terça-feira, 8 de setembro de 2009

Clima esquenta para 'inimigos do clima'

Faltam 90 dias para o início da conferência das Nações Unidas sobre mudança climática em Copenhague, na Dinamarca. As negociações preparatórias, até onde se sabe, estão empacadas. Os Estados Unidos de Barack Obama - a grande esperança de liderança - ainda não deram o esperado empurrão que faria o processo pegar no tranco.

Com tudo isso, há alguns sinais de que as negociações podem deslanchar nessa reta final. Curiosamente, esses indícios não vêm dos governos envolvidos nas negociações (com algumas raras exceções, como o Japão, que anunciou uma reviravolta na sua postura histórica), mas de empresas e sociedade civil.
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Aqui em Londres, na semana passada, empresas e personalidades britânicas (entre elas todo o primeiro escalão do governo) aderiram à campanha 10:10, idealizada pela cineasta Franny Armstrong, do documentário ativista The Age of stupid (que tem estreia mundial nos dias 27.

A ideia do 10:10 é reduzir 10% as próprias emissões até 2010 - isso, até o ano que vem! Entre as empresas que aderiram estão as gigantes de energia British Gas e EDF, a consultoria Logica, o clube de futebol Tottenham Hotspurs, entre mais de 450 outras.

Um parêntesis: que as mudanças climáticas assustam, ninguém duvida. Cientistas, como Rajendra Pachauri (foto), presidente do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas da ONU (IPCC), não se cansam de repetir que a mensagem da comunidade científica é clara: é preciso agir já.

Mas que ninguém duvide também que toda essa mobilização também tem um forte componente marketeiro. Basta você pensar na quantidade de anúncios que saíram recentemente ressaltando credenciais 'verdes'.

Organizações ambientalistas em todo o mundo devem concentrar os seus esforços para aumentar essa pressão sobre os representantes que se reunirão em Copenhague, entre 7 e 18 de dezembro.

As dificuldades para um acordo são enormes, mas por outro lado, se o clima ficar tão hostil aos que forem vistos "inimigos do clima", será que governantes - pelo menos aqueles que dependem dos nossos votos - podem ser dar ao luxo de saírem de mãos abanando?

Fonte - BBC

Nota DDP: E certamente as coisas esquentarão muito mais para os "inimigos do clima".

A sugestão do "10:10" se aproxima bem de uma proposta para que se poupe em nome do clima um dia em sete (domingo?), uma vez que assim seriam 4/5 dias em 30 (mês), ou aproximadamente 48 dias em 365 (ano), o que ficaria próximo dos 10% sugeridos.

Ou não?


História da adoração – A rainha do Céu

Capítulo 15

Maria, a mãe de JESUS, foi uma santa mulher. Humilde, fiel a DEUS, pelo ESPÍRITO SANTO tornou-se a mãe de JESUS. Desde o século V a veneração de Maria vem sendo exaltada pela Igreja Católica, e hoje ela é adorada até mais que JESUS. Seu título é Rainha dos Céus ou Rainha do Universo. Mas essa história começa bem antes da nossa era, vem da antiga Babilônia fundada por Ninrod.

Semiramis, rainha da antiga Babilônia e outros reinos, casou-se com Ninrod, que algumas fontes afirmam ser também seu filho. Ela engravidou teve um filho que chamou Tamuz, que nasceu depois de Ninrod ter morrido. Ela decidiu manter o poder de Ninrod, poderoso caçador, que se fez o primeiro imperador após o dilúvio. Para esse fim infundiu que Ninrod se tornou o deus sol, pois era por todos considerado caçador, rei e portanto um grande herói. Inventou a estória de que a morte de Ninrod ocorreu para a salvação da humanidade, e que ele retornaria na forma de uma criança e salvador. Essa criança seria a semente da mulher destinada a esmagar a cabeça da serpente. É de se lembrar que, desde a entrada do pecado no mundo, esperavam o nascimento do Salvador prometido ao primeiro casal.

Quando nasceu o filho dela com Ninrod, ela lhe deu o nome de Tamuz, que foi deificado como salvador da humanidade. Mas com o tempo, a mãe de Tamuz foi ainda mais venerada, pois o milagre da reencarnação do poderoso Ninrod foi a ela atribuído. Ela ao que parece era vista como virgem sendo “o nascimento do filho foi declarado miraculoso e, portanto, a mãe foi chamada de Virgem Mãe” recebendo entre outros, o título de Rainha dos Céus. Tamuz foi apresentado a todos como a reencarnação de Ninrod.

A veneração a Semiramis e Tamuz se espalhou para diversos países do mundo da época, tendo-se as famílias espalhado pela confusão das línguas. Em muitos lugares do mundo os povos adoravam uma mãe com seu filho nos braços, bem antes do nascimento de JESUS. Os nomes da mãe e de seu filho mudavam de acordo com as línguas surgidas naqueles dias, tais como: Ashtarot e Baal na Fenícia; Ishtar ou Inanna  na Assíria; Isis e Osiris no Egito; Afrodite e Eros na Grécia; Vênus ou Fortuna e Cupido ou Júpiter em Roma. Mas em outros povos também havia esse conceito religioso místico, como entre os chineses, os antigos germanos, os escandinavos, os etruscos, os druidas e na Índia. Foram erigidos monumentos em homenagem a deusa-mãe Semíramis com seu filho Tamuz nos braços. Entre os israelitas um dos títulos a deusa mãe era Astarote ou Astarte e rainha dos céus que até eles adoravam (cf. Jer. 7:18; 44:17-19 e 25 e Ezeq. 8:14).

No cristianismo católico, a Rainha Mãe veio a ser Maria, mãe de JESUS, esse em lugar de Tamuz. Foi no tempo de Constantino que começaram a ver Maria como deusa, mas ainda não era adorada. Tal como na antiga Babilônia, Maria, também venerada como Rainha dos Céus, passou a ser adorada mais intensamente que o próprio JESUS. Ela é adorada como a mãe de JESUS, como foi Semiramis na antiguidade. Hislop explica que “A Nossa Senhora de Roma... é simplesmente a Nossa Senhora da Babilônia. A Rainha dos Céus na primeira Babilônia é a mesma Rainha dos Céus na última Babilônia, a atual."

Baseado em parte no livro: The Two Babylons (As Duas Babilônias), de Alexander Hislop, 1917.

Fonte - Cristo Voltará


segunda-feira, 7 de setembro de 2009

Bento XVI apela mais uma vez às religiões mundiais pela paz

Bento XVI deixou este Domingo, em Viterbo, um apelo às religiões de todo o mundo, para que contribuam para construir a paz.

O Papa falava no final da Missa a que presidiu na cidade italiana, referindo-se ao Congresso "Homens e religiões", em Cracóvia, que assinala os 70 anos do início da II Guerra Mundial. A iniciativa junta numerosas personalidades e representantes de várias religiões, convidados pela arquidiocese de Cracóvia e pela Comunidade de Santo Egídio, para reflectirem e rezarem a favor da paz.

Bento XVI disse que “não podemos deixar de recordar os dramáticos factos que deram início a um dos mais terríveis conflitos da história, que causaram dezenas de milhões de mortos e tantos sofrimentos provocaram ao amado povo polaco; um conflito que viu a tragédia do Holocausto e o extermínio de outras fileiras de inocentes”.

“Que a memória destes acontecimentos nos leve a rezar pelas vítimas e por aqueles que continuam feridos no corpo e no coração. Seja também, para todos, uma advertência a não repetir tais barbáries e a intensificar esforços para construir no nosso tempo, ainda assinalado por conflitos e confrontos, uma paz duradoura, transmitindo às novas gerações uma cultura e um estilo de vida caracterizados pelo amor, pela solidariedade e pela estima do outro”, acrescentou.

Neste contexto, disse o Papa, é especialmente importante o contributo que podem e devem dar as Religiões: “Nesta perspectiva, é particularmente importante o contributo que as Religiões podem e devem dar para promover o perdão e a reconciliação contra a violência, o racismo, o totalitarismo e o extremismo que deturpam a imagem do Cristo no homem, cancelam o horizonte de Deus e, em consequência, conduzem ao desprezo do próprio homem”.

“Que o Senhor nos ajude a construir a paz, partindo do amor e da compreensão recíproca”, concliu.

Chegado a Viterbo, de helicóptero, proveniente de Castel Gandolfo, o Papa presidiu, numa esplanada, à Eucaristia dominical. Comentando as leituras do dia, Bento XVI observou que “o deserto – na sua linguagem simbólica – pode evocar acontecimentos dramáticos, situações difíceis e a solidão que tantas vezes assinala a nossa vida”. Mas "o deserto mais profundo é o coração humano, quando perde a capacidade de escutar, de falar, de comunicar com Deus e com os outros. A pessoa torna-se cega, incapaz de ver a realidade; fecham-se os ouvidos para não escutar o grito de quem implora ajuda; o coração endurece-se na indiferença e no egoísmo”.

Para o Papa “tudo está destinado a mudar. A ‘terra árida’ será irrigada por uma nova linfa divina. E quando vem, aos de coração abatido de qualquer época, o Senhor diz com autoridade: Coragem, não temais!”

Bento XVI referiu-se ao episódio evangélico em que Jesus cura, em terra pagã, um surdo-mudo, começando por o acolher e “ocupando-se dele antes de mais com a linguagem dos gestos, mais imediatos do que as palavras”.

“Podemos ver neste sinal o ardente desejo de Jesus de vencer no homem a solidão e incomunicabilidade criadas pelo egoísmo, para dar rosto a uma nova humanidade, a humanidade da escuta e da palavra, do diálogo, da comunicação, da comunhão com Deus. Uma humanidade boa, como boa é toda a criação de Deus: uma humanidade sem discriminações, sem exclusões – como adverte o apóstolo Tiago na sua Carta – de tal modo que o mundo seja verdadeiramente e para todos campo de genuína fraternidade, na abertura, no amor pelo Pai comum que nos criou e nos fez seus filhos e filhas", prosseguiu.

Exemplos vivos desta “humanidade boa” e de “verdadeira fraternidade” são os santos, sublinhou o Papa, evocando diversas figuras bem conhecidos dos viterbeses. Depois de sublinhar a importância do testemunho cristão dos leigos, “nos diversos âmbitos da sociedade, nas múltiplas situações da existência humana”, Bento XVI exortou os fiéis a um empenho concreto em favor do desenvolvimento humano integral de todos e cada um. (Ecclesia)
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Nota Realidade em Foco: É interessante mais esse passo do Vaticano em direção à paz mundial através da união das religiões. Pena que é incoerente com a própria filosofia vaticanista. Em primeiro lugar, o próprio Vaticano é o primeiro que não deve repetir barbáries como a Inquisição da Era Medieval quando milhares foram mortos por serem inimigos da "fé católica". Além disso, é importante que se frise que essa unidade das religiões é em torno da filosofia ditada pelo Vaticano. Ou seja, as demais religiões devem se harmonizar com o modo de agir do Vaticano e assim atuar juntas. Algo que remete aos tempos medievais quando o papado reinava supremo como única religião oficial e norteadora dos princípios morais para a humanidade. A Bíblia deixa claro, no entanto, em textos como Efésios 1:20-21 que, acima de todos os poderes humanos, está Jesus Cristo e Seus ensinamentos e não crenças divergentes dos princípios fielmente deixados pelo Mestre aos primeiros apóstolos. No texto que cito, é possível ler que "que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e fazendo-o sentar-se à sua direita nos céus, acima de todo principado e potestade, e autoridade, e poder, e domínio, e de todo nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro".

Sinais dos tempos

Esposição de motivos: Abaixo transcrevo um comentário muito lúcido deixado neste espaço e que demonstra que o Senhor tem chamado a atenção do Seu povo para o tempo solene em que vivemos e os acontecimentos que se descortinam no horizonte desta terra. Faço questão de assim fazer, afim de que não somente as ovelhas de outros apriscos que eventualmente por aqui passem considerem os argumentos lançados, mas também para que o povo do advento que está dormecido acorde para perceber que ao que tudo indica o tempo está acabando. Ei-lo:

"Caritas in Veritate" é uma evidência documental de que o cenário global está "quase" pronto para o surgimento do Anticristo (líder mundial). Os evangélicos em geral "esqueceram que Jesus vai voltar"...

Não sou adventista... Me considero "evangélico"... Não concordo com muitas posições adventistas... Entretanto, louvo ao nosso Senhor Jesus pelos adventistas... É um povo zeloso e vigilante das Escrituras... A teoria dos sete reis por eles desenvolvida tem resistido ao tempo e se tornado cada vez mais forte e convincente...

Assim que tomei conhecimento de "Caritas in Veritate", meu espírito estremeceu... Transmiti a informação à diversos amigos evangélicos e não evangélicos... Pouquíssimos entenderam a seriedade do documento...

Tony Blair como defensor dos ideais católicos reconfirma, a já confirmada há muito tempo, influencia do Vaticano sobre o destino do mundo...

"Caritas in Veritate" é uma "sacudida" do Senhor Jesus nos crentes que estão desatentos... É um clamor à vigilância! Parece que Jesus está falando: "Não estão vendo? Olha o documento! Não é especulação! O anticristo está próximo! O arrebatamento da igreja está próximo! Acordem!"

Peço aos irmãos para que oremos fervorosamente para que a mídia evangélica de grande massa acorde! Para que esta mídia evangélica de grande massa pare de mercantilizar a fé e pregar felicidade na terra! Para que esta mídia anuncie fervorosamente a volta de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo!!

Jorge Amado Florentino da Silva Júnior


Outras nuances interssantes sobre as considerações de "Caritas in veritate" podem ser lidas em "Papa pede criação de 'autoridade mundial'" e "É chegado o tempo de tomar posição pela verdade".

sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Caritas internacional na conferência da ONU sobre o clima

Nova York, 04 set (RV) - Realiza-se em Nova York, no próximo dia 22, a conferência da ONU sobre mudanças climáticas.

O encontro contará com a participação de uma delegação formada por membros da organização de Cooperação Internacional para o Desenvolvimento Econômico (CIDSE) e da Caritas Internacional, que formam uma grande aliança humanitária e dão uma grande ajuda em prol do desenvolvimento e na luta contra a pobreza em 200 países do mundo.

Esses organismos católicos escreveram um comunicado no qual exortam os líderes mundiais a dar prioridade à questão climática. "Pedimos a todos os governantes para que pensem nas populações mais pobres do mundo. Serve uma linha de ação corajosa a fim de defender-los dos impactos devastadores das mudanças climáticas" – afirmam eles.

O cardeal-arcebispo de Edimburgo, Keith Michael Patrick O’ Brien, reforçou o conteúdo do comunicado afirmando que os "países ricos têm o dever moral de reduzir as emissões de gás que danificam o meio ambiente e devem ajudar os países em via de desenvolvimento, pois são eles os que mais sofrem as conseqüências das mudanças climáticas".

Um estudo realizado pela Maplecroft, órgão de pesquisa inglês, em 166 países do mundo revela que a África e o sul da Ásia são as áreas do planeta mais ameaçadas pelas mudanças climáticas, enquanto os principais responsáveis pela poluição estão protegidos das conseqüências da mudança de clima.

Fonte - Radio Vaticano


quinta-feira, 3 de setembro de 2009

Ban Ki-moon diz que Ártico poderia descongelar até 2030

Genebra, 3 set (EFE).- O secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, advertiu hoje que "o Ártico está aquecendo mais rápido do que qualquer outro lugar na Terra" e "poderia ficar sem gelo até 2030".

Após visitar nos últimos dias a base internacional de Ny Alesund (Noruega), onde observou diretamente o impacto da mudança climática sobre o Ártico, o responsável da ONU chegou a Genebra para participar da Conferência Mundial sobre o Clima.

Em discurso diante de mais de mil participantes deste fórum, Ban pediu aos Governos para conseguir na conferência internacional sobre mudança climática, prevista para dezembro em Copenhague, um acordo que permita "profundos cortes nas emissões" de gases poluentes.

Reconheceu, nesse sentido, que essas negociações ocorrem com atraso: "só restam 15 dias, 15 dias para resolver alguns dos assuntos mais complexos".

O secretário-geral da ONU revelou que os cenários mais distantes que tinham sido colocados pelo Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) - uma das instâncias científicas de maior credibilidade na matéria - estão "ocorrendo agora".

Explicou que o Ártico, "em vez de refletir o calor, está absorvendo, enquanto o gelo diminui. Isso acelera o aquecimento global".

A consequência é que um gás que está preso no subsolo e no leito do mar desse polo do planeta está sendo liberado para a atmosfera, com o perigo que isso representa, por ser "um gás de efeito estufa 20 vezes mais poderoso que o dióxido de carbono".

Ban também advertiu que o aumento do degelo da Groenlândia ameaça elevar o nível do mar e alterar a corrente do Golfo, que é a que leva calor à Europa.

"Estamos pisando no acelerador e estamos nos dirigindo ao abismo", alertou.

O secretário-geral da ONU disse que já se observa um aumento do nível do mar, que, até o final do século XXI, poderia subir entre 50 centímetros e dois metros, colocando em risco às populações que vivem em ilhas, em áreas litorâneas e deltas, entre outros lugares.

Ban lamentou que, apesar disso, se continue observando "inércia" na luta contra a mudança climática, o que, acrescentou, fica evidente nos "limitados progressos nas negociações" de Copenhague.

Por isso, colocou a urgência de agir em certas áreas, como o rápido financiamento internacional para que os países em mais risco se adaptem à mudança climática.

Além disso, mencionou a necessidade de que os países em desenvolvimento aceitem reduzir suas emissões de gases do efeito estufa, e para isso defendeu a ideia de que estes precisam de apoio econômico e tecnológico do mundo rico.

Fonte - G1


quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Desenvolvimento enfrenta ameaça catastrófica

Nações Unidas, 02/09/2009 - Quando os políticos e governantes reagiram com lentidão dolorosa à crise econômica dos anos 20, o economista britânico John Maynard Keynes fez sua famosa afirmação: "Em última análise, todos nós morremos." Hoje a frase assume um sentido muito mais grave, diz a Organização das Nações Unidas, considerando os perigos combinados das crises econômica e ambiental que o mundo enfrenta. No seu "Estudo Econômico e Social Mundial 2009 - Promover o desenvolvimento, salvar o planeta", divulgado ontem, a ONU sustenta que a comunidade internacional está respondendo com a urgência necessária à devastação iminente causada pela mudança climática, descrito como o maior desafio humano das próximas décadas.

"Em um nível muito profundo, é um perigo existencial", diz o documento cuja versão em inglês tem 207 páginas, anotando estimativas segundo as quais mais de 300.000 pessoas morrem anualmente em conseqüência do aquecimento global, enquanto as vidas de 300 milhões estão em grave risco. O novo relatório coincide com dois eventos, a cúpula das Nações Unidas sobre mudança climática, dia 22 deste mês em Nova York, e as negociações para um novo tratado internacional para lidar com o fenômeno, que culminarão em dezembro em Copenhague.

Ao colocar a responsabilidade especialmente nas mãos das nações industriais, o relatório afirma que a crise do clima é o resultado de um modelo de desenvolvimento desequilibrado econômico que evoluiu nos últimos dois séculos. ”Permitiu-se aos países ricos de hoje manter seus níveis de renda atual em parte por não responderem pelo dano ambiental que agora ameaça o sustento de outros", diz o relatório. As ações necessárias para mitigar as alterações climáticas incluem a redução das emissões de gases de efeito estufa, frear o desmatamento e a degradação do solo, o combater a elevação do nível do mar, prevenir secas e inundações e modificar as cidades e os prédios para torná-los menos exigentes de energia.

Para enfrentar estes desafios, de acordo com o documento, são necessários entre 0,2% e 2% do produto interno bruto mundial, entre US$ 180.000 bilhões e US$ 1,2 trilhão. Mas, na maioria das projeções, os maiores gastos não serão necessários até 2030. Rob Vos, diretor da divisão de análise e desenvolvimento de políticas do Departamento de Assuntos Econômicos e Sociais da ONU, que divulgou o relatório, disse que "devemos começar por reconhecer o que é necessário. Perguntado sobre como alimentar o investimento no cenário de crise financeira internacional, Vos disse à IPS que "a crise deixou claro que é possível mobilizar grandes quantidades de recursos para combater os riscos sistêmicos e que só os governos estão em condições de fazer isso".

A mudança climática, prosseguiu, "é um risco sistêmico muito mais catastrófico, mas com muito menos recursos do que aqueles utilizados para combater a crise financeira podemos enfrenta-la”. A ciência explica que, mesmo com uma redução de entre 50% e 80% dos gases de efeito estufa até 2050 "Há uma boa chance de que não podermos alcançar um aumento inferior a dois graus na temperatura global, que já é considerada perigosamente alta", disse. Ao mesmo tempo, "espera-se uma crescente demanda por energia, se os países pobres ganharem seu direito ao desenvolvimento", acrescentou. Para responder aos desafios é preciso um aumento da eficiência energética e de fontes de energia limpa, renovável e de baixo teor de carbono, ressaltou.

"O que é preciso é convencer os governos de que enquanto são necessários grandes investimentos, o custo de não fazê-los será muito maior", afirmou Vos. Os países ricos têm a obrigação moral de ajudar os pobres para evitar o mesmo modelo de desenvolvimento de "contaminar primeiro e limpar depois", acrescentou. "Mas esta é apenas uma questão de justiça e de sobrevivência. Existe uma solução que pode conduzir a ganhos: investimentos em larga escala no fornecimento de energias renováveis propiciarão aos países industrializados uma grande quantidade de novos postos de trabalho e de segurança energética", disse Vos.

Os países pobres, acrescentou, podem avançar mais rapidamente na estratégia de um grande desenvolvimento com baixa liberação de carbono, o que beneficiará os países ricos também, conjurando o pior da mudança climática. Perguntado sobre como vê a criação de um fundo global para energias limpas, Vos disse à IPS que vários países estão formulando propostas para concebê-lo. México e outros países têm indicado que seria necessário um montante entre 300.000 bilhões de euros e 600.000 bilhões de euros, o equivalente a entre 0,5% e um por cento da produção mundial.

"Um grande fundo global poderia iniciar o processo. Precisamos de mudanças substanciais nas nossas economias, especialmente no abastecimento de energia, o que implica planos de investimentos de longo prazo que possam sustentar-se por décadas", disse Vos. Além disso, porque a renovável ainda é uma energia cara, "devemos criar economias de escala para reduzir custos e acelerar a adoção dessas fontes", afirmou.

Fonte - Envolverde

Nota DDP: Sobre o destaque dado à manifestação do agente ONU, importa o paralelo com manifestação encontrada na agência Zenit:

"Os países ricos têm a obrigação moral de ajudar os pobres" (Vos - ONU)

"os países ricos têm um dever moral inequívoco... de ajudar os países em vias de desenvolvimento" (cardeal britânico Keith O’Brien)

Coincidência?


Alimentação de 1,6 bilhões de asiáticos ameaçada por mudança climática

Manila, 2 set (EFE).- A segurança alimentar de cerca de 1,6 bilhões de habitantes do Sul da Ásia está ameaçada por causa das secas, as chuvas torrenciais e outros efeitos da mudança climática, advertiu hoje o Banco Asiático de Desenvolvimento (BAD).

Em um relatório, a instituição financeira com sede em Manila, identifica o Afeganistão, Bangladesh, Índia e Nepal, como os países mais vulneráveis a essa crise alimentícia que pode suscitar o desaparecimento de campos de cultivos a consequência da mudança climática.

"A vulnerabilidade do Sul da Ásia à mudança climática tem implicações extremamente sérias para a agricultura e, portanto, também na segurança alimentar", assinala o BAD.

Segundo o estudo, estes quatro países do sul do Ásia e especialmente os que têm uma alta densidade de população como Índia e Bangladesh, verão reduzida de forma notável a extensão de cultivos e a água durante as próximas quatro décadas.

De continuar a atual tendência, antes 2050 a produção de arroz cairá 10%, enquanto a de trigo, 12%, e a de milho registrará uma redução de 17% , de acordo aos dados recolhidos pelo estudo.

"A escassez de comida provocará uma alta dos preços e reduzirá o consumo de calorias por parte da população de toda a região", aponta a instituição bancária.

O estudo sobre os efeitos da mudança climática na segurança alimentar no Sul da Ásia segue o apresentado em abril passado pelo BAD no qual alertava que a região que padecerá graves perdas econômicas se não freia os efeitos do aquecimento global.

Então, o BAD avisou que se continuava a atual inércia para fazer frente ao fenômeno, as perdas poderiam supor até 6% do Produto Interno Bruto (PIB) de países como as Filipinas, Indonésia, Tailândia ou Vietnã.

A segurança alimentar se verá ameaçada pela queda na produção de arroz, o aumento do nível do mar obrigará a deslocar a milhares de residentes de ilhas e zonas litorâneas, e cada vez mais pessoas serão vulneráveis a doenças como o dengue ou a malária, segundo a instituição multilateral.

O BAD aconselhou aos Governos lutar contra o aquecimento global e a atual crise econômica por meio de programas de estímulo que também levem em conta a redução de emissões poluentes e a pobreza.

O relatório do BAD cita como setores-chave a melhora dos sistemas de tratamento de água e irrigação, otimização de cultivos, economia energética, proteção de florestas e preservação dos recifes de coral para garantir as atividades de pesca.

Realizando estas e outras medidas, os países do Sudeste Asiático serão capazes de reduzir o nível de suas emissões em 40% antes de 2020.

Fonte - Último Segundo


Derretimento no Ártico pode afetar um quarto da população mundial

O nível do mar pode aumentar mais de um metro até 2100 com o derretimento do gelo do Ártico, causando a inundação de regiões costeiras e afetando potencialmente um quarto da população mundial, de acordo com relatório divulgado nesta quarta-feira pela organização internacional para a preservação da natureza, World Wildlife Fund (WWF).

O documento sugere que o aumento do nível das águas seria quase o dobro do previsto no estudo do Painel Intergovernamental para Mudanças Climáticas (IPCC, em inglês) que, em 2007, estimava este número em 59 centímetros.

A WWF diz que o relatório Feedbacks do Clima do Ártico: Implicações Globais é o primeiro do tipo a incorporar o impacto do derretimento do gelo na Groenlândia e da porção ocidental da Antártida sobre o nível do mar, regiões que não foram consideradas nas projeções do IPCC.

As temperaturas do ar no Ártico aumentaram quase duas vezes em relação à média global nas últimas décadas, diz a WWF. "O que este relatório nos permite ver são as (...) amplas consequências globais deste aquecimento", disse o cientista Martin Sommerkorn, consultor para mudanças climáticas do programa da WWF para o Ártico, em entrevista divulgada pela organização no YouTube.

Motor de mudanças

O derretimento do gelo do Ártico se tornaria um motor de mudanças climáticas mais acentuadas, diz o documento da WWF.

O relatório prevê que a perda acentuada do gelo com o aquecimento do Ártico influenciaria o clima além da região. O fenômeno mudaria a temperatura e os padrões de precipitação de chuvas na Europa e na América do Norte, afetando a agricultura, florestas e recursos hídricos.

O documento explica que o solo congelado do Ártico reserva o dobro do carbono mantido na atmosfera e, que se o aquecimento da região continuar, o gelo do solo vai se derreter e liberar carbono na atmosfera na forma de dióxido de carbono e metano em níveis significativos.

A concentração de metano, um gás causador do efeito estufa especialmente poderoso, vem aumentando na atmosfera nos últimos dois anos e há sugestões de que isso se deve ao aquecimento da tundra do Ártico.

"Este relatório mostra que é urgentemente necessário controlar as emissões dos gases do efeito estufa enquanto ainda podemos", disse Sommerkorn.

"Se nós permitirmos que o Ártico fique quente demais, há dúvidas sobre se poderemos manter a cadeia de implicações desse fenômeno sob controle."

"Nós acreditamos que estas informações são críticas para se levar às pessoas diante do novo acordo sobre mudanças climáticas que será negociado em Copenhague (Dinamarca) em dezembro."

O tratado a ser negociado na capital dinamarquesa vai ser a sequência do Protocolo de Kyoto.

Fonte - Último Segundo


Forte terremoto deixa ao menos sete mortos na Indonésia

JACARTA - Um forte tremor de terra atingiu nesta quarta-feira, 2, a ilha de Java, na Indonésia, matando ao menos sete pessoas e ferindo outras 27. O terremoto, de magnitude 7 na escala Richter, provocou um alerta regional sobre o risco de tsunamis.

O abalo sísmico fez tremer edificações na região, inclusive na capital do país, Jacarta. O epicentro foi localizado 190 quilômetros a sudeste de Jacarta, que fica na ilha de Java. Segundo o US Geological Survey, agência americana que monitora os tremores de terra pelo mundo, o terremoto ocorreu às 14h55 (4h55 de Brasília) a uma profundidade de 49,5 quilômetros. Segundo relatos iniciais de Jacarta, muitas pessoas em pânico deixaram prédios e escritórios após o tremor.

Indonésia está localizada sobre o chamado "Anel de Fogo do Pacífico", uma zona com grande atividade sísmica e vulcânica que é sacudida cerca de 7 mil tremores ao ano, a maioria moderados.

Fonte - Estado


terça-feira, 1 de setembro de 2009

Os problemas que geraram esta crise não foram resolvidos

Em 15 de setembro de 2008, o banco de investimentos Lehman Brothers anunciou que iria declarar concordata. Como se acometida por um infarto, a economia mundial desabou. Mesmo em 1929 a queda havia sido menos brutal. Um ano passou. Em poucas palavras, os governos "fizeram o serviço". O sistema financeiro foi salvo, a queda da demanda foi amortecida pelos déficits públicos. Os bons resultados registrados no segundo trimestre (retorno a um crescimento positivo na França, na Alemanha, no Japão...) certamente continuam frágeis: o esperado crescimento do desemprego, a perda de fôlego dos efeitos do incentivo à compra de carros novos reservam más surpresas...

Entretanto, parece estar certo que a crise de 1929 não se repetirá. Boa notícia, então. Mas a má notícia é que a crise atual não tem nada a ver com a de 1929. Ela não é uma crise do século 20 extraviada para o século 21: ela é a primeira crise da globalização. E, por essa medida, nenhum dos problemas que a criaram foi solucionado.
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Agora que a bolha do crédito estourou, os americanos deverão recomeçar a poupar, o que significa que a demanda interna não deverá voltar a crescer tão cedo nos Estados Unidos. A crise chegou a uma solução instável, mas sem oferecer alternativas. Portanto, das duas coisas, uma. Ou novas bolhas de crédito substituirão aquela que acaba de estourar (por enquanto são os déficits públicos que exercem esse papel), ou o crescimento mundial permanecerá medíocre, por falta de saídas para absorver os excedentes chineses e petroleiros. Nos dois casos, novas desilusões se preparam... 1929 foi evitada, mas o veneno que deu origem a essa crise continua a agir.

Fonte - UOL


segunda-feira, 31 de agosto de 2009

O Google e o fim da privacidade

O monitoramento de nossos atos na Internet, gostemos ou não, sempre ocorreu. Aliás, o monitoramento — lactu sensu, a espionagem — sempre existiu em termos planetários, eis que de interesse de governos e corporações.

Nos anos 90 do século passado, no borbulhar libertário da Internet, os ciberativistas se arvoravam contra o monitoramento realizado por meio de um programa chamado Echelon, o qual evoluiu para Carnivore que, por sua vez, evoluiu para não sei mais o que.

Porém, quando um programa muito mais eficiente e sofisticado de monitoramento surgiu, as vozes protestantes e panfletárias da Web perderam seu timbre e se deixaram seduzir pelo novo paradigma informático de buscas, a par deste programa superar todos os programas intrusivos desenvolvidos pelo governo américo-nortista e seus aliados. Refiro-me ao megaprograma chamado Google — uma variação da palavra gugol (lê-se “gugól”).

A homepage do Google, a mais valiosa da Web, é a mais minimalista de todas.

Na homepage do mais respeitado oráculo da deusa Internet é aguardado que sejam consignadas as suas dúvidas na pequena caixa de entrada de dados que se encontra centralizada. Assim, escreva, iguale-se a seus sequazes — isto é, quase todos os internautas — e deixe-se ser por ele seduzida (e deduzida) ou seduzido (e deduzido).

Em dirimindo nossas dúvidas — mas sempre atendendo a seu critério de seleção —, o Google descobre os segredos que temos, com quem nos correspondemos, que sites visitamos (e que frequentamos), do que gostamos, o que gastamos.

Isso porque o Google administra o maior banco de dados jamais concebido na História da Humanidade. Este vidente bítico sabe muito mais sobre nós próprios do que nós imaginamos. É o verdadeiro Big Brother de Orwell. Pede para abrirmos mão de nossa privacidade, de nossas informações e, principalmente (para o Google), de eventuais direitos autorais — sem futuro direito a carta de alforria. O mesmo ocorre em seu tentáculo representado pelo YouTube.

Com seu sistema de mapas online (o Google maps), o mais utilizado procurador da Internet desmistifica a crença jurídica de que o direito à privacidade depende dos cuidados de quem a deseja. Afinal, como nos protegermos dos satélites a serviço desta internética Hydra?

Como pontuei em provocação dirigida ao Ministério Público do estado de São Paulo, mostrar fotogramas de todos os rincões do planeta não é uma vitória tecnológica a ser aplaudida — a par de ser uma vitória tecnológica. Isto é uma afronta à nossa privacidade.

Tal intrusão é um acinte a um direito fundamental garantido por tratados internacionais, pela Constituição Federal, pelo Código Civil e pelo Código de Defesa do Consumidor. Mas essas velhas proteções não valem mais. Tudo aquilo que muros, por vontade de quem os ergue, tentam ocultar, passa a ser devassado e jogado na cova da propriedade comum, ou melhor, do fuxico comum, graças a estes fotogramas aéreos.

Tirar fotos de uma casa, a partir da rua, e disponibilizá-las? Não há como se vislumbrar quaisquer problemas, eis que as ruas são coisa pública. Mas... Sacar fotos aéreas e disponibilizá-las na Web para fofoqueiras de plantão — ou mexeriqueiros ad hoc — é outra coisa e completamente diferente. Com muros é possível as casas serem protegidas para não serem vistas por quem passa pela rua, como já o disse. Entrementes, o que fazer com quem passa por cima das casas?

Enfim, existem limitações para nossa vigilância física.

Na Comunidade Européia, nos Estados Unidos da América nortista e no Canadá, a questão aqui discutida desperta, presentemente, incisivas discussões.

Há um caso em que um paparazzo foi condenado a indenizar a filha da princesa do Mônaco, Caroline, por tê-la fotografado do alto de uma árvore do lado oposto do muro que protegia sua casa. Alexandra, então com cinco anos, filha da princesa Caroline e do príncipe Ernst de Hannover, no final de 2004 recebeu a maior indenização já paga a um menor: US$ 94 mil.

O Código de Conduta da Comissão de Reclamações contra a Imprensa do Reino Unido também é incisivo quanto ao respeito à privacidade, tanto que dispõe que “intrusões e perguntas que invadam a vida privada de um indivíduo sem o seu consentimento, inclusive o uso de máquinas fotográficas de longo alcance para tirar fotos das pessoas em propriedade privada sem sua autorização geralmente não são aceitas e a publicação só pode ser justificada quando for de interesse público”.

A União Europeia, por sua vez, discute as ações intrusivas do Google e do Yahoo!.

Nos EUAN, em março de 2008, “atendendo” a um pedido do Pentágono, o Google retirou de seu serviço as imagens online que dizem respeito a áreas militares, por se tratar de questão de segurança nacional.

Neste rincão supra-Equatorial, cidadãos, cônscios de suas prerrogativas constitucionais e infra-constitucionais, começam a processar o Google por invasão de privacidade. No entanto a política bushiana parece ter influenciado o Judiciário a desrespeitar a privacidade.

No Canadá o mesmo acontece.

O Google nos “dá” o direito de compartilharmos suas “maquininhas” fuxiqueiras para invadirmos a privacidade dos que nos são próximos. Mas em troca ele deseja ter acesso a nossos segredos mais íntimos — e os daqueles que nos são próximos.

Entre as últimas atrocidades perpetradas pelo Google se encontra o Google Latitude.

Seus lacaios, “aqueles que nada têm a esconder”, vociferarão: “mas quem não quiser utilizar este serviço não utiliza e ponto”. Só que a questão não é tão bisonha assim e certamente antes de eu concluir estas mal traçadas linhas, algum precoce (ou nem tanto) garoto já terá descoberto como habilitar o celular de um terceiro e, com o mecanismo disponibilizado pelo Google, monitorá-lo. Presentão para a indústria do sequestro.

Os sistemas informáticos estão mais espertos, não tenho dúvidas, do mesmo modo que aqueles que desafiam estes sistemas estão mais expertos. Por sua vez, os ciberativistas me parecem descafeinados e anoréxicos.

A grande ameaça, a real ameaça à sua privacidade — tenha em mente —, maior que o sistema institucional violador de direitos civis do governo da América supra Equatorial, é o Google.

É inconteste que este perigo guarda charm e conquista as massas com a máxima: “Tudo que aqui é oferecido é grátis!” — como se existisse um almoço que não fosse pago por alguém.

Advogadas e advogados e procuradoras e procuradores e juízas e juízes e todos os profissionais do Direito: é hora de unirmos nossas forças e pensarmos em formas objetivas de frear a devassa de nossa privacidade porque, ao contrário dos Estados Unidos da América nortista e da Comunidade Europeia, nós, no Brasil, temos uma Constituição e Códigos para obstar tal prática.

Fonte - Conjur


Igreja Católica deve ser escutada por todas as nações

Roma, 29 Ago. 09 / 06:27 pm (ACI).- O ex-primeiro Ministro da Inglaterra, Tony Blair, que se converteu à fé católica há dois anos, assinalou durante sua participação no Encontro de Rimini, Itália, que promove o movimento Comunhão e Liberação "que a voz da Igreja" deve ser escutada porque deve "falar de forma clara e aberta" para que "a comunidade das nações" a ouça, .

Em seu discurso, o político britânico ressaltou também que "a fé e a razão são aliadas, não oponentes", por isso "a Igreja pode ser a voz espiritual que converte a globalização em um instrumento e não em um padrão".

Depois de elogiar o incansável trabalho de ajuda social da Igreja, entre outras áreas, Blair assinalou que "hoje não existe apenas um espaço mas um âmbito crescente para as organizações da sociedade civil no desenvolvimento de trabalhos que nem o Estado, nem o mercado podem fazer".

Tony Blair também explicou que sua conversão se deve, em boa parte, à sua esposa Cherie. "Com ela comecei a ir à missa. Nós gostávamos de ir juntos, às vezes a uma igreja anglicana e outras a uma católica. Adivinhem a qual íamos mais? À medida que passava o tempo sentia que a Igreja Católica era minha casa e não só por seu magistério e sua doutrina, mas sim por sua natureza universal", indicou.
...
Fonte - ACI Digital

Nota DDP: Blair virou definitivamente portavoz do catolicismo no mundo político, o que já era esperado desde sua conversão. O interessante é que ele realmente tem peso político para isso.


Imigração, Islã e identidade europeia

Novo — e controverso — livro traz uma visão pessimista dos efeitos da imigração islâmica sobre a Europa Ocidental.

Em “Reflections on the Revolution in Europe: Immigration, Islam and the West”, Christopher Caldwell aponta um equívoco histórico dos políticos da Europa: quando passaram a trazer estrangeiros para suprir as carências do mercado de trabalho do continente, eles supunham que esses imigrantes iriam rapidamente adotar os costumes europeus. Em grande parte não foi o que aconteceu, e Caldwell acredita que o motivo é o Islã.

Em meados do século XX quase não havia muçulmanos na Europa; hoje, são entre 15 milhões e 17 milhões. O autor diz que a maioria dos países têm dado passos atrás na tradição europeia para acomodá-los. Ele cita o caso de um tribunal francês que permitiu a um homem muçulmano anular seu casamento porque na noite de núpcias descobriu que sua mulher não era virgem. O departamento britânico de pensões tem uma política de reconhecimento e concessões de benefícios a “cônjuges adicionais”.

Muitos países europeus estão apertando o cerco aos imigrantes, adotando uma política de seleção dos mais qualificados e preparando testes de cidadania. França e Grã-Bretanha endureceram a postura contra o uso do véu islâmico. Mas, para o pessimista Caldwell, pode ser tarde demais. Os povos europeus estão envelhecendo rapidamente, enquanto os imigrantes têm famílias grandes. Para ele, a insegura e relativista cultura europeia não é páreo para a doutrinária cultura islâmica.

Fonte - Opinião e Notícia

Nota DDP: Dois aspectos a serem considerados: O primeiro no sentido de que a profecia antecipa quem serão os líderes da perseguição nos últimos dias e, em segundo plano, que a unificação da Europa também não faz parte do quadro profético.

Nestes termos, não seria absurdo se inferir que este quadro que tende a realmente ocorrer de predominância islâmica na Europa deve ser interrompido antes de sua comsumação. Quanto tempo mais então?

Veja também "Europa sob ameaça de bomba relógio demográfica".


Perigo no ar?

Cidade do Vaticano, 30 ago (RV) - Ao mesmo tempo em que louvamos o Congresso Brasileiro pela aprovação do Acordo entre o Brasil e a Santa Sé, ficamos perplexos com a futura criação da Lei Geral das Religiões.

No Acordo vimos dois Estados, duas entidades independentes, autônomas, falando no mesmo nível e contemplando todas as religiões com as benesses adquiridas, se isso acontecer.

Na Lei Geral, paira no ar um cheiro de retrocesso, de volta à dependência ao Estado, de solicitação ao Poder Civil para que legisle sobre a prática da fé. Sente-se algo de retorno ao Brasil Império, onde um ministério legislava sobre a religião, como poderia e deveria ser praticada.

Esperava-se que os representantes do povo, cônscios de sua responsabilidade, não se deixassem levar por partidarismos, mas vissem o bem geral da nação. Infelizmente tal não acontece. Deixando de lado situações mais graves, vamos nos referir a situações comezinhas, mas não menos importantes, quando se pretender colocar no mesmo rol, por exemplo, um templo de 400 anos, seja de uma igreja cristã ou de uma sinagoga, mas patrimônio cultural da nação brasileira, com uma construção de poucos anos, que até há pouco era um local de diversão. Parece que não se entende do que se legisla e coloca-se no mesmo saco "oves et boves".

Fonte - Radio Vaticano

Nota DDP: Vale a pena salientar que a "Lei Geral da Religiões" também em trâmite no Congresso Nacional Brasileito, apenas repete os termos da concordata estabelecida entre Brasil e Vaticano, abrindo os conceitos para as demais religiões.

Se há "perigo no ar", como diz o título original, pelo conteúdo "denunciado" na notícia supra, temos agora a ratificação "interna corporis" do que realmente se trata o acordo principal entre Brasil/Vaticano: Perigo no ar.

Outras nuances interessantes sobre esta questão das concordatas, aqui. Destaque:

Nos últimos anos, a Santa Sé vem adotando uma ofensiva diplomática para renovar e atualizar acordos com os países. Em cada local, a estratégia é moldar seus interesses com a realidade dos governos. Ao longo das últimas décadas, foram assinados cerca de 50 documentos.


sábado, 29 de agosto de 2009

"Caritas in veritate" tem boa acolhida entre protestantes evangélicos

WASHINGTON, sexta-feira, 28 de agosto de 2009 (ZENIT.org).- Cinquenta e seis personalidades do mundo protestante evangélico norte-americano, entre professores universitários, editores de imprensa e representantes de diversas instituições, assinaram, em 27 de julho passado, uma mensagem de apoio à última encíclica do Papa Bento XVI, Caritas in Veritate.

Nesta declaração, titulada Doing the Truth in Love (Fazendo a Verdade no Amor), à qual ZENIT pôde ter acesso, os signatários “aplaudem” o texto e pedem “aos cristão de todas as partes, e especialmente a nossos membros evangélicos no Norte global”, que a leiam e se sensibilizem com ela.

Também apelam a todos os cristãos a um “sério diálogo” sobre as propostas da encíclica.

Os signatários felicitam especialmente “a forma como esta encíclica considera o desenvolvimento econômico em termos da trajetória do verdadeiro florescimento humano”.

Coincidem em pedir com ela “uma nova visão do desenvolvimento que reconheça a dignidade da vida humana em sua plenitude, o que supõe a “preocupação pela vida desde a concepção até a morte natural, pela liberdade religiosa, pelo alívio da pobreza, e pelo cuidado da criação”.

Particularmente, mostram seu acordo com o conceito de “desenvolvimento humano integral” e sua visão do fenômeno da globalização.

“Afirmamos com esta encíclica que a globalização deve converter-se em um processo de integração centrado na pessoa e orientado à comunidade”, assinala o texto.

Também apreciam que a Caritas in Veritate não entre em uma análise simplificadora da polarização entre o livre mercado e a excessiva intervenção estatal, mas que enquadre a economia dentro das relações humanas e, portanto, sujeita à normas morais.

“A vida econômica não é amoral ou autônoma. As instituições econômicas, inclusive os próprios mercados, devem estar marcados por relações internas de solidariedade e confiança”.

Apoiam também a “ênfase da Caritas in Veritate na empresa social, ou seja, no esforço do negócio guiado por um princípio mutualista que transcende a dicotonomia do lucro sim, lucro não”.

“Em termos mais gerais, motivamos os evangélicos a considerar o convite do Papa Bento XVI de refletir sobre quem deve ser considerado agente empresarial e sobre o significado moral do investimento”.

Contudo, sentem falta na encíclica “de uma crítica mais forte para com a elevação do dinheiro a um estado de idolatria e o predomínio atual resultante dos mercados financeiros sobre outros elementos da economia mundial”.

Por último, apoiam a preocupação da encíclica com a decadência dos sistemas de segurança social, com o cada vez menor poder dos sindicatos e a pressão de uma mobilidade trabalhista socialmente destrutiva.

Também coincidem no temor ante o “crescimento de um Estado de bem-estar arrogante, que degrada o pluralismo social e cívico. Portanto, estamos de acordo em que a subsidiariedade e a solidariedade devem andar juntas, como propõe a Caritas in Veritate”. Não “mais Estado” mas “melhor Estado”.

“Com a Caritas in Veritate, nos comprometemos a não ser vítimas da globalização, mas seus protagonistas, trabalhando pela solidariedade global, a justiça econômica e o bem comum, como normas que transcendem e transformam os motivos do benefício econômico e do progresso tecnológico”, conclui a mensagem.

Fonte - Zenit

Nota Questão de Confiança: Como podem os protestantes americanos, que fugiram da Europa perseguidos pelo papado, demosntrarem tão inebriante cegueira diante das pretensões de Roma? Eles merecem nossa profunda caridade, por estarem cavando uma profunda sepultura para si próprios! De fato, nada há mais que se comentar, exceto o que o apóstolo João escreveu há 1900 anos: "Também vi uma de suas cabeças como se fora ferida de morte, mas a ferida mortal foi curada. Toda a Terra se maravilhou seguindo a besta." Apocalipse 13:3

Nota O Tempo Final: Não incluído no artigo do Zenit, estão duas ideias desta carta que quero destacar. Elas são:

a) 'Ecoamos o apelo para melhores modelos de governação global...' - tal qual os adventistas defendem que a Igreja Católica irá obter, a expressão 'governação global' parece-me extraordinariamente certa para descrever os propósitos do Vaticano que são, nota-se, bem acolhidos (ainda que, admito, não totalmente discernidos).

b) '... hesitamos em apoiar sem crítica os correntes modelos das Nações Unidas, Fundo Monetário Internacional, Banco Mundial e Organização Mundial do Comércio' - se estes modelos estão colocados em causa, quem poderá sugerir um modelo correto de gestão, diria mesmo... governação?

Quero também alargar um aspeto apenas ligeiramente mencionado neste artigo:

c) 'Apelamos a um diálogo sério entre os cristãos e com muitos outros para fazer deste objetivos realidades práticas' - ou seja, os signatários evangélicos defendem que haja uma união de esforços, ideias e propósitos, subordinados às orientações (neste caso, a encíclica) da Igreja Católica Romana...

Nota DDP: Absolutamente impressionante. Esperado, mas impressionante. Não bastasse o enfoque dado pelo Pr. Douglas Reis sobre a cura da ferida, há de ser considerado ainda a intenção clara de que os braços do protestantismo americano se alonguem sobre o abismo rumo ao romanismo, como também observado pelo irmão Filipe Reis.

Outra nuance interessante é a citação do papel dos sindicatos, algo também antecipado pelo Espírito de Profecia. Amazing!


LaRouche exige uma reorganização através de bancarrota já

28 de Júlho de 2009 (EIRNS). – O estadista e economista político, Lyndon LaRouche, fez um apelo hoje, para uma imediata reorganização através de uma bancarrota de todo o sistema de Reserva Federal (Fed), antes que o sistema global financeiro fixado na moeda dólar imploda. LaRouche advertiu a semana passada que, o mais tardar até ao fim do ano fiscal corrente, ou semana antes, inclusive a partir de qualquer momento de Agosto, o sistema implodirá, provavelmente semanas antes que se publique informações do final do ano fiscal. Com certeza, a economia mundial esta já em bancarrota irremediavelmente, na medida em que os sistemas dos Estados Unidos e do resto do mundo seguem dominados pelo sistemas monetários.

“Embora possa-se dizer, ao contrário de todos os bons desejos, que este sistema está condenado, o mais tardar, lá por volta de 15 de Outubro deste ano, ao fracasso, se requer medidas imediatas no prazo de semanas, inclusive nos meses antes de 12 de Outubro deste ano”, explicou LaRouche. “ Devemos anular o resgate financeiro de $24 trilhões de dólares imediatamente, nas próximas semanas, e reorganizar o sistema através de bancarrota de maneira ordenada, como estipula a nossa Constituição federal. Se deve intervir na totalidade do sistema de Reserva Federal. Não há formas em que a “Fed” possa honrar estes esforços de recuperação intrísicamente fraudulentas que sustentem o crescimento canceroso das correntes obrigações financeiras nominais. A redução das obrigações legítimas dos bancos nacionais e estatais a uma magnitude correspondente as normas Glass-Steagall, se fará de qualquer forma, seja já agora através de uma bancarrota organizada, ou os Estados Unidos, vão deixar de existirem, como explicitei durante o período entre 27 de Julho de 2007 até Setembro daquele ano, e não há presentemente esperança para a existência continuada dos E.U.A. ou mesmo das Nações europeias, na sua atual forma.”

LaRouche detalhou que, “neste mesmo momento, a maioria absoluta dos Estados estão em bancarrota; quiçá uns 46 ou 48 Estados. De imediato, haverá populações que morrerão nas ruas em vários Estados, se se permite que, continuem com as actuais medidas tomadas por Obama e isto, ainda este mês. Devemos submeter todo este sistema da Reserva Federal numa reorganização através de bancarrota, e regressarmos às normas de Glass-Steagall. Proteger as funções necessárias do Banco comercial e deixar que os especuladores quebrem. A sobrevivência do mesmo Estados Unidos, em curto prazo, está na mesa. Mesmo agora, 30 por cento da nossa população está desempregada. Em 38 Estados, não há fundos para proporcionarmos seguros de desemprego. Sem lograrmos uma mudança dramática com os programas da Casa Branca, a população estará a morrer nos próximos dias e semanas.

“ O Presidente Obama está desmoronando; estão em ruína seus programas, como suas fraudulentes reformas na Saúde, que não são mais que os programas de eutanasia de 1939 de Hitler. Deve-se fazer sentir que as Instituições do Governo façam valer a realidade, ocupar o cargo sério de uma Presidência que se enfraquece, ou o País – o Mundo inteiro – se inclina de imediato para uma Nova Éra de Trevas. As condições para esta Nova Éra de Trevas já existem. Por tanto, devemos atuar agora, antes de tudo acontecer”.

LaRouche explicou que, “o resgate de Wall Street e de Londres foi mal concebido desde o seu princípio. Se não dermos marcha atrás a estas medidas, anular o resgate, agora mesmo, seremos reponsáveis pela destruição dos Estados Unidos. Tivemos oportunidades de agirmos no verão e no outono de 2007, quando propus pela primeira vez o meu Projecto de Lei de Proteção aos Bancos e Proprietários de Casas (HBPA), só que não se tomou nenhuma medida no momento. Agora, logo $24 trilhões de dólares em resgate financeiro, o sistema inteiro está a ponto de implodir, quando se fizerem públicas as cífras contabilísticas no fim do ano.

“As causas principais desta catástrofe avassaladora”, assinalou LaRouche, “vêem de muitos atecedentes. São resultados de reformas culturais e outras de 1968, que nos trouxeram a este ponto. Não é demasiado tarde para agirmos, só que, só teremos dias ou semanas, mas não meses. Se não se promulgar estas mudanças necessárias, antes do começo de setembro de 2009, vamos-nos todos para o inferno. Assim, que fiquem sensatos os responsáveis pelas Instituições governamentais deste País; que tomem a única medida , que pode salvar este País e o Mundo deste desastre. Submetam todo o sistema de Reserva Federal a uma reorganização através de bancarrota. Protejam as funções do Banco comercial que sejam vitais para a nossa Economia. Iniciem uma inversão maciça em Infraestruturas de alta tecnologia pra poder criar empregos: energia nuclear, linhas ferroviárias de alta velocidade e de levitação magnética, gestão de canalização de água e hidroviárias. Reconstruam nossas Infraestruturas de assistência médica. Façam isso, através da criação de um Banco Nacional, mediante um sistema de crédito nacional, como estabelecido pela nossa Constituição. O governo federal deve emitir créditos a longo prazo, a juros de 1 ou 2 por centos, para a realização destes projetos vitais de Infraestruturas, para criar dezenas de milhões de novos empregos produtivos. Tudo isso pode-se fazer, ao abrigo da nossa Constituição Federal, por um ato do Congresso, e com a confirmação do Presidente. Quando a sobrevivência dos Estados Unidos estiver em jogo, não se pode permitir a inacção ou o atraso destas medidas”.

Fonte - EIR

Nota DDP: Aguardemos a segunda quinzena de outubro. Sobre quem é Lyndon LaRouche, ver aqui.


Governo Obama quer revistar todo computador entrando no país

Depois de descobrirmos ontem que Obama quer passar uma lei que lhe dará o poder de fechar a internet a qualquer momento, hoje a Reuters informa que o governo americano está com novas regras relacionadas à revistar computadores nas fronteiras.

O governo Obama revelou na quinta-feira novas regras para revistar computadores e outros aparelhos eletrônicos de pessoas entrando nos Estados Unidos, em uma tentativa de lidar com preocupações de violação de privacidade e direitos constitucionais.

Ao mesmo tempo, o Departamento de Segurança Doméstica (DHS, em sua sigla em inglês) defende que essas revistas são necessárias para detectar informações sobre possíveis conspirações terroristas bem como outros crimes, como pornografia infantil e violação de direitos autorais.

Estas novas regras quebram a quarta emenda da Constituição americana e o Ato de Privacidade de 74, mas é claro que nenhum jornal ou canal de TV (menos o Jornal Tecnologia) está falando sobre isto. Daqui a pouco Obama vai querer instalar câmeras em sua casa, e todo mundo vai estar OK com isso.

Fonte - Jornal Tecnologia


OMS alerta sobre forma severa de gripe suína

Médicos vêm relatando uma forma severa da nova gripe que ataca diretamente os pulmões, causando insuficiência respiratória grave em jovens saudáveis.

Segundo a Organização Mundial de Saúde, para combatê-la é preciso um dispendioso tratamento hospitalar. Alguns países vêm relatando que 15% dos pacientes infectados com o vírus H1N1 precisam de cuidados hospitalares, pressionando ainda mais os já sobrecarregados sistemas de saúde.

A OMS alertou ainda que grupos minoritários e populações indígenas também têm mais risco de ficarem gravemente doentes por causa da gripe suína. Alguns estudos apontam para um risco quatro ou cinco vezes maior em relação à população geral. Embora os motivos ainda não sejam totalmente compreendidos, possíveis explicações incluem padrões de vida mais baixos e condições de saúde precárias, incluindo uma alta incidência de doenças como asma, diabetes e hipertensão.

Fonte - Opinião e Notícia


sexta-feira, 28 de agosto de 2009

A noite da terra

"Os que forem sábios, pois, resplandecerão como o fulgor do firmamento; e os que a muitos conduzirem à justiça, como as estrelas, sempre e eternamente" (Daniel 12:3)

A obra que nos foi confiada é importante, e nela são necessários homens sábios, abnegados, pessoas que compreendam o que significa dedicar-se a desinteressados esforços para salvar os perdidos. Mas não há necessidade do serviço de HOMENS MORNOS; pois tais pessoas Cristo não pode usar. Necessitam-se homens e mulheres cujo coração se comova ante o sofrimento humano e cuja vida dê prova de que estão recebendo e comunicando luz, vida e graça.

O povo de Deus deve aproximar-se de Cristo, em abnegação e sacrifício, tendo como único alvo dar a todo o mundo a mensagem de misericórdia. Alguns trabalharão de um modo, e outros de outro, conforme o Senhor os chamar e guiar. Mas todos devem lutar juntos, procurar fazer do trabalho uma unidade perfeita. Pela pena e pela viva voz devem trabalhar para Deus. A palavra da verdade, impressa, deve ser traduzida para diferentes línguas e levada aos confins da Terra.

Meu coração muitas vezes fica sobrecarregado porque tantos que poderiam trabalhar nada fazem. Agem como joguete das tentações de Satanás. De todo membro de igreja que possui conhecimento da verdade se espera que trabalhe enquanto é dia; porque vem a noite, quando ninguém poderá trabalhar. Em breve haveremos de compreender o que significa essa noite.

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