quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Nova Bíblia destaca mensagem "verde"
A Bíblia ecológica traz em destaque, e em tinta verde, todos os versículos desta nova versão revisada que falam dos cuidados com o planeta. Um exemplo é o famoso versículo 31 do primeiro capítulo do Gênesis, sobre a criação: "E viu Deus tudo quanto fizera, e eis que era muito bom".
Há quem questione a eficácia de uma Bíblia em versão ecológica, uma vez que ela não seria muito lida por quem precisaria ser "evangelizado" sobre questões ambientais, ou seja, os cristãos evangélicos conservadores.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Dois aspectos: a vinculação da religião com a ecologia, bem como a crítica explícita aos que não se alinharem ao movimento ecológico (evangélicos conservadores).
"A mudança chegou" - 2
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
Obamus primeiro
Você viu e ouviu aí pela televisão e pela internet, uma explosão de vitória na Copa do Mundo. Pois foi maior e mais fundo do que você viu nas telas.
...
Uma comemoração espontânea, de Chicago a Nova York, do Harlem ao Lower East Side, de Times Square a centenas de bares com telões. Choro, abraços e beijos. E não foi uma emoção contida nas fronteiras americanas. O mundo aderiu.
...
Se falhar, será uma das maiores decepções políticas do nosso tempo. E se acertar? Teremos Obamus, o primeiro César negro?
Fonte - BBC
Barack Obama superstar: primeiro lider global
Pelo que acabei de assistir na belíssima cobertura do “Jornal Nacional” sobre as eleições nos Estados Unidos, não foram apenas os americanos que festejaram a vitória do primeiro negro que assumirá em janeiro a presidência da república mais poderosa do mundo.
A festa foi geral, a alegria não teve donos, a esperança se espalhou por toda parte. Foi bonito, pá, como cantaram os portugueses na vitoriosa revolução dos cravos.
...
Fonte - iG
Especialista compara vitória de Obama à queda do muro de Berlim
...
"Eu vejo três momentos - a queda do muro de Berlim, com o reencontro dos dois mundos, que foi perdido em 11 de setembro de 2001 (com os ataques terroristas contra os Estados Unidos) e agora pode ser recuperado com eleição de Barack Obama. É o momento que ensaiamos durante a década de 90 e perdemos em 2001, onde fomos interrompidos pelas questões militares nas relações internacionais", afirmou Seitenfus.
...
Levantamentos de opiniões nos quatro cantos do mundo sempre deram a ele um enorme capital de simpatia. É de uma legalidade incontestável. Ele tem legitimidade interna e internacional. Sua eleição está carregada de esperanças para que se vire a página dos oito anos de administração Bush", afirmou.
...
Fonte - Terra
Obama poderia surpreender e negociar a paz entre Israel e Irã
...
O novo presidente tem que tentar entender os problemas reais que envolvem Israel e o Irã.
...
Por enquanto, pode parecer loucura. Mas, após os americanos elegerem Obama, não duvidem de uma surpresa neste sentido.
...
Fonte - Estadão
Nota DDP: Poderia colocar inúmeras outras. A verdade é que realmente temos um momento único da história desta terra. Gostei de alguém que disse que positiva ou negativamente Obama está relacionado com os eventos finais da história desta terra, ainda que estes não estejam próximos de chegar aos atos finais. É realmente a impressão que fica...
Europa mal preparada para uma pandemia de gripe
Quando o perigo do vírus H5N1 se tornou conhecido, há cerca de três anos, o mundo estava totalmente despreparado. Já houve muito progresso, na opinião da ONU, com preparação para estado de alerta. Mas ainda há muito a fazer, especialmente no que diz respeito a troca de informações e coordenação entre os diversos países.
Fonte - Opinião e Notícias
Vaticano, Islam e Israel
O Presidente israelita Shimon Peres vai participar numa conferência, da ONU, para a promoção do diálogo entre religiões, a realizar entre os dias 11 e 13 de Novembro, em Nova Iorque. A iniciativa partiu do rei Abdallah da Arábia Saudita.
Peres será acompanhado pelo ministro israelita dos Assuntos Estrangeiros, Tzipi Livni. De acordo com um comunicado, os dois responsáveis entendem que “esta conferência pode ajudar a futuros encontros dos dirigentes do mundo árabe”.
Fonte - Ecclesia
Forúm católico-muçulmano : Igreja não é Ocidental
...
Para D. Jean Louis Tauran, “paralelamente ao caminho diplomático, que representa «um canal privilegiado», o diálogo inter-religioso permite recordar os direitos e as aspirações legítimas dos nossos irmãos na fé, quando se tornam alvo de perseguições e violências”.
No entanto, “não temos outra escolha senão caminhar juntos. Estamos todos no caminho rumo à verdade. Quando nos encontramos em situações difíceis, não devemos ter medo de dizer no que acreditamos. Não devemos temer a denúncia de violações de direitos humanos, quaisquer que sejam, para que prevaleça a verdade, e não a força. A força do direito é predominante sobre o direito da força”.
Entretanto, Yahya Pallavicini, vice-presidente da COREIS, a Comunidade religiosa islâmica italiana, afirmou que os seus objectivos para este encontro visam “encontrar soluções concretas, que possam salvaguardar a dignidade da fé e a dignidade dos fiéis cristãos e muçulmanos, em todos os âmbitos da vida e da sociedade contemporânea”.
...
Fonte - Ecclesia
quarta-feira, 5 de novembro de 2008
Arcebispo de Paris critica o trabalho ao Domingo
“Ganhar mais é o principal objectivo da existência humana?”, questionou o Arcebispo, argumentando que, para os cristãos, o Domingo “é o dia do Senhor, mas também, o tempo da família”.
“Se as leis alargam o trabalho ao dia de Domingo, os danos humanos e sociais que resultam a partir daqui, terão impacto económico”. O Arcebispo indica que esta será uma “medida adicional na quebra da nossa vida colectiva e que não afecta apenas os cristãos”.
No seu discurso de abertura, D. Vingt-Trois recordou a recente viagem de Bento XVI a França que “mostrou aos observadores atentos e imparciais que a imagem de uma Igreja decadente não corresponde à realidade”.
Os bispos encontram-se reunidos em Assembleia plenária para falar sobre questões de bioética, da “visibilidade” da Igreja numa sociedade cada vez menos praticantes e ainda dos locais de culto.
O discurso de abertura do Cardeal Vingt-Trois mostrou que os factores actuais encontram lugar na discussão plenária. O Arcebispo referiu-se ainda à crise económica, lamentando que as preocupações mundiais sobre a economia “eclipsaram” os trabalhos do Sínodo dos Bispos.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Como já considerado há muito tempo neste espaço, na correlação da doutrina social da igreja com o tema da crise econômica, era questão de tempo para que se inserisse o descanso dominical no âmago do debate.
O Vaticano e a "autenticidade"
LISBOA, terça-feira, 4 de novembro de 2008 (ZENIT.org).- Diante da realidade de um Portugal «menos cristão», a Igreja no país terá de propor «um cristianismo de autenticidade, radicalismo e fidelidade», afirma o presidente da CEP (Conferência Episcopal Portuguesa).
...
Fonte - Zenit
Ressurreição revela identidade autêntica de Cristo
...
Bento XVI explicou que em sua primeira carta aos Coríntios, São Paulo assinala a importância da ressurreição de Cristo para a nossa fé cristã. Somente com a Cruz, sem a ressurreição de Jesus, a vida cristã seria um absurdo. O mistério pascal consiste precisamente no fato que o Crucificado ressuscitou.
...
É justamente através dela que se revela definitivamente a autêntica identidade do Crucificado.
...
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Um cristianismo autêntico estaria atrelado ao reconhecimento da ressurreição de Cristo. Até aí tudo bem. Mas onde entra o discurso do radicalismo e fidelidade? Seria em relação ao dia da ressurreição?
Perspectivas projetadas pela mídia
As eleições do dia 4 podem ser desde já qualificadas como o pleito das dolorosas decepções. O vencedor vai se defrontar com obstáculos de vasta magnitude. O Estado americano não terá condições econômico-financeiras de sustentar as mudanças que são prometidas.
A grandeza de um presidente é julgada pelo que cumpre. A crise vem resistindo às tentativas de soluções que já custam ao governo e ao povo americano, que é quem paga as contas, o maior endividamento do país na historia conhecida. Não haverá recursos. Como Winston Churchill, o líder inglês na II Guerra Mundial, o americano terá de começar dizendo que só pode prometer suor e lágrimas até que voltem os bons dias.
Um dos paradoxos do quadro é que os Estados Unidos, o capitalismo, dependem da China, cujas reservas incluem cerca de dois trilhões em letras do Tesouro, letras de dívida americana que só podem pagar juros. A dívida é impagável e vai crescer ainda mais nos próximos meses. A China tem de se empenhar em se manter crescendo para o mundo capitalista pagar-lhe juros, importar.
Se decidir fazer liquidação das letras, sofrerá insuportável prejuízo que poderá ser ameaça ao seu sistema. A interdependência é absoluta.
...
O eleito vai assumir a função em um dos piores momentos da vida americana. Não poderá cumprir coisa alguma sem desfazer a situação que vai herdar de Bush.
Fonte - Último Segundo
Católicos e muçulmanos se aproximam

Cinqüenta e oito autoridades religiosas, analistas e conselheiros, entre eles 29 católicos e alguns muçulmanos, reuniram-se hoje no Vaticano, no I Fórum Católico-Muçulmano, que irá até 6 de novembro.
O fórum tem como tema "Amor de Deus, amor do próximo" e se desenvolverá em duas linhas. Hoje, será dedicado aos "fundamentos teológicos e espirituais" e, amanhã, ficará centrado na "dignidade da pessoa e o respeito mútuo", informou hoje o Conselho Pontifício para o Diálogo Inter-Religioso.
Fonte - BOL
Uma reunião de três dias teve início nesta terça-feira no Vaticano entre uma delegação de clérigos muçulmanos e acadêmicos católicos para tentar encontrar pontos em comum entre as duas religiões.
A carta que a delegação leva ao Vaticano, chamada "Palavra em Comum", cita passagens do Corão que, segundo os muçulmanos, mostra que o cristianismo e o Islã cultuam o mesmo Deus, e também pede que seus seguidores mostrem amizade uns para com os outros.
...
Eles também querem incluir o judaísmo nas negociações entre cristãos e muçulmanos.
O papa está buscando mais diálogo com muçulmanos e seria a favor de uma aproximação mais sincera e forte.
...
"Não concordamos com isto, então não deveríamos tentar enterrar estas diferenças em uma teologia deturpada, mas conversar tendo como base o 'concordar em discordar'", acrescentou.
Fonte - BBC
Católicos e muçulmanos vão se reunir a partir de hoje no Vaticano para tentar lançar uma iniciativa inédita na relação entre as duas religiões e criar um mecanismo permanente de diálogo. De um lado, o Vaticano quer maiores garantias de que as minorias cristãs possam praticar sua fé em países muçulmanos sem serem ameaçadas. De outro, os muçulmanos querem ser reconhecidos não como uma religião ligada à violência e apelam para que o Vaticano ajude a promover essa imagem.
O encontro que começa hoje é o primeiro dessa magnitude realizado nas dependências da Santa Sé e envolve acadêmicos e clérigos duas duas religiões. Na quinta-feira, os especialistas terão reunião com o papa Bento XVI. Um dos possíveis resultados seria a criação de um plano de gerenciamento de crise para evitar tensões entre as duas religiões.
...
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Vislumbra-se uma grande "troca de favores". Aguardemos os objetos da barganha.
Banco Mundial: crise transformará 20 milhões em pobres
"Devido ao que acontece com o tema de alimentos, combustível e a situação financeira espera-se que o crescimento em nível global se reduza entre 1% e 2%, e, a cada ponto percentual que se reduz o crescimento econômico, são 20 milhões de novos pobres que aparecem", disse Daboub.
...
Fonte - Invertia
FAO: em um ano mais 100 milhões de pessoas sem alimentos
"Enfrentamos uma situação na qual o número de pessoas que têm fome no mundo alcançou no último ano 923 milhões, o que significa 75 milhões a mais que em 2007", afirmou Diouf em uma conferência sobre o futuro da Política Agrícola Comum (PAC) da União Européia na Eurocâmara.
"Segundo nossas projeções, se a situação permanecer assim, em um ano teremos mais 100 milhões", acrescentou, antes de questionar novamente as promessas não cumpridas de doações dos países ricos e a organização da agricultura no mundo.
...
Fonte - BOL
Mudanças climáticas podem mudar o capitalismo
Para reverter as conseqüências do aquecimento global, Altvater defende uma mudança radical na produção econômica e no estilo de vida moderno.
Professor de ciência política da Universidade Livre de Berlim e autor do livro "O fim do capitalismo como nós o conhecemos", Altvater defende que um problema não tira a importância do outro, por isso, os governos e a sociedade deveriam dar a mesma atenção aos dois.
Fonte - Opinião e Notícia
Na China, confiança se transforma em medo
Pela primeira vez em 30 anos, ou desde que começou sua transformação capitalista, existe na China a percepção de que a economia está em apuros. Para o Partido Comunista, isto significa que a crise não é apenas econômica; ela também é política.
A postura que vem sendo adotada pelo governo chinês espelha seu relacionamento ambíguo com o capitalismo: relativamente sem interferências quando as coisas vão bem, mas rápido em intervir diretamente ao primeiro sinal de problemas, a fim de evitar tumultos populares.
Fonte - Opinião e Notícia
"A mudança chegou"

"Barack Hussein Obama, 47 anos, foi eleito nesta terça-feira (4) o 44º presidente da história dos Estados Unidos. Ele será o primeiro negro a chefiar a nação mais rica do planeta.
No discurso da vitória, o senador democrata disse que a "hora da mudança chegou à América" " (G1)
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
Como muito já se tratou sobre este assunto, limitar-me-ei apenas a reproduzir alguns spots que achei interessantes, de diversas fontes:
-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-
Vaticano saúda Obama
A sala de Imprensa da Santa Sé já reagiu à eleição de Barack Obama como presidente dos Estados Unidos para os próximos quatro anos. O Pe. Federico Lombardi, director da sala de imprensa expressou o seu desejo de ver em Obama “a resposta aos problemas e a esperança para os americanos, servindo eficazmente o direito e a justiça”.
“O dever do novo presidente dos EUA é de enorme responsabilidade, não apenas no seu país, mas em todo o mundo, devido à importância que os EUA têm em todos os campos do cenário mundial”.
O Pe. Federico Lombardi sublinhou que “todos esperamos que Barack Obama tenha a possibilidade de responder às esperanças depositadas nele, servindo e encontrando os caminhos para promover a paz no mundo, favorecer o crescimento e a dignidade das pessoas, dos valores essenciais para a homem”.
...
Fonte - Ecclesia
Imprensa mundial não esconde entusiasmo com Obama
O jornal britânico The Guardian declarou em seu site: "Obama é a esperança dos EUA, e a nossa também". A página do Liberatión, da França, fala em "revolução Obama". No espanhol El Mundo, o entendimento é que "Obama mudou a cor da História".
O El Mundo diz ainda que "O sonho de Martin Luther King se cumpriu, e o sonho americano também". A revista britânica Economist chama o triunfo de Obama de "Vitória histórica". O francês Le Monde exclama: "A mudança chegou!".
Fonte - Opinião e Notícia
Amuletos de Obama
...
“Os jornais americanos trouxeram nesta terça uma notícia curiosa: os amuletos que Barack Obama carregou durante toda a campanha. É uma pequena imagem da Virgem Maria com o menino Jesus, uma águia – que é símbolo dos Estados Unidos – e também uma imagem do Deus-Macaco, uma entidade hindu que representa coragem, esperança, sabedoria e devoção.”
...
Fonte - Michelson Borges
Obama fala de mudança, mas deve governar como Bush
Mesmo com toda a conversa de Barack Obama, 47, sobre mudança, há sinais claros em seu estilo que indicam que a Casa Branca verá um governo muito similar ao do atual presidente, George W. Bush.
...
Fonte - Folha
Vitória de Obama é convite ao sonho
A vitória de Barack Obama nas eleições presidenciais americanas foi destaque na imprensa internacional nesta quarta-feira, com o editorial do El País afirmando que “é um convite a sonhar”.
Fonte - BBC
Desafio de Obama é entregar os sonhos que vendeu
...
Nos discursos de campanha, Obama dirigia-se, primeiro, ao coração de suas platéias. Só depois captuva-lhes as mentes.
Ficou a impressão de que sua fala carece de densidade. Numa fase em que Hillary Clinton ainda media forças pela vaga do Partido Democrata, Bill Clinton disse:
“Você pode fazer campanha em poesia, mas governa em prosa”. A metáfora do marido de Hillary resume o drama de Obama.
...
Muros "entre raças e tribos, nativos e imigrantes, cristãos e muçulmanos e judeus". São paredes que, no dizer de Obama, "não podem continuar de pé".
A hora, dicursara Obama, é de "construir pontes” ao redor do planeta. Nada mais sensato. Nada mais improvável, contudo.
...
Impossível desconhecer que há, de fato, um quê de poesia na trajetória do sucessor de George Bush. O alerta de Clinton não é despropositado. Longe disso.
Mas é preciso admitir que faltava à política, nos EUA e no mundo, uma dose daquele tipo de inspiração que conduz ao verso. Resta saber como será a migração para a prosa.
Fonte - Blog do Josias
Frases
"França e Europa [...] tirarão daí uma nova energia para trabalhar com os Estados Unidos para preservar a paz"
Nicolas Sarkozy, presidente francês
"Neste dia de esperança para os americanos, o presidente Hugo Chávez [...] expressa sua felicitação ao povo dos EUA"
Chancelaria da Venezuela
"Nós, crentes, rezamos para que Deus ilumine Obama e o ajude em sua tarefa de grande responsabilidade"
Porta-voz do Vaticano
Nota DDP: Que cada um tire as suas próprias conclusões.
terça-feira, 4 de novembro de 2008
Eleição americana, outro enfoque
...
Fonte - Direto da Redação
Nota DDP: Ledo engano, tem relação sim:
“Serão promulgadas muitas leis para o governo das nações, com vistas a oprimir; e serão ressuscitadas velhas leis que praticamente se tornaram sem efeito.” (Este Dia Com Deus, pág. 248)
O mundo prefere Obama

WASHINGTON - Se o resto do mundo pudesse participar da eleição americana, o candidato democrata Barack Obama ganharia a disputa pela Casa Branca. Uma pesquisa realizada pelo Instituto Gallup entre maio e outubro apontou que cerca de três quartos da população mundial (24%) afirmam que gostariam de ver o senador de Illinois eleito na votação desta terça-feira, 4; apenas 7% gostariam que o republicano John McCain fosse o próximo presidente americano. Obama também é o preferido pelos leitores do estadao.com.br. Entre os mais de 4.500 mil internautas que participaram da enquete "em quem você votaria", o democrata venceu com ampla vantagem (78% contra 22% de McCain).
...
Fonte - Estado
Do poder, se este for entregue às pessoas erradas, pode nascer a arbitrariedade ou o capricho que põe em xeque as vidas dos mais pequenos.
Os Estados Unidos, emergidos da Guerra Fria como única potência mundial, têm demasiado poder. E se o advento de gigantes como a China ou a ressurgida Rússia retira algo à hegemonia americana, a verdade é que em todas as latitudes e longitudes há quem pense que o mundo inteiro deveria participar na eleição da pessoa que vai ocupar a Casa Branca, tal a forma como ela influirá nas suas existências. Através da Internet, embora sempre com a pouca validade que pode ser atribuída a jogos, essas votações globais têm sido feitas, e todas redundam em esmagadoras vitórias de Barack Obama.
...
Fonte - Jornal de Notícias
Nota DDP: Assim como tenho um pé atrás quando o presidente tupiniquim tem mais de 80% de aprovação da população, tenho os dois quando se trata de situação similar em relação ao líder da maior potência do planeta. Do dia para noite têm aparecido dois grandes líderes mundiais "eleitos" (o que se lê através dos fatos) pela aldeia global, um no setor político outro no eclesiástico. Coincidência? Aguardemos para ver se do plano fático passaremos ao de direito.
Mudanças climáticas podem mudar o capitalismo
Para reverter as conseqüências do aquecimento global, Altvater defende uma mudança radical na produção econômica e no estilo de vida moderno.
Professor de ciência política da Universidade Livre de Berlim e autor do livro "O fim do capitalismo como nós o conhecemos", Altvater defende que um problema não tira a importância do outro, por isso, os governos e a sociedade deveriam dar a mesma atenção aos dois.
Fonte - Opinião e Notícia
Países do euro vão desacelerar até parar
"Em 2009, a economia da União Européia deve desacelerar até parar", afirma um comunicado da Comissão.
A redução do crescimento marcará a primeira recessão da zona do euro desde a entrada em vigor da moeda, em 1999.
...
Fonte - BBC
Joe Biden usa religião para conquistar votos
Biden, que cresceu em uma parte pobre de Scranton (Pensilvânia), é uma das maiores apostas dos democratas para atrair votos entre a classe trabalhadora de áreas tradicionalmente republicanas onde o atual presidente dos EUA, George W. Bush, decidiu a corrida a seu favor em 2004
[...]
Biden também explora suas raízes católicas irlandesas e pontua seus discursos com expressões como "Deus ama vocês" e "Deus os abençoe".
Católicos têm mudado de voto por décadas, e se eleito, Biden será o primeiro vice-presidente católico dos Estados Unidos. John F. Kennedy foi o primeiro presidente católico.
Fonte: Terra
NOTA: Que os tempos mudaram não há dúvida,, uma vez que no passado os EUA não toleravam a intromissão do Vaticano em seus interesses. Hoje, um candidato até usa a imagem de católico para conquistar votos. Parece que a Igreja Católica está jogando nos dois lados ao apoiar o partido Republicano e ter um candidato democrata a vice presidente que até usa a imagem de católico para conquistar votos. Isso significa que qualquer um dos lados que venha a ganhar a eleição a Igreja Católica estará representada na Casa Branca. Fim dos tempos, não acha?
Saiba mais:
"Vaticano insiste na parceria política-religião" (Leia aqui).
"Conexão Vaticano-EUA" (Leia aqui).
"A imagem da besta" (Leia aqui).
Fonte - Minuto Profético
segunda-feira, 3 de novembro de 2008
Projeto Minha Esperança
Gostaria de transcrever inicialmente alguns spots:
.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.
O que é o Projeto Minha Esperança
Minha Esperança é um esforço evangelístico, para que cada crente do país alcance seus amigos, familiares e vizinhos com o evangelho da esperança em Jesus Cristo, convidando-os a vir à sua casa para assistirem a três programas de televisão e ajudá-los a crescer no Senhor e tornarem-se parte de sua igreja local, tão logo se convertam a Cristo.
...
Fonte - Minha Esperança (O que é)
Mais de 50000 Igrejas!
Ao final dos três meses da fase Visão mais de 50000 igrejas e congregações expressaram seu desejo de participar do Projeto Minha Esperança. O projeto esta crescendo rapidamente no Brasil e já demonstra que irá facilmente ultrapassar a meta estabelecida de cinqüenta mil igrejas e congregações participando no projeto.
...
Fonte - Minha Esperança (Notícias)
Kaká deseja um Brasil com Esperança em Cristo
Jogador brasileiro, imortalizado no Maracanã, será um dos destaques da programação do Minha Esperança Brasil.
...
Fonte - Minha Esperança (Notícias)
Aline Barros grava clip para os programas de Minha Esperança
No dia 28 de agosto, o cenário escolhido para a realização do vídeoclip da canção inédita “Onde está a Esperança?”, interpretada por Aline Barros, foi o Jardim Botânico, no Rio de Janeiro.
...
Fonte - Minha Esperança (Notícias)
.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.
Gostaria agora de chamar a atenção para alguns pontos, talvez o leitor atento perceba outros:
1) - Quem é Billy Graham:
Importante expoente da direita cristã fundamentalista americana, estando atrelado, entre outros projetos, ao "Dia dos Dez Mandamentos", que pretende o reconhecimento dos Mandamentos (princípios) como norteador moral nos EUA.
Talvez o que seja mais interessante, é que em 1979, ele chamou o papa João Paulo II de “líder moral do mundo” (Religious News Service, 27/09/79), tendo profundo alinhamento com a igreja de roma desde a metade do século passado.
2) - 50.000 igrejas:
É fácil de perceber como alinhamentos dos mais improváveis tornam-se do dia para a noite factíveis. Mais fácil do que isso é perceber como as massas perseguem seus líderes terrenos e não o líder Divino, no mais bom estilo "pão e circo", como pode se ver nos próximos itens.
3) - Aline Barros:
Sem qualquer apontamento de cunho pessoal, causou-me espécie como recentemente acompanhei um "debate" entre adventistas no orkut, sobre se era certo ou não ir em um "show" desta cantora e, infelizmente, como uma faixa significativa de pessoas não vê qualquer problema, o que demonstra que a música, assim como há muito assinalado em Daniel 3 será um importante vetor de entorpecimento dos sentidos nos últimos dias.
4) - Kaká:
Esteve há pouco tempo em um projeto de leitura da Bíblia com o Papa BXVI e outras personalidades, demonstrando o quanto o líder católico já se tornou influente e bem aceito nos mais diversos níveis, especialmente cristão, o que denota a proximidade dos últimos eventos desta terra.
.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.-.
Enfim, sem entrar no mérito da similaridade de nomenclatura deste projeto com outro com que recentemente tivemos contato, sob qualquer prisma, o que se abstrai em última instância é como o cristianismo entorpecido e acrítico tem se movimentado sob a batuta de líderes mundiais, como é facilmente influenciado por ícones da modernidade e, como sempre estes elementos são acompanhados pelo compontente unificador da música, para o que infelizmente tem-se dado menos importância do que se deveria, embora algumas vozes estejam finalmente se levantando neste sentido.
Ao ver esse tipo de iniciativa, que parece muito bonita e bem intencionada, afinal de contas a primeira premissa é a de pregar o Evangelho (Qual Evagelho seria uma pegunta propícia), especialmente diante da constatação de que existem olhos menos abertos ao que tem nos rodeado, cabe uma conclusão:
A música vai novamente tocar, as pessoas precisam estar atentas para que ela não seja muito parecida com o que estão acostumadas a ouvir, sob pena de se ajoelharem diante da estátua de babilônia. Este movimento tratado neste post parece ser um bom exemplo disso, uma vez que certamente haverão muitos lares adventistas conectados neste programa, sem saber talvez das implicações que o norteiam.
Os milagres da fé obâmica
"Por que o mundo quer Obama - O que o primeiro negro a um passo da Casa Branca representa para a economia global, para o futuro do planeta - e para sua vida."A matéria respectiva à capa abre com a chamada "A história quer Obama". Transcrevo:
"Agora, quase 30 anos depois do início da era Reagan, os americanos se preparam para uma escolha presidencial que pode entrar para a História como a mais importante dos últimos cem anos. A eleição marcada para a próxima terça-feira, dia 4 de novembro, já se converteu em marco antes mesmo de seu resultado vir a público. Ela ocorre em circunstâncias tão graves – a maior crise econômica desde 1929, com traços horrivelmente semelhantes aos da Grande Depressão – que faz lembrar a eleição em que Franklin Delano Roosevelt bateu o republicano Herbert Hoover, em 1932. A primeira das três vitórias consecutivas de Roosevelt influenciaria o capitalismo e a sociedade americana pelos 50 anos seguintes. Marcaria aquele que Henry Luce, o criador da revista Time, chamaria de o século americano – o século XX. O personagem central da eleição atual é Barack Hussein Obama, de 47 anos, o primeiro negro com chance de se tornar presidente num país que até 1963 praticava a discriminação legal. Sua ascensão é um exemplo espetacular da capacidade de auto-regeneração americana. Ela constitui uma revolução política e social maior do que foi, em sua época, a vitória do católico Kennedy, presidente aos 43 anos." (Revista Época)
Não tem como não se ler outro texto de Olavo de Carvalho neste particular, tentando afastar as impressões estritamente pessoais do articulista, mas extraindo as realidades que podem nos interessar neste quadro absolutamente único que se desenha no cenário político americano, que tem se alastrado para o imaginário popular e por que não dizer político, de todo o planeta.
"Nunca se viu coisa semelhante na história da humanidade.
Em guerra contra o Islam revolucionário, o país já quase vencedor prepara-se para nomear comandante-em-chefe um político apoiado entusiasticamente pela Al-Qaeda, pelo Hamas, pela Organização de Libertação Palestina, pelo presidente iraniano Ahmadinejad, por Muammar Khadafi, por Fidel Castro, por Hugo Chávez e por todas as forças anti-americanas, pró-comunistas e pró-terroristas do mundo, sem nenhuma exceção visível.
É exatamente como se, em plena guerra do Vietnã, se colocasse na Casa Branca um queridinho de Ho-Chi-Minh.
No entanto, se você sugerir, mesmo suavemente, que tantos inimigos dos EUA estão a favor de Obama porque ele deve estar pelo menos um pouquinho a favor deles, metade do eleitorado americano dirá que você é um maldito racista e uma boa parcela da outra metade o chamará de desequilibrado, de paranóico, de teórico da conspiração.
Está proibido aplicar a Obama a velha regra de bom senso: “O amigo do meu inimigo é meu inimigo”. Para provar sanidade, o cidadão americano tem de acreditar piamente que Obama não fará nada, absolutamente nada em favor dos comunistas e islamofascistas que o amam, mas fará tudo para defender a nação que ele mesmo chama de nazista e a Constituição que, segundo ele, é causa de males horríveis.
Se você acha que a aposta na fé obâmica é alta demais e que seria mais prudente investigar um pouco a vida do sujeito, saiba que isso se tornou praticamente inviável: ele mandou bloquear, nos EUA e no Quênia, o acesso a todos os seus documentos, mesmo sobre a sua vida pública, desde a sua certidão de nascimento até a lista dos pequenos doadores da sua campanha, passando pelo seu histórico escolar em Harvard e Columbia, que é alegado ao mesmo tempo como prova definitiva dos altos dons intelectuais da criatura, só negados, evidentemente, por racistas contumazes. A mídia considera um insulto e uma presunção doentia qualquer tentativa de examinar esses papéis, e três tribunais, da Pensilvânia, de Washington e de Ohio, já sentenciaram que o cidadão comum não tem nenhum direito de averiguar sequer a nacionalidade de Barack Hussein Obama. É preciso acreditar nele sob palavra, ou cair fora da sociedade decente.
Mas a palavra dele também não esclarece nada. Ele já inventou tantas lorotas sobre sua vida (que foi membro da Comissão de Bancos do Senado, que seu tio libertou Auschwitz, que seu pai foi pastor de cabras), já omitiu tantos dados essenciais (que foi membro de um partido socialista, que é primo do genocida Raila Odinga, que fez campanha para ele no Quênia, que seu irmão está à míngua numa favela em Mombasa, que sua tia é imigrante ilegal nos EUA), e já camuflou de tal modo suas ligações com a Acorn, com o terrorista William Ayers, com o agitador islâmico Louis Farrakhan, com o vigarista Tony Resko, etc., que tentar descobrir a verdadeira biografia dele é quase missão impossível. Seu próprio livro de memórias, que lhe rendeu a fama de escritor, é de autoria duvidosa: exames realizados com métodos computadorizados de investigação autoral concluíram que não foi escrito por Obama, mas sim por William Ayers.
Resta a hipótese de tentar descobrir alguma coisa através de testemunhas. O que elas contam é interessante. A avó diz que ele nasceu no Quênia e não no Havaí como ele afirma, seus irmãos quenianos dizem que ele é muçulmano e não cristão como afirma, sua irmã diz que ele nasceu num hospital quando ele afirma que nasceu em outro, o patrocinador de seus estudos em Harvard diz que o dinheiro para isso foi fornecido por um notório agitador pró-terrorista, velhos conhecidos contam que ele sempre estava ao lado de Frank Marshall Davis quando este vendia cocaína. Até agora, o único testemunho seriamente desmentido foi o de um maluco de Minnesota que disse ter tido relações sexuais com o então senador Barack Obama – o que, se fosse verdade, não comportaria um milionésimo do risco para a segurança nacional contido nos outros depoimentos.
A essa altura, você pode perguntar: Mas por que os eleitores hão de confiar sob palavra num sujeito que não tem palavra nenhuma, que não se sabe com certeza nem onde nasceu, que esconde dois terços da sua vida e mente sobre o terceiro terço, que é amado por todos os que odeiam o país e mal consegue disfarçar suas afeições pelos amigos deles? Você, aí no Brasil, pode perguntar isso, mas, se estiver nos EUA, pergunte em voz baixa. Se você expuser suspeitas de maneira muito audível, o governo investigará seus antecedentes em busca de crimes hediondos como dívidas de imposto e multas de trânsitos não pagas, como fez com Joe Encanador, ou então o levará para a cadeia como fez com com Brent Garner, de Lawrence, Estado do Kansas (v. www.wnd.com/index.php?fa=PAGE.view&pageId=79513). Você corre também o risco de ter sua garagem vandalizada ou levar uns sopapos, como aconteceu com vários militantes republicanos.
A resposta à pergunta sobre os motivos de uma confiança tão despropositada constitui-se de quatro elementos:
1. A grande mídia, quase toda pertencente a adeptos e patrocinadores de Obama, não publica nada do que se sabe de grave contra ele, mas faz um alarde dos diabos em torno das menores insignificâncias que possam sujar a imagem dos seus adversários. A duplicidade de tratamento, que começou nos jornais e na TV, acabou por se impregnar na sociedade inteira como um hábito normal. Exemplo I: O boneco enforcado de Sarah Palin foi saudado pela própria polícia como uma inocente tirada de bom-humor. No dia seguinte dois moleques fizeram um boneco enforcado de Obama – e foram presos. Exemplo II: A jovem militante republicana Ashley Todd, após dizer-se assaltada, surrada e marcada a canivete com um “B” na face direita tão logo o assaltante percebera seu distintivo da campanha McCain, sofreu um bombardeio de insultos na mídia e rapidinho mudou de idéia, jurando que inventara a história toda. Ashley não explicou se foi apenas assaltada e surrada, tendo feito ela própria o corte no rosto, se houve apenas uma surra sem assalto nem corte ou se não houve coisa nenhuma e ela mesma se esmurrou até ficar de olho roxo e, não contente com semelhante desatino, em seguida escavou o “B” na própria face. Embora o desmentido sumário e cheio de lacunas soasse muito mais inverossímil do que a história originária, foi instantaneamente aceito como verdade final pela mídia inteira, sem mais perguntas, ficando portanto provado que esses republicanos são malvados o bastante para desfigurar o próprio rosto só para poder lançar a culpa num negro e, por tabela, no santíssimo Barack Obama. Exemplo III: Faltavam sinais de violência contra a militância obamista, mas logo foram providenciados. Dois jovens skinheads que pensavam em dar uns tiros em Obama, sem ter tomado ainda a menor providência nesse sentido, foram denunciados pela própria mãe. Embora seja virtualmente impossível encontrar algum skinhead nas assembléias evangélicas, nas missas católicas, nas convenções republicanas, no Hudson Institute ou na Heritage Foundation, o fato é o seguinte: se você quer ser considerado um Homo sapiens em vez de um Pithecanthropus erectus, tem de jurar que o plano dos dois idiotas traz a prova cabal de que o conservadorismo americano é racista, nazista e assassino por natureza. A Folha de S. Paulo garante.
2. A sociedade americana acredita na grande mídia porque não é capaz de imaginar uma empulhação geral e sistemática como a que aconteceu no Brasil quando todos os jornais e canais de TV ocultaram propositadamente por dezesseis anos a existência do Foro de São Paulo, a maior organização de delinqüência política que já existiu na América Latina. Tal como no título do famoso romance de Sinclair Lewis, todo mundo acredita que it couldn’t happen here, “isso não poderia acontecer aqui”. Bem, aconteceu.
3. O que quer que se diga contra Obama tem resposta automática: É racismo. A chantagem racial é tão violenta, geral e sistemática, que o simples fato de você dizer que está havendo chantagem racial prova que você é racista. O monopólio da violência verbal fica portanto com os democratas, enquanto os críticos de Obama se resguardam atrás de rodeios e circunlóquios autocastradores.
4. Obama não diz coisa com coisa. Seus discursos, quando não são totalmente vazios de conteúdo, se contradizem uns aos outros com a maior sem-cerimônia – e funcionam exatamente por isso. O conteúdo deles não tem a mínima importância; só serve de excipiente para a substância ativa, constituída de apelos mágicos e mensagens hipnóticas, de modo que após alguns minutos todo mundo está com a inteligência entorpecida ao ponto de aceitar, sem a menor reação crítica, afirmações como esta: “Vocês sentirão uma luz vindo do alto, experimentarão uma epifania e uma voz de dentro lhes dirá: Eu tenho de votar em Barack Obama”. Se o sujeito proclamasse isso por fé espontânea, diriam que é louco. Como o diz no melhor estilo da programação neurolingüística ericksoniana, votam nele para presidente da nação mais poderosa do mundo.
Os efeitos conjugados desses quatro fatores são quase milagres da fé, de um surrealismo atroz: as pesquisas mostram que três entre cada quatro americanos residentes em Israel preferem John McCain, mas três entre cada quatro judeus residentes nos EUA, longe das bombas palestinas e perto de uma TV ligada na CNN, preferem Obama.
Fonte - Olavo de Carvalho
