Vale cada um dos seus vinte e um minutos. Tomem tempo para meditar sobre as informações veiculadas e como elas nos afetam já em nossa realidade.
Leiam também "Sociedades consumistas durarão no máximo 20 anos, diz especialista".
Apocalipse 11:18 - E iraram-se as nações, e veio a tua ira, e o tempo dos mortos, para que sejam julgados, e o tempo de dares o galardão aos profetas, teus servos, e aos santos, e aos que temem o teu nome, a pequenos e a grandes, e o tempo de destruíres os que destroem a terra.
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
“Não podemos ser escravos do trabalho”
É importante não cair num puro economicismo que ponha em causa os valores da família. O alerta é lançado pelo representante da Conferência Episcopal Portuguesa junto da Comissão dos Episcopados da Europa.
D.Amândio Tomás falava a propósito da petição lançada por um grupo de deputados do Parlamento Europeu no sentido da consagração do Domingo como Dia de Descanso.
Uma proposta que para ser adoptada precisa de ser assinada pela maioria dos deputados europeus antes de 7 de Maio deste ano.
Em entrevista ao jornalista Domingos Pinto, D. Amândio Tomás elogia a iniciativa e defende um modelo social que respeite a herança cultural do Velho Continente.
“O descanso dominical tem enormes vantagens para a manutenção da família e para o diálogo entre as pessoas e para a saúde psíquica, que tenham tempo de descanso, para o diálogo, de intercâmbio, de lazer, tempo, para não serem escravos do trabalho” – considera D. Amândio Tomás.
Fonte - Renascença
D.Amândio Tomás falava a propósito da petição lançada por um grupo de deputados do Parlamento Europeu no sentido da consagração do Domingo como Dia de Descanso.
Uma proposta que para ser adoptada precisa de ser assinada pela maioria dos deputados europeus antes de 7 de Maio deste ano.
Em entrevista ao jornalista Domingos Pinto, D. Amândio Tomás elogia a iniciativa e defende um modelo social que respeite a herança cultural do Velho Continente.
“O descanso dominical tem enormes vantagens para a manutenção da família e para o diálogo entre as pessoas e para a saúde psíquica, que tenham tempo de descanso, para o diálogo, de intercâmbio, de lazer, tempo, para não serem escravos do trabalho” – considera D. Amândio Tomás.
Fonte - Renascença
Japão vive pior crise econômica desde a Segunda Guerra Mundial
A economia do Japão está atravessando sua pior crise desde o final da guerra, afirmou nesta segunda-feira (16) o ministro de Política Econômica e Orçamentária, Kaoru Yosano, após divulgação de cifras que revelam que o país sofre a maior contração em 35 anos.
"Esta é a pior crise desde o final da guerra. Não resta dúvidas", declarou Yosano à imprensa.
Segundo cifras oficiais divulgadas nesta segunda, a economia japonesa sofreu no quatro trimestre de 2008 sua pior contração desde 1974, com uma queda de 12,7% do Produto Interno Bruto (PIB).
"A economia japonesa, cujo crescimento depende muito das exportações de automóveis, maquinário e equipamentos de informação, ficou literalmente arrasada pela crise", afirmou ainda Yosano.
"O Japão será incapaz de superá-la sozinho. As fronteiras não existem na economia. Nossa economia arrancará de novo ao mesmo tempo que os outros países", acrescentou o ministro, para quem "reconstruir a economia é uma questão de responsabilidade frente aos outros países".
Este foi o terceiro trimestre consecutivo de crescimento econômico negativo no Japão.
Este retrocesso do PIB da segunda economia mundial e primeira da Ásia é o mais forte desde a queda de 13,1% em ritmo anual registrada no primeiro trimestre de 1974, em plena crise do petróleo.
Os economistas esperavam por uma contração de 11,6% a ritmo anual, e de 3% em relação ao trimestre anterior, segundo uma pesquisa realizada pelo jornal Nikkei com 22 especialistas.
...
Fonte - G1
"Esta é a pior crise desde o final da guerra. Não resta dúvidas", declarou Yosano à imprensa.
Segundo cifras oficiais divulgadas nesta segunda, a economia japonesa sofreu no quatro trimestre de 2008 sua pior contração desde 1974, com uma queda de 12,7% do Produto Interno Bruto (PIB).
"A economia japonesa, cujo crescimento depende muito das exportações de automóveis, maquinário e equipamentos de informação, ficou literalmente arrasada pela crise", afirmou ainda Yosano.
"O Japão será incapaz de superá-la sozinho. As fronteiras não existem na economia. Nossa economia arrancará de novo ao mesmo tempo que os outros países", acrescentou o ministro, para quem "reconstruir a economia é uma questão de responsabilidade frente aos outros países".
Este foi o terceiro trimestre consecutivo de crescimento econômico negativo no Japão.
Este retrocesso do PIB da segunda economia mundial e primeira da Ásia é o mais forte desde a queda de 13,1% em ritmo anual registrada no primeiro trimestre de 1974, em plena crise do petróleo.
Os economistas esperavam por uma contração de 11,6% a ritmo anual, e de 3% em relação ao trimestre anterior, segundo uma pesquisa realizada pelo jornal Nikkei com 22 especialistas.
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Fonte - G1
"O papa comete um erro após o outro"
A revista “Isto É” entrevistou o teólogo suíço, católico Hanz Küng. Ele disse que “o papa comete um erro após o outro”. Esse Hantz Küng é uma espécie de moderno Lutero. Homem inteligente, estudioso da Bíblia, e severo crítico da Igreja Católica, homem muito bem fundamentado e que sabe o que fala. Foi consultor do Concílio Vaticano II, professor universitário e é autor de 25 livros.
A descrição que ele faz do atual papa é: um homem ultra conservador, que não admite mudanças na igreja, combate os progressistas, não admite que outras igrejas sejam assim consideradas verdadeiras, só aceita que a Igreja Católica seja a verdadeira e que as outras não salvam ninguém. Cria polêmicas e conflitos com outras igrejas, como já fez com os protestantes e evangélicos, os muçulmanos e agora com os judeus. Depois tem que voltar atrás. Ora, um homem que é considerado infalível, pois é papa, e desde 1870 a igreja diz que os papas são infalíveis no que dizem em termos morais e religiosos, não poderia errar tanto. Aliás, não poderia errar nunca. Os papas se fazem como DEUS, dizem ser infalíveis, mas esse agora tropeça a cada pouco.
Ainda está difícil entender como o novo presidente americano vai dialogar com o atual papa. Obama é um progressista, que apóia o aborto, os gays, pesquisas com células tronco, casamentos entre pessoas do mesmo sexo, ataca a Bíblia, e assim por diante. E o papa Bento XVI é exatamente o contrário. Obama tem tido apoio e aceitabilidade pelos líderes de mundo todo. Ele veio para unir o mundo, e tem poder para tentar. Mas como vai ele dialogar com o atual papa? Nesse aspecto é preciso esperar um pouco para saber como serão os entendimentos.
Há um ponto em comum entre os dois, o papa e Obama: eles conseguem, de um jeito ou outro, agregar os interesses de muitos para uma união global. É disso que Bento XVI mais fala, e Obama também. Essa unidade Bento XVI vem conseguindo rapidamente, desde que assumiu, e a unidade global é de alto interesse de Obama. Como se vem dizendo nesses últimos tempos: um forte e poderoso ponto em comum, que pode uni-los para ações conjuntas.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Na mesma linha de pensamento, "Ratzinger é um 'Papa politicamente desastrado'". Como já defendi aqui anteriormente, o interessante destes "deslizes" de BXVI, é que as relações com os "ofendidos" via de regra saem consolidadas com os "incidentes". Não me parece que alguém descrito como o pensador do pontificado do papa anterior, que fechou muitas brechas, tenha passado de uma hora para outra a ser um "pastor medíocre".
Os passos parecem medidos e, assim como a substituição de um presidente "medíocre" levou seu sucessor ao estado de graça frente ao mundo, nada impede que o mesmo possa ocorrer em relação ao líder religioso de maior destaque no cenário mundial. De uma forma ou de outra, uma coisa é certa: nada do que sai do Vaticano deixa de ter propósito definido. Até porque existe um personagem conhecido por trás da cena.
Como entende um Pastor amigo, parece que todo este processo de crítica com este papa aponta para um próximo mais afável ao que o mundo secular entende como aceitável, algo parecido com o fenômeno recente ocorrido entre Bush/Obama, como já declinado.
Outro artigo interessante de se ler neste mister é "Se Obama fosse Papa", de onde se pode destacar no contexto do quanto aqui aduzido e do título conferido à análise:
[Se Obama fosse papa...] Iniciaria imediatamente as medidas reformadoras mais importantes por decreto ("ordem executiva"); e convocaria um concílio ecumênico para promover a mudança de rumo.
Temos a dobradinha esperada entre EUA e Vaticano registrada no parágrafo anterior.
É interessante ainda o quanto se espera de "mudança" com o novo presidente, quando pensadores políticos entendem que em realidade, ''Obama representa continuidade'', ou seja, todo esse "diz que me disse", tanto em relação ao presidente americano, quanto ao líder católico, parece ser muito marketing no atacado e pouca realidade no varejo.
O grande conflito continua em movimento.
A descrição que ele faz do atual papa é: um homem ultra conservador, que não admite mudanças na igreja, combate os progressistas, não admite que outras igrejas sejam assim consideradas verdadeiras, só aceita que a Igreja Católica seja a verdadeira e que as outras não salvam ninguém. Cria polêmicas e conflitos com outras igrejas, como já fez com os protestantes e evangélicos, os muçulmanos e agora com os judeus. Depois tem que voltar atrás. Ora, um homem que é considerado infalível, pois é papa, e desde 1870 a igreja diz que os papas são infalíveis no que dizem em termos morais e religiosos, não poderia errar tanto. Aliás, não poderia errar nunca. Os papas se fazem como DEUS, dizem ser infalíveis, mas esse agora tropeça a cada pouco.
Ainda está difícil entender como o novo presidente americano vai dialogar com o atual papa. Obama é um progressista, que apóia o aborto, os gays, pesquisas com células tronco, casamentos entre pessoas do mesmo sexo, ataca a Bíblia, e assim por diante. E o papa Bento XVI é exatamente o contrário. Obama tem tido apoio e aceitabilidade pelos líderes de mundo todo. Ele veio para unir o mundo, e tem poder para tentar. Mas como vai ele dialogar com o atual papa? Nesse aspecto é preciso esperar um pouco para saber como serão os entendimentos.
Há um ponto em comum entre os dois, o papa e Obama: eles conseguem, de um jeito ou outro, agregar os interesses de muitos para uma união global. É disso que Bento XVI mais fala, e Obama também. Essa unidade Bento XVI vem conseguindo rapidamente, desde que assumiu, e a unidade global é de alto interesse de Obama. Como se vem dizendo nesses últimos tempos: um forte e poderoso ponto em comum, que pode uni-los para ações conjuntas.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Na mesma linha de pensamento, "Ratzinger é um 'Papa politicamente desastrado'". Como já defendi aqui anteriormente, o interessante destes "deslizes" de BXVI, é que as relações com os "ofendidos" via de regra saem consolidadas com os "incidentes". Não me parece que alguém descrito como o pensador do pontificado do papa anterior, que fechou muitas brechas, tenha passado de uma hora para outra a ser um "pastor medíocre".
Os passos parecem medidos e, assim como a substituição de um presidente "medíocre" levou seu sucessor ao estado de graça frente ao mundo, nada impede que o mesmo possa ocorrer em relação ao líder religioso de maior destaque no cenário mundial. De uma forma ou de outra, uma coisa é certa: nada do que sai do Vaticano deixa de ter propósito definido. Até porque existe um personagem conhecido por trás da cena.
Como entende um Pastor amigo, parece que todo este processo de crítica com este papa aponta para um próximo mais afável ao que o mundo secular entende como aceitável, algo parecido com o fenômeno recente ocorrido entre Bush/Obama, como já declinado.
Outro artigo interessante de se ler neste mister é "Se Obama fosse Papa", de onde se pode destacar no contexto do quanto aqui aduzido e do título conferido à análise:
[Se Obama fosse papa...] Iniciaria imediatamente as medidas reformadoras mais importantes por decreto ("ordem executiva"); e convocaria um concílio ecumênico para promover a mudança de rumo.
Temos a dobradinha esperada entre EUA e Vaticano registrada no parágrafo anterior.
É interessante ainda o quanto se espera de "mudança" com o novo presidente, quando pensadores políticos entendem que em realidade, ''Obama representa continuidade'', ou seja, todo esse "diz que me disse", tanto em relação ao presidente americano, quanto ao líder católico, parece ser muito marketing no atacado e pouca realidade no varejo.
O grande conflito continua em movimento.
Gravidade do aquecimento global foi subestimada
O aquecimento global no decorrer deste século será mais grave do que se acreditava até agora, segundo Chris Field, membro do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas da ONU (IPCC, na sigla em inglês).
O especialista afirmou ainda que as temperaturas futuras "vão passar de qualquer valor que tenha sido previsto".
Field fez o alerta no sábado, durante o encontro anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), em Chicago.
Ele foi um dos autores do relatório divulgado pelo IPCC em 2007, que estimava que as temperaturas iriam subir entre 1,1ºC e 6,4ºC até o fim deste século.
O cientista, no entanto, diz que o relatório subestimou seriamente a escala do problema. Ele apresentou dados novos que mostram que as emissões dos chamados gases do efeito estufa aumentaram muito mais rapidamente que o esperado entre 2000 e 2007.
Segundo Field, este aumento foi provocado principalmente pela queima de carvão para obter energia elétrica na China e na Índia.
"Estamos basicamente olhando agora para um futuro climático que está muito além de qualquer coisa que tenhamos considerado nas políticas climáticas", afirmou.
Ele disse ainda que o impacto nas temperaturas ainda é desconhecido, mas o aquecimento tende a se acelerar em um ritmo muito mais rápido e a provocar ainda mais danos ambientais do que se previa.
De acordo com o cientista, isso incluiria a seca de florestas nas áreas tropicais, tornando-as muito mais vulneráveis a queimadas.
As temperaturas mais altas também poderiam acelerar o derretimento do permafrost - tipo de solo da região do Ártico -, aumentando dramaticamente a quantidade de carbono na atmosfera.
"Sem uma ação efetiva, as mudanças climáticas vão ser maiores e muito mais difíceis de se lidar do que pensávamos", concluiu.
Fonte: BBC Brasil
NOTA Minuto Profético: O discurso oficial continua forte em torno da tese da causa humana para o aquecimento global. "Ação efetiva" significa o que, afinal? Lei Dominical?
Em tempo: Conforme previsto, em 2009 o Brasil vai se engajar no projeto Hora da Terra (ou do Planeta - saiba mais aqui e aqui). É uma maneira eficiente de condicionar as pessoas para a futura Lei Dominical. Quem viver verá...
O especialista afirmou ainda que as temperaturas futuras "vão passar de qualquer valor que tenha sido previsto".
Field fez o alerta no sábado, durante o encontro anual da Associação Americana para o Progresso da Ciência (AAAS, na sigla em inglês), em Chicago.
Ele foi um dos autores do relatório divulgado pelo IPCC em 2007, que estimava que as temperaturas iriam subir entre 1,1ºC e 6,4ºC até o fim deste século.
O cientista, no entanto, diz que o relatório subestimou seriamente a escala do problema. Ele apresentou dados novos que mostram que as emissões dos chamados gases do efeito estufa aumentaram muito mais rapidamente que o esperado entre 2000 e 2007.
Segundo Field, este aumento foi provocado principalmente pela queima de carvão para obter energia elétrica na China e na Índia.
"Estamos basicamente olhando agora para um futuro climático que está muito além de qualquer coisa que tenhamos considerado nas políticas climáticas", afirmou.
Ele disse ainda que o impacto nas temperaturas ainda é desconhecido, mas o aquecimento tende a se acelerar em um ritmo muito mais rápido e a provocar ainda mais danos ambientais do que se previa.
De acordo com o cientista, isso incluiria a seca de florestas nas áreas tropicais, tornando-as muito mais vulneráveis a queimadas.
As temperaturas mais altas também poderiam acelerar o derretimento do permafrost - tipo de solo da região do Ártico -, aumentando dramaticamente a quantidade de carbono na atmosfera.
"Sem uma ação efetiva, as mudanças climáticas vão ser maiores e muito mais difíceis de se lidar do que pensávamos", concluiu.
Fonte: BBC Brasil
NOTA Minuto Profético: O discurso oficial continua forte em torno da tese da causa humana para o aquecimento global. "Ação efetiva" significa o que, afinal? Lei Dominical?
Em tempo: Conforme previsto, em 2009 o Brasil vai se engajar no projeto Hora da Terra (ou do Planeta - saiba mais aqui e aqui). É uma maneira eficiente de condicionar as pessoas para a futura Lei Dominical. Quem viver verá...
Vaticano: a ferida mortal foi curada
Dia 11 de fevereiro comemoram-se 80 anos da criação do Estado do Vaticano, o menor do mundo, com 0,44 quilômetro quadrado. A região teve sua autonomia reconhecida em 1929.
Governado pelo papa, o Vaticano é a sede da Igreja Católica Apostólica Romana. Neste videocast, Sérgio Gil, professor de Relações Internacionais da Faculdade Rio Branco, fala sobre o assunto. Segundo Gil, o Vaticano tem influência porque, como Estado, acaba participando de eventos internacionais. "O Vaticano leva as posições da Igreja Católica. Nenhuma outra religião tem um Estado associado a ela, como tem a Igreja Católica", diz.
Fonte - Minuto Profético
Governado pelo papa, o Vaticano é a sede da Igreja Católica Apostólica Romana. Neste videocast, Sérgio Gil, professor de Relações Internacionais da Faculdade Rio Branco, fala sobre o assunto. Segundo Gil, o Vaticano tem influência porque, como Estado, acaba participando de eventos internacionais. "O Vaticano leva as posições da Igreja Católica. Nenhuma outra religião tem um Estado associado a ela, como tem a Igreja Católica", diz.
Fonte - Minuto Profético
sábado, 14 de fevereiro de 2009
O trabalho de um profeta
A lição cita a profecia de EGW sobre a união entre protestantes americanos e a igreja católica. Isso foi escrito num tempo em que tal unidade era inconcebível. Nenhum analista político e eclesiástico arriscaria supor tal tendência. Mas a profecia foi dada e os adventistas creram nela, e pregaram. Hoje é uma realidade em plena consolidação.
Aproveitamos para ressaltar uma das estratégias para a união das igrejas: cooperar no que já é comum entre as igrejas, isto é dito como “o que nos une” e dialogar, sem pressa, no que há divergência isto é dito “o que nos separa”. Essa é uma estratégia que deixa em situação muito difícil aquelas igrejas que decidem não participar do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. São vistas como não querendo cooperar para a solução dos grandes problemas do planeta. O ecumenismo é o movimento para unir todos os cristãos, e o diálogo inter-religioso para unir todas as demais religiões com os cristãos. O objetivo amplamente divulgado desses dois movimentos é salvar o planeta de seus grandes problemas, sociais, políticos, econômicos e naturais. Ou se faz isso, ou o planeta não tem futuro. Mas não se diz que no fundo, o objetivo mesmo é criar condições para que só satanás, o dragão, seja adorado, e que se inviabilize a adoração a DEUS. Enquanto babilônia tenta unir os cacos resultantes da confusão de línguas mediante cooperação no que é comum, o povo de DEUS propõe ao mundo a solução bíblica da entrega a CRISTO diante da iminente segunda vinda Sua para salvar a todos quantos O aceitarem.
A estratégia ecumênica coloca no centro da solução do problema a santificação do domingo. Esse dia será então para unir a todas as famílias num único lugar, a missa e a eucaristia. Assim todas as famílias do mundo receberão uma instrução para se tornarem cidadãos de bem, via os ensinamentos dos religiosos.
Agora veja bem, há sempre muito mais pontos em comum do que divergentes. Por exemplo, somos contra as drogas, contra a violência, contra a criminalidade, contra a bebida alcoólica, etc. Somos a favor dos cuidados preventivos da saúde, de uma vida cheia de felicidade, de princípios saudáveis de convivência, da honestidade, do amor ao próximo, e muito mais. Ora, tais coisas as outras igrejas também possuem. Então a grande pergunta que o ecumenismo e o diálogo inter-religioso fazem é: por quê não nos unirmos com as demais igrejas, formar logo uma grande e ampla frente comum em busca da melhoria das condições de vida no planeta? E aqueles pontos de divergência discutimos sem presas, ao longo do tempo. Que pontos seriam esses, no nosso caso? Os Dez Mandamentos da Bíblia e não do catecismo, a santificação do sábado e não do domingo, a mortalidade da alma como um ser completo, por causa do pecado, e mais algumas coisas, não são muitas. As igrejas protestantes, evangélicas, pentecostais, etc, com algumas exceções, estão apoiando essa estratégia e inclusive patrocinando a elaboração de um código de ética entre as igrejas mediante o qual se regulamentará a pregação do evangelho, ou seja, a única igreja que poderá fazê-lo será a católica, que alega ter toda a verdade. Portanto, ela sim, pode pregar, as outras não, pois essas pregando, geram violência. E da violência é que o ecumenismo quer livrar o mundo.
Isso que relatamos acima, já são fatos. Não são especulações. Isso se noticia nos jornais. E quase não pregamos sobre esses fatos, não é mesmo? Poucos de nós estamos atentos às profecias para saber o que se passa ao nosso redor. Porém, está tudo previsto, e hoje se torna realidade. Profetas e profecias não são muito bem vistas, exceto se forem falsas.
E há ainda outro ponto em comum, esse realmente muito sutil. É a música gospel, que se tornou a música do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Muita atenção: é um ponto em comum entre os protestantes, entre os pagãos e entre os mundanos. É um ponto comum entre todas as tendências religiosas, está em todas elas, e está também no mundo. É uma música que toca tanto nas igrejas quanto nas reuniões de dança, está em todos os lugares, torna o planeta um lugar comum para um plano poderoso de afastar seus habitantes de DEUS. É o ponto comum do mundo todo. O ritmo dessa música é utilizado tanto por cantores religiosos como por grupos de rock, e todas os demais tipos e tendências de ritmos musicais. Pega-se um ritmo qualquer, dá-se a ele uma letra religiosa e pronto, já é gospel, isto é, evangélica. Veio para facilitar a unificação das igrejas, e facilitar a entrada até de ateus nas igrejas, pois lhes satisfaz o gosto, e não leva a CRISTO. Ela está em todos os lugares, é comum a todos os lugares e torna todos os lugares igualmente atraentes à mente humana. Ela une o mundo em uma única tendência de adoração, e essa adoração, pode crer, não é a DEUS. É o ponto estratégico comum mais poderoso, pois ele afeta não a razão, mas sim, os sentimentos, o gosto e as reações e paixões físicas do corpo. Essa música tem por função preparar membros de todas as igrejas para que, habituando-se a ela, tornem-se suscetíveis a entrar em outras igrejas que não seja a sua, e ali adorar, não a DEUS, mas ao senhor dessa música ecumênica, e facilmente afastar-se do verdadeiro DEUS. É uma forma de massificar a cultura ecumênica pela paz e segurança, tornando o mundo e o mundanismo como parecendo algo sagrado. É o ponto em comum mais poderoso da estratégia do ecumenismo, pois exerce sua influência sobre os sentimentos e o gosto das pessoas.
O grande conflito iniciou no Céu por meio de um músico. E ele conseguiu enganar um em cada três anjos. A batalha final terminará com muitos músicos exercendo impressionante poder sobre as mentes de todas as pessoas do mundo. Muitos deles se tornarão os piores inimigos da verdadeira adoração quando chegarem os dias de decidir que sinal receber, se a marca do domingo, se o selo do sábado.
Preste atenção daqui por diante: satanás está trabalhando para tornar impossível, sem fé, suportar a pressão da não participação nos pontos comuns para unir o mundo sob seu comando. Fará a todos pensarem que é para resolver os grandes problemas do planeta, mas no secamento do rio Eufrates descobrirão o engano, perceberão que adoraram o demônio. Assim ele tentará impedir a proclamação da mensagem final sobre todas as nações, tribos e línguas do planeta, e tentará inviabilizar a segunda vida de CRISTO. Mas a sacudidura, e é só ela que poderá resolver o problema da música gospel ecumênica em nosso meio, reverterá a tendência, e preparará a igreja de CRISTO para o grande e poderoso alto clamor. Isso é um fato iminente, está bem próximo.
Esse comentário dessa semana foi o mais difícil de ser escrito. De todos até agora escritos, esse foi o mais realista, e que necessitou de muita coragem. A realidade desses dias requer que isso seja dito de forma clara e direta. Os fatos se sucedem e o tempo é curto, não dá mais para simplesmente fazer de conta que não é problema meu, ou coisa assim. A sacudidura está se acentuando, e pessoas estão sendo colocadas em situações para que tomem a decisão de sua vida para a eternidade, sempre mortos, ou sempre vivos. Quero agradecer pelos e-mails que todos os dias recebo, eles dão coragem para escrever o que nos tempos passados deixava por isso mesmo.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Estou terminando de ler este comentário exatamente neste instante, às 0:50 hs. do dia 14/02. Confesso que leio os comentários da Lição da Escola Sabatina do Prof. Sikberto Marks já há bastante tempo e estes sempre me atraíram pelo viés escatológico impresso pelo mesmo. Mas este me impulsionou a escrever algo a respeito.
O comentário todo merece leitura pormenorizada no link supra declinado, mas em especial este final, relevo que faço em contraste aos esforços ecumênicos visualizados na posse do novo presidente americano com a participação do pastor Rick Warren (recomendo a leitura do post "A nova era do cristianismo"), bem como do líder da banda U2 Bono (ver o site One.org), inclusive tendo como mote de campanha a música "One", o que no todo nos conduz à pertinência do comentário supra face a este estranho momento que temos em torno da música (ver as palestras em "Conselhos sobre música" que já antecipava toda esta questão), dentro e fora da Igreja.
Não posso deixar de consignar, ainda, que tive o prazer de conhecer pessoalmente o Prof. Sikberto em um evento promovido pela AP e, toda honra e glória seja dada ao nome de Deus pelo testemunho deste Seu servo, uma vez que passei a conhecer um pouco do homem por trás dos comentários e, o seu esforço pessoal em viver aquilo que escreve.
Este é o trabalho de um profeta.
E esta é a chamada que Deus faz a cada um de nós para este tempo.
Eis-me aqui?
Aproveitamos para ressaltar uma das estratégias para a união das igrejas: cooperar no que já é comum entre as igrejas, isto é dito como “o que nos une” e dialogar, sem pressa, no que há divergência isto é dito “o que nos separa”. Essa é uma estratégia que deixa em situação muito difícil aquelas igrejas que decidem não participar do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. São vistas como não querendo cooperar para a solução dos grandes problemas do planeta. O ecumenismo é o movimento para unir todos os cristãos, e o diálogo inter-religioso para unir todas as demais religiões com os cristãos. O objetivo amplamente divulgado desses dois movimentos é salvar o planeta de seus grandes problemas, sociais, políticos, econômicos e naturais. Ou se faz isso, ou o planeta não tem futuro. Mas não se diz que no fundo, o objetivo mesmo é criar condições para que só satanás, o dragão, seja adorado, e que se inviabilize a adoração a DEUS. Enquanto babilônia tenta unir os cacos resultantes da confusão de línguas mediante cooperação no que é comum, o povo de DEUS propõe ao mundo a solução bíblica da entrega a CRISTO diante da iminente segunda vinda Sua para salvar a todos quantos O aceitarem.
A estratégia ecumênica coloca no centro da solução do problema a santificação do domingo. Esse dia será então para unir a todas as famílias num único lugar, a missa e a eucaristia. Assim todas as famílias do mundo receberão uma instrução para se tornarem cidadãos de bem, via os ensinamentos dos religiosos.
Agora veja bem, há sempre muito mais pontos em comum do que divergentes. Por exemplo, somos contra as drogas, contra a violência, contra a criminalidade, contra a bebida alcoólica, etc. Somos a favor dos cuidados preventivos da saúde, de uma vida cheia de felicidade, de princípios saudáveis de convivência, da honestidade, do amor ao próximo, e muito mais. Ora, tais coisas as outras igrejas também possuem. Então a grande pergunta que o ecumenismo e o diálogo inter-religioso fazem é: por quê não nos unirmos com as demais igrejas, formar logo uma grande e ampla frente comum em busca da melhoria das condições de vida no planeta? E aqueles pontos de divergência discutimos sem presas, ao longo do tempo. Que pontos seriam esses, no nosso caso? Os Dez Mandamentos da Bíblia e não do catecismo, a santificação do sábado e não do domingo, a mortalidade da alma como um ser completo, por causa do pecado, e mais algumas coisas, não são muitas. As igrejas protestantes, evangélicas, pentecostais, etc, com algumas exceções, estão apoiando essa estratégia e inclusive patrocinando a elaboração de um código de ética entre as igrejas mediante o qual se regulamentará a pregação do evangelho, ou seja, a única igreja que poderá fazê-lo será a católica, que alega ter toda a verdade. Portanto, ela sim, pode pregar, as outras não, pois essas pregando, geram violência. E da violência é que o ecumenismo quer livrar o mundo.
Isso que relatamos acima, já são fatos. Não são especulações. Isso se noticia nos jornais. E quase não pregamos sobre esses fatos, não é mesmo? Poucos de nós estamos atentos às profecias para saber o que se passa ao nosso redor. Porém, está tudo previsto, e hoje se torna realidade. Profetas e profecias não são muito bem vistas, exceto se forem falsas.
E há ainda outro ponto em comum, esse realmente muito sutil. É a música gospel, que se tornou a música do ecumenismo e do diálogo inter-religioso. Muita atenção: é um ponto em comum entre os protestantes, entre os pagãos e entre os mundanos. É um ponto comum entre todas as tendências religiosas, está em todas elas, e está também no mundo. É uma música que toca tanto nas igrejas quanto nas reuniões de dança, está em todos os lugares, torna o planeta um lugar comum para um plano poderoso de afastar seus habitantes de DEUS. É o ponto comum do mundo todo. O ritmo dessa música é utilizado tanto por cantores religiosos como por grupos de rock, e todas os demais tipos e tendências de ritmos musicais. Pega-se um ritmo qualquer, dá-se a ele uma letra religiosa e pronto, já é gospel, isto é, evangélica. Veio para facilitar a unificação das igrejas, e facilitar a entrada até de ateus nas igrejas, pois lhes satisfaz o gosto, e não leva a CRISTO. Ela está em todos os lugares, é comum a todos os lugares e torna todos os lugares igualmente atraentes à mente humana. Ela une o mundo em uma única tendência de adoração, e essa adoração, pode crer, não é a DEUS. É o ponto estratégico comum mais poderoso, pois ele afeta não a razão, mas sim, os sentimentos, o gosto e as reações e paixões físicas do corpo. Essa música tem por função preparar membros de todas as igrejas para que, habituando-se a ela, tornem-se suscetíveis a entrar em outras igrejas que não seja a sua, e ali adorar, não a DEUS, mas ao senhor dessa música ecumênica, e facilmente afastar-se do verdadeiro DEUS. É uma forma de massificar a cultura ecumênica pela paz e segurança, tornando o mundo e o mundanismo como parecendo algo sagrado. É o ponto em comum mais poderoso da estratégia do ecumenismo, pois exerce sua influência sobre os sentimentos e o gosto das pessoas.
O grande conflito iniciou no Céu por meio de um músico. E ele conseguiu enganar um em cada três anjos. A batalha final terminará com muitos músicos exercendo impressionante poder sobre as mentes de todas as pessoas do mundo. Muitos deles se tornarão os piores inimigos da verdadeira adoração quando chegarem os dias de decidir que sinal receber, se a marca do domingo, se o selo do sábado.
Preste atenção daqui por diante: satanás está trabalhando para tornar impossível, sem fé, suportar a pressão da não participação nos pontos comuns para unir o mundo sob seu comando. Fará a todos pensarem que é para resolver os grandes problemas do planeta, mas no secamento do rio Eufrates descobrirão o engano, perceberão que adoraram o demônio. Assim ele tentará impedir a proclamação da mensagem final sobre todas as nações, tribos e línguas do planeta, e tentará inviabilizar a segunda vida de CRISTO. Mas a sacudidura, e é só ela que poderá resolver o problema da música gospel ecumênica em nosso meio, reverterá a tendência, e preparará a igreja de CRISTO para o grande e poderoso alto clamor. Isso é um fato iminente, está bem próximo.
Esse comentário dessa semana foi o mais difícil de ser escrito. De todos até agora escritos, esse foi o mais realista, e que necessitou de muita coragem. A realidade desses dias requer que isso seja dito de forma clara e direta. Os fatos se sucedem e o tempo é curto, não dá mais para simplesmente fazer de conta que não é problema meu, ou coisa assim. A sacudidura está se acentuando, e pessoas estão sendo colocadas em situações para que tomem a decisão de sua vida para a eternidade, sempre mortos, ou sempre vivos. Quero agradecer pelos e-mails que todos os dias recebo, eles dão coragem para escrever o que nos tempos passados deixava por isso mesmo.
Fonte - Cristo Voltará
Nota DDP: Estou terminando de ler este comentário exatamente neste instante, às 0:50 hs. do dia 14/02. Confesso que leio os comentários da Lição da Escola Sabatina do Prof. Sikberto Marks já há bastante tempo e estes sempre me atraíram pelo viés escatológico impresso pelo mesmo. Mas este me impulsionou a escrever algo a respeito.
O comentário todo merece leitura pormenorizada no link supra declinado, mas em especial este final, relevo que faço em contraste aos esforços ecumênicos visualizados na posse do novo presidente americano com a participação do pastor Rick Warren (recomendo a leitura do post "A nova era do cristianismo"), bem como do líder da banda U2 Bono (ver o site One.org), inclusive tendo como mote de campanha a música "One", o que no todo nos conduz à pertinência do comentário supra face a este estranho momento que temos em torno da música (ver as palestras em "Conselhos sobre música" que já antecipava toda esta questão), dentro e fora da Igreja.
Não posso deixar de consignar, ainda, que tive o prazer de conhecer pessoalmente o Prof. Sikberto em um evento promovido pela AP e, toda honra e glória seja dada ao nome de Deus pelo testemunho deste Seu servo, uma vez que passei a conhecer um pouco do homem por trás dos comentários e, o seu esforço pessoal em viver aquilo que escreve.
Este é o trabalho de um profeta.
E esta é a chamada que Deus faz a cada um de nós para este tempo.
Eis-me aqui?
sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009
Efeito da crise sobre economia ainda está por vir
O chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Dominique Strauss-Khan, alertou nesta quinta-feira que o impacto da crise financeira global ainda não atingiu totalmente a economia real. "O problema é que o efeito na economia real, na sua maior parte, ainda está por vir", disse ele ao IMF Survey, uma publicação online interna do Fundo.
"O ano de 2009 certamente será um ano pior para o crescimento, não somente para as economias avançadas, mas também para as economias emergentes", disse Strauss-Khan antes da reunião do Grupo dos Sete, que reúne países industrializados, no fim de semana em Roma.
Fonte - Terra
"O ano de 2009 certamente será um ano pior para o crescimento, não somente para as economias avançadas, mas também para as economias emergentes", disse Strauss-Khan antes da reunião do Grupo dos Sete, que reúne países industrializados, no fim de semana em Roma.
Fonte - Terra
quinta-feira, 12 de fevereiro de 2009
Membros do Parlamento europeu querem consagrar o Domingo como dia de descanso
Cinco membros do Parlamento Europeu lançaram uma declaração para a protecção do Domingo.
O Secretariado da COMECE - Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, as Igrejas alemãs protestantes e a Igreja de Inglaterra saudou a iniciativa de vários membros do Parlamento Europeu, que solicitam o pronunciamento dos restantes membros sobre a Declaração escrita acerca da “protecção do Domingo livre como pilar essencial do Modelo Social Europeu e como parte da herança cultural da Europa”.
Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, os bispos da UE indicam que tal declaração “pode constituir um importante compromisso para a «Europa social». Seria agora importante encontrar a maioria necessária para esta resolução para além partidos subscritores”.
A Declaração para a protecção do Domingo foi lançada pelos parlamentares europeus Anna Záborská, Martin Kastler, Jean Louis Cottigny, Patrizia Toia, Konrad Szymański, de diferentes partidos políticos, a 2 de Fevereiro.
Os bispos da UE afirma que “a crise económica e financeira tornou-nos mais conscientes de que nem todos os aspectos da vida podem ser sujeitos a forças de mercado” e indicam que “homem e mulher, que trabalham ao Domingo, estão a ser colocados em desvantagem nas suas relações sociais: na família, no desenvolvimento e até a saúde estão comprovadamente afectadas”.
A COMECE sublinha ainda que o Domingo livre “faz parte da herança cultural da Europa e advém de uma longa tradição”.
“O Domingo livre de trabalho é um factor decisivo no equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. É de fundamental importância para as relações familiares, mas também para a vida social e cultural, salvaguardar uma das poucas ocasiões em que pais e crianças se podem encontrar”.
Segundo a lei da UE, o Domingo é um dia de descanso semanal para crianças e adolescentes. Por isto, segundo os bispos, “o respeito pelo Domingo tem o potencial de se tornar no pilar do modelo social europeu”.
O episcopado da UE alerta para o facto de a protecção do Domingo “estar a ser esquecida em alguns Estados membros, com o objectivo de aumentar a produção e o consumo. Os trabalhadores experimentaram a fragmentação das suas vidas privadas, enquanto que as pequenas e médias empresas, que não permitem horário ininterruptos, perderam terreno no mercado”.
A declaração, agora introduzida no Parlamento Europeu, apela aos Estados membros e às instituições da UE que “protejam o Domingo, como um dia de descanso, nas legislações nacionais e internacional, para reforçar a protecção dos trabalhadores em áreas como a saúde e a conciliação entre a vida profissional e familiar”.
Para que seja adoptada, é necessário que a Declaração seja assinada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu, ou seja, 394 membros, antes de 7 de Maio de 2009.
O artigo 116, que se refere às regras de procedimento do Parlamento Europeu, estipula que uma Declaração Escrita seja um texto com no máximo 200 palavras e seja apresentada por no máximo cinco membros parlamentares, submetida a todos os membros durante um período de três meses.
Se a Declaração recolher a maioria das assinaturas, torna-se um acto oficial do Parlamento Europeu, sendo transmitida aos destinatários citados.
O texto original da proposta pode ser consultado Aqui
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Não é a primeira, muito menos será a última ofensiva neste tema, agora, que o momento é mais do que propício face às inúmeras crises de âmbito mundial que a aldeia global enfrenta, não se tem dúvida.
Que ninguém se esqueça do Óleo.
O Secretariado da COMECE - Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia, as Igrejas alemãs protestantes e a Igreja de Inglaterra saudou a iniciativa de vários membros do Parlamento Europeu, que solicitam o pronunciamento dos restantes membros sobre a Declaração escrita acerca da “protecção do Domingo livre como pilar essencial do Modelo Social Europeu e como parte da herança cultural da Europa”.
Num comunicado enviado à Agência ECCLESIA, os bispos da UE indicam que tal declaração “pode constituir um importante compromisso para a «Europa social». Seria agora importante encontrar a maioria necessária para esta resolução para além partidos subscritores”.
A Declaração para a protecção do Domingo foi lançada pelos parlamentares europeus Anna Záborská, Martin Kastler, Jean Louis Cottigny, Patrizia Toia, Konrad Szymański, de diferentes partidos políticos, a 2 de Fevereiro.
Os bispos da UE afirma que “a crise económica e financeira tornou-nos mais conscientes de que nem todos os aspectos da vida podem ser sujeitos a forças de mercado” e indicam que “homem e mulher, que trabalham ao Domingo, estão a ser colocados em desvantagem nas suas relações sociais: na família, no desenvolvimento e até a saúde estão comprovadamente afectadas”.
A COMECE sublinha ainda que o Domingo livre “faz parte da herança cultural da Europa e advém de uma longa tradição”.
“O Domingo livre de trabalho é um factor decisivo no equilíbrio entre o trabalho e a vida familiar. É de fundamental importância para as relações familiares, mas também para a vida social e cultural, salvaguardar uma das poucas ocasiões em que pais e crianças se podem encontrar”.
Segundo a lei da UE, o Domingo é um dia de descanso semanal para crianças e adolescentes. Por isto, segundo os bispos, “o respeito pelo Domingo tem o potencial de se tornar no pilar do modelo social europeu”.
O episcopado da UE alerta para o facto de a protecção do Domingo “estar a ser esquecida em alguns Estados membros, com o objectivo de aumentar a produção e o consumo. Os trabalhadores experimentaram a fragmentação das suas vidas privadas, enquanto que as pequenas e médias empresas, que não permitem horário ininterruptos, perderam terreno no mercado”.
A declaração, agora introduzida no Parlamento Europeu, apela aos Estados membros e às instituições da UE que “protejam o Domingo, como um dia de descanso, nas legislações nacionais e internacional, para reforçar a protecção dos trabalhadores em áreas como a saúde e a conciliação entre a vida profissional e familiar”.
Para que seja adoptada, é necessário que a Declaração seja assinada pela maioria dos membros do Parlamento Europeu, ou seja, 394 membros, antes de 7 de Maio de 2009.
O artigo 116, que se refere às regras de procedimento do Parlamento Europeu, estipula que uma Declaração Escrita seja um texto com no máximo 200 palavras e seja apresentada por no máximo cinco membros parlamentares, submetida a todos os membros durante um período de três meses.
Se a Declaração recolher a maioria das assinaturas, torna-se um acto oficial do Parlamento Europeu, sendo transmitida aos destinatários citados.
O texto original da proposta pode ser consultado Aqui
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Não é a primeira, muito menos será a última ofensiva neste tema, agora, que o momento é mais do que propício face às inúmeras crises de âmbito mundial que a aldeia global enfrenta, não se tem dúvida.
Que ninguém se esqueça do Óleo.
Vaticano exclui criacionistas de debate
Uma conferência sobre a evolução a ser realizada pelo Vaticano contará com um debate sobre o "design inteligente", mas somente como fenômeno cultural, e não como questão científica ou teológica. Os organizadores da conferência, prevista para ocorrer entre os dias 3 e 7 de março, haviam originalmente excluído os defensores do criacionismo e do "design inteligente" do evento. A conferência tem como objetivo marcar os 150 anos do lançamento de Origem das Espécies, de Charles Darwin. [Ontem], no entanto, o Vaticano informou que haverá debate sobre o "design inteligente", ideia segundo a qual a vida seria complexa demais para ter-se desenvolvido somente por meio da evolução, motivo pelo qual haveria a participação de uma força superior.
(Agência Estado)
Nota: chega a ser absurdo uma igreja que se diz cristã dobrar os joelhos a Darwin, como se fosse um baal moderno, e excluir do debate aqueles que defendem as Escriruras Sagradas, os criacionistas. Mas quando se analisa a questão do ponto de vista escatológico, no contexto da grande controvérsia entre o sábado e o domingo, tudo fica mais claro. O sábado é o memorial da Criação (Gn 2; Êx 20:8-11), símbolo do poder criador de Deus. O domingo é sinal da autoridade romana, uma vez que foi a Igreja Romana que transferiu a solenidade do sábado para o domingo (e admite isso), confundindo judaísmo com um mandamento bíblico que antecede a existência do primeiro judeu.[MB]
Fonte - Michelson Borges
(Agência Estado)
Nota: chega a ser absurdo uma igreja que se diz cristã dobrar os joelhos a Darwin, como se fosse um baal moderno, e excluir do debate aqueles que defendem as Escriruras Sagradas, os criacionistas. Mas quando se analisa a questão do ponto de vista escatológico, no contexto da grande controvérsia entre o sábado e o domingo, tudo fica mais claro. O sábado é o memorial da Criação (Gn 2; Êx 20:8-11), símbolo do poder criador de Deus. O domingo é sinal da autoridade romana, uma vez que foi a Igreja Romana que transferiu a solenidade do sábado para o domingo (e admite isso), confundindo judaísmo com um mandamento bíblico que antecede a existência do primeiro judeu.[MB]
Fonte - Michelson Borges
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Palestras de Gilberto Theiss sobre música

Os temas são específicos em tratar sobre o que a bíblia diz a respeito do uso de bateria na adoração musical.
Baixe e ouça na ordem como consta abaixo:
Dia 06/02 (Sexta) - Introdução: A influência da música
Dia 07/02 (Sábado de manhã) - Tema: O uso de bateria na Igreja
Dia 07/02 (Sábado a tarde) - Tema: Cristãos místicos
Tema: Ellen White e o uso de tambores em Indiana
O livro desses temas pode ser encontrado pelo e-mail: altoclamor@altoclamor.com
Nota DDP: Por problemas técnicos algumas palestras tiveram seu final cortado, o que não compromete o conteúdo segundo o próprio palestrante.
Obama diz que só o governo pode ressuscitar economia e apela por aprovação de plano
"O governo federal é a única entidade que tem os recursos para ressuscitar a economia norte-americana." O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, mostrou na sua primeira entrevista coletiva na Casa Branca, nesta segunda-feira (9), que o país rompeu mesmo com os ideais conservadores da economia para poder sair do "espiral negativo" da crise. "Não fazer nada pode transformar a crise em uma catástrofe."
...
Fonte - UOL
Nota DDP: O discurso mais intervencionista do estado parece ter começado nos EUA. o que provavelmente deve se intensificar daqui para frente.
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Fonte - UOL
Nota DDP: O discurso mais intervencionista do estado parece ter começado nos EUA. o que provavelmente deve se intensificar daqui para frente.
Caos climático tende a piorar no futuro
A nevasca sem paralelo nos últimos 18 anos que mergulhou o Reino Unido no caos na última semana tem a mesma origem das chuvas que causaram a tragédia em Santa Catarina e da onda de calor que sufoca os australianos. E, embora não seja possível pôr a culpa no aquecimento global, instabilidades desse tipo tendem a ficar mais frequentes no futuro.
Previsto para ser um dos cinco anos mais quentes já registrados, 2009 começou gelado para os europeus e boa parte dos norte-americanos.
"O frio foi excepcional. Temperaturas negativas por vários dias seguidos são incomuns em Paris", disse o músico brasileiro Guilherme Carvalho, que mora há oito anos na capital francesa. "No canal de La Villette, vi uma placa: "Perigo -não ande no gelo", coisa que nunca tinha visto antes."
"Estamos há uma semana sem energia aqui e com temperaturas abaixo de zero. Há muita gente desabrigada", escreveu de Louisville (Kentucky, EUA) o linguista Daniel Everett. O Estado registrou 27 mortes pela nevasca e foi decretado área de calamidade pública pelo presidente Barack Obama.
O frio levou comentaristas da direita americana ao inevitável questionamento do aquecimento global. Afinal, se o mundo está esquentando, por que o inverno setentrional de 2009 chegou dessa forma?
Nada com o que se espantar, dizem os meteorologistas. Na média, 2009 ainda deve ser quente. "O ano ainda não acabou", diz José Marengo, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Segundo Pedro Leite da Silva Dias, diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica, os extremos do final de 2008 e do começo deste ano podem ser explicados por duas causas imediatas.
A primeira é o fenômeno La Niña, nome dado ao resfriamento anormal das águas do oceano Pacífico. Como sua cara-metade, o El Niño, (o aquecimento anormal do Pacífico), o La Niña é sazonal e, quando se instala, é uma das forças dominantes nas condições climáticas do planeta. Há um La Niña instalado desde 2008, e ele não deve sumir antes de abril.
Pedra na água
A outra causa são chuvas intensas sobre a região da Indonésia desde o fim de 2008. "Onde chove, ocorre liberação de muita energia para a atmosfera, como se fosse jogada uma pedra na água", afirma Dias. "A energia é propagada na atmosfera, como ondas na água, e forma padrões de ondas que atingem zonas remotas."
Parte dessas ondas se propaga pelo hemisfério Norte, da América para a Europa. Parte se dissemina pelo hemisfério Sul. "Portanto, as anomalias na Austrália e as anomalias na América do Sul, como as chuvas de novembro em Santa Catarina e depois em Minas, Rio e Espírito Santo, estão todas correlacionadas", afirma o cientista.
A relação disso tudo com o aquecimento global é mais sutil. Segundo Michel Jarraud, da Organização Meteorológica Mundial, as pessoas tendem a confundir tempo (condições específicas da atmosfera num dado momento) e clima (condições gerais, no longo prazo).
"Todo ano você tem padrões excepcionais de tempo e lugares onde recordes são quebrados", disse Jarraud numa entrevista coletiva no fim do ano passado. "Se você tem ar mais frio em algum lugar, você tem de ter ar mais quente em algum outro lugar. A temperatura média da Terra é a mesma."
O aquecimento global não significa que não haverá mais invernos frios, mas sim que eles serão menos frequentes. "Não é algo que você espera que seja mais quente e mais quente", afirma Marengo, do Inpe. O que existe é uma elevação contínua da temperatura média.
Marengo lembra ainda que o aquecimento global é composto por dois tipos de influência, ou "sinal": as antropogênicas, ou seja, causadas por atividades humanas, e as naturais. Há um cabo-de-guerra entre ambas.
"Nos dois últimos anos, tivemos temperaturas mais baixas do que no final do século 20. Pode ser que a variabilidade normal do clima esteja mais forte que o sinal antropogênico agora, mas no longo prazo o sinal dos gases-estufa é mais forte", diz o climatologista.
Fonte - Folha
Previsto para ser um dos cinco anos mais quentes já registrados, 2009 começou gelado para os europeus e boa parte dos norte-americanos.
"O frio foi excepcional. Temperaturas negativas por vários dias seguidos são incomuns em Paris", disse o músico brasileiro Guilherme Carvalho, que mora há oito anos na capital francesa. "No canal de La Villette, vi uma placa: "Perigo -não ande no gelo", coisa que nunca tinha visto antes."
"Estamos há uma semana sem energia aqui e com temperaturas abaixo de zero. Há muita gente desabrigada", escreveu de Louisville (Kentucky, EUA) o linguista Daniel Everett. O Estado registrou 27 mortes pela nevasca e foi decretado área de calamidade pública pelo presidente Barack Obama.
O frio levou comentaristas da direita americana ao inevitável questionamento do aquecimento global. Afinal, se o mundo está esquentando, por que o inverno setentrional de 2009 chegou dessa forma?
Nada com o que se espantar, dizem os meteorologistas. Na média, 2009 ainda deve ser quente. "O ano ainda não acabou", diz José Marengo, do Centro de Previsão do Tempo e Estudos Climáticos do Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais).
Segundo Pedro Leite da Silva Dias, diretor do Laboratório Nacional de Computação Científica, os extremos do final de 2008 e do começo deste ano podem ser explicados por duas causas imediatas.
A primeira é o fenômeno La Niña, nome dado ao resfriamento anormal das águas do oceano Pacífico. Como sua cara-metade, o El Niño, (o aquecimento anormal do Pacífico), o La Niña é sazonal e, quando se instala, é uma das forças dominantes nas condições climáticas do planeta. Há um La Niña instalado desde 2008, e ele não deve sumir antes de abril.
Pedra na água
A outra causa são chuvas intensas sobre a região da Indonésia desde o fim de 2008. "Onde chove, ocorre liberação de muita energia para a atmosfera, como se fosse jogada uma pedra na água", afirma Dias. "A energia é propagada na atmosfera, como ondas na água, e forma padrões de ondas que atingem zonas remotas."
Parte dessas ondas se propaga pelo hemisfério Norte, da América para a Europa. Parte se dissemina pelo hemisfério Sul. "Portanto, as anomalias na Austrália e as anomalias na América do Sul, como as chuvas de novembro em Santa Catarina e depois em Minas, Rio e Espírito Santo, estão todas correlacionadas", afirma o cientista.
A relação disso tudo com o aquecimento global é mais sutil. Segundo Michel Jarraud, da Organização Meteorológica Mundial, as pessoas tendem a confundir tempo (condições específicas da atmosfera num dado momento) e clima (condições gerais, no longo prazo).
"Todo ano você tem padrões excepcionais de tempo e lugares onde recordes são quebrados", disse Jarraud numa entrevista coletiva no fim do ano passado. "Se você tem ar mais frio em algum lugar, você tem de ter ar mais quente em algum outro lugar. A temperatura média da Terra é a mesma."
O aquecimento global não significa que não haverá mais invernos frios, mas sim que eles serão menos frequentes. "Não é algo que você espera que seja mais quente e mais quente", afirma Marengo, do Inpe. O que existe é uma elevação contínua da temperatura média.
Marengo lembra ainda que o aquecimento global é composto por dois tipos de influência, ou "sinal": as antropogênicas, ou seja, causadas por atividades humanas, e as naturais. Há um cabo-de-guerra entre ambas.
"Nos dois últimos anos, tivemos temperaturas mais baixas do que no final do século 20. Pode ser que a variabilidade normal do clima esteja mais forte que o sinal antropogênico agora, mas no longo prazo o sinal dos gases-estufa é mais forte", diz o climatologista.
Fonte - Folha
Incêndios na Austrália matam 84; onda de calor é a pior em cem anos
Os grandes incêndios florestais que atingem os Estados australianos de Victoria e Nova Gales do Sul desde este sábado (7) já mataram 84 pessoas, informou a polícia local. Trata-se de um recorde na história da Austrália que, embora enfrente incêndios florestais todos os anos, vê a situação se agravar devido à pior onda de calor em um século.
Neste sábado, Melbourne --segunda maior cidade do país e capital do Estado de Victoria-- teve o dia mais quente de sua história, em meses de fevereiro, com termômetros chegando a 46,4ºC, às 12h. "O inferno em toda sua fúria atingiram as pessoas de Victoria", afirmou o primeiro-ministro do país, Kevin Rudd, em visita a áreas atingidas.
...
Incêndios florestais ocorrem anualmente na Austrália mas, desta vez, a combinação do clima seco e da secura da vegetação agravaram o problema, provocando uma pressão para que o governo apresse a aprovação de medidas contra mudanças climáticas.
Fonte - Folha
Neste sábado, Melbourne --segunda maior cidade do país e capital do Estado de Victoria-- teve o dia mais quente de sua história, em meses de fevereiro, com termômetros chegando a 46,4ºC, às 12h. "O inferno em toda sua fúria atingiram as pessoas de Victoria", afirmou o primeiro-ministro do país, Kevin Rudd, em visita a áreas atingidas.
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Incêndios florestais ocorrem anualmente na Austrália mas, desta vez, a combinação do clima seco e da secura da vegetação agravaram o problema, provocando uma pressão para que o governo apresse a aprovação de medidas contra mudanças climáticas.
Fonte - Folha
Casos de cólera no Zimbábue passam de 69 mil
HARARE (Reuters) - O número de pessoas atingidas pela cólera no Zimbábue subiu para mais de 69 mil, segundo dados da ONU, aumentando a pressão para que os líderes do país consigam por fim à crise humanitária depois de formarem um governo de coalizão.
A Organização Mundial de Saúde disse que a epidemia matou 3.397 pessoas de um total de 69.317 casos desde agosto. Esta é a maior epidemia a atingir a África em 15 anos.
A decisão do Movimento pela Mudança Democrática, de oposição, de criar um governo conjunto com o presidente Robert Mugabe pode dar às autoridades mais chances de conter a doença, que agravou ainda mais as dificuldades do país.
O sistema de saúde do Zimbábue entrou em colapso devido à crise econômica que deixou 8 entre 10 pessoas desempregadas. As pobres instalações médicas e sanitárias ajudaram a espalhar a doença.
Mais de metade do Zimbábue sobrevive com a comida fornecida por grupos humanitários. A população também sofre com a maior inflação do mundo, que atingiu mais de 231 milhões por cento em julho do ano passado.
O parlamento zimbabuano aprovou uma emenda constitucional na semana passada, permitindo a formação de um governo de coalizão entre Mugabe e seus rivais da oposição. Espera-se que o acordo ajude a encerrar a crise política e econômica.
Fonte - BOL
A Organização Mundial de Saúde disse que a epidemia matou 3.397 pessoas de um total de 69.317 casos desde agosto. Esta é a maior epidemia a atingir a África em 15 anos.
A decisão do Movimento pela Mudança Democrática, de oposição, de criar um governo conjunto com o presidente Robert Mugabe pode dar às autoridades mais chances de conter a doença, que agravou ainda mais as dificuldades do país.
O sistema de saúde do Zimbábue entrou em colapso devido à crise econômica que deixou 8 entre 10 pessoas desempregadas. As pobres instalações médicas e sanitárias ajudaram a espalhar a doença.
Mais de metade do Zimbábue sobrevive com a comida fornecida por grupos humanitários. A população também sofre com a maior inflação do mundo, que atingiu mais de 231 milhões por cento em julho do ano passado.
O parlamento zimbabuano aprovou uma emenda constitucional na semana passada, permitindo a formação de um governo de coalizão entre Mugabe e seus rivais da oposição. Espera-se que o acordo ajude a encerrar a crise política e econômica.
Fonte - BOL
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Degelo na Antártida inundaria Washington e NY
NOVA YORK - O aquecimento global pode derreter o manto de gelo da região ocidental da Antártida que seria capaz de causar grandes inundações em cidades como Washington e Nova York e na costa da Califórnia, informa um estudo publicado na revista científica Science.
Os efeitos aumentariam o nível do mar entre seis e sete metros, atingindo também as nações do oceano Índico, além da costa da América do Norte, avaliou o artigo. As informações são do Terra Espanha.
Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores fizeram cálculos para converter o volume total da placa de gelo em água, supondo que a distribuição fosse igual em todo o planeta. Segundo os cientistas, a estimativa é "muito simplificada" e não leva em conta outros efeitos fundamentais que influenciariam na elevação do nível do mar.
Em primeiro lugar, quando o manto de gelo se derrete, perde a força gravitacional no oceano e provoca o espalhamento da água.
- Se o gelo da Antártida Ocidental se fundir, reduzirá o nível do mar nos arredores do continente antártico, aumentando muito mais a quantidade estimada no hemisfério norte - explicou o artigo.
O desaparecimento total da camada de gelo também resultaria na mudança do eixo de rotação da Terra de 500 m em relação à posição atual. De acordo com o estudo, a variação produziria um movimento dos oceanos Atlântico e Pacífico desde o sul até o norte, levando uma grande quantidade de água a afetar a América do Norte e o oceano Índico, principalmente Washington, Nova York e a costa da Califórnia.
- O trabalho demonstra que a elevação do nível do mar registrada em muitas zonas costeiras povoadas seria muito maior que uma simples distribuição estimada de degelo uniforme - completou o artigo.
Fonte - JB
Os efeitos aumentariam o nível do mar entre seis e sete metros, atingindo também as nações do oceano Índico, além da costa da América do Norte, avaliou o artigo. As informações são do Terra Espanha.
Para chegar a esta conclusão, os pesquisadores fizeram cálculos para converter o volume total da placa de gelo em água, supondo que a distribuição fosse igual em todo o planeta. Segundo os cientistas, a estimativa é "muito simplificada" e não leva em conta outros efeitos fundamentais que influenciariam na elevação do nível do mar.
Em primeiro lugar, quando o manto de gelo se derrete, perde a força gravitacional no oceano e provoca o espalhamento da água.
- Se o gelo da Antártida Ocidental se fundir, reduzirá o nível do mar nos arredores do continente antártico, aumentando muito mais a quantidade estimada no hemisfério norte - explicou o artigo.
O desaparecimento total da camada de gelo também resultaria na mudança do eixo de rotação da Terra de 500 m em relação à posição atual. De acordo com o estudo, a variação produziria um movimento dos oceanos Atlântico e Pacífico desde o sul até o norte, levando uma grande quantidade de água a afetar a América do Norte e o oceano Índico, principalmente Washington, Nova York e a costa da Califórnia.
- O trabalho demonstra que a elevação do nível do mar registrada em muitas zonas costeiras povoadas seria muito maior que uma simples distribuição estimada de degelo uniforme - completou o artigo.
Fonte - JB
Incêndios assolam a Austrália
Pelo menos 108 pessoas já morreram e 700 casas foram destruídas no sul da Austrália por incêndios que se alastram rapidamente pelo país.
De acordo com as autoridades locais, cerca de 14 mil casas estão sem eletricidade e os focos de incêndio teriam se espalhado por cerca de 30 mil hectares de florestas, plantações e cidades.
Altas temperaturas e o ar seco ajudam a espalhar mais rapidamente as chamas. Há suspeita de que o fogo seja ação de criminosos.
Fonte - Opinião e Notícia
De acordo com as autoridades locais, cerca de 14 mil casas estão sem eletricidade e os focos de incêndio teriam se espalhado por cerca de 30 mil hectares de florestas, plantações e cidades.
Altas temperaturas e o ar seco ajudam a espalhar mais rapidamente as chamas. Há suspeita de que o fogo seja ação de criminosos.
Fonte - Opinião e Notícia
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
Dança, transe e quadro profético
Dançar compulsoriamente, até os pés sangrarem em carne viva ou – mais trágico – até morrer por exaustão. O que parece ser um absurdo à primeira vista, constitui-se em uma das mais enigmáticas epidemias da Europa Medieval . Em entrevista à revista Galileu [1], John Waller, historiador da Universidade Estadual do Michigan, comentou sobre sua pesquisa a respeito da epidemia de dança surgida em 1518 na França e que rendeu-lhe a publicação de um livro sobre o assunto [2]. A seguir, algumas observações relevantes sobre a matéria:
1. A acusação implícita de que a fé fomenta histeria: esta é uma tônica das revistas “científicas” brasileiras – a desqualificação da fé, retratada como um elemento da irracionalidade primitiva, totalmente impertinente dentro da mentalidade pós-industrial. A verdade é que há fés e fés. A fé cristã é originalmente racional (Rm. 12:1). Sua racionalidade, não obstante, difere do racionalismo grego, que foi resgatado no Humanismo e tornou-se anticlerical e ateísta como seguimento da revolução iluminista. A razão, na concepção cristã, tem seu lugar e, quando santificada, é útil para refrear as emoções corrompidas pelo pecado e investigar os dados providos pela Revelação divina dentro de limites humanos. O Deus da Bíblia fornece evidências para crermos – sejam evidências intrínsecas (relacionadas à crença em si) ou evidências relacionais (quando não podemos entender, e ainda assim somos convidados a crer porque Deus é confiável e merece que O sigamos).
Pelo fato de que não se fazer diferenciação entre os divergentes tipos de crença, a entrevista dá-se a entender que todo tipo de fé resulte em histeria, descontrole em massa e distúrbios relacionados. Note a declaração de Waller: “Os atingidos pela epidemia de 1518 ocupavam um ambiente de fé que aceitavam a ameaça da praga divina, posseção ou feitiço. Eles não tinham a intenção de entrar em estado de transe, mas suas crenças sobrenaturais tornaram isso possível.” [3] O historiador olvida que nem toda crença que aceite o sobrenatural produza as condições para que se repita o que viu na praga de 1518.
A religiosidade medieval fundiu elementos cristãos a um misticismo pagão, criando superstições infundadas (ridículas até!). Temos de que nos situar, no entanto, e perceber que, se o cristianismo católico-medieval assumia estes caracteres, já estamos vizinhos da Reforma. Não muito tempo depois do episódio da dança, chegaram a Wittenberg os profetas de Zwickau, fanáticos religiosos que professavam um cristianismo místico, com direito ao pacote “transe/visões/rejeição da Bíblia”. A influência deste movimento na comunidade forçou Lutero a voltar de seu refúgio para combater o fanatismo e reparar a ordem, mediante a apresentação da mensagem bíblica. O que aconteceu neste episódio nos ajuda a diferenciar não só posturas, mas as próprias bases de cristãos orientados pela Bíblia e de grupos místicos (sejam cristãos ou nãos).
2.O perigo de que o misticismo cristão volte a influir na experiência cúltica em círculos cristãos-adventistas: Observe este trecho da entrevista: “[…] os cultos modernos de possessão realmente lançam uma luz sobre o que aconteceu em 1518, já que estudos mostram que as pessoas estão mais propensas a experimentar um transe dissociativo se já acreditam em possessão espírita. As mentes podem ser preparadas, por meio do aprendizado ou exposição passiva, a transitar por estados alterados [de consciência].[4]” Que, de certa forma, o misticismo continue se imiscuindo com a espiritualidade moderna ninguém pode negar; que este processo afete um número crescente de cristãos, está claro; agora, que esta tendência incidirá sobre adventistas, é uma questão de tempo. [5] Mesmo agora, podemos ver o processo em andamento por alguns fatores: (1) Um número cada vez maior de adventistas faz uso da música evangélica (seja através de consumo de material fonográfico, DVDs ou de dowloads; pela frequência a shows gospels; pela utilização de músicas cristãs contemporâneas em cultos regulares, eventos em internatos e instituições, momentos de devoção familiar ou particular, etc.); consequentemente, (2) mais e mais passamos a conceber a música cristã como os evangélicos o fazem, ou seja, formada por letra religiosa e música popular. Se continuarmos a nos aproximar de outros grupos cristãos no que se reporta à adoração, experimentaremos os mesmos fenômenos de transe e possessão que há muito fazem parte da rotina cúltica de tais grupos. Será que no final, muitos adventistas também serão dançarinos compulsórios? Eis algo que deve nos preocupar.
Fonte - Blog Questão de Confiança
[1] John Waller, “Erupções de histeria em massa continuam a acontecer”, em entrevista cedida à revista Galileu, nº 211, Fevereiro de 2009, pp. 16 e 17. De agora em diante, Erupções.
[2] John Waller, “A time to dance, a time to die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”, (Cambridge: Icon Books, 2008).
[3] John Waller, “Erupções”, p. 17.
[4] John Waller, “Erupções”, idem. Waller fala especialmente no caso de religiões afro, mas a inclusão de certos ramos do Pentecostalismo nesta descrição me soa evidente.
[5] Ver o que Ellen White fala sobre o movimento da “Carne Santa” e como isto iria se repetir entre os adventistas do sétimo dia no futuro em Mensagens Escolhidas, (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1986), 2º ed, vol. 2, pp.35-39.
1. A acusação implícita de que a fé fomenta histeria: esta é uma tônica das revistas “científicas” brasileiras – a desqualificação da fé, retratada como um elemento da irracionalidade primitiva, totalmente impertinente dentro da mentalidade pós-industrial. A verdade é que há fés e fés. A fé cristã é originalmente racional (Rm. 12:1). Sua racionalidade, não obstante, difere do racionalismo grego, que foi resgatado no Humanismo e tornou-se anticlerical e ateísta como seguimento da revolução iluminista. A razão, na concepção cristã, tem seu lugar e, quando santificada, é útil para refrear as emoções corrompidas pelo pecado e investigar os dados providos pela Revelação divina dentro de limites humanos. O Deus da Bíblia fornece evidências para crermos – sejam evidências intrínsecas (relacionadas à crença em si) ou evidências relacionais (quando não podemos entender, e ainda assim somos convidados a crer porque Deus é confiável e merece que O sigamos).
Pelo fato de que não se fazer diferenciação entre os divergentes tipos de crença, a entrevista dá-se a entender que todo tipo de fé resulte em histeria, descontrole em massa e distúrbios relacionados. Note a declaração de Waller: “Os atingidos pela epidemia de 1518 ocupavam um ambiente de fé que aceitavam a ameaça da praga divina, posseção ou feitiço. Eles não tinham a intenção de entrar em estado de transe, mas suas crenças sobrenaturais tornaram isso possível.” [3] O historiador olvida que nem toda crença que aceite o sobrenatural produza as condições para que se repita o que viu na praga de 1518.
A religiosidade medieval fundiu elementos cristãos a um misticismo pagão, criando superstições infundadas (ridículas até!). Temos de que nos situar, no entanto, e perceber que, se o cristianismo católico-medieval assumia estes caracteres, já estamos vizinhos da Reforma. Não muito tempo depois do episódio da dança, chegaram a Wittenberg os profetas de Zwickau, fanáticos religiosos que professavam um cristianismo místico, com direito ao pacote “transe/visões/rejeição da Bíblia”. A influência deste movimento na comunidade forçou Lutero a voltar de seu refúgio para combater o fanatismo e reparar a ordem, mediante a apresentação da mensagem bíblica. O que aconteceu neste episódio nos ajuda a diferenciar não só posturas, mas as próprias bases de cristãos orientados pela Bíblia e de grupos místicos (sejam cristãos ou nãos).
2.O perigo de que o misticismo cristão volte a influir na experiência cúltica em círculos cristãos-adventistas: Observe este trecho da entrevista: “[…] os cultos modernos de possessão realmente lançam uma luz sobre o que aconteceu em 1518, já que estudos mostram que as pessoas estão mais propensas a experimentar um transe dissociativo se já acreditam em possessão espírita. As mentes podem ser preparadas, por meio do aprendizado ou exposição passiva, a transitar por estados alterados [de consciência].[4]” Que, de certa forma, o misticismo continue se imiscuindo com a espiritualidade moderna ninguém pode negar; que este processo afete um número crescente de cristãos, está claro; agora, que esta tendência incidirá sobre adventistas, é uma questão de tempo. [5] Mesmo agora, podemos ver o processo em andamento por alguns fatores: (1) Um número cada vez maior de adventistas faz uso da música evangélica (seja através de consumo de material fonográfico, DVDs ou de dowloads; pela frequência a shows gospels; pela utilização de músicas cristãs contemporâneas em cultos regulares, eventos em internatos e instituições, momentos de devoção familiar ou particular, etc.); consequentemente, (2) mais e mais passamos a conceber a música cristã como os evangélicos o fazem, ou seja, formada por letra religiosa e música popular. Se continuarmos a nos aproximar de outros grupos cristãos no que se reporta à adoração, experimentaremos os mesmos fenômenos de transe e possessão que há muito fazem parte da rotina cúltica de tais grupos. Será que no final, muitos adventistas também serão dançarinos compulsórios? Eis algo que deve nos preocupar.
Fonte - Blog Questão de Confiança
[1] John Waller, “Erupções de histeria em massa continuam a acontecer”, em entrevista cedida à revista Galileu, nº 211, Fevereiro de 2009, pp. 16 e 17. De agora em diante, Erupções.
[2] John Waller, “A time to dance, a time to die: The Extraordinary Story of the Dancing Plague of 1518”, (Cambridge: Icon Books, 2008).
[3] John Waller, “Erupções”, p. 17.
[4] John Waller, “Erupções”, idem. Waller fala especialmente no caso de religiões afro, mas a inclusão de certos ramos do Pentecostalismo nesta descrição me soa evidente.
[5] Ver o que Ellen White fala sobre o movimento da “Carne Santa” e como isto iria se repetir entre os adventistas do sétimo dia no futuro em Mensagens Escolhidas, (Tatuí, SP: Casa Publicadora Brasileira, 1986), 2º ed, vol. 2, pp.35-39.
Papa fala de «esperanças» ecuménicas
A aproximação entre católicos e protestantes na interpretação dos textos do Apóstolo Paulo, historicamente motivo de profunda divisão entre as duas comunidades cristãs, é motivo de "grandes esperanças ecuménicas", disse esta Quarta-feira Bento XVI.
Durante a audiência geral dessa semana, o Papa lembrou como Martinho Lutero baseou o seu protesto contra o sistema de indulgências da Igreja numa interpretação das epístolas de São Paulo, o que conduziu a Europa ao cisma protestante.
"Lutero encontrou uma nova interpretação da teologia da justificação, que o libertou dos escrúpulos e dos anseios da sua vida anterior, com uma nova e radical confiança na bondade de Deus, que perdoa incondicionalmente", disse Bento XVI.
O Papa acrescentou que, a partir desta visão dos ensinamentos de São Paulo, Lutero passou a ver a Igreja como "uma escravidão da doutrina” mas frisou que "o Concílio de Trento interpretou de modo profundo esta teologia, encontrando uma síntese entre a lei e o Evangelho".
Bento XVI concluiu a sua mensagem afirmando que "hoje aumenta a convergência entre a exegese católica e a protestante das epístolas de São Paulo, o que representa uma grande esperança para o ecumenismo".
A 31 de Outubro de 1999, em Augsburgo, na Alemanha, foi assinada uma histórica Declaração Conjunta sobre a Justificação entre a Federação Luterana Mundial e a Igreja Católica Romana. A declaração estabelece que as confissões católica e luterana professam a mesma doutrina sobre a justificação pela fé, embora com diferentes caminhos.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Com os esforços dos braços seculares, como temos visto, os intentos de BXVI nesta área têm tudo para chegarem a bom termo rapidamente.
Durante a audiência geral dessa semana, o Papa lembrou como Martinho Lutero baseou o seu protesto contra o sistema de indulgências da Igreja numa interpretação das epístolas de São Paulo, o que conduziu a Europa ao cisma protestante.
"Lutero encontrou uma nova interpretação da teologia da justificação, que o libertou dos escrúpulos e dos anseios da sua vida anterior, com uma nova e radical confiança na bondade de Deus, que perdoa incondicionalmente", disse Bento XVI.
O Papa acrescentou que, a partir desta visão dos ensinamentos de São Paulo, Lutero passou a ver a Igreja como "uma escravidão da doutrina” mas frisou que "o Concílio de Trento interpretou de modo profundo esta teologia, encontrando uma síntese entre a lei e o Evangelho".
Bento XVI concluiu a sua mensagem afirmando que "hoje aumenta a convergência entre a exegese católica e a protestante das epístolas de São Paulo, o que representa uma grande esperança para o ecumenismo".
A 31 de Outubro de 1999, em Augsburgo, na Alemanha, foi assinada uma histórica Declaração Conjunta sobre a Justificação entre a Federação Luterana Mundial e a Igreja Católica Romana. A declaração estabelece que as confissões católica e luterana professam a mesma doutrina sobre a justificação pela fé, embora com diferentes caminhos.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Com os esforços dos braços seculares, como temos visto, os intentos de BXVI nesta área têm tudo para chegarem a bom termo rapidamente.
"Evento ecumênico com Obama 'foi magnifíco'"
WASHINGTON - A ex-governadora do Rio de Janeiro e atual Secretária de Assistência Social e Direitos Humanos, Benedita da Silva , participou de um café da manhã ecumênico presidido pelo chefe de Estado americano Barack Obama nesta quinta-feira, 5 - mas, ao contrário do que se havia divulgado, não chegou a se encontrar com o líder americano. Benedita esteve no encontro National Prayer Breakfast em Washington, que teve a participação de 3.500 pessoas.
"Foi magnífico. O presidente Obama conseguiu atrair o dobro de pessoas que costumam vir à oração. Eu venho há 20 anos", disse Benedita. "A mensagem dele para o mundo é que nós nos uníssemos em um esforço de fé. Ele disse que ser cristão foi uma opção, já que ele cresceu num lar muçulmano e afirmou que a fé sem obra é morta, citando uma passagem bíblica. Obama não tocou em nome de nenhum país, mas agradeceu a todos que ali estavam."
Benedita chegara a dizer que estava "muito feliz" com a possibilidade de parabenizar pessoalmente o presidente Barack Obama pela vitória nas eleições norte-americanas e pretendia olhar "olho no olho" o novo líder americano "Não, não me encontrei com ele", admitiu.
No encontro, Obama anunciou a criação de uma Agência Nacional de Fé e Parcerias de Vizinhanças, para implementar iniciativas ligadas a diversas religiões, "sem favoritismo."
Fonte - G1
Nota DDP: Extremamente alinhada com as considerações lançadas neste espaço ontem (A nova era do cristianismo) acerca da cerimônia de posse e os esforços ecumênicos que estão sendo pregados por líderes religiosos e políticos. A revelação de Deus nos escritos de Ellen White nunca foram tão atuais neste tema.
"Foi magnífico. O presidente Obama conseguiu atrair o dobro de pessoas que costumam vir à oração. Eu venho há 20 anos", disse Benedita. "A mensagem dele para o mundo é que nós nos uníssemos em um esforço de fé. Ele disse que ser cristão foi uma opção, já que ele cresceu num lar muçulmano e afirmou que a fé sem obra é morta, citando uma passagem bíblica. Obama não tocou em nome de nenhum país, mas agradeceu a todos que ali estavam."
Benedita chegara a dizer que estava "muito feliz" com a possibilidade de parabenizar pessoalmente o presidente Barack Obama pela vitória nas eleições norte-americanas e pretendia olhar "olho no olho" o novo líder americano "Não, não me encontrei com ele", admitiu.
No encontro, Obama anunciou a criação de uma Agência Nacional de Fé e Parcerias de Vizinhanças, para implementar iniciativas ligadas a diversas religiões, "sem favoritismo."
Fonte - G1
Nota DDP: Extremamente alinhada com as considerações lançadas neste espaço ontem (A nova era do cristianismo) acerca da cerimônia de posse e os esforços ecumênicos que estão sendo pregados por líderes religiosos e políticos. A revelação de Deus nos escritos de Ellen White nunca foram tão atuais neste tema.
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