Uma nova pesquisa encomendada pela BBC indica que 60% das pessoas em 26 países pesquisados estão sentindo muito os efeitos da alta global dos preços dos alimentos e quase metade (43%) se viram obrigadas a mudar seus hábitos alimentares por conta disso.
...
Fonte - Bol
sexta-feira, 17 de outubro de 2008
quinta-feira, 16 de outubro de 2008
FAQ
- O fato de aqui se transcrever uma série de opiniões, de inúmeras pessoas e sites, não implica necessariamente o ideológico alinhamento em tudo que estas fontes pensam ou divulgam ou, com todo material incluído nestes sites que são utilizados como fontes ou ferramentas.
- As informações constantes de todo o material disponibilizado para download ou estudos, são para inicialmente serem vividas com sabedoria e, em segundo plano, compartilhadas em amor. A luz de Cristo brilha sozinha, não precisa de advogados de defesa, muito menos de acusação.
- As divergências doutrinárias ou filosóficas com outros segmentos religiosos, jamais encontram qualquer tipo de conotação pessoal, em qualquer dos assentamentos levados a efeito neste espaço, constituindo-se, tão somente, na interpretação dos escritos bíblicos pela cosmovisão cristã Adventista do Sétimo Dia.
- Este blog orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da Igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da Igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação.
- Embora o autor se assuma como membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia e reflita neste espaço os seus princípios orientadores, nenhum dos conteúdos publicados deve ser assumido como a posição oficial desta denominação religiosa sobre qualquer assunto em causa.
Agradeço a todos pela compreensão.
- As informações constantes de todo o material disponibilizado para download ou estudos, são para inicialmente serem vividas com sabedoria e, em segundo plano, compartilhadas em amor. A luz de Cristo brilha sozinha, não precisa de advogados de defesa, muito menos de acusação.
- As divergências doutrinárias ou filosóficas com outros segmentos religiosos, jamais encontram qualquer tipo de conotação pessoal, em qualquer dos assentamentos levados a efeito neste espaço, constituindo-se, tão somente, na interpretação dos escritos bíblicos pela cosmovisão cristã Adventista do Sétimo Dia.
- Este blog orienta-se pelos princípios denominacionais da Igreja Adventista do Sétimo Dia e suas instituições oficiais, crê na condução por parte de CRISTO como o comandante superior da Igreja e de Seus servos aqui na Terra. Discorda de todas as publicações, pela internet ou por outros meios, que denigrem a imagem da Igreja da Bíblia e em nada contribuem para que pessoas sejam estimuladas ao caminho da salvação.
- Embora o autor se assuma como membro da Igreja Adventista do Sétimo Dia e reflita neste espaço os seus princípios orientadores, nenhum dos conteúdos publicados deve ser assumido como a posição oficial desta denominação religiosa sobre qualquer assunto em causa.
Agradeço a todos pela compreensão.
A Igreja deve ser presença do amor de Deus no mundo, diz o Papa
...Ao falar logo do conceito paulino da Igreja como Corpo de Cristo, Bento XVI indicou que se deve ter presente as duas dimensões de este: "uma de caráter sociológico, segundo a qual o corpo é constituído por seus membros e sem eles não poderia existir. São Paulo também diz que a Igreja não é somente um organismo, senão que é corpo de Cristo realmente no sacramento da Eucaristia, onde todos, recebendo seu Corpo, chegamos a ser realmente um mesmo corpo e um mesmo espírito em Cristo".
...
Fonte - ACI
Nota DDP: Nunca é demais lembrar que, eucaristia é um conceito diretamente ligado ao dia de guarda, no caso, o domingo.
Os caminhos da nova ordem mundial
Sarkozy defende política econômica conjunta para a UE
BRUXELAS - O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse nesta quinta-feira, 16, que as nações européias precisam de uma política econômica conjunta para enfrentar a crise financeira global. Ele participa de uma cúpula de dois dias da UE em Bruxelas, na Bélgica.
Fonte - Estadão
G-8 fará cúpula sobre a crise
O grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia pode se reunir já em novembro. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, disse que o encontro deve ser visto como algo similar à criação da ONU ou à conferência de Bretton Woods, que criou o FMI. A Grã-Bretanha defendeu uma reestruturação radical de instituições internacionais como o Banco Mundial e o próprio FMI. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu que a cúpula do G-8 se realize em Nova Iorque, "onde tudo começou", e falou em "um novo capitalismo". Em uma declaração conjunta, os líderes do G-8 disseram que estão unidos no compromisso de mudar a regulação do sistema financeiro internacional, a fim de remediar as deficiências expostas pela crise atual.
Fonte - Opinião e Notícia
Brown propõe 'novo Bretton Woods' para economia mundial
...
Ao chegar à sede do Conselho Europeu, em Bruxelas, onde os governantes do bloco iniciaram uma cúpula de dois dias, Brown defendeu a necessidade de uma "reconstrução da arquitetura financeira internacional" para adaptar a economia às mudanças mundiais e pediu que a União Européia lidere o caminho.
"Essa reconstrução pede exatamente a mesma visão que mostramos nos anos 40, quando criamos o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Banco Mundial e a ONU (Nações Unidas)", afirmou.
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Fonte - BBC
BRUXELAS - O presidente francês, Nicolas Sarkozy, disse nesta quinta-feira, 16, que as nações européias precisam de uma política econômica conjunta para enfrentar a crise financeira global. Ele participa de uma cúpula de dois dias da UE em Bruxelas, na Bélgica.
Fonte - Estadão
G-8 fará cúpula sobre a crise
O grupo dos sete países mais industrializados do mundo mais a Rússia pode se reunir já em novembro. O primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, disse que o encontro deve ser visto como algo similar à criação da ONU ou à conferência de Bretton Woods, que criou o FMI. A Grã-Bretanha defendeu uma reestruturação radical de instituições internacionais como o Banco Mundial e o próprio FMI. O presidente francês, Nicolas Sarkozy, pediu que a cúpula do G-8 se realize em Nova Iorque, "onde tudo começou", e falou em "um novo capitalismo". Em uma declaração conjunta, os líderes do G-8 disseram que estão unidos no compromisso de mudar a regulação do sistema financeiro internacional, a fim de remediar as deficiências expostas pela crise atual.
Fonte - Opinião e Notícia
Brown propõe 'novo Bretton Woods' para economia mundial
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Ao chegar à sede do Conselho Europeu, em Bruxelas, onde os governantes do bloco iniciaram uma cúpula de dois dias, Brown defendeu a necessidade de uma "reconstrução da arquitetura financeira internacional" para adaptar a economia às mudanças mundiais e pediu que a União Européia lidere o caminho.
"Essa reconstrução pede exatamente a mesma visão que mostramos nos anos 40, quando criamos o FMI (Fundo Monetário Internacional), o Banco Mundial e a ONU (Nações Unidas)", afirmou.
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Fonte - BBC
O aumento da fome
Fome atinge 923 milhões de pessoas no mundo
PARIS (AFP) - A fome não pára de crescer e, hoje, afeta 923 milhões de pessoas nos quatro cantos do planeta, após a alta dos preços dos alimentos, decorrente da subida do valor das matérias-primas e do petróleo e da atual crise financeira, que ameaça agravar esse quadro.
...
Fonte - Yahoo
Crise alimentar deixa mais 6 milhões com fome na América Latina, diz ONU
Na América Latina e no Caribe 51 milhões de pessoas sofrem com a fome, um aumento de seis milhões no último ano devido à crise alimentar, disse o coordenador da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) para a América Central, Deodoro Roca, na véspera do Dia Mundial da Alimentação.
"A crise nos fez regredir seriamente", disse Roca ao indicar que o número de pessoas que sofrem com a fome na região aumentou de 45 para 51 milhões. "Com isso, perdemos quase tudo o ganhamos desde 1990, quando o total chegava a 53 milhões".
...
Fonte - Folha
PARIS (AFP) - A fome não pára de crescer e, hoje, afeta 923 milhões de pessoas nos quatro cantos do planeta, após a alta dos preços dos alimentos, decorrente da subida do valor das matérias-primas e do petróleo e da atual crise financeira, que ameaça agravar esse quadro.
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Fonte - Yahoo
Crise alimentar deixa mais 6 milhões com fome na América Latina, diz ONU
Na América Latina e no Caribe 51 milhões de pessoas sofrem com a fome, um aumento de seis milhões no último ano devido à crise alimentar, disse o coordenador da Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação (FAO) para a América Central, Deodoro Roca, na véspera do Dia Mundial da Alimentação.
"A crise nos fez regredir seriamente", disse Roca ao indicar que o número de pessoas que sofrem com a fome na região aumentou de 45 para 51 milhões. "Com isso, perdemos quase tudo o ganhamos desde 1990, quando o total chegava a 53 milhões".
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Fonte - Folha
Ministra da Dinamarca quer apoio ecológico dos EUA
A revista Veja da semana passada publicou entrevista com a dinamarquesa Connie Hedegaard, de 48 anos, Ministra de Clima e Energia de seu país. O tema foi aquecimento global e Hedegaard deu seu recado: “Sei que sempre podemos contar com os Estados Unidos quando o mundo se defronta com um grande problema. Foi assim nas duas guerras mundiais, na Guerra Fria e na luta contra o terrorismo. Mas isso não ocorreu nos últimos oito anos quando o assunto foi mudança climática. Para o bem dos interesses dos Estados Unidos, agora é o momento de o país se engajar nessa agenda. É essencial que a nova geração de europeus, latino-americanos e asiáticos veja os Estados Unidos abraçando uma das maiores causas deste início de século. ...
E sobre a experiência com a auto-suficiência energética de seu país, Hedegaard afirma: “Nos anos 70, sofremos muito com as crises do petróleo. O uso de automóveis chegou a ser proibido nos domingos.”
Curiosamente, esta tem sido a mesma proposta do papa Bento 16 e de movimentos ambientalistas: reservar o domingo para o descanso da "Mãe Terra". Além disso, o papa também já fez seus convites para que os EUA assumam posição de liderança no combate ao aquecimento global. É o ECOmenismo em ação!
Leia mais sobre ECOmenismo aqui e aqui.
Fonte - Michelson Borges
E sobre a experiência com a auto-suficiência energética de seu país, Hedegaard afirma: “Nos anos 70, sofremos muito com as crises do petróleo. O uso de automóveis chegou a ser proibido nos domingos.”
Curiosamente, esta tem sido a mesma proposta do papa Bento 16 e de movimentos ambientalistas: reservar o domingo para o descanso da "Mãe Terra". Além disso, o papa também já fez seus convites para que os EUA assumam posição de liderança no combate ao aquecimento global. É o ECOmenismo em ação!
Leia mais sobre ECOmenismo aqui e aqui.
Fonte - Michelson Borges
quarta-feira, 15 de outubro de 2008
Valores fundamentais devem refletir-se nas leis, afirma Núncio ante a ONU
NAÇÕES UNIDAS, 14 Out. 08 / 07:09 pm (ACI).- O Observador Permanente da Santa Sé ante a ONU, Dom Celestino Migliore afirmou hoje que os valores fundamentais inerentes à dignidade de toda pessoa devem estar custodiados e promovidos pelas leis que emanam dos estados.
Depois de advertir que no contexto cultural presente em ocasiões a lei não considera a dignidade da pessoa senão que inclusive parece ofendê-la, o Arcebispo destacou que "os direitos das pessoas não são simplesmente um grupo de normas legais senão que representam, por cima de tudo, valores fundamentais. Tais valores devem ser protegidos pela sociedade, de outra forma ficam em risco de desaparecer inclusive dos textos legislativos. A dignidade das pessoas deve ficar protegida na cultura, na mentalidade pública e na conduta da sociedade, como uma precondição e para que esteja protegida pela lei".
Seguidamente indicou que "embora a força da lei não é suficiente em si mesma, ainda se mantém como um instrumento indispensável para a proteção da dignidade humana. A noção da força da lei está implícita como uma exigência da Declaração Universal dos Direitos humanos e atribui aos estados a tarefa de permitir e facilitar a realização dos fins transcendentes aos que as pessoas estão destinadas".
Logo de comentar que "a força da lei é um componente vital para assistir aos estados em sua responsabilidade de proteger" a suas populações das ameaças e a outras inclusive, quando um país não esteja em capacidade de fazê-lo; o Prelado vaticano indicou que "a criação de estruturas nacionais legais ajudará aos estados a advertir as atrocidades estabelecendo mecanismos que promovam a justiça e a paz, assegurem o amparo e o recurso sob a lei, permitam à economia sentar suas bases e proteger a dignidade de toda pessoa".
"A natureza interconectada do mercado global incrementou a necessidade do debate sobre a implementação da força da lei, para que se estabeleça um sistema global mais justo. No mundo em desenvolvimento, esta pode proporcionar crescimento social e econômico; enquanto que no mundo desenvolvido pode assegurar uma maior estabilidade econômica e maior eqüidade", continuou.
Finalmente Dom Migliore destacou que "as Nações Unidas será mais apreciada quando a discussão sobre a força da lei se transforme de discussões sobre normas e valores em resultados tangíveis para aqueles que procuram a justiça".
Fonte - ACI
Nota DDP: Fiquei procurando algo específico para destacar, mas cheguei à conclusão que ia acabar marcando o texto todo. O Vaticano que tem pregado abertamente a necessidade de união da religião com o estado, está agora a exigir leis que "garantam" a dignidade do ser humano. E isso na tribuna da ONU. Certamente, em um mundo em crise como este em que estamos vivemos, encontra-se apenas em compasso de espera por um pacote onde possa adicionar as leis morais da igreja.
Depois de advertir que no contexto cultural presente em ocasiões a lei não considera a dignidade da pessoa senão que inclusive parece ofendê-la, o Arcebispo destacou que "os direitos das pessoas não são simplesmente um grupo de normas legais senão que representam, por cima de tudo, valores fundamentais. Tais valores devem ser protegidos pela sociedade, de outra forma ficam em risco de desaparecer inclusive dos textos legislativos. A dignidade das pessoas deve ficar protegida na cultura, na mentalidade pública e na conduta da sociedade, como uma precondição e para que esteja protegida pela lei".
Seguidamente indicou que "embora a força da lei não é suficiente em si mesma, ainda se mantém como um instrumento indispensável para a proteção da dignidade humana. A noção da força da lei está implícita como uma exigência da Declaração Universal dos Direitos humanos e atribui aos estados a tarefa de permitir e facilitar a realização dos fins transcendentes aos que as pessoas estão destinadas".
Logo de comentar que "a força da lei é um componente vital para assistir aos estados em sua responsabilidade de proteger" a suas populações das ameaças e a outras inclusive, quando um país não esteja em capacidade de fazê-lo; o Prelado vaticano indicou que "a criação de estruturas nacionais legais ajudará aos estados a advertir as atrocidades estabelecendo mecanismos que promovam a justiça e a paz, assegurem o amparo e o recurso sob a lei, permitam à economia sentar suas bases e proteger a dignidade de toda pessoa".
"A natureza interconectada do mercado global incrementou a necessidade do debate sobre a implementação da força da lei, para que se estabeleça um sistema global mais justo. No mundo em desenvolvimento, esta pode proporcionar crescimento social e econômico; enquanto que no mundo desenvolvido pode assegurar uma maior estabilidade econômica e maior eqüidade", continuou.
Finalmente Dom Migliore destacou que "as Nações Unidas será mais apreciada quando a discussão sobre a força da lei se transforme de discussões sobre normas e valores em resultados tangíveis para aqueles que procuram a justiça".
Fonte - ACI
Nota DDP: Fiquei procurando algo específico para destacar, mas cheguei à conclusão que ia acabar marcando o texto todo. O Vaticano que tem pregado abertamente a necessidade de união da religião com o estado, está agora a exigir leis que "garantam" a dignidade do ser humano. E isso na tribuna da ONU. Certamente, em um mundo em crise como este em que estamos vivemos, encontra-se apenas em compasso de espera por um pacote onde possa adicionar as leis morais da igreja.
Um plano para um novo ataque no Reino Unido
A advertência foi feita nesta terça-feira pelo ministro britânico para o Terrorismo, Lord West. "Existem grandes e complexos planos", disse, sem dar mais detalhes, mas ressaltando que "a ameaça é enorme".
As declarações de Lord West foram feitas em um debate na Câmara dos Lordes sobre a nova lei antiterrorismo. Perante seus pares, ele disse que uma conspiração terrorista havia sido abortada, mas que uma outra está em curso.
Para o ministro, o Reino Unido não é um lugar a salvo dos terroristas, apesar das medidas anti-terror que vêm sendo postas em prática nos últimos 15 meses. Na segunda-feira, a Câmara dos Lordes rejeitou a proposta do governo de prolongar para até 42 dias a detenção de suspeitos de terrorismo sem acusação formal.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: O terror psicológico para autorizar o aumento do controle sobre o cidadão comum. Em todos os aspectos. Tônica da vida em sociedade daqui para frente.
As declarações de Lord West foram feitas em um debate na Câmara dos Lordes sobre a nova lei antiterrorismo. Perante seus pares, ele disse que uma conspiração terrorista havia sido abortada, mas que uma outra está em curso.
Para o ministro, o Reino Unido não é um lugar a salvo dos terroristas, apesar das medidas anti-terror que vêm sendo postas em prática nos últimos 15 meses. Na segunda-feira, a Câmara dos Lordes rejeitou a proposta do governo de prolongar para até 42 dias a detenção de suspeitos de terrorismo sem acusação formal.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: O terror psicológico para autorizar o aumento do controle sobre o cidadão comum. Em todos os aspectos. Tônica da vida em sociedade daqui para frente.
Palavra de Deus é fundamento para o mundo econômico
Cidade do Vaticano, 15 out (RV) - Os líderes dos 27 países da União Européia encontram-se hoje em Bruxelas, num contexto marcado pela crise econômica e financeira internacional.
O Conselho Europeu deverá alargar a todos os Estados-membros a abordagem comum adotada domingo passado, em Paris, pelos 15 países do Eurogrupo, que partilham a moeda única e também pelo Reino Unido que foi, aliás, o precursor da idéia. A estratégia roda em torno de dois eixos principais: o Estado deverá garantir os empréstimos interbancários e a possibilidade de entrar no capital dos bancos em dificuldades para evitar a sua falência.
Na avaliação do ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, a atual crise do sistema financeiro é uma “guerra financeira mundial”. Para ele, o Brasil está mais preparado que outros países para esta guerra, mas admite que o país não está imune.
Aqui em Roma, no Sínodo dos Bispos, o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, considerou que a orientação para a vida social e econômica deve ter como fundamento mais sólido a Palavra de Deus.
Fonte - Rádio Vaticano
Nota DDP: Como paralelamente o Vaticano tem pregado que par e passo com a Bíblia anda a tradição e a interpretação destas pela igreja, logicamente são estes últimos vetores que norteiam o pensamento da ICAR sobre como deve se estabelecer o fundamento da economia.
O Conselho Europeu deverá alargar a todos os Estados-membros a abordagem comum adotada domingo passado, em Paris, pelos 15 países do Eurogrupo, que partilham a moeda única e também pelo Reino Unido que foi, aliás, o precursor da idéia. A estratégia roda em torno de dois eixos principais: o Estado deverá garantir os empréstimos interbancários e a possibilidade de entrar no capital dos bancos em dificuldades para evitar a sua falência.
Na avaliação do ministro da Fazenda do Brasil, Guido Mantega, a atual crise do sistema financeiro é uma “guerra financeira mundial”. Para ele, o Brasil está mais preparado que outros países para esta guerra, mas admite que o país não está imune.
Aqui em Roma, no Sínodo dos Bispos, o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Scherer, considerou que a orientação para a vida social e econômica deve ter como fundamento mais sólido a Palavra de Deus.
Fonte - Rádio Vaticano
Nota DDP: Como paralelamente o Vaticano tem pregado que par e passo com a Bíblia anda a tradição e a interpretação destas pela igreja, logicamente são estes últimos vetores que norteiam o pensamento da ICAR sobre como deve se estabelecer o fundamento da economia.
O desafio é devolver a pasta de dente ao tubo
Uma contabilidade grosseira chegaria facilmente a valores que excedem a alguns trilhões de dólares na transfusão articulada e maciça de liquidez recebida pela Europa, Ásia, EUA e América Latina nas últimas 24 horas. Mesmo com protagonistas improvisados, que rejeitam o papel, deu-se um ensaio de comando único sobre o circuito bancário do planeta.
...
Ainda que nenhum governo tenha cogitado recuperar seu legítimo comando sobre o desenvolvimento, persistir como se nada houvesse acontecido será, de agora em diante, politicamente mais penoso do que devolver a pasta de dente ao tubo.
Fonte - Carta Maior
Nota DDP: Já que este foi somente o ensaio, aguardemos o ato principal. Certamente continuará não sendo um ato único.
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Ainda que nenhum governo tenha cogitado recuperar seu legítimo comando sobre o desenvolvimento, persistir como se nada houvesse acontecido será, de agora em diante, politicamente mais penoso do que devolver a pasta de dente ao tubo.
Fonte - Carta Maior
Nota DDP: Já que este foi somente o ensaio, aguardemos o ato principal. Certamente continuará não sendo um ato único.
Acordo climático ajudará a combater crise
O combate à crise climática irá ajudar na superação da crise financeira, ao invés de dificultá-la, disse na terça-feira o comissário europeu do Meio Ambiente, Stravros Dimas.
Os 27 países da União Européia adotaram a ambiciosa meta de reduzir em um quinto suas emissões de dióxido de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 1990. Pretendem conseguir isso, em parte, obrigando usinas elétricas e indústrias pesadas a pagarem por autorizações para poluir, num esquema de comércio de créditos de emissões.
Críticos dizem que, no atual cenário de crise financeira, será dificílimo que as empresas realizem os enormes investimentos necessários para se adaptar à energia limpa.
"Achamos que este pacote (climático) é consistente com a resolução da crise financeira... No momento, as pessoas estão focadas na crise econômica, mas nosso pacote é parte da solução", disse Dimas a jornalistas em Varsóvia.
...
"O pacote é apenas um instrumento para obter metas (contra a) mudança climática definidas pelos Estados membros. A Comissão pode fazer mudanças que não comprometam os objetivos ambientais."
Fonte - Terra
Nota DDP: Os dois assuntos começarão a ser tratados em paralelo. Acompanhemos.
Os 27 países da União Européia adotaram a ambiciosa meta de reduzir em um quinto suas emissões de dióxido de carbono até 2020, em comparação aos níveis de 1990. Pretendem conseguir isso, em parte, obrigando usinas elétricas e indústrias pesadas a pagarem por autorizações para poluir, num esquema de comércio de créditos de emissões.
Críticos dizem que, no atual cenário de crise financeira, será dificílimo que as empresas realizem os enormes investimentos necessários para se adaptar à energia limpa.
"Achamos que este pacote (climático) é consistente com a resolução da crise financeira... No momento, as pessoas estão focadas na crise econômica, mas nosso pacote é parte da solução", disse Dimas a jornalistas em Varsóvia.
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"O pacote é apenas um instrumento para obter metas (contra a) mudança climática definidas pelos Estados membros. A Comissão pode fazer mudanças que não comprometam os objetivos ambientais."
Fonte - Terra
Nota DDP: Os dois assuntos começarão a ser tratados em paralelo. Acompanhemos.
terça-feira, 14 de outubro de 2008
Crise financeira empurra a Europa para um governo econômico comum
BRUXELAS (AFP) - A crise financeira talvez esteja conseguindo o que quase dez anos de moeda comum não conseguiu: começar a dotar a Europa de um governo econômico, no qual os Estados sigam as mesmas pautas e trabalhem lado a lado com o Banco Central Europeu (BCE).
A gestação desse governo é difícil, tal como demonstraram as divisões das últimas semanas entre os países da UE a propósito da estratégia ante a crise.
No entanto, a reunião de cúpula da Eurozona domingo em Paris, a primeira desse tipo, e as medidas coordenadas e quase concomitantes de apoio ao setor bancário, que vários países europeus começaram a anunciar aos poucos nesta segunda-feira, marcam uma virada.
Além do apoio coordenado aos bancos, o presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou que na próxima reunião de cúpula da UE, de quarta e quinta-feira em Bruxelas, será examinada a criação de um "mecanismo de crise" europeu para o futuro.
Esse mecanismo seria organizado em torno da Presidência da UE, da Comissão Européia, da Eurozona (composta por 15 dos 27 países da União) e do BCE.
Além disso, na reunião de cúpula de Bruxelas serão apresentadas propostas para relançar a idéia de uma regulação européia do setor financeiro, atualmente fragmentada entre vários Estados zelosos de suas prerrogativas nacionais. Até o momento, os governos não conseguiram chegar a um acordo.
"Esta crise mundial, em vez de explodir a Europa, reforçou a necessidade de conversarmos, de nos entendermos, e de adotarmos compromissos", destacou Sarkozy no domingo.
"Nunca, desde que exerço as funções de primeiro-ministro e ministro das Finanças, vi a Europa governada com tanta intensidade", comentou o chefe de governo luxemburguês e presidente do Eurogrupo Jean-Claude Juncker.
Segundo ele, a harmonia existente entre as capitais européias "não é muito diferente" do governo econômico que os europeus mais convencidos desejam há uma década.
A criação do mercado único em 1993 apenas foi acompanhada de progressos tangíveis em harmonização de políticas econômicas, já que cada país tentou manter a máxima autonomia possível. Concretamente, o âmbito fiscal é um dos assuntos que suscitam mais divergências.
A zona euro, criada em 1999, possui uma instituição supranacional para a política monetária, o Banco Central Europeu, mas carece de uma liderança política comum dos governos. Nem a formação do Eurogrupo nem o Pacto de Estabilidade conseguiram preencher esse vazio.
Dada a interdependência econômica na UE, os quinze países "precisam" da Grã-Bretanha, que se nega a adotar a moeda única, aponta Nicolas Véron, economista do Centro Bruegel, um instituto de reflexão de Bruxelas.
"As decisões dos países do Eurogrupo deverão marcar uma etapa importante no processo de unificação européia", destaca Jean-Dominique Giuliani, da Fundação Robert Schuman.
Apesar das dificuldades, "os europeus mostram que pode haver uma unidade de visão, uma aplicação comum de medidas de política econômica e financeira no território da União", disse.
Fonte - Veja
[Pesquisa - Blog Resta uma Esperança]
Nota DDP: Uma crise para impulsionar uma unificação da Europa há tanto tempo perseguida e profeticamente inviabilizada, estratagema antiga de um ser que caminha pelas nações com o intuito de tornar-se sobre elas soberano. Este é mais um sinal do fim, porque certamente Deus há de intervir quando este intento se tornar viável.
Daniel 2:43-44
Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre.
A gestação desse governo é difícil, tal como demonstraram as divisões das últimas semanas entre os países da UE a propósito da estratégia ante a crise.
No entanto, a reunião de cúpula da Eurozona domingo em Paris, a primeira desse tipo, e as medidas coordenadas e quase concomitantes de apoio ao setor bancário, que vários países europeus começaram a anunciar aos poucos nesta segunda-feira, marcam uma virada.
Além do apoio coordenado aos bancos, o presidente francês Nicolas Sarkozy anunciou que na próxima reunião de cúpula da UE, de quarta e quinta-feira em Bruxelas, será examinada a criação de um "mecanismo de crise" europeu para o futuro.
Esse mecanismo seria organizado em torno da Presidência da UE, da Comissão Européia, da Eurozona (composta por 15 dos 27 países da União) e do BCE.
Além disso, na reunião de cúpula de Bruxelas serão apresentadas propostas para relançar a idéia de uma regulação européia do setor financeiro, atualmente fragmentada entre vários Estados zelosos de suas prerrogativas nacionais. Até o momento, os governos não conseguiram chegar a um acordo.
"Esta crise mundial, em vez de explodir a Europa, reforçou a necessidade de conversarmos, de nos entendermos, e de adotarmos compromissos", destacou Sarkozy no domingo.
"Nunca, desde que exerço as funções de primeiro-ministro e ministro das Finanças, vi a Europa governada com tanta intensidade", comentou o chefe de governo luxemburguês e presidente do Eurogrupo Jean-Claude Juncker.
Segundo ele, a harmonia existente entre as capitais européias "não é muito diferente" do governo econômico que os europeus mais convencidos desejam há uma década.
A criação do mercado único em 1993 apenas foi acompanhada de progressos tangíveis em harmonização de políticas econômicas, já que cada país tentou manter a máxima autonomia possível. Concretamente, o âmbito fiscal é um dos assuntos que suscitam mais divergências.
A zona euro, criada em 1999, possui uma instituição supranacional para a política monetária, o Banco Central Europeu, mas carece de uma liderança política comum dos governos. Nem a formação do Eurogrupo nem o Pacto de Estabilidade conseguiram preencher esse vazio.
Dada a interdependência econômica na UE, os quinze países "precisam" da Grã-Bretanha, que se nega a adotar a moeda única, aponta Nicolas Véron, economista do Centro Bruegel, um instituto de reflexão de Bruxelas.
"As decisões dos países do Eurogrupo deverão marcar uma etapa importante no processo de unificação européia", destaca Jean-Dominique Giuliani, da Fundação Robert Schuman.
Apesar das dificuldades, "os europeus mostram que pode haver uma unidade de visão, uma aplicação comum de medidas de política econômica e financeira no território da União", disse.
Fonte - Veja
[Pesquisa - Blog Resta uma Esperança]
Nota DDP: Uma crise para impulsionar uma unificação da Europa há tanto tempo perseguida e profeticamente inviabilizada, estratagema antiga de um ser que caminha pelas nações com o intuito de tornar-se sobre elas soberano. Este é mais um sinal do fim, porque certamente Deus há de intervir quando este intento se tornar viável.
Daniel 2:43-44
Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro. Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre.
segunda-feira, 13 de outubro de 2008
O papa como sinal de união dos cristãos
Cidade do Vaticano, 13 out (RV) – O representante da Igreja Ortodoxa da Grécia, que participa do Sínodo dos Bispos, no Vaticano, arquimandrita Ignatios D. Sotiriadis, conselheiro da Representação da Igreja da Grécia na União Européia, reconheceu na Assembléia sinodal, na manhã de sábado, “o papel do bispo de Roma como sinal de unidade entre os cristãos”.
O pronunciamento do arquimandrita ortodoxo foi um dos mais aplaudidos na primeira semana de trabalhos na sala do Sínodo: “Santidade, nossa sociedade está cansada e doente! Procura, mas não encontra! Bebe, mas não sacia a sua sede! Exige de nós cristãos - católicos, ortodoxos, protestantes, anglicanos - testemunho comum e voz uníssona! Eis a nossa responsabilidade como pastores das Igrejas no século XXI”.
Sotiriadis apresentou “a missão primordial, histórica e extraordinária do primeiro Bispo da cristandade, que preside na caridade”, e, sobretudo, de um Papa que é “Magister Theologiae” (mestre de teologia): ele é sinal visível e paterno de unidade e guia, sob a orientação do Espírito Santo e segundo a Sagrada tradição, com sabedoria, humildade e dinamismo, junto a todos os bispos do mundo, co-sucessores dos apóstolos, toda a humanidade a Cristo Redentor!”.
“Eis o desejo profundo, continuou o arquimandrita greco-ortodoxo, de quem guarda no coração a nostalgia dolorosa da Igreja não dividida: Una, Santa, Católica e Apostólica!”
Referindo-se ao tema da Assembléia sinodal, o “delegado fraterno” reconheceu que a história da cristandade está repleta de crimes, pecados e erros. Por isso, questiona-se sempre sobre o problema da interpretação autêntica da Palavra de Deus.
E concluiu: “Neste contexto, a Igreja vive da fonte da vida que é a Sagrada Escritura. Ela ensina à Europa secularizada o amor pela criação em perigo, o perdão e a reconciliação com quem quer começar uma nova vida, o respeito por toda pessoa humana, feita à imagem de Deus, assim como a paz, a justiça, a igualdade entre o homem e a mulher, judeu ou grego”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Estou sem palavras. Quanto tempo até o eco desse posicionamento?
O pronunciamento do arquimandrita ortodoxo foi um dos mais aplaudidos na primeira semana de trabalhos na sala do Sínodo: “Santidade, nossa sociedade está cansada e doente! Procura, mas não encontra! Bebe, mas não sacia a sua sede! Exige de nós cristãos - católicos, ortodoxos, protestantes, anglicanos - testemunho comum e voz uníssona! Eis a nossa responsabilidade como pastores das Igrejas no século XXI”.
Sotiriadis apresentou “a missão primordial, histórica e extraordinária do primeiro Bispo da cristandade, que preside na caridade”, e, sobretudo, de um Papa que é “Magister Theologiae” (mestre de teologia): ele é sinal visível e paterno de unidade e guia, sob a orientação do Espírito Santo e segundo a Sagrada tradição, com sabedoria, humildade e dinamismo, junto a todos os bispos do mundo, co-sucessores dos apóstolos, toda a humanidade a Cristo Redentor!”.
“Eis o desejo profundo, continuou o arquimandrita greco-ortodoxo, de quem guarda no coração a nostalgia dolorosa da Igreja não dividida: Una, Santa, Católica e Apostólica!”
Referindo-se ao tema da Assembléia sinodal, o “delegado fraterno” reconheceu que a história da cristandade está repleta de crimes, pecados e erros. Por isso, questiona-se sempre sobre o problema da interpretação autêntica da Palavra de Deus.
E concluiu: “Neste contexto, a Igreja vive da fonte da vida que é a Sagrada Escritura. Ela ensina à Europa secularizada o amor pela criação em perigo, o perdão e a reconciliação com quem quer começar uma nova vida, o respeito por toda pessoa humana, feita à imagem de Deus, assim como a paz, a justiça, a igualdade entre o homem e a mulher, judeu ou grego”.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Estou sem palavras. Quanto tempo até o eco desse posicionamento?
Milhares protestam contra vigilância estatal
Milhares de pessoas participaram neste sábado em Berlim de uma manifestação em protesto contra o aumento das medidas de segurança e vigilância por parte do governo.
Os dados sobre o número de participantes são conflitantes. Para a polícia, mais de 12 mil pessoas protestaram, já segundo os organizadores o número passa de 50 mil.
Com o lema de "Liberdade em vez de medo - Parem com a loucura da vigilância", os participantes do ato protestaram igualmente contra o armazenamento de dados eletrônicos dos cidadãos por parte do Estado.
...
Fonte - Terra
Nota DDP: Outra face do mesmo problema, a implementação de ferramentas, em escala mundial, para controle do cidadão comum, sob a justificativa de se evitar o terrorismo. Terrorismo em realidade é o pânico coletivo que os governos estão apresentando às suas populações para justificar o controle estatal.
Os dados sobre o número de participantes são conflitantes. Para a polícia, mais de 12 mil pessoas protestaram, já segundo os organizadores o número passa de 50 mil.
Com o lema de "Liberdade em vez de medo - Parem com a loucura da vigilância", os participantes do ato protestaram igualmente contra o armazenamento de dados eletrônicos dos cidadãos por parte do Estado.
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Fonte - Terra
Nota DDP: Outra face do mesmo problema, a implementação de ferramentas, em escala mundial, para controle do cidadão comum, sob a justificativa de se evitar o terrorismo. Terrorismo em realidade é o pânico coletivo que os governos estão apresentando às suas populações para justificar o controle estatal.
Efeitos da crise: UE pode abandonar metas de reduzir poluição
A crise financeira global pode efetivamente levar os países ricos a abrir mão de suas metas para reduzir os gases causadores do efeito estufa. É o caso da União Européia, que já começa a usar a desculpa da crise para evitar um plano mais arrojado de corte das emissões de CO2, no longo prazo.
...
A questão que muitos especialistas colocam é: sem acordo para o clima, os efeitos do aquecimento global tendem a tomar uma dimensão ainda maior no longo prazo, com efeitos também devastadores para a economia das nações. Após o crack financeiro global teremos um crack causado pela mudança climática?
Fonte - Estadão
Nota DDP: Começam a relacionar um tema com o outro de forma mais clara. O que era apenas uma ilação, parece que rapidamente se tornará um tema a ser considerado. Com a crise financeira, as soluções de alta tecnologia para "conter" o aquecimento global parece estarem se encaminhando literalmente para o espaço... As soluções "baratas", desculpem-me pelo trocadilho, devem vir à reboque. O reconhecimento da "dimensão ecológica do domingo", como proposto pelo Vaticano, parece se desenhar com mais clareza no horizonte.
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A questão que muitos especialistas colocam é: sem acordo para o clima, os efeitos do aquecimento global tendem a tomar uma dimensão ainda maior no longo prazo, com efeitos também devastadores para a economia das nações. Após o crack financeiro global teremos um crack causado pela mudança climática?
Fonte - Estadão
Nota DDP: Começam a relacionar um tema com o outro de forma mais clara. O que era apenas uma ilação, parece que rapidamente se tornará um tema a ser considerado. Com a crise financeira, as soluções de alta tecnologia para "conter" o aquecimento global parece estarem se encaminhando literalmente para o espaço... As soluções "baratas", desculpem-me pelo trocadilho, devem vir à reboque. O reconhecimento da "dimensão ecológica do domingo", como proposto pelo Vaticano, parece se desenhar com mais clareza no horizonte.
'Spots' de um mundo em crise
Para chefe do FMI, sistema financeiro está perto de 'derreter'
O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse neste sábado que o sistema financeiro internacional está “à beira do derretimento sistêmico” e criticou a postura do G7, o grupo das sete maiores economias do mundo, em relação à crise.
...
Fonte - BBC
Bush defende coordenação global contra crise
Washington, 11 out (EFE).- A resposta mundial para a crise econômica que se estende pelo mundo deve ser coordenada, afirmou hoje o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que acrescentou que todos estão "nisso juntos" e sairão "juntos".
...
Fonte - G1
Bush diz que crise precisa de 'resposta global séria'
Em um breve discurso realizado na manhã deste sábado em Washington após uma reunião com os ministros das Finanças dos países do G7 (o grupo dos sete países mais ricos do mundo), o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que todos concordam que é necessária uma "resposta global séria" à crise financeira.
"Todos nós reconhecemos que esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações", afirmou Bush.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Sistema sob ameaça de derretimento sistêmico, onde todos estão juntos e, produzirão um resposta uníssona para o bem das populações. A Nova Ordem Mundial chegou, definitivamente. Aguardemos as medidas.
O diretor-gerente do FMI, Dominique Strauss-Kahn, disse neste sábado que o sistema financeiro internacional está “à beira do derretimento sistêmico” e criticou a postura do G7, o grupo das sete maiores economias do mundo, em relação à crise.
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Fonte - BBC
Bush defende coordenação global contra crise
Washington, 11 out (EFE).- A resposta mundial para a crise econômica que se estende pelo mundo deve ser coordenada, afirmou hoje o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, que acrescentou que todos estão "nisso juntos" e sairão "juntos".
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Fonte - G1
Bush diz que crise precisa de 'resposta global séria'
Em um breve discurso realizado na manhã deste sábado em Washington após uma reunião com os ministros das Finanças dos países do G7 (o grupo dos sete países mais ricos do mundo), o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, disse que todos concordam que é necessária uma "resposta global séria" à crise financeira.
"Todos nós reconhecemos que esta é uma séria crise global e por isso precisa de uma resposta global séria para o bem de nossas populações", afirmou Bush.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Sistema sob ameaça de derretimento sistêmico, onde todos estão juntos e, produzirão um resposta uníssona para o bem das populações. A Nova Ordem Mundial chegou, definitivamente. Aguardemos as medidas.
Escritores criticam prazo de detenção por terrorismo
Famosos escritores britânicos publicarão nesta segunda-feira um relato, um ensaio ou um poema criticando a determinação do Governo britânico de ampliar para 42 dias o prazo de detenção sem acusações de suspeitos de terrorismo.
A lista inclui 42 nomes, como os romancistas Philip Pullman - autor da trilogia "Fronteiras do Universo" -, Julian Barnes - autor de "O Papagaio de Flaubert" -, a britânica Monica Ali - famosa por seu livro "Um Lugar Chamado Brick Lane" - e John Berger, autor dos romances "G" e "Uma vez in Europa".
A decisão dos escritores é anunciada antes de a Câmara dos Lordes se pronunciar, nesta segunda-feira, sobre o projeto de lei que estende de 28 para 42 dias o período de detenção sem acusações de suspeitos de terrorismo.
A polêmica legislação - já aprovada na Câmara dos Comuns - pode ser rejeitada pelos lordes.
Pullman utiliza seu ensaio para lançar uma sarcástica crítica ao Governo, informou hoje o jornal britânico "The Observer".
"Não sabemos o quanto somos abençoados por viver em uma nação onde os policiais têm seis semanas para descobrir por que nos prenderam", escreve Pullman, dentro de uma campanha organizada pelo grupo de defesa dos direitos civis Liberty.
Em junho, o projeto de lei para ampliar a detenção sem acusações recebeu o sinal verde dos deputados, mas com muitas dificuldades, devido à oposição de vários parlamentares, que consideravam que a legislação ameaçava as liberdades civis.
No entanto, acredita-se que os lordes rejeitarão a iniciativa, que teria de voltar à Câmara dos Comuns para eventuais emendas.
O Governo defende a necessidade de ampliar o período diante da ameaça terrorista enfrentada pelo Reino Unido, mas é duramente criticado por muitos políticos e pelas organizações que defendem os direitos civis.
Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: A arbitrariedade americana tem na Inglaterra o seu mais forte aliado no continente europeu para duplicação de medidas totalitárias.
A lista inclui 42 nomes, como os romancistas Philip Pullman - autor da trilogia "Fronteiras do Universo" -, Julian Barnes - autor de "O Papagaio de Flaubert" -, a britânica Monica Ali - famosa por seu livro "Um Lugar Chamado Brick Lane" - e John Berger, autor dos romances "G" e "Uma vez in Europa".
A decisão dos escritores é anunciada antes de a Câmara dos Lordes se pronunciar, nesta segunda-feira, sobre o projeto de lei que estende de 28 para 42 dias o período de detenção sem acusações de suspeitos de terrorismo.
A polêmica legislação - já aprovada na Câmara dos Comuns - pode ser rejeitada pelos lordes.
Pullman utiliza seu ensaio para lançar uma sarcástica crítica ao Governo, informou hoje o jornal britânico "The Observer".
"Não sabemos o quanto somos abençoados por viver em uma nação onde os policiais têm seis semanas para descobrir por que nos prenderam", escreve Pullman, dentro de uma campanha organizada pelo grupo de defesa dos direitos civis Liberty.
Em junho, o projeto de lei para ampliar a detenção sem acusações recebeu o sinal verde dos deputados, mas com muitas dificuldades, devido à oposição de vários parlamentares, que consideravam que a legislação ameaçava as liberdades civis.
No entanto, acredita-se que os lordes rejeitarão a iniciativa, que teria de voltar à Câmara dos Comuns para eventuais emendas.
O Governo defende a necessidade de ampliar o período diante da ameaça terrorista enfrentada pelo Reino Unido, mas é duramente criticado por muitos políticos e pelas organizações que defendem os direitos civis.
Fonte - Terra
[Colaboração - Fernando Machado]
Nota DDP: A arbitrariedade americana tem na Inglaterra o seu mais forte aliado no continente europeu para duplicação de medidas totalitárias.
Surpresa de outubro
No jargão político americano, "surpresa de outubro" é um novo acontecimento (notícia) com potencial para influenciar o resultado de uma eleição, sobretudo para presidente. É assim chamado porque as eleições presidenciais são realizadas no início de novembro e, portanto, eventos que acontecem em outubro têm maior potencial para alterar os votos.
A chamada “surpresa de outubro” começou a fazer parte integral do folclore político americano durante os anos 80, com a revelação de que o então presidente democrata Jimmy Carter iria autorizar uma invasão do Irã para libertar os funcionários da embaixada americana em Teerã, seqüestrados pela Guarda Revolucionária do recém imposto regime islâmico. A aventura acabou em tragédia no deserto. Carter perdeu o cargo. De lá para cá, o caso mais recente ocorreu em 2004, e traz Bin Laden de volta ao foco.
Duas semanas antes das eleições, a disputa entre John Kerry e George Bush parecia bastante parelha, com ligeira vantagem ao desafiante democrata. Foi quando a rede de Tv Al Jazeera colocou no ar um vídeo com discurso do líder da Al Qaeda. A mensagem foi interpretada como desafio, e os operadores políticos da Casa Branca trompetearam que o presidente era o mais habilitado para enfrentar o perigo.
"A mudança de comando agora seria perigosa e interpretada como capitulação a Bin Laden" disse, então, o marqueteiro político republicano Karl Rove...
"Aposto bom dinheiro no fato de que Bin Laden vai novamente soltar um de seus vídeos. E não importa o que diga, a percepção será de que ele é contra John McCain, que se mostra um soldado aguerrido. Obama já disse que deseja a retirada das tropas do Iraque e a transferência de divisões para o Afeganistão para acabar com o Talibã e a Al Qaeda. Não é negócio para Bin Laden que Barack vença", afirma o atual analista político Roy Schumaker, do diretório nacional do Partido Democrata. (Jornal do Brasil)
NOTA: Embora o governo Bush tenha sido rápido em afastar essa possibilidade, uma nova "surpresa de outubro" pode acontecer nos próximos dias (a começar de amanhã, dia 13, data quando iniciou-se a construção da Casa Branca) alterando não só o resultado das eleições americanas como acelerando a chegada da Nova Ordem Mundial. É esperar para ver...
Fonte - Minuto Profético
A chamada “surpresa de outubro” começou a fazer parte integral do folclore político americano durante os anos 80, com a revelação de que o então presidente democrata Jimmy Carter iria autorizar uma invasão do Irã para libertar os funcionários da embaixada americana em Teerã, seqüestrados pela Guarda Revolucionária do recém imposto regime islâmico. A aventura acabou em tragédia no deserto. Carter perdeu o cargo. De lá para cá, o caso mais recente ocorreu em 2004, e traz Bin Laden de volta ao foco.
Duas semanas antes das eleições, a disputa entre John Kerry e George Bush parecia bastante parelha, com ligeira vantagem ao desafiante democrata. Foi quando a rede de Tv Al Jazeera colocou no ar um vídeo com discurso do líder da Al Qaeda. A mensagem foi interpretada como desafio, e os operadores políticos da Casa Branca trompetearam que o presidente era o mais habilitado para enfrentar o perigo.
"A mudança de comando agora seria perigosa e interpretada como capitulação a Bin Laden" disse, então, o marqueteiro político republicano Karl Rove...
"Aposto bom dinheiro no fato de que Bin Laden vai novamente soltar um de seus vídeos. E não importa o que diga, a percepção será de que ele é contra John McCain, que se mostra um soldado aguerrido. Obama já disse que deseja a retirada das tropas do Iraque e a transferência de divisões para o Afeganistão para acabar com o Talibã e a Al Qaeda. Não é negócio para Bin Laden que Barack vença", afirma o atual analista político Roy Schumaker, do diretório nacional do Partido Democrata. (Jornal do Brasil)
NOTA: Embora o governo Bush tenha sido rápido em afastar essa possibilidade, uma nova "surpresa de outubro" pode acontecer nos próximos dias (a começar de amanhã, dia 13, data quando iniciou-se a construção da Casa Branca) alterando não só o resultado das eleições americanas como acelerando a chegada da Nova Ordem Mundial. É esperar para ver...
Fonte - Minuto Profético
O fantasma da recessão ronda o mundo
O alívio durou pouco, porque toda hora aparece um novo fantasma voando. Por exemplo, muitos investidores que compraram papéis do Lehman Brothers tinham se garantido e comprado também um seguro contra esse papel. Quem vendeu o seguro agora vai ter que pagar. Portanto, o Lehman Brothers quebrou há quase um mês, no dia 15 de setembro, mas ainda está provocando medo e prejuízo.
E mais: a Islândia é um paisinho de nada que, aqui no Bom Dia Brasil, só o Renato Machado conhece. Pois bem, os depósitos nos bancos islandeses são dez vezes o PIB do país. E na quinta-feira (9) o governo avisou que os bancos estão quebrados e que ele só vai garantir depósito dos islandeses. Tem muito dinheiro inglês, por exemplo, que agora está congelado na terra do gelo. A Inglaterra reagiu usando uma lei antiterror que também está congelando dinheiro islandês na Inglaterra.
Essa crise é pior porque o mundo havia se acostumado com cinco anos de bem-bom. Todo mundo ganhava, todo ativo subia e aí ninguém se protegeu contra os riscos. Só nesta semana, US$ 4 trilhões desapareceram das Bolsas de Valores.
São quase R$ 9 trilhões. Três Brasis desapareceram em uma semana. Este dinheiro, na verdade, é um dinheiro um pouco virtual, porque as pessoas só teriam esse dinheiro na mão se vendessem as ações. O prejuízo só vira realidade se você vende ação, tornando-o real.
O novo plano do secretário de Tesouro americano, Henry Paulson, de ser sócio dos bancos e ter ações dos bancos representa o fim do capitalismo. Nos Estados Unidos, o Tesouro vai ser banqueiro, dono dos bancos, significa também que aquele plano de US$ 700 bilhões tão falado, tão comentado e tão discutido, fracassou, porque já estão passando para um plano B, que é virar donos dos bancos...
(Miriam Leitão - comentarista de economia da Globo)
Fonte - Minuto Profético
E mais: a Islândia é um paisinho de nada que, aqui no Bom Dia Brasil, só o Renato Machado conhece. Pois bem, os depósitos nos bancos islandeses são dez vezes o PIB do país. E na quinta-feira (9) o governo avisou que os bancos estão quebrados e que ele só vai garantir depósito dos islandeses. Tem muito dinheiro inglês, por exemplo, que agora está congelado na terra do gelo. A Inglaterra reagiu usando uma lei antiterror que também está congelando dinheiro islandês na Inglaterra.
Essa crise é pior porque o mundo havia se acostumado com cinco anos de bem-bom. Todo mundo ganhava, todo ativo subia e aí ninguém se protegeu contra os riscos. Só nesta semana, US$ 4 trilhões desapareceram das Bolsas de Valores.
São quase R$ 9 trilhões. Três Brasis desapareceram em uma semana. Este dinheiro, na verdade, é um dinheiro um pouco virtual, porque as pessoas só teriam esse dinheiro na mão se vendessem as ações. O prejuízo só vira realidade se você vende ação, tornando-o real.
O novo plano do secretário de Tesouro americano, Henry Paulson, de ser sócio dos bancos e ter ações dos bancos representa o fim do capitalismo. Nos Estados Unidos, o Tesouro vai ser banqueiro, dono dos bancos, significa também que aquele plano de US$ 700 bilhões tão falado, tão comentado e tão discutido, fracassou, porque já estão passando para um plano B, que é virar donos dos bancos...
(Miriam Leitão - comentarista de economia da Globo)
Fonte - Minuto Profético
Com a crise, operadores do mercado recorrem à fé
O Jornal Nacional de ontem levou ao ar reportagem de Sônia Bridi dando conta da queda nas bolsas de valores européias e do clima de recessão que paira sobre o continente. A Alemanha está prestes a entrar em estagnação. Ali, investidores estão trocando ações por ouro. Na Inglaterra, o primeiro ministro Gordon Brown disse que a era dos bônus milionários pagos a executivos acabou.
Mas o interessante mesmo foi a seguinte declaração da repórter: “No centro financeiro de Paris, operadores do mercado recorrem à fé e a orações na hora do almoço.”
A revista britânica Economist cita as perspectivas do FMI para 2009. Segundo o fundo, a economia mundial está entrando em uma grave desaceleração no esteio da pior crise financeira desde os anos 1930. A recessão nos EUA, garante a publicação, pode não ser ainda oficial, mas está em andamento. Na Europa, a situação não é melhor. O Japão também está sucumbindo, e os mercados emergentes estão sendo castigados pela fuga de investidores pouco dispostos a correr riscos.
Numa análise além da crise financeira, o jornalista Rubem Dargã Holdorf avalia: “Voltando à questão a respeito do que pode estar além da economia como solução para a crise mundial, basta lembrar da proatividade papal na semana passada ao oferecer auxílio aos Estados Unidos. Visualiza-se, com perfeição, a tendência mundial dos governantes em falar a mesma linguagem. A maioria já se condicionou a aceitar as novas regras que venham a se estabelecer diante de um consenso global. A nova crise que se configura no horizonte não apresenta somente formas econômicas, mas recebe outros contornos de ataque à liberdade de expressão e consciência.”
Não seria essa crise a responsável por fazer o mundo ocidental se voltar para a fé como resposta aos problemas do capitalismo, como estão fazendo os operadores parisienses? Quem será que vai se aproveitar dessa predisposição ao espiritual? Quem viver verá (e se estudar o Apocalipse, entenderá).
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Bem a propósito das questões supra consideradas e da conclusão do articulista, transcrevo notícia enviada pelo irmão Fernando Machado:
Na homenagem aos 50 anos da morte de Pio XII, papa acusado de não combater nazi-fascismo, Bento XVI afirmou que ele agiu em silêncio para salvar os judeus. Um rabino criticou a beatificação.
O Papa Bento XVI defendeu a beatificação do Papa Pio XII, que comandou a Igreja Católica durante e depois da Segunda Guerra Mundial. A correspondente Ilze Scamparini acompanhou, em Roma, o sínodo, reunião dos bispos católicos que começou no domingo. O sínodo dos bispos atravessa a sua primeira semana no meio da crise financeira mundial, que não deixou a Igreja indiferente. "Dinheiro não vale nada, só Deus é sólido", disse o Papa.
Fonte - Jornal Nacional
Mas o interessante mesmo foi a seguinte declaração da repórter: “No centro financeiro de Paris, operadores do mercado recorrem à fé e a orações na hora do almoço.”
A revista britânica Economist cita as perspectivas do FMI para 2009. Segundo o fundo, a economia mundial está entrando em uma grave desaceleração no esteio da pior crise financeira desde os anos 1930. A recessão nos EUA, garante a publicação, pode não ser ainda oficial, mas está em andamento. Na Europa, a situação não é melhor. O Japão também está sucumbindo, e os mercados emergentes estão sendo castigados pela fuga de investidores pouco dispostos a correr riscos.
Numa análise além da crise financeira, o jornalista Rubem Dargã Holdorf avalia: “Voltando à questão a respeito do que pode estar além da economia como solução para a crise mundial, basta lembrar da proatividade papal na semana passada ao oferecer auxílio aos Estados Unidos. Visualiza-se, com perfeição, a tendência mundial dos governantes em falar a mesma linguagem. A maioria já se condicionou a aceitar as novas regras que venham a se estabelecer diante de um consenso global. A nova crise que se configura no horizonte não apresenta somente formas econômicas, mas recebe outros contornos de ataque à liberdade de expressão e consciência.”
Não seria essa crise a responsável por fazer o mundo ocidental se voltar para a fé como resposta aos problemas do capitalismo, como estão fazendo os operadores parisienses? Quem será que vai se aproveitar dessa predisposição ao espiritual? Quem viver verá (e se estudar o Apocalipse, entenderá).
Fonte - Michelson Borges
Nota DDP: Bem a propósito das questões supra consideradas e da conclusão do articulista, transcrevo notícia enviada pelo irmão Fernando Machado:
Na homenagem aos 50 anos da morte de Pio XII, papa acusado de não combater nazi-fascismo, Bento XVI afirmou que ele agiu em silêncio para salvar os judeus. Um rabino criticou a beatificação.
O Papa Bento XVI defendeu a beatificação do Papa Pio XII, que comandou a Igreja Católica durante e depois da Segunda Guerra Mundial. A correspondente Ilze Scamparini acompanhou, em Roma, o sínodo, reunião dos bispos católicos que começou no domingo. O sínodo dos bispos atravessa a sua primeira semana no meio da crise financeira mundial, que não deixou a Igreja indiferente. "Dinheiro não vale nada, só Deus é sólido", disse o Papa.
Fonte - Jornal Nacional
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