“A retórica ambientalista . . . nos lembra constantemente de nossa própria culpabilidade. Por essa razão, o ambientalismo tem mais parentesco com um despertamento religioso do que com uma ideologia política. À semelhança dos evangélicos, os ambientalistas falam, à sua moda, de fogo e enxofre. Como o pregador, o ativista ambientalista requer que nos entreguemos a algo além de nós mesmos e que pratiquemos penitência por nossos pecados de desperdício e produção de carbono. A exemplo da Igreja Católica do passado, até vendem indulgências—os créditos de carbono.
E igual a qualquer religião que dá ênfase ao pecado, os devotos encontrarão todo tipo de maneiras para provar sua justiça pessoal. Particularmente durante a época de compras natalinas, é divertido ver como essa nova religião secular colide com uma das nossas mais estabelecidas [tradições]: a das compras. . . .
Muitos marqueteiros e manufatureiros estão promovendo seus produtos como “ecológicos”, não porque realmente desejem ajudar a Terra, mas porque esperam que isso nos faça sentir melhores ao adquiri-los. De fato, a quase onipresença da retórica ambientalista no mercado devia ser o seu próprio sinal de advertência. Uma vez essa mentalidade “ecológica” se torne a moeda moral corrente, e todos a explorem, menor é a probabilidade de que qualquer dessas coisas faça diferença. – Trecho do editorial de Gregory Rodriguez, “How much is Mother Earth really watching?”, The Birmingham News, 13-12-07, pág. 11-A.
Fonte - Foro Adventista
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
"Hora da Terra"

Sete grandes cidades do mundo pedirão a seus habitantes que desliguem a eletricidade durante uma hora por dia, como medida de economia energética e como gesto a favor da luta contra o aquecimento global. O Fundo Mundial para a Natureza (WWF) informou hoje em Bali o lançamento da iniciativa "Hora da Terra". Segundo a organização, já houve um ensaio bem-sucedido em março, na cidade australiana de Sydney.
Participaram 2,2 milhões de pessoas e Sydney conseguiu reduzir até 10% de seu consumo de energia elétrica. Chicago (Estados Unidos), Copenhague (Dinamarca), Manila (Filipinas), Melbourne (Austrália), Tel Aviv (Israel), Toronto (Canadá) e Sydney vão liderar o programa. A expectativa é de receber em breve a adesão de outras metrópoles.
O diretor-geral do WWF, James Leape, agradeceu aos sete prefeitos pelo apoio ao projeto global. Ele considerou a adesão um claro indicador do nível de compromisso que eles estão dispostos a assumir no combate à mudança climática. Lojas, escritórios governamentais e casas "apagarão suas luzes e acenderão a vela de seu apoio" na luta contra "o desafio mais significativo do planeta hoje", disse.
Fonte: Portal G1
NOTA: Para saber mais sobre as origens do WWF, leia antes aqui. Esse projeto global "Hora da Terra", patrocinado pelo WWF, é um bom programa de condicionamento da população mundial para o estabelecimento da futura Lei Dominical. Imagine só o próximo passo: o "Dia da Terra"?
Fonte - Minuto Profético
Participaram 2,2 milhões de pessoas e Sydney conseguiu reduzir até 10% de seu consumo de energia elétrica. Chicago (Estados Unidos), Copenhague (Dinamarca), Manila (Filipinas), Melbourne (Austrália), Tel Aviv (Israel), Toronto (Canadá) e Sydney vão liderar o programa. A expectativa é de receber em breve a adesão de outras metrópoles.
O diretor-geral do WWF, James Leape, agradeceu aos sete prefeitos pelo apoio ao projeto global. Ele considerou a adesão um claro indicador do nível de compromisso que eles estão dispostos a assumir no combate à mudança climática. Lojas, escritórios governamentais e casas "apagarão suas luzes e acenderão a vela de seu apoio" na luta contra "o desafio mais significativo do planeta hoje", disse.
Fonte: Portal G1
NOTA: Para saber mais sobre as origens do WWF, leia antes aqui. Esse projeto global "Hora da Terra", patrocinado pelo WWF, é um bom programa de condicionamento da população mundial para o estabelecimento da futura Lei Dominical. Imagine só o próximo passo: o "Dia da Terra"?
Fonte - Minuto Profético
Papa conclama união das igrejas

O Papa Bento XVI disse [no dia 6] que "o mundo precisa, mais que nunca", da unidade entre as Igrejas cristãs. O Pontífice fez essas declarações ao receber os membros da Comissão Internacional de Diálogo do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos e da Aliança Mundial Batista. "O mundo necessita hoje, mais que nunca, de nosso testemunho comum de Cristo e da esperança trazida pelo Evangelho. A obediência à vontade do Senhor nos estimula constantemente a alcançar a unidade", explicou.
Segundo o Papa, as divisões entre os cristãos "contradizem clara e abertamente a vontade de Cristo e são um escândalo para o mundo, além de prejudicarem a causa santíssima de pregar o Evangelho a toda criatura".
O Papa defendeu analisar algumas questões erroneamente interpretadas no passado, tais como "a relação entre a Escritura e a tradição, a compreensão do Batismo e dos sacramentos, o lugar de Maria na comunhão da Igreja, e a natureza do primaz na estrutura ministerial da Igreja".
"Para conseguir nossa esperança na reconciliação e uma maior fraternidade entre batistas e católicos, é preciso que enfrentemos juntos temas como estes, em um espírito de abertura, respeito recíproco e fidelidade (...) a Jesus Cristo", disse.
Em outra audiência, o Papa recebeu 280 membros do Pontifício Instituto Oriental, fundado em 1917 por Bento XV, "para garantir a paz dentro da Igreja".
O Papa explicou que Bento XV, ao qual diz se sentir "ligado de forma particular", favoreceu assim as Igrejas Orientais católicas, que gozam "de um regime mais adequado a suas tradições".
(Terra)
Nota: Há um século, Ellen White escreveu: "A vasta diversidade de crenças nas igrejas protestantes é por muitos considerada como prova decisiva de que jamais se poderá fazer esforço algum para se conseguir uma uniformidade obrigatória. Há anos, porém, que nas igrejas protestantes se vem manifestando poderoso e crescente sentimento em favor de uma união baseada em pontos comuns de doutrinas. Para conseguir tal união, deve-se necessariamente evitar toda discussão de assuntos em que não estejam todos de acordo, independentemente de sua importância do ponto de vista bíblico.
"Carlos Beecher, em sermão pronunciado em 1846, declarou que o ministério das denominações evangélicas protestantes 'não somente é formado sob terrível pressão do mero temor humano, mas também vive, move-se e respira num meio totalmente corrupto, e que cada instante apela para todo o elemento mais vil de sua natureza, a fim de ocultar a verdade e curvar os joelhos ao poder da apostasia. Não foi desta maneira que as coisas se passaram com Roma? Não estamos nós desandando pelo mesmo caminho? E que vemos precisamente diante de nós? Outrou concílio geral! Uma convenção mundial! Aliança evangélica, e credo universal!' (Sermão sobre: A Bíblia Como um Credo Suficiente, pronunciado em Fort Wayne, Indiana, a 22 de fevereiro de 1846). Quando, pois, se conseguir isto nos esforços para se obter completa uniformidade, apenas um passo haverá para que se recorra à força.
"Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apóie as instituições, a América do Norte protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a aplicação de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável" (O Grande Conflito, p. 444, 445).
Quem viver verá (e já está vendo...).
Fonte - Michelson Borges
Segundo o Papa, as divisões entre os cristãos "contradizem clara e abertamente a vontade de Cristo e são um escândalo para o mundo, além de prejudicarem a causa santíssima de pregar o Evangelho a toda criatura".
O Papa defendeu analisar algumas questões erroneamente interpretadas no passado, tais como "a relação entre a Escritura e a tradição, a compreensão do Batismo e dos sacramentos, o lugar de Maria na comunhão da Igreja, e a natureza do primaz na estrutura ministerial da Igreja".
"Para conseguir nossa esperança na reconciliação e uma maior fraternidade entre batistas e católicos, é preciso que enfrentemos juntos temas como estes, em um espírito de abertura, respeito recíproco e fidelidade (...) a Jesus Cristo", disse.
Em outra audiência, o Papa recebeu 280 membros do Pontifício Instituto Oriental, fundado em 1917 por Bento XV, "para garantir a paz dentro da Igreja".
O Papa explicou que Bento XV, ao qual diz se sentir "ligado de forma particular", favoreceu assim as Igrejas Orientais católicas, que gozam "de um regime mais adequado a suas tradições".
(Terra)
Nota: Há um século, Ellen White escreveu: "A vasta diversidade de crenças nas igrejas protestantes é por muitos considerada como prova decisiva de que jamais se poderá fazer esforço algum para se conseguir uma uniformidade obrigatória. Há anos, porém, que nas igrejas protestantes se vem manifestando poderoso e crescente sentimento em favor de uma união baseada em pontos comuns de doutrinas. Para conseguir tal união, deve-se necessariamente evitar toda discussão de assuntos em que não estejam todos de acordo, independentemente de sua importância do ponto de vista bíblico.
"Carlos Beecher, em sermão pronunciado em 1846, declarou que o ministério das denominações evangélicas protestantes 'não somente é formado sob terrível pressão do mero temor humano, mas também vive, move-se e respira num meio totalmente corrupto, e que cada instante apela para todo o elemento mais vil de sua natureza, a fim de ocultar a verdade e curvar os joelhos ao poder da apostasia. Não foi desta maneira que as coisas se passaram com Roma? Não estamos nós desandando pelo mesmo caminho? E que vemos precisamente diante de nós? Outrou concílio geral! Uma convenção mundial! Aliança evangélica, e credo universal!' (Sermão sobre: A Bíblia Como um Credo Suficiente, pronunciado em Fort Wayne, Indiana, a 22 de fevereiro de 1846). Quando, pois, se conseguir isto nos esforços para se obter completa uniformidade, apenas um passo haverá para que se recorra à força.
"Quando as principais igrejas dos Estados Unidos, ligando-se em pontos de doutrinas que lhes são comuns, influenciarem o Estado para que imponha seus decretos e lhes apóie as instituições, a América do Norte protestante terá então formado uma imagem da hierarquia romana, e a aplicação de penas civis aos dissidentes será o resultado inevitável" (O Grande Conflito, p. 444, 445).
Quem viver verá (e já está vendo...).
Fonte - Michelson Borges
Vaticano reafirma «exclusividade» da Igreja Católica

A Congregação para a Doutrina da Fé (CDF) publicou esta Sexta-feira um “Nota Doutrinal sobre alguns aspectos da evangelização” onde reafirma a necessidade da pertença à Igreja Católica para a salvação e critica os relativismos ou indiferentismos que colocam no mesmo plano todas as religiões.
...
O documento, assinado pelos responsáveis máximos da CDF e aprovado por Bento XVI, aponta o dedo a quem defende que “basta ajudar os homens a serem mais homens ou mais fiéis à sua própria religião”, em vez de “favorecer uma conversão a Cristo e à fé católica”.
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O documento, assinado pelos responsáveis máximos da CDF e aprovado por Bento XVI, aponta o dedo a quem defende que “basta ajudar os homens a serem mais homens ou mais fiéis à sua própria religião”, em vez de “favorecer uma conversão a Cristo e à fé católica”.
Nota DDP:
Como sempre defendido pelo Minuto Profético, "Roma nunca muda".
La década más caliente registrada

Esta noticia no ha sido la más comentada en los noticieros, quizás porque ya nos estamos acostumbrando a oír hablar del cambio climático casi cada día. Pero no por ello deja de tener importancia, y es más notorio cuando se trata de una comparativa de registros históricos.
La agencia Reuters ha lanzado hoy dos artículos sobre este tema, (foto: Reuters). El primer artículo indica que este año estará entre los siete años más cálidos que se han registrado, con sucesos extremos, incluyendo un deshielo precipitado del hielo del mar Ártico, como se mostró ayer jueves en la conferencia de la ONU sobre el Cambio Climático.
El estudio también mostró que la década comprendida entre 1998 y 2007 ha sido la más cálida desde que comenzaron a llevarse registros en 1850. Esto es más que una evidencia de lo que el Panel sobre el Cambio Climático de la ONU llama "un inequívoco calentamiento" en años recientes.
El segundo artículo sigue la misma línea, pero haciendo énfasis en el Ártico, señalando que el hielo del Ártico en el Polo Norte se ha derretido en un promedio récord en el verano de 2007, es la última señal que muestra que el cambio climático se ha acelerado en años recientes, tal y como dijeron los científicos el miércoles en la cumbre.
Sólo es un registro más, y por ahora sólo se habla de "recortar" las emisiones de los gases de efecto invernadero, lo cual no es sino una ralentización de un mundo en agonía. No se trata de ser pesimista, ni de cruzarse de brazos. Creo que los cristianos debemos ser de los primeros activistas en la cuestión de preservar el medio ambiente. Pero todo esto sólo son parches en un viaje sin retorno, con una solución que escapa a la humanidad, aunque no por eso menos cierta.
Fonte - Cuenta Atras
La agencia Reuters ha lanzado hoy dos artículos sobre este tema, (foto: Reuters). El primer artículo indica que este año estará entre los siete años más cálidos que se han registrado, con sucesos extremos, incluyendo un deshielo precipitado del hielo del mar Ártico, como se mostró ayer jueves en la conferencia de la ONU sobre el Cambio Climático.
El estudio también mostró que la década comprendida entre 1998 y 2007 ha sido la más cálida desde que comenzaron a llevarse registros en 1850. Esto es más que una evidencia de lo que el Panel sobre el Cambio Climático de la ONU llama "un inequívoco calentamiento" en años recientes.
El segundo artículo sigue la misma línea, pero haciendo énfasis en el Ártico, señalando que el hielo del Ártico en el Polo Norte se ha derretido en un promedio récord en el verano de 2007, es la última señal que muestra que el cambio climático se ha acelerado en años recientes, tal y como dijeron los científicos el miércoles en la cumbre.
Sólo es un registro más, y por ahora sólo se habla de "recortar" las emisiones de los gases de efecto invernadero, lo cual no es sino una ralentización de un mundo en agonía. No se trata de ser pesimista, ni de cruzarse de brazos. Creo que los cristianos debemos ser de los primeros activistas en la cuestión de preservar el medio ambiente. Pero todo esto sólo son parches en un viaje sin retorno, con una solución que escapa a la humanidad, aunque no por eso menos cierta.
Fonte - Cuenta Atras
Demanda por Bíblias tem crescimento explosivo na China
De 500 mil cópias em 1988, a empresa que produz os livros, a Amity, passou para 3 milhões em 2007
PEQUIM - A demanda de Bíblias na China tem crescido tanto que a Amity Print, empresa que publica mais Bíblias no país e, provavelmente, no mundo, tem encontrado dificuldades para atender os pedidos.
"Desde que começamos, em 1988, não paramos de crescer", disse o diretor da editora, o neozelandês Peter Dean. "Este ano publicamos 3,1 milhões de exemplares, somente na China", acrescentou.
A Amity Print, que tem sede em Nanquim, no sul da China, produz Bíblias também para exportação, principalmente para Rússia e países da África. Desde que começou a funcionar, a empresa já vendeu 41 milhões de Bíblias na China e 9 milhões para exportação.
...
Fonte - Estadão
E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. Mc 1:14
PEQUIM - A demanda de Bíblias na China tem crescido tanto que a Amity Print, empresa que publica mais Bíblias no país e, provavelmente, no mundo, tem encontrado dificuldades para atender os pedidos.
"Desde que começamos, em 1988, não paramos de crescer", disse o diretor da editora, o neozelandês Peter Dean. "Este ano publicamos 3,1 milhões de exemplares, somente na China", acrescentou.
A Amity Print, que tem sede em Nanquim, no sul da China, produz Bíblias também para exportação, principalmente para Rússia e países da África. Desde que começou a funcionar, a empresa já vendeu 41 milhões de Bíblias na China e 9 milhões para exportação.
...
Fonte - Estadão
E este evangelho do reino será pregado em todo o mundo, em testemunho a todas as nações, e então virá o fim. Mc 1:14
quinta-feira, 13 de dezembro de 2007
Alusão ao Monte Sinai
Todos nos recordamos da passagem do Antigo Testamento em que Deus chama Moisés ao Monte Sinal para lhe entregar as "Tábuas da Lei". Estas Tábuas continham os 10 Mandamentos, cujo cumprimento traduzia o sinal da fidelidade à Aliança com Deus. Esta Aliança pretendia ajudar o povo, educando-o para o sentido de Deus e para o respeito pelo próximo, despertando desta maneira o sentido da responsabilidade pessoal... Os tempos mudaram. Mas, será que as actuais "estruturas de pecado" não são exactamente as mesmas? (Leia mais: Ecclesia)
NOTA: A insistência de líderes católicos em promover os Dez Mandamentos publicamente só vem confirmar a profecia do Apocalipse que aponta para o surgimento de uma Lei Dominical quase universal antes da Volta de Cristo. É até irônico o autor do texto conclamar os fiéis para combater a idolatria moderna quando a própria Igreja Católica é a principal promotora desta idolatria (aboliu o segundo mandamento da Lei de Deus que condenava a idolatria através de imagens de escultura). Além disso, alterou o quarto mandamento que prescreve a guarda do sétimo dia... Tudo isso sem autorização divina!
Fonte - Minuto Profético
NOTA: A insistência de líderes católicos em promover os Dez Mandamentos publicamente só vem confirmar a profecia do Apocalipse que aponta para o surgimento de uma Lei Dominical quase universal antes da Volta de Cristo. É até irônico o autor do texto conclamar os fiéis para combater a idolatria moderna quando a própria Igreja Católica é a principal promotora desta idolatria (aboliu o segundo mandamento da Lei de Deus que condenava a idolatria através de imagens de escultura). Além disso, alterou o quarto mandamento que prescreve a guarda do sétimo dia... Tudo isso sem autorização divina!
Fonte - Minuto Profético
Recorde de catástrofes em 2007
O número de catástrofes naturais no planeta cresceu 20% em 2007, atingindo a cifra recorde de mais de 500, informa nesta quinta-feira a Federação Internacional da Cruz Vermelha, que atribui o fenômeno ao aquecimento global. Em 2006, a Federação registrou 427 catástrofes naturais, e no período anterior, entre 2004 e 2006, a alta foi de 70%, segundo o relatório anual sobre o tema. "As cifras confirmam a tendência dos últimos anos", disse Markku Niskala, secretário-geral da Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho.
Durante os últimos dez anos (de 1997 a 2006), o número de catástrofes aumentou em 60% em relação à década anterior (1987 a 1996), passando de 4.241 para 6.806. O número de mortos duplicou entre os dois períodos, passando de 600 mil a 1,2 milhão. "O número de desastres naturais pode chegar este ano ao recorde de 500 catástrofes, devido em grande parte ao efeito da mudança climática", disse o diretor de Coordenação e Programas da organização, Thomas Gurtner.
O relatório se baseia nos números do Centro para as Investigações sobre Epidemiologia e Desastres (CRED). E revela que em 2006 houve 427 desastres naturais. Em 2005, foram 433. Além disso, o texto diz que o número de desabrigados por desastres naturais em 2006 foi de cerca de 142 milhões, 10% a menos que no ano anterior. Morreram 23.833 pessoas, quase 75% a menos que em 2005.
No ano passado houve 297 desastres tecnológicos (vazamentos de gases ou compostos químicos tóxicos), 20% a menos que em 2005. Eles causaram a morte de 9.900 pessoas, queda de 15% em relação ao ano anterior. No entanto, o número de pessoas afetadas subiu de 100 mil para 172 mil. O texto especifica que em 2006, o número de mortos por desastres naturais ou tecnológicos foi de 33.733, o número mais baixo no período entre 1997 e 2006.
O caso mais mortífero do ano foi o terremoto de maio, em Yogyakarta, na Indonésia, que custou 5.778 vidas. O relatório pede a atenção dos Governos para os casos de discriminação durante os desastres, que muitas vezes, mesmo sem uma intenção expressa, prejudica os menos favorecidos da sociedade.
"O aumento do número de desastres refletiu uma forte presença de casos de discriminação. A Federação procura evitar isso com planos de resposta rápida e flexível", disse Gurtner. "A discriminação após os desastres é muito mais freqüente contra as mulheres e grupos vulneráveis, como pessoas incapacitadas e imigrantes ilegais, e piora entre populações mais pobres", acrescentou.
Fonte: Terra
NOTA: Organizações de ajuda humanitária, como a Cruz Vermelha (e a ADRA da Igreja Adventista) são importantíssimas para ajudar a aliviar o sofrimento humano. Quanto ao crescimento do número de catástrofes naturais não deixa de ser mais um sinal da proximidade da Volta de Cristo. Já a atribuição desse aumento ao "aquecimento global" tem mais a ver com interesses políticos (e religiosos) do que com comprovação científica (será que a Cruz Vermelha também dispõe de cientistas para chegar a essa conclusão ou apenas está aderindo ao consenso coletivo em torno do "aquecimento global"?). Curiosamente, ontem, o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Adil Ranier Alves, que possui pós-doutorado em Ciências Atmosféricas pela Universidade de Purdue (EUA), apresentou a palestra intitulada "Mudanças Climáticas, o outro lado da história", na unidade da EMBRAPA, em Sete Lagoas (MG). Acredito que os desastres naturais devem aumentar, mas atribuir esse aumento tão somente ao tal "aquecimento global" (atrás do qual há tantos interesses envolvidos, e muitas divergências) é ingênuo demais, e favorece apenas o coletivismo, camuflado neste movimento Ecomênico.
Fonte - Minuto Profético
Durante os últimos dez anos (de 1997 a 2006), o número de catástrofes aumentou em 60% em relação à década anterior (1987 a 1996), passando de 4.241 para 6.806. O número de mortos duplicou entre os dois períodos, passando de 600 mil a 1,2 milhão. "O número de desastres naturais pode chegar este ano ao recorde de 500 catástrofes, devido em grande parte ao efeito da mudança climática", disse o diretor de Coordenação e Programas da organização, Thomas Gurtner.
O relatório se baseia nos números do Centro para as Investigações sobre Epidemiologia e Desastres (CRED). E revela que em 2006 houve 427 desastres naturais. Em 2005, foram 433. Além disso, o texto diz que o número de desabrigados por desastres naturais em 2006 foi de cerca de 142 milhões, 10% a menos que no ano anterior. Morreram 23.833 pessoas, quase 75% a menos que em 2005.
No ano passado houve 297 desastres tecnológicos (vazamentos de gases ou compostos químicos tóxicos), 20% a menos que em 2005. Eles causaram a morte de 9.900 pessoas, queda de 15% em relação ao ano anterior. No entanto, o número de pessoas afetadas subiu de 100 mil para 172 mil. O texto especifica que em 2006, o número de mortos por desastres naturais ou tecnológicos foi de 33.733, o número mais baixo no período entre 1997 e 2006.
O caso mais mortífero do ano foi o terremoto de maio, em Yogyakarta, na Indonésia, que custou 5.778 vidas. O relatório pede a atenção dos Governos para os casos de discriminação durante os desastres, que muitas vezes, mesmo sem uma intenção expressa, prejudica os menos favorecidos da sociedade.
"O aumento do número de desastres refletiu uma forte presença de casos de discriminação. A Federação procura evitar isso com planos de resposta rápida e flexível", disse Gurtner. "A discriminação após os desastres é muito mais freqüente contra as mulheres e grupos vulneráveis, como pessoas incapacitadas e imigrantes ilegais, e piora entre populações mais pobres", acrescentou.
Fonte: Terra
NOTA: Organizações de ajuda humanitária, como a Cruz Vermelha (e a ADRA da Igreja Adventista) são importantíssimas para ajudar a aliviar o sofrimento humano. Quanto ao crescimento do número de catástrofes naturais não deixa de ser mais um sinal da proximidade da Volta de Cristo. Já a atribuição desse aumento ao "aquecimento global" tem mais a ver com interesses políticos (e religiosos) do que com comprovação científica (será que a Cruz Vermelha também dispõe de cientistas para chegar a essa conclusão ou apenas está aderindo ao consenso coletivo em torno do "aquecimento global"?). Curiosamente, ontem, o professor da Universidade Federal de Viçosa (UFV), Adil Ranier Alves, que possui pós-doutorado em Ciências Atmosféricas pela Universidade de Purdue (EUA), apresentou a palestra intitulada "Mudanças Climáticas, o outro lado da história", na unidade da EMBRAPA, em Sete Lagoas (MG). Acredito que os desastres naturais devem aumentar, mas atribuir esse aumento tão somente ao tal "aquecimento global" (atrás do qual há tantos interesses envolvidos, e muitas divergências) é ingênuo demais, e favorece apenas o coletivismo, camuflado neste movimento Ecomênico.
Fonte - Minuto Profético
Paz internacional depende da família e de uma lei comum
A mensagem do papa para a Jornada Mundial da Paz, que se celebrará em 1º de janeiro de 2008, leva por título: “Família, comunidade humana e lei moral”. Diz o papa que “Uma família vive em paz, se todos os seus componentes se sujeitam a uma norma comum: é esta que impede o individualismo egoísta e que mantém unidos os indivíduos, favorecendo a sua coexistência harmoniosa e laboriosidade para o fim comum”.
Na mensagem do papa há um forte apelo para que no ano de 2008, a partir de 1º de janeiro, a família seja restaurada ao modelo tradicional. É, segundo ele, uma das condições para a paz mundial. Um elemento que faz parte da família cristã tradicional é um dia de repouso, regulado pela lei moral. Esse elemento é a parte central da mensagem do papa, embora de forma indireta. Para buscar a solução dos grandes e graves problemas do mundo o vaticano insiste cada vez mais na santificação do domingo por meio de uma família unida, que descanse nesse dia e que participe das celebrações religiosas.
Agora, em sua mensagem para a Jornada Mundial da Paz o papa reforça a idéia de que haja uma lei moral comum a nível global. Que lei seria essa senão aquela que determina a santificação do domingo? Na medida em que as condições de vida no planeta, as condições dos negócios nacionais e internacionais degeneram, em que catástrofes se intensificam e tudo o mais está ano a ano a piorar, essa proposta começa a fazer sentido entre os políticos e empresários.
Certamente o fim vem chegando, e cada vez mais se acelera a vinda do Salvador.
12-12-2007
Fontes: http://www.zenit.org/article-17020?l=portuguese; http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=173114
Fonte - Cristo Voltará
Na mensagem do papa há um forte apelo para que no ano de 2008, a partir de 1º de janeiro, a família seja restaurada ao modelo tradicional. É, segundo ele, uma das condições para a paz mundial. Um elemento que faz parte da família cristã tradicional é um dia de repouso, regulado pela lei moral. Esse elemento é a parte central da mensagem do papa, embora de forma indireta. Para buscar a solução dos grandes e graves problemas do mundo o vaticano insiste cada vez mais na santificação do domingo por meio de uma família unida, que descanse nesse dia e que participe das celebrações religiosas.
Agora, em sua mensagem para a Jornada Mundial da Paz o papa reforça a idéia de que haja uma lei moral comum a nível global. Que lei seria essa senão aquela que determina a santificação do domingo? Na medida em que as condições de vida no planeta, as condições dos negócios nacionais e internacionais degeneram, em que catástrofes se intensificam e tudo o mais está ano a ano a piorar, essa proposta começa a fazer sentido entre os políticos e empresários.
Certamente o fim vem chegando, e cada vez mais se acelera a vinda do Salvador.
12-12-2007
Fontes: http://www.zenit.org/article-17020?l=portuguese; http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=173114
Fonte - Cristo Voltará
Natal une diferentes confissões religiosas
Líderes de grandes confissões religiosas unem-se pelo respeito aos festejos de natal dos cristãos. São hinduístas, sikhs e muçulmanos, eles querem tranqüilizar os cristãos para que celebrem sua festa sem se preocuparem se com isso irão ofender essas outras denominações. Isso está acontecendo no Reino Unido. Há declarações nesse sentido por parte dos líderes dessas confissões. Isso quer dizer que, por exemplo, que numa escola onde freqüentam crianças cristãos e de outras confissões, as outras e seus pais não irão mais ofender-se por terem que de alguma forma participar das comemorações dos cristãos.
Vê-se que o mundo se encaminha para uma globalização da adoração. Está, pela primeira vez, havendo um crescente clima entre as lideranças dessas grandes religiões, na direção de uma certa unidade global.
12-12-2007
Fonte: http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=173113
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Sugiro a leitura em conexão:
Texto publicado no blog do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad: "Minhas sinceras congratulações a todos pelo glorioso e auspicioso nascimento do divino profeta - confirmado e autenticado por Gabriel, o anjo da divina revelação - o obediente do Altíssimo Deus, Jesus Cristo, o Messias (paz seja por meio dEle). Ele foi um mensageiro da paz, devoção e amor baseados no monoteísmo e na justiça."
Nota: meu amigo, conterrâneo, jornalista e cartunista Zé Dassilva comentou comigo, num e-mail: "Ele [Ahmadinejad] sempre fala de forma amistosa. Lembra quando o Chávez foi na ONU e disse sentir cheiro de enxofre e comparou Bush ao diabo? Na mesma conferência, Ahmadinejad disse algo tipo: 'Amamos os cristãos, amamos os judeus, não temos nada contra ninguém.' Mesmo assim, insistem em 'fazer a caveira' dele. Você viu os comentários dos leitores norte-americanos, ao lado do blog? Pelo pouco que conheço de energia nuclear, realmente o relatório da CIA está certo: o Irã não tem condições de fazer a bomba. Uma vez, fiz um roteiro pro Ministério de Ciência e Tecnologia, e precisei ler vários textos sobre o tema. Aprendi que, para fazer uma bomba, é necessário beneficiar o urânio a mais de 90%. São décadas de pesquisa até isso acontecer. Quem está no meio do caminho para a bomba sempre faz um submarino atômico – que precisa de urânio a 20%. Isso, décadas antes da bomba. Veja que o Brasil tenta fazer um submarino desses, desde os anos 80. Há uns seis meses, o Irã comemorou sua autonomia para enriquecer urânio a 3%. Com isso, já dá para gerar energia. Mas dizer que, a partir disso, o Irã está a ponto de fazer uma bomba, é como dizer que um alambique de cachaça pode produzir etanol. Fora isso, tem toda a desinformação e o preconceito que os Estados Unidos colocam. Afinal, Deus une as pessoas mas as religiões as separam."
Comentei com o Zé que essa postura arrogante dos Estados Unidos é profética e que há muitos muçulmanos que nutrem simpatia pela figura de Jesus. Eles ficam especialmente surpresos quando descobrem que há cristãos que, como eles, abstêm-se de álcool, não consomem carnes imundas e se dedicam a uma vida de devoção e oração. Tenho certeza de que Deus tem planos especiais para os sinceros entre os seguidores do Islã e, diferentemente do Zé, penso que Deus une as pessoas por meio da verdadeira, sincera e honesta religião, fundada no amor e nos princípios ensinados por Jesus. "E haverá um só rebanho e um só Pastor", disse o Mestre.
Fonte - Michelson Borges
Vê-se que o mundo se encaminha para uma globalização da adoração. Está, pela primeira vez, havendo um crescente clima entre as lideranças dessas grandes religiões, na direção de uma certa unidade global.
12-12-2007
Fonte: http://www.radiovaticana.org/bra/Articolo.asp?c=173113
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Sugiro a leitura em conexão:
Texto publicado no blog do presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad: "Minhas sinceras congratulações a todos pelo glorioso e auspicioso nascimento do divino profeta - confirmado e autenticado por Gabriel, o anjo da divina revelação - o obediente do Altíssimo Deus, Jesus Cristo, o Messias (paz seja por meio dEle). Ele foi um mensageiro da paz, devoção e amor baseados no monoteísmo e na justiça."
Nota: meu amigo, conterrâneo, jornalista e cartunista Zé Dassilva comentou comigo, num e-mail: "Ele [Ahmadinejad] sempre fala de forma amistosa. Lembra quando o Chávez foi na ONU e disse sentir cheiro de enxofre e comparou Bush ao diabo? Na mesma conferência, Ahmadinejad disse algo tipo: 'Amamos os cristãos, amamos os judeus, não temos nada contra ninguém.' Mesmo assim, insistem em 'fazer a caveira' dele. Você viu os comentários dos leitores norte-americanos, ao lado do blog? Pelo pouco que conheço de energia nuclear, realmente o relatório da CIA está certo: o Irã não tem condições de fazer a bomba. Uma vez, fiz um roteiro pro Ministério de Ciência e Tecnologia, e precisei ler vários textos sobre o tema. Aprendi que, para fazer uma bomba, é necessário beneficiar o urânio a mais de 90%. São décadas de pesquisa até isso acontecer. Quem está no meio do caminho para a bomba sempre faz um submarino atômico – que precisa de urânio a 20%. Isso, décadas antes da bomba. Veja que o Brasil tenta fazer um submarino desses, desde os anos 80. Há uns seis meses, o Irã comemorou sua autonomia para enriquecer urânio a 3%. Com isso, já dá para gerar energia. Mas dizer que, a partir disso, o Irã está a ponto de fazer uma bomba, é como dizer que um alambique de cachaça pode produzir etanol. Fora isso, tem toda a desinformação e o preconceito que os Estados Unidos colocam. Afinal, Deus une as pessoas mas as religiões as separam."
Comentei com o Zé que essa postura arrogante dos Estados Unidos é profética e que há muitos muçulmanos que nutrem simpatia pela figura de Jesus. Eles ficam especialmente surpresos quando descobrem que há cristãos que, como eles, abstêm-se de álcool, não consomem carnes imundas e se dedicam a uma vida de devoção e oração. Tenho certeza de que Deus tem planos especiais para os sinceros entre os seguidores do Islã e, diferentemente do Zé, penso que Deus une as pessoas por meio da verdadeira, sincera e honesta religião, fundada no amor e nos princípios ensinados por Jesus. "E haverá um só rebanho e um só Pastor", disse o Mestre.
Fonte - Michelson Borges
Estudo conclui que derretimento de gelo na Groenlândia sofreu aceleração
11.12.2007 - A extensão do derretimento do manto de gelo na Groenlândia em 2007 superou em 10% a de 2005 e foi a maior registrada desde o início do monitoramento via satélite, em 1979, afirmou nesta terça-feira (11) a Universidade do Colorado (Estados Unidos).
Um estudo dirigido por Konrad Steffen, cientista da universidade e diretor do Instituto Cooperativo para a Pesquisa em Ciências Ambientais (Cires, na sigla em inglês), concluiu que o derretimento aumentou em 30% na parte ocidental da Groenlândia entre 1979 e 2006.
Segundo Steffen, os anos com maiores índices de derretimento foram 1987, 1991, 1998, 2002, 2005 e 2007.
As temperaturas no manto de gelo da Groenlândia subiram quase sete graus Fahrenheit desde 1991 (cerca de 4ºC), o que para o cientista é resultado principalmente do aumento da concentração dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera terrestre.
Steffen apresentou sua pesquisa durante uma reunião da União Geofísica dos Estados Unidos na cidade de San Francisco, costa oeste do país.
Sua equipe usou dados obtidos pelo sistema de imagens geradas por um sensor especial de microondas do Programa de Satélites de Meteorologia do Pentágono transferidos por meio de satélites militares e meteorológicos para a elaboração de um mapa da área de derretimento.
Também foram medidos com esse sistema o derretimento rápido e a aceleração do movimento de gelo para dentro do oceano nas margens da Groenlândia.
Steffen mantém uma rede de monitoramento climático com 22 estações no manto de gelo da Groenlândia. Tal estrutura transmite dados via satélite a cada hora para a Universidade do Colorado, para que a camada de gelo da área seja estudada.
Apesar de esta cobertura de gelo estar ficando mais espessa em áreas mais altas devido a uma maior quantidade de nevascas, esse ganho acaba sendo superado especialmente pela perda de massa causada pelo derretimento e pelo desprendimento acelerado das geleiras no litoral.
"O volume de gelo perdido pela Groenlândia no ano passado é equivalente ao dobro de todo o gelo dos Alpes", afirmou Steffen.
Fonte - G1
Um estudo dirigido por Konrad Steffen, cientista da universidade e diretor do Instituto Cooperativo para a Pesquisa em Ciências Ambientais (Cires, na sigla em inglês), concluiu que o derretimento aumentou em 30% na parte ocidental da Groenlândia entre 1979 e 2006.
Segundo Steffen, os anos com maiores índices de derretimento foram 1987, 1991, 1998, 2002, 2005 e 2007.
As temperaturas no manto de gelo da Groenlândia subiram quase sete graus Fahrenheit desde 1991 (cerca de 4ºC), o que para o cientista é resultado principalmente do aumento da concentração dos gases causadores do efeito estufa na atmosfera terrestre.
Steffen apresentou sua pesquisa durante uma reunião da União Geofísica dos Estados Unidos na cidade de San Francisco, costa oeste do país.
Sua equipe usou dados obtidos pelo sistema de imagens geradas por um sensor especial de microondas do Programa de Satélites de Meteorologia do Pentágono transferidos por meio de satélites militares e meteorológicos para a elaboração de um mapa da área de derretimento.
Também foram medidos com esse sistema o derretimento rápido e a aceleração do movimento de gelo para dentro do oceano nas margens da Groenlândia.
Steffen mantém uma rede de monitoramento climático com 22 estações no manto de gelo da Groenlândia. Tal estrutura transmite dados via satélite a cada hora para a Universidade do Colorado, para que a camada de gelo da área seja estudada.
Apesar de esta cobertura de gelo estar ficando mais espessa em áreas mais altas devido a uma maior quantidade de nevascas, esse ganho acaba sendo superado especialmente pela perda de massa causada pelo derretimento e pelo desprendimento acelerado das geleiras no litoral.
"O volume de gelo perdido pela Groenlândia no ano passado é equivalente ao dobro de todo o gelo dos Alpes", afirmou Steffen.
Fonte - G1
Oceano Ártico poderá ter verão sem gelo em 2013, diz estudo

12.12.2007 - Um estudo realizado nos Estados Unidos e na Polônia aponta que o Oceano Ártico poderá passar o verão totalmente sem gelo dentro de apenas cinco ou seis anos.
Em uma apresentação no encontro da União Americana de Geofísica, em San Francisco, a equipe de cientistas da Nasa e da Academia Polonesa de Ciências disse que projeções anteriores subestimaram o processo que está causando o derretimento do gelo no Ártico.
A equipe de pesquisadores se concentrou em medidas da camada de gelo observadas entre 1979 e 2004, mas a extensão mínima de gelo foi registrada no verão deste ano.
"Com isso, podemos até dizer que nossa projeção para 2013 já é tímida", disse Wieslaw Maslowski, chefe do grupo de cientistas.
Segundo o estudioso, a diferença entre outros estudos e o seu está na resolução dos modelos criados para simular as situações no futuro.
"Nós usamos um modelo de alta resolução, com dados atmosféricos realísticos", disse Maslowski. "Com isso, conseguimos uma imagem muito mais realista, com a influência de forças acima da atmosfera e abaixo do oceano." O grupo do professor Maslowski, que inclui cientistas da Nasa e do Instituto de Oceanologia e da Academia Polonesa de Ciências, é conhecido por produzir dados e modelos mais avançados em relação a outros grupos de estudo.
Os outros grupos de pesquisadores produziram informações para um verão com o Oceano Ártico aberto em um período que varia entre 2040 e 2100.
Para Maslowski, estes modelos subestimaram alguns processos importantes envolvidos no derretimento das geleiras. O pesquisador afirma que os modelos precisam incorporar representações mais realistas da forma como a água quente está se movendo pela bacia ártica, vinda dos oceanos Atlântico e Pacífico.
"O que alego é que os modelos climáticos globais subestimam a quantidade de calor transportada para o oceano de gelo", afirmou.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, usa a média de uma série de modelos para calcular a perda de gelo na região.
Mas, nos últimos anos, aparentemente a taxa real de derretimento das geleiras no verão está ficando à frente dos modelos.
Em setembro deste ano, a camada de gelo sofreu uma retração recorde e ficou com 4,13 milhões de quilômetros quadrados. A marca anterior havia sido registrada em 2005, quando a extensão de gelo foi de 5,32 milhões de quilômetros quadrados.
O Centro Nacional de Informações sobre Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC) coleta informações a respeito da extensão do gelo no Oceano Ártico e faz boletins regulares sobre o assunto.
O cientista do centro, Mark Serreze, foi um dos palestrantes do encontro da União Americana de Geofísica, em San Francisco, e discutiu a possibilidade de um mar aberto, sem geleiras, no Oceano Ártico, durante os meses do verão.
"Há alguns anos, eu pensava (nesta possibilidade) para 2050, 2070, até além do ano 2100, pois isto era o que nossos modelos nos mostravam", afirma Serreze. "Mas, como vimos, os modelos não são rápidos o bastante no presente", acrescentou. "Estamos perdendo gelo a uma velocidade maior." "Minha opinião é que 2030 não é um ano cedo demais. Mas Maslowski é da opinião de que poderá acontecer em 2013. Veremos como será o resultado", concluiu o cientista.
Em uma apresentação no encontro da União Americana de Geofísica, em San Francisco, a equipe de cientistas da Nasa e da Academia Polonesa de Ciências disse que projeções anteriores subestimaram o processo que está causando o derretimento do gelo no Ártico.
A equipe de pesquisadores se concentrou em medidas da camada de gelo observadas entre 1979 e 2004, mas a extensão mínima de gelo foi registrada no verão deste ano.
"Com isso, podemos até dizer que nossa projeção para 2013 já é tímida", disse Wieslaw Maslowski, chefe do grupo de cientistas.
Segundo o estudioso, a diferença entre outros estudos e o seu está na resolução dos modelos criados para simular as situações no futuro.
"Nós usamos um modelo de alta resolução, com dados atmosféricos realísticos", disse Maslowski. "Com isso, conseguimos uma imagem muito mais realista, com a influência de forças acima da atmosfera e abaixo do oceano." O grupo do professor Maslowski, que inclui cientistas da Nasa e do Instituto de Oceanologia e da Academia Polonesa de Ciências, é conhecido por produzir dados e modelos mais avançados em relação a outros grupos de estudo.
Os outros grupos de pesquisadores produziram informações para um verão com o Oceano Ártico aberto em um período que varia entre 2040 e 2100.
Para Maslowski, estes modelos subestimaram alguns processos importantes envolvidos no derretimento das geleiras. O pesquisador afirma que os modelos precisam incorporar representações mais realistas da forma como a água quente está se movendo pela bacia ártica, vinda dos oceanos Atlântico e Pacífico.
"O que alego é que os modelos climáticos globais subestimam a quantidade de calor transportada para o oceano de gelo", afirmou.
O Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), da ONU, usa a média de uma série de modelos para calcular a perda de gelo na região.
Mas, nos últimos anos, aparentemente a taxa real de derretimento das geleiras no verão está ficando à frente dos modelos.
Em setembro deste ano, a camada de gelo sofreu uma retração recorde e ficou com 4,13 milhões de quilômetros quadrados. A marca anterior havia sido registrada em 2005, quando a extensão de gelo foi de 5,32 milhões de quilômetros quadrados.
O Centro Nacional de Informações sobre Neve e Gelo dos Estados Unidos (NSIDC) coleta informações a respeito da extensão do gelo no Oceano Ártico e faz boletins regulares sobre o assunto.
O cientista do centro, Mark Serreze, foi um dos palestrantes do encontro da União Americana de Geofísica, em San Francisco, e discutiu a possibilidade de um mar aberto, sem geleiras, no Oceano Ártico, durante os meses do verão.
"Há alguns anos, eu pensava (nesta possibilidade) para 2050, 2070, até além do ano 2100, pois isto era o que nossos modelos nos mostravam", afirma Serreze. "Mas, como vimos, os modelos não são rápidos o bastante no presente", acrescentou. "Estamos perdendo gelo a uma velocidade maior." "Minha opinião é que 2030 não é um ano cedo demais. Mas Maslowski é da opinião de que poderá acontecer em 2013. Veremos como será o resultado", concluiu o cientista.
quarta-feira, 12 de dezembro de 2007
Diálogo inter-religioso prossegue
Babilônia redobra os esforços para se unificar. Aparentemente pretende ir em direção a uma única forma de adoração. Para isto existem dois grandes movimentos gerais de unificação, o dos cristãos entre si chamado ecumenismo, e o dos cristãos com as outras grandes religiões, chamado diálogo inter-religioso. Na verdade, a tentativa é levar a todas as religiões se conformarem com a Igreja Católica. Isso não é exatamente um diálogo, mas algo como fazer que todas as formas de adoração se moldem a uma única.
Nesse sentido, vai em estado adiantado o diálogo com os judeus, por incrível que pareça, e avança o diálogo com os muçulmanos, o maior grupo religioso do mundo. Entre os cristãos está bem avançado o ecumenismo com luteranos, mas não todos eles, com os anglicanos e muitas das igrejas dos Estados Unidos, até com os metodistas, igrejas do Presidente Bush e de onde veio Ellen G. White. Também prossegue nesses últimos dias o ecumenismo com os ortodoxos.
Mas há um porém em tudo isso. Esse grupo de igrejas nunca deixará de ser babilônia, ou seja, eles nunca se ligarão por completo. Eles se ajuntarão no final, na sexta praga, para executar o decreto de morte. Isso preparará o secamento do Rio Eufrates, ou seja, a articulação de todos os poderes da Terra contra o povo remanescente. Uma vez formados sob um único comando, DEUS lhes mostrará a Lei que desobedeceram, e eles, sentindo-se enganados pelos falsos líderes religiosos, voltar-se-ão contra a besta e seus líderes, assim como foi a invasão da antiga Babilônia de Belsazar, por Ciro, secando parte do Rio Eufrates.
O ecumenismo e o diálogo inter-religioso são, juntos, um sinal evidente do final dos tempos. A sua meta principal nem é exatamente unir todas as igrejas do mundo, mas excluir do mundo a adoração ao verdadeiro DEUS. Mas esse empreendimento não será bem sucedido, embora pareça que sim enquanto DEUS não Se manifestar de Seu trono.
Postado em: 12-12-2007
Sikberto R. Marks
Fonte - Cristo Voltará
Nesse sentido, vai em estado adiantado o diálogo com os judeus, por incrível que pareça, e avança o diálogo com os muçulmanos, o maior grupo religioso do mundo. Entre os cristãos está bem avançado o ecumenismo com luteranos, mas não todos eles, com os anglicanos e muitas das igrejas dos Estados Unidos, até com os metodistas, igrejas do Presidente Bush e de onde veio Ellen G. White. Também prossegue nesses últimos dias o ecumenismo com os ortodoxos.
Mas há um porém em tudo isso. Esse grupo de igrejas nunca deixará de ser babilônia, ou seja, eles nunca se ligarão por completo. Eles se ajuntarão no final, na sexta praga, para executar o decreto de morte. Isso preparará o secamento do Rio Eufrates, ou seja, a articulação de todos os poderes da Terra contra o povo remanescente. Uma vez formados sob um único comando, DEUS lhes mostrará a Lei que desobedeceram, e eles, sentindo-se enganados pelos falsos líderes religiosos, voltar-se-ão contra a besta e seus líderes, assim como foi a invasão da antiga Babilônia de Belsazar, por Ciro, secando parte do Rio Eufrates.
O ecumenismo e o diálogo inter-religioso são, juntos, um sinal evidente do final dos tempos. A sua meta principal nem é exatamente unir todas as igrejas do mundo, mas excluir do mundo a adoração ao verdadeiro DEUS. Mas esse empreendimento não será bem sucedido, embora pareça que sim enquanto DEUS não Se manifestar de Seu trono.
Postado em: 12-12-2007
Sikberto R. Marks
Fonte - Cristo Voltará
Quem obstaculiza a instituição familiar atenta contra a paz, adverte Bento XVI

VATICANO, 11 Dez. 07 / 12:00 am (ACI).- "Quem obstaculiza a instituição familiar, embora seja inconscientemente, faz que a paz de toda a comunidade, nacional e internacional, seja frágil, porque debilita o que, de fato, é a principal ‘agencia’ de paz", assinalou o Papa Bento XVI em uma mensagem ato público hoje com motivo da Jornada Mundial da Paz que se celebrará em 1º de janeiro de 2008.
"Tudo o que contribui a debilitar a família fundada no matrimônio de um homem e uma mulher, o que direta ou indiretamente dificulta sua disponibilidade para a acolhida responsável por uma nova vida, o que se opõe a seu direito de ser a primeira responsável pela educação dos filhos, é um impedimento objetivo para o caminho da paz", assegura o Santo Padre em sua mensagem apresentada hoje no Vaticano.
...
Ao desenvolver a passagem intitulada "A humanidade é uma grande família", o Santo Padre destaca que "a comunidade social, para viver em paz, está chamada a inspirar-se também nos valores sobre os que se rege a comunidade familiar".
...
Ao tratar o tema da "Família, comunidade humana e meio ambiente", o Pontífice manifesta que "a família necessita uma casa a sua medida, um ambiente onde viver suas próprias relações".
...
Refletindo sobre a "Família, comunidade humana e lei moral", o Papa expressa que "uma família vive em paz quando todos seus membros se ajustam a uma norma comum: isto é o que impede o individualismo egoísta e o que mantém unidos a todos, favorecendo sua coexistência harmoniosa e a laboriosidade orgânica".
Depois de reivindicar a validez deste critério para as comunidades nacional e internacional, o texto assinala que "para alcançar a paz se necessita uma lei comum, que ajude à liberdade a ser realmente ela mesma, em lugar de cega arbitrariedade, e que proteja ao fraco do abuso do mais forte".
Sobre este tema, o Papa reiterou que a lei positiva deve ter como critério" a norma moral apoiada na natureza das coisas", norma que "deve regular as opções da consciência e guiar todo o comportamento do ser humano". Se as normas jurídicas não se remontarem a natural, explica, aquela "fica a mercê de consensos frágeis e provisórios", adverte.
...
Fonte - ACI
Nota DDP:
Outro enfoque sobre o trinômio família, natureza e lei moral que o Vaticano está incorporando em seu discurso. Faço minhas as palavras do Minuto Profético neste particular:
NOTA: Bento XVI faz uma defesa explícita dos Dez Mandamentos (que ele chama de Lei Moral Natural) como norma ideal para a humanidade. Porém, o objetivo de seu discurso é um só: promover a legislação do descanso dominical (mediante imposição política) a nível mundial. É claro, esse é um sinal distintivo da autoridade e supremacia de Roma (não se esqueça que Roma aboliu o segundo mandamento e também alterou o quarto, sem autorização divina). Soma-se a isso o apelo da aliança do ser humano com o meio ambiente. Estamos vivendo os últimos dias da história deste mundo...
Santa Sé oferece chaves de leitura da mensagem do Papa pela Jornada Mundial da Paz

VATICANO, 11 Dez. 07 / 12:00 am (ACI).- Ao apresentar esta manhã no Vaticano a Mensagem do Papa Bento XVI por ocasião da Jornada Mundial da Paz 2008, o Presidente do Pontifício Conselho Justiça e Paz, Cardeal Renato Raffaele Martino, ofereceu algumas crave para a leitura do documento que leva por título "Família humana, comunidade de paz".
...
Segundo o Cardeal Martino, o Papa "destaca que a família é titular de direitos específicos" que são "expressão da lei natural e universal presente na mente e o coração de todos os seres humanos" e apresenta algumas de suas preocupações, "porque a principal agencia de paz, a família, não pode desempenhar a fundo sua própria tarefa".
...
Mais adiante, o Cardeal comentou a segunda parte do texto, nas que o Papa aborda algumas das "exigências particulares da família" como o meio ambiente, a economia, a moral e a superação dos conflitos.
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Fonte - ACI
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Segundo o Cardeal Martino, o Papa "destaca que a família é titular de direitos específicos" que são "expressão da lei natural e universal presente na mente e o coração de todos os seres humanos" e apresenta algumas de suas preocupações, "porque a principal agencia de paz, a família, não pode desempenhar a fundo sua própria tarefa".
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Mais adiante, o Cardeal comentou a segunda parte do texto, nas que o Papa aborda algumas das "exigências particulares da família" como o meio ambiente, a economia, a moral e a superação dos conflitos.
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Fonte - ACI
Nota DDP:
A verdadeira chave para entendimento da mensagem papal foi aplicada antes de sua divulgação e pode ser lida em Abertura do comércio ao Domingo perturba vida familiar.
Ban defende "economias verdes" na Conferência de Bali
Nusa Dua (Indonésia), 12 dez (EFE) - O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, defendeu hoje em Bali um futuro de "economias verdes" e desenvolvimento sustentável como remédio contra o aquecimento global, ao abrir a reunião de ministros da Conferência das Nações Unidas sobre a Mudança Climática.
No seu discurso, Ban afirmou que o problema é "tanto um desafio quanto uma oportunidade" e acrescentou que "com criatividade, é possível mitigar os seus efeitos".
O principal dirigente da ONU considerou que a mudança climática é o "principal desafio da atual geração". E alertou que já não resta mais tempo para o erro. É preciso atuar agora, ou o custo será enorme, disse.
...
Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Como se percebe, o apelo para medidas de urgência e imprescindibilidade já torna-se a tônica do tema aquecimento global. Deste ponto para soluções restritivas de liberdades individuais é um pulo...
No seu discurso, Ban afirmou que o problema é "tanto um desafio quanto uma oportunidade" e acrescentou que "com criatividade, é possível mitigar os seus efeitos".
O principal dirigente da ONU considerou que a mudança climática é o "principal desafio da atual geração". E alertou que já não resta mais tempo para o erro. É preciso atuar agora, ou o custo será enorme, disse.
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Fonte - Último Segundo
Nota DDP:
Como se percebe, o apelo para medidas de urgência e imprescindibilidade já torna-se a tônica do tema aquecimento global. Deste ponto para soluções restritivas de liberdades individuais é um pulo...
terça-feira, 11 de dezembro de 2007
Mensagem de Bento XVI para a celebração do Dia Mundial da Paz
Família, comunidade humana e lei moral
11. Uma família vive em paz, se todos os seus componentes se sujeitam a uma norma comum: é esta que impede o individualismo egoísta e que mantém unidos os indivíduos, favorecendo a sua coexistência harmoniosa e laboriosidade para o fim comum. Tal critério, em si óbvio, vale também para as comunidades mais amplas: desde as locais passando pelas nacionais, até à própria comunidade internacional. Para se gozar de paz, há necessidade duma lei comum que ajude a liberdade a ser verdadeiramente tal, e não um arbítrio cego, e que proteja o fraco da prepotência do mais forte. Na família dos povos, verificam-se muitos comportamentos arbitrários, seja dentro dos diversos Estados seja nas relações destes entre si. Além disso, não faltam situações em que o fraco tem de inclinar a cabeça não frente às exigências da justiça mas à força nua e crua de quem possui mais meios do que ele. É preciso repeti-lo: a força há-de ser sempre disciplinada pela lei, e isto mesmo deve acontecer também nas relações entre Estados soberanos.
12. Sobre a natureza e a função da lei, já muitas vezes se pronunciou a Igreja: a norma jurídica que regula as relações das pessoas entre si, disciplinando os comportamentos externos e prevendo também sanções para os transgressores, tem como critério a norma moral assente na natureza das coisas. A razão humana, por sua vez, é capaz de discerni-la, pelo menos nas suas exigências fundamentais, subindo assim até à Razão criadora de Deus que está na origem de todas as coisas. Esta norma moral deve regular as opções das consciências e guiar todos os comportamentos dos seres humanos. Existirão normas jurídicas para as relações entre as nações que formam a família humana? E, se existem, serão operativas? Eis a resposta: sim, as normas existem, mas para fazer com que sejam verdadeiramente operativas é preciso subir até à norma moral natural como base da norma jurídica; de contrário, esta fica à mercê de frágeis e provisórios consensos.
13. O conhecimento da norma moral natural não está vedado ao homem que entre em si mesmo e, tendo diante dos olhos o próprio destino, se interrogue sobre a lógica interna das mais profundas inclinações presentes no seu ser. Embora com perplexidades e incertezas, ele pode chegar a descobrir, pelo menos nas suas linhas essenciais, esta lei moral comum que, independentemente das diferenças culturais, permite aos seres humanos entenderem-se entre si quanto aos aspectos mais importantes do bem e do mal, do justo e do injusto. É imprescindível subir até esta lei fundamental, empenhando nesta pesquisa as nossas melhores energias intelectuais sem deixar-se desanimar por equívocos nem confusões. Com efeito, valores radicados na lei natural estão presentes, ainda que de forma fragmentária e nem sempre coerente, nos acordos internacionais, nas formas de autoridade universalmente reconhecidas, nos princípios do direito humanitário recebido nas legislações dos diversos Estados ou nos estatutos dos organismos internacionais. A humanidade não está « sem lei ». É urgente, porém, prosseguir o diálogo sobre estes temas, favorecendo a convergência das próprias legislações dos diversos Estados sobre o reconhecimento dos direitos humanos fundamentais. O crescimento da cultura jurídica no mundo depende, para além do mais, do esforço de tornar as normas internacionais sempre substanciosas de conteúdo profundamente humano, para evitar a sua redução a procedimentos facilmente contornáveis por motivos egoístas ou ideológicos.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Interessante que o mesmo poder que nega a convergência de interesses Estado/Igreja, conclama os princípios desta última como base da legislação comum ordinária. Nenhuma surpresa, até porque as últimas manifestações que partiram deste poder religioso estão claramente a fixar as soluções para ecologia, o social, a família e agora para a paz. Em uma palavra: Domingo. E como também já visto, não demorará nada, nada para tal "solução" ecoar em outros meios.
11. Uma família vive em paz, se todos os seus componentes se sujeitam a uma norma comum: é esta que impede o individualismo egoísta e que mantém unidos os indivíduos, favorecendo a sua coexistência harmoniosa e laboriosidade para o fim comum. Tal critério, em si óbvio, vale também para as comunidades mais amplas: desde as locais passando pelas nacionais, até à própria comunidade internacional. Para se gozar de paz, há necessidade duma lei comum que ajude a liberdade a ser verdadeiramente tal, e não um arbítrio cego, e que proteja o fraco da prepotência do mais forte. Na família dos povos, verificam-se muitos comportamentos arbitrários, seja dentro dos diversos Estados seja nas relações destes entre si. Além disso, não faltam situações em que o fraco tem de inclinar a cabeça não frente às exigências da justiça mas à força nua e crua de quem possui mais meios do que ele. É preciso repeti-lo: a força há-de ser sempre disciplinada pela lei, e isto mesmo deve acontecer também nas relações entre Estados soberanos.
12. Sobre a natureza e a função da lei, já muitas vezes se pronunciou a Igreja: a norma jurídica que regula as relações das pessoas entre si, disciplinando os comportamentos externos e prevendo também sanções para os transgressores, tem como critério a norma moral assente na natureza das coisas. A razão humana, por sua vez, é capaz de discerni-la, pelo menos nas suas exigências fundamentais, subindo assim até à Razão criadora de Deus que está na origem de todas as coisas. Esta norma moral deve regular as opções das consciências e guiar todos os comportamentos dos seres humanos. Existirão normas jurídicas para as relações entre as nações que formam a família humana? E, se existem, serão operativas? Eis a resposta: sim, as normas existem, mas para fazer com que sejam verdadeiramente operativas é preciso subir até à norma moral natural como base da norma jurídica; de contrário, esta fica à mercê de frágeis e provisórios consensos.
13. O conhecimento da norma moral natural não está vedado ao homem que entre em si mesmo e, tendo diante dos olhos o próprio destino, se interrogue sobre a lógica interna das mais profundas inclinações presentes no seu ser. Embora com perplexidades e incertezas, ele pode chegar a descobrir, pelo menos nas suas linhas essenciais, esta lei moral comum que, independentemente das diferenças culturais, permite aos seres humanos entenderem-se entre si quanto aos aspectos mais importantes do bem e do mal, do justo e do injusto. É imprescindível subir até esta lei fundamental, empenhando nesta pesquisa as nossas melhores energias intelectuais sem deixar-se desanimar por equívocos nem confusões. Com efeito, valores radicados na lei natural estão presentes, ainda que de forma fragmentária e nem sempre coerente, nos acordos internacionais, nas formas de autoridade universalmente reconhecidas, nos princípios do direito humanitário recebido nas legislações dos diversos Estados ou nos estatutos dos organismos internacionais. A humanidade não está « sem lei ». É urgente, porém, prosseguir o diálogo sobre estes temas, favorecendo a convergência das próprias legislações dos diversos Estados sobre o reconhecimento dos direitos humanos fundamentais. O crescimento da cultura jurídica no mundo depende, para além do mais, do esforço de tornar as normas internacionais sempre substanciosas de conteúdo profundamente humano, para evitar a sua redução a procedimentos facilmente contornáveis por motivos egoístas ou ideológicos.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Interessante que o mesmo poder que nega a convergência de interesses Estado/Igreja, conclama os princípios desta última como base da legislação comum ordinária. Nenhuma surpresa, até porque as últimas manifestações que partiram deste poder religioso estão claramente a fixar as soluções para ecologia, o social, a família e agora para a paz. Em uma palavra: Domingo. E como também já visto, não demorará nada, nada para tal "solução" ecoar em outros meios.
Sinais positivos no diálogo entre católicos e metodistas
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 10 de dezembro de 2007 (ZENIT.org).- Promovida pelo Conselho Metodista Mundial, em 3 de dezembro passado aconteceu na basílica de São Paulo Fora dos Muros, de Roma, uma celebração ecumênica dos trezentos anos do nascimento de Charles Wesley (1707-1788), um dos iniciadores da experiência metodista.
Charles, junto a seu irmão John e a George Whitefield, promoveu no âmbito anglicano o despertar mais importante do segundo protestantismo. Na década de 20 do século XVIII, liderou um grupo de estudantes que se reunia na Universidade de Oxford para estudar Bíblia e espiritualidade.
À cerimônia assistiram os mais altos representantes metodistas e da Comunhão Anglicana e, algo excepcional, foi presidida pelo cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos.
«Há alguns anos, algo assim era impensável», comentou o cardeal Kasper em uma entrevista a «L’Osservatore Romano» (5 de dezembro de 2007).
«Não significa que amanhã haja unidade com os metodistas. Seria ingênuo pensar assim. Mas se vê que algo está em movimento. É evidente», acrescentou.
...
As principais diferenças entre o catolicismo e o metodismo se concentram no âmbito da eclesiologia; portanto, este documento, sobre a natureza e a missão da Igreja, pode servir de base para tratar da sacramentalidade, da ordenação, do ministério episcopal na sucessão apostólica e do ministério petrino.
...
Fonte - Zenit
Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta. Apoc. 13:3
Charles, junto a seu irmão John e a George Whitefield, promoveu no âmbito anglicano o despertar mais importante do segundo protestantismo. Na década de 20 do século XVIII, liderou um grupo de estudantes que se reunia na Universidade de Oxford para estudar Bíblia e espiritualidade.
À cerimônia assistiram os mais altos representantes metodistas e da Comunhão Anglicana e, algo excepcional, foi presidida pelo cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos.
«Há alguns anos, algo assim era impensável», comentou o cardeal Kasper em uma entrevista a «L’Osservatore Romano» (5 de dezembro de 2007).
«Não significa que amanhã haja unidade com os metodistas. Seria ingênuo pensar assim. Mas se vê que algo está em movimento. É evidente», acrescentou.
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As principais diferenças entre o catolicismo e o metodismo se concentram no âmbito da eclesiologia; portanto, este documento, sobre a natureza e a missão da Igreja, pode servir de base para tratar da sacramentalidade, da ordenação, do ministério episcopal na sucessão apostólica e do ministério petrino.
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Fonte - Zenit
Vi uma de suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a Terra se maravilhou após a besta. Apoc. 13:3
"Eles podem fazer isso com todos nós."

(Online Journal) -- Politicians are constantly regurgitating a false belief that national security is more important than the rights of individuals. They are willing to do whatever it takes to keep America "safe from the terrorists" -- even at the expense of civil liberties and basic human rights. They attempt to justify oppressive policies and actions that the U.S. and the rest of the civilized world have always condemned as immoral and illegal.
What we desperately need is for someone to explain to the Congress that national security is, and must always be secondary to preserving our civil liberties and ensuring that human rights are our first priority, subordinate to no other goal or interest. We need the Congress to explain the same thing to the president and the courts, in straightforward terms that can't be "interpreted" by clever, smirking administration lawyers to mean anything other than what they are intended to mean.
The thinking seems to be that anything that might be good for the nation automatically outweighs what might be good for the individual, and if there is a conflict between the two, individual rights must be sacrificed on the altar of "national security".
Nothing could be more absurd. America doesn't work that way.
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Nota DDP:
A expectativa de cumprimento de algo dito há muito, muito tempo atrás, é cada vez mais premente:
"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 151. (Eventos Finais - Ellen G. White - Pág. 131)
Carne vermelha aumenta risco de câncer

Uma pesquisa realizada nos Estados Unidos revelou que o consumo de grandes quantidades de carne vermelha ou de carne processada pode aumentar o risco de câncer.
Os cientistas do Instituto Nacional do Câncer americano dizem que um em cada dez casos de câncer de pulmão e de intestino poderia ser evitado se as pessoas diminuíssem a ingestão de carnes, presunto, salsichas e bacon.
"A mesa de muitos professos cristãos é dia a dia posta com uma variedade de pratos que irritam o estômago e produzem um estado febril no organismo. Comidas de carne constituem o principal artigo de alimentação na mesa de algumas famílias, até que seu sangue fica cheio de humores cancerosos e escrofulosos. Seu corpo compõe-se daquilo que eles ingerem. Mas ao sobrevir-lhes sofrimento e doença, isto é considerado aflição vinda da Providência." Testimonies, vol. 3, pág. 563. (Conselhos sobre Regime Alimentar - Ellen G. White - Pág. 388)
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