Numa altura em que se discute a responsabilidade dos administradores bancários sobre a crise internacional, fica a reflexão do Papa, que esta manhã lembrou o compromisso de todos com o próximo.
Na oração do Angelus, Bento XVI salientou que quando “pomos em prática o amor ao próximo, segundo a mensagem evangélica, damos espaço ao senhorio de Deus e Seu reino realiza-se no meio de nós. Se pelo contrário se cada um só pensa nos seus interesses, o mundo está condenado à ruína”.
“O reino de Deus não é uma questão de honras ou aparências, o Senhor quer o nosso bem, ou seja, que cada um tenha a vida e que especialmente os seus filhos mais pequenos possam participar no banquete que preparou para todos”.
“Por isso” – concluiu o Santo Padre – “não sabe o que fazer daqueles hipócritas que dizem "Senhor, Senhor" e depois descuidam os seus mandamentos”.
Fonte - Renascença [Pesquisa - Resta uma Esperança]
Uma nova moral econômica
Para a Santa Sé, a solução da crise passa por um pacto internacional em matéria financeira e fiscal, de forma que se recupere a «confiança» e a «transparência».
...
Por isso, aponta, «é necessário chegar ao ser moral mais profundo das pessoas, é necessária uma educação no exercício da responsabilidade para com o bem de todos, por parte de todos os sujeitos, em todos os níveis: operadores financeiros, famílias, empresas, instituições financeiras, autoridades públicas, sociedade civil».
Esta educação na responsabilidade «pode encontrar um fundamento sólido em alguns princípios indicados pela doutrina social, que são patrimônio de todos e base de toda a vida social: o bem comum universal, o destino universal dos bens, a prioridade do trabalho sobre o capital».
A respeito disso, a Igreja crê também que é necessário repensar o próprio trabalho dos operadores financeiros, submetidos à «absoluta prioridade do capital» sobre as pessoas, com «horas de trabalho longuíssimas e estressantes, e horizonte temporal curtíssimo de referência para as decisões».
Fonte - Zenit
Nota DDP: É exatamente o que está sendo proposto pela COMECE para discussão junto ao parlamento europeu em 15 de Dezembro, onde o assunto já faz parte da pauta, como visto em "A União Européia deve guardar o domingo, diz a Igreja Católica". Aguardemos o desenrolar dos fatos.
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
“Barack Obama” europeu?
Cem Ozdemir foi eleito co-presidente do Partido Verde na Alemanha em um bom momento. Toda a Europa está à procura de um “Barack Obama europeu”. Como primeiro líder de origem turca de um grande partido alemão, Ozdemir é um bom candidato. Assim como Barack Obama, Ozdemir tenta transcender a questão étnica, mas de uma forma diferente. O presidente eleito dos EUA tem esperanças de que o significado histórico de sua eleição trabalhe a favor desse objetivo. Já o co-presidente do Partido Verde alemão parece ansioso para minimizar completamente essa questão. Sobre sua liderança, Ozdemir diz que o que importa é formar uma coalizão com o máximo de “verdes” possível. Uma aliança que defenda as liberdades civis e a justiça social, e que também se oponha ao aquecimento global e à energia nuclear.
(Opinião e Notícia)
Nota Michelson Borges: Interessante como o cenário profético vai ficando claro. Barack Obama já garantiu que vai dar atenção à questão ecológica. O vaticano está engajado na mesma causa, até porque defende que o domingo seria parte da solução para as crises financeira e ambiental. Bispos católicos estão pressionando a Comunidade Européia para que adote oficialmente o domingo como dia de descanso. Agora surge um novo líder capaz de aglutinar também a Europa em torno da causa ambientalista.[
(Opinião e Notícia)
Nota Michelson Borges: Interessante como o cenário profético vai ficando claro. Barack Obama já garantiu que vai dar atenção à questão ecológica. O vaticano está engajado na mesma causa, até porque defende que o domingo seria parte da solução para as crises financeira e ambiental. Bispos católicos estão pressionando a Comunidade Européia para que adote oficialmente o domingo como dia de descanso. Agora surge um novo líder capaz de aglutinar também a Europa em torno da causa ambientalista.[
A chave-mestra da BMW
As chaves dos carros evoluíram e superaram de longe a função básica de abrir a porta do veículo. E se depender da BMW, a utilidade do acessório será ainda maior em um futuro próximo. Isso porque o departamento de Pesquisa e Tecnologia da marca desenvolveu uma chave multifuncional que pode ser utilizada como um cartão de crédito ou para armazenar certas preferências do motorista quando utiliza o veículo.
As contas podem ser pagas de maneira similar à de um cartão comum, bastando aproximar a chave de um leitor, que recebe os dados por radiofreqüência. A tecnologia também permite que o chip guarde outros dados, como as preferências do usuário ao utilizar seu automóvel. Uma vez dentro do veículo, a chave se comunica com o sistema de internet ConnectedDrive, que exibe tudo o que foi salvo pelo motorista, como lista de endereços, estações de rádio preferidas e programas assinados.
No futuro, a chave poderia ser usada ainda para a compra de passagens de ônibus, trem ou avião. A “chave-mestra” da BMW ainda é um protótipo e não tem prazo definido para chegar ao mercado.
Fonte: Terra
NOTA Minuto Profético: É inegável que a tecnologia tem tornado a vida de muita gente mais fácil. Porém, a pergunta que fica é: será que toda essa tecnologia RFID (chip) não será usada para violar as liberdades civis e controlar as pessoas (ou seus hábitos)? Quem conhece a profecia bíblica está melhor preparado para encontrar a resposta...
As contas podem ser pagas de maneira similar à de um cartão comum, bastando aproximar a chave de um leitor, que recebe os dados por radiofreqüência. A tecnologia também permite que o chip guarde outros dados, como as preferências do usuário ao utilizar seu automóvel. Uma vez dentro do veículo, a chave se comunica com o sistema de internet ConnectedDrive, que exibe tudo o que foi salvo pelo motorista, como lista de endereços, estações de rádio preferidas e programas assinados.
No futuro, a chave poderia ser usada ainda para a compra de passagens de ônibus, trem ou avião. A “chave-mestra” da BMW ainda é um protótipo e não tem prazo definido para chegar ao mercado.
Fonte: Terra
NOTA Minuto Profético: É inegável que a tecnologia tem tornado a vida de muita gente mais fácil. Porém, a pergunta que fica é: será que toda essa tecnologia RFID (chip) não será usada para violar as liberdades civis e controlar as pessoas (ou seus hábitos)? Quem conhece a profecia bíblica está melhor preparado para encontrar a resposta...
"Tomara que não matem Obama"
Caracas, 24 nov (EFE).- O presidente venezuelano, Hugo Chávez, disse nesta segunda-feira que há uma "maquinaria assassina" que é "capaz de qualquer coisa", incluindo "matar" o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama.
"Há uma maquinaria assassina (nos EUA) que é capaz de qualquer coisa. Tomara que não mate Obama", afirmou o governante, em entrevista coletiva a correspondentes estrangeiros.
Chávez disse ainda que tem esperanças de que Obama "se coloque à altura das expectativas que criou", tanto em seu país como "em boa parte do âmbito internacional".
Além disso, expressou seu desejo de "que Obama possa transformar essa maquina infernal em uma maquina benfeitora para o mundo".
"Tomara que o presidente Obama fique cercado de bons assessores (...) que limpe a Casa Branca de tanto fascismo, tanto imperialismo", comentou.
Fonte - UOL
"Há uma maquinaria assassina (nos EUA) que é capaz de qualquer coisa. Tomara que não mate Obama", afirmou o governante, em entrevista coletiva a correspondentes estrangeiros.
Chávez disse ainda que tem esperanças de que Obama "se coloque à altura das expectativas que criou", tanto em seu país como "em boa parte do âmbito internacional".
Além disso, expressou seu desejo de "que Obama possa transformar essa maquina infernal em uma maquina benfeitora para o mundo".
"Tomara que o presidente Obama fique cercado de bons assessores (...) que limpe a Casa Branca de tanto fascismo, tanto imperialismo", comentou.
Fonte - UOL
Acidez dos oceanos acelera mais que o previsto
Os níveis crescentes de dióxido de carbono na atmosfera estão aumentando a acidez dos oceanos dez vezes mais depressa do que os cientistas pensavam.
Um projeto de oito anos numa ilha do Pacífico nos EUA descobriu uma queda no pH da água no período --quanto mais baixo o pH, mais ácido o ambiente. Seus autores, da Universidade de Washington, prevêem riscos para os organismos que formam carapaças de cálcio, porque essas criaturas dependem de um ambiente mais alcalino para viver.
Segundo Timothy Wotton, principal autor do trabalho, a variação da acidez está relacionada com o aumento do CO2 na atmosfera. Esse gás, produzido pela a queima de combustíveis fósseis, reage com a água formando ácido carbônico. A acidez compromete, além das criaturas que formam conchas, a capacidade do oceano de absorver mais CO2.
Fonte - Folha
Um projeto de oito anos numa ilha do Pacífico nos EUA descobriu uma queda no pH da água no período --quanto mais baixo o pH, mais ácido o ambiente. Seus autores, da Universidade de Washington, prevêem riscos para os organismos que formam carapaças de cálcio, porque essas criaturas dependem de um ambiente mais alcalino para viver.
Segundo Timothy Wotton, principal autor do trabalho, a variação da acidez está relacionada com o aumento do CO2 na atmosfera. Esse gás, produzido pela a queima de combustíveis fósseis, reage com a água formando ácido carbônico. A acidez compromete, além das criaturas que formam conchas, a capacidade do oceano de absorver mais CO2.
Fonte - Folha
terça-feira, 25 de novembro de 2008
A religião do "equilíbrio"
Uma Religião Moderada
Eu o conheço bem – você nem é quente nem frio; Eu desejaria que você fosse ou uma coisa ou outra! Porém, já que você é meramente morno, Eu o cuspirei para fora da Minha boca! Apocalipse 3:15, 16, BV
Na região que pertence à Turquia moderna, conheci as ruínas de Laodicéia, quando a visitei em 1975, juntamente com as outras seis igrejas da Ásia Menor, mencionadas no Apocalipse.
Nos dias bíblicos, era uma cidade próspera e rica, “de nada precisando”. Sua riqueza tornou os laodiceanos cristãos acomodados, nem frios nem quentes, mas mornos, talvez numa alusão às águas termais que brotavam e continuam a brotar próximo da cidade bíblica de Hierápolis, hoje Pamukale. Ao visitar aquele local, toquei aquelas águas cálidas e senti na mão a sua mornidão confortável.
Satanás deseja, mais que ninguém, que a nossa igreja seja moderada, amena, com calor espiritual pouco intenso, que se mantenha nos limites do conveniente, indefinida, nem bem isso e nem bem aquilo. Isso é o suficiente para ele alcançar seus objetivos.
C. S. Lewis, escritor inglês, descreve um demônio já idoso dando conselhos e orientações a um demônio novato e pouco experiente na arte de enganar e seduzir uma pessoa. Ao demônio calouro, ele deu o seguinte conselho: “Fale a essa pessoa sobre moderação em todas as coisas, inclusive na sua religião. Diga-lhe para ir com calma. Se você conseguir fazer com que ela considere a religião muito boa até certo ponto, pode ficar tranqüilo quanto ao perigo de salvação dessa pessoa. Uma religião moderada, indefinida e sem compromissos é tão boa para nós como nenhuma religião”
Às vezes, queremos facilitar a vida cristã, amaciar o caminho e desconhecer nossas lutas, provações e deveres como cristãos. Satanás quer nos sugerir um cristianismo mais fácil, moderado e sem responsabilidades; um cristianismo romântico, vazio, social; um cristianismo que mais se acomode ao nosso modo de pensar que ao de Deus.
A religião de Cristo não é uma religião de conveniências. Não nos iludamos: a jornada cristã não é tão fácil assim como muitos a julgam. Não devemos querer torná-la diferente.
O verso para reflexão abaixo nos sugere que a caminhada cristã é como uma roseira: espinhos no seu caule, mas lindas rosas, com agradável perfume, nas pontas de seus galhos.
REFLEXÃO: “Tenho-vos dito isso, para que em Mim tenhais paz [rosas]; no mundo tereis aflições [espinhos], mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo [rosas]” (Jo 16:33).
Fonte - CPB
Mateus 5:37
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
Eu o conheço bem – você nem é quente nem frio; Eu desejaria que você fosse ou uma coisa ou outra! Porém, já que você é meramente morno, Eu o cuspirei para fora da Minha boca! Apocalipse 3:15, 16, BV
Na região que pertence à Turquia moderna, conheci as ruínas de Laodicéia, quando a visitei em 1975, juntamente com as outras seis igrejas da Ásia Menor, mencionadas no Apocalipse.
Nos dias bíblicos, era uma cidade próspera e rica, “de nada precisando”. Sua riqueza tornou os laodiceanos cristãos acomodados, nem frios nem quentes, mas mornos, talvez numa alusão às águas termais que brotavam e continuam a brotar próximo da cidade bíblica de Hierápolis, hoje Pamukale. Ao visitar aquele local, toquei aquelas águas cálidas e senti na mão a sua mornidão confortável.
Satanás deseja, mais que ninguém, que a nossa igreja seja moderada, amena, com calor espiritual pouco intenso, que se mantenha nos limites do conveniente, indefinida, nem bem isso e nem bem aquilo. Isso é o suficiente para ele alcançar seus objetivos.
C. S. Lewis, escritor inglês, descreve um demônio já idoso dando conselhos e orientações a um demônio novato e pouco experiente na arte de enganar e seduzir uma pessoa. Ao demônio calouro, ele deu o seguinte conselho: “Fale a essa pessoa sobre moderação em todas as coisas, inclusive na sua religião. Diga-lhe para ir com calma. Se você conseguir fazer com que ela considere a religião muito boa até certo ponto, pode ficar tranqüilo quanto ao perigo de salvação dessa pessoa. Uma religião moderada, indefinida e sem compromissos é tão boa para nós como nenhuma religião”
Às vezes, queremos facilitar a vida cristã, amaciar o caminho e desconhecer nossas lutas, provações e deveres como cristãos. Satanás quer nos sugerir um cristianismo mais fácil, moderado e sem responsabilidades; um cristianismo romântico, vazio, social; um cristianismo que mais se acomode ao nosso modo de pensar que ao de Deus.
A religião de Cristo não é uma religião de conveniências. Não nos iludamos: a jornada cristã não é tão fácil assim como muitos a julgam. Não devemos querer torná-la diferente.
O verso para reflexão abaixo nos sugere que a caminhada cristã é como uma roseira: espinhos no seu caule, mas lindas rosas, com agradável perfume, nas pontas de seus galhos.
REFLEXÃO: “Tenho-vos dito isso, para que em Mim tenhais paz [rosas]; no mundo tereis aflições [espinhos], mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo [rosas]” (Jo 16:33).
Fonte - CPB
Mateus 5:37
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
O paraíso da Santa Sé
Bento XVI tende a reforçar a interferência política da Igreja Católica no mundo e na Itália, ampliando o raio de ação atingido durante o pontificado de João Paulo II.
...
Dias antes, na Itália, Ratzinger lamentara a ausência de verdadeiros católicos praticantes entre os políticos em geral e no próprio governo. Trata-se de manifestações que ofendem poucos e não surpreendem o mundo cristão, acostumado com as dubiedades de uma Igreja que diz preocupar-se com a saúde espiritual dos homens, mas na prática, age freqüentemente como poder temporal. E nem sempre a bem da humanidade.
Por exemplo. A Santa Sé, como paraíso fiscal, é muito mais segura que as Ilhas Cayman, e, se Daniel Dantas usufruísse de conhecimentos certos no Vaticano, com muitas probabilidades a Operação Satiagraha teria abortado ao nascer. O Instituto para as Obras de Religião, ou como todos o conhecem: IOR, este é o nome do banco do papa, que concede aos seus selecionadíssimos clientes juros mínimos de 12% ao ano, a garantia, além da segurança do capital, de proventos com risco zero, impensáveis no restante mundo ocidental, um anonimato blindado no caveau da torre onde se localiza a sede central do Instituto, com os seus 5 bilhões de euros.
Nos últimos 30 anos, o IOR esteve envolvido em todos os escândalos que assolaram a Itália, mas nunca nenhum juiz solicitou uma investigação, nem de rotina, para procurar compreender, caso houvessem, quais as responsabilidades dos banqueiros vaticanos. Não, não é uma ficção científica, mas apenas algumas revelações do La Questua, ensaio que há meses lidera as estatísticas de vendas na Itália, embora seja ignorado pela maioria dos mass media. No entanto, o volume é o fruto de anos de pesquisas realizadas por Curzio Maltese, jornalista investigativo do diário La Repubblica que há tempo indaga teimosamente sobre esses temas, batendo contra a parede de borracha das autoridades eclesiásticas.
Para compreender como seja possível o Vaticano ser um paraíso fiscal superior às Ilhas Cayman, ou por que um quarto dos imóveis de Roma é de propriedade do Vaticano, e totalmente isentos de impostos, ou ainda para verificar como o Estado italiano gasta muito mais para manter a Igreja do que com sua classe política, CartaCapital entrevistou o autor do best seller que daqui a alguns dias será publicado também na Alemanha, pátria de papa Ratzinger.
...
CC: Quais mistérios?
CM: O IOR é responsável de todos os escândalos italianos, e não somente de uma das maiores trapaças do sistema bancário europeu, ou seja, a falência do Banco Ambrosiano. Porque, em seguida àquilo, houve Mani Pulite, com as porcentagens Enimont, e as falências Parmalat e Cirio. Até no futebol, quando houve o escândalo dos juízes debaixo da batuta do diretor-geral da Juventus, Luciano Moggi, dois anos atrás, aparece à sombra do IOR. Mas o IOR é ligado também à lavagem, principalmente do dinheiro da Máfia. Até há quem afirme que os grandes bosses de Corleone, Totò Riina e Bernardo Provenzano, investiram no IOF.
...
CC: Mas o Vaticano e os bispos interferem de forma bastante pesada, nestes últimos tempos, quase todos os dias, na vida pública e na democracia italiana...
CM: Com toda certeza este é apenas um lado. Porém, por outro lado não aceitam nenhum tipo de indagação. A Igreja na Itália representa um poder que participa da vida democrática apenas do ponto de vista dos direitos, mas não dos deveres.
...
CC: Voltando às relações entre alta finança e Igreja Católica, quais as ligações encontradas no decorrer da sua pesquisa?
CM: São muitas as pessoas próximas da Igreja Católica, ou mesmo ligadas diretamente, desempenhando papéis de grande relevância no mundo das finanças.
...
CC: A razão?
CM: Porque com estes últimos se negocia melhor, mesmo porque, no fundo, não há nenhum envolvimento pessoal, mas se cria uma espécie de troca. O governo concede benefícios econômicos para a Igreja, para ter desta apoio político. É o que aconteceu pontualmente com o fascismo, em seguida nos anos 80, principalmente com os socialistas, e agora com Berlusconi. Não se trata de discutir princípios, e sim de mera troca de interesses, políticos de um lado, e econômicos do outro.
...
Fonte - Carta Capital
Nota DDP:
A matéria chamou-me a atenção por conta de duas outras que recentemente circularam na mídia nacional:
Vaticano defende silêncio do papa sobre máfia italiana
O Vaticano defendeu neste domingo a decisão do papa Bento XVI de evitar uma condenação direta ao crime organizado durante uma viagem ao sul da Itália, reduto da máfia Camorra, uma das mais cruéis do país.
...
Fonte - Terra
Crise econômica não atinge a máfia
A crise econômica mundial não atingiu a máfia italiana, que faturou mais que todas as empresas italianas em 2008, segundo um relatório publicado nesta terça-feira pela associação italiana de empresários Confesercenti.
"A máfia é um grande holding, que tem um faturamento de 130 bilhões de euros e um lucro aproximativo de 70 bilhões de euros", diz o documento da Confesercenti, que reúne cerca de 270.000 empresários, comerciantes e artesãos especializados no turismo.
"Ao contrário das demais empresas, a máfia não foi atingida pela crise econômica e financeira internacional", destacou a Confesercenti.
...
Fonte - Último Segundo
E que cada um tire suas conclusões...
[Colaboração - Donizzeti]
...
Dias antes, na Itália, Ratzinger lamentara a ausência de verdadeiros católicos praticantes entre os políticos em geral e no próprio governo. Trata-se de manifestações que ofendem poucos e não surpreendem o mundo cristão, acostumado com as dubiedades de uma Igreja que diz preocupar-se com a saúde espiritual dos homens, mas na prática, age freqüentemente como poder temporal. E nem sempre a bem da humanidade.
Por exemplo. A Santa Sé, como paraíso fiscal, é muito mais segura que as Ilhas Cayman, e, se Daniel Dantas usufruísse de conhecimentos certos no Vaticano, com muitas probabilidades a Operação Satiagraha teria abortado ao nascer. O Instituto para as Obras de Religião, ou como todos o conhecem: IOR, este é o nome do banco do papa, que concede aos seus selecionadíssimos clientes juros mínimos de 12% ao ano, a garantia, além da segurança do capital, de proventos com risco zero, impensáveis no restante mundo ocidental, um anonimato blindado no caveau da torre onde se localiza a sede central do Instituto, com os seus 5 bilhões de euros.
Nos últimos 30 anos, o IOR esteve envolvido em todos os escândalos que assolaram a Itália, mas nunca nenhum juiz solicitou uma investigação, nem de rotina, para procurar compreender, caso houvessem, quais as responsabilidades dos banqueiros vaticanos. Não, não é uma ficção científica, mas apenas algumas revelações do La Questua, ensaio que há meses lidera as estatísticas de vendas na Itália, embora seja ignorado pela maioria dos mass media. No entanto, o volume é o fruto de anos de pesquisas realizadas por Curzio Maltese, jornalista investigativo do diário La Repubblica que há tempo indaga teimosamente sobre esses temas, batendo contra a parede de borracha das autoridades eclesiásticas.
Para compreender como seja possível o Vaticano ser um paraíso fiscal superior às Ilhas Cayman, ou por que um quarto dos imóveis de Roma é de propriedade do Vaticano, e totalmente isentos de impostos, ou ainda para verificar como o Estado italiano gasta muito mais para manter a Igreja do que com sua classe política, CartaCapital entrevistou o autor do best seller que daqui a alguns dias será publicado também na Alemanha, pátria de papa Ratzinger.
...
CC: Quais mistérios?
CM: O IOR é responsável de todos os escândalos italianos, e não somente de uma das maiores trapaças do sistema bancário europeu, ou seja, a falência do Banco Ambrosiano. Porque, em seguida àquilo, houve Mani Pulite, com as porcentagens Enimont, e as falências Parmalat e Cirio. Até no futebol, quando houve o escândalo dos juízes debaixo da batuta do diretor-geral da Juventus, Luciano Moggi, dois anos atrás, aparece à sombra do IOR. Mas o IOR é ligado também à lavagem, principalmente do dinheiro da Máfia. Até há quem afirme que os grandes bosses de Corleone, Totò Riina e Bernardo Provenzano, investiram no IOF.
...
CC: Mas o Vaticano e os bispos interferem de forma bastante pesada, nestes últimos tempos, quase todos os dias, na vida pública e na democracia italiana...
CM: Com toda certeza este é apenas um lado. Porém, por outro lado não aceitam nenhum tipo de indagação. A Igreja na Itália representa um poder que participa da vida democrática apenas do ponto de vista dos direitos, mas não dos deveres.
...
CC: Voltando às relações entre alta finança e Igreja Católica, quais as ligações encontradas no decorrer da sua pesquisa?
CM: São muitas as pessoas próximas da Igreja Católica, ou mesmo ligadas diretamente, desempenhando papéis de grande relevância no mundo das finanças.
...
CC: A razão?
CM: Porque com estes últimos se negocia melhor, mesmo porque, no fundo, não há nenhum envolvimento pessoal, mas se cria uma espécie de troca. O governo concede benefícios econômicos para a Igreja, para ter desta apoio político. É o que aconteceu pontualmente com o fascismo, em seguida nos anos 80, principalmente com os socialistas, e agora com Berlusconi. Não se trata de discutir princípios, e sim de mera troca de interesses, políticos de um lado, e econômicos do outro.
...
Fonte - Carta Capital
Nota DDP:
A matéria chamou-me a atenção por conta de duas outras que recentemente circularam na mídia nacional:
Vaticano defende silêncio do papa sobre máfia italiana
O Vaticano defendeu neste domingo a decisão do papa Bento XVI de evitar uma condenação direta ao crime organizado durante uma viagem ao sul da Itália, reduto da máfia Camorra, uma das mais cruéis do país.
...
Fonte - Terra
Crise econômica não atinge a máfia
A crise econômica mundial não atingiu a máfia italiana, que faturou mais que todas as empresas italianas em 2008, segundo um relatório publicado nesta terça-feira pela associação italiana de empresários Confesercenti.
"A máfia é um grande holding, que tem um faturamento de 130 bilhões de euros e um lucro aproximativo de 70 bilhões de euros", diz o documento da Confesercenti, que reúne cerca de 270.000 empresários, comerciantes e artesãos especializados no turismo.
"Ao contrário das demais empresas, a máfia não foi atingida pela crise econômica e financeira internacional", destacou a Confesercenti.
...
Fonte - Último Segundo
E que cada um tire suas conclusões...
[Colaboração - Donizzeti]
A Santa Sé e a crise econômica
Cidade do Vaticano, 24 nov (RV) - Terá início no próximo sábado, dia 29, em Doha, capital de Catar, a Conferência internacional sobre o financiamento ao desenvolvimento.
O encontro de Catar se concluirá com um novo documento (Doha Draft Outcome Document) para regular a colaboração internacional. Em vista deste acordo, o Pontifício Conselho de Justiça e de Paz elaborou uma nota para oferecer sua reflexão sobre alguns temas. O documento menciona os "principais aspectos éticos das relações entre finança e desenvolvimento e encoraja os governos e todos os outros agentes econômicos a encontrar soluções duradouras e solidárias".
...
Na reunião de Doha, que se conclui em 2 de dezembro, será analisado o Consenso de Monterrey, aprovado em 2002. Pelo menos nas intenções, o Consenso deveria constituir um momento de união entre o Norte e o Sul do mundo, marcando também uma nova era de cooperação entre as Nações Unidas, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. (BF)
Fonte - Radio Vaticano
O encontro de Catar se concluirá com um novo documento (Doha Draft Outcome Document) para regular a colaboração internacional. Em vista deste acordo, o Pontifício Conselho de Justiça e de Paz elaborou uma nota para oferecer sua reflexão sobre alguns temas. O documento menciona os "principais aspectos éticos das relações entre finança e desenvolvimento e encoraja os governos e todos os outros agentes econômicos a encontrar soluções duradouras e solidárias".
...
Na reunião de Doha, que se conclui em 2 de dezembro, será analisado o Consenso de Monterrey, aprovado em 2002. Pelo menos nas intenções, o Consenso deveria constituir um momento de união entre o Norte e o Sul do mundo, marcando também uma nova era de cooperação entre as Nações Unidas, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. (BF)
Fonte - Radio Vaticano
Bactéria em rato pode ser 'praga do século 21'
Uma bactéria que pode causar graves distúrbios cardíacos em seres humanos está sendo propagada por pulgas que atacam ratos, despertando temores de que essa infecção possa se tornar um grande problema neste século, de acordo com pesquisa da Universidade Nacional Chung Hsing, em Taiwan.
...
Fonte - BBC
...
Fonte - BBC
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Luta contra mudança climática ganha ar dramático
Com o fim do governo George W. Bush, sai de cena o último dos "questionadores" do aquecimento global. E os países desenvolvidos já parecem adotar um tom uníssono, no sentido de que a discussão sobre a mudança climática já atingiu uma segunda fase. Em vez de discutir se isso realmente está acontecendo, e com que magnitude, o foco das discussões passa a ser -- o que vamos fazer para evitar que a coisa fique realmente muito feia.
Desde o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental para Mudança Climática, da ONU), no ano passado, um novo e inabalável consenso surgiu acerca do aquecimento global: um aumento de até dois graus Celsius na média das temperaturas em escala mundial deve acontecer até o fim do século, não importando o que façamos agora para impedi-lo.
...
A batalha agora, no que diz respeito à contenção do aquecimento global, se centra em evitar a chamada "mudança climática perigosa". Os cientistas definem atualmente essa fronteira num aumento de temperatura global acima de 2 graus Celsius. Para eles, é o que será preciso para levar a um derretimento inevitável do gelo preso no solo da Groenlândia. A caminho do mar, essa montanha de água faria subir o nível dos oceanos em vários metros ao longo dos próximos milhares de anos. Mas em menos tempo que isso a mudança já seria mais perceptível, a ponto de causar estragos em muitos países.
...
Para evitar a tal mudança climática perigosa, será preciso reduzir drasticamente as emissões de carbono nos próximos 30 anos. E, na verdade, a ciência sugere que essa redução terá de ser muito aguda nos próximos dez.
...
...
Um acordo global para o pós-Kyoto deve sair -- ou naufragar -- até o final do ano que vem, em reunião da ONU em Copenhagen, na Dinamarca. Noves fora a diplomacia, cada país precisa trabalhar internamente suas metas para migrar para a economia "descarbonizada" do futuro, sob risco de se ver cada vez mais isolado no cenário internacional.
Embora ninguém fale em embargos econômicos no momento (até para não assustar), está claro que ferramentas como impostos e taxas começam a surgir no jargão do combate ao aquecimento global e serão usadas se a necessidade aparecer. Mudar é preciso.
...
É o que resta, depois que tanto tempo foi perdido em cortinas de fumaça e contra-argumentos aos cientistas que alertavam sobre as mudanças que a ação humana estava causando em seu próprio planeta. A essa altura do campeonato, o aquecimento global está aí. Já acontece e veio para ficar. E pode ficar ainda pior, se não agirmos, globalmente e rápido.
Fonte - G1
Nota DDP: Outras ferramentas surgirão, aliadas a outra discussões, como crise econômica e aspectos sociais do trabalho. O dia de descanso universal vem aí, com ar dramático, claro.
[Pesquisa - Resta uma Esperança]
Desde o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental para Mudança Climática, da ONU), no ano passado, um novo e inabalável consenso surgiu acerca do aquecimento global: um aumento de até dois graus Celsius na média das temperaturas em escala mundial deve acontecer até o fim do século, não importando o que façamos agora para impedi-lo.
...
A batalha agora, no que diz respeito à contenção do aquecimento global, se centra em evitar a chamada "mudança climática perigosa". Os cientistas definem atualmente essa fronteira num aumento de temperatura global acima de 2 graus Celsius. Para eles, é o que será preciso para levar a um derretimento inevitável do gelo preso no solo da Groenlândia. A caminho do mar, essa montanha de água faria subir o nível dos oceanos em vários metros ao longo dos próximos milhares de anos. Mas em menos tempo que isso a mudança já seria mais perceptível, a ponto de causar estragos em muitos países.
...
Para evitar a tal mudança climática perigosa, será preciso reduzir drasticamente as emissões de carbono nos próximos 30 anos. E, na verdade, a ciência sugere que essa redução terá de ser muito aguda nos próximos dez.
...
...
Um acordo global para o pós-Kyoto deve sair -- ou naufragar -- até o final do ano que vem, em reunião da ONU em Copenhagen, na Dinamarca. Noves fora a diplomacia, cada país precisa trabalhar internamente suas metas para migrar para a economia "descarbonizada" do futuro, sob risco de se ver cada vez mais isolado no cenário internacional.
Embora ninguém fale em embargos econômicos no momento (até para não assustar), está claro que ferramentas como impostos e taxas começam a surgir no jargão do combate ao aquecimento global e serão usadas se a necessidade aparecer. Mudar é preciso.
...
É o que resta, depois que tanto tempo foi perdido em cortinas de fumaça e contra-argumentos aos cientistas que alertavam sobre as mudanças que a ação humana estava causando em seu próprio planeta. A essa altura do campeonato, o aquecimento global está aí. Já acontece e veio para ficar. E pode ficar ainda pior, se não agirmos, globalmente e rápido.
Fonte - G1
Nota DDP: Outras ferramentas surgirão, aliadas a outra discussões, como crise econômica e aspectos sociais do trabalho. O dia de descanso universal vem aí, com ar dramático, claro.
[Pesquisa - Resta uma Esperança]
Agora é o Tempo
Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará. Daniel 12:4
O capítulo 12 de Daniel nos revela que estamos no limiar da eternidade. Ele aponta para o período da História anterior à segunda vinda de Cristo. Este é o tempo em que as cortinas da história do nosso planeta serão fechadas, e Deus fará o acerto de contas com a humanidade.
Agora é o tempo! O agora de Deus é diferente do agora do homem. O agora de Deus é o agora do amor, da paciência e da longanimidade. Não o agora imediato, do momento, do agora segundo os critérios humanos, mas um agora que significa um período suficiente para que todos tenham a oportunidade de se prepararem para o encontro com o Senhor. A verdade, porém, é que, em algum momento desse espaço de tempo, que é o agora de Deus, Jesus voltará.
Agora é o tempo em que o povo de Deus deveria atender ao chamado para um verdadeiro e genuíno arrependimento e ao abandono de todas as formas de pecado. Se existe ainda algum pecado não confessado, escondido em nosso coração, estamos novamente crucificando o Senhor Jesus na cruz da nossa indiferença e ingratidão. Portanto, agora é o tempo de um sincero arrependimento.
Agora é o tempo de tomar novas decisões por Cristo. Jesus deve ser levado em conta em todas as atividades de nossa vida: nas recreações, nas leituras, nas companhias que escolhemos, nas músicas que ouvimos, nos ambientes que freqüentamos, no namoro, no casamento, nos passeios, nos programas de televisão que assistimos, ao "navegarmos" pela internet, na faculdade, no trabalho; enfim, tudo o que fazemos deve ser feito à luz dessa relação com Cristo.
Agora é o tempo de renovarmos o hábito da leitura e estudo da Bíblia. Agora é o tempo para orações fervorosas e sinceras!
Agora é o tempo de tornar nosso lar um lugar de louvor a Deus, onde possamos oferecer diariamente a Ele a vida, por meio de orações, sinceridade e pureza de coração. Isso está ao seu e ao meu alcance. Agora é o tempo de não perdermos tempo!
REFLEXÃO: "O fim do mundo chegará logo. Portanto, sejam homens de oração, fervorosos e diligentes" (1Pe 4:7, BV).
Nota DDP: Muitas vozes se levantando ao mesmo tempo e nos mesmos termos...
Palavras do Pr. Lessa na Revista Adventista:
Voltemos para as veredas antigas. Elas não são antiquadas, pois a Palavra de Deus não envelhece. É sempre atual.
Se você é músico ou cantor, volte para as veredas antigas. Se você é pastor ou líder, volte para as veredas antigas. Se você é professor, volte para as veredas antigas. Se você é médico missionário, volte para as veredas antigas! Se você deseja morar no reino eterno, volte para as veredas antigas. Ande de mãos dadas com Jesus por essas veredas de paz.
O capítulo 12 de Daniel nos revela que estamos no limiar da eternidade. Ele aponta para o período da História anterior à segunda vinda de Cristo. Este é o tempo em que as cortinas da história do nosso planeta serão fechadas, e Deus fará o acerto de contas com a humanidade.
Agora é o tempo! O agora de Deus é diferente do agora do homem. O agora de Deus é o agora do amor, da paciência e da longanimidade. Não o agora imediato, do momento, do agora segundo os critérios humanos, mas um agora que significa um período suficiente para que todos tenham a oportunidade de se prepararem para o encontro com o Senhor. A verdade, porém, é que, em algum momento desse espaço de tempo, que é o agora de Deus, Jesus voltará.
Agora é o tempo em que o povo de Deus deveria atender ao chamado para um verdadeiro e genuíno arrependimento e ao abandono de todas as formas de pecado. Se existe ainda algum pecado não confessado, escondido em nosso coração, estamos novamente crucificando o Senhor Jesus na cruz da nossa indiferença e ingratidão. Portanto, agora é o tempo de um sincero arrependimento.
Agora é o tempo de tomar novas decisões por Cristo. Jesus deve ser levado em conta em todas as atividades de nossa vida: nas recreações, nas leituras, nas companhias que escolhemos, nas músicas que ouvimos, nos ambientes que freqüentamos, no namoro, no casamento, nos passeios, nos programas de televisão que assistimos, ao "navegarmos" pela internet, na faculdade, no trabalho; enfim, tudo o que fazemos deve ser feito à luz dessa relação com Cristo.
Agora é o tempo de renovarmos o hábito da leitura e estudo da Bíblia. Agora é o tempo para orações fervorosas e sinceras!
Agora é o tempo de tornar nosso lar um lugar de louvor a Deus, onde possamos oferecer diariamente a Ele a vida, por meio de orações, sinceridade e pureza de coração. Isso está ao seu e ao meu alcance. Agora é o tempo de não perdermos tempo!
REFLEXÃO: "O fim do mundo chegará logo. Portanto, sejam homens de oração, fervorosos e diligentes" (1Pe 4:7, BV).
Nota DDP: Muitas vozes se levantando ao mesmo tempo e nos mesmos termos...
Palavras do Pr. Lessa na Revista Adventista:
Voltemos para as veredas antigas. Elas não são antiquadas, pois a Palavra de Deus não envelhece. É sempre atual.
Se você é músico ou cantor, volte para as veredas antigas. Se você é pastor ou líder, volte para as veredas antigas. Se você é professor, volte para as veredas antigas. Se você é médico missionário, volte para as veredas antigas! Se você deseja morar no reino eterno, volte para as veredas antigas. Ande de mãos dadas com Jesus por essas veredas de paz.
Vaticano 'absolve' os Beatles e elogia seu 'White album'
CIDADE DO VATICANO, 21 Nov 2008 (AFP) - O jornal do Vaticano, L'Osservatore Romano, 'absolveu' nesta sexta-feira os Beatles em um longo artigo no qual elogia o talento musical do grupo e comemora os 40 anos do lançamento do "White Album".
O artigo inicia recordando, em tom indulgente, a célebre e controvertida declaração de John Lennon de que "os Beatles são mais famosos de Jesus Cristo".
"Foi uma frase que suscitou profunda indignação, mas que, hoje em dia, soa mais como uma mofa de um jovem da classe operária inglesa empolgado com o sucesso", escreve o jornal vaticano.
Segundo o jornal da Santa Sé, o grupo realizou uma 'revolução branca' com seu "White Album", que classifica que "utopia musical, onde se encontra tudo o contrário de tudo"."Era um conjunto de canções talvez discutíveis, mas reveladoras de toda uma época", afirma.
"Atualmente os produtos fonográficos são estereotipados, muito distantes da criatividade dos Beatles", lamenta o jornal papal.
"White Album" foi lançado em 22 de novembro de 1968 com 30 canções originais e foi um marco na carreira musical do grupo inglês.
Fonte - BOL
Nota DDP: Esta notícia não poderia ser mais propriamente comentada que numa segunda-feira, dia em que este blog costumeiramente disponibiliza os áudios do palestrante Daniel Spencer.
Para os que já escutaram, não terão dificuldade em se lembrar das assinalações que ele faz acerca da carreira dos Beatles e das revoluções culturais que passaram pela trajetória dos mesmos, especialmente no que se refere aos objetivos ocultistas.
Vejam que interessante, este álbum que o papa está agora endossando, é todo ele permeado pela "inspiração" espiritualista que os Beatles foram buscar na Índia, depois de Lennon dizer que seriam mais famosos que Cristo. Também marcou o início do fim da banda.
Este inclusive é o trabalho que contém a música "Helter Skelter" (que marca uma revolução estilística no ambiente do rock) e, que a minha ex-banda de cabeceira (Sim, eu também sempre gostei), U2, ressuscitou há alguns anos (Ouvindo os áudios entendemos a razão desta ponte Beatles/U2/Rolling Stones).
A pergunta que fica é no sentido de entender o motivo desta "absolvição" e, não somente isso, mas dos elogios ao "White Album" promovidos pelo papa.
O artigo inicia recordando, em tom indulgente, a célebre e controvertida declaração de John Lennon de que "os Beatles são mais famosos de Jesus Cristo".
"Foi uma frase que suscitou profunda indignação, mas que, hoje em dia, soa mais como uma mofa de um jovem da classe operária inglesa empolgado com o sucesso", escreve o jornal vaticano.
Segundo o jornal da Santa Sé, o grupo realizou uma 'revolução branca' com seu "White Album", que classifica que "utopia musical, onde se encontra tudo o contrário de tudo"."Era um conjunto de canções talvez discutíveis, mas reveladoras de toda uma época", afirma.
"Atualmente os produtos fonográficos são estereotipados, muito distantes da criatividade dos Beatles", lamenta o jornal papal.
"White Album" foi lançado em 22 de novembro de 1968 com 30 canções originais e foi um marco na carreira musical do grupo inglês.
Fonte - BOL
Nota DDP: Esta notícia não poderia ser mais propriamente comentada que numa segunda-feira, dia em que este blog costumeiramente disponibiliza os áudios do palestrante Daniel Spencer.
Para os que já escutaram, não terão dificuldade em se lembrar das assinalações que ele faz acerca da carreira dos Beatles e das revoluções culturais que passaram pela trajetória dos mesmos, especialmente no que se refere aos objetivos ocultistas.
Vejam que interessante, este álbum que o papa está agora endossando, é todo ele permeado pela "inspiração" espiritualista que os Beatles foram buscar na Índia, depois de Lennon dizer que seriam mais famosos que Cristo. Também marcou o início do fim da banda.
Este inclusive é o trabalho que contém a música "Helter Skelter" (que marca uma revolução estilística no ambiente do rock) e, que a minha ex-banda de cabeceira (Sim, eu também sempre gostei), U2, ressuscitou há alguns anos (Ouvindo os áudios entendemos a razão desta ponte Beatles/U2/Rolling Stones).
A pergunta que fica é no sentido de entender o motivo desta "absolvição" e, não somente isso, mas dos elogios ao "White Album" promovidos pelo papa.
Ellen White e o Uso de bateria na igreja

“Não devemos opor ao uso de instrumentos musicais em nossa obra”. (Testimonies, vol. 9, págs. 143 e 144)
Ellen White não contradiz a bíblia sobre o uso dos tambores
Percebemos que Ellen White, nesta citação não especificou uma lista de instrumentos. Com isso, alguns usam este aparente silêncio para definir genericamente que a bateria com seus tambores devem fazer parte dos instrumentos que não deveriam ser objetáveis.
Se nós interpretarmos este texto da mensageira do Senhor desta forma, teremos um sério problema, pois entenderíamos que Ellen White estaria indo contra a própria Bíblia.
Por quê? No capítulo: “O uso de bateria na igreja”, vimos com clareza que os tambores ficaram de fora da lista de instrumentos ditados pelo próprio Deus (II Cr 29:25,26). O texto bíblico diz: "...Porque este mandado veio do Senhor por intermédio de seus Profetas..." II Cr 29:25. Estes instrumentos são qualificados como ``DO SENHOR´´, e os tambores ficaram de fora. Também fica evidente que jamais houve tambores na música de adoração a Deus no santuário. Poderíamos ainda usar a história de Davi na condução da arca de Obede-Edom (II Sam. 6:5 e I Cron. 13:8) .
“A história diz que foram duas tentativas de Davi para trazer de volta a arca. Na primeira tentativa deu tudo errado e Davi não conseguiu trazê-la. Foi um desastre porque Davi havia contrariado a Deus em várias maneiras de como a arca deveria ser levada. Percebendo os erros cometidos, na segunda tentativa ele corrige tudo para fazer conforme fora ordenado por Deus. Observando atentamente, percebe-se que nas correções que foram feitas para trazer a arca novamente, os tambores também entraram em sua lista de coisas que eram do desagrado do Senhor. Davi contrariou a vontade de Deus em várias coisas, mas na segunda oportunidade ele fez tudo conforme era a vontade de Deus. Houve alegria, mas ao contrário da primeira vez, a banda musical não teve tambor, mas harpas, alaúdes e címbalos (I Cron. 15:16)”. (Artigo: Uso de bateria na igreja)
Portanto como ficaria a situação de Ellen White se interpretássemos este escrito de forma que abone o uso dos tambores na adoração, uma vez que a bíblia apresenta sua ausência PROPOSITAL na mesma?
Precisamos entender com todas as letras, que interpretações isoladas de contextos estão propensas a serem da forma como queremos provar as coisas, ou seja, ao nosso gosto e idéias pessoais. Isolar este texto do seu contexto e interpretá-lo da forma como muitos têm feito, é o mesmo que citar isoladamente textos como: Mateus 25:46 para afirmar que seremos atormentados pelo fogo eternamente, ou Romanos 14:5 para afirmar que o dia semanal de guarda é uma questão de consciência pessoal, ou Atos 10:15 para afirmar que podemos comer de tudo, sem nenhuma restrição, ou até mesmo I Cor. 7:8 para afirmar que o homem solteiro deve permanecer só para o resto da vida. Se pegarmos textos e os interpretarmos isoladamente, faremos interpretações forçadas para serem coniventes ao nosso pensamento e gosto pessoal.
Mas não ficamos sem esperança nessas circunstâncias, temos uma maravilhosa solução para entendermos a bíblia e o Espírito de Profecia sem contradizê-los. Aprendemos com a teologia de nossa amada igreja Adventista três regrinhas fundamentais de como estudar a bíblia e o Espírito de Profecia de modo que a faça se harmonizar em todos os textos e contextos. Veja:
· A - Não ir além do que está escrito: I Coríntios 4:6
· B - Aceitar a interpretação que a Bíblia mesma dá, pois a bíblia responde a si mesma: II Pedro 1:20,21.
· C - Quando tiver dificuldades para entender o texto, busque o máximo de contextos possível: Isaias 28: 10,11
Se seguirmos fielmente estas regras ensinadas pelo nosso maravilho Deus, não precisaremos interpretar o que Ellen White escreveu de maneira contrária a Bíblia.
Contexto de Ellen White sobre o uso de tambores na experiência de Indiana.
Ellen White anunciou através do ocorrido em Indiana que, pouco antes do fim do tempo da graça, na igreja, haveria música barulhenta, com gritos, tambores e danças. A esse respeito escreveu: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança .Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo”. ME, Vol 2 – 36. (Maiores detalhes sobre o ocorrido em Indiana, ver: Mensagens Escolhidas, Vol. 2 – Págs, 31-39.
Esta citação acima pode também ser encontrada no livro Intitulado: “Música, Sua influência na vida do cristão, págs. 36 à 42 – Editado pela Casa Publicadora Brasileira).
É muito curioso atentar para o fato que no momento do louvor e adoração, havia muitos instrumentos sendo usados como “um órgão, um contrabaixo, três violinos, duas flautas, três tamborins, três trompas e um grande tambor” descrito no livro “Música, sua influência na vida do cristão, págs. 36 a 38, testemunhado por alguns.
A pergunta que surge é, se havia muitos instrumentos fazendo parte do louvor naquele momento, porque Ellen White citou apenas os tambores em suas observações de coisas estranhas que ocorreram naquele louvor? Veja:
“O que você descreveu como tendo acontecido em Indiana, o Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
Perceba que ela associou os tambores a coisas estranhas em Indiana e que tal estranheza teria lugar novamente antes da terminação do tempo da graça em nosso meio. Pois assim afirmou a mensageira do Senhor, que: “Seria introduzida em nossas reuniões”. ME, vol 2 – 36
Portando a revelação recebida a respeito do ocorrido em Indiana deixa evidente que por alguma razão tal instrumento não deveria fazer parte da adoração a Deus.
Ellen White ainda comentando a respeito diz que “Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento... Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” ME, vol 2 – 37
Recebeu também orientações precisas de Deus para compreender que “O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36
Sobre tal tipo de música com tambores Ellen White escreveu que “Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto a decisões retas. E isso será chamado de operação do Espírito Santo”. ME, Pág. 36 e 37.
Em uma palestra alguém me perguntou se a música religiosa ou gospel será pior do que a situação em que se encontra. Respondi que sim, porque esse tipo de música que está adentrando em nosso meio ainda não tem sido chamado de operação do Espírito Santo. Mas isso não está longe de acontecer, porque certo dia fui confrontado por uma irmã da igreja que havia afirmado que só sente a presença do Espírito de Deus nas músicas mais forte, ritmadas e com bateria. Disse ainda que a música tradicional, como do hinário não tem mais poder nos dias em que vivemos. Tentou argumentar que os tempos em que vivemos são diferentes, e por essa razão a música também precisa ser diferente para sentirmos a presença de Deus. Como pode isso ser possível? Uma música que antigamente era poderosa e hoje não ter mais o poder de Deus? De fato o mundo passou e passa por muitas mudanças, mas temos que ter em mente que quem realiza as mudanças é o inimigo das almas e não Deus. [Nota: Isso já aconteceu também comigo]
(Para meditação: religião é compreender, sentir ou fazer?)
Muitos confundem essas estimulações. Dizem que a música tem que mexer, sacudir, criar estimulações para gerar poder. Mas BARULHO NÃO GERA PODER. Ritmos elevados e músicas cheias de estimulações não fazem ninguém cheio do Espírito de Deus. O que torna uma pessoa cheia de poder, é a fé munida de submissão plena. O que torna uma pessoa cheia do Espírito Santo é a consagração e abandono decisivo do pecado.
"Se trabalharmos para criar excitação do sentimento, teremos tudo quanto queremos, e mais do que possivelmente podemos saber como manejar. (...) Importa não considerar nossa obra em criar excitação. Unicamente o Espírito de Deus pode criar um entusiasmo são. Deixai que Deus opere, e ande o instrumento humano silenciosamente diante dEle, vigiando, esperando, orando, olhando a Jesus a todo momento, conduzido e controlado pelo precioso Espírito que é luz e vida. (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 16-17)
Isto seria muito sério?
“O Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que satanás pode empregar para tomar a verdade desagradável às pessoas sensatas; O inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência. Assim busca satanás pôr seu selo sobre a obra que Deus quer que se destaque em pureza. O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37
E afirmou que :
“Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço...” ME, vol 2 – 38
Muitos escritores modernos e cientistas que não tem nenhum vinculo com a igreja, após cuidadoso estudo e pesquisa, tem afirmado que os tambores são elementos essenciais dos cultos pagãos, dizendo ainda que são a principal ferramenta para estabelecer “contato com o mundo dos espíritos, (Ver capítulo “O uso de bateria na igreja).
Os defensores dos tambores nem ao menos sabem que Ellen White escreveu a esse respeito:
“Esses...foram arrastados por um engano espírita”. Evangelismo – 595
“Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens...” ME, vol 2 – 37
“Coisa alguma já, mais ofensiva aos olhos de Deus, do que uma exibição de música instrumental, quando os que nela tomam parte não são consagrados, não estão fazendo em seu coração melodia para o Senhor... Não temos tempo agora para gastar em buscar as coisas que agradam unicamente aos sentidos”. RH, 14/11/1899. EV, 510
Conclusão:
“É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossa reuniões...” ME, vol 2 – 36
Usando todos os métodos de interpretação da Bíblia e do Espírito de Profecia, chegamos a esta conclusão não forçada, mas clara da situação dos tambores e da música rítmica na visão de Ellen White.
Fica evidente que em momento algum ela contrariou a bíblia na questão do uso dos tambores na adoração. Os tambores entraram na sua lista de coisas estranhas que ocorreram em indiana: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
É válido relembrar que jamais incentivou o seu uso e recebeu visões de Deus com a orientação de que “O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37.
Ela disse ainda que isso não é obra do Espírito Santo, mas de outro espírito:
“O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36
Qualquer argumento levantado a favor dos tambores, não pode ser com endosso da Bíblia e nem do Espírito de Profecia. Você vai preferir ignorar toda essa luz? Eu não, pois eu e minha casa serviremos ao Senhor.
Fonte - Gilberto Theiss
Ellen White não contradiz a bíblia sobre o uso dos tambores
Percebemos que Ellen White, nesta citação não especificou uma lista de instrumentos. Com isso, alguns usam este aparente silêncio para definir genericamente que a bateria com seus tambores devem fazer parte dos instrumentos que não deveriam ser objetáveis.
Se nós interpretarmos este texto da mensageira do Senhor desta forma, teremos um sério problema, pois entenderíamos que Ellen White estaria indo contra a própria Bíblia.
Por quê? No capítulo: “O uso de bateria na igreja”, vimos com clareza que os tambores ficaram de fora da lista de instrumentos ditados pelo próprio Deus (II Cr 29:25,26). O texto bíblico diz: "...Porque este mandado veio do Senhor por intermédio de seus Profetas..." II Cr 29:25. Estes instrumentos são qualificados como ``DO SENHOR´´, e os tambores ficaram de fora. Também fica evidente que jamais houve tambores na música de adoração a Deus no santuário. Poderíamos ainda usar a história de Davi na condução da arca de Obede-Edom (II Sam. 6:5 e I Cron. 13:8) .
“A história diz que foram duas tentativas de Davi para trazer de volta a arca. Na primeira tentativa deu tudo errado e Davi não conseguiu trazê-la. Foi um desastre porque Davi havia contrariado a Deus em várias maneiras de como a arca deveria ser levada. Percebendo os erros cometidos, na segunda tentativa ele corrige tudo para fazer conforme fora ordenado por Deus. Observando atentamente, percebe-se que nas correções que foram feitas para trazer a arca novamente, os tambores também entraram em sua lista de coisas que eram do desagrado do Senhor. Davi contrariou a vontade de Deus em várias coisas, mas na segunda oportunidade ele fez tudo conforme era a vontade de Deus. Houve alegria, mas ao contrário da primeira vez, a banda musical não teve tambor, mas harpas, alaúdes e címbalos (I Cron. 15:16)”. (Artigo: Uso de bateria na igreja)
Portanto como ficaria a situação de Ellen White se interpretássemos este escrito de forma que abone o uso dos tambores na adoração, uma vez que a bíblia apresenta sua ausência PROPOSITAL na mesma?
Precisamos entender com todas as letras, que interpretações isoladas de contextos estão propensas a serem da forma como queremos provar as coisas, ou seja, ao nosso gosto e idéias pessoais. Isolar este texto do seu contexto e interpretá-lo da forma como muitos têm feito, é o mesmo que citar isoladamente textos como: Mateus 25:46 para afirmar que seremos atormentados pelo fogo eternamente, ou Romanos 14:5 para afirmar que o dia semanal de guarda é uma questão de consciência pessoal, ou Atos 10:15 para afirmar que podemos comer de tudo, sem nenhuma restrição, ou até mesmo I Cor. 7:8 para afirmar que o homem solteiro deve permanecer só para o resto da vida. Se pegarmos textos e os interpretarmos isoladamente, faremos interpretações forçadas para serem coniventes ao nosso pensamento e gosto pessoal.
Mas não ficamos sem esperança nessas circunstâncias, temos uma maravilhosa solução para entendermos a bíblia e o Espírito de Profecia sem contradizê-los. Aprendemos com a teologia de nossa amada igreja Adventista três regrinhas fundamentais de como estudar a bíblia e o Espírito de Profecia de modo que a faça se harmonizar em todos os textos e contextos. Veja:
· A - Não ir além do que está escrito: I Coríntios 4:6
· B - Aceitar a interpretação que a Bíblia mesma dá, pois a bíblia responde a si mesma: II Pedro 1:20,21.
· C - Quando tiver dificuldades para entender o texto, busque o máximo de contextos possível: Isaias 28: 10,11
Se seguirmos fielmente estas regras ensinadas pelo nosso maravilho Deus, não precisaremos interpretar o que Ellen White escreveu de maneira contrária a Bíblia.
Contexto de Ellen White sobre o uso de tambores na experiência de Indiana.
Ellen White anunciou através do ocorrido em Indiana que, pouco antes do fim do tempo da graça, na igreja, haveria música barulhenta, com gritos, tambores e danças. A esse respeito escreveu: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança .Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo”. ME, Vol 2 – 36. (Maiores detalhes sobre o ocorrido em Indiana, ver: Mensagens Escolhidas, Vol. 2 – Págs, 31-39.
Esta citação acima pode também ser encontrada no livro Intitulado: “Música, Sua influência na vida do cristão, págs. 36 à 42 – Editado pela Casa Publicadora Brasileira).
É muito curioso atentar para o fato que no momento do louvor e adoração, havia muitos instrumentos sendo usados como “um órgão, um contrabaixo, três violinos, duas flautas, três tamborins, três trompas e um grande tambor” descrito no livro “Música, sua influência na vida do cristão, págs. 36 a 38, testemunhado por alguns.
A pergunta que surge é, se havia muitos instrumentos fazendo parte do louvor naquele momento, porque Ellen White citou apenas os tambores em suas observações de coisas estranhas que ocorreram naquele louvor? Veja:
“O que você descreveu como tendo acontecido em Indiana, o Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
Perceba que ela associou os tambores a coisas estranhas em Indiana e que tal estranheza teria lugar novamente antes da terminação do tempo da graça em nosso meio. Pois assim afirmou a mensageira do Senhor, que: “Seria introduzida em nossas reuniões”. ME, vol 2 – 36
Portando a revelação recebida a respeito do ocorrido em Indiana deixa evidente que por alguma razão tal instrumento não deveria fazer parte da adoração a Deus.
Ellen White ainda comentando a respeito diz que “Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento... Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” ME, vol 2 – 37
Recebeu também orientações precisas de Deus para compreender que “O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36
Sobre tal tipo de música com tambores Ellen White escreveu que “Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto a decisões retas. E isso será chamado de operação do Espírito Santo”. ME, Pág. 36 e 37.
Em uma palestra alguém me perguntou se a música religiosa ou gospel será pior do que a situação em que se encontra. Respondi que sim, porque esse tipo de música que está adentrando em nosso meio ainda não tem sido chamado de operação do Espírito Santo. Mas isso não está longe de acontecer, porque certo dia fui confrontado por uma irmã da igreja que havia afirmado que só sente a presença do Espírito de Deus nas músicas mais forte, ritmadas e com bateria. Disse ainda que a música tradicional, como do hinário não tem mais poder nos dias em que vivemos. Tentou argumentar que os tempos em que vivemos são diferentes, e por essa razão a música também precisa ser diferente para sentirmos a presença de Deus. Como pode isso ser possível? Uma música que antigamente era poderosa e hoje não ter mais o poder de Deus? De fato o mundo passou e passa por muitas mudanças, mas temos que ter em mente que quem realiza as mudanças é o inimigo das almas e não Deus. [Nota: Isso já aconteceu também comigo]
(Para meditação: religião é compreender, sentir ou fazer?)
Muitos confundem essas estimulações. Dizem que a música tem que mexer, sacudir, criar estimulações para gerar poder. Mas BARULHO NÃO GERA PODER. Ritmos elevados e músicas cheias de estimulações não fazem ninguém cheio do Espírito de Deus. O que torna uma pessoa cheia de poder, é a fé munida de submissão plena. O que torna uma pessoa cheia do Espírito Santo é a consagração e abandono decisivo do pecado.
"Se trabalharmos para criar excitação do sentimento, teremos tudo quanto queremos, e mais do que possivelmente podemos saber como manejar. (...) Importa não considerar nossa obra em criar excitação. Unicamente o Espírito de Deus pode criar um entusiasmo são. Deixai que Deus opere, e ande o instrumento humano silenciosamente diante dEle, vigiando, esperando, orando, olhando a Jesus a todo momento, conduzido e controlado pelo precioso Espírito que é luz e vida. (Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 16-17)
Isto seria muito sério?
“O Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que satanás pode empregar para tomar a verdade desagradável às pessoas sensatas; O inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência. Assim busca satanás pôr seu selo sobre a obra que Deus quer que se destaque em pureza. O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37
E afirmou que :
“Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço...” ME, vol 2 – 38
Muitos escritores modernos e cientistas que não tem nenhum vinculo com a igreja, após cuidadoso estudo e pesquisa, tem afirmado que os tambores são elementos essenciais dos cultos pagãos, dizendo ainda que são a principal ferramenta para estabelecer “contato com o mundo dos espíritos, (Ver capítulo “O uso de bateria na igreja).
Os defensores dos tambores nem ao menos sabem que Ellen White escreveu a esse respeito:
“Esses...foram arrastados por um engano espírita”. Evangelismo – 595
“Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens...” ME, vol 2 – 37
“Coisa alguma já, mais ofensiva aos olhos de Deus, do que uma exibição de música instrumental, quando os que nela tomam parte não são consagrados, não estão fazendo em seu coração melodia para o Senhor... Não temos tempo agora para gastar em buscar as coisas que agradam unicamente aos sentidos”. RH, 14/11/1899. EV, 510
Conclusão:
“É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossa reuniões...” ME, vol 2 – 36
Usando todos os métodos de interpretação da Bíblia e do Espírito de Profecia, chegamos a esta conclusão não forçada, mas clara da situação dos tambores e da música rítmica na visão de Ellen White.
Fica evidente que em momento algum ela contrariou a bíblia na questão do uso dos tambores na adoração. Os tambores entraram na sua lista de coisas estranhas que ocorreram em indiana: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
É válido relembrar que jamais incentivou o seu uso e recebeu visões de Deus com a orientação de que “O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37.
Ela disse ainda que isso não é obra do Espírito Santo, mas de outro espírito:
“O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36
Qualquer argumento levantado a favor dos tambores, não pode ser com endosso da Bíblia e nem do Espírito de Profecia. Você vai preferir ignorar toda essa luz? Eu não, pois eu e minha casa serviremos ao Senhor.
Fonte - Gilberto Theiss
A União Européia deve guardar o domingo, diz a Igreja Católica

18 de Novembro de 2008
A Igreja Católica pretende que a observância do domingo seja inserida como parte das leis da União Europeia (UE). O Parlamento Europeu está debatendo as alterações a serem efetuados nas suas diretrizes sobre a jornada de trabalho. O Vaticano quer incluir uma cláusula em que esta lei obriga todos os cidadãos da União Europeia a descansar no domingo.
A Lei Diretiva sobre Tempo de Trabalho (EU Woring Time Directive), é um documento legislativo horrivelmente socialista, que presentemente declara como ilegal aos trabalhadores da UE laborarem mais de 48 horas semanais, com algumas exceções. Os trabalhadores do Reino Unido (Inglaterra) podem optar a não se sujeitarem nestas previsões.
A Lei Diretiva sobre Tempo de Trabalho (EU Woring Time Directive), é um documento legislativo horrivelmente socialista, que presentemente declara como ilegal aos trabalhadores da UE laborarem mais de 48 horas semanais, com algumas exceções. Os trabalhadores do Reino Unido (Inglaterra) podem optar a não se sujeitarem nestas previsões.
A lei se encontra em fase de revisão. Durante sua segunda leitura, em Outubro, sete Membros do Parlamento Europeu (Veja o Independent Catholic News) entabularam uma emenda que dizendo que o período mínimo de descanso “deve em princípio incluir o domingo". A Comissão da Conferência de Bispos da Comunidade Européia (COMECE por sua sigla en Inglês), cuja sede está em Bruxelas, concorda, recomendando que a directriz laboral deve dizer “o descanso semanal mínimo deve incluir o domingo”. [Veja a notícia no Servizio Informazione Religiosa (SIR) ]
A emenda declarava que “as probabilidades de adoecer-se nas empresas que requerem a seus empregados trabalhar aos domingos é maior que nas companhias que não requerem a seus empregados trabalhar aos domingos. A saúde dos trabalhadores depende, entre outros fatores, de suas oportunidades de balancear o trabalho e a vida familiar, estabelecer e manter laços sociais e atender a suas necessidades espirituais. O domingo, como dia tradicional de descanso semanal, contribui para estes objetivos mais que qualquer outro dia da semana.”
A emenda nunca foi levada a votação, gerando crítica dos Bispos Católicos por toda Europa. Piotr Mazurkiewicz, secretário geral da COMECE, estava exasperado [Leia a noticia em The Parliament]. A proteção ao domingo, disse, “é pedra angular do modelo social europeu e um assunto de importância central para os obreiros e suas famílias.”
A lei referente às Diretrizes Sobre Jornada Laboral será discutida novamente em Dezembro [2008], e os Bispos Católicos da Europa querem que este assunto seja considerado.
O papa tem sido um forte defensor do reavivamento da observância do domingo. “Sem o domingo [descanso e adoração] não podemos viver!" declarou o Papa Bento XVI em uma missa em 9 de Setembro do ano passado, declarando que o domingo é uma “necessidade” para todo o mundo”. [Veja o artigo El Descanso Dominical una "Necesidad" para Todos].
A perspectiva de um governo Europeu tão poderoso que possa declarar um dia específico como dia de repouso é algo que dá medo. Isto resultaria em uma UE disposta e com o poder para estabelecer mudanças no estilo de vida de seus súditos, gostem eles ou não. Resultaria em uma Europa que estabeleceria uma religião estatal no Catolicismo. O estabelecimento do descanso dominical seria a marca de um poderoso superpoder europeu aliado com o Vaticano.
Fonte - The Trumpet
Nota DDP:
Gostaria apenas de fazer uma ressalva, uma vez que o texto, para os que entendem um pouco de profecia, é auto-explicativo: Este artigo não é de lavra de adventistas do sétimo dia, muito embora quem o elaborou seja uma igreja sabatista ("Philadelphia Church of God").
Realizada esta ressalva e, a de que eles estão com medo de um domínio romano sendo imposto a partir do local errado (a UE quando o foco deveriam ser os EUA), temos uma nuance muito clara, até mesmo pelas fontes que embasam o artigo, que outros grupos começam a perceber as realidades que se descotinam.
No mais, por repetir algo já postado neste espaço, reiteramos mais uma vez a notícia que embasa todo este artigo, "Crise financeira é consequência de uma crise de valores".
Maranata.
Vaticano pede um novo pacto financeiro internacional
CIDADE DO VATICANO, 22 NOV (ANSA) - O Vaticano pediu um "novo pacto financeiro internacional" diante da crise que abalou os mercados ao redor do mundo, sobretudo os dos países pobres e dos emergentes.
A declaração foi divulgada em comunicado do Pontifício Conselho de Justiça e Paz e aprovada pela Secretaria de Estado do Vaticano, às vésperas da Conferência Internacional de Doha -- entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro.
Na nota, o Vaticano questiona: "Basta uma simples revisão ou é necessária uma autêntica refundação do sistema das instituições econômicas e financeiras internacionais?".
O Estado pontifício também reclamou pelo fato das "nações mais fracas" terem sido "excluídas do plano elaborado para salvar os mercados".
Segundo nota publicada no jornal L'Osservatore Romano, "muitíssimos países que não participaram da cúpula de Washington (G20) temem, não sem razão, que esse evento tenha tirado o impacto da Conferência Internacional de Doha".
Caso o G20 tire a importância da Conferência de Doha, "será uma lástima, porque a comunidade internacional perderia a ocasião de discutir questões importantíssimas para a humanidade e para o desenvolvimento", escreveu o jornal.
Fonte - Ansa
Nota DDP: Os termos da discussão a ser proposta pelo Vaticano podem ser acompanhados em "Crise financeira é consequência de uma crise de valores".
A declaração foi divulgada em comunicado do Pontifício Conselho de Justiça e Paz e aprovada pela Secretaria de Estado do Vaticano, às vésperas da Conferência Internacional de Doha -- entre os dias 29 de novembro e 2 de dezembro.
Na nota, o Vaticano questiona: "Basta uma simples revisão ou é necessária uma autêntica refundação do sistema das instituições econômicas e financeiras internacionais?".
O Estado pontifício também reclamou pelo fato das "nações mais fracas" terem sido "excluídas do plano elaborado para salvar os mercados".
Segundo nota publicada no jornal L'Osservatore Romano, "muitíssimos países que não participaram da cúpula de Washington (G20) temem, não sem razão, que esse evento tenha tirado o impacto da Conferência Internacional de Doha".
Caso o G20 tire a importância da Conferência de Doha, "será uma lástima, porque a comunidade internacional perderia a ocasião de discutir questões importantíssimas para a humanidade e para o desenvolvimento", escreveu o jornal.
Fonte - Ansa
Nota DDP: Os termos da discussão a ser proposta pelo Vaticano podem ser acompanhados em "Crise financeira é consequência de uma crise de valores".
Por quê um acordo entre a Santa Sé e o Brasil?
Cidade do Vaticano, 24 nov (RV) - Estamos publicando, a cada dia, comentários explicativos acerca do Acordo Brasil-Santa Sé, com o intuito de esclarecer a opinião pública em geral e os católicos em particular, sobre o significado e a importância desse documento.
Hoje respondemos à seguinte questão: Por que um "Acordo" entre a Santa Sé e o Estado brasileiro?
O Acordo responde principalmente a uma exigência da Igreja de certeza jurídica: isto é, recolher, dentro de um único texto legislativo, o estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil; este texto, ademais, tem a força jurídica de um tratado internacional, sendo estipulado entre duas entidades soberanas de direito internacional: o Estado brasileiro e a Santa Sé.
É importante destacar que a Santa Sé celebra freqüentemente estes tipos de Acordos com Nações do mundo inteiro, inclusive com Países muçulmanos ou de radicada tradição ‘não confessional’. Nos últimos anos, depois do Concílio Vaticano II, a atividade pactícia bilateral da Santa Sé foi intensíssima, e foram assinados mais de cem Acordos internacionais, particularmente com Países do antigo ‘bloco’ soviético, mas também com várias Nações africanas, do Oriente Médio, asiáticas, latino-americanas e européias.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: A se julgar pelos termos do acordo firmado com o Brasil, o quadro para leis dominicais em todo o mundo está bem avançado.
Hoje respondemos à seguinte questão: Por que um "Acordo" entre a Santa Sé e o Estado brasileiro?
O Acordo responde principalmente a uma exigência da Igreja de certeza jurídica: isto é, recolher, dentro de um único texto legislativo, o estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil; este texto, ademais, tem a força jurídica de um tratado internacional, sendo estipulado entre duas entidades soberanas de direito internacional: o Estado brasileiro e a Santa Sé.
É importante destacar que a Santa Sé celebra freqüentemente estes tipos de Acordos com Nações do mundo inteiro, inclusive com Países muçulmanos ou de radicada tradição ‘não confessional’. Nos últimos anos, depois do Concílio Vaticano II, a atividade pactícia bilateral da Santa Sé foi intensíssima, e foram assinados mais de cem Acordos internacionais, particularmente com Países do antigo ‘bloco’ soviético, mas também com várias Nações africanas, do Oriente Médio, asiáticas, latino-americanas e européias.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: A se julgar pelos termos do acordo firmado com o Brasil, o quadro para leis dominicais em todo o mundo está bem avançado.
Erupção de vulcão deixa 10 mortos na Colômbia
Pelo menos 10 pessoas morreram e 18 estão desaparecidas devido à erupção do vulcão Nevado del Huila, no sul da Colômbia, informou neste sábado o governo colombiano.
O vulcão entrou em erupção na última quinta-feira. Até o momento, acreditava-se que a erupção havia provocado somente danos materiais em estradas, pontes e residências.
O ministro do Interior e da Justiça da Colômbia, Fabio Valencia, disse que as equipes de socorro ainda não sabem "se há outras situações dolorosas" na zona atingida.
Cerca de 40 mil pessoas, a maioria camponeses e indígenas, vivem na região do vulcão.
...
Fonte - BBC
O vulcão entrou em erupção na última quinta-feira. Até o momento, acreditava-se que a erupção havia provocado somente danos materiais em estradas, pontes e residências.
O ministro do Interior e da Justiça da Colômbia, Fabio Valencia, disse que as equipes de socorro ainda não sabem "se há outras situações dolorosas" na zona atingida.
Cerca de 40 mil pessoas, a maioria camponeses e indígenas, vivem na região do vulcão.
...
Fonte - BBC
sexta-feira, 21 de novembro de 2008
Domínio dos EUA vai acabar
A força econômica, militar e política dos Estados Unidos no mundo deve decair nas próximas duas décadas, segundo um relatório de agências americanas de inteligência divulgado nesta sexta-feira. O relatório foi produzido pela National Intelligence Council (NIC), entidade que coordena o trabalho de todas as agências de inteligência do país.
O texto também afirma que a atual crise financeira é o começo de uma grande mudança na economia global, com transferência de renda do Ocidente para o Oriente e enfraquecimento do dólar.
A divulgação do documento da NIC coincide com a transição do governo de George W. Bush para o presidente eleito, Barack Obama, nos Estados Unidos.
"Os próximos 20 anos de transição para um novo sistema estão cheios de riscos", diz o relatório Global Trends 2025 (ou Tendências Mundiais 2025, em português) [...]
Fonte: BBC Brasil
NOTA Minuto Profético: Como não há na seqüência da profecia bíblica outra potência a governar o mundo depois dos EUA, esse relatório acaba sendo uma evidência de que o fim realmente está próximo.
O texto também afirma que a atual crise financeira é o começo de uma grande mudança na economia global, com transferência de renda do Ocidente para o Oriente e enfraquecimento do dólar.
A divulgação do documento da NIC coincide com a transição do governo de George W. Bush para o presidente eleito, Barack Obama, nos Estados Unidos.
"Os próximos 20 anos de transição para um novo sistema estão cheios de riscos", diz o relatório Global Trends 2025 (ou Tendências Mundiais 2025, em português) [...]
Fonte: BBC Brasil
NOTA Minuto Profético: Como não há na seqüência da profecia bíblica outra potência a governar o mundo depois dos EUA, esse relatório acaba sendo uma evidência de que o fim realmente está próximo.
Obama aponta aquecimento global como prioridade
Numa altura em que se discute quem serão as pessoas que o presidente eleito dos Estados Unidos levará para a Casa Branca, Barack Obama decidiu falar de políticas. Terça-feira, numa mensagem gravada, afirmou que adiar a questão das alterações climáticas "já não é uma opção" e "negar não é mais uma resposta aceitável", por isso garantiu que quando tomar posse "os EUA estarão vigorosamente engajados nas negociações para liderar o mundo numa nova era de cooperação contra o aquecimento global".
Esta nova visão desde Washington anima os responsáveis pela revisão do Protocolo de Quioto, que está já a ser negociada e que será consagrada numa conferência a decorrer em Dezembro de 2009 em Copenhaga. Yvo de Boer, secretário executivo da UNFCCC (Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas), mostrou o optimismo afirmando à agência Reuters que as declarações de Obama são um "imenso sinal" de incentivo aos negociadores. No jornal inglês «The Independent» de hoje, um dos negociadores envolvidos nesse processo pré-Copenhaga sublinha que as afirmações "enviam uma mensagem positiva a todo o mundo, especialmente para os países em desenvolvimento".
...
Além da mensagem para o congresso organizado pelo governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, e que mereceu o aplauso deste republicano, uma outra seguiu para os negociadores que, em Dezembro, na Polónia, têm mais uma cimeira preparatória da conferência de Copenhaga. As palavras de Obama vão no mesmo sentido. Combater o aquecimento global passa a ser prioridade, mesmo em tempo de crise. Aliás, o presidente eleito entende que a aposta nas energias renováveis, como a solar e eólica, pode ser uma oportunidade para a indústria americana e ajudá-la a sair da crise.
Promessas de Obama sobre energia e ambiente pode ser lidas no link abaixo:
http://my.barackobama.com/page/content/newenergy
[Pesquisa: Resta uma Esperança]
Esta nova visão desde Washington anima os responsáveis pela revisão do Protocolo de Quioto, que está já a ser negociada e que será consagrada numa conferência a decorrer em Dezembro de 2009 em Copenhaga. Yvo de Boer, secretário executivo da UNFCCC (Convenção das Nações Unidas para as Alterações Climáticas), mostrou o optimismo afirmando à agência Reuters que as declarações de Obama são um "imenso sinal" de incentivo aos negociadores. No jornal inglês «The Independent» de hoje, um dos negociadores envolvidos nesse processo pré-Copenhaga sublinha que as afirmações "enviam uma mensagem positiva a todo o mundo, especialmente para os países em desenvolvimento".
...
Além da mensagem para o congresso organizado pelo governador da Califórnia, Arnold Schwarzenegger, e que mereceu o aplauso deste republicano, uma outra seguiu para os negociadores que, em Dezembro, na Polónia, têm mais uma cimeira preparatória da conferência de Copenhaga. As palavras de Obama vão no mesmo sentido. Combater o aquecimento global passa a ser prioridade, mesmo em tempo de crise. Aliás, o presidente eleito entende que a aposta nas energias renováveis, como a solar e eólica, pode ser uma oportunidade para a indústria americana e ajudá-la a sair da crise.
Promessas de Obama sobre energia e ambiente pode ser lidas no link abaixo:
http://my.barackobama.com/page/content/newenergy
[Pesquisa: Resta uma Esperança]
Acordo Brasil e Santa Sé
Cidade do Vaticano, 21.11.08 - O artigo 2º do acordo entre o Brasil e a Santa Sé tem seu imenso valor em reconhecer que a Igreja Católica existe no Brasil e que faz parte de nossa sociedade. Antes a Igreja que, no Brasil colonial e Brasil Império, era a religião oficial e se impunha a todos, com o advento da República e a separação entre Igreja e Estado, passou a não existir como tal e apenas a religião ser um elemento de nossa cultura. Na prática, além do relacionamento entre Estado Brasileiro e o Estado do Vaticano, nada havia de oficial. Evidentemente nossa tradição e cultura exigiam feriados religiosos, a presença de representantes da hierarquia nos grandes momentos nacionais e, é claro, muitas dessas lideranças se impunham e influenciavam atitudes governamentais e atos legislativos.
Agora, não. A Igreja existe oficialmente e, como tal tem voz e vez dentro do Brasil que, por Constituição é um Estado laico e não ateu. Nossa Constituição, logo no início, em seu Preâmbulo, diz que ela é promulgada sob a proteção de Deus. Mais adiante, no Cap. I, Artigo 5º, VI, está: é inviolável a liberdade de consciência de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e suas liturgias.
O artigo 3º corrobora com o anterior e explicita o reconhecimento da personalidade jurídica da Igreja Católica e de todas as Instituições Eclesiásticas que possuem tal personalidade em conformidade com o direito canônico e que não contrariem a Constituição e as leis brasileiras.
A Igreja é, de fato, uma instituição de acordo com as leis brasileiras e, por isso, goza de todos os direitos e deveres que a Constituição prescreve. Oficialmente e não só pastoralmente a Igreja passa a ter voz.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: É sob o mesmo fundamento que a igreja de roma tem insistido em fazer com que a União Européia reconheça suas raízes cristãs. Ela quer ter voz.
Agora, não. A Igreja existe oficialmente e, como tal tem voz e vez dentro do Brasil que, por Constituição é um Estado laico e não ateu. Nossa Constituição, logo no início, em seu Preâmbulo, diz que ela é promulgada sob a proteção de Deus. Mais adiante, no Cap. I, Artigo 5º, VI, está: é inviolável a liberdade de consciência de crença, sendo assegurado o livre exercício dos cultos religiosos e garantida, na forma da lei, a proteção aos locais de cultos e suas liturgias.
O artigo 3º corrobora com o anterior e explicita o reconhecimento da personalidade jurídica da Igreja Católica e de todas as Instituições Eclesiásticas que possuem tal personalidade em conformidade com o direito canônico e que não contrariem a Constituição e as leis brasileiras.
A Igreja é, de fato, uma instituição de acordo com as leis brasileiras e, por isso, goza de todos os direitos e deveres que a Constituição prescreve. Oficialmente e não só pastoralmente a Igreja passa a ter voz.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: É sob o mesmo fundamento que a igreja de roma tem insistido em fazer com que a União Européia reconheça suas raízes cristãs. Ela quer ter voz.
Assinar:
Postagens (Atom)