Um tremor de magnitude 4.7 na escala Richter atingiu o Haiti neste domingo a 30 km da capital Porto Príncipe, segundo o Instituto Sismológico Americano (USGS, na sigla em inglês). Não há relatos imediatos de danos causado por esse terremoto. As informações são da Reuters.
Segundo o USGS, o tremor teve profundidade de 4,1 km e ocorreu às 19h51 (horário de Brasília).
Na sexta-feira, o instituto já havia registrado outro tremor, de magnitude 4.4, às 10h54. Este sismo ocorreu a uma profundidade de 10 km.
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Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Terremoto de 5,2 graus atinge fronteira entre Costa Rica e Panamá".
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
domingo, 24 de janeiro de 2010
Nasa: 2009 foi ano mais quente já registrado no Hemisfério Sul
O ano de 2009 foi para o Hemisfério Sul o mais quente da história, segundo dados da agência espacial Nasa. Globalmente, o ano passado perdeu em temperatura apenas para 2005, considerado o ano mais quente desde que se tem registros do tipo no planeta.Os dados da Nasa mostram que a temperatura no parte Sul do planeta foi, no ano passado, 0,4º C superior à temperatura mais antiga de que dispõem os cientistas. A partir dessa referência, em 2005 a temperatura global foi cerca de 0,7º C mais alta.
A agência informa ainda que a década passada (2000 a 2009) foi a mais quente desde 1880, quando foram desenvolvidos os primeiros equipamentos capazes de medir temperatura com precisão.
O diretor do Instituto Goddard de Estudos Espaciais da Nasa (GISS, na sigla em inglês), James Hansen, explicou entretanto que o dado mais relevante é a tendência de alta nas temperaturas ao longo das décadas.
"Há uma substancial variação ano a ano da temperatura global que é causada pelo ciclo tropical El Niño-La Niña. Quando medimos a temperatura média ao longo de cinco ou dez anos para minimizar essa variação, descobrimos que o aquecimento global continua inabalável", disse.
Aquecimento global
Os dados apontam para uma clara tendência de aquecimento no planeta. Desde 1880, a temperatura subiu 0,8º C no mundo. Somente nas últimas três décadas, a alta foi de 0,2 graus.
Os cientistas do GISS acreditam que o aumento da temperatura global é causada pela presença de gases causadores do efeito estufa, como gás carbônico, na atmosfera terrestre.
Mas o instituto enfatiza que variações na radiação solar, oscilações na temperatura do mar dos trópicos e fenômenos como El Niño e La Niña também afetam sensivelmente a temperatura da Terra.
Fonte - BBC
quinta-feira, 21 de janeiro de 2010
Judeus e católicos oferecem resposta comum à crise ecológica
CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 20 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Judeus e católicos têm uma resposta comum à crise ecológica que o planeta vive e a expõem no comunicado divulgado no final da reunião da Comissão Bilateral da Santa Sé e do Grão-Rabinato de Israel, nos dias 17 a 20 de janeiro.
“Hoje, a humanidade enfrenta uma crise ambiental única, que é essencialmente consequência de um desordenado abuso material e tecnológico”, explica o documento, após o encontro que havia sido suspenso nos últimos dois anos por causa de divergências apresentadas pelos rabinos sobre a oração pelos judeus da Sexta-Feira Santa e o caso Williamson.
“Ainda que esta crise tenha de ser gestionada obviamente com os instrumentos tecnológicos e a autolimitação, a humildade e a disciplina, os participantes sublinharam a necessidade essencial para a sociedade de reconhecer a dimensão transcendente da criação, que é importante para garantir o desenvolvimento sustentável e o progresso de maneira eticamente responsável”, afirmam judeus e católicos.
“Nem tudo o que é tecnicamente possível é moralmente aceitável – advertem. Esta consciência garante que todo aspecto do progresso humano promove o bem-estar das gerações futuras e santifica o Nome Divino e, do mesmo modo, sua ausência leva a consequências destrutivas para a humanidade e para o ambiente e profana o Nome Divino.”
“A Tradição bíblica, que confere uma dignidade única à pessoa humana, não deve ser entendida como domínio, mas como respeito e solidariedade. Isso exige um senso de ‘ecologia humana’, no qual nossa responsabilidade pelo ecossistema esteja ligada e reflita nossos deveres recíprocos, em particular uma generosidade especial com os pobres, mulheres, crianças, estrangeiros, doentes, fracos e necessitados.”
Ao longo da reunião, os participantes assistiram à comovente conferência do Pe. Patrick Desbois, na Universidade Pontifícia Gregoriana, que ilustrou a tarefa de Yachad in Unum para localizar e impedir que fossem esquecidos os lugares não-identificados da Europa em que ocorreram assassinatos em massa durante a Shoá.
A Comissão Bilateral instou as respectivas comunidades religiosas a prestarem ajuda e darem a conhecer esta obra tão importante para aprender das tragédias do passado a proteger e respeitar a santidade da vida humana em todos os lugares, para que não se voltem a repetir atrocidades semelhantes.
A delegação judaica estava presidida pelo rabino-chefe de Haifa, Shear Yashuv Coehn, enquanto a católica estava presidida pelo cardeal argentino Jorge María Mejía. Os participantes da reunião haviam estado presentes no domingo anterior, na visita de Bento XVI à Grande Sinagoga de Roma.
Neste histórico acontecimento, o Papa reafirmou categoricamente o compromisso da Igreja Católica no diálogo e na fraternidade com o povo judeu, condenando, além disso, de forma inequívoca, o antissemitismo e o antijudaísmo.
Da mesma forma, o grão-rabino de Roma, Riccardo Di Segni, destacou nesta ocasião a obrigação de cristãos e judeus de cooperar para proteger o meio ambiente, seguindo o mandato bíblico.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Mais uma vez, para entender o contexto das declarações, é importante não se esquecer do "filtro" estabelecido pelos próprios participantes da comissão: "Dez mandamentos: base do diálogo judaico-cristão". Veja também "Cristãos e judeus unidos contra o esquecimento".
“Hoje, a humanidade enfrenta uma crise ambiental única, que é essencialmente consequência de um desordenado abuso material e tecnológico”, explica o documento, após o encontro que havia sido suspenso nos últimos dois anos por causa de divergências apresentadas pelos rabinos sobre a oração pelos judeus da Sexta-Feira Santa e o caso Williamson.
“Ainda que esta crise tenha de ser gestionada obviamente com os instrumentos tecnológicos e a autolimitação, a humildade e a disciplina, os participantes sublinharam a necessidade essencial para a sociedade de reconhecer a dimensão transcendente da criação, que é importante para garantir o desenvolvimento sustentável e o progresso de maneira eticamente responsável”, afirmam judeus e católicos.
“Nem tudo o que é tecnicamente possível é moralmente aceitável – advertem. Esta consciência garante que todo aspecto do progresso humano promove o bem-estar das gerações futuras e santifica o Nome Divino e, do mesmo modo, sua ausência leva a consequências destrutivas para a humanidade e para o ambiente e profana o Nome Divino.”
“A Tradição bíblica, que confere uma dignidade única à pessoa humana, não deve ser entendida como domínio, mas como respeito e solidariedade. Isso exige um senso de ‘ecologia humana’, no qual nossa responsabilidade pelo ecossistema esteja ligada e reflita nossos deveres recíprocos, em particular uma generosidade especial com os pobres, mulheres, crianças, estrangeiros, doentes, fracos e necessitados.”
Ao longo da reunião, os participantes assistiram à comovente conferência do Pe. Patrick Desbois, na Universidade Pontifícia Gregoriana, que ilustrou a tarefa de Yachad in Unum para localizar e impedir que fossem esquecidos os lugares não-identificados da Europa em que ocorreram assassinatos em massa durante a Shoá.
A Comissão Bilateral instou as respectivas comunidades religiosas a prestarem ajuda e darem a conhecer esta obra tão importante para aprender das tragédias do passado a proteger e respeitar a santidade da vida humana em todos os lugares, para que não se voltem a repetir atrocidades semelhantes.
A delegação judaica estava presidida pelo rabino-chefe de Haifa, Shear Yashuv Coehn, enquanto a católica estava presidida pelo cardeal argentino Jorge María Mejía. Os participantes da reunião haviam estado presentes no domingo anterior, na visita de Bento XVI à Grande Sinagoga de Roma.
Neste histórico acontecimento, o Papa reafirmou categoricamente o compromisso da Igreja Católica no diálogo e na fraternidade com o povo judeu, condenando, além disso, de forma inequívoca, o antissemitismo e o antijudaísmo.
Da mesma forma, o grão-rabino de Roma, Riccardo Di Segni, destacou nesta ocasião a obrigação de cristãos e judeus de cooperar para proteger o meio ambiente, seguindo o mandato bíblico.
Fonte - Zenit
Nota DDP: Mais uma vez, para entender o contexto das declarações, é importante não se esquecer do "filtro" estabelecido pelos próprios participantes da comissão: "Dez mandamentos: base do diálogo judaico-cristão". Veja também "Cristãos e judeus unidos contra o esquecimento".
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Turco promete provar que é o Messias
ANCARA, 20 JAN (ANSA) - O turco Mehmet Ali Agca, homem que tentou assassinar o papa João Paulo II em 1981, afirmou hoje, em um novo comunicado divulgado por seus advogados, que em breve provará, com base em documentos do Vaticano, que é o "único Messias".
"Dentro de dois anos, eu, Mehmet Ali Agca, provarei que sou o único Messias eterno, com documentos históricos provenientes do Vaticano. Com esses mesmos documentos irrefutáveis, demonstrarei também que tudo neste mundo será destruído ainda neste século", diz uma carta aberta enviada à ANSA pelos advogados Yilmaz Abosoglu e Gokay Gultekin.
O turco assinou o texto como "o Messias". Agca foi libertado na última segunda-feira após passar quase 30 anos preso. No dia 13 de maio de 1981, ele abriu fogo contra João Paulo II em plena Praça São Pedro, no Vaticano.
O polonês Karol Wojtyla, que morreu em 2005, ficou gravemente ferido, sobretudo em função de disparos que atingiram a região do abdômen.
O turco foi detido imediatamente, e dois anos mais tarde, ao visitá-lo na prisão, o papa o perdoou pelo atentado. Em 2000, Agca foi extraditado da Itália para a Turquia, onde permaneceu preso por outros crimes cometidos antes do ataque ocorrido na Praça São Pedro.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Falsos cristos, falsos profetas...
"Dentro de dois anos, eu, Mehmet Ali Agca, provarei que sou o único Messias eterno, com documentos históricos provenientes do Vaticano. Com esses mesmos documentos irrefutáveis, demonstrarei também que tudo neste mundo será destruído ainda neste século", diz uma carta aberta enviada à ANSA pelos advogados Yilmaz Abosoglu e Gokay Gultekin.
O turco assinou o texto como "o Messias". Agca foi libertado na última segunda-feira após passar quase 30 anos preso. No dia 13 de maio de 1981, ele abriu fogo contra João Paulo II em plena Praça São Pedro, no Vaticano.
O polonês Karol Wojtyla, que morreu em 2005, ficou gravemente ferido, sobretudo em função de disparos que atingiram a região do abdômen.
O turco foi detido imediatamente, e dois anos mais tarde, ao visitá-lo na prisão, o papa o perdoou pelo atentado. Em 2000, Agca foi extraditado da Itália para a Turquia, onde permaneceu preso por outros crimes cometidos antes do ataque ocorrido na Praça São Pedro.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Falsos cristos, falsos profetas...
Haiti sofre novo tremor
Um novo terremoto voltou a atingir o Haiti nesta quarta-feira, provocando pânico entre as pessoas que acampam nas ruas da capital depois do devastador tremor da semana passada.
O novo sismo, inicialmente registrado como de magnitude 6,1, teve intensidade revisada para 5,9. Ele balançou prédios já danificados, mas não há relatos imediatos de mais danos. Com medo de tremores secundários, que são comuns após grandes abalos sísmicos, milhares de pessoas dormem nas ruas desde o dia 12.
"Foi muito forte. Cada novo tremor é assustador. Sentimos bem aqui (aponta para o estômago), porque depois da terça-feira da semana passada, nunca sabemos quão forte será", disse Lenis Batiste, que acampava em cima da grama com duas crianças.
O Serviço Geológico dos EUA disse que o epicentro do terremoto de quarta-feira ocorreu 60 quilômetros a oeste-sudoeste da capital Porto Príncipe.
Integrantes do batalhão brasileiro que compõem a missão de paz da ONU no Haiti, a Minustah, já avaliavam possíveis desabamentos de escombros deixados pelo terremoto da semana passada.
"As coisas começaram a tremer. Ficamos realmente com medo. As pessoas saíram às ruas", disse Victor Jean Rossiny, estudante de direito de 24 anos. "Não temos nada aqui. Nem água".
...
Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Veja também "O que está acontecendo? Os terremotos estão aumentando?".
O novo sismo, inicialmente registrado como de magnitude 6,1, teve intensidade revisada para 5,9. Ele balançou prédios já danificados, mas não há relatos imediatos de mais danos. Com medo de tremores secundários, que são comuns após grandes abalos sísmicos, milhares de pessoas dormem nas ruas desde o dia 12.
"Foi muito forte. Cada novo tremor é assustador. Sentimos bem aqui (aponta para o estômago), porque depois da terça-feira da semana passada, nunca sabemos quão forte será", disse Lenis Batiste, que acampava em cima da grama com duas crianças.
O Serviço Geológico dos EUA disse que o epicentro do terremoto de quarta-feira ocorreu 60 quilômetros a oeste-sudoeste da capital Porto Príncipe.
Integrantes do batalhão brasileiro que compõem a missão de paz da ONU no Haiti, a Minustah, já avaliavam possíveis desabamentos de escombros deixados pelo terremoto da semana passada.
"As coisas começaram a tremer. Ficamos realmente com medo. As pessoas saíram às ruas", disse Victor Jean Rossiny, estudante de direito de 24 anos. "Não temos nada aqui. Nem água".
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Fonte - Último Segundo
Nota DDP: Veja também "O que está acontecendo? Os terremotos estão aumentando?".
quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
Garantir desenvolvimento com ética religiosa
Cidade do Vaticano, 20 jan (RV) - A Comissão bilateral permanente de trabalho entre a Santa Sé e o Estado de Israel encerrou hoje seu nono encontro, emitindo um comunicado à imprensa.
Na nota, os participantes recordaram as vítimas do terremoto do Haiti, a recente histórica visita de Bento XVI à sinagoga de Roma e pediram um maior empenho comum na defesa da criação a partir dos valores bíblicos comuns entre católicos e judeus.
Uma das importantes preocupações manifestadas no encontro - informa o grupo – é a urgência de que a pesquisa científica e o desenvolvimento avancem "em estreita relação" com as direções ético-religiosas.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Para saber quais são os "valores bíblicos comuns" suscitados, clique aqui. Talvez sejam 85% comuns, sendo de se aguardar como serão "acomodados" os 15% restantes...
Na nota, os participantes recordaram as vítimas do terremoto do Haiti, a recente histórica visita de Bento XVI à sinagoga de Roma e pediram um maior empenho comum na defesa da criação a partir dos valores bíblicos comuns entre católicos e judeus.
Uma das importantes preocupações manifestadas no encontro - informa o grupo – é a urgência de que a pesquisa científica e o desenvolvimento avancem "em estreita relação" com as direções ético-religiosas.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Para saber quais são os "valores bíblicos comuns" suscitados, clique aqui. Talvez sejam 85% comuns, sendo de se aguardar como serão "acomodados" os 15% restantes...
Bento XVI pede unidade de cristãos
Cidade do Vaticano, 20 jan (EFE).- O papa Bento XVI fez hoje uma nova chamada para a unidade de todos os cristãos e afirmou que a divisão dos seguidores de Cristo "dificulta o anúncio eficaz do Evangelho no mundo".
Diante de cerca de 9 mil pessoas que assistiram na Sala Paulo XVI do Vaticano à audiência pública das quartas-feiras, o pontífice acrescentou que todos os cristãos devem dar testemunho "comum" de Cristo.
O pontífice destinou a catequese da audiência de hoje pela Semana de Orações pela Unidade dos Cristãos, realizada nestes dias e que terminará em 25 de janeiro, com uma cerimônia que Bento XVI presidirá na Basílica de São Paulo Extramuros, em Roma.
"A unidade de todos os discípulos é um dom que vem de Deus. O tema proposto este ano nos lembra a exigência de dar um testemunho comum de Cristo, já que a divisão dos cristãos dificulta o anúncio eficaz do Evangelho no mundo", disse o papa.
Bento XVI ressaltou que o movimento ecumênico moderno se desenvolveu de maneira notável, até se transformar no último século em um elemento importante da vida da Igreja.
A partir do Concílio Vaticano II, acrescentou o papa, a Igreja estabeleceu relações com as outras igrejas do Oriente e as comunidades eclesiais do Ocidente, e foram alcançados consensos que favorecem esse caminho para a unidade.
"Peço a todos sua oração para superar as divergências e promover o diálogo e a fraternidade, assim como para que os cristãos de hoje possam dar um novo testemunho comum de fidelidade a Cristo", disse Bento XVI.
Fonte - G1
Diante de cerca de 9 mil pessoas que assistiram na Sala Paulo XVI do Vaticano à audiência pública das quartas-feiras, o pontífice acrescentou que todos os cristãos devem dar testemunho "comum" de Cristo.
O pontífice destinou a catequese da audiência de hoje pela Semana de Orações pela Unidade dos Cristãos, realizada nestes dias e que terminará em 25 de janeiro, com uma cerimônia que Bento XVI presidirá na Basílica de São Paulo Extramuros, em Roma.
"A unidade de todos os discípulos é um dom que vem de Deus. O tema proposto este ano nos lembra a exigência de dar um testemunho comum de Cristo, já que a divisão dos cristãos dificulta o anúncio eficaz do Evangelho no mundo", disse o papa.
Bento XVI ressaltou que o movimento ecumênico moderno se desenvolveu de maneira notável, até se transformar no último século em um elemento importante da vida da Igreja.
A partir do Concílio Vaticano II, acrescentou o papa, a Igreja estabeleceu relações com as outras igrejas do Oriente e as comunidades eclesiais do Ocidente, e foram alcançados consensos que favorecem esse caminho para a unidade.
"Peço a todos sua oração para superar as divergências e promover o diálogo e a fraternidade, assim como para que os cristãos de hoje possam dar um novo testemunho comum de fidelidade a Cristo", disse Bento XVI.
Fonte - G1
Diálogo entre católicos, ortodoxos e protestantes dá sinais concretos de esperança
O presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, Card. Walter Kasper, acredita que o diálogo entre católicos, ortodoxos e protestantes tem dado passos consistentes rumo a uma maior coesão.
Em relação às “Igrejas Ortodoxas, que estão muito próximas de nós, fizemos muitos e grandes progressos dos últimos dez anos”, constatou o responsável.
“O segundo sinal concreto de esperança – prosseguiu – é a existência de grupos católicos e protestantes que se encontram regularmente, rezam em conjunto, rezam uns pelos outros, fazendo um intercâmbio de experiências espirituais. Estes grupos representam verdadeiramente um ecumenismo de base: adquirem o que foi alcançado nos nossos diálogos teológicos e aplicam-no à sua situação concreta. Isto permite o crescimento de algo que poderá trazer frutos importantes.”
“Vós sois as testemunhas destas coisas” é o trecho do Evangelho de Lucas escolhido para Semana de Oração para a Unidade dos Cristãos e para 2010. “Escolhemos esta passagem porque este ano celebramos o centésimo aniversário da Conferência Missionária em Edimburgo, na qual todos os participantes concordaram que o maior obstáculo para a difusão do Evangelho no mundo era a divisão dos cristãos”, explicou o Card. Walter Kasper.
“Neste sentido – acrescentou – ecumenismo e missão são quase gémeos, estão ligados: como podemos anunciar a reconciliação, a unidade e o amor se nós próprios estamos divididos? O ecumenismo não é apenas algo de académico, mas tem importância e marca também o mundo de hoje.”
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Arcebispo pede rezar para que a unidade de cristãos seja realidade consumada" e "Rabino de Roma: Papa na sinagoga, 'um sinal importante'".
Em relação às “Igrejas Ortodoxas, que estão muito próximas de nós, fizemos muitos e grandes progressos dos últimos dez anos”, constatou o responsável.
“O segundo sinal concreto de esperança – prosseguiu – é a existência de grupos católicos e protestantes que se encontram regularmente, rezam em conjunto, rezam uns pelos outros, fazendo um intercâmbio de experiências espirituais. Estes grupos representam verdadeiramente um ecumenismo de base: adquirem o que foi alcançado nos nossos diálogos teológicos e aplicam-no à sua situação concreta. Isto permite o crescimento de algo que poderá trazer frutos importantes.”
“Vós sois as testemunhas destas coisas” é o trecho do Evangelho de Lucas escolhido para Semana de Oração para a Unidade dos Cristãos e para 2010. “Escolhemos esta passagem porque este ano celebramos o centésimo aniversário da Conferência Missionária em Edimburgo, na qual todos os participantes concordaram que o maior obstáculo para a difusão do Evangelho no mundo era a divisão dos cristãos”, explicou o Card. Walter Kasper.
“Neste sentido – acrescentou – ecumenismo e missão são quase gémeos, estão ligados: como podemos anunciar a reconciliação, a unidade e o amor se nós próprios estamos divididos? O ecumenismo não é apenas algo de académico, mas tem importância e marca também o mundo de hoje.”
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Arcebispo pede rezar para que a unidade de cristãos seja realidade consumada" e "Rabino de Roma: Papa na sinagoga, 'um sinal importante'".
Gelo do Himalaia não vai derreter até 2035
O Painel Intergovernamental para Mudança Climática admitiu que cometeu um erro ao afirmar que as geleiras do Himalaia deixariam de existir até 2035. A organização, no entanto, manteve sua posição de que o aquecimento global seria causado pelo homem, assim com outros resultados encontrados.
Os dados levantados pelo Painel eram causa de polêmica desde 2005. Analistas afirmam que a correção, aliada ao “Climategate” – o vazamento de emails em que cientistas discutiam como “manipular” dados do aquecimento – estão diminuindo a credibilidade do Painel.
A questão do degelo das geleiras do Himalaia gerou polêmica durante a Conferência de Copenhague, quando quatro cientistas apontaram que um degelo até 2035 seria fisicamente impossível. O ministro de Meio Ambiente da Índia, Jairam Ramesh, criticou a organização em um evento climático no país. Ramesh pediu que o Painel explique como chegou à estimativa de 2035, que “criou pânico”.
Fonte - Opinião e Notícia
Os dados levantados pelo Painel eram causa de polêmica desde 2005. Analistas afirmam que a correção, aliada ao “Climategate” – o vazamento de emails em que cientistas discutiam como “manipular” dados do aquecimento – estão diminuindo a credibilidade do Painel.
A questão do degelo das geleiras do Himalaia gerou polêmica durante a Conferência de Copenhague, quando quatro cientistas apontaram que um degelo até 2035 seria fisicamente impossível. O ministro de Meio Ambiente da Índia, Jairam Ramesh, criticou a organização em um evento climático no país. Ramesh pediu que o Painel explique como chegou à estimativa de 2035, que “criou pânico”.
Fonte - Opinião e Notícia
História da adoração – A alma, evolução do conceito II
Capítulo 20
A origem do conceito de alma separável do corpo, como já vimos, vem do tempo do Jardim do Éden, quando Lúcifer mentiu a Eva de que desobedecendo a DEUS, isto é, comendo do fruto, mesmo assim não morreriam (Gên. 3:4). Lúcifer andava em busca de um império. Não fazia muito ele perdera a guerra no Céu, fora expulso dali, e agora estava no vazio do Universo a procura de algum planeta habitado para construir seu império. E como conseguiria isso senão mentindo? Por ventura algum ser inteligente o atenderia se dissesse algo assim: ‘olha, eu sou Lúcifer, fui expulso do Céu por rebeldia, me acolham aqui e serei vosso rei’. O que acha? Por isso ele mentiu, levou Eva a desobediência e por essa via conquistou a submissão dela, e logo depois também de Adão. Assim esse planeta passou do governo de DEUS para o governo de Lúcifer. E as desgraças que disto resultaram conhecemos bem. O princípio de governo da Terra não é o amor e sim o ódio.
Do Jardim do Éden o conceito de alma sem corpo passou aos antediluvianos e foi retomado pelas pessoas no tempo de Ninrod. De Ninrod, por meio da confusão de línguas, se disseminou pelo mundo, sendo maior o número de pessoas a crer na alma separável do corpo do que as que criam que alma é um corpo que respira. Em seqüência, se desenvolveram religiões coerentes com esse conceito, como as religiões pagãs. Mais tarde a crença da alma imortal entrou até mesmo entre os judeus, o povo de DEUS. Segundo a Enciclopédia Judaica, "a crença na imortalidade da alma chegou aos judeus através do contacto com o pensamento grego e principalmente através da filosofia de Platão (427-347 a.C.), seu principal expoente". Apartir de meados do 2.° Século d.C., os primitivos filósofos cristãos adotaram o conceito grego da imortalidade da alma. Nesse tempo a idéia da alma imortal invadiu o cristianismo, e até hoje permanece, mas não em todas as igrejas cristãs. Há cristãos que seguem a explicação da Bíblia, e ela merece ser considerada, afinal, ela é a Palavra de DEUS, aquele que nos criou.
Um dos povos que fortaleceu essa crença foram os egípcios. Eles criam que a alma fosse preexistente, que se tratava de apenas um espírito, sem matéria. Criam que esse espírito nunca morre. Eles criam que toda pessoa mais favorecida possuía um espirito protetor, que chamavam ‘ka’, diziam que ele permanecia com a pessoa durante a vida, para a guiar nessa vida por caminhos selecionados e que influenciava no futuro após a morte. Morrendo o egípcio, o seu ka o esperava do outro lado do Grande Rio.
Nos tempos mais antigos, acreditavam que só os reis possuíam o ‘ka’, por isso, os mumificavam e colocavam junto da tumba seus pertences pessoais, para o ‘ka’ os levar junto. Criam que o ‘ka’ dos reis iria para alguma estrela celestial. Por esse motivo os reis construíam pirâmides com uma pequena saída para que essa alma saísse em direção de sua estrela, conforme estudos do ‘National Geografic’. Mais tarde passaram a crer que todas as pessoas possuíam um ‘ka’.
Os hindus imaginaram o ‘atman’ que seria um espírito presente no corpo. Os chineses inventaram outra forma de crer, entendiam que havia dois aspectos no ser humano, o yahg e o yin, a alma e o espírito. Os budistas crêem em reencarnação até atingir o Nirvana, a paz absoluta. Os espíritas, que surgiram no séc. XIX, crêem na reencarnação da alma em busca da perfeição. Enfim, todas as crenças pagãs crêem em alguma forma de alma imortal, variando de uma crença para outra.
Há algo errado nessa forma de crer. Não é admissível que o homem possa ser explicado por inúmeras formas diferentes, e todas corretas. Além disso, essas crenças surgiram da imaginação de seres humanos. É preferível ficar com a Bíblia, explicação dada pelo próprio Criador, que diz que a alma se tornou mortal por causa do pecado.
Fonte - Cristo Voltará
A origem do conceito de alma separável do corpo, como já vimos, vem do tempo do Jardim do Éden, quando Lúcifer mentiu a Eva de que desobedecendo a DEUS, isto é, comendo do fruto, mesmo assim não morreriam (Gên. 3:4). Lúcifer andava em busca de um império. Não fazia muito ele perdera a guerra no Céu, fora expulso dali, e agora estava no vazio do Universo a procura de algum planeta habitado para construir seu império. E como conseguiria isso senão mentindo? Por ventura algum ser inteligente o atenderia se dissesse algo assim: ‘olha, eu sou Lúcifer, fui expulso do Céu por rebeldia, me acolham aqui e serei vosso rei’. O que acha? Por isso ele mentiu, levou Eva a desobediência e por essa via conquistou a submissão dela, e logo depois também de Adão. Assim esse planeta passou do governo de DEUS para o governo de Lúcifer. E as desgraças que disto resultaram conhecemos bem. O princípio de governo da Terra não é o amor e sim o ódio.
Do Jardim do Éden o conceito de alma sem corpo passou aos antediluvianos e foi retomado pelas pessoas no tempo de Ninrod. De Ninrod, por meio da confusão de línguas, se disseminou pelo mundo, sendo maior o número de pessoas a crer na alma separável do corpo do que as que criam que alma é um corpo que respira. Em seqüência, se desenvolveram religiões coerentes com esse conceito, como as religiões pagãs. Mais tarde a crença da alma imortal entrou até mesmo entre os judeus, o povo de DEUS. Segundo a Enciclopédia Judaica, "a crença na imortalidade da alma chegou aos judeus através do contacto com o pensamento grego e principalmente através da filosofia de Platão (427-347 a.C.), seu principal expoente". Apartir de meados do 2.° Século d.C., os primitivos filósofos cristãos adotaram o conceito grego da imortalidade da alma. Nesse tempo a idéia da alma imortal invadiu o cristianismo, e até hoje permanece, mas não em todas as igrejas cristãs. Há cristãos que seguem a explicação da Bíblia, e ela merece ser considerada, afinal, ela é a Palavra de DEUS, aquele que nos criou.
Um dos povos que fortaleceu essa crença foram os egípcios. Eles criam que a alma fosse preexistente, que se tratava de apenas um espírito, sem matéria. Criam que esse espírito nunca morre. Eles criam que toda pessoa mais favorecida possuía um espirito protetor, que chamavam ‘ka’, diziam que ele permanecia com a pessoa durante a vida, para a guiar nessa vida por caminhos selecionados e que influenciava no futuro após a morte. Morrendo o egípcio, o seu ka o esperava do outro lado do Grande Rio.
Nos tempos mais antigos, acreditavam que só os reis possuíam o ‘ka’, por isso, os mumificavam e colocavam junto da tumba seus pertences pessoais, para o ‘ka’ os levar junto. Criam que o ‘ka’ dos reis iria para alguma estrela celestial. Por esse motivo os reis construíam pirâmides com uma pequena saída para que essa alma saísse em direção de sua estrela, conforme estudos do ‘National Geografic’. Mais tarde passaram a crer que todas as pessoas possuíam um ‘ka’.
Os hindus imaginaram o ‘atman’ que seria um espírito presente no corpo. Os chineses inventaram outra forma de crer, entendiam que havia dois aspectos no ser humano, o yahg e o yin, a alma e o espírito. Os budistas crêem em reencarnação até atingir o Nirvana, a paz absoluta. Os espíritas, que surgiram no séc. XIX, crêem na reencarnação da alma em busca da perfeição. Enfim, todas as crenças pagãs crêem em alguma forma de alma imortal, variando de uma crença para outra.
Há algo errado nessa forma de crer. Não é admissível que o homem possa ser explicado por inúmeras formas diferentes, e todas corretas. Além disso, essas crenças surgiram da imaginação de seres humanos. É preferível ficar com a Bíblia, explicação dada pelo próprio Criador, que diz que a alma se tornou mortal por causa do pecado.
Fonte - Cristo Voltará
terça-feira, 19 de janeiro de 2010
Terremoto de 5,1 graus atinge o Chile sem deixar vítimas
Um tremor de 5,1 graus na escala Richter atingiu nesta terça a capital chilena e outras localidades da Região Metropolitana e de Valparaíso, sem deixar vítimas ou danos materiais, segundo as autoridades.
O terremoto foi registrado às 2h37 (3h37 de Brasília) e o epicentro foi localizado 40 quilômetros ao norte da localidade de Los Andes e cerca de 117 quilômetros de Santiago, a uma profundidade de 100 quilômetros, informou o Instituto Sismológico da Universidade do Chile.
Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Terremoto de 5,8 graus atinge Ilhas Cayman, no Caribe" e "Terremoto de 6 graus atinge Guatemala e El Salvador". Destaque:
"Em oito dias - de 11 a 18 de janeiro deste ano, já são cinco terremotos registrados e seis países da América do Sul e Central atingidos."
Contando o dia 19, há de ser considerados mais dois terremotos.
O terremoto foi registrado às 2h37 (3h37 de Brasília) e o epicentro foi localizado 40 quilômetros ao norte da localidade de Los Andes e cerca de 117 quilômetros de Santiago, a uma profundidade de 100 quilômetros, informou o Instituto Sismológico da Universidade do Chile.
Fonte - Terra
Nota DDP: Veja também "Terremoto de 5,8 graus atinge Ilhas Cayman, no Caribe" e "Terremoto de 6 graus atinge Guatemala e El Salvador". Destaque:
"Em oito dias - de 11 a 18 de janeiro deste ano, já são cinco terremotos registrados e seis países da América do Sul e Central atingidos."
Contando o dia 19, há de ser considerados mais dois terremotos.
Terremoto de 5,6 graus sacode Taiwan
Taipé, 19 jan (EFE).- Um terremoto de 5,6 graus na escala Richter sacudiu a cidade litorânea de Hualien, no leste de Taiwan, e foi sentido em toda a ilha, informou o Serviço Meteorológico Central do país.
O tremor aconteceu às 14h09 locais (4h09 de Brasília) e teve epicentro a 37,3 quilômetros de profundidade, a 19,7 quilômetros a sudeste de Hualien, assinalou o serviço meteorológico.
Por enquanto não foram informados danos pessoais ou materiais de importância devidos ao tremor.
Taiwan sofreu em 21 de setembro de 1999 seu terremoto mais devastador nos últimos cem anos, com 7,3 graus de magnitude na escala Richter, causando a morte de mais de 2.400 pessoas.
Fonte - G1
Nota DDP: Haiti, Rio Grande do Norte, Venezuela, Argentina, Taiwan...
O tremor aconteceu às 14h09 locais (4h09 de Brasília) e teve epicentro a 37,3 quilômetros de profundidade, a 19,7 quilômetros a sudeste de Hualien, assinalou o serviço meteorológico.
Por enquanto não foram informados danos pessoais ou materiais de importância devidos ao tremor.
Taiwan sofreu em 21 de setembro de 1999 seu terremoto mais devastador nos últimos cem anos, com 7,3 graus de magnitude na escala Richter, causando a morte de mais de 2.400 pessoas.
Fonte - G1
Nota DDP: Haiti, Rio Grande do Norte, Venezuela, Argentina, Taiwan...
Música, ponto de encontro dos cristãos
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Há características que diferenciam as culturas e os povos, mas haverá expressão mais universal do que a música? A música está presente em todas as culturas do mundo e será por isso a mais democrática das artes. No cristianismo, durante séculos as diferentes confissões foram construindo a sua história desenvolvendo estéticas próprias. A tradição ortodoxa desenvolveu a sua música litúrgica em eslavão e em grego, a igreja do ocidente usava o latim. Com a reforma, as igrejas reformadas introduziram as línguas vernáculas com vista a facilitar a compreensão dos textos litúrgicos por parte dos fiéis. Este foi um gesto pioneiro que só séculos mais tarde foi adoptado pela igreja católica romana. Não se pode falar de música sem se referir o grande Johann Sebastian Bach. Bach e outros compositores seus contemporâneos introduziram nas celebrações dominicais a forma da Cantata, que incluía árias para cantores solistas, recitativos e corais (entoados por toda a assembleia) [3]. A escrita dos corais veio romper com a música da pré-reforma que, apesar de muito bela, tinha ganho uma complexidade e virtuosismo excessivos aos olhos destes compositores da igreja reformada. Nos corais de Bach, os textos sagrados ganharam um novo destaque e os fiéis podiam compreender o que cantavam e o que era cantado. Esta importância dada à Palavra é princípio transversalmente inspirador para todas as confissões do cristianismo. Este aspecto serve aqui de exemplo para ilustrar a importância de se estar aberto ao que outras tradições têm para ensinar: a história tem-nos vindo a revelar que ninguém pode considerar que domina todo o conhecimento e que nada tem a aprender com o dos outros.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Sugiro a leitura do texto "O demônio da bateria".
Há características que diferenciam as culturas e os povos, mas haverá expressão mais universal do que a música? A música está presente em todas as culturas do mundo e será por isso a mais democrática das artes. No cristianismo, durante séculos as diferentes confissões foram construindo a sua história desenvolvendo estéticas próprias. A tradição ortodoxa desenvolveu a sua música litúrgica em eslavão e em grego, a igreja do ocidente usava o latim. Com a reforma, as igrejas reformadas introduziram as línguas vernáculas com vista a facilitar a compreensão dos textos litúrgicos por parte dos fiéis. Este foi um gesto pioneiro que só séculos mais tarde foi adoptado pela igreja católica romana. Não se pode falar de música sem se referir o grande Johann Sebastian Bach. Bach e outros compositores seus contemporâneos introduziram nas celebrações dominicais a forma da Cantata, que incluía árias para cantores solistas, recitativos e corais (entoados por toda a assembleia) [3]. A escrita dos corais veio romper com a música da pré-reforma que, apesar de muito bela, tinha ganho uma complexidade e virtuosismo excessivos aos olhos destes compositores da igreja reformada. Nos corais de Bach, os textos sagrados ganharam um novo destaque e os fiéis podiam compreender o que cantavam e o que era cantado. Esta importância dada à Palavra é princípio transversalmente inspirador para todas as confissões do cristianismo. Este aspecto serve aqui de exemplo para ilustrar a importância de se estar aberto ao que outras tradições têm para ensinar: a história tem-nos vindo a revelar que ninguém pode considerar que domina todo o conhecimento e que nada tem a aprender com o dos outros.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Sugiro a leitura do texto "O demônio da bateria".
Igreja romana trabalha pela unidade dos cristãos
CIDADE DO VATICANO, 18 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI afirmou hoje, recebendo uma delegação da Igreja Luterana Finlandesa, que desde o Concílio Vaticano II a Santa Sé se empenha "com todo o coração" pela unidade dos cristãos.
Hoje, o Pontífice abre a tradicional semana para o diálogo entre os cristãos. No discurso feito aos líderes luteranos, Bento XVI ressaltou que os problemas do passado devem ser um motivo para "estimular um esforço em direção a uma maior compreensão recíproca e à reconciliação".
As mudanças da Igreja Católica no que se refere ao diálogo com outras religiões e denominações cristãs também foram elogiadas ontem pelo rabino-chefe da Sinagoga de Roma, Riccardo Di Segni, que recebeu Bento XVI no templo judaico.
"A nós interessa que não se volte atrás nas decisões do Concílio e, sobre isso, me parece que haja sintonia", destacou Di Segni, acrescentando que o resultado da ida do Pontífice à sinagoga foi "decisivamente positivo".
Hoje, a visita de Bento XVI também foi elogiada pelo prefeito da capital italiana, Gianni Alemanno. "A visita do Papa à Sinagoga de Roma foi um evento histórico, com o qual fiquei comovido", destacou.
O político italiano lembrou que Bento XVI e Di Segni falaram de temas "de forte atualidade, de integração, de meio ambiente e demonstraram como pertencer a religiões diferentes pode servir para reforçar os valores universais da pessoa".
"Agradeço à comunidade judaica por ter tido a coragem de organizar este encontro. Acredito que tenha sido um passo adiante, não só para Roma, mas para toda a humanidade, para construir um futuro de colaboração e paz", enfatizou Alemanno.
O encontro entre líderes das duas religiões ocorreu em meio a discórdias sobre a atuação do Papa Pio XII (1939-1958) em relação ao Holocausto. Os judeus acusam o Pontífice de ter sido omisso diante do extermínio dos judeus.
A controvérsia se intensificou em dezembro, quando Bento XVI assinou um documento atestando as "virtudes heróicas" de Pio XII, passo importante em seu processo de beatificação.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Veja também "Ecumenismo é opção irreversível da Igreja, diz Papa a luteranos".
Hoje, o Pontífice abre a tradicional semana para o diálogo entre os cristãos. No discurso feito aos líderes luteranos, Bento XVI ressaltou que os problemas do passado devem ser um motivo para "estimular um esforço em direção a uma maior compreensão recíproca e à reconciliação".
As mudanças da Igreja Católica no que se refere ao diálogo com outras religiões e denominações cristãs também foram elogiadas ontem pelo rabino-chefe da Sinagoga de Roma, Riccardo Di Segni, que recebeu Bento XVI no templo judaico.
"A nós interessa que não se volte atrás nas decisões do Concílio e, sobre isso, me parece que haja sintonia", destacou Di Segni, acrescentando que o resultado da ida do Pontífice à sinagoga foi "decisivamente positivo".
Hoje, a visita de Bento XVI também foi elogiada pelo prefeito da capital italiana, Gianni Alemanno. "A visita do Papa à Sinagoga de Roma foi um evento histórico, com o qual fiquei comovido", destacou.
O político italiano lembrou que Bento XVI e Di Segni falaram de temas "de forte atualidade, de integração, de meio ambiente e demonstraram como pertencer a religiões diferentes pode servir para reforçar os valores universais da pessoa".
"Agradeço à comunidade judaica por ter tido a coragem de organizar este encontro. Acredito que tenha sido um passo adiante, não só para Roma, mas para toda a humanidade, para construir um futuro de colaboração e paz", enfatizou Alemanno.
O encontro entre líderes das duas religiões ocorreu em meio a discórdias sobre a atuação do Papa Pio XII (1939-1958) em relação ao Holocausto. Os judeus acusam o Pontífice de ter sido omisso diante do extermínio dos judeus.
A controvérsia se intensificou em dezembro, quando Bento XVI assinou um documento atestando as "virtudes heróicas" de Pio XII, passo importante em seu processo de beatificação.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Veja também "Ecumenismo é opção irreversível da Igreja, diz Papa a luteranos".
Abertura do comércio aos domingos na França
Discretamente nos últimos meses tem-se começado a observar uma batalha entre supermercados para abrir ao domingo. Em Paris, as aberturas dominicais têm-se multiplicado e, apesar de os empresários dizerem que os trabalhadores saem beneficiados, a realidade por vezes é outra.
"Obviamente que isso nos incomoda - nós também temos uma família!", queixa-se ao "Le Monde" Houssine, um trabalhador do Franprix, que desde Setembro do ano passado começou a abrir as portas durante a manhã e a tarde de domingo, não tem deixado outra hipótese aos trabalhadores senão adaptarem-se a estes novos horários.
Para piorar a situação, os salários não foram aumentados e trabalhar ao domingo não dá direito a um dia de descanso adicional. Além disso, as vendas não têm registado um aumento significativo nestes dias.
Em Portugal, PCP e Bloco de Esquerda já apresentaram propostas para impedir a abertura de hipermercados aos domingos e feriados.
Fonte - IOnline
"Obviamente que isso nos incomoda - nós também temos uma família!", queixa-se ao "Le Monde" Houssine, um trabalhador do Franprix, que desde Setembro do ano passado começou a abrir as portas durante a manhã e a tarde de domingo, não tem deixado outra hipótese aos trabalhadores senão adaptarem-se a estes novos horários.
Para piorar a situação, os salários não foram aumentados e trabalhar ao domingo não dá direito a um dia de descanso adicional. Além disso, as vendas não têm registado um aumento significativo nestes dias.
Em Portugal, PCP e Bloco de Esquerda já apresentaram propostas para impedir a abertura de hipermercados aos domingos e feriados.
Fonte - IOnline
Terremoto atinge a costa da Guatemala (mais um)
Um forte tremor de magnitude 6 atingiu a costa pacífica da Guatemala, na América Central, nesta segunda-feira (18), segundo o Centro de Pesquisas Geológicas dos EUA. O tremor ocorreu às 9h40 locais (13h40 de Brasília), próximo à fronteira com El Salvador. Segundo a agência, o tremor ocorreu a cerca de 103 km de profundidade, com epicentro localizado a 97 km da Cidade da Guatemala. O abalou provocou alerta nos dois países, mas não há informações sobre vítimas, segundo os serviços geológicos e de socorro. Prédios chegaram a sacudir em San Salvador, a capital salvadorenha. No último dia 12,um terremoto de magnitude 7 atingiu o Haiti, devastando o país e provocando milhares de mortes e o caos humanitário.(G1 Notícias)
Nota Michelson Borges: Note no gráfico abaixo a intensificação do número de terremotos em anos recentes, até 2008. E 2010 mal começou...
Jesus previu: "Haverá fomes e terremotos em vários lugares" (Mt 24:7). Então, no capítulo 25 de Mateus, Ele conta algumas parábolas que envolvem o preparo para Sua vinda. A volta de Jesus será a solução definitiva para a morte, a dor e o mal neste mundo. Você já leu esses capítulos? Você já leu a Bíblia hoje? Faça isso e tome sua decisão.segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Sábado, tempo de repouso divino e lazer
ROMA, segunda-feira, 18 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Ontem se realizou na Itália o 21º Dia para o Aprofundamento e Desenvolvimento do Diálogo entre Católicos e Judeus, que este ano tinha como tema “Lembra-te do dia do sábado para santificá-lo” (Ex 20,8), que representa o quarto mandamento (“quarta palavra”) segundo a numeração judaica.
Por ocasião desde evento, foi preparado um subsídio, assinado por Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni-Narni-Amelia e presidente da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo, da Conferência Episcopal Italiana (CEI), e pelo rabino Giuseppe Laras, presidente do Tribunal Rabínico de Milão e do Norte da Itália.
“O sábado – afirma-se no subsídio –, tempo de descanso divino e de lazer, é, assim, excelente para a sociabilidade no sentido mais amplo, porque permite abrir os ouvidos e o coração a essas vozes de solidariedade para com o próximo, que às vezes o barulho e o cansaço da semana não permitem perceber.”
“O sábado – lê-se também – significa presença de Deus, sua relação com o homem, amorosa e misericordiosa; é, portanto, um tempo repleto de santidade, no qual se volta a propor a Aliança (Ex 31, 16) e a lembrança da redenção pascal (Dt 5, 15).”
“Por isso, este dia – afirma o documento – se enche de espera messiânica e de esperança de uma plenitude futura, representada pela imagem do sábado como rainha e como esposa.”
A iniciativa de um dia dedicado de forma especial à oração pelo povo judeu e ao diálogo com os filhos de Israel amadureceu na Igreja a finais da década de 80, seguindo a linha traçada pelo documento conciliar Nostra Aetate, promulgado em 1965 por Paulo VI.
Mas foi apenas em 1990 que a CEI decidiu dar vida a esta iniciativa, coordenada com autoridades e personalidades do mundo judaico e estendida também à Europa após o encontro ecumênico de Graz (Áustria) em 1998, que serviu de prelúdio para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (18-25 de janeiro).
Dessa forma, a Igreja Católica pretende responder a uma exigência de maior compreensão de si mesma através do conhecimento das suas origens, e expressar um gesto de diálogo e de fraternidade ao povo judeu.
Além disso, há alguns anos se acrescentou, no âmbito civil, a celebração do “Dia da Memória” da Shoá, também no final de janeiro, o que produziu um enriquecimento nas temáticas e nos encontros.
Desde 2005, como tema geral do evento de 17 de janeiro, começou-se um programa de reflexão em dez anos, para meditar sobre as “Dez Palavras” ou Decálogo, reveladas a Moisés sobre o Monte Sinai e entregues ao homem para sua santificação e no contexto da Aliança de salvação.
Pretendia-se acolher e desenvolver assim o convite feito pelo Papa Bento XVI, durante sua visita à sinagoga de Colônia, em 19 de agosto de 2005.
No ano passado, a assembleia rabínica italiana decidiu suspender a realização deste Dia, que foi retomado novamente este ano, coincidindo com a visita do Papa à sinagoga de Roma ontem.
Fonte - Zenit
Por ocasião desde evento, foi preparado um subsídio, assinado por Dom Vincenzo Paglia, bispo de Terni-Narni-Amelia e presidente da Comissão para o Ecumenismo e o Diálogo, da Conferência Episcopal Italiana (CEI), e pelo rabino Giuseppe Laras, presidente do Tribunal Rabínico de Milão e do Norte da Itália.
“O sábado – afirma-se no subsídio –, tempo de descanso divino e de lazer, é, assim, excelente para a sociabilidade no sentido mais amplo, porque permite abrir os ouvidos e o coração a essas vozes de solidariedade para com o próximo, que às vezes o barulho e o cansaço da semana não permitem perceber.”
“O sábado – lê-se também – significa presença de Deus, sua relação com o homem, amorosa e misericordiosa; é, portanto, um tempo repleto de santidade, no qual se volta a propor a Aliança (Ex 31, 16) e a lembrança da redenção pascal (Dt 5, 15).”
“Por isso, este dia – afirma o documento – se enche de espera messiânica e de esperança de uma plenitude futura, representada pela imagem do sábado como rainha e como esposa.”
A iniciativa de um dia dedicado de forma especial à oração pelo povo judeu e ao diálogo com os filhos de Israel amadureceu na Igreja a finais da década de 80, seguindo a linha traçada pelo documento conciliar Nostra Aetate, promulgado em 1965 por Paulo VI.
Mas foi apenas em 1990 que a CEI decidiu dar vida a esta iniciativa, coordenada com autoridades e personalidades do mundo judaico e estendida também à Europa após o encontro ecumênico de Graz (Áustria) em 1998, que serviu de prelúdio para a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos (18-25 de janeiro).
Dessa forma, a Igreja Católica pretende responder a uma exigência de maior compreensão de si mesma através do conhecimento das suas origens, e expressar um gesto de diálogo e de fraternidade ao povo judeu.
Além disso, há alguns anos se acrescentou, no âmbito civil, a celebração do “Dia da Memória” da Shoá, também no final de janeiro, o que produziu um enriquecimento nas temáticas e nos encontros.
Desde 2005, como tema geral do evento de 17 de janeiro, começou-se um programa de reflexão em dez anos, para meditar sobre as “Dez Palavras” ou Decálogo, reveladas a Moisés sobre o Monte Sinai e entregues ao homem para sua santificação e no contexto da Aliança de salvação.
Pretendia-se acolher e desenvolver assim o convite feito pelo Papa Bento XVI, durante sua visita à sinagoga de Colônia, em 19 de agosto de 2005.
No ano passado, a assembleia rabínica italiana decidiu suspender a realização deste Dia, que foi retomado novamente este ano, coincidindo com a visita do Papa à sinagoga de Roma ontem.
Fonte - Zenit
Igrejas iniciam semana dedicada ao diálogo
As Igrejas cristãs vivem, de 18 a 25 de Janeiro, a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, naquela que representa a grande referência para a prática do diálogo ecuménico entre nós. Ano após ano são formulados votos para que esta preocupação esteja presente na vida dos cristãos ao longo de todos os Domingos, mas é fundamentalmente nestes oito dias que a Unidade dos cristãos provoca encontros de oração, partilha e reflexão.
O Movimento Ecuménico é hoje um dado adquirido para os cristãos em geral. Afirmou-se primeiro fora da Igreja Católica, mas desde o Vaticano II que os católicos se encontram também empenhados, a todos os níveis, em promover a unidade visível entre todos os cristãos.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Papa saúda diálogo católico-luterano".
O Movimento Ecuménico é hoje um dado adquirido para os cristãos em geral. Afirmou-se primeiro fora da Igreja Católica, mas desde o Vaticano II que os católicos se encontram também empenhados, a todos os níveis, em promover a unidade visível entre todos os cristãos.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Papa saúda diálogo católico-luterano".
Dez mandamentos: base do diálogo judaico-cristão, afirma Papa
Convida uns e outros e darem testemunho do único Deus
ROMA, domingo, 17 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Visitando, neste domingo à tarde, a comunidade judaica de Roma, Bento XVI pediu um aprofundamento e maior proximidade nas relações entre as duas religiões monoteístas.
“Que Deus reforce nossa fraternidade e torne mais firme nosso entendimento”, desejou.
Na intervenção que pronunciou na Grande Sinagoga, na presença de mais de mil pessoas, o pontífice recordou que tanto judeus como cristãos estão iluminados pelo Decálogo – as Dez Palavras ou Dez Mandamentos –, que representam “um farol e uma norma de vida na justiça e no amor, um ‘grande código’ ético para toda a humanidade”.
Nesta perspectiva, observou que há vários campos de colaboração e testemunho entre ambos os credos, sublinhando três particularmente importantes para a nossa época.
O Papa explicou antes de tudo que as Dez Palavras “pedem para recordar o único Senhor, contra a tentação de se construir outros ídolos”.
“Em nosso mundo, muitos não conhecem Deus ou o consideram supérfluo, sem importância para a vida; foram fabricados assim outros e novos deuses diante dos quais os homens se inclinam”, reconheceu.
“Despertar em nossa sociedade a abertura da dimensão transcendente, testemunhar o único Deus é um serviço precioso que judeus e cristãos podem oferecer juntos.”
Em segundo lugar, o Decálogo pede “pedem o respeito, a proteção da vida contra injustiça e exploração, reconhecendo o valor de toda pessoa humana, criada segundo a imagem e semelhança de Deus”.
“Quantas vezes, em toda parte da terra, próxima ou distante, são ainda violados a dignidade, a liberdade, os direitos do ser humano!”, exclamou.
Neste contexto, “testemunhar juntos o valor supremo da vida contra todo egoísmo é oferecer uma importante contribuição ao mundo no qual reine a justiça e a paz”.
As Dez Palavras exigem, em terceiro lugar, “conservar e promover a santidade da família, onde o ‘sim’ pessoal e recíproco, fiel e definitivo do homem e da mulher, abre o espaço para o futuro, para a autêntica humanidade de cada um, e se abre, ao mesmo tempo, ao dom de uma nova vida”.
“Testemunhar que a família continua sendo a célula essencial da sociedade e o contexto de base onde se aprende e se exercita as virtudes humanas é um precioso serviço a ser oferecido para a construção de um mundo que tenha um rosto mais humano”, constatou.
...
Nesta direção, afirmou, “podemos dar passos juntos, conscientes das diferenças que existem entre nós, mas também do fato que conseguiremos unir nossos corações e nossas mãos para responder ao convite do Senhor, sua luz se tornará mais próxima para iluminar todos os povos da terra”.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Veja também "Bento XVI é acolhido entre aplausos na Grande Sinagoga" e "Papa encomenda à Virgem Maria o diálogo com os judeus e a unidade dos cristãos".
ROMA, domingo, 17 de janeiro de 2010 (ZENIT.org).- Visitando, neste domingo à tarde, a comunidade judaica de Roma, Bento XVI pediu um aprofundamento e maior proximidade nas relações entre as duas religiões monoteístas.
“Que Deus reforce nossa fraternidade e torne mais firme nosso entendimento”, desejou.
Na intervenção que pronunciou na Grande Sinagoga, na presença de mais de mil pessoas, o pontífice recordou que tanto judeus como cristãos estão iluminados pelo Decálogo – as Dez Palavras ou Dez Mandamentos –, que representam “um farol e uma norma de vida na justiça e no amor, um ‘grande código’ ético para toda a humanidade”.
Nesta perspectiva, observou que há vários campos de colaboração e testemunho entre ambos os credos, sublinhando três particularmente importantes para a nossa época.
O Papa explicou antes de tudo que as Dez Palavras “pedem para recordar o único Senhor, contra a tentação de se construir outros ídolos”.
“Em nosso mundo, muitos não conhecem Deus ou o consideram supérfluo, sem importância para a vida; foram fabricados assim outros e novos deuses diante dos quais os homens se inclinam”, reconheceu.
“Despertar em nossa sociedade a abertura da dimensão transcendente, testemunhar o único Deus é um serviço precioso que judeus e cristãos podem oferecer juntos.”
Em segundo lugar, o Decálogo pede “pedem o respeito, a proteção da vida contra injustiça e exploração, reconhecendo o valor de toda pessoa humana, criada segundo a imagem e semelhança de Deus”.
“Quantas vezes, em toda parte da terra, próxima ou distante, são ainda violados a dignidade, a liberdade, os direitos do ser humano!”, exclamou.
Neste contexto, “testemunhar juntos o valor supremo da vida contra todo egoísmo é oferecer uma importante contribuição ao mundo no qual reine a justiça e a paz”.
As Dez Palavras exigem, em terceiro lugar, “conservar e promover a santidade da família, onde o ‘sim’ pessoal e recíproco, fiel e definitivo do homem e da mulher, abre o espaço para o futuro, para a autêntica humanidade de cada um, e se abre, ao mesmo tempo, ao dom de uma nova vida”.
“Testemunhar que a família continua sendo a célula essencial da sociedade e o contexto de base onde se aprende e se exercita as virtudes humanas é um precioso serviço a ser oferecido para a construção de um mundo que tenha um rosto mais humano”, constatou.
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Nesta direção, afirmou, “podemos dar passos juntos, conscientes das diferenças que existem entre nós, mas também do fato que conseguiremos unir nossos corações e nossas mãos para responder ao convite do Senhor, sua luz se tornará mais próxima para iluminar todos os povos da terra”.
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Fonte - Zenit
Nota DDP: Veja também "Bento XVI é acolhido entre aplausos na Grande Sinagoga" e "Papa encomenda à Virgem Maria o diálogo com os judeus e a unidade dos cristãos".
Terremoto de magnitude 6,3 atinge sul da costa da Argentina
WASHINGTON (Reuters) - Um terremoto de magnitude 6,3 foi registrado na sul da costa da Argentina no domingo, afirmou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
O epicentro do tremor foi localizado a 354 quilômetros a sudeste de Ushuaia, cidade mais ao sul do país, a uma profundidade de 21 quilômetros, informou o USGS. O abalo ocorreu às 8h, hora local (10h no horário de Brasília).
Nenhum alerta de tsunami foi emitido imediatamente pelo Centro de Alerta de Tsunami da Costa Oeste e Alasca.
Fonte - MSN
Nota DDP: Veja também "Terremoto no Haiti é o maior desastre que a ONU já enfrentou", "Terremoto de magnitude 5,6 graus atinge a Venezuela" e "Terremoto de magnitude 4,3 atinge Rio Grande do Norte e Paraíba".
O epicentro do tremor foi localizado a 354 quilômetros a sudeste de Ushuaia, cidade mais ao sul do país, a uma profundidade de 21 quilômetros, informou o USGS. O abalo ocorreu às 8h, hora local (10h no horário de Brasília).
Nenhum alerta de tsunami foi emitido imediatamente pelo Centro de Alerta de Tsunami da Costa Oeste e Alasca.
Fonte - MSN
Nota DDP: Veja também "Terremoto no Haiti é o maior desastre que a ONU já enfrentou", "Terremoto de magnitude 5,6 graus atinge a Venezuela" e "Terremoto de magnitude 4,3 atinge Rio Grande do Norte e Paraíba".
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