Manobras na região chamam atenção na iminência de guerra
Navios de guerra, porta-aviões, caça-minas e submarinos de 25 países estão reunidos no Estreito de Ormuz, lugar estrategicamente importante em uma demonstração sem precedentes de força enquanto Israel e Irã continuam com ameaça de guerra. Entre as nações estão Estados Unidos, Grã-Bretanha, França, Arábia Saudita e os Emirados Árabes Unidos, e a presença deve durar 12 dias.
Uma armada naval dos EUA e da Grã-Bretanha está parada no Golfo Pérsico, visando prevenir o ataque de Israel contra o programa secreto iraniano de armas nucleares. O Estreito de Ormuz é uma das vias navegáveis internacionais mais congestionadas do mundo. Possui apenas 21 quilômetros de largura no seu ponto mais estreito e faz fronteira com a costa iraniana ao norte e com os Emirados Árabes Unidos ao sul.
Neste domingo, o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, afirmou durante entrevista a uma rede de televisão americana que o Irã está muito próximo de concluir suas armas nucleares. Ele estima que dentro de “seis ou sete meses” o governo de Teerã terá enriquecido 90% do urânio suficiente para uma bomba.
Netanyahu apelou para que o presidente Barack Obama intervenha com urgência na situação, estabelecendo os “limites” que o Irã não poderia cruzar para assim evitar uma ação militar.
“Vocês (os Estados Unidos) têm que montar essa linha vermelha diante deles agora, antes que seja tarde demais”, afirmou Netanyahu durante um programa de TV na rede NBC. Obama, por enquanto, se recusa a tomar qualquer postura ofensiva, preferindo insistir no bloqueio econômico.
John Sawers, chefe do Serviço Secreto de Inteligência inglesa teria se encontrado com o primeiro-ministro israelense Ehud Barak e, seu secretário da Defesa, há duas semanas, em uma tentativa de evitar uma ação militar contra o Irã. A resposta de Israel foi surpreendente: “O mundo diz a Israel: ‘Espere, ainda há tempo.” E eu digo, ‘Esperar o quê? Esperar até quando?”.
Uma vez que a maioria dos líderes ocidentais está convencida que o Irã vai retaliar qualquer tentativa de ataque de Israel ou seus aliados, a iniciativa de enviar navios para o Golfo Pérsico seria uma forma branda de fazer pressão sobre os dois países.
Trata-se de uma posição estratégica, pois por ali passam cerca de 18 milhões de barris de petróleo por dia, cerca de 35% de todo o petróleo comercializado no mundo por via marítima.
Porém, se o Irã interromper a exportação petrolífera, isso teria efeito catastrófico sobre as economias fragilizadas da Europa, dos Estados Unidos e do Japão, que ainda dependem fortemente do petróleo e gás que passam pelo Golfo.
Essa força multinacional naval no Golfo inclui três porta-aviões norte-americanos classe Nimitz sendo que cada um carrega mais aeronaves do que toda a força aérea iraniana. Eles são apoiados por pelo menos 12 navios de guerra, incluindo cruzadores com mísseis balísticos, fragatas, destróieres e navios que transportam milhares de fuzileiros navais e forças especiais dos EUA.
Em caso de guerra, a principal ameaça contra a força multinacional viria da Guarda Revolucionária Islâmica, que deverá adotar uma estratégia de “negação de acesso”. Especialistas dizem que o Irã fará grandes manobras militares em seu próprio território, para mostrar que está preparado para defender suas instalações nucleares contra a ameaça de bombardeio aéreo.
Ali Fadavi, almirante da Guarda Revolucionária Iraniana, recentemente afirmou que “quaisquer tentativas dos inimigos” seriam frustradas e um alto preço cobrado.
Fonte - Gospel Prime
quinta-feira, 20 de setembro de 2012
Choque de extremos e o mundo num barril de pólvora
Enquanto Israel (com ou sem apoio norte-americano) ameaça invadir o Irã para acabar com o programa nuclear de Ahmadinejad (que deseja riscar Israel do mapa), americanos irresponsáveis divulgam um vídeo que ofende a religião islâmica e acabam provocando a ira dos seguidores de Maomé. O embaixador americano na Líbia, Christopher Stevens, pagou com a vida e tem havido várias manifestações de revolta por parte de muçulmanos inflamados. Para piorar a situação, a revista francesa Charlie Hebdo resolveu, em pleno calor da crise, publicar charges com o profeta islâmico (os muçulmanos não permitem sequer representar Maomé artisticamente). Ninguém sabe o que poderá ser a reação dos EUA, nem tampouco de que maneira as charges atiçarão ainda mais os revoltados. O mundo realmente está sentado sobre um barril de pólvora. A paz é mais frágil do que se pensa. Segundo matéria publicada no portal Terra, o Ministério das Relações Exteriores da França anunciou que fechará suas embaixadas e escolas nesta sexta-feira em países muçulmanos como medida de precaução após a publicação das caricaturas. A decisão atingirá vinte países e o governo teme que os cartuns inflamem ainda mais os ânimos, já acirrados após a divulgação do filme.
A capa da revista mostra um judeu ortodoxo empurrando uma figura de turbante, que está em uma cadeira de rodas. Nas páginas internas, há várias caricaturas do profeta Maomé, incluindo algumas em que ele aparece nu. “Na França, o princípio é a liberdade de expressão. Agora, neste contexto, levando em consideração esse filme estúpido, esse vídeo absurdo que foi divulgado, há uma grande comoção em muitos países muçulmanos. É pertinente e inteligente jogar mais lenha na fogueira? A resposta é não”, disse o ministro das Relações Exteriores, Laurent Fabius. “É preciso encontrar um equilíbrio”, concluiu.
O vídeo que desencadeou essa onda de protestos no mesmo dia em que os Estados Unidos relembravam os atentados terroristas de 2001 traz trechos de “Innocence of Muslims”, filme produzido nos Estados Unidos sob a suposta direção de Nakoula Basseky Nakoula. Ele seria um cristão copta egípcio residente nos Estados Unidos, mas sua verdadeira identidade e localização ainda são investigadas. O filme, de qualidades intelectual e cultural amplamente questionáveis, zomba abertamente do Islã e denigre a imagem de Maomé.
Parece que a ordem do dia é mesmo a provocação. Dando também sua contribuição, as ativistas do movimento feminista Femen protestaram seminuas (pra variar) na inauguração da sede da organização em Paris. A ONG ucraniana se instalou na capital francesa para “recrutar soldados” na luta contra a discriminação de mulheres. Os métodos delas (que pregam a liberdade, mas se exibem como prêmio para os repórteres e para os olhares ávidos dos homens) e de organizações como a Peta são altamente questionáveis. A causa parece justa, mas os instrumentos de luta ficam longe disso. Desta vez, no entanto, creio que as peladas foram longe demais. No tronco de uma delas podia ser lido: “Muçulmanos, vamos ficar pelados.”
Liberdade de expressão é uma coisa, desrespeito à fé alheia é outra. É verdade que o cristianismo e figuras bíblicas vêm sendo debochados há muito tempo, e é verdade também que a reação dos muçulmanos radicais é desproporcional (Jesus foi escarnecido, humilhado e morto, ainda assim, ensinou Seus discípulos a orar pelos que os perseguem; Maomé bem que podia ter ensinado algo parecido), mas nada justifica a agressão e a provocação gratuitas que o filme, as charges e as militantes do Femen estão promovendo. É irresponsável, pois faz sofrer e até leva à morte quem não tem nada a ver com a coisa.
A situação do mundo vai ficando cada vez mais crítica com uma clara polarização entre os “moderados”, que pregam a união e a paz, e os radicais, “fundamentalistas” que agridem e pagam com mais agressão. Já existem vozes clamando contra esse “fundamentalismo” (vou publicar algo sobre isso em breve) e precisamos ficar atentos ao desenrolar dos fatos.
Dias piores virão, certamente.
Michelson Borges
quarta-feira, 19 de setembro de 2012
Liga Árabe prepara convênio internacional contra insultos à religião
Cairo, 19 set (EFE).-A Liga Árabe está preparando um convênio internacional para punir os insultos às religiões após os últimos protestos realizados pela divulgação de um vídeo sobre o profeta Maomé, anunciou nesta quarta-feira o secretário-geral da organização, Nabil al Araby.
Em entrevista coletiva realizada no Cairo, Al Araby informou que entrou em contato com a União Europeia, a União Africana e a Organização de Cooperação Islâmica para lançar um comunicado que "proíba insultar religiões".
Al Araby explicou que a iniciativa não seria obrigatória para os Estados, mas importante em nos aspectos midiático e político, e constituiria "um primeiro passo para preparar um convênio internacional".
Porém, ao contrário do comunicado, o convênio seria um mecanismo jurídico que os países deveriam aplicar para punir as pessoas que insultem o Islã e outras religiões.
O respeito às religiões será um dos primeiros assuntos que o secretário-geral da Liga Árabe tratará na próxima semana na Assembleia Geral das Nações Unidas, junto a outros temas como a causa palestina e a cooperação entre os países árabes e a América Latina.
A proposta da Liga Árabe para punir as ofensas à religião aconteceu depois que, na última semana, foram registrados diversos protestos e distúrbios em diversos países de maioria muçulmana por conta de um vídeo produzido nos Estados Unidos que ridiculariza o profeta Maomé.
A tensão continua depois que um jornal francês publicou nesta quarta-feira caricaturas do profeta, o que levou o governo francês a fechar suas embaixadas e escolas em vários estados muçulmanos para evitar ataques como os perpetrados a outras embaixadas ocidentais na semana passada.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: A idéia não é nova e em realidade ecoa tratativas anteriores já veiculadas no mesmo tema, como pode ser visto em "A liberdade religiosa e a "difamação das religiões"", "Liberdade religiosa sob ameaça na ONU" e "Liberdade religiosa com base em lei?".
Não por acaso as manifestações anteriores mantinham entre os seus porta-vozes a ONU e o Vaticano. Perceba-se por fim que, ainda na semana passada, "Papa pede o fim do fundamentalismo a judeus, cristãos e muçulmanos", de onde se pode destacar:
"Usar palavras sagradas, as Escrituras santas ou o nome de Deus, para justificar os nossos interesses, nossas políticas, ou nossa violência, é um crime muito grave", acrescentou.
Segundo o papa, "as incertezas econômicas e políticas, a capacidade de manipulação de alguns e uma compreensão deficiente da religião entre outras coisas, são o leito do fundamentalismo religioso".
Difícil se perceber a vala onde serão jogados aqueles que se distanciarem do 'viver junto secular' sugerido por BXVI? Para os seguidores de Cristo que vislumbram a última geração, resta a advertência:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 164.
Em entrevista coletiva realizada no Cairo, Al Araby informou que entrou em contato com a União Europeia, a União Africana e a Organização de Cooperação Islâmica para lançar um comunicado que "proíba insultar religiões".
Al Araby explicou que a iniciativa não seria obrigatória para os Estados, mas importante em nos aspectos midiático e político, e constituiria "um primeiro passo para preparar um convênio internacional".
Porém, ao contrário do comunicado, o convênio seria um mecanismo jurídico que os países deveriam aplicar para punir as pessoas que insultem o Islã e outras religiões.
O respeito às religiões será um dos primeiros assuntos que o secretário-geral da Liga Árabe tratará na próxima semana na Assembleia Geral das Nações Unidas, junto a outros temas como a causa palestina e a cooperação entre os países árabes e a América Latina.
A proposta da Liga Árabe para punir as ofensas à religião aconteceu depois que, na última semana, foram registrados diversos protestos e distúrbios em diversos países de maioria muçulmana por conta de um vídeo produzido nos Estados Unidos que ridiculariza o profeta Maomé.
A tensão continua depois que um jornal francês publicou nesta quarta-feira caricaturas do profeta, o que levou o governo francês a fechar suas embaixadas e escolas em vários estados muçulmanos para evitar ataques como os perpetrados a outras embaixadas ocidentais na semana passada.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: A idéia não é nova e em realidade ecoa tratativas anteriores já veiculadas no mesmo tema, como pode ser visto em "A liberdade religiosa e a "difamação das religiões"", "Liberdade religiosa sob ameaça na ONU" e "Liberdade religiosa com base em lei?".
Não por acaso as manifestações anteriores mantinham entre os seus porta-vozes a ONU e o Vaticano. Perceba-se por fim que, ainda na semana passada, "Papa pede o fim do fundamentalismo a judeus, cristãos e muçulmanos", de onde se pode destacar:
"Usar palavras sagradas, as Escrituras santas ou o nome de Deus, para justificar os nossos interesses, nossas políticas, ou nossa violência, é um crime muito grave", acrescentou.
Segundo o papa, "as incertezas econômicas e políticas, a capacidade de manipulação de alguns e uma compreensão deficiente da religião entre outras coisas, são o leito do fundamentalismo religioso".
Difícil se perceber a vala onde serão jogados aqueles que se distanciarem do 'viver junto secular' sugerido por BXVI? Para os seguidores de Cristo que vislumbram a última geração, resta a advertência:
"O trabalho que a igreja tem deixado de fazer em tempo de paz e prosperidade, terá de realizar em terrível crise, sob as circunstâncias mais desanimadoras, proibitivas." Testemunhos Seletos, vol. 2, pág. 164.
Papa sobre a viagem ao Líbano: "Sinal profético de paz"
Cidade do Vaticano (RV) – A viagem apostólica ao Líbano foi o tema tratado pelo Santo Padre na Audiência Geral desta quarta-feira, na Sala Paulo VI, no Vaticano.
“Foi um evento eclesial comovente”, disse o Papa, e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo num país complexo, mas emblemático para toda a região.
Diante dos sofrimentos e dos dramas, Bento XVI transmitiu sua solidariedade, levando uma mensagem de encorajamento e de paz. De modo especial, o Pontífice falou da Síria, onde o conflito já causou milhares de mortos e refugiados, e do Iraque, que ainda vive uma difícil situação.
O Papa dirigiu um agradecimento especial às autoridades civis e eclesiásticas do Líbano, e pelo acolhimento que lhe foi reservado, inclusive por outras comunidades religiosas. “Os muçulmanos me acolherem com grande respeito e sincera consideração. Parece que chegou a hora de dar juntos um testemunho sincero e decidido contra as divisões, a violência e as guerras”, afirmou.
Após recordar os momentos marcantes da viagem, Bento XVI concluiu afirmando que os dias transcorridos no Líbano foram uma estupenda manifestação de fé e de intensa religiosidade e um sinal profético de paz.
“Faço votos que as várias mensagens de paz e de estima que deixei possam ajudar os governantes da região a realizar passos decisivos rumo à paz e a uma melhor compreensão das relações entre muçulmanos e cristãos. À intercessão de Maria confio os frutos desta visita pastoral, como também os propósitos de bem e as justas aspirações de todo o Oriente Médio.”
Eis o que o Papa falou dessa viagem ao Líbano aos peregrinos e fiéis de língua portuguesa, seguido de sua saudação:
“Amados irmãos e irmãs, durante a minha recente Visita ao Líbano, a multidão dos crentes teve oportunidade de reflectir, dialogar e sobretudo rezar juntos – guardo no coração o entusiasmo de milhares de jovens libaneses e dos países vizinhos –, renovando o seu compromisso de fundar a própria vida em Cristo, permanecer ancorados no Evangelho e caminhar unidos na Igreja. Como roteiro para o caminho, deixei-lhes a Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Medio Oriente, cuja entrega constituía o objectivo principal da minha viagem. Sabendo dos sofrimentos e dramas que se vivem naquela Região, quis assegurar a minha solidariedade e o meu apoio às legítimas aspirações daquelas amadas populações, com uma mensagem de encorajamento e de paz; a mesma que o Senhor ressuscitado deixou aos seus discípulos, sintetizada nestas palavras: «Dou-vos a minha paz». Parece-me ter chegado o momento de todos – católicos, membros das outras Igrejas e comunidades eclesiais e das diversas comunidades muçulmanas – darem juntos um testemunho sincero e decidido contra as divisões e a guerra.
Queridos amigos e irmãos de língua portuguesa, que hoje participais neste Encontro com o Sucessor de Pedro: Obrigado pela vossa presença! A todos saúdo, especialmente aos grupos brasileiros de São Paulo, confiando às vossas orações o «pequenino rebanho» dos cristãos do Oriente Médio, para que permaneçam fiéis aos compromissos assumidos e que são também os vossos. Para vós e vossas famílias, a minha Bênção!”
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Uma primeira leitura poderia induzir à conclusão de que a manifestação seria de mera retórica, inteiramente unilateral. Outras manifestações afastam esta impressão. Veja "Patriarcas agradecem chamado do Papa à paz para a Síria" e "Gostaríamos que o Papa ficasse mais tempo, afirma assessor de líder muçulmano no Líbano". Destaques:
Em uma declaração recolhida pela agência vaticana Fides, os líderes religiosos expressaram seu "grande consolo por estar do mesmo lado que o Santo Padre na visão da existência insubstituível dos cristãos no Oriente Médio".
"Como suprema autoridade moral, (o Papa) ofereceu critérios éticos, sem interferir na política, recordando à comunidade internacional a responsabilidade de salvar a vida da população e em especial das minorias" na Síria.
Também:
"A visita de Bento XVI ao Líbano demonstrou ao mundo que o povo libanês, cristãos e muçulmanos, estão unidos, enquanto que os partidos políticos e as facções se dividem e criam conflito".
“Foi um evento eclesial comovente”, disse o Papa, e ao mesmo tempo uma ocasião de diálogo num país complexo, mas emblemático para toda a região.
Diante dos sofrimentos e dos dramas, Bento XVI transmitiu sua solidariedade, levando uma mensagem de encorajamento e de paz. De modo especial, o Pontífice falou da Síria, onde o conflito já causou milhares de mortos e refugiados, e do Iraque, que ainda vive uma difícil situação.
O Papa dirigiu um agradecimento especial às autoridades civis e eclesiásticas do Líbano, e pelo acolhimento que lhe foi reservado, inclusive por outras comunidades religiosas. “Os muçulmanos me acolherem com grande respeito e sincera consideração. Parece que chegou a hora de dar juntos um testemunho sincero e decidido contra as divisões, a violência e as guerras”, afirmou.
Após recordar os momentos marcantes da viagem, Bento XVI concluiu afirmando que os dias transcorridos no Líbano foram uma estupenda manifestação de fé e de intensa religiosidade e um sinal profético de paz.
“Faço votos que as várias mensagens de paz e de estima que deixei possam ajudar os governantes da região a realizar passos decisivos rumo à paz e a uma melhor compreensão das relações entre muçulmanos e cristãos. À intercessão de Maria confio os frutos desta visita pastoral, como também os propósitos de bem e as justas aspirações de todo o Oriente Médio.”
Eis o que o Papa falou dessa viagem ao Líbano aos peregrinos e fiéis de língua portuguesa, seguido de sua saudação:
“Amados irmãos e irmãs, durante a minha recente Visita ao Líbano, a multidão dos crentes teve oportunidade de reflectir, dialogar e sobretudo rezar juntos – guardo no coração o entusiasmo de milhares de jovens libaneses e dos países vizinhos –, renovando o seu compromisso de fundar a própria vida em Cristo, permanecer ancorados no Evangelho e caminhar unidos na Igreja. Como roteiro para o caminho, deixei-lhes a Exortação apostólica pós-sinodal Ecclesia in Medio Oriente, cuja entrega constituía o objectivo principal da minha viagem. Sabendo dos sofrimentos e dramas que se vivem naquela Região, quis assegurar a minha solidariedade e o meu apoio às legítimas aspirações daquelas amadas populações, com uma mensagem de encorajamento e de paz; a mesma que o Senhor ressuscitado deixou aos seus discípulos, sintetizada nestas palavras: «Dou-vos a minha paz». Parece-me ter chegado o momento de todos – católicos, membros das outras Igrejas e comunidades eclesiais e das diversas comunidades muçulmanas – darem juntos um testemunho sincero e decidido contra as divisões e a guerra.
Queridos amigos e irmãos de língua portuguesa, que hoje participais neste Encontro com o Sucessor de Pedro: Obrigado pela vossa presença! A todos saúdo, especialmente aos grupos brasileiros de São Paulo, confiando às vossas orações o «pequenino rebanho» dos cristãos do Oriente Médio, para que permaneçam fiéis aos compromissos assumidos e que são também os vossos. Para vós e vossas famílias, a minha Bênção!”
Fonte - Radio Vaticano
Nota DDP: Uma primeira leitura poderia induzir à conclusão de que a manifestação seria de mera retórica, inteiramente unilateral. Outras manifestações afastam esta impressão. Veja "Patriarcas agradecem chamado do Papa à paz para a Síria" e "Gostaríamos que o Papa ficasse mais tempo, afirma assessor de líder muçulmano no Líbano". Destaques:
Em uma declaração recolhida pela agência vaticana Fides, os líderes religiosos expressaram seu "grande consolo por estar do mesmo lado que o Santo Padre na visão da existência insubstituível dos cristãos no Oriente Médio".
"Como suprema autoridade moral, (o Papa) ofereceu critérios éticos, sem interferir na política, recordando à comunidade internacional a responsabilidade de salvar a vida da população e em especial das minorias" na Síria.
Também:
"A visita de Bento XVI ao Líbano demonstrou ao mundo que o povo libanês, cristãos e muçulmanos, estão unidos, enquanto que os partidos políticos e as facções se dividem e criam conflito".
Em agosto, Ártico perdeu gelo equivalente ao Estado de Santa Catarina por dia
A Organização Mundial de Meteorologia anunciou nesta terça-feira (18) que o mês de agosto teve uma temperatura global média de 16,2° Celsius. Segundo a agência, este foi o quarto agosto mais quente já registrado na história.
O aquecimento no mês passado fez o gelo do mar Ártico ser reduzido a menor extensão de todos os tempos, alcançando 4,7 milhões de quilômetros quadrados.
A região polar perdeu uma média de 92 mil quilômetros quadrados de gelo por dia. O nível, que foi o mais rápido já observado no período, é quase o tamanho do Estado de Santa Catarina (95,4 mil quilômetros quadrados).
Já a menor queda diária foi registrada no último dia 26 de agosto, batendo o recorde de 2007.
A agência destaca, também, as temperaturas subiram e ficaram acima da média em várias partes do globo. Agosto foi muito quente na América do Norte e Central, no sul da Europa e no leste da Ásia. O mês é considerado pelos meteorologistas como o período mais seco do ano.
Fonte - UOL
Nota DDP: Veja também "Degelo recorde no Ártico coloca cientistas em 'território desconhecido'".
O aquecimento no mês passado fez o gelo do mar Ártico ser reduzido a menor extensão de todos os tempos, alcançando 4,7 milhões de quilômetros quadrados.
A região polar perdeu uma média de 92 mil quilômetros quadrados de gelo por dia. O nível, que foi o mais rápido já observado no período, é quase o tamanho do Estado de Santa Catarina (95,4 mil quilômetros quadrados).
Já a menor queda diária foi registrada no último dia 26 de agosto, batendo o recorde de 2007.
A agência destaca, também, as temperaturas subiram e ficaram acima da média em várias partes do globo. Agosto foi muito quente na América do Norte e Central, no sul da Europa e no leste da Ásia. O mês é considerado pelos meteorologistas como o período mais seco do ano.
Fonte - UOL
Nota DDP: Veja também "Degelo recorde no Ártico coloca cientistas em 'território desconhecido'".
terça-feira, 18 de setembro de 2012
Papa Bento XVI reúne religiões do Líbano e pede paz nos países árabes
'O Papa Bento XVI encerrou a visita histórica ao Líbano, pedindo paz nos países árabes. Ele conseguiu reunir todas as religiões oficiais do Líbano em uma mesma missa. Foi elogiado por representantes islâmicos, até mesmo do extremista Hezbollah.
O Papa conseguiu, por algumas horas, unir as 18 religiões oficiais do Líbano e todas as tendências políticas. Ao todo, 350 mil pessoas assistiram à missa que encerrou a viagem de três dias. Entre elas, representantes do partido radical Hezbollah.
Na comoção contagiante do canto lírico, as palavras de Bento XVI pareceram ainda mais urgentes. O Papa deu uma tarefa aos cristãos: a de trabalhar pela paz e pela reconciliação com os muçulmanos.
“A vocação da Igreja e de cada cristão é a de servir, gratuitamente, a todos. Sem diferença, como fez Jesus”, disse ele.
Bento XVI repetiu: “As armas precisam ser silenciadas nos dois lados que lutam na Guerra Civil da Síria, e em todo o Oriente Médio”.
Na orla marítima de Beirute, onde ha 15 anos João Paulo II também celebrou uma missa, Bento XVI abençoou todos os povos da região. O Papa se despediu do Líbano pedindo à comunidade internacional que ajude os países árabes e que respeite a dignidade deles.'
Fonte: G1 (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: e se fosse um discurso do presidente americano, também estariam lá todas as religiões e partidos para aplaudir? Duvido seriamente! Mas, quanto à missa papal, até mesmo o extremista Hezbollah aderiu!!
Sem mais comentários...
O Papa conseguiu, por algumas horas, unir as 18 religiões oficiais do Líbano e todas as tendências políticas. Ao todo, 350 mil pessoas assistiram à missa que encerrou a viagem de três dias. Entre elas, representantes do partido radical Hezbollah.
Na comoção contagiante do canto lírico, as palavras de Bento XVI pareceram ainda mais urgentes. O Papa deu uma tarefa aos cristãos: a de trabalhar pela paz e pela reconciliação com os muçulmanos.
“A vocação da Igreja e de cada cristão é a de servir, gratuitamente, a todos. Sem diferença, como fez Jesus”, disse ele.
Bento XVI repetiu: “As armas precisam ser silenciadas nos dois lados que lutam na Guerra Civil da Síria, e em todo o Oriente Médio”.
Na orla marítima de Beirute, onde ha 15 anos João Paulo II também celebrou uma missa, Bento XVI abençoou todos os povos da região. O Papa se despediu do Líbano pedindo à comunidade internacional que ajude os países árabes e que respeite a dignidade deles.'
Fonte: G1 (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: e se fosse um discurso do presidente americano, também estariam lá todas as religiões e partidos para aplaudir? Duvido seriamente! Mas, quanto à missa papal, até mesmo o extremista Hezbollah aderiu!!
Sem mais comentários...
Impostos sobre propriedades do Vaticano poderiam render bilhões por ano
Tributação sobre propriedades da igreja católica é vista como solução dos problemas financeiros da Europa
Nesse momento em que a Europa está passando por uma das piores crises financeiras de sua história, e os cidadãos são obrigados a pagar impostos pesados, os olhos de alguns governos passaram a visar uma instituição que passou incólume pelos momentos econômicos mais difíceis da história: a Igreja Católica.
E a maior ameaça é justamente dos países que sempre protegeram o Vaticano, ajudando-o ao longo dos séculos a criar um império financeiro. A Igreja Católica é considerada uma das últimas fontes intocadas de riqueza no continente.
Por exemplo, Ricardo Rubio, um membro do conselho municipal de Alcala, Espanha, está travando uma batalha para tributar todos os bens de propriedade da Igreja que não são usados para fins religiosos. O impacto desse tipo de pedido pode ser devastador para o Vaticano: a instituição católica é uma das maiores proprietárias de terras na Espanha, tendo em seu nome escolas, casas, parques, campos de esportes e restaurantes.
Se tudo isso for submetido a um novo regime fiscal, poderia significar saída de três bilhões de euros em impostos a cada ano. Muitas cidades na Espanha estão pensando em tributar a Igreja. Grupos políticos aproveitaram a crise para abrir um debate maior sobre a relação entre Igreja e Estado nos países predominantemente católicos na Europa.
“A separação entre Igreja e Estado é a grande questão”, disse Charles Zech, diretor do Centro para o Estudo de Gestão da Igreja, na Universidade Villanova, que analisa as finanças da Igreja Católica.
O mesmo tipo de pedido tem sido feito na Itália, onde a Igreja possui milhares de propriedades e negócios que gozam de isenções fiscais. Pela primeira vez na história o governo italiano está considerando a possibilidade de se intrometer nos negócios não religiosos do Vaticano. O primeiro-ministro Mario Monti pediu a criação de um imposto sobre propriedades da igreja ou sobre as partes das propriedades que têm um propósito comercial.
Segundo uma extensa matéria do jornal Washington Post, “a batalha para cobrar impostos sobre todos os bens da igreja de uso não religioso causaria um impacto financeiro devastador sobre a Igreja Católica”. Na Espanha e na Itália, os insatisfeitos como Rubio acreditam que: “Os custos dessa crise devem ser divididos igualmente entre as pessoas e as instituições.”
Na Irlanda, o Ministério da Educação está lutando para remover o controle da igreja sobre muitas escolas de ensino fundamental e o governo cortou todas as verbas que antes eram destinadas a elas. Na Grã-Bretanha diversos municípios têm cortado os repasses de fundos estatais para o transporte público doa alunos de escolas religiosas, levando a uma queda drástica no número de matrículas.
A resposta do Vaticano tem sido cautelosa. As Conferências Episcopais dos países onde o movimento “pró-imposto” cresce limitam-se a enfatizar que essas regulamentações iriam impedir a Igreja de cumprir suas “funções sociais”. Representantes da igreja, como o cardeal Antonio Maria Rouco na Espanha e o cardeal Angelo Bagnasco, na Itália, fizeram declarações de que pretende cumprir todas as leis. Mas é sabido que a Igreja Católica está enfrentando problemas de fluxo de dinheiro. As ofertas dos paroquianos têm despencado nos últimos anos, e a maior riqueza da Igreja estaria em bens como templos, quadros, esculturas e coisas difíceis de serem capitalizadas, caso isso fosse necessário. Além disso, os processos por conta dos escândalos de padres pedófilos têm contribuído para tirar dos cofres católicos um montante de dinheiro não revelado, mas expressivo, a cada ano.
A má gestão tem sido outro problema, especialmente para o Vaticano, que este ano declarou ter experimentado o seu pior déficit dos últimos dez anos: 19 milhões de dólares. O Banco do Vaticano esteve envolvido em um escândalo por duas décadas sob suspeitas de lavagem de dinheiro e ligações com a máfia, além do “desaparecimento” de US$ 1 bilhão em um banco com quem fazia transações.
A questão de pagamentos de impostos pela igreja está em debate desde que, em 2010, os reguladores da União Europeia iniciaram uma investigação sobre a Igreja Católica e os impostos que paga em diversos países. De acordo com um grupo pró-secularismo chamado “Europa Laica”, esse tipo de preocupação tem crescido e as mudanças devem ocorrer em breve.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Algumas rápidas análises e questões acerca dos elementos trazidos na própria notícia.
Três bilhões de euros em impostos, somente na Espanha e, somente sobre patrimônio sem destinação religiosa. Poderia alguém calcular o tamanho do patrimônio da igreja romana, somente na Espanha e que envolva também o patrimônio com destinação religiosa?
E no mundo?
Outra questão que chama atenção seria o impacto da pretensa tributação somente na Espanha, quando a igreja tem apresentado seguidos déficits de arrecadação nos últimos anos (segundo se informa). Comporta a profecia uma derrocada econômica da igreja romana? É 'coincidência' tal cenário no exato momento em que os EUA também se encontram em franco declínio econômico?
Quanto tempo para os "braços cruzarem o abismo" para se alinharem?
Nesse momento em que a Europa está passando por uma das piores crises financeiras de sua história, e os cidadãos são obrigados a pagar impostos pesados, os olhos de alguns governos passaram a visar uma instituição que passou incólume pelos momentos econômicos mais difíceis da história: a Igreja Católica.
E a maior ameaça é justamente dos países que sempre protegeram o Vaticano, ajudando-o ao longo dos séculos a criar um império financeiro. A Igreja Católica é considerada uma das últimas fontes intocadas de riqueza no continente.
Por exemplo, Ricardo Rubio, um membro do conselho municipal de Alcala, Espanha, está travando uma batalha para tributar todos os bens de propriedade da Igreja que não são usados para fins religiosos. O impacto desse tipo de pedido pode ser devastador para o Vaticano: a instituição católica é uma das maiores proprietárias de terras na Espanha, tendo em seu nome escolas, casas, parques, campos de esportes e restaurantes.
Se tudo isso for submetido a um novo regime fiscal, poderia significar saída de três bilhões de euros em impostos a cada ano. Muitas cidades na Espanha estão pensando em tributar a Igreja. Grupos políticos aproveitaram a crise para abrir um debate maior sobre a relação entre Igreja e Estado nos países predominantemente católicos na Europa.
“A separação entre Igreja e Estado é a grande questão”, disse Charles Zech, diretor do Centro para o Estudo de Gestão da Igreja, na Universidade Villanova, que analisa as finanças da Igreja Católica.
O mesmo tipo de pedido tem sido feito na Itália, onde a Igreja possui milhares de propriedades e negócios que gozam de isenções fiscais. Pela primeira vez na história o governo italiano está considerando a possibilidade de se intrometer nos negócios não religiosos do Vaticano. O primeiro-ministro Mario Monti pediu a criação de um imposto sobre propriedades da igreja ou sobre as partes das propriedades que têm um propósito comercial.
Segundo uma extensa matéria do jornal Washington Post, “a batalha para cobrar impostos sobre todos os bens da igreja de uso não religioso causaria um impacto financeiro devastador sobre a Igreja Católica”. Na Espanha e na Itália, os insatisfeitos como Rubio acreditam que: “Os custos dessa crise devem ser divididos igualmente entre as pessoas e as instituições.”
Na Irlanda, o Ministério da Educação está lutando para remover o controle da igreja sobre muitas escolas de ensino fundamental e o governo cortou todas as verbas que antes eram destinadas a elas. Na Grã-Bretanha diversos municípios têm cortado os repasses de fundos estatais para o transporte público doa alunos de escolas religiosas, levando a uma queda drástica no número de matrículas.
A resposta do Vaticano tem sido cautelosa. As Conferências Episcopais dos países onde o movimento “pró-imposto” cresce limitam-se a enfatizar que essas regulamentações iriam impedir a Igreja de cumprir suas “funções sociais”. Representantes da igreja, como o cardeal Antonio Maria Rouco na Espanha e o cardeal Angelo Bagnasco, na Itália, fizeram declarações de que pretende cumprir todas as leis. Mas é sabido que a Igreja Católica está enfrentando problemas de fluxo de dinheiro. As ofertas dos paroquianos têm despencado nos últimos anos, e a maior riqueza da Igreja estaria em bens como templos, quadros, esculturas e coisas difíceis de serem capitalizadas, caso isso fosse necessário. Além disso, os processos por conta dos escândalos de padres pedófilos têm contribuído para tirar dos cofres católicos um montante de dinheiro não revelado, mas expressivo, a cada ano.
A má gestão tem sido outro problema, especialmente para o Vaticano, que este ano declarou ter experimentado o seu pior déficit dos últimos dez anos: 19 milhões de dólares. O Banco do Vaticano esteve envolvido em um escândalo por duas décadas sob suspeitas de lavagem de dinheiro e ligações com a máfia, além do “desaparecimento” de US$ 1 bilhão em um banco com quem fazia transações.
A questão de pagamentos de impostos pela igreja está em debate desde que, em 2010, os reguladores da União Europeia iniciaram uma investigação sobre a Igreja Católica e os impostos que paga em diversos países. De acordo com um grupo pró-secularismo chamado “Europa Laica”, esse tipo de preocupação tem crescido e as mudanças devem ocorrer em breve.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Algumas rápidas análises e questões acerca dos elementos trazidos na própria notícia.
Três bilhões de euros em impostos, somente na Espanha e, somente sobre patrimônio sem destinação religiosa. Poderia alguém calcular o tamanho do patrimônio da igreja romana, somente na Espanha e que envolva também o patrimônio com destinação religiosa?
E no mundo?
Outra questão que chama atenção seria o impacto da pretensa tributação somente na Espanha, quando a igreja tem apresentado seguidos déficits de arrecadação nos últimos anos (segundo se informa). Comporta a profecia uma derrocada econômica da igreja romana? É 'coincidência' tal cenário no exato momento em que os EUA também se encontram em franco declínio econômico?
Quanto tempo para os "braços cruzarem o abismo" para se alinharem?
quinta-feira, 13 de setembro de 2012
Surto de ebola está fora de controle
Organização afirma que epidemia está se espalhando rapidamente e pode atingir cidades próximas à capital Kinshasa, na República Democrática do Congo
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado dizendo que o surto de ebola no nordeste da República Democrática (RDC) do Congo está fora de controle. Segundo a agência, em relatório divulgado nesta quinta-feira, há risco de a doença se espalhar para as grandes cidades da região, inclusive a capital Kinshasa.
"A epidemia não está sendo controlada. Pelo contrário, a situação é muito, muito séria", afirmou Eugene Kabambi, porta-voz da OMC na RDC, em entrevista à Reuters. "Se nada for feito agora, a doença vai chegar a outros lugares. Até as grandes cidades estão ameaçadas", completou.
Até o momento, as cidades mais afetadas são Isiro e Viadana, no noroeste da RDC. O número de vítimas chegou a 31 na semana passada. Em Uganda, no país vizinho, cerca de 14 pessoas já morreram. Os casos, no entanto, não estão relacionados.
A origem da epidemia na República Democrática do Congo, segundo a OMS, está no consumo de carne contaminada nas florestas da região. O ebola causa uma febre hemorrágica, frequemente fatal. O vírus foi descoberto pela primeira vez em 1976 no antigo Zaire, no atual território congolês. Não há vacina ou tratamento desenvolvido.
Fonte - iG
A Organização Mundial da Saúde (OMS) emitiu um comunicado dizendo que o surto de ebola no nordeste da República Democrática (RDC) do Congo está fora de controle. Segundo a agência, em relatório divulgado nesta quinta-feira, há risco de a doença se espalhar para as grandes cidades da região, inclusive a capital Kinshasa.
"A epidemia não está sendo controlada. Pelo contrário, a situação é muito, muito séria", afirmou Eugene Kabambi, porta-voz da OMC na RDC, em entrevista à Reuters. "Se nada for feito agora, a doença vai chegar a outros lugares. Até as grandes cidades estão ameaçadas", completou.
Até o momento, as cidades mais afetadas são Isiro e Viadana, no noroeste da RDC. O número de vítimas chegou a 31 na semana passada. Em Uganda, no país vizinho, cerca de 14 pessoas já morreram. Os casos, no entanto, não estão relacionados.
A origem da epidemia na República Democrática do Congo, segundo a OMS, está no consumo de carne contaminada nas florestas da região. O ebola causa uma febre hemorrágica, frequemente fatal. O vírus foi descoberto pela primeira vez em 1976 no antigo Zaire, no atual território congolês. Não há vacina ou tratamento desenvolvido.
Fonte - iG
"Meu lugar" com Rafaela Pinho
"Sonho com o dia em que a dor não existirá
Sonho com o dia em que as flores não irão murchar
...
Eu preciso esquecer esse mundo, Quero me preparar
Aqui não é o meu lugar"
Aqui não é o meu lugar"
Bento XVI explica símbolos do Apocalipse
Cidade do Vaticano, 12 set 2012 (Ecclesia) – O Papa explicou hoje no Vaticano alguns dos símbolos do livro bíblico do Apocalipse, tendo vincado que não há preces desnecessárias e que os católicos devem evitar o derrotismo e não faltar à missa de domingo.
...
A audiência foi dedicada à segunda parte do livro do Apocalipse, o último da Bíblia, que segundo o Papa é orientada para a abertura dos cristãos ao mundo, dado que a Igreja “não se fecha em si mesma mas enfrenta com coragem o seu caminho, no meio de dificuldades e sofrimentos”, vincando ao mesmo tempo que “o mal não vence o bem”.
...
Depois de explicar que o anúncio da última vinda de Cristo apontado no Apocalipse não se refere apenas ao “fim dos tempos mas também ao presente”, Bento XVI pediu aos católicos para “serem fiéis à Santa Missa” de domingo, dia que é o “verdadeiro centro da semana”.
A segunda parte do Apocalipse, palavra que no original grego significa “revelação”, apresenta os símbolos do “trono”, que significa o poder de Deus sobre a história, o “livro com os sete selos”, que se refere ao plano divino sobre o ser humano, e o “Cordeiro imolado”, uma alusão a Cristo, explicou em português.
Dirigindo-se aos peregrinos lusófonos, o Papa saudou os fiéis das paróquias de Avintes e Alpendurada.
“Lembrai-vos de que a vida de oração do cristão deve ter por centro a Missa dominical. É na Eucaristia que experimentareis como o Senhor Jesus vem e faz morada em quem n’Ele crê e acolhe”, disse Bento XVI, que pediu a Deus para abençoar os fiéis nas suas necessidades.
...
Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Embora o texto seja por demais claro, importante salientar que é absolutamente pertinente a conexão dos símbolos do Apocalipse com o domingo, o "centro da semana" na fala de BXVI, eis que este é o falso dia de adoração que se opõe aquele estabelecido por Deus, o Sábado. A controvérsia se acentuará.
Faço minhas as palavras do Prof. Sikberto Marks: "Que mudança é esta que vemos no mundo cristão nestes últimos meses? Percebemos a intensificação das notícias sobre a importância da santificação do domingo. Importante notar que elas se originam de diversas partes do planeta, como numa orquestra. Sim, há um esforço coordenado em andamento."
Veja também "Bento XVI: os 10 Mandamentos da Lei de Deus encorajam à vivência da verdadeira liberdade e do amor autêntico". Destaque:
Os Mandamentos da Lei de Deus, diz o Santo Padre, "são compreensíveis para todos, precisamente porque estabelecem os valores fundamentais em normas e regras”.
Ressalva-se que os mandamentos em voga são os do CIC, não os de Êxodo 20.
...
A audiência foi dedicada à segunda parte do livro do Apocalipse, o último da Bíblia, que segundo o Papa é orientada para a abertura dos cristãos ao mundo, dado que a Igreja “não se fecha em si mesma mas enfrenta com coragem o seu caminho, no meio de dificuldades e sofrimentos”, vincando ao mesmo tempo que “o mal não vence o bem”.
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Depois de explicar que o anúncio da última vinda de Cristo apontado no Apocalipse não se refere apenas ao “fim dos tempos mas também ao presente”, Bento XVI pediu aos católicos para “serem fiéis à Santa Missa” de domingo, dia que é o “verdadeiro centro da semana”.
A segunda parte do Apocalipse, palavra que no original grego significa “revelação”, apresenta os símbolos do “trono”, que significa o poder de Deus sobre a história, o “livro com os sete selos”, que se refere ao plano divino sobre o ser humano, e o “Cordeiro imolado”, uma alusão a Cristo, explicou em português.
Dirigindo-se aos peregrinos lusófonos, o Papa saudou os fiéis das paróquias de Avintes e Alpendurada.
“Lembrai-vos de que a vida de oração do cristão deve ter por centro a Missa dominical. É na Eucaristia que experimentareis como o Senhor Jesus vem e faz morada em quem n’Ele crê e acolhe”, disse Bento XVI, que pediu a Deus para abençoar os fiéis nas suas necessidades.
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Fonte - Ecclesia
Nota DDP: Embora o texto seja por demais claro, importante salientar que é absolutamente pertinente a conexão dos símbolos do Apocalipse com o domingo, o "centro da semana" na fala de BXVI, eis que este é o falso dia de adoração que se opõe aquele estabelecido por Deus, o Sábado. A controvérsia se acentuará.
Faço minhas as palavras do Prof. Sikberto Marks: "Que mudança é esta que vemos no mundo cristão nestes últimos meses? Percebemos a intensificação das notícias sobre a importância da santificação do domingo. Importante notar que elas se originam de diversas partes do planeta, como numa orquestra. Sim, há um esforço coordenado em andamento."
Veja também "Bento XVI: os 10 Mandamentos da Lei de Deus encorajam à vivência da verdadeira liberdade e do amor autêntico". Destaque:
Os Mandamentos da Lei de Deus, diz o Santo Padre, "são compreensíveis para todos, precisamente porque estabelecem os valores fundamentais em normas e regras”.
Ressalva-se que os mandamentos em voga são os do CIC, não os de Êxodo 20.
1 milhão de pessoas se suicidam por ano no mundo
Um milhão de pessoas se suicidam por ano no mundo, um número maior que o total de vítimas de guerras e homicídios, segundo relatório da OMS (Organização Mundial de Saúde).
O relatório foi elaborado para a décima edição do Dia Mundial de Prevenção de Suicídio, marcado para hoje (10/9).
A OMS destacou que as taxas de suicídio mais elevadas são a dos países do leste da Europa, como Lituânia ou Rússia, enquanto as mais baixas se situam na América Central e do Sul, em países como Peru, México, Brasil e Colômbia.
Estados Unidos, Europa e Ásia estão na metade da escala. Não há estatísticas sobre o tema em muitos países africanos e do sudeste asiático.
"Uma pessoa se suicida no mundo a cada 40 segundos aproximadamente, ou seja, mais do que o número combinado das vítimas de guerras e homicídios", informou o relatório da Organização Mundial da Saúde.
O número de tentativas de suicídio ainda é muito grande, com 20 milhões de tentativas por ano --5% das pessoas no mundo fazem uma tentativa de suicídio pelo menos uma vez em sua vida, segundo a OMS.
A organização diz ainda que o problema está se agravando e que o suicídio "se transformou em um problema de saúde muito importante" para a entidade, segundo o médico Shekhar Saxena, ao apresentar o relatório à imprensa em Genebra. "O suicídio é uma das grandes causas de morte no mundo e, durante os últimos anos, sua taxa aumentou em 60% em alguns países", acrescentou.
O suicídio é a segunda causa de morte no mundo entre os adolescentes de 15 a 19 anos, mas também alcança taxas elevadas entre pessoas mais velhas.
A OMS destaca que há três vezes mais suicídios entre homens do que entre mulheres, independente das faixas de idade e os países considerados. Por outro lado, há três vezes mais tentativas de suicídio entre as mulheres que entre os homens.
A disparidade entre as estatísticas é explicada pelo fato que os homens empregam métodos mais radicais que as mulheres para morrer.
Fonte - Folha
Nota DDP: Veja também "A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo".
O relatório foi elaborado para a décima edição do Dia Mundial de Prevenção de Suicídio, marcado para hoje (10/9).
A OMS destacou que as taxas de suicídio mais elevadas são a dos países do leste da Europa, como Lituânia ou Rússia, enquanto as mais baixas se situam na América Central e do Sul, em países como Peru, México, Brasil e Colômbia.
Estados Unidos, Europa e Ásia estão na metade da escala. Não há estatísticas sobre o tema em muitos países africanos e do sudeste asiático.
"Uma pessoa se suicida no mundo a cada 40 segundos aproximadamente, ou seja, mais do que o número combinado das vítimas de guerras e homicídios", informou o relatório da Organização Mundial da Saúde.
O número de tentativas de suicídio ainda é muito grande, com 20 milhões de tentativas por ano --5% das pessoas no mundo fazem uma tentativa de suicídio pelo menos uma vez em sua vida, segundo a OMS.
A organização diz ainda que o problema está se agravando e que o suicídio "se transformou em um problema de saúde muito importante" para a entidade, segundo o médico Shekhar Saxena, ao apresentar o relatório à imprensa em Genebra. "O suicídio é uma das grandes causas de morte no mundo e, durante os últimos anos, sua taxa aumentou em 60% em alguns países", acrescentou.
O suicídio é a segunda causa de morte no mundo entre os adolescentes de 15 a 19 anos, mas também alcança taxas elevadas entre pessoas mais velhas.
A OMS destaca que há três vezes mais suicídios entre homens do que entre mulheres, independente das faixas de idade e os países considerados. Por outro lado, há três vezes mais tentativas de suicídio entre as mulheres que entre os homens.
A disparidade entre as estatísticas é explicada pelo fato que os homens empregam métodos mais radicais que as mulheres para morrer.
Fonte - Folha
Nota DDP: Veja também "A cada 40 segundos uma pessoa comete suicídio no mundo".
FBI prepara sistema para vigiar em tempo real todos os americanos
Graças ao FBI, o governo dos Estados Unidos terá em breve um sistema nacional no lugar capaz de monitorar e identificar "pessoas de interesse" em praticamente qualquer lugar. O sistema Next Generation Identification (NGI) é projetado para ajudar a polícia federal americana a rastrear e capturar criminosos.
As impressões digitais têm sido o principal identificador para polícias de todos os níveis há um século. Mesmo com bilhões de amostras no registro, nunca houve duas iguais.
No entanto, as digitais são apenas um identificador, e grande parte desses dados não são unificados e facilmente acessíveis. O NGI vai incluir reconhecimento de voz, dados de varredura de retina e íris, reconhecimento facial, análise de DNA, e mais em um sistema automatizado projetado para ajudar a polícia a identificar e capturar suspeitos de forma mais eficiente e eficaz.
O NGI é projetado para integrar-se com sistemas de vigilância de câmeras em todo o país. Um algoritmo será utilizado para verificar automaticamente imagens dessas câmeras e comparar rostos com mugshots (fotos de registro da Polícia) para alertar as autoridades quando suspeitos procurados são identificados. O banco de dados do FBI também terá a capacidade de identificar cicatrizes ou tatuagens únicas de possíveis suspeitos.
Muitos computadores e dispositivos eletrônicos de consumo dependem de dados biométricos para identificar e autenticar os usuários. Alguns computadores incluem leitores de impressões digitais que podem ser utilizados no lugar de uma senha, ou em conjunto com ela.
Privacidade
Para os defensores da privacidade, porém, há uma enorme diferença entre o uso de suas próprias características biométricas, como uma medida de segurança para proteger os seus computadores e dispositivos móveis, e o verdadeiro "Big Brother" - um sistema nacional para automatizar a capacidade de espionar toda a população. Os defensores da privacidade estão preocupados com o possível abuso do sistema, ou a perspectiva de que usuários não autorizados possam ser capazes de invadir o sistema e obter acesso a dados sensíveis.
No início deste ano Facebook esteve sob o fogo dos defensores da privacidade e do Senado dos Estados Unidos devido a sua implementação da tecnologia de reconhecimento facial. O sistema é projetado para reconhecer indivíduos e oferecer sugestões para a marcação fotos - o objetivo é motivar as pessoas a se engajar mais na rede social.
Em audiências no Senado sobre o assunto, o FBI ofereceu sua própria perspectiva sobre os prós e contras do reconhecimento facial. O senador Al Franken, no entanto, expressou preocupação de que tal sistema poderia ser abusado por agências de aplicação da lei ou do governo para identificar manifestantes ou participantes de comícios políticos.
Fonte - IDGNow
As impressões digitais têm sido o principal identificador para polícias de todos os níveis há um século. Mesmo com bilhões de amostras no registro, nunca houve duas iguais.
No entanto, as digitais são apenas um identificador, e grande parte desses dados não são unificados e facilmente acessíveis. O NGI vai incluir reconhecimento de voz, dados de varredura de retina e íris, reconhecimento facial, análise de DNA, e mais em um sistema automatizado projetado para ajudar a polícia a identificar e capturar suspeitos de forma mais eficiente e eficaz.
O NGI é projetado para integrar-se com sistemas de vigilância de câmeras em todo o país. Um algoritmo será utilizado para verificar automaticamente imagens dessas câmeras e comparar rostos com mugshots (fotos de registro da Polícia) para alertar as autoridades quando suspeitos procurados são identificados. O banco de dados do FBI também terá a capacidade de identificar cicatrizes ou tatuagens únicas de possíveis suspeitos.
Muitos computadores e dispositivos eletrônicos de consumo dependem de dados biométricos para identificar e autenticar os usuários. Alguns computadores incluem leitores de impressões digitais que podem ser utilizados no lugar de uma senha, ou em conjunto com ela.
Privacidade
Para os defensores da privacidade, porém, há uma enorme diferença entre o uso de suas próprias características biométricas, como uma medida de segurança para proteger os seus computadores e dispositivos móveis, e o verdadeiro "Big Brother" - um sistema nacional para automatizar a capacidade de espionar toda a população. Os defensores da privacidade estão preocupados com o possível abuso do sistema, ou a perspectiva de que usuários não autorizados possam ser capazes de invadir o sistema e obter acesso a dados sensíveis.
No início deste ano Facebook esteve sob o fogo dos defensores da privacidade e do Senado dos Estados Unidos devido a sua implementação da tecnologia de reconhecimento facial. O sistema é projetado para reconhecer indivíduos e oferecer sugestões para a marcação fotos - o objetivo é motivar as pessoas a se engajar mais na rede social.
Em audiências no Senado sobre o assunto, o FBI ofereceu sua própria perspectiva sobre os prós e contras do reconhecimento facial. O senador Al Franken, no entanto, expressou preocupação de que tal sistema poderia ser abusado por agências de aplicação da lei ou do governo para identificar manifestantes ou participantes de comícios políticos.
Fonte - IDGNow
Rápido derretimento do Ártico em 2012 impressiona cientistas
Cientistas da Noruega estão alertando para o fato de que o gelo no Ártico está derretendo a uma velocidade maior do que a média.
Pesquisadores afirmam que o mar de gelo está ficando cada vez mais fino e vulnerável no norte do planeta. No mês passado, o derretimento deixou o gelo do Ártico no seu menor nível em mais de 30 anos, desde que começaram as medições via satélite.
Os cientistas acreditam que isso possa influenciar até mesmo o clima na Europa. O derretimento deve continuar por pelo menos mais uma semana, atingindo o seu auge na metade de setembro, quando as temperaturas ainda permanecem acima do ponto de congelamento.
O diretor do Instituto Polar Norueguês, Kim Holmen, disse à BBC que a velocidade do derretimento é maior do que o esperado.
"Isso é uma mudança maior do que nós imaginávamos há 20 anos, ou mesmo há dez anos", diz Holmen.
O instituto está enviando um navio quebra-gelo para pesquisar as condições entre a Groenlândia e a ilha de Svalbard – a principal rota por onde passa o gelo que sai do Oceano Ártico.
Durante uma visita ao porto, um dos cientistas, Edmond Hansen, disse que estava "impressionado" com o tamanho e a velocidade do degelo.
"Como cientista, eu sei que isso é algo sem precedentes em pelo menos 1,5 mil anos. É realmente impressionante – é uma mudança enorme e dramática no sistema", diz Hansen.
"Como cientista, eu sei que isso é algo sem precedentes em pelo menos 1,5 mil anos. É realmente impressionante"
"Isso não é um fenômeno de curta duração – isso é uma tendência contínua. Você perde mais e mais gelo e está se acelerando – é só olhar os gráficos, as observações, e você pode ver o que está acontecendo."
...
Fonte - BBC
Pesquisadores afirmam que o mar de gelo está ficando cada vez mais fino e vulnerável no norte do planeta. No mês passado, o derretimento deixou o gelo do Ártico no seu menor nível em mais de 30 anos, desde que começaram as medições via satélite.
Os cientistas acreditam que isso possa influenciar até mesmo o clima na Europa. O derretimento deve continuar por pelo menos mais uma semana, atingindo o seu auge na metade de setembro, quando as temperaturas ainda permanecem acima do ponto de congelamento.
O diretor do Instituto Polar Norueguês, Kim Holmen, disse à BBC que a velocidade do derretimento é maior do que o esperado.
"Isso é uma mudança maior do que nós imaginávamos há 20 anos, ou mesmo há dez anos", diz Holmen.
O instituto está enviando um navio quebra-gelo para pesquisar as condições entre a Groenlândia e a ilha de Svalbard – a principal rota por onde passa o gelo que sai do Oceano Ártico.
Durante uma visita ao porto, um dos cientistas, Edmond Hansen, disse que estava "impressionado" com o tamanho e a velocidade do degelo.
"Como cientista, eu sei que isso é algo sem precedentes em pelo menos 1,5 mil anos. É realmente impressionante – é uma mudança enorme e dramática no sistema", diz Hansen.
"Como cientista, eu sei que isso é algo sem precedentes em pelo menos 1,5 mil anos. É realmente impressionante"
"Isso não é um fenômeno de curta duração – isso é uma tendência contínua. Você perde mais e mais gelo e está se acelerando – é só olhar os gráficos, as observações, e você pode ver o que está acontecendo."
...
Fonte - BBC
Durão Barroso defende “um novo rumo” para uma “federação de Estados-nação”
'O presidente da Comissão Europeia disse nesta quarta-feira, em Estrasburgo, França, que os esforços da Europa no combate à crise ainda não convenceram os cidadãos, os mercados e os parceiros internacionais, e defendeu a necessidade de “um novo rumo”.
No discurso anual do “Estado da União”, perante o Parlamento Europeu, José Manuel Durão Barroso defendeu também que a União Europeia deve evoluir no sentido de uma “federação de Estados-nação”, considerando ser uma forma de evitar os nacionalismos e os populismos.
O presidente da Comissão Europeia responsabilizou alguns Estados-membros pela falta de credibilidade de algumas das respostas da Europa à crise. “No dia seguinte” às cimeiras de chefes de Estado e de Governo, “as mesmas pessoas que aprovaram as decisões” acabam por “miná-las”, com declarações que as colocam em causa.
Durão Barroso defendeu por isso a necessidade de a Europa seguir “um novo rumo e um novo pensamento”, marcado por uma maior união entre os Estados-membros, com os mais vulneráveis a não deixarem dúvidas sobre a determinação em prosseguir as reformas e sobre o sentido de responsabilidade, e os mais fortes a não deixarem também quaisquer dúvidas sobre o sentido de solidariedade. (...) Fonte: Público (negritos meus para destaque)
Para perceber melhor porque é que a proposta de Durão Barroso pode - ao mesmo tempo - concretizar-se e não se concretizar (por paradoxal que isso lhe pareça!) - (re)veja "Europa unida: sim ou não?" (Via @OTempoFinal)
No discurso anual do “Estado da União”, perante o Parlamento Europeu, José Manuel Durão Barroso defendeu também que a União Europeia deve evoluir no sentido de uma “federação de Estados-nação”, considerando ser uma forma de evitar os nacionalismos e os populismos.
O presidente da Comissão Europeia responsabilizou alguns Estados-membros pela falta de credibilidade de algumas das respostas da Europa à crise. “No dia seguinte” às cimeiras de chefes de Estado e de Governo, “as mesmas pessoas que aprovaram as decisões” acabam por “miná-las”, com declarações que as colocam em causa.
Durão Barroso defendeu por isso a necessidade de a Europa seguir “um novo rumo e um novo pensamento”, marcado por uma maior união entre os Estados-membros, com os mais vulneráveis a não deixarem dúvidas sobre a determinação em prosseguir as reformas e sobre o sentido de responsabilidade, e os mais fortes a não deixarem também quaisquer dúvidas sobre o sentido de solidariedade. (...) Fonte: Público (negritos meus para destaque)
Para perceber melhor porque é que a proposta de Durão Barroso pode - ao mesmo tempo - concretizar-se e não se concretizar (por paradoxal que isso lhe pareça!) - (re)veja "Europa unida: sim ou não?" (Via @OTempoFinal)
terça-feira, 11 de setembro de 2012
Campanha alemã quer reaproximar católicos e protestantes
Figuras conhecidas da Alemanha, nas áreas de política, cultura, esporte e entretenimento, apresentaram uma declaração em Berlim, fazendo um “apelo urgente” pela unidade entre as igrejas católica e protestante.
“Hoje, o cisma da igreja não é desejado nem justificado politicamente”, afirma o comunicado intitulado “O ecumenismo agora – um só Deus, uma só fé, uma só Igreja”. ”Será que fatores teológicos, hábitos e tradições eclesiásticas institucionais e culturais sustentam o cisma entre as igrejas? Não pensamos assim.”
A declaração pedindo o fim da ruptura de quase 500 anos entre as igrejas foi assinada por políticos, incluindo o chefe do parlamento alemão Norbert Lammert, o ministro da Defesa, Thomas de Maizière, e o chefe do Partido Social Democrata, Frank-Walter Steinmeier.
Entre os 23 signatários (católicos e protestantes) estão o apresentador de TV Guenther Jauch, o chefe da Federação Alemã de Esportes Olímpicos, Thomas Bach, e o escritor Arnold Stadler, bem como artistas e acadêmicos.
A declaração lembra que tanto o Concílio Vaticano II, que completará 50 anos no próximo mês e a Reforma, que comemorará seu 500 º aniversário em 2017, tiveram um grande impacto na sociedade mundial. Algo que continua a ser sentido nas diferentes denominações. A iniciativa pede que os membros leigos das igrejas que tenham um papel ativo, vendo estes aniversários como uma oportunidade de mudança.
“Não podemos e não devemos permitir que o problema da unidade da Igreja continue até que os líderes da igreja cheguem a um entendimento sobre a Sagrada Comunhão e administração”, disse o comunicado. ”Não podemos estar satisfeitos em simplesmente ver as igrejas reconhecendo umas às outras.”
A questão da Sagrada Comunhão interdenominacional é um tema polêmico na Alemanha, que contabiliza cerca de 50 milhões de cristãos, divididos quase igualmente entre católicos e protestantes. É comum casamentos entre pessoas que professam outro tipo de fé. Membros de ambas as denominações têm apelado repetidamente para que as regras eclesiásticas sejam relaxadas para que os católicos e protestantes possam celebrar a Sagrada Comunhão juntos.
Em um comunicado respondendo ao documento “Ecumenismo Agora”, o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Católica Alemã, acredita que essa questão é como “uma ferida que continua aparecendo, e que destaca a falta de entendimento comum na fé “.
“A iniciativa do documento “Ecumenismo Agora” teve uma recepção muito positiva”, acredita Thies Gundlach, vice-presidente da Igreja Protestante na Alemanha. “É um esforço para ver o futuro do ecumenismo não só como responsabilidade dos líderes da igreja, mas também lembrar que a unidade é responsabilidade de todos os cristãos. Somos gratos por ver que os cristãos evangélicas e católicos alemães hoje estão mais unidos que nunca”.
Mas é importante, disse ele, não apagar seus próprios entendimentos teológicos básicos. “No início do século 16, os reformadores desenvolveram uma visão diferente da igreja… é importante avançarmos com o máximo de velocidade possível sobre as questões ecumênicas, mas também ter paciência”, concluiu Gundlach.
O teólogo Luiz Carlos Fernandes, consultor do Gospel Prime, entende que isso tudo é parte de um processo escatológico irreversível. Ele faz a seguinte análise:
“A profecia bíblica sobre os últimos dias será cumprida. A história se repete. Assim como nos dias de Carlos Magno, a Alemanha está construindo o mesmo tipo de império que os papas governaram na Idade Média quando a igreja fugiu para o deserto. A Alemanha, por meio de seu secreto Grupo de Berlim, já está planejando ressuscitar uma ditadura novamente com uma única pessoa no comando de toda a Europa, que receberá grande poder e autoridade, mas que também terá forte fidelidade ao papa.
Angela Merkel é muito forte hoje em dia porque apoia o papado, e o papado a apoia. Qualquer líder alemão em sua posição como chanceler, e que trabalhe tão avidamente para unir a Europa sob o modelo de Carlos Magno, teria forte apoio papal.
A União Europeia é uma fronte que cobre as ambições alemãs, pois a Alemanha detém o controle da União Europeia. E, assim como Carlos Magno teve que passar por um mar de sangue a fim de se estabelecer como regente da Europa e estabelecer a religião católico-romana como a fé da Europa, assim também em um futuro próximo, aguardem, pois haverá mais derramamento de sangue para restaurar o Sacro Império Romano que só existe para ressuscitar a religião de Roma no império”.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Muito interessante a análise dos fatos pelo teólogo consultado. Mas a maior ponte com a igreja romana atravessa o oceano, com a ex-américa protestante...
“Hoje, o cisma da igreja não é desejado nem justificado politicamente”, afirma o comunicado intitulado “O ecumenismo agora – um só Deus, uma só fé, uma só Igreja”. ”Será que fatores teológicos, hábitos e tradições eclesiásticas institucionais e culturais sustentam o cisma entre as igrejas? Não pensamos assim.”
A declaração pedindo o fim da ruptura de quase 500 anos entre as igrejas foi assinada por políticos, incluindo o chefe do parlamento alemão Norbert Lammert, o ministro da Defesa, Thomas de Maizière, e o chefe do Partido Social Democrata, Frank-Walter Steinmeier.
Entre os 23 signatários (católicos e protestantes) estão o apresentador de TV Guenther Jauch, o chefe da Federação Alemã de Esportes Olímpicos, Thomas Bach, e o escritor Arnold Stadler, bem como artistas e acadêmicos.
A declaração lembra que tanto o Concílio Vaticano II, que completará 50 anos no próximo mês e a Reforma, que comemorará seu 500 º aniversário em 2017, tiveram um grande impacto na sociedade mundial. Algo que continua a ser sentido nas diferentes denominações. A iniciativa pede que os membros leigos das igrejas que tenham um papel ativo, vendo estes aniversários como uma oportunidade de mudança.
“Não podemos e não devemos permitir que o problema da unidade da Igreja continue até que os líderes da igreja cheguem a um entendimento sobre a Sagrada Comunhão e administração”, disse o comunicado. ”Não podemos estar satisfeitos em simplesmente ver as igrejas reconhecendo umas às outras.”
A questão da Sagrada Comunhão interdenominacional é um tema polêmico na Alemanha, que contabiliza cerca de 50 milhões de cristãos, divididos quase igualmente entre católicos e protestantes. É comum casamentos entre pessoas que professam outro tipo de fé. Membros de ambas as denominações têm apelado repetidamente para que as regras eclesiásticas sejam relaxadas para que os católicos e protestantes possam celebrar a Sagrada Comunhão juntos.
Em um comunicado respondendo ao documento “Ecumenismo Agora”, o arcebispo Robert Zollitsch, presidente da Conferência Episcopal Católica Alemã, acredita que essa questão é como “uma ferida que continua aparecendo, e que destaca a falta de entendimento comum na fé “.
“A iniciativa do documento “Ecumenismo Agora” teve uma recepção muito positiva”, acredita Thies Gundlach, vice-presidente da Igreja Protestante na Alemanha. “É um esforço para ver o futuro do ecumenismo não só como responsabilidade dos líderes da igreja, mas também lembrar que a unidade é responsabilidade de todos os cristãos. Somos gratos por ver que os cristãos evangélicas e católicos alemães hoje estão mais unidos que nunca”.
Mas é importante, disse ele, não apagar seus próprios entendimentos teológicos básicos. “No início do século 16, os reformadores desenvolveram uma visão diferente da igreja… é importante avançarmos com o máximo de velocidade possível sobre as questões ecumênicas, mas também ter paciência”, concluiu Gundlach.
O teólogo Luiz Carlos Fernandes, consultor do Gospel Prime, entende que isso tudo é parte de um processo escatológico irreversível. Ele faz a seguinte análise:
“A profecia bíblica sobre os últimos dias será cumprida. A história se repete. Assim como nos dias de Carlos Magno, a Alemanha está construindo o mesmo tipo de império que os papas governaram na Idade Média quando a igreja fugiu para o deserto. A Alemanha, por meio de seu secreto Grupo de Berlim, já está planejando ressuscitar uma ditadura novamente com uma única pessoa no comando de toda a Europa, que receberá grande poder e autoridade, mas que também terá forte fidelidade ao papa.
Angela Merkel é muito forte hoje em dia porque apoia o papado, e o papado a apoia. Qualquer líder alemão em sua posição como chanceler, e que trabalhe tão avidamente para unir a Europa sob o modelo de Carlos Magno, teria forte apoio papal.
A União Europeia é uma fronte que cobre as ambições alemãs, pois a Alemanha detém o controle da União Europeia. E, assim como Carlos Magno teve que passar por um mar de sangue a fim de se estabelecer como regente da Europa e estabelecer a religião católico-romana como a fé da Europa, assim também em um futuro próximo, aguardem, pois haverá mais derramamento de sangue para restaurar o Sacro Império Romano que só existe para ressuscitar a religião de Roma no império”.
Fonte - Gospel Prime
Nota DDP: Muito interessante a análise dos fatos pelo teólogo consultado. Mas a maior ponte com a igreja romana atravessa o oceano, com a ex-américa protestante...
sexta-feira, 7 de setembro de 2012
Terremoto mata 67 pessoas na China
Um terremoto de magnitude 5,6 atingiu nesta sexta-feira o sudoeste da China e deixou ao menos 67 mortos, além de muitos feridos e destruição.
O terremoto, que afetou milhares de edifícios, aconteceu no fim da manhã, momento em que os escritórios estavam cheios e as casas se preparavam para o almoço.
Seu epicentro foi localizado na fronteira entre as províncias de Yunnan e Guizhou, segundo a Agência Sismológica da China, que avaliou o tremor em 5,7 de magnitude, contra 5,6 pelo Institudo Americano de Geofísica (USGS, na sigla em inglês).
A catástrofe deixou ao menos 556 feridos, de acordo com o governo de Yiliang. Já as autoridades de Zhaotong, uma cidade de Yunnan muito próxima da fronteira com a província de Guizhou, indicou 150 feridos.
As autoridades informaram ainda que 100 mil pessoas estão desabrigadas e que ao menos 20 mil habitações foram afetadas.
O terremoto, que aconteceu às 11h (meia noite em Brasília), foi seguido por uma série de tremores que semearam o pânico em algumas cidades, o que levou muitos habitantes a deixarem suas casas e escritórios.
Fonte - Band
O terremoto, que afetou milhares de edifícios, aconteceu no fim da manhã, momento em que os escritórios estavam cheios e as casas se preparavam para o almoço.
Seu epicentro foi localizado na fronteira entre as províncias de Yunnan e Guizhou, segundo a Agência Sismológica da China, que avaliou o tremor em 5,7 de magnitude, contra 5,6 pelo Institudo Americano de Geofísica (USGS, na sigla em inglês).
A catástrofe deixou ao menos 556 feridos, de acordo com o governo de Yiliang. Já as autoridades de Zhaotong, uma cidade de Yunnan muito próxima da fronteira com a província de Guizhou, indicou 150 feridos.
As autoridades informaram ainda que 100 mil pessoas estão desabrigadas e que ao menos 20 mil habitações foram afetadas.
O terremoto, que aconteceu às 11h (meia noite em Brasília), foi seguido por uma série de tremores que semearam o pânico em algumas cidades, o que levou muitos habitantes a deixarem suas casas e escritórios.
Fonte - Band
quinta-feira, 6 de setembro de 2012
Presidente do episcopado católico vai dirigir oração conclusiva da Convenção Democrata
'O arcebispo de Nova Iorque e presidente da Conferência Episcopal dos Estados Unidos da América (USCCB) vai proferir a oração conclusiva da convenção do Partido Democrata, que hoje [n.d.r.: 4 de setembro] se inicia em Charlotte, no Estado da Carolina do Norte.
O cardeal Timothy Dolan “aceitou o convite” que lhe foi dirigido pelos democratas, partido do presidente norte-americano Barack Obama, e vai assim repetir na quinta-feira o gesto que realizou no Congresso Republicano, a 30 de agosto, após a formalização da candidatura de Mitt Romney à presidência do país.
O porta-voz da arquidiocese nova-iorquina esclareceu que o cardeal participa no encontro “apenas como pastor, para rezar” e que a sua presença não traduz apoio político ao candidato democrata às eleições agendadas para 6 de novembro.
Joseph Zwilling acrescenta no comunicado que D. Timothy Dolan consultou o bispo da Diocese de Charlotte antes de aceitar o convite.
A presença de personalidades religiosas nestas convenções é uma tradição nos Estados Unidos da América.' Fonte: Agência Ecclesia (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: os dois partidos a convidarem simultaneamente o líder católico romano na América para a oração de encerramento das suas respetivas Convenções?!! Isto quando Romney é mórmon e Obama um cristão protestante?!!
Caro leitor, faça o favor de pensar o que quiser...
O cardeal Timothy Dolan “aceitou o convite” que lhe foi dirigido pelos democratas, partido do presidente norte-americano Barack Obama, e vai assim repetir na quinta-feira o gesto que realizou no Congresso Republicano, a 30 de agosto, após a formalização da candidatura de Mitt Romney à presidência do país.
O porta-voz da arquidiocese nova-iorquina esclareceu que o cardeal participa no encontro “apenas como pastor, para rezar” e que a sua presença não traduz apoio político ao candidato democrata às eleições agendadas para 6 de novembro.
Joseph Zwilling acrescenta no comunicado que D. Timothy Dolan consultou o bispo da Diocese de Charlotte antes de aceitar o convite.
A presença de personalidades religiosas nestas convenções é uma tradição nos Estados Unidos da América.' Fonte: Agência Ecclesia (negritos meus para destaque)
Nota O Tempo Final: os dois partidos a convidarem simultaneamente o líder católico romano na América para a oração de encerramento das suas respetivas Convenções?!! Isto quando Romney é mórmon e Obama um cristão protestante?!!
Caro leitor, faça o favor de pensar o que quiser...
Papa e patriarca de Constantinopla saúdam encontro teológico sobre ecologia
Iniciativa decorre no mosteiro italiano de Bose e procura uma «ética da criação»
Lisboa, 06 set 2012 (Ecclesia) – Bento XVI pediu que os cristãos de todo o mundo assumam um “compromisso comum” na salvaguarda do meio ambiente, ao saudar os participantes num simpósio ecuménico internacional de espiritualidade ortodoxa que decorre na Itália.
O Papa faz votos de que “os dias de debate e de encontro fraterno favoreçam o conhecimento recíproco e a partilha da fé”, num telegrama enviado através do seu secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone.
O simpósio é promovido pelo Mosteiro de Bose, situado no noroeste italiano, e tem como tema da sua 20ª edição ‘O Homem guardião da criação’.
A iniciativa procura determinar como é que a “grande riqueza espiritual” do cristianismo “se pode traduzir numa ética da criação”.
O patriarca ecuménico de Constantinopla (Igreja Ortodoxa), Bartolomeu I, também enviou uma mensagem destacando que "os líderes religiosos e teólogos de todo o mundo reconhecem hoje que a crise ecológica é muito mais do que uma simples questão de proteção ambiental”.
“Prosseguir no atual caminho de destruição ecológica não é simplesmente uma loucura, mas um suicídio, na medida em que põe em perigo a diversidade da própria Terra onde vivemos. É por isso que temos repetidamente descrito o fenómeno como um pecado contra Deus e a criação", ressalta o responsável, conhecido como o “patriarca verde”.
Fonte - Zenit
Lisboa, 06 set 2012 (Ecclesia) – Bento XVI pediu que os cristãos de todo o mundo assumam um “compromisso comum” na salvaguarda do meio ambiente, ao saudar os participantes num simpósio ecuménico internacional de espiritualidade ortodoxa que decorre na Itália.
O Papa faz votos de que “os dias de debate e de encontro fraterno favoreçam o conhecimento recíproco e a partilha da fé”, num telegrama enviado através do seu secretário de Estado, cardeal Tarcisio Bertone.
O simpósio é promovido pelo Mosteiro de Bose, situado no noroeste italiano, e tem como tema da sua 20ª edição ‘O Homem guardião da criação’.
A iniciativa procura determinar como é que a “grande riqueza espiritual” do cristianismo “se pode traduzir numa ética da criação”.
O patriarca ecuménico de Constantinopla (Igreja Ortodoxa), Bartolomeu I, também enviou uma mensagem destacando que "os líderes religiosos e teólogos de todo o mundo reconhecem hoje que a crise ecológica é muito mais do que uma simples questão de proteção ambiental”.
“Prosseguir no atual caminho de destruição ecológica não é simplesmente uma loucura, mas um suicídio, na medida em que põe em perigo a diversidade da própria Terra onde vivemos. É por isso que temos repetidamente descrito o fenómeno como um pecado contra Deus e a criação", ressalta o responsável, conhecido como o “patriarca verde”.
Fonte - Zenit
Crise na Europa é de “gravidade excepcional”
O presidente francês, François Hollande, declarou [na] sexta-feira que seu dever é dizer a verdade e que a crise atual tem uma gravidade excepcional. “Meu dever é dizer a verdade aos franceses. Estamos diante de uma crise de uma gravidade excepcional, uma crise longa que dura mais de quatro anos e nenhuma potência econômica, nem as emergentes, está a salvo”, disse Hollande em um discurso em Chalons-en-Champagne. “O crescimento desacelera em todas as partes e os preços das matérias-primas, dos cereais, por razões tanto climáticas como especulativas, mas também o petróleo, aumentam.” [...] As declarações do presidente francês acontecem no mesmo dia em que o Escritório de Estatísticas da Europa divulgou que houve aumento do desemprego [que já chegou a 11,3%] e da inflação na zona do euro. [...] Em números absolutos, são 18 milhões de pessoas que ficaram desempregadas nos países que usam a moeda única. [...] (Folha.com)
Nota Michelson Borges: A revista Exame deste mês traz uma entrevista com um dos maiores investidores do mundo, Mohamed El-Erian. Segundo ele, Estados Unidos e Europa acumularam dívidas gigantescas e perderam a capacidade de estimular o crescimento interno. Ele diz também que há o risco de uma recessão global, caso a crise financeira europeia e o endividamento norte-americano se agravem, o que parece ser o caso. A entrevista termina com uma predição nada otimista do especialista em mundo financeiro: “Nada sinaliza que o cenário mudará tão cedo. Teremos anos difíceis pela frente.” “Anos difíceis” representam instabilidades políticas e agitação social, agravamento do desemprego e da fome, medo e insegurança com relação ao futuro, depressão e insatisfação popular com a incompetência gestora de seus líderes, muitos dos quais só se preocupam com interesses pessoais. Cadê o século 21 cheio de glórias previsto por certas pessoas no fim do século passado? A verdade é que o cenário atual – com tantas e tão intensas tragédias “naturais”, instabilidade social, fome e doenças – está mais de acordo com as tristes previsões bíblicas para os dias que antecedem a volta de Jesus. Até mesmo a desagregação europeia estava prevista mais de 700 anos antes de a Europa despontar na história (confira lá em Daniel capítulo 2). Uma coisa está ficando mais do que clara: o ser humano teve tempo para provar que é incapaz de administrar este mundo e precisa desesperadamente de ajuda externa, uma ajuda do Alto.
quarta-feira, 5 de setembro de 2012
Forte terremoto de magnitude 7.9 atinge a Costa Rica
Um forte terremoto de magnitude 7.9 atingiu a Costa Rica nesta quarta-feira, segundo informações do Serviço Geológico dos Estados Unidos. Informações preliminares da agência norte-americana dão conta de que o epicentro está localizado a 8km da localidade de Samara, na costa do Pacífico, a cerca de 150 km da capital San José. Ainda não há informações sobre vítimas ou alertas confirmados de tsunami para a região.
Fonte - Terra
Fonte - Terra
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