Primeiro as notícias mais atuais, ao final nossas considerações:
Paranóia da gripe suína no México
Fonte - Terra Magazine
Infecto: É questão de tempo para gripe chegar aqui (Brasil)
Fonte - Terra Magazine
OMS deve elevar alerta de ameaça de pandemia da gripe suína
Fonte - Último Segundo
Impacto econômico de pandemias e epizootias
Fonte - Último Segundo
Gripe suína apresenta novo vírus híbrido e de alta periculosidade
Fonte - Último Segundo
Megalópole de máscara
Fonte - Radio Nederland
Google Maps permite acompanhar a gripe suína em tempo real
Fonte - Terra
Nota DDP: Outras nuances sobre a propagação da chamada "gripe suína" e seus possíveis desdobramentos em "A questão da gripe suína" e "Atualizações sobre gripe suína".
Efetivamente não temos como saber antecipadamente qual o efetivo papel desta nova crise no quadro profético que vivemos, sequer se ela tem algum papel, mas pelo alinhamento e acumulação de problemas que temos visto nos últimos meses, tanto em sinais genéricos quanto específicos da profecia bíblica, nos traz a certeza que os últimos dias podem aparecer em um horizonte muito mais próximo do que efetivamente imaginamos.
As palavras de Cristo e a profecia bíblica têm se cumprido à risca, o que nos aponta para a realidade que os eventos ainda a serem cumpridos devem trilhar o mesmo caminho.
Estudar a Bíblia é o único caminho para se entender o momento em que vivemos.
Comece em Profecias Bíblicas:
"Cumprindo agora" e "Que se cumprirão".
Para um estudo mais aprofundado:
"Apocalipse a Resposta"
Para conhecer o Autor da Bíblia:
"O Caminho".
segunda-feira, 27 de abril de 2009
Terremoto de 6,0 graus sacode o México
CIDADE DO MÉXICO (Reuters) - O sul do México foi atingido por um terremoto de magnitude 6,0 nesta segunda-feira que sacudiu prédios na capital, Cidade do México, mas não há informações sobre mortos ou estragos. Centenas de pessoas abandonaram prédios na capital, muitas delas usando máscaras cirúrgicas devido ao surto mortal da gripe suína que já pode ter matado 149 pessoas no país.
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) informou que o epicentro do tremor foi localizado a 30 quilômetros sul-sudoeste de Tixtla, Guerrero, cerca de 240 quilômetros da Cidade do México, e a 40 quilômetros de profundidade.
"Foi sentido bem forte aqui. Não há feridos ou mortos... Estamos monitorando a situação na área", disse Marcos González, autoridade de proteção civil da cidade de Chilpancingo, próxima ao epicentro do tremor.
Não há informações sobre mortes ou estragos causados pelo terremoto na Cidade do México, cuja extensa região metropolitana tem população de cerca de 20 milhões de habitantes, disse uma autoridade de proteção civil.
Tremores de magnitude 6,0 são classificados como fortes e são capazes de causar grandes destruições.
O peso mexicano, já afetado pelo nervosismo em relação à gripe suína, se desvalorizou aos seus níveis mais baixos após o tremor.
O ministro de Saúde do México, José Angel Cordova, disse nesta segunda-feira que a gripe suína pode ter matado até 149 pessoas no país e o número de casos segue aumentando.
Fonte - Último Segundo
O Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês) informou que o epicentro do tremor foi localizado a 30 quilômetros sul-sudoeste de Tixtla, Guerrero, cerca de 240 quilômetros da Cidade do México, e a 40 quilômetros de profundidade.
"Foi sentido bem forte aqui. Não há feridos ou mortos... Estamos monitorando a situação na área", disse Marcos González, autoridade de proteção civil da cidade de Chilpancingo, próxima ao epicentro do tremor.
Não há informações sobre mortes ou estragos causados pelo terremoto na Cidade do México, cuja extensa região metropolitana tem população de cerca de 20 milhões de habitantes, disse uma autoridade de proteção civil.
Tremores de magnitude 6,0 são classificados como fortes e são capazes de causar grandes destruições.
O peso mexicano, já afetado pelo nervosismo em relação à gripe suína, se desvalorizou aos seus níveis mais baixos após o tremor.
O ministro de Saúde do México, José Angel Cordova, disse nesta segunda-feira que a gripe suína pode ter matado até 149 pessoas no país e o número de casos segue aumentando.
Fonte - Último Segundo
"Estamos perto do desastre da década de 1930"
O britânico Niall Ferguson, nascido em Glasgow há 45 anos, é professor de História, em Harvard, e de Gestão de Empresas na Harvard Business School. Em sua opinião, o mundo está a entrar numa "era de agitação" causada por um novo "eixo de instabilidade" de países que se confrontam com o colapso político.
Entre aqueles que ele considera mais vulneráveis estão o Afeganistão, a Bulgária, o Congo, o Egito, a Indonésia, o Irão, o Iraque, a Letónia, o México, o Paquistão, a Roménia, a Rússia, a Somália, o Sudão, a Tailândia, a Turquia, a Ucrânia e o Zimbabwe. E diz que muitos outros se poderão juntar a esta lista.
Estaremos muito perto do seu cenário de colapso?
Estamos perto do completo desastre da década de 1930, que conduziu à guerra mundial. Mas temos uma grande vantagem em relação a essa época: os governos democráticos que parecem ter uma estratégia para lidar com a situação. As políticas keynesianas e políticas monetárias, extraordinariamente flexíveis, podem não funcionar, mas os políticos não estão tão paralisados como os seus homólogos do século passado. Outra vantagem é que, desta vez, não há tantas ideologias antidemocráticas. Tanto o fascismo como o comunismo estão desacreditados, o islamismo radical é a única ideologia existente e só atrai uma audiência geograficamente limitada. Mas o potencial da instabilidade política gerada pelo desastre económico é enorme.
Onde é que o perigo é maior? Comecemos pela Europa do Leste. A dimensão da crise é enorme: desemprego crescente, exportações em colapso, níveis de vida em rápido declínio. A Letónia e a Ucrânia estão em pior forma, a Roménia e a Bulgária não estão muito melhor. A Ucrânia é a mais preocupante.
Porquê?
A Ucrânia está dividida entre o Leste e o Ocidente, entre ucranianos que se inclinam para a Europa e russos que se inclinam para a Rússia, e a sua economia está descontrolada. A hipótese de desastre depende da atuação de Moscovo. A Rússia tem interesse em desestabilizar a transição da Ucrânia para um futuro político pró-ocidental, para já não falar no interesse estratégico da Crimeia. É de esperar que [o primeiro-ministro russo] Putin crie problemas. Talvez não como na Geórgia - não irá enviar os tanques para lá.
O contágio político propaga-se? Como é que a instabilidade política da Ucrânia pode desestabilizar a União Europeia ou os Estados Unidos?
O contágio no domínio financeiro é muito provável. Será o contágio político igualmente provável? Não é tão certo. A Ucrânia tem uma situação bastante peculiar com o desacerto de poder entre o Presidente Yushchenko e a primeira-ministra Tymoshenko. Não há nada que se compare na Rússia, nenhum centro de poder em competição, mas Putin pode aproveitar a situação para fortalecer a sua posição. Também o exemplo dos motins na Grécia pode espalhar-se para a Bulgária e a Roménia, e enfraquecer os seus governos. A quase independência do Kosovo é um espinho cravado no flanco da Sérvia e da Rússia e os problemas económicos podem ter consequências políticas.
Diz que o risco da crise económica poder desencadear um colapso político é maior quando uma potência militar imperial se retira. Como é que esse cenário se aplica à Turquia ou à Indonésia, onde não há uma presença imperial há muito tempo?
Entre aqueles que ele considera mais vulneráveis estão o Afeganistão, a Bulgária, o Congo, o Egito, a Indonésia, o Irão, o Iraque, a Letónia, o México, o Paquistão, a Roménia, a Rússia, a Somália, o Sudão, a Tailândia, a Turquia, a Ucrânia e o Zimbabwe. E diz que muitos outros se poderão juntar a esta lista.
Estaremos muito perto do seu cenário de colapso?
Estamos perto do completo desastre da década de 1930, que conduziu à guerra mundial. Mas temos uma grande vantagem em relação a essa época: os governos democráticos que parecem ter uma estratégia para lidar com a situação. As políticas keynesianas e políticas monetárias, extraordinariamente flexíveis, podem não funcionar, mas os políticos não estão tão paralisados como os seus homólogos do século passado. Outra vantagem é que, desta vez, não há tantas ideologias antidemocráticas. Tanto o fascismo como o comunismo estão desacreditados, o islamismo radical é a única ideologia existente e só atrai uma audiência geograficamente limitada. Mas o potencial da instabilidade política gerada pelo desastre económico é enorme.
Onde é que o perigo é maior? Comecemos pela Europa do Leste. A dimensão da crise é enorme: desemprego crescente, exportações em colapso, níveis de vida em rápido declínio. A Letónia e a Ucrânia estão em pior forma, a Roménia e a Bulgária não estão muito melhor. A Ucrânia é a mais preocupante.
Porquê?
A Ucrânia está dividida entre o Leste e o Ocidente, entre ucranianos que se inclinam para a Europa e russos que se inclinam para a Rússia, e a sua economia está descontrolada. A hipótese de desastre depende da atuação de Moscovo. A Rússia tem interesse em desestabilizar a transição da Ucrânia para um futuro político pró-ocidental, para já não falar no interesse estratégico da Crimeia. É de esperar que [o primeiro-ministro russo] Putin crie problemas. Talvez não como na Geórgia - não irá enviar os tanques para lá.
O contágio político propaga-se? Como é que a instabilidade política da Ucrânia pode desestabilizar a União Europeia ou os Estados Unidos?
O contágio no domínio financeiro é muito provável. Será o contágio político igualmente provável? Não é tão certo. A Ucrânia tem uma situação bastante peculiar com o desacerto de poder entre o Presidente Yushchenko e a primeira-ministra Tymoshenko. Não há nada que se compare na Rússia, nenhum centro de poder em competição, mas Putin pode aproveitar a situação para fortalecer a sua posição. Também o exemplo dos motins na Grécia pode espalhar-se para a Bulgária e a Roménia, e enfraquecer os seus governos. A quase independência do Kosovo é um espinho cravado no flanco da Sérvia e da Rússia e os problemas económicos podem ter consequências políticas.
Diz que o risco da crise económica poder desencadear um colapso político é maior quando uma potência militar imperial se retira. Como é que esse cenário se aplica à Turquia ou à Indonésia, onde não há uma presença imperial há muito tempo?
Não é necessário tomar à letra o termo império, podemos usar a expressão potência hegemónica ou superpotência. É na periferia das grandes potências que é mais provável haver perturbação, quando são abaladas e afligidas por uma crise económica interna. Portanto, voltando à Europa de Leste, aí o poder hegemónico foi a Rússia e a queda desse império provocou uma crise no Cáucaso e na Ásia Central na década de 1980 que ainda não terminou. Pode ser ainda avivada pelo fato de Putin ter tornado claro que adoraria restaurar o império russo no "estrangeiro próximo" (antigos territórios soviéticos). O Extremo Oriente é também uma periferia imperial. A ambição da China em se afirmar é evidente. Os perigos relacionados com Taiwan continuam, embora mais discretos nos últimos anos. De momento, o regime chinês parece muito empenhado em manter boas relações com os Estados Unidos, mas não devemos subestimar a capacidade das relações para se deteriorarem entre alguma combinação da China, Japão, Coreia, Taiwan, Vietname.
Pequim poderá utilizar um chauvinismo antiestrangeiro para desviar as atenções dos problemas económicos internos?
Exatamente. O nacionalismo tornou-se a ideologia do comunismo chinês e, na China, existe agora um nacionalismo exacerbado.
Portanto, se a economia se deteriorar e mais umas dezenas de milhões de chineses perderem o emprego, o regime poderá iniciar um conflito com Taiwan para desviar as atenções?
Não me surpreenderia. A crise económica agravará os problemas existentes e criará novos problemas de que nem suspeitávamos.
Não haverá situações em que o colapso seria bom? Se o actual caos económico no Irão levasse ao fim do regime dos ayatollahs?
Seria uma maravilha se Ahmadinejad desaparecesse e tivéssemos um novo governo que fosse pró-ocidental. Mas trata-se apenas de um cenário. Ahmadinejad poderá reforçar o apoio ao Hamas e ao Hezbollah, arranjar problemas no Iraque para desviar as atenções dos problemas económicos caseiros. Há provas indesmentíveis de que os iranianos estão cada vez mais próximos de desenvolver a sua capacidade nuclear. Mas Israel não o permitirá, portanto estamos em contagem decrescente para uma guerra entre Israel e o Irão. O que fará a Administração? O que me preocupa é que toda esta agitação está em formação e que os sinais dados por Washington DC são demasiado conciliatórios, tal como em relação aos russos, ao dizer-lhes que abandonaremos o sistema de defesa antimísseis em troca da cooperação russa em relação ao Irão. Ou ao Médio Oriente: se os Estados Unidos não tiverem cuidado, perderemos o controlo das principais forças ali presentes.
Que forças controlam os EUA neste momento?
Se acabarmos por assistir ao ataque de Israel contra o Irão, será por falta de acção americana e os EUA poderão perder a sua autoridade e poder sobre Israel. Também temos influência sobre outras forças regionais como a Arábia Saudita e o Egipto, que sempre confiaram no papel medianeiro de Washington na região. Poderão concluir que já não podem confiar em nós.
Estes regimes não estariam a atuar motivados pela fraqueza?
É quando os países se sentem fracos que em geral fazem as suas maiores apostas.
Qual é o seu maior medo?
É extremamente importante para os Estados Unidos e a Europa reconhecerem os perigos. São muito maiores do que em 2001. Temos de nos certificar que não caímos na divisão que caracterizou a década de 1930. Temos de evitar o apaziguamento. Temos de evitar uma configuração por defeito da paz e da conciliação no estrangeiro pelo fato de os nossos problemas económicos serem tão graves internamente. Se não estivermos preparados para lidar com esses problemas, eles vão entrar-nos porta dentro e rebentar-nos na cara.
Fonte: Expresso (nota: sublinhados meus para destaque)
A questão da gripe suína
As notícias se multiplicaram em tal ordem que é impossível escolher a melhor vertente para se acompanhar a questão. Seguem links diversos que podem ajudar na compreensão do que esteja acontecendo e, a extensão real do problema:Gripe suína mortal atinge o México e pode se espalhar
Fonte - G1
EUA dizem que não poderão conter vírus da gripe suína
Fonte - Último Segundo
Surto de gripe no México e EUA tem potencial de pandemia
Fonte - Yahoo
Situação nos EUA é de emergência, diz Governo sobre gripe suína
Fonte - BOL
Mortes por suspeita de gripe suína chegam a 103, anuncia México
Fonte - BBC
Risco de pandemia é real
Fonte - Opinião e Notícia
Um site bem interessante para esse acompanhamento é o Google Maps, que estabeleceu uma ferramenta de levantamento de casos em todo o mundo.
Obviamente, com a mesma velocidade estabelecida pela mídia para vender seu produto, começam a espocar as chamadas "teorias da conspiração" sobre as reais origens do problemas. Cabe-nos acompanhar a evolução nos próximos dias, dada a capacidade de proliferação até agora observada.
Crise levará à calamidade e pobres sofrerão mais
WASHINGTON - No encerramento do encontro anual do Fundo Monetário Internacional (FMI) e do Banco Mundial (Bird), o presidente do Bird, Robert Zoellick, fez um alerta: a crise econômica poderá se transformar numa "catástrofe humana". No comunicado final do encontro, o comitê de desenvolvimento, órgão executivo conjunto de FMI e Bird, destacou que a crise está se transformando numa "calamidade humana e de desenvolvimento", ao aumentar a pobreza. Nesse contexto, foi aprovada a proposta de triplicar os recursos do Bird para US$ 100 bilhões nos próximos três anos, dos quais US$ 55 bilhões serão para infraestrutura e US$ 12 bilhões, para agricultura, em países que não têm dinheiro para programas de recuperação de suas economias. É o que mostra reportagem do Correspondente Gilberto Scofield Jr. na edição desta segunda em O GLOBO.
Zoellick afirmou que os países em desenvolvimento estão sendo atingidos por segundas e terceiras ondas da crise e que é preciso aumentar o capital das instituições multilaterais para que a ajuda seja feita logo. O presidente do Bird defendeu também que os emergentes tenham mais voz na entidade, como vem sendo negociado no FMI:
- Ninguém sabe quanto esta crise vai durar. Nós também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento grande de que o mundo encara uma crise econômica sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais. Precisamos trabalhar para evitar esta catástrofe humana. A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os países emergentes devem ter mais influência - disse Zoellick.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Insisto em dizer que são prematuras as bravatas de alguns no sentido de que a tormenta financeira e seus reflexos deletérios na sociedade já acabou.
Zoellick afirmou que os países em desenvolvimento estão sendo atingidos por segundas e terceiras ondas da crise e que é preciso aumentar o capital das instituições multilaterais para que a ajuda seja feita logo. O presidente do Bird defendeu também que os emergentes tenham mais voz na entidade, como vem sendo negociado no FMI:
- Ninguém sabe quanto esta crise vai durar. Nós também não sabemos o ritmo de recuperação. Mas há um reconhecimento grande de que o mundo encara uma crise econômica sem precedentes e que os pobres estão sofrendo mais. Precisamos trabalhar para evitar esta catástrofe humana. A crise está mudando o mundo e o Banco Mundial precisa mudar com ela. Há amplo consenso de que os países emergentes devem ter mais influência - disse Zoellick.
Fonte - O Globo
Nota DDP: Insisto em dizer que são prematuras as bravatas de alguns no sentido de que a tormenta financeira e seus reflexos deletérios na sociedade já acabou.
História da adoração – O vínculo universal
Capítulo 04
Havia o Senhor DEUS criado Adão e Eva. Era para eles formarem um lar, e, sendo um casal, formarem uma família. DEUS instituiu a menor sociedade possível para haver felicidade, duas pessoas comprometidas uma com a outra.
Para que sejamos felizes é necessário que alguém nos faça feliz. Assim, uma única pessoa não pode ser feliz, pois ela não tem quem a quem fazer feliz, nem quem a faça feliz. Os seres sociais necessitam de outras pessoas para se comunicarem e interagirem. A felicidade depende disso, da interação entre seres inteligentes. Aliás, tudo depende da interação, nosso aprendizado, a construção de prédios, a realização de planos, tudo mesmo. Ainda mais a felicidade depende de sermos seres sociais.
E para que pudéssemos ser seres sociais, DEUS nos fez homem e mulher, ou seja, um o complemento do outro. Ele disse que a mulher era idônea ao homem, isto é, complementar, diferente, mas nem superior, nem inferior, assim, nessa complementaridade um tem oportunidade de fazer o outro feliz. É a menor sociedade imaginável, pois um só não forma uma relação social. E era para ser mesmo a menor sociedade, ou seja, a mais simples imaginável, para que fosse fácil de funcionar. Se é dessa sociedade que depende a felicidade dos seres humanos, ela precisa mesmo ser simples, para não correr risco de, por ser complexa, tornar-se difícil de ser dirigida.
A felicidade depende de uma condição, e só de uma. Essa condição é a intimidade. Para sermos seres sociais, dependemos de estar juntos, falar uns com os outros, trocar sentimentos. Estar juntos e de bem uns com os outros é intimidade.
Um casal, para ser feliz, precisa se amar, e para amar, precisa haver intimidade, isto é, estar juntos. A intimidade não é necessária o tempo todo, mas com freqüência faz bem. E há diversas intensidades de intimidade. A intimidade mais intensa entre seres humanos é quando, como disse DEUS, um casal comprometido em se amar, se torna uma só carne. É tanta a felicidade nesse momento que se produz um prazer especial, a êxtase. E, por ser uma explosão de amor, e assim quis DEUS, nessa intimidade há a capacidade de dois seres humanos se reproduzirem e gerarem outro ser humano. O amor assim intenso é capaz de produzir uma nova vida. Sim, uma nova vida para que o amor que explodiu naquele momento possa se expandir a outros seres humanos. Um homem e uma mulher amam seus filhos porque foram gerados em seus momentos de maior felicidade. Os filhos são bênçãos da felicidade.
Mas a intimidade mais íntima, a mais intensa possível a seres humanos não é quando se tornam uma só carne. A felicidade mais intensa não é quando ocorre o ato conjugal. Há um momento ainda mais potente para sermos intensamente felizes: é quando estamos juntos com o nosso Criador.
Nessa Terra não sabemos como é isso pois caídos em pecado, temos medo da presença de DEUS. Mas quando formos restaurados à condição original de antes do pecado, então teremos um tal intenso prazer com a presença de DEUS que talvez não desejemos mais nos afastar d’Ele. Quem aqui nessa Terra vive como Ele deseja, isto é, O obedece, já sabe um pouco o que é isso.
E o que DEUS providenciou para que haja essa intimidade? Ele, depois que criou tudo, em seis dias, estabeleceu o sábado. Nesse dia Ele nos pede que não façamos coisa alguma em nosso benefício pois sábado, o sétimo dia da criação, é o dia da intimidade entre DEUS e Suas criaturas. É o dia que nos dedicamos a Ele, com exclusividade. Ele quer nesse dia nos fazer tão felizes que os restantes serão um prazer por aguardar outro sábado. Esse é o sentido de ter Ele descansado, santificado e abençoado o dia de sábado. Por isso pede que também façamos o mesmo. É para sermos felizes junto com Ele, O Criador. O sentido de se viver é ser feliz. E esse é o desejo do Criador.
Fonte - Cristo Voltará
Havia o Senhor DEUS criado Adão e Eva. Era para eles formarem um lar, e, sendo um casal, formarem uma família. DEUS instituiu a menor sociedade possível para haver felicidade, duas pessoas comprometidas uma com a outra.
Para que sejamos felizes é necessário que alguém nos faça feliz. Assim, uma única pessoa não pode ser feliz, pois ela não tem quem a quem fazer feliz, nem quem a faça feliz. Os seres sociais necessitam de outras pessoas para se comunicarem e interagirem. A felicidade depende disso, da interação entre seres inteligentes. Aliás, tudo depende da interação, nosso aprendizado, a construção de prédios, a realização de planos, tudo mesmo. Ainda mais a felicidade depende de sermos seres sociais.
E para que pudéssemos ser seres sociais, DEUS nos fez homem e mulher, ou seja, um o complemento do outro. Ele disse que a mulher era idônea ao homem, isto é, complementar, diferente, mas nem superior, nem inferior, assim, nessa complementaridade um tem oportunidade de fazer o outro feliz. É a menor sociedade imaginável, pois um só não forma uma relação social. E era para ser mesmo a menor sociedade, ou seja, a mais simples imaginável, para que fosse fácil de funcionar. Se é dessa sociedade que depende a felicidade dos seres humanos, ela precisa mesmo ser simples, para não correr risco de, por ser complexa, tornar-se difícil de ser dirigida.
A felicidade depende de uma condição, e só de uma. Essa condição é a intimidade. Para sermos seres sociais, dependemos de estar juntos, falar uns com os outros, trocar sentimentos. Estar juntos e de bem uns com os outros é intimidade.
Um casal, para ser feliz, precisa se amar, e para amar, precisa haver intimidade, isto é, estar juntos. A intimidade não é necessária o tempo todo, mas com freqüência faz bem. E há diversas intensidades de intimidade. A intimidade mais intensa entre seres humanos é quando, como disse DEUS, um casal comprometido em se amar, se torna uma só carne. É tanta a felicidade nesse momento que se produz um prazer especial, a êxtase. E, por ser uma explosão de amor, e assim quis DEUS, nessa intimidade há a capacidade de dois seres humanos se reproduzirem e gerarem outro ser humano. O amor assim intenso é capaz de produzir uma nova vida. Sim, uma nova vida para que o amor que explodiu naquele momento possa se expandir a outros seres humanos. Um homem e uma mulher amam seus filhos porque foram gerados em seus momentos de maior felicidade. Os filhos são bênçãos da felicidade.
Mas a intimidade mais íntima, a mais intensa possível a seres humanos não é quando se tornam uma só carne. A felicidade mais intensa não é quando ocorre o ato conjugal. Há um momento ainda mais potente para sermos intensamente felizes: é quando estamos juntos com o nosso Criador.
Nessa Terra não sabemos como é isso pois caídos em pecado, temos medo da presença de DEUS. Mas quando formos restaurados à condição original de antes do pecado, então teremos um tal intenso prazer com a presença de DEUS que talvez não desejemos mais nos afastar d’Ele. Quem aqui nessa Terra vive como Ele deseja, isto é, O obedece, já sabe um pouco o que é isso.
E o que DEUS providenciou para que haja essa intimidade? Ele, depois que criou tudo, em seis dias, estabeleceu o sábado. Nesse dia Ele nos pede que não façamos coisa alguma em nosso benefício pois sábado, o sétimo dia da criação, é o dia da intimidade entre DEUS e Suas criaturas. É o dia que nos dedicamos a Ele, com exclusividade. Ele quer nesse dia nos fazer tão felizes que os restantes serão um prazer por aguardar outro sábado. Esse é o sentido de ter Ele descansado, santificado e abençoado o dia de sábado. Por isso pede que também façamos o mesmo. É para sermos felizes junto com Ele, O Criador. O sentido de se viver é ser feliz. E esse é o desejo do Criador.
Fonte - Cristo Voltará
sexta-feira, 24 de abril de 2009
A Europa, as crises e o domingo
Sob a alcunha de "Solidariedade - O desafio para a Europa", de 500 a 600 católicos de todo continente se encontrarão entre 8 e 11 de Outubro de 2.009 para discutirem os "Dias Sociais Católicos para a Europa", alinhados com os interesses da COMECE (Comissão das Conferências dos Bispos da Comunidade Europeia).
Parte-se da premissa que quase todos os entes europeus estão agora ligados pela União Europeia, seja porque o seu país é já um estado membro ou porque gostaria de se tornar um estado membro. Inspirado pela fé cristã, e em particular pelo ensino social da Igreja Católica, o encontro vai focalizar-se no aspecto social da natureza humana e na nossa vida partilhada em sociedade na Europa.
A primeira justificativa desta iniciativa se estabelece por conta da alegação que "hoje, oitenta anos após a quebra de o Wall Street em 1929, o mundo mais uma vez se encontra em meio a uma grave crise económica e financeira, que traz consigo o potencial de perigosas consequências sociais e políticas, incluindo a tentação de voltar ao nacionalismo e protecionismo."
Nesta linha os 26 membros, representantes de 19 países elaboraram seu manifesto dizendo que "a forma de sair desta crise e a chave para a paz residem na combinação de valores pessoais e políticos, encapsulados no termo 'solidariedade' ". O texto define como solidariedade como algo indivisível, sem qualquer exclusão ou exceção. Eis os termos:
"Ela [solidariedade] inclui todos os seres humanos, daqueles que ainda não são nascidos até aqueles que estão no final da sua vida. Inclui nossos contemporâneos e as gerações vindouras. Inclui residentes e dos migrantes. Inclui todos os países, sejam eles grandes ou pequenos."
E continua:
"Esta solidariedade deve transcender fronteiras da UE, porque 'seres humanos são cada vez mais dependente de um outro e seus destinos tão interligados'; também deveria transcender o tempo presente, dado o fato de que 'o nosso modo de vida constitui uma ameaça como nunca antes aos fundamentos naturais de existência para as gerações futuras."
Ainda de se salientar mais uma vez, que não faltou a alegação no sentido de que "nossas sociedades os mais fracos sejam protegidos e que a família como o alicerce fundamental da sociedade, construída na união entre um homem e uma mulher seja defendida e apoiada."
Logicamente o encontro terá uma dimensão ecumênica através dos seus participantes e conferencistas convidados. Serão proeminentes figuras da vida pública na Europa, incluindo as instituições europeias, além de distintos membros da hierarquia católica, todos contatados para participar do evento.
Impossível não se relembrar de manifestação recente da mesma COMECE acerca da institucionalização do domingo como dia oficial de descanso no âmbito da União Européia, como proposto ao Parlamento e que ainda não se tem notícia dos trâmites finais, o que deverá se dar até 07 de maio próximo. ("Bispos da UE deixam apelos para as Europeias")
Ainda a COMECE tomou diretiva no sentido de "Incentivar os Chefes de Estado e Governos a desempenharem um papel de liderança na luta contra as alterações climáticas" em 09/Mar/09, alegando em síntese que a questão ambiental é um desafio político e moral de toda a humanidade, direcionando-se para a reunião de Copenhagen em Dezembro próximo. O mote estabelece-se também na questão da solidariedade e, na assertiva de se aproveitar este momento como sendo uma oportunidade para um "ambicioso" acordo climático global, que não pode ser desperdiçada.
Ainda em exposição de diretrizes para as eleições européias em Junho próximo, a orientação católica para seus membros fixa dentre outros pontos, em uma Declaração, que os cristão que votarão neste certame devem esperar do Parlamento Europeu que se faça "avançar os direitos sociais dos trabalhadores oferecendo-lhes condições de trabalho que respeitem a sua saúde, segurança e dignidade." O que nos faz lembrar de forma plena A Doutrina Social da Igreja e suas correlações com o domingo, segundo a pregação romana.
Enfim, parece não haver muita dúvida que a crise econômica e crise ambiental, bem como as questões periféricas que também são levantadas nestes quadros, estão a apontar, segundo o embate de temas encampandos pela COMECE, para um único fim: através do ecumenismo e da "solidariedade", a institucionalização do domingo.
Quem ficar de fora será acusado de crimes contra os direitos humanos.
Parte-se da premissa que quase todos os entes europeus estão agora ligados pela União Europeia, seja porque o seu país é já um estado membro ou porque gostaria de se tornar um estado membro. Inspirado pela fé cristã, e em particular pelo ensino social da Igreja Católica, o encontro vai focalizar-se no aspecto social da natureza humana e na nossa vida partilhada em sociedade na Europa.
A primeira justificativa desta iniciativa se estabelece por conta da alegação que "hoje, oitenta anos após a quebra de o Wall Street em 1929, o mundo mais uma vez se encontra em meio a uma grave crise económica e financeira, que traz consigo o potencial de perigosas consequências sociais e políticas, incluindo a tentação de voltar ao nacionalismo e protecionismo."
Nesta linha os 26 membros, representantes de 19 países elaboraram seu manifesto dizendo que "a forma de sair desta crise e a chave para a paz residem na combinação de valores pessoais e políticos, encapsulados no termo 'solidariedade' ". O texto define como solidariedade como algo indivisível, sem qualquer exclusão ou exceção. Eis os termos:
"Ela [solidariedade] inclui todos os seres humanos, daqueles que ainda não são nascidos até aqueles que estão no final da sua vida. Inclui nossos contemporâneos e as gerações vindouras. Inclui residentes e dos migrantes. Inclui todos os países, sejam eles grandes ou pequenos."
E continua:
"Esta solidariedade deve transcender fronteiras da UE, porque 'seres humanos são cada vez mais dependente de um outro e seus destinos tão interligados'; também deveria transcender o tempo presente, dado o fato de que 'o nosso modo de vida constitui uma ameaça como nunca antes aos fundamentos naturais de existência para as gerações futuras."
Ainda de se salientar mais uma vez, que não faltou a alegação no sentido de que "nossas sociedades os mais fracos sejam protegidos e que a família como o alicerce fundamental da sociedade, construída na união entre um homem e uma mulher seja defendida e apoiada."
Logicamente o encontro terá uma dimensão ecumênica através dos seus participantes e conferencistas convidados. Serão proeminentes figuras da vida pública na Europa, incluindo as instituições europeias, além de distintos membros da hierarquia católica, todos contatados para participar do evento.
Impossível não se relembrar de manifestação recente da mesma COMECE acerca da institucionalização do domingo como dia oficial de descanso no âmbito da União Européia, como proposto ao Parlamento e que ainda não se tem notícia dos trâmites finais, o que deverá se dar até 07 de maio próximo. ("Bispos da UE deixam apelos para as Europeias")
Ainda a COMECE tomou diretiva no sentido de "Incentivar os Chefes de Estado e Governos a desempenharem um papel de liderança na luta contra as alterações climáticas" em 09/Mar/09, alegando em síntese que a questão ambiental é um desafio político e moral de toda a humanidade, direcionando-se para a reunião de Copenhagen em Dezembro próximo. O mote estabelece-se também na questão da solidariedade e, na assertiva de se aproveitar este momento como sendo uma oportunidade para um "ambicioso" acordo climático global, que não pode ser desperdiçada.
Ainda em exposição de diretrizes para as eleições européias em Junho próximo, a orientação católica para seus membros fixa dentre outros pontos, em uma Declaração, que os cristão que votarão neste certame devem esperar do Parlamento Europeu que se faça "avançar os direitos sociais dos trabalhadores oferecendo-lhes condições de trabalho que respeitem a sua saúde, segurança e dignidade." O que nos faz lembrar de forma plena A Doutrina Social da Igreja e suas correlações com o domingo, segundo a pregação romana.
Enfim, parece não haver muita dúvida que a crise econômica e crise ambiental, bem como as questões periféricas que também são levantadas nestes quadros, estão a apontar, segundo o embate de temas encampandos pela COMECE, para um único fim: através do ecumenismo e da "solidariedade", a institucionalização do domingo.
Quem ficar de fora será acusado de crimes contra os direitos humanos.
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A profecia em símbolos
O apóstolo Paulo, referindo-se a acontecimentos do êxodo - travessia do povo de Israel pelo deserto com destino à Canaã - afirmou: "Estas coisas lhes sobrevieram como exemplos e foram escritas para advertência nossa, de nós outros sobre quem os fins dos séculos têm chegado" (1Co 10:11). A palavra grega TYPOS traduzida por "exemplos", estabelece uma correspondência profética entre o Antigo Testamento e o Novo Testamento. Portanto, pode-se afirmar que "tipo é uma relação representativa preordenada que certas pessoas, eventos e instituições têm com pessoas, eventos e instituições correspondentes, que ocorrem numa época posterior na história da salvação" (Henry Virkler, Hermenêutica, p. 141, Editora Vida).
A tipologia pode ser considerada uma profecia através de símbolos. São pessoas, eventos ou instituições encontradas no Antigo Testamento, que prefiguram pessoas, eventos ou instituições que apareceriam a partir do Novo Testamento. A correspondência do tipo no Novo Testamento é chamada de "antítipo" (como se fosse um retrato). Não é qualquer símbolo do Antigo Testamento que tem correspondência no Novo Testamento. Há três regras para se determinar a validade dos tipos (Ibidem, p. 144):
1- Alguma semelhança notável ente o tipo e o antítipo.
2- Alguma evidência de que Deus indicou que o tipo representa a coisa tipificada.
3- Algum antítipo futuro correspondente.
Exemplos:
- Adão foi um tipo de Cristo - "Entretanto reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir" (Rm 5:14).
- A serpente levantada por Moisés tipificava a morte de Cristo na cruz: "E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna" (Jo 3:14).
- Moisés, como profeta, foi um tipo de Cristo: "O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvireis" (Dt 18:15). Jonas, ao ficar no ventre de um grande peixe, foi também um tipo de Cristo: "Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12:40).
- O cordeiro morto diariamente no sacrifício do santuário israelita era um tipo de Cristo: "No dia seguinte viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29).
O conhecimento da tipologia é importante para todo estudante das Escrituras, principalmente para aqueles empenhados em interpretar as profecias, porque o "tipo" é uma profecia em símbolo. Especialmente tipológicos são os eventos do êxodo, que tratam da peregrinação do povo de Israel pelo deserto em direção à Terra Prometida. Em particular, por ser totalmente tipológico, o serviço cerimonial do santuário instituído por Deus durante essa peregrinação deve ser alvo de estudo mais detalhado. Tanto o serviço cerimonial diário quanto as festas religiosas anuais do santuário judeu, prefiguram maravilhosamente o calendário da salvação bem como o ministério de Cristo na Terra e depois no céu.
A tipologia pode ser considerada uma profecia através de símbolos. São pessoas, eventos ou instituições encontradas no Antigo Testamento, que prefiguram pessoas, eventos ou instituições que apareceriam a partir do Novo Testamento. A correspondência do tipo no Novo Testamento é chamada de "antítipo" (como se fosse um retrato). Não é qualquer símbolo do Antigo Testamento que tem correspondência no Novo Testamento. Há três regras para se determinar a validade dos tipos (Ibidem, p. 144):
1- Alguma semelhança notável ente o tipo e o antítipo.
2- Alguma evidência de que Deus indicou que o tipo representa a coisa tipificada.
3- Algum antítipo futuro correspondente.
Exemplos:
- Adão foi um tipo de Cristo - "Entretanto reinou a morte desde Adão até Moisés, mesmo sobre aqueles que não pecaram à semelhança da transgressão de Adão, o qual prefigurava aquele que havia de vir" (Rm 5:14).
- A serpente levantada por Moisés tipificava a morte de Cristo na cruz: "E do modo por que Moisés levantou a serpente no deserto, assim importa que o Filho do homem seja levantado, para que todo o que nele crê tenha a vida eterna" (Jo 3:14).
- Moisés, como profeta, foi um tipo de Cristo: "O Senhor, teu Deus, te suscitará um profeta do meio de ti, de teus irmãos, semelhante a mim; a ele ouvireis" (Dt 18:15). Jonas, ao ficar no ventre de um grande peixe, foi também um tipo de Cristo: "Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra" (Mt 12:40).
- O cordeiro morto diariamente no sacrifício do santuário israelita era um tipo de Cristo: "No dia seguinte viu João a Jesus, que vinha para ele, e disse: Eis o Cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1:29).
O conhecimento da tipologia é importante para todo estudante das Escrituras, principalmente para aqueles empenhados em interpretar as profecias, porque o "tipo" é uma profecia em símbolo. Especialmente tipológicos são os eventos do êxodo, que tratam da peregrinação do povo de Israel pelo deserto em direção à Terra Prometida. Em particular, por ser totalmente tipológico, o serviço cerimonial do santuário instituído por Deus durante essa peregrinação deve ser alvo de estudo mais detalhado. Tanto o serviço cerimonial diário quanto as festas religiosas anuais do santuário judeu, prefiguram maravilhosamente o calendário da salvação bem como o ministério de Cristo na Terra e depois no céu.
Santa Sé e Liga Árabe assinam acordo de colaboração
Cidade do Vaticano, 23 abr (EFE).- A Santa Sé e a Liga Árabe assinaram hoje, no Palácio Apostólico, um acordo de colaboração em nível político e cultural, a favor da paz, da segurança e da estabilidade regional e internacional, informou o Vaticano.
O acordo, precisou o Vaticano, também contempla a consulta entre as duas partes em assuntos de diálogo interreligioso.
O documento foi assinado por parte da Santa Sé pelo "secretário das Relações com os Estados do Vaticano, o arcebispo Dominique Mamberti, e, pela Liga Árabe, por seu secretário-geral, Amre Moussa.
A assinatura contou com a presença do secretário de Estado vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone; do chefe da missão da Liga Árabe perante a Santa Sé, Walid al-Gargani, e dos embaixadores de países árabes credenciados no Vaticano.
O acordo, ressaltou o Vaticano, consolida os vínculos de colaboração entre a Santa Sé e a Liga Árabe e entrou em vigor hoje.
Amre Moussa será recebido amanhã pelo papa Bento XVI.
Fonte - Último Segundo
O acordo, precisou o Vaticano, também contempla a consulta entre as duas partes em assuntos de diálogo interreligioso.
O documento foi assinado por parte da Santa Sé pelo "secretário das Relações com os Estados do Vaticano, o arcebispo Dominique Mamberti, e, pela Liga Árabe, por seu secretário-geral, Amre Moussa.
A assinatura contou com a presença do secretário de Estado vaticano, o cardeal Tarcisio Bertone; do chefe da missão da Liga Árabe perante a Santa Sé, Walid al-Gargani, e dos embaixadores de países árabes credenciados no Vaticano.
O acordo, ressaltou o Vaticano, consolida os vínculos de colaboração entre a Santa Sé e a Liga Árabe e entrou em vigor hoje.
Amre Moussa será recebido amanhã pelo papa Bento XVI.
Fonte - Último Segundo
G-8 admite que está perto de perder a luta contra a fome
O G-8 admitiu pela primeira vez que a comunidade internacional está a caminho de perder a luta contra a fome e as metas da ONU de reduzir pela metade o número de famintos no mundo até 2015 não devem ser cumpridas. Mesmo assim, a reunião ministerial do G-8 (grupo de países industrializados) fracassou em criar medidas concretas para a agricultura mundial. O encontro se limitou a pedir novos estudos para avaliar o impacto de propostas como a criação de um estoque global de cereais.
As recomendações ao encontro feitas pelos emergentes, entre eles o Brasil, nem sequer foram incluídas na declaração final. Por essa razão, entidades internacionais criticaram o encontro, afirmando que serviu apenas para "admitir o fracasso total" dos países ricos em dar uma resposta à fome no mundo.
A reunião, que ocorreu de sábado até ontem, tinha uma agenda ambiciosa: apresentar uma nova estratégia mundial para o campo e para os mais de 1 bilhão de famintos. Para isso, o G-8 convidou vários países emergentes ao encontro em Treviso, na Itália. Mas, como o Estado antecipou ontem, todo o esforço quase se transformou em um fiasco. O G-8 não aceitou fechar uma declaração conjunta entre emergentes e países ricos.
...
Fonte - Estadão
As recomendações ao encontro feitas pelos emergentes, entre eles o Brasil, nem sequer foram incluídas na declaração final. Por essa razão, entidades internacionais criticaram o encontro, afirmando que serviu apenas para "admitir o fracasso total" dos países ricos em dar uma resposta à fome no mundo.
A reunião, que ocorreu de sábado até ontem, tinha uma agenda ambiciosa: apresentar uma nova estratégia mundial para o campo e para os mais de 1 bilhão de famintos. Para isso, o G-8 convidou vários países emergentes ao encontro em Treviso, na Itália. Mas, como o Estado antecipou ontem, todo o esforço quase se transformou em um fiasco. O G-8 não aceitou fechar uma declaração conjunta entre emergentes e países ricos.
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Fonte - Estadão
Desastres naturais afetarão 375 mi por ano em 2015
O número de pessoas afetadas por desastres naturais deve aumentar em mais de 50% até 2015 e atingir a média de 375 milhões de pessoas por ano, segundo a organização não-governamental britânica Oxfam.
Os dados fazem parte do relatório Direito a sobreviver, divulgado nesta terça-feira. A Oxfam, que combate a pobreza, usou dados do centro de pesquisa belga CRED, que há trinta anos coleta estatísticas sobre o impacto de catástrofes naturais no mundo, como secas e enchentes.
Os números do CRED mostram que, entre 1998 e 2007, cerca de 243 milhões de pessoas por ano foram afetadas por catástrofes naturais. Os dados indicam um progressivo aumento na incidência desse tipo de problema.
Segundo a Oxfam, a média anual de 375 milhões de pessoas atingidas por desastres naturais até 2015 foi obtida com base em projeções do aumento da população e da incidência de catástrofes naturais entre 1998 e 2007.
...
Fonte - G1
Os dados fazem parte do relatório Direito a sobreviver, divulgado nesta terça-feira. A Oxfam, que combate a pobreza, usou dados do centro de pesquisa belga CRED, que há trinta anos coleta estatísticas sobre o impacto de catástrofes naturais no mundo, como secas e enchentes.
Os números do CRED mostram que, entre 1998 e 2007, cerca de 243 milhões de pessoas por ano foram afetadas por catástrofes naturais. Os dados indicam um progressivo aumento na incidência desse tipo de problema.
Segundo a Oxfam, a média anual de 375 milhões de pessoas atingidas por desastres naturais até 2015 foi obtida com base em projeções do aumento da população e da incidência de catástrofes naturais entre 1998 e 2007.
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Fonte - G1
Estados Unidos e a tortura
Barack Obama anunciou que a CIA valeu-se de técnicas comparáveis à tortura em interrogatórios de suspeitos de terrorismo. Isso foi durante o governo de G. W. Bush. Ele surpreendeu quando disse que esses agentes não serão processados. Pelo contrário, disse mais, que esses agentes dessa forma estão protegendo o povo americano de terroristas.
Quando os fins justificam os meios, a tortura fica liberada. E quanto piores forem as condições de crise no planeta, mais ainda a tortura será um instrumento para fazer com que pessoas confessem, muitas vezes o que não fizeram. Assim foi na Idade Média.
EUA preparando-se para reedificar a primeira besta. (BBC)
Fonte - Cristo Voltará
Quando os fins justificam os meios, a tortura fica liberada. E quanto piores forem as condições de crise no planeta, mais ainda a tortura será um instrumento para fazer com que pessoas confessem, muitas vezes o que não fizeram. Assim foi na Idade Média.
EUA preparando-se para reedificar a primeira besta. (BBC)
Fonte - Cristo Voltará
quinta-feira, 23 de abril de 2009
BXVI alerta sobre intrepretações particulares da Bíblia
CIDADE DO VATICANO, 23 ABR (ANSA)-O papa Bento XVI afirmou hoje que os estudiosos católicos não podem interpretar a Bíblia de uma maneira independente, nem de um ponto de vista científico ou individual, prescindindo da fé e da doutrina da Igreja de Roma.
'A interpretação das sacras escrituras não pode ser somente um esforço científico individual, mas deve ser sempre confrontada, inserida e autenticada nas tradições viventes da Igreja', disse Bento XVI durante um encontro com membros da Pontifícia Comissão Bíblica.
Segundo o Pontífice 'esta norma é decisiva para manter a correta e recíproca relação entre a exegese (interpretação de escrituras bíblicas) e o magistério da Igreja'. O papa explicou que os intérpretes católicos devem estar atentos para perceber a palavra de Deus nos textos bíblicos, sendo que a falta deste 'imprescindível ponto de referência faz a procura exegética ficar incompleta, perdendo de vista a sua finalidade principal, correndo o risco de se tornar um mero exercício intelectual'.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Em outras palavras, a Bíblia somente naquilo que não contraria a tradição estabelecida pela igreja oficial.
'A interpretação das sacras escrituras não pode ser somente um esforço científico individual, mas deve ser sempre confrontada, inserida e autenticada nas tradições viventes da Igreja', disse Bento XVI durante um encontro com membros da Pontifícia Comissão Bíblica.
Segundo o Pontífice 'esta norma é decisiva para manter a correta e recíproca relação entre a exegese (interpretação de escrituras bíblicas) e o magistério da Igreja'. O papa explicou que os intérpretes católicos devem estar atentos para perceber a palavra de Deus nos textos bíblicos, sendo que a falta deste 'imprescindível ponto de referência faz a procura exegética ficar incompleta, perdendo de vista a sua finalidade principal, correndo o risco de se tornar um mero exercício intelectual'.
Fonte - ANSA
Nota DDP: Em outras palavras, a Bíblia somente naquilo que não contraria a tradição estabelecida pela igreja oficial.
Terceira encíclica de Bento XVI sairá em 29 de junho
Cidade do Vaticano, 23 abr (EFE).- A terceira encíclica de Bento XVI, que será sobre assuntos sociais, a terceira de seu Pontificado, será apresentada em 29 de junho, disse hoje o presidente do Conselho Pontifício Justiça e Paz, o cardeal Renato Raffaele Martino.
"Acho e prevejo que será em 29 de junho, festividade de São Pedro e São Paulo, a data definitiva" para a publicação do documento pontifício, disse Martino durante um congresso sobre globalização na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma.
A encíclica "Caritas in veritate" será dividida, segundo fontes vaticanas, em quatro capítulos e em sua parte inicial lembrará as encíclicas "Populorum Progressio" (1967) de Paulo VI e "Sollicitudo rei socialis" (1988) de João Paulo II.
Segundo as fontes vaticanas citadas pela imprensa, no documento, Bento XVI analisará as mudanças sociais registradas no mundo desde a encíclica de Paulo VI e a globalização.
O papa manifestará a necessidade de potencializar um humanismo que concilie o desenvolvimento social e econômico com o respeito ao ser humano, e que reduza as excessivas diferenças entre ricos e pobres.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Encíclicas sociais costumam trazer cargas de mundança para o mundo político, será interessante estudar tal documento.
"Acho e prevejo que será em 29 de junho, festividade de São Pedro e São Paulo, a data definitiva" para a publicação do documento pontifício, disse Martino durante um congresso sobre globalização na Universidade Pontifícia Gregoriana de Roma.
A encíclica "Caritas in veritate" será dividida, segundo fontes vaticanas, em quatro capítulos e em sua parte inicial lembrará as encíclicas "Populorum Progressio" (1967) de Paulo VI e "Sollicitudo rei socialis" (1988) de João Paulo II.
Segundo as fontes vaticanas citadas pela imprensa, no documento, Bento XVI analisará as mudanças sociais registradas no mundo desde a encíclica de Paulo VI e a globalização.
O papa manifestará a necessidade de potencializar um humanismo que concilie o desenvolvimento social e econômico com o respeito ao ser humano, e que reduza as excessivas diferenças entre ricos e pobres.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Encíclicas sociais costumam trazer cargas de mundança para o mundo político, será interessante estudar tal documento.
A crise acabou?
Tenho notado o descompasso da grande mídia em noticiar as causas e os efeitos da grande crise econômica que o mundo está a viver, o Brasil no meio (veja-se meu artigo anterior). E o Brasil não é uma abstração genérica, somos nós todos, pessoas de carne e osso que precisam tomar decisões práticas todos os dias, de curto, médio e longo prazos. Percebe-se que os diretores de redação dos jornais, que escolhem as noticias e as manchetes, e os editorialistas que as comentam, hesitam entre a verdade dos fatos e a mentira pura e simples, suprimindo o real para dar lugar a um dourado mundo de sonho em que a crise ou não existe ou já está superada. A marolinha do Lula é como se fosse um fato na cabeça dos fabricantes de notícias.
Como os jornais são os formadores de opinião e os portadores dos fatos, a partir dos quais a pessoas formulam seus juízos para tocar sua vida prática, uma mentira noticiada ou uma meia verdade pode levar toda a gente e fazer coisas equívocas, com prejuízos certos para sua existência. E não apenas prejuízos financeiros, pois há também e sobretudo a dimensão política da mentira. Mais do que nunca o imperativo moral de compromisso com a verdade está posto diante dos profissionais do jornalismo.
Casar agora ou depois? Começar agora um novo empreendimento ou adiar o investimento? Endividar-se para mobiliar a casa? Matricular o filho na escola boa, cara pela hora da morte, ou economizar dinheiro para atravessar o mar revolto da crise? Comprar um carro parcelado em 80 prestações ou aliviar o orçamento doméstico de uma dívida cara e estúpida? Veja-se que a solução de todos esses dilemas do cotidiano depende das notícias corretas da mídia, não de boas notícias eventualmente fabricadas para enganar os desavisados.
No último dia 14 Lula verbalizou isso ao declarar que “50% da crise é um pouco de pânico”. A coisa se encaixou e o fenômeno clareou diafanamente diante dos meus olhos. Há uma orquestração governamental para eliminar a parte da crise supostamente fabricada pela mente opaca das gentes tomadas de pânico, um suposto magote de imbecis. Se os fatos estão errados e a crise é criada em boa parte desde dentro da cachola dos viventes, então basta uma ajudazinha dos jornais para eliminar a desdita. O negócio dos jornais a soldo do governo é agora espantar a crise pela fabricação de manchetes, no que não se fizeram de rogados. Crise ou ilusão de crise? Eis a questão a responder.
Vim aqui comentar o Estadão deste domigo. Vejo que seus editores agora, depois das alfinetadas do MSM sobre seu conteúdo, têm sido mais cuidadosos no trato com a mentira jornalística e no viés petista de sua linha editorial. O tiro e a queda, pode-se dizer. Mas ordens são ordens e o vetusto jornal paulista tem que entregar a sua parte no trato com o governo. Daí que a edição de hoje só faltou proclamar a prosperidade e o bem-estar geral e a supressão geral e irrestrita da crise mundial.
Manchete principal: “Investidor externo faz Bovespa liderar ganhos”. Grande notícia, realmente, se não for vista em contexto e se nos esquecermos de outros fatos mais notavelmente relevantes, que mereceriam o lugar de honra do destaque e foram deixados de lado. Essa suposta boa noticia veio acompanhada da explicação de que esse é um episódio passageiro e volátil e de escasso impacto na vida econômica da nação. Se assim é, porque o destaque inusitado? Um leitor desatento poderá concluir que está tudo normal e que está portanto autorizado a tomar as decisões supondo que nos próximos meses teremos a repetição da normalidade dos últimos anos. A crise internacional clama a todos os ouvidos sensatos que isso é impossível de acontecer, todavia.
Se passarmos ao Caderno de Economia, então as trombetas da prosperidade ressoam em sons mais altos. Repete-se a manchete da capa principal em letras garrafais, secundada por outra que lhe complementa, na página 3: “Câmbio já favorece planejamento”. Não é maravilhoso vivermos em um mundo passível de ser planejado, ou seja, em que podemos tomar decisões descuidados do futuro crítico (aqui, no sentido de mergulhado na crise) que nos aguarda? Veja, caro leitor, que essa manchete da página três é uma falsa notícia enxertada como tal, é uma mera opinião envelopada como um fato da realidade. Uma falsificação teleológica, soporífera.
Na página 8 mais uma dose cavalar de otimismo: “Empresas já pensam no pós-crise”. Quem lê desatento acha que a marolinha já foi superada e você, caro leitor, deve se portar como se os tempos de prosperidade estivessem voltando.
Claro que os fatos reais têm uma inércia e não podem ser recusados, daí ver-se matérias relatando a enorme queda de receitas dos impostos (isso é crise?), que o retorno do Real forte preocupa o governo (leia-se: a depreciação do dólar, fenômeno de rara gravidade) e que as construtoras têm um enorme estoque de imóveis a comercializar, estando a fazer liquidações.
Será crise? A leitura do Caderno de Economia é inconclusiva, mas os destaques induzem que a crise foi superada. Digo-lhe, caro leitor, sem medo de errar: é mentira. Não acredite em tudo que ler no Estadão.
Fonte - Mídia sem Máscara
Como os jornais são os formadores de opinião e os portadores dos fatos, a partir dos quais a pessoas formulam seus juízos para tocar sua vida prática, uma mentira noticiada ou uma meia verdade pode levar toda a gente e fazer coisas equívocas, com prejuízos certos para sua existência. E não apenas prejuízos financeiros, pois há também e sobretudo a dimensão política da mentira. Mais do que nunca o imperativo moral de compromisso com a verdade está posto diante dos profissionais do jornalismo.
Casar agora ou depois? Começar agora um novo empreendimento ou adiar o investimento? Endividar-se para mobiliar a casa? Matricular o filho na escola boa, cara pela hora da morte, ou economizar dinheiro para atravessar o mar revolto da crise? Comprar um carro parcelado em 80 prestações ou aliviar o orçamento doméstico de uma dívida cara e estúpida? Veja-se que a solução de todos esses dilemas do cotidiano depende das notícias corretas da mídia, não de boas notícias eventualmente fabricadas para enganar os desavisados.
No último dia 14 Lula verbalizou isso ao declarar que “50% da crise é um pouco de pânico”. A coisa se encaixou e o fenômeno clareou diafanamente diante dos meus olhos. Há uma orquestração governamental para eliminar a parte da crise supostamente fabricada pela mente opaca das gentes tomadas de pânico, um suposto magote de imbecis. Se os fatos estão errados e a crise é criada em boa parte desde dentro da cachola dos viventes, então basta uma ajudazinha dos jornais para eliminar a desdita. O negócio dos jornais a soldo do governo é agora espantar a crise pela fabricação de manchetes, no que não se fizeram de rogados. Crise ou ilusão de crise? Eis a questão a responder.
Vim aqui comentar o Estadão deste domigo. Vejo que seus editores agora, depois das alfinetadas do MSM sobre seu conteúdo, têm sido mais cuidadosos no trato com a mentira jornalística e no viés petista de sua linha editorial. O tiro e a queda, pode-se dizer. Mas ordens são ordens e o vetusto jornal paulista tem que entregar a sua parte no trato com o governo. Daí que a edição de hoje só faltou proclamar a prosperidade e o bem-estar geral e a supressão geral e irrestrita da crise mundial.
Manchete principal: “Investidor externo faz Bovespa liderar ganhos”. Grande notícia, realmente, se não for vista em contexto e se nos esquecermos de outros fatos mais notavelmente relevantes, que mereceriam o lugar de honra do destaque e foram deixados de lado. Essa suposta boa noticia veio acompanhada da explicação de que esse é um episódio passageiro e volátil e de escasso impacto na vida econômica da nação. Se assim é, porque o destaque inusitado? Um leitor desatento poderá concluir que está tudo normal e que está portanto autorizado a tomar as decisões supondo que nos próximos meses teremos a repetição da normalidade dos últimos anos. A crise internacional clama a todos os ouvidos sensatos que isso é impossível de acontecer, todavia.
Se passarmos ao Caderno de Economia, então as trombetas da prosperidade ressoam em sons mais altos. Repete-se a manchete da capa principal em letras garrafais, secundada por outra que lhe complementa, na página 3: “Câmbio já favorece planejamento”. Não é maravilhoso vivermos em um mundo passível de ser planejado, ou seja, em que podemos tomar decisões descuidados do futuro crítico (aqui, no sentido de mergulhado na crise) que nos aguarda? Veja, caro leitor, que essa manchete da página três é uma falsa notícia enxertada como tal, é uma mera opinião envelopada como um fato da realidade. Uma falsificação teleológica, soporífera.
Na página 8 mais uma dose cavalar de otimismo: “Empresas já pensam no pós-crise”. Quem lê desatento acha que a marolinha já foi superada e você, caro leitor, deve se portar como se os tempos de prosperidade estivessem voltando.
Claro que os fatos reais têm uma inércia e não podem ser recusados, daí ver-se matérias relatando a enorme queda de receitas dos impostos (isso é crise?), que o retorno do Real forte preocupa o governo (leia-se: a depreciação do dólar, fenômeno de rara gravidade) e que as construtoras têm um enorme estoque de imóveis a comercializar, estando a fazer liquidações.
Será crise? A leitura do Caderno de Economia é inconclusiva, mas os destaques induzem que a crise foi superada. Digo-lhe, caro leitor, sem medo de errar: é mentira. Não acredite em tudo que ler no Estadão.
Fonte - Mídia sem Máscara
Dia da Terra: ecologia chegou ao Vaticano
Assinala-se hoje o Dia da Terra, criado em 1970, com iniciativas em centenas de países destinados a chamar a atenção para a importância da preservação do ambiente.
...
Do Papa e dos seus colaboradores têm chegado diversos apelos em favor de uma economia sustentável e respeitadora do ambiente, em defesa do acesso universal à água como um direito humano e mesmo na promoção de um turismo mais ecológico.
O recente Compêndio da Doutrina Social da Igreja apresenta uma série de números dedicados a este tema. No ponto 481 pode ler-se que “os actuais problemas ecológicos, de carácter planetário, apenas podem ser eficazmente enfrentados através de uma cooperação internacional capaz de garantir uma maior coordenação do uso dos recursos da terra”.
Mais à frente, é referido que “os graves problemas ecológicos exigem uma efectiva mudança de mentalidade que induza a adoptar novos estilos de vida”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Seguindo a lógica do raciocínio aplicado, há de ser considerado que a "adoção de novos estilos de vida" encontra-se ligado ao ponto 486 do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, que dentre outras coisas afirma: É necessário sair da lógica do mero consumo e promover formas de produção agrícola e industrial que respeitem a ordem da criação e satisfaçam as necessidades primárias de todos.
Estilo de vida, produção, criação. Carta "Dies Domini":
Graças ao descanso dominical, as preocupações e afazeres quotidianos podem reencontrar a sua justa dimensão: as coisas materiais, pelas quais nos afadigamos, dão lugar aos valores do espírito; as pessoas com quem vivemos, recuperam, no encontro e diálogo mais tranquilo, a sua verdadeira fisionomia. As próprias belezas da natureza — frequentemente malbaratadas por uma lógica de domínio, que se volta contra o homem — podem ser profundamente descobertas e apreciadas.
Interessante como sempre há interligação entre os temas.
...
Do Papa e dos seus colaboradores têm chegado diversos apelos em favor de uma economia sustentável e respeitadora do ambiente, em defesa do acesso universal à água como um direito humano e mesmo na promoção de um turismo mais ecológico.
O recente Compêndio da Doutrina Social da Igreja apresenta uma série de números dedicados a este tema. No ponto 481 pode ler-se que “os actuais problemas ecológicos, de carácter planetário, apenas podem ser eficazmente enfrentados através de uma cooperação internacional capaz de garantir uma maior coordenação do uso dos recursos da terra”.
Mais à frente, é referido que “os graves problemas ecológicos exigem uma efectiva mudança de mentalidade que induza a adoptar novos estilos de vida”.
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Seguindo a lógica do raciocínio aplicado, há de ser considerado que a "adoção de novos estilos de vida" encontra-se ligado ao ponto 486 do Compêndio da Doutrina Social da Igreja, que dentre outras coisas afirma: É necessário sair da lógica do mero consumo e promover formas de produção agrícola e industrial que respeitem a ordem da criação e satisfaçam as necessidades primárias de todos.
Estilo de vida, produção, criação. Carta "Dies Domini":
Graças ao descanso dominical, as preocupações e afazeres quotidianos podem reencontrar a sua justa dimensão: as coisas materiais, pelas quais nos afadigamos, dão lugar aos valores do espírito; as pessoas com quem vivemos, recuperam, no encontro e diálogo mais tranquilo, a sua verdadeira fisionomia. As próprias belezas da natureza — frequentemente malbaratadas por uma lógica de domínio, que se volta contra o homem — podem ser profundamente descobertas e apreciadas.
Interessante como sempre há interligação entre os temas.
O Vaticano, a crise e a moral
O Papa explicou nesta quarta-feira, durante a audiência geral com os peregrinos reunidos na Praça de São Pedro, que a atual crise econômica mundial «nasceu da raiz da cobiça».
O Papa quis mostrar assim a atualidade da mensagem do monge e escritor cristão Ambrósio Autpert, que viveu no século VIII e que escreveu um tratado sobre a cobiça, no qual mostra que esta é a base dos vícios que combatem na alma humana.
...
Baseando-se em sua obra principal, o comentário ao Apocalipse, Bento XVI explicou que Ambrósio Autpert «não se interessa tanto pela segunda vinda de Cristo ao final dos tempos, mas às consequências que se derivam de sua primeira vinda para a Igreja do presente, a encarnação no seio da Virgem Maria».
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Fonte - Zenit
A Comissão Bíblica Pontifícia, que inclui o português Pe. Francolino Gonçalves, está reunida desde Segunda-feira no Vaticano para a sua assembleia anual, em volta do tema “Inspiração e verdade na Bíblia”.
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A Comissão trabalha na publicação, em vários idiomas, de um documento sobre a relação entre a Bíblia e os actos morais, tema que ocupou as reflexões do último quinquénio.
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“Hoje apresentam-se muitos problemas morais desconhecidos para os autores bíblicos – explica o Pe. Stock -. Isso propõe a pergunta se a Bíblia tem algo a oferecer para solucioná-los, ainda que não se possam encontrar nela respostas pré-fabricadas.»
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Existem os aspectos "desconhecidos" e os conhecidos. Entre os conhecidos, a cobiça. Daí porque o título utilizado na matéria da Ecclesia seja sugestivo: "Bíblia como guia moral para hoje".
Utilizando um pouco de silogismo, o Vaticano propõe como solução da crise financeira, que inúmeras vezes já foi tratada como de fundo moral, a Bíblia, o que a princípio não merece reparos. Ocorre que nos aspectos conhecidos é citada a cobiça, premissa constante da segunda tábua da Lei, que para Roma foi inclusive subdividido em dois preceitos, uma vez suprimido o mandamento acerca das imagens.
Em sentido estrito o que está em voga são os mandamentos. E entre eles, sempre o domingo, um dos dois objetivos declarados deste pontificado, lembrando que o outro é o ecumenismo.
O Papa quis mostrar assim a atualidade da mensagem do monge e escritor cristão Ambrósio Autpert, que viveu no século VIII e que escreveu um tratado sobre a cobiça, no qual mostra que esta é a base dos vícios que combatem na alma humana.
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Baseando-se em sua obra principal, o comentário ao Apocalipse, Bento XVI explicou que Ambrósio Autpert «não se interessa tanto pela segunda vinda de Cristo ao final dos tempos, mas às consequências que se derivam de sua primeira vinda para a Igreja do presente, a encarnação no seio da Virgem Maria».
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Fonte - Zenit
A Comissão Bíblica Pontifícia, que inclui o português Pe. Francolino Gonçalves, está reunida desde Segunda-feira no Vaticano para a sua assembleia anual, em volta do tema “Inspiração e verdade na Bíblia”.
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A Comissão trabalha na publicação, em vários idiomas, de um documento sobre a relação entre a Bíblia e os actos morais, tema que ocupou as reflexões do último quinquénio.
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“Hoje apresentam-se muitos problemas morais desconhecidos para os autores bíblicos – explica o Pe. Stock -. Isso propõe a pergunta se a Bíblia tem algo a oferecer para solucioná-los, ainda que não se possam encontrar nela respostas pré-fabricadas.»
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Existem os aspectos "desconhecidos" e os conhecidos. Entre os conhecidos, a cobiça. Daí porque o título utilizado na matéria da Ecclesia seja sugestivo: "Bíblia como guia moral para hoje".
Utilizando um pouco de silogismo, o Vaticano propõe como solução da crise financeira, que inúmeras vezes já foi tratada como de fundo moral, a Bíblia, o que a princípio não merece reparos. Ocorre que nos aspectos conhecidos é citada a cobiça, premissa constante da segunda tábua da Lei, que para Roma foi inclusive subdividido em dois preceitos, uma vez suprimido o mandamento acerca das imagens.
Em sentido estrito o que está em voga são os mandamentos. E entre eles, sempre o domingo, um dos dois objetivos declarados deste pontificado, lembrando que o outro é o ecumenismo.
ONU pede que G8 seja mais atuante no combate à mudança climática
SIRACUSA, Itália (Reuters) - Os Estados Unidos e outros países ricos precisam ser mais atuantes para ajudar a fechar um acordo histórico sobre mudança climática este ano, disse uma importante autoridade da Organização das Nações Unidas (ONU) em um encontro de ministros do Meio Ambiente.
A reunião de três dias dos países do Grupo dos Oito e das principais economias em desenvolvimento, inaugurada nesta quarta-feira na Sicília, tem sido saudada como o ponto de partida para um acordo sobre mudança climática patrocinado pela ONU, previsto para ser aprovado em dezembro em Copenhague.
Todos os olhos se voltaram para a delegação norte-americana, uma vez que o presidente Barack Obama prometeu reduzir as emissões de gases-estufa dos EUA para os níveis de 1990 até 2020, injetando ânimo às negociações de Copenhague. Seu antecessor, George W. Bush, rejeito o Protocolo de Kyoto, que será substituído pelo novo acordo deste ano.
"Não é suficiente e os EUA precisam fazer mais," disse à Reuters Yvo de Boer, a principal autoridade da ONU para mudança climática.
"Sem a liderança dos países do G8, não haverá uma resposta internacional à mudança climática. Esse encontro precisa mostrar o caminho."
Cientistas dizem que os países industrializados como um todo precisam reduzir as emissões de carbono para entre 24 e 40 por cento dos níveis de 1990 a fim de evitar um impacto severo da mudança climática.
De Boer afirmou que existe vontade política para fechar um acordo em Copenhague e que a crise econômica dá a chance de promover a tecnologia verde como parte dos pacotes de estímulo -- algo que países em desenvolvimento como China e Coréia fizeram, segundo ele.
O encontro do G8, inaugurado no Dia da Terra, reuniu pela primeira vez nove economias em desenvolvimento, incluindo Brasil, Índia e China, num esforço para pressionar por um consenso mundial.
De Boer pediu que a conferência aprove um pacto de cooperação tecnológica entre os membros do G8 e países em desenvolvimento. Ele disse que se encontraria com autoridades de países industrializados a fim de pressionar por dinheiro para ajudar a financiar a mudança tecnológica do mundo em desenvolvimento, uma das principais demandas dos países mais pobres do mundo.
Fonte - Reuters
Nota DDP: Leia também "Mudanças climáticas: questão de segurança nacional para os EUA".
[Colaboração - Fernando Machado]
A reunião de três dias dos países do Grupo dos Oito e das principais economias em desenvolvimento, inaugurada nesta quarta-feira na Sicília, tem sido saudada como o ponto de partida para um acordo sobre mudança climática patrocinado pela ONU, previsto para ser aprovado em dezembro em Copenhague.
Todos os olhos se voltaram para a delegação norte-americana, uma vez que o presidente Barack Obama prometeu reduzir as emissões de gases-estufa dos EUA para os níveis de 1990 até 2020, injetando ânimo às negociações de Copenhague. Seu antecessor, George W. Bush, rejeito o Protocolo de Kyoto, que será substituído pelo novo acordo deste ano.
"Não é suficiente e os EUA precisam fazer mais," disse à Reuters Yvo de Boer, a principal autoridade da ONU para mudança climática.
"Sem a liderança dos países do G8, não haverá uma resposta internacional à mudança climática. Esse encontro precisa mostrar o caminho."
Cientistas dizem que os países industrializados como um todo precisam reduzir as emissões de carbono para entre 24 e 40 por cento dos níveis de 1990 a fim de evitar um impacto severo da mudança climática.
De Boer afirmou que existe vontade política para fechar um acordo em Copenhague e que a crise econômica dá a chance de promover a tecnologia verde como parte dos pacotes de estímulo -- algo que países em desenvolvimento como China e Coréia fizeram, segundo ele.
O encontro do G8, inaugurado no Dia da Terra, reuniu pela primeira vez nove economias em desenvolvimento, incluindo Brasil, Índia e China, num esforço para pressionar por um consenso mundial.
De Boer pediu que a conferência aprove um pacto de cooperação tecnológica entre os membros do G8 e países em desenvolvimento. Ele disse que se encontraria com autoridades de países industrializados a fim de pressionar por dinheiro para ajudar a financiar a mudança tecnológica do mundo em desenvolvimento, uma das principais demandas dos países mais pobres do mundo.
Fonte - Reuters
Nota DDP: Leia também "Mudanças climáticas: questão de segurança nacional para os EUA".
[Colaboração - Fernando Machado]
Mudança climática causará mais desastres naturais
Pequim, 23 abr (EFE).- Um funcionário de alto escalão das Nações Unidas assinalou em Pequim que a mudança climática vai gerar mais desastres naturais, e por isso pediu mais cooperação internacional neste âmbito, durante o Dia Mundial da Terra.
"A mudança climática vai produzir cada vez mais e mais intensos desastres, por isso precisamos trabalhar juntos como um sistema internacional para reduzir o efeito destes desastres antes que eles aconteçam", afirmou John Holmes, subsecretário-geral da ONU para assuntos humanitários e coordenador de ajuda de emergência.
Citado pela agência oficial de notícias "Xinhua", Holmes assinalou em Pequim, aonde chegou na segunda-feira passada a convite do Ministério de Comércio, que espera que a China se envolvesse mais em projetos humanitários multilaterais.
Neste sentido, lembrou a "grande resposta da comunidade internacional no terremoto de Sichuan", que está a ponto de completar um ano.
"Da mesma forma, a China pode ajudar outros países quando estes sofrem problemas", recomendou Holmes, que reconheceu o trabalho e eficácia do Governo chinês na resposta a este desastre e nos trabalhos de reconstrução da região devastada.
Fonte - Yahoo
"A mudança climática vai produzir cada vez mais e mais intensos desastres, por isso precisamos trabalhar juntos como um sistema internacional para reduzir o efeito destes desastres antes que eles aconteçam", afirmou John Holmes, subsecretário-geral da ONU para assuntos humanitários e coordenador de ajuda de emergência.
Citado pela agência oficial de notícias "Xinhua", Holmes assinalou em Pequim, aonde chegou na segunda-feira passada a convite do Ministério de Comércio, que espera que a China se envolvesse mais em projetos humanitários multilaterais.
Neste sentido, lembrou a "grande resposta da comunidade internacional no terremoto de Sichuan", que está a ponto de completar um ano.
"Da mesma forma, a China pode ajudar outros países quando estes sofrem problemas", recomendou Holmes, que reconheceu o trabalho e eficácia do Governo chinês na resposta a este desastre e nos trabalhos de reconstrução da região devastada.
Fonte - Yahoo
Terremotos e desastres naturais
Desde el 5 de marzo, fecha en la que publicamos en este blog el último listado de terremotos recogidos por diferentes medios de comunicación, han sucedido nuevas desgracias, entre otras, la del terremoto del centro de Italia con más de 290 víctimas mortales. Antes de hacer un nuevo balance y registro de los movimientos sísmicos más destacados en el último mes, quisiera destacar los titulares más recientes:
"Los desastres naturales se han cuadruplicado en los últimos años" (Fuente: Diario ADN).
Hace unos 20 años atrás, se producían una media de 120 desastres naturales al año en todo el mundo. Actualmente se superan los 500 desastres naturales al año, con unos 254 millones de personas afectadas al año. Según Intermón Oxfam, se prevé que para el año 2015 la cifra anual de afectados por desastres naturales derivados del cambio climático supere los 375 millones de personas.
"Oxfam Internacional acaba de hacer público un estudio que estima que, para 2015, el número de personas afectadas por fenómenos meteorológicos extremos vinculados con el cambio climático podría alcanzar la cifra de 375 millones de personas al año. Desde 1980 se ha doblado el número de afectados por inundaciones, sequías, olas de calor, incendios forestales, tormentas y deslizamientos de tierra. Dentro de 7 años, se espera que aumente un 54%. Por ello, las organizaciones de emergencia podrían verse superadas para garantizar “el derecho a sobrevivir”.
Desde el decenio de 1980, la media de personas afectadas por desastres relacionados con el clima ha aumentado de 121 millones a 243 millones al año. Las grandes inundaciones se han cuadruplicado, siendo los años 2007-2008 tal vez los más catastróficos para 23 países africanos y 11 países de Asia, con fuertes lluvias cebándose sobre la mayor parte de Centroamérica, huracanes haciendo estragos en el Caribe y ciclones devastando grandes áreas de Birmania y Bangladesh." (Fuente: EcologíaBlog).
Regresando a los terremotos más recientes, este es el registro:
11 de marzo de 2009:
- Terremoto en Costa Rica de 6,3 grados con 23 muertos, 7 desaparecidos y pérdidas por 100 millones de US$ (AFP).
17 marzo de 2009:
- Terremoto en Sulawesi de 6.4 grados (Radio Angulo).
19 marzo de 2009:
- Terremoto de 7,7 grados al sur de Tonga provocando la erupción de un volcán submarino y alerta de tsunami (Milenio.com).
- Terremoto de 5,1 grados en Sulawesi (Xinhua).
22 de marzo de 2009:
- Terremoto de 5,7 grados en Nueva Zelanda (Xinhua).
25 marzo de 2009:
- Terremoto de 6,0 grados en Papúa Nueva Guinea (People Daily).
31 marzo de 2009:
- Terremoto de 5 grados en Nicaragua (Terra).
4 de abril de 2009:
- Terremoto en Sulawesi de 6,5 grados (Xinhua).
9 de abril de 2009:
- Terremoto de 5,8 grados en el centro de Italia (L'Aquila) con más de 290 muertos y 100.000 personas sin vivienda (20Minutos).
Todas estos trágicos sucesos que van en aumento geométrico, son anuncio de un envejecimiento de nuestro mundo. Para terminar esta entrada, quiero dejar constancia de un titular que me ha llamado poderosamente la atención: "Un país con pies de barro", del Diario Montañés. Íñigo Domínguez, corresponsal en Roma del citadio diario, ha hecho referencia sin saberlo a una figura simbólica que en la profecía bíblica es muy significativa, y más aún por su situación geográfica en otro texto que requiere algo más de profundización. No podía pasar por alto el titular.
Fonte - Cuenta Atras
"Los desastres naturales se han cuadruplicado en los últimos años" (Fuente: Diario ADN).
Hace unos 20 años atrás, se producían una media de 120 desastres naturales al año en todo el mundo. Actualmente se superan los 500 desastres naturales al año, con unos 254 millones de personas afectadas al año. Según Intermón Oxfam, se prevé que para el año 2015 la cifra anual de afectados por desastres naturales derivados del cambio climático supere los 375 millones de personas.
"Oxfam Internacional acaba de hacer público un estudio que estima que, para 2015, el número de personas afectadas por fenómenos meteorológicos extremos vinculados con el cambio climático podría alcanzar la cifra de 375 millones de personas al año. Desde 1980 se ha doblado el número de afectados por inundaciones, sequías, olas de calor, incendios forestales, tormentas y deslizamientos de tierra. Dentro de 7 años, se espera que aumente un 54%. Por ello, las organizaciones de emergencia podrían verse superadas para garantizar “el derecho a sobrevivir”.
Desde el decenio de 1980, la media de personas afectadas por desastres relacionados con el clima ha aumentado de 121 millones a 243 millones al año. Las grandes inundaciones se han cuadruplicado, siendo los años 2007-2008 tal vez los más catastróficos para 23 países africanos y 11 países de Asia, con fuertes lluvias cebándose sobre la mayor parte de Centroamérica, huracanes haciendo estragos en el Caribe y ciclones devastando grandes áreas de Birmania y Bangladesh." (Fuente: EcologíaBlog).
Regresando a los terremotos más recientes, este es el registro:
11 de marzo de 2009:
- Terremoto en Costa Rica de 6,3 grados con 23 muertos, 7 desaparecidos y pérdidas por 100 millones de US$ (AFP).
17 marzo de 2009:
- Terremoto en Sulawesi de 6.4 grados (Radio Angulo).
19 marzo de 2009:
- Terremoto de 7,7 grados al sur de Tonga provocando la erupción de un volcán submarino y alerta de tsunami (Milenio.com).
- Terremoto de 5,1 grados en Sulawesi (Xinhua).
22 de marzo de 2009:
- Terremoto de 5,7 grados en Nueva Zelanda (Xinhua).
25 marzo de 2009:
- Terremoto de 6,0 grados en Papúa Nueva Guinea (People Daily).
31 marzo de 2009:
- Terremoto de 5 grados en Nicaragua (Terra).
4 de abril de 2009:
- Terremoto en Sulawesi de 6,5 grados (Xinhua).
9 de abril de 2009:
- Terremoto de 5,8 grados en el centro de Italia (L'Aquila) con más de 290 muertos y 100.000 personas sin vivienda (20Minutos).
Todas estos trágicos sucesos que van en aumento geométrico, son anuncio de un envejecimiento de nuestro mundo. Para terminar esta entrada, quiero dejar constancia de un titular que me ha llamado poderosamente la atención: "Un país con pies de barro", del Diario Montañés. Íñigo Domínguez, corresponsal en Roma del citadio diario, ha hecho referencia sin saberlo a una figura simbólica que en la profecía bíblica es muy significativa, y más aún por su situación geográfica en otro texto que requiere algo más de profundización. No podía pasar por alto el titular.
Fonte - Cuenta Atras
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