quinta-feira, 4 de novembro de 2010

Os Estados Unidos na Profecia Bíblica

Pode ser isso verdade? A América na profecia bíblica? Absolutamente! Quando você pensa sobre isso, faz sentido que o país mais poderoso e influente na terra terá um papel vital nos impressionantes eventos finais da história do mundo. Mas ainda mais surpresas esperam por você quando a Bíblia revela como e por quê a nação líder do mundo veio a existir. Por favor, leia Apocalipse 13:11-18 antes de iniciar este estudo, porque estes oito versos dão uma visão profética da América nos dias à frente.

1. Duas potências mundiais estão simbolizadas em Apocalipse capítulo 13. Qual é a primeira?

R: A besta de sete cabeças (Apocalipse 13:1-10) não é outro senão o papado romano. Lembre-se que animais em profecia bíblica simbolizam nações ou potências mundiais (Daniel 7:17, 23).

2. Em que ano foi previsto que o papado perderia sua influência e poder no mundo?

“…deu-se-lhe autoridade para atuar por quarenta e dois meses” (Apocalipse 13:5).
R: A Bíblia previu que o papado, perderia a sua influência e poder no mundo, no final dos 42 meses. Esta profecia foi cumprida em 1798, quando o general Napoleão Berthier levou o papa prisioneiro e o poder papal recebeu a ferida mortal.

3. Que nação estava prevista surgir por volta do mesmo tempo em que o papado recebia a sua ferida mortal?

“E vi subir da terra outra besta, e tinha dois chifres semelhantes aos de um cordeiro; e falava como dragão” (Apocalipse 13:11).
R: O cativeiro papal mencionado no versículo 10 tomou lugar em 1798, e o novo poder (versículo 11) foi visto emergindo naquele momento. Os Estados Unidos declararam sua independência em 1776, votaram a Constituição em 1787, aprovaram a Declaração de Direitos em 1791, e foi claramente reconhecido como uma potência mundial perto de 1798. O sincronismo obviamente se encaixa à América. Nenhuma outra potência poderia eventualmente, se qualificar.

4. Qual é o significado da besta que “Subia da terra?”

R: Esta nação surge “da terra” em vez de sair da água como fizeram os outros países mencionados em Daniel e Apocalipse. Sabemos por Apocalipse que água simboliza as áreas do mundo que têm uma grande população. “As águas que viste, onde se assenta a prostituta, são povos, multidões, nações e línguas” (Apocalipse 17:15). Portanto, a terra representa o oposto. Isso significa que essa nova nação surgiria em uma área do mundo que estava praticamente despovoada antes do final de 1700. Não poderia surgir entre as nações populosas e agitadas do Velho Mundo. Tinha que aparecer em um continente pouco povoado.

5. O que é simbolizado por seus dois chifres como de cordeiro e ausência de coroas?

R: Os chifres representam reis e reinos, ou governos (Daniel 7:24, 8:21). Neste caso, eles representam dois princípios que regem a América: a liberdade civil e religiosa. Estes dois princípios que a regem também têm sido rotulados como “republicanismo” (um governo sem rei) e “protestantismo” (uma igreja sem um papa). Outras nações desde os tempos antigos tinham tributado pessoas para apoiarem uma religião de Estado. A maioria também tinha oprimido os dissidentes religiosos. Mas os Estados Unidos estabeleceram algo inteiramente novo: liberdade de culto como você deseja, sem a interferência ou controle do governo – mas com a proteção dele. A ausência de coroas significa uma forma republicana de governo, ao invés de uma monarquia. Chifres como os de cordeiro, denotam uma nação jovem, não opressiva, amante da paz e espiritual. Jesus é referido como um cordeiro 28 vezes no Apocalipse. Portanto, este novo governo tentaria defender Seus princípios. Nenhum outro poder na Terra poderia atender as especificidades e tempo da besta cordeiro com chifres, com exceção da América.
Nota especial:
Como gostaríamos de parar por aqui na descrição de Jesus da América – mas não podemos, porque Ele não o fez. O que vem a seguir é inquietante. A América é realmente um grande país – com a sua liberdade de consciência, de imprensa, de discurso, e empreendimento, a proteção que ela oferece, suas oportunidades de ouro, seu senso de jogo limpo, sua simpatia pelos oprimidos e sua forte orientação cristã. Ela não é perfeita, mas ainda assim uma série de pessoas de outros países se apressam a se tornarem cidadãos americanos a cada ano. Se as portas da América fossem abertas, uma grande parte das pessoas do mundo mudaria para os Estados Unidos de uma vez – para “o céu na terra”, como elas o concebem. Infelizmente, este abençoado país mudará drasticamente nos dias à frente, precipitando incomparável angústia e aflição para o povo de Deus. Nós relatamos isso com reticências e profunda preocupação.

6. O que significa quando a profecia em Apocalipse 13:11 diz que a América falará “como um dragão”?

R: Como vimos em outros estudos, o dragão é Satanás, que trabalha através de diversos governos da Terra para estabelecer o seu reino do mal e esmagar a igreja de Deus, perseguindo e destruindo seu povo. O objetivo de Satanás sempre tem sido o de usurpar o poder e o trono de Deus e forçar as pessoas a adorarem e obedecerem a ele. Assim, “falar como um dragão” significa que os Estados Unidos (sob a influência de Satanás), no final dos tempos, forçará as pessoas a adorarem de forma contrária à sua consciência ou serem punidas.

7. O que especificamente fará com que a América fale como um dragão?

R: Observe os quatro pontos cruciais:
A. “exerce todo o poder da primeira besta na sua presença” (Apocalipse 13:12). A América vai se tornar um poder perseguidor que obrigará as pessoas a irem contra a sua consciência, como fez a Roma papal – que é retratada na primeira metade de Apocalipse capítulo 13.
B. “faz que a terra e os que nela habitam adorem a primeira besta, cuja chaga mortal fora curada” (Apocalipse 13:12). Os Estados Unidos vão liderar as nações do mundo forçando a adoração e a fidelidade ao Anticristo papal. A questão é sempre a adoração. Quem é que você vai adorar e obedecer? Será que vai ser à Cristo, Seu Criador e Redentor, ou ao Anticristo? Cada alma sobre a terra irá finalmente adorar ou um ou outro. Toda a abordagem parecerá ser profundamente espiritual. Milagres incríveis serão feitos (Apocalipse 13:14, 15), que enganarão a bilhões (Apocalipse 13:3). Aqueles que se recusam a aderir a este movimento serão considerados ateus radicais. Jesus rotula a América protestante do fim dos tempos como um “Falso profeta” (Apocalipse 19:20, 20:10), porque ela parecerá ser espiritual e confiável, mas será satânica em sua conduta.
Tudo isso pode parecer impossível, mas as palavras de Jesus são sempre totalmente confiáveis e verdadeiras (Tito 1:2). Ele previu a ascensão e queda de quatro impérios do mundo e do Anticristo (Daniel capítulos 2 e 7) numa época em que tais previsões pareciam estranhas e inacreditáveis. Mas tudo aconteceu exatamente como previsto. Sua advertência para nós hoje, sobre a profecia é: “Eu vo-lo disse agora antes que aconteça, para que, quando acontecer, vós acrediteis” (João 14:29).
C. “dizendo aos que habitam na terra que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia” (Apocalipse 13:14). Os Estados Unidos farão uma imagem da besta pela prática da legislação religiosa. Ele aprovará leis exigindo adoração e forçando as pessoas à obedecê-las ou encararem a morte. Esta ação é uma cópia ou imagem da associação entre Igreja-Estado, que o papado utilizou no auge de seu poder durante a Idade Média, quando milhares foram mortos por sua fé. A América combinará o governo civil e o protestantismo apóstata em um “casamento” que irá apoiar o papado. Irá então influenciar todas as nações do mundo a seguirem seu exemplo. Assim, o papado ganhará apoio em todo o mundo.
D. “fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta” (Apocalipse 13:15). Os Estados Unidos, como líder desse movimento internacional, voltará a influenciar as nações do mundo para imporem uma sentença de morte universal a todos os que se recusarem a adorar a besta ou sua imagem. Outro nome para essa coalizão mundial é “Babilônia, a Grande”. Esta aliança em todo o mundo, em nome de Cristo, substitui a persuassão do Espírito pelo poder policial e forçará a adoração.

8. Sobre que questões específicas será forçado se utilizar a condenação à morte?

“Foi-lhe concedido também dar fôlego à imagem da besta, para que a imagem da besta falasse, e fizesse que fossem mortos todos os que não adorassem a imagem da besta. E fez que a todos, pequenos e grandes, ricos e pobres, livres e escravos, lhes fosse posto um sinal na mão direita, ou na fronte, para que ninguém pudesse comprar ou vender, senão aquele que tivesse o sinal, ou o nome da besta, ou o número do seu nome”(Apocalipse 13:15-17).
R: O ponto final da disputa será adorar e obedecer a besta e receber sua marca – o domingo como dia santo – versus adorar e obedecer a Cristo e receber a Sua marca – Seu santo sábado do sétimo dia. Quando as questões tornam-se claras e as pessoas são forçadas a adorarem no domingo e quebrar o sábado ou serem mortas, aquelas que então escolhem o domingo ao invés de sábado, estarão, em essência, adorando à besta. Elas optaram por obedecer a palavra de uma criatura, um homem, em vez da palavra de seu Criador, Jesus Cristo. Aqui está a declaração do próprio papado: “A Igreja mudou o sábado para o domingo e todo o mundo se curva e adora no mesmo dia em obediência passiva aos mandatos da Igreja Católica” (Hartford Call Weekly, 22 de fevereiro de 1884).

9. Pode um governo realmente controlar a compra e venda?

R: Durante a Segunda Guerra Mundial, a compra era controlada para certos itens (como o açúcar, pneus e combustível), exigindo carimbos de racionamento. Sem carimbos, o dinheiro não valia nada. Nesta época altamente informatizada, um sistema baseado em seu número de Segurança Social pode ser facilmente configurado. A menos que você concorde em cooperar com a coalizão em todo o mundo, o seu número, quando analizado antes de uma compra, pode lhe mostrar como desqualificado. Nós não sabemos exatamente como tudo isso vai acontecer. Mas pode ter certeza que vai acontecer porque em Apocalipse 13:16, 17, Deus diz que vai.
Duas Potências Emergentes
Apocalipse capítulo 13 é claro. Duas superpotências emergem no final dos tempos: os Estados Unidos da América e o papado. Os Estados Unidos da América apoiarão o papado forçando as pessoas do mundo a adorarem a besta (papado) e receberem a sua marca ou então encararem a morte. As próximas duas perguntas avaliarão os pontos fortes destas duas superpotências.

10. Quão forte e influente é o papado hoje?

R: Ele é de longe o maior poder político-religioso no mundo. Praticamente todos os países líderes do mundo tem um embaixador oficial ou representante de estado no Vaticano. Observe os seguintes fatos:
A. O papado é tão influente e poderoso que quase todos os principais países o consultam antes de fazerem movimentos políticos importantes. Seu “grande corpo diplomático mantém relações com mais de 100 nações” (U. S. News and World Report, 30 de outubro de 1978, p. 24).
B. Ele levou o crédito pela derrocada do comunismo, dizendo que Maria, mãe de Jesus, guiou a estratégia do papa que derrubou o comunismo (“Serva ou feminista,” Time, 30 de dezembro de 1991, pp 64, 65).
C. O objetivo do papa era unificar o mundo cristão sob a liderança do papado até o final do século. O papa João Paulo II fez mais de 40 viagens pelo mundo para estabelecer as bases para este objetivo. (Gene H. Hogberg, The Plain Truth novembro / dezembro 1989, pp 24, 25).
D. A resposta mundial foi quase esmagadora. Durante a crise iraquiana, o Papa e o presidente dos Estados Unidos muitas vezes discutiram assuntos mundiais semanalmente por telefone. (U. S. News and World Report, 13 de agosto, 1990, p. 18).
E. Em 7 de junho de 1982, o ex-presidente Ronald Reagan e o Papa João Paulo II se reuniram por 50 minutos no Vaticano e estruturaram um plano para eliminar o comunismo. Os Estados Unidos enviaram toneladas de modernos equipamentos de comunicação para a Polónia (o ponto de partida) para ajudar a disseminar as informações necessárias para as massas. (“The Holy Alliance,” Time, February 1992, pp. 28, 31, 35).
F. Gorbachev disse: “Tudo o que ocorreu na Europa Oriental nos últimos anos teria sido impossível sem os esforços do Papa, incluindo o enorme papel político que ele desempenhou na arena mundial”. (Mikhail Gorbachev, Toronto Star, 09 março de 1992).
O papado, que anteriormente referia-se aos protestantes como “hereges”, agora os chama de “irmãos separados” e graciosamente sugere que todos trabalhem e orem juntos pela paz e pela presença de Deus. Milhões de protestantes ficaram profundamente impressionados. Na verdade, várias denominações protestantes tiveram diálogo oficial com o papado para tentarem resolver as diferenças que causaram a Reforma.

11. Quão forte e influente é os Estados Unidos hoje?

R: Os Estados Unidos são considerados como o número um do mundo em poderio militar e centro de influência. Observe o seguinte:
A. A “América [é] a única superpotência do planeta que perdurou”. (“The U.N. Obsession,” Time, May 9, 1994, p. 86.
B. “Não há perspectiva no futuro imediato de qualquer poder para rivalizar com os Estados Unidos”. (“The Lonely Superpower”, The New Republic, July 29, 1992, p. 23).
C. Yasser Arafat rotulou a América de “a nova Roma”, porque, como Roma antiga era a única superpotência incontestável de sua era, a América é agora a número um. (Newsweek, August 12, 1991, p. 33).
D. “O poder dos Estados Unidos irá agora determinar todos os grandes eventos globais.” (Jim Hoagland, “Of Heroes …”, The Washington Post, August 21, 1991, p. A-23).
Quando um grupo marxista derrubou o governo da Etiópia, a América foi convidada a negociar. Quando Boris Ieltsin tomou posse como presidente da Rússia, recém-independente, ele visitou os Estados Unidos em primeiro lugar. O ex Presidente Mikhail Gorbachev voltou-se para a América em sua crise. Quando o Kuwait foi invadido, seu governo convocou os Estados Unidos. A guerra liderada pelos EUA contra o Iraque reuniu o apoio de quase todo o mundo. Uma correspondente da Radio Pública Nacional chamou o presidente americano de “presidente do mundo.” Nós temos agora “uma estrutura de mundo altamente incomum, com uma única potência, os Estados Unidos, no ápice do sistema internacional” (Krauthammer, The New Republic, p. 23).
12. É claro que a influência e o poder dos Estados Unidos e do papado estão aumentando com rapidez. Que outros fatores poderiam ajudar a definir o cenário para uma lei em todo o mundo que executaria aqueles que se recusarem a violar a consciência?
R: Não podemos nomeá-los com certeza, mas algumas possibilidades são as seguintes:
A. A atividade de terroristas.
B. Tumultos e escalada da criminalidade e do mal.
C. Guerras da droga.
D. Uma grande crise econômica.
E. AIDS e outras epidemias.
F. Ameaças nucleares de nações radicais.
G. A corrupção política.
H. Aborto brutal da justiça pelos tribunais.
I. Abuso Social.
J. O aumento dos impostos.
K. A pornografia e a imoralidade repugnante.
L. Terríveis catástrofes globais.
M. Grupos Radicais de “interesses especiais”.
N. A crise do aborto.
A reação contra a corrupção, a ilegalidade, a imoralidade, a permissividade, a injustiça, a pobreza, a fraqueza e ineficácia de líderes políticos, e muitos problemas semelhantes poderiam facilmente precipitar uma demanda por fortes leis específicas para serem rigidamente aplicadas.

13. Quando as condições do mundo se agravarem, o que fará Satanás para enganar as massas?

“E operava grandes sinais, de maneira que fazia até descer fogo do céu à terra, à vista dos homens; e, por meio dos sinais que lhe foi permitido fazer na presença da besta, enganava os que habitavam sobre a terra e lhes dizia que fizessem uma imagem à besta que recebera a ferida da espada e vivia” (Apocalipse 13:13-14).
R: A América vai experimentar um falso reavivamento mundial e insistir que as leis religiosas devem forçar qualquer pessoa a participar. (Isto é representado pela “imagem da besta” em Apocalipse 13:14). As pessoas serão forçadas a ignorar o santo sábado de Deus, e adorarem em vez dele, o dia “santo” da besta – o domingo. Alguns irão também obedecer simplesmente por razões sociais ou econômicas. As condições do mundo se tornarão tão insuportáveis que um movimento mundial de “retorno para Deus e oração”, com todos se unindo em adoração e oração, no domingo, parecerá ser a única solução. Satanás enganará o mundo a acreditar que devem ignorar a verdade bíblica e santificar o domingo. Mas, na realidade, a obediência e adoração à besta vai deixar as pessoas fora do reino de Deus.

14. Embora o interesse no falso avivamento aumente, o que estará acontecendo com o genuíno avivamento mundial patrocinado pelo povo de Deus no fim dos tempos?

R: A Bíblia diz que o mundo inteiro vai ser “iluminado” com a sua glória (Apocalipse 18:1). Cada pessoa na terra será alcançada (Marcos 16:15) com a mensagem final de Deus de Apocalipse 14:6-14. A igreja de Deus dos últimos dias crescerá com uma velocidade incrível, com milhões se juntando ao povo de Deus e aceitando Sua oferta de salvação pela graça e fé em Jesus, que os transforma em Seus servos obedientes. Muitas pessoas e líderes de todos os países do mundo se recusarão a adorar a besta e abraçar seus falsos ensinamentos. Em vez disso, eles vão adorar e obedecer a Jesus somente. Eles receberão Seu sinal, ou marca do Santo Sábado, em suas testas (Apocalipse 7:2, 3), selando-os assim para a eternidade.
O Crescimento em espiral enfurece o Movimento de Contrafação
Este crescimento em espiral entre o povo de Deus vai enfurecer o movimento de contrafação. Seus líderes se tornarão plenamente convencidos de que aqueles que se recusam a cooperar com o falso avivamento em todo o mundo são a causa de todas as desgraças do mundo (Daniel 11:44). Eles vão desqualificá-los para comprar e vender (Apocalipse 13:16, 17), mas Deus vai alimentar o seu povo (Isaías 33:16) e protegê-los “(Salmos 34:7).

15. Em desespero, a coalizão liderada pelos EUA voltará a decidir impor a pena de morte sobre seus inimigos (Apocalipse 13:15). O que Apocalipse 13:13, 14 diz sobre o que seus líderes farão para convencer as pessoas de que Deus está com eles?

R: Eles vão fazer milagres – tão convincentes que todos, serão persuadidos, exceto o povo fiel de Deus do fim dos tempos (Mateus 24:24). Utilizando os espíritos (ou anjos caídos) de Satanás (Apocalipse 16:13, 14), eles irão se passar por entes queridos das pessoas através de feitiçaria (Apocalipse 18:23) e provavelmente ainda posarão como profetas bíblicos e apóstolos. Estes mentirosos (João 8:44), espíritos demoníacos, sem dúvida, afirmarão que Deus os enviou para exortar a todos à cooperarem.
Satanás aparece como Cristo
Seus Anjos posam como ministros cristãos, os anjos de Satanás também aparecerão como sacerdotes piedosos, e Satanás aparecerá como um anjo de luz (2 Coríntios 11:13-15). Satanás afirmará ser Jesus (Mateus 24:23, 24). Satanás, ao representar a Cristo, pode facilmente alegar que ele mudou o sábado para o domingo e exortar seus seguidores para continuarem com seu avivamento em todo o mundo apoiando o seu dia “santo” – o domingo.
Bilhões são Enganados
Bilhões de pessoas, acreditando que Satanás é Jesus, se curvarão a seus pés e se juntarão ao movimento de contrafação. “Toda a terra se maravilhou, seguindo a besta” (Apocalipse 13:3). O engano será extremamente eficaz. Mas o povo de Deus do fim dos tempos não será enganado, porque testam tudo na Bíblia (Isaías 8:19, 20; 2 Timóteo 2:15). A Bíblia diz que a lei de Deus não pode ser alterada (Mateus 5:18). Ela também diz que quando Jesus voltar, todo olho O verá (Apocalipse 1:7) e Ele não vai tocar a terra, mas permanecerá na nuvem e chamará o seu povo para encontrá-Lo no ar (1 Tessalonicenses 4:16, 17 ).

16. Como podemos estar seguros dos poderosos enganos do fim dos tempos?

Resposta:
A. Teste todos os ensinamentos pela Bíblia (2 Timóteo 2:15, Atos 17:11, Isaías 08:19, 20).
B. Siga a verdade como Jesus a revela. Jesus promete que aqueles
que fazem Sua vontade nunca acabarão em erro (João 7:17).
C. Fique perto de Jesus diariamente (João 15:5).
Você está disposto a adorar e obedecer a Jesus, mesmo que isso signifique o ridículo, a perseguição e, finalmente, a sentença de morte?

Beleza e amizade unem cristãos e muçulmanos

CAIRO, quarta-feira, 3 de novembro de 2010 (ZENIT.org) - Um evento inimaginável. Quase mil pessoas participaram, no dia 28 de outubro, da inauguração do primeiro Meeting do Cairo, um encontro promovido pela Fundação Meeting, do Centro Cultural Ta'Wassul do Cairo, e pela American Muslim Foundation International.

Estavam presentes na inauguração dois ministros do governo egípcio, o porta-voz do ministro da cultura, o patriarca Antonios Naguib, o decano da Faculdade de Teologia de al-Azhar e o vice-reitor da Universidade do Cairo, entre outras personalidades do mundo cultural árabe.

A vice-presidente do tribunal constitucional Tahani al-Jibaly, primeira mulher a ser eleita no sindicato dos trabalhadores e primeira mulher eleita no tribunal, é a presidente do Meeting do Cairo.

Ela explicou, comovida: "O encontro com o Meeting de Rimini havia deixado uma promessa que se cumpre nesta tarde".

"No encontro com o Meeting, nós nos enriquecemos - afirmou. Fazemos isso porque a beleza é um escudo contra a intolerância, difundir o bem é beleza."

"No nosso país, lugar de encontro de civilizações - explicou -, devemos tomar a iniciativa com este Meeting, que tem eficácia no tempo, em um momento em que a pátria estava a ponto de arder pelos conflitos religiosos."

"Devemos colaborar com quem acredita que a religião é para a vida, e não para uma renúncia à vida", disse.

Depois do ato da irmanação, a presidente da Fundação Meeting afirmou: "Nós estamos aqui para conhecer e aprender sobre o que está acontecendo. Algo nos tocou o coração, fazendo que nos encontrássemos. Estamos percorrendo uma parte do caminho juntos".

Para manifestar o clima de amizade que houve, o decano da faculdade de Teologia de al-Azhar, Abdel Moaty Bayoumi, prestou homenagem ao jesuíta Van Nispen, símbolo do diálogo entre cristãos e muçulmanos.

Mas como é possível imaginar que um grupo de intelectuais muçulmanos se empenhe em organizar no Cairo uma manifestação conhecida por sua "integridade católica"? A esta pergunta tentou responder o professor de literatura árabe Farouq Wael, fascinado pelos escritos de Dom Giussani e pelo clima de amizade vivido no Meeting de Rimini.

Farouq, que também é vice-presidente do Meeting do Cairo, afirmou que "só o diálogo, através do trabalho compartilhado, pode conduzir de uma ilusória comunhão na fé a uma real comunhão na vida".

Sua Beatitude Antonios Naguib, patriarca copto-católico de Alexandria, recentemente nomeado cardeal, mostrou-se "impressionado" pelo evento organizado por um grupo de intelectuais muçulmanos inspirados no Meeting de Rimini.

"Para nós - disse -, é muito importante um diálogo desse tipo. Eu diria que ele poderá se transformar no início de um diálogo no âmbito intelectual e de vida, que poderá avançar e dar muitos frutos."

Segundo o patriarca, é necessária uma oportunidade que permita a cristãos e muçulmanos "um verdadeiro encontro", dando a entender que "diferença não quer dizer nada mais que aceitação recíproca, na qual se encontram aspectos em comum".

Também se mostrou surpreso o porta-voz do ministro da cultura egípcio, Samir Gharib, quem afirmou: "Expresso-lhes minha estima e a do ministro pelo evento que organizaram, um evento que oferece uma atmosfera de tolerância".

A atividade concluiu com a exibição do grupo religioso Sama'a, Mensagem de Paz, com músicas de tradição judaica, cristã e muçulmana, aplausos e cantos conjuntos.

Fonte - Zenit

quarta-feira, 3 de novembro de 2010

O uso do hífen

A Ti me entreguei desde o meu nascimento; desde o ventre de minha mãe, Tu és meu Deus. Salmo 22:10

Não, o tema de hoje não é a Nova Reforma Ortográfica, que eliminou alguns hífens e acrescentou outros. Quero refletir hoje sobre um hífen muito especial que se encontra nas sepulturas, e que une a data do nascimento à do falecimento da pessoa. Ex.: 1942-2010.

Salomão disse que o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento (Ec 7:1). Dentro de uma realidade espiritual, quem morre em Cristo já passou por este vale de lágrimas, e agora está garantido, nos braços do Pai, aguardando a ressurreição. Está livre de qualquer perigo, especialmente do perigo de se perder. E quem nasce tem toda uma vida de lutas e sofrimentos pela frente, e poderá se salvar ou se perder, dependendo das escolhas que fizer, isto é, dependendo de como viveu sua vida – esse pequeno hífen entre o nascimento e a morte.

Esse hífen representa o tempo de duração de nossa vida. E quando ele chega ao fim, nossas posses não têm a menor importância: casas, carros, terrenos, conta bancária. O que importa é como vivemos, amamos e usamos nosso hífen.

Cada um de nós deveria se perguntar constantemente: O que tenho feito de minha vida? Tenho amado a Deus sobre todas as coisas, e ao próximo como a mim mesmo? Tenho praticado a verdadeira religião para com Deus, que consiste em visitar os órfãos e as viúvas nas suas tribulações e guardar-se incontaminado do mundo?

Tenho vivido para servir ou para ser servido? Tenho ajudado os outros ou vivido egoisticamente? Estou cumprindo o plano de Deus para a minha vida, ou vivendo para a satisfação de mim mesmo? Estou preparado para baixar à sepultura com esperança em meu coração, se hoje a morte vier bater à minha porta? Ou se Cristo viesse hoje, estaria eu entre aqueles que dirão com entusiasmo e alegria: “Este é o Senhor, a quem aguardávamos; na Sua salvação exultaremos e nos alegraremos” (Is 25:9)?

Portanto, pense se há alguma coisa que gostaria de mudar enquanto é tempo, pois nunca se sabe quanto tempo nos resta. Talvez seja o caso de mostrar mais apreço e amor pelos outros. Apertar os lábios para não falar palavras ofensivas. Sorrir mais. Fazer hoje uma entrega completa a Deus, pois o seu hífen pode estar chegando ao fim, não importa sua idade.

O salmista Davi se entregou a Deus desde o nascimento. E você?

Fonte - CPB

Nota DDP: Considerando a informação de que no mundo, hoje, 1.400.000.000 de pessoas vivem com menos de R$-2,20 por dia, penso que cabe a reflexão sobre como nós que nos denominamos cristãos temos usado o nosso "hífen".

segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Instituições cristãs se aproximam

Em face do crescimento do secularismo e do islamismo, cristãos de diversas vertentes dão demonstrações de união e adotam discursos engajados

Há quatro décadas, instituições cristãs eram divididas por brigas sobre qual seria seu maior dever: mudar o mundo ou salvar almas. O World Council of Churches (Conselho Mundial de Igrejas), WCC, dominado por protestantes liberais e igrejas ortodoxas de territórios comunistas, enfatizavam “liberação” e justiça social. Essa foi uma das razões pelas quais o norte-americano Billy Graham e outros evangélicos foram a Lausanne, na Suíça, em 1974, para criar uma nova instituição, focada em conquistar as 2.7 bilhões de pessoas que, segundo seus cálculos, ainda não haviam ouvido a mensagem cristã.

O autodenominado “movimento de Lausanne” permanece em ebulição. Seu encontro de quatro mil evangélicos de 200 países, que terminou na Cidade do Cabo, no dia 25 de outubro, foi considerado a maior e mais ampla reunião cristã da história. E, vindo de uma instituição que enfatiza o espiritual, partes da declaração final do encontro foram bastante humanas. A humanidade precisa “se arrepender de nossa parte na destruição, desperdício e poluição dos recursos da Terra, e nossa cumplicidade na idolatria tóxica do consumismo”, disse um pedaço do discurso. Além disso, o novo líder da WCC, o norueguês Olav Fykse Tveit, foi convidado à Cidade do Cabo, apesar de suas raízes no luteranismo liberal nórdico.

Estariam os evangélicos mais abertos a mudar o mundo? Ou estariam os cristãos de todo os tons juntando suas cercas enquanto lidam com secularismo e islamismo? As duas explicações têm um fundo de verdade. Mas se os ecumênicos da WCC e alguns evangélicos estão melhorando, é provavelmente porque o centro de gravidade do cristianismo está se movendo para o Sul – para a África e outros locais pobres onde as brigas ideológicas do hemisfério norte parecem vazias, e as igrejas não ousam negligenciar tanto o aspecto espiritual quanto o material.

De qualquer maneira, as brigas intra-cristãs continuam — especialmente as que dizem respeito a como tratar a fé em coisas diferentes. Em Genebra, dia 1º de Novembro, Tveit e outros membros da WCC se reunirão com líderes muçulmanos para um encontro entre os mundos do protestantismo liberal e o islamismo. Um participante muçulmano, Pricne Ghazi, acha que cristãos e muçulmanos devem discutir teologia, e não apenas tópicos “seguros” como paz e pobreza. Aquele evento em Genebra será assistido com cautela por evangélicos em Lausanne.

Fonte - Opinião e Notícia

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

"Lembra-te do teu nome!"

No passado dia 9 de outubro, durante o Conselho Anual da Conferência Geral, o Pr. Ted Wilson, presidente mundial da Igreja, apresentou um sermão intitulado "Lembra-te do Teu Nome". Tal e qual a pregação inicial do seu mandato como líder da Igreja, este tema impressionou-me bastante, e quero partilhar com os irmãos aquelas que me parecem ser as linhas principais da sua intervenção.

Creio não ter sido inocente a escolha do relato da criação, em Génesis 1 e 2, para demonstrar que desde sempre Deus atribuiu grande importância aos nomes, o termo respetivo que identifica tudo e todos. Em meio a alguma confusão que tem surgido no nosso meio acerca da interpretação daqueles capítulos (confusão essa que é, diga-se, de todo despropositada e totalmente dispensável...), o Pr. Wilson assume, mais uma vez, a clara posição de quem lê o registo da criação como uma história literal, onde, pela primeira vez, o Criador atribui nomes à Sua criação - desde a luz, as plantas, os animais, etc..

Da mesma forma, o nome dos indivíduos comprova esta relevância, não sendo de ignorar as vezes em que homens e mulheres viram o seu próprio nome alterado por Deus (ex.: Abrão, Sarai, Saulo, etc.), para além dos significados desses nomes que, em muitos casos, transportavam em si uma grande mensagem da parte de Deus (ex.: Israel, Daniel, Emanuel).

No meio desta analogia, achei brilhante a comparação entre o nome de João e o da nossa Igreja Adventista do Sétimo Dia. Veja-se que o primeiro foi explicitamente anunciado por um anjo a Zacarias, pai da criança ainda por nascer; o nome da nossa igreja, foi o resultado do debate existido entre os pais do nosso movimento, com a devida aprovação divina, quando, através da irmã Ellen White soubemos que não poderíamos ter escolhido nome melhor.

Assim, o Pr. Wilson destaca - por várias vezes - a necessidade urgente de assumirmos e usarmos sem reservas o nome que nos identifica como um povo diferente, com uma missão específica: somos Adventistas do Sétimo Dia! Ao fazê-lo, diz o líder mundial, estaremos com esta curta designação, a pregar uma enorme mensagem!

Um ministério prático e uma vida santificada são os frutos visíveis de quem, além de assumir-se como Adventista do Sétimo Dia, se comporta como tal. Diz o Pr. Wilson que "somos capacitados a seguir vidas plenas e equilibradas, caraterizadas por uma dieta vegetariana saudável, um vestuário modesto, uma forte ética laboral, gestão correta e uma alegria vitoriosa que atraia pessoas a Cristo". Para isso, somos fortalecidos pelo Senhor naquilo que está para além da nossa força.

Uma aparente paradoxo curioso, sobre o qual nunca tinha pensado, é-nos sugerido pelo Pr. Wilson: somos o povo que proclama o breve e eminente final da história deste mundo... há 160 anos! Realmente, comportar na mesma ideia brevidade e eminência com uma espera de 160 anos... convenhamos que é motivo de séria reflexão!

Virá daqui um raciocínio derrotista e frustrante? Não, bem pelo contrário! E começando pelos jovens da Igreja, o Pr. Wilson inspira-os a "se erguerem pela verdade Bíblica, reclamando a enorme herança espiritual", com "forte proclamação da verdade pelo testemunho pessoal". E para isso, quais as bases, os fundamentos onde essa acção se deve estabelecer? Muito simplesmente uma "pregação e ensino sólidos da Bíblia e Espírito de Profecia" (mais uma vez, o Pr. Wilson menciona e valoriza os escritos da irmã White, que, tristemente, alguns insistem em relativizar aos tempos modernos...).

E se pensa que o nosso presidente hesita em apontar os perigos, saiba que ele disse clara e nitidamente: "evitem a tremenda tentação de meramente se entreterem, antes sejam ativos em serviço pelos outros. Não preencham as mentes com música que não glorifica o Senhor, antes mantenham uma canção de louvor no coração".

E, indo mais fundo na questão, veja bem o quão incisivo o Pr. Wilson quis ser, ainda dirigindo-se particularmente aos jovens: "ajudem o movimento Adventista do Sétimo Dia a regressar á sua santidade original. Resistam à tendência de adequar a vossa fé às areias movediças da experiência mística. Antes, construam as fundações sob a rocha sólida da Palavra de Deus e estabeleçam-se num claro 'assim diz e Senhor'"!

Paro um pouco para partilhar que este parágrafo anterior é das mensagens mais urgentes que já ouvi um líder fazer à nossa juventude - e não só! Não duvido que no âmbito deste apelo se incluem todos os irmãos independentemente da sua idade!

Pensando novamente nessas teorias que defendem uma interpretação mais relativizada do texto Bíblico, o Pr. Wilson não deixa dúvidas na questão, quando relembra que os nossos pioneiros "assumiam a Bíblia literalmente, mesmo quando isso os levava para longe dos mais populares erros aceites nas igrejas desse tempo". Para mim, a mensagem parece-me encontrar acolhimento numa ideia que já defendi neste espaço: não importa se o mundo inteiro se volta contra; se é assim que Deus diz, então que seja assim!

Porque razão, então, deveríamos abrandar a divulgação do nosso nome distintivo, quando ele mesmo permite, como já disse, fazer em poucas palavras uma brilhante pregação e reporta para a verdade que deverá ser o teste final de um mundo corrupto?

Esta pergunta está baseada num texto da irmã White citado pelo Pr. Wilson e aborda um ponto que, de forma irredutível, distingue a nossa igreja da esmagadora maioria das outras: a guarda do Sábado, como dia separado e santificado por Deus. Diz em Mensagens Escolhidas, v. 2, p.384: "somos Adventistas do Sétimo Dia. Envergonhamo-nos, acaso, de nosso nome? Respondemos: não, não! Não nos envergonhamos. É o nome que o Senhor nos deu. Esse nome indica a verdade que deve ser o teste das igrejas."

O Sábado, embora motivo de divergência e eventualmente confrontação, "não deve ser minimizado, mas acentuado", sugeriu o Pr. Wilson. Pois bem, se algum Adventista do Sétimo Dia defende um abrandamento (diria melhor, afrouxamento...) de discurso porque eventualmente não será simpático para o ouvinte a nossa clara e distinta pregação, saiba que essa não é a visão do nosso presidente...

A este respeito, e antecipando perigos que já vemos à nossa volta mas que alguns insistem em minimizar, o Pr. Wilson alerta que "não devemos alinhar-nos com nenhuma outra organização religiosa ou corpo ecuménico"! É caso para dizer 'Amén, Pr. Wilson!'

Pessoalmente, não que eu precisasse deste forte apelo (para alguns severa repreensão) por parte do Pr. Wilson; somente, vem confirmar o que penso desses encontros que, como que por demissão de responsabilidades, entre nós se preferem chamar de interconfessionais: não fazem bem algum e as pouquíssimas vantagens são esmagadas pelos enormes perigos!

Naturalmente, refere o presidente "devemos mostrar-nos amigáveis e com respeito para com todos"; mas Ellen White, no mesmo livro mencionado, p. 371 diz: "não deve haver transigência com os que anulam a lei de Deus. Não é seguro neles descansar como conselheiros. Nosso testemunho não deve ser menos decidido agora do que anteriormente; não devemos pôr uma capa em nossa posição real a fim de agradar os grandes homens do mundo". Para mim , é mais do que esclarecedor.

Destaco também, como um dos principais aspetos deste sermão, um apelo a que o nosso nome seja proclamado no primeiro lugar a isso destinado: os púlpitos das nossas igrejas, que devem ser ocupados principalmente com pregações acerca da breve volta de Jesus a esta terra! Este deve ser o tema maior de todos os nossos serviços e conversas!

Finalmente, e confesso que fiquei muito impressionado com esta postura do Pr. Wilson, o nosso líder mundial não teve qualquer problema em chamar de volta ao seio da igreja aqueles que, por algum motivo, se deixaram esmorecer na fé, e têm andado distantes dos caminhos do Senhor. Para isso, o Pr. Wilson, baseado em Oseias 6:1-3 "vinde, voltemos para o Senhor", dirigiu-se à congregação presente pedindo perdão por erros cometidos.

Ora aqui está um líder que em vez de dizer o que é preciso fazer, faz ele mesmo, servindo de grande exemplo aos seus liderados!

Confissão, humilhação e arrependimento perante Deus: eis o que o Pr. Wilson apresentou pessoalmente perante esta reunião da Igreja Mundial e que é o maior testemunho que poderia deixar a qualquer Adventista do Sétimo Dia no mundo inteiro.

Por fim, uma nota pessoal: foi com grande interesse que assisti à nomeação do Pr. Ted Wilson para a posição de presidente da Conferência Geral. Não o conhecendo bem antes, fiquei animadíssimo quando ouvi o seu sermão inicial. Por isso, tenho estado o mais atento possível a todas as suas iniciativas e palavras dirigidas à igreja.

Pela graça de Deus, tenho a dizer que as minhas melhores expetativas têm sido largamente superadas. Ainda que errante, como qualquer um de nós, creio que o Pr. Wilson é um homem para este tempo. Exige-se um homem determinado, corajoso, destemido no Senhor e empenhado em servi-Lo acima de qualquer outro interesse. Creio que o Pr. Wilson tem demonstrado estar capacitado por Deus com estas qualidades.

Estou certo que nos próximos meses esta sensação será confirmada. Que Deus o fortaleça sempre com a força que precisar.

Obs.: para descarregar o sermão integral (em inglês) clique aqui e depois em 'Click here to start download'; para assistir ao vídeo do sermão (sem tradução para português) clique aqui.

Fonte - O Tempo Final

Nota DDP: Sugiro neste tema a Semana de Oração conduzida pelo Pr. Edson Nunes com o título "Identidade", constante da seção "Como folhas de outono..."

Padrões e normas de conduta

São muitas as vezes em que não é fácil conciliar os princípios e valores que defendemos com o estilo de vida que se tornou corrente no mundo e que, constantemente, gira à nossa volta, como que sufocando irremediavelmente as nossas melhores intenções.

Nessas ocasiões, em que decisões devem ser tomadas, normalmente não há qualquer hipótese de adaptar situações e contextos para satisfazer as duas partes; uma vence, a outra cai irremediavelmente por terra.

Creio que um dos erros que temos cometido, e arriscamos continuar a cometer, é o de questionar e precipitadamente reformular os padrões e normas que desde sempre nos definiram e identificaram como Adventistas do Sétimo Dia. Por várias razões - sendo que a que entendo como mais relevante é a triste e por vezes mal discernida tentativa de exercer conformidade e excessiva contextualização com o mundo que nos rodeia - alteramos os valores que orientam os nossos comportamentos e atitudes.

Poderemos usar como exemplo qualquer aspeto da nossa vida; neste caso, usaremos o vestuário: de cada vez que precisamos escolher e comprar roupas para nos vestirmos, quais são os padrões, as normas, valores e princípios que usamos para tomar essa decisão?

Estará o leitor a pensar que irei denunciar as práticas mundanas de cobrir o corpo que melhor se designam como despir do que propriamente vestir? Não, nem por isso, ainda que sem dúvida isso seja um problema.

Pense antes no seguinte: que contexto emprega para essa escolha que sugeri? a) o que vestem os membros da sua igreja? b) o que vestem as pessoas da zona onde vive? c) talvez ainda o que for costume, hábito e prática no seu país?

Pense por exemplo se decide tomar como padrão o que se veste no seu país: irá basear-se nas normas dos bairros de lata, favelas e outras zonas de pobreza, ou nas zonas altas das grandes cidades? Com certeza é capaz de perceber que qualquer um daqueles critérios é extremamente volátil, inseguro e incerto.

Poderá então haver um critério de comportamento e decisão pelo qual julgar e decidir o que é o melhor, algo que não se muda conforme a direção do vento, que permaneça fielmente inabalável face à irredutível pressão de uma sociedade cujas regras mudam constantemente?

Há sim: você é um Adventista do Sétimo Dia! Então, vista-se, alimente-se, atue, trabalhe, estude, fale, pense, em resumo VIVA tendo por base esse nobre padrão e essa elevada norma!

O perigo que normalmente acontece é que quando esquecemos este divino propósito, acabamos por ceder a uma mundana cultura de exigência máxima, a qual nunca conseguimos satisfazer, nem tampouco, e principalmente, nos é requerida por Deus.

Pergunto: será que reclamamos para nós próprios aquilo que, nos outros, vemos ao nosso lado, e esquecemos aquilo que Deus poderá estar, na Sua imensa providência, a dirigir, em meio a aflição, humildade e privação?

Confesso que me irritam estas novas teorias (que mesmo entre nós se escutam) defendendo o supostamente elevado princípio que Deus não deseja que passemos necessidade, mas que sejamos prósperos.

Logo à partida, reparo que esta argumentação é sempre referida numa perspetiva material e nunca espiritual, o que já de si é, além de grave, demonstrador da real intenção: justificar como divinamente aprovado um comportamento que nos agrada.

Também errado, acredito, é a triste negação de um passado que muito custou a tantos dos nossos pioneiros. Leia-se a história da nossa igreja, e rapidamente encontraremos histórias de lutas e dificuldades, atravessadas fiel e destemidamente com os olhos postos no mundo porvir e não... no contexto do mundo em que viviam.

Perceba que não defendo um vida de miserabilismo e vitimização. Pelo contrário, Deus sugere e propõe uma vida plena - tão somente, plena das Suas bênçãos que, desgraçadamente, acabam tantas vezes por não encontrar em nós o acolhimento devido, pois estamos demasiado ocupados em corresponder ao padrão e às normas... do mundo.

Termino com a seguinte reflexão: será que o estilo de vida que hoje mantemos ou queremos manter, resultado das nossas escolhas, faz de nós verdadeiros Adventistas do Sétimo Dia, em essência e raiz, ou os nossos padrões e normas de condutas estão de tal forma reorientados que facilmente recebemos uma forte aprovação humana, mas que não tem fundamento na vontade divina...?

Fonte - O Tempo Final

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Com mais de cem mortos, Indonésia vive dia de tragédia com vulcão, terremoto e tsunami

A Indonésia vive nesta terça-feira (26) um dia de desastres naturais, com um tsunami, enchentes e a erupção de um vulcão em diferentes partes do arquipélago.

Até agora 13 pessoas morreram, entre eles um bebê, vítimas do vulcão Merapi na ilha de Java, que já deixou outras 13 pessoas feridas. A erupção ocorreu no mesmo dia em que o país foi atingido por outras duas tragédias: um terremoto de 7,5 graus de intensidade e um tsunami, que atingiram a ilhas próximas a Sumatra.

Mais de cem morreram após a onda gigante. Até o momento, não há registro de brasileiros na região, segundo o Itamaraty (Ministério das Relações Exteriores).

Já a explosão do vulcão Merapi, com 2.914 m de atitude, ocorreu no amanhecer desta terça, provocando cenas de pânico na encosta muito habitada. Autoridades ordenaram a retirada das 40 mil pessoas que viviam ao redor da cratera, para estabelecer um raio de segurança de 10 km.

O vulcão, que fica a 26 km da cidade de Yogyakarta, é o que apresenta maior movimento dos 69 vulcões em atividade na Indonésia. A última erupção aconteceu em junho de 2006, deixando dois mortos.

País também é atingido por terremoto

No mesmo dia em que o vulcão Merapi entrou em erupção na ilha de Java, a vizinha ilha de Sumatra foi sacudida por um forte terremoto de 7,7 graus de intensidade, que provocou um tsunami, segundo dados do Serviço Geológico dos Estados Unidos (USGS).

Segundo a rede americana CNN e fontes do Ministério da Saúde local, pelo menos 112 pessoas morreram e mais de 500 são consideradas desaparecidas após a chegada das ondas gigantes.

Segundo o jornal Jakarta Post, centenas de casas foram arrasadas nos vilarejos de Pagai e Silabu, que ficam nas ilhas Mentawai.

O chefe da Equipe de Resposta a Desastres do Ministério da Saúde, Mudjiarto, disse que, na ilha de Pagai do Sul, as ondas avançaram até 600 m sobre a terra, atingindo os telhados das casas.

O parlamentar regional Hendri Dori Satoko disse à agência de notícias Reuters que a maior parte das construções na vila costeira de Betu Monga foi destruída. Segundo ele, das 200 pessoas que vivem no vilarejo, apenas 40 haviam sido encontradas. Outras 160 estavam desaparecidas, a maior parte mulheres e crianças.

- Nós temos pessoas relatando ao posto de segurança aqui que não puderam segurar suas crianças, que elas foram levadas embora [pela água]. Tem muita gente chorando.

Na Província de Banten, fortes chuvas inundam cidades como Tangerang. Especialistas disseram que o tempo chuvos, que ocorre durante a estação normalmente seca no país, deve continuar nas próximas semanas. Essas mesmas chuvas fora de época mataram 56 pessoas na vizinha Tailândia.
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Fonte - R7

sábado, 23 de outubro de 2010

"Como Folhas de Outono..." 22

Semana de Oração Jovem conduzida pelo Pr. Areli Barbosa no IAENE em 2008, com o título "Vivo por Jesus". O Pr. Areli nasceu em Castro/PR, formando-se em Teologia em 1988 no UNASP C1, em São Paulo. Atuou como pastor assistente na IASD Central de Curitiba, pastor distrital em Francisco Beltrão e Telêmaco Borba, PR e em Poços de Caldas, MG. Foi líder de jovens da Associação Mineira Sul, Associação Paulista Oeste e Associação Planalto Central. Atualmente é o líder do Ministério Jovem da Divisão Sul Americana da Igreja Adventista do Sétimo Dia.

"O Ministério Jovem é uma área muito importante da igreja, porque lida diretamente com o bem mais precioso das famílias, os filhos. Este ministério tem a responsabilidade de direcionar e apoiar a juventude nos seus mais variados desafios. Nossa igreja tem a responsabilidade profética da pregação do evangelho a este mundo e isto nos torna diretamente responsáveis em levar o evangelho a todo mundo. A grande expectativa que tenho é ver a moçada seguindo princípios, entendendo a responsabilidade e se envolvendo nos negócios da igreja para que possamos ver Jesus voltar logo." (Pr. Areli Barbosa)

01) - Semelhante a Jesus
02) - Entra na Arca
03) - Escolhas
04) - Pais e Filhos
05) - Perdão
06) - Sonhos
07) - Quanto Custa?
08) - Santa Ceia
09) - Sonhos de Deus

Capelas

a) - Namoro
b) - Sexualidade
c) - Não brinque com o pecado
d) - Fé incomum

Incentivamos mais uma vez a que não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."

Tempo de Esperança


O pastor Luís Gonçalves abordará os temas relacionados abaixo. Prepare sua igreja em oração para que o Espírito Santo prepare os corações das pessoas que assistirão e ouvirão a Palavra de Deus.

1.Sábado dia 23/10
Tema do sermão: Tempo de Esperança
O Plano da Salvação. João 3:16.

2.Domingo dia 24/10
Tema do sermão: Tempo de Decisão
Os dois caminhos. Mateus 7:13 e 14.

3.Segunda dia 25/10
Tema do sermão: Tempo de Entrega
As duas portas. Apocalipse 3:7-8 e 3:20.

4.Terça dia 26/10
Tema do sermão: Tempo de Graça
Três cruzes no calvário. Lucas 23:39 a 43.

5. Quarta dia 27/20
Tema do sermão: Tempo de Viver
Os dois grandes ajuntamentos. João 10:14 a 16 e Apocalipse 16:13 e 14.

6.Quinta dia 28/10
Tema do sermão: Tempo de Renascer
Batismo. Mateus 3:13 a 17.

7.Sexta dia 29/10
Tema do sermão: Tempo de Curas e Milagres
Os maiores milagres acontecem no Sábado. João 5 e João 9.

8.Sábado dia 30/10
Tema do sermão: Tempo de Paz
Novo Céu e nova Terra. João 14:1-3 e Apocalipse 21:1-5.

Fonte - Tempo de Esperança

quarta-feira, 20 de outubro de 2010

Tutela do domingo e defesa dos direitos humanos

BRUXELAS, terça-feira, 19 de outubro de 2010 (ZENIT.org) - A guarda do domingo, natureza específica do domingo na Europa e na União Europeia, e a defesa do domingo em relação à defesa dos direitos humanos na Ásia, África e nos outros lugares onde há perseguição dos cristãos, foram os principais temas de uma coletiva de imprensa realizada no último dia 13 de outubro, na sede do Parlamento Europeu de Bruxelas.

"Durante vários anos, não houve nenhum rastro do caráter específico do domingo nos documentos da União Europeia", constatou o secretário da Comissão das Conferências Episcopais da União Europeia (COMECE), Piotr Mazurkiewicz.

"Nestes meses, está sendo trabalhado num projeto de diretiva sobre a restauração do registro de 1983 sobre um caráter especial do dia da festa para os cristãos", informou.

"Uma pessoa precisa pelo menos de um dia de descanso na semana para recuperar-se, por exigências espirituais e para ter tempo para estar com a família", explicou Mazurkiewicz.

Por esses motivos, "é muito importante guardar e proteger o domingo, como dia livre, como estão pedindo associações culturais, movimentos religiosos e sindicatos", continuou.

"Esta iniciativa dos cidadãos da União Europeia é um instrumento importante para o futuro e tem a natureza da mobilização - acrescentou o secretário da COMECE. Para a realização desta iniciativa, é necessário recolher um milhão de assinaturas em nove países da União Europeia."

Por sua parte, o bispo de Tarnów, Dom Wiktor Skworc, explicou que "não é possível imaginar a Europa de hoje sem o domingo como um dia para a família" e que " a humanidade deve ter a possibilidade de satisfazer suas necessidades religiosas".
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Para mais informações, aqui.

Aqui está disponível o texto da petição sobre o domingo.

Fonte - Zenit

Nota DDP: As possibilidades em torno das razões para uma futura lei dominical estão se delineando, mas todas elas ratificam o que a Bíblia antecipou: a pressão pelo reconhecimento de um falso sábado. Veja também "Santa Sé recorda que o Estado de Direito necessita da lei moral natural".

terça-feira, 19 de outubro de 2010

Santa Sé recorda que o Estado de Direito necessita da lei moral natural

NOVA IORQUE, 18 Out. 10 / 12:12 pm (ACI).- O Arcebispo Francis Chullikatt, observador permanente da Santa Sé diante das Nações Unidas, recordou a este organismo que o Estado de Direito necessita da lei moral natural para não aprovar "supostos direitos que atentam contra a vida e a família".

O Núncio abordou o tema do estado de direito nos planos nacional e internacional e recordou que a inteligência humana e a inteligibilidade da natureza humana "deveria permitir às pessoas encarregadas da formação das leis e sua aplicação promulgarem leis justas que sirvam e protejam o bem comum da família humana".

Explicou que a dignidade de todo ser humano pode ser conhecida mediante a razão natural humana e lamentou que a lei moral natural às vezes seja esquecida no processo legislativo.

O Arcebispo assinalou que existe ainda alguns que não "reconhecem a necessidade da lei a respeitar as verdades universais" e recordou que os sistemas internacionais deveriam seguir as regras tradicionais de interpretação e não "supostos direitos que atentam contra a vida e a família".

Em vistas à promoção da paz e do desenvolvimento, os encarregado da promulgação de leis "devem seguir trabalhando para garantir que o direito é verdadeiramente justo e que fomenta o bem comum através da defesa da dignidade da pessoa humana", indicou.

Fonte - ACI Digital

Nota DDP: Para saber mais sobre "o porquê" da preocupação da Santa Sé com a lei natural (leia-se dez mandamentos católicos), veja "Conciliar trabalho e família e recuperar a verdadeira festa (o domingo)", "Pacto ecumênico pretende o domingo como dia de descanso na Europa" e "A família: O trabalho e a festa".

Cristãos de outras confissões veem no sínodo um evento de unidade

CIDADE DO VATICANO, sexta-feira, 17 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – Representantes de diferentes Igrejas cristãs não católicas que participam na assembleia do Sínodo dos Bispos para ao Oriente Médio como “delegados fraternos” tomaram a palavra nessa sexta-feira e reconheceram que o evento é um sinal de unidade ecumênica.

O bispo Shahan Srkissian, primaz dos armênios na Síria, afirmou que esta assembleia episcopal é considerada pela máxima autoridade dessa Igreja, Sua Santidade Aram I, “como o sínodo de todas as Igrejas do Oriente Médio, pois vivemos nas mesmas condições, partilhamos os mesmos problemas e nos encontramos ante os mesmos desafios”.

“Portanto, temos de nos concentrar conjuntamente na presença e no testemunho no Oriente Médio e nos consagrarmos juntos a reorganizar e renovar nosso compromisso e nossa missão.”

O representante armênio considerou como prioridade “manifestar mais concreta e claramente a unidade das Igrejas, que constitui hoje mais que nunca um imperativo para o Oriente Médio. A respeito das diferenças eclesiológicas, as Igrejas devem estar sempre juntas, devem fazer juntas seu planejamento e devem atuar juntas”.
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Fonte - Zenit

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

Profecias para o Tempo do Fim

Roberto Motta é paulista, nascido na capital do Estado. No ano de 1986 formou-se em Teologia pelo Seminário Latino-Americano de Teologia - SALT. Desde cedo demonstrou vocação para o evangelismo. Ainda como estudande de Teologia, dirigiu várias semanas de oração. Em 2001, concluiu o mestrado em Teologia, aprimorando seus conhecimentos.

Motta iniciou seu ministério como obreiro bíblico na equipe de Evangelismo coordenada pelo pastor Samuel Rodrigues. Foi Capelão do Colégio Adventista Maranata em Guarulhos; pastor distrital em Itaim Paulista; evangelista e diretor de Saúde e Temperança por 10 anos na APL - Associação Paulista Leste; evangelista e diretor de Saúde e Temperança na AP - Associação Paulistana e depois, nas mesmas funções por 4 anos na MPV - Missão Paulista do Vale.

No final de 2006, foi chamado para ser o evangelista e diretor de Missão Global na Associação Paulista Oeste.

Roberto Motta dirigiu ao longo de seu ministério mais de 100 séries de conferências em todo o Brasil. No exterior, entre conferências e semanas de oração foram 52 nos EUA e na Europa. Além disso, realizou centenas de semanas de oração pelo Brasil e exterior.

01) - Introdução ao Estudo das Profecias
02) - A Doutrina da Revelação
03) - A Trindade
04) - A origem do mal
05) - Daniel 2
06) - Daniel 7 e Mateus 24 - Sinais da Volta de Jesus
07) - A mortalidade da alma
08) - O Milênio e as Duas Ressurreições
09) - Justificação
10) - O juízo
11) - Daniel 8:14 - Até Duas Mil e Trezentas Tardes e Manhãs
12) - Dom de Línguas - Uma Análise do Movimento Carismático
13) - Mordomia Cristã x Teologia da Prosperidade
14) - A Lei do Amor
15) - Sábado, um Dia de Descanso
16) - A Igreja Verdadeira
17) - O Selo de Deus e a Marca da Besta
18) - Apocalipse 12 e 13
19) - A Conduta Cristã
20) - O Espírito de Profecia
21) - O Batismo Bíblico

Os vídeos desta mesma série também estão disponíveis e podem ser acessados aqui.

Outras séries disponíveis em "Estudos Proféticos".

Homem está acabando com a vida na Terra

Na abertura da 10ª edição da Conferência das Partes sobre Biodiversidade (COP-10), o diretor do programa para meio ambiente das Nações Unidas (ONU), Achim Steiner, foi enfático ao afirmar que o homem está acabando com a vida na Terra.

"Este é o único planeta no universo em que sabemos que existe vida como a nossa e estamos destruindo as bases que a sustentam", alertou.

O encontro começou nesta segunda-feira (18) em Nagoya, no Japão, e termina no dia 29 de outubro. Durante estas próximas duas semanas, representantes de 193 países vão avaliar as metas de preservação ambiental assumidas para este ano e definir quais serão os próximos objetivos até 2020.

O tom pessimista foi observado ainda nos discursos de outras autoridades e especialistas da área ambiental, que chegaram a afirmar que o mundo está caminhando para uma fase de extinção na mesma proporção do período em que os dinossauros desapareceram da Terra.

Para eles, a destruição da natureza tem afetado diretamente a sociedade e a economia. A ONU estima que a perda da biodiversidade custa ao mundo entre US$ 2 trilhões (R$ 3,2 trilhões) e US$ 5 trilhões (R$ 8 trilhões) por ano, principalmente nas partes mais pobres.

"(O monge budista) Teitaro Suzuki disse que 'o problema da natureza é um problema da vida humana'. Hoje, infelizmente, a vida humana é um problema para a natureza", disse o ministro do Meio Ambiente do Japão, Ryo Matsumoto.

"Temos de ter coragem de olhar nos olhos das nossas crianças e admitir que nós falhamos, individualmente e coletivamente, no cumprimento das metas prometidas no encontro de Johanesburgo (em 2002)", completou o ministro.

Matsumoto lembrou ainda que a perda da biodiversidade pode chegar a um ponto irreversível se não for freada a tempo.

"Toda a vida na Terra existe graças aos benefícios da biodiversidade, na forma de terra fértil e água e ar limpos. Mas estamos agora próximos de perder o controle se não fizemos grandes esforços para conservar a biodiversidade", disse.

Fonte - G1

As ideias da Tea Party

O movimento conhecido como Tea Party (festa do chá) é, com folga, o principal fato novo do período eleitoral dos Estados Unidos. Em 2 de novembro, os americanos renovarão parte do Senado, toda a Câmara de Representantes e escolherão alguns novos governadores influenciados pelo discurso ultraconservador do grupo, inspirado em um episódio ocorrido no século XVIII e que serviu para catalisar o movimento de independência americana. A força da Tea Party do século XXI tem origem na reação ao resgate financeiro, pela Casa Branca, de bancos e outras companhias afundados na crise econômica de 2008. Hoje, é um grupo heterogêneo de políticos e personalidades – majoritariamente ligados ao partido Republicano – que propagam uma série de ideias polêmicas sobre economia, mas também sobre política social, relações internacionais, direitos civis e religião. São ideias que, se forçam a agenda conservadora do partido Republicano, ameaçam a credibilidade da Tea Party.
...
Como afirmou o próprio Barack Obama em uma recente entrevista à revista Rolling Stone, é difícil definir o que é a Tea Party, pois o grupo ainda "está se definindo". Não há uma hierarquia formada e nem líderes eleitos, mas sim um movimento que desfruta de financiadores muito ricos, políticos de destaque e, principalmente, apoio popular. A proliferação de ideias polêmicas serviu para tornar o grupo conhecido, mas muitos de seus adeptos foram ridicularizados pela imprensa, tradicionalmente dominada por democratas. O resultado foi o fechamento de alguns eventos políticos do Tea Party para jornalistas e o expurgo de quem ultrapassa os limites da lei. O caso mais famoso é o de Mark Williams, um apresentador de rádio que liderava o "Expresso Tea Party". Depois de chamar Alá (Deus muçulmano) de deus-macaco – e posteriormente pedir desculpas aos hindus que veneram Hanuman, um legítimo Deus-macaco – ele publicou um post com tom racista em seu blog, o que provocou sua expulsão do grupo. Assim, mesmo em meio a polêmicas, a Tea Party vai crescendo. Segundo levantamento do jornal The New York Times, os candidatos apoiados pelo grupo podem conseguir até 33 vagas na Câmara dos Representantes e oito no Senado, suficiente para fazer suas vozes serem ouvidas ainda mais.

Fonte - Revista Época

Nota DDP: Interessantemente, as questões ligadas ao descanso dominical encontram vértice no puritanismo inglês, fortemente atrelado ao Tea Party.

sábado, 16 de outubro de 2010

Governo dos EUA admite ter programa para espionar redes sociais

Documentos obtidos pela Electronic Frontier Foundation (EFF) por meio de uma solicitação de acordo com a lei da liberdade de informação norte-americana revelam que o governo dos Estados Unidos tem um programa de monitoramento de redes sociais e sites de internet. Entre as páginas monitoradas estão o Facebook, MySpace e o Twitter, além de sites noticiosos como o iReport da CNN e o blog DailyKos, de comentários políticos.

O Centro de Monitoramento de Redes Sociais (SNMC, na sigla em inglês) é parte integrante do Departamento de Segurança Nacional (Department of Homeland Security, DHS). O DHS foi criado em novembro de 2002 com o objetivo de combater os ataques terroristas e desastres naturais.

O papel do SNMC dentro do departamento seria auxiliar, levantando informações sobre a “situação corrente”, segundo as revelações dos documentos. Essas informações seriam usadas em outras etapas operacionais, ajudando a tomada de decisões.

A EFF, um grupo sem fins lucrativos em favor da tecnologias livres e privacidade, obteve judicialmente um documento do DHS em que as operações do Centro de Monitoramento de Redes Sociais durante a inauguração presidencial de Barack Obama são descritas. No documento, os monitoradores recebem a sugestão de se tornarem “amigos” de internautas nas redes sociais e estabelecer meios de coletar informações em massa sobre o que é dito e o que está ocorrendo durante o evento.

O documento também instrui os agentes a terem cuidado durante a coleta de informação pessoal dos usuários. Nomes, telefones e endereços de e-mail estão entre os dados cuja coleta é proibida. Nomes de usuário e apelidos podem ser armazenados no banco de dados, no entanto. A EFF reconheceu esse esforço como positivo, mas achou o número de sites monitorados exagerado.

“Mesmo sem informações pessoais, comentários e informações sobre pessoas online podem ser ‘reindentificados’ com o uso de técnicas computacionais sofisticadas, criando problemas de privacidade”, opinou a organização.

Relatos de que o governo norte-americano estaria monitorando redes sociais estão circulando há meses. É a primeira vez, no entanto, que um documento oficial é publicado mostrando que a operação realmente existe.

Fonte - G1

Terremoto de magnitude 6,1 atinge a Indonésia

Um terremoto de magnitude 6,1 atingiu a Indonésia neste sábado (16), informa o Serviço Geológico dos EUA (USGS).

O tremor ocorreu às 0h44 locais (12h44 de Brasília), próximo à localidade de Kepulauan Barat Daya e a 138 km de Dili, no Timor Leste.

O epicentro do abalo está localizado a uma profundidade de 20 quilômetros.

Não há relatos imediatos de danos ou feridos. Não foi emitido alarme de tsunami pelo Centro de Monitoramento de Tsunamis do Pacífico.

Fonte - G1

Água será o problema mais sério da próxima década, diz conselheiro britânico

A falta de água pode se tornar o problema mais sério da próxima década, atrelada ao crescimento mundial da população, alertou o principal conselheiro científico do governo britânico, John Beddington.

As mudanças climáticas vão levar a mais secas e inundações, o que acarretaria problemas com o suplemento de água fresca. “Crescimento populacional, aumento da riqueza e da urbanização, e mudanças climáticas, tudo representa grandes problemas para a humanidade”, disse Beddington durante encontro global sobre clima e energias alternativas. “Mas a disponibilidade de água fresca será o primeiro problema a ser solucionado”, completou.

A população mundial de aproximadamente 6,6 bilhões de pessoas deve aumentar 2,5 bilhões até 2050. Segundo um estudo das Nações Unidas, em regiões da África, um contingente formado por 90 milhões a 220 milhões de pessoas enfrentarão problemas de suprimento de água já em 2020.

Segundo o conselheiro, cada país deveria focar em seus recursos naturais e de produção, além de tecnologias com baixas emissões de carbono, que, no caso do Reino Unido, envolvem a energia eólica e a nuclear. “Está bem claro que essas tecnologias serão importantes”, disse.

Sobre o recente anúncio do governo de cortar o orçamento para pesquisas científicas – o protesto público mais recente reuniu cerca de 2.000 pessoas no último domingo -, Beddington disse que preferiria ver um corte zero a qualquer mudança.

Fonte - Ambiente Brasil

quarta-feira, 13 de outubro de 2010

Conciliar trabalho e família e recuperar a verdadeira festa (o domingo)

CIDADE DO VATICANO, terça-feira, 12 de outubro de 2010 (ZENIT.org) - Apresentamos, a seguir, a carta de Bento XVI ao presidente do Conselho Pontifício para a Família, cardeal Ennio Antonelli, em preparação para o 7º Encontro Mundial das Famílias, que será realizado em Milão, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, sobre o tema "A família: o trabalho e a festa".

* * *

Venerado Irmão Cardeal ENNIO ANTONELLI
Presidente do Pontifício Conselho para a Família

No encerramento do VI Encontro Mundial das Famílias, realizado na Cidade do México em Janeiro de 2009, anunciei que o próximo Encontro das famílias católicas do mundo inteiro com o Sucessor de Pedro teria lugar em Milão, no ano de 2012, sobre o tema: «A família: o trabalho e a festa». Desejando dar início agora à preparação deste importante acontecimento, é-me grato confirmar que, se Deus quiser, ele será realizado de 30 de Maio a 3 de Junho e, ao mesmo tempo, quero oferecer algumas indicações mais pormenorizadas a propósito da temática e das modalidades de realização.

O trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as suas escolhas, influenciam os relacionamentos entre os cônjuges, e entre os pais e os filhos, incidem sobre a relação da família com a sociedade em geral e com a Igreja. A Sagrada Escritura (cf. Gn cap. 1-2) diz-nos que a família e o trabalho constituem dádivas e bênçãos de Deus para nos ajudar a viver uma existência plenamente humana. A experiência quotidiana garante que o desenvolvimento autêntico da pessoa exige quer as dimensões individual, familiar e comunitária, quer as actividades e as relações funcionais, como também a abertura à esperança e ao Bem sem limites.

Infelizmente, nos nossos dias a organização do trabalho, pensada e levada a cabo em função da concorrência de mercado e do máximo lucro, e a concepção da festa como ocasião de evasão e de consumo, contribuem para desagregar a família e a comunidade, bem como para difundir um estilo de vida individualista. Por conseguinte, é necessário promover uma reflexão e um compromisso destinados a reconciliar as exigências e os tempos de trabalho com aqueles da família, recuperando assim o verdadeiro sentido da festa, especialmente do domingo, Páscoa semanal, dia do Senhor e do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade.

O próximo Encontro Mundial das Famílias constitui uma ocasião privilegiada para reconsiderar o trabalho e a festa, a perspectiva de uma família unida e aberta à vida, bem inserida na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade dos relacionamentos para além da economia do próprio núcleo familiar. Contudo, para que venha a ser autenticamente fecundo, o acontecimento não deveria permanecer isolado, mas inserir-se num adequado percurso de preparação eclesial e cultural. Portanto, formulo votos a fim de que já durante o ano de 2011, XXX aniversário da publicação da Exortação Apostólica Familiaris consortio, «magna charta» da pastoral familiar, possa ser empreendido um itinerário válido com iniciativas nos planos paroquial, diocesano e nacional, destinadas a salientar experiências de trabalho e de festa nos seus aspectos mais genuínos e positivos, com particular atenção à incidência sobre a vida concreta das famílias. Por isso, as famílias cristãs e as comunidades eclesiais do mundo inteiro sintam-se comprometidas e ponham-se com solicitude a caminho de «Milão 2012».

Como os precedentes, o VII Encontro mundial terá uma duração de cinco dias e culminará no final da tarde de sábado, com a «Festa dos Testemunhos» e na manhã de domingo, com a Missa solene. Estas duas celebrações, que serão por mim presididas, ver-nos-ão reunidos como «família de famílias». A realização global deste acontecimento será preparada de maneira a harmonizar inteiramente as várias dimensões: oração comunitária, reflexão teológica e pastoral, momentos de fraternidade e de intercâmbio entre as famílias hóspedes e as famílias do território, ressonância mediática.

O Senhor recompense desde já, com abundantes favores celestiais, a Arquidiocese ambrosiana pela generosa disponibilidade e pelo compromisso organizacional, posto ao serviço da Igreja universal e das famílias pertencentes a numerosas nações.

Enquanto invoco a intercessão da Sagrada Família de Nazaré, dedicada ao trabalho quotidiano e assídua nas celebrações festivas do seu povo, concedo de coração a Vossa Eminência, venerado Irmão, bem como aos Colaboradores, a Bênção Apostólica que, com especial afecto e de bom grado, estendo a todas as famílias comprometidas na preparação do grande Encontro de Milão.

Fonte - Zenit

Fome atinge mais de 1 bilhão de pessoas em todo o mundo

Um estudo revelou que pelo menos 1 bilhão de pessoas sofrem de desnutrição em todo o mundo. A estimativa foi feita pelo Instituto Internacional de Investigação sobre Políticas Alimentares (IFPRI, na sigla em inglês).

Intitulado “Índice Global da Fome 2010″, o estudo revelou também que quase a metade dos afetados são crianças, com os níveis mais altos de desnutrição infantil ocorrendo na África Subsaariana e no sul da Ásia.

Número de desnutridos voltou a subir

Ainda de acordo com o estudo, o número de desnutridos em todo o mundo voltou a subir, após ter diminuído entre 1990 e 2006, por causa da crise econômica e do aumento nos preços dos alimentos. Hoje, esse número abrange cerca de um sétimo da população mundial.

A situação em três países africanos, Chad, Eritreia e República Democrática do Congo, foi considerada “extremamente alarmante”. Segundo o IFPRI, a situação é “alarmante” em outros 26 países. Entre os países latino-americanos, Bolívia, Guatemala e Haiti vivem uma situação considerada “grave”. Brasil, Uruguai, Argentina e Chile foram apontados com baixos níveis de desnutrição.

Fome: menos de 1.800 quilocalorias por dia

A Organização das Nações Unidas para a Agricultura e Segurança Alimentar considera que uma pessoa passa fome quando consome menos de 1.800 quilocalorias por dia.

Fonte - Opinião e Notícia

sábado, 9 de outubro de 2010

"Como Folhas de Outono..." 21


Pastor Jorge Mário de Oliveira é natural de São Francisco do Sul, SC. Filho de família luterana aceitou o Adventismo por influência da Escola Adventista. Em seus anos de ministério trabalhou em Santa Catarina, Tocantins, Goiás, Distrito Federal, Paraná e São Paulo. Casado com Márcia Lima de Oliveira, tem dois filhos Jorge Márcio e Joni Roger. Foi professor do SALT no Unasp campus 2 por 11 anos, onde lecionou matérias das áreas da teologia aplicada e educacional. Atualmente é departamental do Ministério Pessoal e Escola Sabatina na Associação Paulistana com sede na cidade de São Paulo.

01) - O Dom da Fé
02) - O Foco da Fé
03) - Fé Incondicional
04) - Fé e Presunção
05) - O Silêncio de Deus

06) - O Desafio da Fé
07) - A Progressão Geométrica da Fé
08) - Permanecei
09) - O Justo Viverá pela Fé

Incentivamos mais uma vez a que não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.

Soli Deo Gloria

"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)

Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

Sem pressão?

Com a ajuda da Spanner films o movimento ambientalista britânico 10:10 lançou um vídeo (No Pressure, traduzido como Sem Pressão) para incentivar as pessoas a diminuir em 10% as emissões de CO2 em um ano. A mensagem do vídeo é de um mau gosto terrível ainda que encarada como ironia ou sátira, e revela o verdadeiro objetivo por trás do ECOmenismo: eliminar aqueles que não concordarem com a tese oficial do aquecimento global provocado pelo homem e não acatarem as "soluções" propostas (dentre elas o descanso dominical obrigatório)... Ainda surpresas, as próprias filiais do movimento 10:10 espalhadas pelo mundo estão tentando explicar o que, de fato, é inexplicável...


Fonte - Minuto Profético

Brasília registra tremor de terra

O Observatório Sismológico da Universidade de Brasília confirmou o tremor de 4,6 pontos na escala Richter às 17h17 desta sexta-feira. O valor é considerado forte pelo professor e diretor do Observatório Jorge França: "Houve um tremor seguido de outro. Há chances acontecer novamente hoje", alertou. Especialistas do Observatório Sismológico explicam que o foco do terremoto foi na cidade Mara Rosa, na divisa de Goiás com Tocantins, a 500 quilômetros de Brasília. Segundo França, os tremores são comuns.

Ele explica que quem estava em andares mais elevados de edifícios sentiu o abalo com mais intensidade. "Quem estava a pé ou dentro de algum veículo provavelmente não sentiu nada", afirmou. Taxistas ouvidos pelo site de VEJA confirmaram que não perceberam os tremores, mesmo dirigindo em locais onde o fenômeno ocorreu.
Segundo informações do Corpo de Bombeiros, moradores do Plano Piloto, Sudoeste, Ceilândia e Taguatinga entraram em contato com a corporação para registrar o ocorrido. A servidora pública Adriana Macedo teve que deixar a sede da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional. “Sentimos um abalo e ligamos para os Bombeiros. Eles pediram que o prédio fosse evacuado”, afirmou.

De acordo com a funcionária, a entrada no prédio já foi liberada. Servidores de outros órgãos como Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e Controladoria-Geral da União (CGU) também deixaram os edifícios. Estudantes da Universidade de Brasília também sentiram o tremor. A estudante Anjuli Tostes estava na biblioteca de uma faculdade particular na Asa Norte quando sentiu o abalo. “Os vidros da sala tremeram e as pessoas começaram a levantar. Muita gente saiu da biblioteca com medo do prédio cair”, declarou.

No TSE, os funcionários chegaram a ficar 30 minutos parados enquanto uma equipe de segurança e arquitetura fazia uma vistoria no edifício. Em seguida, todos foram autorizados a voltar ao trabalho. No Supremo Tribunal Federal, o abalo não foi sentido.

No quarto andar do Palácio do Planalto, alguns funcionários sentiram o tremor e desceram para o andar térreo, mas não foi necessário evacuar o prédio. Os brigadistas orientaram todos os que trabalhavam no local a evitar o elevador.
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Fonte - Veja

Quem são as virgens loucas?

Autor: Pr. Paulo Cordeiro, IASD de Aveiro e Oliveira de Azeméis

Introdução

“Então, se aproximaram os discípulos e Lhe perguntaram: por que lhes falas por parábolas? Ao que respondeu: porque a vós outros é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, mas àqueles não lhes é isso concedido. Pois ao que tem se lhe dará, e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. Por isso, lhes falo por parábolas; porque, vendo, não vêem; e, ouvindo, não ouvem, nem entendem. De sorte que neles se cumpre a profecia de Isaías: Ouvireis com os ouvidos e de nenhum modo entendereis; vereis com os olhos e de nenhum modo percebereis. Porque o coração deste povo está endurecido, de mau grado ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos; para não suceder que vejam com os olhos, ouçam com os ouvidos, entendam com o coração, se convertam e sejam por Mim curados. Bem-aventurados, porém, os vossos olhos, porque vêem; e os vossos ouvidos, porque ouvem. Pois em verdade vos digo que muitos profetas e justos desejaram ver o que vedes e não viram; e ouvir o que ouvis e não ouviram” (Mateus 13:10-17;).

Fica claro, por estas palavras de Jesus, que “os mistérios do reino dos céus” revelados nas parábolas de Jesus, só são dados a conhecer àqueles que não têm o coração endurecido, ou seja, aos verdadeiros discípulos de Jesus? E que estes, para além de conseguirem compreender os “mistérios” revelados nas parábolas de Jesus, recebem igualmente a bênção adicional de compreenderem aquilo que “profetas e justos” não perceberam no passado? Acredito sinceramente que “os que buscam o Senhor entendem tudo” (Provérbios 28:5), pois tais pessoas têm “a unção que d’Ele recebestes” que “vos ensina a respeito de todas as coisas” (I João 2:27).

Mais: estamos chegados a um tempo, na História, em que a atual geração de crentes sinceros em Jesus, está beneficiando de um conhecimento que anteriores gerações não obtiveram(1). Podemos facilmente compreender o porquê disso: à medida que nos aproximamos, a passos largos, do “tempo de angústia, qual nunca houve, desde que houve nação até àquele tempo” (Daniel 12:1), Deus está providenciando uma revelação cada vez mais nítida da Sua Palavra, para que, nas últimas gerações de crentes que habitarem neste planeta de pecado, continuem a ser válidas as palavras enunciadas pelo apóstolo Paulo: “não vos sobreveio tentação que não fosse humana; mas Deus é fiel e não permitirá que sejais tentados além das vossas forças; pelo contrário, juntamente com a tentação, vos proverá livramento, de sorte que a possais suportar” (I Coríntios 10:13).

Quer conhecer um “mistério” deveras importante revelado por Jesus na parábola das dez virgens – a verdadeira identidade das dez virgens loucas, néscias ou insensatas? Então prepare-se, porque tal revelação pode ser chocante!

O Contexto da Parábola das Dez Virgens

A parábola das dez virgens é a terceira de uma série de quatro parábolas(2) que Jesus enunciou logo após o Seu famoso discurso, conhecido como o sermão profético de Jesus, que encontramos em Mateus 24:1-31. Não é necessário ser-se muito inteligente para nos apercebermos, de imediato, que as quatro parábolas acima referidas têm uma conexão vital com o sermão profético de Jesus proferido anteriormente! Por outras palavras, estas parábolas têm um conteúdo essencialmente profético!

E, nas três últimas parábolas, existe um elemento temporal comum que as une: na parábola do bom servo e do mau, encontramos que o mau servo tinha plena consciência de que o seu Senhor se demoraria (Mateus 24:48)(3), na parábola das dez virgens é-nos dito que “tardando o noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram” (Mateus 25:5) e, finalmente, na parábola dos talentos, é claramente afirmado que “depois de muito tempo, voltou o senhor daqueles servos” (Mateus 25:19).

Então podemos acrescentar, desde já, uma outra conclusão deveras significativa para a compreensão destas parábolas: elas não apenas têm um conteúdo essencialmente profético, mas esse conteúdo seria essencialmente relevante “depois de muito tempo”! Por outras palavras: estamos na presença de parábolas com um conteúdo essencialmente escatológico, isto é, um conteúdo que se aplica em toda a sua força, nestes últimos dias da História humana em que estamos vivendo!

Análise da Parábola das Dez Virgens

O reino dos céus” – através desta expressão, Jesus fez não apenas referência ao reino que haveria de vir, que poderemos apelidar de reino da glória, mas igualmente ao reino que haveria de existir já nesta terra, pela Sua graça, na vida da Sua Igreja.

Quando João Baptista pregava, dizendo: “arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 3:2), quando o próprio Jesus, ao iniciar o Seu próprio ministério, pregava igualmente: “arrependei-vos, porque está próximo o reino dos céus” (Mateus 4:17), quando Jesus enviou os “doze”, “dando-lhes as seguintes instruções: pregai que está próximo o reino dos céus” (Mateus 10:5, 7), a que “reino dos céus” se estava a fazer referência? Certamente que não àquele que irá ser inaugurado aquando da Segunda Vinda de Cristo, porque esse, no tempo de João Baptista e dos doze discípulos não estava próximo, mas sim a uma distância de “muito tempo”, como já vimos!

Dez virgens” – O que é que “virgens” representam? Paulo, ao escrever aos crentes coríntios, disse-lhes: “porque zelo por vós com zelo de Deus; visto que vos tenho preparado para vos apresentar como virgem pura a um só esposo, que é Cristo” (II Coríntios 11:2). O conjunto destas virgens representa, pois, a Igreja de Cristo na Terra. Esta passagem também nos indica claramente quem é o noivo ou esposo – Cristo.

Saíram a encontrar-se com o noivo” – todas as virgens, e não apenas as prudentes ou sábias, acreditam e esperam o regresso do noivo! Todas são, portanto, adventistas!

A Igreja só foi adventista, no sentido mais lato deste termo, em dois períodos da Era Cristã: no seu início e no seu final. A Igreja Cristã primitiva era uma igreja adventista, porque acreditava na Segunda Vinda de Jesus. Entretanto, a heresia da imortalidade da alma, ao entrar na teologia da Igreja logo nos primeiros séculos da Era Cristã, minou por completo a esperança nessa Segunda Vinda de Cristo: se as “almas” dos crentes vão logo para o céu após a morte deles, que necessidade havia de basear a sua fé na esperança do retorno de Cristo? Só no século XIX é que tal esperança haveria de ser “ressuscitada” novamente aquando do grande movimento de reavivamento produzido por Guilherme Miller e outros e que ficou conhecido como o Grande Movimento do Advento.

Se a parábola das dez virgens introduz o tal elemento temporal que já vos falei – “tardando o noivo” – a que período adventista da Era Cristã é que ela se refere então: ao inicial ou ao final? Ao final, não tenhamos dúvidas! Com grande precisão, pois, Ellen White afirma: “a história das dez virgens, ilustra, pela experiência delas, a da igreja que viveria antes da Sua segunda vinda(4).

Lâmpadas” – Todas as virgens têm lâmpadas, ou seja, todas possuem a Palavra de Deus, uma vez que “lâmpada para os meus pés é a Tua palavra e luz, para o meu caminho” (Salmos 119:105).

Azeite” – De David é dito: “encontrei David, meu servo; com o meu santo óleo o ungi.” (Salmos 89:20); “Tomou Samuel o chifre do azeite e o ungiu no meio de seus irmãos; e, daquele dia em diante, o Espírito do Senhor se apossou de David” (I Samuel 16:13). O azeite é, pois, símbolo do Espírito Santo(5).

Recapitulando o que vimos até aqui: a parábola das dez virgens representa a experiência da Igreja de Cristo imediatamente antes da Sua Segunda Vinda. Essa Igreja tem, toda ela, acesso à Palavra de Deus e, também, toda ela, é adventista na sua crença! Contudo, somente parte dela tem a plenitude do Espírito Santo, ao passo que a outra parte tem uma medida insuficiente do Espírito Santo: têm azeite, mas não em quantidade suficiente para “arder” até à vinda do esposo! As virgens néscias, “ao tomarem as suas lâmpadas, não levaram azeite consigo” (Mateus 25:3); contudo, isso não significa que elas não tinham azeite nenhum, caso contrário, elas não poderiam afirmar: “as nossas lâmpadas estão-se apagando” (Mateus 25:8)!

Uma grande lição que podemos retirar da experiência das virgens prudentes é a seguinte: elas estavam preparadas para uma eventual “demora” do noivo, ao passo que as virgens néscias acreditavam que o noivo viria quase logo! Querido amigo: está a sua vida espiritual apenas baseada na “iminência” da Segunda Vinda de Cristo, ou é a sua fé suficientemente forte para suportar uma eventual “demora” do noivo?

Mas, deixaram as virgens néscias de levar azeite consigo, apenas pelo facto de pensarem, talvez de forma cândida ou ingénua, que Jesus estava mesmo para voltar?

Durante muito tempo, sem verdadeiramente me interrogar porquê, era assim que eu imaginava este grupo de virgens néscias: como um grupo de pessoas que foram ingenuamente apanhadas de surpresa pela vinda do noivo! Mas sabem uma coisa: ingenuidade é algo que não existe nestas virgens, nem no menor grau que possamos imaginar!

Mas afinal, quem são, realmente, as virgens néscias ou loucas? A chave para desvendarmos este “mistério” está no facto de elas próprias reconhecerem que as suas “lâmpadas estão-se apagando” (Mateus 25:8). Quem, segundo a Bíblia, são aqueles a quem as suas “lâmpadas” acabam por se apagar – que deixam de poder ver qualquer luz a sair da Palavra de Deus?

Dois textos bíblicos no livro de Provérbios são cruciais para compreendermos a verdadeira identidade das virgens néscias: “a luz dos justos brilha intensamente, mas a lâmpada dos perversos se apagará.”; “porque o maligno não terá bom futuro, e a lâmpada dos perversos se apagará” (Provérbios 13:9; 24:20).

Quem são, então, as virgens néscias, cujas lâmpadas acabam por se apagar? Isso mesmo, pessoas que não são ingénuas, mas sim perversas! É tal perversidade que faz com que finalmente o azeite (o Espírito Santo) se extinga nas suas vidas! São pessoas que conhecem a Palavra de Deus, por isso é que são adventistas (pois não se pode conhecer nada a respeito da Segunda Vinda de Cristo a não ser através da Sua Palavra!), mas não permitem que o seu coração “enganoso” e “desesperadamente corrupto” (Jeremias 17:9) seja transformado pelo poder da Palavra de Deus e pelo Seu Espírito Santo! Tal ausência de transformação nas suas vidas deve-se seguramente ao facto de confiarem em si mesmas, por se considerarem pessoas justas (ver Lucas 18:9-14).

A forma como Jesus respondeu às virgens néscias que ficaram de fora após se ter fechado “a porta [da Graça]” (Mateus 25:10): “em verdade vos digo que não vos conheço” (Mateus 25:12), indica-nos claramente, por comparação com uma outra afirmação de Jesus (fora do contexto de uma parábola), que se tratam de pessoas perversas: “então, lhes direi explicitamente: nunca vos conheci. Apartai-vos de Mim, os que praticais a iniquidade” (Mateus 7:23).

Quem são estas pessoas a quem Jesus pede que se apartem d’Ele, por praticarem a iniquidade? Pessoas que professavam ser cristãos, uma vez que profetizaram, expeliram demónios e fizeram milagres em nome de Cristo! Mais: o contexto imediato (Mateus 7:15-23) onde encontramos a afirmação de Jesus supra-citada (Mateus 7:23), indica-nos claramente que, os que praticam a iniquidade e são, por isso, perversos (como tínhamos concluído que as virgens néscias eram!) são “falsos profetas, que se vos apresentam disfarçados em ovelhas, mas por dentro são lobos roubadores” (Mateus 7:15).

O que é um falso profeta? É, obviamente, aquele que anuncia falsas profecias ou que distorce a pura Palavra de Deus! E por que distorce ele a Palavra de Deus? Aquele que não se deixa modificar pela Palavra de Deus acabará por querer, ele próprio, modificar essa mesma Palavra de Deus, para que esta não mais o “fira” na sua consciência culpada (ver Romanos 1:21-32)! Procurará esvaziar a Palavra de Deus do seu poder transformador, vendo-a apenas como um mero livro didáctico!

É, pois, de admirar, que as “lâmpadas” de tais pessoas acabem por se apagar? Não, visto que foram elas próprias que foram, paulatinamente, suprimindo a luz que Deus lhes enviou! A estes aplicam-se, pois, com toda a propriedade, as seguintes palavras de Jesus: “São os olhos a lâmpada do corpo. (…) Se, porém, os teus olhos forem maus, todo o teu corpo estará em trevas. Portanto, caso a luz que em ti há [há luz nestas pessoas, devido ao conhecimento que têm da Palavra de Deus!] sejam trevas [devido ao facto de terem “olhos…maus”], que grandes trevas serão!” (Mateus 6:22,23). Estes são aqueles de quem Paulo falou dizendo que “não acolheram o amor da verdade para serem salvos” e, por isso, “não deram crédito à verdade”, porque “deleitaram-se com a injustiça” (II Tessalonicenses 2:10,12).

Referindo-se ao joio que “o inimigo… semeou… no meio do trigo” (Mateus 13:25) e que crescerá conjuntamente com o trigo “até á colheita” (Mateus 13:30), Jesus disse que “na consumação do século mandará o Filho do homem os Seus anjos, que ajuntarão do Seu reino [entenda-se: da Sua Igreja] todos os escândalos e os que praticam a iniquidade e os lançarão na fornalha acesa” (Mateus 13:40-42).

O selamento, seguido de juízo, que outrora foi feito na cidade de Jerusalém (ver Ezequiel 9) foi apenas uma amostra daquilo que acontecerá, no tempo do fim, à escala global (ver Apocalipse 7:1-8)!

Quem é que foi selado? Foi dito “ao homem vestido de linho, que tinha o estojo de escrevedor à cintura”: “passa pelo meio da cidade, pelo meio de Jerusalém, e marca com um sinal a testa dos homens que suspiram e gemem por causa de todas as abominações que se cometem no meio dela” (Ezequiel 9:3, 4).

Quem é que foi, então, selado? Aqueles que suspiravam e gemiam! E por que é que suspiravam e gemiam? Por se condoerem enormemente ante todas as abominações que eram cometidas! Aonde é que eram cometidas essas abominações? No Egipto, na Filístia, em Moabe ou em qualquer outra nação vizinha de Judá? Não, no próprio seio da cidade de Jerusalém, ou seja, no próprio coração da Igreja!

Conclusão

As virgens néscias ou loucas são, nada mais, nada menos, do que um grupo de pessoas que existirá no seio da Igreja de Cristo dos últimos dias que, apesar de possuírem a Palavra de Deus e de conhecerem, a partir dela, verdades tão importantes como a da Segunda Vinda de Cristo, não se encontram convertidas pelo poder dessa mesma Palavra de Deus e tentarão, por isso, distorcê-la, para que esta se “adapte” aos seus gostos perversos e iníquos! Serão um peso contínuo para os verdadeiros crentes em Jesus que suspirarão e gemerão ao verem as abominações, a iniquidade e os escândalos que tal grupo de pessoas provocará no seio da própria Igreja!

Em momentos de crise, e sobretudo aquando da grande crise final, essas pessoas tentarão recorrer àqueles que eles saberão terem “azeite” em quantidade adequada nas suas vidas (uma vida espiritual coerente e íntegra), pedindo-lhes: “dai-nos do vosso azeite” (Mateus 25:8), mas estes terão a sabedoria necessária para não arcar com a responsabilidade que recai inteiramente sobre aqueles que nunca tomaram a sério a sua vida espiritual!

Dar-se-á o caso de que os ataques, cada vez mais sistemáticos, aos pilares doutrinários da atual Igreja de Cristo na Terra, o desprezo, a desonra e a crítica forte de que são vítimas aqueles que, muitas vezes, sob intensa dor interior (como aconteceu com Jeremias – ver Jeremias 20:7-13), não deixam de enunciar e anunciar verdades probantes, tenham justamente a sua origem nesta classe de pessoas que foram classificadas por Jesus como sendo “virgens néscias” e “joio”?

Se bem que nada devamos julgar “antes do tempo, até que venha o Senhor, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, mas também manifestará os desígnios dos corações” (I Coríntios 4:5), uma coisa é igualmente certa: Jesus, falando dos falsos profetas na passagem que acima assinalei (Mateus 7:15-23), por duas vezes disse: “pelos seus frutos os conhecereis” (v. 16, 20).

Como pôde Paulo dizer que viveu “perigos entre falsos irmãos” (II Coríntios 11:26) e que lidou com “falsos apóstolos” e “obreiros fraudulentos, transformando-se em apóstolos de Cristo”, sendo que até lhes chamou de ministros de satanás, embora tendo a aparência de “ministros de justiça” (II Coríntios 11:13-15), quando ele mesmo disse que “nada julgueis antes de tempo, até que venha o Senhor”? Estava ele em contradição consigo mesmo? Não, não estava! Paulo estava apenas a avaliar pessoas “pelos seus frutos”, daí o ele ter dito “o fim deles será conforme as suas obras” (II Coríntios 11:15).

Que possamos aproveitar a Graça que o Senhor nos concede para nos convertermos em “virgens prudentes” ou “trigo” genuíno para que, ao vir a grande sacudidura profetizada, não possamos cair por terra: “porque eis que darei ordens e sacudirei a casa de Israel entre todas as nações, assim como se sacode trigo no crivo, sem que caia na terra um só grão” (Amós 9:9). Nem um só grão cairá por terra! Que certeza poderosa!

E quão doce é sabermos que, o mesmo Jesus que orou por Pedro para que a sua fé não desfalecesse na sacudidura (ver Lucas 22:31-32), é o mesmo que certamente orará por todos aqueles que, a exemplo de Pedro, querem seguir o seu Mestre com um coração sincero e genuíno, apesar de, por vezes, caírem.

Mas tais quedas apenas os levarão para mais perto de Jesus ao chorarem amargamente pelos seus pecados como fez Pedro (Lucas 22:62).

(2) As quatro parábolas são: a parábola da figueira (Mateus 24:32-44), a parábola do bom servo e do mau (Mateus 24:45-51), a parábola das dez virgens (Mateus 25:1-13) e a parábola dos talentos (Mateus 25:14-30).
(3) O “mau” servo não é classificado como tal por Jesus por pensar que o seu Senhor se demoraria, mas sim pelo comportamento que ele adoptou com base na percepção que ele teve de que o seu Senhor se demoraria (ver Mateus 24:48-51)!
(4) Ellen White, Parábolas de Jesus, Casa Publicadora Brasileira, 1980, p. 406.
(5) Um comentário à parte: se o azeite é utilizado na palavra de Deus como um símbolo do Espírito Santo, não confere isto valor ao azeite em si? Iria Deus utilizar algo mau para simbolizar, com isso, o seu bom Espírito? O azeite tem de ser, por consequência, algo intrinsecamente bom!


Fonte - O Tempo Final

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Pacto ecumênico pretende o domingo como dia de descanso na Europa

Igrejas e entidades caritativas apresentam plano com quatorze pontos

BRUXELAS, quarta-feira, 6 de outubro de 2010 (ZENIT.org) – A frase do Êxodo 23, 3 – "Não favorecerás nem mesmo a um pobre no processo" – é o título de um relatório apresentado na quinta-feira no Parlamento Europeu pelas principais Igrejas europeias e suas organizações.

O relatório é resultado de um acordo entre as principais entidades cristãs do continente para se unir na luta contra a pobreza.

O texto contém 14 recomendações políticas dirigidas à União Europeia, com a finalidade de reduzir radicalmente a pobreza na Europa. Foi apresentado durante uma conferência convocada pelo presidente do Parlamento Europeu, Jerzy Buzek, que contou com 150 participantes.

A primeira recomendação é implementar "uma nova cláusula social no Tratado da União Europeia” com a finalidade de “garantir as condições necessárias a cada ser humano para que possa viver harmoniosamente com sua dignidade humana”.

Em sua segunda proposta, os líderes cristãos sugerem que o presidente do Conselho Europeu reflita em seus relatórios sobre a aplicação da cláusula social.

Propõe também que a Agência da União Europeia para os Direitos Fundamentais centre seu programa de trabalho em aspectos relacionados com o capítulo IV (Solidariedade) da Carta de Direitos Fundamentais da UE.

Outras recomendações referem-se ao desenvolvimento de um sistema de salário mínimo de sobrevivência para todos, adotação de uma visão de longo prazo para enfrentar o problema das pessoas sem teto, promoção de um consumo alternativo baseado na moderação e na generosidade.

As Igrejas e entidades caritativas destacam a necessidade de apoiar as famílias em risco de pobreza, especialmente aquelas que têm três ou mais filhos.

Recomendam proteger o domingo como um dia coletivo de descanso para a sociedade, com a finalidade de proteger a saúde dos trabalhadores e como uma premissa para uma sociedade mais participativa.

A futura Plataforma Europeia contra a pobreza – destacam os líderes cristãos – deveria envolver ativamente representantes da sociedade civil e das Igrejas, incluindo os provedores confessionais de serviços.

A última sugestão propõe investir na proteção de quem vive na pobreza com o objetivo de reduzir seu número.

Fonte - Zenit

Nota DDP: União de igrejas, imposição de leis e adoção do domingo. Falta apenas o assunto cruzar o oceano.
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