Para ler o estudo completo:
http://groups.msn.com/criacionistas/aprofeciadasnaesespecial.msnw
O Tempo do fim na profecia de Daniel começou em 1798. Ele engloba Daniel 11:40-45 e trata da invasão do REI DO NORTE no Oriente Médio que precede a segunda vinda.
Dan 11:40 E, no fim do tempo, o rei do sul lutará com ele, e o rei do norte se levantará contra ele com carros, e com cavaleiros, e com muitos navios; e entrará nas suas terras e as inundará, e passará.
O Rei do Sul na antiguidade foi O Império Ptolemaico ou o Egito.
O Rei do Norte já foi simbolizado claramente por 3 centros de poder ao norte: pelo Império Grego dos Seleucidas, O Império Romano e depois o Poder Papal. Foi uma transferência de poder natural e sucessiva na história. No entanto, no tempo do Fim o Rei do Norte só pode ser:
1- O Papado, numa interpretação simbólica do texto. no entanto isso fere o princípio que o capitulo é literal. Nisso, C. Mervyn Maxwell se contradiz em sua obra sobre Daniel. Esta hipótese já está fora de questão.
2- Interpretadores argentinos consideram que o rei do Norte foi substituído pelos EUA em 1776. Isso mantem a História militar de todo o capítulo e dos versículos em questão.
3- Levando em consideração que conforme foi analisado em Apocalipse 13:11-17, os EUA entregam o poder ao papado na última geração faço uma mistura legítima e poderosa das 2 visões. Assim, o Rei do Norte no geral é o Ocidente com as religiões unificadas sob a sé papal e sob o militarismo americano. (* Esta é a visão cada vez mais aceita entre os estudiosos)
O problema é identificar o Rei do sul. Existem 2 teorias:
1- O rei do sul é o mundo mulçumano, os filhos de Ismael. Teve o apoio de Isaac Newton.
2- O Egito.
O fato é que O REI DO SUL provocará os EUA que entrará nas suas terras:
41 E entrará na terra gloriosa, e muitos países cairão, mas da sua mão escaparão estes: Edom e Moabe, e os chefes dos filhos de Amom.
42 E estenderá a sua mão contra os países, e a terra do Egito não escapará.
43 E apoderar-se-á dos tesouros de ouro e de prata e de todas as coisas preciosas do Egito; e os líbios e os etíopes o seguirão.
No clímax da guerra com o Rei do Sul, os EUA invadirão Israel (terra gloriosa) com o objetivo de defender Jerusalém; e no meio da guerra conquistará o Egito, tendo o apoio da Líbia e da Etiópia. Aqui temos um problema, se o Egito é citado, então ele não pode ser o Rei do Sul.
44 Mas os rumores do oriente e do norte o espantarão; e sairá com grande furor, para destruir e extirpar a muitos.
45 E armará as tendas do seu palácio entre o mar grande e o monte santo e glorioso; mas chegará ao seu fim, e não haverá quem o socorra.
Por fim, chegamos ao auge do drama na Terra. O Rei do Norte (EUA) perde a aprovação divina e as nações do oriente (China, India, Japão) e do norte (Rússia) o ameaçam. Então seus exércitos estacionam entre Jerusalem (monte santo = templo ) e o mar mediterrâneo. Enfim chega sua destruição com a Volta de Jesus e a ressurreição dos mortos (Daniel 12:1-4).
CONCLUSÃO
Os versículos 40-45 tratam das últimas intervenções americanas no Oriente Médio antes da segunda vinda. O verso 40 começou a ser cumprido parcialmente em 1991 com a Guerra do Golfo e em 2003 com a invasão do Iraque. Ainda não existe a situação política descrita que possa cumprir os versos 41-45.
O Ultimo pais a ser invadido é o EGITO.
HOJE TODAS AS ATENÇÕES ESTÃO VOLTADAS PARA O EIXO IRAQUE-IRÃ.
Portanto pelo relogio da profecia ainda faltam alguns anos para a segunda vinda.
Colaboração - Alexandro José Barbosa
quarta-feira, 5 de dezembro de 2007
A entrada de imigrantes nos EUA e a Marca da Besta
A nóticia "Deus está voltando a Europa?" publicada em 08/11/2007 no UOl e traduzida da Prospect Magazine traz as seguintes informações:
Nas últimas três décadas, os EUA vivenciaram uma mudança mais rápida em sua composição étnica do que em qualquer período desde a virada do século 20. Os hispânicos, que eram uma minoria minúscula, de 1 a 2% em 1960, agora formam 14% da população. Esse fluxo foi nutrido principalmente por imigrantes ilegais que atravessaram a fronteira do Sul dos EUA. Junto com os asiáticos, essa corrente reduziu a população branca americana de 90% para 70% em quatro décadas e vai empurrar para abaixo de 50% até 2050.
Parece que, proibidos de canalizar seu conservadorismo em uma direção etno-nacionalista, os pensadores conservadores americanos voltaram-se cada vez mais para temas morais e religiosos. A guerra ao terror serviu como uma cola em uma nação etnicamente descentralizada. Apesar de ter trazido dor e perda, o confronto com o islamismo político revigorou o sentido americano de missão universal, que parecia mais precário no final da Guerra Fria. Os temores de mudança étnica foram mantidos sob controle por um esforço otimista "missionário" de exportar o credo liberal democrata americano.
Ellen White afirma em suas visões que Princípios Católicos Romanos serão admitidos constitucionalmente nos EUA levando a Crise Final. Seus textos são da década de 1880 quando a população americana era branca e protestante. 80 anos depois (em 1960) 90% da população americana ainda era branca e havia apenas 2% de imigrantes católicos latinos.
Hoje 14% da população de imigrantes dos EUA são latinos de raízes majoritamente católicas. E apenas 70% dos americanos são brancos, tendo crescido não apenas o numero de asiáticos e africanos na sociedade, mas com a vinda deles, o crescimento do budismo, islamismo e cultos pagãos.
Nos próximos 30 anos a sociedade americana estará vivendo seu momento ideial para a promulgação do decreto dominical. Após 2050 se diminui a probablidade de uma lei desta vir a tona pois a sociedade estará religiosamente mais diluída com um peso maior de cultos não cristãos (especialmente islâmicos).
Ellen White afirma que as leis dominicais vem de uma aliança ecumenica entre católicos e protestantes aliados as aparições sobrenaturais espíritas. Isso indica a nossa geração.
Um decreto baseado em crenças católicas, não podia ser imposto até o final dos anos 1980 (com o baixo numero de latinos e católicos na sociedade) e também não poderá ser imposto numa sociedade pós 2050 em que forças islâmicas e multi-religiosas não poderiam ser contidas.
Portanto, considerando que os EUA já está no oriente medio conforme Daniel 11:40-45, com tropas no Iraque e Afeganistão. Considerando que o alvo atual de preocupações é o Irã, faltam poucos anos para que a resistência às forças do ocidente se centralizem no Egito, como indica o profeta Daniel e possamos presenciar a segunda vinda.
Colaboração Alexandro José Barbosa
Nas últimas três décadas, os EUA vivenciaram uma mudança mais rápida em sua composição étnica do que em qualquer período desde a virada do século 20. Os hispânicos, que eram uma minoria minúscula, de 1 a 2% em 1960, agora formam 14% da população. Esse fluxo foi nutrido principalmente por imigrantes ilegais que atravessaram a fronteira do Sul dos EUA. Junto com os asiáticos, essa corrente reduziu a população branca americana de 90% para 70% em quatro décadas e vai empurrar para abaixo de 50% até 2050.
Parece que, proibidos de canalizar seu conservadorismo em uma direção etno-nacionalista, os pensadores conservadores americanos voltaram-se cada vez mais para temas morais e religiosos. A guerra ao terror serviu como uma cola em uma nação etnicamente descentralizada. Apesar de ter trazido dor e perda, o confronto com o islamismo político revigorou o sentido americano de missão universal, que parecia mais precário no final da Guerra Fria. Os temores de mudança étnica foram mantidos sob controle por um esforço otimista "missionário" de exportar o credo liberal democrata americano.
Ellen White afirma em suas visões que Princípios Católicos Romanos serão admitidos constitucionalmente nos EUA levando a Crise Final. Seus textos são da década de 1880 quando a população americana era branca e protestante. 80 anos depois (em 1960) 90% da população americana ainda era branca e havia apenas 2% de imigrantes católicos latinos.
Hoje 14% da população de imigrantes dos EUA são latinos de raízes majoritamente católicas. E apenas 70% dos americanos são brancos, tendo crescido não apenas o numero de asiáticos e africanos na sociedade, mas com a vinda deles, o crescimento do budismo, islamismo e cultos pagãos.
Nos próximos 30 anos a sociedade americana estará vivendo seu momento ideial para a promulgação do decreto dominical. Após 2050 se diminui a probablidade de uma lei desta vir a tona pois a sociedade estará religiosamente mais diluída com um peso maior de cultos não cristãos (especialmente islâmicos).
Ellen White afirma que as leis dominicais vem de uma aliança ecumenica entre católicos e protestantes aliados as aparições sobrenaturais espíritas. Isso indica a nossa geração.
Um decreto baseado em crenças católicas, não podia ser imposto até o final dos anos 1980 (com o baixo numero de latinos e católicos na sociedade) e também não poderá ser imposto numa sociedade pós 2050 em que forças islâmicas e multi-religiosas não poderiam ser contidas.
Portanto, considerando que os EUA já está no oriente medio conforme Daniel 11:40-45, com tropas no Iraque e Afeganistão. Considerando que o alvo atual de preocupações é o Irã, faltam poucos anos para que a resistência às forças do ocidente se centralizem no Egito, como indica o profeta Daniel e possamos presenciar a segunda vinda.
Colaboração Alexandro José Barbosa
Patriarca Ortodoxo defende união com Roma
O patriarca ecumênico de Constantinopla, Bartolomeu I, crê que hoje "é nossa obrigação, mais do que nunca, exigir as raízes cristãs da Europa e a unidade espiritual, sacramental e doutrinal que se tinha antes do cisma das duas Igrejas".
O líder ortodoxo o afirmou na sexta-feira passada a uma delegação enviada pelo Papa ao Patriarca de Constantinopla em Istambul (ortodoxo), na já tradicional visita de intercâmbio entre as duas Igrejas por ocasião da festa de Santo André (30 de novembro) e por São Pedro e São Paulo (29 de junho).
"A reevangelização de nossos povos é hoje mais necessária que nunca", disse o patriarca. "Cremos que a Europa Oriental e a Europa Ocidental têm de deixar de olhar uma à outra como estrangeiras", sugeriu.
"O contato entre cristãos da tradição latina e da fé ortodoxa tem de converter-se em mais produtivo para ambas partes", alentou... (Leia mais: Zenit).
NOTA: Nada contra o diálogo inter-religioso, e nada contra a união, desde que fundamentados na autoridade bíblica. O fato de muitas tradições (instituições) religiosas estarem se rendendo aos encantos de Roma (que não mudou em nada seu pensamento desde a Idade Média), só vem confirmar o cumprimento profético de Apocalipse 13:3 (última parte) e 13:8.
Fonte - Minuto Profético
O líder ortodoxo o afirmou na sexta-feira passada a uma delegação enviada pelo Papa ao Patriarca de Constantinopla em Istambul (ortodoxo), na já tradicional visita de intercâmbio entre as duas Igrejas por ocasião da festa de Santo André (30 de novembro) e por São Pedro e São Paulo (29 de junho).
"A reevangelização de nossos povos é hoje mais necessária que nunca", disse o patriarca. "Cremos que a Europa Oriental e a Europa Ocidental têm de deixar de olhar uma à outra como estrangeiras", sugeriu.
"O contato entre cristãos da tradição latina e da fé ortodoxa tem de converter-se em mais produtivo para ambas partes", alentou... (Leia mais: Zenit).
NOTA: Nada contra o diálogo inter-religioso, e nada contra a união, desde que fundamentados na autoridade bíblica. O fato de muitas tradições (instituições) religiosas estarem se rendendo aos encantos de Roma (que não mudou em nada seu pensamento desde a Idade Média), só vem confirmar o cumprimento profético de Apocalipse 13:3 (última parte) e 13:8.
Fonte - Minuto Profético
terça-feira, 4 de dezembro de 2007
The Big Brother Agenda
It is interesting to point out at this juncture, that 3500+ laws that have been passed, causing massive reduction of civil liberties, countless examples of infringements of human rights, the placement of over 4,000,000 cameras in England (accounting for over 20% of the worlds total of CCTV), police are now all equipped with head cameras and spy drones flying over our cities watching our every move and all over the country councils are introducing spy cameras in our bins to ensure 'the correct amount of recycling' (it's the stuff of pure science fiction movies depicting a world hundreds of years into a sinister future) the introduction of shameful ID card that we will all be forced to carry thereby enriching the cronies of Blair to the tune of approximately £90.00 for every man woman and child in the country (the same ID cards, no doubt, that obviously stopped the Madrid train bombers if that story can be believed).
...
All this New World Order is in place under Teflon Tony's watch setting out the biggest big brother society in history and bolstered by the removal of our right to protest in the capital, a measure only heard of in such societies as Burma (currently of world condemnation for precisely those types of measures), China and the now notorious Tiananmen square, and who could forget such diplomatic nuggets as Romania's Nikolai Chauchesku in his attempts to quell the voices of the masses. All this taken into account, Wouldn't it be funny if we found out that George Orwell's real name was actually Blair. That really would be priceless wouldn't it.
Benjamin Franklin once said....
"Any society that would give up a little liberty to gain a little security will deserve neither and lose both."
Fonte - Global Research
...
All this New World Order is in place under Teflon Tony's watch setting out the biggest big brother society in history and bolstered by the removal of our right to protest in the capital, a measure only heard of in such societies as Burma (currently of world condemnation for precisely those types of measures), China and the now notorious Tiananmen square, and who could forget such diplomatic nuggets as Romania's Nikolai Chauchesku in his attempts to quell the voices of the masses. All this taken into account, Wouldn't it be funny if we found out that George Orwell's real name was actually Blair. That really would be priceless wouldn't it.
Benjamin Franklin once said....
"Any society that would give up a little liberty to gain a little security will deserve neither and lose both."
Fonte - Global Research
Estudo aponta alargamento de zona tropical
Mudanças climáticas estão fazendo com que os trópicos se ampliem, com possíveis conseqüências para o estoque mundial de alimentos, sugeriram pesquisadores americanos.
Os cientistas examinaram cinco pontos diferentes da largura da zona tropical e descobriram que ela aumentou entre 2 e 4,8 graus de latitude desde 1979.
Outros pesquisadores, por sua vez, disseram que as mudanças climáticas podem levar ao aumento do número de tempestades nos Estados Unidos.
As descobertas surgem em um momento em que começou, em Bali, a conferência das Nações Unidas (ONU) sobre o clima, que se concentrará em novas metas na redução das emissões de gases do efeito estufa.
A capacidade dos países mais pobres - vários deles nos trópicos - de responder e se adaptar ao impacto de mudanças climáticas será um outro grande tema das conversações.
Fonte - BBC
Os cientistas examinaram cinco pontos diferentes da largura da zona tropical e descobriram que ela aumentou entre 2 e 4,8 graus de latitude desde 1979.
Outros pesquisadores, por sua vez, disseram que as mudanças climáticas podem levar ao aumento do número de tempestades nos Estados Unidos.
As descobertas surgem em um momento em que começou, em Bali, a conferência das Nações Unidas (ONU) sobre o clima, que se concentrará em novas metas na redução das emissões de gases do efeito estufa.
A capacidade dos países mais pobres - vários deles nos trópicos - de responder e se adaptar ao impacto de mudanças climáticas será um outro grande tema das conversações.
Fonte - BBC
Acordo 'histórico' entre Israel e Vaticano está "muito próximo"
Israel e o Vaticano estão "muito próximos" de concluir um "histórico" acordo bilateral há tempos em suspenso, afirmou nesta segunda-feira o embaixador do Estado hebreu na Santa Sé, Oded Ben Hur, citado pela imprensa italiana.
"Estamos muito próximos da conclusão histórica deste acordo", declarou o embaixador, em um debate realizado em uma universidade pontifícia em Roma.
O texto em discussão é a vertente econômica do acordo firmado pelos dois Estados em 1993 e detalha o estatuto jurídico e fiscal das propriedades eclesiásticas e das atividades comerciais das comunidades cristãs na Terra Santa.
"Aproximadamente 85%" do texto foi aprovado pelos delegados de ambas as partes, informou o diplomata.
Oded Ben Hur disse que a comissão negociadora vai realizar uma reunião plenária em 13 de dezembro em Israel. As negociações foram retomadas em 2004, após ficarem suspensas por dez anos.
O Vaticano pede a isenção de impostos para a Igreja Católica.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Israel reconhecendo a ICAR como instituição é algo realmente interessantíssimo.
"Estamos muito próximos da conclusão histórica deste acordo", declarou o embaixador, em um debate realizado em uma universidade pontifícia em Roma.
O texto em discussão é a vertente econômica do acordo firmado pelos dois Estados em 1993 e detalha o estatuto jurídico e fiscal das propriedades eclesiásticas e das atividades comerciais das comunidades cristãs na Terra Santa.
"Aproximadamente 85%" do texto foi aprovado pelos delegados de ambas as partes, informou o diplomata.
Oded Ben Hur disse que a comissão negociadora vai realizar uma reunião plenária em 13 de dezembro em Israel. As negociações foram retomadas em 2004, após ficarem suspensas por dez anos.
O Vaticano pede a isenção de impostos para a Igreja Católica.
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Israel reconhecendo a ICAR como instituição é algo realmente interessantíssimo.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2007
Que o Papa fale de esperança «é retomar o centro da mensagem cristã»
MADRI, domingo, 2 de dezembro de 2007 (ZENIT.org ).- No marco de um simpósio internacional em Madri, Espanha, na Fundação Paulo VI, sobre «O direito a um desenvolvimento integral», o professor da Universidade Gregoriana de Roma e sacerdote Dario Vitali declarou a Zenit, a propósito da nova encíclica de Bento XVI, que lhe «parece uma grande intuição falar de esperança hoje».
Falar «não só em chave de espera do futuro mas de ‘escatologia’, ou seja de realização do Reino de Deus, é retomar o centro da mensagem cristã», comentou.
...
"... digo que me parece uma grande intuição a de falar de esperança hoje. Por quê? Na perspectiva justamente do que acabamos de dizer, em relação à Populorum Progressio, a destruição do ecossistema determina que tenhamos preocupação pelo futuro.
Não nos fazemos já a pergunta de onde viemos mas nos fazemos a pergunta dramática de para onde vamos. O que será do planeta, o que será da humanidade, o que será de nossas vidas, que será das crianças.
Nesta perspectiva, falar de esperança em chave não só de espera do futuro mas em chave de ‘escatologia’, de realização do Reino de Deus, é retomar o centro da mensagem cristã. Jesus anunciou o Reino de Deus."
Nota DDP:
Nunca é demais relembrar que o Papa BXVI já apontou um dos caminhos a ser seguido por conta do aquecimento global, o sentido ecológico do domingo. Como também demonstrado, já existem vozes que ecoam esta realidade no meio secular, tanto do ponto de vista relacionado ao ecossistema, quanto do descanso imprescindível ao homem.
Falar «não só em chave de espera do futuro mas de ‘escatologia’, ou seja de realização do Reino de Deus, é retomar o centro da mensagem cristã», comentou.
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"... digo que me parece uma grande intuição a de falar de esperança hoje. Por quê? Na perspectiva justamente do que acabamos de dizer, em relação à Populorum Progressio, a destruição do ecossistema determina que tenhamos preocupação pelo futuro.
Não nos fazemos já a pergunta de onde viemos mas nos fazemos a pergunta dramática de para onde vamos. O que será do planeta, o que será da humanidade, o que será de nossas vidas, que será das crianças.
Nesta perspectiva, falar de esperança em chave não só de espera do futuro mas em chave de ‘escatologia’, de realização do Reino de Deus, é retomar o centro da mensagem cristã. Jesus anunciou o Reino de Deus."
Nota DDP:
Nunca é demais relembrar que o Papa BXVI já apontou um dos caminhos a ser seguido por conta do aquecimento global, o sentido ecológico do domingo. Como também demonstrado, já existem vozes que ecoam esta realidade no meio secular, tanto do ponto de vista relacionado ao ecossistema, quanto do descanso imprescindível ao homem.
Pra que suar tanto?
Ainda no tema do último post...
No comércio, setor em que estão os menores salários e os maiores percentuais de horas trabalhadas, a negociação promete ser dura e a intenção é justamente derrubar o acordo que permite o trabalho aos domingos.
...
O inglês Guy Ryder, secretário-geral da Confederação Sindical Internacional (CSI), concorda. Em visita ao Brasil, em julho, Ryder defendeu uma reivindicação para valer. "A luta pela redução do tempo de trabalho extrapola as categorias e as reivindicações, como no passado. Agora é universal e filosófica. Deve levar em conta a necessidade da empresa e também da sociedade", disse Ryder ao Valor.
Fonte - Unicamp
Nota DDP:
Seria esta a esperança que BXVI trouxe em sua encíclica e que certamente será objeto de seu arrazoado social que está por ser apresentado?
No comércio, setor em que estão os menores salários e os maiores percentuais de horas trabalhadas, a negociação promete ser dura e a intenção é justamente derrubar o acordo que permite o trabalho aos domingos.
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O inglês Guy Ryder, secretário-geral da Confederação Sindical Internacional (CSI), concorda. Em visita ao Brasil, em julho, Ryder defendeu uma reivindicação para valer. "A luta pela redução do tempo de trabalho extrapola as categorias e as reivindicações, como no passado. Agora é universal e filosófica. Deve levar em conta a necessidade da empresa e também da sociedade", disse Ryder ao Valor.
Fonte - Unicamp
Nota DDP:
Seria esta a esperança que BXVI trouxe em sua encíclica e que certamente será objeto de seu arrazoado social que está por ser apresentado?
Um dia na semana para não fazer nada
...Estamos muito preocupados com as externalidades negativas associadas ao crescimento. Poluição do ar e das águas, aquecimento global são temas do momento. Mas a atividade econômica pode produzir outros tipos de externalidades tão perigosas quanto as ambientais. Uma delas é a degradação dos recursos humanos provocada pelo excesso de trabalho. Se prestarmos atenção, veremos que esse tipo de poluição é tão generalizado e pernicioso quanto os outros.
...
...
Para combater a poluição ambiental, aceitamos que o Estado imponha limites na emissão de agentes nocivos. Aceitamos também que as empresas poluidoras paguem tributos pelo dano que causam, ou ainda que "comprem" o direito de poluir por meio de créditos de carbono oferecidos por empresas que não poluem. Em suma, aceitamos como natural e necessária a idéia de mecanismos compulsórios ou voluntários para controlar a poluição.
Na mesma linha, deveríamos também pensar em mecanismos para controlar a "poluição" dos recursos humanos. Uma das maneiras seria a imposição efetiva do limite da jornada de trabalho. Outra maneira seria o retorno ao regime de um dia sem trabalho na semana. Nesse dia (o domingo), todos teriam tempo para dar atenção à família, para passear, para estar com os amigos, para ler, para rezar, enfim, para fazer tudo o que nos completa como seres humanos e que estamos abandonando pelo trabalho. [Grifo acrescentado].
Todos poderiam se encontrar, porque ninguém estaria trabalhando, ninguém estaria competindo. O dia semanal sem trabalho teria um efeito simbólico muito importante, pois criaria um sinal muito concreto para nos lembrar que as relações afetivas devem ser vividas e não esquecidas. Pelo menos uma vez por semana. [Grifo acrescentado].
Hélio Zylberstajn - Professor da FEA/USP e presidente do Ibret - Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Salário.
Fonte: Valor Econômico, 17 de agosto de 2007.
NOTA: Dois fatos interessantes nesta matéria: Primeiro, o reconhecimento por parte de intelectuais, de que o homem não foi criado só para trabalhar. Ele precisa de um dia por semana para o descanso, o relacionamento familiar e a prática religiosa. Deus mesmo estabeleceu esse dia para o ser humano descansar: "Lembra-te do dia de sábado para descansar". (Êx 20:8). Em segundo lugar, ao defender o descanso dominical abertamente, a matéria demonstra estar próximo o momento histórico profetizado no Apocalipse quando, antes da volta de Jesus, seria estabelecido a Lei Dominical mediante imposição política.
Fonte - Minuto Profético
Na mesma linha, deveríamos também pensar em mecanismos para controlar a "poluição" dos recursos humanos. Uma das maneiras seria a imposição efetiva do limite da jornada de trabalho. Outra maneira seria o retorno ao regime de um dia sem trabalho na semana. Nesse dia (o domingo), todos teriam tempo para dar atenção à família, para passear, para estar com os amigos, para ler, para rezar, enfim, para fazer tudo o que nos completa como seres humanos e que estamos abandonando pelo trabalho. [Grifo acrescentado].
Todos poderiam se encontrar, porque ninguém estaria trabalhando, ninguém estaria competindo. O dia semanal sem trabalho teria um efeito simbólico muito importante, pois criaria um sinal muito concreto para nos lembrar que as relações afetivas devem ser vividas e não esquecidas. Pelo menos uma vez por semana. [Grifo acrescentado].
Hélio Zylberstajn - Professor da FEA/USP e presidente do Ibret - Instituto Brasileiro de Relações de Emprego e Salário.
Fonte: Valor Econômico, 17 de agosto de 2007.
NOTA: Dois fatos interessantes nesta matéria: Primeiro, o reconhecimento por parte de intelectuais, de que o homem não foi criado só para trabalhar. Ele precisa de um dia por semana para o descanso, o relacionamento familiar e a prática religiosa. Deus mesmo estabeleceu esse dia para o ser humano descansar: "Lembra-te do dia de sábado para descansar". (Êx 20:8). Em segundo lugar, ao defender o descanso dominical abertamente, a matéria demonstra estar próximo o momento histórico profetizado no Apocalipse quando, antes da volta de Jesus, seria estabelecido a Lei Dominical mediante imposição política.
Fonte - Minuto Profético
Cardeal Kasper constata consensos com comunidades nascidas da Reforma
CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 30 de novembro de 2007 (ZENIT.org).- Percebem-se sinais «alentadores» nas relações entre a Igreja Católica e as comunidades eclesiais nascidas pela Reforma Protestante, segundo o cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção do Diálogo entre os Cristãos.
«Todas as comunidades eclesiais se mostraram interessadas pelo diálogo e a Igreja Católica dialoga com quase todas as comunidades eclesiais», disse o purpurado na sexta-feira, 23 de novembro, no encontro prévio ao consistório, que reuniu em Roma os cardeais de todo o mundo em torno de Bento XVI.
«Um certo consenso se conseguiu no âmbito da verdade da fé, sobretudo no que concerne às questões fundamentais da doutrina sobre a justificação», explicitou o cardeal em sua palestra introdutória sobre a questão ecumênica, tema prioritário do encontro.
«Em muitos lugares existe uma frutuosa colaboração na esfera social e humanitária. Difundiu-se progressivamente uma atitude de colaboração recíproca e de amizade, caracterizada por um desejo profundo de unidade, que permanece como tal ainda que haja, de vez em quando, tons mais duros e desilusões ásperas», constatou.
«De fato, a intensa rede de relações pessoais e institucionais levadas a cabo no tempo faz com que se resista a tensões ocasionais», explicou.
«Não há nenhum bloqueio na situação ecumênica, mas sim uma mudança profunda», precisou o cardeal, dirigindo-se a seus irmãos no Colégio cardinalício. Esta transformação é «a própria mudança experimentada pela Igreja e pelo mundo em geral».
Entre as mudanças, citou que depois de ter chegado a um «consenso fundamental sobre a doutrina da justificação», neste momento se discutem «temas controvertidos clássicos» como a «eclesiologia e os ministérios eclesiais».
O cardeal Walter Kasper diferenciou o ecumenismo do diálogo inter-religioso dizendo que o ecumenismo «encontra seu fundamento no testamento que Jesus deixou na véspera de sua morte: ‘Ut unum sint’ (João 17, 21) (‘Que todos sejam um’)».
Recordando o Concílio Vaticano II, que definiu a promoção da unidade entre os cristãos como um de seus principais objetivos e como um impulso do Espírito Santo, o cardeal evocou as palavras de João Paulo II, segundo o qual «o caminho ecumênico é uma via irreversível» e sublinhou como «o Papa Bento XVI – já desde seu primeiro dia de pontificado –, assumiu como compromisso primário trabalhar sem poupar esforços para a reconstituição da plena e visível unidade de todos os seguidores de Cristo».
«O Papa é consciente que para isso não são suficientes as manifestações de bons sentimentos, mas são necessários gestos concretos que entrem nos ânimos e movam as consciências», afirmou.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Mais sobre o tema em "Ecumenismo é uma obrigação sagrada".
NOTA Minuto Profético: Todas essas notícias demonstram o cumprimento exato da profecia de Apocalipse 13:3 (última parte) e 13:8. A supremacia mundial de Roma está sendo reconquistada a despeito dos protestantes remanescentes que ainda aceitam somente a autoridade bíblica em suas vidas.
«Todas as comunidades eclesiais se mostraram interessadas pelo diálogo e a Igreja Católica dialoga com quase todas as comunidades eclesiais», disse o purpurado na sexta-feira, 23 de novembro, no encontro prévio ao consistório, que reuniu em Roma os cardeais de todo o mundo em torno de Bento XVI.
«Um certo consenso se conseguiu no âmbito da verdade da fé, sobretudo no que concerne às questões fundamentais da doutrina sobre a justificação», explicitou o cardeal em sua palestra introdutória sobre a questão ecumênica, tema prioritário do encontro.
«Em muitos lugares existe uma frutuosa colaboração na esfera social e humanitária. Difundiu-se progressivamente uma atitude de colaboração recíproca e de amizade, caracterizada por um desejo profundo de unidade, que permanece como tal ainda que haja, de vez em quando, tons mais duros e desilusões ásperas», constatou.
«De fato, a intensa rede de relações pessoais e institucionais levadas a cabo no tempo faz com que se resista a tensões ocasionais», explicou.
«Não há nenhum bloqueio na situação ecumênica, mas sim uma mudança profunda», precisou o cardeal, dirigindo-se a seus irmãos no Colégio cardinalício. Esta transformação é «a própria mudança experimentada pela Igreja e pelo mundo em geral».
Entre as mudanças, citou que depois de ter chegado a um «consenso fundamental sobre a doutrina da justificação», neste momento se discutem «temas controvertidos clássicos» como a «eclesiologia e os ministérios eclesiais».
O cardeal Walter Kasper diferenciou o ecumenismo do diálogo inter-religioso dizendo que o ecumenismo «encontra seu fundamento no testamento que Jesus deixou na véspera de sua morte: ‘Ut unum sint’ (João 17, 21) (‘Que todos sejam um’)».
Recordando o Concílio Vaticano II, que definiu a promoção da unidade entre os cristãos como um de seus principais objetivos e como um impulso do Espírito Santo, o cardeal evocou as palavras de João Paulo II, segundo o qual «o caminho ecumênico é uma via irreversível» e sublinhou como «o Papa Bento XVI – já desde seu primeiro dia de pontificado –, assumiu como compromisso primário trabalhar sem poupar esforços para a reconstituição da plena e visível unidade de todos os seguidores de Cristo».
«O Papa é consciente que para isso não são suficientes as manifestações de bons sentimentos, mas são necessários gestos concretos que entrem nos ânimos e movam as consciências», afirmou.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Mais sobre o tema em "Ecumenismo é uma obrigação sagrada".
NOTA Minuto Profético: Todas essas notícias demonstram o cumprimento exato da profecia de Apocalipse 13:3 (última parte) e 13:8. A supremacia mundial de Roma está sendo reconquistada a despeito dos protestantes remanescentes que ainda aceitam somente a autoridade bíblica em suas vidas.
sexta-feira, 30 de novembro de 2007
Multinacionais ajudam a promover o ECOmenismo
Mais de 150 empresas multinacionais publicaram uma declaração conjunta advertindo que o fracasso em se fechar um acordo para reduzir as emissões de gás carbônico prejudicaria o crescimento econômico global. Em um anúncio de duas páginas publicado nesta sexta-feira no jornal britânico Financial Times, as empresas pedem aos líderes mundiais que fechem um acordo obrigando os países a cumprir metas para a redução das emissões dos gases causadores do efeito estufa.
As empresas, entre elas Coca-Cola, Shell, Phillips e Volkswagen, afirmam precisar que os governos definam claramente o quanto eles esperam cortar em suas emissões no futuro, para que elas possam investir em tecnologias para diminuir essas emissões.
"As evidências científicas são esmagadoras. As mudanças climáticas apresentam riscos econômicos globais, sociais, ambientais e econômicos muito altos, e exigem uma resposta global urgente", diz a carta, assinada pelo Grupo de Líderes de Corporações para Mudanças Climáticas Príncipe de Gales. As empresas afirmam acreditar que os benefícios de uma ação forte e antecipada contra as mudanças climáticas são maiores que os custos de não agir...
(Leia mais: BBC Brasil)
NOTA: A pressão dos diversos segmentos da "sociedade civil" será determinante para a implantação da futura Lei Dominical: "E mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo". O Grande Conflito, p. 592.
Fonte - Minuto Profético
As empresas, entre elas Coca-Cola, Shell, Phillips e Volkswagen, afirmam precisar que os governos definam claramente o quanto eles esperam cortar em suas emissões no futuro, para que elas possam investir em tecnologias para diminuir essas emissões.
"As evidências científicas são esmagadoras. As mudanças climáticas apresentam riscos econômicos globais, sociais, ambientais e econômicos muito altos, e exigem uma resposta global urgente", diz a carta, assinada pelo Grupo de Líderes de Corporações para Mudanças Climáticas Príncipe de Gales. As empresas afirmam acreditar que os benefícios de uma ação forte e antecipada contra as mudanças climáticas são maiores que os custos de não agir...
(Leia mais: BBC Brasil)
NOTA: A pressão dos diversos segmentos da "sociedade civil" será determinante para a implantação da futura Lei Dominical: "E mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo". O Grande Conflito, p. 592.
Fonte - Minuto Profético
Bento XVI: Progresso não salvará a humanidade
A humanidade não se salvará nem pelo progresso, nem pela ciência, nem pelas revoluções políticas, mas pela esperança coletiva proporcionada pelo cristianismo, defendeu o Papa Bento XVI em sua segunda encíclica publicada nesta sexta-feira.
Com o título de "Spe Salvi" (Salvos pela Esperança), o documento papal é uma "autocrítica do cristianismo moderno", que se apega "à saúde pessoal da alma" como reação à fé no progresso dos últimos séculos.
As 80 páginas do novo texto doutrinal do Papa chegam quase dois anos depois da divulgação, em janeiro de 2006, de sua primeira encíclica, a "Deus caritas est", dedicada ao amor e à caridade. Agora, Bento XVI consagra sua "Spe Salvi" à última das três virtudes teologais: a esperança. Estas virtudes (fé, esperança e caridade) são consideradas pelo cristianismo como dons de Deus.
O Papa constatou novamente o fracasso da "esperança na instauração de um mundo perfeito" do marxismo e ressalta "a ambigüidade do progresso", que pode trazer tanto "novas possibilidades para o bem", quanto "abismais possibilidades para o mal".Bento XVI defendeu que, devido à "fragilidade do homem", "o reino do bem consolidado nunca existirá neste mundo", enquanto que a crença cristã na vida eterna é uma promessa para toda a humanidade.
"Existe a justiça; a justiça do juízo final", garantiu em sua encíclica o Pontífice, conferindo tons de atualidade às noções de paraíso, inferno e purgatório, caídas em desuso entre os católicos atuais. Ainda assim, Bento XVI se declarou "convencido de que o tema da justiça constitui o argumento essencial, o mais forte, em favor da fé na vida eterna".
Fonte: Último Segundo
NOTA: A Teologia da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) prega o estabelecimento visível do Reino de Deus aqui neste mundo - a "cidade de Deus" de Agostinho. Como a ICAR afirma ser o único caminho para a salvação, e essa salvação há de ser comunitária (coletiva), então, ela tem procurado influenciar as nações até reconquistar a supremacia mundial outrora perdida. O objetivo é estabelecer o Reino de Deus na Terra. Nessa Encíclica, Bento XVI mais uma vez deixa transparecer essa ambição maior da Santa Sé: "A salvação foi sempre considerada como uma realidade comunitária. A mesma Carta aos Hebreus fala de uma 'cidade' (cf. 11:10,16; 12:22; 13:14) e, portanto, de uma salvação comunitária... A 'redenção' aparece precisamente como a restauração da unidade, onde nos encontramos novamente juntos numa união que se delínea na comunidade mundial dos crentes". (veja item nº 14). Quando o papa afirma que a "humanidade não se salvará pelo progresso" (o que não deixa de ser verdade), ele, na verdade, faz uma crítica velada ao protestantismo, que foi o agente cultural responsável pela criação de um ambiente favorável ao surgimento do progresso científico e industrial. A crítica feita ao materialismo marxista (com a qual também concordo) é apenas um trampolim para promover a supremacia de Roma, ainda que seja em "nome da liberdade".
Fonte - Minuto Profético
Com o título de "Spe Salvi" (Salvos pela Esperança), o documento papal é uma "autocrítica do cristianismo moderno", que se apega "à saúde pessoal da alma" como reação à fé no progresso dos últimos séculos.
As 80 páginas do novo texto doutrinal do Papa chegam quase dois anos depois da divulgação, em janeiro de 2006, de sua primeira encíclica, a "Deus caritas est", dedicada ao amor e à caridade. Agora, Bento XVI consagra sua "Spe Salvi" à última das três virtudes teologais: a esperança. Estas virtudes (fé, esperança e caridade) são consideradas pelo cristianismo como dons de Deus.
O Papa constatou novamente o fracasso da "esperança na instauração de um mundo perfeito" do marxismo e ressalta "a ambigüidade do progresso", que pode trazer tanto "novas possibilidades para o bem", quanto "abismais possibilidades para o mal".Bento XVI defendeu que, devido à "fragilidade do homem", "o reino do bem consolidado nunca existirá neste mundo", enquanto que a crença cristã na vida eterna é uma promessa para toda a humanidade.
"Existe a justiça; a justiça do juízo final", garantiu em sua encíclica o Pontífice, conferindo tons de atualidade às noções de paraíso, inferno e purgatório, caídas em desuso entre os católicos atuais. Ainda assim, Bento XVI se declarou "convencido de que o tema da justiça constitui o argumento essencial, o mais forte, em favor da fé na vida eterna".
Fonte: Último Segundo
NOTA: A Teologia da Igreja Católica Apostólica Romana (ICAR) prega o estabelecimento visível do Reino de Deus aqui neste mundo - a "cidade de Deus" de Agostinho. Como a ICAR afirma ser o único caminho para a salvação, e essa salvação há de ser comunitária (coletiva), então, ela tem procurado influenciar as nações até reconquistar a supremacia mundial outrora perdida. O objetivo é estabelecer o Reino de Deus na Terra. Nessa Encíclica, Bento XVI mais uma vez deixa transparecer essa ambição maior da Santa Sé: "A salvação foi sempre considerada como uma realidade comunitária. A mesma Carta aos Hebreus fala de uma 'cidade' (cf. 11:10,16; 12:22; 13:14) e, portanto, de uma salvação comunitária... A 'redenção' aparece precisamente como a restauração da unidade, onde nos encontramos novamente juntos numa união que se delínea na comunidade mundial dos crentes". (veja item nº 14). Quando o papa afirma que a "humanidade não se salvará pelo progresso" (o que não deixa de ser verdade), ele, na verdade, faz uma crítica velada ao protestantismo, que foi o agente cultural responsável pela criação de um ambiente favorável ao surgimento do progresso científico e industrial. A crítica feita ao materialismo marxista (com a qual também concordo) é apenas um trampolim para promover a supremacia de Roma, ainda que seja em "nome da liberdade".
Fonte - Minuto Profético
O Papa dá um passo audaz para aprofundar no diálogo com o Islã
VATICANO, 29 Nov. 07 / 12:00 am (ACI).- Mediante uma carta assinada pelo Secretário de Estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, o Papa Bento XVI propôs aos principais líderes religiosos e intelectuais do mundo islâmico algumas novidadeiras propostas para levar o diálogo entre a Igreja e o mundo muçulmano a um novo nível.
Em resposta à carta aberta que 138 líderes muçulmanos dirigiram ao Santo Padre e aos responsáveis pelas outras Igrejas e confissões cristãs no dia 13 de outubro passado a respeito das bases para o diálogo inter-religioso, o Papa respondeu hoje pela primeira vez com outra dirigida ao Presidente do Aal al-Bayt Institute for Islamic Thought, o Príncipe Ghazi bin Muhammad bin Talal, um dos assinantes da missiva, na reitera suas próprias convicções sobre os fundamentos desse diálogo e propõe algumas iniciativas a respeito.
O Papa expressa seu desejo de reunir-se com o próprio Ghazi e um grupo limitado dos assinantes da carta, e organizar uma "reunião de trabalho entre sua delegação e o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, com a cooperação de alguns Institutos Pontifícios especializados (como o Pontifício Instituto para Estudos Árabes e Islâmicos e a Pontifícia Universidade Gregoriana)".
Ao referir-se à carta aberta, "Uma palavra comum entre nós e vós", o Cardeal Bertone afirma que o Pontífice "agradece e aprecia a significativa iniciativa do eminente grupo de personalidades muçulmanas".
Depois de indicar que "sem ignorar nem minimizar nossas diferenças como cristãos e muçulmanos, podemos e portanto devemos ver aquilo que nos une", o Cardeal assinala que o Papa reafirma que o diálogo deve apoiar-se "sobre o efetivo respeito pela dignidade de toda pessoa humana, sobre o conhecimento objetivo da religião do outro, sobre o compartilhar a experiência religiosa, e finalmente, sobre o compromisso comum de promover o mútuo respeito e a aceitação entre as gerações mais jovens".
Há alguns dias, o vaticanista Sandro Magister propunha uma explicação sobre a "cautela" e "reserva" de Bento XVI em relação à carta muçulmana.
A julgamento do Magister, o diálogo que pede o Papa ao Islã é o mesmo que estabeleceu a Igreja Católica com o pensamento moderno, apoiado na relação entre fé e razão, o respeito à dignidade de cada pessoa e a liberdade religiosa e não, como propõem os intelectuais islâmicos, primariamente no mandamento do amor a Deus e ao próximo.
Em resposta à carta aberta que 138 líderes muçulmanos dirigiram ao Santo Padre e aos responsáveis pelas outras Igrejas e confissões cristãs no dia 13 de outubro passado a respeito das bases para o diálogo inter-religioso, o Papa respondeu hoje pela primeira vez com outra dirigida ao Presidente do Aal al-Bayt Institute for Islamic Thought, o Príncipe Ghazi bin Muhammad bin Talal, um dos assinantes da missiva, na reitera suas próprias convicções sobre os fundamentos desse diálogo e propõe algumas iniciativas a respeito.
O Papa expressa seu desejo de reunir-se com o próprio Ghazi e um grupo limitado dos assinantes da carta, e organizar uma "reunião de trabalho entre sua delegação e o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, com a cooperação de alguns Institutos Pontifícios especializados (como o Pontifício Instituto para Estudos Árabes e Islâmicos e a Pontifícia Universidade Gregoriana)".
Ao referir-se à carta aberta, "Uma palavra comum entre nós e vós", o Cardeal Bertone afirma que o Pontífice "agradece e aprecia a significativa iniciativa do eminente grupo de personalidades muçulmanas".
Depois de indicar que "sem ignorar nem minimizar nossas diferenças como cristãos e muçulmanos, podemos e portanto devemos ver aquilo que nos une", o Cardeal assinala que o Papa reafirma que o diálogo deve apoiar-se "sobre o efetivo respeito pela dignidade de toda pessoa humana, sobre o conhecimento objetivo da religião do outro, sobre o compartilhar a experiência religiosa, e finalmente, sobre o compromisso comum de promover o mútuo respeito e a aceitação entre as gerações mais jovens".
Há alguns dias, o vaticanista Sandro Magister propunha uma explicação sobre a "cautela" e "reserva" de Bento XVI em relação à carta muçulmana.
A julgamento do Magister, o diálogo que pede o Papa ao Islã é o mesmo que estabeleceu a Igreja Católica com o pensamento moderno, apoiado na relação entre fé e razão, o respeito à dignidade de cada pessoa e a liberdade religiosa e não, como propõem os intelectuais islâmicos, primariamente no mandamento do amor a Deus e ao próximo.
Iran to ask Vatican mediation of conflict with US?
The government of Iran is preparing to ask for Vatican mediation to stave off a possible crisis in relations with the United States, Time magazine reports.
According to Time, Iranian diplomats are ready to ask the Holy See to serve as intermediary in talks if relations with the US-- already tense-- escalate further toward a possible military conflict.
The Time report does not say whether or not the Vatican has indicated a willingness to act as a mediator. But Pope Benedict-- like his predecessor Pope John Paul II -- has consistently raised his voice in opposition to military confrontations.
In May the Holy Father received Iran's former president, Seyyed Mohammad Khatami, in an unusual private audience. (The meeting was unusual in that Khatami, who remains highly influential although he no longer holds a top government post, was accorded the diplomatic courtesies ordinarily reserved for major political leader.) After that meeting the Vatican issued a statement saying that the two had discussed their shared commitment to "overcoming the severe tensions that mark our time."
Fonte - Global Research
Nota DDP:
Não há a menor dúvida que crescem em poder e capacidade de intervenção as prerrogativas vaticanistas, a carta enviada por muçulmanos e o possível pedido de intervenção do Papa nas relações EUA/Iran são boas provas disso.
According to Time, Iranian diplomats are ready to ask the Holy See to serve as intermediary in talks if relations with the US-- already tense-- escalate further toward a possible military conflict.
The Time report does not say whether or not the Vatican has indicated a willingness to act as a mediator. But Pope Benedict-- like his predecessor Pope John Paul II -- has consistently raised his voice in opposition to military confrontations.
In May the Holy Father received Iran's former president, Seyyed Mohammad Khatami, in an unusual private audience. (The meeting was unusual in that Khatami, who remains highly influential although he no longer holds a top government post, was accorded the diplomatic courtesies ordinarily reserved for major political leader.) After that meeting the Vatican issued a statement saying that the two had discussed their shared commitment to "overcoming the severe tensions that mark our time."
Fonte - Global Research
Nota DDP:
Não há a menor dúvida que crescem em poder e capacidade de intervenção as prerrogativas vaticanistas, a carta enviada por muçulmanos e o possível pedido de intervenção do Papa nas relações EUA/Iran são boas provas disso.
Presos usarão tornozeleiras eletrônicas
Vinte presos da cadeia pública de Nova Lima, na região metropolitana de Belo Horizonte, serão os primeiros do País a usar tornozeleiras eletrônicas que serão monitoradas por satélites 24 horas por dia. Os dispositivos eletrônicos serão instalados nos detentos do regime semi-aberto que vão trabalhar na limpeza das ruas do bairro Jardim Canadá, que fica às margens da BH-040, na saída para o Rio de Janeiro.
Uma cerca eletrônica virtual vai indicar se o detento ultrapassou a área delimitada pela Justiça. Quando isto ocorrer, a foto do preso vai aparecer nos computadores instalados em 30 viaturas ou em um dos 300 telefones celulares.
Celebridade de Hollywood reforça o ECOmenismo

O ator Leonardo Di Caprio juntou-se ao time do ex-vice-presidente e vencedor do prêmio Nobel da Paz Al Gore, empenhando seu prestígio a serviço da causa ambiental no documentário A Última Hora. O filme entra em circuito nacional nesta sexta-feira, 30.
Produzido e narrado por Di Caprio e conduzido por duas diretoras, Nadia Conners e Leila Conners Petersen, o filme traça um impressionante painel sobre o atual estado de risco ambiental do planeta. Assim, entrevista uma grande quantidade de cientistas, especialistas e diretores de ONGs que fazem análises e apontam soluções economicamente viáveis e ambientalmente sustentáveis para que a terra controle seus dramáticos problemas de poluição, superpopulação e aquecimento global.
Como em Uma Verdade Inconveniente, estrelado por Al Gore e ganhador de dois Oscar, em A Última Hora cientistas como Stephen Hawkins e David Suzuki, entre muitos outros, provam que um outro modelo de desenvolvimento mundial é não só possível, como urgente. Mesmo porque, lembram eles, a espécie humana corre realmente o risco de desaparecer em um futuro próximo se nada for feito agora.
Fonte: Estadão Online
NOTA: Embora seja um dever zelarmos pela saúde do planeta, é evidente que essa "crise" em torno do aquecimento global está sendo forjada, visando interesses políticos e religiosos. Tanto que a profecia de Daniel 2 (estátua de Nabucodonosor) revela que o reino de Deus (a pedra que destruiu a estátua) veio do céu "sem auxílio de mãos humanas", ou seja, o fim do mundo não deverá ocorrer por ação humana, mas pela intervenção de Deus, quando a religião e a política se unirem para oprimir "os que guardam os mandamentos de Deus e tem a fé de Jesus". Logo, o título deste novo documentário ECOmênico é revelador: The 11th Hour. De acordo com o ex-satanista David Meyers, "o 11 é o número da Era de Aquário porque Aquário é o décimo primeiro signo do zodíaco". Portanto, Hollywood está anunciando em alto e bom tom que o ECOmenismo tem tudo a ver com a Nova Ordem Mundial (e com a futura Lei Dominical). A tradução do título para o português acentua ainda mais este aspecto profético: A Última Hora. Os cristãos sabem exatamente o que acontecerá na "última hora" deste mundo: "A todos, os pequenos e os grandes, os ricos e os pobres, os livres e os escravos, faz que lhes seja dada certa marca sobre a mão direita ou sobre a fronte, para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tem a marca, o nome da besta ou o número do seu nome". Ap 13:16, 17.
Uma verdade... conveniente?

Recebi este comentário de um leitor do blog: "Sou adventista há 13 anos e atualmente faço mestrado em Meteorologia. Gostaria de dizer que na questão de aquecimento global a contribuição do homem é mínima. Há um grande esquema das potências do primeiro mundo contra os paises emergentes para que estes diminuam a emissão dos gases, quando eles mesmos não diminuem. Querem que fiquemos dependentes economicamente do que eles produzem. A questão aqui não se trata de se o homem polui ou não a atmosfera. Particularmente, sou muito a favor da redução das emissões de gases, as quais compremetem a qualidade do ar. O que quero salientar é que o homem não é o responsável direto. Não há evidencia nos dados de que o homem polua de forma significativa a ponto de gerar um aquecimento em escala global. Para se ter idéia, os oceanos emitem dezenas de vezes mais C02 do que o homem; a atmosfera é uma ótima diluidora e a concentração de gases não é uma curva linear. Aliás, são os oceanos os reguladores do clima, pois ocupam mais de 70% da superficie terrestre. Lembrando que essa situação veio depois do grande dilúvio e comprometeu o equilíbrio climático do sistema.
"Como estudioso da Bíblia e meteorologista, tenho razões para crer que o próprio planeta é que está 'morrendo' por causas naturais. É uma questão de entropia. O apóstolo Paulo, inspirado, diz que 'a natureza sofre angústias até agora' (Rm 8:22). As catástrofes preditas na profecia são resultado natural da decadencia do planeta por ocasião da entrada do pecado. O planeta Terra é um 'ancião' que já está dando sinais de fadiga.
"As imagens mostradas no filme [Uma Verdade Inconveniente], apesar de estarrecedoras, não mostram nada novo em relação ao que já aconteceu no passado - inclusive alguns desses fenômenos foram bem mais intensos do que se vê hoje; só não havia câmeras para registrar... A curva do CO2 é uma farsa: os dados usados são de 650 mil anos atrás (por medidas indiretas) até hoje. Ridículo!
"É preciso ter cuidado com essa manipulação da informação em massa. O público leigo já está todo envolvido. O que eu falo pode ser até impopular, mas pode ser verdade. Gostaria de salientar também que o fato de defender essa teoria não implica de forma alguma que sou a favor da destruição do meio ambiente e que as emissões devem continuar. Devemos preservar o nosso planeta e fazer dele tanto quanto possível um lugar melhor a cada dia."
Nota: É interessante notar como esse assunto da preservação do planeta tem se tornado a principal bandeira de movimentos ocultistas, do catolicismo e de um forte candidato à presidência dos Estados Unidos, Al Gore. No ótimo blog Minuto Profético, o pastor e estudioso das profecias Sérgio Santeli chama o fenômeno de ECOmenismo, já que ele tem o potencial de unificar os principais poderes do mundo em torno de uma causa comum. E mais interessante ainda é notar como a observância do domingo vem sendo associada com tudo isso. É, pastor Santeli, como você diz, "as profecias estão cada vez mais atuais"!
quinta-feira, 29 de novembro de 2007
Vaticano procura tirar "proveito" do diálogo inter-religioso
Recentemente, o site da Rádio Vaticano exibiu uma matéria sobre o Fórum Cristão Mundial, realizado no Quênia (8 e 9 de novembro), onde foram "analisados temas voltados à promoção do diálogo e da cooperação em matéria de unidade cristã e de testemunho ao mundo". Segundo o Conselho Mundial de Igrejas, "nunca representantes de tradições cristãs tão diferentes haviam se reunido para um encontro mundial dessa dimensão".
A matéria ainda destacou que participaram do evento, "entre outros, expoentes das Igrejas Católica, Anglicana, Batista, Metodista e Ortodoxa, além dos Adventistas do Sétimo Dia e da Igreja Pentecostal".
Depois de solicitar à Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista (Brasília) maiores informações sobre esse evento, recebi o seguinte comunicado da parte do Pr. Edson Rosa (secretário geral e diretor de liberdade religiosa da DSA):"O Pr. John Graz, diretor de Liberdade Religiosa da Associação Geral da IASD, esteve presente. Não se tratou de um concílio ecumênico, para unificação de igrejas, mas de um evento sobre evangelização, sobre os desafios do secularismo e de paises com problemas de liberdade religiosa.
O Pr. John Graz, tem participado de diversas reuniões como esta para tratar de temas similares como a liberdade de consciência e por conseguinte a liberdade religiosa. No e-mail que recebi, o Pr. John foi bem enfático: 'It was not a meeting for unity.' (Não era uma reunião para unidade), leia-se 'Ecumenismo'. A Igreja Adventista do Sétimo Dia não pactua com o Ecumenismo. Mas tem diálogo com todas as Igrejas Cristãs".
Cabe, então, a pergunta: Por que a Igreja Católica, quando quer contestar as doutrinas adventistas chama a IASD de "seita", mas quando quer tirar proveito para si (fins ecumênicos) do diálogo inter-religioso a classifica como "Igreja Cristã"? Será que alguém pode explicar?
Fonte - Minuto Profético
A matéria ainda destacou que participaram do evento, "entre outros, expoentes das Igrejas Católica, Anglicana, Batista, Metodista e Ortodoxa, além dos Adventistas do Sétimo Dia e da Igreja Pentecostal".
Depois de solicitar à Divisão Sul-Americana da Igreja Adventista (Brasília) maiores informações sobre esse evento, recebi o seguinte comunicado da parte do Pr. Edson Rosa (secretário geral e diretor de liberdade religiosa da DSA):"O Pr. John Graz, diretor de Liberdade Religiosa da Associação Geral da IASD, esteve presente. Não se tratou de um concílio ecumênico, para unificação de igrejas, mas de um evento sobre evangelização, sobre os desafios do secularismo e de paises com problemas de liberdade religiosa.
O Pr. John Graz, tem participado de diversas reuniões como esta para tratar de temas similares como a liberdade de consciência e por conseguinte a liberdade religiosa. No e-mail que recebi, o Pr. John foi bem enfático: 'It was not a meeting for unity.' (Não era uma reunião para unidade), leia-se 'Ecumenismo'. A Igreja Adventista do Sétimo Dia não pactua com o Ecumenismo. Mas tem diálogo com todas as Igrejas Cristãs".
Cabe, então, a pergunta: Por que a Igreja Católica, quando quer contestar as doutrinas adventistas chama a IASD de "seita", mas quando quer tirar proveito para si (fins ecumênicos) do diálogo inter-religioso a classifica como "Igreja Cristã"? Será que alguém pode explicar?
Fonte - Minuto Profético
Noventa por cento de nova-iorquinos tem boa imagem do Papa
NOVA IORQUE, 29 Nov. 07 / 12:00 am (ACI).- Uma pesquisa da Universidade Quinnipiac revelou que 90 por cento de nova-iorquinos tem uma boa imagem do Papa Bento XVI, e que 70 por cento está de acordo com sua próxima visita porque fará muito bem à cidade.
"Bem vindo sua Santidade. Os nova-iorquinos aplaudem seus planos para visitar a cidade", disse em um comunicado o diretor do Quinnipiac University Poll Institute, Maurice Carroll. O estudo também assinalou que aos 29 por cento dos nova-iorquinos, incluindo 60 por cento dos católicos, gostariam de participar da Missa que o Pontífice celebrará no Yankee Stadium.
O Papa Bento XVI visitará os Estados Unidos entre 15 e 20 de abril do próximo ano. Os planos desta viagem de cinco dias incluirão um discurso ante a Nações Unidas em Nova Iorque e atividades em Washington D.C.
Fonte - ACI
Nota DDP:
Esse percentual se refletiria no restante da nação americana?
"Bem vindo sua Santidade. Os nova-iorquinos aplaudem seus planos para visitar a cidade", disse em um comunicado o diretor do Quinnipiac University Poll Institute, Maurice Carroll. O estudo também assinalou que aos 29 por cento dos nova-iorquinos, incluindo 60 por cento dos católicos, gostariam de participar da Missa que o Pontífice celebrará no Yankee Stadium.
O Papa Bento XVI visitará os Estados Unidos entre 15 e 20 de abril do próximo ano. Os planos desta viagem de cinco dias incluirão um discurso ante a Nações Unidas em Nova Iorque e atividades em Washington D.C.
Fonte - ACI
Nota DDP:
Esse percentual se refletiria no restante da nação americana?
Novo celular pode ser usado como cartão magnético
A operadora de telefonia celular britânica O2, em parceria com a fabricante de celulares Nokia, lança nesta quarta-feira em Londres, o projeto de testes de uma nova tecnologia que agrega ao aparelho de telefone celular a função de cartão magnético.
O equipamento usa a tecnologia sem cabos conhecida como Near Field Communication (comunicação de campo de curta distância), que combina os serviços de identificação por radiofreqüência (RFID, na sigla em inglês) com tecnologias de intercomunicação.
A NFC, como é chamada em inglês, possibilita que equipamentos habilitados com a tecnologia façam troca de informações ao se “tocarem”, ou ficarem próximos a apenas quatro centímetros de distância. A tecnologia é compatível com outras similares, como o Bluetooth e a Wi-Fi.
O novo aparelho, chamado de O2 Wallet®, será testado por 500 pessoas em Londres, durante seis meses. Neste período, os participantes poderão testar vários serviços como fazer compras, acessar o transporte público e entrar em eventos apenas com o uso do equipamento. Depois de seis meses, eles devem fazer uma avaliação sobre a facilidade de uso, segurança e funcionalidade do produto.
Os serviços disponíveis no novo equipamento podem ser acessados através do menu principal do telefone e não interferem no recebimento de chamadas ou mensagens de texto.
Projetos
Para a fase de testes, as empresas criaram parcerias com o comércio local e com o sistema do transporte público de Londres para disponibilizar os serviços aos usuários.
Segundo Cath Keers, diretora de atendimento ao cliente da O2, “os testes são o começo de um caminho que deve envolver operadoras de celular, bancos e o comércio em geral em uma visão comum”.
As empresas parceiras no lançamento da nova tecnologia pretendem aprimorar a funcionalidade do aparelho depois dos testes e incluir, por exemplo, a capacidade de armazenar senhas para os pagamentos. A empresas também já discutem desenvolver outros projetos de teste em 2008.
Fonte - BBC
Para que ninguém possa comprar ou vender, senão aquele que tiver o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome. Apocalipse 13:17
Nota DDP:
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