sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O futuro da crise
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No mundo, os sinais dados pelas autoridades são de preocupação crescente. Já houve crises no mundo, mas nada parecido com esta, quando a destruição de riqueza se mede em trilhões, uma cifra que parecia teórica até outro dia.
— A crise está espalhando a desaceleração pelo mundo afora. Está tudo sincronizado. Este é, definitivamente, o fim da festa financeira e um processo de desalavancagem geral.
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Cada vez que há uma calmaria, alguém aposta que já se chegou ao fundo do poço. Melhor faz o presidente eleito Barack Obama, que avisa sempre que “tudo vai piorar antes de melhorar”. Ontem, o presidente do Banco da Inglaterra, Mervyn King, disse que não estão descartadas novas rodadas de estatização de bancos no Reino Unido. “Temos que fazer com que o setor bancário empreste.” (Grã-Bretanha adquire 58% do Royal Bank of Scotland)
Semana passada, o secretário do Tesouro dos EUA, Henry Paulson, disse que o plano dele tinha estabilizado os mercados. Ele não deveria dizer isso. Nunca. Passou o fim de semana na megaoperação de resgate ao Citigroup. O Citi era feliz e não sabia quando o ativo de risco que ele tinha em carteira era a dívida brasileira. Nós renegociamos e pagamos, naqueles terríveis anos 80.
Para o economista Dionísio Carneiro, Barack Obama tem um duro governo pela frente. Ele acha que Obama não terá apenas um ou dois anos ruins, mas que serão três ou quatro anos “limpando as conseqüências da crise” [...]
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Fonte - Miriam Leitão
[Pesquisa: Resta uma Esperança]
O poder de Roma
Lento, mas eficiente, o Vaticano tem um poder cortejado no mundo inteiro. Os estadistas já não são broncos como Stálin, que perguntou quantas divisões tinha o papa. Todos os dias lá estão poderosos do mundo inteiro visitando a Santa Sé para obter os efeitos resplandecentes daquelas luzes, que alcançam o universo, urbi et orbi, Roma e o mundo, como no caso da bênção.
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Fonte - Observatório da Imprensa
Nota DDP: As pessoas percebem com clareza a sistemática do poder, só não o fazem em relação ao lugar que tal posicionamento levará o mundo. Para isso precisa de discernimento espiritual, conforme nos ensina a Bíblia.
Líderes religiosos se reúnem na Suécia
A reunião, de dois dias, inclui cristãos, muçulmanos, judeus, chineses daoístas e um representante dos povos indígenas dos Estados Unidos.
O encontro deve produzir um manifesto, a ser assinado por 30 líderes religiosos, que terá o objetivo de encorajar a Organização das Nações Unidas a buscar medidas mais rigorosas para lidar com as mudanças no clima do planeta.
Os líderes também querem incentivar o envolvimento pessoal de fiéis nos temas relacionados à causa.
O repórter da BBC no encontro, Christopher Landau, disse que será abordada na conferência a falta de entusiasmo em relação a medidas contra mudanças climáticas em alguns setores religiosos.
"Eis uma grande emergência humana", disse o bispo anglicano de Londres, Richard Chartres.
"Várias de nossas paróquias ainda encaram isto como um assunto periférico, de segunda ordem. Tem que subir nas prioridades."
Os delegados na Suécia acreditam que se apresentarem uma mensagem unificada para o mundo, as comunidades religiosas podem fazer uma contribuição real.
Fonte - BBC
Nota Michelson Borges: Eu ficaria admirado com essa motivação religiosa para “salvar a Terra”, não fosse meu conhecimento de que o ECOmenismo vai impulsionar cada vez mais setores da sociedade a se unir em favor da mesma bandeira ecológica. Entre as medidas já propostas pelo Vaticano e que poderá se tornar mais rigorosa com o apoio do ONU, está a observância do domingo como dia de descanso. Católicos, ocultistas, protestantes e mesmo ateus e cientistas são unânimes em afirmar que a Terra precisa de um dia para “descansar”. Em tempos de “grande emergência humana”, fica mais fácil usar a engenharia social e manipular as pessoas para que aceitem soluções, ainda que sejam radicais ou forcem certas liberdades individuais, como a religiosa. Nestes tempos de união para um bem comum, os dissidentes irão sofrer... Quem viver verá.[MB]
Leia também: “É preciso ousadia para revigorar a economia global”
Note que o texto diz que são “necessárias soluções heterodoxas para chacoalhar a economia global e trazê-la de volta à vida”. Em tempos de crise (econômica ou ambiental), vale tudo.
Nota DDP: Aguardemos as sugestões.
quinta-feira, 27 de novembro de 2008
Igreja Adventista mobilizada para ajudar desabrigados em SC
Florianópolis, SC... [ASN] A Igreja Adventista na América do Sul se mobiliza para ajudar os desabrigados em virtude das chuvas caídas em Santa Catarina nos últimos dias. Uma das principais regiões atingidas foi o Vale do Itajaí. Segundo a Defesa Civil de Santa Catarina, mais de 52 mil pessoas estão desalojadas e desabrigadas, 65 morreram e o total de pessoas afetadas ultrapassa a casa de 1 milhão e meio. Oito municípios catarinenses estão isolados: Luiz Alves, São João Batista, Rio dos Cedros, Garuva, Pomerode, Itapoá e Benedito Novo. Mais de 60 municípios tiveram decretado estado de calamidade pública pelo governador Luiz Henrique da Silveira.
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SOS Vizinho - A União Sul-Brasileira da Igreja Adventista do Sétimo Dia lançou o programa SOS Vizinho que consiste em uma grande mobilização para auxiliar os flagelados catarinenses. Todas as instituições adventistas dos três estados (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina), o que inclui emissoras de rádio, escolas adventistas, igrejas adventistas e sedes administrativas, tornaram-se pontos de arrecadação de alimentos, agasalhos e roupas de cama. Conforme o pastor Sidnei Mendes, diretor da ADRA para a região sul do Brasil, tudo o que for arrecadado nos outros três estados será destinado imediatamente a Santa Catarina.
Em Santa Catarina, o telefone 0800-643-3048 foi disponibilizado para os que desejarem fazer doações, bem como a conta no BESC (Agência 048, Conta Corrente - 047617-9) e o CNPJ é 76.726.884/0081-02 ou do Banco do Brasil (Agência 3425-8 e Conta Corrente 107264-1) em nome da Instituição Adventista Sul-Brasileira de Educação e Assistência Social. Além disso, a Associação Catarinense da Igreja Adventista já está enviando recursos próprios e da ADRA Internacional para comprar mantimentos. O jornalista Felipe Lemos e o pastor Evandro Fávero, diretor da ADRA catarinense, foram até a região de Itajaí para acompanhar de perto a situação na região.
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Fonte - Portal Adventista
Judeus e cristãos, juntos para educar novas gerações
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– Em que âmbitos os cristãos e os judeus juntos podem intervir em e para a sociedade de hoje? Que contribuição especial podem oferecer os leigos cristãos, no contexto desta colaboração?
– Cardeal Walter Kasper: Judeus, católicos, cristãos têm mais ou menos os mesmos valores e é muito importante poder dar um testemunho comum sobre valores como a vida, a justiça, a misericórdia, a liberdade, os direitos humanos, não esquecendo de que temos também os dez mandamentos em comum. É de grande importância, nesta sociedade pós-moderna, dar testemunhos juntos porque, se o fizermos, nossa voz será mais forte.
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Fonte - Zenit
[Pesquisa: Resta uma Esperança]
Bispos da UE pedem debate a respeito do domingo
Eles também destacaram a importância de um domingo livre de atividades para a preservação da saúde dos trabalhadores, dizendo: "A probabilidade de doenças em empresas que exigem que seus funcionários trabalhem aos domingos é maior do que em companhias que não o fazem. A saúde dos trabalhadores depende, entre outros fatores, de suas oportunidades de reconciliar sua vida profissional e familiar, para estabelecer e manter laços sociais e suprir suas necessidades espirituais. Domingo, como o dia tradicional de descanso, contribui para esses objetivos mais do que qualquer outro dia da semana.
Em sua justificativa, os parlamentares apontam para o fato de que "faltas e licenças-médicas têm crescido significativamente em empresas que trabalham aos domingos". Esse impacto negativo na saúde dos funcionários "é principalmente por causa dos efeitos em sua vida social, especialmente familiar". Domingo "é a escolha natural para atividades familiares, pois creches e escolas estão fechadas".
Se o Parlamento quiser levar a sério o objetivo de reconciliar vida profissional e familiar – meta explicitamente mencionada na Diretriz – faria sentido concluir o esboço atual adicionando uma cláusula sobre o domingo como dia semanal de descanso.
O Commission of the Bishops' Conferences of the European Community está encorajando os membros do Parlamento Europeu a usar as Regras de Procedimento do órgão para autorizar um debate e vote a favor do domingo no Plenário de 16 de dezembro.
(Independent Catholic News)
Nota Michelson Borges: Há um século, Ellen White escreveu: “Mas, ao ser a questão da obrigatoriedade da observância do domingo amplamente agitada, vê-se aproximar o fato há tanto tempo duvidado e descrido, e a terceira mensagem produzirá um efeito que antes não seria possível produzir” (O Grande Conflito, p. 606).
“Os dignitários da Igreja e do Estado unir-se-ão para subornar, persuadir ou forçar todas as classes a honrar o domingo. A falta de autoridade divina será suprida por legislação opressiva. A corrupção política está destruindo o amor à justiça e a consideração para com a verdade; e mesmo na livre América do Norte, governantes e legisladores, a fim de conseguir o favor do público, cederão ao pedido popular de uma lei que imponha a observância do domingo. A liberdade de consciência, obtida a tão elevado preço de sacrifício, não mais será respeitada. No conflito prestes a se desencadear, veremos exemplificadas as palavras do profeta: ‘O dragão irou-se contra a mulher, e foi fazer guerra ao resto da sua semente, os que guardam os mandamentos de Deus, e têm o testemunho de Jesus Cristo.’ Ap 12:17. ... A afirmação de que os juízos divinos caem sobre os homens por motivo de violarem o repouso dominical, será repetida. Já se ouvem vozes neste sentido. E o movimento para impor a observância do domingo está rapidamente ganhando terreno” (Ibidem, p. 592, 580).
Leia também: “European Working Time Directive”
Conheça o verdadeiro dia de descanso bíblico aqui.
Nota DDP: Outras informações em "A União Européia deve guardar o domingo, diz a Igreja Católica"
Os reis também devem reconhecer a Deus
García Lineras declarou à imprensa que "a Igreja se deve dedicar a salvar almas e nós temos que dedicar como Governo a organizar a vida política, econômica e social da sociedade, o que é do César e o Governo ao Governo, o que é de Deus e o espírito a Deus, quando querem cruzar as competências e se misturam funções andamos mau".
Ao inaugurar um encontro internacional de leigos católicos, o Cardeal Terrazas explicou que "existem reis de muitas marcas, com muitas finalidades e aqui temos que dizer: Ao reino o que é do Rei e aos reis o que corresponde a eles, com uma condição, que eles também reconheçam ao Rei dos Reis que é o Senhor".
O Cardeal reiterou a saudação do Papa Bento XVI à Igreja na Bolívia e destacou que "o amor ao Santo Padre é fundamental (em nosso continente). Quem ataca ao Santo Padre, ataca a todos os que acreditam no Senhor que enviou a esse servidor para a Igreja universal".
Além disso assinalou que "o projeto de Deus se faz visível e humano, quando os humanos assumem a responsabilidade de construi-lo com fidalguia, claridade e valentia se for necessário para bem de todos os que procuram o Deus da Vida".
Explicou que Cristo nos ensina que "não é Rei porque tenha coroas de ouro. Não é rei porque tenha exército. Não é rei porque tem prata para dar de presente a uns e a outros. É rei porque serve, porque se rebaixa, humilha-se para estar à altura de cada um de nós".
Do mesmo modo, pediu aos presentes, levar a mensagem do Senhor para "que todos os povos saibam que há um Deus que os quer e que os ama. Fiquem atentos porque não faltam também quem queira fazer-se deuses e suplantar a Deus, quem queira que lhe rendamos homenagem como se fossem os novos deuses diante dos quais devemos ficar de joelhos".
Fonte - ACI
Apocalipse 17:1-2
Veio um dos sete anjos que têm as sete taças e falou comigo, dizendo: Vem, mostrar-te-ei o julgamento da grande meretriz que se acha sentada sobre muitas águas, com quem se prostituíram os reis da terra; e, com o vinho de sua devassidão, foi que se embebedaram os que habitam na terra.
Ainda sobre acordo ICAR/Brasil
Não. Não recebeu privilégio nenhum, nem houve nenhuma discriminação para com outras confissões religiosas.
A Igreja não buscou, nem recebeu privilégios, porque o Acordo somente confirma, consolida e ‘sistematiza’ o que já estava no ordenamento jurídico brasileiro, embora, em alguns casos, de uma forma não totalmente explícita.
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Fonte - Radio Vaticano
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A mídia ofereceu pouco espaço ao acordo, que pode ferir o princípio do Estado laico.
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Além de os jornais não terem dado destaque à assinatura do acordo, a mídia eletrônica evangélica não protestou.
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Fonte - Observatório da Imprensa
Nota DDP: Para bom entendedor, o acordo não concede novos privilégios, apenas confirma aqueles já existentes. E a mídia e os evangélicos não gritaram porque existe interesse que o acordo seja ratificado pelo Congresso sem maiores dificuldades. Aliás, eu penso que agora o mesmo entrará em pauta para aprovação somente após baixar essa marola produzida por meia dúzia de vozes contestando o tema. Se não houvessem interesses duvidosos, não se haveria de conduzir o procedimento por estes caminhos.
Queda-de-braço
O maior obstáculo à dócil inserção dos EUA na nova ordem globalista é a Constituição americana. Por isso tipos como Obama ou Al Gore jamais falam dela sem rosnar entre dentes e deixar entrever sua intenção de fazê-la em pedaços. Mas mudar a Constituição, sem mais nem menos, seria uma temeridade. É preciso criar a atmosfera cultural e psicológica que torne a mudança aceitável. O método clássico de fazer isso é impor a desobediência ostensiva como rotina banalizada, desde as classes altas, dessensibilizando o público mediante a negação peremptória de que algo de anormal esteja acontecendo.
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Fonte - Olavo de Carvalho
quarta-feira, 26 de novembro de 2008
Proteja suas crianças!
Ouvindo as palestras do Daniel Spencer, fiquei estupefato ao deparar-me com as informações trazidas acerca das revoluções sociais que ficaram a cargo de um sujeito que me recuso a transcrever o nome.
Explico: Já há algum tempo me incomodava uma vinheta veiculada a cada dez minutos em um canal dito infantil, de TV a cabo, no intervalo entre os desenhos. Ele se tornou objeto de uma pequena batalha na minha casa, mas depois das considerações que aqui transcrevo, ele foi sumariamente bloqueado.
Pois bem, em certo momento da palestra, Daniel cita uma frase pregada como base dessas revoluções sociais: "Não existe lei além de Faze o que tu queres".
Confesso que eu quase parei o carro.
A vinheta usada no referido canal, diz o seguinte: "A gente faz o que quer".
"As vinhetas pertencentes à campanha claramente utilizam a força influenciadora da televisão perante o público infantil para disseminar comportamentos socialmente inadequados em prol de audiência. Assim, torna-se manifesta a exploração da ainda não desenvolvida capacidade de abstração e de análise crítica da criança, com o intuito de se promover o canal televisivo e aumentar a audiência." (Alana)
Obviamente, muito mais preocupante que os fundamentos levantados pelo instituto, que também inicialmente me incomodavam, dada a rebeldia que claramente visam incitar na relação entre pais e filhos, é o aspecto espiritual que encerram, tendo em vista que as ideologias instituídas pelo personagem que acima recusei-me a citar o nome, estão espalhadas por todos os espectros de nossa vida em sociedade. Não seria este o caso da "inofensiva" vinheta?
O controlador do canal tem uma estranha visão acerca da vida em sociedade e, como esta deve ser gerida daqui para frente. Segundo ele, na base do controle das massas. Conhece alguém que há séculos busca este controle?
Enfim... Proteja suas crianças!
A crise e os mandamentos
Na oração do Angelus, Bento XVI salientou que quando “pomos em prática o amor ao próximo, segundo a mensagem evangélica, damos espaço ao senhorio de Deus e Seu reino realiza-se no meio de nós. Se pelo contrário se cada um só pensa nos seus interesses, o mundo está condenado à ruína”.
“O reino de Deus não é uma questão de honras ou aparências, o Senhor quer o nosso bem, ou seja, que cada um tenha a vida e que especialmente os seus filhos mais pequenos possam participar no banquete que preparou para todos”.
“Por isso” – concluiu o Santo Padre – “não sabe o que fazer daqueles hipócritas que dizem "Senhor, Senhor" e depois descuidam os seus mandamentos”.
Fonte - Renascença [Pesquisa - Resta uma Esperança]
Uma nova moral econômica
Para a Santa Sé, a solução da crise passa por um pacto internacional em matéria financeira e fiscal, de forma que se recupere a «confiança» e a «transparência».
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Por isso, aponta, «é necessário chegar ao ser moral mais profundo das pessoas, é necessária uma educação no exercício da responsabilidade para com o bem de todos, por parte de todos os sujeitos, em todos os níveis: operadores financeiros, famílias, empresas, instituições financeiras, autoridades públicas, sociedade civil».
Esta educação na responsabilidade «pode encontrar um fundamento sólido em alguns princípios indicados pela doutrina social, que são patrimônio de todos e base de toda a vida social: o bem comum universal, o destino universal dos bens, a prioridade do trabalho sobre o capital».
A respeito disso, a Igreja crê também que é necessário repensar o próprio trabalho dos operadores financeiros, submetidos à «absoluta prioridade do capital» sobre as pessoas, com «horas de trabalho longuíssimas e estressantes, e horizonte temporal curtíssimo de referência para as decisões».
Fonte - Zenit
Nota DDP: É exatamente o que está sendo proposto pela COMECE para discussão junto ao parlamento europeu em 15 de Dezembro, onde o assunto já faz parte da pauta, como visto em "A União Européia deve guardar o domingo, diz a Igreja Católica". Aguardemos o desenrolar dos fatos.
“Barack Obama” europeu?
(Opinião e Notícia)
Nota Michelson Borges: Interessante como o cenário profético vai ficando claro. Barack Obama já garantiu que vai dar atenção à questão ecológica. O vaticano está engajado na mesma causa, até porque defende que o domingo seria parte da solução para as crises financeira e ambiental. Bispos católicos estão pressionando a Comunidade Européia para que adote oficialmente o domingo como dia de descanso. Agora surge um novo líder capaz de aglutinar também a Europa em torno da causa ambientalista.[
A chave-mestra da BMW
As contas podem ser pagas de maneira similar à de um cartão comum, bastando aproximar a chave de um leitor, que recebe os dados por radiofreqüência. A tecnologia também permite que o chip guarde outros dados, como as preferências do usuário ao utilizar seu automóvel. Uma vez dentro do veículo, a chave se comunica com o sistema de internet ConnectedDrive, que exibe tudo o que foi salvo pelo motorista, como lista de endereços, estações de rádio preferidas e programas assinados.
No futuro, a chave poderia ser usada ainda para a compra de passagens de ônibus, trem ou avião. A “chave-mestra” da BMW ainda é um protótipo e não tem prazo definido para chegar ao mercado.
Fonte: Terra
NOTA Minuto Profético: É inegável que a tecnologia tem tornado a vida de muita gente mais fácil. Porém, a pergunta que fica é: será que toda essa tecnologia RFID (chip) não será usada para violar as liberdades civis e controlar as pessoas (ou seus hábitos)? Quem conhece a profecia bíblica está melhor preparado para encontrar a resposta...
"Tomara que não matem Obama"
"Há uma maquinaria assassina (nos EUA) que é capaz de qualquer coisa. Tomara que não mate Obama", afirmou o governante, em entrevista coletiva a correspondentes estrangeiros.
Chávez disse ainda que tem esperanças de que Obama "se coloque à altura das expectativas que criou", tanto em seu país como "em boa parte do âmbito internacional".
Além disso, expressou seu desejo de "que Obama possa transformar essa maquina infernal em uma maquina benfeitora para o mundo".
"Tomara que o presidente Obama fique cercado de bons assessores (...) que limpe a Casa Branca de tanto fascismo, tanto imperialismo", comentou.
Fonte - UOL
Acidez dos oceanos acelera mais que o previsto
Um projeto de oito anos numa ilha do Pacífico nos EUA descobriu uma queda no pH da água no período --quanto mais baixo o pH, mais ácido o ambiente. Seus autores, da Universidade de Washington, prevêem riscos para os organismos que formam carapaças de cálcio, porque essas criaturas dependem de um ambiente mais alcalino para viver.
Segundo Timothy Wotton, principal autor do trabalho, a variação da acidez está relacionada com o aumento do CO2 na atmosfera. Esse gás, produzido pela a queima de combustíveis fósseis, reage com a água formando ácido carbônico. A acidez compromete, além das criaturas que formam conchas, a capacidade do oceano de absorver mais CO2.
Fonte - Folha
terça-feira, 25 de novembro de 2008
A religião do "equilíbrio"
Eu o conheço bem – você nem é quente nem frio; Eu desejaria que você fosse ou uma coisa ou outra! Porém, já que você é meramente morno, Eu o cuspirei para fora da Minha boca! Apocalipse 3:15, 16, BV
Na região que pertence à Turquia moderna, conheci as ruínas de Laodicéia, quando a visitei em 1975, juntamente com as outras seis igrejas da Ásia Menor, mencionadas no Apocalipse.
Nos dias bíblicos, era uma cidade próspera e rica, “de nada precisando”. Sua riqueza tornou os laodiceanos cristãos acomodados, nem frios nem quentes, mas mornos, talvez numa alusão às águas termais que brotavam e continuam a brotar próximo da cidade bíblica de Hierápolis, hoje Pamukale. Ao visitar aquele local, toquei aquelas águas cálidas e senti na mão a sua mornidão confortável.
Satanás deseja, mais que ninguém, que a nossa igreja seja moderada, amena, com calor espiritual pouco intenso, que se mantenha nos limites do conveniente, indefinida, nem bem isso e nem bem aquilo. Isso é o suficiente para ele alcançar seus objetivos.
C. S. Lewis, escritor inglês, descreve um demônio já idoso dando conselhos e orientações a um demônio novato e pouco experiente na arte de enganar e seduzir uma pessoa. Ao demônio calouro, ele deu o seguinte conselho: “Fale a essa pessoa sobre moderação em todas as coisas, inclusive na sua religião. Diga-lhe para ir com calma. Se você conseguir fazer com que ela considere a religião muito boa até certo ponto, pode ficar tranqüilo quanto ao perigo de salvação dessa pessoa. Uma religião moderada, indefinida e sem compromissos é tão boa para nós como nenhuma religião”
Às vezes, queremos facilitar a vida cristã, amaciar o caminho e desconhecer nossas lutas, provações e deveres como cristãos. Satanás quer nos sugerir um cristianismo mais fácil, moderado e sem responsabilidades; um cristianismo romântico, vazio, social; um cristianismo que mais se acomode ao nosso modo de pensar que ao de Deus.
A religião de Cristo não é uma religião de conveniências. Não nos iludamos: a jornada cristã não é tão fácil assim como muitos a julgam. Não devemos querer torná-la diferente.
O verso para reflexão abaixo nos sugere que a caminhada cristã é como uma roseira: espinhos no seu caule, mas lindas rosas, com agradável perfume, nas pontas de seus galhos.
REFLEXÃO: “Tenho-vos dito isso, para que em Mim tenhais paz [rosas]; no mundo tereis aflições [espinhos], mas tende bom ânimo; Eu venci o mundo [rosas]” (Jo 16:33).
Fonte - CPB
Mateus 5:37
Seja, porém, o vosso falar: Sim, sim; Não, não; porque o que passa disto é de procedência maligna.
O paraíso da Santa Sé
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Dias antes, na Itália, Ratzinger lamentara a ausência de verdadeiros católicos praticantes entre os políticos em geral e no próprio governo. Trata-se de manifestações que ofendem poucos e não surpreendem o mundo cristão, acostumado com as dubiedades de uma Igreja que diz preocupar-se com a saúde espiritual dos homens, mas na prática, age freqüentemente como poder temporal. E nem sempre a bem da humanidade.
Por exemplo. A Santa Sé, como paraíso fiscal, é muito mais segura que as Ilhas Cayman, e, se Daniel Dantas usufruísse de conhecimentos certos no Vaticano, com muitas probabilidades a Operação Satiagraha teria abortado ao nascer. O Instituto para as Obras de Religião, ou como todos o conhecem: IOR, este é o nome do banco do papa, que concede aos seus selecionadíssimos clientes juros mínimos de 12% ao ano, a garantia, além da segurança do capital, de proventos com risco zero, impensáveis no restante mundo ocidental, um anonimato blindado no caveau da torre onde se localiza a sede central do Instituto, com os seus 5 bilhões de euros.
Nos últimos 30 anos, o IOR esteve envolvido em todos os escândalos que assolaram a Itália, mas nunca nenhum juiz solicitou uma investigação, nem de rotina, para procurar compreender, caso houvessem, quais as responsabilidades dos banqueiros vaticanos. Não, não é uma ficção científica, mas apenas algumas revelações do La Questua, ensaio que há meses lidera as estatísticas de vendas na Itália, embora seja ignorado pela maioria dos mass media. No entanto, o volume é o fruto de anos de pesquisas realizadas por Curzio Maltese, jornalista investigativo do diário La Repubblica que há tempo indaga teimosamente sobre esses temas, batendo contra a parede de borracha das autoridades eclesiásticas.
Para compreender como seja possível o Vaticano ser um paraíso fiscal superior às Ilhas Cayman, ou por que um quarto dos imóveis de Roma é de propriedade do Vaticano, e totalmente isentos de impostos, ou ainda para verificar como o Estado italiano gasta muito mais para manter a Igreja do que com sua classe política, CartaCapital entrevistou o autor do best seller que daqui a alguns dias será publicado também na Alemanha, pátria de papa Ratzinger.
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CC: Quais mistérios?
CM: O IOR é responsável de todos os escândalos italianos, e não somente de uma das maiores trapaças do sistema bancário europeu, ou seja, a falência do Banco Ambrosiano. Porque, em seguida àquilo, houve Mani Pulite, com as porcentagens Enimont, e as falências Parmalat e Cirio. Até no futebol, quando houve o escândalo dos juízes debaixo da batuta do diretor-geral da Juventus, Luciano Moggi, dois anos atrás, aparece à sombra do IOR. Mas o IOR é ligado também à lavagem, principalmente do dinheiro da Máfia. Até há quem afirme que os grandes bosses de Corleone, Totò Riina e Bernardo Provenzano, investiram no IOF.
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CC: Mas o Vaticano e os bispos interferem de forma bastante pesada, nestes últimos tempos, quase todos os dias, na vida pública e na democracia italiana...
CM: Com toda certeza este é apenas um lado. Porém, por outro lado não aceitam nenhum tipo de indagação. A Igreja na Itália representa um poder que participa da vida democrática apenas do ponto de vista dos direitos, mas não dos deveres.
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CC: Voltando às relações entre alta finança e Igreja Católica, quais as ligações encontradas no decorrer da sua pesquisa?
CM: São muitas as pessoas próximas da Igreja Católica, ou mesmo ligadas diretamente, desempenhando papéis de grande relevância no mundo das finanças.
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CC: A razão?
CM: Porque com estes últimos se negocia melhor, mesmo porque, no fundo, não há nenhum envolvimento pessoal, mas se cria uma espécie de troca. O governo concede benefícios econômicos para a Igreja, para ter desta apoio político. É o que aconteceu pontualmente com o fascismo, em seguida nos anos 80, principalmente com os socialistas, e agora com Berlusconi. Não se trata de discutir princípios, e sim de mera troca de interesses, políticos de um lado, e econômicos do outro.
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Fonte - Carta Capital
Nota DDP:
A matéria chamou-me a atenção por conta de duas outras que recentemente circularam na mídia nacional:
Vaticano defende silêncio do papa sobre máfia italiana
O Vaticano defendeu neste domingo a decisão do papa Bento XVI de evitar uma condenação direta ao crime organizado durante uma viagem ao sul da Itália, reduto da máfia Camorra, uma das mais cruéis do país.
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Fonte - Terra
Crise econômica não atinge a máfia
A crise econômica mundial não atingiu a máfia italiana, que faturou mais que todas as empresas italianas em 2008, segundo um relatório publicado nesta terça-feira pela associação italiana de empresários Confesercenti.
"A máfia é um grande holding, que tem um faturamento de 130 bilhões de euros e um lucro aproximativo de 70 bilhões de euros", diz o documento da Confesercenti, que reúne cerca de 270.000 empresários, comerciantes e artesãos especializados no turismo.
"Ao contrário das demais empresas, a máfia não foi atingida pela crise econômica e financeira internacional", destacou a Confesercenti.
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Fonte - Último Segundo
E que cada um tire suas conclusões...
[Colaboração - Donizzeti]
A Santa Sé e a crise econômica
O encontro de Catar se concluirá com um novo documento (Doha Draft Outcome Document) para regular a colaboração internacional. Em vista deste acordo, o Pontifício Conselho de Justiça e de Paz elaborou uma nota para oferecer sua reflexão sobre alguns temas. O documento menciona os "principais aspectos éticos das relações entre finança e desenvolvimento e encoraja os governos e todos os outros agentes econômicos a encontrar soluções duradouras e solidárias".
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Na reunião de Doha, que se conclui em 2 de dezembro, será analisado o Consenso de Monterrey, aprovado em 2002. Pelo menos nas intenções, o Consenso deveria constituir um momento de união entre o Norte e o Sul do mundo, marcando também uma nova era de cooperação entre as Nações Unidas, o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional. (BF)
Fonte - Radio Vaticano
Bactéria em rato pode ser 'praga do século 21'
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Fonte - BBC
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Luta contra mudança climática ganha ar dramático
Desde o último relatório do IPCC (Painel Intergovernamental para Mudança Climática, da ONU), no ano passado, um novo e inabalável consenso surgiu acerca do aquecimento global: um aumento de até dois graus Celsius na média das temperaturas em escala mundial deve acontecer até o fim do século, não importando o que façamos agora para impedi-lo.
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A batalha agora, no que diz respeito à contenção do aquecimento global, se centra em evitar a chamada "mudança climática perigosa". Os cientistas definem atualmente essa fronteira num aumento de temperatura global acima de 2 graus Celsius. Para eles, é o que será preciso para levar a um derretimento inevitável do gelo preso no solo da Groenlândia. A caminho do mar, essa montanha de água faria subir o nível dos oceanos em vários metros ao longo dos próximos milhares de anos. Mas em menos tempo que isso a mudança já seria mais perceptível, a ponto de causar estragos em muitos países.
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Para evitar a tal mudança climática perigosa, será preciso reduzir drasticamente as emissões de carbono nos próximos 30 anos. E, na verdade, a ciência sugere que essa redução terá de ser muito aguda nos próximos dez.
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Um acordo global para o pós-Kyoto deve sair -- ou naufragar -- até o final do ano que vem, em reunião da ONU em Copenhagen, na Dinamarca. Noves fora a diplomacia, cada país precisa trabalhar internamente suas metas para migrar para a economia "descarbonizada" do futuro, sob risco de se ver cada vez mais isolado no cenário internacional.
Embora ninguém fale em embargos econômicos no momento (até para não assustar), está claro que ferramentas como impostos e taxas começam a surgir no jargão do combate ao aquecimento global e serão usadas se a necessidade aparecer. Mudar é preciso.
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É o que resta, depois que tanto tempo foi perdido em cortinas de fumaça e contra-argumentos aos cientistas que alertavam sobre as mudanças que a ação humana estava causando em seu próprio planeta. A essa altura do campeonato, o aquecimento global está aí. Já acontece e veio para ficar. E pode ficar ainda pior, se não agirmos, globalmente e rápido.
Fonte - G1
Nota DDP: Outras ferramentas surgirão, aliadas a outra discussões, como crise econômica e aspectos sociais do trabalho. O dia de descanso universal vem aí, com ar dramático, claro.
[Pesquisa - Resta uma Esperança]
