quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Papa: pedir com insistência o dom da unidade entre os cristãos

Cidade do Vaticano (RV) - No final da Audiência Geral desta quarta-feira, Bento XVI recordou que sexta-feira, 18 de janeiro, tem início nos países do hemisfério norte a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que este ano tem como tema: «O que Deus exige de nós?», inspirado num trecho do profeta Miquéias (cf Mq 6, 6-8).

“Convido todos a rezarem, pedindo com insistência o grande dom da unidade entre todos os discípulos do Senhor. A força inesgotável do Espírito Santo nos estimule a um compromisso sincero de busca da unidade, para que possam professar todos juntos que Jesus é o Salvador do mundo”, disse o Papa

No Brasil, esta semana é realizada no período de Pentecostes. Os subsídios para esta celebração já foram traduzidos em português pela Comissão Episcopal Pastoral para o Ecumenismo e o Diálogo Inter-religioso da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

O material está disponível no site:
http://www.vatican.va/roman_curia/pontifical_councils/chrstuni/weeks-prayer-doc/rc_pc_chrstuni_doc_20120611_week-prayer-2013_po.html

Este ano, os subsídios foram preparados pelo Movimento de Estudantes Cristãos da Índia, com a consultoria da Federação de Universidade Católica de Toda a Índia e do Conselho Nacional de Igrejas na Índia.


terça-feira, 15 de janeiro de 2013

Cresce o número de terremotos e erupções em todo o mundo

Cientistas não conseguem explicar o que estaria causando essa mudança no globo

Terremotos e erupções vulcânicas sempre estiveram intimamente relacionados. Por exemplo, se uma pessoa olhar um “mapa dos terremotos” em todo o mundo e compará-lo com um “mapa de vulcões”, verá como eles se correspondem. Ambos ocorrem nos limites de placas tectônicas, que compõem a superfície da Terra. Estima-se que existem cerca de 1.500 vulcões ativos no mundo, 50 a 60 entram em erupção a cada ano, expelindo vapor, cinzas, gás e lava.

Terremotos são causados ​​pela libertação da pressão construída quando as placas se afastam, movem-se ou ficam uma sob a outra. O magma, ou lava, surge dos limites da placa, e sobe para a superfície, formando os vulcões. Nos últimos meses, os terremotos têm aumentado exponencialmente em todo o mundo, preocupando alguns pesquisadores.

Durante décadas, terremotos e atividade vulcânica no Pacífico foram mantidos em segredo, com o governo soviético não falando sobre o assunto. A pesquisa mais recente mostrou que a península de Kamchatka e as ilhas Kurilas tem um grande potencial para provocar tsunamis que seriam um grande risco para países ao longo do Oceano Pacífico.

Terremotos de magnitude maior que 8 na escala Richter atingiram a região em 2006 e 2007. Ambos produziram grandes tsunamis locais, com ondas de quase 30 metros. Em 2009, O vulcão Sarychev explodiu, interrompendo o tráfego aéreo sobre o Pacífico Norte.

Muito tem se falado nos últimos 10 anos sobre os perigos de novos tsunamis e outros eventos de repercussão mundial, mas os analistas ainda acreditam ser muito difícil prever quando esses grandes eventos irão ocorrer. O fato é que não existe uma compreensão de porque a atividade sísmica vem aumentando no mundo, embora a grande maioria dos tremores nem seja percebido pela população.

Nas últimas semanas, dados sobre terremotos em todo o mundo indicam um aumento na magnitude (maior que 5,5) e, ao mesmo tempo, um crescimento significativo na frequência em que ocorrem.

Gráficos atuais mostram claramente uma tendência alarmante em todo o mundo sobre a crescente força dos terremotos. Estes resultados podem ser vistos na página da USGS, que monitora os sismos mais fortes (> 5,0).

Ao mesmo tempo, as tendências também mostram que a profundidade dos sismos diminuiu. Atualmente eles ocorrem mais perto da superfície da Terra. Isso pode ser um fator que contribui para desencadear de outros terremotos.

Em resumo, hoje há maior disponibilidade de dados e atenção da mídia sobre essas catástrofes. Estranhamente, nenhum governo ou órgão de mídia tem mostrado preocupação com o crescimento desses eventos, que podem em questão de dias, matar direta ou indiretamente milhares de pessoas.

Judeus e católicos cada vez mais próximos

Magistério da Igreja e Concílio dizem que judeus não são inimigos da Igreja

Cidade do Vaticano - “Uma tradição magisterial de dezenas de anos por parte dos Papas e da Igreja, unida a seu compromisso com o diálogo inter-religioso, demonstra que de nenhuma forma é possível falar dos judeus como `inimigos da Igreja´”. Foi o que afirmou o Diretor da Sala de Imprensa da Santa Sé, Padre Federico Lombardi, respondendo ao apelo de jornalistas para que fizesse algum comentário sobre as declarações de Mons. Fellav, superior da comunidade São Pio X.

Sem entrar no mérito das declarações de Mons. Fellav, Padre Lombardi preferiu destacar como a Igreja Católica expressa sua relação com os judeus, de maneira particular no documento do Concílio Vaticano II Nostra Aetate, e como os Papas tem demonstrado frequentemente, com palavras e gestos, a grande importância atribuída ao diálogo com os judeus.

Padre Lombardi também recordou as significativas visitas dos dois últimos Pontífices a diversas sinagogas e ao Muro das Lamentações, em Jerusalém. O Papa Bento XVI, em particular, visitou a Sinagoga de Colônia em 2005, uma Sinagoga em Nova York em 2008 e a Sinagoga de Roma em 2010.

Fonte: http://pt.radiovaticana.va/bra/articolo.asp?c=653993

Comentário Cristo em breve virá: Se os judeus não são inimigos da igreja, então porque foram tão perseguidos durante a Idade Média? Haverá interesses de unidade com eles atualmente que na Idade Média não existiam? Pelo fato dos judeus ainda guardarem o sábado, não serve mais como fator de perseguição?

Estranha situação! Mas quem conhece os tempos, interpreta os fatos e sabe o que se passa.

Epidemia de gripe nos EUA já atinge 47 dos 50 Estados

Uma epidemia de gripe já se alastrou por 47 dos 50 Estados americanos e matou 20 crianças. A contaminação de quase 20 mil pessoas no Estado de Nova York forçou o governador Andrew Cuomo a decretar situação de emergência de saúde pública no sábado. A correria pela vacinação tem sido intensa, sobretudo em Nova York, o segundo destino favorito dos turistas brasileiros.

Segundo o Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC), a influenza surgiu antes do período normal nos EUA, no final de novembro, e seu risco de contaminação continuará elevado por semanas. Em nove das dez regiões há alto registro de pessoas doentes. No Estado de Nova York, Cuomo afirmou que o total de contaminados - 19,1 mil pessoas - é cinco vezes maior que na temporada anterior. "Vivemos o pior período de gripe desde 2009. A influenza está se espalhando, com casos registrados em todos os nossos 57 condados e em todos os 5 bairros da cidade de Nova York", alertou.

A gripe predominante neste ano nos EUA é a H3N2, uma derivação do tipo A (suína) que surgiu na China no fim dos anos 1960. Tosse forte, prostração e febre alta são sintomas comuns. Cerca de 20% dos casos registrados até agora, porém, são de influenza do tipo B. Medidas simples são recomendadas, como manter o doente em casa até a sua recuperação, lavar as mãos com frequência e se vacinar.

"Se você está vacinado, tem 60% menos riscos de pegar gripe. Sabemos há muito tempo que a vacina contra a gripe está longe de ser perfeita, mas é o melhor instrumento para a prevenção da doença", afirmou Thomas Frieden, diretor do CDC.

Em Nova York, os estoques de vacina das farmácias baixaram drasticamente no último fim de semana. A expectativa do Departamento de Saúde do município era a de normalização da oferta ainda ontem. Problemas semelhantes foram observados nos Estados de Colorado e Michigan e na capital, Washington.

Viagem. No Brasil, o Ministério da Saúde afirmou, em nota, que não há recomendação de cancelamento de viagem para os EUA. A pasta observa que viajantes - principalmente idosos, crianças, grávidas e imunodeprimidos - devem evitar contato com doentes, lavar as mãos várias vezes por dia e procurar atendimento médico imediatamente, caso apareçam sintomas. Não é obrigatório se vacinar antes de viajar. Quem buscar vacinação em clínicas privadas deve observar o prazo de validade.

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

2012 foi o ano mais quente da história dos EUA

O ano de 2012 foi o mais quente da história dos Estados Unidos e também o segundo ano de clima mais extremo registrado no país, informou nesta terça-feira (8) a Administração Oceânica e Atmosférica Nacional (NOAA, na sigla em inglês).

O clima quente impulsionou a seca recorde que, em seu auge, atingiu 61% do território americano. Segundo a NOAA, as condições secas alimentaram enormes incêndios florestais que devastaram 3,72 milhões de hectares, a maior alta já registrada.

Os EUA sofreram 11 desastres climáticos que causaram prejuízos estimados em US$ 1 bilhão (R$ 2,04 bilhões), incluindo os furacões Sandy e Isaac e tornados nas Grandes Pradarias, no Texas e no vale de Ohio.

Cada um dos 48 estados continentais do país (todos menos Alasca e Havaí) teve uma temperatura anual acima da média no ano passado, 19 das quais foram recorde. A temperatura média em 2012 foi de 12,9º C, 1,77º C superior à média do século XX e 0,55º C acima da registrada em 1998 – até agora, o ano mais quente da história dos EUA.

Além disso, o inverno do ano passado foi o quarto mais ameno, enquanto os últimos verão e outono foram uns dos mais quentes de que se tem notícia, acrescentou a NOAA.

A média total de precipitação nacional, de 67,5 centímetros (exceto Alasca e Havaí), foi 6,5 centímetros inferior à média, o que situa 2012 como o 15º ano mais seco registrado. O ano de 2012 também foi o mais seco do país desde 1988, quando foi observada uma precipitação de 64,1 centímetros.

Além disso, o ano passado foi o terceiro seguido com 19 tempestades tropicais dignas de nome, dez delas com força de furacão e uma, de um grande furacão.

Fonte - G1

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

Europa precisa de líderes «clarividentes»

Papa apela a novo equilíbrio na relação trabalho-lucro, defendendo unidade entre países pobres e ricos

Cidade do Vaticano, 07 jan 2013 (Ecclesia) – Bento XVI afirmou hoje no Vaticano que a Europa tem necessidade de líderes “clarividentes e qualificados” para superar a crise económica e financeira, defendendo a unidade entre países pobres e ricos.

“A União Europeia precisa de representantes clarividentes e qualificados para realizar as opções difíceis que são necessárias a fim de sanar a sua economia e colocar bases sólidas para o seu progresso. Sozinhos, alguns países talvez caminhassem mais rápido, mas, juntos, todos chegarão certamente mais longe”, declarou o Papa, no encontro de ano novo com os membros do corpo diplomático acreditados junto da Santa Sé.

Segundo Bento XVI, a atual crise económica e financeira “desenvolveu-se porque, com muita frequência, foi absolutizado o lucro em detrimento do trabalho, e se aventuraram desenfreadamente pelos trilhos da economia financeira em vez da real”.

“É necessário recuperar o sentido do trabalho e de um lucro que lhe seja proporcionado. Com esta finalidade, há que educar para resistir à tentação dos interesses particulares e a curto prazo, orientando-se antes na direção do bem comum”, precisou.

O Papa considera urgente que os responsáveis políticos não se resignem “com a «contração [spread, no original] do bem-estar social», enquanto se combate a contração financeira”.

“Se é uma preocupação o índice diferencial entre as taxas financeiras, deveriam suscitar indignação as crescentes diferenças entre poucos, cada vez mais ricos, e muitos, irremediavelmente pobres”, alertou.

O discurso de Bento XVI apelou ainda ao investimento em educação nos países em vias de desenvolvimento da África, Ásia e América Latina, afirmando que isso “significa ajudá-los a vencer a pobreza e as doenças, bem como a realizar sistemas legais equitativos e respeitadores da dignidade humana”.

“Construir a paz significa educar os indivíduos para combaterem a corrupção, a criminalidade, a produção e o tráfico da droga, bem como para evitar divisões e tensões”, prosseguiu.

Num mundo de fronteiras “cada vez mais abertas”, observou o Papa, “construir a paz através do diálogo não é uma opção, mas uma necessidade”.

A Santa Sé mantém relações diplomáticas com 179 Estados e está presente em várias organizações internacionais, tendo o estatuto de Estado observador na ONU.

Portugal esteve representado no encontro pelo encarregado de negócios da embaixada junto do Vaticano, Luís de Albuquerque Veloso, e o conselheiro eclesiástico, monsenhor Fernando de Matos, num momento em que se aguarda a confirmação da escolha de António Almeida Ribeiro como novo embaixador.

Bento XVI entrou na Sala Régia do Palácio Apostólico do Vaticano acompanhado pelo padre luso-canadiano José Avelino Bettencourt, chefe de protocolo da Secretaria de Estado.


Nota DDP: O que em realidade se pretende é uma nova babel, sob os cuidados do pontífice. É sempre de se observar a quantidade de entes políticos dispostos a ouvir o que o papa tema  dizer...

Abismo nos Estados Unidos II

Abismo fiscal foi evitado no último dia, mas novos problemas já estão surgindo

Foi por pouco. Apenas algumas horas separaram a grande nação, a maior do mundo economicamente falando, de um desastre. Trata-se do abismo fiscal, a entrada em vigor simultânea de cortes de gastos e aumentos de impostos. O efeito seria uma recessão, perda de empregos e quebradeira de empresas.

Um grande susto já houve em meados de 2011, quando por poucas horas, se o Congresso não aprovasse a permissão do aumento do endividamento federal, os Estados Unidos ficariam inadimplentes, não poderiam mais pagar suas contas, nem mesmo os salários do funcionalismo público. Assim como desta vez, naquela ocasião também a economia do mundo ficou com o coração na mão, e por uma questão de horas, evitou-se um desastre global. O que aconteceria se esta grande economia desse o calote?

Mas, infelizmente, a história de problemas ainda não terminou. Outra vez, em fevereiro de 2013 os Estados Unidos terão de aumentar o limite da dívida, como em 2011. Se não fizerem, o governo federal não poderá mais pagar suas contas, e se tornará inadimplente. Outra vez o mundo está de olho quanto a decisão que os políticos americanos deverão tomar. As negociações serão difíceis.

A pergunta é: até quando este país suportará aumentar o limite de sua dívida? Isso sem aumentar os impostos? Atualmente o teto da dívida chega a quase US$ 16,5 trilhões. E sem a possibilidade do país pagar suas contas, o impacto sobre a economia global seria pior que o impacto do abismo fiscal, que travaria o consumo no país e geraria desemprego em escala severa.

Diz o Globo que “a situação é tão preocupante que o Fundo Monetário Internacional fez um alerta. Em nota, o FMI informou que muito ainda precisa ser feito para que as finanças públicas voltem aos trilhos sem prejudicar a frágil recuperação da economia. E deu a receita: aumento de arrecadação e redução dos gastos.” Fonte: http://g1.globo.com/jornal-da-globo/noticia/2013/01/congresso-dos-eua-evita-abismo-fiscal-e-enfrentara-novos-problemas.html

O que significa isso? A última crise sobre o mundo se originará dos Estados Unidos da América. E será uma tragédia jamais vista. A Europa, maior aliado dos EUA, também está em grave crise. Para que se inicie a última crise, o que falta ser feito? Uma só coisa, um decreto, o da santificação obrigatória do domingo. Os países desenvolvidos já estão sendo preparados para a crise. Ou seja, eles estão indo de mal a pior, e quando o gatilho for acionado, eles serão os primeiros a quebrarem. Então é que os servos de DEUS viverão exclusivamente pela fé. E aqueles que confiaram no dinheiro, se o tiverem, nada haverá para comprar.

ONU diz que 1 milhão de pessoas passam fome na Síria

Cerca de 1 milhão de pessoas estão passando fome na Síria por causa das restrições do governo à distribuição de ajuda, segundo dados da ONU.

O Programa Mundial de Alimentos da ONU está fornecendo ajuda a cerca de 1,5 milhão de pessoas por mês na Síria, disse nesta terça-feira a porta-voz do programa, Elisabeth Byrs. No entanto, esse número ainda é 1 milhão a menos do que o total de necessitados, estima a ONU.

O PMA diz que não consegue aumentar a ajuda porque somente um pequeno número de agências estão autorizadas a operar na Síria.

Em outro sinal do crescente problema humanitário na Síria, a ONU disse que cerca de 100 mil refugiados fugiram do país no mês passado.

A ONU calcula que 60 mil pessoas já morreram na Síria desde o início do conflito entre governo e rebeldes, em março de 2011.

Cristãos em busca da unidade no Oriente Médio

Cidade do Vaticano (RV) – Nestes tempos instáveis e propensos à violência vivida no Oriente Médio, é cada vez mais urgente que os discípulos de Cristo ofereçam um testemunho autêntico da sua unidade, a fim de que o mundo creia na mensagem de amor, de paz e reconciliação do Evangelho.

É o que escreve o Pontífice numa mensagem de saudação fraterna no amor de Cristo ao novo Patriarca greco-ortodoxo de Antioquia e de todo o Oriente Médio, João X, eleito neste 17 de dezembro pelo Santo Sínodo reunido no Mosteiro de Nossa Senhora de Balamand, localizado ao norte de Beirute. João X sucede ao Patriarca Ignazio IV Hazim, falecido dia 5 do corrente, aos 92 anos.

Temos a responsabilidade de prosseguir, juntos, o nosso caminho para manifestar de maneira ainda mais visível a realidade espiritual da comunhão, embora ainda incompleta, que já nos une, afirma o Papa.

Em seguida, Bento XVI faz votos de que as relações entre Patriarcado greco-ortodoxo e Igreja Católica se desenvolvam ulteriormente mediante formas de colaboração frutuosa e o prosseguimento do compromisso a resolver as questões que ainda dividem.

Para tal fim, o Santo Padre confia na participação ativa e construtiva nos trabalhos da Comissão mista internacional para o diálogo teológico entre a Igreja Católica e a Igreja Ortodoxa em seu conjunto.

Por fim, assegurando as suas orações ao novo Patriarca, Bento XVI eleva a sua invocação a Cristo a fim de que conceda consolação às vítimas da violência no Oriente Médio e inspire cada um a gestos de paz. (RL)

Comentário Cristo em breve virá: O Ecumenismo avança com maior determinação nos lugares onde ocorrem os maiores conflitos políticos. A Palestina é um verdadeiro barril de pólvora. Ali a instabilidade é constante. O povo clama por paz. E as igrejas se organizam para esse fim. Quanto mais conflitos, maior será o clamor pela paz e segurança, e mais isto favorece o Ecumenismo.

Terremoto de 7.5 graus na costa do Alasca gera alerta de tsunami

Um terremoto de 7.5 graus na Escala Richter atingiu a costa do Estado americano do Alasca na manhã deste sábado, informa o USGS, serviço geológico dos EUA. Inicialmente, as informações da entidade apontavam que o tremor era de 7.7 graus de magnitude. Até o momento não há informações sobre vítimas ou danos na região.

O forte tremor foi registrado às 6h58 (horário de Brasília) e teve epicentro localizado a 106 km da cidade de Craig, com profundidade de 9.9 km, segundo informações do USGS. Alertas de tsunami chegaram a ser emitidos para o Alasca e para o Estado canadense da Colúmbia Britânica, mas foram posteriormente cancelados.

"Os dados sobre o nível do mar indicam que um tsunami foi gerado", informou o centro americano de advertências de tsunamis para o Pacífico em um comunicado. O órgão acrescentou que o tsunami poderia "causar destruição na costa próxima ao epicentro".

De acordo com o centro, esperava-se que as ondas atingissem primeiramente Langara, na Colúmbia Britânica, e depois rumassem para norte e oeste, possivelmente atingindo até a localidade de Homer, na península do Kenai, no Alasca, mas concluiu-se que elas não representavam uma ameça.

Autoridades de Sitka, no sul do Alasca, chegaram a iniciar a retirada de moradores de áreas baixas, segundo a estação local de rádio KCAW.

domingo, 30 de dezembro de 2012

Vaticano trabalha para parar as compras de domingo na Itália

CIDADE DO VATICANO (RNS) A Igreja Católica Romana, os sindicatos e as associações de pequenos negócios uniram forças em uma tentativa de salvar os domingos.

Em uma tentativa de estimular o crescimento econômico, o primeiro-ministro italiano de saída, Mario Monti, apoiou uma nova lei que permite que as lojas fiquem abertas no "dia de descanso".

Mas as tradições dominicais são fortes nos países europeus, e a mudança provocou forte resistência de grupos religiosos e seculares.

No mês passado, uma associação italiana de proprietários de lojas e a conferência Episcopal Católica do país lançou uma campanha para "libertar os domingos". Eles pretendem reunir as 50 mil assinaturas necessárias para tentar revogar a lei de liberalização das compras.

Confesercenti, a associação dos proprietários de lojas, teme que as pequenas lojas locais - a espinha dorsal do setor de varejo italiano - serão esmagadas pelos grandes retalhistas e pelos mercados de estilo americano.

O problema se estende para além da Itália. Em Bruxelas, dezenas de grupos religiosos - incluindo a Igreja Católica - sindicatos e associações empresariais de 27 países formaram a "Aliança Europeia do domingo" para pressionar a União Europeia para manter o domingo como dia de descanso ao largo do continente, pelo menos em princípio.

Johanna Touzel, porta-voz da aliança, disse que manter o domingo separado não é necessariamente uma questão religiosa, e não discriminatória em relação a judeus e muçulmanos. "Precisamos de um dia em que todos possam descansar - esta é a origem do Shabat. E, de fato, até mesmo organizações muçulmanas nos apoiam."

Para a Igreja Católica, manter domingos livres de preocupações comerciais e de trabalho é de conseqüências maiores do que a economia.

O reverendo Marco Scattolon de Camposampiero, Itália, tornou-se uma celebridade instantânea quando rotulou as compras de domingo um pecado e pediu a seus paroquianos a fazer penitência por ele. Domingos, ele disse ao jornal Corriere del Veneto, são importantes ", não apenas no sentido religioso". "Eles são uma das poucas ocasiões deixadas para as famílias estarem juntas."

Bispo Antonio Mattiazzo de Pádua ficou do lado de Scattolon enquanto outros bispos publicamente assinaram a campanha da Confesercenti.

"O amplo consenso na oposição de abertura no domingo mostra que ter um dia de descanso semanal comum é algo que beneficia a todos, e não apenas os crentes", diz Luca Diotallevi, um sociólogo católico que aconselha os bispos da Itália sobre questões sociais. "Domingo não tem apenas um valor social, mas teológico também: O homem precisa ter um dia santo."

Outros vão ainda mais longe na argumentação para o trabalho livre de domingo.

Mimmo Muolo, jornalista oficial do jornal católico Avvenire da Itália, em seu recente livro, "Le feste scippate" ("As Férias roubadas"), argumenta que "o ciclo 24/7 do varejo reintroduziu um sistema de escravos e senhores." Ele disse que os funcionários que não têm escolha, senão trabalhar aos domingos - e, portanto, não tem tempo para a família e outras atividades sociais - são "escravos de domingo."

Pelo menos na Itália, há sinais de que poucas empresas tomaram vantagem da reforma.

Antes da corrida habitual de compras de Natal entrar em ação, era difícil encontrar lojas abertas aos domingos, fora das áreas turísticas dos centros urbanos.

"É inútil, porque as pessoas não têm dinheiro suficiente para gastar", diz Anna Lucentini, 35, vendedora em uma das mais movimentadas ruas comerciais de Roma.

Ela diz que o único resultado da reforma de abertura aos domingos, é que os funcionários terão de trabalhar mais a pedido de seus patrões. "Na Itália, os que ainda têm um emprego têm medo de perdê-lo e assim deixa-se ser explorado sem reclamar."

Assim, a oposição à liberalização dos horários de abertura de lojas está ganhando alguma simpatia inesperada para a igreja. Lorena Vargas, 21, acabou de aprender sobre a campanha apoiada pelos bispos. "Pela primeira vez, a igreja está fazendo uma coisa boa", diz ela. "Eu poderia até mesmo começar a ir à missa".

(Tradução livre)

Fonte - Religion News

Nota DDP: Percebe-se com certa facilidade que os temas que possibilitam a adoção em larga escala do domingo como dia de descanso são cada vez mais factíveis nos dias difíceis que vivemos, seja no âmbito social, seja econômico e, inclusive, ecológico. O post supra demonstra isso.

Ano de 2012 bateu recordes de temperatura e degelo extremo

Em 2012 ocorreram fenômenos climáticos extremos em todo o mundo, sobretudo no hemisfério norte, com grandes ondas de calor e de frio e um degelo sem precedentes do gelo ártico, segundo a Organização Meteorológica Mundial (OMM).

O ano começou com um episódio do fenômeno climático La Niña de intensidade moderada, que provocou o resfriamento extremo do clima e continuou com um aumento importante das temperaturas a partir de abril, informou a agência especializada da ONU.

Apesar dos fenômenos climáticos El Niño e La Niña, que incidiram nas temperaturas, continua "a tendência geral de aquecimento global de longo prazo, imputável às mudanças climáticas antrópicas", isto é, relacionadas com a ação humana, explicou o secretário-geral da OMM, Michel Jarraud.

"Queremos que esta informação seja levada em conta em Doha", acrescentou em alusão à conferência que, de segunda-feira até 7 de dezembro reúne 190 países para decidir sobre o futuro do Protocolo de Kyoto e estabelecer as bases de um grande acordo para 2015. O protocolo, assinado em 2007, é o único tratado legal que fixa os objetivos cifrados para reduzir a emissão de gases causadores de efeito estufa.

Segundo o relatório da OMM, o período 2001-2011 já tinha sido o mais quente registrado e a tendência dos primeiros meses deste ano apontavam a que "2012 não será uma exceção à regra", indicou a organização.

De janeiro a outubro vivemos o período mais quente compreendido nestes meses desde que começaram os registros em 1850, explicou a agência da ONU, com temperaturas mundiais na superfície do oceano e em terra superiores em 0,45 °C à média de 14,2 °C do período 1961-1990.

Outras consequências do aquecimento global são o degelo da calota do Ártico, que em 16 de setembro alcançou sua menor extensão anual (3,41 milhões de quilômetros quadrados) desde que começaram os registros por satélite. Estes dados confirmam os publicados em setembro pelo NSDIC, centro americano especializado em gelo e neve.

A calota de gelo do Ártico perdeu, assim, um total de 11,83 milhões de quilômetros quadrados entre março e setembro. Além disso, a extensão mínima de 2012 foi 49% inferior (cerca de 3,3 milhões de quilômetros quadrados, o equivalente à superfície da Índia) na média mínima do período 1979-2000.

"A extensão de gelo marinho no Ártico alcançou um novo mínimo. A velocidade alarmante com que está ocorrendo o degelo nesta região este ano, dando destaque às profundas mudanças que estão ocorrendo nos oceanos e na biosfera", disse Jarraud.

Seu veredicto é severo: "as mudanças climáticas estão ocorrendo diante dos nossos olhos e continuarão assim como consequência da concentração de gases de efeito estufa na atmosfera, que aumentou de forma constante e voltou a alcançar novos recordes".

Em 2012 também foram registrados outros fenômenos extremos. Na bacia do Atlântico, por exemplo, a atividade da temporada de furacões foi superior à média pelo terceiro ano consecutivo, com 19 tempestades, das quais dez alcançaram a categoria de furacões, como foi o caso de Sandy, que provocou estragos nos Estados Unidos e no Caribe.

O ano também foi marcado por grandes nevascas e temperaturas extremas entre o final de janeiro e meados de fevereiro, sobretudo na Rússia e na Europa, com temperaturas que despencaram até - 50ºC, um frio que, segundo o secretário-geral da agência da ONU, "pode estar relacionado com o degelo no Ártico".

As cifras definitivas sobre o clima em 2012 serão publicadas em março de 2013.

Um cristão foi morto a cada 5 minutos em 2012

Em 2012 105 mil cristãos foram mortos devido a perseguição religiosa imposta em alguns países do mundo. O alerta mundial sobre esta estimativa aterrorizante partiu do sociólogo Massimo Introvigne que é coordenador do Observatório da Liberdade Religiosa na Itália.

“Se estima que em 2012 morreram 105 mil cristãos por motivos religioso, isto é, um morto a cada 5 minutos”, disse.

Introvigne cita as áreas de risco e mostra que são países regidos pelas leis islâmicas. “As zonas de risco são muitas, mas podemos identificar basicamente três países onde é forte a presença do fundamentalismo islâmico: Nigéria, Somália, Mali”, disse.

Outros países citados foram o Paquistão e o Egito onde há algumas áreas de risco onde os cristãos correm riscos de morte. Na Coreia do Norte e na Índia também tiveram casos de perseguição e morte a cristãos.

Neste grupo identificado como cristão há tanto evangélicos, como católicos e coptas. Uma quantidade de assassinados que o sociólogo chamou de “proporções horríveis” que muitos veículos de comunicação com poder mundial não chegam a noticiar.

Tempestade tropical deixa 20 mortos nas Filipinas

As autoridades filipinas elevaram neste domingo para 20 o número de mortos causados pela tempestade Wukong em sua passagem pelo país no dia do Natal e quase três semanas depois que um tufão fez mais de mil vítimas.

Em uma nota o departamento de Defesa Civil assinalou que outros nove corpos foram achados pelas equipes de socorro na ilha de Panay, a oeste e na região central do arquipélago atingido com força pela tempestade.

Wukong, que os filipinos chamam Quinta, deixou cerca de 23 mil pessoas sem casa. Os desabrigados estão amparados em diversos albergues temporários montados pelas autoridades.

A temporada de tufões nas Filipinas, que começa em geral em junho e termina em novembro, atrai todos os anos entre 15 e 20 tufões.

Abismo fiscal nos Estados Unidos

Para o dia primeiro de janeiro de 2013 está engatilhada uma nova crise nos Estados Unidos da América, conhecida por “abismo fiscal”. O presidente George Herbert Walker Bush, em 1991 estabeleceu um alívio fiscal para durar até 31 de dezembro de 2012. Portanto, no final deste ano esse alívio, ou desconto de impostos para muitas pessoas termina. Isso quer dizer que aumentarão os impostos a serem reconhecidos pelo governo federal. Parece bom para o Estado americano, porém, é exatamente o contrário.

Os EUA estão endividados e sua dívida só aumenta, principalmente por causa das guerras e do desembolso do estado para salvar bancos em 2008, evitando o colapso do efeito “suprime” de milhões de famílias endividadas. Há outros problemas drenando recursos públicos, como a previdência social. Então, o fim das isenções de alguns impostos parece coisa boa. No entanto, essa situação gerará um enxugamento de dinheiro para as pessoas gastarem em suas compras, da ordem de 600 bilhões de dólares. Se a economia do maior país do mundo não vai bem, esteve perto de graves problemas nos últimos anos que a poderiam levar ao colapso, agora, mais uma vez, se depara diante de outra possibilidade de recessão.

A gigantesca máquina de produção e consumo americana vem a cada poucos anos enfrentando desafios quase tão grandes quando seu poderio de superá-los. Aproxima-se o dia em que tal desafio, seja por causa de seu tamanho, seja por desavenças políticas, seja por causa do decreto dominical, tragará a economia desse país e do munto inteiro. É momento, não de consumismo, mas de alertar o mundo para o maior de todos os eventos, a volta de JESUS.

Bento XVI pede 'união' de religiões para solucionar conflitos

CIDADE DO VATICANO, 28 DEZ (ANSA) - O papa Bento XVI destacou a necessidade dos "discípulos de Cristo" demonstrarem "união" para que o mundo acredite na mensagem de amor, paz e reconciliação do Evangelho e, assim, possa evitar conflitos, como os do Oriente Médio.

O apelo foi feito em uma mensagem enviada pelo Papa ao novo patriarca grego ortodoxo de Antioquia e Oriente, Yuhanna el Yazigi, eleito no último dia 17 de dezembro. Ele sucede Ignacio IV Hazim, morto no dia 5.

"Nós temos a responsabilidade de seguirmos juntos no caminho de manifestar, de uma maneira ainda mais visível, a realidade espiritual da comunhão", disse Bento XVI.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Ban afirma que união é a chave para atingir as Metas do Milênio

No Dia Internacional da Solidariedade, o Secretário-Geral da ONU, Ban Ki-moon, afirmou que a união é a chave para alcançar as Metas do Desenvolvimento do Milênio.

Em comunicado, Ban afirmou que os benefícios dessa cooperação podem ser vistos na redução da pobreza e nos avanços das liberdades democráticas.

Transição

O Secretário-Geral afirmou que o Dia da Solidariedade, este ano, acontece num momento de uma dramática transição. Ban disse que os povos no mundo estão exigindo mais liberdade política, responsabilidade e igualdade.

Segundo ele, a interdependência global está aumentando e o mundo pode criar soluções para um futuro mais seguro, sustentável e próspero se agir como um só.

Solidariedade

Ban Ki-moon declarou que a solidariedade é crucial para resolver problemas. Um exemplo disso, para ele, foi a coesão dos países vista na Conferência sobre o Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, em junho.

O Secretário-Geral afirmou que governos, sociedade civil e setor privado se uniram e concordaram em promover um futuro econômico, social e ambiental sustentável.

Agenda

Ban pediu aos países que intensifiquem os esforços para o cumprimeto das Metas de Desenvolvimento do Milênio até 2015. Os objetivos foram estipulados em 2000 por governos e organizações para reduzir a pobreza.

O Secretário-Geral falou também da importância do lançamento das bases da agenda das Metas do Milênio pós 2015. O processo, segundo ele, busca incluir as ideias de especialistas e do cidadão comum.

Fonte - Radio ONU

Vaticano controla indiretamente os partidos italianos

O jornalista Gianluigi Nuzzi ocupa-se da política interna do Vaticano desde 2008 e foi o responsável pelas denúncias que desencadearam o escândalo que ficou conhecido como VatiLeaks, o vazamento de documentos secretos da Santa Sé. O resultado de suas investigações e entrevistas sobre o assunto foi o livro Sua Santitá (Sua Santidade, em português), que chegou às livrarias brasileiras no mês passado. No Vaticano, o caso culminou com a prisão do mordomo do papa, Paolo Gabriele, uma das fontes do jornalista.

Em entrevista ao site de VEJA, Nuzzi disse que é impensável chegar ao poder na Itália sem boas relações com a Igreja Católica. “O Vaticano controla transversalmente todos os partidos italianos. Nenhuma nomeação, por exemplo, na Rai, a TV do estado, é possível sem o consenso do Vaticano. Imagine que com a publicação do meu livro eu recebi pedidos de entrevista do mundo todo, mas nenhuma do canal nacional”, afirma.
Para o jornalista, a Itália e o Vaticano "tem uma história compartilhada no presente como tinha no passado". "O atual governo, do premiê (Mário) Monti, tem um pacto de aço com o Vaticano". Segundo o escritor, a influência hoje se dá de diferentes maneiras, desde o apoio tácito da Igreja em troca de um afrouxamento de impostos, até sugestões sobre como o governo deveria lidar com políticas sociais, como a eutanásia e o casamento.

Fonte: VEJA

(Via @MinutoProfetico)

sábado, 22 de dezembro de 2012

Papa sinaliza aliança entre religiões para combater casamento gay

Por Philip Pullella

CIDADE DO VATICANO, 21 Dez (Reuters) - O papa Bento 16, indicando o desejo do Vaticano de forjar alianças com outras religiões contra o casamento gay, disse nesta sexta-feira que a família estava ameaçada "em seus fundamentos" por tentativas de mudar a sua "verdadeira estrutura".

O papa fez a sua mais recente denúncia do casamento gay em um discurso de Natal para os funcionários do Vaticano, em que ele misturou religião, filosofia, antropologia e sociologia para ilustrar a posição da Igreja Católica Romana.

Ele colocou todo o peso em um estudo realizado pelo rabino-chefe da França sobre os efeitos que a legalização do casamento gay teria sobre as crianças e a sociedade.

"Não há como negar a crise que ameaça em seus fundamentos --especialmente no mundo ocidental", disse o papa, acrescentando que a família tinha de ser protegida porque é "o autêntico ambiente para se entregar o plano da existência humana".

O papa de 85 anos de idade, falando no Salão Clementine do Palácio Apostólico do Vaticano, afirmou que a família estava sendo ameaçada por "uma compreensão falsa da liberdade" e um repúdio ao compromisso de toda a vida do casamento heterossexual.

"Quando tal compromisso é repudiado, as figuras-chave da existência humana igualmente desaparecem: pai, mãe, filho -- elementos essenciais da experiência de ser humano são perdidos", disse o líder de 1,2 bilhão de católicos do mundo.

O Vaticano partiu para a ofensiva em resposta às vitórias do casamento gay nos Estados Unidos e Europa, utilizando todas as oportunidades possíveis para denunciá-lo através de discursos papais ou editoriais em seu jornal ou na sua rádio.
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Fonte - UOL

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Credores recomendam que Grécia reduza fim de semana

A Comissão Europeia, o Banco Central Europeu e o FMI, os principais credores da Grécia, pediram que o governo reduza o fim de semana como parte do termo de resgate do país. A demanda por aumentar o número de dias trabalhados foi revelada ontem pelo jornal britânico The Guardian [o mesmo que apoia o domingo como solução para o aquecimento global] na noite [de] quarta, que teve acesso a um documento no qual os credores insistiam numa reforma radical do mercado de trabalho. Ela envolve aumento no número de horas trabalhadas, horários flexíveis e salários menores. Os credores devem entregar no próximo mês um veredito sobre se a Grécia deverá permanecer ou não na zona do Euro.

Enviado na semana passada aos ministros gregos das Finanças e do Trabalho, recomenda ao governo estender a semana de trabalho ao fim de semana, fazendo com que todos os setores trabalhem seis dias. Também diz que os trabalhadores devem ter o horário de trabalho flexibilizado e que o tempo de descanso deve ser reduzido a 11 horas diárias. As instruções contidas no documento mantêm o foco nas reformas do mercado de trabalho, exigindo que a inspetoria nacional de trabalho seja radicalmente reformada e colocada sob supervisão europeia. [...]

Segundo carta, “o desemprego está alto demais, e são necessárias políticas para impedir que isso se torne estrutural”. O documento também pede que os custos não trabalhistas sejam reduzidos, que os benefícios sociais dos empregados sejam cortados e que uma desregulação do mercado de trabalho. [...]

(iG Notícias)

Nota Michelson Borges: Imagine o que pode acontecer se a crise (não apenas na Grécia) se aprofundar e a ideia de estender a semana de trabalho pegar (outras ideias também são aplicadas em tempos de crise). Pelo visto, não faltarão argumentos para a observância unicamente do domingo como dia descanso.
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