha de Tirana como sede do encontro, recordando aos presentes o que havia afirmado em seu discurso às autoridades albanesas em setembro de 2014, de que “a pacífica convivência entre as diferentes comunidades religiosas, é, de fato, um inestimável bem para a paz e para o desenvolvimento harmonioso de um povo. É um valor que deve ser guardado e incrementado a cada dia, com a educação ao respeito pelas diferenças e pelas específicas identidades abertas ao diálogo e à colaboração pelo bem de todos, com o exercício do conhecimento e da estima de uns pelos outros. É um dom que deve sempre ser pedido ao Senhor na oração”.
A paz é possível
O Pontífice reitera a necessidade de se reafirmar que “a paz é sempre possível” (tema do encontro), especialmente quando em algumas partes do mundo parece prevalecer “as violências, as perseguições e os abusos contra a liberdade religiosa, junto à resignação diante dos conflitos que se arrastam”.
É violência barrar aqueles que buscam um lugar de paz
Afirmando com veemência de que “não devemos nunca nos resignar à guerra!”, o Papa adverte de que não podemos permanecer indiferentes diante de quem sofre pela guerra e pela violência, motivo que o levou à escolha do tema próximo Dia Mundial da Paz “Vence a indiferença e conquista a paz”. E o Papa denuncia outra formas de violência:
“Mas é violência também levantar muros e barreiras para bloquear quem busca um lugar de paz. É violência empurrar para trás quem foge das condições desumanas na esperança de um futuro melhor. É violência descartar crianças e idosos da sociedade e da própria vida! É violência alargar o fosso entre quem desperdiça o supérfluo e quem falta o necessário”.
Redescobrir a vocação universal à paz
“É a fé – afirmou o Papa – que nos impele a confiar em Deus e a não nos resignar-nos às obras do mal”. “E como crentes somos chamados a redescobrir a vocação universal à paz depositada no coração de nossas diversas tradições religiosas e propô-las com coragem aos homens e às mulheres de nosso tempo”. E repetindo o que havia falado aos líderes religiosos reunidos em Tirana em 2014, Francisco reiterou que “a religião autêntica é fonte de paz e não de violência. Ninguém pode usar o nome de Deus para cometer violência! Matar em nome de Deus é um grande sacrilégio! Discriminar em nome de Deus é desumano”.
Ao concluir, o Papa se une a todos os participantes, nas variedades das tradições religiosas, no esforço de continuar a viver “na comum paixão pelo crescimento da convivência pacífica entre todos os povos da terra”.
Fonte - Radio Vaticano
sábado, 5 de setembro de 2015
Morte massiva e inexplicável de animais
"60mil antílopes morrem em quatro dias e ninguém sabe o motivo." #SinaisFim
Posted by Diário da Profecia on Sábado, 5 de setembro de 2015
Escrivã se recusa a casar gays e é presa nos EUA
Leis humanas x lei de DeusUma escrivã do estado americano do Kentucky foi presa nesta quinta-feira (3) por descumprir uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que regulamenta o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo. Na hora do “sim”, ela disse “não”. Kim Davis foi detida por se recusar a emitir certidões de casamento para casais [sic] do mesmo sexo. O juiz disse que as convicções pessoais não podem estar acima da lei. A escrivã alega que o casamento gay não é reconhecido por Deus. O caso ganhou destaque depois que ela bateu boca com dois homens que tentavam se casar. “Não estou fazendo certidões de casamento hoje”, disse ela. O noivo, David, perguntou: “Sob que autoridade?” E ela respondeu: “Sob autoridade de Deus.”
Nos Estados Unidos, a certidão de casamento é feita por funcionários públicos ligados ao sistema judiciário. Na cidade onde Kim Davis trabalha, o escrivão é eleito pelo povo. E só pode ser retirado do cargo por um impeachment. Mas tem gente que acha que a convicção religiosa de Kim não combina com a vida que ela leva – a escrivã está no quarto casamento. “Ela já se divorciou três vezes. Nós estamos juntos há vinte anos!”, disse mais um noivo que saiu da prefeitura sem aliança.
Há dois meses, a Suprema Corte legalizou o casamento [sic] gay nos 50 estados americanos. Mas Kim nunca assinou uma única certidão de dois noivos ou duas noivas. Ela entrou na Justiça - e perdeu. Recorreu - e agora foi parar na prisão.
Kim não está sozinha. Escrivães do Alabama e do Texas também têm usado a religião pra descumprir a lei. Protestos e manifestações de apoio chegam de vários estados. “Ela é uma heroína que desafia a Justiça pra cumprir a palavra de Deus”, diz uma manifestante de Ohio. “Você não escolhe quem ama. Casar é um direito do ser humano”, argumenta a ativista, do Kentucky.
Cinco escrivães que trabalham com Kim vão emitir as certidões de casamento pra todos os casais enquanto ela estiver presa. E o juiz avisou que ela vai ficar na cadeia até decidir cumprir a lei.
(G1 Notícias)
Nota Criacionismo: Esta frase do juiz é significativa no contexto profético das restrições das liberdades individuais: “...as convicções pessoais não podem estar acima da lei.” E quando outras leis humanas desafiarem as convicções religiosas de certas minorias? E quando essas minorias, para serem fieis aos mandamentos de Deus, tiverem que desafiar as leis humanas? O mesmo argumento será usado contra elas. E a cadeia será seu destino. Mas “mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). Sempre. [MB]
sexta-feira, 4 de setembro de 2015
Vaticano: Papa alerta para doença da «divisão»
Cidade do Vaticano, 04 set 2015 (Ecclesia) - O Papa alertou hoje no Vaticano para a “doença” da “divisão” que leva a “semear o ódio” na Igreja.
Francisco falava na homilia da Missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, durante a qual convidou todos a “reconciliar e pacificar”, porque a paz “é obra de Jesus”.
“Quando falamos de paz ou de reconciliação, pequenas pazes, pequenas reconciliações, devemos pensar na grande paz e na grande reconciliação”, acrescentou.
Nesse sentido, o Papa defendeu que a tarefa dos cristãos, no meio “notícias de guerras, de ódio”, é ser “homens e mulheres de paz, homens e mulheres de reconciliação”.
“Se uma pessoa, durante a sua vida, não faz outra coisa do que reconciliar e pacificar ela pode ser canonizada: aquela pessoa é santa. Mas devemos crescer nisto, devemos converter-nos: jamais uma palavra que seja para dividir, jamais, jamais uma palavra que provoque guerra, pequenas guerras, jamais mexericos”, insistiu.
A homilia concluiu-se com o apelo de “morder a língua” quando alguém tiver “vontade de semear discórdia e divisão e falar mal do outro”.
Fonte - Ecclesia
Francisco falava na homilia da Missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, durante a qual convidou todos a “reconciliar e pacificar”, porque a paz “é obra de Jesus”.
“Quando falamos de paz ou de reconciliação, pequenas pazes, pequenas reconciliações, devemos pensar na grande paz e na grande reconciliação”, acrescentou.
Nesse sentido, o Papa defendeu que a tarefa dos cristãos, no meio “notícias de guerras, de ódio”, é ser “homens e mulheres de paz, homens e mulheres de reconciliação”.
“Se uma pessoa, durante a sua vida, não faz outra coisa do que reconciliar e pacificar ela pode ser canonizada: aquela pessoa é santa. Mas devemos crescer nisto, devemos converter-nos: jamais uma palavra que seja para dividir, jamais, jamais uma palavra que provoque guerra, pequenas guerras, jamais mexericos”, insistiu.
A homilia concluiu-se com o apelo de “morder a língua” quando alguém tiver “vontade de semear discórdia e divisão e falar mal do outro”.
Fonte - Ecclesia
Rumo a um colapso climático antropogênico?
Entre tantos estudos oferecidos pelas mais importantes publicações da comunidade científica internacional sobre o aquecimento global a respeito da emissão humana de gases de efeito estufa, e devido à aceleração dos danos à biodiversidade, também por causas antropogênicas – ou seja, derivadas das atividades humanas –, escolho duas pesquisas que conheci recentemente e que considero imprescindíveis para entender o momento em que vivemos. Uma delas, realizada por Richard Heede, para a revista Climatic Change (2014), a outra de Gerardo Ceballos, para a revista Science (2015). Assim como colunas e entrevistas publicadas pelo diário britânico The Guardian, que apontam a uma resposta da pergunta que proponho neste título. As advertências e o inusitado consenso da comunidade científica sobre a necessidade urgente de diminuir imediatamente e de forma significa as emissões devem pautar a COP21 – a cúpula climática que se realizará em Paris, entre novembro e dezembro de 2015. As mesmas fontes alertam para o fato de que as oportunidades para se evitar uma catástrofe bioclimática podem estar terminando.No diálogo entre as ciências naturais, as humanidades e as ciências sociais, é possível alcançar com a precisão necessária a determinação sobre o que fazer. Um dos focos necessários é o dos fatores atmosférico, geofísico e biológico, outro tem a ver com o histórico do problema e seu contexto econômico, político e social. O estudo de Heede é uma bem trabalhada investigação sobre as emissões de dióxido de carbono e metano proveniente dos produtores de combustíveis fósseis e de cimento, acumulada entre 1854 e 2010. Esse estudo mostrou que tão somente 90 corporações, algumas descendentes da Standard Oil Company – Chevron/Texaco, Exxon/Mobil, BP, Total e Shell, as chamadas cinco grandes – geraram dois terços dos gases do efeito estufa (Co2/metano, etc) acumulados na atmosfera desde os inícios da Era Industrial (por volta de 1750).
Susanne Goldenberg – em artigo publicado no The Guardian, no dia 20 de novembro de 2013 – contou que Heede tardou vários anos em realizar sua investigação, que foi divulgada pela primeira vez antes mesmo de ser concluída, durante as negociações sobre as mudanças climáticas em 2013. Naquela oportunidade, ele mostrou que metade do CO2/metano foi lançada na atmosfera nos últimos 25 anos, ou seja, quando tanto os governos quanto as grandes corporações já estavam cientes de que o aumento dessas emissões e a queima inconsequente de carvão, petróleo e gás natural era a principal causa das perigosas mudanças no clima do planeta. O Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, em sua sigla em inglês) destacou, naquele ano, que se aquelas taxas de emissão fossem mantidas, em 30 anos seria lançada na atmosfera uma quantidade de gases que levaria a um aumento de não mais de dois 2 graus centígrados (até agora, já aumentou 0,8ºC) , o maior aumento registrado desde a era pré-industrial. Ainda assim, estudos do pesquisador James Hansen advertem que mesmo um aumento de dois graus centígrados, considerado seguro por alguns cientistas, seria catastrófico, pois diminuiria os prazos e a capacidade de recuperação do planeta. Hansen é um ex-cientista da NASA e da Universidade de Columbia, cujo testemunho diante do Senado dos Estados Unidos, em 1988, tornou público o fenômeno do aquecimento global vinculado à queima de combustíveis fósseis.
A relevância política do estudo de Heede foi sintetizada por Al Gore. Diante de fortes discussões sobre as responsabilidades das nações, o ex-vice-presidente estadunidense deu importância à identificação daqueles que são historicamente responsáveis pela contaminação da atmosfera, que deveriam ter a obrigação clara de ser parte da solução. Por isso a necessidade de revisar os detalhes e o modus operandi das cerca de noventa plantas industriais de energia e de cimento, responsáveis pelas emissões de CO2 e metano nesse período – quase um bilhão, ou trilhão, de toneladas. Dessas noventa empresas, cinquenta são privadas, a maioria petroleiras, como as cinco grandes acima citadas, às quais se somam outras campeãs da contaminação, como a British Coal Corp, Peabody Energy e BHP Billiton. Também merecem menção a saudita Aramco, a russa Gazprom e a noruega Statoil. Esta informação, que inclui entes petroleiros do México (Pemex), Polônia e Venezuela (PDVSA), foi usada numa tentativa de desbloquear a discussão na COP de 2013. Sem sucesso. O poder persuasivo dos defensores dos hidrocarburetos é grande e tem forte penetração nos governos que integram e debatem esse assunto tão grave, tanto na ONU (Organização das Nações Unidas) como em outras instâncias, e ao mesmo tempo oferecem crescentes subsídios econômicos as iniciativas que promovem as energias fósseis.
O importante, pensando na próxima COP 21, é saber que as noventa empresas operam no mundo inteiro. Algumas chegam a alcançar mais de quarenta países diferentes, explorando todas as fontes de petróleo, gás e carvão, visando um aumento de 40% do consumo de energia previsto até 2035. As vinte empresas mais poderosas da lista são responsáveis por 30% das emissões acumuladas. A atenção sobre os grandes impérios privados, como a Exxon, bem estudados por Robert Engler (durante vários anos) e Steve Coll (em 2012) se justifica pelas responsabilidades acumuladas, e os esforços estão voltados a questionar os monopólios fósseis vitais à etiologia do capitalismo. O problema não é a humanidade, nem o homo sapiens, mas sim o capitalismo existente: aí estão a Chevron e a Exxon, em defesa dos lucros, desafiando a comunidade científica e internacional, e até os seus acionistas. Continuam com seu programa de investimentos em ascensão, empurrando todo o planeta para o abismo.
Fonte - Carta Maior
Papa Francisco nos EUA: um impulso gigantesco para o catolicismo de origem latino-americana
A visita do primeiro papa latino-americano aos Estados Unidos, neste mês de setembro, deverá impulsionar decisivamente o desenvolvimento e a influência dos latinos na Igreja católica e na sociedade norte-americana, segundo os analistas consultados pelo semanário Our Sunday Visitor. Uma população em crescimento
Aproximadamente 40% dos 78 milhões de católicos dos Estados Unidos são de origem latina.
O professor Hoffman Ospino, do Boston College, espera que a visita de Francisco marque profundamente esta enorme parcela da população. “O papa entende quem nós somos (…) e compartilha a nossa fé; não de modo abstrato, mas com raízes na nossa cultura. E ele entende o catolicismo do jeito que ele é vivido e celebrado na América Latina”.
Diana Richardson-Vela, presidente da Associação Católica de Líderes Latinos, afirmou: “Para nós, hispanos, a mensagem dele tem especial ressonância porque ele está muito perto daquilo que nós somos. A mensagem dele é pró-vida, porque nos impulsiona ao envolvimento com a justiça e a paz, com o cuidado da família, dos pais, dos avós, dos idosos e com o serviço aos mais pobres”.
Para os especialistas entrevistados, a mensagem do papa vai “tocar profundamente”, já que muitos dos hispanos ou latinos que vivem nos Estados Unidos, mesmo tendo nascido no país e falando inglês, mantêm o espanhol como sinal de identidade.
Um ministério em expansão
Segundo o Centro de Pesquisas Aplicadas em Apostolado, 6% das missas celebradas nos Estados Unidos, tantos aos domingos quanto nos dias de semana, são em espanhol. “[O fato de que o papa fale espanhol] é um ponto de coesão, porque, em muitas partes dos Estados Unidos, a Igreja é uma comunidade bilíngue”, observou Ospino.
Cerca de 25% das paróquias no país (4.358) possuem alguma organização de ministério para os hispanos. Para Diana Richardson-Vela, isto confirma que “a fé está mudando porque a demografia está mudando”.
Fonte - Aleteia
Fragmentos de ossos encontrados indicam que Terra foi habitada por gigantes
Há mais de um milhão de anos a Terra foi habitada por gigantes. E não, não se trata de uma espécie totalmente desconhecida e que desapareceu. Trata-se de uma fase da evolução do ser humano que até hoje não havia sido descoberta.Tudo começou com o surgimento de um osso de dedo mindinho datado de 1,85 milhão de anos atrás. É a descoberta mais antiga relacionada à mão humana e poderá mudar de vez tudo o que conhecemos sobre a evolução do ser humano desde seu surgimento.
Encontrado na Tanzânia, o osso fez com que cientistas voltassem a pesquisar evolução. O país é tido como um dos berços da humanidade e teria sido abrigo desses seres gigantescos. Caso a proporcionalidade seja exata, os gigantes em questão seriam seres com aproximadamente três metros.
A grande dúvida dos cientistas, agora, é sobre a fase da evolução na qual o ser humano tinha esse tamanho. Para eles, é crucial saber como e quando o homem deixou de viver em árvores para se estabelecer no chão por meio de caçadas.
“Nossa descoberta não nos mostra só que essa criatura tinha uma mão com o formato moderno, como conhecemos. Mostra também uma importante parte da evolução na qual o homem talvez tenha atingido sua maior estatura”, afirma o cientista Manuel Dominguez-Rodrigo ao Daily Mail.
A descoberta, porém, não transforma a história de maneira definitiva. Por se tratar de apenas uma evidência, será melhor estudada até que se chegue a conclusões melhores. As pesquisas continuam focadas na África, tendo em vista que o continente é tido como primeiro local habitado pelo homem após seu surgimento.
Nota DDP: A arqueologia mais uma vez confirmando a Bíblia...
Vaticano: Papa alerta para doença da «divisão»
Cidade do Vaticano, 04 set 2015 (Ecclesia) - O Papa alertou hoje no Vaticano para a “doença” da “divisão” que leva a “semear o ódio” na Igreja.
Francisco falava na homilia da Missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, durante a qual convidou todos a “reconciliar e pacificar”, porque a paz “é obra de Jesus”.
“Quando falamos de paz ou de reconciliação, pequenas pazes, pequenas reconciliações, devemos pensar na grande paz e na grande reconciliação”, acrescentou.
Nesse sentido, o Papa defendeu que a tarefa dos cristãos, no meio “notícias de guerras, de ódio”, é ser “homens e mulheres de paz, homens e mulheres de reconciliação”.
“Se uma pessoa, durante a sua vida, não faz outra coisa do que reconciliar e pacificar ela pode ser canonizada: aquela pessoa é santa. Mas devemos crescer nisto, devemos converter-nos: jamais uma palavra que seja para dividir, jamais, jamais uma palavra que provoque guerra, pequenas guerras, jamais mexericos”, insistiu.
A homilia concluiu-se com o apelo de “morder a língua” quando alguém tiver “vontade de semear discórdia e divisão e falar mal do outro”.
Fonte - Ecclesia
Francisco falava na homilia da Missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, durante a qual convidou todos a “reconciliar e pacificar”, porque a paz “é obra de Jesus”.
“Quando falamos de paz ou de reconciliação, pequenas pazes, pequenas reconciliações, devemos pensar na grande paz e na grande reconciliação”, acrescentou.
Nesse sentido, o Papa defendeu que a tarefa dos cristãos, no meio “notícias de guerras, de ódio”, é ser “homens e mulheres de paz, homens e mulheres de reconciliação”.
“Se uma pessoa, durante a sua vida, não faz outra coisa do que reconciliar e pacificar ela pode ser canonizada: aquela pessoa é santa. Mas devemos crescer nisto, devemos converter-nos: jamais uma palavra que seja para dividir, jamais, jamais uma palavra que provoque guerra, pequenas guerras, jamais mexericos”, insistiu.
A homilia concluiu-se com o apelo de “morder a língua” quando alguém tiver “vontade de semear discórdia e divisão e falar mal do outro”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: O clima de caos vigente no mundo atual cada vez mais fortalece a perspectiva de aproximação através das religiões.
Lideranças religiosas assinam Declaração Fé no Clima
Rio de Janeiro (RV) - Lideranças de 12 comunidades religiosas assinaram no Rio de Janeiro, a Declaração Fé no Clima, na qual manifestaram posicionamento de consenso sobre as mudanças climáticas. O documento pretende ser uma contribuição informal do segmento religioso brasileiro à 21ª Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21), que ocorrerá a partir de 30 de novembro, em Paris.Documento será enviado ao Governo e ao Papa
A declaração será encaminhada à Presidente Dilma Rousseff e aos ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Foi sugerido também, na ocasião, que a declaração seja enviada ao Papa Francisco, como um desdobramento da reflexão proposta na encíclica papal Laudato Si – Sobre o Cuidado da Casa Comum, além das entidades de meio ambiente dos governos estadual e municipal do Rio de Janeiro.
Os líderes religiosos participaram do Encontro Internacional Fé no Clima, promovido pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser), em parceria com a organização Gestão de Interesse Público (GIP). O ponto central da declaração é que as mudanças climáticas não podem ser um tema apropriado no campo político e econômico, mas devem evidenciar a preocupação com as questões ambiental, de justiça e igualdade social e que isso não seja esquecido nas negociações entre os países.
Comunidades e juventude
A Declaração Fé no Clima mostra a existência de sinergia também em relação à importância da confluência entre o conhecimento tradicional e o conhecimento científico e das comunidades tradicionais na defesa da natureza. O documento destaca o papel da juventude como propagadora da ideia de proteção do planeta. As lideranças religiosas sustentaram que o governo brasileiro precisa ser mais ambicioso no que se refere à redução das emissões de gases de efeito estufa, compatível com a necessidade de limitar o aumento da temperatura global a 2 graus Celsius até 2100.
As lideranças assumiram o compromisso de levar para suas comunidades o debate sobre as mudanças climáticas, em linguagem de fácil acesso para todos, que permita refletir sobre como a humanidade pode transformar os modos de vida, de forma a promover a sensibilização e mobilização efetiva sobre o tema. Reiteraram, também, a interdependência entre todos os seres do planeta, colocando o ser humano como mais um ente importante da criação e não o dominador sobre as demais criaturas.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: As forças político religiosas vão se alinhando nas questões do clima e, principalmente nas orientações papais como norteadoras desse movimento.
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