Resumo: Simplesmente delete a palavra “soviéticos” e substitua-a por “ambientalistas marxistas”, e você terá uma idéia bastante clara sobre o que hoje nos ameaça.
© 2008 MidiaSemMascara.org
Natalie Grant Wraga, hoje falecida, escreveu: “A proteção do meio ambiente tornou-se a principal ferramenta de ataque contra o Ocidente e tudo o que ele representa. Pode ser utilizada como pretexto para adotar uma série de medidas destinadas a solapar a base industrial das nações desenvolvidas. Pode também servir para introduzir o mal-estar por meio da redução dos padrões de vida e, conseqüentemente, da implantação de valores comunistas”.
...
O que nos leva aonde?
Em muitos de seus textos, ela abandonou o seu sobrenome e assinou com a alcunha Natalie Grant. Isto nos retoma à edição de The Register da primavera de 1998. Lá, Grant identifica a Cruz Verde Internacional (GCI em inglês) como uma Organização Não-Governamental (ONG) fundada por Mikhail Gorbachov, o último ditador comunista da União Soviética. O objetivo da GCI era a aplicação global de uma rígida agenda ambiental.
Ao mesmo tempo em que avançava a GCI, ocorria o nascimento de outra ONG chamada Earth Council (Conselho da Terra), presidida por Maurice Strong, um dos principais ecoativistas e agitadores nas Nações Unidas. De acordo com a Wikipedia, Strong - um canadense - descreve-se a si mesmo como “um socialista na ideologia e um capitalista na metodologia”. A biografia também cita que “alguns consideram Strong um temível faminto por poder”. E mais: “Ele compartilha a visão do mais radical ambientalista que protesta nas ruas, mas ao invés de gritar até ficar rouco na barreira policial duma conferência global, ele é o secretário-geral nos bastidores, mexendo os pauzinhos”.
Enquanto isso, uma dezena de pessoas participava na reunião preparatória da GCI de Gorbachov, incluindo o então Deputado norte-americano James Scheuer (Democratas, Nova York). O congressista tinha publicamente declarado de que, independentemente da alegação de que o “aquecimento global” provocado pelo homem ser real ou exagerada, os EUA deveriam seguir em frente e tomar as atitudes necessárias para enfrentá-lo, pois tais atitudes supostamente beneficiariam o planeta. Como foi explicado na coluna da semana passada, a legislação cap-and-trade (limitar-e-negociar) - taxar e roubar - tinha como objetivo levar a agenda ambiental radical a um custo tão exorbitante para os consumidores e contribuintes americanos que caísse como uma bomba no Senado, levando-os a temer que o povão se revoltasse e desse uma resposta indesejada nas urnas. Ela voltará em 2009. Ligar estes pontos é relevante. Mas isto eu deixo de lado momentaneamente.
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Em outras palavras, “o galope deste potro é, portanto, muito mais fácil. Os políticos ambiciosos que tentam planejar o mundo e a vida dos seus cidadãos vêem sonhando há décadas como encontrar uma doutrina tão maravilhosa e imune à realidade. Anos ou décadas de clima gelado não vão desmenti-lo – para meu grande pesar. É quase uma religião. Minha certeza de que esta ideologia se tornará o meio mais efetivo para a destruição do livre mercado foi o maior motivo para escrever o livro”.
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Ou – novamente – como a falecida Natalie Grant diz, “a proteção do meio ambiente pode ser utilizada como um pretexto para adotar uma série de medidas forjadas para minar a base industrial das nações desenvolvidas. Também pode servir para causar mal-estar reduzindo seus padrões de vida e implantando valores comunistas”.
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Simplesmente delete a palavra “soviéticos” e substitua-a por “ambientalistas marxistas”, e você terá uma idéia bastante clara sobre o que hoje nos ameaça.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP:
Não se perca de vista que muitas pessoas na história aplicam o Sermão do Monte como uma forma de entrelaçamento entre o cristianismo e o socialismo. Estamos bem próximos destes serem unidos na prática.
sexta-feira, 4 de julho de 2008
Quem manda no mundo?

O G8 se reunirá entre os dias 7 e 9 de julho, no Japão, sob a certeza de que não comanda mais a economia e o sistema financeiro globais com a autoridade que tinha na época do G7.
O grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia é o que mais se assemelha a uma direção global em um mundo onde as instituições internacionais que surgiram no pós-guerra têm funcionado bem, mas os países em ascensão e as ameaças crescentes estão desafiando sua supremacia.
Em um esforço para provar que o G8 está em sintonia com os novos tempos, o Japão, como a Alemanha no ano passado, convidou países como Brasil, China, Índia, México e África do Sul para participar de algumas conversas. Esta aproximação se faz sob a dúvida de como deve acontecer a adaptação da velha ordem mundial à nova que está surgindo.
Fonte - Opinião e Notícia
O grupo dos sete países mais ricos do mundo mais a Rússia é o que mais se assemelha a uma direção global em um mundo onde as instituições internacionais que surgiram no pós-guerra têm funcionado bem, mas os países em ascensão e as ameaças crescentes estão desafiando sua supremacia.
Em um esforço para provar que o G8 está em sintonia com os novos tempos, o Japão, como a Alemanha no ano passado, convidou países como Brasil, China, Índia, México e África do Sul para participar de algumas conversas. Esta aproximação se faz sob a dúvida de como deve acontecer a adaptação da velha ordem mundial à nova que está surgindo.
Fonte - Opinião e Notícia
Crise atinge economia britânica
As perspectivas para o mercado imobiliário e para a economia da Grã-Bretanha são cada vez mais sombrias. O número de novos empréstimos aprovados em maio para a compra de casas foi menos da metade do que no ano anterior, e mais baixo até mesmo do que durante a recessão da década de 1990.
Os preços das casas estão em baixa. Em junho deste ano, os preços foram 6,3% menores do que no mesmo período de 2007. Os construtores também estão sentindo estes problemas. Os preços das ações da imobiliária Taylor Wimpey, a maior da Grã-Bretanha, entraram em colapso quando a construtora confirmou que não havia conseguido aumentar seu capital em US$ 1 bilhão.
Os consumidores também foram afetados. Uma pesquisa revelou que, em junho, a confiança do consumidor atingiu seu pior nível desde 1990.
Fonte - Opinião e Notícia
Os preços das casas estão em baixa. Em junho deste ano, os preços foram 6,3% menores do que no mesmo período de 2007. Os construtores também estão sentindo estes problemas. Os preços das ações da imobiliária Taylor Wimpey, a maior da Grã-Bretanha, entraram em colapso quando a construtora confirmou que não havia conseguido aumentar seu capital em US$ 1 bilhão.
Os consumidores também foram afetados. Uma pesquisa revelou que, em junho, a confiança do consumidor atingiu seu pior nível desde 1990.
Fonte - Opinião e Notícia
quarta-feira, 2 de julho de 2008
A mudança climática poderia gerar uma "época de violência nunca vista"

O presidente da Internacional Socialista (IS), Georgos Papandreu, advertiu que o câmbio climático ameaça desatar uma 'época de violência nunca vista' até agora.
Devido a seus efeitos atuais, já 'fazemos frente a tremendas mudanças em nossas vidas', mas haverá que fazê-las 'mais que tudo na vida de nossos filhos', advirtiu.
'Se não encontrarmos vontade de superar os efeitos do câmbio climático, nos veremos tragados a uma época de violência nunca vista', sublinhou em discurso inaugural para 700 participantes de 150 países, a quem pediu por uma solução coordenada.
Aludiu a uma 'violência sem igual' ocasionada pelo câmbio climático como aquela que desencadeará a escassez de água, os movimentos massivos de refugiados climáticos, o ressurgimento do racismo, da xenofobia e a perspectiva de um futuro sem meios para milhões de pessoas.
O Presidente do Chile, presente ao evento, destacou que 'todos teremos que entregar um pouco de nossa soberania e aceitar que haverá um elemento global que nos chamará à ordem'.
Fonte - Terra
Nota DDP:
Outras declarações primeiramente alinhadas com o terrorismo que se tem feito em torno das questões climáticas para através do pânico ter-se facilitada a imposição de medidas restritivas de direitos individuais. Em segundo plano a curiosa manifestação do presidente chileno abrindo mão da soberania nacional com estofo em uma nova ordem, alinhada inclusive com recente manifestação do Papa BXVI na ONU acerca da intervenção internacional em países soberanos.
Líderes cristãos tomam ação para melhorar a situação do aquecimento global
A maior rede evangélica hispana dos EUA está organizando uma resposta ao problema do câmbio climático. A organização se associou com a Iniciativa Climática Evangélica para produzir uma chamado nacional hispano-evangélico para a melhorar a situação do aquecimento global.
Os esforços são para educar a comunidade de fé hispana acerca do câmbio climático e em advogar por legislação que ajude a resolver o problema. A organização está desenvolvendo recursos para que os pastores possam criar consciência acerca deste assunto em suas congregações e possam tomar ações para proteger o meio-ambiente.
Para eles os aquecimento global é um problema real que está afetando o mundo gravemente. Os experts dizem que a contaminação produzida pela queima de combustíveis fósseis está criando um desequilíbrio ecológico, o que proporciona furacões mais fortes, tormentas e inundações que se estão convertendo em algo muito comum a cada dia.
"Este é o momento de atuar. Como cristãos, somos chamados a cuida da criação de Deus e a boa notícia é que existem soluções que nos podem ajudar a fazer a diferença pelo bem das futuras gerações". São as palavras do líder da instituição, com ascendência em mais de 12.000 comunidades.
Fonte - Noticias Cristianas
Nota DDP:
Qualquer identidade de discurso acerca da criação com recentes manifestações do Papa BXVI não é mera coincidência.
Os esforços são para educar a comunidade de fé hispana acerca do câmbio climático e em advogar por legislação que ajude a resolver o problema. A organização está desenvolvendo recursos para que os pastores possam criar consciência acerca deste assunto em suas congregações e possam tomar ações para proteger o meio-ambiente.
Para eles os aquecimento global é um problema real que está afetando o mundo gravemente. Os experts dizem que a contaminação produzida pela queima de combustíveis fósseis está criando um desequilíbrio ecológico, o que proporciona furacões mais fortes, tormentas e inundações que se estão convertendo em algo muito comum a cada dia.
"Este é o momento de atuar. Como cristãos, somos chamados a cuida da criação de Deus e a boa notícia é que existem soluções que nos podem ajudar a fazer a diferença pelo bem das futuras gerações". São as palavras do líder da instituição, com ascendência em mais de 12.000 comunidades.
Fonte - Noticias Cristianas
Nota DDP:
Qualquer identidade de discurso acerca da criação com recentes manifestações do Papa BXVI não é mera coincidência.
Japão: reunião inter-religiosa por ocasião do G8
ROMA, terça-feira, 1º de julho de 2008 (ZENIT.org).- Representantes das principais religiões mundiais se reunirão no Japão para dialogar sobre temas como a pobreza, a mudança climática e a violência, antes da reunião, de 7 a 9 de julho, dos dirigentes do grupo dos 7 países mais industrializados do mundo e a Rússia (G8), em Sapporo, no norte do Japão.
«A mundialização dos mercados exige uma mundialização da responsabilidade», declarou o principal bispo protestante da Alemanha, Wolfgang Huber, em um comunicado citado por Ecumenical News International. O bispo Huber acolheu uma reunião similar em Colônia, em 2007, antes da reunião do G8, organizada nesse ano no norte da Alemanha.
A Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) anunciou que foram convidados à reunião inter-religiosa, de 2 a 3 de julho, 50 representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones.
Estes responsáveis religiosos procedem dos países do G8 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia –, assim como do Oriente Médio, África e Ásia.
Com antecipação, os bispos católicos dos países do G8 lançaram um chamado aos dirigentes desses países para que reafirmem os compromissos feitos para os países em via de desenvolvimento (ver: http://www.zenit.org/article-18830?l=portuguese).
Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Aumentam os contornos religiosos em paralelo às decisões de cunho político no aspecto ambiental. É absolutamente claro que serão levados em consideração os posicionamentos destes grupos na tomada de medidas universais.
«A mundialização dos mercados exige uma mundialização da responsabilidade», declarou o principal bispo protestante da Alemanha, Wolfgang Huber, em um comunicado citado por Ecumenical News International. O bispo Huber acolheu uma reunião similar em Colônia, em 2007, antes da reunião do G8, organizada nesse ano no norte da Alemanha.
A Igreja Evangélica na Alemanha (EKD) anunciou que foram convidados à reunião inter-religiosa, de 2 a 3 de julho, 50 representantes das tradições anglicana, luterana, reformada e católica, assim como representantes do islamismo, judaísmo, budismo, hinduísmo, xintoísmo e religiões autóctones.
Estes responsáveis religiosos procedem dos países do G8 – Alemanha, Canadá, Estados Unidos, França, Itália, Japão, Reino Unido e Rússia –, assim como do Oriente Médio, África e Ásia.
Com antecipação, os bispos católicos dos países do G8 lançaram um chamado aos dirigentes desses países para que reafirmem os compromissos feitos para os países em via de desenvolvimento (ver: http://www.zenit.org/article-18830?l=portuguese).
Um documento, que está previsto que seja adotado durante a reunião religiosa de Sapporo, será apresentado ao governo japonês e aos dirigentes dos países do G8.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Aumentam os contornos religiosos em paralelo às decisões de cunho político no aspecto ambiental. É absolutamente claro que serão levados em consideração os posicionamentos destes grupos na tomada de medidas universais.
Tempo é limitado no combate às alterações climáticas, diz presidente chinês
O presidente da China, Hu Jintao, pediu neste sábado a renovação dos esforços para combater o aquecimento global, advertindo que "o tempo é limitado" para encontrar soluções eficazes para o problema, segundo a mídia local.
"A forma como respondemos às alterações climáticas está ligada ao desenvolvimento econômico do país e os benefícios práticos para a população. Está em consonância com os interesses básicos do país", disse Hu segundo a agência estatal Nova China.
"A nossa tarefa é difícil e nosso tempo é limitado. Os partidos e os governos devem dar prioridade à redução das emissões de gases e introduzir esta idéia no coração do povo", acrescentou o chefe de Estado chinês.
Entre as formas em que a China pode contribuir, Hu Jintao citou uma utilização mais eficiente da energia e o aumento das zonas florestais.
A China mantém a posição de que os países desenvolvidos são os principais responsáveis pela mudança climática.
No entanto, as emissões chinesas de gases do efeito estufa aumentaram nos últimos anos, devido à escalada da economia do país, cujas fábricas são alimentadas por enormes quantidades de carvão.
Atualmente, a China (1,3 bilhão de habitantes) e os Estados Unidos (300 milhões) são os países que mais emitem gases do efeito estufa.
Fonte - Folha
Nota DDP:
O coro por medidas conjuntas vai engrossando...
"A forma como respondemos às alterações climáticas está ligada ao desenvolvimento econômico do país e os benefícios práticos para a população. Está em consonância com os interesses básicos do país", disse Hu segundo a agência estatal Nova China.
"A nossa tarefa é difícil e nosso tempo é limitado. Os partidos e os governos devem dar prioridade à redução das emissões de gases e introduzir esta idéia no coração do povo", acrescentou o chefe de Estado chinês.
Entre as formas em que a China pode contribuir, Hu Jintao citou uma utilização mais eficiente da energia e o aumento das zonas florestais.
A China mantém a posição de que os países desenvolvidos são os principais responsáveis pela mudança climática.
No entanto, as emissões chinesas de gases do efeito estufa aumentaram nos últimos anos, devido à escalada da economia do país, cujas fábricas são alimentadas por enormes quantidades de carvão.
Atualmente, a China (1,3 bilhão de habitantes) e os Estados Unidos (300 milhões) são os países que mais emitem gases do efeito estufa.
Fonte - Folha
Nota DDP:
O coro por medidas conjuntas vai engrossando...
terça-feira, 1 de julho de 2008
O papa é o "doce cristo" na terra
Esta é a afirmação de um bispo espanhol por ocasião da abertura do ano paulino pelo Vaticano, daí porque coloquei cristo com letra minúscula. Explicarei ao final.
Neste contexto, continua o bispo, que o Papa é o responsável máximo pela igreja e o único capaz de interpretar autenticamente a lei divina, como cabeça dos apóstolos. Em conexão com o post anterior, se depreende claramente que se quer estabelecer a primazia do Papa sobre os demais líderes cristãos, que estariam a representar Paulo no processo de unificação.
Afirma ainda que o Papa faz as vezes de Cristo e que os que o ouvem tem que amá-lo e escutá-lo, porque em sua voz estariam a ouvir o próprio Cristo. Daí porque afirma ser o Papa o "doce cristo na terra". A partir daí continua em desvelo ao primaz da ICAR que pode ser lido em Zenit.
A mim apenas as palavras do Cristo verdadeiro, da terra e dos céus, o Alfa e o Ômega, o que foi, que é e que sempre será:
Mateus 24:4-5
“Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.”
Mateus 24:23-26
“Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”
Paulo, inspirado, também advertiu:
2 Coríntios 11:13-15
“Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”
2 Tessalonicenses 2:3-4
“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.”
O tempo é próximo. Maranata.
Neste contexto, continua o bispo, que o Papa é o responsável máximo pela igreja e o único capaz de interpretar autenticamente a lei divina, como cabeça dos apóstolos. Em conexão com o post anterior, se depreende claramente que se quer estabelecer a primazia do Papa sobre os demais líderes cristãos, que estariam a representar Paulo no processo de unificação.
Afirma ainda que o Papa faz as vezes de Cristo e que os que o ouvem tem que amá-lo e escutá-lo, porque em sua voz estariam a ouvir o próprio Cristo. Daí porque afirma ser o Papa o "doce cristo na terra". A partir daí continua em desvelo ao primaz da ICAR que pode ser lido em Zenit.
A mim apenas as palavras do Cristo verdadeiro, da terra e dos céus, o Alfa e o Ômega, o que foi, que é e que sempre será:
Mateus 24:4-5
“Respondeu-lhes Jesus: Acautelai-vos, que ninguém vos engane. Porque muitos virão em meu nome, dizendo: Eu sou o Cristo; a muitos enganarão.”
Mateus 24:23-26
“Se, pois, alguém vos disser: Eis aqui o Cristo! ou: Ei-lo aí! não acrediteis; porque hão de surgir falsos cristos e falsos profetas, e farão grandes sinais e prodígios; de modo que, se possível fora, enganariam até os escolhidos. Eis que de antemão vo-lo tenho dito. Portanto, se vos disserem: Eis que ele está no deserto; não saiais; ou: Eis que ele está no interior da casa; não acrediteis.”
Paulo, inspirado, também advertiu:
2 Coríntios 11:13-15
“Pois os tais são falsos apóstolos, obreiros fraudulentos, disfarçando-se em apóstolos de Cristo. E não é de admirar, porquanto o próprio Satanás se disfarça em anjo de luz. Não é muito, pois, que também os seus ministros se disfarcem em ministros da justiça; o fim dos quais será conforme as suas obras.”
2 Tessalonicenses 2:3-4
“Ninguém de modo algum vos engane; porque isto não sucederá sem que venha primeiro a apostasia e seja revelado o homem do pecado, o filho da perdição, aquele que se opõe e se levanta contra tudo o que se chama Deus ou é objeto de adoração, de sorte que se assenta no santuário de Deus, apresentando-se como Deus.”
O tempo é próximo. Maranata.
Cristãos devem dar testemunho de Cristo unidos
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 30 de junho de 2008 (ZENIT.org).- O Papa Bento XVI voltou a convidar ontem todos os cristãos a participarem das celebrações do Ano Paulino, durante a alocução pronunciada durante a oração do Angelus na Praça de São Pedro.
Este Ano Paulino, inaugurado no sábado passado à noite na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, «tem como baricentro Roma», em particular esta basílica e o lugar do martírio do Santo, em Tre Fontane, «mas envolverá a Igreja inteira, a partir de Tarso, cidade natal de Paulo, e dos demais lugares paulinos, meta de peregrinação na atual Turquia, como também na Terra Santa, e na ilha de Malta, onde o Apóstolo esteve após um naufrágio e onde deixou a semente fecunda do Evangelho».
«Na realidade, o horizonte do Ano Paulino não pode deixar de ser universal, porque São Paulo foi por excelência o apóstolo daqueles que com relação aos Hebreus eram 'os afastados', e que 'graças ao sangue de Cristo se converteram em 'próximos'».
Neste sentido, o Papa afirmou que «também hoje, em um mundo cada vez 'menor', mas onde muitíssimos ainda não encontraram o Senhor Jesus, o jubileu de São Paulo convida todos os cristãos a serem missionários do Evangelho».
Contudo, esta missão evangelizadora não se pode dar sem a unidade entre os cristãos, representada por Pedro, acrescentou.
Desta maneira, «os carismas dos dois grandes apóstolos são complementares para a edificação do único Povo de Deus e os cristãos não podem dar testemunho válido de Cristo se não estão unidos entre eles».
Neste sentido, explicou que a imposição do pálio aos arcebispos metropolitanos, celebrada momentos antes na Basílica de São Pedro, «põe de destaque o tema da unidade». Também, mostrou sua alegria pela presença do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Batolomeu I, presente nestes dias em Roma para a abertura do Ano Paulino.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Obviamente, o Papa representa Pedro e Paulo é representando por todos os demais cristãos dispersos. Interessante estratégia...
Este Ano Paulino, inaugurado no sábado passado à noite na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, «tem como baricentro Roma», em particular esta basílica e o lugar do martírio do Santo, em Tre Fontane, «mas envolverá a Igreja inteira, a partir de Tarso, cidade natal de Paulo, e dos demais lugares paulinos, meta de peregrinação na atual Turquia, como também na Terra Santa, e na ilha de Malta, onde o Apóstolo esteve após um naufrágio e onde deixou a semente fecunda do Evangelho».
«Na realidade, o horizonte do Ano Paulino não pode deixar de ser universal, porque São Paulo foi por excelência o apóstolo daqueles que com relação aos Hebreus eram 'os afastados', e que 'graças ao sangue de Cristo se converteram em 'próximos'».
Neste sentido, o Papa afirmou que «também hoje, em um mundo cada vez 'menor', mas onde muitíssimos ainda não encontraram o Senhor Jesus, o jubileu de São Paulo convida todos os cristãos a serem missionários do Evangelho».
Contudo, esta missão evangelizadora não se pode dar sem a unidade entre os cristãos, representada por Pedro, acrescentou.
Desta maneira, «os carismas dos dois grandes apóstolos são complementares para a edificação do único Povo de Deus e os cristãos não podem dar testemunho válido de Cristo se não estão unidos entre eles».
Neste sentido, explicou que a imposição do pálio aos arcebispos metropolitanos, celebrada momentos antes na Basílica de São Pedro, «põe de destaque o tema da unidade». Também, mostrou sua alegria pela presença do Patriarca Ecumênico de Constantinopla, Batolomeu I, presente nestes dias em Roma para a abertura do Ano Paulino.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Obviamente, o Papa representa Pedro e Paulo é representando por todos os demais cristãos dispersos. Interessante estratégia...
Quem nos governa, afinal?
O plano de transição para o governo mundial, que Arnold Toynbee expôs mais de meio século atrás e que mencionei brevemente nesta coluna, já está em avançadíssima fase de implantação, ao ponto de que não há nenhum exagero em dizer que a Nova Ordem globalista-socialista é um fato consumado, irreversível. Que a maioria dos seres humanos ignore isso por completo e ainda tenha a ilusão de poder interferir de algum modo no curso das coisas por meio do "voto", eis aí a prova de que Toynbee tinha toda a razão ao dizer que a nova estrutura de poder não seria democrática, nem democrática a transição para ela. Não há estado de sujeição mais completo do que ignorar a estrutura de poder sob a qual se vive.
É verdade que a mera complexidade crescente da administração estatal moderna já era, por si, conflitiva com as pretensões democráticas de transparência, informação acessível, "voto consciente", enfim, com as presunções da "cidadania". Mas o que vem acontecendo no último meio século é o aproveitamento deliberado e sistemático da complexidade burocrática para criar, acima do governo representativo, uma nova estrutura de poder que o domina, o estrangula e acaba por eliminá-lo. A maior parte das nações já vive sob o controle dessa nova estrutura global sem ter disso a menor consciência e acreditando que continua a desfrutar das garantias e meios de ação assegurados ao eleitor pelo antigo sistema de governo representativo, hoje reduzido a um véu de aparências tecido em torno do poder mais centralizado, abrangente e incontrolável que já existiu ao longo de toda a história humana.
Não só essa transição já aconteceu, mas ela foi realizada sob a proteção de um conjunto de pretextos retóricos altamente enganosos, criados para dar à população a idéia de que a mudança ia no sentido da maior liberdade para os cidadãos, da maior participação de todos no governo e de mais sólidas garantias para a empresa privada. Todos os termos-chave dessa retórica – "governo reinventado", "parcerias público-privadas", "terceira via", "descentralização" – significam precisamente o contrário do que parecem indicar à primeira vista.
Os dois diagramas que acompanham este artigo tornarão isso bastante claro. As flechas aí indicam a origem do poder e o objeto sobre o qual se exerce. No antigo sistema representativo, o eleitorado escolhia o governo segundo os programas que lhe pareciam os mais convenientes, e o governo eleito – executivo e parlamento – repassava esses planos aos órgãos da administração pública, para que os executassem. No novo sistema de "parcerias público-privadas", a administração pública é só uma parcela do órgão executor. A outra parcela é escolhida por entidades sobre as quais o eleitorado não tem o menor controle e das quais não chega às vezes a ter sequer conhecimento. Tal como apresentado na sua formulação publicitária, o novo sistema é mais democrático, porque reparte a autoridade do governo com "a sociedade". Mas "a sociedade" aí não corresponde ao eleitorado e sim a ONG's criadas sob a orientação de organismos internacionais não-eletivos – ONU, UE, OMS, OMC, etc – e subsidiadas por bilionárias corporações multinacionais cuja diretoria não é mesmo conhecida do público em geral.
A orientação geral dessas ONG's reflete um conjunto de novas concepções socioculturais e políticas que jamais foram postas sequer em discussão, e que por meio delas são implantadas do dia para a noite, sem que o eleitorado chegue a saber nem mesmo de onde vieram. A própria velocidade das transformações é tamanha, que serve para reduzir as populações ao estado de passividade atônita necessário para tornar inviável não só qualquer reação organizada, mas até uma clara tomada de consciência quanto ao que está acontecendo. Paralelamente, muito do poder de decisão do parlamento é transferido aos órgãos burocráticos, que, agindo já não como braços do eleitorado, mas como agentes a serviço de parcerias controladas pelo triunvirato de ONG's, corporações e organismos internacionais, passa então a introduzir na sociedade mutações radicais que, no sistema de governo representativo, jamais seriam aprovadas nem pela população, nem pelo parlamento.
Ao desfazer-se de uma parte das suas prerrogativas, sob as desculpas de "privatização", "democratização", "descentralização", "desburocratização" etc., o governo não as transfere ao povo, mas a um esquema de poder global que escapa infinitamente à possibilidade de qualquer controle pelo eleitorado. As ambigüidades decorrentes, que desorientam o público, são então aproveitadas como instrumentos para gerar artificialmente novas "pressões populares", que não são populares de maneira alguma, mas que refletem apenas a vontade da chamada "sociedade civil organizada", isto é, da rede de ONGs criadas pelo próprio esquema de poder global.
Subsidiadas pelas grandes corporações e fundações, essas ONGs, prevalecendo-se da "parceria" que têm com órgãos do governo, passam então à parasitagem voraz de verbas públicas, somando aos recursos que as alimentam desde fora o sangue extraído do próprio eleitorado que as ignora e que elas falsamente representam. Essa nova estrutura de poder não é um plano, não é um objetivo a ser alcançado: ela já é o sistema de poder sob o qual vivemos, construído sobre os escombros do antigo governo representativo, que hoje em dia só subsiste como aparência legitimadora da transformação que o matou.
Uma ambigüidade especialmente irônica e por isto mesmo proveitosa da situação é que um dos instrumentos principais para a implantação do novo esquema reside na rede mundial de ONG's e movimentos esquerdistas, desde os mais radicais até os mais brandos e inofensivos em aparência. Ao mesmo tempo, como a violência e rapidez das mutações gera toda sorte de desequilíbrios, temores e insatisfações, essa rede de organizações esquerdistas é usada por outro lado como megafone para lançar a culpa de todos esses males no velho capitalismo liberal, apontado como beneficiário maior das mesmas transmutações que o esmagam. Os sintomas colaterais mórbidos da transformação servem eles próprios como pretextos para acelerá-la e aprofundá-la, canalizando em favor dela as dores que ela gerou.
Numa obra memorável, "Du Pouvoir. Histoire Naturelle de Sa Croissance", Bertrand de Jouvenel mostrou que a história da modernidade não é a história da liberdade crescente, como pretendia Benedetto Croce, mas a história do poder crescente do Estado avassalador.
Esse livro é de 1945. Desde então, o curso da História tomou um rumo que o confirma na medida mesma em que aparenta desmenti-lo. A "descentralização" dos governos nacionais, simulando em escala local uma vitória do liberal-capitalismo sobre as tendências centralizadoras e socialistas, foi posta a serviço da construção do Leviatã supranacional que, inacessível e quase invisível, controla dezenas de Estados reduzidos à condição de entrepostos da administração global. Não só o eleitorado foi submetido a essa gigantesca mutação sem a menor possibilidade de interferir nela ou de compreendê-la, porém até mesmo alguns dos mais intelectualizados porta-vozes do liberal-capitalismo, enxergando apenas o fator econômico e recusando-se a investigar a nova estrutura de poder político por trás da globalização comercial, colaboraram ativamente para que o processo de centralização mundial se implantasse pacificamente, sob a bandeira paradoxal da liberdade de mercado.
O camponês antigo, o servo da gleba e até mesmo o escravo romano gemiam sob o tacão de um poder incontrastável, mas pelo menos tinham uma idéia clara de quem mandava neles e compreendiam perfeitamente o funcionamento do sistema que os governava. O cidadão da "democracia de massas" está cada vez mais submetido a decisões que não sabe de onde vieram, implantadas por um sistema de governo que ele nem conhece nem compreende. O globalismo é a apoteose do processo de centralização do poder, centralizando até o direito de conhecer o processo.
Fonte - Olavo de Carvalho
É verdade que a mera complexidade crescente da administração estatal moderna já era, por si, conflitiva com as pretensões democráticas de transparência, informação acessível, "voto consciente", enfim, com as presunções da "cidadania". Mas o que vem acontecendo no último meio século é o aproveitamento deliberado e sistemático da complexidade burocrática para criar, acima do governo representativo, uma nova estrutura de poder que o domina, o estrangula e acaba por eliminá-lo. A maior parte das nações já vive sob o controle dessa nova estrutura global sem ter disso a menor consciência e acreditando que continua a desfrutar das garantias e meios de ação assegurados ao eleitor pelo antigo sistema de governo representativo, hoje reduzido a um véu de aparências tecido em torno do poder mais centralizado, abrangente e incontrolável que já existiu ao longo de toda a história humana.
Não só essa transição já aconteceu, mas ela foi realizada sob a proteção de um conjunto de pretextos retóricos altamente enganosos, criados para dar à população a idéia de que a mudança ia no sentido da maior liberdade para os cidadãos, da maior participação de todos no governo e de mais sólidas garantias para a empresa privada. Todos os termos-chave dessa retórica – "governo reinventado", "parcerias público-privadas", "terceira via", "descentralização" – significam precisamente o contrário do que parecem indicar à primeira vista.
Os dois diagramas que acompanham este artigo tornarão isso bastante claro. As flechas aí indicam a origem do poder e o objeto sobre o qual se exerce. No antigo sistema representativo, o eleitorado escolhia o governo segundo os programas que lhe pareciam os mais convenientes, e o governo eleito – executivo e parlamento – repassava esses planos aos órgãos da administração pública, para que os executassem. No novo sistema de "parcerias público-privadas", a administração pública é só uma parcela do órgão executor. A outra parcela é escolhida por entidades sobre as quais o eleitorado não tem o menor controle e das quais não chega às vezes a ter sequer conhecimento. Tal como apresentado na sua formulação publicitária, o novo sistema é mais democrático, porque reparte a autoridade do governo com "a sociedade". Mas "a sociedade" aí não corresponde ao eleitorado e sim a ONG's criadas sob a orientação de organismos internacionais não-eletivos – ONU, UE, OMS, OMC, etc – e subsidiadas por bilionárias corporações multinacionais cuja diretoria não é mesmo conhecida do público em geral.
A orientação geral dessas ONG's reflete um conjunto de novas concepções socioculturais e políticas que jamais foram postas sequer em discussão, e que por meio delas são implantadas do dia para a noite, sem que o eleitorado chegue a saber nem mesmo de onde vieram. A própria velocidade das transformações é tamanha, que serve para reduzir as populações ao estado de passividade atônita necessário para tornar inviável não só qualquer reação organizada, mas até uma clara tomada de consciência quanto ao que está acontecendo. Paralelamente, muito do poder de decisão do parlamento é transferido aos órgãos burocráticos, que, agindo já não como braços do eleitorado, mas como agentes a serviço de parcerias controladas pelo triunvirato de ONG's, corporações e organismos internacionais, passa então a introduzir na sociedade mutações radicais que, no sistema de governo representativo, jamais seriam aprovadas nem pela população, nem pelo parlamento.
Ao desfazer-se de uma parte das suas prerrogativas, sob as desculpas de "privatização", "democratização", "descentralização", "desburocratização" etc., o governo não as transfere ao povo, mas a um esquema de poder global que escapa infinitamente à possibilidade de qualquer controle pelo eleitorado. As ambigüidades decorrentes, que desorientam o público, são então aproveitadas como instrumentos para gerar artificialmente novas "pressões populares", que não são populares de maneira alguma, mas que refletem apenas a vontade da chamada "sociedade civil organizada", isto é, da rede de ONGs criadas pelo próprio esquema de poder global.
Subsidiadas pelas grandes corporações e fundações, essas ONGs, prevalecendo-se da "parceria" que têm com órgãos do governo, passam então à parasitagem voraz de verbas públicas, somando aos recursos que as alimentam desde fora o sangue extraído do próprio eleitorado que as ignora e que elas falsamente representam. Essa nova estrutura de poder não é um plano, não é um objetivo a ser alcançado: ela já é o sistema de poder sob o qual vivemos, construído sobre os escombros do antigo governo representativo, que hoje em dia só subsiste como aparência legitimadora da transformação que o matou.
Uma ambigüidade especialmente irônica e por isto mesmo proveitosa da situação é que um dos instrumentos principais para a implantação do novo esquema reside na rede mundial de ONG's e movimentos esquerdistas, desde os mais radicais até os mais brandos e inofensivos em aparência. Ao mesmo tempo, como a violência e rapidez das mutações gera toda sorte de desequilíbrios, temores e insatisfações, essa rede de organizações esquerdistas é usada por outro lado como megafone para lançar a culpa de todos esses males no velho capitalismo liberal, apontado como beneficiário maior das mesmas transmutações que o esmagam. Os sintomas colaterais mórbidos da transformação servem eles próprios como pretextos para acelerá-la e aprofundá-la, canalizando em favor dela as dores que ela gerou.
Numa obra memorável, "Du Pouvoir. Histoire Naturelle de Sa Croissance", Bertrand de Jouvenel mostrou que a história da modernidade não é a história da liberdade crescente, como pretendia Benedetto Croce, mas a história do poder crescente do Estado avassalador.
Esse livro é de 1945. Desde então, o curso da História tomou um rumo que o confirma na medida mesma em que aparenta desmenti-lo. A "descentralização" dos governos nacionais, simulando em escala local uma vitória do liberal-capitalismo sobre as tendências centralizadoras e socialistas, foi posta a serviço da construção do Leviatã supranacional que, inacessível e quase invisível, controla dezenas de Estados reduzidos à condição de entrepostos da administração global. Não só o eleitorado foi submetido a essa gigantesca mutação sem a menor possibilidade de interferir nela ou de compreendê-la, porém até mesmo alguns dos mais intelectualizados porta-vozes do liberal-capitalismo, enxergando apenas o fator econômico e recusando-se a investigar a nova estrutura de poder político por trás da globalização comercial, colaboraram ativamente para que o processo de centralização mundial se implantasse pacificamente, sob a bandeira paradoxal da liberdade de mercado.
O camponês antigo, o servo da gleba e até mesmo o escravo romano gemiam sob o tacão de um poder incontrastável, mas pelo menos tinham uma idéia clara de quem mandava neles e compreendiam perfeitamente o funcionamento do sistema que os governava. O cidadão da "democracia de massas" está cada vez mais submetido a decisões que não sabe de onde vieram, implantadas por um sistema de governo que ele nem conhece nem compreende. O globalismo é a apoteose do processo de centralização do poder, centralizando até o direito de conhecer o processo.
Fonte - Olavo de Carvalho
Lieberman: Os EUA serão atacados em 2009
Caso não se lembre deste ativo senador americanos, pode começar por "EUA: cientistas querem menos emissões de gases causadores do efeito estufa".
Agora ele vem afirmar que os EUA podem ser atacados no primeiro ano de governo do próximo presidente americano. Diz que os inimigos da América testarão o novo presidente cedo, em entrevista à CBS. Tal raciocíonio deriva do primeiro ataque ao WTC no primeiro ano de governo de Clinton, bem como do próprio 11/9, em relação a Bush.
Faz tais afirmações para sustentar a candidatura de McCain, personagem que, para ele, estaria mais apto a lidar com tais condições. É mais uma tentativa de impressionar pelo pânico, algo muito comum no tempo em que vivemos e que tem caracterizado os movimentos da nação mais poderosa do globo ultimamente.
Não se pode perder de vista ainda, embora este movimento de Lieberman em tese estivesse a apontar para McCain, que o citado Senador mantém relações muito próximas a Gore, que endossou a candidatura de Obama, junto com o próprio Clinton.
Tudo parece não passar de mais um blefe em um jogo de cartas marcadas.
Fonte - Global Research
Agora ele vem afirmar que os EUA podem ser atacados no primeiro ano de governo do próximo presidente americano. Diz que os inimigos da América testarão o novo presidente cedo, em entrevista à CBS. Tal raciocíonio deriva do primeiro ataque ao WTC no primeiro ano de governo de Clinton, bem como do próprio 11/9, em relação a Bush.
Faz tais afirmações para sustentar a candidatura de McCain, personagem que, para ele, estaria mais apto a lidar com tais condições. É mais uma tentativa de impressionar pelo pânico, algo muito comum no tempo em que vivemos e que tem caracterizado os movimentos da nação mais poderosa do globo ultimamente.
Não se pode perder de vista ainda, embora este movimento de Lieberman em tese estivesse a apontar para McCain, que o citado Senador mantém relações muito próximas a Gore, que endossou a candidatura de Obama, junto com o próprio Clinton.
Tudo parece não passar de mais um blefe em um jogo de cartas marcadas.
Fonte - Global Research
A histeria do aquecimentismo global
A verdade pode chegar ao mundo por muitas vias, mas ela nunca vem acompanhada pela força. Pensava que fosse uma lição aprendida há muito, a principiar pelos próprios cientistas. Os cientistas reais aprenderam-na de facto. Contudo, emergiu uma nova amálgama, a do cientista-activista, e neste espécime a lição é ignorada.
Na alvorada do Iluminismo, cientistas foram levados a tribunais e inquisições. Galileu é o grande exemplo, o pioneiro empírico que rejeitou o antigo modelo do universo (então conhecido) tendo a Terra como centro, e pelos seus esforços despertou a atenção e a ira inquisitorial.
Fui atraído a estes pensamentos, e ao exemplo da Inquisição, por uma curiosa explosão esta semana de James Hansen, o principal porta-voz da NASA sobre o assunto do aquecimento global, um homem que desempenhou o papel de S. João Batista nos ensinamentos messiânicos de Al Gore sobre o assunto. O dr. Hansen é geralmente considerado o homem que "tocou o alarme" quanto ao aquecimento global provocado pelo homem, e ele tem sido um proponente persistente, altamente publicitado e muito agressivo desta causa desde há duas décadas. O dr. Hansen não trata gentilmente aqueles que contestam os seus cenários apocalípticos. Escolhi esta palavra, apocalíptico, deliberadamente. Segundo o dr. Hansen, a espécie humana pode ter atingido o ponto de viragem com o aquecimento global. Se este for o caso, calamidades e catástrofes em vasta escala são inevitáveis. E se tivéssemos atingido o ponto de crise absoluta, haveria um minúsculo intervalo [de tempo] para as espécies humanas actuarem e prevenirem o pior. Segundo o dr. Hansen, o que ainda resta por ser enfrentado na verdade ainda é horrível.
Nem todo o mundo partilha a visão do dr. Hansen de um iminente Armagedão ecológico. Mentes sérias, sem interesses no assunto, lançam advertências a todo momento. Elas questionam os modelos de especulação climatológica; questionam a peculiar mistura de fontes antropogénicas e outras prováveis fontes na dinâmica do clima; questionam alguns dos dados reunidos e algumas das suas interpretações; e questionam a própria maturidade da altamente complexa, e experimentalmente deficiente, ciência do aquecimento global em si mesmo.
Elas questionam também a receitas maciças de politica que estão a ser exigidas como resposta necessária às determinações científicas do aquecimento global produzido pelo homem. Há muitíssimo espaço para opiniões diferentes e honestas sobre questões tão amplas e complexas, questões na terrivelmente complicada intersecção da ciência, política e economia.
Mas, para a mente agitada do dr. Hansen, aquele que levanta tais questões, os que injectam cepticismo no debate do aquecimento global são "negacionistas". A palavra aqui está a tornar-se lugar comum, mas ela permanece como uma calúnia estranha. Um punhado de crentes no aquecimento global gosta de arremessar todos os que argumentam com eles para a categoria do polémico, sendo polémicos todos os que discordam da opinião ortodoxa sobre o aquecimento global como o equivalente à negação do Holocausto. Trata-se de uma táctica sem vergonha e viciosa, e dificilmente de acordo com a nobreza que se supõe guiar a consciência daqueles que salvam o planeta. O dr. Hansen é excessivamente afeiçoado a analogias especiosas e assustadoras: Eles escreveu sobre "glaciares a desaparecer que funcionam como uma Kristal Nacht " e, embora posteriormente se haja arrependido da metáfora, comparou comboios de carvão a "comboios da morte – tão pavorosos quanto vagões a caminho do crematório, carregados com incontáveis espécies insubstituíveis". Esta semana, o dr. Hansen deu um passo em frente ainda mais nocivo.
Ele clamou por um tribunal, ou como prefiro denominá-lo, por uma Inquisição, a fim de julgar por crimes contra a natureza e a humanidade os presidentes das grandes companhias de petróleo os quais, de acordo com frenética visão das coisas do dr. Hansen, alimentam a "desinformação" pública acerca da crise climática. Mais uma vez, o modelo implícito é Nuremberg, quando as tentativas do homem de se preocupar com um futuro – vamos chamá-lo de probabilidade – no terreno moral e factual emparelham com a inquestionável, histórica e comovedora enormidade do Holocausto Nazi.
Será este o discurso de um cientista? Se for, é mais do que estranho que no século XXI esteja este cientista a clamar pelo equivalente secular de uma Inquisição. Ainda mais directamente ao ponto: são estas as palavras de um homem realmente certo da sua verdade ou de alguém que – com a ansiedade do fanático – está a tentar proteger-se do rigor do cepticismo e da investigação? Seja um caso ou seja o outro, não questiono de todo a afirmação de que isto é a voz de um homem que não é amigo da razão nem da ciência. Isto é a voz do cientista-activista consumado, com a sua própria verdade e temeroso de toda disputa.
A ciência não precisa de tribunais ou julgamentos, não precisa da justiça de Nuremberg, ou analogias com o Holocausto. As palavras de James Hansen esta semana constituíram uma ofensa contra a investigação, contra a ciência e contra a seriedade moral. Foram uma manifestação insolente contra o próprio debate de ideias.
Fonte - Resistir
Na alvorada do Iluminismo, cientistas foram levados a tribunais e inquisições. Galileu é o grande exemplo, o pioneiro empírico que rejeitou o antigo modelo do universo (então conhecido) tendo a Terra como centro, e pelos seus esforços despertou a atenção e a ira inquisitorial.
Fui atraído a estes pensamentos, e ao exemplo da Inquisição, por uma curiosa explosão esta semana de James Hansen, o principal porta-voz da NASA sobre o assunto do aquecimento global, um homem que desempenhou o papel de S. João Batista nos ensinamentos messiânicos de Al Gore sobre o assunto. O dr. Hansen é geralmente considerado o homem que "tocou o alarme" quanto ao aquecimento global provocado pelo homem, e ele tem sido um proponente persistente, altamente publicitado e muito agressivo desta causa desde há duas décadas. O dr. Hansen não trata gentilmente aqueles que contestam os seus cenários apocalípticos. Escolhi esta palavra, apocalíptico, deliberadamente. Segundo o dr. Hansen, a espécie humana pode ter atingido o ponto de viragem com o aquecimento global. Se este for o caso, calamidades e catástrofes em vasta escala são inevitáveis. E se tivéssemos atingido o ponto de crise absoluta, haveria um minúsculo intervalo [de tempo] para as espécies humanas actuarem e prevenirem o pior. Segundo o dr. Hansen, o que ainda resta por ser enfrentado na verdade ainda é horrível.
Nem todo o mundo partilha a visão do dr. Hansen de um iminente Armagedão ecológico. Mentes sérias, sem interesses no assunto, lançam advertências a todo momento. Elas questionam os modelos de especulação climatológica; questionam a peculiar mistura de fontes antropogénicas e outras prováveis fontes na dinâmica do clima; questionam alguns dos dados reunidos e algumas das suas interpretações; e questionam a própria maturidade da altamente complexa, e experimentalmente deficiente, ciência do aquecimento global em si mesmo.
Elas questionam também a receitas maciças de politica que estão a ser exigidas como resposta necessária às determinações científicas do aquecimento global produzido pelo homem. Há muitíssimo espaço para opiniões diferentes e honestas sobre questões tão amplas e complexas, questões na terrivelmente complicada intersecção da ciência, política e economia.
Mas, para a mente agitada do dr. Hansen, aquele que levanta tais questões, os que injectam cepticismo no debate do aquecimento global são "negacionistas". A palavra aqui está a tornar-se lugar comum, mas ela permanece como uma calúnia estranha. Um punhado de crentes no aquecimento global gosta de arremessar todos os que argumentam com eles para a categoria do polémico, sendo polémicos todos os que discordam da opinião ortodoxa sobre o aquecimento global como o equivalente à negação do Holocausto. Trata-se de uma táctica sem vergonha e viciosa, e dificilmente de acordo com a nobreza que se supõe guiar a consciência daqueles que salvam o planeta. O dr. Hansen é excessivamente afeiçoado a analogias especiosas e assustadoras: Eles escreveu sobre "glaciares a desaparecer que funcionam como uma Kristal Nacht " e, embora posteriormente se haja arrependido da metáfora, comparou comboios de carvão a "comboios da morte – tão pavorosos quanto vagões a caminho do crematório, carregados com incontáveis espécies insubstituíveis". Esta semana, o dr. Hansen deu um passo em frente ainda mais nocivo.
Ele clamou por um tribunal, ou como prefiro denominá-lo, por uma Inquisição, a fim de julgar por crimes contra a natureza e a humanidade os presidentes das grandes companhias de petróleo os quais, de acordo com frenética visão das coisas do dr. Hansen, alimentam a "desinformação" pública acerca da crise climática. Mais uma vez, o modelo implícito é Nuremberg, quando as tentativas do homem de se preocupar com um futuro – vamos chamá-lo de probabilidade – no terreno moral e factual emparelham com a inquestionável, histórica e comovedora enormidade do Holocausto Nazi.
Será este o discurso de um cientista? Se for, é mais do que estranho que no século XXI esteja este cientista a clamar pelo equivalente secular de uma Inquisição. Ainda mais directamente ao ponto: são estas as palavras de um homem realmente certo da sua verdade ou de alguém que – com a ansiedade do fanático – está a tentar proteger-se do rigor do cepticismo e da investigação? Seja um caso ou seja o outro, não questiono de todo a afirmação de que isto é a voz de um homem que não é amigo da razão nem da ciência. Isto é a voz do cientista-activista consumado, com a sua própria verdade e temeroso de toda disputa.
A ciência não precisa de tribunais ou julgamentos, não precisa da justiça de Nuremberg, ou analogias com o Holocausto. As palavras de James Hansen esta semana constituíram uma ofensa contra a investigação, contra a ciência e contra a seriedade moral. Foram uma manifestação insolente contra o próprio debate de ideias.
Fonte - Resistir
Software permite espionar pessoas
Novos softwares podem ser instalados sem conhecimento do dono e permitem acompanhar sua vida. O programa passa a mandar para um número escolhido todos os números chamados e a duração das chamadas, e cópia de torpedos recebidos e enviados.
Em aparelhos dotados de GPS, o programa envia permanentemente informação de onde ele está. Esses programas estão sendo vendidos pela Internet. O mais popular é o "Flexispy". Esse programa permite ainda se telefonar para ele e o aparelho, em silêncio, atende a ligação, passando a transmitir todos os sons do ambiente.
Fonte - Opinião e Notícia
Em aparelhos dotados de GPS, o programa envia permanentemente informação de onde ele está. Esses programas estão sendo vendidos pela Internet. O mais popular é o "Flexispy". Esse programa permite ainda se telefonar para ele e o aparelho, em silêncio, atende a ligação, passando a transmitir todos os sons do ambiente.
Fonte - Opinião e Notícia
segunda-feira, 30 de junho de 2008
Circulo Católico de Operários do Porto e a “Batalha” pelo descanso dominical
1. O Círculo Católico de Operários do Porto trouxe ao movimento católico português um cariz propriamente contemporâneo. Na verdade, é com ele que se ultrapassa a fase “paternalista”, que, num quadro ainda muito tradicional e pré-urbano, procurava resolver a questão social mais pela responsabilidade das elites do que pela movimentação autónoma dos trabalhadores: “Um movimento social católico, integrado ‘por operários’, e não só ‘para operários’, vai surgir apenas com o lançamento dos C. C. O. [Círculos Católicos de Operários].
...
2. No seu programa (publicado n’ O Grito do Povo de 17 de Junho de 1899) surgiram 14 itens elucidativos, que podemos resumir assim: 1º) descanso dominical; 2º) ensino religioso; 3º) diminuição dos encargos militares, que pesavam mais sobre os pobres; 4º) reforma do imposto, para que incidisse mais sobre os objectos de luxo do que sobre os géneros de primeira necessidade; 5º) extinção da agiotagem e da usura; 6º) diminuição das despesas de justiça; 7º) representação do trabalho e dos interesses profissionais; 8º) comissões mistas de patrões e operários; 9º) máximo do dia de trabalho, não mais de onze horas; 10º) redução do trabalho nocturno; 11º) proibição do trabalho de menores de 14 anos e cuidados com o trabalho da mulher; 12º) salário mínimo, começando no sector público; 13º) caixas de socorro na doença, acidentes e velhice; 14º) casas para operários.
3. O Círculo Católico de Operários do Porto nunca desistiu até ver realizado o primeiro item do seu programa, o descanso dominical. É aliás a melhor demonstração da incidência social duma convicção tão humanitária como religiosa. Em 1907, o governo de João Franco legislou finalmente nesse sentido, com imediato aplauso do C. C. O. portuense (cf. GONÇALVES, Eduardo C. Cordeiro – O Círculo Católico de Operários do Porto e o Catolicismo Social em Portugal (1898 – 1910). Porto: CCOP, 1998, p. 34- 35).
Interessante a argumentação do Círculo, ligando a prescrição religiosa à consideração antropológica. Como neste trecho de Fernandes da Silva, n’ O Grito do Povo de 12 de Agosto de 1899: “O domingo não é somente o dia do Senhor, mas também do homem. Deus criando o homem dotou-o de corpo e alma, e tão intimamente ligada com aquele, que se o corpo descansa a alma também descansa. Porém Deus para prover a esta necessidade estabeleceu o descanso do domingo, sendo regulado segundo o organismo e forças humanas”.
E, se este ponto foi porventura o mais consequente da doutrina e da projecção do Círculo Católico de Operários do Porto, poderá ser hoje o mais actual da sua herança a recolher. De facto, nas actuais condições sócio-económicas, o descanso dominical, arduamente conseguido há um século, é posto em causa por outros motivos. O modo corrente de viver e descansar, menos comunitário, mais individualizado, faz do “fim-de-semana” o tempo do comércio e dos “centros comerciais” o espaço social mais centrípeto e convidativo. Aliás, os serviços de apoio ao lazer exigem cada vez mais trabalho ao sábado e Domingo.
4. Neste contexto, a actual doutrina social da Igreja tem retomado e aprofundado muita da argumentação de há cem anos. Fundamental neste ponto é a carta apostólica de João Paulo II Dies Domini, sobre a santificação do Domingo, de 1998. Por exemplo, no seu nº 66: “No contexto histórico actual, permanece a obrigação de batalhar para que todos possam conhecer a liberdade, a calma e o descanso necessários à sua dignidade de homens, com as consequentes exigências religiosas, familiares, culturais, interpessoais, que dificilmente podem ser satisfeitas, se não ficar salvaguardado pelo menos um dia semanal para gozarem juntos da possibilidade de repousar e fazer festa”. Sem esquecer de acrescentar: “Obviamente, este direito do trabalhador ao descanso pressupõe o seu direito ao trabalho”.
Está em causa uma visão integrada da pessoa humana, a qual, muito mais do que mero “indivíduo”, é sujeito de relações múltiplas, indispensáveis para a sua realização integral. Isto significa família, sociedade, cultura e religião, tudo realidades conjuntas que precisam de tempos e espaços de encontro, ritmados, de todos para todos. E as reais necessidades de garantir serviços públicos ou particulares não podem iludir tal realidade essencial, mas proporcioná-la, também àqueles que nem sempre possam descansar ao Domingo. Uma sociedade que se perde como convivência integradora desfaz-se na pulverização dos interesses. Deixa mesmo de ser “sociedade”, perde-se como humanidade.
- Há muito a retomar, do que no Círculo Católico de Operários do Porto foi propósito e consequência, há mais de um século!
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Interessante notar, no contexto desta notícia, uma outra enviada por uma leitora deste espaço [Gessica] acerca da visita do Presidente português ao Vaticano, que dentre outras afirmações de apreço ao Papa e à Igreja Católica, levou a efeito a seguinte afirmação: "Tive ocasião de sublinhar que é importante para o mundo e para os valores que a Igreja e a Europa partilham, uma Europa unida, uma Europa forte [...]". Tal questão veio no contexto da rejeição da Irlanda ao tratado europeu, que contou inclusive com apoio da ICAR.
...
2. No seu programa (publicado n’ O Grito do Povo de 17 de Junho de 1899) surgiram 14 itens elucidativos, que podemos resumir assim: 1º) descanso dominical; 2º) ensino religioso; 3º) diminuição dos encargos militares, que pesavam mais sobre os pobres; 4º) reforma do imposto, para que incidisse mais sobre os objectos de luxo do que sobre os géneros de primeira necessidade; 5º) extinção da agiotagem e da usura; 6º) diminuição das despesas de justiça; 7º) representação do trabalho e dos interesses profissionais; 8º) comissões mistas de patrões e operários; 9º) máximo do dia de trabalho, não mais de onze horas; 10º) redução do trabalho nocturno; 11º) proibição do trabalho de menores de 14 anos e cuidados com o trabalho da mulher; 12º) salário mínimo, começando no sector público; 13º) caixas de socorro na doença, acidentes e velhice; 14º) casas para operários.
3. O Círculo Católico de Operários do Porto nunca desistiu até ver realizado o primeiro item do seu programa, o descanso dominical. É aliás a melhor demonstração da incidência social duma convicção tão humanitária como religiosa. Em 1907, o governo de João Franco legislou finalmente nesse sentido, com imediato aplauso do C. C. O. portuense (cf. GONÇALVES, Eduardo C. Cordeiro – O Círculo Católico de Operários do Porto e o Catolicismo Social em Portugal (1898 – 1910). Porto: CCOP, 1998, p. 34- 35).
Interessante a argumentação do Círculo, ligando a prescrição religiosa à consideração antropológica. Como neste trecho de Fernandes da Silva, n’ O Grito do Povo de 12 de Agosto de 1899: “O domingo não é somente o dia do Senhor, mas também do homem. Deus criando o homem dotou-o de corpo e alma, e tão intimamente ligada com aquele, que se o corpo descansa a alma também descansa. Porém Deus para prover a esta necessidade estabeleceu o descanso do domingo, sendo regulado segundo o organismo e forças humanas”.
E, se este ponto foi porventura o mais consequente da doutrina e da projecção do Círculo Católico de Operários do Porto, poderá ser hoje o mais actual da sua herança a recolher. De facto, nas actuais condições sócio-económicas, o descanso dominical, arduamente conseguido há um século, é posto em causa por outros motivos. O modo corrente de viver e descansar, menos comunitário, mais individualizado, faz do “fim-de-semana” o tempo do comércio e dos “centros comerciais” o espaço social mais centrípeto e convidativo. Aliás, os serviços de apoio ao lazer exigem cada vez mais trabalho ao sábado e Domingo.
4. Neste contexto, a actual doutrina social da Igreja tem retomado e aprofundado muita da argumentação de há cem anos. Fundamental neste ponto é a carta apostólica de João Paulo II Dies Domini, sobre a santificação do Domingo, de 1998. Por exemplo, no seu nº 66: “No contexto histórico actual, permanece a obrigação de batalhar para que todos possam conhecer a liberdade, a calma e o descanso necessários à sua dignidade de homens, com as consequentes exigências religiosas, familiares, culturais, interpessoais, que dificilmente podem ser satisfeitas, se não ficar salvaguardado pelo menos um dia semanal para gozarem juntos da possibilidade de repousar e fazer festa”. Sem esquecer de acrescentar: “Obviamente, este direito do trabalhador ao descanso pressupõe o seu direito ao trabalho”.
Está em causa uma visão integrada da pessoa humana, a qual, muito mais do que mero “indivíduo”, é sujeito de relações múltiplas, indispensáveis para a sua realização integral. Isto significa família, sociedade, cultura e religião, tudo realidades conjuntas que precisam de tempos e espaços de encontro, ritmados, de todos para todos. E as reais necessidades de garantir serviços públicos ou particulares não podem iludir tal realidade essencial, mas proporcioná-la, também àqueles que nem sempre possam descansar ao Domingo. Uma sociedade que se perde como convivência integradora desfaz-se na pulverização dos interesses. Deixa mesmo de ser “sociedade”, perde-se como humanidade.
- Há muito a retomar, do que no Círculo Católico de Operários do Porto foi propósito e consequência, há mais de um século!
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Interessante notar, no contexto desta notícia, uma outra enviada por uma leitora deste espaço [Gessica] acerca da visita do Presidente português ao Vaticano, que dentre outras afirmações de apreço ao Papa e à Igreja Católica, levou a efeito a seguinte afirmação: "Tive ocasião de sublinhar que é importante para o mundo e para os valores que a Igreja e a Europa partilham, uma Europa unida, uma Europa forte [...]". Tal questão veio no contexto da rejeição da Irlanda ao tratado europeu, que contou inclusive com apoio da ICAR.
Bento 16 pede unidade de todos os cristãos
O papa Bento 16 pediu neste domingo a unidade de todos os cristãos durante a tradicional oração do Ângelus, à qual assistiu o patriarca ecumênico Bartolomeu 1º, primaz de honra das igrejas ortodoxas.
Ao contrário do costume dominical de rezar o Ângelus na praça São Pedro, o pontífice celebrou a oração hoje no interior da basílica de mesmo nome, após oficiar, no local, a missa solene pela festividade de São Pedro e São Paulo, durante a qual impôs o pálio aos 40 arcebispos nomeados no último ano.
No Ângelus, Bento 16 lembrou que no sábado começou o Ano Paulino, pelo que pediu aos fiéis que rezassem por esse motivo, assim como pela unidade dos cristãos, a evangelização e a comunhão na Igreja.
Tanto na abertura do Ano Paulino quanto na imposição, hoje, do pálio aos arcebispos, o patriarca da Igreja Ortodoxa de Constantinopla Bartolomeu 1º teve uma presença destacada, com o que o papa quis simbolizar a necessidade de união de todos os cristãos.
Fonte - Folha
Ao contrário do costume dominical de rezar o Ângelus na praça São Pedro, o pontífice celebrou a oração hoje no interior da basílica de mesmo nome, após oficiar, no local, a missa solene pela festividade de São Pedro e São Paulo, durante a qual impôs o pálio aos 40 arcebispos nomeados no último ano.
No Ângelus, Bento 16 lembrou que no sábado começou o Ano Paulino, pelo que pediu aos fiéis que rezassem por esse motivo, assim como pela unidade dos cristãos, a evangelização e a comunhão na Igreja.
Tanto na abertura do Ano Paulino quanto na imposição, hoje, do pálio aos arcebispos, o patriarca da Igreja Ortodoxa de Constantinopla Bartolomeu 1º teve uma presença destacada, com o que o papa quis simbolizar a necessidade de união de todos os cristãos.
Fonte - Folha
Pólo Norte pode ficar sem gelo no próximo verão
O pólo Norte pode perder seu gelo neste verão devido ao aquecimento global, que está reduzindo a calota polar há uma década, algo sem precedentes na atualidade, advertiu nesta sexta-feira o cientista americano Mark Serreze.
"É muito provável que não haja calota no pólo Norte no final deste verão, já que o Pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou Serreze, pesquisador do Centro Nacional da Neve e Gelo dos Estados Unidos, com sede em Boulder (Colorado).
Segundo Serreze, há 50% de chance de ocorrer tal situação, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".
"O que observamos nos últimos dez anos foi uma grande redução no gelo do Ártico, especialmente nos três últimos anos, e esta tendência a longo prazo fará com que não haja mais gelo no verão no oceano Ártico até 2030."
Fonte - Folha
"É muito provável que não haja calota no pólo Norte no final deste verão, já que o Pólo está coberto apenas por uma fina camada de gelo", explicou Serreze, pesquisador do Centro Nacional da Neve e Gelo dos Estados Unidos, com sede em Boulder (Colorado).
Segundo Serreze, há 50% de chance de ocorrer tal situação, tornando "concebível que em meados de setembro veleiros possam navegar do Alasca ao pólo Norte".
"O que observamos nos últimos dez anos foi uma grande redução no gelo do Ártico, especialmente nos três últimos anos, e esta tendência a longo prazo fará com que não haja mais gelo no verão no oceano Ártico até 2030."
Fonte - Folha
sexta-feira, 27 de junho de 2008
Papa acusa seitas de confundir católicos
ROMA (AFP) — Papa Bento XVI acusou as seitas e o secularismo de serem "fonte de confusão" para muitos católicos, especialmente os hondurenhos, após terem recebido nesta quinta-feira, no Vaticano, os bispos deste país centro-americano.
"Como ocorre em outros países, a propagação do secularismo, assim como o proselitismo das seitas, é fonte de confusão para muitos fiéis, e também provoca uma perda do sentimento de pertencimento da Igreja", lamentou o Papa ante os prelados hondurenhos, que celebraram a tradicional visita "ad limina" ao Vaticano, que ocorre de cinco em cinco anos.
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Fonte - AFP
"Como ocorre em outros países, a propagação do secularismo, assim como o proselitismo das seitas, é fonte de confusão para muitos fiéis, e também provoca uma perda do sentimento de pertencimento da Igreja", lamentou o Papa ante os prelados hondurenhos, que celebraram a tradicional visita "ad limina" ao Vaticano, que ocorre de cinco em cinco anos.
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Fonte - AFP
Nota DDP:
Não é a primeira vez que BXVI trata da questão das "seitas" e do "proselitismo". Há um movimento internacional do sentido de que não se pregue para pessoas que estão no redil de outro segmento religioso. Isso é bastante interessante para o padrão que se pretende impor de paz e, certamente, desencadeará perseguições, porque pregar o Evangelho não é uma opção, mas uma obrigação para o cristão.
Epidemia de Aids deve ser tratada como 'catástrofe'
A epidemia de Aids no sul da África é tão grave que deveria ser classificada como catástrofe, advertiu a organização assistencial IFRC (Federação Internacional da Cruz Vermelha e da Crescente Vermelha).
A crise se encaixa na definição das Nações Unidas para catástrofe, como um evento que vai além do que uma única sociedade pode enfrentar, afirmou a entidade, que acredita que a epidemia de Aids deveria receber, de governos e organizações, o mesmo tratamento urgente dispensado a catástrofes e desastres naturias.
O Relatório Mundial sobre Desastres da IFRC costuma se dedicar a análise de respostas a desastres naturais como terremotos.
Mas neste ano, a entidade resolveu abandonar a tradição para focar no que ela considera um dos problemas mais complexos e duradouros enfrentados pela humanidade: a epidemia de Aids.
O documento, de cerca de 250 páginas, diz que boa parte do dinheiro gasto com a Aids - bilhões de dólares no total - não está chegando aos necessitados.
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Fonte - BBC
A crise se encaixa na definição das Nações Unidas para catástrofe, como um evento que vai além do que uma única sociedade pode enfrentar, afirmou a entidade, que acredita que a epidemia de Aids deveria receber, de governos e organizações, o mesmo tratamento urgente dispensado a catástrofes e desastres naturias.
O Relatório Mundial sobre Desastres da IFRC costuma se dedicar a análise de respostas a desastres naturais como terremotos.
Mas neste ano, a entidade resolveu abandonar a tradição para focar no que ela considera um dos problemas mais complexos e duradouros enfrentados pela humanidade: a epidemia de Aids.
O documento, de cerca de 250 páginas, diz que boa parte do dinheiro gasto com a Aids - bilhões de dólares no total - não está chegando aos necessitados.
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Fonte - BBC
quarta-feira, 25 de junho de 2008
Mensagem cifrada?
Um dos principais assessores do provável candidato republicano à Casa Branca John McCain declarou em entrevista que um ataque terrorista aos EUA ajudaria a campanha republicana.
Em entrevista à revista "Fortune" --que será publicada em 7 de julho, o conselheiro sênior de McCain, Charlie Black, afirmou que um atentado deste tipo ao território norte-americano "certamente seria uma grande vantagem" para McCain.
Black, conhecido por seu trabalho como lobista em Washington, também disse à revista que o "infeliz" assassinato da líder paquistanesa Benazir Bhutto "ajudou" os republicanos a conquistar popularidade.
Após discurso em Fresno, na Califórnia, McCain foi à uma entrevista coletiva na qual rebateu os comentários do seu conselheiro. "Eu não posso imaginar ele dizendo isso. Não é verdade. Eu trabalhei sem descanso desde [os ataques terroristas] de 11 de setembro para evitar um novo ataque aos Estados Unidos da América. Meu histórico é muito claro", disse.
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Fonte - Folha
Nota DDP:
São sabidos os efeitos do 11/9 no arraial americano, como por exemplo a aprovação da recente lei de segurança que viola a pivacidade dos seus cidadãos, em flagante contrariedade à quarta emenda da constituição daquele país. É sabido também que há muito se fala na possibilidade de um evento similar que pudesse colocar em ação todas as leis restritivas de direitos que foram aprovadas após os citados eventos. Enfim, não é de se estranhar, até porque as notícias dão como aumentada a diferença entre Obama e McCain de 5 para 12% no dia de hoje, que os replubicanos realmente quisessem algo deste naipe para se manterem no poder, que claramente está escorrendo por seus dedos...
Em entrevista à revista "Fortune" --que será publicada em 7 de julho, o conselheiro sênior de McCain, Charlie Black, afirmou que um atentado deste tipo ao território norte-americano "certamente seria uma grande vantagem" para McCain.
Black, conhecido por seu trabalho como lobista em Washington, também disse à revista que o "infeliz" assassinato da líder paquistanesa Benazir Bhutto "ajudou" os republicanos a conquistar popularidade.
Após discurso em Fresno, na Califórnia, McCain foi à uma entrevista coletiva na qual rebateu os comentários do seu conselheiro. "Eu não posso imaginar ele dizendo isso. Não é verdade. Eu trabalhei sem descanso desde [os ataques terroristas] de 11 de setembro para evitar um novo ataque aos Estados Unidos da América. Meu histórico é muito claro", disse.
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Fonte - Folha
Nota DDP:
São sabidos os efeitos do 11/9 no arraial americano, como por exemplo a aprovação da recente lei de segurança que viola a pivacidade dos seus cidadãos, em flagante contrariedade à quarta emenda da constituição daquele país. É sabido também que há muito se fala na possibilidade de um evento similar que pudesse colocar em ação todas as leis restritivas de direitos que foram aprovadas após os citados eventos. Enfim, não é de se estranhar, até porque as notícias dão como aumentada a diferença entre Obama e McCain de 5 para 12% no dia de hoje, que os replubicanos realmente quisessem algo deste naipe para se manterem no poder, que claramente está escorrendo por seus dedos...
terça-feira, 24 de junho de 2008
Mais uma vez a eucaristia e o domingo
Missa é o encontro de amor com Jesus
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A missa é um encontro de amor com Jesus, explicou Bento XVI em uma vídeo-mensagem enviada aos jovens congregados neste fim de semana em Québec, por ocasião do Congresso Eucarístico Internacional.
Na mensagem, o Papa assegura aos jovens que podem encontrar Cristo na Escritura e na Eucaristia e, dessa maneira, «descobrireis que sois amados de uma maneira infinita».
...
Fonte - Zenit
Igreja recomeça a partir da eucaristia
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A Igreja relança sua missão ao início do século XXI a partir do amor irradiado pela Eucaristia, explica o porta-voz vaticano, sintetizando os frutos do Congresso Eucarístico Internacional de Québec.
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Recordando o tema do Congresso, «A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo», o sacerdote explica que estes congressos «são mananciais de renovação espiritual, ocasião para fazer conhecer melhor a santíssima Eucaristia, que é o tesouro mais precioso que Jesus nos deixou».
...
«A Eucaristia é verdadeiramente o centro da vida da Igreja», diz o Pe. Lombardi, explicando que o final do pontificado de João Paulo II havia sublinhando com insistência esta realidade: com sua última encíclica, «Ecclesia de Eucharistia», com o ano da Eucaristia e com o Sínodo dedicado ao tema.
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A Eucaristia também é protagonista deste novo pontificado, que sintetizou na exortação apostólica «Sacramentum caritatis» as conclusões do Sínodo da Eucaristia. Boa parte dos escritos de Bento XVI não são mais que meditações eucarísticas.
«Devemos ser conscientes de que a vida cristã depende vitalmente do manancial da Eucaristia; cada dia e, em particular, cada domingo. Como diziam os antigos mártires: ‘Sem a celebração dominical não podemos viver!’», conclui o Pe. Lombardi.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Qualquer argumentação é "chover no molhado", não?
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A missa é um encontro de amor com Jesus, explicou Bento XVI em uma vídeo-mensagem enviada aos jovens congregados neste fim de semana em Québec, por ocasião do Congresso Eucarístico Internacional.
Na mensagem, o Papa assegura aos jovens que podem encontrar Cristo na Escritura e na Eucaristia e, dessa maneira, «descobrireis que sois amados de uma maneira infinita».
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Fonte - Zenit
Igreja recomeça a partir da eucaristia
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 23 de junho de 2008 (ZENIT.org).- A Igreja relança sua missão ao início do século XXI a partir do amor irradiado pela Eucaristia, explica o porta-voz vaticano, sintetizando os frutos do Congresso Eucarístico Internacional de Québec.
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Recordando o tema do Congresso, «A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo», o sacerdote explica que estes congressos «são mananciais de renovação espiritual, ocasião para fazer conhecer melhor a santíssima Eucaristia, que é o tesouro mais precioso que Jesus nos deixou».
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«A Eucaristia é verdadeiramente o centro da vida da Igreja», diz o Pe. Lombardi, explicando que o final do pontificado de João Paulo II havia sublinhando com insistência esta realidade: com sua última encíclica, «Ecclesia de Eucharistia», com o ano da Eucaristia e com o Sínodo dedicado ao tema.
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A Eucaristia também é protagonista deste novo pontificado, que sintetizou na exortação apostólica «Sacramentum caritatis» as conclusões do Sínodo da Eucaristia. Boa parte dos escritos de Bento XVI não são mais que meditações eucarísticas.
«Devemos ser conscientes de que a vida cristã depende vitalmente do manancial da Eucaristia; cada dia e, em particular, cada domingo. Como diziam os antigos mártires: ‘Sem a celebração dominical não podemos viver!’», conclui o Pe. Lombardi.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Qualquer argumentação é "chover no molhado", não?
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