quarta-feira, 19 de novembro de 2014

Igreja: Santa Sé vai assinalar 50 anos de compromisso ecuménico

Decreto «Unitatis Redintegratio» sobre o diálogo entre as Igrejas cristãs foi promulgado a 21 de novembro de 1964

Cidade do Vaticano, 19 nov 2014 (Ecclesia) – O Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos vai assinalar esta sexta-feira o 50.º aniversário do decreto “Unitatis Redintegratio”, documento sobre o ecumenismo saído do Concílio Vaticano II.

Em entrevista à Rádio Vaticano, o presidente daquele organismo da Santa Sé sublinha a necessidade de, cinco décadas depois da publicação daquele texto, “relê-lo e torná-lo atual”, à luz dos desafios do esforço ecuménico de hoje.

Ver sobretudo “qual é a sua meta” e “onde se encontram os seus princípios e desdobramentos positivos”, frisa o cardeal Kurt Koch.

Reunido desde terça-feira em assembleia plenária no Vaticano, o referido Conselho vai promover na sexta-feira uma conferência na Universidade Pontifícia Gregoriana.

A iniciativa e contará com a participação de “representantes das Igrejas Católica, Ortodoxa, Batista, Luterana e Apostólica Arménia”.

Segundo o cardeal Kurt Koch, a abordagem ao texto vai ser feita a partir de “três leituras diferentes: uma católica, uma oriental e uma ocidental, para se entender como é que o decreto pode ser lido hoje e quais podem ser as estradas para um caminho futuro”.

Aquele responsável destaca os progressos que têm sido conseguidos no diálogo com “as antigas Igrejas ortodoxas orientais (siríaca, apostólica arménia, copta, etíope), que se separaram da Igreja mãe no século V após o Concílio de Calcedónia”.

“Neste campo estamos no bom caminho, há uma atmosfera bonita: todos os anos realiza-se uma assembleia geral e seguimos dando passos pequenos mas com uma atmosfera muito boa”, salienta o cardeal.

Quanto à relação com as outras Igrejas ortodoxas, também foram conseguidos desenvolvimentos positivos, sobretudo entre “1980 e 1990”, em que se chegou a um “consenso em torno de questões fundamentais da compreensão da Igreja, dos sacramentos, do ministério”.

No entanto, “as mudanças que se verificaram na Europa” a partir de 1989, com a queda dos regimes comunistas e o desmembramento da União Soviética trouxeram ao ecumenismo novos desafios.

“Com as transformações ocorridas saíram do silêncio as Igrejas católicas-orientais (a Igreja grego-católica, sobretudo na Ucrânia, na Roménia, na Transilvânia), que tinham sido proibidas por Estaline, e tudo isso despertou as antigas acusações de uniatismo e proselitismo”, recorda o cardeal Kurt Koch.

Na sequência destes desenvolvimentos, o diálogo ecuménico chegou a ser “fechado em 2000” mas foi retomado poucos anos depois, sobretudo a partir de um encontro em 2007 na cidade italiana de Ravena, entre responsáveis da Igreja Católica e da Igreja Ortodoxa.

Essa reunião centrou-se na questão do primado do bispo de Roma, que para o presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos “não é uma questão simples de ser tratada”.

O cardeal Kurt Koch mantém ainda assim “a convicção de que neste caminho ainda poderão ser feitos progressos”.

Fonte - Ecclesia

OMS indica que 750 milhões de pessoas não têm água potável

Genebra - Cerca de 750 milhões de pessoas não têm acesso a água potável de forma sustentada no mundo, e 1,8 bilhão usam fontes contaminadas com sedimentos, segundo um relatório divulgado nesta quarta-feira pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

O estudo indicou que 2,5 bilhões de pessoas não têm acesso a saneamento adequado, e que um bilhão defecam ao ar livre, nove em cada dez em áreas rurais.

Estas são as principais conclusões do relatório Glass 2014, realizado a cada dois anos pela OMS, e que este ano foi intitulado "Investir em água e saneamento, aumentar o acesso, reduzir as desigualdades".

O texto lembrou que o acesso à água potável e ao saneamento adequado tem implicações em uma ampla gama de aspectos, desde a redução da mortalidade infantil, passando pela saúde materna, ao combate de doenças infecciosas, à redução de custos sanitários e ao meio ambiente.

O estudo mostrou que nas duas últimas décadas 2,3 bilhões de pessoas passaram ater acesso a fontes de água melhoradas.

Nesse mesmo período o número de mortes de crianças por causa de doenças diarréicas - muito relacionadas com saneamento precário - caiu de 1,5 milhão em 1990 para 600 mil em 2012.

"Claro que podemos dizer que melhorou muito, mas 600 mil crianças continua sendo um número enorme", declarou em entrevista coletiva María Neira, diretora de Saúde Pública e Meio Ambiente da OMS.

Segundo dados da organização, se o acesso a água potável melhorar e foram implementados serviços de saneamento adequados as mortes por diarreia poderiam diminuir 70%.

Além disso, o estudo calcula que a cada US$ 1 investido em serviços de água e saneamento é possível obter um retorno de US$ 4,3, com a redução dos custos de saúde, aumento da produtividade nos postos de trabalho e criação de novos empregos em indústrias de gestão de resíduos.

"Não só isso, a água e o saneamento são um tema básico de direitos humanos e tem um componente de gênero essencial. No mundo são majoritariamente as meninas que vão a buscar água, o que muitas vezes as impede de ir à escola", especificou Neira.

Mas para quem consegue ir à escola, acrescentou, "se nesses colégios não há banheiros adequados, as meninas não se sentirão nem confortáveis, nem seguras, dado que sua intimidade e inclusive sua integridade física estarão em perigo, e com isso abandonarão à escola, e assim seu direito à educação não estará assegurado".

Por isso, o relatório destacou a importância de melhorar o saneamento tanto em escolas como em centros de saúde, onde uma higiene ótima é essencial para evitar infecções.

O relatório concluiu que "ainda se deve fazer muito mais", e para isso pediu mais compromisso político nacional e internacional e mais fundos para implementar políticas efetivas, destacando a importância de se concentrar no saneamento, já que atualmente mais de 75% dos recursos são investidos em acesso à água potável e não em saneamento.

"É necessária uma mudança cultural. É preciso que as comunidades percebam a importância do saneamento. É preciso um esforço em sensibilização", ressaltou Chris Williams, diretor-executivo do Conselho de Acesso à Água e Saneamento (WSSCC).

Fonte - Exame

Nota DDP: Ver também "Um bilhão de pessoas vivem sem sanitários, diz OMS".

terça-feira, 18 de novembro de 2014

Gripe aviária faz Inglaterra sacrificar 6 mil patos

(ANSA) - O governo britânico anunciou nesta terça-feira (18) que sacrificará cerca de seis mil patos de uma granja, onde, no último fim de semana, foi registrado um caso de gripe aviária. Localizada a leste de Yorkshire, a granja foi infectada pelo vírus da gripe aviária, mas, de acordo com especialistas, não há riscos para os seres humanos. Mesmo assim, o local continua isolado por um raio de 10 quilômetros. O vírus foi identificado como o H5 e as autoridades descartaram a possibilidade de ser uma variante do H5N1, que é letal aos humanos.

"Tomamos ações robustas e imediatas para controlar o vírus e evitar qualquer propagação potencial de infecação", disse a secretária britânica do Meio Ambiente, Liz Truss, em um comunicado ao Parlamento. Este é o primeiro caso de gripe aviária na Grã-Bretanha desde 2008, quando uma granja de frangos em Banbury contraiu o vírus. A Comissão Europeia, por sua vez, afirmou que os casos de contágio registrados nos últimos dias na Holanda, Alemanha e Grã-Bretanha podem ser consequência do contato com aves migratórias que viajam na direção sul.

Ataque em Jerusalém eleva temor por possível conflito religioso

O ataque a tiros e facadas, cometido por palestinos nesta terça-feira na sinagoga de Har Nof, é o mais grave de uma série de incidentes de caráter religioso ocorridos em Jerusalém nas últimas semanas.

As vítimas do ataque são quatro rabinos, que foram assassinados durante a oração matinal, em um bairro ultraortodoxo. Outras sete pessoas ficaram feridas, e os autores do atentado – dois palestinos de Jerusalém Oriental - foram mortos pela polícia.

Essa nova onda de violência começou no início deste mês, em meio a uma campanha movida por políticos da extrema-direita israelense em prol do "direito à oração de judeus" em um local sensível aos muçulmanos, dentro da Cidade Velha.

Como parte da campanha, alguns políticos e ativistas israelenses entraram na Esplanada das Mesquitas, terceiro lugar mais sagrado para a religião islâmica, despertando a fúria de fiéis palestinos que temem a concretização de promessas de "construir o Terceiro Templo no Monte do Templo", no lugar das Mesquitas de El Aqsa e do Domo da Rocha.

No dia 5 de novembro, policiais israelenses entraram na própria Mesquita de El Aqsa em busca de jovens que haviam jogado pedras, gerando uma escalada da tensão em Jerusalém e duros protestos por parte da Jordânia, que convocou seu embaixador em Israel para consultas.

Do ponto de vista da religião islâmica, a entrada de policiais "de botas" na área da Mesquita foi considerada uma "profanação" do santuário, já que a tradição proíbe que pessoas entrem calçadas no local sagrado.
'Provocações'

O presidente palestino, Mahmoud Abbas, acusou Israel de fazer "provocações" religiosas e de "profanar" a mesquita. "As provocações de Israel podem levar o conflito a uma guerra religiosa", advertiu Abbas.

Em resposta, o chanceler de Israel, Avigdor Lieberman, acusou o presidente palestino de "incitamento antissemita".

No mesmo dia da entrada na mesquita pelos policiais, um palestino atropelou israelenses que estavam em uma estação de trem, matando duas pessoas e ferindo mais oito.

A esse atentado se seguiram outros ataques, nos quais palestinos utilizaram carros e facas como armas contra israelenses nas cidades de Jerusalém e Tel Aviv e também na Cisjordânia.

Essa nova onda de violência, que teve como estopim as tensões envolvendo a Esplanada das Mesquitas, já deixou 10 mortos do lado israelense e 14 do lado palestino, incluindo os autores dos ataques.

"Amplia-se o componente religioso no conflito com os palestinos", afirmou o analista Amos Harel, em artigo no jornal Haaretz. "A nova onda de terror começa a assumir caracteristicas de uma guerra religiosa."

"É bem provável que o alvo do grave atentado desta terça – a sinagoga do bairro de Har Nof – não tenha sido escolhido por acaso. Trata-se de um alvo explicitamente religioso, no contexto de um confronto religioso. É quase desnecessário explicar o quanto essa motivação é perigosa", prosseguiu Harel.

O prefeito de Jerusalém, Nir Barkat, conclamou a população a manter a calma e advertiu sobre o perigo de possíveis represálias por parte de israelenses contra palestinos. "Não tomem a lei em suas mãos", disse o prefeito.

O ministro da Polícia, Itzhak Aharonovitz, prometeu medidas duras "contra os terroristas, seus chefes e suas famílias".

Aharonovitz também defendeu a diminuição das restrições ao porte da armas "para que haja mais mãos (atirando) contra terroristas que decidam cometer atentados".
Reações

O ataque desta terça-feira foi reivindicado pelo grupo nacionalista palestino Brigadas de Abu Ali Mustafa, braço militar da Frente Popular pela Libertação da Palestina, que também esteve por trás de atentados prévios.

O presidente palestino, Abbas, emitiu comunicado condenando "o ataque de judeus em seu local de oração e a morte de civis".

Na Faixa de Gaza, em contrapartida, o ataque foi comemorado, e o grupo radical Hamas, que administra a região, disse que ele foi uma vingança pela morte de um motorista de ônibus palestino encontrado enforcado dentro de um veículo em Jerusalém na segunda-feira. A polícia israelense havia considerado o caso um suicídio.

Fonte - BBC

"O protesto acabou"


"Um dos meus momentos favoritos do dia: @RickWarren se referindo ao Papa como 'o santo padre'. #ReformaAcabou" (Biógrafo do papa)

Visita do Santo Padre à Filadélfia é fruto de "inúmeras orações", afirma arcebispo

FILADELFIA, 18 Nov. 14 / 11:02 am (ACI/EWTN Noticias).- O Arcebispo da Filadélfia (Estados Unidos), Dom Charles Chaput, agradeceu a Deus pelo presente da viagem do Papa Francisco a este país em setembro de 2015 por ocasião do Encontro Mundial das Famílias, e afirmou que esta visita transformará os corações dos católicos e não católicos.

“Hoje é um grande dia de alegria para a nossa Arquidiocese, nossa cidade, nossa comunidade e nosso país! Foi um privilégio estar na presença de nosso Santo Padre nesta manhã em Roma quando anunciou ao mundo que estará conosco na Filadélfia no próximo ano para o Encontro Mundial das Famílias”, expressou Dom Chaput em um comunicado difundido nesta segunda-feira pela Arquidiocese.

Nesse sentido, chamou os fiéis a compartilharem com os outros este momento “histórico e estimulante”, pois “é a resposta às inúmeras orações de tanta gente que pediu a Deus que guie o Papa Francisco para a Filadélfia, é a culminação de muitos meses de antecipação esperançada e de cumprimento da minha própria confiança de que o Santo Padre nos honraria com a sua presença no próximo ano”.

O prelado destacou que essa será a primeira visita de Francisco aos Estados Unidos e a quarta visita de um pontífice. “Estes são os tipos de emoções que têm uma fonte: O verdadeiro amor de Cristo que enche os nossos corações”, afirmou.

Dom Chaput explicou que “uma característica distintiva do ministério do Papa Francisco foi um amor genuíno por todas as pessoas de boa vontade” assim como o seu grande enfoque sobre “os muitos e diversos desafios que as famílias enfrentam globalmente”.

Do mesmo modo, expressou a sua proximidade e admiração pelo agora Papa desde que o conheceu em 1997 durante o Sínodo para as Américas. “Independentemente das diferenças confessionais, bilhões de pessoas ao redor do mundo foram atraídas por este Papa”.

Nesse sentido, assegurou que o Encontro Mundial das Famílias está aberto “a todos aqueles que têm um coração generoso”. A visita do Papa, assegurou, transformará não só “o espírito da vida católica na nossa região, mas da nossa comunidade inteira. Será um momento diferente a qualquer outro”.

“Agora antecipamos com entusiasmo a chegada do Papa Francisco à Filadélfia no próximo mês de setembro. Estaremos preparados e lhe daremos as boas-vindas com alegria, com os braços abertos e os corações piedosos! Elevemos as nossas vozes em ação de graças a Deus Todo-poderoso pelo dom do Papa Francisco e pela decisão do Santo Padre de vir à Filadélfia”, concluiu.

O Papa anunciou a sua viagem aos Estados Unidos nesta segunda-feira durante a sessão inaugural do Congresso “A complementariedade do homem e a mulher” realizado na Santa Sé.

O Encontro Mundial das Famílias se realiza a cada três anos e foi instituído por São João Paulo II em 1994, no Ano da Família. O evento da Filadélfia acontecerá entre os dias 22 e 27 de setembro de 2015.

Fonte - ACI Digital

Perseguidos - O ataque global aos cristãos

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

Mundo tem 35,8 milhões de escravos

Um novo levantamento mostra que 35,8 milhões vivem como escravos no mundo. O total chega a 0,5% da população mundial, segundo a fundação Walk Free, que analisou dados em 167 países.

De acordo com o levantamento, o país com o maior número de escravos, proporcionalmente, é a Mauritânia, no noroeste da África, com 4% de sua população de 3,9 milhões submetida à servidão. Em números absolutos, a Índia aparece na frente, com 14 milhões de escravos. Tanto a Ásia quanto a África apresentam os números mais preocupantes, segundo a organização. A prática é menos prevalecente na Europa, mas a Rússia aparece em quinto lugar em números absolutos, com 1,05 milhão de escravos. Juntos os cinco países com mais escravos no mundo respondem por 61% dos números de pessoas submetidas à prática.

O número total revelado no relatório deste ano é 20% mais alto do que o apurado em 2013. Segundo a Walk Free, a explicação é a mudança na metodologia, e não um aumento geral da prática.

Embora ainda existam cativos à moda das antigas sociedades escravagistas, a pesquisa mapeia principalmente o que se convencionou chamar de trabalho escravo contemporâneo ou moderno. São pessoas vítimas de trabalho forçado - por violência ou por dívida -, tráfico humano, exploração sexual e casamentos forçados. Outros levantamentos, como da Organização Internacional do Trabalho, estimam que 21 milhões de pessoas vivem como escravos.

O Brasil tem 155.300 escravos, segundo o levantamento, ou 0,0775% de sua população, aparecendo em 143° lugar entre os países analisados. O número total é mais baixo do que o dado apurado no ano passado, 220.000. O relatório aponta alguns pontos preocupantes no Brasil, como a alta incidência de adolescentes trabalhando em serviços domésticos, mas faz elogios ao Brasil no combate à escravidão, citando o Pacto Nacional pela Erradicação do Trabalho Escravo, que foi assinado por mais de 300 empresas até o ano passado.

Nas conclusões, a Walk Free pede mais esforços da comunidade internacional para combater a escravidão e aumentar as punições por tráfico humano e para as empresas que fazem uso da prática.

Fonte - Veja

Papa anuncia sua 1ª visita aos EUA em 2015

O papa Francisco anunciou nesta segunda-feira (17) que vai visitar os Estados Unidos no ano que vem, sua primeira viagem ao país como chefe da Igreja Católica, que tem 1,2 bilhão de fiéis.

A confirmação oficial da viagem aos Estados Unidos era amplamente esperada depois de meses de especulações.

O papa disse e uma conferência interreligiosa sobre casamento que iria à Filadélfia em setembro, para o Encontro Mundial de Famílias da Igreja Católica.

Espera-se também que a viagem inclua passagens pela Casa Branca e pelo Congresso, em Washington, além da sede da Organização das Nações Unidas (ONU), em Nova York, mas o pontífice não mencionou esses locais.

O papa deve visitar a Turquia e instituições europeias em Estrasburgo, França, em duas viagens separadas ainda neste mês.

Em janeiro, o papa Francisco vai às Filipinas e Sri Lanka, em sua segunda viagem à Ásia.

domingo, 16 de novembro de 2014

Julian Assange diz que estamos todos sob vigilância na Net

O fundador do WikiLeaks, Julian Assange, advertiu, este domingo, para o perigo de a civilização atual caminhar para o totalitarismo, em resultado da centralização de informação, e recomendou aos cibernautas a procura de caminhos alternativos.

O aviso foi dado num debate realizado em Lisboa, via teleconferência, emitida da embaixada do Equador em Londres, onde Assange reside há dois anos. O fundador da Wikileaks intervinha no âmbito do fórum "Reagir contra a vigilância de massas: abrir o espaço à sociedade", integrado no Festival de Cinema de Lisboa e Estoril (L&EFFest).

"O avanço da civilização, em termos cada vez mais de tecnologia complexa, pode levar-nos ao totalitarismo, como resultado da centralização de informação? Essa é a verdadeira questão que tem de ser respondida", disse o australiano, que desde meados 2012 está refugiado naquela embaixada, após o Supremo Tribunal britânico ter autorizado a sua extraditado.

Assange salientou que a globalização tende a ter como resultado um líder de mercado, como a Google, e defendeu que "podemos estar a caminhar" para uma situação de centralização em todo o mundo.

"A verdade é que, à medida que os serviços de inteligência [como o SIS e SIED, serviços de informações de Segurança e Estratégicas de Defesa, em Portugal] se tornam mais poderosos e mais secretos, e aumenta o fenómeno generalizado de ligação nas comunicações entre indivíduos, esses serviços tornam-se mais livres e poderosos e não há forma de escapar", avisou.

E Assange foi ainda mais longe nas acusações à Google, defendendo que é uma empresa que está a crescer e é muito ambiciosa, e que essa ambição não acontece só nas ligações que a Google cria com o Governo e o poder norte-americanos, mas também porque a Google chega a qualquer canto do mundo.

"Vigiar cada pessoa, entender onde está, o que cada um de nós está a fazer, a ler, com quem contata", precisou, defendendo que todos os que usam a internet, o facebook, o gmail, devem encontrar caminhos que permitam fugir dessa centralização da informação.

Assange defendeu ainda que, independentemente da verdade sobre os motivos da criação da Google, o seu modelo básico assenta no mesmo dos sistemas de segurança nacional, arrecadando informação de todo o mundo, tratando-a e organizando-a para cada pessoa.

E rebateu ainda os argumentos dos cibernautas que dizem não temer a Google ou a internet, por não terem nada a esconder: "A minha primeira pergunta é: o que está errado contigo? Deves ser muito aborrecido. Vai imediatamente arranjar algo para esconder", disse, provocando o riso da plateia, na maioria composta por jovens.

"Estamos todos ligados, juntos, a informação viaja de uns para outros, somos amigos uns dos outros, direta ou indiretamente", constatou, explicando que, se alguém usa o gmail para contatar uma pessoa ou "posta" algo sobre ela no facebook, acaba por dar informação sobre essa pessoa e sobre os seus familiares.

Assange defendeu que um dos passos importantes é tomar consciência sobre a centralização de informação e adquirir novos conhecimentos sobre alternativas de fugir a esse controlo, e recomendou: "Vão à pagina da wikileaks e comecem por ler um documento chamado 'Google Is Not What It Seems' (a Google não é o que parece)".

Julian Assange revelou ainda que a WikiLeaks se prepara para libertar mais documentos secretos, mas não deu mais pormenores.

Fonte - Jornal de Noticias

Bíblia é o livro “mais valioso” para humanidade, aponta pesquisa

Qual o livro mais valioso para a Humanidade? Essa era a pergunta da pesquisa realizada pela empresa YouGov, encomendada pela organização Folio Society, do Reino Unido.

Para surpresa de muitos, a Bíblia continua em primeiro lugar. Embora tenha sua história como nação intimamente ligada à questão religiosa, a Inglaterra é também o berço do movimento neoateísta, de Richard Dawkins e Cristopher Hitchens.

Recentemente, a legislação mudou e as escolas inglesas foram proibidas pelo governo de ensinar o criacionismo e passaram a promover desde as primeiras séries “o respeito pelos direitos dos homossexuais”.

O resultado da pesquisa mostra, que embora exista uma forte pressão da sociedade, alguns princípios não mudam tão facilmente. “A Origem das Espécies”, de Charles Darwin, livro que se tornou obrigatório nas instituições de ensino ficou em segundo lugar, numa disputa apertada.

Os últimos 50 anos trouxeram várias mudanças para a sociedade inglesa. Antigo berço de missões para o mundo, a Inglaterra hoje é considerada uma nação “pós-cristã”. Por causa dos fluxos constantes de imigrantes, o islamismo passou a ter grande influência e dezenas de igrejas cristãs foram fechadas para se tornar mesquitas. Por isso, o Alcorão aparece entre os livros mais citados.

O pastor e teólogo Alessandro Brito, que estudou na Inglaterra acredita que diante do quadro atual, essa é “uma ótima notícia”, mas ressalta que a valorização da Bíblia “deve ser cada vez mais promovida nos filhos pelos pais tementes a Palavra de Deus”.

A lista oficial da pesquisa é:

1) A Bíblia (37%)
2) A Origem das Espécies – Charles Darwin (35%)
3) Uma Breve História do Tempo – Stephen Hawking (17%)
4) Relatividade: A Teoria Especial e Geral – Albert Einstein (15%)
5) 1984 – George Orwell (14%)
6) Principia Mathematica – North Whitehead e Bertrand Russell (12%)
7) O Sol é Para Todos – Harper Lee (10%)
8) O Alcorão (9%)
9) A Riqueza das Nações – Adam Smith (7%)
10) A Dupla Hélice – James Watson (6%)

Ao todo, 30 títulos foram mencionados, mas apenas dois são romances. A maioria são livros científicos ou religiosos. Apareceram menções ao “Dicionário Oxford de Inglês” e ao clássico “O Senhor dos Anéis”, cujo autor é inglês. Nota-se a ausência de livros como “O Capital” e o “Manifesto Comunista”, que mudaram a história do mundo no século passado.

Segundo a pesquisa da YouGov, os entrevistados deveriam justificar suas escolhas não por gosto pessoal, mas pelo reconhecimento de sua importância.

A justificativa para a escolha da Bíblia foi porque “contém princípios/orientações sobre como ser uma boa pessoa”. Já o livro de Darwin foi apontado por “responder às perguntas fundamentais da existência humana”. Curiosamente entre os homens “A Origem” foi mais citada, sendo “A Bíblia” a escolha da maioria das mulheres.

Fonte - Gospel Prime

Aquecimento global pode provocar uma guerra no mundo?


Convocação para os líderes mundiais

O presidente francês, François Hollande, admitiu hoje em Brisbane, no âmbito da cimeira do G20, que pode haver uma guerra por causa das alterações climáticas. “Vamos nos reunir de novo em Paris para assinar um acordo global que evite que o planeta experimente um aquecimento global de mais três ou quatro graus [celsius], o que podia levar a uma catástrofe, se não a uma guerra”, afirmou o chefe do Estado francês naquela cidade australiana. “Uma maneira de prevenir os conflitos e a as catástrofes é tomar decisões”, sublinhou, dizendo esperar que todos os países se comprometam em assinar um acordo que limite o aquecimento global, durante a conferência, que decorre entre 30 e novembro e 11 de dezembro.

(DN Globo)

Nota Criacionismo: Como já disse aqui algumas vezes, quando o clima de medo é forte, leis restritivas são mais facilmente aprovadas. Do que estarão dispostas as pessoas e seus governantes para impedir a destruição da Terra e uma guerra mundial? Que decisões serão tomadas? É interessante notar que o Vaticano já tem uma proposta para a redução das emissões de carbono: reservar o domingo como dia de descanso. O papa prepara uma encíclica sobre o meio ambiente, que deve ser publicada no ano que vem. E também em 2015 deve ser realizado um encontro com líderes religiosos para tratar do mesmo assunto. Decisões e interesses parecem estar convergindo. Aguardemos os próximos movimentos das “peças nesse tabuleiro”.

sábado, 15 de novembro de 2014

Terremoto sacode leste da Indonésia e gera alerta de tsunami

Tremor atingiu a região das Ilhas Molucas neste sábado (15).
Há risco nas costas dentro de um raio de 300 quilômetros, diz USGS.


Um terremoto de 7,3 graus de magnitude sacudiu neste sábado (15) a região das Ilhas Molucas, no leste da Indonésia, informou o instituto geológico dos Estados Unidos (USGS), acrescentando que o abalo provocou tsunami. O tremor ocorreu às 10h31 local (00h31 Brasília) sob o oceano, a uma profundidade de 46 km, segundo o USGS.

O Centro de Alerta de Tsunami no Pacífico informou a ocorrência de "vagas nas costas situadas dentro de um raio de 300 quilômetros" do epicentro. Até o momento não há informação sobre vítimas ou danos.

De acordo com o alerta, as ondas poderão chegar a zonas da costa da Indonésia, Filipinas, Japão, Taiwan e as ilhas do Pacífico Sul. "Ondas de 30 cm a 1 metro devem atingir partes do litoral da Indonésia, enquanto ondas de 30 cm estão previstas para a costa das Filipinas", precisou o Centro de Alerta de Tsunami.

"Emitimos rapidamente um alerta de tsunami", disse à AFP um funcionário da agência sismológica indonésia.

Julius Galgiano, sismólogo do governo filipino, informou que seu país também emitiu um alerta de tsunami, mas não há ordem de evacuação diante da perspectiva de vagas menores.

A Indonésia está no 'Cinturão de Fogo' do Pacífico, onde o encontro de placas continentais provocam frequentes abalos sísmicos e vulcões.

Em 2004, um violento terremoto submarino provocou uma gigantesca tsunami que deixou mais de 170 mil mortos na província de Aceh, na ilha indonésia de Sumatra, além de dezenas de milhares de vítimas em outros países em torno do Oceano Índico.

quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Rússia nega envio de tropas à Ucrânia em meio à crescente tensão

Moscou negou novamente nesta quinta-feira que tenha tropas no leste separatista da Ucrânia, após a Otan confirmar a chegada de soldados russos à região, onde a tensão é crescente.

"Uma resposta curta: não" - declarou o porta-voz do ministério russo das Relações Exteriores, Alexandre Lukashevich, quando foi perguntado sobre a presença de militares russos na Ucrânia.

"Digo a todos, de forma categórica e oficial, que não há ou houve tropas ou movimento de tropas (russas) na fronteira. Não é possível falar da presença de tropas no território ucraniano".

O presidente ucraniano, Petro Poroshenko, disse estar muito preocupado com "a chegada em massa de tropas e armamento pesado procedentes da Rússia", em conversa por telefone com seu homólogo finlandês.

"Segundo nossas estimativas, há atualmente 8.000 soldados russos, talvez mais, em nosso território", disse à AFP um alto oficial ucraniano que pediu para não ser identificado.

A Organização para a Segurança e a Cooperação na Europa (OSCE), que tem observadores na zona, confirmou a chegada de material militar, e a Otan informou na quarta-feira que trata-se de reforço russo.

A porta-voz do departamento americano de Estado Jen Psaki destacou na véspera que os Estados Unidos "continuam trabalhando" com a União Europeia visando instaurar novas sanções contra a Rússia por seu "comportamento inaceitável".

O governo em Kiev e os ocidentais acusam a Rússia pelo agravamento do conflito no leste da Ucrânia, onde já morreram mais de 4 mil pessoas desde abril. O cessar-fogo decretado em setembro foi violado em várias oportunidades.

"Nos últimos dois dias, observamos a mesma coisa que a OSCE. Vimos colunas de equipamento russo, tanques russos, sistemas de defesa antiaérea russos, artilharia russa e tropas de combate russas entrando na Ucrânia", afirmou o comandante-em-chefe da Otan (Aliança Atlântica), Philip Breedlov.

Na terça-feira, a OSCE alertou para o "aumento do nível de violência no leste da Ucrânia e para o crescente risco de uma nova escalada" na região.

Jens Anders Toyberg-Frandzeno, assistente do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, revelou na quarta-feira que a organização está "profundamente preocupada com a possibilidade de que haja uma guerra total" na Ucrânia.

A Ucrânia afirma que está preparada para o combate contra as tropas russas e as forças separatistas que reforçam suas posições no leste do país.

"Observamos um reforço dos grupos terroristas (como o governo russo chama os rebeldes) e de parte da Rússia. Observamos seus movimentos, sabemos onde se encontram", afirmou o ministro ucraniano da Defesa, Stepan Poltorak, em uma reunião de governo.

"Nossa tarefa principal é nos prepararmos para o combate", acrescentou.

Nas últimas 24 horas, os combates mataram quatro soldados ucranianos e deixaram 18 feridos, segundo as autoridades de Kiev.

"A situação no leste continua sendo tensa. Nas últimas 24 horas, os criminosos atiraram 44 vezes contra posições ucranianas, sobretudo contra uma base nas proximidades do aeroporto de Donetsk, epicentro dos combates violentos".

Na cidade de Donetsk, principal reduto separatista, várias explosões foram ouvidas na quarta-feira à noite. Os insurgentes afirmaram que eram bombardeios ucranianos contra um bairro próximo ao aeroporto.

Os tiroteios prosseguiam durante a manhã na mesma região.

Fonte - Yahoo

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

Tortura: EUA "ultrapassaram o limite" após 11 de setembro

O comité americano foi questionado acerca de abusos cometidos contra os direitos humanos

Perante o Comité da ONU Contra a Tortura, a representante dos Estados Unidos declarou que após os ataques de 11 de setembro os EUA "nem sempre" respeitaram os próprios valores.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

sexta-feira, 7 de novembro de 2014

Escolas são proibidas de ensinar o criacionismo e precisam defender direitos dos gays

Novas diretrizes estimulam professores ingleses a “desafiar” crenças religiosas dos alunos

Escolas inglesas não poderão mais ensinar sobre o criacionismo e terão de promover desde as primeiras séries “o respeito pelos direitos dos homossexuais”. Caso contrário, poderão ter de fechar suas portas. O movimento liderado pela Secretária de Educação Nicky Morgan fez uma “inspeção” em dezenas de escolas confessionais (cristãs, judias e muçulmanas) e anunciou que se trata de um plano para diminuir o radicalismo religioso na Inglaterra.

A justificativa é que essas escolas não preparam seus alunos “para a vida na Grã-Bretanha moderna”. As instituições que não se adequarem estão sujeitas a multas e a terem suas licenças de funcionamento revogadas.

A chamada “Lei de Igualdade” foi instituída este ano no Reino Unido, exigindo uma maior aceitação de homossexuais e transgêneros, bem como pessoas de outras religiões e raças. Morgan afirmou à imprensa ser “fundamental” que as escolas “promovam ativamente” em seu currículo os valores britânicos, incluindo o respeito mútuo e a tolerância com pessoas de diferentes crenças.

O debate vai mais longe quando se leva em conta que no mês passado a Secretária de Educação entregou uma declaração ao Parlamento Britânico onde condena a propagação de pontos de vista religiosos dentro das escolas.

Ela mencionou um relatório que indicaria como é “radical” o ensino do criacionismo e comparou-o com o extremismo religioso islâmico. Sendo assim, existe uma pressão para que não se mencione nenhuma outra possibilidade além da teoria da evolução nos livros escolares. A partir deste ano a maioria terá um módulo sobre Evolucionismo no nível primário (5-6 anos).

O anúncio do governo que as escolas que “promoverem pontos de vista extremistas” não mais receberão incentivos financeiros gera uma situação bastante delicada. Historicamente, a maioria das escolas da Inglaterra foram fundadas pelas igrejas, que mantém graus diferentes de influência até hoje.

Pela atual legislação inglesa, isso decretaria o fim de muitas das escolas confessionais cristãs, já que a maioria das igrejas do país não teria condições de sustentá-las. As escolas muçulmanas são bem mais recentes e não dependem do governo, por isso teriam mais independência em seus currículos.

Não está claro que as histórias bíblicas como um todo estão proibidas, mas a situação está causando muito debate na sociedade inglesa. Entre as novas diretrizes, há orientações para que “em nome da igualdade” os professores “desafiem” as crenças religiosas dos alunos, além da proibição da comemoração na escola de festas religiosas como Natal e Páscoa.

Embora muitos celebrem as medidas como um avanço, a maioria ainda se mostra contrária a que o governo interfira na maneira como as escolas religiosas ensinem seus alunos. Em 2012, uma pesquisa realizada com profissionais do ensino fundamental e médio do país mostrou que cerca de 30% dos professores de ciências da Grã-Bretanha acreditava que o criacionismo deveria ser ensinado juntamente com a Teoria da Evolução.

Fonte - Gospel Prime

Nota DDP: O debate deve se acelerar neste tema. A intervenção do estado em busca de tolerância, não tolera a manifestação religiosa, ao menos a manifestação religiosa que não se abra para a perspectiva secular, como o Vaticano vem fazendo questão de se posicionar nos últimos tempos. Curioso, mas profeticamente previsto.

Espiritismo e mediunidade são temas de nova novela da Globo

Uma menina fantasma será a responsável por unir o casal principal em "Alto Astral"

A nova novela “Alto Astral”, estreia da Rede Globo, vai tratar de temas espíritas, mostrando um dos personagens principais tendo experiências sobrenaturais.

O personagem Caíque (Sérgio Guizé) recebe orientações espirituais de Castilho (Marcelo Médici) e terá como guia uma menina fantasma (Nathalia Costa) como revelou uma reportagem do UOL.

A novela é de autoria de Daniel Ortiz com supervisão de Silvio de Abreu, uma comédia romântica que irá mostrar o triângulo amoroso entre Laura (Nathália Dill), Marcos (Thiago Lacerda) e Caíque. Laura é noiva de Marcos, mas está indecisa se quer mesmo casar com ele. Em uma viagem ela conhece Caíque e a atração entre eles é imediata.

“Novela sempre vai ser novela, com romance, com comédia. Nesta teremos os espíritos, mas mesmo quem não acredita vai se interessar a ver”, afirmou Jorge Fernando, diretor da novela.

O amor entre Laura e Sérgio será retratado como obra do destino, a menina fantasma será a responsável por trazer Laura, por quem Sérgio é apaixonado desde criança – antes mesmo de conhecê-la – e por uni-los.

“Alto Astral” é uma obra idealizada por Andréa Maltarolli, falecida em 2009. A ideia do Projac era lançar a novela em 2011, mas novelas com temas semelhantes já estavam agendadas.

O diretor acredita em destino e em tudo o que a novela vai retratar sobre o espiritismo. “Não estamos aqui sem motivo. E tudo que a novela retrata eu acredito. Tenho certeza que a própria Andrea Maltarolli está enviando uma energia incrível, já que ela está in loco lá”, disse.

Daniel Ortiz não conheceu Andrea, mas sente que ela está enviando energia para a produção que já tem 25 capítulos, dos 165 escritos, gravados. “Não a conheci pessoalmente, mas sinto que já a conheço há anos. Sinto a Andrea perto de mim. Nas primeiras cenas gravadas, eu fiz um brinde a ela”.

Fonte - Gospel Prime

Nota DDP: Satanás tem há muito estado a preparar-se para um esforço final a fim de enganar o mundo. O fundamento de sua obra foi posto na declaração feita a Eva no Éden: "Certamente não morreres". "No dia em que dele comerdes, se abrirão os vossos olhos, e sereis como Deus, sabendo o bem e o mal". Gên. 3:4 e 5. Pouco a pouco ele tem preparado o caminho para a sua obra-mestra de engano - o desenvolvimento do espiritismo. Até agora não logrou realizar completamente seus desígnios; mas estes serão atingidos no fim dos últimos tempos. Diz o profeta, "Vi ... três espíritos imundos semelhantes a rãs....São espíritos de demônios, que fazem prodígios; os quais vão ao encontro dos reis de todo o mundo para os congregar para a batalha, naquele grande dia do Deus todo -poderoso". Apoc. 16:13 e 14, tom exceção dos que são guardados pelo poder de Deus, pela fé em Sua Palavra, o mundo todo será envolvido por esse engano. O povo está rapidamente adormecendo, acalentado por uma segurança fatal, para unicamente despertar com o derramamento da ira de Deus. GC, 560 e 561. 

Muçulmanos estão capturando cristãos para roubar seus órgãos

Conheça o horror dos “matadouros humanos”

Segundos dados do governo, oficialmente a Albânia tem cerca de 60% de muçulmanos e menos de 20% de cristãos. Historicamente, os albaneses vivem uma guerra étnica e religiosa com seus vizinhos da Sérvia, que chamou atenção do mundo na década de 1990 no conflito pelo Kosovo, que fez dezenas de milhares de vítimas e ajudou na desintegração da antiga Iugoslávia.

O país recebeu a visita do papa Francisco em setembro e ouviu o pontífice criticar os grupos extremistas, afirmando que eles “desnaturalizam o autêntico sentido religioso, distorcem e instrumentalizam” as diferenças, transformando isso em um “fator perigoso de conflito e violência”.

Cerca de 40 dias após esse pronunciamento, uma denúncia grave mostra que isso foi levado ao extremo. Embora com pouca repercussão na mídia do Brasil, está comprovado que muçulmanos albaneses estão sequestrando cristãos, dissecando-os vivos, retirando seus órgãos e vendendo-os para a Arábia Saudita e Turquia.

As denúncias não são novas. Há registros que esse tipo de operação ocorria cerca de 15 anos atrás. Porém, eram considerados apenas “crimes de guerra”, por causa da situação vivida na região.

Agora, um cristão, oficial aposentado das forças armadas da Albânia, chamado Lazar veio a público denunciar que isso continua acontecendo. São verdadeiros açougues humanos, onde as pessoas são mortas para ter seus órgãos vendidos no “mercado negro”. As vítimas são na sua maioria cristãos sérvios, “homens, jovens mulheres e crianças”.

Para comprovar suas acusações, Lazar lembra que um documentário produzido pela rede de TV alemã Deutsche Welle, alguns anos atrás já mostrou que isso realmente ocorre na Albânia. As Nações Unidas nunca investigaram oficialmente a situação.

O oficial albanês afirma que essa prática bárbara está ligada ao que o Estado Islâmico está fazendo com cristãos na Síria e no Iraque e que existe um amplo mercado para os órgãos dos cristãos no Oriente Médio.

O site americano Shoebat, escrito por um cristão conservador foi o primeiro a relatar a existência desses “matadouros humanos” e divulgou um vídeo estarrecedor (cenas fortes, cuidado).

Esse mesmo site havia revelado em março a existência de “matadouros de cristãos” nos distritos de Siba e Bayyada, na região de Homs, na Síria. Os sacrifícios são feitos por um açougueiro acostumado com o abate de ovelhas.

Fonte - Gospel Prime

Papa se encontrará com Rick Warren e Russel Moore

Warren é um famoso líder evangélico

Dois líderes evangélicos se encontrarão com o papa Francisco no Vaticano durante a Conferência sobre o Matrimônio e a Vida Familiar, que pretende abordar temas inerentes à família tradicional. O famoso pastor Rick Warren, líder da megaigreja Saddleback, e o pastor Russel Moore, teólogo especialista em ética do Seminário Batista do Sul, se encontrarão com o pontífice católico no evento, que contará ainda com representantes judeus e muçulmanos que debaterão o tema proposto. O portal Christian Headlines destacou que a conferência sobre casamento e vida familiar vem em sequência da 3ª Assembleia Geral Extraordinária do Sínodo dos Bispos sobre a Família, realizada recentemente pelo Vaticano. Na ocasião, uma teóloga evangélica francesa foi convidada a participar das discussões.

Durante a assembleia do Sínodo, foi ensaiada uma abertura maior aos homossexuais na comunidade católica, mas a pressão dos conservadores terminou por ressaltar a ênfase na família tradicional.

Os organizadores dizem que a nova conferência vai mostrar que, embora a hierarquia católica esteja dividida sobre como lidar com os desafios contemporâneos para a vida matrimonial e familiar, a igreja ainda pode buscar um terreno comum com os líderes religiosos fora do Vaticano.

“Estou disposto a ir a qualquer lugar, quando solicitado a dar testemunho de que nós, como protestantes evangélicos, acreditamos no casamento e no Evangelho, especialmente em tempos em que o casamento é culturalmente colocado em risco”, disse Moore, que lidera a Comissão de Ética e Liberdade Religiosa da Convenção Batista do Sul.

O encontro será promovido pela Congregação para a Doutrina da Fé, com apoio dos conselhos Pontifício para a Família, o Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso, e do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos.

(Gospel Mais)

Nota Criacionismo: O ecumenismo avança sob as simpáticas bandeiras da família, da justiça social e do meio ambiente.

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Cristianismo, ‘ópio do povo’, ameaça o Partido Comunista

A rápida difusão do cristianismo na China preocupa a maior organização ateia do mundo, o PCC

A cidade costeira de Wenzhou é às vezes chamada de Jerusalém da China. Rodeada por montanhas e longe da capital, Pequim, Wenzhou tem sido um refúgio para uma religião que os líderes comunistas veem com profunda inquietação: o cristianismo.

O cristianismo está se espalhando rapidamente pelo país e convertendo até mesmo pessoas ligadas ao partido. Novas igrejas estão surgindo por toda parte, preocupando o alto escalão do governo, para quem a religião não é apenas “o ópio do povo” como pregava Marx, mas também uma perigosa perversão da lealdade ao partido e ao Estado.

É difícil estimar o número de cristão na China hoje. Pesquisas oficiais procuram jogar para baixo os números, ignorando os fiéis que frequentam igrejas domésticas informais. Por outro lado, os grupos cristãos no exterior muitas vezes inflam os números. Havia talvez 3 milhões de católicos e 1 milhão de protestantes quando o partido comunista chegou ao poder em 1949. Autoridades dizem agora que existem entre 23 milhões e 40 milhões de cristãos.

Muitos especialistas, estrangeiros e chineses, concordam que há provavelmente mais cristãos na China do que membros do Partido Comunista, atualmente em 87 milhões. A maioria é evangélica protestante.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: "E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim." Mateus 24:14

Vaticano: Papa espera «nova etapa» de diálogo nas relações entre católicos e evangélicos

Francisco recebeu delegação da Aliança Evangélica Mundial

Cidade do Vaticano, 06 nov 2014 (Ecclesia) - O Papa recebeu hoje no Vaticano uma delegação da Aliança Evangélica Mundial, perante a qual deixou votos de que surja uma “nova etapa” nas relações entre católicos e evangélicos para a promoção da unidade entre os cristãos.

“Confio que o Espírito Santo, que infunde na Igreja com o seu sopro poderoso a coragem de perseverar e de procurar novos métodos de evangelização, possa inaugurar uma nova etapa nas relações entre católicos e evangélicos, uma etapa que permita realizar de maneira cada vez mais plena a vontade do Senhor de levar o Evangelho até aos confins da terra”, declarou.

Francisco disse que o “mistério da unidade da Igreja” precede as divisões, lamentando que persistam “rivalidades e conflitos” entre as várias comunidades cristãs.

Esta situação, precisou, “enfraquece” a capacidade de dar um testemunho comum da fé “em todas as nações”.

“A realidade das nossas divisões deturpa a beleza da única túnica de Cristo, mas não destrói completamente a profunda unidade gerada pela graça em todos os batizados”, assinalou Francisco.

Neste sentido, o Papa sustentou que “a eficácia do anúncio cristão” seria maior se os cristãos “superassem as suas divisões” e pudessem celebrar juntos os sacramentos, “difundir a Palavra de Deus e testemunhar a caridade”.

A Aliança Evangélica Mundial é uma rede de igrejas presentes em 129 países, congregando mais de 600 milhões de pessoas.

Francisco mostrou-se satisfeito pelo estabelecimento de “relações de fraternidade e de colaboração” entre católicos e evangélicos em vários países, elogiando o diálogo bilateral ao mais alto nível que permitiu encontrar “caminhos para superar preconceitos”.

“Asseguro-vos a minha oração e peço-vos que rezeis por mim e pelo meu ministério”, concluiu.

Fonte - Ecclesia

terça-feira, 4 de novembro de 2014

"O tempo do fim e o Armagedom" - Pr. Dílson Bezerra

Programação "O Tempo do Fim e o Armagedom", realizada na IASD Juvevê - Curitiba/PR, no período de 02 a 09 de Novembro de 2.013, dirigida pelo Pr. Dílson Bezerra. Agora disponível também em vídeo através de nosso canal no Youtube: https://www.youtube.com/user/DiariodaProfecia


Os materiais em áudio deste programa podem ser obtidos aqui:

Papa fará reunião sobre relações entre homens e mulheres

Igreja Católica convocou representantes de outras religiões para ouvir as suas opiniões sobre o casamento

Representantes de diferentes religiões vão se reunir no Vaticano em meados de novembro para discutir os desafios do casamento e a relação complementar entre homem e mulher, informaram fontes do Vaticano nesta terça-feira.

A reunião, que será realizada entre os dias 17 e 19 de novembro, vai envolver 14 líderes de várias tradições religiosas de 23 países.

"A reunião foi convocada para examinar e propor mais uma vez a beleza do relacionamento entre homem e mulher, a fim de apoiar e revitalizar o casamento e a vida familiar para o florescimento da sociedade humana", diz o convite.

Um mês após a conclusão do Sínodo dos Bispos sobre a família, durante o qual foram abordados temas tabus para a Igreja Católica, como o casamento gay, a comunhão para divorciados que voltaram a casar e a convivência fora do casamento, a Igreja Católica convocou representantes de outras religiões para ouvir as suas opiniões sobre o casamento.

O Papa Francisco abrirá em 17 de novembro a reunião, durante a qual também serão projetadas entrevistas com homens e mulheres de todas as culturas e religiões comentando o desafio que é o casamento.

"Esperamos fortalecer a solidariedade mundial a favor do casamento para o bem dos cônjuges e de seus dependentes", sustentam os organizadores, incluindo a Congregação para a Doutrina da Fé, liderada pelo cardeal alemão Gerhard Ludwig Müller.

O cardeal, que representa a ala mais conservadora da Igreja, contrária à linha do Papa argentino, propôs há um ano a realização desta reunião.

Além de líderes cristãos participarão muçulmanos, judeus, hindus, budistas e outros.

Fonte - Terra

Casal cristão é espancado até a morte no Paquistão por “blasfêmia”

Vários cristãos já foram condenados à morte no Paquistão por blasfêmia

Mais um caso de perseguição religiosa no Paquistão ganha as manchetes mundiais. Neste terça (4) um casal de cristãos foi atacado por uma multidão enfurecida de muçulmanos.

As vítimas eram casadas e foram identificadas pelas autoridades apenas pelo primeiro nome: Shama e Shehzad. Moradores da cidade de Kot Radha Kishan, foram acusados de blasfêmia por ter supostamente profanado uma cópia do Corão. Mesmo sem provas nem julgamento, foram espancados e depois jogados vivos no forno de tijolos da olaria onde trabalhavam.

Embora o governo negue, o Paquistão tem demonstrado que não há tolerância com os que professam outra fé além do Islamismo. As acusações de blasfêmia são consideradas graves e quase sempre resultam em violência física. O Paquistão abriga muitos simpatizantes do regime Talibã, que ainda domina partes do vizinho Afeganistão.

Shahbaz Sharif, representante local do governo, anunciou que uma comissão de investigação foi formada. Também teria ordenado um reforço policial para garantir a segurança dos bairros cristãos da província. O fato de o casal trabalhar nos fornos de tijolos é sintomático. Por serem cristãos, tiveram muitos direitos básicos negados. Existem milhares na mesma situação, recebendo bem menos que os muçulmanos e trabalhando em condições insalubres até 14 horas por dia.

A violência contra a minoria cristã é comum no Paquistão. Igrejas são destruídas, pastores presos e cristãos atacados e mortos. Possivelmente, o caso mais famoso é o de Asia Bibi, mulher que está no corredor da morte desde novembro de 2010, acusada de ter ofendido o profeta Maomé. Os líderes políticos Salman Tasir e Shahbaz Bhatti, que tentaram defender os direitos das minorias, foram assassinados.

Juiz pede demissão para não fazer “casamento” gay

Um juiz de 57 anos renunciou ao seu cargo na Carolina do Norte. Gilbert Breedlove, que também é pastor ordenado, trabalhava há 24 anos como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum. Por causa da nova lei do Estado, seria obrigado a realizar casamentos de pessoas do mesmo sexo a partir deste mês. Como isso vai contra sua fé, decidiu abandonar a função. “Era a minha única opção... a Bíblia inteira ensina que casamento é entre um homem e uma mulher. Qualquer outro tipo de atividade sexual é definida como fornicação, não casamento”, declarou Breedlove à imprensa. Ainda sem ter idade para se aposentar, abriu mão de sua principal fonte de renda e passará a viver com um salário oferecido por sua igreja, o qual é bem inferior. Ele afirmou que entende claramente as consequências de sua decisão, mas sabe estar fazendo o que é certo, pois Deus é mais importante em sua vida.

Seu desejo é que seu exemplo possa incentivar outros magistrados a se posicionar. Ele não está sozinho. John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando sua fé. Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”. Cerca de 400 cristãos reuniram-se em frente ao tribunal em que ele trabalhava para mostrar apoio. Um juiz do condado de Pasquotank, que não quer se identificar, divulgou à imprensa que após se recusar a fazer um casamento de dois homens, recebeu um aviso do governo do Estado que, segundo a nova lei, se insistir em sua postura será demitido.

(Gospel Prime)

Nota Criacionismo: Quando liberdades entram em choque, a de certas minorias vêm prevalecendo...

Papa critica os que obedecem à lei “ao pé da letra”

Inimigo escolhido a dedo

Na missa desta sexta-feira, 31, o papa Francisco se concentrou na diferenciação entre os cristãos tão apegados à lei a ponto de negligenciar a justiça e os cristãos ligados ao amor que dão pleno cumprimento à lei. No evangelho do dia, Jesus pergunta aos fariseus se é lícito ou não curar no sábado, mas eles não respondem. Ele, então, curou um doente. Francisco explicou que os fariseus, diante da verdade, ficavam em silêncio, mas depois falavam pelas costas e procuravam fazer Jesus cair. O papa explicou que Jesus repreendia essas pessoas que eram tão apegadas à lei que tinham esquecido a justiça e negavam até ajuda aos pais idosos com a desculpa de ter dado tudo ao templo. Mas o que é mais importante, perguntou o papa: o quarto mandamento ou o templo?

“Esse caminho de viver apegado à lei os afastava do amor e da justiça. Protegiam a lei, negligenciavam a justiça. Protegiam a lei, negligenciavam o amor. Eram modelos, eram os modelos. E para essas pessoas Jesus encontra somente uma palavra: hipócritas […] Homens de fechamento, homens apegados à lei, ao pé da letra da lei, não à lei, porque a lei é amor.”

Citando a Carta de São Paulo aos Filipenses, Francisco explicou que o caminho para ser fiel à lei, sem negligenciar a justiça e o amor, é o caminho inverso: do amor à integridade, do amor ao discernimento, do amor à lei. “Esse é o caminho que Jesus nos ensina, totalmente oposto àquele dos doutores da lei. E esse caminho do amor à justiça leva a Deus. Em vez disso, o outro caminho, de ser apegado somente à lei, ao pé da letra da lei, leva ao fechamento, leva ao egoísmo. O caminho que vai do amor ao conhecimento e ao discernimento, ao pleno cumprimento, leva à santidade, à salvação, ao encontro com Jesus. Em vez disso, o outro caminho leva ao egoísmo, à soberba de sentir-se justo, àquela santidade entre vírgulas, das aparências”.

Com pequenos gestos, Jesus faz entender esse caminho do amor ao pleno conhecimento e discernimento, disse o papa. Jesus Se aproxima e essa proximidade é justamente a prova de que o homem está no caminho certo.

“A carne de Jesus é a ponte que nos aproxima de Deus… não é o pé da letra da lei, não! Na carne de Cristo a lei tem o pleno cumprimento e é uma carne que sabe sofrer, que deu a sua vida por nós. Que esses exemplos, este exemplo de proximidade de Jesus, do amor à plenitude da lei, nos ajudem a nunca deslizar na hipocrisia; nunca. É tão ruim um cristão hipócrita. Tão ruim. Que o Senhor nos salve disso!”

(Canção Nova)

Nota Criacionismo: De certa forma, Francisco está certo. O legalismo realmente é uma doença destruidora da verdadeira religião. Mas, do jeito que ele fala, fica a impressão de que amor e obediência à lei de Deus são aspectos antagônicos, contraditórios. Jesus disse: “Se Me amais, guardareis os Meus mandamentos” (João 14:15). Amor + obediência e não amor versusobediência. O amor nos leva a obedecer à lei de Deus. E essa obediência tem que ser no espírito (amor) e na letra (estipulações divinas quanto à maneira de amar ao Criador e ao nosso próximo). O amor sem a obediência é sentimentalismo vazio e desorientado; a obediência sem amor é fria e sem sentido. O papa já condenou os fundamentalistas (confira/relembre aqui), ou seja, aqueles que leem o Gênesis “ao pé da letra”. Agora volta a condenar cristãos que procuram seguir a Bíblia “ao pé da letra”, ou seja, que procuram guardar todos os dez mandamentos. É bom deixar claro que Jesus não chamou os fariseus de hipócritas pelo fato de guardarem a lei ou o sábado. Jesus mesmo guardava o sábado (Lc 4:16), afinal, foi Ele quem criou o sábado no fim da semana da criação (Gn 1 e 2) - mas o papa não é criacionista e, portanto, não tem realmente motivos para guardar o sábado… Bem, Jesus condenou os fariseus pela hipocrisia de se atreverem a condená-Lo por não guardar o sábado como eles achavam que deveria ser guardado, enquanto alimentavam no coração pensamentos assassinos a Seu respeito. Isso é hipocrisia. É mais ou menos como um guardador do sábado que vivesse em adultério; ou como um mentiroso que não adora imagens. Me parece que nesse sermão Francisco mais uma vez escolheu a dedo os destinatários de suas críticas.

Pastores de esquerda podem mudar situação política nos EUA

Política e religião se misturam em campanha eleitoral

O jornal Folha de São Paulo publicou uma matéria destacando a atuação do que chama de “pastores de esquerda” nas eleições deste ano nos Estados Unidos. Assim como no Brasil, por lá ocorrem em 2014 eleições para deputados federais e um terço do Senado. Há eleição para governador em 36 dos 50 estados americanos.

Chamados de progressistas, um grupo de pastores tem promovido desde o ano passado uma série de reuniões públicas denominadas “Segunda-feira Moral” que misturam comício político e culto evangélico na capital estadual. Eles são inspirados no movimento pelos direitos civis capitaneados pelo ativista (que também era pastor batista) Martin Luther King Jr em 1963.

A maioria dos pastores são negros, vindos de diferentes denominações. Começaram na Carolina do Norte, mas já promovem atos similares nos Estados do Alabama, Arkansas, Flórida, Geórgia, Indiana, Mississippi, Nova York, Carolina do Norte, Ohio, Pensilvânia, Tennessee e Wisconsin.

Suas marchas de protesto contam com a presença de centenas, as vezes milhares de pessoas. Alguns deles são pautados pela desobediência civil. Já ocuparam prédios públicos em diversas cidades e conseguiram chamar atenção para suas reinvindicações. Entre elas há temas como aumento do salário mínimo, mais dinheiro para educação e a saúde, defesa do direito das minorias (mulheres, negros e imigrantes), as causas ambientalistas e ainda a revogação da pena de morte. Muitos pastores também defendem a legalização do casamento gay e o direito ao aborto.

Em geral, estão apoiando o Partido Democrata, do presidente Barack Obama, que embora defenda várias dessas propostas, está longe de ser considerado “de esquerda” pelo padrão brasileiro.

As eleições ocorrerão no dia 4 de novembro e como o voto nos EUA não é obrigatório, o esforço dos pastores poderá mudar o cenário político do Sul, historicamente mais conservador.

Um de seus líderes é Raphael Warnock, 44, pastor da Igreja Ebenezer de Atlanta, Geórgia. Ele apoia a candidatura a governador do democrata Jason Carter, neto do ex-presidente Jimmy Carter. No ato em frente à igreja onde Martin Luther King Jr. foi pastor, declarou: “a economia é boa quando não só os negócios crescem, mas quando os pobres e a classe média vivem melhor”. Em entrevista à Folha, asseverou: “Os fiéis aqui sabem que política é parte integral do que somos”.

Outro líder importante é William Barber II, 50, pastor batista que lidera na Carolina do Norte a Associação Nacional para o Progresso de Pessoas de Cor. Nas primeiras edições da “Segunda-feira Moral”, dezenas de pastores foram presos, o que acabou atraindo mais simpatizantes. “Nossa agenda é antipobreza, antirracismo, antiguerra e antidiscriminação”, afirmou ao lado da pastora Nancy Petty, que é lésbica assumida.

Em seu discurso enfatizou que “Toda religião diz que amor e justiça deveriam estar no centro da política”, citando ainda o texto bíblico de Isaías 10:1: “Ai dos que decretam leis injustas que privam dos direitos os mais necessitados”.

Enquanto isso, no extremo oposto do espectro politico-religioso, pastores da cidade de Houston, Texas, correm o risco de serem presos por pregarem contra o homossexualismo. A prefeita da cidade, uma ativista lésbica, exigiu que eles submetessem seus sermões ao crivo do poder municipal, acusando-os de “homofobia”.

Ao contrário do Brasil, onde a mistura de política e religião nem sempre é bem vista, uma pesquisa recente do Instituto Pew mostra um quadro distinto nos EUA. Segundo os dados coletados, um número crescente de cidadãos reconhece que a religião deveria desempenhar um papel mais importante na política. Quase três quartos da população (72%) acredita que a influência da religião está em declínio na vida pública. Este é o nível mais alto nos últimos 10 anos, segundos as pesquisas do Pew.

“Uma porção crescente do público quer ver a religião desempenhando um papel de destaque na política americana”, escrevem os autores do estudo. Isso não significa apenas ver pastores ou líderes defendendo um candidato abertamente. O índice aumentou 8 pontos percentuais desde 2010.

Este ano, cerca de metade dos entrevistados disse que igrejas e outras instituições religiosas devem expressar abertamente suas opiniões sobre questões sociais e políticas. Um aumento de 6% desde 2010.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Mais 4 juízes pedem demissão por não aceitarem fazer casamento gay

Carolina do Norte pode punir juízes que se negarem a seguir a nova lei

Quando o Estado da Carolina do Norte aprovou no mês passado uma lei que legaliza o casamento gay, o anúncio foi criticado por muitos. Logo nos primeiros dias, o juiz Gilbert Breedlove, 57 anos, que também é pastor evangélico, renunciou ao cargo.

Ele trabalhou por 24 anos como juiz para o Condado de Swain. Entre suas funções de juiz ele realizava casamentos no fórum. Como a união de pessoas do mesmo sexo vai contra sua fé, decidiu abandonar a função. Breedlove avisou que seu desejo era deixar um exemplo que pudesse incentivar outros magistrados a se posicionar.

No dia seguinte, John Kallam Jr., juiz do condado de Rockingham, também apresentou sua renúncia, citando que isso era contra sua fé. Kallam afirma que fazer casamentos homossexuais seria “profanar a santa instituição estabelecida por Deus”.

Agora, mais 4 juízes estão renunciando a seus cargos citando a fé cristã como o principal motivo para suas decisões. Os juízes são: Bill Stevenson, do condado de Gaston; Tommy Holand, do condado de Graham; Gayle Myrick, do condado de Union e Jeff Powell, do condado de Jackson.

“Era algo que eu tinha que fazer por causa da minha consciência. Eu senti que realizar uniões legais de pessoas do mesmo sexo seria uma violação dos mandamentos do Senhor e eu não podia fazer isso”, declarou Stevenson à rede WCNC-TV . “O ensinamento bíblico diz do que adianta um homem ganhar o mundo inteiro se perder a sua alma? Por isso, resolvi parar”.

Num tom similar, o juiz Myrick ressaltou que o casamento deve ser apenas entre um homem e uma mulher. “Para eu fazer o que o Estado me obrigaria a fazer, sob as penas da lei, precisaria ir contra as minhas convicções. Eu simplesmente não estava disposto a fazer isso. Quero honrar o que a Palavra diz.”

O juiz Powell, que também é pastor da Igreja Wesleyana de Tuckasegee, confirmou que estava deixando o cargo por causa da questão do casamento gay, mas se recusou a dar entrevistas.

Embora sejam apenas seis dentre os 670 magistrados que trabalham para o Estado da Carolina do Norte, há notícias de outros juízes cristãos que embora não tenham se demitido, avisaram que não irão realizar os casamentos do mesmo sexo. De acordo com a nova lei, isso poderia levar à sua demissão.

O senador Phil Berger, juntamente com 27 outros senadores republicanos, pediu ao Escritório Administrativo da Carolina do Norte que proteja o direito dos funcionários do Estado que se recusam a realizar casamentos homossexuais por causa de suas crenças religiosas. Até o momento, não foi divulgada uma resposta oficial.

Fonte - Gospel Prime

domingo, 2 de novembro de 2014

"Sinais de alarme são evidentes" - Outubro/2014

Teólogo critica silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos

Acredita-se que mais de cem milhões de cristãos enfrentam perseguições diariamente em todo o mundo por causa da sua fé em Jesus Cristo. Todos os anos, igrejas se reúnem para lembrar disso em novembro. Promovido pela Aliança Evangélica Mundial (AEM), o Dia Internacional de Oração pela Igreja Perseguida ocorrerá neste domingo (2), embora alguns países optaram por lembrar da data no dia 9.

“Apelamos aos cristãos de todo o mundo que apoiem os irmãos perseguidos, orando por eles e ajudando-os no que for possível, tal como ensina a Escritura”, pede Godfrey Yogarajah, diretor executivo da Comissão para a Liberdade Religiosa da AEM.

Nos últimos meses, o mundo vem testemunhando milhares de cristãos no Iraque e na Síria serem perseguidos e mortos. Muitos foram crucificados ou decapitados. Os que sobreviveram foram obrigados a fugir. Mas a perseguição não se restringe ao Oriente Médio. Em pelo menos 80 nações há registros de algum tipo de perseguição.

O tema deste ano é “Não Fique em Silêncio”. O Dr. Geoff Tunnicliffe, secretário-geral da AEM lembra que é importante todos se unirem no clamor “Pois, se um membro sofre, todos os outros sofrem, 1 Coríntios 12:26.”

A organização do evento acredita que mais de meio milhão de igrejas se juntarão para intercessão no dia Internacional de oração pela Igreja Perseguida. No início de 2014 foi divulgado uma triste estatística: o número de cristãos mortos por causa de sua fé dobrou em 2013, se comparado com o ano anterior.

A expectativa é que os números deste ano sejam maiores ainda. Os grupos muçulmanos radicais são as principais fontes de martírio em pelo menos metade dos países com registros de perseguição.

Teólogo critica silêncio

Mesmo com essa iniciativa, o encontro “Em Defesa dos Cristãos”, realizado recentemente foi marcado por declarações fortes sobre a atitude da maioria das igrejas. Eric Metaxas, teólogo e escritor, criticou o silêncio da Igreja frente ao massacre de cristãos no Oriente Médio. Ele comparou a atitude da maior parte das lideranças cristãs com o silêncio dos cristãos no tempo da Alemanha nazista.

Metaxas escreveu uma biografia de Dietrich Bonhoeffer, influente pastor e teólogo que sempre criticou a perseguição aos judeus e morreu nas mãos dos nazistas. Eric lembrou uma frase de Bonhoeffer: “O silêncio diante do mal é o próprio mal”.

“Se você não falar nada quando há perseguição aos cristãos… se você se cala, está fazendo parte desse mal. Quando os cristãos mantêm suas bocas fechadas, como temos feito normalmente enquanto ocorre essa terrível perseguição no mundo todo, Deus não nos vê como inocentes”, enfatizou.

Fonte - Gospel Prime

Alemanha 'aceitaria saída de britânicos' da União Europeia

A chanceler alemã, Angela Merkel, disse em entrevista que preferiria a saída da Grã-Bretanha da União Europeia do que comprometer o princípio da livre movimentação de trabalhadores dentro do bloco.

A afirmação foi feita em entrevista à revista alemã Der Spiegel.

Segundo a revista, esta é a primeira vez que Merkel reconheceu a possibilidade da saída dos britânicos do bloco.

Até o momento, o governo britânico não comentou a entrevista da chanceler alemã.

O primeiro-ministro britânico, David Cameron, quer renegociar os termos para que a Grã-Bretanha continue sendo um país membro do bloco antes de realizar um referendo a respeito no país.

O primeiro-ministro afirma que a liberdade de movimento estaria "no centro da minha estratégia de renegociação para a Europa".

Mas, de acordo com a Der Spiegel, Merkel teria dito que vai retirar o apoio à continuidade da Grã-Bretanha como membro da União Europeia se os britânicos continuarem pressionando por reformas nas leis de imigração dentro do bloco.

Segundo o jornal britânico The Sunday Times, a Alemanha já rejeitou uma proposta para impor cotas para a entrada de imigrantes com baixa qualificação no país.

A Der Spiegel relatou que Cameron, por sua vez, está analisando um plano para esticar as regras da União Europeia "até o limite" para conseguir proibir a entrada de imigrantes que não tenham emprego no país e deportar aqueles que não conseguem se sustentar depois de três meses na Grã-Bretanha.

No domingo, o parlamentar conservador e ex-ministro da Justiça britânico Kenneth Clarke, defendeu a política de imigração da União Europeia.

"Se você quer ter um mercado único razoável, se queremos competir com os americanos, os chineses e assim por diante, no mundo moderno, precisamos da livre movimentação de trabalhadores", disse Clarke à BBC.

Um porta-voz do governo britânico respondeu que "o primeiro-ministro fará o que é certo para a Grã-Bretanha, como ele já deixou claro várias vezes".

Fonte - BBC

Nota DDP: Daniel 2 continua ecoando no tempo: "não voltarão a se unir".

Dano causado por aquecimento global pode ser 'irreversível', diz IPCC

O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês) divulgou neste domingo em Copenhague, na Dinamarca, o mais recente relatório sobre mudança climática e alertou que os danos causados por estas mudanças poderão ser irreversíveis, mas ainda há formas de evitá-los.

O relatório foi publicado depois de uma semana de debates intensos entre cientistas e autoridades de governos de todo o mundo.

"A influência humana no sistema climático é clara, quanto mais perturbamos nosso clima, mais riscos temos de impactos graves, amplos e irreversíveis", disse o diretor do IPCC, Rajendra Pachauri.

E, de acordo com Pachauri, o mundo todo será afetado por estes danos.

"Quero destacar o fato de que a mudança climática não deixará nenhuma parte do mundo intocada pelos impactos que estamos vendo diante de nossos olhos e que, obviamente, terão uma relevância crescente no futuro."

O diretor do IPCC afirmou que "agora a comunidade científica se pronunciou" e está "passando o bastão para os políticos, para a comunidade que toma as decisões". No entanto, Pachauri afirmou que ainda há esperança, pois "felizmente nós temos os meios para limitar a mudança climática e construir um futuro mais próspero e sustentável".

Segundo o documento, o uso sem restrições de combustíveis fósseis (carvão, petróleo, gás), deve ser suspenso até o ano de 2100 se o mundo quiser evitar uma mudança climática perigosa.

O relatório também sugere que o uso dos combustíveis renováveis deverá subir da atual fatia de 30% para 80% do setor de energia até 2050.

O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, também comentou os pontos principais do relatório.

"Primeiro: a influência humana no sistema climático é clara e crescente. Segundo: temos que agir rapidamente e de forma decisiva se quisermos evitar resultados cada vez mais perturbadores. Terceiro: temos os meios para limitar a mudança climática e construir um futuro melhor."

"Há um mito de que a ação para o clima custa muito, mas a falta de ação vai custar muito mais", disse Ban Ki-moon.

"O relatório mostra que o mundo está muito mal preparado para os riscos das mudanças no clima, especialmente os pobres e mais vulneráveis, que contribuíram menos para este problema", acrescentou.

'Novo modelo'

Rajendra Pachauri afirmou que este último relatório é a mais forte e detalhada declaração a respeito da escala do problema da mudança climática e das soluções para isto.

"Este relatório realmente estabelece um novo modelo em avaliação científica. Por um lado, o relatório traz todos os elementos do quebra-cabeça que constitui os vários aspectos da mudança climática, desde a base científica subjacente dos impactos, adaptação e vulnerabilidade e os tipos de opções de abrandamento que temos disponíveis."

Pachauri destacou o fato de o relatório ter envolvido mais de 800 autores diretamente e milhares de outros revisores que analisaram cerca de 30 mil publicações para a elaboração do documento.

"Não podemos queimar todos os combustíveis fósseis que temos sem lidar com o resíduo resultante, que é o CO2, e sem despejar isto na atmosfera. Se não conseguirmos desenvolver (um sistema de) captura de carbono, teremos que parar de usar combustíveis fósseis se quisermos parar a perigosa mudança climática", disse Myles Allen, professor da Universidade de Oxford, na Grã-Bretanha, e um dos membros do IPCC que participou da elaboração do documento.

Para David Shukman, editor de ciência da BBC, este relatório "mostra as opções de uma forma mais direta do que nunca".

"O IPCC tentou tornar (o relatório) mais aceitável afirmando que os combustíveis fósseis podem continuar sendo usados se as emissões de carbono forem capturadas e guardadas. Mas, até agora o mundo apenas tem uma usina operante comercialmente deste tipo, no Canadá, e o progresso no desenvolvimento da tecnologia é muito mais lento do que muitos esperavam", disse.

Shukman afirma que a conclusão do relatório, de que não podemos continuar queimando estes combustíveis como sempre fizemos e que a queima destes combustíveis deve ser suspensa até o fim do século, apresenta aos governos do mundo uma escolha difícil.

O secretário de Estado americano, John Kerry, descreveu o documento do IPCC como "mais um canário na mina de carvão".

"Aqueles que escolhem ignorar ou questionar o que a ciência mostrou tão claramente neste relatório, o fazem colocando em grande risco todos nós, nossos filhos e netos", afirmou Kerry em uma declaração.

Ativistas aprovaram a linguagem clara do documento.

"O que eles disseram é que temos que chegar à emissão zero e isto é novo", disse Samantha Smith, do organização World Wildlife Fund.

"A segunda coisa (destacada pelo relatório) é que (a solução) é acessível, não vai incapacitar as economias", acrescentou.

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