Em todo os EUA há 2.254 casos confirmados e três mortes. No México são 1.625 os casos confirmados e 48 mortes.
Uma autoridade norte-americana alerta que o número de pessoas infectadas pelo vírus H1N1 pode estar sendo subestimado no país. No total, há quase 3 mil casos prováveis e confirmados da doença, e até agora 104 pessoas foram hospitalizadas.
No último sábado, 9, um homem de 53 anos de idade morreu na Costa Rica em decorrência da doença. Foi a primeira morte confirmada por gripe suína fora da América do Norte. No Reino Unido foram confirmados outros nove casos da doença, totalizando 48.
No Brasil caiu de 30 para 18 o número de casos suspeitos. Há ainda outros 25 indivíduos sendo monitorados e seis casos confirmados da doença.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: A "guerra" da informação continua, onde a única vencedora continua sendo a desinformação. Uns alardeiam, outros desdenham e a massa continua sem saber a extensão e, se intenções existem neste quadro todo.
segunda-feira, 11 de maio de 2009
sexta-feira, 8 de maio de 2009
"Como folhas de outono..." 9

Semana de Oração dirigida pelo Pastor Acílio Alves Filho, Presidente da Associação Paulista Oeste.
Foi realizada no Unasp II - Engenheiro Coelho/SP e tem como tema "Retratos do Salvador". Meditações singulares sobre a pessoa maravilhosa de Cristo.
Cultos
1) A fala de Deus
2) O nome do Senhor
3) Medo do Senhor
4) Prova de amor
5) Distância
6) Dúvida
Capelas
1) Os trabalhadores da vinha
2) Sementes da Palavra
3) Paradoxos
4) O amado e o rejeitado
Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
FAQ
As outras séries "Como folhas de outono...", bem como demais temas e sermões disponíveis neste espaço, podem ser acessados na seção "Downloads".
Relações diplomáticas Israel-Vaticano
O Papa Bento XVI inicia hoje a sua deslocação oficial ao Médio Oriente, cujo ponto alto será a visita ao estado judaico de Israel. É interessante verificar que, simultaneamente, o presidente israelita Shimon Perez está de visita à Casa Branca, onde foi calorosa e efusivamente recebido por Barack Obama...
Em relação à viagem do Papa, há a destacar o sítio web Papa Bento XVI Israel preparado pelo Ministério dos Negócios Estrangeiros de Israel a propósito da visita de Bento XVI. Este sítio está disponível em oito diferentes línguas, quando o sítio do ministério está somente em quatro...
O mote dado, incluído sob a imagem das duas bandeiras juntas, é 'no espírito de unidade e paz'... (Curiosamente, ou talvez não, durante o vôo para a Jordânia, sua primeira paragem, o Papa referiu aos jornalistas que '... não fazendo política, a Igreja pode aconselhar os políticos, apelando à razão e a atitudes mais razoáveis para a paz'.)
Vários são os artigos que compõem este sítio web, e que merecem uma leitura atenta. O leitor irá notar que muitos deles abordam as relações entre o Vaticano e Israel. Entre estes, chamou a minha atenção o intitulado 'Relações diplomáticas Israel-Vaticano'. Trata-se de um documento que recupera parte da História dos dois estados e as já longas relações entre católicos romanos e judeus, que reproduzo de seguida (de todos os aspetos interessantes, apreciei particularmente a última frase...).
Israel e o Vaticano dão importância especial a esse relacionamento diplomático. De muitas maneiras, é uma relação única, inspirada em séculos de embates católico-judaicos e interesses circundantes que os dois lados consideram de suma importância. Espera-se, portanto, que a relação permaneça sólida e vibrante, capaz de se sobrepor às tensões ocasionais que inevitavelmente irão ocorrer.''Relações diplomáticas plenas e formais entre Israel e a Santa Sé foram estabelecidas em 1993. Elas foram precedidas, entretanto, por quase um século de contatos e atividades diplomáticas, sem mencionar quase um milênio de encontros católico-judaicos que, por vezes, estiveram longe de ser harmoniosos.
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Israel e o Vaticano dão importância especial a esse relacionamento diplomático. De muitas maneiras, é uma relação única, inspirada em séculos de embates católico-judaicos e interesses circundantes que os dois lados consideram de suma importância. Espera-se, portanto, que a relação permaneça sólida e vibrante, capaz de se sobrepor às tensões ocasionais que inevitavelmente irão ocorrer.'
Israel e o Vaticano dão importância especial a esse relacionamento diplomático. De muitas maneiras, é uma relação única, inspirada em séculos de embates católico-judaicos e interesses circundantes que os dois lados consideram de suma importância. Espera-se, portanto, que a relação permaneça sólida e vibrante, capaz de se sobrepor às tensões ocasionais que inevitavelmente irão ocorrer.'
Leia na íntegra
Fonte - O Tempo Final
Em Amã, Papa diz que seu objetivo é "rezar pela unidade"

No seu primeiro compromisso na Terra Santa, em um centro de atendimento a pessoas com deficiência física e mental fundado pelo Patriarcado Católico da Jordânia, o papa Bento XVI afirmou que sua visita ao Oriente Médio tem um único objetivo: "rezar pelo precioso valor da unidade".
"Diferente dos peregrinos de outrora, a razão da minha visita não é apenas para trazer presentes e oferendas. Eu venho simplesmente com a esperança de uma intenção: rezar pela unidade e pela paz. Especificamente no Oriente Médio, para as pessoas, pais, comunidades e para Jerusalém", disse o Papa.
Na pequena capela do local, onde cerca de 200 pessoas acompanharam a cerimônia, Bento XVI disse estar feliz pelo convite para a visita e fez um agradecimento especial ao patriarca Fouad Twal e ao bispo Celim Sayegh. Do lado de fora da capela, entre 2,5 mil e 3 mil pessoas esperavam pela saída do Pontíficie.
Esta é apenas a terceira visita de um papa à região do Oriente Médio. A primeira, em 1964, aconteceu com a viagem de Paulo VI à região. A última ocorreu em 2000 com João Paulo II. Bento XVI visitará sítios religiosos como o Monte Nebo e o local onde Jesus Cristo teria sido batizado próximo ao Rio Jordão.
Fonte - Terra
Nota DDP: O objetivo continua sendo o mesmo declarado no início do pontificado, que foi perfilado a um outro: o domingo.
Gripe suína: o pior está por vir
Os laboratórios produtores de vacinas estão mal preparados para uma eventual pandemia da doença.
Uma autoridade de saúde dos EUA ressaltou que até agora os problemas causados pelo H1N1 — conhecido como o causador da gripe suína mas que na verdade é uma mistura do vírus da gripe aviária, do vírus que normalmente ataca porcos e do vírus humano — não vêm se mostrando mais graves do que os transtornos causados por uma gripe sazonal. Acontece que em 1918 houve um surto de gripe que começou de maneira leve, mas que voltou meses mais tarde de forma devastadora, matando milhões de pessoas.
O vírus da gripe sazonal é extremamente mutante. Ele percorre os hemisférios norte e sul do planeta, deslocando-se junto com o inverno. Neste vaivém, o vírus evoluiu. Em geral as mutações são graduais, o que gera a necessidade de mudar também a vacina a cada seis meses. Mas as mutações podem ser bruscas, como agora, no caso do H1N1.
Caso uma pandemia de gripe suína se torne realidade, e uma vez desenvolvida a vacina, dificilmente os laboratórios conseguirão dar conta da demanda. A capacidade total de produção é de um bilhão de doses a cada ano para a gripe sazonal. Mesmo que todos os esforços se voltassem para uma pandemia do H1N1, haveria um enorme déficit global.
Além disso, os laboratórios levariam ainda de quatro a seis meses para produzir uma vacina contra a gripe suína. Um outro problema é que, com o setor voltado para o combate ao H1N1, muitas pessoas podem acabar morrendo por falta de vacina contra a gripe comum. Hoje, mesmo com a vacina, a doença mata cerca de 500 mil pessoas por ano em todo o mundo.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Veja também "Gripe suína pode devastar a raça humana" (em inglês). As observações anteriores sobre a aleatoriedade de informações e suas possíveis interpretações, continuam valendo.
Uma autoridade de saúde dos EUA ressaltou que até agora os problemas causados pelo H1N1 — conhecido como o causador da gripe suína mas que na verdade é uma mistura do vírus da gripe aviária, do vírus que normalmente ataca porcos e do vírus humano — não vêm se mostrando mais graves do que os transtornos causados por uma gripe sazonal. Acontece que em 1918 houve um surto de gripe que começou de maneira leve, mas que voltou meses mais tarde de forma devastadora, matando milhões de pessoas.
O vírus da gripe sazonal é extremamente mutante. Ele percorre os hemisférios norte e sul do planeta, deslocando-se junto com o inverno. Neste vaivém, o vírus evoluiu. Em geral as mutações são graduais, o que gera a necessidade de mudar também a vacina a cada seis meses. Mas as mutações podem ser bruscas, como agora, no caso do H1N1.
Caso uma pandemia de gripe suína se torne realidade, e uma vez desenvolvida a vacina, dificilmente os laboratórios conseguirão dar conta da demanda. A capacidade total de produção é de um bilhão de doses a cada ano para a gripe sazonal. Mesmo que todos os esforços se voltassem para uma pandemia do H1N1, haveria um enorme déficit global.
Além disso, os laboratórios levariam ainda de quatro a seis meses para produzir uma vacina contra a gripe suína. Um outro problema é que, com o setor voltado para o combate ao H1N1, muitas pessoas podem acabar morrendo por falta de vacina contra a gripe comum. Hoje, mesmo com a vacina, a doença mata cerca de 500 mil pessoas por ano em todo o mundo.
Fonte - Opinião e Notícia
Nota DDP: Veja também "Gripe suína pode devastar a raça humana" (em inglês). As observações anteriores sobre a aleatoriedade de informações e suas possíveis interpretações, continuam valendo.
A Lição da Escola Sabatina
Causou-me inquietação uma frase proferida por um membro de minha Igreja:"A apostasia começa pela negligência no estudo da lição."
Com esta idéia em mente, abri uma área na seção de "Estudos Bíblicos" do blog, concentrando os links disponíveis que normalmente me utilizo para o estudo semanal da Lição da Escola Sabatina, na esperança de incentivar os que não têm o costume de estudá-la, a passarem a fazê-lo e, aos que já fizeram disso um hábito, continuar com esta excelente opção.
Os temas que temos estudado nos últimos trimestres demonstram de forma muito clara como Deus continua na condução de Seu povo e, especialmente, como é necessário estarmos atentos às Suas mensagens.
quinta-feira, 7 de maio de 2009
Viagem de Bento XVI é bem-vinda
O embaixador israelita em Portugal Ehud Gol, afirma uma “enorme satisfação” pela visita de Bento XVI ao Estado de Israel.
É a terceira vez que um Papa visita Israel. A primeira visita aconteceu em 1964 com Paulo VI. João Paulo II deixou “boas memórias” em 2000.
Israel e a Santa Sé estabeleceram relações diplomáticas há cerca de 15 anos. Ehud Gol afirma que a visita de João Paulo II foi “um passo determinante para o desenvolver relações diplomáticas”.
O povo de Israel tinha um grande afecto pelo anterior Papa. “Respeitavam-no enquanto homem e enquanto chefe da Igreja Católica, pela sua posição e visão moral”. Em 2000 gerou-se um grande entusiasmo. “Acredito que o acolhimento, 9 anos depois, a outro Papa, será igual”, avança à Agência ECCLESIA.
Ehud Gol destaca que a visita a Israel acontece “apenas quatro anos após a eleição de Bento XVI”, facto que deixa Israel “muito satisfeito”.
O embaixador em Portugal acredita que esta visita deixará um “impacto muito positivo” em Israel. “A relação entre judeus e católicos irá progredir”, assim como o aumento “do turismo religioso” aos locais santos.
A questão do Holocausto não será esquecida. “Bento XVI deixará uma mensagem forte”, afirma, recordando a visita ao memorial de Yad Vashem e o encontro do Papa com seis sobreviventes do Holocausto, agendado para o dia 11.
“Vivemos num mundo cínico e cruel, com pessoas a negar a Shoah e mesmo assim a serem acolhidas em encontros internacionais”, aponta, recordando as declarações do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad que, na Conferência de Durban, acusou Israel de ser um Estado racista, pela forma como trata os palestinianos.
A visita do Papa “vai ajudar a explicar alguns mal-entendidos”.
O Papa sublinhou a sua intenção de se deslocar à Terra Santa como “peregrino de paz”, apontando a dimensão espiritual nos objectivos da visita. No entanto, estão agendados encontros com autoridades civis.
Ehud Gol indica que “política e religião nunca se poderão separar”. Tendo uma clara conotação religiosa, “carrega consigo insinuações políticas”.
...
Fonte - Ecclesia
É a terceira vez que um Papa visita Israel. A primeira visita aconteceu em 1964 com Paulo VI. João Paulo II deixou “boas memórias” em 2000.
Israel e a Santa Sé estabeleceram relações diplomáticas há cerca de 15 anos. Ehud Gol afirma que a visita de João Paulo II foi “um passo determinante para o desenvolver relações diplomáticas”.
O povo de Israel tinha um grande afecto pelo anterior Papa. “Respeitavam-no enquanto homem e enquanto chefe da Igreja Católica, pela sua posição e visão moral”. Em 2000 gerou-se um grande entusiasmo. “Acredito que o acolhimento, 9 anos depois, a outro Papa, será igual”, avança à Agência ECCLESIA.
Ehud Gol destaca que a visita a Israel acontece “apenas quatro anos após a eleição de Bento XVI”, facto que deixa Israel “muito satisfeito”.
O embaixador em Portugal acredita que esta visita deixará um “impacto muito positivo” em Israel. “A relação entre judeus e católicos irá progredir”, assim como o aumento “do turismo religioso” aos locais santos.
A questão do Holocausto não será esquecida. “Bento XVI deixará uma mensagem forte”, afirma, recordando a visita ao memorial de Yad Vashem e o encontro do Papa com seis sobreviventes do Holocausto, agendado para o dia 11.
“Vivemos num mundo cínico e cruel, com pessoas a negar a Shoah e mesmo assim a serem acolhidas em encontros internacionais”, aponta, recordando as declarações do presidente iraniano, Mahmud Ahmadinejad que, na Conferência de Durban, acusou Israel de ser um Estado racista, pela forma como trata os palestinianos.
A visita do Papa “vai ajudar a explicar alguns mal-entendidos”.
O Papa sublinhou a sua intenção de se deslocar à Terra Santa como “peregrino de paz”, apontando a dimensão espiritual nos objectivos da visita. No entanto, estão agendados encontros com autoridades civis.
Ehud Gol indica que “política e religião nunca se poderão separar”. Tendo uma clara conotação religiosa, “carrega consigo insinuações políticas”.
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Fonte - Ecclesia
Rabinos escrevem mensagem ao papa
Jerusalém, 07 mai (RV) - Por ocasião da viagem do papa à Terra Santa, 200 rabinos escreveram uma mensagem para dar as boas-vindas a Bento XVI. A carta será publicada no jornal israelense "Haaretz".
A iniciativa é promovida pelo diretor do Centro de Conhecimento Inter-religioso de Nova Jersey, nos EUA, Rabino Jack Bemporad, que é também docente de Estudos Inter-religiosos na Universidade Angelicum, de Roma.
A convite do Grão-rabinato de Israel, o rabino Bemporad acolherá o papa no auditório Notre Dame de Jerusalém, para o encontro com as organizações que promovem o diálogo inter-religioso.
A mensagem dos rabinos é intitulada "United in our age" (Unidos na nossa era), inspirada na declaração conciliar Nostra Aetate, que se tornou um marco nas relações entre judeus e católicos.
Em especial, os rabinos citam o número 4 do documento, que afirma: "Sendo assim tão grande o patrimônio espiritual comum aos cristãos e aos judeus, este sagrado Concílio quer fomentar e recomendar entre eles o mútuo conhecimento e estima, os quais se alcançarão sobretudo por meio dos estudos bíblicos e teológicos e com os diálogos fraternos".
Dirigindo-se diretamente ao papa, os rabinos explicam: “Neste espírito, nós – rabinos e líderes judeus – damos uma calorosa boas-vindas a sua santidade e à sua missão de paz em Israel. Com uma só voz, estamos unidos no nosso empenho pelo diálogo inter-religioso, para abrir mais veredas para uma maior compreensão, e reconhecer e reforçar continuamente a importante relação entre judeus e católicos em todo o mundo".
"E para reafirmar este compromisso, não há lugar melhor que a Terra Santa, um local que ambas as religiões custodiam como parte de uma herança compartilhada" – acrescenta o texto.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Declarações contundentes.
A iniciativa é promovida pelo diretor do Centro de Conhecimento Inter-religioso de Nova Jersey, nos EUA, Rabino Jack Bemporad, que é também docente de Estudos Inter-religiosos na Universidade Angelicum, de Roma.
A convite do Grão-rabinato de Israel, o rabino Bemporad acolherá o papa no auditório Notre Dame de Jerusalém, para o encontro com as organizações que promovem o diálogo inter-religioso.
A mensagem dos rabinos é intitulada "United in our age" (Unidos na nossa era), inspirada na declaração conciliar Nostra Aetate, que se tornou um marco nas relações entre judeus e católicos.
Em especial, os rabinos citam o número 4 do documento, que afirma: "Sendo assim tão grande o patrimônio espiritual comum aos cristãos e aos judeus, este sagrado Concílio quer fomentar e recomendar entre eles o mútuo conhecimento e estima, os quais se alcançarão sobretudo por meio dos estudos bíblicos e teológicos e com os diálogos fraternos".
Dirigindo-se diretamente ao papa, os rabinos explicam: “Neste espírito, nós – rabinos e líderes judeus – damos uma calorosa boas-vindas a sua santidade e à sua missão de paz em Israel. Com uma só voz, estamos unidos no nosso empenho pelo diálogo inter-religioso, para abrir mais veredas para uma maior compreensão, e reconhecer e reforçar continuamente a importante relação entre judeus e católicos em todo o mundo".
"E para reafirmar este compromisso, não há lugar melhor que a Terra Santa, um local que ambas as religiões custodiam como parte de uma herança compartilhada" – acrescenta o texto.
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Declarações contundentes.
O portador das boas notícias
Não custa lembrar que as pessoas tomam decisão com base nas informações disponíveis e o Estadão está mentindo aos leitores mesmo utilizando fatos verdadeiros. Ao hierarquizar de forma enganadora as notícias acaba por produzir uma grande falsificação da realidade. Essa é a técnica de manipulação mais nojenta.
O leitor do Estadão está fadado a ser desinformado sobre a crise econômica em curso. A impressão que dá é que os editores querem porque querem melhorar as expectativas econômicas de seus leitores a qualquer custo. Há um firme propósito de fazer com que o Brasil supere a crise econômica pelo singelo método da produção de manchetes favoráveis, à revelia da realidade imediata.
A edição dessa quinta feita está especialmente otimista. A chamada principal da capa é: “Brasil tem maior saldo cambial e sete meses”. Retumbante. Se o leitor atentar para o conteúdo do texto verá o abismo entre o conteúdo da manchete e a realidade. O fato econômico mais importante não foi o superávit obtido em abril, mas o déficit acumulado no primeiro quadrimestre, de US$ 1,5 bilhão, contra superávit de US$ 15,6 bilhões obtido em igual período do ano anterior. Um mês episódico de resultado, positivo ou negativo, não forma tendência, mas o acumulado no período sim.
Há uma evidente má fé nos produtores das manchetes estadônicas, que foram alugadas pelo governo para reverter as expectativas dos leitores do jornalão paulista. Não custa lembrar que as pessoas tomam decisão com base nas informações disponíveis e o Estadão está mentindo aos leitores mesmo utilizando fatos verdadeiros. Ao hierarquizar de forma enganadora as notícias acaba por produzir uma grande falsificação da realidade. Essa é a técnica de manipulação mais nojenta.
Em destaque também na capa outra chamada, reforçando a primeira: “Futuro do Brasil parece brilhante”, frase dita pelo economista Edmond Phelps ontem em São Paulo, em palestra. Assim, pinçada fora de contexto, parece um vaticínio para a prosperidade. Não vi a palestra do Phelps, mas quer me parecer que ele disse o lugar comum que todo estrangeiro diz sobre o Brasil quando perguntado. Pelos recursos que dispõe o Brasil o prognóstico de um futuro brilhante é acaciano, uma obrigação de simpatia do estrangeiro visitante para aqueles que o receberam bem. Essa frase já foi repetida centenas de vezes por diferentes visitantes. Uma frase óbvia de um laureado com o Nobel vira no Estadão automaticamente um vate da pitonisa de Delfos, uma sentença de prosperidade.
No Caderno de Economia o mesmo reforço alentador: “Saldo cambial é o maior em 7 meses”, novamente se esquecendo que o decisivo é o saldo acumulado no quadrimestre. Parece óbvio que se as pessoas não quiserem ser manipuladas em matéria de economia não devem ler o Estadão. A mentira poreja ali por todos os lados, objetivando ajudar os governantes do dia. O jornalão está alinhado com o petismo dominante de forma incondicional.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Eis outro assunto que continua suscitando todo tipo de "conclusão", mas nenhuma satisfatória, em qualquer sentido.
Na terça-feira tive oportunidade de ler o Estadão, algo que confesso não fazia a algum tempo. Realmente o caderno de economia não tinha sequer uma perspectiva negativa relevante em seu dissertar. Realidade crua ou fabricada?
Um contra-ponto a ser considerado, com as cautelas de estilo, aqui.
O leitor do Estadão está fadado a ser desinformado sobre a crise econômica em curso. A impressão que dá é que os editores querem porque querem melhorar as expectativas econômicas de seus leitores a qualquer custo. Há um firme propósito de fazer com que o Brasil supere a crise econômica pelo singelo método da produção de manchetes favoráveis, à revelia da realidade imediata.
A edição dessa quinta feita está especialmente otimista. A chamada principal da capa é: “Brasil tem maior saldo cambial e sete meses”. Retumbante. Se o leitor atentar para o conteúdo do texto verá o abismo entre o conteúdo da manchete e a realidade. O fato econômico mais importante não foi o superávit obtido em abril, mas o déficit acumulado no primeiro quadrimestre, de US$ 1,5 bilhão, contra superávit de US$ 15,6 bilhões obtido em igual período do ano anterior. Um mês episódico de resultado, positivo ou negativo, não forma tendência, mas o acumulado no período sim.
Há uma evidente má fé nos produtores das manchetes estadônicas, que foram alugadas pelo governo para reverter as expectativas dos leitores do jornalão paulista. Não custa lembrar que as pessoas tomam decisão com base nas informações disponíveis e o Estadão está mentindo aos leitores mesmo utilizando fatos verdadeiros. Ao hierarquizar de forma enganadora as notícias acaba por produzir uma grande falsificação da realidade. Essa é a técnica de manipulação mais nojenta.
Em destaque também na capa outra chamada, reforçando a primeira: “Futuro do Brasil parece brilhante”, frase dita pelo economista Edmond Phelps ontem em São Paulo, em palestra. Assim, pinçada fora de contexto, parece um vaticínio para a prosperidade. Não vi a palestra do Phelps, mas quer me parecer que ele disse o lugar comum que todo estrangeiro diz sobre o Brasil quando perguntado. Pelos recursos que dispõe o Brasil o prognóstico de um futuro brilhante é acaciano, uma obrigação de simpatia do estrangeiro visitante para aqueles que o receberam bem. Essa frase já foi repetida centenas de vezes por diferentes visitantes. Uma frase óbvia de um laureado com o Nobel vira no Estadão automaticamente um vate da pitonisa de Delfos, uma sentença de prosperidade.
No Caderno de Economia o mesmo reforço alentador: “Saldo cambial é o maior em 7 meses”, novamente se esquecendo que o decisivo é o saldo acumulado no quadrimestre. Parece óbvio que se as pessoas não quiserem ser manipuladas em matéria de economia não devem ler o Estadão. A mentira poreja ali por todos os lados, objetivando ajudar os governantes do dia. O jornalão está alinhado com o petismo dominante de forma incondicional.
Fonte - Mídia sem Máscara
Nota DDP: Eis outro assunto que continua suscitando todo tipo de "conclusão", mas nenhuma satisfatória, em qualquer sentido.
Na terça-feira tive oportunidade de ler o Estadão, algo que confesso não fazia a algum tempo. Realmente o caderno de economia não tinha sequer uma perspectiva negativa relevante em seu dissertar. Realidade crua ou fabricada?
Um contra-ponto a ser considerado, com as cautelas de estilo, aqui.
Outra vez a chamada gripe "A"
A verdadeira "torre de babel" estabelecida neste assunto causa espécie. É informação, "desmentidos" e previsões de todo o tipo e gosto. As últimas:
Gripe suína pode afetar um terço da população, alerta OMS
A OMS (Organização Mundial da Saúde) advertiu nesta quinta-feira que o vírus da gripe suína continua se espalhando pelo mundo e que uma estimativa "razoável" é que chegue a infectar um terço da população mundial. O balanço mais recente da organização aponta 2.099 casos da doença em 23 países, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
"Isso significa muita gente e pode haver muita gente que morrerá ou terá pneumonia grave", afirmou o secretário-geral adjunto da OMS, Keiji Fukuda, em entrevista coletiva. Ele reiterou, contudo, que, até o momento, a gripe teve consequências leves.
"Desde o início da crise, dissemos que a situação evolui e que não sabemos como fará isso, ou se o vírus ficará mais perigoso", completou.
...
Fonte - Folha
Casos de gripe suína passam de 2.000 em 23 países
Mais de 2.000 pessoas em 23 países estão infectadas com o vírus da gripe suína, conhecida oficialmente como gripe A (H1N1). Segundo o mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), são 2.099 casos da doença, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
...
Fonte - Folha
Cruz Vermelha alerta para excesso de otimismo com fim da gripe suína
A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) alertou nesta quinta-feira contra o otimismo excessivo com o enfraquecimento da epidemia de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A organização afirmou que não se pode excluir uma onda mais violenta da doença e pediu para os países que "mantenham a vigilância".
"É cedo demais para gritar vitória contra o vírus A (H1N1), em um momento no qual temos um conhecimento muito imperfeito do mesmo", afirmou, em Paris, o secretário-geral da FICV, Bekele Geleta, ao final de uma reunião sobre pandemias.
...
Fonte - Folha
Ainda há risco de a nova gripe virar pandemia, diz OMS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quinta-feira (7) que o vírus da gripe A (H1N1) continua sendo uma ameaça e que a doença, surgida no México e que já se espalhou por mais de 20 países, ainda pode se transformar em pandemia (epidemia de alcance mundial).
A OMS vai manter o nível 5 na escala de alerta de pandemia, em um máximo de 6, segundo Keiji Fukuda, '"número dois" na hierarquia da OMS.
"Continuamos na fase 5. Isso não mudou", disse ele em entrevista em Bruxelas. "Continuamos vendo transmissão entre humanos, transmissão em nível de comunidades, primariamente na América do Norte. Não estamos vendo isso em nenhum lugar mais."
...
Fonte - G1
Gripe suína pode afetar um terço da população, alerta OMS
A OMS (Organização Mundial da Saúde) advertiu nesta quinta-feira que o vírus da gripe suína continua se espalhando pelo mundo e que uma estimativa "razoável" é que chegue a infectar um terço da população mundial. O balanço mais recente da organização aponta 2.099 casos da doença em 23 países, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
"Isso significa muita gente e pode haver muita gente que morrerá ou terá pneumonia grave", afirmou o secretário-geral adjunto da OMS, Keiji Fukuda, em entrevista coletiva. Ele reiterou, contudo, que, até o momento, a gripe teve consequências leves.
"Desde o início da crise, dissemos que a situação evolui e que não sabemos como fará isso, ou se o vírus ficará mais perigoso", completou.
...
Fonte - Folha
Casos de gripe suína passam de 2.000 em 23 países
Mais de 2.000 pessoas em 23 países estão infectadas com o vírus da gripe suína, conhecida oficialmente como gripe A (H1N1). Segundo o mais recente balanço da OMS (Organização Mundial de Saúde), são 2.099 casos da doença, incluindo 44 mortes --42 no México e duas nos Estados Unidos.
...
Fonte - Folha
Cruz Vermelha alerta para excesso de otimismo com fim da gripe suína
A Federação Internacional da Cruz Vermelha e do Crescente Vermelho (FICV) alertou nesta quinta-feira contra o otimismo excessivo com o enfraquecimento da epidemia de gripe suína, denominada oficialmente gripe A (H1N1). A organização afirmou que não se pode excluir uma onda mais violenta da doença e pediu para os países que "mantenham a vigilância".
"É cedo demais para gritar vitória contra o vírus A (H1N1), em um momento no qual temos um conhecimento muito imperfeito do mesmo", afirmou, em Paris, o secretário-geral da FICV, Bekele Geleta, ao final de uma reunião sobre pandemias.
...
Fonte - Folha
Ainda há risco de a nova gripe virar pandemia, diz OMS
A Organização Mundial da Saúde (OMS) alertou nesta quinta-feira (7) que o vírus da gripe A (H1N1) continua sendo uma ameaça e que a doença, surgida no México e que já se espalhou por mais de 20 países, ainda pode se transformar em pandemia (epidemia de alcance mundial).
A OMS vai manter o nível 5 na escala de alerta de pandemia, em um máximo de 6, segundo Keiji Fukuda, '"número dois" na hierarquia da OMS.
"Continuamos na fase 5. Isso não mudou", disse ele em entrevista em Bruxelas. "Continuamos vendo transmissão entre humanos, transmissão em nível de comunidades, primariamente na América do Norte. Não estamos vendo isso em nenhum lugar mais."
...
Fonte - G1
quarta-feira, 6 de maio de 2009
Para bispo, Papa na Jordânia simboliza união entre religiões
Trabalhadores limpam o estádio Amman em preparação para a missa que o papa Bento XVI realizará no próximo domingo, em AmãO bispo auxiliar do patriarca da diocese para a Jordânia, Israel, Palestina e Chipre, Celim Sayegh, disse nesta quarta-feira, em Madaba, na Jordânia, que a visita do papa Bento XVI ao país representa a união entre as religiões.
"Existe uma tradição de união entre cristãos e muçulmanos. Não apenas aqui, mas no mundo todo. E a Jordânia é um exemplo de fraternidade e convivência entre povos e religiões", afirmou, ao ser questionado sobre a visita do Papa.
"A viagem é uma missão de unidade ao colocar líderes cristãos e judeus juntos", completou.
Fonte - Terra
Um agradecimento
Como certamente os frequentadores deste espaço notaram, houve uma completa reformulação do layout utilizado, que ficou extremamente mais funcional, organizado e muito mais bonito, além de personalizado.
Eu não poderia deixar de consignar expressamente este agradecimento ao irmão Jean Rosa Habkost, webdesigner e mantenedor do blog "Literamente Verdade", que foi responsável por todas estas melhorias.
Louvado seja o nome de Deus pelos dons que graciosamente distribui aos Seus filhos.
Diário da Profecia
Eu não poderia deixar de consignar expressamente este agradecimento ao irmão Jean Rosa Habkost, webdesigner e mantenedor do blog "Literamente Verdade", que foi responsável por todas estas melhorias.
Louvado seja o nome de Deus pelos dons que graciosamente distribui aos Seus filhos.
Diário da Profecia
Seminário sobre o Apocalipse - Capítulo por Capítulo
A Igreja Adventista do Sétimo Dia de Pedroso promoveu entre os passados meses de outubro e março a realização de um Seminário de Estudo do Livro de Apocalipse.O apresentador foi o Pastor Paulo Cordeiro, ministro Adventista atualmente responsável pelas Igrejas de Aveiro e Oliveira de Azeméis, no norte de Portugal, um especialista nos livros proféticos de Daniel e Apocalipse.
O Seminário foi preparado para um estudo capítulo a capítulo. Nele são abordados todos os assuntos relativos à Revelação de Jesus, conforme João escreveu inspirado pelo Espírito de Deus.
Assuntos como o grande conflito entre o bem e o mal, as cartas às Igrejas da Ásia, as trombetas, os selos, os cavaleiros, as duas bestas do capítulo 13, a breve volta de Jesus e a vitória final do bem sobre o mal são explicados e esclarecidos à luz da própria Bíblia e das Histórias humana e da igreja cristã.
As palestras foram gravadas em vídeo e disponibilizadas na internet para visualização.
01) - Introdução e Apocalipse 1
02) - Introdução às Cartas Proféticas e Carta à Igreja de Éfeso
03) - Cartas às Igrejas de Esmirna, Pérgamo e Tiatira
04) - Cartas às Igrejas de Sardes e Filadélfia
05) - Carta à Igreja de Laodiceia
06) - Visão do Trono da Majestade Divina e o Livro Selado Com Sete Selos
07) - O Livro com Sete Selos e a Abertura dos Quatro Primeiros Selos
08) - A Abertura dos Quinto, Sexto e Sétimo Selos e a Visão dos Mártires na Glória
09) - As Quatro Primeiras Trombetas
10) - A Quinta e a Sexta Trombetas
11) - O Livro Trazido do Céu e as Duas Testemunhas
12) - A Sétima Trombeta; a Mulher e o Dragão
13) - A Besta que Sobe do Mar e a Besta que Sobe da Terra
14) - O Monte Sião, a Ceifa e a Vindima; A Primeira Mensagem Angélica
15) - Segunda e Terceira Mensagens Angélicas; A Ira de Deus
16) - Os Sete Anjos, as Sete Taças da Ira de Deus e o Armagedom
17) - A Mulher Montada Numa Besta
18) - A Queda de Babilónia e as Lamentações Sobre a Terra
19) - A Queda de Babilónia e a Vitória de Cristo Sobre a Besta e o Falso Profeta
20) - O Milénio, o Juízo Final e Satanás Vencido Para Sempre
21) - Os Novos Céus e a Nova Terra; Promessas Finais de Deus
Fonte - O Tempo Final
Bento XVI visitará a Terra Santa
Nove anos depois de João Paulo II, o papa Bento XVI inicia sua viagem à Terra Santa para pedir a paz e a reconciliação no Oriente Médio, numa visita considerada de risco, devido às relações historicamente delicadas entre judeus e católicos.
Bento XVI definiu a viagem como uma "peregrinação" durante a qual ele rezará pela "unidade e pela paz" na região. O Papa pretende "falar de reconciliação em uma terra crucial para o diálogo entre as grandes religiões e de paz no mundo", lembrou o "porta-voz", padre Federico Lombardi, em entrevista à TV do Vaticano.
Mas se Israel conta com esta visita para melhorar sua imagem comprometida pela recente ofensiva contra o Hamas em Gaza, que deixou mais de 1.300 mortos palestinos entre 27 de dezembro e 18 de janeiro, pontos de tensão não faltam entre os dois Estados.
Israel não gostou da decisão do papa de suspender a excomunhão do bispo fundamentalista e negacionista Richard Williamson no final de janeiro e se opõe à vontade de Bento XVI de beatificar Pio XII, culpado, segundo o Estado hebreu, de ter se mantido em silêncio durante a Shoah, o Holocausto.
Mais recentemente, a participação do Vaticano na conferência de Durban II, boicotada por Israel, também irritou o mundo judaico.
Segundo o Conselho representativo das instituições judaicas da França (Crif), "esperamos dele palavras fortes expressando o desejo da Igreja de manter o diálogo judeu-católico comprometido com um progresso irreversível" relacionado ao Concílio Vaticano II, indicou à AFP um de seus representantes.
Já a Igreja lamenta as difíceis condições de vida dos cristãos - na maioria árabes - que representam 2% dos sete milhões de habitantes de Israel. Estes os empurram para uma emigração, despertando temores relativos ao desaparecimento da presença católica nesta região carregada de simbolismo.
O Vaticano quer, com isso, ter livre acesso aos lugares santos e a possibilidade de realizar suas atividades pastorais na Terra Santa sem limitações nem impedimentos, temas mantidos em suspenso desde o estabelecimento de relações diplomáticas, em dezembro de 1993.
A chegada ao poder de Benjamin Netanyahu, no dia 31 de março, parece também tornar mais difícil a solução para o conflito entre israelenses e palestinos.
Bento XVI deverá ter a oportunidade de abordar todos esses temas durante os 30 eventos previstos que fazem parte de um programa atribulado para um homem que acabou de completar 82 anos.
Ele seguirá os passos de João Paulo II (2000) visitando os locais simbólicos do Velho e do Novo testamento que são o Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, Deus teria mostrado a terra prometida a Moisés; Jerusalém, Belém e Nazaré. O Papa celebrará quatro missas públicas em Amã, no dia de 10 maio, em Jerusalém no dia 12, em Belém no dia 13 e em Nazaré, no dia 14.
O aspecto humanitário estará particularmente presente com visitas ao centro Regina Pacis de Amã, ao Caritas Baby Hospital e a um campo de refugiados em Belém. Em Belém terá também a oportunidade de falar diretamente aos palestinos.
"A viagem de Bento XVI é semelhante à de João Paulo II", com isso, ele quer "preservar e aprofundar a herança, inclusive no que diz respeito ao diálogo com o judaísmo", afirmou Norbert J. Hofmann, secretário da Comissão para as Relações com o Judaísmo, do L'Osservatore Romano.
Os contatos com os muçulmanos ocuparão um lugar mais importante do que em 2000, principalmente na Jordânia, onde Bento XVI permanecerá por mais tempo que seu antecessor. Em Jerusalém, ele será o primeiro papa a visitar o Domo da Rocha, terceiro lugar sagrado do Islã.
Fonte: AFP
NOTA Minuto Profético: Em que sentido a "viagem de Bento XVI será semelhante à de João Paulo II"? Vale lembrar que João Paulo II reservou o último dia da viagem à Terra Santa (26 de março de 2000) para visitar a Basílica do Santo Sepulcro, localizada onde Jesus teria sido sepultado e depois ressuscitado. Ficou claro, pelo seu discurso, que o objetivo de visitar aquele local era lembrar a ressurreição de Jesus e, conseqüentemente, promover a santificação do domingo - exatos 666 dias depois (método inclusivo, onde a contagem começa no primeiro dia - 31 de maio de 1998) de publicar a Carta Apóstolica Dies Domini, cujo propósito era exaltar a santificação do domingo, conforme a tradição da ICAR. Será que Bento XVI repetirá esse enredo? Só o tempo dirá...
Saiba mais: "Visita papal à Terra Santa gera receios". "Shimon Peres divulga mensagem de boas-vindas ao papa".
Bento XVI definiu a viagem como uma "peregrinação" durante a qual ele rezará pela "unidade e pela paz" na região. O Papa pretende "falar de reconciliação em uma terra crucial para o diálogo entre as grandes religiões e de paz no mundo", lembrou o "porta-voz", padre Federico Lombardi, em entrevista à TV do Vaticano.
Mas se Israel conta com esta visita para melhorar sua imagem comprometida pela recente ofensiva contra o Hamas em Gaza, que deixou mais de 1.300 mortos palestinos entre 27 de dezembro e 18 de janeiro, pontos de tensão não faltam entre os dois Estados.
Israel não gostou da decisão do papa de suspender a excomunhão do bispo fundamentalista e negacionista Richard Williamson no final de janeiro e se opõe à vontade de Bento XVI de beatificar Pio XII, culpado, segundo o Estado hebreu, de ter se mantido em silêncio durante a Shoah, o Holocausto.
Mais recentemente, a participação do Vaticano na conferência de Durban II, boicotada por Israel, também irritou o mundo judaico.
Segundo o Conselho representativo das instituições judaicas da França (Crif), "esperamos dele palavras fortes expressando o desejo da Igreja de manter o diálogo judeu-católico comprometido com um progresso irreversível" relacionado ao Concílio Vaticano II, indicou à AFP um de seus representantes.
Já a Igreja lamenta as difíceis condições de vida dos cristãos - na maioria árabes - que representam 2% dos sete milhões de habitantes de Israel. Estes os empurram para uma emigração, despertando temores relativos ao desaparecimento da presença católica nesta região carregada de simbolismo.
O Vaticano quer, com isso, ter livre acesso aos lugares santos e a possibilidade de realizar suas atividades pastorais na Terra Santa sem limitações nem impedimentos, temas mantidos em suspenso desde o estabelecimento de relações diplomáticas, em dezembro de 1993.
A chegada ao poder de Benjamin Netanyahu, no dia 31 de março, parece também tornar mais difícil a solução para o conflito entre israelenses e palestinos.
Bento XVI deverá ter a oportunidade de abordar todos esses temas durante os 30 eventos previstos que fazem parte de um programa atribulado para um homem que acabou de completar 82 anos.
Ele seguirá os passos de João Paulo II (2000) visitando os locais simbólicos do Velho e do Novo testamento que são o Monte Nebo onde, segundo a Bíblia, Deus teria mostrado a terra prometida a Moisés; Jerusalém, Belém e Nazaré. O Papa celebrará quatro missas públicas em Amã, no dia de 10 maio, em Jerusalém no dia 12, em Belém no dia 13 e em Nazaré, no dia 14.
O aspecto humanitário estará particularmente presente com visitas ao centro Regina Pacis de Amã, ao Caritas Baby Hospital e a um campo de refugiados em Belém. Em Belém terá também a oportunidade de falar diretamente aos palestinos.
"A viagem de Bento XVI é semelhante à de João Paulo II", com isso, ele quer "preservar e aprofundar a herança, inclusive no que diz respeito ao diálogo com o judaísmo", afirmou Norbert J. Hofmann, secretário da Comissão para as Relações com o Judaísmo, do L'Osservatore Romano.
Os contatos com os muçulmanos ocuparão um lugar mais importante do que em 2000, principalmente na Jordânia, onde Bento XVI permanecerá por mais tempo que seu antecessor. Em Jerusalém, ele será o primeiro papa a visitar o Domo da Rocha, terceiro lugar sagrado do Islã.
Fonte: AFP
NOTA Minuto Profético: Em que sentido a "viagem de Bento XVI será semelhante à de João Paulo II"? Vale lembrar que João Paulo II reservou o último dia da viagem à Terra Santa (26 de março de 2000) para visitar a Basílica do Santo Sepulcro, localizada onde Jesus teria sido sepultado e depois ressuscitado. Ficou claro, pelo seu discurso, que o objetivo de visitar aquele local era lembrar a ressurreição de Jesus e, conseqüentemente, promover a santificação do domingo - exatos 666 dias depois (método inclusivo, onde a contagem começa no primeiro dia - 31 de maio de 1998) de publicar a Carta Apóstolica Dies Domini, cujo propósito era exaltar a santificação do domingo, conforme a tradição da ICAR. Será que Bento XVI repetirá esse enredo? Só o tempo dirá...
Saiba mais: "Visita papal à Terra Santa gera receios". "Shimon Peres divulga mensagem de boas-vindas ao papa".
Nova gripe não é mais letal que a comum, diz epidemiologista

O novo vírus H1N1, que já matou várias pessoas no México, não é mais letal e nem parece ser mais contagioso que a típica gripe sazonal, disse na segunda-feira o chefe de epidemiologia do governo mexicano. A epidemia da nova doença, inicialmente chamada de "gripe suína", matou pelo menos 26 pessoas nos últimos dez dias no México, além de se espalhar por diversos países, gerando temores de uma pandemia (epidemia global). No exterior, a única vítima fatal foi um bebê mexicano em visita ao Texas.
Especialistas ainda tentam entender por que o México teve mais casos e mais mortes, mas o médico Miguel Angel Lezana, diretor do Centro Nacional de Vigilância Epidemiológica da Secretaria de Saúde do México, disse que o vírus não é especialmente mortal. De acordo com ele, o que aconteceu é que o país foi apanhado de surpresa.
"A virulência é muito similar à da 'influenza' (gripe) sazonal", disse Lezana. Ele afirmou que, após analisar casos confirmados da nova gripe, soube-se que sua taxa de reprodutibilidade - o número de pessoas que um paciente pode contaminar - é de aproximadamente 1,3 ou 1,4. "É um número bastante similar ao da 'influenza' sazonal", afirmou.
Questionado sobre se a mortalidade também é semelhante à da gripe comum, ele disse: "Sim, exatamente". Em todo o mundo, a gripe sazonal mata de 250 a 500 mil pessoas por ano, sendo 36 mil só nos EUA. "Por ser um dos primeiros países em que se constatou a circulação desse novo vírus, tanto a população quanto os serviços de saúde estavam ante uma situação desconhecida, inédita", disse o funcionário.
Lezana concordou com a declaração de Richard Besser, diretor-adjunto do Centro para a Prevenção e Controle de Doenças (CDC) dos EUA, segundo quem a nova cepa do vírus H1N1 não é mais perigosa do que as típicas gripes sazonais que circulam anualmente.
Fonte - Terra
Nota DDP: A propósito do quanto explicitado neste post, sugiro a leitura do imediatamente anterior.
Gripe A (suína) produzida pela mão humana?

Wayne Madsen é aquilo que se chama um jornalista de investigação. A sua ação centra-se em notícias potencialmente embaraçadoras para os governos, e que estes prefeririam a todo o custo manter fora do conhecimento público.
Madsen tem um percurso profissional que passou pelas forças militares americanas, onde atuou nos serviços secretos, e a Agência Nacional de Segurança. Ele escreveu vários livros e já contribuiu em jornais e televisões americanas, mantendo o sítio web Wayne Madsen Report.
Wayne Madsen é um dos elementos do Movimento da Verdade 11 de Setembro, que defende a cumplicidade, por ação ou inação, da Administração Bush nos ataques em solo americano naquela data em 2001.
Em entrevista a uma TV americana, Madsen abordou o assunto da gripe A (suína), sugerindo algumas anormalidades desta estirpe, e que o vírus pode ser sido humanamente manipulado.
Veja aqui o vídeo da entrevista (em inglês; abaixo do vídeo segue a tradução para português do relato de Wayne Madsen.
'Eu falei com dois jornalistas, um da Cidade do México, o outro de Jacarta, Indonésia, que teve um problema com gripe das aves há pouco tempo. Ambos estiveram em contato com responsáveis das Nações Unidas e da Organização Mundial de Saúde, incluindo um cientista que lidou com os vírus do ébola e do HIV em África. A conclusão dos cientistas com quem falaram, é que esta é uma forma muito anormal de gripe, porque parece ser um produto de mistura de genes. Contém elementos da gripe das aves, dois tipos de gripe humana, e vários tipos de gripe suína. Para eles, isto não parece ser um processo natural. Outro aspeto é que os alvos desta gripe não são, ao contrário de outras gripes, os mais jovens e os mais velhos, mas sim pessoas entre os 20 e os 45 anos de idade, que não estão a contrair a doença através de porcos. O Conselho Nacional de Produtores de Carne Suína, aqui na América, diz que os porcos não estão a ser afetados. Trata-se de contágio pessoa a pessoa. Por isso, quem comer porco ou estiver exposto a este animal, não apanha esta gripe. Isto não é normal, e os cientistas estão muito alarmados com a forma e a velocidade com que se tem espalhado.'
Leia mais sobre o assunto em 'Gripe suína: surto... ou mais do que isso?', 'Eventual suspensão da Constituição americana no caso de ser declarada pandemia de gripe suína' e em vários artigos do blogue 'Diário da Profecia'.
Nota: a propósito da gripe A (suína), tenho consultado outras fontes na web que defendem estarmos perante um caso não apenas de saúde (é inegável que pessoas têm ficado doentes e morrido) mas também e principalmente de estratégia de governação. Não as reproduzi aqui, essencialmente por ter notado algum sensacionalismo e eventual falta de rigor concreto na maioria delas... Como tal, entendi esperar pela melhor oportunidade de o fazer, o que me parece ser este o caso.
Fonte - O Tempo Final
Fonte - O Tempo Final
EUA anunciam novas medidas contra o aquecimento global
Foi entregue pelo governo americano à Organização das Nações Unidas (ONU), nesta terça-feira (05/05) documento contendo ideias para o tratado climático.
O novo acordo, que substituirá o Protocolo de Kyoto, será definido em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.
Os EUA prometeram “ações ambiciosas” e defenderam maior participação das nações em desenvolvimento na questão, sugerindo que os países estabeleçam metas para a redução dos gases causadores do efeito estufa em médio e longo prazos.
Fonte - Opinião e Notícia
O novo acordo, que substituirá o Protocolo de Kyoto, será definido em dezembro, em Copenhague, na Dinamarca.
Os EUA prometeram “ações ambiciosas” e defenderam maior participação das nações em desenvolvimento na questão, sugerindo que os países estabeleçam metas para a redução dos gases causadores do efeito estufa em médio e longo prazos.
Fonte - Opinião e Notícia
Presidente do Eurogrupo prevê 'crise social' e desemprego

A Europa caminha para "uma crise social" potencialmente explosiva devido ao forte aumento do desemprego que se aproxima, estimou na noite desta segunda-feira (4) Jean-Claude Juncker, presidente do Eurogrupo, foro que reúne os ministros das Finanças da zona do euro.
"Caminhamos para um crise social porque teremos uma crise de emprego" este ano e no próximo ano na Europa, declarou à imprensa ao final de uma reunião de ministros das Finanças da zona euro em Bruxelas.
"Todos os esforços devem estar orientados para a questão social e econômica da situação", destacou Juncker, para quem os governos precisam amortecer o choque do desemprego sobre os trabalhadores.
Neste contexto, Juncker pediu aos patrões europeus que evitem "demissões em massa e precipitadas", recorrendo a licenças e férias coletivas e demonstrando sua "responsabilidade social".
As últimas previsões da Comissão Européia, publicadas nesta segunda-feira, preveem que 8,5 milhões de pessoas perderão o emprego em 2009 e 2010 na UE.
A Comissão calcula que o índice de desemprego chegará a 9,9% na zona euro este ano, e a 11,5% em 2010, com picos de 20,5% na Espanha e 12,1% na Irlanda no próximo ano.
"A crise leva ao desespero milhões de europeus, não podemos subestimar o caráter explosivo deste recrudescimento do desemprego", disse Juncker, ministro das Finanças e primeiro-ministro de Luxemburgo.
"Estou muito preocupado com o fenômeno do crescimento do desemprego (...) Primeiro ele atinge os mais fracos, os mais frágeis, aqueles que não têm qualquer meio de subsistência além de sua própria força de trabalho".
"Tenho a impressão de que muitos homens políticos subestimam este fenômeno" na Europa, disse Juncker, três dias antes da realização da cúpula européia sobre o emprego, em Praga, patrocinada pela presidência tcheca da UE.
Fonte - G1
segunda-feira, 4 de maio de 2009
Descobrindo as Profecias

Mark Finley tem 60 anos de idade, foi orador oficial por muitos anos do programa de televisão It is Written, nos Estados Unidos, tem 38 anos de carreira, escreveu mais de 60 livros e já fez palestras em cerca de 70 países, incluindo a ex União-Soviética. Depois da queda do muro de Berlim, ele foi o primeiro conferencista religioso a falar para a alta cúpula comunista na Rússia.
No período de 19 a 26 de abril de 2008, Mark Finley esteve em São Paulo e realizou via satélite uma série de palestras denominada “Descobrindo as Profecias – Esperança pra Viver”. Nestas desvendou de forma simples os mistérios que estão por trás das profecias bíblicas e, que muitas vezes, são mostrados de forma deturpada e sensacionalista.
Aquecimento global, catástrofes naturais, guerras, conflitos políticos e religiosos e, até mesmo o avanço da ciência, são assuntos complexos e atuais que através das palestras de Finley, fazem sentido através de um estudo lógico e contemporâneo. Por mais que sejam temas que devessem lembrar o fim do mundo, na ótica do palestrante serão ferramentas que vão trazer à vida das pessoas “Esperança pra Viver”.
1) - A Próxima Super Potência Mundial
2) - Resgate dos Céus
3) - "Terceira noite"
4) - Deus bom, mundo Mal. Por que?
5) - O Sinal Eterno do Apocalipse
6) - Segredo de uma vida inteiramente nova no apocalipse
7) - Os Quatro Cavaleiros do Apocalipse
Nota DDP: Programação com tradução simultânea em português. Não é necessário baixar os arquivos, tão somente requisite a abertura com um tocador qualquer (e.g., realplayer ou midiaplayer).
Homilia dominical deve mostrar maravilha da Eucaristia
Buenos Aires, 03 Mai. 09 / 08:54 pm (ACI).- O Arcebispo emérito de Resistencia, Dom Carmelo Giaquinta, pediu aos sacerdotes revisar com humildade a prédica dominical para que esta mostre aos fiéis a presença real de Cristo na Eucaristia.
Em uma recente reflexão, o Prelado assinalou que na Missa dominical os cristãos não só se congregam para recordar “a um ser maravilhoso”, mas sim “nos reunimos com o mesmo Jesus, morto e ressuscitado”. “Se quando explicamos o preceito dominical, mostramos isto, e sobre tudo, se fizéssemos que as pessoas gostassem... Quem não gostaria de estar com Jesus morto e ressuscitado?”, perguntou.
Nesse sentido, disse que se os cristãos “fogem muitas vezes da Missa dominical”, provavelmente se deva a “uma má catequese sobre o preceito dominical” ou a que “a celebração da Missa não sempre é festiva”.
Dom Giaquinta esclareceu que uma Missa “festiva” não é assim por ser “divertida” ou “espetacular”, porque “quando um se diverte se extroverte, e tira fora as tensões. Mas, quando uma pessoa festeja, goza da presença do outro, entra em sua intimidade, escuta-o e se enriquece”.
Por isso, o Arcebispo emérito pediu aos sacerdotes preparar com esmero a celebração dominical e “ter a humildade e a valentia de revisar, por amor a Cristo e ao povo de Deus, como preparamos a mesa da Palavra e cumprimos os domingos o ministério da predicação”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Como já assinalado por inúmeras vezes neste espaço, missa dominical = eucaristia. Para entender as implicações desta realidade, apenas em posts recentes:
"Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum"
"Crises e soluções"
"A catequese dominical"
Em uma recente reflexão, o Prelado assinalou que na Missa dominical os cristãos não só se congregam para recordar “a um ser maravilhoso”, mas sim “nos reunimos com o mesmo Jesus, morto e ressuscitado”. “Se quando explicamos o preceito dominical, mostramos isto, e sobre tudo, se fizéssemos que as pessoas gostassem... Quem não gostaria de estar com Jesus morto e ressuscitado?”, perguntou.
Nesse sentido, disse que se os cristãos “fogem muitas vezes da Missa dominical”, provavelmente se deva a “uma má catequese sobre o preceito dominical” ou a que “a celebração da Missa não sempre é festiva”.
Dom Giaquinta esclareceu que uma Missa “festiva” não é assim por ser “divertida” ou “espetacular”, porque “quando um se diverte se extroverte, e tira fora as tensões. Mas, quando uma pessoa festeja, goza da presença do outro, entra em sua intimidade, escuta-o e se enriquece”.
Por isso, o Arcebispo emérito pediu aos sacerdotes preparar com esmero a celebração dominical e “ter a humildade e a valentia de revisar, por amor a Cristo e ao povo de Deus, como preparamos a mesa da Palavra e cumprimos os domingos o ministério da predicação”.
Fonte - ACI Digital
Nota DDP: Como já assinalado por inúmeras vezes neste espaço, missa dominical = eucaristia. Para entender as implicações desta realidade, apenas em posts recentes:
"Políticos podem aprender da Eucaristia caminho para o bem comum"
"Crises e soluções"
"A catequese dominical"
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