terça-feira, 8 de setembro de 2015

Democratas escrevem ao papa Francisco

#Politica #Vaticano

Posted by Diário da Profecia on Quarta, 9 de setembro de 2015

Livro missionário adventista vai abordar doutrinas bíblicas controvertidas

Brasília, DF … [ASN] O livro missionário da Igreja Adventista do Sétimo Dia na América do Sul, chamado Esperança Viva, para 2016 vai tratar de doutrinas bíblicas consideradas, de maneira geral pela sociedade, como controvertidas. São abordagens a respeito da guarda do sábado, estado dos mortos, teologia da prosperidade, criacionismo X evolucionismo, uso de línguas estranhas em cultos religiosos, entre outras temáticas. O autor é o conhecido pastor adventista, Ivan Saraiva, apresentador dos programas Está Escrito e Está Escrito Adoração, veiculados semanalmente pela TV Novo Tempo. Saraiva nasceu em Curitiba e se formou em Teologia e Pedagogia. Trabalhou, em seu ministério, no Paraná e Mato Grosso do Sul. Desde março de 2011 está na Rede Novo Tempo de Comunicação e é bastante conhecido por suas pregações em vários países. É casado com a Luciana. O casal tem dois filhos: Gabriel e Sofia. A Agência Adventista Sul-Americana de Notícias (ASN) conversou com Ivan Saraiva sobre o livro.

ASN – Qual é o grande objetivo desse livro? O que se quer alcançar com essa publicação?
Ivan Saraiva – O objetivo desse livro é alcançar pessoas que não acreditam mais em igrejas e, por consequência, no próprio evangelho. Esse fenômeno pós moderno se dá, sobretudo, por dois fatores: pela superficialidade do conhecimento bíblico e pelo alto índice de rejeição ao evangelho vulgar e descontextualizado que encontramos nos veículos de comunicação. Por isso, a intenção é mostrar que a Bíblia também não concorda e não aceita qualquer outro evangelho além do que o que ela mesmo apresenta. Ao nos posicionarmos claramente ao lado da Bíblia fazemos o contraponto natural a tudo que afasta as pessoas de Jesus e do evangelho eterno. À medida que esse livro for sendo lido, milhares de pessoas descobrirão que existe uma igreja bíblica que também não concorda com muita coisa que é tida por verdade.

ASN – As doutrinas que costumam diferenciar os adventistas são, na verdade, todas fundamentadas na Bíblia, certo? Por que você acredita que exista, às vezes, controvérsia com outras igrejas por conta dessas doutrinas?
Ivan – A verdade é que vivemos uma crise dentro do cristianismo. Depois de esconder a Bíblia sem sucesso e depois de tentar destruí-la Satanás tenta, hoje em dia, confundir as pessoas. São mais de 40 mil denominações cristãs. Cada uma delas diz ter a verdade Bíblica, mas ensinam coisas excludentes e antagônicas entre si. Achar a verdade ficou muito difícil. Criaram-se igrejas por todos os motivos e com as mais diferentes interpretações bíblicas. É hora de voltarmos ao evangelho e redescobrirmos o cristianismo puro em sua teologia e doutrina.

ASN – Hoje se fala no mundo cristão acerca da importância de se compreender o amor e a graça de Deus, mas é comum se dar pouca atenção para crenças específicas. Para você, qual é a importância da doutrina de uma igreja?
Ivan – Apresentar a graça e o amor de Deus é o fundamento da maioria das igrejas cristãs. Mas uma casa não é feita apenas de seus fundamentos. Como a palavra indica, sem dúvida, é fundamental. No entanto precisamos de paredes, teto, isolamento, encanamento, fiação etc. As doutrinas, que alguns querem rotular como periféricas, são também fundamentais para a construção de um caráter semelhante ao de Jesus e precisam estar presentes na nossa vida. Definir nossa crença é estabelecer nosso DNA espiritual.

ASN – Como foi o processo de produção do livro? Levou quanto tempo para escrever? O que mais lhe chamou a atenção na pesquisa feita para abordar os temas?
Ivan – O livro foi escrito com muito carinho, oração e pesquisa minuciosa. Tive a alegria de ter como editor o pastor Vanderlei Dorneles, uma homem hábil na arte de escrever que clarificou ainda mais minhas ideias e argumentos. Para a redação do material eu me isolava pela manhã cedo e voltava para casa tarde da noite. Depois de semanas gastas em alto nível de concentração e produtividade, vi o livro tomar sua forma e suas digitais. Cada capítulo é independente e escrito especificamente para a mente crítica e racional de nossos dias. O leitor logo perceberá que se trata de um livro cheio de apologia a verdade e que em sua contundência levará muitas pessoas a pesquisas mais profundas da Bíblia.

ASN – Um recado especial para os milhões de leitores, já que a tiragem inicial do livro deverá ser de 18 milhões de exemplares.
Ivan – Meu recado para o leitor é: amigo, antes de distribuir o livro leia-o. Você terá alegria e prazer em oferecer esse livro que apresenta as verdades do cristianismo de maneira clara e transparente. Um livro sem rodeios, contemporâneo. Aqueles que assistem o programa Está Escrito ou me ouvem em A voz da Profecia sabem o quanto tenho me esforçado para apresentar a verdade com muito respeito e amor. Esse livro levará muitas pessoas a uma libertação de crença sem precedentes. Vamos juntos pregar o evangelho.

Fonte - Adventistas.org

segunda-feira, 7 de setembro de 2015

Terremoto de magnitude 6,4 graus é registrado na Nova Zelândia

Um terremoto de magnitude 6,4 graus foi registrado nesta segunda-feira (7) nas ilhas Kermadec, no norte da Nova Zelândia, sem que as autoridades tenham informado sobre danos ou declarado alerta de tsunami.

O hipocentro foi localizado a 31 quilômetros de profundidade e a 188 quilômetros ao sudoeste de L'Esperance, antigo território francês pertencente ao arquipélago das ilhas Kermadec, informou o Serviço Geológico dos Estados Unidos, que registra a atividade sísmica no mundo todo.

As ilhas Kermadec estão situadas entre a ilha do Norte da Nova Zelândia e o arquipélago de Tonga.

No dia 22 de fevereiro de 2011, 185 pessoas morreram em um terremoto de 6,3 graus de magnitude que abalou a cidade de Christchurch, na ilha do Sul da Nova Zelândia, que também danificou mais de 30 mil edificações.

A Nova Zelândia está sobre a falha entre as placas tectônicas do Pacífico e da Oceania, e registra cerca de 14 mil terremotos por ano, entre os quais entre 100 e 150 têm potência suficiente para serem percebidos.

Fonte - R7

Obama corteja sindicatos e defende licença médica remunerada

O presidente norte-americano Barack Obama criticou parlamentares Republicanos por "constante ataque contra os trabalhadores" e disse nessa segunda-feira que está usando seu poder para forçar empregadores federais oferecerem licença remunerada em caso de doença dos empregados. Obama foi recebido com aplausos em uma grande manifestação do Dia do Trabalho nos Estados Unidos em Boston ao dizer que assinou uma ordem executiva enquanto voava a bordo do Air Force One.

Obama afirmou que Republicamos que alegam estar protegendo a classe média falam demais, mas disse que precisam provar o que dizem por meio de suas ações. "Apenas espere, olhe para o céu e a prosperidade vai cair sobre nós", disse com sarcasmo. "Não é assim que a economia funciona", acrescentou, afirmando que o pensamento republicano tem "destruído a economia por muito, muito tempo".

Aproximadamente 44 milhões de trabalhadores do setor privado nos EUA não recebem licença médica remunerada, segundo o governo. A Casa Branca disse que não poderia estimar quantos são os empregadores federais que não oferecem o benefício.

O gesto de aproximação aos trabalhadores ocorre enquanto Obama trabalha para amenizar tensões quanto a sua agenda de comércio junto a movimentos sindicais. Grandes sindicatos se opõem ao esforço de Obama por novos acordos comerciais com a Ásia e a Europa porque temem que tais acordos levem a uma ampla eliminação de postos de trabalho nos EUA.

Por meio da ordem executiva assinada por Obama, empregados federais ganham o direito de pelo menos uma hora de licença remunerada para cada 30 horas trabalhadas. Considerando doze meses de trabalho, a proposta resulta em até sete dias de licença por ano. A medida vale para contratos assinados a partir de 2017, quando Obama já terá deixado a presidência.

Obama escolheu o Dia do Trabalho para anunciar a medida enquanto trabalha por aprovar novas regulamentações para trabalhadores antes do final de seu mandato, apesar de resistência no Congresso a suas propostas. Em meio ao processo eleitoral para 2016, democratas buscam se diferenciar dos republicanos e tentam mostrar que apoiam mais a classe média.

Fonte - Yahoo 

Os sindicatos serão um dos instrumentos que trarão sobre a Terra um tempo de angústia tal como nunca houve desde o princípio do mundo. — Carta 200, 1903. ME2 142.1

domingo, 6 de setembro de 2015

Mensagem do Papa a Tirana: Não devemos nos resignar à guerra!

Cidade do Vaticano (RV) – “Viver juntos em paz, recordando que a paz e a convivência têm um fundamento religioso. A oração está sempre na raiz da paz”. O Papa Francisco enviou uma mensagem às 400 personalidades do mundo político, cultural e religioso, reunidas desde a tarde deste domingo (6) até quarta-feira, em Tirana, capital da Albânia, para reafirmar que a paz não somente é possível, mas uma necessidade para superar os problemas existentes em várias partes do mundo. A mensagem do Pontífice foi lida no início do encontro.

Espírito de Assis

O Santo Padre sublinha no início da mensagem que estes encontros “seguem o sulco traçado por João Paulo II com o primeiro histórico encontro em Assis em outubro de 1986”, e a partir do qual se verifica uma verdadeira peregrinação de homens e mulheres de diversas religiões que a cada anos se encontram em cidades diferentes do mundo. Quanto mais mudam os cenários da história e os povos são chamados a enfrentar as transformações profundas, algumas vezes dramáticas, mais existe a necessidade de que “seguidores das diferentes religiões se encontrem, dialoguem, caminhem juntos e colaborem pela paz, naquele “espírito de Assis” que faz referência ao luminoso testemunho de São Francisco”.

A convivência pacífica após a obscuridade do ateísmo de Estado

O Papa chama a atenção para o fato de que neste ano o encontro é realizado justamente em Tirana, capital de um país que “se tornou símbolo da convivência pacífica entre religiões diferentes, após uma longa história de sofrimento”. Francisco fez menção à viagem realizada em setembro de 2014 ao país, o primeiro europeu por ele visitado, e escolhido não ao acaso, mas para “encorajar o caminho de convivência pacífica após as trágicas perseguições sofridas pelos fieis albaneses no século passado. A longa lista de mártires – disse o Pontífice – fala ainda hoje daquele período obscuro, mas fala também da força da fé que não se deixa curvar pela prepotência do mal. Em nenhum outro país do mundo foi tão forte a decisão de excluir Deus da vida de um povo: mesmo um simples sinal religioso era suficiente para serem punidos com a prisão, quando não com a morte. Tal tristíssimo primado marcou profundamente o povo albanês, até o momento de reencontrar a liberdade, quando os membros das diversas comunidades religiosas, provados pelo comum sofrimento a que foram submetidas, se reencontraram para viver em paz”.

Convivência pacífica, valor a ser cultivado

Neste sentido o Santo Padre agradeceu pela escolha de Tirana como sede do encontro, recordando aos presentes o que havia afirmado em seu discurso às autoridades albanesas em setembro de 2014, de que “a pacífica convivência entre as diferentes comunidades religiosas, é, de fato, um inestimável bem para a paz e para o desenvolvimento harmonioso de um povo. É um valor que deve ser guardado e incrementado a cada dia, com a educação ao respeito pelas diferenças e pelas específicas identidades abertas ao diálogo e à colaboração pelo bem de todos, com o exercício do conhecimento e da estima de uns pelos outros. É um dom que deve sempre ser pedido ao Senhor na oração”.

A paz é possível

O Pontífice reitera a necessidade de se reafirmar que “a paz é sempre possível” (tema do encontro), especialmente quando em algumas partes do mundo parece prevalecer “as violências, as perseguições e os abusos contra a liberdade religiosa, junto à resignação diante dos conflitos que se arrastam”.

É violência barrar aqueles que buscam um lugar de paz

Afirmando com veemência de que “não devemos nunca nos resignar à guerra!”, o Papa adverte de que não podemos permanecer indiferentes diante de quem sofre pela guerra e pela violência, motivo que o levou à escolha do tema próximo Dia Mundial da Paz “Vence a indiferença e conquista a paz”. E o Papa denuncia outra formas de violência:

“Mas é violência também levantar muros e barreiras para bloquear quem busca um lugar de paz. É violência empurrar para trás quem foge das condições desumanas na esperança de um futuro melhor. É violência descartar crianças e idosos da sociedade e da própria vida! É violência alargar o fosso entre quem desperdiça o supérfluo e quem falta o necessário”.

Redescobrir a vocação universal à paz

“É a fé – afirmou o Papa – que nos impele a confiar em Deus e a não nos resignar-nos às obras do mal”. “E como crentes somos chamados a redescobrir a vocação universal à paz depositada no coração de nossas diversas tradições religiosas e propô-las com coragem aos homens e às mulheres de nosso tempo”. E repetindo o que havia falado aos líderes religiosos reunidos em Tirana em 2014, Francisco reiterou que “a religião autêntica é fonte de paz e não de violência. Ninguém pode usar o nome de Deus para cometer violência! Matar em nome de Deus é um grande sacrilégio! Discriminar em nome de Deus é desumano”.

Ao concluir, o Papa se une a todos os participantes, nas variedades das tradições religiosas, no esforço de continuar a viver “na comum paixão pelo crescimento da convivência pacífica entre todos os povos da terra”.

Fonte - Radio Vaticano

sábado, 5 de setembro de 2015

Morte massiva e inexplicável de animais

"60mil antílopes morrem em quatro dias e ninguém sabe o motivo." #SinaisFim

Posted by Diário da Profecia on Sábado, 5 de setembro de 2015

Escrivã se recusa a casar gays e é presa nos EUA

Leis humanas x lei de Deus

Uma escrivã do estado americano do Kentucky foi presa nesta quinta-feira (3) por descumprir uma decisão da Suprema Corte dos Estados Unidos que regulamenta o casamento [sic] entre pessoas do mesmo sexo. Na hora do “sim”, ela disse “não”. Kim Davis foi detida por se recusar a emitir certidões de casamento para casais [sic] do mesmo sexo. O juiz disse que as convicções pessoais não podem estar acima da lei. A escrivã alega que o casamento gay não é reconhecido por Deus. O caso ganhou destaque depois que ela bateu boca com dois homens que tentavam se casar. “Não estou fazendo certidões de casamento hoje”, disse ela. O noivo, David, perguntou: “Sob que autoridade?” E ela respondeu: “Sob autoridade de Deus.”

Nos Estados Unidos, a certidão de casamento é feita por funcionários públicos ligados ao sistema judiciário. Na cidade onde Kim Davis trabalha, o escrivão é eleito pelo povo. E só pode ser retirado do cargo por um impeachment. Mas tem gente que acha que a convicção religiosa de Kim não combina com a vida que ela leva – a escrivã está no quarto casamento. “Ela já se divorciou três vezes. Nós estamos juntos há vinte anos!”, disse mais um noivo que saiu da prefeitura sem aliança.

Há dois meses, a Suprema Corte legalizou o casamento [sic] gay nos 50 estados americanos. Mas Kim nunca assinou uma única certidão de dois noivos ou duas noivas. Ela entrou na Justiça - e perdeu. Recorreu - e agora foi parar na prisão.

Kim não está sozinha. Escrivães do Alabama e do Texas também têm usado a religião pra descumprir a lei. Protestos e manifestações de apoio chegam de vários estados. “Ela é uma heroína que desafia a Justiça pra cumprir a palavra de Deus”, diz uma manifestante de Ohio. “Você não escolhe quem ama. Casar é um direito do ser humano”, argumenta a ativista, do Kentucky.

Cinco escrivães que trabalham com Kim vão emitir as certidões de casamento pra todos os casais enquanto ela estiver presa. E o juiz avisou que ela vai ficar na cadeia até decidir cumprir a lei.

(G1 Notícias)

Nota Criacionismo: Esta frase do juiz é significativa no contexto profético das restrições das liberdades individuais: “...as convicções pessoais não podem estar acima da lei.” E quando outras leis humanas desafiarem as convicções religiosas de certas minorias? E quando essas minorias, para serem fieis aos mandamentos de Deus, tiverem que desafiar as leis humanas? O mesmo argumento será usado contra elas. E a cadeia será seu destino. Mas “mais importa obedecer a Deus do que aos homens” (Atos 5:29). Sempre. [MB]

sexta-feira, 4 de setembro de 2015

Vaticano: Papa alerta para doença da «divisão»

Cidade do Vaticano, 04 set 2015 (Ecclesia) - O Papa alertou hoje no Vaticano para a “doença” da “divisão” que leva a “semear o ódio” na Igreja.

Francisco falava na homilia da Missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, durante a qual convidou todos a “reconciliar e pacificar”, porque a paz “é obra de Jesus”.

“Quando falamos de paz ou de reconciliação, pequenas pazes, pequenas reconciliações, devemos pensar na grande paz e na grande reconciliação”, acrescentou.

Nesse sentido, o Papa defendeu que a tarefa dos cristãos, no meio “notícias de guerras, de ódio”, é ser “homens e mulheres de paz, homens e mulheres de reconciliação”.

“Se uma pessoa, durante a sua vida, não faz outra coisa do que reconciliar e pacificar ela pode ser canonizada: aquela pessoa é santa. Mas devemos crescer nisto, devemos converter-nos: jamais uma palavra que seja para dividir, jamais, jamais uma palavra que provoque guerra, pequenas guerras, jamais mexericos”, insistiu.

A homilia concluiu-se com o apelo de “morder a língua” quando alguém tiver “vontade de semear discórdia e divisão e falar mal do outro”.

Fonte - Ecclesia

Rumo a um colapso climático antropogênico?

Entre tantos estudos oferecidos pelas mais importantes publicações da comunidade científica internacional sobre o aquecimento global a respeito da emissão humana de gases de efeito estufa, e devido à aceleração dos danos à biodiversidade, também por causas antropogênicas – ou seja, derivadas das atividades humanas –, escolho duas pesquisas que conheci recentemente e que considero imprescindíveis para entender o momento em que vivemos. Uma delas, realizada por Richard Heede, para a revista Climatic Change (2014), a outra de Gerardo Ceballos, para a revista Science (2015). Assim como colunas e entrevistas publicadas pelo diário britânico The Guardian, que apontam a uma resposta da pergunta que proponho neste título. As advertências e o inusitado consenso da comunidade científica sobre a necessidade urgente de diminuir imediatamente e de forma significa as emissões devem pautar a COP21 – a cúpula climática que se realizará em Paris, entre novembro e dezembro de 2015. As mesmas fontes alertam para o fato de que as oportunidades para se evitar uma catástrofe bioclimática podem estar terminando.

No diálogo entre as ciências naturais, as humanidades e as ciências sociais, é possível alcançar com a precisão necessária a determinação sobre o que fazer. Um dos focos necessários é o dos fatores atmosférico, geofísico e biológico, outro tem a ver com o histórico do problema e seu contexto econômico, político e social. O estudo de Heede é uma bem trabalhada investigação sobre as emissões de dióxido de carbono e metano proveniente dos produtores de combustíveis fósseis e de cimento, acumulada entre 1854 e 2010. Esse estudo mostrou que tão somente 90 corporações, algumas descendentes da Standard Oil Company – Chevron/Texaco, Exxon/Mobil, BP, Total e Shell, as chamadas cinco grandes – geraram dois terços dos gases do efeito estufa (Co2/metano, etc) acumulados na atmosfera desde os inícios da Era Industrial (por volta de 1750).

Susanne Goldenberg – em artigo publicado no The Guardian, no dia 20 de novembro de 2013 – contou que Heede tardou vários anos em realizar sua investigação, que foi divulgada pela primeira vez antes mesmo de ser concluída, durante as negociações sobre as mudanças climáticas em 2013. Naquela oportunidade, ele mostrou que metade do CO2/metano foi lançada na atmosfera nos últimos 25 anos, ou seja, quando tanto os governos quanto as grandes corporações já estavam cientes de que o aumento dessas emissões e a queima inconsequente de carvão, petróleo e gás natural era a principal causa das perigosas mudanças no clima do planeta. O Painel Intergovernamental sobre as Mudanças Climáticas (IPCC, em sua sigla em inglês) destacou, naquele ano, que se aquelas taxas de emissão fossem mantidas, em 30 anos seria lançada na atmosfera uma quantidade de gases que levaria a um aumento de não mais de dois 2 graus centígrados (até agora, já aumentou 0,8ºC) , o maior aumento registrado desde a era pré-industrial. Ainda assim, estudos do pesquisador James Hansen advertem que mesmo um aumento de dois graus centígrados, considerado seguro por alguns cientistas, seria catastrófico, pois diminuiria os prazos e a capacidade de recuperação do planeta. Hansen é um ex-cientista da NASA e da Universidade de Columbia, cujo testemunho diante do Senado dos Estados Unidos, em 1988, tornou público o fenômeno do aquecimento global vinculado à queima de combustíveis fósseis.

A relevância política do estudo de Heede foi sintetizada por Al Gore. Diante de fortes discussões sobre as responsabilidades das nações, o ex-vice-presidente estadunidense deu importância à identificação daqueles que são historicamente responsáveis pela contaminação da atmosfera, que deveriam ter a obrigação clara de ser parte da solução. Por isso a necessidade de revisar os detalhes e o modus operandi das cerca de noventa plantas industriais de energia e de cimento, responsáveis pelas emissões de CO2 e metano nesse período – quase um bilhão, ou trilhão, de toneladas. Dessas noventa empresas, cinquenta são privadas, a maioria petroleiras, como as cinco grandes acima citadas, às quais se somam outras campeãs da contaminação, como a British Coal Corp, Peabody Energy e BHP Billiton. Também merecem menção a saudita Aramco, a russa Gazprom e a noruega Statoil. Esta informação, que inclui entes petroleiros do México (Pemex), Polônia e Venezuela (PDVSA), foi usada numa tentativa de desbloquear a discussão na COP de 2013. Sem sucesso. O poder persuasivo dos defensores dos hidrocarburetos é grande e tem forte penetração nos governos que integram e debatem esse assunto tão grave, tanto na ONU (Organização das Nações Unidas) como em outras instâncias, e ao mesmo tempo oferecem crescentes subsídios econômicos as iniciativas que promovem as energias fósseis.

O importante, pensando na próxima COP 21, é saber que as noventa empresas operam no mundo inteiro. Algumas chegam a alcançar mais de quarenta países diferentes, explorando todas as fontes de petróleo, gás e carvão, visando um aumento de 40% do consumo de energia previsto até 2035. As vinte empresas mais poderosas da lista são responsáveis por 30% das emissões acumuladas. A atenção sobre os grandes impérios privados, como a Exxon, bem estudados por Robert Engler (durante vários anos) e Steve Coll (em 2012) se justifica pelas responsabilidades acumuladas, e os esforços estão voltados a questionar os monopólios fósseis vitais à etiologia do capitalismo. O problema não é a humanidade, nem o homo sapiens, mas sim o capitalismo existente: aí estão a Chevron e a Exxon, em defesa dos lucros, desafiando a comunidade científica e internacional, e até os seus acionistas. Continuam com seu programa de investimentos em ascensão, empurrando todo o planeta para o abismo.

Fonte - Carta Maior

Papa Francisco nos EUA: um impulso gigantesco para o catolicismo de origem latino-americana

A visita do primeiro papa latino-americano aos Estados Unidos, neste mês de setembro, deverá impulsionar decisivamente o desenvolvimento e a influência dos latinos na Igreja católica e na sociedade norte-americana, segundo os analistas consultados pelo semanário Our Sunday Visitor.

Uma população em crescimento

Aproximadamente 40% dos 78 milhões de católicos dos Estados Unidos são de origem latina.

O professor Hoffman Ospino, do Boston College, espera que a visita de Francisco marque profundamente esta enorme parcela da população. “O papa entende quem nós somos (…) e compartilha a nossa fé; não de modo abstrato, mas com raízes na nossa cultura. E ele entende o catolicismo do jeito que ele é vivido e celebrado na América Latina”.

Diana Richardson-Vela, presidente da Associação Católica de Líderes Latinos, afirmou: “Para nós, hispanos, a mensagem dele tem especial ressonância porque ele está muito perto daquilo que nós somos. A mensagem dele é pró-vida, porque nos impulsiona ao envolvimento com a justiça e a paz, com o cuidado da família, dos pais, dos avós, dos idosos e com o serviço aos mais pobres”.

Para os especialistas entrevistados, a mensagem do papa vai “tocar profundamente”, já que muitos dos hispanos ou latinos que vivem nos Estados Unidos, mesmo tendo nascido no país e falando inglês, mantêm o espanhol como sinal de identidade.

Um ministério em expansão

Segundo o Centro de Pesquisas Aplicadas em Apostolado, 6% das missas celebradas nos Estados Unidos, tantos aos domingos quanto nos dias de semana, são em espanhol. “[O fato de que o papa fale espanhol] é um ponto de coesão, porque, em muitas partes dos Estados Unidos, a Igreja é uma comunidade bilíngue”, observou Ospino.

Cerca de 25% das paróquias no país (4.358) possuem alguma organização de ministério para os hispanos. Para Diana Richardson-Vela, isto confirma que “a fé está mudando porque a demografia está mudando”.

Fonte - Aleteia

Paris e Bruxelas terão dia sem carro

Fragmentos de ossos encontrados indicam que Terra foi habitada por gigantes

Há mais de um milhão de anos a Terra foi habitada por gigantes. E não, não se trata de uma espécie totalmente desconhecida e que desapareceu. Trata-se de uma fase da evolução do ser humano que até hoje não havia sido descoberta.

Tudo começou com o surgimento de um osso de dedo mindinho datado de 1,85 milhão de anos atrás. É a descoberta mais antiga relacionada à mão humana e poderá mudar de vez tudo o que conhecemos sobre a evolução do ser humano desde seu surgimento.

Encontrado na Tanzânia, o osso fez com que cientistas voltassem a pesquisar evolução. O país é tido como um dos berços da humanidade e teria sido abrigo desses seres gigantescos. Caso a proporcionalidade seja exata, os gigantes em questão seriam seres com aproximadamente três metros.

A grande dúvida dos cientistas, agora, é sobre a fase da evolução na qual o ser humano tinha esse tamanho. Para eles, é crucial saber como e quando o homem deixou de viver em árvores para se estabelecer no chão por meio de caçadas.

“Nossa descoberta não nos mostra só que essa criatura tinha uma mão com o formato moderno, como conhecemos. Mostra também uma importante parte da evolução na qual o homem talvez tenha atingido sua maior estatura”, afirma o cientista Manuel Dominguez-Rodrigo ao Daily Mail.

A descoberta, porém, não transforma a história de maneira definitiva. Por se tratar de apenas uma evidência, será melhor estudada até que se chegue a conclusões melhores. As pesquisas continuam focadas na África, tendo em vista que o continente é tido como primeiro local habitado pelo homem após seu surgimento.


Nota DDP: A arqueologia mais uma vez confirmando a Bíblia...

Vaticano: Papa alerta para doença da «divisão»

Cidade do Vaticano, 04 set 2015 (Ecclesia) - O Papa alertou hoje no Vaticano para a “doença” da “divisão” que leva a “semear o ódio” na Igreja.

Francisco falava na homilia da Missa a que presidiu na capela da Casa de Santa Marta, durante a qual convidou todos a “reconciliar e pacificar”, porque a paz “é obra de Jesus”.

“Quando falamos de paz ou de reconciliação, pequenas pazes, pequenas reconciliações, devemos pensar na grande paz e na grande reconciliação”, acrescentou.

Nesse sentido, o Papa defendeu que a tarefa dos cristãos, no meio “notícias de guerras, de ódio”, é ser “homens e mulheres de paz, homens e mulheres de reconciliação”.

“Se uma pessoa, durante a sua vida, não faz outra coisa do que reconciliar e pacificar ela pode ser canonizada: aquela pessoa é santa. Mas devemos crescer nisto, devemos converter-nos: jamais uma palavra que seja para dividir, jamais, jamais uma palavra que provoque guerra, pequenas guerras, jamais mexericos”, insistiu.

A homilia concluiu-se com o apelo de “morder a língua” quando alguém tiver “vontade de semear discórdia e divisão e falar mal do outro”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP: O clima de caos vigente no mundo atual cada vez mais fortalece a perspectiva de aproximação através das religiões.

Lideranças religiosas assinam Declaração Fé no Clima

Rio de Janeiro (RV) - Lideranças de 12 comunidades religiosas assinaram no Rio de Janeiro, a Declaração Fé no Clima, na qual manifestaram posicionamento de consenso sobre as mudanças climáticas. O documento pretende ser uma contribuição informal do segmento religioso brasileiro à 21ª Convenção das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP21), que ocorrerá a partir de 30 de novembro, em Paris.

Documento será enviado ao Governo e ao Papa

A declaração será encaminhada à Presidente Dilma Rousseff e aos ministros do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, e das Relações Exteriores, Mauro Vieira. Foi sugerido também, na ocasião, que a declaração seja enviada ao Papa Francisco, como um desdobramento da reflexão proposta na encíclica papal Laudato Si – Sobre o Cuidado da Casa Comum, além das entidades de meio ambiente dos governos estadual e municipal do Rio de Janeiro.

Os líderes religiosos participaram do Encontro Internacional Fé no Clima, promovido pelo Instituto de Estudos da Religião (Iser), em parceria com a organização Gestão de Interesse Público (GIP). O ponto central da declaração é que as mudanças climáticas não podem ser um tema apropriado no campo político e econômico, mas devem evidenciar a preocupação com as questões ambiental, de justiça e igualdade social e que isso não seja esquecido nas negociações entre os países.

Comunidades e juventude

A Declaração Fé no Clima mostra a existência de sinergia também em relação à importância da confluência entre o conhecimento tradicional e o conhecimento científico e das comunidades tradicionais na defesa da natureza. O documento destaca o papel da juventude como propagadora da ideia de proteção do planeta. As lideranças religiosas sustentaram que o governo brasileiro precisa ser mais ambicioso no que se refere à redução das emissões de gases de efeito estufa, compatível com a necessidade de limitar o aumento da temperatura global a 2 graus Celsius até 2100.

As lideranças assumiram o compromisso de levar para suas comunidades o debate sobre as mudanças climáticas, em linguagem de fácil acesso para todos, que permita refletir sobre como a humanidade pode transformar os modos de vida, de forma a promover a sensibilização e mobilização efetiva sobre o tema. Reiteraram, também, a interdependência entre todos os seres do planeta, colocando o ser humano como mais um ente importante da criação e não o dominador sobre as demais criaturas.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: As forças político religiosas vão se alinhando nas questões do clima e, principalmente nas orientações papais como norteadoras desse movimento.

Algo muito grande está para acontecer

Para compreender os acontecimentos atuais e perceber como eles podem levar ao cumprimento da profecia bíblica é importante pensar um pouco sobre geopolítica. A geopolítica pode ser definida como o conjunto de estratégias adotadas por um Estado visando aumentar sua influência e poder no cenário mundial. As principais áreas de interesse para o estabelecimento de estratégias geopolíticas por parte dos Estados têm sido: os recursos naturais, a diplomacia, a comunicação, a economia e as forças armadas.

Assim como o corpo humano precisa de energia para sobreviver, assim também a sociedade (corpo social) necessita de energia para manter seu crescimento. Os principais recursos energéticos para a sociedade moderna são o petróleo e o gás natural. E os maiores depósitos desses recursos estão localizados na Ásia, no Oriente Médio e norte da África. Logo, as potências mundiais (EUA, Rússia, China...) e demais Estados armam um verdadeiro jogo de xadrez geopolítico para garantir o acesso a esses recursos - não descartando até mesmo a guerra como última estratégia.

No entanto, há um fato que tem despertado a atenção de qualquer observador atento ao cenário mundial. Nos últimos anos, a Rússia e a China têm adotado estratégias geopolíticas mais agressivas, tentando diminuir sua dependência econômica dos EUA, e buscando aumentar seu poder no cenário mundial através de ações nas áreas mais importantes da geopolítica: recursos naturais, econômica, diplomática, militar e de comunicação. Em muitos casos, a Rússia e a China tem até mesmo trabalhado em conjunto (exercícios navais; parceria estratégica para defesa nacional).

Dentro da área econômica uma das estratégias fundamentais é o controle das rotas comerciais. Há dois projetos que podem influenciar a balança do poder no cenário mundial. O primeiro é a revitalização do Canal de Suez. O Egito, inaugurou recentemente o Novo Canal de Suez, obra que estava prevista para durar três anos e foi executada em apenas um ano. E em parceria com a China o Egito pretende construir novos portos e até uma cidade industrial.

O segundo projeto é a construção do Canal da Nicarágua, patrocinado por um empresário chinês e apoiado pelo governo russo que tem interesse em instalar ali uma futura base naval. As obras começaram em dezembro de 2014 e tem previsão de durar cinco anos. O propósito deste novo Canal é rivalizar com o Canal do Panamá que faz parte da geopolítica dos EUA.

Mas é na área militar que as estratégicas geopolíticas da China e da Rússia podem provocar maior impacto nas disputas pelo poder no cenário mundial. A China decidiu construir ilhas artificiais para instalação de bases militares no mar do sul da China, por onde passam diversas rotas comerciais, o que trouxe preocupação aos EUA. Além disso, a China convenceu o governo do pequeno mas estrategicamente importante país africano Djibouti, a romper o acordo com os EUA que possuem ali uma base militar, em troca de uma base militar chinesa.

No último dia 3 de setembro, a China promoveu um desfile comemorativo dos 70 anos da vitória da resistência chinesa à invasão japonesa na 2ª Guerra Mundial. Foi uma ocasião para demonstrar sua força militar. O presidente russo Vladimir Putin assistiu ao desfile ao lado do presidente chinês. No mês de maio, a Rússia também ostentou seu poder promovendo um desfile militar comemorativo dos 70 anos da vitória contra o nazismo.

Todos esses exemplos demonstram o objetivo atual da geopolítica da Rússia e da China. Segundo o Ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, "a era do domínio político e econômico do Ocidente está chegando ao fim".

Como o apocalipse 13 revela os dois grandes poderes protagonistas no tempo do fim, a besta do mar (Vaticano) e a besta da terra (EUA), e depois deles não haverá mais nenhum império humano a dominar o mundo, pode-se concluir que algo muito grande deve acontecer em breve. Algo tão grande a ponto de unir todos os poderes que disputam o poder no mundo, ou a ponto de isolá-los para que a profecia se cumpra, ou ambas as coisas.

E algo grande, pode ser até mesmo a profecia de Daniel 11:40-45...

Quem viver verá...

quinta-feira, 3 de setembro de 2015

Pesquisa aponta grande popularidade do papa Francisco nos EUA

O papa Francisco, que visitará os EUA no fim de Setembro, é muito apreciado entre os americanos, embora a maioria da população não considere que a Igreja católica está no bom caminho, segundo uma pesquisa divulgada esta quinta-feira.

Dois terços dos americanos (66%) - incluindo ateus, protestantes e católicos, mulheres e homens - têm uma opinião favorável (48%) e muito favorável (18%) do papa.

Quase 20% dos americanos afirmaram não ter uma opinião formada sobre o papa Francisco, de acordo com a pesquisa da Universidade de Quinnipiac.

Como era de esperar, os católicos são os mais numerosos no apreço pelo líder da sua Igreja (87%), seguidos pelos que dizem não seguir nenhuma religião (63%) e pelos protestantes (61%).

No entanto, os americanos são menos categóricos quando questionados sobre a Igreja católica.

De acordo com a pesquisa, 43% dos entrevistados acredita que a Igreja está no bom caminho e 21% pensam o contrário, mas 35% não tem opinião a esse respeito.

Para 70% dos católicos americanos, a instituição religiosa está bem.

A pesquisa mostra ainda que 52% dos americanos acredita que a as autoridades da Igreja católica têm uma postura próxima à dos seus fiéis nos Estados Unidos, enquanto 38% pensa o contrário.

Os homens estão divididos neste ponto: 47% (contra 57% das mulheres) considera que a Igreja católica está próxima das suas bases, mas 44% (34% das mulheres) opina que está desconectada.

Outra pesquisa, do instituto Pew, divulgada na quarta-feira, indica que os católicos dos Estados Unidos tornaram-se menos tradicionais do que se pensava, especialmente em temas como a família.

O papa Francisco tem viagem programada aos EUA para 22 de Setembro. Após uma reunião em Washington com o presidente Barack Obama no dia seguinte e um discurso no Congresso no dia 24, o pontífice viajará para Nova Iorque a 25 de Setembro e para Filadélfia no dia 27 para o Encontro Mundial das Famílias.

Fonte - Diário Digital

Nota DDP: Não somente nos EUA, mas como uma tônica notável em todo planeta, o atual pontífice vai granjeando a simpatia das forças político religiosas necessárias à implementar seus intentos.

Clima de confiança entre Israel e Palestina é urgente, afirma Papa

Cidade do Vaticano (RV) – A situação política e social do Oriente Médio esteve no centro da audiência que Francisco concedeu na manhã desta quinta-feira ao Presidente do Estado de Israel, Reuven Rivlin.

Em especial, o Papa e o Presidente israelense debateram a situação dos cristãos e de outros grupos minoritários na região, marcada por vários conflitos. A respeito, relevou-se a importância do diálogo inter-religioso e a responsabilidade dos líderes religiosos na promoção da reconciliação e da paz.

De acordo com uma nota da Sala de Imprensa da Santa Sé, evidenciaram-se a necessidade e a urgência de promover um clima de confiança entre israelenses e palestinos e de reavivar as negociações para se alcançar um acordo respeitoso das legítimas aspirações dos dois povos, como contribuição fundamental à paz e à estabilidade da região.

Em pauta, estiveram também as relações entre o Estado de Israel e a Santa Sé, e entre as autoridades estatais e as comunidades católicas locais, fazendo votos de uma pronta conclusão do Acordo bilateral em fase de elaboração e uma solução adequada de algumas questões de interesse comum, entre as quais a que diz respeito à situação das escolas cristãs no país.

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: E os acertos político religiosos pelo Vaticano não param.

Paris anuncia domingo sem carros em toda a cidade

Uma ideia simpática

Paris pode ser a cidade dos amantes, mas em 27 de setembro [um domingo], a capital francesa também será a cidade dos pedestres, dos ciclistas e outros viajantes decididamente não motorizados. Patrocinado pelo governo da cidade, “Une Journée Sans Voiture” (“Um dia sem carro”) verá ruas em toda a cidade desligar, a fim de tornar as coisas um pouco mais fáceis para os parisienses e turistas, que estão estressados por causa do trânsito da cidade, do barulho e da poluição que os automóveis provocam. A prefeita de Paris, Anne Hidalgo, anunciou o evento na primavera passada através de um tweet junto a uma foto da famosa Avenue des Champs-Élysées da cidade, completamente livre de carros. [...] E enquanto a proibição de carro não é absoluta (veículos do governo, por exemplo, serão autorizados a conduzir nas áreas afetadas, assim como as pessoas que se vivem nesses bairros), a ideia é difundir [dia sem carro] o suficiente para ter a capacidade de mudar radicalmente a forma como as pessoas vivem e cuidam da cidade.

O dia sem carros também coincide com a Semana Europeia da Mobilidade e da conferência do clima COP21 das Nações Unidas [e com a ida do papa Francisco aos EUA para discutir temas relacionados ao meio ambiente]. Apesar de um único dia não ser suficiente para reduzir as taxas de poluição global, a iniciativa espera que os moradores possam assim experimentar seus arredores cotidianos sob uma nova luz, menos agitada. Além de inspirar residentes e turistas a fazer uma alteração de eco-friendly em suas próprias vidas, ao invés de esperar por uma cidade inteira fazer isso por eles.

(Magazine Good, via Razões Para Acreditar)

Nota Criacionismo: São ideias simpáticas que vão “pegando”, mesmo em países secularizados (Berlin já fez essa experiência alguns anos atrás), dando força para o argumento de que é preciso reservar um dia na semana (o domingo) para cuidar da Terra, da família, da saúde, etc. E essa é justamente uma das propostas do papa. Quando o assunto virar decreto/lei, quem vai se opor? [MB]

quarta-feira, 2 de setembro de 2015

Obama e a proteção do ecossistema


As duas bestas se engajaram definitivamente na causa do aquecimento global. Aguardemos as decisões conjuntas que em breve devem encampar. #EUA #ECOmenismo
Posted by Diário da Profecia on Quarta, 2 de setembro de 2015

Assembleia da ONU aprova agenda global de sustentabilidade

A Assembleia Geral da ONU aprovou na terça-feira, 1º de setembro, uma resolução com o "rascunho" do texto da Agenda para o Desenvolvimento Sustentável 2030. O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, afirmou que o documento será enviado agora para os Estados membros que devem aprová-lo na reunião que será realizada na sede das Nações Unidas, no final de setembro.

"Hoje é o começo de uma nova era. A resolução vai ajudar a realizar o sonho de um mundo de paz e de dignidade para todos", destacou Ban.

Em discurso na Assembleia Geral, o chefe da ONU relembrou o caminho seguido pela comunidade internacional nos últimos 15 anos, desde a adoção dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio (ODM). Esse processo, segundo Ban, levou a criação dos objetivos de sustentabilidade pós-2015, que têm como meta assegurar o bem-estar em longo prazo do planeta e de seus habitantes.

Respeito

Os líderes mundiais devem adotar o novo documento entre 25 e 27 de setembro durante a Conferência da Agenda 2030, na sede da ONU em Nova York. O plano coloca a população como ponto central do desenvolvimento, alimenta o bem-estar da humanidade, a prosperidade, a paz e a justiça.

Além disso, a proposta busca o respeito pelos direitos humanos para todas as pessoas e a igualdade de gêneros.

Ban explicou que a agenda é resultado de uma série de eventos neste ano, como a terceira Conferência Internacional sobre Financiamento para o Desenvolvimento e os esforços para alcançar um acordo sobre o clima na COP21, que vai ser realizada em Paris, em dezembro.

Fonte - Terra

Nota DDP: Os agentes políticos estão prontos para receber orientações e tomar as atitudes necessárias para proteção do ecossistema. Quais os pontos comuns que serão adotados é a dúvida que permanece.
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