As zonas tropicais e grande parte do hemisfério norte poderão enfrentar verões mais quentes nos próximos 20 anos caso se mantenham os níveis actuais de emissão de gases com efeito estufa, alerta um estudo da universidade de Standford.
O estudo, que será publicado na revista "Climate Change Letters", refere que muitas regiões tropicais da África, Ásia e América do Sul poderão assistir a um aumento de calor "sem precedentes e que as latitudes do centro da Europa, China e América do Norte, poderão atravessar mudanças extremas num prazo de 60 anos.
"Segundo as nossas projecções, grandes áreas do planeta podem aquecer de forma tão rápida que, para meados deste século, os verões mais frescos serão os mais quentes dos últimos 50 anos", apontou o responsável do estudo, Noah Diffenbaugh, citado pela Efe.
O estudo, que foi financiado pela Fundação Nacional de Ciências, Governo dos Estados Unidos e Banco Mundial, pretendeu determinar o impacto do aquecimento global nas próximas décadas.
Fonte - Jornal de Notícias
Nota DDP: Veja também "Temporada de tornados nos EUA causou danos de até US$ 12,5 bi" e "Temporada de tornados foi a mais mortífera".
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Fome: o tsunami silencioso que pode devastar o mundo
O que a mudança climática [que, pelo que indicam pesquisas, não é majoritariamente causada pelo ser humano], uma população crescente e suprimentos de água cada vez mais escassos causam? Uma crescente escassez global de alimentos que fez com que o preço da comida dobrasse nos últimos anos. Segundo os cientistas, como resultado, mais pessoas ao redor do planeta estão passando fome. Nos Estados Unidos, por exemplo, mesmo que o preço dos alimentos tenha subido, a maioria das pessoas não compreende o alcance e a gravidade do problema. Um estudo de 2009 mostrou que os americanos desperdiçam cerca de 40% de seus alimentos. Os resíduos alimentícios por pessoa aumentaram 50% desde 1974. No entanto, uma em cada sete pessoas vão para a cama com fome todas as noites. A fome mata mais pessoas do que a aids, a malária e a tuberculose juntas. O problema é pior nos países em desenvolvimento, mas tem implicações muito além das fronteiras dos países pobres. Há anos os cientistas preveem que um planeta mais quente, juntamente com as demandas crescentes de água, pode provocar escassez de alimentos. Um estudo de 2007 advertiu que a mudança climática pode ajudar a causar escassez de alimentos, levando à guerra. Outros cientistas previram que a escassez de água será o fator que desencadeará uma guerra. A situação se tornou aguda em 2008, quando a escassez de alimentos estourou em revoltas em vários países pobres. A alta dos preços dos alimentos teve um papel na derrubada do governo haitiano nesse ano.
A segurança alimentar emergiu como um chavão político nas conversas sobre a estabilidade no mundo em desenvolvimento. Recentes subidas dos preços globais dos alimentos ameaçou criar uma crise alimentar nas nações onde pessoas mais pobres muitas vezes gastam três quartos de sua renda em comida. [...]
Segundo cientistas, o crescimento da população mundial está ultrapassando a produção de alimentos, especialmente nas quatro plantações que fornecem a maior parte da alimentação mundial: trigo, arroz, milho e soja. Como estudos têm mostrado anteriormente, hoje há pouca terra para converter em agricultura, o abastecimento de água está acabando e o aquecimento global está causando estragos nas plantações e contribuindo para condições climáticas extremas que destroem culturas.
Eis o grave problema: a escassez de alimentos global urgente não está sendo acompanhada por esforços de investigação urgentes para melhorar essas perspectivas no futuro. A população global, de apenas 3 bilhões em 1959, está agora em 6,92 bilhões. Com 4,2 pessoas nascendo a cada segundo, a população está projetada para atingir 9 bilhões até 2044. A demanda de alimentos terá aumentado 70%. E o que os governos estão fazendo para aumentar essa produção e suprir essa demanda? Nada
(Hypescience)
Nota Michelson Borges: Fome disseminada pelo mundo, injustiça na distribuição dos recursos (poucos com muito e muitos com quase nada), catástrofes climáticas, terremotos em vários lugares, guerras, doenças... Você já leu previsões a esse respeito antes? Não teria sido num livro escrito há milênios e que nunca errou uma predição? Jesus breve virá e toda essa história triste e injusta ficará num passado esquecido!
A cada cinco minutos é assassinado um cristão
"Cento e cinco mil cristãos são assassinados anualmente devido às convicções religiosas, o que indica que em cada cinco minutos morre um cristão por causa da fé, alerta o perito em temas de liberdade religiosa Massimo Introvigne. O responsável, citado hoje pela Rádio Vaticano, falava na Conferência Internacional sobre o Diálogo Inter-religioso entre Cristãos, Judeus e Muçulmanos, realizada em Budapeste, na Hungria. (...)"Se essas cifras não gritarem ao mundo, se não se detiver esta praga, se não se reconhecer que a perseguição dos cristãos é a primeira emergência mundial em matéria de violência e de discriminação religiosa, o diálogo entre religiões só produzirá congressos estupendos, mas nenhum resultado concreto", afirmou Massimo Introvigne.
O arcebispo de Budapeste, cardeal Peter Erdö, disse, também citado pela Rádio Vaticano, que muitas comunidades cristãs no Oriente Médio morrerão porque terão de fugir. "Que a Europa se prepare para uma nova onda imigratória, desta vez de cristãos que fogem da perseguição", advertiu.
Na Conferência, organizada pelo governo da Hungria, participaram outras autoridades religiosas e civis, como o diplomata egípcio Aly Mahmoud, que afirmou que no Egito estão a registar-se ataques muito graves contra as Igrejas Coptas.
No entanto, disse, serão promulgadas leis que proibirão os imãs muçulmanos de realizar discursos incitando ao ódio e às manifestações hostis junto aos templos das minorias, especialmente a cristã."
Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: fica registado que o problema hoje para os cristãos perseguidos é, em grande medida, a intolerância por parte de alguns muçulmanos. Em breve se verá se isso se mantém, ou se os verdadeiros cristãos começam a ser perseguidos... por outros (ditos) cristãos.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Valores espirituais do país constroem identidade europeia
Zagreb, 04 jun 2011 (Ecclesia) - O Papa afirmou hoje que os valores morais estão na “raiz da vida social e da identidade” da Europa.
À chegada ao aeroporto de Zagreb, capital da Croácia, onde inicia uma visita de dois dias, Bento XVI considerou que os desafios da cultura contemporânea, marcada pelo “desnivelamento social”, “individualismo” e “reduzida estabilidade”, exigem um “convicto testemunho e um arrojado dinamismo na promoção dos valores morais fundamentais que estão na raiz da vida social e da identidade” do continente europeu
Para Bento XVI, a celebração de 20 anos de independência e a entrada do país croata na União Europeia, constitui um “motivo de reflexão para todos os outros povos do continente”, com vista a “conservar e reanimar o património comum inestimável de valores humanos e cristãos”.
“Possa esta querida nação contribuir para fazer com que a União Europeia valorize plenamente tal riqueza espiritual e cultural”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Bento XVI quer consciências radicadas na verdade e no bem".
A peregrinação em torno do restabelecimento dos "valores morais" (leia-se decálogo católico) continua e, só terminará quando encontrar eco na América.
À chegada ao aeroporto de Zagreb, capital da Croácia, onde inicia uma visita de dois dias, Bento XVI considerou que os desafios da cultura contemporânea, marcada pelo “desnivelamento social”, “individualismo” e “reduzida estabilidade”, exigem um “convicto testemunho e um arrojado dinamismo na promoção dos valores morais fundamentais que estão na raiz da vida social e da identidade” do continente europeu
Para Bento XVI, a celebração de 20 anos de independência e a entrada do país croata na União Europeia, constitui um “motivo de reflexão para todos os outros povos do continente”, com vista a “conservar e reanimar o património comum inestimável de valores humanos e cristãos”.
“Possa esta querida nação contribuir para fazer com que a União Europeia valorize plenamente tal riqueza espiritual e cultural”.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Veja também "Bento XVI quer consciências radicadas na verdade e no bem".
A peregrinação em torno do restabelecimento dos "valores morais" (leia-se decálogo católico) continua e, só terminará quando encontrar eco na América.
Bento XVI recebe Biden e Abbas
CIDADE DO VATICANO, 3 JUN (ANSA) - O papa Bento XVI recebeu hoje, em audiências distintas, o vice-presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e o presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP), Mahmoud Abbas.
Os dois estão em Roma por ocasião dos festejos dos 150 anos da Unificação da Itália, celebrados ontem, na presença de outros 40 chefes de Estado e de Governo, e de representantes diplomáticos.
A audiência com Biden ocorreu de forma privada e, por volta das 11h30 locais (7h30 no horário de Brasília), o Pontífice se reuniu com Abbas.
De acordo com uma nota da Santa Sé, o encontro com o líder palestino durou 22 minutos e foi acompanhado por uma delegação da ANP.
Durante as conversas, Bento XVI afirmou que são "legítimas" as "aspirações" dos palestinos por um Estado independente.
O Papa também ressaltou a necessidade de Israel e Palestina viverem de modo "seguro" e buscarem uma "solução justa e duradoura" para o conflito bilateral, "a fim de assegurar o respeito aos Direitos Humanos de todos".
"Desse modo, com o apoio da comunidade internacional e um espírito de cooperação e abertura à reconciliação, a Terra Santa poderá conhecer a paz", comentou Bento XVI, segundo o comunicado do Vaticano.
A nota também informou que o Pontífice "fez referência à situação das comunidades cristãs em territórios palestinos e, em geral, no Oriente Médio, e destacou a contribuição insubstituível deles para a construção da sociedade".
Esta foi a quinta vez que os dois se reuniram, sendo que as outras ocasiões foram em dezembro de 2005, abril de 2007 e outubro de 2009, no Vaticano, e em maio de 2009, em Belém, durante uma visita do Papa a Israel e territórios palestinos.
Fonte - ANSA
Nora DDP: Chega a ser impressionante o afluxo de autoridades internacionais ao Vaticano. Nem se diga que tal condição se reflete em qualquer outro tipo de vantagem que o pequeno reino cravado na Europa possa fornecer, senão a influência que este ainda exerce no cenário mundial, como de fato exercerá até os últimos dias desta terra. Assim antecipou a profecia bíblica.
Os dois estão em Roma por ocasião dos festejos dos 150 anos da Unificação da Itália, celebrados ontem, na presença de outros 40 chefes de Estado e de Governo, e de representantes diplomáticos.
A audiência com Biden ocorreu de forma privada e, por volta das 11h30 locais (7h30 no horário de Brasília), o Pontífice se reuniu com Abbas.
De acordo com uma nota da Santa Sé, o encontro com o líder palestino durou 22 minutos e foi acompanhado por uma delegação da ANP.
Durante as conversas, Bento XVI afirmou que são "legítimas" as "aspirações" dos palestinos por um Estado independente.
O Papa também ressaltou a necessidade de Israel e Palestina viverem de modo "seguro" e buscarem uma "solução justa e duradoura" para o conflito bilateral, "a fim de assegurar o respeito aos Direitos Humanos de todos".
"Desse modo, com o apoio da comunidade internacional e um espírito de cooperação e abertura à reconciliação, a Terra Santa poderá conhecer a paz", comentou Bento XVI, segundo o comunicado do Vaticano.
A nota também informou que o Pontífice "fez referência à situação das comunidades cristãs em territórios palestinos e, em geral, no Oriente Médio, e destacou a contribuição insubstituível deles para a construção da sociedade".
Esta foi a quinta vez que os dois se reuniram, sendo que as outras ocasiões foram em dezembro de 2005, abril de 2007 e outubro de 2009, no Vaticano, e em maio de 2009, em Belém, durante uma visita do Papa a Israel e territórios palestinos.
Fonte - ANSA
Nora DDP: Chega a ser impressionante o afluxo de autoridades internacionais ao Vaticano. Nem se diga que tal condição se reflete em qualquer outro tipo de vantagem que o pequeno reino cravado na Europa possa fornecer, senão a influência que este ainda exerce no cenário mundial, como de fato exercerá até os últimos dias desta terra. Assim antecipou a profecia bíblica.
Praias no Ceará devem desaparecer em dez anos
Pelo menos quatro praias do litoral cearense deverão desaparecer nos próximos dez anos. Essa é a conclusão de uma série de estudos de pesquisadores do Labomar (Instituto de Ciências do Mar), da Universidade Federal do Ceará, que concluíram que, nessas localidades, o Atlântico tem avançado a impressionantes dez metros por ano.
O aumento do volume dos oceanos e o consequente avanço sobre áreas litorâneas não é exclusividade do litoral cearense. Inúmeras praias do Nordeste têm sofrido com a erosão causada pelas ondas. Os pesquisadores do Labomar, contudo, conseguiram quantificar esse avanço e perceberam que, para além das mudanças climáticas, as intervenções do homem tornam esse quadro muito mais grave.
“As mudanças climáticas têm feito com que o mar aumente de volume 40, 60 centímetros por século, causando avanço do mar de 4 a 6 metros nesse mesmo período, o que é muito pouco diante do que estamos vendo em certas localidades”, disse o geólogo Luís Parente, doutor em Ciências do Mar pela Universidade de Barcelona e professor do Labomar. Ele divulgou o resultado desses estudos nessa semana, num debate na Assembleia Legislativa do Ceará.
...
Fonte - UOL
O aumento do volume dos oceanos e o consequente avanço sobre áreas litorâneas não é exclusividade do litoral cearense. Inúmeras praias do Nordeste têm sofrido com a erosão causada pelas ondas. Os pesquisadores do Labomar, contudo, conseguiram quantificar esse avanço e perceberam que, para além das mudanças climáticas, as intervenções do homem tornam esse quadro muito mais grave.
“As mudanças climáticas têm feito com que o mar aumente de volume 40, 60 centímetros por século, causando avanço do mar de 4 a 6 metros nesse mesmo período, o que é muito pouco diante do que estamos vendo em certas localidades”, disse o geólogo Luís Parente, doutor em Ciências do Mar pela Universidade de Barcelona e professor do Labomar. Ele divulgou o resultado desses estudos nessa semana, num debate na Assembleia Legislativa do Ceará.
...
Fonte - UOL
domingo, 5 de junho de 2011
Pouco produtor para combater a fome
Há quase 1 bilhão de pessoas no mundo que vão dormir com fome todos os dias de suas vidas. E as perspectivas não são nada animadoras: a produção de alimentos não segue a mesma velocidade de cruzeiro que o crescimento da população mundial, e muito menos o acesso desta à comida. O mundo passou de 2,5 bilhões de habitantes em 1950 para cerca de 7 bilhões atualmente. A ONU calcula a taxa de fertilidade e espera 9 bilhões de habitantes em 2050. É como dizia o economista Jeffrey Sachs, um país abarrotado.
Abarrotado de futuros trabalhadores, consumidores, líderes e subordinados, mas sobretudo, em todos os casos, 2 bilhões a mais de futuras bocas para alimentar. Dois bilhões a mais de estômagos que, segundo concordam os especialistas, terão de pagar a comida mais cara que nunca.
O mundo enfrenta o segundo choque de preços dos alimentos desde a crise alimentar de 2007-2008. O aumento do petróleo (que em 2008 alcançou seu máximo histórico), os subsídios nos países mais ricos, o uso dos campos para a produção de biocombustível e as eventuais más colheitas se combinam habitualmente no aumento do preço da alimentação.
Um dos problemas é que esses – hoje – quase 7 bilhões de pessoas que esperam sua ração se nutrem de muito poucas fontes, o que representa um risco fenomenal para a oferta de alimentos. Os EUA, por exemplo, controlam 73% do mercado de milho em todo o mundo. Um problema climático naquele país representa um tremendo abalo para esse mercado.
Um punhado de cifras dá conta do nível de dependência que há em relação a alguns países, à margem de que as condições naturais de um território favorecem a produção de um tipo de produto e a especialização. Cinco países controlam 90% das exportações de arroz (EUA, com 68%, seguido de Coreia, Japão, Tailândia e China). Além do caso do arroz e do milho, também há uma elevada concentração no mercado de trigo (os EUA vendem 25% do total, o Canadá 13% e a Austrália, Rússia e França 11% cada), segundo indica o Instituto de Pesquisa de Políticas Alimentares dos EUA (IFPRI na sigla em inglês). “Há uma alta concentração desses produtos e o principal risco é que qualquer transtorno climático em um desses países tem um efeito direto nos preços”, adverte Máximo Torero, desse grupo de pensadores americano.
A alta inflação está afetando todos os países em desenvolvimento, incluindo aqueles com maior número de pessoas pobres. Por exemplo, entre dezembro de 2009 e dezembro de 2010 a inflação alcançou 10% na China e 18% na Índia, puxada sobretudo pela carne, peixe, laticínios, legumes e frutas.
“Mais que uma segunda crise alimentar em três anos, creio que esta é a mesma crise que se prolonga, porque as causas estruturais persistem, por isso temos uma crise prolongada que teve um pico em 2008″, reflete Jesús González Regidor, professor de Economia e Política Agroalimentar da Universidade Autônoma de Madri, que assessorou neste assunto a OCDE e a Comissão Europeia.
A oferta não cresce com a mesma velocidade que a demanda porque os avanços tecnológicos estagnaram. Além disso, parte dos cultivos é desviada para a produção de biocombustíveis muito subvencionados e, como pano de fundo, há uma mudança radical na demanda, pois gigantes como China e Índia estão melhorando seu nível de renda e pedem mais ao supermercado do mundo. A concentração, concorda o professor, é outro fator. “O grande mercado de matérias-primas movimenta grandes volumes com poucos investidores, os preços são marcados praticamente nas grandes Bolsas de Chicago, Nova York, Londres…”, aponta Regidor.
À conjuntura — a instabilidade política que provoca o pânico comprador em muitos países, os desastres climáticos ou o preço do petróleo — somam-se os problemas estruturais. Segundo um relatório que acaba de apresentar a ONG Intermón Oxfam, apenas 500 empresas controlam 70% do setor alimentar em todo o mundo. E três empresas agrícolas –Cargill, Bunge e ADM — dividem boa parte do comércio de cereais. Para Gonzalo Fanjul, diretor de estudos da ONG, há países muito eficientes, com recursos naturais e grande capacidade comercial, e outros, entre os quais destaca os EUA e os europeus, que contam com uma quantidade colossal de subsídios para sua agricultura, embora já sejam grandes exportadores.
“Isso representa uma desvantagem para outros países, por exemplo, os da África subsaariana, que têm muita capacidade potencial mas não conseguem melhorar sua agricultura comercialmente devido às altas tarifas impostas em outros mercados, como é o caso da UE”, explica Fanjul.
A ONG implementou esta semana em 24 países a campanha Cresça para Combater a Fome. Entre outras medidas, a iniciativa lança uma crítica à política de ajudas nos países avançados e calcula em US$ 252 bilhões o total que os países recebem da OCDE.
“Eliminar as barreiras alfandegárias ajudaria”, admite Torero. Mas a realidade não aponta para essa tendência. As pressões de caráter protecionista, incluindo restrições, estão crescendo nos países que formam o G-20, segundo o último relatório de vigilância elaborado pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Mas pode-se dar um corte brusco nos subsídios? “Essa é uma questão política muito delicada e os países têm autonomia nisso”, responde Torero, embora defenda “dar mais informação ao mercado sobre esses subsídios, que as pessoas os conheçam bem”.
O número de pessoas famintas no mundo cresceu nos últimos anos. Os altos preços dos alimentos e a crise empurraram outros 115 milhões de pessoas para a pobreza e a fome, segundo a Agência de Agricultura da ONU (FAO). Em 2009 o número total de pessoas famintas no mundo alcançou 1 bilhão, e embora desde então o número tenha baixado para 925 milhões a ONU contempla um novo aumento devido à última onda inflacionária.
Uma escalada do petróleo revoluciona os preços, o que é um incômodo para as economias ocidentais, uma notícia constante na mídia e um novo problema para os orçamentos familiares. Mas ao falar dessa parte pobre do planeta o incômodo passa à categoria de drama. “O encarecimento dos alimentos tem um efeito direto nessas cifras porque os pobres destinam grande parte de seu orçamento (de 50 a 70%, contra 10 ou 20% nos EUA) aos alimentos”, aponta Torero. Por isso um aumento da cesta básica é letal para essa economia familiar.
Esse mundo de 2050 precisa produzir mais. Há algumas estimativas sobre isso: a produção de carne terá de crescer 75%, para 460 milhões de toneladas, e os cereais 3 bilhões, segundo dados de vários estudos citados pelo IFPRI.
A questão é a que preço. Em longo prazo, isso coloca sérias incertezas no campo dos custos para a população. A comida deverá ser cada vez mais cara. A mudança climática tem efeitos nas colheitas e, portanto, no comportamento dos preços.
Os alimentos básicos como o trigo, o arroz, o gado ou o milho sofrerão aumentos de 100 a 180% até 2030, incorporando o efeito da mudança climática, segundo a Oxfam. Torero, do IFPRI, matiza essa avaliação: “A mudança climática claramente pode duplicar o preço dos alimentos em 40 anos, mas o maior problema que gera não é tanto isso, como a volatilidade”.
“Estamos sentados sobre uma bomba-relógio e não é por acaso”, alerta Fanjul. Segundo a Oxfam, até 2050 a demanda de alimentos aumentará 70% e, no entanto, a capacidade para aumentar a produção de alimentos está em declínio, já que a taxa de crescimento no rendimento das colheitas caiu acentuadamente. “Se não melhorarmos em nível de reservas e de produtividade, a situação será crítica. Se não aumentar a produção mundial e os importadores líquidos, e a China começar a comprar no mundo… A situação é muito delicada”, indica Máximo Torero.
Bettina Prado, do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Ifad), acredita que os países estão reagindo melhor do que três anos atrás. “A comunidade internacional, muitos governos se mostraram melhor preparados e vemos que recorrem menos às restrições comerciais”, indica, e pede cautela antes de prever uma crise global a toda regra, mas admite: “Não há dúvida de que reduzir a fome e a desnutrição enquanto a população mundial continuar crescendo é um grande desafio para os próximos anos”. O Ifad acredita que os pequenos proprietários de terras de países em desenvolvimento podem desempenhar um papel mais importante do que têm agora, ajudando a alimentar a população nas próximas décadas.
Mais produtividade agrícola, sustentável, adaptar-se e mitigar ao mesmo tempo os efeitos da mudança climática, melhorar a situação das mulheres no campo, que realizam cerca da metade do trabalho mas têm pouco acesso ao crédito, à tecnologia e aos serviços… A lista de tarefas é interminável. A Oxfam lhe acrescenta um controle do investimento especulativo nos mercados e também a aquisição e apropriação de terras nos países menos desenvolvidos.
Fonte - UF Juiz de Fora
Nota DDP: Vale a mesma observação realizada em relação à crise econômica, vez que é perceptível, inclusive aos leigos e notadamente aos milhões que sofrem com mais esta mazela, que a falta de alimentos em alguma momento (que não parece distante) se tornará insustentável.
Abarrotado de futuros trabalhadores, consumidores, líderes e subordinados, mas sobretudo, em todos os casos, 2 bilhões a mais de futuras bocas para alimentar. Dois bilhões a mais de estômagos que, segundo concordam os especialistas, terão de pagar a comida mais cara que nunca.
O mundo enfrenta o segundo choque de preços dos alimentos desde a crise alimentar de 2007-2008. O aumento do petróleo (que em 2008 alcançou seu máximo histórico), os subsídios nos países mais ricos, o uso dos campos para a produção de biocombustível e as eventuais más colheitas se combinam habitualmente no aumento do preço da alimentação.
Um dos problemas é que esses – hoje – quase 7 bilhões de pessoas que esperam sua ração se nutrem de muito poucas fontes, o que representa um risco fenomenal para a oferta de alimentos. Os EUA, por exemplo, controlam 73% do mercado de milho em todo o mundo. Um problema climático naquele país representa um tremendo abalo para esse mercado.
Um punhado de cifras dá conta do nível de dependência que há em relação a alguns países, à margem de que as condições naturais de um território favorecem a produção de um tipo de produto e a especialização. Cinco países controlam 90% das exportações de arroz (EUA, com 68%, seguido de Coreia, Japão, Tailândia e China). Além do caso do arroz e do milho, também há uma elevada concentração no mercado de trigo (os EUA vendem 25% do total, o Canadá 13% e a Austrália, Rússia e França 11% cada), segundo indica o Instituto de Pesquisa de Políticas Alimentares dos EUA (IFPRI na sigla em inglês). “Há uma alta concentração desses produtos e o principal risco é que qualquer transtorno climático em um desses países tem um efeito direto nos preços”, adverte Máximo Torero, desse grupo de pensadores americano.
A alta inflação está afetando todos os países em desenvolvimento, incluindo aqueles com maior número de pessoas pobres. Por exemplo, entre dezembro de 2009 e dezembro de 2010 a inflação alcançou 10% na China e 18% na Índia, puxada sobretudo pela carne, peixe, laticínios, legumes e frutas.
“Mais que uma segunda crise alimentar em três anos, creio que esta é a mesma crise que se prolonga, porque as causas estruturais persistem, por isso temos uma crise prolongada que teve um pico em 2008″, reflete Jesús González Regidor, professor de Economia e Política Agroalimentar da Universidade Autônoma de Madri, que assessorou neste assunto a OCDE e a Comissão Europeia.
A oferta não cresce com a mesma velocidade que a demanda porque os avanços tecnológicos estagnaram. Além disso, parte dos cultivos é desviada para a produção de biocombustíveis muito subvencionados e, como pano de fundo, há uma mudança radical na demanda, pois gigantes como China e Índia estão melhorando seu nível de renda e pedem mais ao supermercado do mundo. A concentração, concorda o professor, é outro fator. “O grande mercado de matérias-primas movimenta grandes volumes com poucos investidores, os preços são marcados praticamente nas grandes Bolsas de Chicago, Nova York, Londres…”, aponta Regidor.
À conjuntura — a instabilidade política que provoca o pânico comprador em muitos países, os desastres climáticos ou o preço do petróleo — somam-se os problemas estruturais. Segundo um relatório que acaba de apresentar a ONG Intermón Oxfam, apenas 500 empresas controlam 70% do setor alimentar em todo o mundo. E três empresas agrícolas –Cargill, Bunge e ADM — dividem boa parte do comércio de cereais. Para Gonzalo Fanjul, diretor de estudos da ONG, há países muito eficientes, com recursos naturais e grande capacidade comercial, e outros, entre os quais destaca os EUA e os europeus, que contam com uma quantidade colossal de subsídios para sua agricultura, embora já sejam grandes exportadores.
“Isso representa uma desvantagem para outros países, por exemplo, os da África subsaariana, que têm muita capacidade potencial mas não conseguem melhorar sua agricultura comercialmente devido às altas tarifas impostas em outros mercados, como é o caso da UE”, explica Fanjul.
A ONG implementou esta semana em 24 países a campanha Cresça para Combater a Fome. Entre outras medidas, a iniciativa lança uma crítica à política de ajudas nos países avançados e calcula em US$ 252 bilhões o total que os países recebem da OCDE.
“Eliminar as barreiras alfandegárias ajudaria”, admite Torero. Mas a realidade não aponta para essa tendência. As pressões de caráter protecionista, incluindo restrições, estão crescendo nos países que formam o G-20, segundo o último relatório de vigilância elaborado pela Organização Mundial do Comércio (OMC).
Mas pode-se dar um corte brusco nos subsídios? “Essa é uma questão política muito delicada e os países têm autonomia nisso”, responde Torero, embora defenda “dar mais informação ao mercado sobre esses subsídios, que as pessoas os conheçam bem”.
O número de pessoas famintas no mundo cresceu nos últimos anos. Os altos preços dos alimentos e a crise empurraram outros 115 milhões de pessoas para a pobreza e a fome, segundo a Agência de Agricultura da ONU (FAO). Em 2009 o número total de pessoas famintas no mundo alcançou 1 bilhão, e embora desde então o número tenha baixado para 925 milhões a ONU contempla um novo aumento devido à última onda inflacionária.
Uma escalada do petróleo revoluciona os preços, o que é um incômodo para as economias ocidentais, uma notícia constante na mídia e um novo problema para os orçamentos familiares. Mas ao falar dessa parte pobre do planeta o incômodo passa à categoria de drama. “O encarecimento dos alimentos tem um efeito direto nessas cifras porque os pobres destinam grande parte de seu orçamento (de 50 a 70%, contra 10 ou 20% nos EUA) aos alimentos”, aponta Torero. Por isso um aumento da cesta básica é letal para essa economia familiar.
Esse mundo de 2050 precisa produzir mais. Há algumas estimativas sobre isso: a produção de carne terá de crescer 75%, para 460 milhões de toneladas, e os cereais 3 bilhões, segundo dados de vários estudos citados pelo IFPRI.
A questão é a que preço. Em longo prazo, isso coloca sérias incertezas no campo dos custos para a população. A comida deverá ser cada vez mais cara. A mudança climática tem efeitos nas colheitas e, portanto, no comportamento dos preços.
Os alimentos básicos como o trigo, o arroz, o gado ou o milho sofrerão aumentos de 100 a 180% até 2030, incorporando o efeito da mudança climática, segundo a Oxfam. Torero, do IFPRI, matiza essa avaliação: “A mudança climática claramente pode duplicar o preço dos alimentos em 40 anos, mas o maior problema que gera não é tanto isso, como a volatilidade”.
“Estamos sentados sobre uma bomba-relógio e não é por acaso”, alerta Fanjul. Segundo a Oxfam, até 2050 a demanda de alimentos aumentará 70% e, no entanto, a capacidade para aumentar a produção de alimentos está em declínio, já que a taxa de crescimento no rendimento das colheitas caiu acentuadamente. “Se não melhorarmos em nível de reservas e de produtividade, a situação será crítica. Se não aumentar a produção mundial e os importadores líquidos, e a China começar a comprar no mundo… A situação é muito delicada”, indica Máximo Torero.
Bettina Prado, do Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (Ifad), acredita que os países estão reagindo melhor do que três anos atrás. “A comunidade internacional, muitos governos se mostraram melhor preparados e vemos que recorrem menos às restrições comerciais”, indica, e pede cautela antes de prever uma crise global a toda regra, mas admite: “Não há dúvida de que reduzir a fome e a desnutrição enquanto a população mundial continuar crescendo é um grande desafio para os próximos anos”. O Ifad acredita que os pequenos proprietários de terras de países em desenvolvimento podem desempenhar um papel mais importante do que têm agora, ajudando a alimentar a população nas próximas décadas.
Mais produtividade agrícola, sustentável, adaptar-se e mitigar ao mesmo tempo os efeitos da mudança climática, melhorar a situação das mulheres no campo, que realizam cerca da metade do trabalho mas têm pouco acesso ao crédito, à tecnologia e aos serviços… A lista de tarefas é interminável. A Oxfam lhe acrescenta um controle do investimento especulativo nos mercados e também a aquisição e apropriação de terras nos países menos desenvolvidos.
Fonte - UF Juiz de Fora
Nota DDP: Vale a mesma observação realizada em relação à crise econômica, vez que é perceptível, inclusive aos leigos e notadamente aos milhões que sofrem com mais esta mazela, que a falta de alimentos em alguma momento (que não parece distante) se tornará insustentável.
Novo sistema biométrico identifica indivíduo em 2 segundos
A Fujitsu, empresa de tecnologia ótica, popularmente conhecida por suas câmeras digitais, acaba de lançar um sistema de autenticação pessoal inovador, que integra impressões digitais com leitura de veias da palma da mão.
A vantagem do novo sistema está na velocidade com que o recurso consegue identificar qualquer pessoa em particular em um banco de dados com milhares de indivíduos: apenas 2 segundos.
Esta tecnologia torna possível a construção de sistemas de autenticação biométrica que não exigem carteira de identidade e que podem ser feitos sob medida para atender diferentes grupos de empresas, de ambientes de controle em pequena escala a grandes sistemas de plataformas sociais, informa a empresa em seu site.
Segundo a empresa, o sistema é modular, de modo que a tecnologia de identificação padrão das veias poderia ser adicionada aos sistemas de autenticação de impressões digitais já em uso pelas empresas, informa o site Crunch Gear.
Paralelamente, a empresa também desenvolveu novas tecnologias de busca capazes de manipular um grande número de usuários registrados e pretende implementar as pesquisas até o final deste ano fiscal, para fazer combinações possíveis a partir de uma base de dados de 10 milhões de usuários simultaneamente, informa o site Nikkei.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: É importante sempre lembrar que o avanço da tecnologia não guarda relação com a marca da besta, mas que é absolutamente razoável se imaginar que esta mesma tecnologia será utilizada como meio de controle dos fiéis filhos de Deus nos últimos dias que estão a se abater sobre esta terra.
A vantagem do novo sistema está na velocidade com que o recurso consegue identificar qualquer pessoa em particular em um banco de dados com milhares de indivíduos: apenas 2 segundos.
Esta tecnologia torna possível a construção de sistemas de autenticação biométrica que não exigem carteira de identidade e que podem ser feitos sob medida para atender diferentes grupos de empresas, de ambientes de controle em pequena escala a grandes sistemas de plataformas sociais, informa a empresa em seu site.
Segundo a empresa, o sistema é modular, de modo que a tecnologia de identificação padrão das veias poderia ser adicionada aos sistemas de autenticação de impressões digitais já em uso pelas empresas, informa o site Crunch Gear.
Paralelamente, a empresa também desenvolveu novas tecnologias de busca capazes de manipular um grande número de usuários registrados e pretende implementar as pesquisas até o final deste ano fiscal, para fazer combinações possíveis a partir de uma base de dados de 10 milhões de usuários simultaneamente, informa o site Nikkei.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: É importante sempre lembrar que o avanço da tecnologia não guarda relação com a marca da besta, mas que é absolutamente razoável se imaginar que esta mesma tecnologia será utilizada como meio de controle dos fiéis filhos de Deus nos últimos dias que estão a se abater sobre esta terra.
EUA repetem erros da época da Grande Depressão ao combater crise econômica
Nesta semana, o Federal Reserve Bank (Fed, o banco central americano) de Nova York publicou uma postagem de blog sobre o “erro de 1937”, o recuo fiscal e monetário prematuro que abortou uma recuperação econômica em andamento e prolongou a Grande Depressão. Como aponta Gauti Eggertsson, o autor da postagem (com quem já fiz pesquisa), as condições econômicas atuais –com crescimento do produto, aumento de alguns preços, mas desemprego ainda muito alto– apresentam forte semelhança com as de 1936-1937. Será que os autores de políticas modernos cometerão o mesmo erro?
Eggertsson diz que não, que agora os economistas sabem mais. Mas eu discordo. Na verdade, de muitas formas importantes nós já repetimos o erro de 1937. Chame de o erro de 2010: um “desvio” da atenção dos empregos para outras preocupações, um erro que tem sido acentuado pelos recentes dados econômicos.
Com certeza as coisas poderiam ser piores –e há uma forte chance de que, de fato, piorarão.
Quando o pacote de estímulo econômico original de 2009 foi aprovado, alguns de nós alertaram que ele era tanto pequeno demais quanto muito breve. Em particular, os efeitos do estímulo começariam a desaparecer em 2010 –e dado que crises financeiras costumam ser seguidas por desacelerações prolongadas, era improvável que a economia já apresentaria uma recuperação vigorosa autossustentada àquela altura.
No início de 2010, já estava óbvio que essas preocupações eram justificadas. Mas de alguma forma surgiu um enorme consenso entre os autores de políticas e especialistas de que nada mais seria feito para criar empregos, e que, em vez disso, era preciso uma mudança de direção visando a austeridade fiscal.
Esse consenso foi alimentado por histórias para criar medo envolvendo uma iminente perda de confiança do mercado na dívida americana. Cada pequeno aumento nas taxas de juros era interpretado como sinal de que os “vigilantes dos títulos” estavam prestes a atacar, e essa interpretação era frequentemente noticiada como fato, não como sendo uma hipótese dúbia.
Por exemplo, em março de 2010, o “The Wall Street Journal” publicou um artigo intitulado “Temor da Dívida Eleva Juros”, noticiando que as taxas de juros americanas de longo prazo tinham aumentado e afirmando –sem apresentar evidência– de que esse aumento, para aproximadamente 3,9%, refletia as preocupações com o déficit orçamentário. Na verdade, ele provavelmente refletia vários meses de números decentes do emprego, que aumentaram temporariamente o otimismo em relação à recuperação.
Mas não importa. De alguma forma, se transformou em pensamento comum que o déficit, e não o desemprego, era o “Inimigo Público Nº 1” –um pensamento comum tanto refletido quanto reforçado pela mudança dramática no enfoque da cobertura da imprensa, da preocupação com o desemprego para a preocupação com o déficit orçamentário. A criação de empregos na prática saiu da agenda.
E aqui estamos, no meio de 2011. E como vão as coisas?
Bem, os vigilantes dos títulos continuam existindo apenas na imaginação dos falcões do déficit. As taxas de juros de longo prazo têm flutuado com o otimismo ou pessimismo em relação à economia; uma onda recente de más notícias fez com que caíssem em torno de 3%, não distante dos pontos mais baixos históricos.
E as notícias, de fato, foram ruins. À medida que diminui o efeito do estímulo, também cai a esperança de uma forte recuperação econômica. Sim, ocorreu alguma criação de empregos –mas em um ritmo que não consegue acompanhar o crescimento da população. O percentual de americanos adultos com emprego, que caiu entre 2007 e 2009, mal se alterou desde então. E os números mais recentes sugerem que mesmo este crescimento modesto e inadequado do emprego está engasgando.
Assim, como eu disse, nós já repetimos uma versão do erro de 1937, retirando o apoio fiscal cedo demais e perpetuando o desemprego elevado.
Mas coisas piores poderão acontecer em breve.
No lado fiscal, os republicanos estão exigindo cortes de gastos imediatos como preço para a elevação do teto para endividamento e para evitar um calote americano. Se esta chantagem tiver sucesso, ela colocará um obstáculo adicional em uma economia já fraca.
Enquanto isso, um coro barulhento está exigindo que o Fed e seus pares no exterior elevem as taxas de juros para evitar uma suposta ameaça inflacionária. Como o artigo do Fed de Nova York aponta, o aumento da inflação nos preços ao consumidor nos últimos meses –que já está demonstrando sinais de enfraquecimento– refletia fatores temporários e a inflação subjacente permanece baixa. E economistas inteligentes como Eggertsson entendem isso. Mas o Banco Central Europeu já está elevando as taxas de juros e o Fed está sob pressão para fazer o mesmo. Tentativas adicionais para ajudar a economia a expandir parecem fora de questão.
Então, o erro de 2010 ainda pode ser seguido por um erro ainda maior. Mesmo se isso não acontecer, o fato é que a política de resposta à crise foi e continua sendo altamente inadequada.
Aqueles que se recusam a aprender com a história estão condenados a repeti-la; nós estávamos e estamos. O que estamos experimentando pode não ser uma repetição plena da Grande Depressão, mas isso não serve de consolo para milhões de famílias americanas que estão sofrendo com uma crise econômica sem fim à vista.
Fonte - UOL
Nota DDP: E um dia desses, no meio de uma dessas crises que reaparecem em ciclo cada vez menores, o "gatilho" para os últimos eventos certamente será disparado. Analisando o quadro todo do conflito, esse dia parece estar se aproximando rapidamente.
Eggertsson diz que não, que agora os economistas sabem mais. Mas eu discordo. Na verdade, de muitas formas importantes nós já repetimos o erro de 1937. Chame de o erro de 2010: um “desvio” da atenção dos empregos para outras preocupações, um erro que tem sido acentuado pelos recentes dados econômicos.
Com certeza as coisas poderiam ser piores –e há uma forte chance de que, de fato, piorarão.
Quando o pacote de estímulo econômico original de 2009 foi aprovado, alguns de nós alertaram que ele era tanto pequeno demais quanto muito breve. Em particular, os efeitos do estímulo começariam a desaparecer em 2010 –e dado que crises financeiras costumam ser seguidas por desacelerações prolongadas, era improvável que a economia já apresentaria uma recuperação vigorosa autossustentada àquela altura.
No início de 2010, já estava óbvio que essas preocupações eram justificadas. Mas de alguma forma surgiu um enorme consenso entre os autores de políticas e especialistas de que nada mais seria feito para criar empregos, e que, em vez disso, era preciso uma mudança de direção visando a austeridade fiscal.
Esse consenso foi alimentado por histórias para criar medo envolvendo uma iminente perda de confiança do mercado na dívida americana. Cada pequeno aumento nas taxas de juros era interpretado como sinal de que os “vigilantes dos títulos” estavam prestes a atacar, e essa interpretação era frequentemente noticiada como fato, não como sendo uma hipótese dúbia.
Por exemplo, em março de 2010, o “The Wall Street Journal” publicou um artigo intitulado “Temor da Dívida Eleva Juros”, noticiando que as taxas de juros americanas de longo prazo tinham aumentado e afirmando –sem apresentar evidência– de que esse aumento, para aproximadamente 3,9%, refletia as preocupações com o déficit orçamentário. Na verdade, ele provavelmente refletia vários meses de números decentes do emprego, que aumentaram temporariamente o otimismo em relação à recuperação.
Mas não importa. De alguma forma, se transformou em pensamento comum que o déficit, e não o desemprego, era o “Inimigo Público Nº 1” –um pensamento comum tanto refletido quanto reforçado pela mudança dramática no enfoque da cobertura da imprensa, da preocupação com o desemprego para a preocupação com o déficit orçamentário. A criação de empregos na prática saiu da agenda.
E aqui estamos, no meio de 2011. E como vão as coisas?
Bem, os vigilantes dos títulos continuam existindo apenas na imaginação dos falcões do déficit. As taxas de juros de longo prazo têm flutuado com o otimismo ou pessimismo em relação à economia; uma onda recente de más notícias fez com que caíssem em torno de 3%, não distante dos pontos mais baixos históricos.
E as notícias, de fato, foram ruins. À medida que diminui o efeito do estímulo, também cai a esperança de uma forte recuperação econômica. Sim, ocorreu alguma criação de empregos –mas em um ritmo que não consegue acompanhar o crescimento da população. O percentual de americanos adultos com emprego, que caiu entre 2007 e 2009, mal se alterou desde então. E os números mais recentes sugerem que mesmo este crescimento modesto e inadequado do emprego está engasgando.
Assim, como eu disse, nós já repetimos uma versão do erro de 1937, retirando o apoio fiscal cedo demais e perpetuando o desemprego elevado.
Mas coisas piores poderão acontecer em breve.
No lado fiscal, os republicanos estão exigindo cortes de gastos imediatos como preço para a elevação do teto para endividamento e para evitar um calote americano. Se esta chantagem tiver sucesso, ela colocará um obstáculo adicional em uma economia já fraca.
Enquanto isso, um coro barulhento está exigindo que o Fed e seus pares no exterior elevem as taxas de juros para evitar uma suposta ameaça inflacionária. Como o artigo do Fed de Nova York aponta, o aumento da inflação nos preços ao consumidor nos últimos meses –que já está demonstrando sinais de enfraquecimento– refletia fatores temporários e a inflação subjacente permanece baixa. E economistas inteligentes como Eggertsson entendem isso. Mas o Banco Central Europeu já está elevando as taxas de juros e o Fed está sob pressão para fazer o mesmo. Tentativas adicionais para ajudar a economia a expandir parecem fora de questão.
Então, o erro de 2010 ainda pode ser seguido por um erro ainda maior. Mesmo se isso não acontecer, o fato é que a política de resposta à crise foi e continua sendo altamente inadequada.
Aqueles que se recusam a aprender com a história estão condenados a repeti-la; nós estávamos e estamos. O que estamos experimentando pode não ser uma repetição plena da Grande Depressão, mas isso não serve de consolo para milhões de famílias americanas que estão sofrendo com uma crise econômica sem fim à vista.
Fonte - UOL
Nota DDP: E um dia desses, no meio de uma dessas crises que reaparecem em ciclo cada vez menores, o "gatilho" para os últimos eventos certamente será disparado. Analisando o quadro todo do conflito, esse dia parece estar se aproximando rapidamente.
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Nova bactéria assusta europeus
Cientistas do Instituto de Genômica de Pequim, na China (ESPA, na sigla em inglês), identificaram o tipo da bactéria Escherichia coli que está causando um surto de doença na Europa, e que já deixou 18 mortos no continente. Segundo os especialistas, a versão da bactéria é nova, altamente contagiosa e letal. A Agência de Proteção à Saúde britânica (HPA, na sigla em inglês) e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças europeu (ECDC) afirmam que a cepa responsável por causar a síndrome hemolítico-urêmica e diarreia com sangue nas pessoas chama-se O104:H4. Quase todos os óbitos aconteceram na Alemanha. O último deles foi confirmado nesta quinta-feira (2) após a morte de uma moradora idosa em Hamburgo, cidade portuária ao norte do território germânico e principal atingida pelo surto. Apenas uma morte aconteceu fora do país, quando uma vítima foi identificada na Suécia. Já o número de pessoas contaminadas superou 1,5 mil em mais de 10 países da União Europeia. Somente na Alemanha, 490 casos são confirmados pelo Instituto Robert Koch.Os especialistas europeus ainda não sabem dizer como o surto começou, mas a principal aposta está na contaminação de vegetais, especialmente pepinos. Como medida de prevenção, a Rússia já anunciou a suspensão da importação de vegetais de todos os países da Europa. [...]
Dois casos foram identificados nos Estados Unidos, com pacientes que estiveram em Hamburgo recentemente. Segundo a agência Kyodo News, o Japão também registrou a presença da bactéria na cidade de Toyama.
O centro das atenções no caso é uma bactéria que é encontrada normalmente no intestino de humanos. Algumas versões, porém, podem causar doenças. Segundo os cientistas chineses que identificaram a cepa responsável pelo surto, este é um tipo novo do micro-organismo. [...]
(G1 Notícias)
Leia também direto do blog Criacionismo: "Humanidade perde batalha contra superbactérias" e "Bactéria resistente a antibióticos é encontrada em humanos e vacas"
Hora do aperto nos EUA se aproxima, diz Volcker
O banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve) pode em breve ser forçado a dar início ao processo de aperto monetário – isto é, ser obrigado a subir as taxas básicas de juros no país – diante do aumento das pressões inflacionárias, disse hoje o ex-presidente da instituição, Paul Volcker. “Diria que esse momento está se aproximando”, afirmou Volcker em conferência em Madri. “Com o considerável déficit orçamentário que temos e o juro zero, não podemos ter esta situação para sempre sem problemas inflacionários”, disse. Um possível aumento das taxas de juros nos EUA traria reflexos imediatos para a economia internacional. Considerados os ativos mais seguros do mundo, os títulos do Tesouro americano teriam sua rentabilidade melhorada a partir da decisão. Com isso, uma parte considerável da liquidez internacional, hoje alocada em ações e commodities, poderia ser desviada para esses papéis. Tais ativos poderiam perder, portanto, uma parcela do vigor que tem apresentado nos últimos meses. No Brasil, possivelmente haveria redução dos fluxos de entrada ou mesmo saída de moeda americana, o que se traduziria em valorização menos acentuada do real ou até mesmo depreciação. [...](Veja)
Nota Michelson Borges: Curiosamente, Gerald Celente falava disso em 2008: “Em 2012, os americanos pedirão que em suas festas de aniversário e Natal os convidados tragam comida.” Mas não é preciso ser “prognosticador” para perceber que uma crise (anunciada) se aproxima. Por enquanto, isso é apenas o ensaio do que virá: “Quando as igrejas protestantes se unirem com o poder secular para amparar uma religião falsa, à qual se opuseram os seus antepassados, sofrendo com isso a mais terrível perseguição, então o dia de repouso papal será tornado obrigatório pela autoridade mancomunada da Igreja e do Estado. Haverá uma apostasia nacional que só terminará em ruína nacional” (Ellen White, Evangelismo, p. 234, 235).[MB]
Leia também: "Estados Unidos querem se aliar ao Vaticano", "Financial Times adverte para ‘bolha’ brasileira" e "A Europa precisa de um Obama?" (a liderança mundial virá da primeira besta mesmo)
terça-feira, 31 de maio de 2011
A democracia sobreviverá ao século 21?
A democracia é uma das mais belas invenções da sociedade moderna. Não é algo completamente novo, com suas raízes encravadas na Grécia Antiga, nem nasceu de repente, resultado de um longo processo social que ocorreu na Europa entre os séculos 18I e 20.
A democracia transformou-se, juntamente com a produção capitalista, no projeto europeu da modernidade, que se disseminou no mundo de maneira desigual. O capitalismo vingou um pouco em toda parte, a democracia encontrou mais resistências. A novidade é que essas resistências parecem crescer hoje em dia. Esse foi um dos temas abordados pela Université Internationale d´Été, em evento que teve lugar em Poitiers, entre 27 e 30 de novembro de 2010, no Espace Mendès France, e que terá sequência agora em junho de 2011, em Dijon.
A grande pergunta que surgiu naquele seminario foi: a democracia conseguirá sobreviver ao século 21? Os cinco principais argumentos que fundamentam a pergunta e alimentam a desconfiança quanto a uma resposta positivia e inequívoca estão relacionados nos parágrafos seguintes.
Primeiro, a capacidade de representação e funcionalidade do espaço político democrático declina. As suas instituições e atores, como os partidos políticos e os governos, não são capazes de responder às demandas de seus povos. Aos poucos, as pessoas se afastam da política, não se reconhecem nos políticos e abominam os governantes. A apatia política se alastra na Europa e nas Américas. No Brasil por ocasião das eleições de 3 de outubro, metade da população declarou que vota apenas porque o voto é obrigatório.
Segundo argumento: diversos povos e culturas do Sul têm enormes dificuldades de se reger sob o regime democrático. O mundo islâmico parece-lhe impenetrável. Com algumas exceções, como a Índia e o Japão, a democracia é uma estranha na Ásia, e igualmente na África, onde ela morre e renasce constantemente. Tem dificuldades também de se consolidar no continente americano. A resistência advém, em geral, de traços culturais de povos nativos que compreendem os processos decisórios, de representação e participação, de maneira distinta.
Em terceiro lugar, há um claro deslocamento, nos países sob regime democrático, do processo decisório do espaço público para o espaço privado. Cada vez mais as verdadeiras decisões residem nas direções das empresas multinacionais que controlam governos, organismos multilaterais e a mídia. As ações no espaço público da política tornam-se cada vez mais ritualísticas, despidas de sentido e eficácia.
Quarto ponto: o espaço da política deixa gradativamente de ser o espaço originário das mudanças sociais. Todo o século 20 foi regido pelas mudanças provocadas pelo (e no) espaço da política, opondo-se ou afirmando a democracia, desde a revolução russa, passando pelo nazismo e a vitória dos aliados em 1945, até as independências africanas nos anos 1960. Esse período encerra-se em 1989 com a queda do muro de Berlim, último acontecimento político de monta do século 20. Desde então, é o espaço das inovações tecnológicas a origem das mudanças sociais — ele cria uma nova noção de tempo e espaço, introduz novos valores e desfaz antigos.
Finalmente, a crise ambiental suscita dúvidas sobre a capacidade de os regimes democráticos implantarem políticas consistentes para enfrentar os riscos das mudanças climáticas. Opinião de um número crescente de intelectuais, entre os quais Hans Jonas e David Shearman. A razão central parece residir no antagonismo entre a temporalidade da dinâmica política e da ambiental. Uma funciona com um parâmetro de meses e a outra de décadas. Uma asseguraria a liberdade e a outra a sobrevivência. Entre as duas opções parece não existir dúvidas quando, tornando-se excludentes, os homens tiverem que optar.
Esses processos, que ocorrem desigualmente nos diversos países, se articularão com força suficiente para extinguir a democracia? E o que poderá vir em seu lugar, caso isso ocorra?
Fonte - Defesanet
A democracia transformou-se, juntamente com a produção capitalista, no projeto europeu da modernidade, que se disseminou no mundo de maneira desigual. O capitalismo vingou um pouco em toda parte, a democracia encontrou mais resistências. A novidade é que essas resistências parecem crescer hoje em dia. Esse foi um dos temas abordados pela Université Internationale d´Été, em evento que teve lugar em Poitiers, entre 27 e 30 de novembro de 2010, no Espace Mendès France, e que terá sequência agora em junho de 2011, em Dijon.
A grande pergunta que surgiu naquele seminario foi: a democracia conseguirá sobreviver ao século 21? Os cinco principais argumentos que fundamentam a pergunta e alimentam a desconfiança quanto a uma resposta positivia e inequívoca estão relacionados nos parágrafos seguintes.
Primeiro, a capacidade de representação e funcionalidade do espaço político democrático declina. As suas instituições e atores, como os partidos políticos e os governos, não são capazes de responder às demandas de seus povos. Aos poucos, as pessoas se afastam da política, não se reconhecem nos políticos e abominam os governantes. A apatia política se alastra na Europa e nas Américas. No Brasil por ocasião das eleições de 3 de outubro, metade da população declarou que vota apenas porque o voto é obrigatório.
Segundo argumento: diversos povos e culturas do Sul têm enormes dificuldades de se reger sob o regime democrático. O mundo islâmico parece-lhe impenetrável. Com algumas exceções, como a Índia e o Japão, a democracia é uma estranha na Ásia, e igualmente na África, onde ela morre e renasce constantemente. Tem dificuldades também de se consolidar no continente americano. A resistência advém, em geral, de traços culturais de povos nativos que compreendem os processos decisórios, de representação e participação, de maneira distinta.
Em terceiro lugar, há um claro deslocamento, nos países sob regime democrático, do processo decisório do espaço público para o espaço privado. Cada vez mais as verdadeiras decisões residem nas direções das empresas multinacionais que controlam governos, organismos multilaterais e a mídia. As ações no espaço público da política tornam-se cada vez mais ritualísticas, despidas de sentido e eficácia.
Quarto ponto: o espaço da política deixa gradativamente de ser o espaço originário das mudanças sociais. Todo o século 20 foi regido pelas mudanças provocadas pelo (e no) espaço da política, opondo-se ou afirmando a democracia, desde a revolução russa, passando pelo nazismo e a vitória dos aliados em 1945, até as independências africanas nos anos 1960. Esse período encerra-se em 1989 com a queda do muro de Berlim, último acontecimento político de monta do século 20. Desde então, é o espaço das inovações tecnológicas a origem das mudanças sociais — ele cria uma nova noção de tempo e espaço, introduz novos valores e desfaz antigos.
Finalmente, a crise ambiental suscita dúvidas sobre a capacidade de os regimes democráticos implantarem políticas consistentes para enfrentar os riscos das mudanças climáticas. Opinião de um número crescente de intelectuais, entre os quais Hans Jonas e David Shearman. A razão central parece residir no antagonismo entre a temporalidade da dinâmica política e da ambiental. Uma funciona com um parâmetro de meses e a outra de décadas. Uma asseguraria a liberdade e a outra a sobrevivência. Entre as duas opções parece não existir dúvidas quando, tornando-se excludentes, os homens tiverem que optar.
Esses processos, que ocorrem desigualmente nos diversos países, se articularão com força suficiente para extinguir a democracia? E o que poderá vir em seu lugar, caso isso ocorra?
Fonte - Defesanet
Crise gerada pela fome no mundo piora
LONDRES (Reuters) - O preço dos alimentos pode dobrar nos próximos 20 anos e a demanda em 2050 será 70 por cento maior que a atual, disse a organização de caridade britânica Oxfam nesta terça-feira, alertando sobre a piora da fome à medida que a economia global de alimentos se aproxima do colapso.
"O sistema de alimentos está quase falido no mundo", disse a executiva-chefe da Oxfam, Barbara Stocking, aos repórteres, anunciando o lançamento de campanha Cresça no momento em que 925 milhões de pessoas passam fome todos os dias.
"Todos os sinais são de que o número de pessoas passando fome está crescendo", afirmou Stocking.
A fome tem aumentado por conta da crescente inflação no preço dos alimentos e nos picos de preços do petróleo, disputas por terra e água e uma ameaçadora mudança climática.
Prevê-se que o preço dos alimentos aumente em torno de 70 a 90 por cento até 2030 antes de se levar em conta os efeitos da mudança climática, que deve quase dobrar os preços novamente, declarou a Oxfam.
"Agora entramos em uma era de crise crescente, de choque em cima de choque: aumentos vertiginosos nos preços dos alimentos e picos de preços do petróleo, eventos climáticos devastadores, derretimentos financeiros e contágio global", disse a entidade em um relatório.
Intitulado "Cultivando um Futuro Melhor: Justiça Alimentar em um Mundo de Recursos Limitados", o relatório afirma: "A escala do desafio não tem precedentes, e também o prêmio: um futuro sustentável no qual todos tenham o suficiente para comer."
A Oxfam acredita que uma maneira de domar a inflação no preço dos alimentos é limitar a especulação nos mercados futuros de commodities de agricultura, e negou apoio ao uso de alimentos como matéria-prima para biocombustíveis.
"A especulação financeira deve ser regulamentada, e o apoio aos biocombustíveis que substituem alimentos deve ser desmantelado."
Stocking disse concordar que reguladores introduzam limites de posição nos mercados futuros de commodities de agricultura, sublinhando que a especulação financeira agrava a volatilidade dos preços.
O relatório diz: "O vasto desequilíbrio no investimento público na agricultura deve ser corrigido, redirecionando os bilhões atualmente investidos em fazendas industriais não-sustentáveis em países ricos para as necessidades de produtores de alimentos de pequena escala em países em desenvolvimento."
"O sistema de alimentos está quase falido no mundo", disse a executiva-chefe da Oxfam, Barbara Stocking, aos repórteres, anunciando o lançamento de campanha Cresça no momento em que 925 milhões de pessoas passam fome todos os dias.
"Todos os sinais são de que o número de pessoas passando fome está crescendo", afirmou Stocking.
A fome tem aumentado por conta da crescente inflação no preço dos alimentos e nos picos de preços do petróleo, disputas por terra e água e uma ameaçadora mudança climática.
Prevê-se que o preço dos alimentos aumente em torno de 70 a 90 por cento até 2030 antes de se levar em conta os efeitos da mudança climática, que deve quase dobrar os preços novamente, declarou a Oxfam.
"Agora entramos em uma era de crise crescente, de choque em cima de choque: aumentos vertiginosos nos preços dos alimentos e picos de preços do petróleo, eventos climáticos devastadores, derretimentos financeiros e contágio global", disse a entidade em um relatório.
Intitulado "Cultivando um Futuro Melhor: Justiça Alimentar em um Mundo de Recursos Limitados", o relatório afirma: "A escala do desafio não tem precedentes, e também o prêmio: um futuro sustentável no qual todos tenham o suficiente para comer."
A Oxfam acredita que uma maneira de domar a inflação no preço dos alimentos é limitar a especulação nos mercados futuros de commodities de agricultura, e negou apoio ao uso de alimentos como matéria-prima para biocombustíveis.
"A especulação financeira deve ser regulamentada, e o apoio aos biocombustíveis que substituem alimentos deve ser desmantelado."
Stocking disse concordar que reguladores introduzam limites de posição nos mercados futuros de commodities de agricultura, sublinhando que a especulação financeira agrava a volatilidade dos preços.
O relatório diz: "O vasto desequilíbrio no investimento público na agricultura deve ser corrigido, redirecionando os bilhões atualmente investidos em fazendas industriais não-sustentáveis em países ricos para as necessidades de produtores de alimentos de pequena escala em países em desenvolvimento."
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Congresso dos EUA prorroga lei antiterrorista Patriot Act
WASHINGTON, EUA, 26 Mai 2011 (AFP) -O Congresso dos Estados Unidos aprovou na noite desta quinta-feira a prorrogação, até junho de 2015, do Patriot Act, a lei antiterrorista adotada pelo governo de George W. Bush após os atentados do 11 de Setembro.
Após vários dias de debates no Senado, os membros da Câmara Alta adotaram o texto por 72 votos contra 23. Na Câmara de Representantes a medida obteve 250 votos contra 153.
O projeto deverá ser promulgado agora pelo presidente Barack Obama, que se encontra na Europa mas utilizará o "autopen", um dispositivo que permite firmar documentos a distância, informou a porta-voz da Casa Branca Nick Shapiro.
Há três medidas incluídas no Patriot Act que são consideradas cruciais pelas agências de inteligência: a "vigilância móvel" das comunicações de suspeitos que utilizam várias linhas telefônicas; o princípio do "lobo solitário", que permite investigar um suspeito de atividades terroristas por conta própria, e a possibilidade de acesso das autoridades a "todo dado tangível" relativo ao suspeito, incluindo e-mails.
O Patriot Act foi criado após os atentados de 11 de setembro de 2001 para preencher as lacunas na guerra contra o terrorismo.
Fonte - UOL
Após vários dias de debates no Senado, os membros da Câmara Alta adotaram o texto por 72 votos contra 23. Na Câmara de Representantes a medida obteve 250 votos contra 153.
O projeto deverá ser promulgado agora pelo presidente Barack Obama, que se encontra na Europa mas utilizará o "autopen", um dispositivo que permite firmar documentos a distância, informou a porta-voz da Casa Branca Nick Shapiro.
Há três medidas incluídas no Patriot Act que são consideradas cruciais pelas agências de inteligência: a "vigilância móvel" das comunicações de suspeitos que utilizam várias linhas telefônicas; o princípio do "lobo solitário", que permite investigar um suspeito de atividades terroristas por conta própria, e a possibilidade de acesso das autoridades a "todo dado tangível" relativo ao suspeito, incluindo e-mails.
O Patriot Act foi criado após os atentados de 11 de setembro de 2001 para preencher as lacunas na guerra contra o terrorismo.
Fonte - UOL
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Vaticano lança documento sobre família e trabalho
Na manhã desta terça-feira, 23, foi lançado o documento “A Família: o trabalho e a festa”, catequeses preparadas para o 7º Encontro Mundial das Famílias que acontecerá em Milão, Itália, entre os dias 30 de maio e 3 de junho de 2012.Durante a coletiva de imprensa no Vaticano, foi apresentado também o novo site do Pontifício Conselho para a Família onde é possível obter informações sobre as atividades do dicastério e seus principais projetos.
No site há também um espaço dedicado ao próximo Encontro Mundial das Famílias onde será possível a visualização do documento “A Família: o trabalho e a festa”.
Na coletiva de imprensa, o presidente do Pontifício Conselho para a Família, Cardeal Ennio Antonelli, recordou que neste ano comemora-se o 30º aniversário da criação deste dicastério do qual ele é presidente e também do Pontifício Instituto João Paulo II para estudos sobre matrimônio e família. Assim, o encontro em Milão será um congresso teológico-pastoral que nos três primeiros dias contará com a presença do Papa Bento XVI.
"Um subsídio precioso para a preparação deste evento é o livro das catequeses com o tema do encontro “A Família: o trabalho e a festa”, feitos sob os cuidados do Pontifício Conselho para a Família e da Arquidiocese de Milão, que compreende 10 catequeses bíblicas e textos do magistério”, disse Dom Antonelli.
O Arcebispo de Milão, Cardeal Dionigi Tettamanzi, salientou que as catequese podem ajudar no caminho de tantas dioceses em todo mundo e se tornar referência útil não somente para as iniciativas das pastorais familiares e de trabalho.
Para o bispo-auxiliar de Milão, Dom Franco Giulio Brambilla, coordenador do grupo de trabalho no evento e vice-presidente do Comitê científico preparatório do Congresso teológico-pastoral, as catequeses formam um trinômio que parte da família para abri-la ao mundo.
“O trabalho e a festa são modos no qual a família habita no espaço social e vive no tempo humano. O primeiro grupo de catequeses se baseia no modo de viver em casa”, esclareceu Dom Brambilla.
Segundo o coordenador, é necessário que as casas se tornem espaços de acolhimento, lugares onde é construída uma profunda unidade entre o casal e seus filhos.
O segundo grupo de catequeses aborda a vida cotidiana a partir do trabalho. “O trabalho não pode ser somente meio de sustento econômico, mas deve se tornar um lugar de identidade pessoal e de relação social”, destaca o bipo-auxiliar de Milão.
Já a terceira parte das catequeses se concentra sob o estilo no qual as famílias festejam, lembrando que no contexto atual muitos deixaram de ver o domingo como tempo de festa.
Por isso, Dom Brambilla destaca que as famílias precisam colocar no seu estilo de vida o sentido da festa, vendo no domingo também um momento para o encontro da comunidade.
Fonte - Canção Nova
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Religiosos fazem apelo aos poderosos da terra
Bordeaux, 25 mai (RV) - Uma parceria mais transparente e mais forte entre os Chefes de Estado e de Governo dos países que fazem parte do G8 e do G20, a Assembléia Geral da ONU e a sociedade civil para responder juntos aos “desafios comuns” da economia, das mudanças climáticas, do desenvolvimento e sobretudo da paz. Assim começa um apelo lançado pelos participantes do Encontro de cúpula de líderes religiosos que teve início ontem, em Bordeaux, na véspera da cúpula do G8 prevista para os dias 26 e 27 de maio, na França.
Na declaração, os líderes religiosos pedem uma “reforma da governança mundial”. “Devem ser tomadas medidas – lê-se no documento citado pela agência SIR – para que o G8 e o G20 se insiram mais formalmente no quadro das Nações Unidas. O G20 deve abrir as suas portas para os países com rendas baixas, fornecendo pelo menos uma cadeira permanente à União Africana, à América Latina e aos organismos regionais da Ásia”.
Os vários representantes das religiões pedem também que “o funcionamento do G8 e do G20 seja mais transparente, para que a sociedade civil e os organismos religiosos possam participar dos seus trabalhos, influenciar suas decisões e garantir que os compromissos assumidos sejam mantidos”.
A declaração se divide em parágrafos. Naquele relativo à situação macro-econômica, os líderes afirmam que “é urgente e indispensável estabelecer um sólido quadro de regras para prevenir crises financeiras e proteger os mais vulneráveis”. No parágrafo reservado às mudanças climáticas, salienta-se que os países do G20 são responsáveis por 80% das emissões globais de gases com efeito de estufa e no parágrafo dedicado ao desenvolvimento se pede aos países mais ricos para que honrem os compromissos assumidos de dedicar 0,7% do seu PIB para ajudar os países mais pobres na perspectiva de alcançar as Metas do Milênio estabelecidas pela ONU em 2015.
O último parágrafo é dedicado à paz. “Os investimentos mundiais em favor da paz, insignificantes em comparação com o orçamento militar - destaca a declaração - devem ser aumentados, bem como os instrumentos não-militares necessários para a manutenção da paz devem ser reforçados”. Os líderes religiosos pedem também “que sejam sempre preferidos os meios não-violentos na luta contra o terrorismo e nas discussões para promover a paz”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Religião e política sempre se demonstrou uma mistura infeliz. Religiosos deixam de apelar ao Poderoso dos céus, para apelar para os "poderosos" da terra, em temas que claramente mobilizam a atenção mundial. O fim disso já está previsto.
Na declaração, os líderes religiosos pedem uma “reforma da governança mundial”. “Devem ser tomadas medidas – lê-se no documento citado pela agência SIR – para que o G8 e o G20 se insiram mais formalmente no quadro das Nações Unidas. O G20 deve abrir as suas portas para os países com rendas baixas, fornecendo pelo menos uma cadeira permanente à União Africana, à América Latina e aos organismos regionais da Ásia”.
Os vários representantes das religiões pedem também que “o funcionamento do G8 e do G20 seja mais transparente, para que a sociedade civil e os organismos religiosos possam participar dos seus trabalhos, influenciar suas decisões e garantir que os compromissos assumidos sejam mantidos”.
A declaração se divide em parágrafos. Naquele relativo à situação macro-econômica, os líderes afirmam que “é urgente e indispensável estabelecer um sólido quadro de regras para prevenir crises financeiras e proteger os mais vulneráveis”. No parágrafo reservado às mudanças climáticas, salienta-se que os países do G20 são responsáveis por 80% das emissões globais de gases com efeito de estufa e no parágrafo dedicado ao desenvolvimento se pede aos países mais ricos para que honrem os compromissos assumidos de dedicar 0,7% do seu PIB para ajudar os países mais pobres na perspectiva de alcançar as Metas do Milênio estabelecidas pela ONU em 2015.
O último parágrafo é dedicado à paz. “Os investimentos mundiais em favor da paz, insignificantes em comparação com o orçamento militar - destaca a declaração - devem ser aumentados, bem como os instrumentos não-militares necessários para a manutenção da paz devem ser reforçados”. Os líderes religiosos pedem também “que sejam sempre preferidos os meios não-violentos na luta contra o terrorismo e nas discussões para promover a paz”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Religião e política sempre se demonstrou uma mistura infeliz. Religiosos deixam de apelar ao Poderoso dos céus, para apelar para os "poderosos" da terra, em temas que claramente mobilizam a atenção mundial. O fim disso já está previsto.
Marcadores:
ECOmenismo,
Ecumenismo,
Nova Ordem Mundial,
Política
Europa deve retornar às suas raízes cristãs
Cidade do Vaticano, 24 mai 2011 (Ecclesia) - Bento XVI defendeu esta segunda-feira que a Europa “será mais sólida se estiver baseada nas suas raízes cristãs comuns”, e no “respeito pela dignidade e os direitos inalienáveis da pessoa humana”. (...) É que, apesar da unidade europeia “estar progressivamente a amadurecer na consciência de cada um e também no plano político”, ela não pode estar apenas baseada em interesses económicos”. “Temos de regressar aos valores autênticos, que têm o fundamento na lei moral universal, inscrita no coração de cada pessoa", concluiu o Papa.
Fonte - Ecclesia
Comentário Cristo Voltará: No tempo em que se discutia a Constituição Européia, antes de sua aprovação, o papa João Paulo II insistia que contasse nesse documento a importância das raízes cristãs da Europa para a sua atual pujança econômica. Isso não foi aceito pelos europeus. Agora Bento XVI está fazendo aliança com os Estados Unidos, mas continua insistindo nas raízes (Idade Média, Inquisição, perseguições, matança de crentes diferentes) para a Europa. É um poder que vai se formando para bem logo ser exercido por meio de poderes políticos, na América, na Europa e no mundo.
Fonte - Ecclesia
Comentário Cristo Voltará: No tempo em que se discutia a Constituição Européia, antes de sua aprovação, o papa João Paulo II insistia que contasse nesse documento a importância das raízes cristãs da Europa para a sua atual pujança econômica. Isso não foi aceito pelos europeus. Agora Bento XVI está fazendo aliança com os Estados Unidos, mas continua insistindo nas raízes (Idade Média, Inquisição, perseguições, matança de crentes diferentes) para a Europa. É um poder que vai se formando para bem logo ser exercido por meio de poderes políticos, na América, na Europa e no mundo.
Vaticano e muçulmanos do Egito dispostos a caminhar no diálogo
O presidente e o secretário do Pontifício Conselho para o Diálogo Inter-religioso do Vaticano, Cardeal Jean-Louis Tauran e o Arcebispo Pier Luigi Celata, fizeram uma visita ao Ministro dos Assuntos Exteriores da República Árabe do Egito e recém-nomeado secretário-geral da Liga dos Estados Árabes, Nabil Al-Arabi, durante sua visita a Roma na quarta-feira, 18, divulgou o Boletim da Sala de Imprensa da Santa Sé neste sábado, 21.
O Ministro expressou as saudações do Xeique de Al-Azhar, professor Ahmad Al-Tayyib, e manifestou o desejo do Grande Imã de que as recentes dificuldades no relacionamento com a Santa Sé sejam superadas.
O Cardeal Tauran reiterou a estima de Sua Santidade Bento XVI pelo povo e autoridades do Egito e a disposição da Santa Sé em continuar no caminho do diálogo inter-religioso e cooperação com Al-Azhar, iniciado regularmente desde 1998.
Fonte - Canção Nova
Comentário Cristo Voltará: No final dos tempos, justo antes do fechamento da porta da graça, haverá dois grupos de crentes, e só dois: o grupo daqueles que seguirão os Dez Mandamentos de DEUS e o daqueles que seguirão as tradições de homens. Esta situação está agora mesmo sendo articulada. Isso nos ensina que JESUS volta logo, e que os seus filhos devem empenhar-se pelos ensinos da verdade, enquanto ainda é dia.
O Ministro expressou as saudações do Xeique de Al-Azhar, professor Ahmad Al-Tayyib, e manifestou o desejo do Grande Imã de que as recentes dificuldades no relacionamento com a Santa Sé sejam superadas.
O Cardeal Tauran reiterou a estima de Sua Santidade Bento XVI pelo povo e autoridades do Egito e a disposição da Santa Sé em continuar no caminho do diálogo inter-religioso e cooperação com Al-Azhar, iniciado regularmente desde 1998.
Fonte - Canção Nova
Comentário Cristo Voltará: No final dos tempos, justo antes do fechamento da porta da graça, haverá dois grupos de crentes, e só dois: o grupo daqueles que seguirão os Dez Mandamentos de DEUS e o daqueles que seguirão as tradições de homens. Esta situação está agora mesmo sendo articulada. Isso nos ensina que JESUS volta logo, e que os seus filhos devem empenhar-se pelos ensinos da verdade, enquanto ainda é dia.
Tempestades matam mais 12 nos EUA; 1.500 estão desaparecidos
Ao menos oito pessoas morreram no Estado americano do Oklahoma após novas tempestades atingirem a região central dos EUA nesta terça-feira, informaram fontes médicas. Outras duas pessoas morreram no Estado do Arkansas, segundo o porta-voz dos serviços de emergência Tommy Jackson.
Mais duas mortes foram registradas no Kansas quando ventos fortes lançaram uma árvore em cima de uma van na pequena cidade de St. John. A estrada ficou interditada.
Outras 1.500 estão desaparecidas nas regiões afetadas, de acordo com autoridades locais. O trajeto dos tornados que atingem a região nos últimos dias incluiu a cidade de Joplin, no Missouri, onde ao menos 122 pessoas morreram após a passagem do 8º pior tornado desde 1840, quando começaram os registros.
...
Fonte - Folha
Mais duas mortes foram registradas no Kansas quando ventos fortes lançaram uma árvore em cima de uma van na pequena cidade de St. John. A estrada ficou interditada.
Outras 1.500 estão desaparecidas nas regiões afetadas, de acordo com autoridades locais. O trajeto dos tornados que atingem a região nos últimos dias incluiu a cidade de Joplin, no Missouri, onde ao menos 122 pessoas morreram após a passagem do 8º pior tornado desde 1840, quando começaram os registros.
...
Fonte - Folha
Assinar:
Postagens (Atom)