ROMA, terça-feira, 26 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- Representantes judeus manifestaram sua vontade de continuar com o diálogo com a Igreja Católica, muito além das interpretações suscitadas pela nova oração da Sexta-Feira Santa proposta para as comunidades que celebrem segundo o missal precedente ao Concílio Vaticano II.
As mensagens, algumas delas dirigidas diretamente à Santa Sé, acontecem depois de duras críticas contra o texto dessa oração, na qual se reza para que os filhos do povo eleito, como o restante das pessoas, possam chegar a reconhecer Jesus Cristo e sua Igreja.
A oração substitui a outra oração que se rezava pelos judeus antes do Concílio Vaticano II e que era percebida como ofensiva em algumas de suas expressões, em parte por causa da difícil história de relações entre cristãos e judeus.
Em declarações aos microfones da «Rádio Vaticano» (7 de fevereiro), o cardeal Walter Kasper, presidente da Comissão Pontifícia para as Relações Religiosas com o Judaísmo, declarou que esta oração, que só rezarão pequeníssimos grupos católicos, pois o resto da Igreja continuará com a oração que havia introduzido Paulo VI, só faz profissão da fé cristã, não busca fazer proselitismo de conversão.
«No passado, com freqüência esta linguagem era de desprezo, como disse Jules Isaac, um judeu famoso. Agora se dá um respeito na diversidade», reconheceu o cardeal.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP:
Entendo como absolutamente único o fato de que segmentos como judeus e muçulmanos insistam em se ofender e na sequência voltar seus posicionamentos aos interesses do Vaticano. Parece-me já não haver a menor dúvida que o poderio romano esteja a caminho de estabelecer-se em níveis vistos anteriormente na história.
quarta-feira, 27 de fevereiro de 2008
Igrejas cristãs da Europa aproximam-se dos muçulmanos
O comité conjunto da Conferência das Igrejas Europeias (KEK) e o Conselho das Conferências Episcopais Europeias (CCEE) avaliaram em Londres a caminhada conjunta realizada nos últimos meses, tendo aprovado um programa de trabalho sobre o relacionamento com os muçulmanos na Europa.
Segundo um comunicado divulgado esta Segunda-feira, o comité irá promover em Bruxelas (Bélgica) de 20 a 23 de Outubro, uma conferência europeia entre cristãos e muçulmanos. O tema será “Ser cidadãos europeus e católicos. Cristãos e muçulmanos como parceiros activos nas sociedades europeias”.
D. Aldo Giordano, secretário-geral do CCEE, “a conferência debaterá questões relativas ao tema da laicidade, da relação entre religião e laicidade, dos valores e o Estado”.
“Esta é uma iniciativa nascida num contexto cristão, mas o nosso objectivo é envolver também os muçulmanos na preparação do encontro, porque queremos falar de igual para igual e confrontar as nossas vozes”, refere.
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Fonte - Ecclesia
Segundo um comunicado divulgado esta Segunda-feira, o comité irá promover em Bruxelas (Bélgica) de 20 a 23 de Outubro, uma conferência europeia entre cristãos e muçulmanos. O tema será “Ser cidadãos europeus e católicos. Cristãos e muçulmanos como parceiros activos nas sociedades europeias”.
D. Aldo Giordano, secretário-geral do CCEE, “a conferência debaterá questões relativas ao tema da laicidade, da relação entre religião e laicidade, dos valores e o Estado”.
“Esta é uma iniciativa nascida num contexto cristão, mas o nosso objectivo é envolver também os muçulmanos na preparação do encontro, porque queremos falar de igual para igual e confrontar as nossas vozes”, refere.
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Fonte - Ecclesia
ONU tem medo de escassez de alimentos
De acordo com Josette Sheeran, diretora do Programa Mundial de Alimentos da ONU, a organização não terá dinheiro suficiente para combater a desnutrição mundial devido ao aumento dos preços das commodities.
Josette disse que a ONU vai precisar de uma ajuda extra de US$ 500 milhões apenas para atender às necessidades já detectadas. Com o aumento anual de 40% dos preços dos alimentos ao redor do mundo e com a acentuada alta dos preços dos combustíveis, o orçamento deste ano já não é suficiente para manter nem mesmo o fornecimento atual de alimentos.
Com contribuições voluntárias dos países ricos, o programa da ONU alimenta 73 milhões de pessoas em 78 países, menos de um décimo do número total de subnutridos do mundo.
Fonte - Opinião e Notícia
Josette disse que a ONU vai precisar de uma ajuda extra de US$ 500 milhões apenas para atender às necessidades já detectadas. Com o aumento anual de 40% dos preços dos alimentos ao redor do mundo e com a acentuada alta dos preços dos combustíveis, o orçamento deste ano já não é suficiente para manter nem mesmo o fornecimento atual de alimentos.
Com contribuições voluntárias dos países ricos, o programa da ONU alimenta 73 milhões de pessoas em 78 países, menos de um décimo do número total de subnutridos do mundo.
Fonte - Opinião e Notícia
Site rastreia mais de 470 mil molestadores sexuais

Em agosto de 2005, Steve Roddel decidiu tomar uma atitude. Após descobrir que quatro molestadores sexuais já condenados pela Justiça americana residiam em sua vizinhança, na cidade de Indianápolis – um deles a 200 metros da casa onde mora com a mulher, três filhos e um neto –, esse analista de sistema usou seus 25 anos de experiência com programação para criar o Family Watchdog, website que rastreia os endereços de mais de 470 mil pessoas condenadas por ofensas sexuais de diversos graus nos EUA.
"Acredito que vivemos uma epidemia de ataques contra crianças", declara Roddel, em entrevista ao G1 por telefone. "Uma de cada cinco meninas e um de cada seis meninos serão molestados antes de completarem 18 anos", sustenta. Segundo ele, o que chamou sua atenção para o tema foi o rumoroso seqüestro, estupro e assassinato da garota Jessica Lunsford, de nove anos, alguns meses antes. Jessica foi morta por um molestador que já havia sido condenado, cumprido pena e libertado.
A preocupação levou Roddel a uma maratona pelos arquivos policiais do estado de Indiana, até achar os dados sobre os agressores sexuais no seu bairro. "Foi um choque", admite. "Achei que era necessário um serviço para levar esse tipo de informação mais rapidamente para que famílias como a minha possam se prevenir."
Os números mostram que Roddel não está sozinho em sua preocupação. Em menos de três anos de existência, o Family Watchdog está – de acordo com dados apresentados pelos administradores do endereço – entre os 1.500 destinos mais procurados de toda a internet. O site teria recebido aproximadamente 70 milhões de acessos ao longo de 2007, com quase seis milhões de visitantes regulares.
O sucesso é tamanho que hoje Roddel não apenas trabalha em tempo integral no endereço como também precisou contratar um equipe de oito pessoas para dar conta da demanda por atualizações – mais de mil molestadores mudam seu endereço todos os dias nos EUA. O dinheiro vem de anúncios, patrocínio de empresas e doações de "pessoas preocupadas com a violência sexual contra menores", nas palavras do criador do endereço.
Existem diversas outras páginas que rastreiam agressores sexuais, mas o Family Watchdog é o único que abrange todos os 50 estados dos EUA. Quem acessa o site tem acesso aos nomes, fotos, endereços de residência e trabalho dos molestadores – tudo de graça. Através de uma adaptação do sistema Google Maps, é possível localizar com precisão a localização de cada um dos 477.446 agressores cadastrados até a última sexta-feira (22) – o site é atualizado diariamente. ...
Em alguns casos – a Flórida é um exemplo – usam-se sistemas de GPS (localização por satélite) para manter o controle sobre a movimentação dos molestadores. É a partir desses registros policiais que sites como o Family Watchdog obtém sua matéria-prima.
Tanta vigilância tem despertado protestos de entidades que julgam que os direitos civis de pessoas que já cumpriram sua sentença – e, portanto, teoricamente pagaram seu débitos para com a sociedade – estão sendo quebrados. ...
"Acredito que vivemos uma epidemia de ataques contra crianças", declara Roddel, em entrevista ao G1 por telefone. "Uma de cada cinco meninas e um de cada seis meninos serão molestados antes de completarem 18 anos", sustenta. Segundo ele, o que chamou sua atenção para o tema foi o rumoroso seqüestro, estupro e assassinato da garota Jessica Lunsford, de nove anos, alguns meses antes. Jessica foi morta por um molestador que já havia sido condenado, cumprido pena e libertado.
A preocupação levou Roddel a uma maratona pelos arquivos policiais do estado de Indiana, até achar os dados sobre os agressores sexuais no seu bairro. "Foi um choque", admite. "Achei que era necessário um serviço para levar esse tipo de informação mais rapidamente para que famílias como a minha possam se prevenir."
Os números mostram que Roddel não está sozinho em sua preocupação. Em menos de três anos de existência, o Family Watchdog está – de acordo com dados apresentados pelos administradores do endereço – entre os 1.500 destinos mais procurados de toda a internet. O site teria recebido aproximadamente 70 milhões de acessos ao longo de 2007, com quase seis milhões de visitantes regulares.
O sucesso é tamanho que hoje Roddel não apenas trabalha em tempo integral no endereço como também precisou contratar um equipe de oito pessoas para dar conta da demanda por atualizações – mais de mil molestadores mudam seu endereço todos os dias nos EUA. O dinheiro vem de anúncios, patrocínio de empresas e doações de "pessoas preocupadas com a violência sexual contra menores", nas palavras do criador do endereço.
Existem diversas outras páginas que rastreiam agressores sexuais, mas o Family Watchdog é o único que abrange todos os 50 estados dos EUA. Quem acessa o site tem acesso aos nomes, fotos, endereços de residência e trabalho dos molestadores – tudo de graça. Através de uma adaptação do sistema Google Maps, é possível localizar com precisão a localização de cada um dos 477.446 agressores cadastrados até a última sexta-feira (22) – o site é atualizado diariamente. ...
Em alguns casos – a Flórida é um exemplo – usam-se sistemas de GPS (localização por satélite) para manter o controle sobre a movimentação dos molestadores. É a partir desses registros policiais que sites como o Family Watchdog obtém sua matéria-prima.
Tanta vigilância tem despertado protestos de entidades que julgam que os direitos civis de pessoas que já cumpriram sua sentença – e, portanto, teoricamente pagaram seu débitos para com a sociedade – estão sendo quebrados. ...
Nota: Levando-se em consideração a quantidade de molestadores e a vulnerabilidade das crianças, a iniciativa de Steve Roddel parece ter seu valor. Mas esse tipo de rastreamento e a facilidade com que pode ser feito também leva a pensar em outros usos no futuro... Quem viver, verá. [MB]
Vaticano pede apoio para o Congresso Internacional Eucarístico
Bento XVI indica duas formas de apoio para o 49º Congresso Eucarístico Internacional: a oração e a presença. Em suas saudações em francês e inglês, o Papa se uniu neste domingo, ao terminar a oração do Ângelus, aos cidadãos de Québec (Canadá), que celebra o IV centenário de sua fundação.
"Neste importante acontecimento, eu me uno com alegria à oração e à ação de graças da diocese de Québec – expressou –, que se prepara também para acolher o 49º Congresso Eucarístico Internacional."
Por isso, também estendeu "um cordial convite aos católicos do mundo inteiro a apoiar, com sua oração e sua presença", este grande encontro eucarístico, que acontecerá nos dias 15 a 22 de junho de 2008.
"A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo" é o tema do encontro.
Fonte: Zenit
NOTA: Basta lembrar que ao promover a Eucaristia, a Igreja Católica estará promovendo também a missa dominical.
Fonte - Minuto Profético
"Neste importante acontecimento, eu me uno com alegria à oração e à ação de graças da diocese de Québec – expressou –, que se prepara também para acolher o 49º Congresso Eucarístico Internacional."
Por isso, também estendeu "um cordial convite aos católicos do mundo inteiro a apoiar, com sua oração e sua presença", este grande encontro eucarístico, que acontecerá nos dias 15 a 22 de junho de 2008.
"A Eucaristia, dom de Deus para a vida do mundo" é o tema do encontro.
Fonte: Zenit
NOTA: Basta lembrar que ao promover a Eucaristia, a Igreja Católica estará promovendo também a missa dominical.
Fonte - Minuto Profético
terça-feira, 26 de fevereiro de 2008
Conselho Mundial admitiu novas Igrejas Membros
GENEBRA, segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008 (ZENIT.org).- O Comitê Central do Conselho Mundial de Igrejas (CMI) finalizou sua reunião, celebrada de 13 a 20 de fevereiro em Genebra, na qual deu novos passos para a ampliação da Assembléia do CMI, acolheu novas Igrejas Membros, nomeou um comitê de busca para designar um novo secretário-geral e celebrou o 60º aniversário do Conselho.
...
«Esta reunião nos permitiu reforçar os programas do Conselho e avançar como Igrejas em muitos aspectos em nosso caminho ecumênico, com o fim de exortar-nos umas a outras à unidade visível», disse o moderador do Comitê Central, Walter Altmann, na conferência de imprensa de encerramento, segundo informa o site do CMI.
...
A Igreja Católica não está afiliada, ainda que mantenha uma relação de trabalho regular com o Conselho Mundial.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Interassantíssimo como a ICAR influencia de forma quase suprema os demais ramos cristãos, a ponto de reunir um número expressivo de igrejas, a matéria fala em mais de 2.000, fazer com que estas ressoem seu discurso, o da unidade visível, isso tudo SEM fazer parte da CMI. Simplesmente amazing...
Ap. 13:3-4
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
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«Esta reunião nos permitiu reforçar os programas do Conselho e avançar como Igrejas em muitos aspectos em nosso caminho ecumênico, com o fim de exortar-nos umas a outras à unidade visível», disse o moderador do Comitê Central, Walter Altmann, na conferência de imprensa de encerramento, segundo informa o site do CMI.
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A Igreja Católica não está afiliada, ainda que mantenha uma relação de trabalho regular com o Conselho Mundial.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Interassantíssimo como a ICAR influencia de forma quase suprema os demais ramos cristãos, a ponto de reunir um número expressivo de igrejas, a matéria fala em mais de 2.000, fazer com que estas ressoem seu discurso, o da unidade visível, isso tudo SEM fazer parte da CMI. Simplesmente amazing...
Ap. 13:3-4
E vi uma das suas cabeças como ferida de morte, e a sua chaga mortal foi curada; e toda a terra se maravilhou após a besta. E adoraram o dragão que deu à besta o seu poder; e adoraram a besta, dizendo: Quem é semelhante à besta? Quem poderá batalhar contra ela?
O custo da guerra
Antes do início da Guerra contra o Iraque, Bush divulgou que ela custaria entre US$ 50 bilhões e US$ 60 bilhões. Já seria bastante dinheiro, pois daria para comprar uma cesta básica para 9 milhões de pessoas por um ano. Atualmente estima-se que ultrapasse os US$ 3 bilhões [trilhões - DDP], que seria em torno de 25% do PIB dos EUA num ano, ou, as cestas básicas para 500 milhões de pessoas, por um ano.
Com tanto dinheiro se poderia resolver os problemas de seguridade social do país por uns 50 a 75 anos. Os US$ 5 bilhões anuais que os EUA dão de ajuda a África representam dez dias dessa guerra.
Na Segunda Guerra Mundial, em que lutaram 16,3 mil soldados, o custo atualizado por soldado foi menor que US$100 mil, na guerra contra o Iraque cada soldado vem custando US$ 400 mil. A diferença é a tecnologia embarcada. Outra diferença é a quantidade de feridos por soldado morto, que corresponde normalmente ao dobro dos mortos, mas nessa guerra está chegando a 15 feridos por morto. Esse muitas vezes é um custo que a sociedade deverá arcar por décadas, em relação àqueles soldados que ficaram inválidos. Sem contar com produção econômica a menos e as seqüelas emocionais a mais.
Essa guerra afeta o mundo inteiro. Além da recessão americana que parece se iniciar e da crise imobiliária, o mundo está tendo que pagar, não mais entre US$ 23 a US$ 25 dólares pelo barril de petróleo, mas, US$ 100.
Essa é uma guerra que empurra o mundo para mais perto da crise final. Entre uma e outra crise, entre uma e outra guerra, estamos chegando cada vez mais próximos da vinda do Salvador daqueles que creram n’Ele.
25-02-2008
Fonte - Cristo Voltará
Com tanto dinheiro se poderia resolver os problemas de seguridade social do país por uns 50 a 75 anos. Os US$ 5 bilhões anuais que os EUA dão de ajuda a África representam dez dias dessa guerra.
Na Segunda Guerra Mundial, em que lutaram 16,3 mil soldados, o custo atualizado por soldado foi menor que US$100 mil, na guerra contra o Iraque cada soldado vem custando US$ 400 mil. A diferença é a tecnologia embarcada. Outra diferença é a quantidade de feridos por soldado morto, que corresponde normalmente ao dobro dos mortos, mas nessa guerra está chegando a 15 feridos por morto. Esse muitas vezes é um custo que a sociedade deverá arcar por décadas, em relação àqueles soldados que ficaram inválidos. Sem contar com produção econômica a menos e as seqüelas emocionais a mais.
Essa guerra afeta o mundo inteiro. Além da recessão americana que parece se iniciar e da crise imobiliária, o mundo está tendo que pagar, não mais entre US$ 23 a US$ 25 dólares pelo barril de petróleo, mas, US$ 100.
Essa é uma guerra que empurra o mundo para mais perto da crise final. Entre uma e outra crise, entre uma e outra guerra, estamos chegando cada vez mais próximos da vinda do Salvador daqueles que creram n’Ele.
25-02-2008
Fonte - Cristo Voltará
segunda-feira, 25 de fevereiro de 2008
Cientistas alertam para extinção de todas as espécies marinhas em até 40 anos
A vida marinha poderá sofrer extinção em massa em poucas décadas se a pesca intensiva, as mudanças climáticas, a acidificação da água, a poluição e o desenvolvimento litorâneo não forem combatidos, segundo um relatório apresentado nesta sexta-feira (23) pela ONU.
O relatório "In Dead Water" ("Em Águas Mortas"), elaborado por uma equipe de cientistas por incumbência do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), cujo 10ª conselho especial termina nesta sexta, em Mônaco, traça um panorama tenebroso.
"Há 65 milhões de anos [sic], quando desapareceram os dinossauros, o mar estava saturado de dióxido de carbono. Em poucas décadas, a partir de agora, a água do mar será ainda mais ácida do que naquela época".
A afirmação pessimista é de Ken Caldeira, da Universidade de Stanford, que, junto com outros cientistas e o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, apresentou o relatório à imprensa.
Steiner resumiu as ameaças que assolam os oceanos: a pesca intensiva e as más práticas pesqueiras, como o arrasto e a pesca em profundidade, as mudanças climáticas e a poluição litorânea.
Segundo o diretor-executivo do Pnuma, "seria uma irresponsabilidade culpar uma só delas, mas, em coro, farão com que em 30 ou 40 anos desapareça a indústria pesqueira e aconteça o colapso biológico dos mares".
...
Fonte - G1
Nota DDP:
Este tipo de notícia em realidade já não surpreende os que têm observado a evolução dos fatos. É nítido que observamos mudanças nas características do clima. É fato também que o homem tem contribuído para degração do meio ambiente. O que não é fato, é a interrelação entre estas duas atividades, como exaustivamente tem se abordado neste espaço.
Neste sentido tem se percebido, o que também "está se tornando um fato", é o consenso em torno da participação do homem de forma importante neste contexto, embora existam vozes dissonantes no tema. Mas o terrorismo midiático tem se tornado decisivo neste particular e a iminente tomada de medidas positivas é um passo mais do que esperado, cada vez mais real.
O que me chamou atenção são os comentários de alguns leitores desta notícia no próprio site que a publicou. Transcrevo algumas:
"Parem pra pensar que daqui a 40 anos seus filhos ou netos não terão a vida fácil e bela de hoje em dia que vocês levam, e a partir dai sim, comentem a respeito. ÓTIMA matéria."
"É exatamente por você não abrir mão de ´comer seu peixinho frito´ é que as coisas estão rumando para este caminho..."
"todo mundo sabe o que esta acontecendo e ninguem faz nada... ninguem se mexe, estao esperando o fim do mundo eh ?!?!. "
"é de fato desesperador"
"Daqui 40 anos, não só a vida marinha sera extinta,mas toda a vida racional ."
"E agora??? Tem o que fazer?!?!?!"
"Agora sim complicou!!!"
De nove comentários, tirei dois. Um por não ser preciso em suas idéias, outro por xingamento. Uma coisa é muito clara, sem qualquer metodologia estatística, óbvio, está muito claro que a massa está absolutamente condicionada para a imposição de medidas restritivas de liberdade que haverão de se caracterizar em futuro cada vez mais próximo.
O relatório "In Dead Water" ("Em Águas Mortas"), elaborado por uma equipe de cientistas por incumbência do Programa da ONU para o Meio Ambiente (Pnuma), cujo 10ª conselho especial termina nesta sexta, em Mônaco, traça um panorama tenebroso.
"Há 65 milhões de anos [sic], quando desapareceram os dinossauros, o mar estava saturado de dióxido de carbono. Em poucas décadas, a partir de agora, a água do mar será ainda mais ácida do que naquela época".
A afirmação pessimista é de Ken Caldeira, da Universidade de Stanford, que, junto com outros cientistas e o diretor-executivo do Pnuma, Achim Steiner, apresentou o relatório à imprensa.
Steiner resumiu as ameaças que assolam os oceanos: a pesca intensiva e as más práticas pesqueiras, como o arrasto e a pesca em profundidade, as mudanças climáticas e a poluição litorânea.
Segundo o diretor-executivo do Pnuma, "seria uma irresponsabilidade culpar uma só delas, mas, em coro, farão com que em 30 ou 40 anos desapareça a indústria pesqueira e aconteça o colapso biológico dos mares".
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Fonte - G1
Nota DDP:
Este tipo de notícia em realidade já não surpreende os que têm observado a evolução dos fatos. É nítido que observamos mudanças nas características do clima. É fato também que o homem tem contribuído para degração do meio ambiente. O que não é fato, é a interrelação entre estas duas atividades, como exaustivamente tem se abordado neste espaço.
Neste sentido tem se percebido, o que também "está se tornando um fato", é o consenso em torno da participação do homem de forma importante neste contexto, embora existam vozes dissonantes no tema. Mas o terrorismo midiático tem se tornado decisivo neste particular e a iminente tomada de medidas positivas é um passo mais do que esperado, cada vez mais real.
O que me chamou atenção são os comentários de alguns leitores desta notícia no próprio site que a publicou. Transcrevo algumas:
"Parem pra pensar que daqui a 40 anos seus filhos ou netos não terão a vida fácil e bela de hoje em dia que vocês levam, e a partir dai sim, comentem a respeito. ÓTIMA matéria."
"É exatamente por você não abrir mão de ´comer seu peixinho frito´ é que as coisas estão rumando para este caminho..."
"todo mundo sabe o que esta acontecendo e ninguem faz nada... ninguem se mexe, estao esperando o fim do mundo eh ?!?!. "
"é de fato desesperador"
"Daqui 40 anos, não só a vida marinha sera extinta,mas toda a vida racional ."
"E agora??? Tem o que fazer?!?!?!"
"Agora sim complicou!!!"
De nove comentários, tirei dois. Um por não ser preciso em suas idéias, outro por xingamento. Uma coisa é muito clara, sem qualquer metodologia estatística, óbvio, está muito claro que a massa está absolutamente condicionada para a imposição de medidas restritivas de liberdade que haverão de se caracterizar em futuro cada vez mais próximo.
Chip inteligente protege privacidade na União Européia
LONDRES - Chips inteligentes embutidos em objetos como produtos de supermercado e até animais de estimação terão que ser desativados no ponto de venda para proteger a privacidade dos compradores, de acordo com as diretrizes propostas nesta quinta-feira pela Comissão Européia.
Uma consulta pública está sendo lançada nas diretrizes da "lei flexível" que a comissária de Mídia e Sociedade de Informação da União Européia, Viviane Reding, espera serem adotadas pela executiva do bloco para serem aplicadas em todos os 27 Estados membros.
As diretrizes visam obter equilíbrio entre proteção de privacidade e ambiente propício para o desenvolvimento de tecnologias, segundo porta-voz da comissão.
- A recomendação está temporariamente agendada para ser adotada antes do verão de 2008 - afirmou a comissão em comunicado.
Aparelhos de Identificação de Rádio Freqüência (RFID) são como pequenas etiquetas ou marcadores que podem ser colocados em produtos nas lojas, como para evitar roubo, por exemplo. Também podem ser implantados em animais de estimação ou veículos para que seus donos os encontrem com mais facilidade.
O uso crescente de RFID entre os varejistas aumentou os medos de que dados pessoais que eles costumavam reunir — por exemplo, um desses marcadores colocados numa roupa podem ser usados como ferramenta de vigilância.
O pacote de diretrizes iniciar de Redings encoraja a criação de um símbolo comum identificando que o produto contém um chip RFID para que ele não seja usado secretamente.
O marcador também deve ser desativado no local da venda a menos que o cliente peça o contrário.
A recomendação coloca ainda que as associações comerciais que representam os fabricantes deve criar o código de conduta de uso do RFID.
Fonte - JBOnline
Nota DDP:
Interessante como podem ser extremamente relativos conceitos como "criação de um símbolo comum" ou "marcador deve ser desativado". A verdade é que a tecnologia se expande com velocidade ao particular.
Uma consulta pública está sendo lançada nas diretrizes da "lei flexível" que a comissária de Mídia e Sociedade de Informação da União Européia, Viviane Reding, espera serem adotadas pela executiva do bloco para serem aplicadas em todos os 27 Estados membros.
As diretrizes visam obter equilíbrio entre proteção de privacidade e ambiente propício para o desenvolvimento de tecnologias, segundo porta-voz da comissão.
- A recomendação está temporariamente agendada para ser adotada antes do verão de 2008 - afirmou a comissão em comunicado.
Aparelhos de Identificação de Rádio Freqüência (RFID) são como pequenas etiquetas ou marcadores que podem ser colocados em produtos nas lojas, como para evitar roubo, por exemplo. Também podem ser implantados em animais de estimação ou veículos para que seus donos os encontrem com mais facilidade.
O uso crescente de RFID entre os varejistas aumentou os medos de que dados pessoais que eles costumavam reunir — por exemplo, um desses marcadores colocados numa roupa podem ser usados como ferramenta de vigilância.
O pacote de diretrizes iniciar de Redings encoraja a criação de um símbolo comum identificando que o produto contém um chip RFID para que ele não seja usado secretamente.
O marcador também deve ser desativado no local da venda a menos que o cliente peça o contrário.
A recomendação coloca ainda que as associações comerciais que representam os fabricantes deve criar o código de conduta de uso do RFID.
Fonte - JBOnline
Nota DDP:
Interessante como podem ser extremamente relativos conceitos como "criação de um símbolo comum" ou "marcador deve ser desativado". A verdade é que a tecnologia se expande com velocidade ao particular.
Doenças emergentes: maior ameaça vem de animais selvagens

PARIS (AFP) - As doenças infecciosas emergentes registraram uma progressão nas últimas décadas, e as doenças de animais transmissíveis ao homem, nos países tropicais pobres, representam a maior ameaça para a saúde humana, segundo uma equipe internacional de pesquisadores.
As incidências das doenças emergentes, como a Aids, o vírus do Nilo Ocidental, a pneumonia atípica (Sras), o vírus Ebola ou ainda a gripe das aves, quase quadruplicaram nestes últimos cinqüenta anos, ressaltam os cientistas de quatro instituições - Sociedade Zoológica de Londres, Escola de Ecologia Odum da Universidade da Geórgia, Centro para uma Rede de Informação Internacional em Ciências da Terra (Ciesin), Consórcio por uma Medicina Ambiental do Wildlife Trust.
Eles analisaram 335 doenças emergentes entre 1940 e 2004, estudando suas relações com a densidade demográfica, a latitude, as chuvas, e a biodiversidade. Seus trabalhos, publicados pela revista Nature, levaram à elaboração de mapas de "pontos quentes", onde poderiam surgir as futuras doenças emergentes.
Este mapeamento das zonas de risco "é o primeiro a prever cientificamente onde as futuras doenças maiores - como a Aids ou a Sras - emergirão", indica Peter Daszak (Consórcio por uma Medicina Ambiental). "A ameaça principal para a saúde pública vem das zonas onde a população cresce e entra em conflito com a diversidade da fauna", acrescenta.
De acordo com os pesquisadores, 60% das doenças emergentes provêm das doenças animais transmissíveis ao homem (zoonoses) e a maioria dentre elas de animais selvagens.
As zonas com maior risco de zoonoses são "o Sudeste Asiático em sua totalidade, o subcontinente indiano, o Delta do Níger e a região dos Grandes Lagos na África", indicou Marc Levy (Ciesin) na terça-feira durante uma teleconferência.
"Proteger do desenvolvimento as regiões ricas em biodiversidade pode também ter um efeito em termos de prevenção da emergência de doenças no futuro", analisa Kate Jones (Sociedade Zoológica de Londres).
Cerca de 20% das doenças emergentes têm como origem a resistência aos tratamentos, devido principalmente à utilização crescente dos antibióticos nos países ricos. Os pesquisadores citam a tuberculose resistente e a bactéria E. Coli. "As doenças podem ser o preço do desenvolvimento", comenta o Dr Daszak.
O estudo mostra que os anos 80 registraram um recrudescimento das doenças emergentes, provavelmente devido à pandemia HIV/Aids, que provocou novas afecções. Os anos 90 foram marcados por um pico na incidência de doenças vetoriais, por exemplo trazidas pelos mosquitos, que podem estar relacionadas com as mudanças climáticas.
O problema para o futuro, advertem os pesquisadores, é que os recursos essenciais em matéria de controle das doenças emergentes estão concentrados nos países ricos, enquanto a ameaça se apresenta nos países em desenvolvimento.
As incidências das doenças emergentes, como a Aids, o vírus do Nilo Ocidental, a pneumonia atípica (Sras), o vírus Ebola ou ainda a gripe das aves, quase quadruplicaram nestes últimos cinqüenta anos, ressaltam os cientistas de quatro instituições - Sociedade Zoológica de Londres, Escola de Ecologia Odum da Universidade da Geórgia, Centro para uma Rede de Informação Internacional em Ciências da Terra (Ciesin), Consórcio por uma Medicina Ambiental do Wildlife Trust.
Eles analisaram 335 doenças emergentes entre 1940 e 2004, estudando suas relações com a densidade demográfica, a latitude, as chuvas, e a biodiversidade. Seus trabalhos, publicados pela revista Nature, levaram à elaboração de mapas de "pontos quentes", onde poderiam surgir as futuras doenças emergentes.
Este mapeamento das zonas de risco "é o primeiro a prever cientificamente onde as futuras doenças maiores - como a Aids ou a Sras - emergirão", indica Peter Daszak (Consórcio por uma Medicina Ambiental). "A ameaça principal para a saúde pública vem das zonas onde a população cresce e entra em conflito com a diversidade da fauna", acrescenta.
De acordo com os pesquisadores, 60% das doenças emergentes provêm das doenças animais transmissíveis ao homem (zoonoses) e a maioria dentre elas de animais selvagens.
As zonas com maior risco de zoonoses são "o Sudeste Asiático em sua totalidade, o subcontinente indiano, o Delta do Níger e a região dos Grandes Lagos na África", indicou Marc Levy (Ciesin) na terça-feira durante uma teleconferência.
"Proteger do desenvolvimento as regiões ricas em biodiversidade pode também ter um efeito em termos de prevenção da emergência de doenças no futuro", analisa Kate Jones (Sociedade Zoológica de Londres).
Cerca de 20% das doenças emergentes têm como origem a resistência aos tratamentos, devido principalmente à utilização crescente dos antibióticos nos países ricos. Os pesquisadores citam a tuberculose resistente e a bactéria E. Coli. "As doenças podem ser o preço do desenvolvimento", comenta o Dr Daszak.
O estudo mostra que os anos 80 registraram um recrudescimento das doenças emergentes, provavelmente devido à pandemia HIV/Aids, que provocou novas afecções. Os anos 90 foram marcados por um pico na incidência de doenças vetoriais, por exemplo trazidas pelos mosquitos, que podem estar relacionadas com as mudanças climáticas.
O problema para o futuro, advertem os pesquisadores, é que os recursos essenciais em matéria de controle das doenças emergentes estão concentrados nos países ricos, enquanto a ameaça se apresenta nos países em desenvolvimento.
Vietnã alerta para epidemia de gripe aviária em escala nacional
O Vietnã alertou hoje para uma epidemia de gripe aviária em escala nacional, depois que o vírus causador da doença se estendeu a três novas províncias do país, causando a morte de três pessoas neste ano.
"Se não levarmos a sério as medidas para lutar contra a doença, a situação de contágio entre humanos pode ser tão grave quanto em 2005, e o surto pode chegar em março a todo o país", alertou o vice-ministro de Agricultura do país, Bui Ba Bong.
Novos focos da doença foram detectados esta semana nas províncias de Hai Duong, Nam Dinh e Tuyen Quang.
Desde o início do ano, foram registradas três mortes em Tuyen Quang, Hai Duong e Ninh Binh, o que levou as autoridades locais a sacrificar mais de 17 mil frangos e patos.
Além disso, o Ministério da Agricultura colocou ontem todo o país em estado de alerta vermelho por causa da gripe aviária.
Hanói anunciou em janeiro que este ano comprará meio milhão de vacinas para tentar conter a expansão do vírus.
Fonte - Folha
"Se não levarmos a sério as medidas para lutar contra a doença, a situação de contágio entre humanos pode ser tão grave quanto em 2005, e o surto pode chegar em março a todo o país", alertou o vice-ministro de Agricultura do país, Bui Ba Bong.
Novos focos da doença foram detectados esta semana nas províncias de Hai Duong, Nam Dinh e Tuyen Quang.
Desde o início do ano, foram registradas três mortes em Tuyen Quang, Hai Duong e Ninh Binh, o que levou as autoridades locais a sacrificar mais de 17 mil frangos e patos.
Além disso, o Ministério da Agricultura colocou ontem todo o país em estado de alerta vermelho por causa da gripe aviária.
Hanói anunciou em janeiro que este ano comprará meio milhão de vacinas para tentar conter a expansão do vírus.
Fonte - Folha
Para salvar o planeta: acordo de paz entre ciência e religião
O leitor recém-chegado ao universo dos livros de divulgação científica deve achar que estamos de volta à era de Galileu e Giordano Bruno. Afinal, uma fieira um tanto repetitiva de obras recentes, como "Quebrando o encanto", de Daniel Dennett, e "Deus, um delírio", de Richard Dawkins, andou reeditando o velho conflito entre ciência e religião. "A Criação - Como salvar a vida na Terra", que acaba de chegar ao Brasil, é uma lufada de ar fresco justamente por se contrapor a essa tendência. Para usar as palavras da liturgia católica, o biólogo Edward O. Wilson se imbuiu do espírito "que arranca o que divide". A ciência e a fé precisam urgentemente de uma trégua, diz ele - e o preço do fracasso nessas negociações de paz pode ser a própria vida na Terra.
Dependendo de como se vê a questão, o veterano Wilson pode ser a pior ou a melhor pessoa para negociar esse armistício. O pesquisador da Universidade Harvard, um dos maiores especialistas do mundo em biodiversidade, cresceu no sul dos Estados Unidos e foi membro da Igreja Batista, uma das mais fervorosas denominações evangélicas do mundo. Mais tarde, porém, deixou a religião de lado. Em um livro anterior, "Consiliência", Wilson defendeu a unificação do conhecimento humano sob a égide da ciência -- e com a religião, considerada obsoleta, de fora.
No entanto, ainda que tenha deixado o rebanho, uma coisa Wilson nunca perdeu: a sensibilidade poética trazida pela leitura da Bíblia e pelo cristianismo evangélico de sua juventude. Também nunca deixou de prestar atenção no crescimento da religião fundamentalista, dentro e fora dos EUA. E escolheu usar sua familiaridade com o universo mental dos cristãos conservadores para convidá-los a assumir a defesa da biodiversidade da Terra -- uma responsabilidade moral que ecoa os primeiros e mais sagrados mandamentos divinos transmitidos no Gênesis.
O momento para isso não podia ser mais crítico. Uma confluência impressionante de dados científicos sugere que a humanidade está comandando a pior extinção em massa desde o meteoro que mandou os dinossauros para uma melhor há 65 milhões de anos. A natureza está sob sítio. E o medo de Wilson é que os que abraçam a fé religiosa estejam ignorando seu papel de protetores do planeta para considerá-lo apenas uma fonte inanimada de matérias-primas e recursos, que os humanos podem tratar como quiserem.
Wilson estrutura seu longo apelo na forma de uma carta, endereçada a um pastor protestante do sul dos EUA e, portanto, conterrâneo cultural do próprio biólogo. Os argumentos para proteger a Criação divina não são, em si mesmos, originais: Wilson enfatiza a riqueza da biodiversidade como fonte dos medicamentos e alimentos do futuro, e como alicerce da sobrevivência humana: sem os demais seres vivos, serviços essenciais, como ar e água puros, fertilidade do solo e regularidade do clima desapareceriam, e nenhum sistema feito por mãos humanas poderia substituir o que a biodiversidade faz hoje de graça.
O que há de novo nesse apelo é a tocante humildade para cruzar barreiras, para estender a mão ao outro. Wilson tem a coragem de dizer que não se importa se seu interlocutor fundamentalista não acredita na evolução e acha que a Terra tem só 6.000 anos de idade. As visões diferentes sobre a natureza do Universo encolhem em importância quando o que se coloca na mesa são valores: a sacralidade do mundo vivo, a beleza da biosfera.
A mensagem, portanto, é clara: podemos concordar em discordar e, mesmo assim, agir lado a lado para evitar o pior para nós mesmos e para nosso planeta. Wilson pode não acreditar mais no Deus que criou os céus e a terra, mas qualquer pessoa religiosa é capaz de balançar a cabeça em aprovação ao ouvir sua defesa da Criação:
"Nenhuma palavra, nenhuma obra de arte, é capaz de capturar toda a profundidade e complexidade do mundo vivo. Se um milagre é um fenômeno que não conseguimos entender, então toda espécie é, de certa forma, um milagre." Amém, irmão Wilson.
Fonte: Portal G1
NOTA: Menos de um ano atrás comecei a escrever sobre o ECOmenismo. Durante esse período muita coisa já aconteceu que comprova a suspeita de uma grande união global entre política e religião para impor a futura Lei Dominical. A matéria acima é mais um passo em direção a essa Nova Ordem Mundial - apelos a favor da união entre ciência e religião para salvar o planeta Terra. Qual será o próximo passo?
Fonte - Minuto Profético
Dependendo de como se vê a questão, o veterano Wilson pode ser a pior ou a melhor pessoa para negociar esse armistício. O pesquisador da Universidade Harvard, um dos maiores especialistas do mundo em biodiversidade, cresceu no sul dos Estados Unidos e foi membro da Igreja Batista, uma das mais fervorosas denominações evangélicas do mundo. Mais tarde, porém, deixou a religião de lado. Em um livro anterior, "Consiliência", Wilson defendeu a unificação do conhecimento humano sob a égide da ciência -- e com a religião, considerada obsoleta, de fora.
No entanto, ainda que tenha deixado o rebanho, uma coisa Wilson nunca perdeu: a sensibilidade poética trazida pela leitura da Bíblia e pelo cristianismo evangélico de sua juventude. Também nunca deixou de prestar atenção no crescimento da religião fundamentalista, dentro e fora dos EUA. E escolheu usar sua familiaridade com o universo mental dos cristãos conservadores para convidá-los a assumir a defesa da biodiversidade da Terra -- uma responsabilidade moral que ecoa os primeiros e mais sagrados mandamentos divinos transmitidos no Gênesis.
O momento para isso não podia ser mais crítico. Uma confluência impressionante de dados científicos sugere que a humanidade está comandando a pior extinção em massa desde o meteoro que mandou os dinossauros para uma melhor há 65 milhões de anos. A natureza está sob sítio. E o medo de Wilson é que os que abraçam a fé religiosa estejam ignorando seu papel de protetores do planeta para considerá-lo apenas uma fonte inanimada de matérias-primas e recursos, que os humanos podem tratar como quiserem.
Wilson estrutura seu longo apelo na forma de uma carta, endereçada a um pastor protestante do sul dos EUA e, portanto, conterrâneo cultural do próprio biólogo. Os argumentos para proteger a Criação divina não são, em si mesmos, originais: Wilson enfatiza a riqueza da biodiversidade como fonte dos medicamentos e alimentos do futuro, e como alicerce da sobrevivência humana: sem os demais seres vivos, serviços essenciais, como ar e água puros, fertilidade do solo e regularidade do clima desapareceriam, e nenhum sistema feito por mãos humanas poderia substituir o que a biodiversidade faz hoje de graça.
O que há de novo nesse apelo é a tocante humildade para cruzar barreiras, para estender a mão ao outro. Wilson tem a coragem de dizer que não se importa se seu interlocutor fundamentalista não acredita na evolução e acha que a Terra tem só 6.000 anos de idade. As visões diferentes sobre a natureza do Universo encolhem em importância quando o que se coloca na mesa são valores: a sacralidade do mundo vivo, a beleza da biosfera.
A mensagem, portanto, é clara: podemos concordar em discordar e, mesmo assim, agir lado a lado para evitar o pior para nós mesmos e para nosso planeta. Wilson pode não acreditar mais no Deus que criou os céus e a terra, mas qualquer pessoa religiosa é capaz de balançar a cabeça em aprovação ao ouvir sua defesa da Criação:
"Nenhuma palavra, nenhuma obra de arte, é capaz de capturar toda a profundidade e complexidade do mundo vivo. Se um milagre é um fenômeno que não conseguimos entender, então toda espécie é, de certa forma, um milagre." Amém, irmão Wilson.
Fonte: Portal G1
NOTA: Menos de um ano atrás comecei a escrever sobre o ECOmenismo. Durante esse período muita coisa já aconteceu que comprova a suspeita de uma grande união global entre política e religião para impor a futura Lei Dominical. A matéria acima é mais um passo em direção a essa Nova Ordem Mundial - apelos a favor da união entre ciência e religião para salvar o planeta Terra. Qual será o próximo passo?
Fonte - Minuto Profético
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2008
Suprema Corte rejeita ação contra sistema de escutas
A Suprema Corte dos Estados Unidos rejeitou, na terça-feira (19/2), ação movida contra o sistema de espionagem doméstica promovido pela administração de George W. Bush. A ação foi ajuizada pela maior entidade de defesa de direitos civis dos Estados Unidos, a American Civil Liberties Union. As informações são do jornal The New York Times.
Em uma atitude rara, a Suprema Corte invocou o direito de manter em sigilo os motivos de ter rejeitado pedido da American Civil Liberties Union. A entidade queria que a Suprema Corte admitisse que grupos e pessoas físicas entrassem na Corte com Mandados de Segurança para evitar grampos telefônicos. Outros tribunais, de todo os EUA, haviam recusado semelhante pedido. O fundamento foi o de que tais pessoas ou grupos "jamais iriam dispor de provas que indicassem que estavam de fato sendo grampeados"...
Fonte: Consultor Jurídico
NOTA: A Suprema Corte americana tem violado uma a uma as Emendas da Constituição que garantem as liberdades civis da população. Quanto tempo falta para a Primeira Emenda também ser violada?
Fonte - Minuto Profético
Em uma atitude rara, a Suprema Corte invocou o direito de manter em sigilo os motivos de ter rejeitado pedido da American Civil Liberties Union. A entidade queria que a Suprema Corte admitisse que grupos e pessoas físicas entrassem na Corte com Mandados de Segurança para evitar grampos telefônicos. Outros tribunais, de todo os EUA, haviam recusado semelhante pedido. O fundamento foi o de que tais pessoas ou grupos "jamais iriam dispor de provas que indicassem que estavam de fato sendo grampeados"...
Fonte: Consultor Jurídico
NOTA: A Suprema Corte americana tem violado uma a uma as Emendas da Constituição que garantem as liberdades civis da população. Quanto tempo falta para a Primeira Emenda também ser violada?
Fonte - Minuto Profético
Igreja dos EUA faz ligação entre o divino e a ecologia - 2
Colo aqui um comentário do Minuto Profético sobre uma matéria que também foi objeto de um post próprio neste espaço e que pode ser acessado em Igreja dos EUA faz ligação entre o divino e a ecologia:
NOTA Minuto Profético: A matéria enfatizou que "salvar o meio ambiente como parte da jornada espiritual" é uma tendência já percebida nos EUA. Os apelos ecumênicos e as expressões pagãs (Mãe-Natureza) são apenas detalhes dessa história... Outro ponto interessante é a menção da Parceria Religiosa Nacional pelo Meio Ambiente (em inglês, NRPE), cujo fundador foi Paul Gorman, o qual também mantém estreitos laços com Al Gore - o profeta do ECOmenismo.
Por oportuno, reitero o nosso comentário também:
Resta cada vez mais clara a associação da questão ecológica como ponte entre as diversas religiões, especialmente as espiritualistas que rejeitam o dogmatismo cristão. Como já declinado neste espaço em outros posts, é esta exatamente a pregação mais recente de Roma, para que se estabeleça uma "aliança" com a natureza. E o mote final deste movimento também é claramente delineado, faltando apenas o correlato eco dos demais ramos religiosos, qual seja, É bom e ecológico descansar ao domingo.
NOTA Minuto Profético: A matéria enfatizou que "salvar o meio ambiente como parte da jornada espiritual" é uma tendência já percebida nos EUA. Os apelos ecumênicos e as expressões pagãs (Mãe-Natureza) são apenas detalhes dessa história... Outro ponto interessante é a menção da Parceria Religiosa Nacional pelo Meio Ambiente (em inglês, NRPE), cujo fundador foi Paul Gorman, o qual também mantém estreitos laços com Al Gore - o profeta do ECOmenismo.
Por oportuno, reitero o nosso comentário também:
Resta cada vez mais clara a associação da questão ecológica como ponte entre as diversas religiões, especialmente as espiritualistas que rejeitam o dogmatismo cristão. Como já declinado neste espaço em outros posts, é esta exatamente a pregação mais recente de Roma, para que se estabeleça uma "aliança" com a natureza. E o mote final deste movimento também é claramente delineado, faltando apenas o correlato eco dos demais ramos religiosos, qual seja, É bom e ecológico descansar ao domingo.
A Nova Ordem Mundial do carbono
Aos que acreditam ser o fator antropogênico a principal causa do chamado aquecimento global, apesar das crescentes evidências demonstrando tratar-se de uma tese cientificamente fraudulenta, seria recomendável que atentassem para algumas diretrizes que estão sendo desenhadas para usar o "carbono" como elemento formador de uma nova ordem mundial.
Quem explica o esquema é Simon Linnett, graduado executivo do N.M. Rothschild & Sons, ramo inglês da casa bancária historicamente vinculada ao sistema colonial europeu e, particularmente, do ex-Império Britânico.
Em recente artigo publicado no influente jornal inglês Telegraph, Linnett argumenta ser inevitável a criação de um novo organismo internacional – a Agência Mundial de Meio Ambiente – com poderes para regular a comercialização de carbono.
Como banqueiro, Linnett diz-se satisfeito de que o atual sistema de "cap-and-trade" de carbono estar se tornando na metodologia dominante para o controle de CO2. "Diferentemente da taxação, ou simples regulação, o ‘cap-and-trade’ oferece um escopo maior para o envolvimento do setor privado (leia-se bancos) e inovação", diz ele.
Adicionalmente, segundo ele, "taxas e regulações só podem ser impostas em nível local ou nacional, enquanto o 'cap-and-trade' pode operar globalmente. E recordem-se que o problema é global", justifica Linnett.
E enuncia as condicionantes para que o setor privado (banca) possa participar "entusiasticamente" no mercado de comercialização de carbono:
- Longo: o esquema ‘cap-and-trade’ tem que ser vigente por longo prazo;
- Forte: o esquema tem que ser o mecanismo dominante para patrocinar "mudanças de comportamento" que precisam estar perfeitamente claras para a população mundial; e
- Legal: o esquema terá que ser imposto por lei.
"Uma implicação chave para a criação de um sistema legal e global de comercialização [de carbono] é a implícita perda de soberania. Os governos têm que estar preparados para permitir alguma subordinação de seus interesses nacionais para essa iniciativa mundial. Contudo, isso não significa um novo sistema de governo acima das nações individuais", diz Linnett, "mas sim uma mudança na maneira em que tratados são acordados e redigidos".
O recado final de Linnett é curto e direto:
"Assim, a comercialização de emissões [de CO2] pode estabelecer uma nova ordem mundial para um planeta sustentável baseado no compartilhamento da capacidade terrestre de absorver as emissões nocivas".
É o ambientalismo a serviço de um "governo mundial" para controlar as atividades econômicas das nações com a devida cobrança de tributos "verdes".
Fonte: Alerta em Rede
Fonte - Minuto Profético
Quem explica o esquema é Simon Linnett, graduado executivo do N.M. Rothschild & Sons, ramo inglês da casa bancária historicamente vinculada ao sistema colonial europeu e, particularmente, do ex-Império Britânico.
Em recente artigo publicado no influente jornal inglês Telegraph, Linnett argumenta ser inevitável a criação de um novo organismo internacional – a Agência Mundial de Meio Ambiente – com poderes para regular a comercialização de carbono.
Como banqueiro, Linnett diz-se satisfeito de que o atual sistema de "cap-and-trade" de carbono estar se tornando na metodologia dominante para o controle de CO2. "Diferentemente da taxação, ou simples regulação, o ‘cap-and-trade’ oferece um escopo maior para o envolvimento do setor privado (leia-se bancos) e inovação", diz ele.
Adicionalmente, segundo ele, "taxas e regulações só podem ser impostas em nível local ou nacional, enquanto o 'cap-and-trade' pode operar globalmente. E recordem-se que o problema é global", justifica Linnett.
E enuncia as condicionantes para que o setor privado (banca) possa participar "entusiasticamente" no mercado de comercialização de carbono:
- Longo: o esquema ‘cap-and-trade’ tem que ser vigente por longo prazo;
- Forte: o esquema tem que ser o mecanismo dominante para patrocinar "mudanças de comportamento" que precisam estar perfeitamente claras para a população mundial; e
- Legal: o esquema terá que ser imposto por lei.
"Uma implicação chave para a criação de um sistema legal e global de comercialização [de carbono] é a implícita perda de soberania. Os governos têm que estar preparados para permitir alguma subordinação de seus interesses nacionais para essa iniciativa mundial. Contudo, isso não significa um novo sistema de governo acima das nações individuais", diz Linnett, "mas sim uma mudança na maneira em que tratados são acordados e redigidos".
O recado final de Linnett é curto e direto:
"Assim, a comercialização de emissões [de CO2] pode estabelecer uma nova ordem mundial para um planeta sustentável baseado no compartilhamento da capacidade terrestre de absorver as emissões nocivas".
É o ambientalismo a serviço de um "governo mundial" para controlar as atividades econômicas das nações com a devida cobrança de tributos "verdes".
Fonte: Alerta em Rede
Fonte - Minuto Profético
Terremotos más frecuentes
En días recientes se han producido múltiples terremotos por todas partes en el mundo. Paso a enumerar los seísmos más recientes:
- 3 de febrero, Terremoto de Ruanda y República del Congo con al menos 38 muertos. Las réplicas se sintieron también en Burundi, donde hubo cortes de energía. Fue bastante mencionado en los medios de masas.
- 4 de Febrero, terremoto de 6,6 grados en la escala de Richter en el norte de Chile. No causó víctimas, pero fue de intensidad considerable (Fuente: Pueblo en Línea).
- 8 de Febrero, otro terremoto de 5,8 grados sacude la isla de Bali, isla situada sobre el anillo de fuego del Pacífico (Fuente: Prensa Latina).
- 9 de Febrero, terremoto de 5 grados en Japón. En este país son frecuentes los seísmos. A pesar de la frecuencia, hay que mencionarlos en el conjunto de este artículo (Fuente: EFE).
- 12 de Febrero, seísmo de 6,7 grados en el norte de México. Causó "daños en escuelas públicas, hoteles, iglesias y palacios municipales de la zona del Istmo de Tehuantepec" (Fuente: Univisión).
- 13 de Febrero, alerta de Tsunami por otro seísmo de 6,6 grados en Timor, Indonesia.
"Indonesia se asienta sobre el llamado "Anillo de Fuego del Pacífico", una zona de gran actividad sísmica y volcánica que es sacudida por unos 7.000 temblores al año, la mayoría de escasa magnitud." (Fuente: Unionradio.net).
- 14 de Febrero, terremoto en el centro de Irán de 4,3 grados. Dada la pobre infraestructura de este país, suele causar más daños que en otras zonas del mundo (Fuente: Univisión).
- 14 de Febrero, seísmo de 6,7 grados en Grecia. "Un movimiento telúrico de 5,9 grados en la referida escala, ocurrido cerca de esta capital, en 1999, dejó 143 muertos y miles de damnificados." (Fuente: 24HorasLibre).
- 15 de Febrero, otro terremoto de 5,1 grados en la escala de Richter sacude el sur de las Islas Fiyi. En abril de 2007 "un seísmo de 8,1 grados generó una ola gigante que acabó con la vida de más de 30 personas y arrasó buena parte de la localidad de Gizo, oeste de las cercanas Islas Salomón" (Fuente: EFE).
- 15 de Febrero, terremoto de 5 grados con epicentro en el Líbano, cerca de Tiro, sacude Israel y parte de Siria (Fuente: RIA Novosti).
- 18 de Febrero, terremoto de 5,8 grados en Taiwán (Fuente: EFE).
- 21 de Febrero, terremoto de 78 grados en Indonesia, al norte de la isla de Sumatra. "Al menos tres personas murieron y 25 resultaron heridas este miércoles como consecuencia de un terremoto de 7,5 grados de magnitud en la escala de Richter que sacudió el norte de la isla de Sumatra, en Indonesia." (Fuente: 20Minutos).
El número de terremotos ha aumentado considerablemente a finales del s. XX. Al igual que otras noticias, estos informes son un murmullo silencioso que no se perciben en este mundo ávido de sensacionalismos.
No quiero dejar sin mencionar las palabras del Maestro, 20 siglos atrás: "Se levantará nación contra nación, y reino contra reino. Habrá terremotos por todas partes; también habrá hambre. Esto será apenas el comienzo de los dolores." (Marcos 13:8). No es ser catastrofista, es ver indicios de que se acerca un nuevo comienzo diferente.
Del tema de las naciones levantadas, ni mencionemos a Irak, Irán, Palestina, Israel, Kosovo, Serbia, Sierra Leona, Colombia y las FARC, Vietnam del Norte, etc. Quizás en otro post.
Fonte - Cuenta Atras
- 3 de febrero, Terremoto de Ruanda y República del Congo con al menos 38 muertos. Las réplicas se sintieron también en Burundi, donde hubo cortes de energía. Fue bastante mencionado en los medios de masas.
- 4 de Febrero, terremoto de 6,6 grados en la escala de Richter en el norte de Chile. No causó víctimas, pero fue de intensidad considerable (Fuente: Pueblo en Línea).
- 8 de Febrero, otro terremoto de 5,8 grados sacude la isla de Bali, isla situada sobre el anillo de fuego del Pacífico (Fuente: Prensa Latina).
- 9 de Febrero, terremoto de 5 grados en Japón. En este país son frecuentes los seísmos. A pesar de la frecuencia, hay que mencionarlos en el conjunto de este artículo (Fuente: EFE).
- 12 de Febrero, seísmo de 6,7 grados en el norte de México. Causó "daños en escuelas públicas, hoteles, iglesias y palacios municipales de la zona del Istmo de Tehuantepec" (Fuente: Univisión).
- 13 de Febrero, alerta de Tsunami por otro seísmo de 6,6 grados en Timor, Indonesia.
"Indonesia se asienta sobre el llamado "Anillo de Fuego del Pacífico", una zona de gran actividad sísmica y volcánica que es sacudida por unos 7.000 temblores al año, la mayoría de escasa magnitud." (Fuente: Unionradio.net).
- 14 de Febrero, terremoto en el centro de Irán de 4,3 grados. Dada la pobre infraestructura de este país, suele causar más daños que en otras zonas del mundo (Fuente: Univisión).
- 14 de Febrero, seísmo de 6,7 grados en Grecia. "Un movimiento telúrico de 5,9 grados en la referida escala, ocurrido cerca de esta capital, en 1999, dejó 143 muertos y miles de damnificados." (Fuente: 24HorasLibre).
- 15 de Febrero, otro terremoto de 5,1 grados en la escala de Richter sacude el sur de las Islas Fiyi. En abril de 2007 "un seísmo de 8,1 grados generó una ola gigante que acabó con la vida de más de 30 personas y arrasó buena parte de la localidad de Gizo, oeste de las cercanas Islas Salomón" (Fuente: EFE).
- 15 de Febrero, terremoto de 5 grados con epicentro en el Líbano, cerca de Tiro, sacude Israel y parte de Siria (Fuente: RIA Novosti).
- 18 de Febrero, terremoto de 5,8 grados en Taiwán (Fuente: EFE).
- 21 de Febrero, terremoto de 78 grados en Indonesia, al norte de la isla de Sumatra. "Al menos tres personas murieron y 25 resultaron heridas este miércoles como consecuencia de un terremoto de 7,5 grados de magnitud en la escala de Richter que sacudió el norte de la isla de Sumatra, en Indonesia." (Fuente: 20Minutos).
El número de terremotos ha aumentado considerablemente a finales del s. XX. Al igual que otras noticias, estos informes son un murmullo silencioso que no se perciben en este mundo ávido de sensacionalismos.
No quiero dejar sin mencionar las palabras del Maestro, 20 siglos atrás: "Se levantará nación contra nación, y reino contra reino. Habrá terremotos por todas partes; también habrá hambre. Esto será apenas el comienzo de los dolores." (Marcos 13:8). No es ser catastrofista, es ver indicios de que se acerca un nuevo comienzo diferente.
Del tema de las naciones levantadas, ni mencionemos a Irak, Irán, Palestina, Israel, Kosovo, Serbia, Sierra Leona, Colombia y las FARC, Vietnam del Norte, etc. Quizás en otro post.
Fonte - Cuenta Atras
quinta-feira, 21 de fevereiro de 2008
ONU pressiona Bush a agir contra mudanças climáticas
Ban Ki-moon, secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), pressionou na sexta-feira o presidente norte-americano, George W. Bush, para que adote um papel de liderança nas negociações sobre um pacto mundial de combate ao aquecimento global. Os Estados Unidos, um país que sob o comando de Bush tem relutado em adotar medidas para enfrentar o aquecimento, mudaram de postura, abruptamente, nas negociações sobre as mudanças climáticas realizadas em Bali, Indonésia, em dezembro, e juntaram-se a 190 países ao aceitar negociar um novo acordo a ser finalizado até o final de 2009.
"Seria muito importante que a comunidade internacional não deixasse enfraquecer o impulso nascido em Bali, no último mês de dezembro, para tratar das mudanças climáticas", afirmou Ban ao dirigente norte-americano após um encontro no Salão Oval, na Casa Branca.
Segundo o secretário-geral da ONU, os EUA, com suas tecnologias inovadoras e sua capacidade de investimento, tinham um papel fundamental a desempenhar nos avanços do projeto de acordo aceito globalmente na cúpula de Bali.
"Conto com a sua liderança e com a sua participação ativa", disse Ban, acenando com a cabeça para Bush. "Eu valorizo o seu engajamento construtivo nesse processo. E conto com a sua liderança."
Bush retirou os EUA do Protocolo de Kyoto pouco depois de ter tomado posse na Presidência, afirmando que esse acordo apresentava falhas insanáveis. Desde então, mostrava-se relutante a aceitar um acordo que excluísse os países em desenvolvimento da obrigação de diminuir as emissões de gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento. O acordo de Kyoto obriga vários países industrializados a cortar suas emissões de 2008 a 2012, mas eximiu os países em desenvolvimento de um compromisso do tipo.
O processo de negociação acertado em Bali tenta obrigar todos os países a reduzirem suas emissões a partir de 2013. Os EUA, inicialmente, opuseram-se ao acordo, mas mudaram de opinião no último minuto. O país faz parte do grupo dos maiores emissores de gases do efeito estufa do mundo, ao lado da China e da Índia, entre outros.
Fonte: Reuters Brasil
NOTA: Tudo indica que o próximo presidente americano buscará um consenso inédito entre republicanos e democratas em torno do combate às mudanças climáticas. É aí que os protestantes e os católicos provavelmente vão entrar para defender o descanso dominical como solução para a "crise" ambiental.
Fonte - Minuto Profético
"Seria muito importante que a comunidade internacional não deixasse enfraquecer o impulso nascido em Bali, no último mês de dezembro, para tratar das mudanças climáticas", afirmou Ban ao dirigente norte-americano após um encontro no Salão Oval, na Casa Branca.
Segundo o secretário-geral da ONU, os EUA, com suas tecnologias inovadoras e sua capacidade de investimento, tinham um papel fundamental a desempenhar nos avanços do projeto de acordo aceito globalmente na cúpula de Bali.
"Conto com a sua liderança e com a sua participação ativa", disse Ban, acenando com a cabeça para Bush. "Eu valorizo o seu engajamento construtivo nesse processo. E conto com a sua liderança."
Bush retirou os EUA do Protocolo de Kyoto pouco depois de ter tomado posse na Presidência, afirmando que esse acordo apresentava falhas insanáveis. Desde então, mostrava-se relutante a aceitar um acordo que excluísse os países em desenvolvimento da obrigação de diminuir as emissões de gases do efeito estufa, responsáveis pelo aquecimento. O acordo de Kyoto obriga vários países industrializados a cortar suas emissões de 2008 a 2012, mas eximiu os países em desenvolvimento de um compromisso do tipo.
O processo de negociação acertado em Bali tenta obrigar todos os países a reduzirem suas emissões a partir de 2013. Os EUA, inicialmente, opuseram-se ao acordo, mas mudaram de opinião no último minuto. O país faz parte do grupo dos maiores emissores de gases do efeito estufa do mundo, ao lado da China e da Índia, entre outros.
Fonte: Reuters Brasil
NOTA: Tudo indica que o próximo presidente americano buscará um consenso inédito entre republicanos e democratas em torno do combate às mudanças climáticas. É aí que os protestantes e os católicos provavelmente vão entrar para defender o descanso dominical como solução para a "crise" ambiental.
Fonte - Minuto Profético
Fim da Era Fidel: Avanço no quadro profético

Uma notícia bombástica chegou às nossas casas através do jornal da noite: o líder cubano, Fidel Castro, renunciou ao cargo de presidente de Cuba. Através do “jornal ‘Granma’ (órgão oficial do Partido Comunista cubano)” a mensagem do ex-ditador era inequívoca: “‘Não aspirarei nem aceitarei - repito -, não aspirarei nem aceitarei os cargos de Presidente do Conselho de Estado e de comandante em chefe’”. [1]
Operado pela primeira vez em 27 de Julho de 2006, o ex-líder cubano suportaria ainda
“[…´] quase 19 meses de convalescença de uma grave doença - de origem intestinal”, a mesma que forçou-o a nomear o irmão Raúl Castro ministro da Defesa a assumir a presidência em caráter provisório, em 31 de Julho de 2006. Ultimamente, Fidel, vitimado por uma nova crise, “admitiu que esteve à beira da morte. Perdeu quase 20 quilos nos primeiros 34 dias de crise, passou por várias cirurgias e dependeu por muitos meses de cateteres.” [2]
Esperançoso, Fidel arrisca-se em afirmar que "as novas gerações contam com a autoridade e a experiência para garantir a sua substituição". De fato, uma “nova Assembléia do Poder Popular, o parlamento nacional, foi eleita em janeiro, e terá sua sessão inaugural domingo, quando renovará o Conselho de Estado, incluindo a presidência. […] Ele [Fidel] foi eleito para a assembléia e poderia, legalmente, se apresentar como candidato à reeleição.”[3]
Há um ar de romantismo aventuresco na trajetória de “O Comandante”, como é respeitosamente evocado por seus admiradores (entre os quais, os presidentes Lula, Hugo Chaves e Evo Morales, respectivamente, do Brasil, Venezuela e Bolívia). Fidel “foi o líder do movimento que derrubou o líder pró-Estados Unidos Fulgêncio Batista em 1º de janeiro de 1959. Ele comandou o regime cubano como primeiro-ministro por 18 anos, passando à Presidência do país por escolha da Assembléia, eleita após a aprovação da Constituição Socialista de 1976.”[4]
Obviamente, como a Revolução Cubana ocorreu em plena “Guerra Fria”, o fato de possuir um vizinho comunista não agradou em nada aos Estados Unidos. A famigerada CIA chegou a tentar invadir o país em 17 de Abril de 1961, um dia depois de “O Comandante” declarar sua revolução socialista. Fidel sofreu tentativas de assassinato. Ao todo “dez administrações americanas” teriam tentado tirá-lo do poder. “A hostilidade chegou ao seu auge em 1962, com a crise em torno dos mísseis cubanos”, quando se aventou que Cuba serviria de base estratégica da então super-potência soviética. [5]
A notícia da renúncia de Fidel soma-se a outras, como a queda do muro de Berlim (em 9 de Novembro de 1989) e o fim da antiga União Soviética (em Agosto de 1991). Montando as peças do quebra-cabeça político, percebemos que a única super-potência isolada e autônoma é mesmo o Estado Norte-americano. Isto teria algum significado especial dentro daquilo que a Bíblia descreve comoprestes a acontecer nos dias finais da História humana?
Há vinte séculos, o profeta João já havia predito que um poder nacional emergente surgiria no tempo do fim (por volta da data que tanto o livro de Daniel e o Apocalipse prevêem para o fim da perseguição católico-medieval aos cristãos, ou seja, os 1260 dias, concluídos em 1798). João fala dessa nação como capaz de reestabelecer o poder perseguidor que dominou a Europa na idade Média. Que nação seria essa?
Por necessidade, citamos este texto de Ellen White, que, embora extenso, é esclarecedor:
“Que nação do Novo Mundo se achava em 1798 ascendendo ao poder, apresentando indícios de força e grandeza, e atraindo a atenção do mundo? A aplicação do símbolo não admite dúvidas. Uma nação, e apenas uma, satisfaz às especificações desta profecia; esta aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América do Norte. Reiteradas vezes, ao descreverem a origem e o crescimento desta nação, oradores e escritores têm emitido inconscientemente o mesmo pensamento e quase que empregado as mesmas palavras do escritor sagrado. A besta foi vista a ‘subir da terra’; e, segundo os tradutores, a palavra aqui traduzida ‘subir’ significa literalmente ‘crescer ou brotar como uma planta’. E, como vimos, a nação deveria surgir em território previamente desocupado. Escritor preeminente, descrevendo a origem dos Estados Unidos, fala do ‘mistério de sua procedência do nada’ (G. A. Towsend, O Novo Mundo Comparado com o Velho), e diz: ‘Semelhando a semente silenciosa, desenvolvemo-nos em império.’ Um jornal europeu, em 1850, referiu-se aos Estados Unidos como um império maravilhoso, que estava ‘emergindo’ e ‘no silêncio da terra aumentando diariamente seu poder e orgulho’. - The Dublin Nation.”
Operado pela primeira vez em 27 de Julho de 2006, o ex-líder cubano suportaria ainda
“[…´] quase 19 meses de convalescença de uma grave doença - de origem intestinal”, a mesma que forçou-o a nomear o irmão Raúl Castro ministro da Defesa a assumir a presidência em caráter provisório, em 31 de Julho de 2006. Ultimamente, Fidel, vitimado por uma nova crise, “admitiu que esteve à beira da morte. Perdeu quase 20 quilos nos primeiros 34 dias de crise, passou por várias cirurgias e dependeu por muitos meses de cateteres.” [2]
Esperançoso, Fidel arrisca-se em afirmar que "as novas gerações contam com a autoridade e a experiência para garantir a sua substituição". De fato, uma “nova Assembléia do Poder Popular, o parlamento nacional, foi eleita em janeiro, e terá sua sessão inaugural domingo, quando renovará o Conselho de Estado, incluindo a presidência. […] Ele [Fidel] foi eleito para a assembléia e poderia, legalmente, se apresentar como candidato à reeleição.”[3]
Há um ar de romantismo aventuresco na trajetória de “O Comandante”, como é respeitosamente evocado por seus admiradores (entre os quais, os presidentes Lula, Hugo Chaves e Evo Morales, respectivamente, do Brasil, Venezuela e Bolívia). Fidel “foi o líder do movimento que derrubou o líder pró-Estados Unidos Fulgêncio Batista em 1º de janeiro de 1959. Ele comandou o regime cubano como primeiro-ministro por 18 anos, passando à Presidência do país por escolha da Assembléia, eleita após a aprovação da Constituição Socialista de 1976.”[4]
Obviamente, como a Revolução Cubana ocorreu em plena “Guerra Fria”, o fato de possuir um vizinho comunista não agradou em nada aos Estados Unidos. A famigerada CIA chegou a tentar invadir o país em 17 de Abril de 1961, um dia depois de “O Comandante” declarar sua revolução socialista. Fidel sofreu tentativas de assassinato. Ao todo “dez administrações americanas” teriam tentado tirá-lo do poder. “A hostilidade chegou ao seu auge em 1962, com a crise em torno dos mísseis cubanos”, quando se aventou que Cuba serviria de base estratégica da então super-potência soviética. [5]
A notícia da renúncia de Fidel soma-se a outras, como a queda do muro de Berlim (em 9 de Novembro de 1989) e o fim da antiga União Soviética (em Agosto de 1991). Montando as peças do quebra-cabeça político, percebemos que a única super-potência isolada e autônoma é mesmo o Estado Norte-americano. Isto teria algum significado especial dentro daquilo que a Bíblia descreve comoprestes a acontecer nos dias finais da História humana?
Há vinte séculos, o profeta João já havia predito que um poder nacional emergente surgiria no tempo do fim (por volta da data que tanto o livro de Daniel e o Apocalipse prevêem para o fim da perseguição católico-medieval aos cristãos, ou seja, os 1260 dias, concluídos em 1798). João fala dessa nação como capaz de reestabelecer o poder perseguidor que dominou a Europa na idade Média. Que nação seria essa?
Por necessidade, citamos este texto de Ellen White, que, embora extenso, é esclarecedor:
“Que nação do Novo Mundo se achava em 1798 ascendendo ao poder, apresentando indícios de força e grandeza, e atraindo a atenção do mundo? A aplicação do símbolo não admite dúvidas. Uma nação, e apenas uma, satisfaz às especificações desta profecia; esta aponta insofismavelmente para os Estados Unidos da América do Norte. Reiteradas vezes, ao descreverem a origem e o crescimento desta nação, oradores e escritores têm emitido inconscientemente o mesmo pensamento e quase que empregado as mesmas palavras do escritor sagrado. A besta foi vista a ‘subir da terra’; e, segundo os tradutores, a palavra aqui traduzida ‘subir’ significa literalmente ‘crescer ou brotar como uma planta’. E, como vimos, a nação deveria surgir em território previamente desocupado. Escritor preeminente, descrevendo a origem dos Estados Unidos, fala do ‘mistério de sua procedência do nada’ (G. A. Towsend, O Novo Mundo Comparado com o Velho), e diz: ‘Semelhando a semente silenciosa, desenvolvemo-nos em império.’ Um jornal europeu, em 1850, referiu-se aos Estados Unidos como um império maravilhoso, que estava ‘emergindo’ e ‘no silêncio da terra aumentando diariamente seu poder e orgulho’. - The Dublin Nation.”
“Aqui está uma impressionante figura da elevação e crescimento de nossa própria nação [Estados Unidos]. E os chifres semelhantes aos de um cordeiro, emblemas de inocência e brandura, representam corretamente o caráter de nosso governo, segundo é expresso em seus dois princípios fundamentais: republicanismo e protestantismo.”[6]
Assim, podemos entender melhor a profecia de João:
“E vi subir da terra outra besta[Os Estados Unidos da América], e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão. Também exercia toda a autoridade da primeira besta [o poder político-religioso do Catolicismo Romano] na sua presença; e fazia que a terra e os que nela habitavam adorassem a primeira besta, cuja ferida mortal fora curada. E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia.” Apocalipse 13:12-14.
Parece inacreditável que um país fundamentado na liberdade religiosa promova uma perseguição medieval, e isto numa era pós-moderna, marcada pelo relativismo moral. No entanto, parecia impossível afirmar os demais dados presentes nas palavras do Apocalipse nas décadas de 60, 70 ou mesmo 80, quando o mundo estava dividido em dois blocos econômicos – um socialista e o outro capitalista.
Agora, décadas depois dos estertores da União Soviética, Cuba passa por um período de transição, no qual seu comunismo revolucionário, encenado por cinco décadas pelo ditador Fidel, dá sinais de não poder ir adiante. Mais do que nunca, parece que os Estados Unidos impõe seu modelo ao mundo, sem um adversário à altura, ou sequer um foco de resistência, como a República Cubana vinha sendo. Resta-nos esperar o desenrolar dos acontecimentos para acompanhar o cumprimento profético que desencadeará no realizar-se de nossas esperanças: o retorno do Senhor (Lucas 21:28).
[1]“ Fidel Castro renuncia após 50 anos no poder”, disponível em http://www.record.pt/noticia.asp?id=776073&idCanal=127,.
[2]“ Fidel Castro renuncia à presidência de Cuba”, Terça-feira, 19 de Fevereiro de 2008, disponível em http://noticias.terra.com.br/mundo/interna/0,,OI2465469-EI8140,00.html.
[3] “ Após 49 anos no poder, Fidel Castro renuncia à Presidência”, disponível em http://www.estadao.com.br/internacional/not_int126945,0.htm.
[4] Idem.
[5]“ Após 49 anos, ditador Fidel Castro renuncia ao poder em Cuba”, disponível em http://www1.folha.uol.com.br/folha/mundo/ult94u373754.shtml.
[6] Ellen G. White, Maranata! (Meditações Matinais), p. 191
Fonte - Questão de Confiança
Falta de liberdade em Cuba

Um cubano descoberto assistindo a um canal de tevê americano por meio de uma antena parabólica clandestina é condenado a três anos de prisão. Se escrever críticas ao governo e for considerado opositor ou "colaborador dos EUA", a pena pode saltar para 20 anos. Por "atos contra a integridade e independência do país, rebelião, ajuda ao inimigo ou espionagem", há pena de morte.
Desde 1961, todas as liberdades civis foram restringidas. Com exceção da tímida abertura econômica dos anos 90, a cada crise o regime endureceu a perseguição a dissidentes. Organizações de direitos humanos estimam em mais de 200 os presos políticos no país. O número de presos e a aplicação da pena de morte não são divulgados - acredita-se que as últimas foram em 2003. Segundo a organização não-governamental Human Rights Watch, execuções acontecem duas semanas após o veredicto, sem direito de defesa aos réus.
Para Maria Aparecida de Aquino, professora de história na USP, a saída de Fidel Castro não deve promover alterações bruscas. "É possível que haja ingerência, seja da União Européia ou da ONU, para um afrouxamento do regime e a libertação de presos políticos. Mesmo entre os defensores de Fidel Castro, a necessidade de democratização parece irrefreável." O sociólogo Francisco de Oliveira crê que o debate sobre o tema virá à tona com a transição. "Acho que pode melhorar a questão dos direitos humanos."
Segundo Luiz Felipe de Alencastro, professor da Universidade de Paris, a conjuntura não é favorável a Raúl Castro tratar de temas mais delicados. "Ele está conversando com os americanos em surdina. Mas o momento é ruim porque nem democratas nem republicanos vão tomar alguma iniciativa antes das eleições", afirma ele. Por ora, os controles permanecem. Os jornais independentes foram fechados em 1961. Até para ter internet em casa ou TV por satélite é preciso autorização. Cuba tem menos internet per capita que o Haiti. Entre 1959 e 1961, 1.600 opositores ou simpatizantes da ditadura de Fulgêncio Batista foram fuzilados no "paredón".
Em 1961, ocorreu o primeiro êxodo da ilha. A classe média, que no início apoiou a revolução que derrubou a ditadura corrupta de Batista, não aprovou a reviravolta comunista. Mais de 50 mil pessoas fugiram para os EUA. Houve carência de médicos e engenheiros, que abandonaram o país.
Homossexuais foram perseguidos nas primeiras décadas do regime. O falecido escritor Reinaldo Arenas conta em sua autobiografia "Antes Que Anoiteça" que foi preso por ser gay. Apoiador da revolução, Arenas foi enviado a campos de trabalho para "reabilitar" homossexuais, chamados "Unidades militares de ajuda à produção", mantidos nos anos 60 e 70. Em 1980, no segundo grande êxodo, quando 125 mil saíram da ilha, o regime expulsou homossexuais, doentes mentais e criminosos, os "indesejados".
Também houve perseguição religiosa. Em 1961, 131 padres foram expulsos. De 670 sacerdotes em 1957, o número encolheu para 200 em 1963. Escolas religiosas foram expropriadas. A repressão só diminuiu às vésperas da visita do papa João Paulo 2º em janeiro de 1998. No entanto, o regime voltou atrás em algumas posições. Tanto gays quanto padres deixaram de ser vilões. Assim como a música dos Beatles -proibida nos anos 60, como "contra-revolucionária". Hoje, figurões do partido se declaram fãs da banda inglesa. Em 2000, foi inaugurado o Parque John Lennon, em Havana.
Fonte: Folha de São Paulo, 20 de fevereiro de 2008.
NOTA: "Quem não aprende com a história está condenado a repetí-la". É uma lei de causa e efeito invariável: adotar um sistema baseado na ética coletivista significará, mais cedo ou mais tarde, o fim das liberdades civis e a imposição de uma ditadura. Só não entendo como tem gente que ainda vê o ditador Fidel Castro como um mito...
Desde 1961, todas as liberdades civis foram restringidas. Com exceção da tímida abertura econômica dos anos 90, a cada crise o regime endureceu a perseguição a dissidentes. Organizações de direitos humanos estimam em mais de 200 os presos políticos no país. O número de presos e a aplicação da pena de morte não são divulgados - acredita-se que as últimas foram em 2003. Segundo a organização não-governamental Human Rights Watch, execuções acontecem duas semanas após o veredicto, sem direito de defesa aos réus.
Para Maria Aparecida de Aquino, professora de história na USP, a saída de Fidel Castro não deve promover alterações bruscas. "É possível que haja ingerência, seja da União Européia ou da ONU, para um afrouxamento do regime e a libertação de presos políticos. Mesmo entre os defensores de Fidel Castro, a necessidade de democratização parece irrefreável." O sociólogo Francisco de Oliveira crê que o debate sobre o tema virá à tona com a transição. "Acho que pode melhorar a questão dos direitos humanos."
Segundo Luiz Felipe de Alencastro, professor da Universidade de Paris, a conjuntura não é favorável a Raúl Castro tratar de temas mais delicados. "Ele está conversando com os americanos em surdina. Mas o momento é ruim porque nem democratas nem republicanos vão tomar alguma iniciativa antes das eleições", afirma ele. Por ora, os controles permanecem. Os jornais independentes foram fechados em 1961. Até para ter internet em casa ou TV por satélite é preciso autorização. Cuba tem menos internet per capita que o Haiti. Entre 1959 e 1961, 1.600 opositores ou simpatizantes da ditadura de Fulgêncio Batista foram fuzilados no "paredón".
Em 1961, ocorreu o primeiro êxodo da ilha. A classe média, que no início apoiou a revolução que derrubou a ditadura corrupta de Batista, não aprovou a reviravolta comunista. Mais de 50 mil pessoas fugiram para os EUA. Houve carência de médicos e engenheiros, que abandonaram o país.
Homossexuais foram perseguidos nas primeiras décadas do regime. O falecido escritor Reinaldo Arenas conta em sua autobiografia "Antes Que Anoiteça" que foi preso por ser gay. Apoiador da revolução, Arenas foi enviado a campos de trabalho para "reabilitar" homossexuais, chamados "Unidades militares de ajuda à produção", mantidos nos anos 60 e 70. Em 1980, no segundo grande êxodo, quando 125 mil saíram da ilha, o regime expulsou homossexuais, doentes mentais e criminosos, os "indesejados".
Também houve perseguição religiosa. Em 1961, 131 padres foram expulsos. De 670 sacerdotes em 1957, o número encolheu para 200 em 1963. Escolas religiosas foram expropriadas. A repressão só diminuiu às vésperas da visita do papa João Paulo 2º em janeiro de 1998. No entanto, o regime voltou atrás em algumas posições. Tanto gays quanto padres deixaram de ser vilões. Assim como a música dos Beatles -proibida nos anos 60, como "contra-revolucionária". Hoje, figurões do partido se declaram fãs da banda inglesa. Em 2000, foi inaugurado o Parque John Lennon, em Havana.
Fonte: Folha de São Paulo, 20 de fevereiro de 2008.
NOTA: "Quem não aprende com a história está condenado a repetí-la". É uma lei de causa e efeito invariável: adotar um sistema baseado na ética coletivista significará, mais cedo ou mais tarde, o fim das liberdades civis e a imposição de uma ditadura. Só não entendo como tem gente que ainda vê o ditador Fidel Castro como um mito...
Illuminati torna público suas intenções: ritual cabalístico
Por que os líderes dos Illuminati atuais parecem ter a obsessão de dizer às pessoas antecipadamente o que planejam fazer contra elas?
Já observamos diversas vezes em outros artigos que a Cabala é a versão judaizante da Religião de Mistérios da Babilônia, criada por sacerdotes judeus apóstatas durante o período de setenta anos de cativeiro na Babilônia. Esses sacerdotes aprenderam os princípios do satanismo babilônio, adaptaram esses princípios ao judaísmo e os levaram de volta a Israel como uma tradição oral... Aproximadamente no ano 1100, essa tradição oral foi sistematizada e escrita e tornou-se a pedra fundamental de todos os sistemas satânicos de adoração e de prática no mundo...
Agora, vamos voltar à questão da hora: Por que os líderes dos Illuminati atuais parecem ter a obsessão em dizer às pessoas antecipadamente o que estão planejando fazer contra elas?
Um assinante da Cutting Edge da África do Sul me escreveu alguns dias atrás para me contar algo que descobriu em uma pesquisa sobre a Cabala. Ele encontrou o endereço de correio eletrônico do criador de um site sobre a Cabala. Ele estava curioso para saber por que os cabalistas judeus que tinham lançado uma maldição 'Pulsa Dinura' (maldição de morte) sobre Ariel Sharon tornaram pública sua cerimônia maligna. Veja o que esse assinante descobriu:
"Li apresssadamente o artigo completo sobre aquela famosa maldição cabalista lançada sobre Ariel Sharon, especialmente a entrevista do rabino que realizou o ritual... Há meses que me pergunto por que os Illuminati sempre apresentam (embora usando uma máscara oculta) todos seus planos vindouros usando a mídia, os filmes ou a música. Por que razão eles apóiam os músicos populares e o Rock pesado?"
Quando o assinante perguntou a esse cabalista via correio eletrônico por que os cabalistas judeus tinham tornado pública sua maldição 'Pulsa Dinura' sobre Sharon, ele recebeu uma resposta que causou calafrios: "A pessoa amaldiçoada precisa saber, para que a maldição seja eficaz."
Você compreende o terrível significado dessa afirmação? De acordo com os rituais da Cabala, a vítima precisa ser informada que foi amaldiçoada! Portanto, quando ela morre, mesmo após saber o que está prestes a acontecer com ela, o poder supremo e sobrenatural do ocultismo é revelado e glorificado em todo o mundo. Os satanistas de todos os matizes gostam de se gloriar em seus poderes - gostam de dizer às suas vítimas o que está prestes a acontecer com elas, e então ver essas vítimas incapazes - totalmente impotentes - de impedir sua destruição.
Agora, você sabe por que os Illuminati "telegrafam seus golpes" de forma tão consistente...
Fonte: The Cutting Edge Ministries
NOTA: Sem implicar na diminuição da soberaria de Deus na história e sem pender para o sensacionalismo, acho que o comentário acima do pesquisador David Bay é relevante. Satanás tem lançado mão de todos os seus agentes no mundo para estabelecer a Babilônia do Apocalipse. Não quer dizer, é claro, que tudo que Hollywood (ou outras mídias) produz como ficção vai acontecer de fato. Porém, alguns temas e roteiros podem ter sim como inspiração, o ritual cabalístico descrito acima. Nada disso, no entanto, deve nos causar medo: "O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra" (Sl 34:7). Por outro lado, esse conhecimento deve nos acrescentar discernimento ao analisarmos os meios de comunicação.
Fonte - Minuto Profético
Já observamos diversas vezes em outros artigos que a Cabala é a versão judaizante da Religião de Mistérios da Babilônia, criada por sacerdotes judeus apóstatas durante o período de setenta anos de cativeiro na Babilônia. Esses sacerdotes aprenderam os princípios do satanismo babilônio, adaptaram esses princípios ao judaísmo e os levaram de volta a Israel como uma tradição oral... Aproximadamente no ano 1100, essa tradição oral foi sistematizada e escrita e tornou-se a pedra fundamental de todos os sistemas satânicos de adoração e de prática no mundo...
Agora, vamos voltar à questão da hora: Por que os líderes dos Illuminati atuais parecem ter a obsessão em dizer às pessoas antecipadamente o que estão planejando fazer contra elas?
Um assinante da Cutting Edge da África do Sul me escreveu alguns dias atrás para me contar algo que descobriu em uma pesquisa sobre a Cabala. Ele encontrou o endereço de correio eletrônico do criador de um site sobre a Cabala. Ele estava curioso para saber por que os cabalistas judeus que tinham lançado uma maldição 'Pulsa Dinura' (maldição de morte) sobre Ariel Sharon tornaram pública sua cerimônia maligna. Veja o que esse assinante descobriu:
"Li apresssadamente o artigo completo sobre aquela famosa maldição cabalista lançada sobre Ariel Sharon, especialmente a entrevista do rabino que realizou o ritual... Há meses que me pergunto por que os Illuminati sempre apresentam (embora usando uma máscara oculta) todos seus planos vindouros usando a mídia, os filmes ou a música. Por que razão eles apóiam os músicos populares e o Rock pesado?"
Quando o assinante perguntou a esse cabalista via correio eletrônico por que os cabalistas judeus tinham tornado pública sua maldição 'Pulsa Dinura' sobre Sharon, ele recebeu uma resposta que causou calafrios: "A pessoa amaldiçoada precisa saber, para que a maldição seja eficaz."
Você compreende o terrível significado dessa afirmação? De acordo com os rituais da Cabala, a vítima precisa ser informada que foi amaldiçoada! Portanto, quando ela morre, mesmo após saber o que está prestes a acontecer com ela, o poder supremo e sobrenatural do ocultismo é revelado e glorificado em todo o mundo. Os satanistas de todos os matizes gostam de se gloriar em seus poderes - gostam de dizer às suas vítimas o que está prestes a acontecer com elas, e então ver essas vítimas incapazes - totalmente impotentes - de impedir sua destruição.
Agora, você sabe por que os Illuminati "telegrafam seus golpes" de forma tão consistente...
Fonte: The Cutting Edge Ministries
NOTA: Sem implicar na diminuição da soberaria de Deus na história e sem pender para o sensacionalismo, acho que o comentário acima do pesquisador David Bay é relevante. Satanás tem lançado mão de todos os seus agentes no mundo para estabelecer a Babilônia do Apocalipse. Não quer dizer, é claro, que tudo que Hollywood (ou outras mídias) produz como ficção vai acontecer de fato. Porém, alguns temas e roteiros podem ter sim como inspiração, o ritual cabalístico descrito acima. Nada disso, no entanto, deve nos causar medo: "O anjo do Senhor acampa-se ao redor dos que o temem e os livra" (Sl 34:7). Por outro lado, esse conhecimento deve nos acrescentar discernimento ao analisarmos os meios de comunicação.
Fonte - Minuto Profético
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