Um grande volume de informações, compatível com a importância do momento histórico, circula desde o final de semana, dando detalhes da cerimônia de posse do presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama.
Em todos os jornais e nas revistas semanais de informação, o ponto central é a imensa crise que abala a economia americana e as apostas sobre a capacidade de Obama de recolocar o país em condições de estabilidade.
Mas observa-se que o tom geral das reportagens e análises vazou para o campo quase espiritual da esperança: a julgar pelas expectativas externalizadas pela imprensa Obama chega ao poder como um messias negro.
Ele ingressa na Casa Branca, segundo pesquisas publicadas na segunda-feira (19/1), em um cenário de otimismo quase surreal, dadas as circunstâncias em que os Estados Unidos estão mergulhados: 79% dos americanos se declaram otimistas quanto às chances de Barack Obama produzir mudanças na economia e de resolver problemas sociais produzidos pela combinação perigosa entre o desemprego crescente, a inadimplência de milhões de cidadãos americanos e o desmantelamento do sistema público de saúde.
O milagre
O volume e a complexidade das mudanças citadas na imprensa nos últimos dias como medidas necessárias para a reorganização da economia dos Estados Unidos superam a própria capacidade humana de entender a questão.
Barack Obama assume coberto pela mídia com um manto sagrado, e é nessa mistificação que mora o perigo.
Entre as análises matemáticas sobre o esforço que os americanos terão de fazer para consertar os estragos provocados por anos de especulações e fraudes, vazam manifestações desse misticismo que, no confronto com a realidade, poderá reverter as expectativas num futuro muito próximo.
Até mesmo o "milagre do rio Hudson", como é chamado o acidente com o Airbus no qual nenhum passageiro morreu, e o súbito encerramento dos combates na Faixa de Gaza, já foram relacionados ao advento da era Obama, como exemplos de prodígios que ele pode produzir.
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Fonte - Observatório da Imprensa
Eric Voegelin usava o termo "fé metastática" para designar a crença ou esperança numa repentina transfiguração da estrutura da realidade e na subseqüente emergência de uma ordem paradisíaca.
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A fé metastática, [...], aposta numa transfiguração radical da ordem geral: as possibilidades divinas seriam postas ao alcance humano de maneira universal e definitiva. A fé metastática não imita a estrutura do milagre, mas a do Apocalipse: não se trata de uma intervenção vinda dos céus para alívio e encorajamento dos homens neste vale de lágrimas, mas da transfiguração completa do vale de lágrimas em paraíso de liberdade, paz e abundância. Isso é infinitamente maior do que um simples milagre ou mesmo do que a coleção completa dos milagres registrados desde o início da história humana.
Mais ainda: na visão bíblica, o advento do novo céu e da nova terra só é possível com a extinção do presente universo e a conseqüente absorção da realidade finita na escala do infinito. A fé metastática, ao contrário, despreza essa exigência e se proclama capaz de espremer as possibilidades infinitas dentro das medidas finitas do universo físico presente. Eis por que ela não é fé religiosa: é loucura em sentido estrito. Graças à onipresença da fé metastática entre os componentes da moderna cultura revolucionária, a esperança nessa loucura é hoje em dia uma força latente no inconsciente das massas, podendo ser ativada a qualquer momento, seja para impeli-las à violência genocida ou para transformar um farsante medíocre, um Barack Hussein Obama qualquer, em nova encarnação do Messias.
Fonte - Olavo de Carvalho
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
Compromisso ecumênico é urgente
CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 19 de janeiro de 2009 (ZENIT.org).- Bento XVI afirmou nesse domingo, ao começar a Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que o compromisso ecumênico é mais urgente que nunca.
Após rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos congregados na praça de São Pedro, o pontífice convidou a rezar «com maior intensidade para que os cristãos caminhem decididamente para a plena comunhão entre si».
Dirigindo-se em particular aos católicos, os alentou a que «não se cansem de trabalhar para superar os obstáculos que ainda impedem a plena comunhão entre todos os discípulos de Cristo».
«O compromisso ecumênico é ainda hoje mais urgente para dar à nossa sociedade, marcada por trágicos conflitos e por dilacerantes divisões, um sinal e um impulso para a reconciliação e a paz», assegurou.
Como o próprio Papa constatou, este ano os textos que os dois milhões de cristãos no mundo seguem em seus encontros de oração pela unidade foram redigidos por um grupo ecumênico da Coréia, no que se reflete o drama da divisão que essa península sofre.
O Papa concluirá no próximo domingo a Semana de Oração na Basílica de São Paulo Fora dos Muros com um encontro de oração no qual participarão representantes das diferentes Igrejas cristãs.
Fonte - Zenit
Após rezar a oração mariana do Ângelus junto a milhares de peregrinos congregados na praça de São Pedro, o pontífice convidou a rezar «com maior intensidade para que os cristãos caminhem decididamente para a plena comunhão entre si».
Dirigindo-se em particular aos católicos, os alentou a que «não se cansem de trabalhar para superar os obstáculos que ainda impedem a plena comunhão entre todos os discípulos de Cristo».
«O compromisso ecumênico é ainda hoje mais urgente para dar à nossa sociedade, marcada por trágicos conflitos e por dilacerantes divisões, um sinal e um impulso para a reconciliação e a paz», assegurou.
Como o próprio Papa constatou, este ano os textos que os dois milhões de cristãos no mundo seguem em seus encontros de oração pela unidade foram redigidos por um grupo ecumênico da Coréia, no que se reflete o drama da divisão que essa península sofre.
O Papa concluirá no próximo domingo a Semana de Oração na Basílica de São Paulo Fora dos Muros com um encontro de oração no qual participarão representantes das diferentes Igrejas cristãs.
Fonte - Zenit
E agora, qual será o estilo de governo de Barack Hussein Obama?
O governo Bush foi neo-conservador. Caracterizou-se por ver o mundo divido entre bons e maus; uso de pouca diplomacia e muito força militar e ações da iniciativa dos EUA, mesmo sem apoio das outras nações; desprezo à ONU ao Tratado de Kioto e outros organismos globais; e com foco no Oriente Médio, na energia que vem de lá. E Obama, como será? Ele vai ter que mudar, não pode seguir essa receita.
Tudo indica solidamente que o novo governo agirá de forma oposta ao de Bush. Precisa mudar, e precisa, desde o primeiro dia, dar sinais práticos de que vai mudar mesmo a política externa dos EUA. Precisa dar prioridade à diplomacia, à negociação e diálogo, bem como à busca do entendimento. Por certo irá pelos caminhos da união e concórdia, não do uso da força. Valorizará todos os organismos importantes do mundo que trabalhem pela unidade, como vem fazendo a Igreja católica e o Islão, por meio do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso. Intervenções militares, só como último recurso. O poder militar poderia ser usado para controlar genocídios no mundo, como os ocorrem na África. Assim o mundo veria os EUA como um poder humanitário, e isso recuperaria o apoio global a esse país.
Obama certamente levará a imagem dos EUA como um país do qual o mundo precisa para buscar a “paz e a segurança”, algo que hoje todos desejam. Esse é o homem!
Leia mais sobre as possibilidades do governo de Obama na BBC.
Fonte - Cristo Voltará
Tudo indica solidamente que o novo governo agirá de forma oposta ao de Bush. Precisa mudar, e precisa, desde o primeiro dia, dar sinais práticos de que vai mudar mesmo a política externa dos EUA. Precisa dar prioridade à diplomacia, à negociação e diálogo, bem como à busca do entendimento. Por certo irá pelos caminhos da união e concórdia, não do uso da força. Valorizará todos os organismos importantes do mundo que trabalhem pela unidade, como vem fazendo a Igreja católica e o Islão, por meio do Ecumenismo e do Diálogo Inter-religioso. Intervenções militares, só como último recurso. O poder militar poderia ser usado para controlar genocídios no mundo, como os ocorrem na África. Assim o mundo veria os EUA como um poder humanitário, e isso recuperaria o apoio global a esse país.
Obama certamente levará a imagem dos EUA como um país do qual o mundo precisa para buscar a “paz e a segurança”, algo que hoje todos desejam. Esse é o homem!
Leia mais sobre as possibilidades do governo de Obama na BBC.
Fonte - Cristo Voltará
O que de fato Deus pensa sobre o uso de tambores na adoração?
Internauta pergunta:
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Você disse uma coisa e o Pr.___ disse outra no blog nisto cremos. Como posso saber qual artigo é mais coerente com a palavra de Deus?
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(GT-responde) - Atendendo aos pedidos estou postando abaixo uma resposta apresentando as inconsistências do artigo do pastor que prefiro não citar o nome. Não vou citar o nome porque a contestação não se foca na pessoa. O que vou escrever se baseia e se prende apenas no campo das idéias para que as pessoas tenham uma compreensão mais ampla do assunto para depois poderem tomar uma decisão mais consistente e consciente. Em vermelho estão as minhas respostas e em preto o artigo do pastor que escreveu e que pode ser encontrado no Blog Nisto Cremos.
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(Pr. afirma) Devido à polêmica deste assunto, o objetivo deste artigo é responder às seguintes perguntas: a percussão era usada no templo do Antigo Testamento? A Bíblia e o Espírito de Profecia proíbem o uso de percussão? Qual a posição oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia a respeito da bateria ou percussão?Definição: A bateria pode ser definida como “os instrumentos de percussão de uma banda de música ou de uma orquestra” (Dicionário Brasileiro Globo, 50ª. ed.). Em outras palavras, bateria ou percussão se referem aos vários instrumentos que marcam o ritmo ou andamento musical, com timbres, tons e formas variadas. Uma bateria pode ser muito bem ilustrada pelos instrumentos de uma fanfarra. Exemplos de instrumentos de percussão: bumbo, caixa, pratos (címbalo), etc.A Bateria no Templo do Antigo Testamento. Em II Crônicas 29:25 (ver também I Crônicas 25) temos a seguinte descrição dos instrumentos do templo: “Também estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo o mandado de Davi...”Alaúde e harpa são instrumentos de corda, todavia, címbalo é um instrumento de percussão, segundo o Dicionário Bíblico Adventista, pág. 254. Note a descrição deste instrumento: “Dois tipos de címbalos têm sido achados pelos arqueólogos. Um destes tipos consiste em dois pratos achatados, feitos de metal, que eram batidos um no outro de forma ritmada; o outro tipo consiste em duas espécies de conchas, batida uma na outra” (R. N. Champlin, Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, vol. 4. Pág.426). Hoje os címbalos são usados na bateria convencional como ximbal (pratos sobrepostos) e pratos de vários timbres e formas. Em Salmos 150 temos o convite ao louvor e adoração a Deus com vários tipos de instrumentos: “Louvai-O ao som da trombeta; louvai-O com saltério e com harpa. Louvai-O com adufes e danças; louvai-O com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-O com címbalos sonoros; louvai-O com címbalos retumbantes” (versos 3 a 5). Podemos concluir que havia instrumentos de percussão que eram usados na música do templo, escolhido por orientação divina para o louvor e adoração.
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(GT-responde) – Precisamos avaliar quatro coisas extremamente importantes para entender esse fato.
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Vejamos as quatro considerações:
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1º - Como eu poderia afirmar que podemos usar tambores no templo só porque tinha címbalos? O Pr.__ usou como referência os címbalos para bonificar os tambores. Existe clara diferença entre címbalos e tambores, portanto tal comparação é forçar a interpretação. Ao contrário dos címbalos os tambores ficaram de fora da lista de instrumentos de Deus. Isto deixa evidente que para Deus havia clara diferença entre esses dois instrumentos.
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2º - Os címbalos foram usados na adoração porém não eram usados como instrumento PERCUSSIVO. O coral era de quatro mil vozes, e o papel dos címbalos era apenas para dar marcação. Sem muita conversa veja as evidências teológicas:
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No artigo de Levi de Paula Tavares intitulado “O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia” vemos as seguintes informações: “Os címbalos de metal eram constituídos por dois pequenos discos de metal, com suas beiras dobradas. Quando golpeados verticalmente, produziam um toque agudo, como um tinido, cuja sonoridade era ouvida a grandes distâncias. Alguns apelam para o uso dos címbalos (que são, portanto, instrumentos de percussão) para argumentar que a música do templo tinha uma batida rítmica e, por conseguinte, a Bíblia não proíbe instrumentos de percussão na igreja hoje. Tal argumento ignora o fato de que, como explica Kleinig (John W. Kleining, The Lord’s Song: The Basis, Function and Significance of Choral Music in Chronicles (Sheffield, England, 1993) p. 82-83), “os címbalos não eram usados pelo cantor-mor na condução do cântico, batendo o ritmo da música, mas sim para anunciar o começo de uma estrofe ou de um cântico. Uma vez que eles eram usados para introduzir o cântico, eram brandidos pelo líder do coro em ocasiões ordinárias (I Crônicas 16:5) ou pelos três líderes dos grupos em ocasiões extraordinárias (I Crônicas 15:19)”. E estes três líderes estavam “sob a supervisão do rei” Davi (I Crônicas 25:6).
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De modo semelhante, Curt Sachs em Rhythm and Tempo (Nova York, 1953), p. 79) explica que “A música no templo incluía címbalos, e o leitor moderno poderia concluir que a presença de instrumentos de percussão indicaria ritmos precisos. Mas há pouca dúvida de que os címbalos, como em qualquer outro lugar, marcavam o fim de uma linha e não o ritmo dentro de um verso.”
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Observe também as explanações de John Kleinig e A. Z. Idelssohn, sobre como os címbalos eram utilizados: "Os címbalos não eram usados pelo cantor para conduzir os cânticos mediante a marcação do ritmo da canção, mas para anunciar seu início ou estrofe." John Kleinig, A Canção do Senhor, pág. 82.
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"Os instrumentos de percussão eram reduzidos a um címbalo, que não era empregado na música propriamente, mas simplesmente para marcar pausas e intervalos." A. Z. Idelssohn, A Música Judaica em Seu Desenvolvimento Histórico, pág. 17.
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Vemos, desta forma, que apesar de os címbalos serem, verdadeiramente, instrumentos de percussão, não é apropriado afirmar que estes instrumentos fossem utilizados como utilizamos os instrumentos de percussão atualmente, ou seja, para marcação rítmica. A sua função era de sinalização, assim como as trombetas (que veremos adiante); com a diferença que as trombetas sinalizavam para o povo e os címbalos eram utilizados como sinalização para os cantores e instrumentistas, quase da mesma forma que um regente faz sinais corporais para os músicos de uma orquestra na atualidade, indicando as entradas dos diversos instrumentos.” (fonte)
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3º - Pela luz que temos sobre uso de tambores na adoração no santuário, percebemos que Deus não permitiu este tipo de instrumento. (Ler o artigo: Música e percussão à luz do santuário, ou os livros: Cristão embusca do Êxtase - Pastor Vanderlei Dorneles, editado pela editora no Unasp, ou o livro: O cristão e a música rock - do Pastor Samuele Bacchiocchi, que pode ser baixado aqui, ou o livro: O que Deus diz sobre a música - Editado pela editora do Unasp).
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Importa-nos agora saber o porquê que os tambores ficaram de fora da adoração no templo. Se Deus não permitiu a entrada dos tambores na adoração, é porque havia um forte motivo para tal. Ou você seria capaz de duvidar da sabedoria de Deus?
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Temos que ter em mente que os tambores eram na ocasião o instrumento mais usado pelo povo de Israel, pois haviam trazido da cultura Egípcia e mesmo sendo o mais comum e mais usado pelo povo, Deus o deixou de fora, por isso que digo que deve ter havido uma forte razão para Deus rejeitar tal instrumento. Consigo até imaginar a birra do povo por tal atitude de Deus. Repito: Se você considera que Deus é sábio de mais para errar e que a bíblia é a fonte de toda e qualquer verdade, então considere a luz que tem recebido a respeito e julgue a luz dos homens por ela.
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Vejamos algumas fontes teológicas confiáveis de nossa igreja falando a respeito:
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Pastor Vanderlei Dorneles, Mestre em Teologia e Comunicação pelo Seminário Adventista Latino Americano de Teologia, Campus 2, e que no momento está cursando seu doutorado na Andrews , expressou-se da seguinte forma:
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“A exclusão do tambor no templo pode indicar que Deus não quis o instrumento na música de adoração por causa de sua relação direta com o misticismo e por sua influência no sentido de excitar as danças e embotar a consciência e o juízo. O ritmo do tambor que inclinava as pessoas à dança deveria estar fora do culto que requer a lucidez da mente para a compreensão da vontade de Deus. Além disso, uma vez que o templo era uma representação do trono de Deus, a música a ser usada ali deveria distinguir-se daquela usada nas celebrações profanas”. Cristãos em busca do êxtase – Pág. 193
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Pastor Samuele Bacchiocchi Ex.Professor e Doutor em teologia na Andrews University – EUA, e um dos maiores teólogos que tivemos, a esse respeito escreveu:
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“O Estudo da música e da liturgia do Templo de Jerusalém, bem como do Santuário celestial, foi muito instrutivo. Vimos que, por respeito pela presença de Deus, instrumentos de percussão e música de entretenimento que estimula as pessoas fisicamente, não eram permitidos nos serviços do Templo, nem são usados na liturgia do Santuário Celestial. Para a mesma razão, instrumentos rítmicos e música que estimula as pessoas fisicamente em vez de elevá-las espiritualmente, está fora de lugar na igreja hoje. A adoração nos dois templos, terrestres e celestial, também nos ensina que Deus deve ser adorado com grande reverência e respeito. Música na igreja não pode tratar Deus com frivolidade e irreverência. Deveria ajudar aquietar nossas almas e a responder a Ele em reverência.” Música, Teologia do Louvor e Adoração a Deus, Pág. 22 (Apostila editada pela União Este Brasileira)
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Eurydice V. Osterman, compositora e professora de música na Universidade de Oakwood em Huntsville, Alabama – EUA, da IASD, também escreveu que: “Uma possível explicação para não usar bateria pode ser que, por sua natureza, não é um instrumento melódico. Em toda a Bíblia, há numerosas referências para cantar e fazer “Melodia” com a voz e com instrumentos. Como a bateria não é capaz de fazer “melodia”, as sagradas Escrituras não a apresentam como sendo usada no santuário.” O que Deus diz sobre a música, Pág. 72.
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Falando sobre o uso de bateria na adoração, Eurydice escreveu: “Dos três principais elementos da música – ritmo, melodia e harmonia – o ritmo é o elemento que oferece satisfação imediata, e não requer o grau de reflexão e contemplação que a melodia e a harmonia requerem. O aspecto característico da bateria e de outros instrumentos de percussão na música de hoje, é o de acentuar a batida suplantando a melodia e todos os outros elementos. Pesquisas científicas têm provado que quando o impulso e o repouso da música é rápido, apela mais ao físico. Por outro lado, quando o tempo entre o impulso e o repouso é mais lento, a mente é mais ativamente envolvida. Esta é a razão pela qual os jovens naturalmente se inclinam para a música que é rápida ou que tem uma batida enérgica. O fato de ela ser contemporânea é significativo e relevante para eles – o que eles podem entender. Isso apóia o raciocínio de que se alguém quer que Deus controle sua mente, é difícil que Ele o faça através de uma maneira que acentua o físico no lugar da mente. “Satanás sabe que órgãos provocar para animar, absorver e seduzir a mente, de maneira que Cristo não seja desejado. Os anseios espirituais da alma por conhecimento divino, por crescimento na graça, estão ausentes (White: LA, 407).” O que Deus diz sobre a música, pág. 71.
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Veja essa outra declaração do Dr. Samuele Bacchiocchi sobre a tal restrição de alguns instrumentos. "Alguns estudiosos argumentam que instrumentos como tambores, tamboril (que era um pandeiro), flautas, e o dúlcimer, foram banidos do Templo, porque estavam associados à adoração e à cultura pagãs, ou porque eles eram tocados, costumeiramente, por mulheres, para o entretenimento.
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Este bem poderia ser o caso, mas isso apenas mostra que havia uma distinção entre a música sacra, tocada dentro do Templo e a música secular tocada do lado de fora. Uma restrição foi colocada aos instrumentos musicais e às expressões artísticas usadas na Casa de Deus. Deus proibiu vários instrumentos, os quais eram permitidos fora do templo nas festividades nacionais e no prazer social.
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A razão não é que certos instrumentos de percussão fossem maus per se. Os sons produzidos por quaisquer instrumentos musicais são neutros, como uma letra do alfabeto. Em vez disso, a razão é que estes instrumentos eram comumente usados para produzir música de entretenimento, a qual era imprópria para a adoração na Casa de Deus.
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Através da proibição desses instrumentos e de estilos de música, como a dança, associados ao entretenimento secular, o Senhor ensinou ao Seu povo uma distinção clara entre a música sacra, tocada no templo, e a música secular, de entretenimento, usada na vida social. A restrição no uso desses instrumentos deveria ser uma regra válida para as futuras gerações. Quando o Rei Ezequias reavivou a adoração do Templo em 715 A.C., ele seguiu meticulosamente as instruções dadas por Davi. Nós lemos que o rei “estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo mandado de Davi. . . porque este mandado veio do Senhor, por intermédio de seus profetas”. (II Crônicas 29:25). [Se veio do Senhor daremos ou não atenção?]
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Dois séculos e meio mais tarde quando o Templo foi reconstruído sob a liderança de Esdras e Neemias, a mesma restrição foi aplicada novamente. Nenhum instrumento de percussão foi permitido para acompanhar o coro levítico ou tocar como uma orquestra no Templo (Esdras 3:10; Neemias 12:27, 36). Isto confirma que a regra era clara e válida por muitos séculos. O canto e a música instrumental no templo deveriam diferir daquela usada na vida social do povo.
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Lições da Música do Templo. (Continua Bacchiocchi...)
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Que lições podemos aprender da música do Templo? A ausência de instrumentos musicais de percussão e de grupos de dança na música do Templo indicam, como notado anteriormente, que uma distinção deve ser feita entre a música secular usada para o entretenimento social e a música sacra empregada no culto de adoração na Casa de Deus.
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Nenhum “Grupo de Rock Judeu” estava no Templo para entreter as pessoas com uma música rítmica alta (afirma Bacchiocchi), porque o Templo era um lugar de adoração e não um clube social para diversão. Instrumentos de percussão como tambores, pandeiros, tamborins ou “tabrets” que geralmente eram usados na música de entretenimento, estavam ausentes na música do templo. Apenas os címbalos eram usados, mas de um modo limitado.
Eles marcavam o fim de uma estrofe e a interrupção do cântico. A lição para nós hoje é evidente. A música na igreja deveria diferir da música secular, porque a igreja, como o antigo Templo, é a Casa de Deus na qual nos reunimos para adorar ao Senhor e não para sermos entretidos. Percussão instrumental, que estimula fisicamente as pessoas com uma batida alta e constante, é tão imprópria para a música na igreja de hoje quanto foi para a música do Templo no antigo Israel. Uma segunda lição é que os instrumentos musicais usados para acompanhar o coro ou o cântico congregacional não deveriam encobrir as vozes.
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Assim como os instrumentos de cordas usados no Templo, os instrumentos musicais usados na igreja hoje deveriam apoiar o canto. Os instrumentos musicais deveriam servir como uma “ferramenta de suporte” à Palavra de Deus que é cantada e proclamada. Isto significa, por exemplo, que a música do órgão não deveria ser tão alta a ponto de sobrepujar as vozes da congregação. Em várias ocasiões estive em igrejas equipadas com poderosos órgãos eletrônicos, que eram tocados tão alto que a voz da congregação não podia ser ouvida.
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O princípio bíblico indica que a função do órgão é apoiar o canto da congregação; não encobri-lo. Este princípio não se aplica apenas a música do órgão, mas a qualquer outro instrumento, ou a uma orquestra que acompanhe um coral ou uma congregação cantando. Alguns argumentam que se seguíssemos o exemplo do Templo, precisaríamos eliminar da igreja instrumentos como o piano e o órgão, porque eles não são instrumentos de cordas.
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Tal argumento ignora a distinção entre um princípio bíblico e sua aplicação cultural. O princípio bíblico é que a música instrumental que acompanha o canto, deveria ajudar na resposta vocal a Deus e não encobrir as vozes. Nos tempos bíblicos, isto foi conseguido de forma melhor pelo uso de instrumentos de cordas. Note que as trombetas e os címbalos eram usados no templo, mas não acompanhavam o coro levítico.
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Não havia nada de errado com estes instrumentos. Eles simplesmente não eram vistos como apropriados para acompanhar o canto, presumivelmente porque eles não se mesclavam bem com a voz humana, além de suplantá-la. Outro ponto é que instrumentos como o órgão ou o piano eram desconhecidos naqueles tempos. Se fôssemos excluir de nossa vida hoje tudo aquilo que a Bíblia não menciona explicitamente, não deveríamos comer pizza, torta de maçã, ou sorvete.
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O princípio bíblico importante é que a música na Casa de Deus, tanto instrumental quanto vocal, tem que respeitar e refletir a santidade do lugar de adoração. Quando são usados instrumentos para acompanhar o canto, eles deveriam apoiar a voz humana sem sobrepujá-la." Samuele Bacchiocchi. O cristão e a música rock, páginas 207 à 209. [Uma das maiores autoridades em teologia na igreja adventista no mundo.]
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4º - Alguns usam o argumento de que salmos 150 manda louvar o Senhor com adufes e danças. O que acham então? Que tal colocar uma enorme bateria na igreja e levar o povo as danças? Bom, veja bem. Na visão da teologia contemporânea crê-se que salmos 150 fora escrito no período em que Davi guerreou contra o gigante Golias. Se esta conclusão estiver certa como alguns teólogos tem afirmado, não podemos jamais afirmar que esses instrumentos foram usados na liturgia do santuário porque Davi nem rei era ainda e as orientações dadas por Deus sobre os instrumentos que deveriam ser usados ainda não tinham sido passadas a Davi.
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Mesmo que encaremos como errônea as descobertas de o salmo 150 tendo sido escrito no período da luta de Davi com Golias, temos que entender que aqui em salmos 150 não diz que esse tipo de louvor ocorria no templo ou na igreja! Nenhum grande teólogo correria esse risco de afirmar tal coisa. Isso seria aberração teológica.
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(Pr-afirma) A Bíblia ou Espírito de Profecia Proíbem a Bateria? Como notamos a Bíblia não proíbe o uso de bateria, pois no templo, havia instrumentos de percussão.
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(GT-responde) Foi extremamente imprudente o uso da palavra bateria aqui neste contexto, pois bateria mesmo só passou a existir em meados de 1900 d.C. portanto não existia a bateria em si nos tempos bíblicos.
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A bíblia de fato não proibi a bateria, primeiro porque não existia na época, mas se existisse seria banida porque o principal instrumento da bateria são os tambores e os tambores foram banidos do templo por Deus (Não entraram na lista de Deus II Cron. 29:25, mesmo sendo o instrumento mais usado pelo povo na época de sua proibição). Deus não permitiu que Davi escolhesse os instrumentos que seria usados no templo da mesma forma que Deus não permitiu que Moisés escrevesse os dez mandamentos. Por essa razão podemos considerar importantes essa questão?
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Seguindo este claro raciocínio fica evidente que em nossos dias a bateria não deveria fazer parte na adoração a Deus porque Deus é o “mesmo hoje, ontem e eternamente” (Heb. 13:8) e também porque Ele “não muda” (Mal.3:6), e nem mesmo “Há sombra de variação” (Tiago 1:17). Um princípio de ontem não pode ser anulado hoje, pois o caráter e os valores de Deus não mudam.
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Havia címbalos, mas como foi já estudado acima, os címbalos não eram usados para criar ritmo na música. Usar os címbalos como desculpa para validar os tambores é distorcer a verdade e os valores impostos por Deus. Quem costumeiramente faz isso é o diabo para misturar santo com profano.
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(Pr-afirma) Sobre instrumentos musicais, E. G. White, inspirada por Deus, escreveu: “Nas reuniões realizadas, escolha-se um grupo de pessoas para tomar parte no serviço de canto. E seja este acompanhado por instrumentos de música habilmente tocados. Não devemos opor ao uso de instrumentos musicais em nossa obra. Esta parte do serviço deve ser cuidadosamente dirigida; pois é o louvor de Deus em cântico” (Testimonies, vol. 9, págs. 143 e 144; citado no Manual da Igreja, edição revisada em 2000, pág. 72).
(GT-responde) Importante que o leitor saiba que na época em que Ellen White escreveu essa mensagem, na Igreja Adventista não se usava tambores ou bateria em hipótese alguma, aliás na época a bateria nem existia. O que existiam eram tambores que comumente eram usados por cultos místicos, espiritualistas e sobrenaturais principalmente na região de Nova Orleans/EUA.
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Não era comum o uso de tal instrumento na religião nos tempos de Ellen White. Portanto não podemos usar esse texto de Ellen White para bonificar o uso de instrumentos que no momento de escrever não se passava na mente dela. Isso quebra todas as regras contextuais de interpretação. Com certeza na mente de Ellen White não se passava o uso de tambores porque na época a igreja estava longe de adotar tal instrumento e não só a Igreja Adventista, mas também muitas outras igrejas devido os tambores serem muito usados nos cultos pagãos. De certa forma existia até um repúdio. Na época de Ellen White apenas algumas pouquíssimas igrejas usavam tal instrumento como por exemplo a igreja Exército da salvação.
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(Pr-afirma) Uma vez que não há nenhum texto no Espírito de Profecia que condene o uso de bateria ou percussão como instrumento a ser usado no louvor (ou qualquer outro instrumento) pode-se afirmar o seguinte: a ênfase não é qual o instrumento a ser usado, mas como ele é usado. A recomendação é ser habilmente tocado, e é claro, nos princípios bíblicos. O Espírito de Profecia nos fornece ampla informação concernente à música de louvor e adoração, com princípios inspirados tanto para o canto como para o tipo de música a ser ouvida e executada, mas não proíbe o uso de percussão.
(GT-responde) O espírito de profecia condena sim o uso de tambores. Como sei? Ela deu uma pequena alfinetada nesta questão quando em Indiana alguns líderes, músicos e povo usaram os tambores junto com outros instrumentos para adorar a Deus. Mas quero que o próprio leitor leia o episódio descrito no livro Mensagens Escolhidas, Vol. 2 - pág. 31 a 39 para que ninguém diga que é teologia histérica e distorcida.
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Ellen White anunciou através do ocorrido em Indiana que, pouco antes do fim do tempo da graça, na igreja, haveria música barulhenta, com gritos, tambores e danças. A esse respeito escreveu:
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“Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança .Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo”. ME, Vol 2 – 36. (Maiores detalhes sobre o ocorrido em Indiana, ver: Mensagens Escolhidas, Vol. 2 – Págs, 31-39.
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Esta citação acima pode também ser encontrada no livro Intitulado: “Música, Sua influência na vida do cristão, págs. 36 à 42 – Editado pela Casa Publicadora Brasileira).
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É muito curioso atentar para o fato que no momento do louvor e adoração, havia muitos instrumentos sendo usados como “um órgão, um contrabaixo, três violinos, duas flautas, três tamborins, três trompas e um grande tambor”, conforme testemunhado por alguns e descrito no livro “Música, sua influência na vida do cristão, págs. 36 a 38,.
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A pergunta que surge é, se havia tantos outros instrumentos fazendo parte do louvor naquele momento, porque Ellen White citou apenas os tambores em suas observações de coisas estranhas que ocorreram naquele louvor? Ela não citou mais nem um outro, apenas os tambores. É evidente que havia algo de errado com tal instrumento, pois se o problema fosse com a maneira de se usar todos os demais instrumentos, com certeza ela não colocaria apenas este em suas considerações Veja:
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“O que você descreveu como tendo acontecido em Indiana, o Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
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Perceba que ela associou os tambores a coisas estranhas em Indiana e que tal estranheza teria lugar novamente antes da terminação do tempo da graça em nosso meio. Pois assim afirmou a mensageira do Senhor, que: “Seria introduzida em nossas reuniões”. ME, vol 2 – 36
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Portando a revelação recebida a respeito do ocorrido em Indiana deixa evidente que por alguma razão tal instrumento não deveria fazer parte da adoração a Deus. Não se usava os tambores na liturgia adventista no tempo de Ellen White. A mensageira do Senhor não aprovou o culto, a música e os tambores que foram usados para adora a Deus naquela ocasião. Tal demonstração foi uma cópia da liturgia de uma igreja denominada Exército de Salvação. Tal demonstração recebeu sérias advertências da parte de Deus por intermédio de Ellen White.
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Ellen White ainda comentando a respeito diz que “Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento...Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” ME, vol 2 – 37
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Recebeu também orientações precisas de Deus para compreender que “O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36
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“Os que participam do suposto reavivamento (em Indiana) recebem impressões que os levam ao sabor do vento...Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” ME, vol 2 – 37
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Sobre tal tipo de música com tambores Ellen White escreveu que “Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto a decisões retas. E isso será chamado de operação do Espírito Santo”. ME, Pág. 36 e 37.
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Isto seria muito sério?
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“O Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que satanás pode empregar para tomar a verdade desagradável às pessoas sensatas; O inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência. Assim busca satanás pôr seu selo sobre a obra que Deus quer que se destaque em pureza. O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37
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E afirmou que :
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“Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço...” ME, vol 2 – 38
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“É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossa reuniões...”ME, vol 2 – 36
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Usando todos os métodos de interpretação da Bíblia e do Espírito de Profecia, chegamos a esta conclusão não forçada, mas clara da situação dos tambores e da música rítmica na visão de Ellen White.
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Fica evidente que em momento algum ela contrariou a Bíblia na questão do uso dos tambores na adoração. Os tambores entraram na sua lista de coisas estranhas que ocorreram em indiana: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
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É válido relembrar que jamais incentivou o seu uso e recebeu visões de Deus com a orientação de que “ O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37.
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Ela disse ainda que isso não é obra do Espírito Santo, mas de outro espírito:
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“O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36
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Qualquer argumento levantado a favor dos tambores, com endosso da Bíblia ou do Espírito de Profecia são completamente descontextualizados, e contra a verdade expressa na palavra de Deus.
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(Pr-afirma) Posição Oficial da IASD
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A Igreja Adventista, para os que consideram a igreja remanescente, é dirigida por Deus, não por homens. É a igreja militante que vai vencer na graça de Jesus. O Espírito de Profecia nos revela qual deve ser nossa atitude em relação à organização da nossa igreja: “Mas quando numa assembléia geral, é exercido o juízo dos irmãos reunidos de todas as partes do campo, independência e juízo particulares não devem ser mantidos, mas renunciados. Nunca deve um obreiro considerar virtude a persistente conservação de sua atitude de independência, contrariamente à decisão do corpo geral. Deus ordenou que os representantes de Sua igreja de todas as partes da Terra, quando reunidos numa Associação Geral, devam ter autoridade” (Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 408).
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(GT-responde) Veja o que o autor afirmará abaixo baseado nesta citação acima:
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(Pr-afirma) Sendo assim, qual é a posição oficial da igreja resolvida em Associação Geral? A resposta está em um documento que foi publicado na Revista Adventista, agosto de 2005, págs. 12 a 16. Neste documento temos os princípios bíblicos e do Espírito de Profecia resumidos e bem explicados.
Atualmente esse documento está no apêndice do livro "Música: Sua Influência na Vida do Cristão", de E. G. White, publicado pela Casa Publicadora Brasileira. Este livro, uma vez que é inspirado, é o melhor manual de música para buscarmos orientações.
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(GT-responde) Veja bem, eu tenho a revista e o documento mencionado acima. Desafio a todos leitores a encontrar essa revista e ler essas páginas. NÃO FALA NADA DE TAMBORES OU DE BATERIA, ABSOLUTAMENTE NADA. O autor usou um argumento sem fonte coerente. O seu artigo se baseou no uso de bateria na igreja, porém a fonte usada aqui abaixo não reflete nem um pouco como base para dar sustento ao seu artigo. Quem não investiga os fatos e provas serão facilmente iludidos. E tem mais, o autor usou o silêncio da Associação Geral para dizer que podemos usar bateria na igreja. Se for assim eu pergunto: Podemos usar o berimbal dentro da igreja para adorar a Deus? Pois a Associação não criou nenhum voto contra!!. Podemos usar em nosso cardápio a coca cola e ficar com a consciência completamente tranquila diante de Deus, uma vez que essa bebida é 4 vezes mais nocivas e prejudicial que o próprio café? Pois a Associação Geral não criou nenhum voto contra para apresentar os seus malefícios. Se o argumento do silêncio for princípio de interpretação, então podemos dar razão aos evangélicos por afirmarem que não existe nenhum texto bíblico após a ressurreição de Jesus que seja explícito sobre a guarda do sábado!!!. Percebem como isso é perigoso? Vou preferir acreditar que foi apenas um equivoco do autor, mas esses tipos de equívocos não podem acontecer porque levam as pessoas ao erro uma vez que a maioria não busca saber se de fato as provas, evidências ou fontes do autor são autênticas e coerentes.
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O livro mencionado acima pelo autor de fato é um ótimo livro. Aconselho os irmãos a comprarem. Neste livro não há proibição ao uso de bateria, porém também NÃO HÁ INCENTIVO.
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Queridos leitores, a igreja adventista não tem uma posição oficial nem contra e nem a favor do uso de bateria na igreja. Portanto não é correto usar o SILÊNCIO da igreja para afirmar que pode ser usado. Porém guarde o que vou dizer, existe respaldo bíblico suficiente para ser contra o uso de tambores na adoração, é necessário alguma coisa mais?. Sempre ensinamos que devemos seguir um "Assim diz o Senhor", porque agora temos nos distanciados dessa regra?
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(Pr-afirma) Sobre o uso de bateria, depois de estudá-lo, podemos concluir o seguinte: a igreja não proíbe seu uso, mas devemos ter cuidado ao usá-la, para que não tome o lugar da mensagem. A melodia deve estar em maior evidência do que o acompanhamento, para que a letra da música possa ser claramente compreendida e a mensagem propagada. Isso vale para todos os demais instrumentos musicais de acompanhamento.
É por isso que os órgãos oficiais, como a Voz da Profecia, usam com cuidado a bateria e tentam nortear o melhor uso deste instrumento.
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(GT-responde) Concordo, porém depois de pesquisas feitas, percebi que muitos cantores e músicos não querem a bateria para criar uma música equilibrada, na verdade querem a bateria para cantar e tocar rock. Olhem para as músicas ultimamente produzidas pelos principais cantores adventistas e verão o que estou dizendo. A cada ano as músicas estão cada vez mais pesadas e fortes. Vemos pelas evidências do dia a dia que a música está cada vez mais barulhenta e cheias de batidas. Não tenho visto essa regra de equilibrio ser seguida não, são poucos que tentam segurar as coisas. Estive num campori e percebi o efeito de tais músicas sobre nossos jovens. Rock roll com letra religiosa. Nossos jovens iam ao delírio. E talvez seja essa a razão porque eles não apreciam mais as belas músicas do hinário na igreja, e o jeito é se arrastar ligeiramente para a porta da igreja para esperar o culto passar.
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Infelizmente a música ritmada e barulhenta se tornou inclusive o deus de nosso século. Se nós fizermos uma programação na igreja para cantar músicas do hinário a igreja fica vazia, mas se chamarmos os cantores gospeis de nossa igreja com toda música barulhenta (rock pop) cheia de bateria, ai sim teremos igreja cheia, lotada, amarrotada. Enquanto isso nossos cultos de quarta e domingo e a escola sabatina cada vez mais vazias. Estudo da palavra de Deus, 30 membros, ver cantores com músicas rock pop, 300 membros. Essa é a realidade.
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(Pr-afirma) Cuidado com as Críticas Deus não nos colocou como juiz dos nossos irmãos, por isso devemos ter cuidado ao condená-los pelo uso de esse ou aquele instrumento.
Não devemos abrir mão dos princípios bíblicos e do Espírito de Profecia a respeito da música, mas devemos respeitar os diferentes gostos e elementos culturais.
Nossa igreja tem órgãos oficiais que divulgam a música, como a Voz da Profecia. Quando criticamos estes órgãos, estamos lutando contra nossa própria obra. Cabe a Deus o direito de julgar, e o nosso de respeitar a igreja e seus líderes.
É muito mais fácil deixar a responsabilidade para a instituição da igreja do que tentar levá-la sobre si. A igreja respeita suas convicções pessoais e gostos, por isso, respeite a igreja de Deus. Naquilo que ela ou seus líderes errarem, Deus fará Seu juízo.
(GT-responde) Bom, quero deixar claro duas coisas. Primeiro quero dizer que o Pr. Tem completa razão ao dizer que não podemos julgar. Segundo quero dizer que Deus tem verdades relevantes para os nossos dias e Ele usa ser humano para advertir ser humano. Não importa se seja pastor ou leigo. Precisamos na verdade é ser humildes para reconhecer nossos erros e ser humildes para ouvir os que tem o puro interesse de nos alertar dos caminhos errados que temos trilhado. Para isso, repito, Deus usa ser humano para corrigir ser humano. Porém essa correção deve acontecer da forma como Deus aconselhou. Foi o que fiz, primeiro entrei em contato pessoal, fui ignorado e admoestado que estaria indo contra a igreja, sendo que na verdade não estou indo contra a igreja mas contra uma idéia puramente humana. como não houve resultados, estou colocando aqui para que todos possam usar sua liberdade de expressão para fazer uma escolha mais consciente.
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Gostaria de dizer uma outra coisa que julgo importante. Humildade. Infelizmente muitos pastores de hoje se acham superiores aos membros por terem certificado de teologia. Um dia desses um pastor departamental da união disse que os membros não tem capacidade de interpretar as verdades bíblicas, que isso é papel da liderança maior. Eu sou testemunha ocular disso que acabei de escrever, e tem mais umas 100 pessoas que além de mim são testemunhas. Isso é aberração teológica. Isso aconteceu nos tempos católicos da inquisição. Espero que não venha ganhar força em nossos dias em plena igreja de Deus. Lembrem-se que pastor não se forma no curso de teologia. Pastor se forma com joelhos no chão com comprimento de missão. Pastor é chamado e não certificado. Só estou dizendo isso para que a humildade seja uma verdade na vida de todos nós. A verdade bíblica não está nas mãos de poucas pessoas, está a disposição de qualquer um que queira de fato fazer a vontade de Deus, e quem quiser conhecer a vontade de Deus, saberá se ela procede de Deus ou não.
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(Pr-afirma) Conclusão: Havia instrumentos de percussão ou bateria entre os instrumentos escolhidos para o templo do Antigo Testamento, mostrando que Deus não se opunha ao seu uso no serviço de adoração e louvor. A Bíblia e o Espírito de Profecia não proíbem o uso de instrumentos de percussão, mas recomenda princípios em que eles devam ser usados e executados. A posição oficial da igreja é o uso equilibrado e cuidadoso de todos os instrumentos (incluindo a bateria), seguindo os princípios inspirados, mas não proíbe o uso de nenhum deles.
(GT-responde) Foi incoerente usar o termo “havia bateria entre os instrumentos escolhidos para o templo”. Porque como já explicado acima, não existia a bateria de hoje nos tempos do santuário, e se existisse, com certeza ficaria de fora pelas razões apresentadas em resposta ao artigo. Prestem bem atenção na afirmação acima e julguem por si.
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(Pr-afirma) Como cristãos devemos ser cuidadosos tanto ao escolher nossa música para louvor, adoração e outros fins, e também para não sermos críticos e emitir condenação deliberadamente, mas respeitar nossa igreja e suas recomendações.
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(GT-responde) Minha conclusão:
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Penso que devemos não ir além do que está escrito (I Cor. 4:6), buscar respostas na própria bíblia porque ela responde a si mesma (II Pedro 1:20,21), sempre juntando os textos para entender o contexto (Isaias 28:10), dessa forma não correremos riscos de cometer erros, a não ser que queiramos errar para seguir as inclinações pessoais. De tudo que estudamos prefiro seguir um assim diz o Senhor e obedecer a Deus do que aos homens (Atos 5:29). E você o que vai fazer?
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Não foi a igreja quem introduziu tal música gospel, quem introduziu foram alguns pastores, membros e cantores por conta própria copiando os estilos de culto musical dos que são apontados na profecias como sendo babilônia. Estamos copiando a música babilonizada. Tenho conversado com muitos pastores adventistas e tenho percebido que muitos deles não são a favor dos tipos de músicas que estão sendo introduzidas sorrateiramente e agora escancaradamente. Mas a igreja continuará avançando, e Deus no momento certo, na sacudidura, limpará toda essa falsa adoração de nosso meio. Esperemos confiantemente e continuemos na luta pela salvação de pessoas, porque essa igreja será triunfante mesmo com tantos problemas ao nosso redor. Com certeza uma proibição absoluta da bateria criaria uma sacudidura antes do tempo, e isso não pode acontecer porque senão muitos trigos seriam feridos. Mas por outro lado também não podemos ser coniventes com as coisas que estão erradas. Precisamos alertar nosso povo e nossos líderes. Devemos respeitar os pensamentos de outrem, porém jamais negociar e fugir do que está escrito (I Cor. 4:6). Os tambores eram muito usados pelo povo, porém quando chegavam no santuário para adorar a Deus, os tambores ficavam do lado de fora. Eu sou antibaterista, apesar de gostar muito desse instrumento, porém prefiro ficar bem longe por temor e amor a verdade de Deus.
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Encerro com uma declaração importante do Espírito de Profecia que diz: "A Palavra de Deus diz a verdade. Não há mentira. Nela não há nada forçado; nada extremo; nada exagerado. Devemos aceitá-la como sendo a palavra do Deus vivo. Em obediência a esta palavra, tem a igreja deveres a realizar que não efetuou. Não devem fugir do posto do dever". T.M. Pag. 90.
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Deus nos abençoe.
Fonte - Gilberto Theiss
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Você disse uma coisa e o Pr.___ disse outra no blog nisto cremos. Como posso saber qual artigo é mais coerente com a palavra de Deus?
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(GT-responde) - Atendendo aos pedidos estou postando abaixo uma resposta apresentando as inconsistências do artigo do pastor que prefiro não citar o nome. Não vou citar o nome porque a contestação não se foca na pessoa. O que vou escrever se baseia e se prende apenas no campo das idéias para que as pessoas tenham uma compreensão mais ampla do assunto para depois poderem tomar uma decisão mais consistente e consciente. Em vermelho estão as minhas respostas e em preto o artigo do pastor que escreveu e que pode ser encontrado no Blog Nisto Cremos.
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(Pr. afirma) Devido à polêmica deste assunto, o objetivo deste artigo é responder às seguintes perguntas: a percussão era usada no templo do Antigo Testamento? A Bíblia e o Espírito de Profecia proíbem o uso de percussão? Qual a posição oficial da Igreja Adventista do Sétimo Dia a respeito da bateria ou percussão?Definição: A bateria pode ser definida como “os instrumentos de percussão de uma banda de música ou de uma orquestra” (Dicionário Brasileiro Globo, 50ª. ed.). Em outras palavras, bateria ou percussão se referem aos vários instrumentos que marcam o ritmo ou andamento musical, com timbres, tons e formas variadas. Uma bateria pode ser muito bem ilustrada pelos instrumentos de uma fanfarra. Exemplos de instrumentos de percussão: bumbo, caixa, pratos (címbalo), etc.A Bateria no Templo do Antigo Testamento. Em II Crônicas 29:25 (ver também I Crônicas 25) temos a seguinte descrição dos instrumentos do templo: “Também estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo o mandado de Davi...”Alaúde e harpa são instrumentos de corda, todavia, címbalo é um instrumento de percussão, segundo o Dicionário Bíblico Adventista, pág. 254. Note a descrição deste instrumento: “Dois tipos de címbalos têm sido achados pelos arqueólogos. Um destes tipos consiste em dois pratos achatados, feitos de metal, que eram batidos um no outro de forma ritmada; o outro tipo consiste em duas espécies de conchas, batida uma na outra” (R. N. Champlin, Enciclopédia de Bíblia, Teologia e Filosofia, vol. 4. Pág.426). Hoje os címbalos são usados na bateria convencional como ximbal (pratos sobrepostos) e pratos de vários timbres e formas. Em Salmos 150 temos o convite ao louvor e adoração a Deus com vários tipos de instrumentos: “Louvai-O ao som da trombeta; louvai-O com saltério e com harpa. Louvai-O com adufes e danças; louvai-O com instrumentos de cordas e com flautas. Louvai-O com címbalos sonoros; louvai-O com címbalos retumbantes” (versos 3 a 5). Podemos concluir que havia instrumentos de percussão que eram usados na música do templo, escolhido por orientação divina para o louvor e adoração.
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(GT-responde) – Precisamos avaliar quatro coisas extremamente importantes para entender esse fato.
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Vejamos as quatro considerações:
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1º - Como eu poderia afirmar que podemos usar tambores no templo só porque tinha címbalos? O Pr.__ usou como referência os címbalos para bonificar os tambores. Existe clara diferença entre címbalos e tambores, portanto tal comparação é forçar a interpretação. Ao contrário dos címbalos os tambores ficaram de fora da lista de instrumentos de Deus. Isto deixa evidente que para Deus havia clara diferença entre esses dois instrumentos.
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2º - Os címbalos foram usados na adoração porém não eram usados como instrumento PERCUSSIVO. O coral era de quatro mil vozes, e o papel dos címbalos era apenas para dar marcação. Sem muita conversa veja as evidências teológicas:
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No artigo de Levi de Paula Tavares intitulado “O Uso da Percussão na Adoração à Luz da Bíblia” vemos as seguintes informações: “Os címbalos de metal eram constituídos por dois pequenos discos de metal, com suas beiras dobradas. Quando golpeados verticalmente, produziam um toque agudo, como um tinido, cuja sonoridade era ouvida a grandes distâncias. Alguns apelam para o uso dos címbalos (que são, portanto, instrumentos de percussão) para argumentar que a música do templo tinha uma batida rítmica e, por conseguinte, a Bíblia não proíbe instrumentos de percussão na igreja hoje. Tal argumento ignora o fato de que, como explica Kleinig (John W. Kleining, The Lord’s Song: The Basis, Function and Significance of Choral Music in Chronicles (Sheffield, England, 1993) p. 82-83), “os címbalos não eram usados pelo cantor-mor na condução do cântico, batendo o ritmo da música, mas sim para anunciar o começo de uma estrofe ou de um cântico. Uma vez que eles eram usados para introduzir o cântico, eram brandidos pelo líder do coro em ocasiões ordinárias (I Crônicas 16:5) ou pelos três líderes dos grupos em ocasiões extraordinárias (I Crônicas 15:19)”. E estes três líderes estavam “sob a supervisão do rei” Davi (I Crônicas 25:6).
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De modo semelhante, Curt Sachs em Rhythm and Tempo (Nova York, 1953), p. 79) explica que “A música no templo incluía címbalos, e o leitor moderno poderia concluir que a presença de instrumentos de percussão indicaria ritmos precisos. Mas há pouca dúvida de que os címbalos, como em qualquer outro lugar, marcavam o fim de uma linha e não o ritmo dentro de um verso.”
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Observe também as explanações de John Kleinig e A. Z. Idelssohn, sobre como os címbalos eram utilizados: "Os címbalos não eram usados pelo cantor para conduzir os cânticos mediante a marcação do ritmo da canção, mas para anunciar seu início ou estrofe." John Kleinig, A Canção do Senhor, pág. 82.
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"Os instrumentos de percussão eram reduzidos a um címbalo, que não era empregado na música propriamente, mas simplesmente para marcar pausas e intervalos." A. Z. Idelssohn, A Música Judaica em Seu Desenvolvimento Histórico, pág. 17.
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Vemos, desta forma, que apesar de os címbalos serem, verdadeiramente, instrumentos de percussão, não é apropriado afirmar que estes instrumentos fossem utilizados como utilizamos os instrumentos de percussão atualmente, ou seja, para marcação rítmica. A sua função era de sinalização, assim como as trombetas (que veremos adiante); com a diferença que as trombetas sinalizavam para o povo e os címbalos eram utilizados como sinalização para os cantores e instrumentistas, quase da mesma forma que um regente faz sinais corporais para os músicos de uma orquestra na atualidade, indicando as entradas dos diversos instrumentos.” (fonte)
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3º - Pela luz que temos sobre uso de tambores na adoração no santuário, percebemos que Deus não permitiu este tipo de instrumento. (Ler o artigo: Música e percussão à luz do santuário, ou os livros: Cristão embusca do Êxtase - Pastor Vanderlei Dorneles, editado pela editora no Unasp, ou o livro: O cristão e a música rock - do Pastor Samuele Bacchiocchi, que pode ser baixado aqui, ou o livro: O que Deus diz sobre a música - Editado pela editora do Unasp).
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Importa-nos agora saber o porquê que os tambores ficaram de fora da adoração no templo. Se Deus não permitiu a entrada dos tambores na adoração, é porque havia um forte motivo para tal. Ou você seria capaz de duvidar da sabedoria de Deus?
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Temos que ter em mente que os tambores eram na ocasião o instrumento mais usado pelo povo de Israel, pois haviam trazido da cultura Egípcia e mesmo sendo o mais comum e mais usado pelo povo, Deus o deixou de fora, por isso que digo que deve ter havido uma forte razão para Deus rejeitar tal instrumento. Consigo até imaginar a birra do povo por tal atitude de Deus. Repito: Se você considera que Deus é sábio de mais para errar e que a bíblia é a fonte de toda e qualquer verdade, então considere a luz que tem recebido a respeito e julgue a luz dos homens por ela.
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Vejamos algumas fontes teológicas confiáveis de nossa igreja falando a respeito:
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Pastor Vanderlei Dorneles, Mestre em Teologia e Comunicação pelo Seminário Adventista Latino Americano de Teologia, Campus 2, e que no momento está cursando seu doutorado na Andrews , expressou-se da seguinte forma:
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“A exclusão do tambor no templo pode indicar que Deus não quis o instrumento na música de adoração por causa de sua relação direta com o misticismo e por sua influência no sentido de excitar as danças e embotar a consciência e o juízo. O ritmo do tambor que inclinava as pessoas à dança deveria estar fora do culto que requer a lucidez da mente para a compreensão da vontade de Deus. Além disso, uma vez que o templo era uma representação do trono de Deus, a música a ser usada ali deveria distinguir-se daquela usada nas celebrações profanas”. Cristãos em busca do êxtase – Pág. 193
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Pastor Samuele Bacchiocchi Ex.Professor e Doutor em teologia na Andrews University – EUA, e um dos maiores teólogos que tivemos, a esse respeito escreveu:
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“O Estudo da música e da liturgia do Templo de Jerusalém, bem como do Santuário celestial, foi muito instrutivo. Vimos que, por respeito pela presença de Deus, instrumentos de percussão e música de entretenimento que estimula as pessoas fisicamente, não eram permitidos nos serviços do Templo, nem são usados na liturgia do Santuário Celestial. Para a mesma razão, instrumentos rítmicos e música que estimula as pessoas fisicamente em vez de elevá-las espiritualmente, está fora de lugar na igreja hoje. A adoração nos dois templos, terrestres e celestial, também nos ensina que Deus deve ser adorado com grande reverência e respeito. Música na igreja não pode tratar Deus com frivolidade e irreverência. Deveria ajudar aquietar nossas almas e a responder a Ele em reverência.” Música, Teologia do Louvor e Adoração a Deus, Pág. 22 (Apostila editada pela União Este Brasileira)
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Eurydice V. Osterman, compositora e professora de música na Universidade de Oakwood em Huntsville, Alabama – EUA, da IASD, também escreveu que: “Uma possível explicação para não usar bateria pode ser que, por sua natureza, não é um instrumento melódico. Em toda a Bíblia, há numerosas referências para cantar e fazer “Melodia” com a voz e com instrumentos. Como a bateria não é capaz de fazer “melodia”, as sagradas Escrituras não a apresentam como sendo usada no santuário.” O que Deus diz sobre a música, Pág. 72.
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Falando sobre o uso de bateria na adoração, Eurydice escreveu: “Dos três principais elementos da música – ritmo, melodia e harmonia – o ritmo é o elemento que oferece satisfação imediata, e não requer o grau de reflexão e contemplação que a melodia e a harmonia requerem. O aspecto característico da bateria e de outros instrumentos de percussão na música de hoje, é o de acentuar a batida suplantando a melodia e todos os outros elementos. Pesquisas científicas têm provado que quando o impulso e o repouso da música é rápido, apela mais ao físico. Por outro lado, quando o tempo entre o impulso e o repouso é mais lento, a mente é mais ativamente envolvida. Esta é a razão pela qual os jovens naturalmente se inclinam para a música que é rápida ou que tem uma batida enérgica. O fato de ela ser contemporânea é significativo e relevante para eles – o que eles podem entender. Isso apóia o raciocínio de que se alguém quer que Deus controle sua mente, é difícil que Ele o faça através de uma maneira que acentua o físico no lugar da mente. “Satanás sabe que órgãos provocar para animar, absorver e seduzir a mente, de maneira que Cristo não seja desejado. Os anseios espirituais da alma por conhecimento divino, por crescimento na graça, estão ausentes (White: LA, 407).” O que Deus diz sobre a música, pág. 71.
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Veja essa outra declaração do Dr. Samuele Bacchiocchi sobre a tal restrição de alguns instrumentos. "Alguns estudiosos argumentam que instrumentos como tambores, tamboril (que era um pandeiro), flautas, e o dúlcimer, foram banidos do Templo, porque estavam associados à adoração e à cultura pagãs, ou porque eles eram tocados, costumeiramente, por mulheres, para o entretenimento.
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Este bem poderia ser o caso, mas isso apenas mostra que havia uma distinção entre a música sacra, tocada dentro do Templo e a música secular tocada do lado de fora. Uma restrição foi colocada aos instrumentos musicais e às expressões artísticas usadas na Casa de Deus. Deus proibiu vários instrumentos, os quais eram permitidos fora do templo nas festividades nacionais e no prazer social.
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A razão não é que certos instrumentos de percussão fossem maus per se. Os sons produzidos por quaisquer instrumentos musicais são neutros, como uma letra do alfabeto. Em vez disso, a razão é que estes instrumentos eram comumente usados para produzir música de entretenimento, a qual era imprópria para a adoração na Casa de Deus.
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Através da proibição desses instrumentos e de estilos de música, como a dança, associados ao entretenimento secular, o Senhor ensinou ao Seu povo uma distinção clara entre a música sacra, tocada no templo, e a música secular, de entretenimento, usada na vida social. A restrição no uso desses instrumentos deveria ser uma regra válida para as futuras gerações. Quando o Rei Ezequias reavivou a adoração do Templo em 715 A.C., ele seguiu meticulosamente as instruções dadas por Davi. Nós lemos que o rei “estabeleceu os levitas na Casa do Senhor com címbalos, alaúdes e harpas, segundo mandado de Davi. . . porque este mandado veio do Senhor, por intermédio de seus profetas”. (II Crônicas 29:25). [Se veio do Senhor daremos ou não atenção?]
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Dois séculos e meio mais tarde quando o Templo foi reconstruído sob a liderança de Esdras e Neemias, a mesma restrição foi aplicada novamente. Nenhum instrumento de percussão foi permitido para acompanhar o coro levítico ou tocar como uma orquestra no Templo (Esdras 3:10; Neemias 12:27, 36). Isto confirma que a regra era clara e válida por muitos séculos. O canto e a música instrumental no templo deveriam diferir daquela usada na vida social do povo.
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Lições da Música do Templo. (Continua Bacchiocchi...)
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Que lições podemos aprender da música do Templo? A ausência de instrumentos musicais de percussão e de grupos de dança na música do Templo indicam, como notado anteriormente, que uma distinção deve ser feita entre a música secular usada para o entretenimento social e a música sacra empregada no culto de adoração na Casa de Deus.
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Nenhum “Grupo de Rock Judeu” estava no Templo para entreter as pessoas com uma música rítmica alta (afirma Bacchiocchi), porque o Templo era um lugar de adoração e não um clube social para diversão. Instrumentos de percussão como tambores, pandeiros, tamborins ou “tabrets” que geralmente eram usados na música de entretenimento, estavam ausentes na música do templo. Apenas os címbalos eram usados, mas de um modo limitado.
Eles marcavam o fim de uma estrofe e a interrupção do cântico. A lição para nós hoje é evidente. A música na igreja deveria diferir da música secular, porque a igreja, como o antigo Templo, é a Casa de Deus na qual nos reunimos para adorar ao Senhor e não para sermos entretidos. Percussão instrumental, que estimula fisicamente as pessoas com uma batida alta e constante, é tão imprópria para a música na igreja de hoje quanto foi para a música do Templo no antigo Israel. Uma segunda lição é que os instrumentos musicais usados para acompanhar o coro ou o cântico congregacional não deveriam encobrir as vozes.
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Assim como os instrumentos de cordas usados no Templo, os instrumentos musicais usados na igreja hoje deveriam apoiar o canto. Os instrumentos musicais deveriam servir como uma “ferramenta de suporte” à Palavra de Deus que é cantada e proclamada. Isto significa, por exemplo, que a música do órgão não deveria ser tão alta a ponto de sobrepujar as vozes da congregação. Em várias ocasiões estive em igrejas equipadas com poderosos órgãos eletrônicos, que eram tocados tão alto que a voz da congregação não podia ser ouvida.
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O princípio bíblico indica que a função do órgão é apoiar o canto da congregação; não encobri-lo. Este princípio não se aplica apenas a música do órgão, mas a qualquer outro instrumento, ou a uma orquestra que acompanhe um coral ou uma congregação cantando. Alguns argumentam que se seguíssemos o exemplo do Templo, precisaríamos eliminar da igreja instrumentos como o piano e o órgão, porque eles não são instrumentos de cordas.
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Tal argumento ignora a distinção entre um princípio bíblico e sua aplicação cultural. O princípio bíblico é que a música instrumental que acompanha o canto, deveria ajudar na resposta vocal a Deus e não encobrir as vozes. Nos tempos bíblicos, isto foi conseguido de forma melhor pelo uso de instrumentos de cordas. Note que as trombetas e os címbalos eram usados no templo, mas não acompanhavam o coro levítico.
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Não havia nada de errado com estes instrumentos. Eles simplesmente não eram vistos como apropriados para acompanhar o canto, presumivelmente porque eles não se mesclavam bem com a voz humana, além de suplantá-la. Outro ponto é que instrumentos como o órgão ou o piano eram desconhecidos naqueles tempos. Se fôssemos excluir de nossa vida hoje tudo aquilo que a Bíblia não menciona explicitamente, não deveríamos comer pizza, torta de maçã, ou sorvete.
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O princípio bíblico importante é que a música na Casa de Deus, tanto instrumental quanto vocal, tem que respeitar e refletir a santidade do lugar de adoração. Quando são usados instrumentos para acompanhar o canto, eles deveriam apoiar a voz humana sem sobrepujá-la." Samuele Bacchiocchi. O cristão e a música rock, páginas 207 à 209. [Uma das maiores autoridades em teologia na igreja adventista no mundo.]
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4º - Alguns usam o argumento de que salmos 150 manda louvar o Senhor com adufes e danças. O que acham então? Que tal colocar uma enorme bateria na igreja e levar o povo as danças? Bom, veja bem. Na visão da teologia contemporânea crê-se que salmos 150 fora escrito no período em que Davi guerreou contra o gigante Golias. Se esta conclusão estiver certa como alguns teólogos tem afirmado, não podemos jamais afirmar que esses instrumentos foram usados na liturgia do santuário porque Davi nem rei era ainda e as orientações dadas por Deus sobre os instrumentos que deveriam ser usados ainda não tinham sido passadas a Davi.
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Mesmo que encaremos como errônea as descobertas de o salmo 150 tendo sido escrito no período da luta de Davi com Golias, temos que entender que aqui em salmos 150 não diz que esse tipo de louvor ocorria no templo ou na igreja! Nenhum grande teólogo correria esse risco de afirmar tal coisa. Isso seria aberração teológica.
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(Pr-afirma) A Bíblia ou Espírito de Profecia Proíbem a Bateria? Como notamos a Bíblia não proíbe o uso de bateria, pois no templo, havia instrumentos de percussão.
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(GT-responde) Foi extremamente imprudente o uso da palavra bateria aqui neste contexto, pois bateria mesmo só passou a existir em meados de 1900 d.C. portanto não existia a bateria em si nos tempos bíblicos.
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A bíblia de fato não proibi a bateria, primeiro porque não existia na época, mas se existisse seria banida porque o principal instrumento da bateria são os tambores e os tambores foram banidos do templo por Deus (Não entraram na lista de Deus II Cron. 29:25, mesmo sendo o instrumento mais usado pelo povo na época de sua proibição). Deus não permitiu que Davi escolhesse os instrumentos que seria usados no templo da mesma forma que Deus não permitiu que Moisés escrevesse os dez mandamentos. Por essa razão podemos considerar importantes essa questão?
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Seguindo este claro raciocínio fica evidente que em nossos dias a bateria não deveria fazer parte na adoração a Deus porque Deus é o “mesmo hoje, ontem e eternamente” (Heb. 13:8) e também porque Ele “não muda” (Mal.3:6), e nem mesmo “Há sombra de variação” (Tiago 1:17). Um princípio de ontem não pode ser anulado hoje, pois o caráter e os valores de Deus não mudam.
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Havia címbalos, mas como foi já estudado acima, os címbalos não eram usados para criar ritmo na música. Usar os címbalos como desculpa para validar os tambores é distorcer a verdade e os valores impostos por Deus. Quem costumeiramente faz isso é o diabo para misturar santo com profano.
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(Pr-afirma) Sobre instrumentos musicais, E. G. White, inspirada por Deus, escreveu: “Nas reuniões realizadas, escolha-se um grupo de pessoas para tomar parte no serviço de canto. E seja este acompanhado por instrumentos de música habilmente tocados. Não devemos opor ao uso de instrumentos musicais em nossa obra. Esta parte do serviço deve ser cuidadosamente dirigida; pois é o louvor de Deus em cântico” (Testimonies, vol. 9, págs. 143 e 144; citado no Manual da Igreja, edição revisada em 2000, pág. 72).
(GT-responde) Importante que o leitor saiba que na época em que Ellen White escreveu essa mensagem, na Igreja Adventista não se usava tambores ou bateria em hipótese alguma, aliás na época a bateria nem existia. O que existiam eram tambores que comumente eram usados por cultos místicos, espiritualistas e sobrenaturais principalmente na região de Nova Orleans/EUA.
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Não era comum o uso de tal instrumento na religião nos tempos de Ellen White. Portanto não podemos usar esse texto de Ellen White para bonificar o uso de instrumentos que no momento de escrever não se passava na mente dela. Isso quebra todas as regras contextuais de interpretação. Com certeza na mente de Ellen White não se passava o uso de tambores porque na época a igreja estava longe de adotar tal instrumento e não só a Igreja Adventista, mas também muitas outras igrejas devido os tambores serem muito usados nos cultos pagãos. De certa forma existia até um repúdio. Na época de Ellen White apenas algumas pouquíssimas igrejas usavam tal instrumento como por exemplo a igreja Exército da salvação.
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(Pr-afirma) Uma vez que não há nenhum texto no Espírito de Profecia que condene o uso de bateria ou percussão como instrumento a ser usado no louvor (ou qualquer outro instrumento) pode-se afirmar o seguinte: a ênfase não é qual o instrumento a ser usado, mas como ele é usado. A recomendação é ser habilmente tocado, e é claro, nos princípios bíblicos. O Espírito de Profecia nos fornece ampla informação concernente à música de louvor e adoração, com princípios inspirados tanto para o canto como para o tipo de música a ser ouvida e executada, mas não proíbe o uso de percussão.
(GT-responde) O espírito de profecia condena sim o uso de tambores. Como sei? Ela deu uma pequena alfinetada nesta questão quando em Indiana alguns líderes, músicos e povo usaram os tambores junto com outros instrumentos para adorar a Deus. Mas quero que o próprio leitor leia o episódio descrito no livro Mensagens Escolhidas, Vol. 2 - pág. 31 a 39 para que ninguém diga que é teologia histérica e distorcida.
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Ellen White anunciou através do ocorrido em Indiana que, pouco antes do fim do tempo da graça, na igreja, haveria música barulhenta, com gritos, tambores e danças. A esse respeito escreveu:
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“Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança .Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo”. ME, Vol 2 – 36. (Maiores detalhes sobre o ocorrido em Indiana, ver: Mensagens Escolhidas, Vol. 2 – Págs, 31-39.
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Esta citação acima pode também ser encontrada no livro Intitulado: “Música, Sua influência na vida do cristão, págs. 36 à 42 – Editado pela Casa Publicadora Brasileira).
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É muito curioso atentar para o fato que no momento do louvor e adoração, havia muitos instrumentos sendo usados como “um órgão, um contrabaixo, três violinos, duas flautas, três tamborins, três trompas e um grande tambor”, conforme testemunhado por alguns e descrito no livro “Música, sua influência na vida do cristão, págs. 36 a 38,.
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A pergunta que surge é, se havia tantos outros instrumentos fazendo parte do louvor naquele momento, porque Ellen White citou apenas os tambores em suas observações de coisas estranhas que ocorreram naquele louvor? Ela não citou mais nem um outro, apenas os tambores. É evidente que havia algo de errado com tal instrumento, pois se o problema fosse com a maneira de se usar todos os demais instrumentos, com certeza ela não colocaria apenas este em suas considerações Veja:
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“O que você descreveu como tendo acontecido em Indiana, o Senhor revelou-me que haveria de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
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Perceba que ela associou os tambores a coisas estranhas em Indiana e que tal estranheza teria lugar novamente antes da terminação do tempo da graça em nosso meio. Pois assim afirmou a mensageira do Senhor, que: “Seria introduzida em nossas reuniões”. ME, vol 2 – 36
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Portando a revelação recebida a respeito do ocorrido em Indiana deixa evidente que por alguma razão tal instrumento não deveria fazer parte da adoração a Deus. Não se usava os tambores na liturgia adventista no tempo de Ellen White. A mensageira do Senhor não aprovou o culto, a música e os tambores que foram usados para adora a Deus naquela ocasião. Tal demonstração foi uma cópia da liturgia de uma igreja denominada Exército de Salvação. Tal demonstração recebeu sérias advertências da parte de Deus por intermédio de Ellen White.
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Ellen White ainda comentando a respeito diz que “Os que participam do suposto reavivamento recebem impressões que os levam ao sabor do vento...Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” ME, vol 2 – 37
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Recebeu também orientações precisas de Deus para compreender que “O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36
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“Os que participam do suposto reavivamento (em Indiana) recebem impressões que os levam ao sabor do vento...Nenhuma animação deve ser dada a tal espécie de culto.” ME, vol 2 – 37
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Sobre tal tipo de música com tambores Ellen White escreveu que “Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto a decisões retas. E isso será chamado de operação do Espírito Santo”. ME, Pág. 36 e 37.
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Isto seria muito sério?
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“O Senhor mostrou-me que seriam introduzidos em nossas reuniões campais teorias e métodos errôneos, e que a história do passado se repetiria. Senti-me grandemente aflita. Fui instruída a dizer que, nessas demonstrações, acham-se presentes demônios em forma de homens, trabalhando com todo o engenho que satanás pode empregar para tomar a verdade desagradável às pessoas sensatas; O inimigo estava procurando arranjar as coisas de maneira que as reuniões campais, que têm sido o meio de levar a verdade da terceira mensagem angélica perante as multidões, venha a perder sua força e influência. Assim busca satanás pôr seu selo sobre a obra que Deus quer que se destaque em pureza. O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37
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E afirmou que :
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“Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço...” ME, vol 2 – 38
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“É melhor nunca ter o culto do Senhor misturado com música do que usar instrumentos músicos para fazer a obra que, foi-me apresentado em janeiro último, seria introduzida em nossa reuniões...”ME, vol 2 – 36
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Usando todos os métodos de interpretação da Bíblia e do Espírito de Profecia, chegamos a esta conclusão não forçada, mas clara da situação dos tambores e da música rítmica na visão de Ellen White.
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Fica evidente que em momento algum ela contrariou a Bíblia na questão do uso dos tambores na adoração. Os tambores entraram na sua lista de coisas estranhas que ocorreram em indiana: “Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança”. ME, pág. 36 e Música, sua influência na vida do cristão, pág. 38 e 39.
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É válido relembrar que jamais incentivou o seu uso e recebeu visões de Deus com a orientação de que “ O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual , devidamente dirigida seria um louvor e glória para Deus. Ele torna seu efeito qual venenoso aguilhão da serpente.” ME, vol 2 – 37.
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Ela disse ainda que isso não é obra do Espírito Santo, mas de outro espírito:
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“O Espírito Santo nunca se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo”. ME, vol 2 – 36
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Qualquer argumento levantado a favor dos tambores, com endosso da Bíblia ou do Espírito de Profecia são completamente descontextualizados, e contra a verdade expressa na palavra de Deus.
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(Pr-afirma) Posição Oficial da IASD
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A Igreja Adventista, para os que consideram a igreja remanescente, é dirigida por Deus, não por homens. É a igreja militante que vai vencer na graça de Jesus. O Espírito de Profecia nos revela qual deve ser nossa atitude em relação à organização da nossa igreja: “Mas quando numa assembléia geral, é exercido o juízo dos irmãos reunidos de todas as partes do campo, independência e juízo particulares não devem ser mantidos, mas renunciados. Nunca deve um obreiro considerar virtude a persistente conservação de sua atitude de independência, contrariamente à decisão do corpo geral. Deus ordenou que os representantes de Sua igreja de todas as partes da Terra, quando reunidos numa Associação Geral, devam ter autoridade” (Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 408).
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(GT-responde) Veja o que o autor afirmará abaixo baseado nesta citação acima:
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(Pr-afirma) Sendo assim, qual é a posição oficial da igreja resolvida em Associação Geral? A resposta está em um documento que foi publicado na Revista Adventista, agosto de 2005, págs. 12 a 16. Neste documento temos os princípios bíblicos e do Espírito de Profecia resumidos e bem explicados.
Atualmente esse documento está no apêndice do livro "Música: Sua Influência na Vida do Cristão", de E. G. White, publicado pela Casa Publicadora Brasileira. Este livro, uma vez que é inspirado, é o melhor manual de música para buscarmos orientações.
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(GT-responde) Veja bem, eu tenho a revista e o documento mencionado acima. Desafio a todos leitores a encontrar essa revista e ler essas páginas. NÃO FALA NADA DE TAMBORES OU DE BATERIA, ABSOLUTAMENTE NADA. O autor usou um argumento sem fonte coerente. O seu artigo se baseou no uso de bateria na igreja, porém a fonte usada aqui abaixo não reflete nem um pouco como base para dar sustento ao seu artigo. Quem não investiga os fatos e provas serão facilmente iludidos. E tem mais, o autor usou o silêncio da Associação Geral para dizer que podemos usar bateria na igreja. Se for assim eu pergunto: Podemos usar o berimbal dentro da igreja para adorar a Deus? Pois a Associação não criou nenhum voto contra!!. Podemos usar em nosso cardápio a coca cola e ficar com a consciência completamente tranquila diante de Deus, uma vez que essa bebida é 4 vezes mais nocivas e prejudicial que o próprio café? Pois a Associação Geral não criou nenhum voto contra para apresentar os seus malefícios. Se o argumento do silêncio for princípio de interpretação, então podemos dar razão aos evangélicos por afirmarem que não existe nenhum texto bíblico após a ressurreição de Jesus que seja explícito sobre a guarda do sábado!!!. Percebem como isso é perigoso? Vou preferir acreditar que foi apenas um equivoco do autor, mas esses tipos de equívocos não podem acontecer porque levam as pessoas ao erro uma vez que a maioria não busca saber se de fato as provas, evidências ou fontes do autor são autênticas e coerentes.
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O livro mencionado acima pelo autor de fato é um ótimo livro. Aconselho os irmãos a comprarem. Neste livro não há proibição ao uso de bateria, porém também NÃO HÁ INCENTIVO.
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Queridos leitores, a igreja adventista não tem uma posição oficial nem contra e nem a favor do uso de bateria na igreja. Portanto não é correto usar o SILÊNCIO da igreja para afirmar que pode ser usado. Porém guarde o que vou dizer, existe respaldo bíblico suficiente para ser contra o uso de tambores na adoração, é necessário alguma coisa mais?. Sempre ensinamos que devemos seguir um "Assim diz o Senhor", porque agora temos nos distanciados dessa regra?
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(Pr-afirma) Sobre o uso de bateria, depois de estudá-lo, podemos concluir o seguinte: a igreja não proíbe seu uso, mas devemos ter cuidado ao usá-la, para que não tome o lugar da mensagem. A melodia deve estar em maior evidência do que o acompanhamento, para que a letra da música possa ser claramente compreendida e a mensagem propagada. Isso vale para todos os demais instrumentos musicais de acompanhamento.
É por isso que os órgãos oficiais, como a Voz da Profecia, usam com cuidado a bateria e tentam nortear o melhor uso deste instrumento.
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(GT-responde) Concordo, porém depois de pesquisas feitas, percebi que muitos cantores e músicos não querem a bateria para criar uma música equilibrada, na verdade querem a bateria para cantar e tocar rock. Olhem para as músicas ultimamente produzidas pelos principais cantores adventistas e verão o que estou dizendo. A cada ano as músicas estão cada vez mais pesadas e fortes. Vemos pelas evidências do dia a dia que a música está cada vez mais barulhenta e cheias de batidas. Não tenho visto essa regra de equilibrio ser seguida não, são poucos que tentam segurar as coisas. Estive num campori e percebi o efeito de tais músicas sobre nossos jovens. Rock roll com letra religiosa. Nossos jovens iam ao delírio. E talvez seja essa a razão porque eles não apreciam mais as belas músicas do hinário na igreja, e o jeito é se arrastar ligeiramente para a porta da igreja para esperar o culto passar.
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Infelizmente a música ritmada e barulhenta se tornou inclusive o deus de nosso século. Se nós fizermos uma programação na igreja para cantar músicas do hinário a igreja fica vazia, mas se chamarmos os cantores gospeis de nossa igreja com toda música barulhenta (rock pop) cheia de bateria, ai sim teremos igreja cheia, lotada, amarrotada. Enquanto isso nossos cultos de quarta e domingo e a escola sabatina cada vez mais vazias. Estudo da palavra de Deus, 30 membros, ver cantores com músicas rock pop, 300 membros. Essa é a realidade.
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(Pr-afirma) Cuidado com as Críticas Deus não nos colocou como juiz dos nossos irmãos, por isso devemos ter cuidado ao condená-los pelo uso de esse ou aquele instrumento.
Não devemos abrir mão dos princípios bíblicos e do Espírito de Profecia a respeito da música, mas devemos respeitar os diferentes gostos e elementos culturais.
Nossa igreja tem órgãos oficiais que divulgam a música, como a Voz da Profecia. Quando criticamos estes órgãos, estamos lutando contra nossa própria obra. Cabe a Deus o direito de julgar, e o nosso de respeitar a igreja e seus líderes.
É muito mais fácil deixar a responsabilidade para a instituição da igreja do que tentar levá-la sobre si. A igreja respeita suas convicções pessoais e gostos, por isso, respeite a igreja de Deus. Naquilo que ela ou seus líderes errarem, Deus fará Seu juízo.
(GT-responde) Bom, quero deixar claro duas coisas. Primeiro quero dizer que o Pr. Tem completa razão ao dizer que não podemos julgar. Segundo quero dizer que Deus tem verdades relevantes para os nossos dias e Ele usa ser humano para advertir ser humano. Não importa se seja pastor ou leigo. Precisamos na verdade é ser humildes para reconhecer nossos erros e ser humildes para ouvir os que tem o puro interesse de nos alertar dos caminhos errados que temos trilhado. Para isso, repito, Deus usa ser humano para corrigir ser humano. Porém essa correção deve acontecer da forma como Deus aconselhou. Foi o que fiz, primeiro entrei em contato pessoal, fui ignorado e admoestado que estaria indo contra a igreja, sendo que na verdade não estou indo contra a igreja mas contra uma idéia puramente humana. como não houve resultados, estou colocando aqui para que todos possam usar sua liberdade de expressão para fazer uma escolha mais consciente.
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Gostaria de dizer uma outra coisa que julgo importante. Humildade. Infelizmente muitos pastores de hoje se acham superiores aos membros por terem certificado de teologia. Um dia desses um pastor departamental da união disse que os membros não tem capacidade de interpretar as verdades bíblicas, que isso é papel da liderança maior. Eu sou testemunha ocular disso que acabei de escrever, e tem mais umas 100 pessoas que além de mim são testemunhas. Isso é aberração teológica. Isso aconteceu nos tempos católicos da inquisição. Espero que não venha ganhar força em nossos dias em plena igreja de Deus. Lembrem-se que pastor não se forma no curso de teologia. Pastor se forma com joelhos no chão com comprimento de missão. Pastor é chamado e não certificado. Só estou dizendo isso para que a humildade seja uma verdade na vida de todos nós. A verdade bíblica não está nas mãos de poucas pessoas, está a disposição de qualquer um que queira de fato fazer a vontade de Deus, e quem quiser conhecer a vontade de Deus, saberá se ela procede de Deus ou não.
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(Pr-afirma) Conclusão: Havia instrumentos de percussão ou bateria entre os instrumentos escolhidos para o templo do Antigo Testamento, mostrando que Deus não se opunha ao seu uso no serviço de adoração e louvor. A Bíblia e o Espírito de Profecia não proíbem o uso de instrumentos de percussão, mas recomenda princípios em que eles devam ser usados e executados. A posição oficial da igreja é o uso equilibrado e cuidadoso de todos os instrumentos (incluindo a bateria), seguindo os princípios inspirados, mas não proíbe o uso de nenhum deles.
(GT-responde) Foi incoerente usar o termo “havia bateria entre os instrumentos escolhidos para o templo”. Porque como já explicado acima, não existia a bateria de hoje nos tempos do santuário, e se existisse, com certeza ficaria de fora pelas razões apresentadas em resposta ao artigo. Prestem bem atenção na afirmação acima e julguem por si.
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(Pr-afirma) Como cristãos devemos ser cuidadosos tanto ao escolher nossa música para louvor, adoração e outros fins, e também para não sermos críticos e emitir condenação deliberadamente, mas respeitar nossa igreja e suas recomendações.
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(GT-responde) Minha conclusão:
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Penso que devemos não ir além do que está escrito (I Cor. 4:6), buscar respostas na própria bíblia porque ela responde a si mesma (II Pedro 1:20,21), sempre juntando os textos para entender o contexto (Isaias 28:10), dessa forma não correremos riscos de cometer erros, a não ser que queiramos errar para seguir as inclinações pessoais. De tudo que estudamos prefiro seguir um assim diz o Senhor e obedecer a Deus do que aos homens (Atos 5:29). E você o que vai fazer?
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Não foi a igreja quem introduziu tal música gospel, quem introduziu foram alguns pastores, membros e cantores por conta própria copiando os estilos de culto musical dos que são apontados na profecias como sendo babilônia. Estamos copiando a música babilonizada. Tenho conversado com muitos pastores adventistas e tenho percebido que muitos deles não são a favor dos tipos de músicas que estão sendo introduzidas sorrateiramente e agora escancaradamente. Mas a igreja continuará avançando, e Deus no momento certo, na sacudidura, limpará toda essa falsa adoração de nosso meio. Esperemos confiantemente e continuemos na luta pela salvação de pessoas, porque essa igreja será triunfante mesmo com tantos problemas ao nosso redor. Com certeza uma proibição absoluta da bateria criaria uma sacudidura antes do tempo, e isso não pode acontecer porque senão muitos trigos seriam feridos. Mas por outro lado também não podemos ser coniventes com as coisas que estão erradas. Precisamos alertar nosso povo e nossos líderes. Devemos respeitar os pensamentos de outrem, porém jamais negociar e fugir do que está escrito (I Cor. 4:6). Os tambores eram muito usados pelo povo, porém quando chegavam no santuário para adorar a Deus, os tambores ficavam do lado de fora. Eu sou antibaterista, apesar de gostar muito desse instrumento, porém prefiro ficar bem longe por temor e amor a verdade de Deus.
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Encerro com uma declaração importante do Espírito de Profecia que diz: "A Palavra de Deus diz a verdade. Não há mentira. Nela não há nada forçado; nada extremo; nada exagerado. Devemos aceitá-la como sendo a palavra do Deus vivo. Em obediência a esta palavra, tem a igreja deveres a realizar que não efetuou. Não devem fugir do posto do dever". T.M. Pag. 90.
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Deus nos abençoe.
Fonte - Gilberto Theiss
Católicos e luteranos dialogam para aproximação
CIDADE DO VATICANO, 19 JAN (ANSA) - O papa Bento XVI afirmou nesta segunda-feira que o diálogo entre luteranos e católicos, que há dez anos levou à assinatura da Declaração Conjunta sobre a Doutrina da Justificação, vem se desenvolvendo positivamente com relação à investigação das "implicações e possibilidades de recepção" desta Declaração nas duas Igrejas.
O Pontífice fez estas afirmações ao receber nesta manhã no Vaticano uma delegação ecumênica proveniente da Finlândia, em ocasião da festa de São Henrique.
Bento XVI pediu durante o encontro que o diálogo que vem se desenvolvendo após a assinatura da Declaração esteja ligado cada vez mais "à natureza da Igreja como sinal e instrumento da salvação levada por Jesus Cristo, e não apenas como uma simples assembléia de fiéis ou uma instituição de várias funções".
O documento, assinado em 31 de outubro de 1999, estabelece que as religiões católica e luterana professam a mesma doutrina sobre a justificação pela fé, ou seja, que a salvação do ser humano depende completamente da graça salvadora de Deus. Divergências sobre este ponto foram um dos motivos principais que levaram à Reforma Protestante no século XVI.
A audiência com os representantes luteranos ocorre no âmbito da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Além disso, a peregrinação a Roma do grupo de finlandeses também ocorre em meio às celebrações do Ano Paulino, que comemora o aniversário de dois mil anos do nascimento do Apóstolo Paulo, "cuja vida esteve dedicada sem trégua à unidade da Igreja", ressaltou o Papa.
Fonte - Ansa
O Pontífice fez estas afirmações ao receber nesta manhã no Vaticano uma delegação ecumênica proveniente da Finlândia, em ocasião da festa de São Henrique.
Bento XVI pediu durante o encontro que o diálogo que vem se desenvolvendo após a assinatura da Declaração esteja ligado cada vez mais "à natureza da Igreja como sinal e instrumento da salvação levada por Jesus Cristo, e não apenas como uma simples assembléia de fiéis ou uma instituição de várias funções".
O documento, assinado em 31 de outubro de 1999, estabelece que as religiões católica e luterana professam a mesma doutrina sobre a justificação pela fé, ou seja, que a salvação do ser humano depende completamente da graça salvadora de Deus. Divergências sobre este ponto foram um dos motivos principais que levaram à Reforma Protestante no século XVI.
A audiência com os representantes luteranos ocorre no âmbito da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos. Além disso, a peregrinação a Roma do grupo de finlandeses também ocorre em meio às celebrações do Ano Paulino, que comemora o aniversário de dois mil anos do nascimento do Apóstolo Paulo, "cuja vida esteve dedicada sem trégua à unidade da Igreja", ressaltou o Papa.
Fonte - Ansa
Cooperação cultural entre Vaticano e Israel
Cidade do Vaticano, 19 jan (RV) - O Vaticano e o Estado de Israel começaram uma ‘cooperação ativa’ no campo cultural. É o que afirma uma nota conjunta da Biblioteca Vaticana e da Embaixada de Israel, que em 30 de janeiro, apresentarão juntas o “Catálogo dos Manuscritos Judeus na Biblioteca Vaticana” (Hebrew Manuscripts in the Vatican Library: Catalogue).
Publicado pela Biblioteca vaticana, o volume é um catalogo de todos os manuscritos vaticanos em hebraico. A nota informa que a apresentação terá a participação do Cardeal Renato Farina, arquivista e bibliotecário da Santa Romana Igreja, do embaixador de Israel junto à Santa Sé, Mordechai Lewy, e diversos estudiosos israelenses e italianos.
Fonte - Radio Vaticano
Publicado pela Biblioteca vaticana, o volume é um catalogo de todos os manuscritos vaticanos em hebraico. A nota informa que a apresentação terá a participação do Cardeal Renato Farina, arquivista e bibliotecário da Santa Romana Igreja, do embaixador de Israel junto à Santa Sé, Mordechai Lewy, e diversos estudiosos israelenses e italianos.
Fonte - Radio Vaticano
As expectativas em torno de Obama
O mundo todo espera alguma coisa de Barack Obama
PARIS, 19 Jan 2009 (AFP) - Barack Obama, que nesta terça-feira assume o cargo mais importante do planeta, o de presidente dos Estados Unidos, gera imensas expectativas não só no país, mas em todo o mundo como sucessor de George W. Bush, que encerra oito anos de mandato marcado pela guerra do Iraque e o combate ao terrorismo, além do descaso com o aquecimento global, a mudança de tom nas relações com a Rússia e uma crise financeira e econômica sem precedentes.
A comunidade internacional espera com impaciência a posse do 44º presidente americano, tradicional aliado de Israel, envolvido em um vital conflito em Gaza. Obama já afirmou que assumirá um papel ativo na situação "imediatamente" após assumir a presidência.
"A primeira e mais imediata preocupação de Obama na política internacional deve ser o Oriente Médio", estimou esta semana o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
...
Além disso, o novo governo herdará relações especialmente tensas com a Rússia, que durante o conflito na Geórgia lembraram em alguns momentos o clima da Guerra Fria.
...
O mundo também anseia pelo posicionamento de Obama em relação a um compromisso americano de preservação do meio ambiente e combate às mudanças climáticas. Durante a campanha, o futuro presidente acusou Bush de simplesmente ignorar o problema.
A crise econômica, no entanto, certamente será a prioridade zero do novo governo. Em abril, uma nova cúpula de países do G20 em Londres - que deve estabelecer novas regras para o sistema de finanças internacional - ganhou uma dose extra de expectativas com o advento da presença de Barack Obama.
Fonte - G1
Sondagem sugere que Barack Obama é agora mais popular do que nunca
Uma sondagem da CNN divulgada ontem, nas vésperas da cerimónia de tomada de posse, sugere que o Presidente eleito norte-americano, Barack Obama, nunca foi tão popular como agora. 84 por cento dos inquiridos aprovam a forma como o novo Presidente assumiu a transição presidencial.
Esses 84 por cento representam mais dois pontos do que em meados de Dezembro e mais cinco em relação ao início daquele mês.
“Sabemos que o país está em ‘lua-de-mel’ quando seis em cada dez republicanos têm uma visão positiva de Obama”, comentou Keating Holland, director das sondagens da CNN.
Fonte - Público
PARIS, 19 Jan 2009 (AFP) - Barack Obama, que nesta terça-feira assume o cargo mais importante do planeta, o de presidente dos Estados Unidos, gera imensas expectativas não só no país, mas em todo o mundo como sucessor de George W. Bush, que encerra oito anos de mandato marcado pela guerra do Iraque e o combate ao terrorismo, além do descaso com o aquecimento global, a mudança de tom nas relações com a Rússia e uma crise financeira e econômica sem precedentes.
A comunidade internacional espera com impaciência a posse do 44º presidente americano, tradicional aliado de Israel, envolvido em um vital conflito em Gaza. Obama já afirmou que assumirá um papel ativo na situação "imediatamente" após assumir a presidência.
"A primeira e mais imediata preocupação de Obama na política internacional deve ser o Oriente Médio", estimou esta semana o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
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Além disso, o novo governo herdará relações especialmente tensas com a Rússia, que durante o conflito na Geórgia lembraram em alguns momentos o clima da Guerra Fria.
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O mundo também anseia pelo posicionamento de Obama em relação a um compromisso americano de preservação do meio ambiente e combate às mudanças climáticas. Durante a campanha, o futuro presidente acusou Bush de simplesmente ignorar o problema.
A crise econômica, no entanto, certamente será a prioridade zero do novo governo. Em abril, uma nova cúpula de países do G20 em Londres - que deve estabelecer novas regras para o sistema de finanças internacional - ganhou uma dose extra de expectativas com o advento da presença de Barack Obama.
Fonte - G1
Sondagem sugere que Barack Obama é agora mais popular do que nunca
Uma sondagem da CNN divulgada ontem, nas vésperas da cerimónia de tomada de posse, sugere que o Presidente eleito norte-americano, Barack Obama, nunca foi tão popular como agora. 84 por cento dos inquiridos aprovam a forma como o novo Presidente assumiu a transição presidencial.
Esses 84 por cento representam mais dois pontos do que em meados de Dezembro e mais cinco em relação ao início daquele mês.
“Sabemos que o país está em ‘lua-de-mel’ quando seis em cada dez republicanos têm uma visão positiva de Obama”, comentou Keating Holland, director das sondagens da CNN.
Fonte - Público
segunda-feira, 19 de janeiro de 2009
Obama afirma que crise vai durar muitos anos
Em discurso no Lincoln Memorial, o presidente eleito dos Estados Unidos, Barack Obama, disse que levará "mais de um mês ou de um ano, e provavelmente muitos anos" para resolver os problemas que afetam os EUA.
Obama foi otimista ao dizer que Apesar da "enormidade" de desafios que os EUA devem enfrentar, o país vai superar a crise. "Em nossa história, foram poucas as vezes em que gerações tiveram de enfrentar desafios tão sérios quanto os que temos hoje; nossa nação está em guerra; nossa economia está em crise", disse Obama.
Obama deve dedicar sua primeira semana de governo para o plano de recuperação econômica, iniciar o processo de retirada do Iraque e formular um código de ética para seu governo.
Fonte - Opinião e Notícia
Obama foi otimista ao dizer que Apesar da "enormidade" de desafios que os EUA devem enfrentar, o país vai superar a crise. "Em nossa história, foram poucas as vezes em que gerações tiveram de enfrentar desafios tão sérios quanto os que temos hoje; nossa nação está em guerra; nossa economia está em crise", disse Obama.
Obama deve dedicar sua primeira semana de governo para o plano de recuperação econômica, iniciar o processo de retirada do Iraque e formular um código de ética para seu governo.
Fonte - Opinião e Notícia
Quarto trimestre foi “catastrófico”
De acordo com o comissário de Indústria da União Europeia, Guenter Verheugen, dados que serão divulgados esta semana pela Comissão Europeia indicam que economia do bloco está se aprofundando ainda mais na recessão e o quarto trimestre do ano passado foi "catastrófico".
No entanto, Verheugen não deixou claro se ele se referia somente à zona do euro ou à economia europeia como um todo.
Está sendo aguardado para esta semana o anúncio das perspectivas para a zona do euro por parte da Comissão Europeia. Em novembro passado, o órgão executivo da UE havia previsto que a economia da zona do euro cresceria 0,1 por cento em 2009 e 0,9 por cento em 2010. Mas há perspectivas mais otimistas e, por isso, a meta deve ser revisada.
Fonte - Opinião e Notícia
No entanto, Verheugen não deixou claro se ele se referia somente à zona do euro ou à economia europeia como um todo.
Está sendo aguardado para esta semana o anúncio das perspectivas para a zona do euro por parte da Comissão Europeia. Em novembro passado, o órgão executivo da UE havia previsto que a economia da zona do euro cresceria 0,1 por cento em 2009 e 0,9 por cento em 2010. Mas há perspectivas mais otimistas e, por isso, a meta deve ser revisada.
Fonte - Opinião e Notícia
Ano novo muito frágil
A crise financeira detonada em 2008 nos Estados Unidos ganhou alcance global. Atualmente, abrange todas as estruturas produtivas dos países e parece destinada a se prolongar diante da insuficiência e falta de coordenação entre as medidas nacionais e internacionais aplicadas para combatê-la. Em 2009, a maior crise do capitalismo em oito décadas pode se aprofundar com consequências imprevisíveis.
A fragilidade do ano que está começando se baseia no fato de que antes da explosão da crise financeira havia tendências preocupantes no sistema mundial. Tendências que incitavam uma crescente batalha interna nos países e no âmbito das relações internacionais.
- Polarização de classe
- Nacionalismo político
- Protecionismo
- Militarização
Em resumo, antes da crise financeira de 2008 havia forte tendência a uma polarização classista, o nacionalismo político, o protecionismo econômico, o chauvinismo social e a expansão militar. O maior objetivo é que em 2009 essas tendências não se agudizem.
Fonte - Radio Nederland
“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou. ... ... No futuro ocorrerão coisas estranhas. Digo isso para não se surpreendam quando acontecer.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)
A fragilidade do ano que está começando se baseia no fato de que antes da explosão da crise financeira havia tendências preocupantes no sistema mundial. Tendências que incitavam uma crescente batalha interna nos países e no âmbito das relações internacionais.
- Polarização de classe
- Nacionalismo político
- Protecionismo
- Militarização
Em resumo, antes da crise financeira de 2008 havia forte tendência a uma polarização classista, o nacionalismo político, o protecionismo econômico, o chauvinismo social e a expansão militar. O maior objetivo é que em 2009 essas tendências não se agudizem.
Fonte - Radio Nederland
“Sob a liderança de Satanás, há homens hoje em dia que estão fazendo tudo o que podem para mergulhar o mundo num conflito comercial. Assim, Satanás está procurando suscitar um estado de coisas que fará com que o mundo se torne incivilizado. Ele deseja ver a realização de coisas estranhas que Deus, O qual é demasiado sábio para errar, não ordenou. ... ... No futuro ocorrerão coisas estranhas. Digo isso para não se surpreendam quando acontecer.” (Este Dia Com Deus, pág. 307)
Barack Obama: o começo ou o fim de uma era?
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Como o primeiro negro a presidir o país, a posse de Obama, 47 anos, é, mesmo, o coroamento de uma jornada histórica. A dúvida é saber se seu governo marcará o início de uma nova era, aprumando os EUA para manter seu status de potência dominante no século 21, ou se será o começo do fim de uma supremacia que moldou o mundo tal como o conhecemos hoje.
Sua posse, como convém aos impérios, será um evento global. A segurança é espetacular, com 20.000 homens, 150 equipes de agentes à paisana e especialistas em tudo segurança cibernética, material biológico, libertação de reféns. Para chegar aonde as coisas estarão acontecendo, qualquer cidadão terá de cruzar anéis de segurança, cada um mais restritivo que o outro, em que toda a bagagem será revistada e não passará nem guarda-chuva.
Para a solenidade da posse, foram 240.000 ingressos. No total, Washington espera receber entre 2 milhões e 4 milhões de visitantes. Por trás do clima festivo, no entanto, estará a carranca da crise. Nos dois meses que separam a eleição e a posse de Obama, a crise agravou-se de modo alarmante. Cerca de um milhão de empregos evaporaram. O crédito está congelado. O poder aquisitivo dos americanos, cuja gastança manteve a economia mundial numa alegre espiral por anos a fio, está desabando.
Fonte - Veja
Nota DDP: A resposta para esta pergunta pode definir as últimas peças necessárias para que esteja montado todo o quadro escatológico tendente aos eventos finais.
Como o primeiro negro a presidir o país, a posse de Obama, 47 anos, é, mesmo, o coroamento de uma jornada histórica. A dúvida é saber se seu governo marcará o início de uma nova era, aprumando os EUA para manter seu status de potência dominante no século 21, ou se será o começo do fim de uma supremacia que moldou o mundo tal como o conhecemos hoje.
Sua posse, como convém aos impérios, será um evento global. A segurança é espetacular, com 20.000 homens, 150 equipes de agentes à paisana e especialistas em tudo segurança cibernética, material biológico, libertação de reféns. Para chegar aonde as coisas estarão acontecendo, qualquer cidadão terá de cruzar anéis de segurança, cada um mais restritivo que o outro, em que toda a bagagem será revistada e não passará nem guarda-chuva.
Para a solenidade da posse, foram 240.000 ingressos. No total, Washington espera receber entre 2 milhões e 4 milhões de visitantes. Por trás do clima festivo, no entanto, estará a carranca da crise. Nos dois meses que separam a eleição e a posse de Obama, a crise agravou-se de modo alarmante. Cerca de um milhão de empregos evaporaram. O crédito está congelado. O poder aquisitivo dos americanos, cuja gastança manteve a economia mundial numa alegre espiral por anos a fio, está desabando.
Fonte - Veja
Nota DDP: A resposta para esta pergunta pode definir as últimas peças necessárias para que esteja montado todo o quadro escatológico tendente aos eventos finais.
'Papa não pode fazer mais, pois não possui exército'
ROMA, 16 JAN (ANSA) - O representante diplomático da Autoridade Nacional Palestina (ANP) junto à Santa Sé, Shawqi Armali, agradeceu a posição do papa Bento XVI com relação ao atual conflito em Gaza, comentando que ele "não possui exércitos" e que, portanto, "não pode fazer muito mais".
Em entrevista à revista italiana Vita, Armali, que é católico, agradeceu as palavras proferidas pelo Papa no último dia 8 durante um encontro com os representantes diplomáticos na Santa Sé. Na ocasião, o Pontífice reforçou a necessidade de uma "trégua na Faixa de Gaza, indispensável para dar condições aceitáveis de vida à população e para impulsionar as negociações de paz, renunciando ao ódio e ao uso das armas".
"Em suas palavras ouvi solidariedade e compaixão por meu povo. O Papa não possui exércitos, não pode fazer mais. Mas suas intervenções foram sempre sábias. Disse a Bento XVI que suas palavras seriam recebidas com gratidão por nosso povo, e ele me repetiu por três vezes em inglês 'peace, peace, peace'", disse Armali.
"O lançamento de mísseis por parte do Hamas é inútil e negativo. E deve ser interrompido. O nosso presidente Abu Mazen (Mahmoud Abbas) foi sempre claro sobre este ponto. Mas as reações militares israelenses foram imensamente desproporcionais. Não se pode tratar assim todo um povo", afirmou o representante diplomático.
Questionado se acredita que ainda seja possível uma viagem de peregrinação do Papa à Terra Santa no próximo mês de maio, Armali respondeu que "no Vaticano dizem que tudo irá depender da evolução do conflito".
Fonte - ANSA
Nota DDP: Elogios de um líder palestino, que já surpreende por ser católico. E a imagem do líder romano vai crescendo...
Em entrevista à revista italiana Vita, Armali, que é católico, agradeceu as palavras proferidas pelo Papa no último dia 8 durante um encontro com os representantes diplomáticos na Santa Sé. Na ocasião, o Pontífice reforçou a necessidade de uma "trégua na Faixa de Gaza, indispensável para dar condições aceitáveis de vida à população e para impulsionar as negociações de paz, renunciando ao ódio e ao uso das armas".
"Em suas palavras ouvi solidariedade e compaixão por meu povo. O Papa não possui exércitos, não pode fazer mais. Mas suas intervenções foram sempre sábias. Disse a Bento XVI que suas palavras seriam recebidas com gratidão por nosso povo, e ele me repetiu por três vezes em inglês 'peace, peace, peace'", disse Armali.
"O lançamento de mísseis por parte do Hamas é inútil e negativo. E deve ser interrompido. O nosso presidente Abu Mazen (Mahmoud Abbas) foi sempre claro sobre este ponto. Mas as reações militares israelenses foram imensamente desproporcionais. Não se pode tratar assim todo um povo", afirmou o representante diplomático.
Questionado se acredita que ainda seja possível uma viagem de peregrinação do Papa à Terra Santa no próximo mês de maio, Armali respondeu que "no Vaticano dizem que tudo irá depender da evolução do conflito".
Fonte - ANSA
Nota DDP: Elogios de um líder palestino, que já surpreende por ser católico. E a imagem do líder romano vai crescendo...
No Zimbábue, a epidemia de cólera atinge 90% do país
Mais uma má notícia para os habitantes do Zimbábue: a epidemia de cólera cresce e mata mais do que o previsto. Só na quarta-feira, dia 14 de janeiro, 104 pessoas morreram da doença. Nesse mesmo dia, o cólera havia matado oficialmente 2.201 zimbabuanos desde seu aparecimento, em agosto de 2008, e afetado quase 42 mil pessoas. "Todo mundo esperava que essa epidemia estivesse sob controle mais rapidamente, admite Françoise Le Goff, diretora da Cruz Vermelha na África meridional. Mas hoje o pior cenário, que esperava 60 mil casos no total, provavelmente estará obsoleto".
Diversas razões explicam esse agravamento. A começar pelo clima. "Estamos em plena estação de chuvas, e é uma das mais abundantes dos últimos 25 anos", calcula Peter Mutoredzanwa, representante da ONG Oxfam no Zimbábue. Esperam-se inundações para os próximos dias. Elas podem trazer excrementos humanos, já que os habitantes não possuem instalações sanitárias, e despejar água suja, responsável pelo cólera, nos esgotos e poços não protegidos utilizados pela população com falta de água potável. Em certas regiões, mais de três quartos das fontes de água já estão contaminadas.
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Fonte - UOL
Diversas razões explicam esse agravamento. A começar pelo clima. "Estamos em plena estação de chuvas, e é uma das mais abundantes dos últimos 25 anos", calcula Peter Mutoredzanwa, representante da ONG Oxfam no Zimbábue. Esperam-se inundações para os próximos dias. Elas podem trazer excrementos humanos, já que os habitantes não possuem instalações sanitárias, e despejar água suja, responsável pelo cólera, nos esgotos e poços não protegidos utilizados pela população com falta de água potável. Em certas regiões, mais de três quartos das fontes de água já estão contaminadas.
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Fonte - UOL
Obama: união acima de raças, religião e sexualidade
Diante do memorial de Lincoln, e no mesmo local em que Martin Luther King fez o famoso discurso sobre a superação das diferenças raciais nos Estados Unidos em 1968, o presidente eleito Barack Obama fez neste domingo, em Washington, um apelo pela união dos americanos para superar os desafios, deixando de lado as diferenças raciais, religiosas e de sexualidade. Ele saudou a multidão, dizendo que todos eram bem-vindos à celebração da "renovação da América", e afirmou que poucas gerações enfrentaram tantos desafios ao mesmo tempo, com a crise econômica e as guerras no exterior, mas disse que, juntos, os americanos poderão superar os problemas e manter vivo o "sonho dos fundadores do país".
"Enquanto eu estou aqui hoje, o que me dá a maior esperança não são as pedraa e o mármore que nos cercam hoje, mas o que preenche o espaço entre elas. Que são vocês -americanos de todas as raças, regiões posições sociais que vieram aqui porque acreditam no que este país pode ser e porque vocês querem nos ajudar a chegar lá", discursou Obama.
Em uma extensão do pedido de união e superação das diferenças para além das raças e da posição política, o presidente eleito fez um dos seus mais fortes apelos em direção à aceitação dos homossexuais. (...)
Artistas como Beyonce, Bruce Springsteen e o grupo U2 [se apresentaram] para uma multidão de mais de 200 mil pessoas no mesmo local. O evento, chamado de "We Are One" ("Nós somos um"), faz parte do conjunto de celebrações da posse de Obama, que assume a Presidência [amanhã].
(Folha Online)
Nota Michelson Borges: Além de prometer o combate ao aquecimento global, agora Obama cumpre seu papel previsto de recuperador da imagem arranhada dos EUA e defensor da união de todos em torno de um bem comum (coletivismo). Salvo algumas diferenças, esse vem sendo o mesmo discurso conciliatório (ecumêmico) do papa Bento 16. As profecias estão cada vez mais atuais...
"Enquanto eu estou aqui hoje, o que me dá a maior esperança não são as pedraa e o mármore que nos cercam hoje, mas o que preenche o espaço entre elas. Que são vocês -americanos de todas as raças, regiões posições sociais que vieram aqui porque acreditam no que este país pode ser e porque vocês querem nos ajudar a chegar lá", discursou Obama.
Em uma extensão do pedido de união e superação das diferenças para além das raças e da posição política, o presidente eleito fez um dos seus mais fortes apelos em direção à aceitação dos homossexuais. (...)
Artistas como Beyonce, Bruce Springsteen e o grupo U2 [se apresentaram] para uma multidão de mais de 200 mil pessoas no mesmo local. O evento, chamado de "We Are One" ("Nós somos um"), faz parte do conjunto de celebrações da posse de Obama, que assume a Presidência [amanhã].
(Folha Online)
Nota Michelson Borges: Além de prometer o combate ao aquecimento global, agora Obama cumpre seu papel previsto de recuperador da imagem arranhada dos EUA e defensor da união de todos em torno de um bem comum (coletivismo). Salvo algumas diferenças, esse vem sendo o mesmo discurso conciliatório (ecumêmico) do papa Bento 16. As profecias estão cada vez mais atuais...
A música e o grande conflito - Parte 1
"Perguntei a significação da sacudidura que eu vira, e foi-me mostrado que era determinada pelo testemunho direto contido no conselho da Testemunha verdadeira à igreja de laodicéia. Isto produzirá efeito no coração daquele que o receber, e o levará a empunhar o estandarte e propagar a verdade direta. Alguns não suportarão esse testemunho direto. Lavanter-seão contra ele, e isto é o que determinará a sacudidura entre o povo de Deus." Primeiros Escritos, pág. 270.
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No texto acima notamos algumas coisas interessantes:
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1º Haverá uma sacudidura.
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R: “Perguntei a significação da sacudidura”.
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2º Essa sacudidura acontecerá dentro da igreja e não fora.
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R: “à igreja de Laodicéia”
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3º Existe uma mensagem que não está sendo proclamada de forma direta, mas chegará um tempo que esta mensagem direta será pronunciada.
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R: “e o levará a empunhar o estandarte e propagar a verdade direta”
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4º Essa mensagem quando for proclamada de forma direta causará oposição e perseguição aos que levantarem tal mensagem.
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R: “Alguns não suportarão esse testemunho direto. Levantar-se-ão contra ele.”
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5º Serão essas verdades que determinarão a sacudidura.
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R: “e isto é o que determinará a sacudidura entre o povo de Deus”
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Pergunto: Que verdades são essas que não estão hoje sendo proclamadas de forma direta? e porque não estão?
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Resposta: Porque hoje elas geram forte oposição com direito a represálias, disciplinas ou até cortes em alguns casos. Que mensagens seriam essas que causam divisão e confrontos?Alimentação, Vestuário, jóias, maquiagens, lugares inadequados em que se freqüenta, filmes, novelas, ficar, sexo oral como já vi alguns pastores ensinando, etc. E não poderia deixar de citar MÚSICA. Fale sobre alguns desses temas na igreja e perceberá o quanto as pessoas ficam incomodados e passam a agir com indiferença com você.
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Não estou sendo radical ou perfeccionista em querer que as pessoas sejam santas e imaculadas, estou dizendo que as verdades que apelam para mudanças de hábitos no comer, beber, vestir e ouvir não podem ser pronunciadas com força em nossos dias porque causam um impacto doloroso para quem as ensina.
.
Muitas pessoas até mesmo dentre os líderes rejeitam e perseguem com palavras ferinas e ameaças aos que trazem tais mensagens. Quer descobrir os dois grupos que estão gradativamente se criando e se fortalecendo dentro da igreja? Toque em um destes assuntos e verá depois os dois lados se confrontando.
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Como o tópico aqui é sobre música, este assunto é um dos mais difíceis de se tratar na igreja. São dois grupos. Os que defendem uma música mais aos moldes bíblicos e outro grupo que defende as músicas que se tem copiado das filhas de babilônia. Em outras palavras: MÚSICA DA BÍBLIA X MÚSICA DE BABILÔNIA.
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O texto escrito acima é muito claro, a sacudidura acontecerá quando as verdades que não tem sido pronunciadas devido a tanta oposição, forem proclamadas de forma direta por pessoas levantadas por Deus. Essas pessoas serão leigos e pastores comprometidos com um assim diz o Senhor.
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Verdades que hoje só nos trazem ameaças e acusações tais como extremistas, radicais, anti sociais, filhos do diabo e até com censuras, serão proclamadas com força.A música existente em nosso meio com estéticas de rock pop, rock romântico, MPB, jazz e blues estão cada vez mais ganhando forças em nossa amada igreja.
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Deus retirou os tambores da adoração e manteve os címbalos. Os címbalos não existiam na adoração do santuário para dar percussão, mas para dar marcação inicial e final devido a quantidade de vozes do coral (4 mil). Hoje pessoas usam o argumento dos címbalos para manterem os tambores dentro da igreja. Esquecem-se que o diabo mistura verdades com mentiras para nos fazer crer que são santas, coerentes e toleráveis. Como disse Ellen White no livro Evangelismo, que a mentira é como uma trepadeira, precisa da verdade para se apoiar.
.
Por isso que satanás MISTUROU um instrumento que por ORDEM de Deus ficou de fora da liturgia do santuário (tambores), com um outro instrumento que tinha no mesmo templo (cimbalos), ou seja, (Juntaram o címbalo com os tambores para formar a bateria. Um instrumento que estava na lista de Deus com outro que não estava para dar uma aparente roupagem de pureza com a finalidade de introduzir na adoração o que Deus havia impedido de entrar), com isso o diabo com toda sua sagacidade consegue enganar os descuidados e desatentos aos detalhes da verdade pronunciada por aquele que não erra (DEUS). (Maiores detalhes veja o artigo postado neste blog, "O uso de bateria na igreja").
.
Os tambores na época além de serem um instrumento incapaz de fazer melodia ainda estava completamente associado as músicas do mundo na época, essa foi a maior evidência de sua ausência no templo. Este princípio serve para os dias atuais, pois os tambores da bateria estão mais associados as músicas do mundo do que qualquer outro instrumento. Rock, candomblé, vudu, misticismo e outros. Portanto se este foi o argumento de Deus no antigo Israel, continua então valendo para os dias atuais. Isso sem contar os efeitos que os intrumentos não melódicos causam na mente, baixando as defesas do lobo frontal.
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O povo usava os tambores em suas festas comuns, mas quando estavam no santuário para adorar, entravam sem tambores. Imagino alguns naquele tempo encrencando e fazendo bico por tal atitude extremista da parte de Deus.Pra terminar, lembro a todos que todos os remidos receberão harpas nas mãos e nenhum tambor. Todo mundo com harpa? Nossa, não, parece que Deus é meio fissurado com harpas!!!!!!!! O piano é uma harpa. Abram a tampa frontal ou superior do piano e verão.
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E por favor, parem de usar o argumento de que no santuário não tinha piano, porque tinha (harpa) e também parem de usar o argumento de que o piano era usado em botequins e cabarés, pois o instrumento que Deus deixou de fora da liturgia foram os tambores, e Deus é sábio demais pra errar e não faz nada sem uma razão muito profunda e forte.
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Um pastor escreveu uma matéria tentando mostrar que podemos usar a bateria na igreja.
Segunda feira estarei postando aqui um artigo mostrando as inconsistências desta matéria postado neste link. Aguardem e verão. A resposta que darei é para atender uma gama de pedidos dos internautas interessados em conhecer mais profundamente sobre o assunto e para que todos possam avaliar melhor e tomar uma decisão mais consciente.
Fonte - Gilbeto Theiss
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No texto acima notamos algumas coisas interessantes:
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1º Haverá uma sacudidura.
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R: “Perguntei a significação da sacudidura”.
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2º Essa sacudidura acontecerá dentro da igreja e não fora.
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R: “à igreja de Laodicéia”
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3º Existe uma mensagem que não está sendo proclamada de forma direta, mas chegará um tempo que esta mensagem direta será pronunciada.
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R: “e o levará a empunhar o estandarte e propagar a verdade direta”
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4º Essa mensagem quando for proclamada de forma direta causará oposição e perseguição aos que levantarem tal mensagem.
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R: “Alguns não suportarão esse testemunho direto. Levantar-se-ão contra ele.”
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5º Serão essas verdades que determinarão a sacudidura.
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R: “e isto é o que determinará a sacudidura entre o povo de Deus”
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Pergunto: Que verdades são essas que não estão hoje sendo proclamadas de forma direta? e porque não estão?
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Resposta: Porque hoje elas geram forte oposição com direito a represálias, disciplinas ou até cortes em alguns casos. Que mensagens seriam essas que causam divisão e confrontos?Alimentação, Vestuário, jóias, maquiagens, lugares inadequados em que se freqüenta, filmes, novelas, ficar, sexo oral como já vi alguns pastores ensinando, etc. E não poderia deixar de citar MÚSICA. Fale sobre alguns desses temas na igreja e perceberá o quanto as pessoas ficam incomodados e passam a agir com indiferença com você.
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Não estou sendo radical ou perfeccionista em querer que as pessoas sejam santas e imaculadas, estou dizendo que as verdades que apelam para mudanças de hábitos no comer, beber, vestir e ouvir não podem ser pronunciadas com força em nossos dias porque causam um impacto doloroso para quem as ensina.
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Muitas pessoas até mesmo dentre os líderes rejeitam e perseguem com palavras ferinas e ameaças aos que trazem tais mensagens. Quer descobrir os dois grupos que estão gradativamente se criando e se fortalecendo dentro da igreja? Toque em um destes assuntos e verá depois os dois lados se confrontando.
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Como o tópico aqui é sobre música, este assunto é um dos mais difíceis de se tratar na igreja. São dois grupos. Os que defendem uma música mais aos moldes bíblicos e outro grupo que defende as músicas que se tem copiado das filhas de babilônia. Em outras palavras: MÚSICA DA BÍBLIA X MÚSICA DE BABILÔNIA.
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O texto escrito acima é muito claro, a sacudidura acontecerá quando as verdades que não tem sido pronunciadas devido a tanta oposição, forem proclamadas de forma direta por pessoas levantadas por Deus. Essas pessoas serão leigos e pastores comprometidos com um assim diz o Senhor.
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Verdades que hoje só nos trazem ameaças e acusações tais como extremistas, radicais, anti sociais, filhos do diabo e até com censuras, serão proclamadas com força.A música existente em nosso meio com estéticas de rock pop, rock romântico, MPB, jazz e blues estão cada vez mais ganhando forças em nossa amada igreja.
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Deus retirou os tambores da adoração e manteve os címbalos. Os címbalos não existiam na adoração do santuário para dar percussão, mas para dar marcação inicial e final devido a quantidade de vozes do coral (4 mil). Hoje pessoas usam o argumento dos címbalos para manterem os tambores dentro da igreja. Esquecem-se que o diabo mistura verdades com mentiras para nos fazer crer que são santas, coerentes e toleráveis. Como disse Ellen White no livro Evangelismo, que a mentira é como uma trepadeira, precisa da verdade para se apoiar.
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Por isso que satanás MISTUROU um instrumento que por ORDEM de Deus ficou de fora da liturgia do santuário (tambores), com um outro instrumento que tinha no mesmo templo (cimbalos), ou seja, (Juntaram o címbalo com os tambores para formar a bateria. Um instrumento que estava na lista de Deus com outro que não estava para dar uma aparente roupagem de pureza com a finalidade de introduzir na adoração o que Deus havia impedido de entrar), com isso o diabo com toda sua sagacidade consegue enganar os descuidados e desatentos aos detalhes da verdade pronunciada por aquele que não erra (DEUS). (Maiores detalhes veja o artigo postado neste blog, "O uso de bateria na igreja").
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Os tambores na época além de serem um instrumento incapaz de fazer melodia ainda estava completamente associado as músicas do mundo na época, essa foi a maior evidência de sua ausência no templo. Este princípio serve para os dias atuais, pois os tambores da bateria estão mais associados as músicas do mundo do que qualquer outro instrumento. Rock, candomblé, vudu, misticismo e outros. Portanto se este foi o argumento de Deus no antigo Israel, continua então valendo para os dias atuais. Isso sem contar os efeitos que os intrumentos não melódicos causam na mente, baixando as defesas do lobo frontal.
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O povo usava os tambores em suas festas comuns, mas quando estavam no santuário para adorar, entravam sem tambores. Imagino alguns naquele tempo encrencando e fazendo bico por tal atitude extremista da parte de Deus.Pra terminar, lembro a todos que todos os remidos receberão harpas nas mãos e nenhum tambor. Todo mundo com harpa? Nossa, não, parece que Deus é meio fissurado com harpas!!!!!!!! O piano é uma harpa. Abram a tampa frontal ou superior do piano e verão.
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E por favor, parem de usar o argumento de que no santuário não tinha piano, porque tinha (harpa) e também parem de usar o argumento de que o piano era usado em botequins e cabarés, pois o instrumento que Deus deixou de fora da liturgia foram os tambores, e Deus é sábio demais pra errar e não faz nada sem uma razão muito profunda e forte.
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Um pastor escreveu uma matéria tentando mostrar que podemos usar a bateria na igreja.
Segunda feira estarei postando aqui um artigo mostrando as inconsistências desta matéria postado neste link. Aguardem e verão. A resposta que darei é para atender uma gama de pedidos dos internautas interessados em conhecer mais profundamente sobre o assunto e para que todos possam avaliar melhor e tomar uma decisão mais consciente.
Fonte - Gilbeto Theiss
sexta-feira, 16 de janeiro de 2009
"Como folhas de outono..."

Semana de Oração realizada na IASD Riacho Grande, dirigida pelo Pastor Ivan Góes, ministerial de Liberdade Religiosa da UCOB.
É uma das melhores que Deus me deu a oportunidade de ouvir. Espero que contribua ao engrandecimento espiritual dos irmãos.
1) Sábado
2) Domingo
3) Segunda
4) Terça
5) Quarta
6) Quinta
7) Sexta
Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
FAQ
Bento XVI mostra preocupação com "sombras que despontam no horizonte"
Cidade do Vaticano, 15 jan (EFE).- O papa Bento XVI expressou hoje sua preocupação com as "muitas sombras" que despontam no horizonte e que inquietam a humanidade, mas encorajou os homens a não se desmoralizar e manter sempre acesa "a chama da esperança".
Bento XVI expressou essa inquietação no discurso que dirigiu hoje aos membros da Polícia italiana encarregada da segurança externa do Vaticano, aos quais recebeu em audiência para a tradicional troca de felicitações pelo novo ano.
"Começa um novo ano e muitas são nossas expectativas e esperanças. Mas não podemos esconder que, no horizonte, despontam muitas sombras que preocupam a humanidade. Não devemos nos desmoralizar, pelo contrário, temos que manter acesa a chama da esperança", afirmou o papa.
O pontífice acrescentou que, para os cristãos, a esperança é Cristo, "o único que pode renovar o coração do homem e transformá-lo em um oásis de paz, o único que pode nos ajudar a construir um mundo onde reine a justiça e o amor".
Sobre os policiais italianos que garantem a segurança externa do Vaticano, o papa disse que, quando era cardeal e se encontrava com eles, sempre pensava "nos sacrifícios" desse trabalho, devido aos turnos para a vigilância do recinto vaticano.
Bento XVI acrescentou que esses sacrifícios são feitos pelos policiais, mas também repercutem em suas famílias.
O papa disse que o trabalho desses policiais é vivido como uma missão, "um serviço ao próximo, que obriga a uma constante vigilância e a uma harmonização da disciplina e da cordialidade, e o controle e a amparada dos peregrinos e turistas que vêm ao Vaticano".
Fonte - G1
Bento XVI expressou essa inquietação no discurso que dirigiu hoje aos membros da Polícia italiana encarregada da segurança externa do Vaticano, aos quais recebeu em audiência para a tradicional troca de felicitações pelo novo ano.
"Começa um novo ano e muitas são nossas expectativas e esperanças. Mas não podemos esconder que, no horizonte, despontam muitas sombras que preocupam a humanidade. Não devemos nos desmoralizar, pelo contrário, temos que manter acesa a chama da esperança", afirmou o papa.
O pontífice acrescentou que, para os cristãos, a esperança é Cristo, "o único que pode renovar o coração do homem e transformá-lo em um oásis de paz, o único que pode nos ajudar a construir um mundo onde reine a justiça e o amor".
Sobre os policiais italianos que garantem a segurança externa do Vaticano, o papa disse que, quando era cardeal e se encontrava com eles, sempre pensava "nos sacrifícios" desse trabalho, devido aos turnos para a vigilância do recinto vaticano.
Bento XVI acrescentou que esses sacrifícios são feitos pelos policiais, mas também repercutem em suas famílias.
O papa disse que o trabalho desses policiais é vivido como uma missão, "um serviço ao próximo, que obriga a uma constante vigilância e a uma harmonização da disciplina e da cordialidade, e o controle e a amparada dos peregrinos e turistas que vêm ao Vaticano".
Fonte - G1
Vaticano diz que homem moderno perdeu o sentido do pecado
Cidade do Vaticano, 14 jan (EFE).- O cardeal secretário de Estado, Tarcisio Bertone, afirmou que o homem moderno "não distingue o verdadeiro do falso e o bem do mal", e que perdeu o sentido do pecado, o que, em sua opinião, "se traduz em um aumento do complexo de culpa".
Bertone expressou suas opiniões em um texto lido hoje em um simpósio realizado no Vaticano sobre a Penitenciária Apostólica e o Sacramento da Penitência, que ele deveria presidir, mas não pôde porque está na Cidade do México assistindo ao VI Encontro Mundial das Famílias.
O "número dois" do Vaticano assinalou que é preciso se aprofundar urgentemente no valor do sacramento da Penitência "para formar as consciências no sentido do pecado, que hoje parece ter desaparecido".
"Atraído cada vez mais por um mundo virtual, o homem contemporâneo não consegue distinguir o verdadeiro do falso, o bem do mal, e isso leva a um relativismo cultural e ético e à banalização dos comportamentos da vida", escreveu o cardeal, que ressaltou que, diante dessa "ausência" do sentido do pecado, se registra cada vez mais "um aumento da ideia de culpa".
Bertone ressaltou que formar as consciências no sentido do pecado significa "ajudar a não cair na opressão do sentido de culpa e saber que o amor infinito de Deus pode devolver a paz aos corações mais angustiados".
Fonte - Último Segundo
Bertone expressou suas opiniões em um texto lido hoje em um simpósio realizado no Vaticano sobre a Penitenciária Apostólica e o Sacramento da Penitência, que ele deveria presidir, mas não pôde porque está na Cidade do México assistindo ao VI Encontro Mundial das Famílias.
O "número dois" do Vaticano assinalou que é preciso se aprofundar urgentemente no valor do sacramento da Penitência "para formar as consciências no sentido do pecado, que hoje parece ter desaparecido".
"Atraído cada vez mais por um mundo virtual, o homem contemporâneo não consegue distinguir o verdadeiro do falso, o bem do mal, e isso leva a um relativismo cultural e ético e à banalização dos comportamentos da vida", escreveu o cardeal, que ressaltou que, diante dessa "ausência" do sentido do pecado, se registra cada vez mais "um aumento da ideia de culpa".
Bertone ressaltou que formar as consciências no sentido do pecado significa "ajudar a não cair na opressão do sentido de culpa e saber que o amor infinito de Deus pode devolver a paz aos corações mais angustiados".
Fonte - Último Segundo
Precisava Bush para eleger Obama
O que George Bush deixa para seu país e para o mundo, como legado, depois de oito anos na direção do mais poderoso país do mundo? Guerras? Terrorismo? Combate ao terrorismo? Crise econômica? Militarização?
Nada disso que supere em importância o seu principal legado: ele foi tão ruim que abriu as portas para o povo americano protestar nas urnas, e eleger um homem inimaginável: Barack Hussein Obama. Com o perfil que Obama possui, sem o perfil político de Bush, ele jamais seria eleito.
Isso parece indicar que a história do mundo agora vai mudar. Os Estados Unidos mudaram, e foi uma mudança radical, vinda do povo americano, em massa. Eles colocaram no posto de poder mais importante do mundo, um homem aceito pelo mundo inteiro. Os Estados Unidos saem mais poderosos sobre o mundo nessa eleição que da Segunda Guerra Mundial. Eles saem mais importantes sobre o mundo, para definir as decisões essenciais no mundo, como nunca antes. Agora sim, esse país tem o poder máximo. Agora, além do poder militar, tem também o poder político, um homem eleito pelo povo americano e aclamado pelo mundo. Agora sim, uma aliança religiosa faz sentido para tornar os Estados Unidos uma segunda besta eficaz do Apocalipse capítulo 13.
Obama pode fazer o que quiser, uma vez que seja do agrado do mundo. e o mundo quer o que as profecias bíblicas estão indicando há séculos: unidade geral pelo sucesso econômico global. E ele parece esperto para se revestir de ainda mais poder e conseguir ser o líder da Globalização da economia. Vamos ver quais serão os seus primeiros atos como presidente, nesse sentido. Vamos ver se ele vai surpreender, ou se vai decepcionar.
Para decepcionar ele precisa seguir a trilha de Bush. Definitivamente não aprece ser essa a tendência. Para surpreender, ele, com sua equipe, precisa tomar medidas que indiquem uma retomada do crescimento econômico nos Estados Unidos e no mundo, e precisa tratar de conseguir alguns avanços na questão palestina bem como no Iraque. Essas são atualmente as vitrines no mundo para ver o que o presidente americano é capaz de fazer, nesses dois casos, e nos demais casos que interessam ao mundo. No mais, ele precisa manter um diálogo produtivo com os políticos oposicionistas de Bush bem como com os demais.
Os primeiros meses nos dirão se esse homem vai ser um elemento prático para um significativo avanço no cumprimento das últimas profecias. Por enquanto tudo indica que sim.
Fonte - Cristo Voltará
Nada disso que supere em importância o seu principal legado: ele foi tão ruim que abriu as portas para o povo americano protestar nas urnas, e eleger um homem inimaginável: Barack Hussein Obama. Com o perfil que Obama possui, sem o perfil político de Bush, ele jamais seria eleito.
Isso parece indicar que a história do mundo agora vai mudar. Os Estados Unidos mudaram, e foi uma mudança radical, vinda do povo americano, em massa. Eles colocaram no posto de poder mais importante do mundo, um homem aceito pelo mundo inteiro. Os Estados Unidos saem mais poderosos sobre o mundo nessa eleição que da Segunda Guerra Mundial. Eles saem mais importantes sobre o mundo, para definir as decisões essenciais no mundo, como nunca antes. Agora sim, esse país tem o poder máximo. Agora, além do poder militar, tem também o poder político, um homem eleito pelo povo americano e aclamado pelo mundo. Agora sim, uma aliança religiosa faz sentido para tornar os Estados Unidos uma segunda besta eficaz do Apocalipse capítulo 13.
Obama pode fazer o que quiser, uma vez que seja do agrado do mundo. e o mundo quer o que as profecias bíblicas estão indicando há séculos: unidade geral pelo sucesso econômico global. E ele parece esperto para se revestir de ainda mais poder e conseguir ser o líder da Globalização da economia. Vamos ver quais serão os seus primeiros atos como presidente, nesse sentido. Vamos ver se ele vai surpreender, ou se vai decepcionar.
Para decepcionar ele precisa seguir a trilha de Bush. Definitivamente não aprece ser essa a tendência. Para surpreender, ele, com sua equipe, precisa tomar medidas que indiquem uma retomada do crescimento econômico nos Estados Unidos e no mundo, e precisa tratar de conseguir alguns avanços na questão palestina bem como no Iraque. Essas são atualmente as vitrines no mundo para ver o que o presidente americano é capaz de fazer, nesses dois casos, e nos demais casos que interessam ao mundo. No mais, ele precisa manter um diálogo produtivo com os políticos oposicionistas de Bush bem como com os demais.
Os primeiros meses nos dirão se esse homem vai ser um elemento prático para um significativo avanço no cumprimento das últimas profecias. Por enquanto tudo indica que sim.
Fonte - Cristo Voltará
Música: Um ectoplasma
Assisti recentemente, e sem muita expectativa (atitude que recomendo ao leitor, sob o risco de decepção profunda), ao filme "O som do coração" (do diretor Kirsten Sheridan, EUA: 2007 , distribuído pela Warner Bros. Pictures). A todo instante, a música é retratada na história como entidade externa, a qual o pequeno prodígio Evan (Freddie Highmore) é capaz de "sentir". A música conecta o garoto de 11 anos com seus pais desconhecidos, ambos músicos. O próprio menino desenvolverá rapidamente (e de forma um tanto forçada) suas aptidões musicais.
O filme ajuda a dar uma idéia generalizada, ainda que grosso modo, sobre como a música é concebida na mentalidade de nosso período histórico. Há uma aura mística em torno da Música enquanto arte - por isso, os artistas falam de sua produção como se uma força sobre-natural os arrebatasse, envolvesse suas capacidades e condicionasse o que eles compõem e produzem.
Em "O som do coração", Evan assume o pseudônimo de August Rush (título original da produção) e tenta, como músico de rua, "captar" a vibração que ele ouve, reproduzindo a música recebida através dos ruídos rotineiros de uma cidade grande. Ele não é um artista consciente, mas uma espécie de conduto para materializar a música que chega ao seus ouvidos.
Se a Música, ou qualquer outra expressão artística, é uma força natural, sentida apenas por aqueles que teriam dons especiais, o artista não pode ser responsabilizado por aquilo que produz, moralmente falando. Afinal, de fato ele apenas está expressando algo que não criou. Nesta visão, a Arte não vem de uma deliberação criativa, de um ser-humano que, por ser à imagem de um Deus Criativo, possui a habilidade de criar cultura (o que é a concepção teísta tradicional); pelo contrário, a Arte não é a autonomia da expressão, mas sua impossibilidade. O homem deixa de ser livre para criar e passa a ser um fantoche sob o controle de energias impessoais que o usam.
A produção artística é reflexo dos valores do homem, os quais variam com sua cultura (estando inclusos a nacionalidade, o regionalismo, a educação, a experiência pessoal, a prática religiosa, etc.). A arte não transcende os valores do artista. Com isto, é preciso que se preste um esclarecimento: acredito na influência de seres transcendentes. É possível que estes seres cooperem com o homem e o orientem na forma como produzem a Música e a Arte em geral.
Isso pode se dar em vários níveis. Os salmos, por exemplo, são hinos inspirados, nos quais vemos a destreza de compositores hebreus aliados ao fenômeno bíblico da Inspiração. Os hinários cristãos refletem valores religiosos profundos, sem, contudo, possuir o mesmo nível de contribuição sobrenatural que os salmistas recebiam (ou seja, os hinos podem ser inspiradores, mas não inspirados no sentido técnico, reservado aos profetas que agem sob o comando do Santo Espírito).
Para compositores e artistas (no sentido não pejorativo) cristãos, a Música depende de experiência pessoal com Deus, o que não fica reservado para o momento da produção; o Senhor deve moldar, através de Sua Palavra, a vida do artista, para que, compondo ou fazendo qualquer outra atividade humana, ele viva como um filho de Deus. Sua Arte é fruto dele, em cooperação com a Divindade. Assim fica devolvido o espaço à criatividade do ser feito à imagem de Deus. A música se torna fruto desta criatividade, devendo ser julgada pelo seu valor moral. Não resta mais espaço para aquela Filosofia estranha da Modernidade, mediante a qual a Música (assim como as demais artes) é vista como um tipo de ectoplasma.
Fonte - Questão de Confiança
O filme ajuda a dar uma idéia generalizada, ainda que grosso modo, sobre como a música é concebida na mentalidade de nosso período histórico. Há uma aura mística em torno da Música enquanto arte - por isso, os artistas falam de sua produção como se uma força sobre-natural os arrebatasse, envolvesse suas capacidades e condicionasse o que eles compõem e produzem.
Em "O som do coração", Evan assume o pseudônimo de August Rush (título original da produção) e tenta, como músico de rua, "captar" a vibração que ele ouve, reproduzindo a música recebida através dos ruídos rotineiros de uma cidade grande. Ele não é um artista consciente, mas uma espécie de conduto para materializar a música que chega ao seus ouvidos.
Se a Música, ou qualquer outra expressão artística, é uma força natural, sentida apenas por aqueles que teriam dons especiais, o artista não pode ser responsabilizado por aquilo que produz, moralmente falando. Afinal, de fato ele apenas está expressando algo que não criou. Nesta visão, a Arte não vem de uma deliberação criativa, de um ser-humano que, por ser à imagem de um Deus Criativo, possui a habilidade de criar cultura (o que é a concepção teísta tradicional); pelo contrário, a Arte não é a autonomia da expressão, mas sua impossibilidade. O homem deixa de ser livre para criar e passa a ser um fantoche sob o controle de energias impessoais que o usam.
A produção artística é reflexo dos valores do homem, os quais variam com sua cultura (estando inclusos a nacionalidade, o regionalismo, a educação, a experiência pessoal, a prática religiosa, etc.). A arte não transcende os valores do artista. Com isto, é preciso que se preste um esclarecimento: acredito na influência de seres transcendentes. É possível que estes seres cooperem com o homem e o orientem na forma como produzem a Música e a Arte em geral.
Isso pode se dar em vários níveis. Os salmos, por exemplo, são hinos inspirados, nos quais vemos a destreza de compositores hebreus aliados ao fenômeno bíblico da Inspiração. Os hinários cristãos refletem valores religiosos profundos, sem, contudo, possuir o mesmo nível de contribuição sobrenatural que os salmistas recebiam (ou seja, os hinos podem ser inspiradores, mas não inspirados no sentido técnico, reservado aos profetas que agem sob o comando do Santo Espírito).
Para compositores e artistas (no sentido não pejorativo) cristãos, a Música depende de experiência pessoal com Deus, o que não fica reservado para o momento da produção; o Senhor deve moldar, através de Sua Palavra, a vida do artista, para que, compondo ou fazendo qualquer outra atividade humana, ele viva como um filho de Deus. Sua Arte é fruto dele, em cooperação com a Divindade. Assim fica devolvido o espaço à criatividade do ser feito à imagem de Deus. A música se torna fruto desta criatividade, devendo ser julgada pelo seu valor moral. Não resta mais espaço para aquela Filosofia estranha da Modernidade, mediante a qual a Música (assim como as demais artes) é vista como um tipo de ectoplasma.
Fonte - Questão de Confiança
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