quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Ecologia e espiritualismo

O jornalista André Trigueiro, da Globonews, vai lançar seu novo livro “Espiritismo e Ecologia”, dia 12 de Setembro, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro, no Riocentro. O evento funcionará como um debate, onde o público pode fazer perguntas ao autor. Em seu livro, Trigueiro identifica como a preservação ecológica se identifica com o espiritismo, e com a espiritualidade, em um sentido mais amplo. “Se equilíbrio é sinônimo de sustentabilidade, quem busca o equilíbrio através da religião precisa ser sustentável”, diz. Trigueiro explica isso em detalhes na entrevista que concedeu à Época:

O que o espiritismo diz sobre ecologia?

André Trigueiro: A expressão “ecologia” foi cunhada na Alemanha apenas nove anos depois de a primeira edição de o “Livro dos Espíritos” ter sido lançada na França , no inspiradíssimo século XIX do evolucionismo, do positivismo, do comunismo, da psicanálise, e de outras correntes de pensamento referenciais para parcela expressiva da humanidade. Espiritismo e ecologia explicam, cada qual ao seu modo, um universo sistêmico e interligado, o uso racional dos recursos naturais baseado no princípio da necessidade - e não da opulência -, uma nova ética solidária que leve em conta os interesses de todos e não de uma minoria, o respeito a todos os seres viventes. Espíritas e ecologistas também reconhecem a existência de mecanismos de autoproteção da Terra, embora expliquem isso de formas distintas. E estudam os efeitos colaterais da poluição nos dois planos da vida: enquanto a ecologia investiga o impacto dos poluentes na matéria (ar, água, solo), o espiritismo desdobra-se na investigação dos impactos de outros gêneros de poluentes (formas-pensamento, miasmas, etc) no campo sutil, no plano atral, também chamado de psicosfera.

Como a ética religiosa pode ajudar a preservar a natureza?

Trigueiro: Onde se aceita a idéia de Deus, a natureza é entendida como obra divina, onde o sagrado se manifesta de forma rica e exuberante. Depredar a natureza significa macular um sistema em equilíbrio que dispõe de tudo o que nos é necessário para que possamos viver bem. De uns tempos para cá, diversas tradições vem descobrindo a riqueza da teologia ambiental para explicar, cada qual a seu modo, como as leis que regem a vida e o universo precisam ser respeitadas em favor de nós mesmos. Não estamos desconectados do meio que nos cerca. Na verdade, essa ligação é intrínseca e visceral. Se equilíbrio é sinônimo de sustentabilidade, quem busca o equilíbrio através da religião precisa ser sustentável.

Você acha que se as pessoas tivessem mais espiritualidade, cuidariam melhor do ambiente?

Trigueiro: Quem cuida do lado espiritual - e realiza essa busca solitária e persistente de Deus em si mesmo - tende a ser menos dependente dos bens materiais - portanto menos consumista - e mais atento ao legado, aos impactos de ordem material e moral de sua passagem por este planeta. Mas cada vivência espiritual é pessoal e intransferível. A espiritualidade contém todas as religiões, mas uma única religião não contém toda a espiritualidade. A religião também não salva ninguém, mas antes, a disposição de cada um em ser alguém melhor, mais solidário e amoroso. Também é verdade que muita gente que não acredita em Deus - ou na vida após a morte - realiza importantes trabalhos na área da sustentabilidade. Não importa em que se crê, mas naquilo que se faz de verdade em prol dos outros e do planeta que nos acolhe.
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Fonte - Revista Época

Nota DDP: Absolutamente fantástico como a profecia é precisa e os fatos vão se encaixando no quadro maior do conflito. Em uma época em que o romanismo muito tem falado das preocupações ecológicas e os EUA finalmente se demonstram dispostos a se engajarem na discussão do tema, o espiritualismo tende a trilhar os mesmos caminhos. Sobressalta ainda a identidade de terminologia utilizada e o alinhamento de idéias de caráter "ecumênico".

"Quando o protestantismo estender os braços através do abismo, a fim de dar uma das mãos ao poder romano e a outra ao espiritismo, quando por influência dessa tríplice aliança a América do Norte for induzida a repudiar todos os princípios de sua Constituição, que fizeram dela um governo protestante e republicano, e adotar medidas para a propagação dos erros e falsidades do papado, podemos saber que é chegado o tempo das operações maravilhosas de Satanás e que o fim está próximo" (Ellen G. White, Testemunhos Seletos, v. 2, pág. 151. [Eventos Finais, p. 131]).


História da adoração – O paganismo em outros impérios

Capítulo 16

O Império Babilônico formou-se não muito depois do Dilúvio que deve ter ocorrido no ano 2.344 aC, conforme o “Diagrama Histórico Religioso da Terra", de Edson Pereira Gomes. Ninrod é bisneto de Noé, portanto, deve ter demorado mais de cem anos após o Dilúvio para tornar-se imperador. Não temos os anos de vida dos filhos de Cam, portanto, façamos uma analogia com os filhos de Sem. O bisneto de Noé por parte de Sem foi Salá, e este nasceu no ano 2.307, 37 anos após o Dilúvio. Se Ninrod, bisneto de Noé por parte de Cam nasceu também aproximadamente nesta data, então, 100 anos após o dilúvio ele já deveria estar com idade por volta de 60 anos. Naqueles tempos, até aos bisnetos de Noé se vivia mais de 400 anos.

A Bíblia diz que nos dias de Peleg a terra foi repartida (Gên. 10:25). Refere-se a confusão de línguas, cada família passou a falar uma língua diferente (Gên. 10:5; 20; 31 e 32). Gênesis 10 trata das famílias descendentes de Jafé, Cam e Sem, que repartiram a terra entre seus descendentes, conforme suas línguas surgidas pela tentativa da construção da Torre de Babel. Peleg nasceu em 2.243 aC, e viveu até o ano 2004 aC, portanto, por 239 anos. Durante os seus dias é que houve a confusão de línguas. Logo, nos dias de Peleg Ninrod já era imperador e estava construindo a torre, isto é, por esse tempo que se desenvolveu a falsa adoração que resultou no paganismo e outras formas que influenciaram a adoração até os dias de hoje.

Abraão deve ter nascido no ano 1992 aC. Isso quer dizer que ele veio ao mundo não muito depois da tentativa da construção da Torre de Babel. Ou seja, Abrão veio ao mundo em meio a um intenso paganismo, falsa adoração e idolatria. Até seu pai, Therá, se tornou idólatra. Abraão nasceu e viveu na terra próxima de Babilônia, e foi de lá que DEUS mandou que saísse. Ele foi para a terra de Canaã, onde a idolatria também estava se alastrando, andou no Egito, onde a idolatria já chegara. O Egito pode ser visto como a réplica de Babilônia, seja pela construção de pirâmides, seja pela forte adoração falsa. É certo que essa adoração se espalhou pelo mundo com a confusão de línguas. Imagine o que os homens teriam feito sem essa confusão. Em contra-partida à terrível má influência de Ninrod, DEUS chama Abraão e pede que saia de Babilônia para dele fazer uma grande nação, e ser uma bênção sobre a Terra (Gên. 12:1 a 3). Abraão veio ao mundo pouco depois de Ninrod ter estabelecido seu império.

De Babilônia a falsa adoração da idolatria se espalhou pelo mundo, por meio do espalhamento das famílias com sua línguas. Em cada povo a falsa adoração desenvolveu características próprias, mas conservou algumas comuns, como a adoração ao Sol, conjunto de estrelas e astros. Também o paganismo se caracteriza pela adoração a deusa mãe Terra, pois as pessoas, desligadas do DEUS Criador, entendem que sua vida vem da Terra e dependia dela. Assim inventaram para si deuses relacionados com a mãe Terra, deuses para a chuva, para semeadura, para colheita. Também imaginaram deuses para a fertilidade feminina, para a guerra e outros.

Os gregos foram um povo muito estudioso. Lá se desenvolveu a filosofia, que sistematizou a herança anterior da idolatria, misticismo, politeísmo e falsa adoração, para obter respostas às suas perguntas relacionadas com a origem do homem. Os gregos deram uma conotação científica à falsa adoração, pelo menos o que para eles era considerado ciência. O que Ninrod iniciou, e o que depois se disseminou pela terra, os gregos tornaram em filosofia e crença defendida por grandes intelectuais, por meio de sofisticada argumentação retórica.

Depois do Império Grego veio o Império Romano. Se os romanos conquistaram os gregos militarmente, culturalmente foi o contrário. O paganismo grego influenciou fortemente os romanos, que, por sua vez, determinaram, por meio de Constantino, o que viria a ser o cristianismo paganizado por tradições herdadas da filosofia grega, e que hoje se encontra na Igreja Católica. Esta igreja teve seus dogmas e crenças definidas não pelos apóstolos, mas pelos 33 patrísticos, que foram filósofos, não teólogos. Eles é que introduziram o paganismo originado na antiga Babilônia no cristianismo. Esse é um bom motivo de a Bíblia chamar o moderno sistema de adoração de Babilônia, e da última ordem de que saiam dela aqueles que desejam adorar ao DEUS verdadeiro, por meio da verdadeira adoração (Apoc. 18:4).

Assim se liga a primeira Babilônia com a última Babilônia. Ao longo dos tempos DEUS tem chamado as pessoas a saírem dela. Estamos nos aproximando do último convite.

Fonte - Cristo Voltará


terça-feira, 15 de setembro de 2009

Mais uma vez Blair e a religião

Cidade do Vaticano, 15 Set (Lusa) - O ex-primeiro ministro britânico Tony Blair advoga que a religião deve ter um "papel central, único, na sociedade e para o seu desenvolvimento", e acredita que afirmar isso "não significa que acabaram os debates ou as oposições".

Blair fez estas declarações numa entrevista publicada segunda-feira pelo vespertino do Vaticano "L`Osservatore Romano", na qual o político britânico fala da sua conversão ao catolicismo, da família, do seu trabalho como pai e dos seus gostos.

Apesar de muitas pessoas quererem deixar a religião "fora da esfera pública" ele, Blair, defende que a religião tenha nela um papel importante: "Não significa que acabaram as contraposições, antes pelo contrário, já que em muitos temas a Igreja estará de um lado e os líderes políticos do outro".

Fonte - RTP

Logo depois de referir-se à maneira em que se faz política na Inglaterra em comparação aos Estados Unidos, aonde "a referência a Deus" é virtualmente uma obrigação, afirmou o Ex-Primeiro Ministro comentando a recente encíclica do Papa Bento XVI, Caritas in veritate, assegurando que "compartilho plenamente tudo o que o Santo Padre escreve nela, um texto brilhante que deve ser lido e re-lido". (ACI)


Milhares de pessoas manifestam contra a política de Obama em Washington

Dezenas de milhares de pessoas participaram de uma manifestação contra o presidente Barack Obama, acusando-o de aumentar em excesso a presença do Estado no país, neste sábado, em Washington.

As críticas contra o projeto de reforma do sistema de saúde prevaleceram nos cartazes dos manifestantes, que foram andando da Casa Branca até o Capitólio, sede das duas câmaras do governo.

"O aborto não é cuidado de saúde", dizia um dos cartazes.

A manifestação foi organizada pelo Freedomworks, um movimento que defende redução de impostos, menor presença do Estado e mais liberdade econômica.

A polícia ainda não divulgou dados precisos sobre esta manifestação.

Fonte - Último segundo

Nota DDP: Ver também "Contra o humanitarismo de Estado" e "A "Segunda Revolução Americana" já começou".


Terremoto atinge o centro da Itália

ROMA, 14 SET (ANSA) - Um terremoto de 4,2 graus na escala Richter atingiu hoje o centro da Itália, entre Bolonha e Florença, mas não causou vítimas nem danos materiais graves, de acordo com as primeiras informações de autoridades locais.

O abalo sísmico, que ocorreu por volta das 22h locais (17h em Brasília), teve seu epicentro entre as comunas de Barberino del Mugello, Scarperia e Borgo San Lorenzo, na Toscana, a uma profundidade de 3,5 quilômetros.

No local, temendo desabamentos, famílias deixaram suas residências e se concentraram nas ruas. O tremor também foi sentido nas províncias de Modena, Ímola, Pistoia e Prato. Dez minutos depois, uma réplica de 2,8 graus foi registrada.

"A partir das primeiras informações, não temos relatos de danos", disse Demetrio Egidi, funcionário da Defesa Civil local.

No dia 6 de abril, um terremoto de 5,8 graus na escala Richter atingiu a região de Abruzzo, também no centro da Itália, deixado quase 300 mortos e mais de 50 mil pessoas desabrigadas

Fonte - Ansa


Celebração ecumênica na ONU

Nova York, 14 set (RV) - Realiza-se nesta tarde, na Igreja da Sagrada Família, em Nova York, o encontro ecumênico de oração em vista do início amanhã, terça-feira, da 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas.

A celebração ecumênica é promovida a cada ano pela Arquidiocese de Nova York e pela Missão Permanente da Santa Sé na ONU que convidam os diplomatas, funcionários da ONU e todos os católicos de Nova York a participarem do evento.

A cerimônia é presidida pelo cardeal-arcebispo de Nova York, Timothy Michael Dolan, e pelo Observador Permanente da Santa Sé na ONU, Dom Celestino Migliore.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Veja também "Encontro ecumênico sobre espiritualidade".


Controle da natalidade e proteção do meio ambiente

Um estudo divulgado pela London School of Economics (LSE) sugere que o controle da taxa de natalidade é uma forma muito mais eficiente de cortar as emissões de carbono que poluem o meio ambiente.

No trabalho intitulado “Menos emissores, menos emissões, menos gastos”, a equipe de especialistas da universidade britânica conclui que o planeta ficará mais protegido se o número de nascimentos diminuir.

A pesquisa indica que para cada 4 libras (R$ 12) gastas com planejamento familiar e métodos contraceptivos, é possível diminuir a emissão de gases em uma tonelada. Em contrapartida, para obter o mesmo resultado investindo em tecnologias ecológicas, são necessárias 19 libras (R$ 57).

Ao mesmo tempo, nesta quinta-feira, o presidente da França, Nicolas Sarkozy, anunciou a criação de um novo imposto sobre a emissão de dióxido de carbono.

Com a medida, a França passa a ser a primeira grande economia do mundo a introduzir o imposto. A nova taxa vai incidir sobre petróleo, gás e carvão. O governo deverá cobrar 17 euros (o equivalente a cerca de R$ 45) por tonelada de dióxido de carbono (CO2) emitida.

O imposto se aplicará a residências e a empresas, mas não a indústrias pesadas e do setor energético que estão incluídas no esquema de comércio de emissões da União Europeia.

O que você acha do controle de natalidade como forma de preservar o meio ambiente? Você concorda com a iniciativa da França? Acha que o Brasil deve fazer o mesmo?

Fonte - BBC

Nota DDP: Interessante correlacionar este post com "As ideias infames do consultor científico de Obama".


O sinal do fim

“E será pregado este evangelho do reino por todo mundo, para testemunho de todas as nações, então virá o fim” (Mat. 24:14)

Para sabermos sobre a proximidade do fim devemos atentar para o cumprimento das profecias. Mas para sabermos algo consistente sobre o fim, devemos atentar para a Igreja Adventista do Sétimo Dia, aquela que tem a incumbência de pregar este evangelho a todas as nações (Mat. 28:19 e 20). Enquanto a igreja estiver em estado de Laodicéia, morna, o fim não virá. Mas assim que a igreja de CRISTO despertar, e isto é o reavivamento, a oposição aparece, e se desencadeia o fim, e JESUS volta. “Haja um reavivamento da fé e poder da primitiva igreja, e o espírito de opressão reviverá, reacendendo-se os fogos da perseguição” (História da Redenção, 325).

Então vem a pergunta: a Igreja Adventista está reavivando, ou ainda não? Resposta: está sim, e o reavivamento está acelerando.

Em 2006, nos Estados Unidos das América, foi distribuído um livreto sobre os Dez Mandamentos. Em 2007, no Brasil se fez o mesmo. Antes disso, a igreja, por meio da liderança maior, vem desenvolvendo programas de reavivamento em todos os lugares, como as 40 madrugadas, e outros programas. Foi distribuído o folheto Viva com Esperança, o livreto Sinais de Esperança e agora vai ser disponibilizado o livro Tempo de Esperança, do pastor Mark Finley. Isso para citar alguns exemplos. Nessas campanhas de distribuição de livretos e folhetos milhares saem às ruas num só dia, como foi no caso do folheto, que deve ter mobilizado perto de um milhão de pessoas.

A campanha “Impacto Esperança” de 2010 terá como tema principal o sábado bíblico, ensinando sobre as bênçãos de sua santificação. Esse será, sem dúvida alguma, o maior impacto que a IASD terá dado na América Latina desde que foi fundada, mas não o maior daí por diante, pois esse reavivamento continuará crescendo, até o dia em que a grande incumbência for concluída com todo o poder do ESPÍRITO SANTO.

Portanto, para quem deseja saber, o fim está próximo e JESUS vai voltar logo. Esse é o sinal!

Fonte - Cristo Voltará


Ensino religioso não pode ser substituído

Diz fonte do Vaticano: “O ensino da religião católica "não poderá ser substituída por matérias como história das religiões, de ética ou de cultura religiosa" porque isso significaria dano e marginalização dos estudantes que pedem para estudá-la.” Ele “"não pode estar limitado a uma exposição das distintas religiões, em modo comparativo ou neutro", mas deve concentrar-se no ensino da religião católica, acrescenta.” “"O poder civil deve reconhecer a vida religiosa dos cidadãos e favorecê-la", mas sairia de seus limites se tentasse dirigir ou impedir os atos religiosos, "pois concerne à Igreja estabelecer os conteúdos autênticos do ensino da religião católica na escola garantindo assim aos pais e aos alunos o que vem ensinando no catolicismo".” “"O ensino da religião na escola - continua - se transformou em objeto de debate em alguns casos de novas regulamentações civis em determinados países, que tendem em substituí-lo com um ensino religioso multiconfessional ou de ética ou de cultura religiosa". “"Se o ensino religioso fosse limitado a uma exposição das diversas religiões em modo comparativo ou neutro, se poderia criar confusão ou gerar relativismo ou indiferença religiosa", explica.”

Há uma ordem do Vaticano aos bispos de todo o mundo de “se oporem a qualquer tentativa de "ensino multirreligioso ou ética".”

Aos poucos aquela concordata recentemente assinada por Lula e o papa Bento XVI se torna compreensível em seus verdadeiros intentos. Essa concordata ainda vai revelar muitas surpresas aos cidadãos brasileiros. Ela já foi aprovada pela Câmara dos Deputados, falta ser aprovada pelo Senado. (G1)

Fonte - Cristo Voltará


Lei dominical em Novo Hamburgo

“O prefeito Tarcísio Zimmermann (PT) sancionou ontem à tarde [09-09-09] a lei que restringe o horário de funcionamento dos hiper, super, minimercados e atacados em Novo Hamburgo [RS] e destacou três razões para a sanção da lei: a preservação do comerciante local, a defesa do domingo para a família e a não concentração comercial.” Em entrevista á TV Feevale, o prefeito disse: “entendo que esse valor do domingo como um dia dedicado à espiritualidade, à família, à comunidade é um valor muito importante que precisa ser preservado...”. Disse mais: “filosoficamente sou contrário ao trabalho em domingos por que eu acho que nós devemos preservar esse espaço como um espaço da família, da espiritualidade e da comunidade.”

O procurador-geral do Município, Ruy Noronha disse que a lei deve entrar em vigor até dezembro. Os novos horários de atendimento serão de segunda à sábado, das 7h30 às 21 horas, e nos domingos até o meio-dia.

A nova lei está gerando polêmica não pequena na cidade. O Partido Progressista entrou com ação contra a lei dos mercados em Novo Hamburgo no Tribunal de Justiça em Porto Alegre.

Há fortes posições a favor e também contra a lei. A Igreja Católica diz, por meio de Dom Zeno Hastenteufel, Bispo Diocesano : “Para nós, cristãos, é uma conquista, mas gostaríamos que fosse o domingo inteiro.” E o pastor Hardy Brandenburg da IECLB disse: “É legítimo, mas não resolve o descanso dominical, nem a desigualdade comercial.”

Sindicatos patronais, Associação Comercial, o Conselho de Diretores Lojistas todos são contra a lei por motivos comerciais e econômicos. (Jornal NH)

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Veja mais em "Polêmica sobre regulamentação da abertura do comércio se amplia no interior do RS".


Obama tem confiança do mundo para acordo climático

WASHINGTON (Reuters) - Apesar de ter diversos outros problemas urgentes para confrontar, o presidente dos EUA, Barack Obama, ainda goza da confiança de líderes ambientais e empresariais para enfrentar o desafio da mudança climática.

"Ele tem muitas montanhas para escalar, mas acho que já demonstrou uma grande liderança e uma grande capacidade de liderar em múltiplas questões", disse nesta semana Yvo de Boer, chefe do Secretariado de Mudança Climática da ONU, no evento Reuters Global Climate and Alternative Energy Summit.

Embora Obama e o Congresso priorizem a discussão de projetos relativos a saúde e economia, De Boer e outros observadores do setor dizem que seu governo mantém o foco na questão climática antevendo a cúpula da ONU em Copenhague, em dezembro, que tentará lançar um novo tratado global contra a mudança climática.

Mas Joan Ruddock, vice-ministra britânica para Energia e Clima, admitiu que a equipe de Obama terá problemas em aprovar a tempo a nova legislação ambiental no Senado.

"A comunidade mundial terá de fazer um julgamento sobre quais promessas eles poderão fazer sem uma base legislativa, e quão aceitável isso é", disse Ruddock em entrevista durante o evento da Reuters.

"Não duvidamos das suas boas intenções e estamos incentivando-os o tempo todo a ver o que podem apresentar e fazer disso o mais ambicioso possível", acrescentou.

De Boer disse que Obama precisa de um "avanço internacional" em Copenhague para que possa dizer ao eleitorado dos EUA: "Nós moldamos algo em Copenhague que está à altura do desafio, e estamos todos colocando nosso peso (para cumprir)."

Segundo Carl Pope, diretor-executivo da entidade Sierra Club, não é necessário que os EUA tenham uma legislação formal para demonstrar seu empenho na reunião global de dezembro.

"O que devemos obter de Copenhague é um compromisso de identificar todas as coisas que podemos fazer juntos para entrar em um caminho diferente, e acho que isso é factível", disse Pope.

"Não estou seguro de que seja essencial para isso que o Congresso dos EUA tenha aprovado a legislação, porque não se trata de cronogramas bipartidários, trata-se de investimentos e incentivos."

MDL

Jeff Kenna, executivo-chefe da empresa contabilizadora de carbono Camco International, disse ser improvável que o Senado aprove neste ano uma legislação climática com um sistema de limites e créditos para as emissões de gases do efeito estufa.

Na opinião dele, os EUA virão a se tornar o maior mercado global de créditos de carbono, mas um mecanismo para isso só será adotado no país em 2012 ou 13.

Lex de Jonge, presidente da comissão da ONU que concede créditos por projetos de energia limpa, sob o processo conhecido como Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), disse estar "muito feliz com os desenvolvimentos sob Obama".

"Ainda há algumas forças críticas ao MDL, mas elas se baseiam em argumentos que não são mais válidos."

Alden Meyer, diretor de estratégia e política da União de Cientistas Preocupados, disse que parte da comunidade internacional está frustrada com a demora na tramitação da legislação climática dos EUA.

Porém, segundo ele, "não há a sensação... na comunidade ambiental de que a Casa Branca tenha abandonado a questão e esteja se afastando dela."

Recentes pesquisas indicam que a maioria dos norte-americanos aprova a forma como Obama trata da questão energética.

No levantamento de agosto do Washington Post-ABC News, 52 por cento eram favoráveis ao sistema de limites e créditos de carbono. No mesmo mês, pesquisa Zogby apontou que 71 por cento dos eleitores são favoráveis ao projeto climático já aprovado na Câmara.

Fonte - O Globo


“Crise só está escamoteada” , afirma Rabello de Castro

RIO DE JANEIRO - Economista incensado por várias correntes de pensamento, Paulo Rabello de Castro continua cético quanto à conjuntura mundial: acha que a crise vai bem, obrigado; foi apenas escamoteada e camuflada para que os políticos possam dizer que a recuperação está à vista, uma prática que tende a acirrar-se já no próximo trimestre, quando as comparações estatísticas forem feitas a partir dos números negativos registrados no fim de 2008.

Presidente e fundador da SR Rating, única agencia brasileira de classificação de risco, Rabello de Castro entende que o governo americano continua refém das grandes instituições financeiras. E, mesmo evitando usar a palavra controle, que considera maldita no contexto, considera preocupante a valorização cambial que, a seu ver, ao atrair especuladores internacionais pode tornar mais lento o desenvolvimento brasileiro.

Um dos expoentes brasileiros da Escola de Chicago, onde concluiu doutorado, o economista teme que o processo de recuperação da crise, que prevê como longo, ainda possa ser entremeado por turbulências e eventuais terremotos de intensidade tão grande quanto os que aconteceram há um ano.
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Fonte - JB Online


sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Papa convida a descobrir dimensão religiosa da ecologia

CASTEL GANDOLFO, quinta-feira, 10 de setembro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI fez um convite, nesta quinta-feira, a descobrir a dimensão espiritual e religiosa da defesa do ambiente e da natureza.
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“O ser humano descobre o valor intrínseco da natureza se aprende a vê-la como o que é na realidade: expressão de um projeto de amor e de verdade que nos fala do Criador e do seu amor à humanidade, e que encontrará sua plenitude em Cristo, no final dos tempos”, indicou, fazendo referência à sua nova encíclica, Caritas in veritate.

“Neste sentido, é oportuno recordar mais uma vez a estreita relação que existe entre o cuidado do meio ambiente e o respeito às exigências éticas da natureza humana, já que quando se respeita a ecologia humana na sociedade, também a ecologia ambiental se beneficia”, continuou explicando o Papa.

Fonte - Zenit

Nota DDP: Na "ética da natureza humana", expressa referência temos à lei natural (leia-se mandamentos católicos), onde se encaixa com facilidade o já conclamado pelo pontífice, "sentido ecológico do domingo".


Religiões recusam a guerra

As religiões recusam a guerra e recusam ser usadas em nome da guerra. Este é o apelo final que sai do encontro internacional organizado pelo Comunidade de Sant’Egídio, em Cracóvia, na Polónia. Um encontro que juntou líderes religiosos e chefes de Estado para juntos reflectirem sobre «Religiões e Culturas em diálogo» e o seu contributo para a paz.

“Falar de guerra em nome de Deus é uma blasfémia. Nenhuma guerra é santa. A humanidade sai sempre derrotada pela violência e pelo terror”.

Os vários líderes religiosos afirmaram que o “diálogo contraria o medo e a desconfiança”, sendo esta a grande “alternativa à guerra”.

Os participantes sublinharam ainda que o diálogo “não enfraquece a identidade mas faz redescobrir o melhor de si e do outro. Nada se perde com o diálogo. O diálogo escreve a melhor história, enquanto o conflito abre abismos”.

No final do encontro os participantes comprometeram-se a construir “com paciência e audácia um novo tempo de diálogo”.
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Fonte - Ecclesia


As ideias infames do consultor científico de Obama

John Holdren é co-autor de um livro de 1977 no qual defende o aborto compulsório e a esterilização em massa.

No livro “Ecoscience: Population, Resources, Environment”, Holdren e dois co-autores dizem: “com efeito, concluiu-se que leis de controle populacional obrigatório, incluindo até mesmo leis que exigem o aborto compulsório, podem ser sustentadas pela Constituição em vigor, caso a crise demográfica se torne suficientemente grave para comprometer a sociedade”.

E continua: “um programa de esterilização de mulheres após seu segundo ou terceiro filho, apesar da dificuldade relativamente maior da operação em relação à vasectomia, poderia ser mais fácil de implementar do que tentar esterilizar os homens”.

O livro diz ainda que “o desenvolvimento de uma cápsula de esterilizante de longo prazo, que poderia ser implantada sob a pele e removida quando a gravidez fosse desejada, abre novas possibilidades para o controle coercitivo da fertilidade”. Ele sugere ainda “adicionar um esterilizante à água potável ou a alimentos básicos”.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Está bem assessorado o Presidente americano. As idéias são bem propícias aos tempos que serão enfrentados nesta terra.


Déficit público americano precisa diminuir, diz Nobel

Em entrevista à revista Exame, o professor de Columbia e vencedor do Prêmio Nobel de Economia em 2006 Edmund Phelps diz que se o governo americano não reduzir o déficit os investidores podem perder a confiança na economia americana e “procurar outro lugar para colocar o dinheiro”.

Ele compara ainda a trajetória de crescimento do déficit público americano com a situação de “montar em um tigre”, e avalia que os Estados Unidos irão precisar de ao menos 15 anos para recuperar a riqueza que perderam. Isso considerando uma recuperação de 6% ao ano. Para ele, este período de 10 a 15 anos é uma projeção otimista.

Phelps considera a situação das contas públicas a sua maior preocupação. Para ele, se o déficit continuar crescendo isso pode fazer com que os juros aumentem e o valor dos ativos caia. Pode ainda vir a enfraquecer o dólar.

Fonte - Opinião e Notícia


quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Cristãos mais ou menos


Ver também as outras partes: Primeira, Segunda, Quarta.


Começou encontro Ecumênico Internacional

Nesta quarta-feira (09-09-2009), em Bose, no Piemonte, Itália, teve início a XVII edição do Simpósio Ecumênico Internacional de Espiritualidade Ortodoxa. Participam representantes da Igreja Católica, do patriarcado de Moscou e de outras Igrejas Ortodoxas e Orientais e ainda delegados da Comunhão Anglicana e do Conselho Ecuménico de Igrejas.

Foram enviadas mensagens ao encontro. Bento XVII “fez votos para que o encontro “suscite uma consciência renovada do valor da luta espiritual como consequência do amor a Cristo e um compromisso generoso a uma formação ascética das novas gerações”.” O patriarca de Constantinopla Bartolomeu I disse que “esses encontros “são o testemunho eloquente da contribuição única do monaquismo para as relações ecuménicas entre as diversas confissões cristãs”.” Kirill, patriarca de Moscou e de todas as Rússias disse que a luta espiritual é “um tema fundamental, do qual dificilmente se pode exagerar a importância, na medida em que toca a própria essência da vida de quem quiser seguir Cristo radicalmente”. O Cardeal Walter Kasper do presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, deseja que o encontro contribua para “um ulterior crescimento no recíproco conhecimento com vista a um maior testemunho comum de Cristo no mundo”.

O Ecumenismo é a união necessária para o mundo formar um poder global pela santificação do domingo. Quanto mais as igrejas avançam no Ecumenismo, mas próximos estamos da imposição da santificação do domingo por meio de força legal.

Fonte - Cristo Voltará

Nota DDP: Ver também "Quem é o Conselho Mundial das Igrejas – CMI?" (Ecclesia) e "Semana de oração pela unidade dos cristãos em 2010" (Vaticano).


Bento XVI pede ética na economia

No dia 09 desse mês, o papa Bento XVI incentivou os líderes políticos globais, bem como os empresários, a um retorno à ética na economia, pois isto “pode reavivar a esperança em meio à crise atual.” “Segundo o papa, é necessário seguir o exemplo de São Pedro Damião "para encontrar o silêncio dentro de nós para falar com Deus", buscar um lugar onde "Deus fale conosco; na oração e na meditação se aprende o caminho de Deus e da vida".” O papa ultimamente vem sendo convidado a dar conselhos aos políticos do mundo sobre como devem conduzir os negócios para mais facilmente se enriquecerem.

Qual o objetivo destas palavras? Elas estão no contexto da Globalização por meio da Nova Ordem Mundial, que poucos sabem o seu significado. Globalização é o nome que se dá para a realização de intensos negócios internacionais, viabilizados pelo acentuado desenvolvimento tecnológico que permite a produção de uma infinidade de bens e serviços a serem negociados. O mundo, ao longo de sua história, nunca esteve em situação tão propícia para realizar tantos negócios como se pretende pela Globalização.

Mas por outro lado, o mundo também nunca esteve tão próximo de um precipício social e natural, que pode levar ao caos total, e estamos muito próximos dele. Por esse precipício entendemos o conjunto dos grandes problemas que arrastam a humanidade a uma situação dramática sem saída. Dentre outros, os principais problemas são: terrorismo, tráfico de armas, de drogas e de pessoas, criminalidade, corrupção, intolerância, imoralidade, degeneração dos recursos naturais e suas respectivas catástrofes. Para uma ação de reação a essas tendências, o mundo pensa em uma Nova Ordem Mundial, pois se nada for feito, a Globalização se torna inviável e a sociedade humana se auto-destrói.

Contraditoriamente, por uma lado nunca o mundo esteve em situação tão favorável para os negócios, mas também, por outro lado, nunca esteve tão próximo de um colapso universal. Para evitar o colapso é que se pensa na Nova Ordem Mundial que garanta a reversão das atuais tendências catastróficas.

Como deverá ser essa Nova Ordem Mundial e qual o seu objetivo? A Nova Ordem Mundial será encabeçada pela união de todas as formas de adoração, buscando, por meio da santificação do domingo, das famílias reunidas nesse dia, se realize a reeducação dos cidadãos do planeta para que se tornem pessoas de bem. Isso está sendo coordenado pela Igreja Católica, por meio de seu papa. Tem o apoio de muitas grandes autoridades políticas do mundo, bem como da ONU. Pois as palavras acima citadas em relação a ética na economia estão nesse contexto.

Esse discurso está em perfeita sintonia com a Nova Ordem Mundial, em que, pela liderança da Igreja Católica, apoiada pelo poder político-militar dos Estados Unidos e pelo poder das maravilhas do espiritismo, buscará unir todas as forças do mundo inteiro para salvar a Globalização dos negócios, e possibilitar aos poderosos de se enriquecerem ainda mais. Para entender o sentido profético da notícia citada, leia, pela ordem, os seguintes versos bíblicos:

Apoc. 16:12 a 16 (sobre a união das forças de satanás para atacar o povo de DEUS, isto é o secamento do Rio Eufrates, tempo em que se torna real a Nova Ordem Mundial);
Apoc. 17:12 a 14 (sobre a intenção desse movimento de união, lutar contra o povo de DEUS porque dizem ser o responsável pelo fracasso da Globalização dos negócios);
Apoc. 17:16 (sobre o que o povo do mundo fará contra os seus pastores quando DEUS revelar que o sábado é o verdadeiro dia de guarda, revelação que ocorrerá no momento em que intentam cumprir o decreto de morte, entre a sexta e sétima pragas);
Apoc. 18:5 a 19 (onde se descreve em detalhes o que acontecerá durante a sétima praga, note como choram os reis e os mercadores da Terra em remorso porque estão vendo a destruição da Nova Ordem Mundial e da Globalização por meio da devastação da Babilônia, percebem então que eles não tem mais futuro).

É preciso atentar que os versos estão entremeados por declarações que acontecem antes da sétima praga, como o de Apoc. 18:4, esse clamor ocorre um pouco antes do fechamento da porta da graça.

Se prestar atenção aos textos bíblicos acima, verá algo importante. A Nova Ordem Mundial, que a Bíblia chama “um só pensamento” (a tal ponto estão eles unidos em torno de seus interesses pelo poder do dinheiro), o de oferecer à besta (a 2ª) o poder e a autoridade que possuem (Apoc. 17:13), visando guerrear contra o povo de DEUS (Apoc. 17:14) que na aparência é para salvar o mundo de suas tendências degenerativas, mas na verdade é para levar o mundo a adorar a satanás por meio da santificação do domingo (profetizado em Apoc. 13:16-17). A questão da adoração, se a DEUS se a satanás, o mundo saberá distinguir claramente pela pregação em forma de Alto Clamor que o povo de DEUS anunciará antes do fechamento da porta da graça, mas muitos não aceitarão, preferindo o assim chamado deus do dinheiro da Globalização. Porém, ao final da sexta praga, quando DEUS mostrar os Dez Mandamentos, as pessoas do mundo todo verão que se deixaram enganar pelos falsos pastores de Babilônia, por isso se revoltarão contra esses pastores, e os devastarão (isso quer dizer, devastarão babilônia) (ver Apoc. 17:16; 18:6 a 8; 10; 16 e 18-19), ao mesmo tempo em que ela já está recebendo de DEUS o seu juízo (Apoc. 18:8) as sete pragas.

Se o leitor prestar atenção aos noticiários, perceberá que as autoridades globais já estão se expressando no contexto da “Paz e Segurança” necessária para a Globalização. Isso implica em unir todas as igrejas do mundo como uma força para garantir essa paz, e garantir as condições aos negócios globais intensos pelo enriquecimento dos poderosos, que desejam se fazer ainda mais poderosos. Mas por trás da Globalização está, disfarçada, a adoração a satanás por meio da santificação do domingo, forçada por leis nacionais a partir dos Estados Unidos da América.

Notícias assim nos dizem que estamos nos aproximando do dia da vinda de CRISTO. (G1)

Fonte - Cristo Voltará


quarta-feira, 9 de setembro de 2009

Mundo sofrerá nova crise financeira

Em entrevista à BBC, o ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano) Alan Greenspan afirmou que o mundo sofrerá outra crise financeira.

“A crise acontecerá novamente, mas será diferente”, disse Greenspan ao programa Love of Money, da emissora BBC Two.

Segundo ele, a nova crise viria como uma reação a um longo período de prosperidade.

De acordo com Greenspan, apesar de levar tempo e de se tratar de um processo difícil, a economia global eventualmente irá “superar” a crise.
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Fonte - BBC

Nota DDP: Ao que parece um novo ciclo de crise parece ser inevitável. O que varia nas previsões, desde as mais otimistas como esta do Greenspan, até as mais pessimistas como por exemplo de Roubini e Krugman, é o tempo e a intensidade do que virá.


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