A internet, como rede das redes que ninguém governa, não conhece fronteiras. Mas os regimes autoritários, sim. Países como China e Irã investiram verdadeiras fortunas em tecnologias para restringir a liberdade de expressão em suas conexões à rede. Já não se limitam a fechar páginas ou censurar resultados em máquinas de busca. Agora são capazes de espionar o internauta através de seus provedores de conexão. Leem suas mensagens eletrônicas e blogs restritos e controlam em detalhe que páginas visitam. Essa tecnologia acaba com a intimidade na rede. E não é aplicada só por governos antidemocráticos. Provedores de internet nos EUA a utilizam para combater o que consideram pirataria.
Existe na internet uma nova cortina de ferro cibernética, que separa os países que respeitam a liberdade democrática na rede dos regimes que a silenciam para impor doutrinas políticas. Foi o que definiu meticulosamente a organização privada Repórteres Sem Fronteiras, que em um relatório de março do ano passado identificou os 12 "inimigos da internet": Irã, China, Cuba, Egito, Coreia do Norte, Síria, Tunísia, Arábia Saudita, Vietnã, Mianmar, Turcomenistão e Usbequistão.
...
...a imensa maioria dos provedores de internet nos EUA dispõem dessa mesma tecnologia que tantos estragos causa na China ou no Irã. E a utilizam. "Há usos da Inspeção de Pacotes que são legítimos, dentro da lei, como quando a segurança nacional está em jogo ou quando se trata de combater a pirataria ou ataques de hackers. Nesses casos seu uso é legal", explica o advogado Brookman, do Centro para Democracia e Tecnologia.
É verdade que as empresas usam essa tecnologia, mas com fins puramente legais e comerciais, segundo afirmam. Têm acesso a esses envelopes de informação e se descobrem que o usuário está enviando pacotes que contêm arquivos descarregados através de um programa de troca de arquivos P2P, potencialmente ilegais, podem desacelerar a conexão. Fazem isso, afirmam, para poder oferecer serviços de máxima qualidade e para que a rede não entre em colapso, naufragada por músicas e filmes compartilhados ilegalmente.
A Comissão Federal de Comunicações desautorizou em 2008 um dos maiores provedores de internet dos EUA por esse mesmo motivo, em um relatório: "Fomos encarregados de considerar se a Comcast, provedor de banda larga através de cabo, está interferindo seletivamente sobre certas conexões de programas P2P. Embora a Comcast afirme que precisa fazê-lo necessariamente para combater o congestionamento da rede, concluímos que essas práticas discriminatórias e arbitrárias restringem a existência de uma internet aberta e acessível e não conforma uma gestão de redes razoável".
A professora de direito da Universidade de Santa Clara, Catherine Sandoval considera que se trata de uma prática que acarreta sérios riscos e pode levar a infrações da lei. "A Comcast diz que só tem acesso à informação que está no cabeçalho, nos envelopes desses pacotes, para discriminar qual informação é legítima e qual não", explica. "Mas não pode saber se duas pessoas que trocam arquivos P2P estão enviando documentos de trabalho ou arquivos pessoais, totalmente legais, a menos que entre nesses envelopes e tenha acesso à informação."
"Os provedores de internet estão demonizando uma série de programas, como o BitTorrent, e com isso pretendem fazer o que lhes dê vontade na hora de administrar as conexões que oferecem a seus clientes. E, claro, utilizam uma tecnologia que é usada no Irã e na China para outros fins, e que encerra as possibilidades de inspecionar totalmente as comunicações na rede e infringir a legislação vigente sobre direito à privacidade."
Afinal, inclusive os robôs do Google leem as mensagens eletrônicas que são enviadas e recebidas através de seu serviço de correio Gmail, para incluir nelas publicidade relevante e de suposto interesse para o internauta. O mundo da internet ainda é caótico, com normas vigentes em alguns países e totalmente ausentes em outros. Diversas técnicas de censura vigoram em países totalitários. Mas assumem a forma de controle legal do tráfego na internet em países que respeitam o livre mercado e a liberdade de informação.
Fonte - UOL
quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Terremoto de 5,9 graus atinge sul do México
México, 8 fev (EFE).- Um terremoto de 5,9 graus na escala Richter sacudiu hoje o estado mexicano de Oaxaca (sul), onde seu epicentro foi registrado, e a Cidade do México, sem notícias de vítimas ou danos materiais até o momento.
Segundo o Serviço Sismológico Nacional mexicano (SSN), o tremor ocorreu às 18h47 locais (21h47 de Brasília) e seu epicentro foi localizado a 32 quilômetros ao nordeste da cidade de Puerto Escondido, no litoral do Oceano Pacífico.
O secretário de Defesa Civil da Cidade do México, Elias Brizuela, disse à "Milenio Televisión" que, após a primeira revista dos principais locais da capital e a consulta a todas as delegações municipais, não houve reportes sobre danos ou vítimas na cidade.
Em Oaxaca também não há notícias de danos até o momento, informou à Agência Efe um porta-voz da Defesa Civil local.
Fonte - G1
Nota DDP: Veja também "Terremoto de 6,6 graus sacode sul do Japão e causa alerta de tsunami".
Segundo o Serviço Sismológico Nacional mexicano (SSN), o tremor ocorreu às 18h47 locais (21h47 de Brasília) e seu epicentro foi localizado a 32 quilômetros ao nordeste da cidade de Puerto Escondido, no litoral do Oceano Pacífico.
O secretário de Defesa Civil da Cidade do México, Elias Brizuela, disse à "Milenio Televisión" que, após a primeira revista dos principais locais da capital e a consulta a todas as delegações municipais, não houve reportes sobre danos ou vítimas na cidade.
Em Oaxaca também não há notícias de danos até o momento, informou à Agência Efe um porta-voz da Defesa Civil local.
Fonte - G1
Nota DDP: Veja também "Terremoto de 6,6 graus sacode sul do Japão e causa alerta de tsunami".
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Promoção do diálogo ecumênico
Cidade do Vaticano, 08 fev (RV) - O presidente do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, Cardeal Walter Kasper, disse hoje que o diálogo ecumênico é útil e deve ser promovido. "Devemos olhar o que nos une a fim de dar um testemunho comum no mundo" – frisou o purpurado. ´
O Cardeal Kasper falou sobre o ecumenismo durante a abertura, esta manhã, na sede do Pontifício Conselho para Promoção da Unidade dos Cristãos de um simpósio que se realizará durante três dias, sobre o livro "Colhendo os frutos. Aspectos fundamentais da fé cristã no diálogo ecumênico. Consensos, convergências e diferenças", lançado em outubro de 2009 pela Santa Sé.
Participam do evento, que acontece, no Vaticano, católicos, luteranos, anglicanos, reformados e metodistas. Segundo o Cardeal Kasper, o ecumenismo está entrando "numa nova fase de diálogo que pode ser menos entusiasta em relação ao da nossa juventude, mas será mais maduro e não menos embebido de coragem e esperança".
"Deixemo-nos guiar pela consciência de que não há alternativa responsável ao diálogo inspirado pelo Espírito Santo, que acreditamos capaz de cumprir o que iniciou", frisou o purpurado.
O Cardeal Kasper ressaltou a importância do diálogo ecumênico, afirmando que "por meio dele, ou melhor, por meio do intercâmbio de dons, todas as Igrejas aprendem a crescer e a amadurecer em sua fidelidade a Cristo".
"É muito importante hoje a cooperação entre as Igrejas porque temos muito em comum e devemos testemunhar juntos a nossa fé numa sociedade secularizada, que não partilha os nossos valores éticos. Aqui as Igrejas devem falar com um só voz" – concluiu o purpurado.
O livro faz uma análise sobre as principais comunidades protestantes que estabeleceram um diálogo com a Igreja Católica a partir do Concílio Vaticano II, realizado entre 1962 e 1965.
Fonte - Radio Vaticano
O Cardeal Kasper falou sobre o ecumenismo durante a abertura, esta manhã, na sede do Pontifício Conselho para Promoção da Unidade dos Cristãos de um simpósio que se realizará durante três dias, sobre o livro "Colhendo os frutos. Aspectos fundamentais da fé cristã no diálogo ecumênico. Consensos, convergências e diferenças", lançado em outubro de 2009 pela Santa Sé.
Participam do evento, que acontece, no Vaticano, católicos, luteranos, anglicanos, reformados e metodistas. Segundo o Cardeal Kasper, o ecumenismo está entrando "numa nova fase de diálogo que pode ser menos entusiasta em relação ao da nossa juventude, mas será mais maduro e não menos embebido de coragem e esperança".
"Deixemo-nos guiar pela consciência de que não há alternativa responsável ao diálogo inspirado pelo Espírito Santo, que acreditamos capaz de cumprir o que iniciou", frisou o purpurado.
O Cardeal Kasper ressaltou a importância do diálogo ecumênico, afirmando que "por meio dele, ou melhor, por meio do intercâmbio de dons, todas as Igrejas aprendem a crescer e a amadurecer em sua fidelidade a Cristo".
"É muito importante hoje a cooperação entre as Igrejas porque temos muito em comum e devemos testemunhar juntos a nossa fé numa sociedade secularizada, que não partilha os nossos valores éticos. Aqui as Igrejas devem falar com um só voz" – concluiu o purpurado.
O livro faz uma análise sobre as principais comunidades protestantes que estabeleceram um diálogo com a Igreja Católica a partir do Concílio Vaticano II, realizado entre 1962 e 1965.
Fonte - Radio Vaticano
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Estão os Adventistas a perder o foco?
Eu sou Adventista do Sétimo Dia. Convicto e convencido. Isso quer dizer, antes de tudo mais, que acredito na breve volta de Jesus à Terra, e na guarda do Sábado do sétimo dia como dia de repouso bíblico, ordenado e santificado por Deus.Adicionalmente, quer dizer também que me identifico e subscrevo a doutrina que esta igreja, desde a sua fundação, vem anunciando. Acima de tudo, creio que a sua existência cumpre um propósito específico determinado por Deus e profetizado na Sagrada Escritura, ao desempenhar esta igreja um papel fundamental na pregação da última e urgente mensagem de Deus a este mundo.
Na minha perspetiva, estes dados não fazem dos Adventistas do Sétimo Dia melhores nem piores do que todas as outras religiões. Simplesmente, faz-nos diferentes. E são essas diferenças que desde sempre me habituei a ver e viver.
Recordo quando em criança fazia a pé os oito quilómetros (ida e volta) que separavam a minha casa da igreja, para frequentar as atividades dos Desbravadores, então chamados de Missionários Voluntários. Pelo caminho, eram evidentes os olhares indiscretos de vizinhos e conhecidos, comentando, normalmente em termos negativos, o lenço de cores vivas e a Bíblia debaixo do braço que fazia questão de sempre transportar. Quantas vezes, ouvia da parte destes o já clássico 'lá vão os filhos dos protestantes...'.
Na escola, era motivo de surpresa o fato de nem sempre almoçar a mesma comida. Quando esta não respeitava a ordem bíblica, felizmente me contentava com vários pratos de sopa e a fruta que era servida. Mais ainda, a minha saída das aulas bem antes do fim das mesmas à sexta-feira de tarde, era encarado por alguns como um privilégio injusto, motivando comentários irónicos do tipo, 'também quero ir para a tua religião!'
Ainda bem que assim foi, pois assim é que tudo estava certo. Eu não era melhor nem pior; simplesmente, era diferente, e por isso tinha de me comportar como tal. E fazia-o com toda a alegria e satisfação.
O mesmo eu via a partir dos nossos púlpitos. Homens que eu achava corajosos, e que ainda hoje respeitosamente mantenho como referência, erguiam a voz sem medos ou receios de qualquer tipo, para falarem daquilo que é a pregação adventista, e que nos distingue e demarca das outras crenças: como referi a volta de Jesus e o Sábado, bem apoiados por questões como os Dez Mandamentos, o arrependimento e conversão dos pecados, o santuário, o juízo divino e as profecias de Daniel e Apocalipse.
Em relação a este último aspeto, lemos o seguinte em Testemunhos para Ministros, capítulo 11, que Ellen White escreveu: 'há necessidade de mais íntimo estudo da Palavra de Deus; especialmente devem Daniel e Apocalipse merecer a atenção como nunca antes na história de nossa obra'.
Ora, esta afirmação é uma marca específica da nossa teologia e pregação. Os assuntos proféticos daqueles dois livros são fundamentais à nossa doutrina; fazem parte de nós como povo de forma tão intrínseca quanto a raiz a uma árvore. Muito do que nos distingue e separa de quase todos encontra-se ali, daí que, principalmente para esses assuntos somos chamados a erguer a nossa voz, proclamando a palavra de Deus.
Lamentavelmente, parece que algo tem vindo a mudar com relação ao enfoque principal do nosso discurso, da nossa pregação.
A minha memória não me leva mais do que trinta anos atrás. Mas este é o tempo suficiente para eu poder afirmar que, nesse mesmo período, apenas por duas vezes vi a minha igreja local promover Seminários de Daniel e Apocalipse. Apenas por uma vez vi um programa dedicado aos Dez Mandamentos. E mesmo nos sermões dos Cultos de Sábado, os assuntos de Daniel e Apocalipse têm estado algo ausentes. Creio que o panorama não será muito diferente por outras bandas...
Por outro lado, nos últimos anos multiplicaram-se grandemente as iniciativas de saúde, desde planos para deixar de fumar, cursos de cozinha vegetariana, temperança, etc..
Da mesma forma, as obras caritativas da Igreja, como, globalmente, a ADRA, e, localmente, as habituais recolhas e entregas de bens aos necessitados por ocasião do Natal, são, em qualquer lado, um (talvez deva dizer o) fator de reconhecimento externo.
E o que dizer da crescente importância que temos atribuído a assuntos sociais, como por exemplo a violência familiar, seja para com a mulher ou as crianças, ou a pobreza (entenda-se, material)?
Mas ainda, e aqui assumo que coloco o dedo na ferida, são frequentes as ocasiões, mesmo nos tais Cultos de Sábado, que atribuímos todo o destaque a estas causas, em detrimento daquilo que, repito, sempre foi o núcleo da nossa existência! Elas, parecem estar a tomar de assalto o lugar de protagonismo e referência (interna e externa) que nunca antes lhes foi dado entre nós
Repare, caro leitor, que em nada as minhas palavras retiram a importância reconhecida que cada um daqueles aspetos tem na nossa igreja - tão somente, não é essa a nossa marca identificativa, não é por isso que nos diferenciamos, não são estas as razões que nos fazem um povo separado, distinto! No fundo, não é este o motivo, primeiro e maior, da nossa ação e da nossa pregação!
Ao afrouxarmos, e é nítido que o temos feito, a nossa pregação das mais importantes verdades para este tempo, e que foram a razão do nosso surgimento, abrimos caminho àquilo que ameaça transformar-nos em apenas mais uma igreja de ações sociais, arrisco mesmo dizer humanistas, quase roçando por vezes um ativismo de esquerda política, que nunca se pode justificar entre nós. (Curiosa e paradoxalmente, a ação social é também uma marca... da Igreja Católica.)
Creio que isso acontece, pelo menos em parte, porque é mais fácil sermos... iguais, no mínimo, parecidos. É mais fácil, aparentemente, agir de forma a recolher simpatias e créditos junto dos que nos rodeiam. E quando digo mais fácil, não deixo sem resposta os que se questionam 'mais fácil do que o quê...?'
Caro leitor, digo-lhe com toda a seriedade: mais fácil do que manter a mensagem de advertência que Deus desde sempre nos mandou pregar: que Ele está quase a voltar e que o Seu Santo Sábado deve ser honrado! Mais fácil do que pregar a terrível mensagem de Apocalipse 13: que Satanás se ergue nas trevas desde mundo usando o poder político (EUA) e o pode religioso (Vaticano) para fazer guerra contra Deus!
Sim, mais fácil; mas não o motivo pelo qual Deus nos fez surgir!
Irão alguns argumentar que tais métodos são apenas a forma moderna de nos aproximarmos das pessoas, de lhes granjearmos uma justa simpatia para, então depois, lhes apresentarmos as verdades eternas, as tais que nos distinguem. O problema desta argumentação reside no fato de, na maioria das vezes, aquilo que deveria ser o tal método de aproximação, acaba tornado-se o fim. E nada mais do que isso.
Caro irmão Adventista, cuidado se, mesmo sem nos apercebermos, estamos a ceder, desviando o foco da nossa ação!
O papa e a ética dos mercados
Norte-americanos buscam mudança política e econômica real
....
Ética nos negócios
Curiosamente, em 1985, Bento XVI, então cardeal Ratzinger, advertiu das consequências de um sistema que elimina sua base moral. Ele disse: “Está-se convertendo em um fato cada vez mais evidente da história econômica que o desenvolvimento dos sistemas econômicos se concentram no bem comum e dependem de um sistema ético determinado, que por sua vez só pode nascer e se manter sozinho por fortes convicções religiosas. Pelo contrário, também há fatos evidentes de que a diminuição dessa disciplina pode causar realmente o colapso das leis do mercado”.
Observamos de forma separada a ética e o mercado, e vimos o colapso do mercado sob o peso de práticas de investimento gananciosas e egoístas. A pergunta é: podemos alcançar um sistema de mercado ético?
No ano passado, em uma pesquisa dos Cavaleiros de Colombo e dos Maristas, concluímos que 3/4 dos americanos e 94% dos executivos consideram que uma empresa pode ser ética e obter sucesso. O necessário é que essa maioria esmagadora abrace as decisões morais. [Da ICAR]
Se os executivos estiverem dispostos a intensificar suas normas éticas, então poderão proporcionar ao povo americano uma alternativa real à regulação do governo - que se mostra incapaz de resolver uma crise, e muito menos de impedir a próxima.
Mas se não quiserem limpar sua própria casa, os líderes empresariais vão deixar os americanos com a escolha forçada entre lançar-se aos joguetes de Wall Street ou à mão pesada de Washington.
Não é de estranhar que, além de ser pessimistas sobre as medidas do governo para resolver a crise econômica, a maioria dos americanos ve que a crise afeta pessoalmente. Em nossa pesquisa, 55% disseram que suas carreiras podem ser afetadas negativamente pelo entorno econômico atual.
Com a maioria dos americanos acreditando que serão afetados negativamente pela crise, isso não é um problema que vai desaparecer por si só.
Voto de não-confiança
Na rua há decepção - ou oposição - tanto à regulação do governo quanto à cobiça empresarial - nenhuma das duas pode resolver a quebra moral dos que separaram a ética da economia.
Até que o povo americano não veja a mudança em que pode acreditar, em Washington e em Wall Street, até que não veja decisões empresariais tomadas sobre uma base moral, a crise de confiança entre os trabalhadores e os consumidores continuará, e isso fica ruim para todos nós.
Mas há esperança. De fato, para os católicos que são proprietários de negócios, executivos, investidores e consumidores, devemos nos dar conta de que nossa própria falta de ação - ou falta de ação pública - está contribuindo para o silêncio em torno das dimensões morais da crise econômica.
Deveríamos dizer, com Shakespeare, que a culpa não está nas estrelas, mas em nós mesmos, e, uma vez que nos dermos conta disso, podemos dar conta também de que esta situação pode ser superada.
Bento XVI nos deu um grande roteiro para um futuro que inclui a ética na economia. Durante anos, e especialmente em sua mais recente encíclica Caritas in Veritate, tem nos mostrado um caminho para o futuro em que a ética está no centro da economia, não às margens.
Devemos despertar os 75% dos americanos e os 94% dos executivos que acreditam que se pode fazer dinheiro de forma ética. Com essa maioria, não deveria ser difícil fazer uma verdadeira diferença na forma de fazer negócios.
Esse é o tipo de mudança em que já acreditam 3/4 do país, e que poderia mudar o mundo para um lugar melhor para todos nós.
Fonte Zenit
Nota Resta uma Esperança: A Encíclica Papal como bússola para resolver os problemas americanos. A profecia parece caminhar para seu desfecho final. Apocalipse 13. Uma besta fazendo imagem da outra besta. Não podemos esquecer que a Encíclica Papal sugere uma nova ordem mundial, com um líder mundial que tome decisões para proteger o meio ambiente, a economia e família.
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Ética nos negócios
Curiosamente, em 1985, Bento XVI, então cardeal Ratzinger, advertiu das consequências de um sistema que elimina sua base moral. Ele disse: “Está-se convertendo em um fato cada vez mais evidente da história econômica que o desenvolvimento dos sistemas econômicos se concentram no bem comum e dependem de um sistema ético determinado, que por sua vez só pode nascer e se manter sozinho por fortes convicções religiosas. Pelo contrário, também há fatos evidentes de que a diminuição dessa disciplina pode causar realmente o colapso das leis do mercado”.
Observamos de forma separada a ética e o mercado, e vimos o colapso do mercado sob o peso de práticas de investimento gananciosas e egoístas. A pergunta é: podemos alcançar um sistema de mercado ético?
No ano passado, em uma pesquisa dos Cavaleiros de Colombo e dos Maristas, concluímos que 3/4 dos americanos e 94% dos executivos consideram que uma empresa pode ser ética e obter sucesso. O necessário é que essa maioria esmagadora abrace as decisões morais. [Da ICAR]
Se os executivos estiverem dispostos a intensificar suas normas éticas, então poderão proporcionar ao povo americano uma alternativa real à regulação do governo - que se mostra incapaz de resolver uma crise, e muito menos de impedir a próxima.
Mas se não quiserem limpar sua própria casa, os líderes empresariais vão deixar os americanos com a escolha forçada entre lançar-se aos joguetes de Wall Street ou à mão pesada de Washington.
Não é de estranhar que, além de ser pessimistas sobre as medidas do governo para resolver a crise econômica, a maioria dos americanos ve que a crise afeta pessoalmente. Em nossa pesquisa, 55% disseram que suas carreiras podem ser afetadas negativamente pelo entorno econômico atual.
Com a maioria dos americanos acreditando que serão afetados negativamente pela crise, isso não é um problema que vai desaparecer por si só.
Voto de não-confiança
Na rua há decepção - ou oposição - tanto à regulação do governo quanto à cobiça empresarial - nenhuma das duas pode resolver a quebra moral dos que separaram a ética da economia.
Até que o povo americano não veja a mudança em que pode acreditar, em Washington e em Wall Street, até que não veja decisões empresariais tomadas sobre uma base moral, a crise de confiança entre os trabalhadores e os consumidores continuará, e isso fica ruim para todos nós.
Mas há esperança. De fato, para os católicos que são proprietários de negócios, executivos, investidores e consumidores, devemos nos dar conta de que nossa própria falta de ação - ou falta de ação pública - está contribuindo para o silêncio em torno das dimensões morais da crise econômica.
Deveríamos dizer, com Shakespeare, que a culpa não está nas estrelas, mas em nós mesmos, e, uma vez que nos dermos conta disso, podemos dar conta também de que esta situação pode ser superada.
Bento XVI nos deu um grande roteiro para um futuro que inclui a ética na economia. Durante anos, e especialmente em sua mais recente encíclica Caritas in Veritate, tem nos mostrado um caminho para o futuro em que a ética está no centro da economia, não às margens.
Devemos despertar os 75% dos americanos e os 94% dos executivos que acreditam que se pode fazer dinheiro de forma ética. Com essa maioria, não deveria ser difícil fazer uma verdadeira diferença na forma de fazer negócios.
Esse é o tipo de mudança em que já acreditam 3/4 do país, e que poderia mudar o mundo para um lugar melhor para todos nós.
Fonte Zenit
Nota Resta uma Esperança: A Encíclica Papal como bússola para resolver os problemas americanos. A profecia parece caminhar para seu desfecho final. Apocalipse 13. Uma besta fazendo imagem da outra besta. Não podemos esquecer que a Encíclica Papal sugere uma nova ordem mundial, com um líder mundial que tome decisões para proteger o meio ambiente, a economia e família.
Tremor de 5,9 graus é sentido na costa da Califórnia
Um terremoto com magnitude preliminar de 5,9 graus na escala Richter foi sentido ontem no Oceano Pacífico, ao largo da costa norte do Estado da Califórnia (EUA), informou o Centro de Geologia dos Estados Unidos. O epicentro do terremoto localizou-se a 56 quilômetros de Petrolia e a 363 quilômetros de Sacramento.
Fonte - A Gazeta
Fonte - A Gazeta
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Grupo britânico oculta erros em dados sobre aquecimento
Pesquisadores da Universidade de East Anglia (Reino Unido), um dos centros acadêmicos de maior prestígio em mudança climática, teriam ocultado erros na compilação de dados que foram fundamentais para consolidar a teoria da influência humana no aquecimento global.Foi o que informou na terça-feira (2) o jornal britânico "The Guardian", que leva novamente ao centro da polêmica o professor Phil Jones, o responsável da Unidade de Mudança Climática (CRU) da citada Universidade, em torno da que se gerou o chamado Climagate às vésperas da cúpula de Copenhague, realizada em dezembro do ano passado.
O roubo de uma série de e-mails a Jones revelou, segundo os céticos sobre a mudança climática, que foram ocultadas informações ao Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) para não criar dúvidas sobre o efeito do dióxido de carbono (CO2) na temperatura do planeta.
O que "The Guardian" acrescenta agora é que milhares de e-mails e documentos da Universidade que também foram pirateados demonstram que uma série de medições de temperaturas feitas em estações meteorológicas na China continha graves erros que foram ocultados de maneira intencional.
Segundo essa informação, Jones não divulgou os erros cometidos por alguns de seus colaboradores, o professor Wei-Chyung Wang, da Universidade de Albany (Estados Unidos), apesar de outros colegas terem lhe advertido que tinham se equivocado.
Essas supostas tentativas de ocultar erros nos dados sobre temperatura na China demonstram, segundo o jornal britânico, a relação entre o Climagate e o IPCC, já que um estudo baseado nessas medições equivocadas contribuiu para que o IPCC advertisse sobre os perigos imediatos da mudança climática.
...
Fonte - Folha
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Patriarca ortodoxo e o papa
Moscou, 03 fev (RV) - No ano 2009 foram registradas "tendências positivas" no diálogo entre a Igreja Ortodoxa russa e a Igreja Católica. O patriarca de Moscou e de todas as Rússias Kirill I traçou um balanço positivo ao falar nesta terça-feira, na Conferência dos bispos que se realizou na capital russa na Sala dos Concílios da Catedral de Cristo Salvador.
Participaram da Conferência os bispos da Igreja ortodoxa reunidos em Moscou para celebrar o primeiro aniversário de entronização de Kirill I. O patriarca apresentou aos bispos um longo relatório sobre as atividades, visitas e viagens que caracterizaram este seu primeiro ano de liderança, reservando um parágrafo detalhado também para as relações com a Igreja Católica.
A esse propósito, Kirill disse: "As atividades comuns e os numerosos encontros mantidos com os representantes da Igreja Católica confirmaram que as nossas posições coincidem sobre numerosas questões que interpelam os cristãos no mundo moderno. São a agressiva secularização, a globalização, a erosão dos tradicionais princípios éticos. Vale a pena ressaltar que sobre esses temas Papa Bento XVI tomou posições muito próximas às posições ortodoxas. E isso é demonstrado por seus discursos, mensagens, bem como pelas opiniões de altos representantes da Igreja Católica com os quais mantemos contatos".
O patriarca Kirill observou que também durante o encontro que o arcebispo Hilarion Volokolamsky teve em setembro com o papa e com outros líderes da Cúria Romana emergiu "uma visão comum da tutela da dignidade humana na Europa".
Em seu discurso, o patriarca também recordou a decisão tomada em novembro pela Corte européia dos direitos do homem sobre a inadmissibilidade da presença dos crucifixos nas escolas italianas e comentou: "foi um claro ataque às tradições cristãs européias", por isso a Igreja Ortodoxa russa expressou a sua solidariedade para com a Igreja Católica na Itália".
A esse propósito, o patriarca acrescentou: "temos reiterado que a civilização européia possui raízes cristãs, razão pela qual é absolutamente inaceitável privar a Europa e as suas instituições dos símbolos da sua identidade espiritual".
No relatório, o patriarca não esconde "os problemas existentes" nas relações bilaterais sobre os quais se continua trabalhando". Em particular, falou da "difícil situação na Ucrânia" auspiciando "passos concretos" por parte da Igreja Católica.
Fonte - Radio Vaticano
Participaram da Conferência os bispos da Igreja ortodoxa reunidos em Moscou para celebrar o primeiro aniversário de entronização de Kirill I. O patriarca apresentou aos bispos um longo relatório sobre as atividades, visitas e viagens que caracterizaram este seu primeiro ano de liderança, reservando um parágrafo detalhado também para as relações com a Igreja Católica.
A esse propósito, Kirill disse: "As atividades comuns e os numerosos encontros mantidos com os representantes da Igreja Católica confirmaram que as nossas posições coincidem sobre numerosas questões que interpelam os cristãos no mundo moderno. São a agressiva secularização, a globalização, a erosão dos tradicionais princípios éticos. Vale a pena ressaltar que sobre esses temas Papa Bento XVI tomou posições muito próximas às posições ortodoxas. E isso é demonstrado por seus discursos, mensagens, bem como pelas opiniões de altos representantes da Igreja Católica com os quais mantemos contatos".
O patriarca Kirill observou que também durante o encontro que o arcebispo Hilarion Volokolamsky teve em setembro com o papa e com outros líderes da Cúria Romana emergiu "uma visão comum da tutela da dignidade humana na Europa".
Em seu discurso, o patriarca também recordou a decisão tomada em novembro pela Corte européia dos direitos do homem sobre a inadmissibilidade da presença dos crucifixos nas escolas italianas e comentou: "foi um claro ataque às tradições cristãs européias", por isso a Igreja Ortodoxa russa expressou a sua solidariedade para com a Igreja Católica na Itália".
A esse propósito, o patriarca acrescentou: "temos reiterado que a civilização européia possui raízes cristãs, razão pela qual é absolutamente inaceitável privar a Europa e as suas instituições dos símbolos da sua identidade espiritual".
No relatório, o patriarca não esconde "os problemas existentes" nas relações bilaterais sobre os quais se continua trabalhando". Em particular, falou da "difícil situação na Ucrânia" auspiciando "passos concretos" por parte da Igreja Católica.
Fonte - Radio Vaticano
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Escaneador passivo permite revistar pessoas sem seu conhecimento
O aparelho desenvolvido pelo Instituto Fraunhofer escaneia a distância indivíduos em movimento em meio a uma multidão. Tecnologia pode ser usada em lugares públicos às escondidas, além de ser útil para fins militares.
Como uma câmera de vigilância de circuito interno, o escaneador passivo desenvolvido pelo Instituto Fraunhofer poderia ser instalado no teto de aeroportos, sem chamar muito a atenção. A diferença é que essa nova câmera não tem sensor ótico, mas uma tecnologia distinta.
Helmut Essen, pesquisador do Instituto Fraunhofer, explica que o aparelho é capaz de captar e analisar as ondas de calor emitidas pelo corpo humano. Assim como uma câmera de vídeo convencional, o aparelho também pode ter o foco ajustado – o zoom permite observar em detalhe um indivíduo isolado ou uma aglomeração de pessoas.
Essen destaca que o equipamento pode escanear corpos em movimento, permitindo a identificação de suspeitos a distância. Não é preciso se aproximar da pessoa para revistá-la, um método de segurança denominado stand off detection.
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Fonte - DW-World
Como uma câmera de vigilância de circuito interno, o escaneador passivo desenvolvido pelo Instituto Fraunhofer poderia ser instalado no teto de aeroportos, sem chamar muito a atenção. A diferença é que essa nova câmera não tem sensor ótico, mas uma tecnologia distinta.
Helmut Essen, pesquisador do Instituto Fraunhofer, explica que o aparelho é capaz de captar e analisar as ondas de calor emitidas pelo corpo humano. Assim como uma câmera de vídeo convencional, o aparelho também pode ter o foco ajustado – o zoom permite observar em detalhe um indivíduo isolado ou uma aglomeração de pessoas.
Essen destaca que o equipamento pode escanear corpos em movimento, permitindo a identificação de suspeitos a distância. Não é preciso se aproximar da pessoa para revistá-la, um método de segurança denominado stand off detection.
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Fonte - DW-World
terça-feira, 2 de fevereiro de 2010
BXVI e a lei natural
CIDADE DO VATICANO, 1 FEV (ANSA) - O papa Bento XVI criticou hoje em reunião com bispos da Inglaterra e do País de Gales as regras que contrariam a lei natural, em referência indireta à norma britânica que tenta obrigar agências católicas de adoção a conceder a guarda de crianças a casais homossexuais.
De acordo com o Pontífice, as leis criadas para garantir "iguais oportunidades a todos os membros da sociedade" têm o efeito de "impor injustas limitações à liberdade da comunidade religiosa de agir de acordo com sua fé".
"Mesmo em meio às pressões do secularismo, existem muitos sinais de fé viva e devoção entre os católicos", explicou o Papa, afirmando que este sentimento é posto à prova por normas que, pela igualdade acima de qualquer discriminação, colidem com princípios fundamentais da moral cristã.
Segundo o Pontífice, estas regras "violam, de qualquer maneira, a lei natural sobre a qual se baseia a igualdade entre todos os seres humanos e da qual é garantia".
Bento XVI pediu aos bispos, recebidos no Vaticano em visita "ad limina", que assegurem-se de "que o ensino da moral da Igreja seja sempre apresentado em sua integridade e defendido com convencimento".
Para o chefe máximo da Igreja católica, "a fidelidade do Evangelho não restringe em nenhum caso a liberdade dos outros", mas, "pelo contrário, se põe a serviço da liberdade oferecendo-lhes a verdade".
O Papa também solicitou aos religiosos britânicos que continuem a participar do debate nacional em "respeitoso diálogo" com outros membros da sociedade, mantendo a fé na tradição inglesa sobre liberdade de expressão e intercâmbio de informação e dando voz aos que não conseguem se exprimir.
"Em um contexto social que encoraja a expressão de uma variedade de opiniões sobre todas as questões que se colocam, é importante reconhecer a dissidência pelo que é e não confundi-la com uma contribuição madura a um debate equilibrado e amplo".
...
Fonte - ANSA
De acordo com o Pontífice, as leis criadas para garantir "iguais oportunidades a todos os membros da sociedade" têm o efeito de "impor injustas limitações à liberdade da comunidade religiosa de agir de acordo com sua fé".
"Mesmo em meio às pressões do secularismo, existem muitos sinais de fé viva e devoção entre os católicos", explicou o Papa, afirmando que este sentimento é posto à prova por normas que, pela igualdade acima de qualquer discriminação, colidem com princípios fundamentais da moral cristã.
Segundo o Pontífice, estas regras "violam, de qualquer maneira, a lei natural sobre a qual se baseia a igualdade entre todos os seres humanos e da qual é garantia".
Bento XVI pediu aos bispos, recebidos no Vaticano em visita "ad limina", que assegurem-se de "que o ensino da moral da Igreja seja sempre apresentado em sua integridade e defendido com convencimento".
Para o chefe máximo da Igreja católica, "a fidelidade do Evangelho não restringe em nenhum caso a liberdade dos outros", mas, "pelo contrário, se põe a serviço da liberdade oferecendo-lhes a verdade".
O Papa também solicitou aos religiosos britânicos que continuem a participar do debate nacional em "respeitoso diálogo" com outros membros da sociedade, mantendo a fé na tradição inglesa sobre liberdade de expressão e intercâmbio de informação e dando voz aos que não conseguem se exprimir.
"Em um contexto social que encoraja a expressão de uma variedade de opiniões sobre todas as questões que se colocam, é importante reconhecer a dissidência pelo que é e não confundi-la com uma contribuição madura a um debate equilibrado e amplo".
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Fonte - ANSA
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
Terremoto de magnitude 6,5 atinge costa da Papua Nova Guiné
WASHINGTON (Reuters) - Um terremoto de magnitude 6,5 atingiu a costa de Papua Nova Guiné nesta segunda-feira, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
O epicentro do tremor foi 125 quilômetros a oeste de Arawa, na ilha de Bougainville, a uma profundidade de 75 quilômetros.
Não havia alerta imediato de tsunami.
Fonte - UOL
O epicentro do tremor foi 125 quilômetros a oeste de Arawa, na ilha de Bougainville, a uma profundidade de 75 quilômetros.
Não havia alerta imediato de tsunami.
Fonte - UOL
domingo, 31 de janeiro de 2010
Terremoto na China mata um e destrói 100 casas
PEQUIM, 31 de janeiro (Reuters) - Um terremoto matou uma pessoa na província de Sichuan na China neste domingo e deixou 15 feridos e milhares sem casas, disse a agência estatal de notícias Xinhua.
Mais de 100 casas foram destruídas pelo tremor, de magnitude 5,2.
Fonte - G1
Mais de 100 casas foram destruídas pelo tremor, de magnitude 5,2.
Fonte - G1
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
Terremotos foram as catástrofes mais mortais da última década
GENEBRA, França (AFP) - Os terremotos foram a causa da maioria das mortes por catástrofes na década passada e seguem representando uma importante ameaça para milhões de pessoas que vivem em algumas das maiores megalópoles do mundo, informou nesta quinta-feira a ONU.Segundo um estudo patrocinado pela ONU, quase 60% das cerca de 780 mil mortes em desastres entre 2000 e 2009 ocorreram devido a terremotos.
Os furacões foram responsáveis por 22% do total de mortes enquanto que as temperaturas extremas causaram 11% de vítimas mortais nos 3.852 desastres registrados no período estudado.
Os investigadores expressaram sua preocupação pelos desastres climáticos, cujo número foi o dobro em comparação com a década anterior.
"Os terremotos foram os desastres naturais mais mortais dos últimos 10 anos e seguem sendo uma ameaça séria para milhares de pessoas no mundo todo, já que oito das dez cidades mais povoadas do planeta se encontram em cima de falhas geológicas", explicou Margareta Wahlstroem, Representante Especial das Nações Unidas para a Redução do Risco de Desastres.
Os desastres mais mortíferos entre 2000 e 2009 foram o tsunami no oceano Índico em 2004 - que matou 226.408 pessoas em vários países - o ciclone Nargis na Mianmar em 2008 - que deixou 136.366 mortos - e o terremoto de Sichuan, na China, no ano passado, com 87.476 vítimas mortais.
Cerca de 73.340 pessoas morreram em um terremoto no Paquistão em 2005 e 72.210 nas ondas de calor na Europa em 2003.
O ano de 2010 começou igualmente mortífero, com cerca de 170 mil mortos no violento terremoto que sacudiu o Haiti no dia 12 de janeiro.
As oito grandes cidades localizadas em falhas geológicas são Tóquio, Cidade do México, Nova York, Mumbai, Nova Délhi, Xangai, Calcutá e Jacarta.
Fonte - Yahoo
Erros colocam em xeque previsões catastróficas sobre o clima
Primeiro, foi uma série de e-mails que levou muitos a começarem a duvidar da veracidade dos cientistas climáticos. Depois, a própria entidade da ONU teve que mudar as previsões sombrias sobre o derretimento das geleiras do Himalaia. Outras alegações também levantaram dúvidas.A geleira Siachen é lar de uma das maiores crises do mundo. Aqui, a 6 mil metros acima do nível do mar, soldados indianos e paquistaneses se enfrentam, protegidos em posições altamente armadas.
A disputa de fronteira em andamento entre as duas potências nucleares já custou as vidas de 4 mil homens –a maioria deles por exposição ao frio.
Agora a geleira do Himalaia também está no centro de uma disputa científica. Em seu atual relatório, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC) prevê que a geleira, que tem 71 quilômetros de comprimento, poderia desaparecer até 2035. Ele também prevê que outras 45 mil geleiras na mais alta cadeia de montanhas do mundo virtualmente desaparecerão até lá, com consequências drásticas para bilhões de pessoas na Ásia, cuja vida dependa da água que se origina no Himalaia. O relatório do IPCC levou ativistas ambientais a soarem o alarme a respeito de um drama que pode estar se desdobrando no “terceiro pólo do mundo”.
“Este prognóstico é, é claro, uma completa tolice”, diz John Shroder, um geólogo e especialista em geleiras da Universidade do Nebraska, em Omaha. Os resultados de sua pesquisa dizem uma história completamente diferente.
Nas últimas três décadas, o glaciólogo americano tem percorrido as montanhas majestosas da região do Himalaia, particularmente a Cordilheira Karakorum, com seus instrumentos de medição. As descobertas que ele fez não são consistentes com a avaliação do IPCC. “Apesar de muitas geleiras estarem encolhendo, outras estão estáveis e algumas estão até mesmo crescendo”, diz Shroder.
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Fonte - BOL
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Só estagnação econômica pode reduzir aquecimento global
Um estudo de uma entidade britânica, divulgado nesta segunda-feira, defende que a única forma de controlar o aquecimento global é que os países ricos interrompam seu crescimento econômico.A tese defendida pela Fundação Nova Economia (NEF, na sigla em inglês) é de que, mesmo com expansão econômica reduzida, não será possível atingir a meta de aquecimento global abaixo dos 2º C, como almejado pela comunidade internacional.
No relatório Crescimento não é possível: porque as nações ricas precisam de uma nova direção econômica, Andrew Simms, diretor da NEF, explica que "o crescimento econômico incessante está consumindo a biosfera do planeta além de seus limites".
Em sua visão, o custo dessa expansão aparece no "comprometimento da segurança alimentar global, nas mudanças drásticas do clima, na instabilidade econômica e nas ameaças ao bem-estar social".
Por isso, o mundo precisa de uma nova economia que respeite o orçamento ambiental, diz o estudo.
"Não há um banco central global do meio ambiente para nos salvar se formos à falência ecológica", conclui.
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Fonte - BBC
Nota DDP: Qualquer semelhança com o que vem defendendo o papa, parece não ser mera coincidência.
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
Papa celebra hoje a unidade dos cristãos
Cidade do Vaticano, 25 jan (RV) - O papa preside hoje à tarde as segundas vésperas da solenidade da Conversão de São Paulo Apostolo, na Basílica de São Paulo fora dos Muros, em Roma. A celebração ecumênica terá a participação de representantes de outras confissões cristãs e de comunidades eclesiais, e encerra a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, promovida na Itália e no Hemisfério Norte de 18 a 25 de janeiro. No Brasil, a Semana está marcada de 16 a 23 de maio, entre as solenidades de Ascensão e Pentecostes.
Na solenidade de hoje, o abade beneditino Edmund Power apresentará ao Santo Padre o ‘Codex Pauli-Acta, Epistolae, Apocrypha’, documento publicado pela Abadia de São Paulo fora dos Muros. A obra, dedicada ao Papa Bento XVI, é uma coleta de documentos e eventos relativos ao Ano Paulino, e contém escritos especialmente preparados por líderes das mais importantes Igrejas, como Bartolomeu I, Patriarca Ecumênico de Constantinopla; Kirill, Patriarca di Moscou e de todas as Rússias; Gregorios III, Patriarca melquita de Antioquia e de todo o Oriente; Rowan Williams, Primaz da Comunhão Anglicana, Eduard Lohse, Bispo emérito da Igreja Evangélica em Hannover.
Também contribuíram os cardeais da cúria romana Tarcisio Bertone, Walter Kasper e Jean-Louis Tauran e outros reconhecidos teólogos.
Fonte - Radio Vaticano
Na solenidade de hoje, o abade beneditino Edmund Power apresentará ao Santo Padre o ‘Codex Pauli-Acta, Epistolae, Apocrypha’, documento publicado pela Abadia de São Paulo fora dos Muros. A obra, dedicada ao Papa Bento XVI, é uma coleta de documentos e eventos relativos ao Ano Paulino, e contém escritos especialmente preparados por líderes das mais importantes Igrejas, como Bartolomeu I, Patriarca Ecumênico de Constantinopla; Kirill, Patriarca di Moscou e de todas as Rússias; Gregorios III, Patriarca melquita de Antioquia e de todo o Oriente; Rowan Williams, Primaz da Comunhão Anglicana, Eduard Lohse, Bispo emérito da Igreja Evangélica em Hannover.
Também contribuíram os cardeais da cúria romana Tarcisio Bertone, Walter Kasper e Jean-Louis Tauran e outros reconhecidos teólogos.
Fonte - Radio Vaticano
Lição da Escola Sabatina - Antigas
Temos o prazer de divulgar o trabalho absolutamente louvável da irmã Verônica Weber que gentilmente disponibilizou para este espaço as Lições da Escola Sabatina de 1959 a 1975. Estas foram digitalizadas e carregadas na internet de forma a servirem de base de informação e consulta daqueles que se interessam pelo estudo da Palavra de Deus.Os links, temas e datas estão abaixo qualificados:
LES 1959 - 3º trimestre
LES 1962 - 1º trimestre - O cristão e seus semelhantes
LES 1962 - 2º trimestre - O dom de profecia
LES 1962 - 3º trimestre - Mulheres da Bíblia
LES 1962 - 4º trimestre - Oração e vida vitoriosa
LES 1963 - 1º trimestre - A dinâmica do testemunho cristão
LES 1963 - 2º trimestre
LES 1963 - 3º trimestre - Lições para hoje dos profetas menores
LES 1963 - 4º trimestre - Incentivos e advertências para a igreja hoje
LES 1964 - 3º trimestre - Lar cristão e vida saudável
LES 1964 - 4º trimestre - Epístola aos gálatas
LES 1965 - 1º trimestre - Princípios básicos do viver Cristão
LES 1965 - 2º trimestre - Quando o mundo era jovem
LES 1965 - 3º trimestre - Como enfrentar os enganos dos últimos dias
LES 1965 - 4º trimestre - A Igreja na era Cristã
LES 1966 - 1º trimestre - Lições das epístolas aos Coríntios
LES 1966 - 2º trimestre - Virtudes Cristãs
LES 1966 - 3º trimestre - O povo da promessa
LES 1966 - 4º trimestre - Vida cheia do Espírito
LES 1967 - 1º trimestre - Estudos do livro de Daniel
LES 1967 - 2º trimestre - Lições escolhidas da Vida de Cristo
LES 1967 - 3º trimestre - Alegrias e obrigações da mordomia cristã
LES 1967 - 4º trimestre - Estudos no livro de Atos número 01
LES 1968 - 1º trimestre - Estudos no livro de Atos número 02
LES 1968 - 2º trimestre - A fé e as promessas divinas
LES 1968 - 3º trimestre - Estudos no livro de São Tiago
LES 1968 - 4º trimestre - Lições da vida dos Profetas do Velho Testamento
LES 1969 - 1º trimestre - As crises do Cristo
LES 1969 - 2º trimestre - Graça redentora
LES 1969 - 3º trimestre - Mandamento e Promessas de Deus
LES 1969 - 4º trimestre - As chaves do reino
LES 1970 - 1º trimestre - O caminho para vida eterna
LES 1970 - 2º trimestre - As Parábolas de Jesus
LES 1970 - 3º trimestre - Ideais Cristãos
LES 1970 - 4º trimestre - Estudo sobre a Epístola aos Romanos
LES 1971 - 2º trimestre - Estudo sobre a Epístola aos Efésios
LES 1971 - 3º trimestre - A Igreja e sua missão no mundo
LES 1971 - 4º trimestre - Relações de família
LES 1972 - 1º trimestre parte 1 - O Cristão e a comunicação
LES 1972 - 1º trimestre parte 2 - Nós adoramos a Deus
LES 1972 - 2º trimestre parte 1 - Estudo sobre a Epístola aos Romanos
LES 1972 - 2º trimestre parte 2 - Estudo sobre a Epístola aos Romanos
LES 1972 - 3º trimestre parte 1 - Cristo e o sábado
LES 1972 - 3º trimestre parte 2 - Cristo e o sábado
LES 1972 - 4º trimestre parte 1 - Aguardando o Advento
LES 1972 - 4º trimestre parte 2 - Aguardando o advento
LES 1973 - 1º trimestre parte 2 - O Cristão e a comunicação
LES 1973 - 2º trimestre parte 1 - Vida santa em tempos difíceis
LES 1973 - 3º trimestre parte 1 - Jesus e seu povo
LES 1973 - 3º trimestre parte 2 - Jesus e seu povo
LES 1973 - 4º trimestre parte 2 - Administrando os bens de Deus
LES 1974 - 1º trimestre parte 1 - Cristo nossa justiça
LES 1974 - 1º trimestre parte 2 - Cristo nossa justiça
LES 1974 - 2º trimestre - Novas de Jesus
LES 1974 - 3º trimestre parte 1 - Novas de Jesus II
LES 1974 - 3º trimestre parte 2 - Novas de Jesus II
LES 1974 - 4º trimestre parte 1 - Um dom de Jesus
LES 1974 - 4º trimestre parte 2 - Um dom de Jesus
LES 1975 - 1º trimestre parte 1 - Como é Deus
LES 1975 - 1º trimestre parte 2 - Como é Deus
LES 1975 - 2º trimestre parte 1 - À imagem de Deus
LES 1975 - 2º trimestre parte 2 - À imagem de Deus
LES 1975 - 3º trimestre parte 1 - A fé em ação
LES 1975 - 3º trimestre parte 2 - A fé em ação
LES 1975 - 4º trimestre parte 1 - Jeremias, uma mensagem para o nosso tempo
LES 1975 - 4º trimestre parte 2 - Jeremias, uma mensagem para o nosso tempo
"Os servos de Cristo não devem preparar determinado discurso para apresentá-lo quando forem levados a juízo por causa de sua fé. Devem preparar-se dia a dia, entesourando no coração as preciosas verdades da Palavra de Deus, alimentando-se dos ensinos de Cristo e fortalecendo sua fé pela oração; então, quando levados a juízo, o Espírito Santo lhes trará à lembrança as verdades que hão de alcançar o coração dos que as ouvirem. Qual relâmpago, trar-lhes-á Deus à memória, justo quando for necessário, o conhecimento obtido mediante diligente exame da Palavra divina." Conselhos Sobre a Escola Sabatina, pág. 41.
Para acessar as lições atuais, clique aqui.
Catástrofes como jamais se viu
Quando não acontece conosco, as notícias de catástrofes se tornam rotineiras e nos acostumamos em vê-las na televisão ou em lê-las nos jornais. Nossos sentimentos já nem são mais afetados. Nos tornamos quase indiferentes ao sofrimento humano. Na América do Sul chove bem acima da média, vemos enchentes, deslizamentos, soterramentos, destruição e mortes. Em muitos lugares do mundo o problema é o mesmo que aqui. Tornaram-se quase diárias as notícias de cidades sofrendo com as chuvaradas e com ventos fortes. Estradas interrompidas e pontes caídas também são bem freqüentes. Ver pessoas mortas por essas calamidades é algo que só comove os parentes próximos.
Terremotos também são cada vez mais freqüentes. Esse do Haiti agora está nos noticiários, mas bem logo será substituído por outro e mais outro. É calamidade em cima de calamidade, uma após outra. O planeta envelheceu e está cambaleando como uma bêbado inveterado. A natureza está se revoltando contra o ser humano, que a deveria administrar, não destruir.
No Pólo Norte são as tundras do fundo do mar estão liberando gás provocador do efeito estufa. O gelo derrete e esse gás que está retido nas profundezas das águas do mar vem subindo em bolhas somando-se ao gás que o homem libera por meio de suas atividades industriais e pelos veículos. Isso só aumenta os nossos problemas de calor, já bastante graves. Há mais de quatro mil anos atrás os antediluvianos foram responsáveis pela destruição da estrutura rochosa da Terra, quando provocaram a tal ponto a DEUS que Este os destruiu pelo dilúvio. Naquele tempo a camada de rochas foi rompida e se formaram as placas tectônicas. A nossa geração está destruindo a natureza exterior da Terra, aquela que conseguiu se formar após o dilúvio. Agora não temos mais estrutura estável no interior da Terra nem condições seguras de vida em sua superfície. A natureza em lugar algum do mundo oferece segurança. Todos estamos ameaçados. Se não é o terremoto, podem ser as chuvas, e se não forem esses dois, pode ser o vento. A destruição da natureza está sendo total. Vemos e continuaremos vendo as manifestações extremas da natureza se manifestando em intensidade cada vez maior, seja no interior, seja na superfície da Terra.
No plano social, o que estamos assistindo é a destruição da juventude, e de toda a sociedade. Em especial nas cidades maiores, eles formam gangues de auto-afirmação, onde se drogam, andam armados, se tornam violentos e aterrorizam as pessoas. São jovens entre 15 a 20 anos, eles querem mostrar que tem poder. Disputam as garotas como se imagina que foi durante os tempos bárbaros idos do passado. Mas meninos e meninas de pouca idade, que deveriam estar brincando, também interessam-se só por violência e destruição. Há uma ausência quase total de educação, só se vê a formação materialista.
No plano político o mundo está, ao mesmo tempo, buscando ações coordenadas conjuntas enquanto agem forças de fragmentação. As nações em geral, com seus poderosos exércitos, reúnem-se a todo tempo para tratar dos grandes problemas da humanidade. Enquanto isso, grupos terroristas atacam onde querem, e ameaçam qualquer coisa que a liderança consiga melhorar. Se, por exemplo, algum país, no caso como o Iraque, politicamente estiver se volvendo à estabilidade, basta um grupo de alguns homens radicais e terroristas para acabar com tudo. O planeta é como um gigantesco organismo, muito poderoso, sendo atacado por um microscópico vírus capaz de destruir todo o organismo. Os exércitos unidos de todos os países do mundo não mais são suficientes para deter a ação de pequenos grupos radicais. Assim está a nossa situação em termos de segurança.
No plano religioso é que vemos hoje a maior movimentação. As igrejas cristãs se esforçam por se unir como uma grande fraternidade global, que formaria um poder de mais de 2 bilhões de fiéis. Se adiciona a esse número os muçulmanos, em torno de 1,2 bilhão de adeptos, mais os judeus, poucas pessoas (umas 15 milhões) mas com muito poder econômico e político, e teremos mais de 3,2 bilhões de almas viventes, em torno da metade de todos os habitantes do mundo. Essa união está bastante adiantada. Vem sendo impulsionada pelos grandes problemas do planeta, pois se diz que ela vem para resolvê-los. Há no entanto a exceção de pequenas igrejas, que não estão participando da unidade global dos adoradores. Além dessas três chamadas grandes religiões monoteístas, temos as politeístas pagãs e as ideologias e doutrinas de vida. Esses todos estão participando de um grande movimento global pela unificação da adoração chamado “Diálogo Inter religioso”. Unindo a todos os adoradores, e incluindo de alguma forma os ateus, mas que crêem em algum tipo de doutrina, o mundo pretende enfrentar e resolver aqueles problemas que assolam o planeta e que estão se tornando globais.
O que estamos vendo no presente momento é a ação poderosa de satanás. Ele está criando ou reforçando catástrofes para que sirvam de motivação a unidade religiosa bem como causa de perseguição aos poucos crentes que se mantiverem fiéis aos preceitos bíblicos, portanto, adorando ao DEUS Criador. Vemos uma movimentação estranha, imperceptível a muitos, mas facilmente visível a alguns mais atentos. Catástrofes se intensificando, sociedade se fragmentando e políticos se unindo aos movimentos unionistas das igrejas para reverter as grandes tendências destruidoras. Esses fenômenos são globais. Isso indica que estamos próximos de grandes eventos, os do final da história de horror do pecado. Sem dúvida, JESUS logo volta.
Fonte - Cristo Voltará
Terremotos também são cada vez mais freqüentes. Esse do Haiti agora está nos noticiários, mas bem logo será substituído por outro e mais outro. É calamidade em cima de calamidade, uma após outra. O planeta envelheceu e está cambaleando como uma bêbado inveterado. A natureza está se revoltando contra o ser humano, que a deveria administrar, não destruir.
No Pólo Norte são as tundras do fundo do mar estão liberando gás provocador do efeito estufa. O gelo derrete e esse gás que está retido nas profundezas das águas do mar vem subindo em bolhas somando-se ao gás que o homem libera por meio de suas atividades industriais e pelos veículos. Isso só aumenta os nossos problemas de calor, já bastante graves. Há mais de quatro mil anos atrás os antediluvianos foram responsáveis pela destruição da estrutura rochosa da Terra, quando provocaram a tal ponto a DEUS que Este os destruiu pelo dilúvio. Naquele tempo a camada de rochas foi rompida e se formaram as placas tectônicas. A nossa geração está destruindo a natureza exterior da Terra, aquela que conseguiu se formar após o dilúvio. Agora não temos mais estrutura estável no interior da Terra nem condições seguras de vida em sua superfície. A natureza em lugar algum do mundo oferece segurança. Todos estamos ameaçados. Se não é o terremoto, podem ser as chuvas, e se não forem esses dois, pode ser o vento. A destruição da natureza está sendo total. Vemos e continuaremos vendo as manifestações extremas da natureza se manifestando em intensidade cada vez maior, seja no interior, seja na superfície da Terra.
No plano social, o que estamos assistindo é a destruição da juventude, e de toda a sociedade. Em especial nas cidades maiores, eles formam gangues de auto-afirmação, onde se drogam, andam armados, se tornam violentos e aterrorizam as pessoas. São jovens entre 15 a 20 anos, eles querem mostrar que tem poder. Disputam as garotas como se imagina que foi durante os tempos bárbaros idos do passado. Mas meninos e meninas de pouca idade, que deveriam estar brincando, também interessam-se só por violência e destruição. Há uma ausência quase total de educação, só se vê a formação materialista.
No plano político o mundo está, ao mesmo tempo, buscando ações coordenadas conjuntas enquanto agem forças de fragmentação. As nações em geral, com seus poderosos exércitos, reúnem-se a todo tempo para tratar dos grandes problemas da humanidade. Enquanto isso, grupos terroristas atacam onde querem, e ameaçam qualquer coisa que a liderança consiga melhorar. Se, por exemplo, algum país, no caso como o Iraque, politicamente estiver se volvendo à estabilidade, basta um grupo de alguns homens radicais e terroristas para acabar com tudo. O planeta é como um gigantesco organismo, muito poderoso, sendo atacado por um microscópico vírus capaz de destruir todo o organismo. Os exércitos unidos de todos os países do mundo não mais são suficientes para deter a ação de pequenos grupos radicais. Assim está a nossa situação em termos de segurança.
No plano religioso é que vemos hoje a maior movimentação. As igrejas cristãs se esforçam por se unir como uma grande fraternidade global, que formaria um poder de mais de 2 bilhões de fiéis. Se adiciona a esse número os muçulmanos, em torno de 1,2 bilhão de adeptos, mais os judeus, poucas pessoas (umas 15 milhões) mas com muito poder econômico e político, e teremos mais de 3,2 bilhões de almas viventes, em torno da metade de todos os habitantes do mundo. Essa união está bastante adiantada. Vem sendo impulsionada pelos grandes problemas do planeta, pois se diz que ela vem para resolvê-los. Há no entanto a exceção de pequenas igrejas, que não estão participando da unidade global dos adoradores. Além dessas três chamadas grandes religiões monoteístas, temos as politeístas pagãs e as ideologias e doutrinas de vida. Esses todos estão participando de um grande movimento global pela unificação da adoração chamado “Diálogo Inter religioso”. Unindo a todos os adoradores, e incluindo de alguma forma os ateus, mas que crêem em algum tipo de doutrina, o mundo pretende enfrentar e resolver aqueles problemas que assolam o planeta e que estão se tornando globais.
O que estamos vendo no presente momento é a ação poderosa de satanás. Ele está criando ou reforçando catástrofes para que sirvam de motivação a unidade religiosa bem como causa de perseguição aos poucos crentes que se mantiverem fiéis aos preceitos bíblicos, portanto, adorando ao DEUS Criador. Vemos uma movimentação estranha, imperceptível a muitos, mas facilmente visível a alguns mais atentos. Catástrofes se intensificando, sociedade se fragmentando e políticos se unindo aos movimentos unionistas das igrejas para reverter as grandes tendências destruidoras. Esses fenômenos são globais. Isso indica que estamos próximos de grandes eventos, os do final da história de horror do pecado. Sem dúvida, JESUS logo volta.
Fonte - Cristo Voltará
Desastres naturais não têm relação com aquecimento
O grupo parece ter se baseado em um relatório de 1999, que só foi publicado em 2008. Na ocasião, os cientistas responsáveis pelo estudo retiraram sua teoria sobre o aquecimento e sua relação com desastres naturais. Para eles, “não existem evidências para sustentar que o aquecimento global tenha alguma relação com o aumento de desastres naturais.” No entanto, o IPCC se baseou nas afirmações de 1999, e não nas de 2008.
Esta suposta consequência do aquecimento global foi um dos temas centrais da Conferência de Copenhague. O presidente norte-americano, Barack Obama, falou sobre o aumento dos desastres naturais, assim como outros ministros e autoridades, durante o evento. O argumento de países pobres para receber US$ 100 bilhões em ajuda para lidar com o aquecimento global se baseia na afirmação do IPCC.
Fonte - Opinião e Notícia
Bento XVI pede união de todas as Igrejas cristãs
Cidade do Vaticano, 24 jan (EFE).- O papa Bento XVI pediu hoje a unidade de todas as Igrejas cristãs, porque "a comunhão dos cristãos torna mais crível e eficaz o anúncio do Evangelho", antes de rezar o Ângelus dominical na Praça de São Pedro, diante de cerca de 50 mil fiéis.
Bento XVI anunciou que assistirá amanhã à cerimônia ecumênica presidindo as solenes vésperas na Basílica de São Paulo Extramuros, no encerramento da Semana de Oração para a União dos Cristãos, que coincide com a conversão de são Paulo.
"A Igreja é concebida como o corpo, do qual Cristo é a cabeça, e forma com Ele um uno", acrescentou o papa, citando São Paulo: "Todos fomos batizados mediante um só espírito em um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou libertos, e todos saciamos nossa sede espiritual".
Graças aos carismas, "a Igreja se apresenta como um organismo rico e vital, não uniforme, fruto do único Espírito Santo que conduz todos a uma unidade profunda, assumindo as diferenças sem aboli-las e realizando uma união harmoniosa", disse.
Portanto, é justo em Cristo e no espírito que a Igreja é una e santa, o que é uma íntima comunhão que supera a capacidade humana e a sustenta, afirmou o pontífice.
O papa lembrou a figura de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas e da imprensa católica, cuja memória litúrgica é celebrada hoje e a relacionou com a mensagem que enviou ontem aos sacerdotes para que divulgassem o evangelho pela internet.
Fonte - Yahoo
Bento XVI anunciou que assistirá amanhã à cerimônia ecumênica presidindo as solenes vésperas na Basílica de São Paulo Extramuros, no encerramento da Semana de Oração para a União dos Cristãos, que coincide com a conversão de são Paulo.
"A Igreja é concebida como o corpo, do qual Cristo é a cabeça, e forma com Ele um uno", acrescentou o papa, citando São Paulo: "Todos fomos batizados mediante um só espírito em um só corpo, judeus ou gregos, escravos ou libertos, e todos saciamos nossa sede espiritual".
Graças aos carismas, "a Igreja se apresenta como um organismo rico e vital, não uniforme, fruto do único Espírito Santo que conduz todos a uma unidade profunda, assumindo as diferenças sem aboli-las e realizando uma união harmoniosa", disse.
Portanto, é justo em Cristo e no espírito que a Igreja é una e santa, o que é uma íntima comunhão que supera a capacidade humana e a sustenta, afirmou o pontífice.
O papa lembrou a figura de São Francisco de Sales, padroeiro dos jornalistas e da imprensa católica, cuja memória litúrgica é celebrada hoje e a relacionou com a mensagem que enviou ontem aos sacerdotes para que divulgassem o evangelho pela internet.
Fonte - Yahoo
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