LOURDES, quinta-feira, 25 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- A devoção à Virgem Maria tem um papel fundamental no diálogo ecumênico, no caminho rumo à unidade plena e visível entre os cristãos, afirmou o cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos.
...
De fato, admitiu o cardeal Kasper, «Lourdes é conhecida por seus milagres. Quem poderia imaginar, há 20 ou 30 anos, que católicos e anglicanos peregrinariam e rezariam juntos?».
«Para quem conhece os debates e as polêmicas do passado sobre Maria entre os católicos e os cristãos das igrejas não-católicas, para todos que conhecem as reservas do mundo não-católico com relação aos lugares marianos de peregrinação, para todas essas pessoas, o acontecimento de hoje, sem precedentes, é um milagre», sublinhou.
Segundo o cardeal Kasper, Maria é uma peça fundamental do movimento ecumênico, ainda que este tema «não é nem comum nem óbvio entre os ecumenistas».
A devoção a Maria é, recordou o purpurado, uma questão plenamente compartilhada com os ortodoxos, «mas também existia devoção mariana no tempo da Reforma».
«Lutero venerou Maria com fervor durante toda sua vida e a professava, com os Credos antigos e os concílios da Igreja do primeiro milênio, como Virgem e Mãe de Deus. Era crítico só com relação a algumas práticas, que considerava abusos e exageros – acrescentou. O mesmo aconteceu com os reformistas ingleses.»
A rejeição da doutrina sobre a Virgem Maria se produziu durante o Iluminismo, «em um espírito conhecido como ‘minimalismo mariológico’», explicou o cardeal Kasper.
Contudo, graças a «uma leitura e uma meditação renovada da Sagrada Escritura, observamos uma mudança lenta, mas decisiva», declarou, e citou várias declarações conjuntas entre católicos e luteranos, que tratam deste assunto.
«Maria não está ausente, mas presente no diálogo ecumênico. As Igrejas progrediram na aproximação sobre a doutrina de Nossa Senhora. Nossa Senhora já não nos divide, mas nos reconcilia e nos une em Cristo, seu Filho», acrescentou.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Como já afirmado aqui, o Prof. Azenilto Brito possui interessantes estudos sobre esta "ponte", uma de tantas, que a igreja romana tem estabelecido entre os mais diversos grupos. Chama a atenção apenas, que após o Papa BXVI ter afirmado que a ICAR é a única igreja verdadeira, ter afirmado que para união é necessário o reconhecimento do primado de Pedro e, nenhuma oposição visível tenha sido tomada, tudo leva a acreditar que também neste caso observaremos a mesma postura. E de tema em tema, apesar de não participar oficialmente de nenhum grupo ecumênico, embora todos incentive, o processo de retorno às origens continua.
sexta-feira, 26 de setembro de 2008
Rabino vai falar em Sínodo
O papa Bento XVI convidou o rabino Shear-Yashuv Cohen, membro da Comissão mista Israel-Vaticano, para fazer um pronunciamento durante os trabalhos do Sínodo, que se inicia no próximo dia 5 de outubro. O rabino aceitou. . «Tal convite, disse ele, representa uma mensagem de amor, coexistência e paz para as gerações futuras; é uma espécie de declaração que revela a intenção da Igreja em prosseguir as doutrinas de João XXIII e João Paulo II». Numa entrevista em Jerusalém, o rabino Cohen declarou que alguns rabinos radicais «pensam que o diálogo inter-religioso seja simplesmente uma maneira de convencer os judeus a tornarem-se cristãos. Eis porque se opuseram à minha intervenção no Sínodo». Entretanto, falar no Sínodo, acrescentou o rabino, será uma ocasião para aproximar o dia em que «todos os povos se reunirão todos juntos para dar graças a Deus».
Este convite está sendo visto como um encontro entre a ICAR e seu irmão mais velho, o judaísmo. É uma aproximação no sentido da formação de uma adoração única no planeta. Adoração à besta. Os judeus se aliando com os católicos, coloca os adventistas em situação mais complicadas, pois ambos são guardadores do sábado. Os judeus, pelo menos, por enquanto.
Radio Vaticana
2008-09-25
Fonte - Cristo Voltará
Este convite está sendo visto como um encontro entre a ICAR e seu irmão mais velho, o judaísmo. É uma aproximação no sentido da formação de uma adoração única no planeta. Adoração à besta. Os judeus se aliando com os católicos, coloca os adventistas em situação mais complicadas, pois ambos são guardadores do sábado. Os judeus, pelo menos, por enquanto.
Radio Vaticana
2008-09-25
Fonte - Cristo Voltará
Agravamento da crise financeira
PARIS, 26 Set 2008 (AFP) - A crise financeira apresentou novos sinais de agravamento nesta sexta-feira, com o fechamento durante a madrugada, do banco americano Washington Mutual (WaMu), enquanto as preocupações aumentam nos mercados pelo impasse sobre o plano de resgate americano discutido pelos parlamentares democratas e republicanos.
Aumentando o clima de tensão, vários grandes bancos centrais anunciaram simultaneamente na manhã desta sexta-feira novas medidas para trocar liquidez entre eles com mais facilidade e alimentar assim seus sistemas bancários respectivos.
O Washington Mutual, que já estava em dificuldades, foi fechado na madrugada de quinta para sexta-feira pelas autoridades americanas, que decidiram fazer o JP Morgan Chase recomprar uma parte de suas atividades.
...
Fonte - UOL
Nota Cristo Voltará:
A crise financeira não tem precedentes. É o que diz o FMI. É possível que mais bancos fechem. "Estamos diante de uma crise financeira inédita, porque ela nasceu no coração do sistema, os Estados Unidos, e não de sua periferia, e afetou simultaneamente o mundo inteiro", disse Strauss-Kahn no Cairo. A economia mundial vai desacelerar. "O chefe do Fundo se mostrou convencido de que "os atores do mercado desaparecerão, em particular nos Estados Unidos, com a possível extinção progressiva" de bancos de investimentos independentes, como Lehman Brothers ou Merrill Lynch.”
Ao lado disso, há as incertezas. E a economia está globalizada, tudo afeta tudo. Está tudo amarrado. Criamos um monstro de ganhar dinheiro, mas também é um monstro para quebrar financeiramente o planeta todo. Em poucas horas. Onde os investidores irão colocar o seu dinheiro? Em cisternas rotas, onde de um momento para outro, deixa de existir.
É hora de investir na vida eterna, onde a traça e a ferrugem não consomem. Isso é um sinal de que nos aproximamos do maior de todos os eventos da história da humanidade. Da primeira vez, JESUS veio quieto. Dessa vez, vira com todo o Seu exército, em alto clamor. Antes disso, os seus servos na Terra o anunciarão, também em alto clamor.
Aumentando o clima de tensão, vários grandes bancos centrais anunciaram simultaneamente na manhã desta sexta-feira novas medidas para trocar liquidez entre eles com mais facilidade e alimentar assim seus sistemas bancários respectivos.
O Washington Mutual, que já estava em dificuldades, foi fechado na madrugada de quinta para sexta-feira pelas autoridades americanas, que decidiram fazer o JP Morgan Chase recomprar uma parte de suas atividades.
...
Fonte - UOL
Nota Cristo Voltará:
A crise financeira não tem precedentes. É o que diz o FMI. É possível que mais bancos fechem. "Estamos diante de uma crise financeira inédita, porque ela nasceu no coração do sistema, os Estados Unidos, e não de sua periferia, e afetou simultaneamente o mundo inteiro", disse Strauss-Kahn no Cairo. A economia mundial vai desacelerar. "O chefe do Fundo se mostrou convencido de que "os atores do mercado desaparecerão, em particular nos Estados Unidos, com a possível extinção progressiva" de bancos de investimentos independentes, como Lehman Brothers ou Merrill Lynch.”
Ao lado disso, há as incertezas. E a economia está globalizada, tudo afeta tudo. Está tudo amarrado. Criamos um monstro de ganhar dinheiro, mas também é um monstro para quebrar financeiramente o planeta todo. Em poucas horas. Onde os investidores irão colocar o seu dinheiro? Em cisternas rotas, onde de um momento para outro, deixa de existir.
É hora de investir na vida eterna, onde a traça e a ferrugem não consomem. Isso é um sinal de que nos aproximamos do maior de todos os eventos da história da humanidade. Da primeira vez, JESUS veio quieto. Dessa vez, vira com todo o Seu exército, em alto clamor. Antes disso, os seus servos na Terra o anunciarão, também em alto clamor.
A Bíblia dia e noite
Personalidades do mundo todo, entre elas o jogador brasileiro Kaká, o Papa Bento XVI e o ator e diretor italiano Roberto Benigni lerão, a partir de 5 de outubro, a Bíblia de forma integral e durante sete dias consecutivos em um programa da televisão pública italiana.
A leitura será transmitida ao vivo pelos canais Rai Uno e Rai Educational. Mais de 1.500 pessoas participarão nessa maratona de 139 horas batizada de "A Bíblia de dia e de noite". Além do Papa, foram convidados o bispo ortodoxo Hilarion Aleyev, representante da Igreja russa na Europa, e Maria Bonafede, da Igreja valdense.
O início da leitura coincide com a abertura do Sínodo dos Bispos, que será realizado no Vaticano. (AFP)
Nota Minuto Profético: Espantoso mesmo é o fato desse evento ser patrocinado por um canal de Tv estatal, violando aberta e perigosamente o conceito moderno de Estado Laico. É tudo que a Igreja Católica sempre buscou. Quanto mais passa o tempo mais as nações estão se deixando levar pelos sofismas da Igreja Romana que só almeja reconquistar a supremacia política e religiosa mundial. E um dos caminhos mais seguros para isso tem sido o ecumenismo. Ao unir sua imagem com a de celebridades como Kaká (cristão conservador) o bispo de Roma deseja demonstrar que é reconhecidamente o líder maior da cristandade mundial. Talvez o mundo acorde tarde demais do pesadelo em que está se metendo...
A leitura será transmitida ao vivo pelos canais Rai Uno e Rai Educational. Mais de 1.500 pessoas participarão nessa maratona de 139 horas batizada de "A Bíblia de dia e de noite". Além do Papa, foram convidados o bispo ortodoxo Hilarion Aleyev, representante da Igreja russa na Europa, e Maria Bonafede, da Igreja valdense.
O início da leitura coincide com a abertura do Sínodo dos Bispos, que será realizado no Vaticano. (AFP)
Nota Minuto Profético: Espantoso mesmo é o fato desse evento ser patrocinado por um canal de Tv estatal, violando aberta e perigosamente o conceito moderno de Estado Laico. É tudo que a Igreja Católica sempre buscou. Quanto mais passa o tempo mais as nações estão se deixando levar pelos sofismas da Igreja Romana que só almeja reconquistar a supremacia política e religiosa mundial. E um dos caminhos mais seguros para isso tem sido o ecumenismo. Ao unir sua imagem com a de celebridades como Kaká (cristão conservador) o bispo de Roma deseja demonstrar que é reconhecidamente o líder maior da cristandade mundial. Talvez o mundo acorde tarde demais do pesadelo em que está se metendo...
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Bush: EUA estão no meio de uma séria crise financeira

WASHINGTON (Reuters) - O presidente dos EUA, George W. Bush, disse nesta quarta-feira que os Estados Unidos atravessam uma séria crise financeira, enquanto tenta convencer a população a apoiar um plano de socorro financeiro de 700 bilhões de dólares.
"Nós estamos no meio de uma séria crise financeira, e o governo federal está respondendo com uma ação decisiva", disse Bush em um pronunciamento pela TV.
Ele alertou que "o mercado não está funcionando adequadamente", que há uma perda generalizada de confiança, que importantes setores estão em crise, que mais bancos podem falir e que isso ameaça levar a economia dos EUA a uma recessão.
"Nós não podemos permitir que isso aconteça", afirmou.
Fonte - MSN
Nota DDP: Gostaria apenas de dizer que há bem pouco tempo Bush havia afirmado que a crise não era tudo isso. Sua mudança de posicionamento e a análise de sua postura inicial minimalista, permitem inferir que o "rombo", neste momento, já é muito mais embaixo do que ora ele ousa admitir.
Nota Gilberto Theiss: É este o tipo de crise que poderá mudar para sempre o rumo da humanidade. Os Adventistas do Sétimo dia sabem muito bem que serão crises assim que fortalecerão o desejo da imposição dominical como solução aos EUA. Vários líderes, tanto religiosos quanto políticos republicanos, tem expressado que a nação americana está mergulhada em várias crises e recessões porque tem deixado para trás os princípios morais de sua fé e que a observância real do domingo melhoraria essa condição e consequêntemente os favores de Deus seriam mantidos à nação.
Falando sobre isto, Ellen White escreveu: "Esta classe apresenta a alegação de que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade. Insiste-se nisto especialmente na América do Norte, onde a doutrina do verdadeiro sábado tem sido mais amplamente pregada". Grande Conflito, 587.
De fato desconhecem eles que a pior ruína ainda está por vir. Quando essa lei de imposição dominical surgir para ser uma solução à nação, na verdade mergulharão em uma ruina maior, ainda, veja:
"Quando nossa nação [americana], em suas assembléias legislativas, promulgar leis que restrinjam a consciência das pessoas quanto ao seus privilégios religiosos, impondo a observância do domingo e exercendo poder opressor contra os que guardam o sábado do sétimo dia, a lei de Deus será, para todos os efeitos, invalidada em nosso país, e a apostasia nacional será seguida de ruína nacional". Eventos Finais, 117.
A insistência à imposição dominical ultrapassará as fronteiras da américa do norte. Os outros países seguirão o exemplo. Os habitantes das outras nações serão induzidos aos mesmos princípios do papado como solução para o mundo.
"Quando a américa, o país da liberdade religiosa, se aliar com o papado, a fim de dominar as consciências e impelir os homens a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo." Testemunhos Seletos, 2, 373.
A legislação dominical não trará melhoras ao mundo como pensam alguns, na verdade quando essa imposição ocorrer, a taça da misericórdia de Deus se transbordará e Ele se revelará com seus juízos sobre a terra:
"Quando essa substituição se tornar universal, Deus Se revelará. Ele se erguerá em Sua magestade para sacudir terrivelmente a terra." Testemunhos Seletos, 3, 142 e 143.
Nesta obra de engano, o poder religioso católico/protestante se unirão na perseguição aos grupos minoritários que não aderirem:
"As organizações religiosas que recusam ouvir as mensagens de advertência da parte de Deus estarão sob forte engano, e se unirão com o poder civil para perseguir os santos. As igrejas protestantes se unirão com o poder papal para perseguir o povo de Deus que guarda os mandamentos." Eventos Finais, 126.
"A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão romanistas e protestantes." Grande Conflito, 607.
A anarquia, os problemas morais, corrupção, distúrbios na natureza e a criminalidade serão argumentos levantados contra os que não honram o domingo:
"Os que honram o sábado bíblico serão denunciados como inimigos da lei e da ordem, como que a derribar as restrições morais da sociedade, causando anarquia e corrupção, e atraindo os juízos de Deus sobre a terra. Declarar-se-á que seus conscienciosos escrúpulos são teimosia, obstinação e desdém à autoridade. serão acusados de deslealdade para com o governo." Grande Conflito, 592.
O anjo caído fará de tudo para que os fiéis que guardam o verdadeiro sábado bíblico não suportem a pressão e venham a abandonar a obediência ao Deus verdadeiro. Farão de tudo para que na falta de alimento e vestuário percam a fé e se unam aos transgressores:
"Na última grande batalha do conflito com satanás, os que são leais a Deus hão de ser privados de todo apoio terreno. Por se recusarem a violar-lhe a lei em obediência a poderes terrestres, ser-lhe-á proibido comprar ou vender." Desejado de Todas as Nações, 121 e 122, e Apoc. 13:15-17.
"Satanás diz: ... Pelo temor de que lhes venha a faltar alimento e vestuário, eles se unirão com o mundo na transgressão da lei de Deus. A terra estará inteiramente sobre meu domínio." Profetas e Reis, 183.
Mas com certeza Deus cuidará de seu povo fiél, "o pão lhe será dado e a água será certa". Isaias 33:16.
"Nós estamos no meio de uma séria crise financeira, e o governo federal está respondendo com uma ação decisiva", disse Bush em um pronunciamento pela TV.
Ele alertou que "o mercado não está funcionando adequadamente", que há uma perda generalizada de confiança, que importantes setores estão em crise, que mais bancos podem falir e que isso ameaça levar a economia dos EUA a uma recessão.
"Nós não podemos permitir que isso aconteça", afirmou.
Fonte - MSN
Nota DDP: Gostaria apenas de dizer que há bem pouco tempo Bush havia afirmado que a crise não era tudo isso. Sua mudança de posicionamento e a análise de sua postura inicial minimalista, permitem inferir que o "rombo", neste momento, já é muito mais embaixo do que ora ele ousa admitir.
Nota Gilberto Theiss: É este o tipo de crise que poderá mudar para sempre o rumo da humanidade. Os Adventistas do Sétimo dia sabem muito bem que serão crises assim que fortalecerão o desejo da imposição dominical como solução aos EUA. Vários líderes, tanto religiosos quanto políticos republicanos, tem expressado que a nação americana está mergulhada em várias crises e recessões porque tem deixado para trás os princípios morais de sua fé e que a observância real do domingo melhoraria essa condição e consequêntemente os favores de Deus seriam mantidos à nação.
Falando sobre isto, Ellen White escreveu: "Esta classe apresenta a alegação de que a corrupção que rapidamente se alastra é atribuível em grande parte à profanação do descanso dominical, e que a imposição da observância do domingo melhoraria grandemente a moral da sociedade. Insiste-se nisto especialmente na América do Norte, onde a doutrina do verdadeiro sábado tem sido mais amplamente pregada". Grande Conflito, 587.
De fato desconhecem eles que a pior ruína ainda está por vir. Quando essa lei de imposição dominical surgir para ser uma solução à nação, na verdade mergulharão em uma ruina maior, ainda, veja:
"Quando nossa nação [americana], em suas assembléias legislativas, promulgar leis que restrinjam a consciência das pessoas quanto ao seus privilégios religiosos, impondo a observância do domingo e exercendo poder opressor contra os que guardam o sábado do sétimo dia, a lei de Deus será, para todos os efeitos, invalidada em nosso país, e a apostasia nacional será seguida de ruína nacional". Eventos Finais, 117.
A insistência à imposição dominical ultrapassará as fronteiras da américa do norte. Os outros países seguirão o exemplo. Os habitantes das outras nações serão induzidos aos mesmos princípios do papado como solução para o mundo.
"Quando a américa, o país da liberdade religiosa, se aliar com o papado, a fim de dominar as consciências e impelir os homens a reverenciar o falso sábado, os povos de todos os demais países do mundo hão de ser induzidos a imitar-lhe o exemplo." Testemunhos Seletos, 2, 373.
A legislação dominical não trará melhoras ao mundo como pensam alguns, na verdade quando essa imposição ocorrer, a taça da misericórdia de Deus se transbordará e Ele se revelará com seus juízos sobre a terra:
"Quando essa substituição se tornar universal, Deus Se revelará. Ele se erguerá em Sua magestade para sacudir terrivelmente a terra." Testemunhos Seletos, 3, 142 e 143.
Nesta obra de engano, o poder religioso católico/protestante se unirão na perseguição aos grupos minoritários que não aderirem:
"As organizações religiosas que recusam ouvir as mensagens de advertência da parte de Deus estarão sob forte engano, e se unirão com o poder civil para perseguir os santos. As igrejas protestantes se unirão com o poder papal para perseguir o povo de Deus que guarda os mandamentos." Eventos Finais, 126.
"A igreja apelará para o braço forte do poder civil, e nesta obra unir-se-ão romanistas e protestantes." Grande Conflito, 607.
A anarquia, os problemas morais, corrupção, distúrbios na natureza e a criminalidade serão argumentos levantados contra os que não honram o domingo:
"Os que honram o sábado bíblico serão denunciados como inimigos da lei e da ordem, como que a derribar as restrições morais da sociedade, causando anarquia e corrupção, e atraindo os juízos de Deus sobre a terra. Declarar-se-á que seus conscienciosos escrúpulos são teimosia, obstinação e desdém à autoridade. serão acusados de deslealdade para com o governo." Grande Conflito, 592.
O anjo caído fará de tudo para que os fiéis que guardam o verdadeiro sábado bíblico não suportem a pressão e venham a abandonar a obediência ao Deus verdadeiro. Farão de tudo para que na falta de alimento e vestuário percam a fé e se unam aos transgressores:
"Na última grande batalha do conflito com satanás, os que são leais a Deus hão de ser privados de todo apoio terreno. Por se recusarem a violar-lhe a lei em obediência a poderes terrestres, ser-lhe-á proibido comprar ou vender." Desejado de Todas as Nações, 121 e 122, e Apoc. 13:15-17.
"Satanás diz: ... Pelo temor de que lhes venha a faltar alimento e vestuário, eles se unirão com o mundo na transgressão da lei de Deus. A terra estará inteiramente sobre meu domínio." Profetas e Reis, 183.
Mas com certeza Deus cuidará de seu povo fiél, "o pão lhe será dado e a água será certa". Isaias 33:16.
Religiões devem trabalhar juntas pela paz
Dakar, 25 set (RV) - Os líderes religiosos devem trabalhar juntos na África Ocidental para contribuir pela busca da paz no território. A afirmação foi feita pelo arcebispo da capital senegalesa, Dakar, dom Theodore Adrien Sarr, em entrevista à agência de notícias africana Panapress.
“É um tema que me esforço para promover pessoalmente”, explicou o cardeal, lembrando que cristãos, islâmicos e membros de outras religiões devem assumir o compromisso e se sensibilizar em busca da paz.
Para Dom Theodore, no entanto, é fundamental prosseguir com o diálogo interreligioso e trabalhar para estreitar essas relações. O cardeal destacou também que o cristianismo, o islamismo e as religiões tradicionais têm valores em comum como a solidariedade, o respeito ao próximo, o amor pela vida e o senso de humanidade.
“Juntas”, acrescentou Dom Theodore, “as nossas religiões podem se voltar para os políticos e interpelá-los sobre alguns valores”. O cardeal ressaltou, ainda, que é preciso contribuir para prevenir os conflitos e pôr fim à violência que assola a África Ocidental.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Como se vê, a intenção final do ecumenismo é ladeada de contornos políticos.
“É um tema que me esforço para promover pessoalmente”, explicou o cardeal, lembrando que cristãos, islâmicos e membros de outras religiões devem assumir o compromisso e se sensibilizar em busca da paz.
Para Dom Theodore, no entanto, é fundamental prosseguir com o diálogo interreligioso e trabalhar para estreitar essas relações. O cardeal destacou também que o cristianismo, o islamismo e as religiões tradicionais têm valores em comum como a solidariedade, o respeito ao próximo, o amor pela vida e o senso de humanidade.
“Juntas”, acrescentou Dom Theodore, “as nossas religiões podem se voltar para os políticos e interpelá-los sobre alguns valores”. O cardeal ressaltou, ainda, que é preciso contribuir para prevenir os conflitos e pôr fim à violência que assola a África Ocidental.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Como se vê, a intenção final do ecumenismo é ladeada de contornos políticos.
A terra no vermelho

A partir de hoje viajaremos com as contas no vermelho e consumiremos mais recursos do que aqueles que a natureza fornece de modo renovável. Estamos comendo o capital biológico acumulado em mais de três bilhões de anos de evolução da vida: nem mesmo uma superintervenção como a do governo dos Estados Unidos para tapar os buracos dos bancos americanos bastaria para reequilibrar nossa relação com o planeta. Dia 23 de setembro é o Earth Overshoot Day [dia da ultrapassagem dos limites da Terra]: a hora da bancarrota ecológica.
A reportagem é de Antonio Cianciullo e publicada pelo jornal La Repubblica, 22-09-2008.
Dia 23 de setembro é o Earth Overshoot Day, que em 1955 se desencadeou quase dois meses mais tarde. As projeções das Nações Unidas: sem adoção de medidas, em 2050 encerraremos no dia primeiro de julho.
É o dia em que a renda anual à nossa disposição acaba e os seres humanos vivos continuam a sobreviver pedindo um empréstimo ao futuro, ou seja, retirando riqueza aos filhos e aos netos. A data foi calculada pelo Global Footprint Network, a associação que mensura a pegada ecológica, ou seja, o sinal que cada um de nós deixa sobre o planeta retirando aquilo de que necessita para viver e eliminando o que não lhe serve mais, os rejeitos.
O dia 23 de setembro não é uma data fixa. Por milênios o impacto da humanidade, em nível global, foi transcurável: era um número irrelevante no que se refere à ação produzida pelos eventos naturais que modelaram o planeta. Com o crescimento da população (o século vinte começou com 1,6 bilhões de seres humanos e concluiu com 6 bilhões de seres humanos) e com o crescimento do consumo (o energético aumentou 16 vezes durante o século passado) o quadro mudou em períodos que, do ponto de vista da história geológica, representam uma fração de segundo.
Em 1961 metade da Terra era suficiente para satisfazer as nossas necessidades. O primeiro ano em que a humanidade utilizou mais recursos do que os oferecidos pela biocapacidade do planeta foi 1986, mas, daquela vez o cartãozinho vermelho se ergueu no dia 31 de dezembro: o dano ainda era moderado. Em 1995 a fase do superconsumo já devorara mais de um mês de calendário: a partir de 21 de novembro a quantidade de madeira, fibras, animais e verduras devoradas ia além da capacidade dos ecossistemas de se regenerarem; a retirada começava a devorar o capital à disposição, num círculo vicioso que reduz os úteis à disposição e constringe a antecipar sempre mais o momento do débito.
Em 2005, o Earth Overshoot Day caiu no dia 2 de outubro. Neste ano já o adiantamos para o dia 23 de setembro: já consumimos quase 40 por cento a mais do que aquilo que a natureza pode oferecer sem se empobrecer. Segundo as projeções das Nações Unidas, o ano no qual – se não se tomarem providências – o vermelho vai disparar no dia primeiro de julho será 2050. Isto significa que na metade do século precisaremos de um segundo planeta à disposição. E, visto que é difícil levantar para aquela época a hipótese de uma transferência planetária, será preciso bloquear o superconsumo agindo numa dupla frente: tecnologias e estilos de vida.
O esforço inovador da indústria de ponta produziu um primeiro salto tecnológico relevante: no campo dos eletrodomésticos, da iluminação, da calefação das casas, da fabricação de algumas mercadorias o consumo se reduziu notavelmente. Mas, também os estilos de vida desempenham um papel relevante. Para nos convencermos disso basta confrontar o débito ecológico de países nos quais os níveis de bem-estar são semelhantes. Se o modelo dos Estados Unidos fosse estendido a todo o planeta, precisaríamos de 5,4 Terras. Com o estilo do Reino Unido se desce a 3,1 Terras. Com a Alemanha a 2,5. Com a Itália a 2,2.
“Temos um débito ecológico igual a menos do que a metade daquele dos States, mesmo para nossa adesão às raízes da produção tradicional e para a liderança no campo da agricultura biológica, a de menor impacto ambiental”, explica Roberto Brambilla, da rede Lilliput que, junto com a WWF, cuida da difusão dos cálculos do rastro ecológico. “Mas, também para nós a caminhada para o objetivo da sustentabilidade é longa: servem-nos menos obras prejudiciais como a Ponte sobre o Estreito e mais reflorestamento para reduzir a emissão de gás serra e os desmoronamentos”.
Fonte - Envolverde
A reportagem é de Antonio Cianciullo e publicada pelo jornal La Repubblica, 22-09-2008.
Dia 23 de setembro é o Earth Overshoot Day, que em 1955 se desencadeou quase dois meses mais tarde. As projeções das Nações Unidas: sem adoção de medidas, em 2050 encerraremos no dia primeiro de julho.
É o dia em que a renda anual à nossa disposição acaba e os seres humanos vivos continuam a sobreviver pedindo um empréstimo ao futuro, ou seja, retirando riqueza aos filhos e aos netos. A data foi calculada pelo Global Footprint Network, a associação que mensura a pegada ecológica, ou seja, o sinal que cada um de nós deixa sobre o planeta retirando aquilo de que necessita para viver e eliminando o que não lhe serve mais, os rejeitos.
O dia 23 de setembro não é uma data fixa. Por milênios o impacto da humanidade, em nível global, foi transcurável: era um número irrelevante no que se refere à ação produzida pelos eventos naturais que modelaram o planeta. Com o crescimento da população (o século vinte começou com 1,6 bilhões de seres humanos e concluiu com 6 bilhões de seres humanos) e com o crescimento do consumo (o energético aumentou 16 vezes durante o século passado) o quadro mudou em períodos que, do ponto de vista da história geológica, representam uma fração de segundo.
Em 1961 metade da Terra era suficiente para satisfazer as nossas necessidades. O primeiro ano em que a humanidade utilizou mais recursos do que os oferecidos pela biocapacidade do planeta foi 1986, mas, daquela vez o cartãozinho vermelho se ergueu no dia 31 de dezembro: o dano ainda era moderado. Em 1995 a fase do superconsumo já devorara mais de um mês de calendário: a partir de 21 de novembro a quantidade de madeira, fibras, animais e verduras devoradas ia além da capacidade dos ecossistemas de se regenerarem; a retirada começava a devorar o capital à disposição, num círculo vicioso que reduz os úteis à disposição e constringe a antecipar sempre mais o momento do débito.
Em 2005, o Earth Overshoot Day caiu no dia 2 de outubro. Neste ano já o adiantamos para o dia 23 de setembro: já consumimos quase 40 por cento a mais do que aquilo que a natureza pode oferecer sem se empobrecer. Segundo as projeções das Nações Unidas, o ano no qual – se não se tomarem providências – o vermelho vai disparar no dia primeiro de julho será 2050. Isto significa que na metade do século precisaremos de um segundo planeta à disposição. E, visto que é difícil levantar para aquela época a hipótese de uma transferência planetária, será preciso bloquear o superconsumo agindo numa dupla frente: tecnologias e estilos de vida.
O esforço inovador da indústria de ponta produziu um primeiro salto tecnológico relevante: no campo dos eletrodomésticos, da iluminação, da calefação das casas, da fabricação de algumas mercadorias o consumo se reduziu notavelmente. Mas, também os estilos de vida desempenham um papel relevante. Para nos convencermos disso basta confrontar o débito ecológico de países nos quais os níveis de bem-estar são semelhantes. Se o modelo dos Estados Unidos fosse estendido a todo o planeta, precisaríamos de 5,4 Terras. Com o estilo do Reino Unido se desce a 3,1 Terras. Com a Alemanha a 2,5. Com a Itália a 2,2.
“Temos um débito ecológico igual a menos do que a metade daquele dos States, mesmo para nossa adesão às raízes da produção tradicional e para a liderança no campo da agricultura biológica, a de menor impacto ambiental”, explica Roberto Brambilla, da rede Lilliput que, junto com a WWF, cuida da difusão dos cálculos do rastro ecológico. “Mas, também para nós a caminhada para o objetivo da sustentabilidade é longa: servem-nos menos obras prejudiciais como a Ponte sobre o Estreito e mais reflorestamento para reduzir a emissão de gás serra e os desmoronamentos”.
Fonte - Envolverde
O Vaticano e o Sábado
A notícia é antiga (Dez/05), anterior à criação deste blog, mas como já considerei em outras oportunidades, importante para que visualizemos com clareza com quem estamos tratando e, principalmente, o tempo em que estamos vivendo.
CIDADE DO VATICANO, 29 dez (AFP) - O papa Bento XVI chamou à ordem o Caminho neo-catecumenal, movimento da igreja católica fundado pelo espanhol Kiko Argüello, e pediu que abandone suas práticas "inovadoras".
O Papa considera que estas práticas, como celebrar missa no sábado, comungar à mesa e permitir a pregação por leigos não estão de acordo com as regras litúrgias da Igreja, e que este movimento deve cumpri-las se quiser ser plenamente reconhecido pelo Vaticano.
...
O Papa lembra que "o dia do Senhor é o domingo", e não o sábado, e que "pelo menos um domingo por mês" eles devem participar da missa de sua paróquia junto com os demais fiéis.
...
Fonte - UOL
Nota DDP: Chegará o tempo que, para ser plenamente reonhecido pelo Vaticano, os joelhos deverão ser dobrados a Baal e reconhecer-se que "o dia do Senhor é o domingo".
CIDADE DO VATICANO, 29 dez (AFP) - O papa Bento XVI chamou à ordem o Caminho neo-catecumenal, movimento da igreja católica fundado pelo espanhol Kiko Argüello, e pediu que abandone suas práticas "inovadoras".
O Papa considera que estas práticas, como celebrar missa no sábado, comungar à mesa e permitir a pregação por leigos não estão de acordo com as regras litúrgias da Igreja, e que este movimento deve cumpri-las se quiser ser plenamente reconhecido pelo Vaticano.
...
O Papa lembra que "o dia do Senhor é o domingo", e não o sábado, e que "pelo menos um domingo por mês" eles devem participar da missa de sua paróquia junto com os demais fiéis.
...
Fonte - UOL
Nota DDP: Chegará o tempo que, para ser plenamente reonhecido pelo Vaticano, os joelhos deverão ser dobrados a Baal e reconhecer-se que "o dia do Senhor é o domingo".
Inundações no leste da Índia atingem 4 milhões de pessoas

BHUBANESWAR, Índia (AFP) - As inundações no leste da Índia, que já deixaram 46 mortos e afetaram ao todo quatro milhões de pessoas - das quais 370.000 precisaram ser evacuadas -, já são consideradas as piores dos últimos anos, confirmaram nesta quarta-feira fontes oficiais.
Desde o final de semana, as águas já fizeram 20 novas vítimas fatais. A Marinha indiana atua com embarcações e homens na região de Orissa, a mais afetada pelos temporais.
O secretário de impostos da região, G.V.V. Sharma, que acompanha as operações de resgate, disse que a situação no estado é desalentadora.
"As águas que transbordaram do rio Mahanadi inundaram 5.772 aldeias em 30 distritos de Orissa", indicou Sharma na capital do estado, Bhubaneswar.
"Até agora, as inundações danificaram 127.000 casas", acrescentou.
O governo local informou por carta às autoridades federais que cerca de quatro milhões de pessoas foram afetadas e mais de um milhão de aldeias estão completamente alagadas.
...
Fonte - Yahoo
Desde o final de semana, as águas já fizeram 20 novas vítimas fatais. A Marinha indiana atua com embarcações e homens na região de Orissa, a mais afetada pelos temporais.
O secretário de impostos da região, G.V.V. Sharma, que acompanha as operações de resgate, disse que a situação no estado é desalentadora.
"As águas que transbordaram do rio Mahanadi inundaram 5.772 aldeias em 30 distritos de Orissa", indicou Sharma na capital do estado, Bhubaneswar.
"Até agora, as inundações danificaram 127.000 casas", acrescentou.
O governo local informou por carta às autoridades federais que cerca de quatro milhões de pessoas foram afetadas e mais de um milhão de aldeias estão completamente alagadas.
...
Fonte - Yahoo
quarta-feira, 24 de setembro de 2008
Execução de assassino nos EUA é adiada após pedido de clemência do papa
Washington, 23 set (EFE).- A Suprema Corte americana adiou hoje a execução de um condenado à morte no estado da Geórgia, após os pedidos de clemência apresentados pelo papa Bento XVI e pelo ex-presidente Jimmy Carter.
Fontes judiciais disseram que a ordem de adiamento foi recebida três horas antes da execução de Troy Davis, de 39 anos, que iria receber uma injeção letal pelo assassinato de um policial em 1989.
Outros que pediram clemência ao condenado foram o Prêmio Nobel da Paz Desmond Tutu, um ex-diretor do FBI (a polícia federal americana) e a freira Helen Prejean, que faz campanha contra a aplicação da pena de morte nos Estados Unidos e é autora do livro "Dean Man Walking", levado ao cinema por Susan Sarandon e Sean Penn (em "Os Últimos Passos de um Homem").
Segundo informações, os pedidos para que Davis tivesse sua vida poupada se baseavam em dúvidas sobre a culpa do condenado e nos argumentos de que o julgamento foi resultado de um caso de identificação equivocada.
Documentos mostram que sete das nove pessoas que foram ao tribunal testemunhar contra Davis retiraram suas declarações e disseram que haviam sido pressionadas pela Polícia.
Além disso, quatro dessas mesmas testemunhas afirmaram depois que outro homem, identificado como Sylvester Coles, era o assassino do caso.
Fontes judiciais disseram que o Supremo adiou a execução para considerar uma apelação dos advogados de Davis na próxima semana.
Fonte - G1
Nota DDP:
De se notar que cinco dos nove juízes da Suprema Corte americana são católicos. Chega a ser fascinante que o órgão máximo de uma nação fundamentalista protestante, embora o negue sob a alcunha do 'laicismo', se dobrem (ainda que por um motivo correto) ao "sucessor" daquele que um dia os motivou a fundar uma nação livre, por força da perseguição a que estavam afetos.
Fontes judiciais disseram que a ordem de adiamento foi recebida três horas antes da execução de Troy Davis, de 39 anos, que iria receber uma injeção letal pelo assassinato de um policial em 1989.
Outros que pediram clemência ao condenado foram o Prêmio Nobel da Paz Desmond Tutu, um ex-diretor do FBI (a polícia federal americana) e a freira Helen Prejean, que faz campanha contra a aplicação da pena de morte nos Estados Unidos e é autora do livro "Dean Man Walking", levado ao cinema por Susan Sarandon e Sean Penn (em "Os Últimos Passos de um Homem").
Segundo informações, os pedidos para que Davis tivesse sua vida poupada se baseavam em dúvidas sobre a culpa do condenado e nos argumentos de que o julgamento foi resultado de um caso de identificação equivocada.
Documentos mostram que sete das nove pessoas que foram ao tribunal testemunhar contra Davis retiraram suas declarações e disseram que haviam sido pressionadas pela Polícia.
Além disso, quatro dessas mesmas testemunhas afirmaram depois que outro homem, identificado como Sylvester Coles, era o assassino do caso.
Fontes judiciais disseram que o Supremo adiou a execução para considerar uma apelação dos advogados de Davis na próxima semana.
Fonte - G1
Nota DDP:
De se notar que cinco dos nove juízes da Suprema Corte americana são católicos. Chega a ser fascinante que o órgão máximo de uma nação fundamentalista protestante, embora o negue sob a alcunha do 'laicismo', se dobrem (ainda que por um motivo correto) ao "sucessor" daquele que um dia os motivou a fundar uma nação livre, por força da perseguição a que estavam afetos.
Tremor de terra assusta moradores de São Francisco do Sul/SC
Um tremor de terra movimentou equipes de resgate do Corpo de Bombeiro Voluntário de São Francisco do Sul (SC), na manhã desta segunda-feira (22). Alguns moradores da região litorânea perceberam um leve tremor de terra por volta das 9h.
"Estava na sala com meu marido, vendo televisão, quando senti o chão e o sofá tremerem. Foi um susto danado, porque nunca aconteceu isso por aqui. Só peguei as crianças e corri para a rua", disse a moradora Davinelva Machado de Oliveira.
De acordo com Jorge Sand França, chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), não houve registros significativos de abalo na região.
Segundo Cesar Augusto Vieira, bombeiro voluntário da região, uma equipe esteve no local, mas não registrou danos nos imóveis. A Defesa Civil do Estado foi acionada para avaliar o ocorrido. (Fonte: G1)
Fonte - Ambiente Brasil
"Estava na sala com meu marido, vendo televisão, quando senti o chão e o sofá tremerem. Foi um susto danado, porque nunca aconteceu isso por aqui. Só peguei as crianças e corri para a rua", disse a moradora Davinelva Machado de Oliveira.
De acordo com Jorge Sand França, chefe do Observatório Sismológico da Universidade de Brasília (UnB), não houve registros significativos de abalo na região.
Segundo Cesar Augusto Vieira, bombeiro voluntário da região, uma equipe esteve no local, mas não registrou danos nos imóveis. A Defesa Civil do Estado foi acionada para avaliar o ocorrido. (Fonte: G1)
Fonte - Ambiente Brasil
Quase 2 bilhões de pessoas podem sofrer de dengue
Manila - Quase 2 bilhões de pessoas enfrentam o risco de sofrer de dengue na região da Ásia-Pacífico se os governos não se esforçam mais para combater a doença, advertiu hoje a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Um relatório divulgado pelo escritório regional da OMS em Manila pediu aos 37 países e territórios da região, que já sofreu uma pandemia de dengue entre 2001 e 2004, que apóiem sua estratégia comum para lutar contra o vírus.
A OMS explicou que os efeitos da mudança climática, das migrações, das mudanças demográficas e do crescimento das cidades causaram uma ampla expansão das regiões de águas paradas, onde vive o mosquito que transmite o dengue.
...
Fonte - Último Segundo
Um relatório divulgado pelo escritório regional da OMS em Manila pediu aos 37 países e territórios da região, que já sofreu uma pandemia de dengue entre 2001 e 2004, que apóiem sua estratégia comum para lutar contra o vírus.
A OMS explicou que os efeitos da mudança climática, das migrações, das mudanças demográficas e do crescimento das cidades causaram uma ampla expansão das regiões de águas paradas, onde vive o mosquito que transmite o dengue.
...
Fonte - Último Segundo
O pânico nosso
Segunda, pânico, terça, calma, quarta, pânico. Quinta, milhares de americanos tiraram US$ 150 bilhões das suas contras e assombraram a Casa Branca. À noite, saiu o anúncio do pacote salvador. Sexta, delirante, mas a cabeça esfriou no fim de semana. Segunda, voltou o pânico e novo mergulho no mercado de ações.
Você lê, conversa com analistas, liga a televisão e há um batalhão de economistas à favor do pacote, mas contra o conteúdo. A maioria dos americanos vê o abismo, mas o entusiasmo pelo documento de três páginas e US$ 700 bilhões encolhe de minuto a minuto. O remédio pode ser pior do que a doença. 700 bilhões - o número mais usado já é um trilhão - a critério de Henry Paulson, um homem que veio da Wall Street. O secretário do Tesouro não fuma, não bebe, usa relógio barato, tem paixão pela preservação da natureza e não freqüenta o círculo social de Washington, mas estas virtudes não abafam suas origens de homem da Wall Street.
Quando você filtra as forças contrárias ao pacote há pelo menos cinco obstáculos: quem vai controlar o trilhão? Só o Paulsen? Quem vai sair ganhando? Os presidentes e executivos dos bancos de investimentos, da seguradora AIG, das casas hipotecárias Fanny Mae e Freddie Mac, entre outros - que afundaram suas empresas vão receber compensações milionárias pagas pelo contribuinte? Presidente de empresa salvo pelo Estado não merece ganhar mais do que o maior sálario público, US$ 400 mil, do presidente. Imagine que a média destes masters of the universe é de US$ 11 milhões por ano.
E o americano da main street, aquele que vive de salário na pequena cidade, mal empregado ou desempragado, ameaçado de perder a casa, vai receber quanto? Estamos ainda no terceiro obstáculo.
Dinheiro do contribuinte para salvar bancos estrangeiros? Foi uma das piadas do dia. O quinto obstáculo vem dos conservadores republicanos. Dane-se a Wall Street. Os gananciosos vão para o abismo? Boa viagem. E não são opinões de malucos ou marginais da extrema direita.
...
Fonte - BOL
Nota DDP:
Alguém me escreveu para dizer que esta não é a pior crise na história dos EUA, que eles superaram outras e vão superar esta também. Pois eu não consigo entender então porque a mídia que tem até mantido um certo tom conservador neste aspecto, talvez para não gerar um pânico generalizado, no que estão certos, vem dizendo vez após outra que a questão é séria e completamente imprevisível em seus desdobramentos.
Se fosse só para os EUA que deveríamos estar olhando, realmente pudesse ser até que ela não fosse relevante, mas e os outros componentes deste quadro chamado "Grande Conflito"? Tenho ficado realmente surpreso como sinais estão deixando de ter impacto em nosso meio, como o assunto até incomoda, principalmente quando se toca na vertente da preparação.
Enfim, este é mais um indício de que realmente estamos na "ponta da prancha". Cristo pode demorar mais cem anos para voltar, está na soberania de Deus, óbvio, mas que até o remanescente está pronto para cumprir a profecia, não há nenhuma dúvida.
Você lê, conversa com analistas, liga a televisão e há um batalhão de economistas à favor do pacote, mas contra o conteúdo. A maioria dos americanos vê o abismo, mas o entusiasmo pelo documento de três páginas e US$ 700 bilhões encolhe de minuto a minuto. O remédio pode ser pior do que a doença. 700 bilhões - o número mais usado já é um trilhão - a critério de Henry Paulson, um homem que veio da Wall Street. O secretário do Tesouro não fuma, não bebe, usa relógio barato, tem paixão pela preservação da natureza e não freqüenta o círculo social de Washington, mas estas virtudes não abafam suas origens de homem da Wall Street.
Quando você filtra as forças contrárias ao pacote há pelo menos cinco obstáculos: quem vai controlar o trilhão? Só o Paulsen? Quem vai sair ganhando? Os presidentes e executivos dos bancos de investimentos, da seguradora AIG, das casas hipotecárias Fanny Mae e Freddie Mac, entre outros - que afundaram suas empresas vão receber compensações milionárias pagas pelo contribuinte? Presidente de empresa salvo pelo Estado não merece ganhar mais do que o maior sálario público, US$ 400 mil, do presidente. Imagine que a média destes masters of the universe é de US$ 11 milhões por ano.
E o americano da main street, aquele que vive de salário na pequena cidade, mal empregado ou desempragado, ameaçado de perder a casa, vai receber quanto? Estamos ainda no terceiro obstáculo.
Dinheiro do contribuinte para salvar bancos estrangeiros? Foi uma das piadas do dia. O quinto obstáculo vem dos conservadores republicanos. Dane-se a Wall Street. Os gananciosos vão para o abismo? Boa viagem. E não são opinões de malucos ou marginais da extrema direita.
...
Fonte - BOL
Nota DDP:
Alguém me escreveu para dizer que esta não é a pior crise na história dos EUA, que eles superaram outras e vão superar esta também. Pois eu não consigo entender então porque a mídia que tem até mantido um certo tom conservador neste aspecto, talvez para não gerar um pânico generalizado, no que estão certos, vem dizendo vez após outra que a questão é séria e completamente imprevisível em seus desdobramentos.
Se fosse só para os EUA que deveríamos estar olhando, realmente pudesse ser até que ela não fosse relevante, mas e os outros componentes deste quadro chamado "Grande Conflito"? Tenho ficado realmente surpreso como sinais estão deixando de ter impacto em nosso meio, como o assunto até incomoda, principalmente quando se toca na vertente da preparação.
Enfim, este é mais um indício de que realmente estamos na "ponta da prancha". Cristo pode demorar mais cem anos para voltar, está na soberania de Deus, óbvio, mas que até o remanescente está pronto para cumprir a profecia, não há nenhuma dúvida.
terça-feira, 23 de setembro de 2008
É o fim do capitalismo nos Estados Unidos?

O pacote de resgate que o governo dos Estados Unidos está preparando, o qual deve disponibilizar entre US$ 750 bilhões e US$ 1 trilhão, já gera dúvidas quanto ao curto prazo, bem como inquietações de cunho mais filosófico. O dinheiro que será injetado no mercado pelo Tesouro americano estará comprometido não apenas com a salvação de entidades financeiras, mas também com a compra de pequenos créditos hipotecários não pagos ou de alto risco - os ditos "papéis podres".
Uma das primeiras e mais importantes teses sobre esta crise foi formulada na semana passada pelo prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz ao assinalar que a intervenção do estado em semelhante escala viola todas as regras do capitalismo.
Segundo explica o professor da Universidade de Columbia, Wall Street, entre a euforia e o otimismo, entrou desde quinta-feira passada num estado de tremenda confusão. Para o intelectual, a "nacionalização" da seguradora AIG - por US$ 85 bilhões - não apenas desrespeita todos os princípios da economia de livre mercado, como altera as mais básicas regras do jogo de Wall Street. Além disso, a intervenção começou a enviar sinais confusos a um mercado em crise, pois o dinheiro do Tesouro foi parar justamente nas mãos daqueles que tomaram as piores decisões econômicas. Basta pensar, por exemplo, numa corrida em que os premiados não são os que primeiros que cruzam a linha de chegada, mas aqueles que ficaram pelo caminho.
...
A pergunta é: quão distante do capitalismo ortodoxo nos deixará o novo pacote econômico? Ou, imaginando as palavras de um investidor aterrorizado: terminou para sempre a era do capitalismo selvagem dos Estados Unidos?
Fonte - Terra Magazine
Nota DDP:
Em alinhamento às considerações alinhavadas no post anterior neste tema, estamos diante da virada de uma enorme página da história. Muito provavelmente, a última.
É ao tempo da apostasia nacional, quando, agindo segundo os métodos de Satanás, os governantes da Terra se enfileirarem ao lado do homem do pecado - é então que a medida da culpa se encherá; a apostasia nacional é o sinal para a ruína da nação. Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 373. (Eventos Finais - Pág. 134)
Antes de cairem definitivamente, os EUA se alinharão com preceitos que contradizem as premissas estabelecidas por seus fundadores, esta apostasia nacional é que deverá ser a pá de cal para a ruína profetisada. Ao que tudo indica, estamos caminhando a passos largos para esta realidade.
Papa insiste na centralidade da Eucaristia para vida da Igreja
ALBANO, segunda-feira, 22 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- Bento XVI insistiu neste domingo na centralidade da Eucaristia para a vida cristã, durante a consagração do altar da catedral de Albano, diocese suburbicária de Roma.
Durante a homilia, o Papa explicou que durante a celebração da Missa, o altar «se converte, de certa forma, em ponto de encontro entre o céu e a terra; o centro, poderíamos dizer, da única Igreja, que é celeste e ao mesmo tempo peregrina na terra».
«Mais ainda, cada celebração antecipa o triunfo de Cristo sobre o pecado e sobre o mundo, e mostra no mistério o fulgor da Igreja», acrescentou.
A presença real de Cristo na Eucaristia, acrescentou o Papa, «é uma presença dinâmica, que nos segura para tornar-nos seus, para nos assemelharmos a Ele, que nos atrai com a força de seu amor, fazendo-nos sair de nós mesmos para unir-nos a Ele, fazendo de nós uma só coisa com Ele».
Neste sentido, o Papa insistiu na necessidade da reconciliação entre os cristãos que participam do sacramento.
«É possível estar em comunhão com o Senhor se não estivermos em comunhão conosco? Como podemos apresentar-nos diante do altar de Deus divididos, distantes uns dos outros?», acrescentou.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Eucaristia (domingo) e ecumenismo. Não se esqueça, prioridades deste pontífice.
Durante a homilia, o Papa explicou que durante a celebração da Missa, o altar «se converte, de certa forma, em ponto de encontro entre o céu e a terra; o centro, poderíamos dizer, da única Igreja, que é celeste e ao mesmo tempo peregrina na terra».
«Mais ainda, cada celebração antecipa o triunfo de Cristo sobre o pecado e sobre o mundo, e mostra no mistério o fulgor da Igreja», acrescentou.
A presença real de Cristo na Eucaristia, acrescentou o Papa, «é uma presença dinâmica, que nos segura para tornar-nos seus, para nos assemelharmos a Ele, que nos atrai com a força de seu amor, fazendo-nos sair de nós mesmos para unir-nos a Ele, fazendo de nós uma só coisa com Ele».
Neste sentido, o Papa insistiu na necessidade da reconciliação entre os cristãos que participam do sacramento.
«É possível estar em comunhão com o Senhor se não estivermos em comunhão conosco? Como podemos apresentar-nos diante do altar de Deus divididos, distantes uns dos outros?», acrescentou.
...
Fonte - Zenit
Nota DDP: Eucaristia (domingo) e ecumenismo. Não se esqueça, prioridades deste pontífice.
Bolsas na Ásia e na Europa caem

As principais bolsas da Ásia fecharam em queda nesta terça-feira em meio a incertezas sobre a aprovação do plano do governo americano para socorrer o mercado financeiro.
...
Agora os mercados aguardam com ansiedade pelos desdobramentos políticos do plano de socorro ao sistema financeiro anunciado pelo secretário do Tesouro, Henry Paulson, e os líderes do Congresso americano na semana passada.
...
Vozes mais alarmistas sugerem que um fracasso em auxiliar o mercado americano resultará no colapso de todo o sistema financeiro mundial.
...
Fonte - BBC
Nota DDP: Continuo chamando a atenção para o acompanhamento deste vetor da nossa realidade em paralelo com o quadro profético em movimento. Mais uma vez sugiro a leitura do interessante estudo do irmão Carlos Santana, que pode ser baixado aqui.
A poeira ainda não baixou
Há uma contradição imensa nas bancas na segunda-feira (22/9). Nas pilhas de revistas, Veja apresenta a figura do Tio Sam com um punhado de dólares na mão e apontando o dedo indicador, como nos cartazes de convocação para o serviço militar americano. "Eu salvei você", diz o ícone do governo de Washington. No interior da revista, os textos e gráficos tentam convencer o leitor de que o sistema financeiro foi salvo pela mão firme do governo americano. O presidente George Bush e seu secretário do Tesouro, Henry Paulson, são apresentados como os comandantes da cavalaria que vem salvar o dia.
Nos jornais de segunda-feira, o governo americano aparece numa condição muito mais humilde, apelando aos bancos centrais de outros países, principalmente da Europa, tentando convencê-los a adotar pacotes de emergência para socorrer os bancos privados.
Na Veja, a cavalaria de Bush salvou o capitalismo. Em seu estilo recheado de frases de efeito, a revista afirma que "a promessa de mais dinheiro, o soar do clarim e o tremular da bandeira transformaram o pânico em euforia, e a semana terminou com as bolsas em altas histéricas em todo o mundo".
Nos jornais, o noticiário é muito mais cauteloso. Até mesmo a insuspeita Gazeta Mercantil indica que nem o pacote prometido pelo presidente Bush é uma certeza. O tradicional jornal de negócios noticia em manchete que o Congresso dos Estados Unidos quer auditar a prometida ajuda ao setor financeiro, impondo limites para a remuneração dos executivos corporativos cujas empresas venham a se beneficiar do programa.
Vícios da imprensa
O Estado de S.Paulo e a Folha, da mesma forma, informam que a cavalaria americana ainda não salvou coisa alguma e que, na verdade, o sucesso do plano de socorro depende muito da adesão de outros países.
A globalização tem dessas coisas: assim como os lucros vazam pelas fronteiras, também o custo se torna transnacional. O problema é que nem toda a imprensa parece disposta a manter o leitor atento a todos os detalhes da crise.
A edição de Veja induz à conclusão de que o pior da crise já passou. Os jornais avisam o leitor para tomar mais cuidado com seu dinheiro.
A presente crise financeira internacional revela não apenas as fragilidades do sistema econômico global, mas também certos vícios da imprensa.
Fonte - Observatório da Imprensa
Nos jornais de segunda-feira, o governo americano aparece numa condição muito mais humilde, apelando aos bancos centrais de outros países, principalmente da Europa, tentando convencê-los a adotar pacotes de emergência para socorrer os bancos privados.
Na Veja, a cavalaria de Bush salvou o capitalismo. Em seu estilo recheado de frases de efeito, a revista afirma que "a promessa de mais dinheiro, o soar do clarim e o tremular da bandeira transformaram o pânico em euforia, e a semana terminou com as bolsas em altas histéricas em todo o mundo".
Nos jornais, o noticiário é muito mais cauteloso. Até mesmo a insuspeita Gazeta Mercantil indica que nem o pacote prometido pelo presidente Bush é uma certeza. O tradicional jornal de negócios noticia em manchete que o Congresso dos Estados Unidos quer auditar a prometida ajuda ao setor financeiro, impondo limites para a remuneração dos executivos corporativos cujas empresas venham a se beneficiar do programa.
Vícios da imprensa
O Estado de S.Paulo e a Folha, da mesma forma, informam que a cavalaria americana ainda não salvou coisa alguma e que, na verdade, o sucesso do plano de socorro depende muito da adesão de outros países.
A globalização tem dessas coisas: assim como os lucros vazam pelas fronteiras, também o custo se torna transnacional. O problema é que nem toda a imprensa parece disposta a manter o leitor atento a todos os detalhes da crise.
A edição de Veja induz à conclusão de que o pior da crise já passou. Os jornais avisam o leitor para tomar mais cuidado com seu dinheiro.
A presente crise financeira internacional revela não apenas as fragilidades do sistema econômico global, mas também certos vícios da imprensa.
Fonte - Observatório da Imprensa
A perturbadora condição do Sol

Entre os anos de 1645 e 1745, a Terra experimentou período de extremo frio associado a uma dramática diminuição da atividade solar que foi praticamente nula durante décadas. Esse período foi chamado de Mínimo de Maunder. Situação parecida ocorreu entre 1420 e 1570 no Mínimo de Sporer. Entre 1790 e 1830, a Terra voltou a viver dramático resfriamento com a diminuição incomum da atividade solar no Mínimo de Dalton. Nos últimos anos, quando a Terra aqueceu e surgiu o chamado aquecimento global, o Sol esteve ativo com o denominado Máximo Moderno. Muitos cientistas defendem a tese, à qual me filio, que a temperatura planetária tem direta relação com a atividade solar e que a influência humana é menor. Há anos comento sobre pesquisas advertindo para uma iminente redução da atividade solar, mas ainda vejo com cautela alertas sobre uma repetição dos Mínimos de Maunder ou Dalton, o que, na prática, significaria uma nova Pequena Idade do Gelo. Agora, certo é que o ciclo solar atual, que deveria durar 11 anos, já está no seu 13º ano e a atividade segue reduzidíssima. A temperatura do planeta está em queda e o Sol ainda não esboça o começo definitivo do ciclo 24 que deveria ter iniciado faz tempo. Se as previsões de baixa atividade se confirmarem, a emergência climática, termo usado por Gore quanto ao aquecimento, passará a ser resfriamento global. Nesse contexto, já causa furor na comunidade científica inesperado comunicado ontem da NASA que na terça realizará teleconferência para anunciar que "o vento solar é o mais fraco em 50 anos" e que "a situação atual do Sol pode mudar as condições do Sistema Solar". Algo importante está acontecendo, mas muitos, muitos mesmo, ainda preferem ignorar. Até quando?
(Correio do Povo, p. 36, 20 de setembro de 2008)
Fonte - Criacionismo
(Correio do Povo, p. 36, 20 de setembro de 2008)
Fonte - Criacionismo
segunda-feira, 22 de setembro de 2008
Cristãos do mundo inteiro rezarão pela paz no domingo
NOVA YORK, sexta-feira, 19 de setembro de 2008 (ZENIT.org).- No próximo domingo, 21 de setembro, grupos cristãos de todo o mundo celebrarão encontros de oração por ocasião da Jornada Internacional de Oração pela Paz, instituída pelas Nações Unidas em 1981 através da resolução 36/67.
A resolução convidava todos os estados membros, instituições, ONGs e cidadãos a «comemorarem este dia de forma apropriada». Numerosas congregações foram convidadas a reunir o máximo de pessoas possível para rezar e dialogar juntos sobre a paz e a rejeição da violência, da guerra e da desigualdade.
A iniciativa parte dos Estados Unidos, onde cerca de 140 congregações de diversas confissões cristãs organizaram reuniões públicas de oração. Cristãos de outros 9 países se unirão em uma rede de oração de 24 horas ininterruptas, no Canadá, Samoa, Ilhas Fiji, Indonésia, Nova Zelândia, Noruega, Tuvalu e Estados Unidos.
O Conselho Ecumênico das Igrejas (KEK) aderiu também a esta Jornada, que há 4 anos acontece no dia 21 de setembro. O KEK pede a seus mais de 350 membros que tomem parte ativa nas celebrações.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Esta prática pode se tornar comum muito em breve.
A resolução convidava todos os estados membros, instituições, ONGs e cidadãos a «comemorarem este dia de forma apropriada». Numerosas congregações foram convidadas a reunir o máximo de pessoas possível para rezar e dialogar juntos sobre a paz e a rejeição da violência, da guerra e da desigualdade.
A iniciativa parte dos Estados Unidos, onde cerca de 140 congregações de diversas confissões cristãs organizaram reuniões públicas de oração. Cristãos de outros 9 países se unirão em uma rede de oração de 24 horas ininterruptas, no Canadá, Samoa, Ilhas Fiji, Indonésia, Nova Zelândia, Noruega, Tuvalu e Estados Unidos.
O Conselho Ecumênico das Igrejas (KEK) aderiu também a esta Jornada, que há 4 anos acontece no dia 21 de setembro. O KEK pede a seus mais de 350 membros que tomem parte ativa nas celebrações.
Fonte - Zenit
Nota DDP:
Esta prática pode se tornar comum muito em breve.
O buraco na maior economia do mundo

"O ano de 2002 será sempre lembrado pela onda de escândalos que abalaram a confiança nas corporações americanas." Assim o repórter de economia da BBC Briony Hale começava seu texto sobre 2002, publicado em 20 de dezembro daquele ano aqui na BBC Brasil. Briony referia-se logicamente aos casos de fraudes empresariais nas gigantes Enron e WorldCom, que afetaram a imagem de solidez do capitalismo na terra do Tio Sam. Muitos tentaram ver os escândalos de seis anos atrás como casos isolados, frutos da irresponsabiliade de alguns executivos, severamente punidos pela Justiça anos mais tarde. Mas houve quem entendesse que, por trás dos acontecimentos do início da década, escondia-se um pesadelo muito maior: o de que a economia americana era muito mais frágil, vulnerável e pobre do que as aparências mostravam.
Não sou especialista em economia, entendo do assunto menos do que boa parte dos nossos leitores. Mas tendências históricas me fascinam. Por isso fiquei impressionado, quatro anos atrás, quando li pela primeira vez a avaliação do historiador francês Emmanuel Todd sobre o futuro dos Estados Unidos como potência global, no livro After the Empire - The Breakdown of the American Order (Depois do Império - O Desmoronamento da Ordem Americana). Acho que inclusive já citei esse livro aqui neste blog. Todd analisa aspectos políticos, militares, diplomáticos e econômicos dos Estados Unidos para mostrar que o país chegou ao seu auge na segunda metade do século 20 e agora segue ladeira abaixo. Em algumas décadas, segundo ele, os americanos serão uma potência de importância relativa, demais ocupada com seus problemas internos para poder resolver questões em outras partes do mundo.
Não sou especialista em economia, entendo do assunto menos do que boa parte dos nossos leitores. Mas tendências históricas me fascinam. Por isso fiquei impressionado, quatro anos atrás, quando li pela primeira vez a avaliação do historiador francês Emmanuel Todd sobre o futuro dos Estados Unidos como potência global, no livro After the Empire - The Breakdown of the American Order (Depois do Império - O Desmoronamento da Ordem Americana). Acho que inclusive já citei esse livro aqui neste blog. Todd analisa aspectos políticos, militares, diplomáticos e econômicos dos Estados Unidos para mostrar que o país chegou ao seu auge na segunda metade do século 20 e agora segue ladeira abaixo. Em algumas décadas, segundo ele, os americanos serão uma potência de importância relativa, demais ocupada com seus problemas internos para poder resolver questões em outras partes do mundo.
Na polêmica avaliação do historiador francês, os Estados Unidos eram realmente fortes quando tinham uma economia baseada em um capitalismo industrial, quando produziam coisas que se pode pegar, usar, quando sua economia era tão robusta quanto fábricas de veículos, estaleiros, computadores ou naves espaciais. Para ele, os escândalos da Enron e WorldCom mostraram que não era mais possível confiar no valor de face da economia americana. Maior PIB do mundo? Nominalmente, sim. Mas ver que a única superpotência mundial depende há anos de dinheiro japonês e chinês para financiar seu déficit e de um frenético consumo interno para manter a bicicleta de Wall Street em pé não é algo exatamente alentador.
Como eu já disse, não entendo muito de economia. Mas o cidadão comum sabe muito bem o que se passa perto dele. Em minha última visita aos Estados Unidos, em 2004, tive a impressão de que em torno do Lago Michigan havia mais iates do que contribuintes. Ao comentar com um morador local como aquela riqueza me impressionava, ele disse: "Mas os barcos não são deles. São dos bancos. Isso tudo é crédito. Ninguém tem dinheiro de verdade aqui, as pessoas têm crédito". Assim como as grandes empresas americanas. Num dia elas têm dinheiro, ou promessa de dinheiro, papéis que dizem que elas têm dinheiro. No dia seguinte, o dinheiro se foi. Onde estava esse dinheiro, ninguém sabia ao certo, porque um emprestou para o outro, que emprestou para um terceiro, que ofereceu para um quarto, que prometeu pagar quando recebesse de alguém cujo patrimônio ninguém checou.
À frente dessa economia não mais baseada na indústria, mas muito mais na ciranda financeira, na especulação sobre o futuro, na promessa de retorno, está o Federal Reserve. Mas pouco mais de um ano atrás, seu presidente, Ben Bernanke (foto acima), dizia que a crise imobiliária não era uma ameaça grave. Semanas depois teve de admitir que "as perdas financeiras globais excederam até as expectativas mais pessimistas". E o pesadelo mal havia começado.
Em agosto de 2007, no início da crise, o Fed lançou US$ 24 bilhões no mercado para conter a queda das bolsas. Nesta quinta-feira, 18 de setembro, foi obrigado a injetar US$ 180 bilhões. Isso depois de desembolsar US$ 85 bilhões para salvar a AIG. E o incêndio continua. Parece que aqueles que viram nos escândalos da Enron e da WorldCom algo mais do que práticas criminosas tinham razão em temer pelo futuro da maior economia do mundo. O buraco parece ser muito mais embaixo.
Fonte - BBC
Nota DDP:
A frase que me impressiona está sublinhada. Tudo leva a crer que o poder de intervenção dos EUA está acabando. Como eles lidarão com esta realidade e como isso refleto no quadro profético é o que nos interessa.
Assinar:
Postagens (Atom)