Obrigado a todos por sua urgência em oração. Cremos que Deus te chamou para este momento. A Conferência Geral adotou esta iniciativa e, por isso, nós louvamos a Deus. Acreditamos que este é apenas o início de coisas maiores que estão por vir. Você poderá aprender mais sobre as iniciativas que a Conferência Geral está adotando pelos sites:
www.revivalandreformation.org e www.reavivamentoereforma.com
A Operação Chuva Global 2011 começará dia 05 de janeiro de 2011 às 19:00 e continuar todas as noites até 15 de janeiro. Durante esse tempo nós não só queremos incentivar a unir-nos em oração, mas também a orarmos em pequenos grupos, sempre que possível. Queremos preencher este período de tempo com vários momentos de oração ao longo do dia.
Cada noite, queremos unir nossas orações sobre um tema específico. As cinco primeiras noites focaremos nossas orações pela chuva temporã. As últimas cinco noites focaremos nossas orações pela chuva serôdia. Os temas serão os seguintes:
Chuva Temporã
Noite 1: Orar por um espírito de perdão (05/01)
Noite 2: Orar por Arrependimento (06/01)
Noite 3: Orar por vitória sobre o pecado em nossas vidas (07/01)
Noite 4: Orar por uma Vida Devocional mais profunda (08/01)
Noite 5: Orar por um espírito de unidade na Igreja (09/01)
Chuva Serôdia:
Noite 6: Orar para a compreeder da Chuva Serôdia (10/01)
Noite 7: Orar pela Preparação para pregar as 3 Mensagens Angélicas (11/01)
Noite 8: Orar pelas almas que estão no pecado e no erro (12/01)
Noite 9: Orar por familiares e amigos para que voltem ao redil (13/01)
Noite 10: Orar por Ousadia para agir (14/01)
No sábado 15 de janeiro, recomendamos que cada igreja culmine a Operação Chuva Global 2011, da maneira que Deus conduzir. Pedimos também que todas as noites você envie-nos testemunhos do que está acontecendo em sua igreja, como resultado da oração unida. Na página OGR, você vai encontrar um documento que explica uma maneira de orar todas as noites. (Estamos trabalhando na tradução deste documento.)
Fonte - Reavivamento e Reforma
terça-feira, 4 de janeiro de 2011
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
Desastres naturais deixaram o recorde de 295 mil mortos em 2010
Frankfurt (Alemanha) – Dominados pelo terremoto no Haiti, os desastres naturais foram particularmente devastadores em 2010, com 295 mil mortos e US$ 130 bilhões em prejuízos, informa relatório da seguradora alemã Munich Re, divulgado nesta segunda-feira (3/1).
O ano que passou foi o mais mortífero desde 1983, quando a seca na Etiópia deixou 300 mil mortos, segundo o estudo. A Munich Re contabilizou 950 desastres naturais em 2010, cifra muito superior à média dos últimos 30 anos (615 catástrofes anuais, com 66 mil mortes por ano).
"O ano foi marcado por um raro acúmulo de terremotos importantes e um número elevado de catástrofes vinculadas com o clima, que parece indicar uma continuação do aquecimento global", assinala o informe.
As catástrofes mais mortíferas foram o tremor de terra de janeiro passado no Haiti (222.570 mortos), a onda de calor e incêndios florestais no verão na Rússia (56 mil mortos) e o terremoto de abril na China (2.700 mortos).
Os desastres mais onerosos foram o terremoto de fevereiro no Chile (US$ 30 bilhões e 520 mortos) e as inundações de julho em setembro no Paquistão (US$ 9,5 bilhões e 1.760 mortos).
Esses desastres deixaram quatro vezes mais vítimas que a média desde 1980 (295 mil mortos contra 66 mil) e causaram mais prejuízos (US$ 130 bilhões contra média de US$ 95 bilhões).
Nos países mais desenvolvidos, as catástrofes foram pouco mortíferas, mas muito onerosas e com graves consequências para as seguradoras.
A Europa Ocidental foi sacudida pela tempestade Xynthia em fevereiro (65 mortos; US$ 6,1 bilhões em gastos, 50% cobertos por seguros), e os Estados Unidos, por tornados, que provocaram danos de 4,7 bilhões de dólares (75% cobertos por seguros).
Previsões
Se os furacões foram relativamente devastadores, o aquecimento dos oceanos, que já não pode ser explicado pelas oscilações naturais e sim pelo aquecimento climático, promete mais temporadas difíceis nos próximos anos.
Um dos acontecimentos que mais chamou a atenção da imprensa, a erupção do vulcão islandês Eyjafjallajökull, em abril, paralisou o tráfego aéreo europeu durante semanas e acabou custando milhares de milhões de companhias aéreas.
Por outro lado, a Munich Re não pôde calcular ainda o custo das inundações recentes na Austrália.
A grande concorrente da Munich Re, a suíça Swiss Re, indicou em novembro que para 2010 esperava US$ 222 bilhões em danos e 260 mil mortes.
Fonte - Correio Braziliense
O ano que passou foi o mais mortífero desde 1983, quando a seca na Etiópia deixou 300 mil mortos, segundo o estudo. A Munich Re contabilizou 950 desastres naturais em 2010, cifra muito superior à média dos últimos 30 anos (615 catástrofes anuais, com 66 mil mortes por ano).
"O ano foi marcado por um raro acúmulo de terremotos importantes e um número elevado de catástrofes vinculadas com o clima, que parece indicar uma continuação do aquecimento global", assinala o informe.
As catástrofes mais mortíferas foram o tremor de terra de janeiro passado no Haiti (222.570 mortos), a onda de calor e incêndios florestais no verão na Rússia (56 mil mortos) e o terremoto de abril na China (2.700 mortos).
Os desastres mais onerosos foram o terremoto de fevereiro no Chile (US$ 30 bilhões e 520 mortos) e as inundações de julho em setembro no Paquistão (US$ 9,5 bilhões e 1.760 mortos).
Esses desastres deixaram quatro vezes mais vítimas que a média desde 1980 (295 mil mortos contra 66 mil) e causaram mais prejuízos (US$ 130 bilhões contra média de US$ 95 bilhões).
Nos países mais desenvolvidos, as catástrofes foram pouco mortíferas, mas muito onerosas e com graves consequências para as seguradoras.
A Europa Ocidental foi sacudida pela tempestade Xynthia em fevereiro (65 mortos; US$ 6,1 bilhões em gastos, 50% cobertos por seguros), e os Estados Unidos, por tornados, que provocaram danos de 4,7 bilhões de dólares (75% cobertos por seguros).
Previsões
Se os furacões foram relativamente devastadores, o aquecimento dos oceanos, que já não pode ser explicado pelas oscilações naturais e sim pelo aquecimento climático, promete mais temporadas difíceis nos próximos anos.
Um dos acontecimentos que mais chamou a atenção da imprensa, a erupção do vulcão islandês Eyjafjallajökull, em abril, paralisou o tráfego aéreo europeu durante semanas e acabou custando milhares de milhões de companhias aéreas.
Por outro lado, a Munich Re não pôde calcular ainda o custo das inundações recentes na Austrália.
A grande concorrente da Munich Re, a suíça Swiss Re, indicou em novembro que para 2010 esperava US$ 222 bilhões em danos e 260 mil mortes.
Fonte - Correio Braziliense
Momento Profético #2
"Foi-me mostrado que o Espírito do Senhor está-Se retirando da Terra. O poder mantenedor de Deus logo será recusado a todos os que continuam desrespeitando os Seus mandamentos. Os relatos de transações fraudulentas, homicídios e crimes de toda a espécie chegam até nós diariamente. A iniqüidade está-se tornando uma coisa tão comum que não ofende mais as suscetibilidades como em tempos passados."
(Carta 258, 1907)
domingo, 2 de janeiro de 2011
Terremoto de 6,5 graus na escala Richter atinge sul do Chile
Um tremor de 6,5 graus de magnitude na escala Richter sacudiu neste domingo seis regiões do centro e do sul do Chile, sem que as autoridades tenham informado a existência de vítimas, mas sim de cortes de eletricidade e do serviço telefônico.
De acordo com os organismos oficiais chilenos, o terremoto atingiu as regiões de O'Higgins e Maule, no centro do país, e Biobío, Araucanía, Los Rios e Los Lagos, no sul, cujos habitantes ainda lembram o terremoto que devastou parte do território chileno em 27 de fevereiro de 2010.
Algumas praias de Biobío, lotadas de turistas, foram evacuadas pelas autoridades diante da possibilidade de um tsunami, o que no entanto foi descartado pelo Serviço de Hidrologia e Oceanografia da Marinha do Chile.
Em um relatório preliminar, o Serviço Geológico dos Estados Unidos tinha indicado que a magnitude do tremor de terra havia sido de 7,1 graus na escala Richter.
O movimento aconteceu às 17h20 hora local (18h20 no horário de Brasília), e segundo os primeiros dados do serviço geológico americano, seu epicentro se localizou sob o mar, a cerca de 96 quilômetros de Temuco, capital de Araucanía, e a 690 quilômetros de Santiago, a uma profundidade de 16,9 quilômetros.
Mais tarde, o Instituto de Sismologia da Universidad de Chile informou que a magnitude do terremoto foi de 6,5 graus na escala Richter e seu epicentro se localizou sob o mar, a 149 quilômetros de Tirúa, localidade situada no limite das regiões de Araucanía e Biobío, a uma profundidade de 29,5 quilômetros.
Desde a madrugada deste domingo uma sequência de tremores de magnitudes entre 3,2 e 4,7 graus na escala Richter sacudiram o litoral de várias regiões do país, incluindo as afetadas pelo último terremoto.
Fonte - Último Segundo
De acordo com os organismos oficiais chilenos, o terremoto atingiu as regiões de O'Higgins e Maule, no centro do país, e Biobío, Araucanía, Los Rios e Los Lagos, no sul, cujos habitantes ainda lembram o terremoto que devastou parte do território chileno em 27 de fevereiro de 2010.
Algumas praias de Biobío, lotadas de turistas, foram evacuadas pelas autoridades diante da possibilidade de um tsunami, o que no entanto foi descartado pelo Serviço de Hidrologia e Oceanografia da Marinha do Chile.
Em um relatório preliminar, o Serviço Geológico dos Estados Unidos tinha indicado que a magnitude do tremor de terra havia sido de 7,1 graus na escala Richter.
O movimento aconteceu às 17h20 hora local (18h20 no horário de Brasília), e segundo os primeiros dados do serviço geológico americano, seu epicentro se localizou sob o mar, a cerca de 96 quilômetros de Temuco, capital de Araucanía, e a 690 quilômetros de Santiago, a uma profundidade de 16,9 quilômetros.
Mais tarde, o Instituto de Sismologia da Universidad de Chile informou que a magnitude do terremoto foi de 6,5 graus na escala Richter e seu epicentro se localizou sob o mar, a 149 quilômetros de Tirúa, localidade situada no limite das regiões de Araucanía e Biobío, a uma profundidade de 29,5 quilômetros.
Desde a madrugada deste domingo uma sequência de tremores de magnitudes entre 3,2 e 4,7 graus na escala Richter sacudiram o litoral de várias regiões do país, incluindo as afetadas pelo último terremoto.
Fonte - Último Segundo
Bento 16 realizará reunião com líderes religiosos para discutir paz mundial
O papa Bento 16 anunciou neste sábado que vai organizar uma reunião com líderes religiosos em outubro para discutir formas de promover a paz mundial.
A reunião, que deve ocorrer na cidade italiana de Assis, marcará o 25º aniversário de um outro encontro parecido, ocorrido na mesma cidade e convocado pelo papa João Paulo 2º em 1986.
Falando no final da missa do dia mundial da paz, na Basília de São Pedro, em Roma, Bento 16 afirmou que a reunião servirá para "renovar solenemente os esforços daqueles de todas as religiões para vivenciar sua fé como um serviço à causa da paz".
"Ao enfrentar as tensões ameaçadoras deste momento, especialmente a discriminação, injustiças e intolerância religiosa, que atualmente ataca os cristãos de uma forma particular, mais uma vez eu faço um apelo para que não se ceda à resignação e ao desânimo", afirmou.
O papa também disse que o encontro em Assis vai "honrar a memória do evento histórico promovido pelo meu antecessor".
Na reunião promovida por João Paulo 2º participaram líderes judeus, muçulmanos, da Igreja Anglicana e o Dalai Lama, além de líderes muitas outras religiões.
...
Fonte - BBC
A reunião, que deve ocorrer na cidade italiana de Assis, marcará o 25º aniversário de um outro encontro parecido, ocorrido na mesma cidade e convocado pelo papa João Paulo 2º em 1986.
Falando no final da missa do dia mundial da paz, na Basília de São Pedro, em Roma, Bento 16 afirmou que a reunião servirá para "renovar solenemente os esforços daqueles de todas as religiões para vivenciar sua fé como um serviço à causa da paz".
"Ao enfrentar as tensões ameaçadoras deste momento, especialmente a discriminação, injustiças e intolerância religiosa, que atualmente ataca os cristãos de uma forma particular, mais uma vez eu faço um apelo para que não se ceda à resignação e ao desânimo", afirmou.
O papa também disse que o encontro em Assis vai "honrar a memória do evento histórico promovido pelo meu antecessor".
Na reunião promovida por João Paulo 2º participaram líderes judeus, muçulmanos, da Igreja Anglicana e o Dalai Lama, além de líderes muitas outras religiões.
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Fonte - BBC
Governo cede dados dos BI portugueses aos Estados UnidosGoverno cede dados dos BI portugueses aos Estados Unidos
Em nome da luta contra o terrorismo, os EUA querem aceder aos elementos do Arquivo de Identificação
Os Estados Unidos (EUA) querem ter acesso a bases de dados biométricas e biográficas dos portugueses que constam no Arquivo de Identificação Civil e Criminal. O FBI, com a justificação da luta contra o terrorismo, quer também aceder à ainda limitada base de dados de ADN de Portugal. O acordo com o Governo português está feito e só falta ser ratificado na Assembleia da República. No entanto, este mês vai sair um parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) que alerta para os problemas que constam no texto do acordo bilateral.
Em Junho de 2009, Janet Napolitano, secretária do Departamento de Segurança Interna norte-americano esteve em Portugal e firmou o acordo com os ministérios da Administração Interna e da Justiça. Em Novembro deste ano, foi pedido à CNPD um parecer. Este, segundo o DN apurou, embora não seja vinculativo, vai alertar a Assembleia da República e a Comissão dos Negócios Estrangeiros para os perigos de violação da privacidade dos portugueses que decorre deste acordo bilateral.
O acordo prevê que o FBI tenha acesso às informações constantes no bilhete de identidade de todos os portugueses. Além disso, quando se tratar de cidadãos condenados, poderão também receber o seu registo criminal e informações do seu ADN caso exista alguma amostra na base de dados que está sediada em Coimbra e que é da responsabilidade do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML).
Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades explicou que o processo está a ser conduzido pela direcção do Serviço de Vistos, e o texto do documento ainda não está disponível porque aguarda parecer da CNPD - "Trata-se de um processo que visa a luta contra o terrorismo e já foram feitos vários acordos entre os EUA e vários países europeus. Alguns através da Comissão Europeia".
Na página do Department of Homeland Security (DHS), a secretária Janet Napolitano levanta um pouco mais o véu sobre o acordo bilateral contra a luta antiterrorista que assinou em Portugal em 2009. "Vamos partilhar impressões digitais e outra informação biométrica para melhor identificar terroristas e criminosos." É ainda referido que já foram assinados acordos semelhantes com Espanha, Alemanha, Itália, Grécia.
Na Comissão Europeia, o processo de acesso dos EUA a dados dos cidadãos europeus arrasta-se. Segundo eurodeputado Carlos Coelho, do PSD, "há um problema ao nível da protecção de dados. Os EUA têm de respeitar as nossas normas. Não há ainda nenhum calendário para a resolução do problema".
"Quando os norte-americanos reparam que há entraves com a negociação na União Europeia contornam o problema fazendo acordos bilaterais com os próprios países. Em troca do acordo, chegam a prometer a agilização na entrada dos naturais desses países através do programa Visa Waiver. Isto já aconteceu no passado não é novo", explica o eurodeputado.
O FBI quer também ter acesso à Base de Dados de Perfis de ADN sediada em Coimbra. Problemas de comunicação não deverão existir, já que, segundo confirmou ao DN Duarte Nuno Vieira, presidente do INML, "o sistema informático CODIS foi oferecido e montado em Portugal em 2009 pelo Federal Bureau of Investigation (FBI)". Por enquanto, o sistema está numa fase inicial e alberga menos de 100 registos de ADN, que podem ser consultados pela Polícia Judiciária.
Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o acordo bilateral "encontra-se em processo de ratificação na Assembleia da República". O Parlamento deverá aprová-lo - ou chumbá-lo - este ano, mas a oposição, já no ano passado, pediu explicações. "Fizemos perguntas sobre o protocolo, mas a resposta foi vaga. Não tivemos mais nenhuma informação acerca desse tema", explicou ao DN o deputado Fernando Negrão, do PSD.
Em Novembro, durante a Cimeira da NATO em Lisboa, o acordo voltou a ser abordado numa reunião entre Janet Napolitano e Rui Pereira. O ministro da Administração Interna manifestou a "vontade firme de tornar a cooperação entre os dois países mais firme e profícua no futuro".
Fonte - Diário de Notícias
Nota DDP: Essa espécie de tratativa certamente deverá se alastrar por outros países, eis que é uma ótima ferramenta de controle da vida do cidadão comum.
Os Estados Unidos (EUA) querem ter acesso a bases de dados biométricas e biográficas dos portugueses que constam no Arquivo de Identificação Civil e Criminal. O FBI, com a justificação da luta contra o terrorismo, quer também aceder à ainda limitada base de dados de ADN de Portugal. O acordo com o Governo português está feito e só falta ser ratificado na Assembleia da República. No entanto, este mês vai sair um parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) que alerta para os problemas que constam no texto do acordo bilateral.
Em Junho de 2009, Janet Napolitano, secretária do Departamento de Segurança Interna norte-americano esteve em Portugal e firmou o acordo com os ministérios da Administração Interna e da Justiça. Em Novembro deste ano, foi pedido à CNPD um parecer. Este, segundo o DN apurou, embora não seja vinculativo, vai alertar a Assembleia da República e a Comissão dos Negócios Estrangeiros para os perigos de violação da privacidade dos portugueses que decorre deste acordo bilateral.
O acordo prevê que o FBI tenha acesso às informações constantes no bilhete de identidade de todos os portugueses. Além disso, quando se tratar de cidadãos condenados, poderão também receber o seu registo criminal e informações do seu ADN caso exista alguma amostra na base de dados que está sediada em Coimbra e que é da responsabilidade do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML).
Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades explicou que o processo está a ser conduzido pela direcção do Serviço de Vistos, e o texto do documento ainda não está disponível porque aguarda parecer da CNPD - "Trata-se de um processo que visa a luta contra o terrorismo e já foram feitos vários acordos entre os EUA e vários países europeus. Alguns através da Comissão Europeia".
Na página do Department of Homeland Security (DHS), a secretária Janet Napolitano levanta um pouco mais o véu sobre o acordo bilateral contra a luta antiterrorista que assinou em Portugal em 2009. "Vamos partilhar impressões digitais e outra informação biométrica para melhor identificar terroristas e criminosos." É ainda referido que já foram assinados acordos semelhantes com Espanha, Alemanha, Itália, Grécia.
Na Comissão Europeia, o processo de acesso dos EUA a dados dos cidadãos europeus arrasta-se. Segundo eurodeputado Carlos Coelho, do PSD, "há um problema ao nível da protecção de dados. Os EUA têm de respeitar as nossas normas. Não há ainda nenhum calendário para a resolução do problema".
"Quando os norte-americanos reparam que há entraves com a negociação na União Europeia contornam o problema fazendo acordos bilaterais com os próprios países. Em troca do acordo, chegam a prometer a agilização na entrada dos naturais desses países através do programa Visa Waiver. Isto já aconteceu no passado não é novo", explica o eurodeputado.
O FBI quer também ter acesso à Base de Dados de Perfis de ADN sediada em Coimbra. Problemas de comunicação não deverão existir, já que, segundo confirmou ao DN Duarte Nuno Vieira, presidente do INML, "o sistema informático CODIS foi oferecido e montado em Portugal em 2009 pelo Federal Bureau of Investigation (FBI)". Por enquanto, o sistema está numa fase inicial e alberga menos de 100 registos de ADN, que podem ser consultados pela Polícia Judiciária.
Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o acordo bilateral "encontra-se em processo de ratificação na Assembleia da República". O Parlamento deverá aprová-lo - ou chumbá-lo - este ano, mas a oposição, já no ano passado, pediu explicações. "Fizemos perguntas sobre o protocolo, mas a resposta foi vaga. Não tivemos mais nenhuma informação acerca desse tema", explicou ao DN o deputado Fernando Negrão, do PSD.
Em Novembro, durante a Cimeira da NATO em Lisboa, o acordo voltou a ser abordado numa reunião entre Janet Napolitano e Rui Pereira. O ministro da Administração Interna manifestou a "vontade firme de tornar a cooperação entre os dois países mais firme e profícua no futuro".
Fonte - Diário de Notícias
Nota DDP: Essa espécie de tratativa certamente deverá se alastrar por outros países, eis que é uma ótima ferramenta de controle da vida do cidadão comum.
Enchente na Austrália atinge área maior que França e Alemanha
As maiores enchentes dos últimos 50 anos na Austrália já atingiram mais de 20 cidades em uma área maior do que a França e a Alemanha.
Meteorologistas afirmam que devem ocorrer mais tempestades na região.
As inundações estão concentradas no Estado de Queensland, no nordeste do país, e afetaram mais de 200 mil pessoas.
Em algumas áreas a água já começou a recuar, mas a cidade de Rockhampton, no centro de Queensland e com 77 mil habitantes, está se preparando para mais enchentes e o rio Fitzroy, que passa na região, pode subir até nove metros acima de seu nível normal.
As autoridades afirmam que o rio está inundando partes da cidade mais rápido do que o previsto e a polícia está retirando os moradores com a ajuda de barcos.
Uma mulher de 41 anos foi a primeira vítima confirmada das enchentes. Ela morreu tentando cruzar o rio Leichhardt. A mulher estava em um dos dois carros que tentavam fazer a travessia.
A polícia conseguiu resgatar oito pessoas que estavam nos carros. O corpo da mulher foi encontrado depois.
De acordo com o jornal Sydney Morning Herald há mais desaparecidos. As equipes de resgate estão procurando por um homem cujo barco de pesca foi levado pelas águas da enchente na entrada do rio Boyne e por um nadador que desapareceu no rio Fitzroy.
Custo
Autoridades temem que o prejuízo causado pelas enchentes pode chegar a bilhões de dólares australianos e afirmaram que atividades como mineração, indústria e agrícola serão afetadas.
O prefeito de Rockhampton, Brad Carter, afirmou que até 40% da cidade poderá ser afetada pela inundação que, segundo ele, pode ser uma das maiores já ocorridas na região.
"A mensagem e o conselho que temos é que (a situação) é grave. (...) Esta pode ser a segunda ou terceira maior inundação que esta região já viu", afirmou.
O aeroporto da cidade e várias estradas foram fechados e a Força Aérea da Austrália foi convocada para ajudar a estabelecer abrigos de emergência. Em algumas áreas, helicópteros estão entregando alimentos e suprimentos para casas isoladas pelas águas.
Em outras partes de Queensland, os moradores estão tentando salvar o que podem e ir para áreas mais seguras.
"Toda a energia foi cortada. Toda a água foi cortada. Tudo está no andar de cima. E nós fomos para a causa de um amigo. Vamos sair de lá se (a água) ficar mais alta", disse Kevin Martin, morador da região.
Fonte - BBC
Meteorologistas afirmam que devem ocorrer mais tempestades na região.
As inundações estão concentradas no Estado de Queensland, no nordeste do país, e afetaram mais de 200 mil pessoas.
Em algumas áreas a água já começou a recuar, mas a cidade de Rockhampton, no centro de Queensland e com 77 mil habitantes, está se preparando para mais enchentes e o rio Fitzroy, que passa na região, pode subir até nove metros acima de seu nível normal.
As autoridades afirmam que o rio está inundando partes da cidade mais rápido do que o previsto e a polícia está retirando os moradores com a ajuda de barcos.
Uma mulher de 41 anos foi a primeira vítima confirmada das enchentes. Ela morreu tentando cruzar o rio Leichhardt. A mulher estava em um dos dois carros que tentavam fazer a travessia.
A polícia conseguiu resgatar oito pessoas que estavam nos carros. O corpo da mulher foi encontrado depois.
De acordo com o jornal Sydney Morning Herald há mais desaparecidos. As equipes de resgate estão procurando por um homem cujo barco de pesca foi levado pelas águas da enchente na entrada do rio Boyne e por um nadador que desapareceu no rio Fitzroy.
Custo
Autoridades temem que o prejuízo causado pelas enchentes pode chegar a bilhões de dólares australianos e afirmaram que atividades como mineração, indústria e agrícola serão afetadas.
O prefeito de Rockhampton, Brad Carter, afirmou que até 40% da cidade poderá ser afetada pela inundação que, segundo ele, pode ser uma das maiores já ocorridas na região.
"A mensagem e o conselho que temos é que (a situação) é grave. (...) Esta pode ser a segunda ou terceira maior inundação que esta região já viu", afirmou.
O aeroporto da cidade e várias estradas foram fechados e a Força Aérea da Austrália foi convocada para ajudar a estabelecer abrigos de emergência. Em algumas áreas, helicópteros estão entregando alimentos e suprimentos para casas isoladas pelas águas.
Em outras partes de Queensland, os moradores estão tentando salvar o que podem e ir para áreas mais seguras.
"Toda a energia foi cortada. Toda a água foi cortada. Tudo está no andar de cima. E nós fomos para a causa de um amigo. Vamos sair de lá se (a água) ficar mais alta", disse Kevin Martin, morador da região.
Fonte - BBC
Terremoto de magnitude 7 atinge norte da Argentina
01/01/2011 08h39 - Atualizado em 01/01/2011 10h37
Terremoto de magnitude 7 atinge norte da Argentina
Epicentro do tremor foi na região de Santiago Del Estero.
Local fica a 960 quilômetros de Buenos Aires.
Do G1, em São Paulo
imprimir
Um terremoto de magnitude 7 atingiu na manhã deste sábado (1) a região de Santiago Del Estero, no norte da Argentina. O tremor ocorreu às 6h56 do horário local, 7h56 em Brasília, segundo a agência americana de monitoramento USGS.
Pelo Twitter, usuários disseram que o tremor foi "muito forte" e pode ser sentido em Mendoza.
O epicentro do abalo foi a 562 quilômetros de profundidade e a 150 quilômetros de distância da cidade de Santiago Del Estero. O local fica a 960 quilômetros da capital, Buenos Aires.
Inicialmente, a USGS informou que o terremoto tinha tido magnitude de 6,9.
Ainda não há informações sobre feridos ou danos materiais.
Fonte - G1
Terremoto de magnitude 7 atinge norte da Argentina
Epicentro do tremor foi na região de Santiago Del Estero.
Local fica a 960 quilômetros de Buenos Aires.
Do G1, em São Paulo
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Um terremoto de magnitude 7 atingiu na manhã deste sábado (1) a região de Santiago Del Estero, no norte da Argentina. O tremor ocorreu às 6h56 do horário local, 7h56 em Brasília, segundo a agência americana de monitoramento USGS.
Pelo Twitter, usuários disseram que o tremor foi "muito forte" e pode ser sentido em Mendoza.
O epicentro do abalo foi a 562 quilômetros de profundidade e a 150 quilômetros de distância da cidade de Santiago Del Estero. O local fica a 960 quilômetros da capital, Buenos Aires.
Inicialmente, a USGS informou que o terremoto tinha tido magnitude de 6,9.
Ainda não há informações sobre feridos ou danos materiais.
Fonte - G1
sábado, 1 de janeiro de 2011
Momento Profético #1
Vi uma imensa bola de fogo cair no meio de algumas lindas habitações, destruindo-as imediatamente. Ouvi alguns dizerem: "Sabíamos que os juízos de Deus sobreviriam à Terra, mas não sabíamos que viriam tão cedo." Outros, com acento de voz agoniante, diziam: "Os senhores sabiam! Por que, então, não nos disseram? Nós não sabíamos."
(Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 296.)
quinta-feira, 30 de dezembro de 2010
2011: o euro, Obama e a ameaça dos dominós
Se T. S. Elliot tiver razão, o tempo presente e o tempo passado estão ambos presentes no tempo futuro. Por isso, antever 2011 começa na análise do legado do ano inesperado que foi 2010.
O ano de 2011 deverá responder a duas grandes incógnitas do mundo ocidental: a sorte do euro (e, portanto, dos europeus e dos portugueses) e o futuro do Presidente Barack Obama ou, mais precisamente, da política norte-americana.
O Outono trouxe uma surpresa alarmante: um país do euro pode falir, o euro pode morrer e, inclusive, matar “a Europa”. O colapso ou a reemergência verificar-se-ão em 2011. Se houver “apenas” meio desastre, com a saída de dois ou três países da moeda, será uma catástrofe económica para esses “periféricos”: estão em jogo os empregos, os salários, as pensões de reforma, as poupanças, as prestações sociais. É um cenário por enquanto improvável.
Depois da derrota democrata nas intercalares de Novembro e da tempestade do Tea Party, os EUA debatem-se entre uma política de adaptação à nova ordem mundial e fecharem-se no seu “excepcionalismo”, oscilando entre isolacionismo e nostalgia da era imperial.
A precipitação da crise das dívidas soberanas na Europa deve-se ao “tornado” da crise financeira americana. Os Estados foram forçados a uma custosa operação de defesa dos seus bancos. Mas o choque é desigual: as economias “sãs” resistem, as vulneráveis estão à beira do abismo.
É um vasto jogo de dominós que pode não ficar apenas pela Europa. Os analistas americanos temem o contágio: “A crise da dívida soberana que agita a zona euro pode atravessar o Atlântico” e anular a recuperação económica americana.
A ressaca não se limita à economia. A crise começa no sistema financeiro, torna-se económica, social e, finalmente, política — na Europa e nos Estados Unidos.
Há sintomas de erupção social. Nos EUA, há o Tea Party. Na Europa, há motins de estudantes e greves contra os planos de austeridade. A ressaca pode também arrastar “pestes” — xenofobia, nacionalismos, populismos. O “estado a que isto chegou” desacredita os governos, mas a luta contra o défice, o corte da despesa pública e a ameaça ao welfare state criam uma percepção de impotência política e de descrédito do próprio Estado.
Jacques Delors, antigo presidente da Comissão Europeia, avisa: “A política deve ser a referência última. Recuso que os banqueiros façam tremer os governos da zona euro.” O antigo chanceler alemão Helmut Schmidt corrobora: “À Europa faltam dirigentes.”
Não é apenas isto. Houve uma viragem importante a seguir à criação do euro, quando Jacques Chirac e Gerhard Schroeder decidiram esvaziar o papel da Comissão Europeia. Optaram pela liberdade de acção dos seus países. O processo de decisão é cada vez mais intergovernamental.
A questão de fundo é ainda outra. “Até que ponto é europeia a nova Alemanha?” — interroga-se Ulrike Guérot, do European Council on Foreign Relations. “O futuro não está escrito. A Alemanha deve decidir se quer abandonar a União Europeia e tornar-se sozinha num actor mundial, ou se quer tornar-se no principal actor — e principal beneficiário — de uma Europa em que ela liderará na sua transformação em actor mundial.”
É esta segunda vocação que Berlim escolherá, mas tentando impor as suas regras.
...
Fonte - Público
O ano de 2011 deverá responder a duas grandes incógnitas do mundo ocidental: a sorte do euro (e, portanto, dos europeus e dos portugueses) e o futuro do Presidente Barack Obama ou, mais precisamente, da política norte-americana.
O Outono trouxe uma surpresa alarmante: um país do euro pode falir, o euro pode morrer e, inclusive, matar “a Europa”. O colapso ou a reemergência verificar-se-ão em 2011. Se houver “apenas” meio desastre, com a saída de dois ou três países da moeda, será uma catástrofe económica para esses “periféricos”: estão em jogo os empregos, os salários, as pensões de reforma, as poupanças, as prestações sociais. É um cenário por enquanto improvável.
Depois da derrota democrata nas intercalares de Novembro e da tempestade do Tea Party, os EUA debatem-se entre uma política de adaptação à nova ordem mundial e fecharem-se no seu “excepcionalismo”, oscilando entre isolacionismo e nostalgia da era imperial.
A precipitação da crise das dívidas soberanas na Europa deve-se ao “tornado” da crise financeira americana. Os Estados foram forçados a uma custosa operação de defesa dos seus bancos. Mas o choque é desigual: as economias “sãs” resistem, as vulneráveis estão à beira do abismo.
É um vasto jogo de dominós que pode não ficar apenas pela Europa. Os analistas americanos temem o contágio: “A crise da dívida soberana que agita a zona euro pode atravessar o Atlântico” e anular a recuperação económica americana.
A ressaca não se limita à economia. A crise começa no sistema financeiro, torna-se económica, social e, finalmente, política — na Europa e nos Estados Unidos.
Há sintomas de erupção social. Nos EUA, há o Tea Party. Na Europa, há motins de estudantes e greves contra os planos de austeridade. A ressaca pode também arrastar “pestes” — xenofobia, nacionalismos, populismos. O “estado a que isto chegou” desacredita os governos, mas a luta contra o défice, o corte da despesa pública e a ameaça ao welfare state criam uma percepção de impotência política e de descrédito do próprio Estado.
Jacques Delors, antigo presidente da Comissão Europeia, avisa: “A política deve ser a referência última. Recuso que os banqueiros façam tremer os governos da zona euro.” O antigo chanceler alemão Helmut Schmidt corrobora: “À Europa faltam dirigentes.”
Não é apenas isto. Houve uma viragem importante a seguir à criação do euro, quando Jacques Chirac e Gerhard Schroeder decidiram esvaziar o papel da Comissão Europeia. Optaram pela liberdade de acção dos seus países. O processo de decisão é cada vez mais intergovernamental.
A questão de fundo é ainda outra. “Até que ponto é europeia a nova Alemanha?” — interroga-se Ulrike Guérot, do European Council on Foreign Relations. “O futuro não está escrito. A Alemanha deve decidir se quer abandonar a União Europeia e tornar-se sozinha num actor mundial, ou se quer tornar-se no principal actor — e principal beneficiário — de uma Europa em que ela liderará na sua transformação em actor mundial.”
É esta segunda vocação que Berlim escolherá, mas tentando impor as suas regras.
...
Fonte - Público
segunda-feira, 27 de dezembro de 2010
Papa age mais como político ocidental que líder religioso
Um jornal chinês exortou hoje o Vaticano a "deixar de interferir nos assuntos internos da China" e acusou o Papa Bento XVI de agir "mais como um político ocidental do que como líder religioso".
"O que o Vaticano quer da China é poder. Não diz respeito à verdadeira essência da fé católica", afirmou o Global Times, publicação em língua inglesa do grupo Diário do povo, órgão central do Partido Comunista Chinês (PCC).
Na sua tradicional mensagem de Natal, o Papa criticou a China pelas "limitações impostas à liberdade religiosa". O Papa "quer ser o senhor dos católicos do mundo inteiro", mas "o mundo está a mudar" e "o Vaticano não tem poder para controlar a direcção e a velocidade das mudanças", disse o jornal.
Nos últimos anos, as relações entre Pequim e a Santa Sé "melhoraram", mas "enquanto o Vaticano mantiver relações diplomáticas com Taiwan e insistir no direito de nomear os bispos na China, será difícil assegurar uma melhoria permanente", referiu o Global Times. "A pretensão do Vaticano de que a identidade religiosa transcende tudo é irrealista e até prejudicial para um país com varias etnias e religiões", proclamou o Global Times.
Fonte - Diário de Notícias
"O que o Vaticano quer da China é poder. Não diz respeito à verdadeira essência da fé católica", afirmou o Global Times, publicação em língua inglesa do grupo Diário do povo, órgão central do Partido Comunista Chinês (PCC).
Na sua tradicional mensagem de Natal, o Papa criticou a China pelas "limitações impostas à liberdade religiosa". O Papa "quer ser o senhor dos católicos do mundo inteiro", mas "o mundo está a mudar" e "o Vaticano não tem poder para controlar a direcção e a velocidade das mudanças", disse o jornal.
Nos últimos anos, as relações entre Pequim e a Santa Sé "melhoraram", mas "enquanto o Vaticano mantiver relações diplomáticas com Taiwan e insistir no direito de nomear os bispos na China, será difícil assegurar uma melhoria permanente", referiu o Global Times. "A pretensão do Vaticano de que a identidade religiosa transcende tudo é irrealista e até prejudicial para um país com varias etnias e religiões", proclamou o Global Times.
Fonte - Diário de Notícias
domingo, 26 de dezembro de 2010
Terremoto de magnitude 7,3 atinge Vanuatu
Um poderoso terremoto, de magnitude 7,3, atingiu hoje Vanuatu, uma nação no oeste do Pacífico, gerando um pequeno tsunami. O fenômeno ocorre exatamente seis anos após um violento tsunami deixar 220 mil mortos no Oceano Índico.
O Centro de Alerta de Tsunamis no Pacífico, sediado no Havaí, informou que o terremoto ocorrido a uma profundidade baixa gerou um tsunami. O centro cancelou, porém, um alerta regional para ondas gigantes, após o registro de que as ondas estavam apenas 15 centímetros acima do normal em Vanuatu. Com isso, foi retirado o alerta para um violento tsunami na região.
O terremoto ocorreu às 00h16 (horário local) de hoje. O alerta inicial de tsunami valia para Vanuatu, Ilhas Fiji e o território francês no Pacífico da Nova Caledônia. Não houve registros de estragos nem mortes.
O Centro Geológico dos EUA informou que o terremoto ocorreu a apenas 12,3 quilômetros de profundidade, com o epicentro 145 quilômetros a oeste de Isangel, na ilha de Tanna - onde há um vulcão ativo -, no arquipélago de Vanuatu. Pelo menos 12 tremores secundários, de magnitude 5,0 ou maior, atingiram a área após o terremoto, segundo o centro norte-americano.
Vanuatu fica entre Fiji e a Austrália e ao norte da Nova Zelândia. O país fica em uma área de grande atividade sismológica, no chamado Anel de Fogo do Pacífico, com muita atividade vulcânica por causa da fricção entre grandes placas tectônicas.
Hoje, marcou-se os seis anos de um dos piores desastres naturais dos tempos modernos, quando um grande tsunami varreu a Indonésia e matou mais de 220 mil pessoas no Oceano Índico. Após o desastre, que veio com pouco ou nenhum aviso para milhões de moradores de áreas costeiras, os governos da região lançaram vários sistemas no Oceano Índico e no Pacífico para monitorar as ondas acima dos níveis normais. As informações são da Dow Jones.
Fonte - Estadão
Nota Questão de Confiança: Para fechar um ano em que tantas catástrofes naturais chocaram a comunidade internacional, um terremoto atingiu Vanuatu, nação a Oeste do Oceano Pacífico. Segundo informou o Estadão, o tremor ocorreu às 24h16min de hoje. Em 27 de Maio deste ano, o site Último Segundo notificara a incidência de outro terremoto no país; ambos atingiram pelo menos 7 graus, sem causar maiores estragos, felizmente.
A incidência de catástrofes cresce de forma assustadora, chamando a atenção da mídia. Para aqueles que creem na Palavra de Deus, nenhuma surpresa. Mas fica o alerta de que devemos nos preparar diante desses acontecimentos para o retorno de Jesus, evento para o qual as tragédias apenas servem como sinais.
O Centro de Alerta de Tsunamis no Pacífico, sediado no Havaí, informou que o terremoto ocorrido a uma profundidade baixa gerou um tsunami. O centro cancelou, porém, um alerta regional para ondas gigantes, após o registro de que as ondas estavam apenas 15 centímetros acima do normal em Vanuatu. Com isso, foi retirado o alerta para um violento tsunami na região.
O terremoto ocorreu às 00h16 (horário local) de hoje. O alerta inicial de tsunami valia para Vanuatu, Ilhas Fiji e o território francês no Pacífico da Nova Caledônia. Não houve registros de estragos nem mortes.
O Centro Geológico dos EUA informou que o terremoto ocorreu a apenas 12,3 quilômetros de profundidade, com o epicentro 145 quilômetros a oeste de Isangel, na ilha de Tanna - onde há um vulcão ativo -, no arquipélago de Vanuatu. Pelo menos 12 tremores secundários, de magnitude 5,0 ou maior, atingiram a área após o terremoto, segundo o centro norte-americano.
Vanuatu fica entre Fiji e a Austrália e ao norte da Nova Zelândia. O país fica em uma área de grande atividade sismológica, no chamado Anel de Fogo do Pacífico, com muita atividade vulcânica por causa da fricção entre grandes placas tectônicas.
Hoje, marcou-se os seis anos de um dos piores desastres naturais dos tempos modernos, quando um grande tsunami varreu a Indonésia e matou mais de 220 mil pessoas no Oceano Índico. Após o desastre, que veio com pouco ou nenhum aviso para milhões de moradores de áreas costeiras, os governos da região lançaram vários sistemas no Oceano Índico e no Pacífico para monitorar as ondas acima dos níveis normais. As informações são da Dow Jones.
Fonte - Estadão
Nota Questão de Confiança: Para fechar um ano em que tantas catástrofes naturais chocaram a comunidade internacional, um terremoto atingiu Vanuatu, nação a Oeste do Oceano Pacífico. Segundo informou o Estadão, o tremor ocorreu às 24h16min de hoje. Em 27 de Maio deste ano, o site Último Segundo notificara a incidência de outro terremoto no país; ambos atingiram pelo menos 7 graus, sem causar maiores estragos, felizmente.
A incidência de catástrofes cresce de forma assustadora, chamando a atenção da mídia. Para aqueles que creem na Palavra de Deus, nenhuma surpresa. Mas fica o alerta de que devemos nos preparar diante desses acontecimentos para o retorno de Jesus, evento para o qual as tragédias apenas servem como sinais.
sábado, 25 de dezembro de 2010
777 - Comunidade Mundial de Oração pelo Espírito Santo
Como parte do programa especial de Reavivamento e Reforma, da Conferência Geral, surge a iniciativa "777 - Comunidade Mundial de Oração pelo Espírito Santo".O objetivo é envolver todos os Adventistas do mundo numa gigantesca cadeia de oração pelo derramamento do Espírito Santo sobre o povo de Deus. Assim, todos os Adventistas são convidados a orar ao Senhor, sete dias por semana (ou seja, todos os dias), em duas ocasiões: às 7 horas da manhã e/ou às 7 horas da tarde/noite. Desta forma, será estabelecida uma interminável cadeia de oração, uma vez que cada um orará no seu fuso horário.
Uma frase de Ellen White surge como particular motivação: "uma corrente de fervorosos e devotos crentes devia rodear o mundo" (Review and Herald, 3 de janeiro de 1907).
Faça planos para participar: todos os dias, 7 da manhã ou 7 da tarde, ore pelo derramamento do Espírito Santo em si e na nossa Igreja! Não se esqueça que "só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração" (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121).
Veja de seguida o poster preparado para este programa. Faça aqui o download do flyer (em inglês). Para mais informações e recursos, consulte o sítio web deste programa.
Fonte - O Tempo Final
sexta-feira, 24 de dezembro de 2010
"Reavivamento e Reforma"

Entre todos os presentes dados e obtidos durante a temporada de férias, a liderança mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia está convidando membros a concentrar-se sobre o dom do Espírito de Deus.
A iniciativa sobre Reavivamento e Reforma da Igreja a nível mundial está se programando para vários eventos televisivos este mês, destinados a unir os membros da Igreja em oração e em busca de renovação espiritual.
As transmissões estão programadas para começar dia 25 de dezembro com um sermão de Natal e programa exibido globalmente na rede mundial oficial de TV da Igreja, o Hope Channel. Eles vão culminar num dia global de oração na véspera de Ano Novo.
O programa contará com mensagens do presidente mundial da Igreja, Ted N. C. Wilson, entrevistas com a liderança da Igreja de todo o mundo e transmissões diárias de alguns dos oradores proeminentes da denominação.
"Esperamos inspirar um movimento global entre os membros e líderes da Igreja para a busca de um relacionamento espiritual dinâmico com Deus", declarou Brad Thorp, presidente do Hope Channel.
As transmissões estão entre um número crescente de iniciativas lançadas pela Comissão de Reavivamento e Reforma e produzidas em conjunto com o Hope Channel. Outra iniciativa pede que os adventistas do sétimo dia por todo o mundo unam-se todos os dias às 7 da manhã e às 7 da noite para orar por um derramamento do Espírito de Deus.'
Fonte: ANN (negritos meus para destaque)
Acerca deste programa especial, tome nota da grade que segue (horário de Portugal Continental, UTC, GMT).
Através do Hope Church Channel (pode assistir clicando aqui):
1. Sermões especiais
Sábado, 25 de dezembro
13:00h Pr. Ted Wilson (repetições: 16:00h; domingo, 26: 01:00h, 04:00h)
Domingo, 26 de dezembro
13:00h Pr. Derek Morris (repetições: 16:00h; 2ª feira, 27: 01:00h, 04:00h)
Segunda-feira, 27 de dezembro
13:00h Pr. C. D. Brooks (repetições: 16:00h; 3ª feira, 28: 01:00h, 04:00h)
Terça-feira, 28 de dezembro
13:00h Pr. Doug Batchelor (repetições: 16:00h; 4ª feira, 29: 01:00h, 04:00h)
Quarta-feira, 29 de dezembro
13:00h Pr. Dwight Nelson (repetições: 16:00h; 5ª feira, 30: 01:00h, 04:00h)
Quinta-feira, 30 de dezembro
13:00h Pr. José Rojas (repetições: 16:00h; 6ª feira, 31: 01:00h, 04:00h)
Sexta-feira, 31 de dezembro
13:00h Pr. Mark Finley (repetições: 16:00h; Sábado, 01 de janeiro: 01:00h, 04:00h)
Sábado, 01 de janeiro
16:30h Pr. Ted Wilson (repetições: 19:00h; Domingo, 02: 01:00h, 04:00h)
2. World Day of Prayer (Dia Mundial de Oração)
Sexta-feira, 31 de dezembro
22:00h-23:30h
Sábado, 01 de janeiro
00:00h-01:30h / 15:00h-16:30h / 22:00h-23:30h
Através do Hope Channel (pode assistir clicando aqui):
1. World Day of Prayer (Dia Mundial de Oração)
Sexta-feira, 31 de dezembro
23:00h-00:30h
Sábado, 01 de janeiro
02:00h- 03:30h / 16:00h-17:30h / 18:00h-19:30h / 23:00h-00:30h
Nota: todos os programas são transmitidos em língua inglesa.
Pr. Ted Wilson em português na Novo Tempo:
Programa 01 - dia 24/12 às 19 horas com retransmissão dia 07/01 às 19 horas.
Programa 02 - dia 25/12 às 19 horas com retransmissão dia 8/01 às 19 horas
Fonte - O Tempo Final
quinta-feira, 23 de dezembro de 2010
Vaticano planeja evento para promover o descanso dominical
Bento XVI considera que a organização do trabalho - como mera busca do lucro - e a concepção atual da festa - como oportunidade de consumo - contribuem, infelizmente, para separar a família. O Papa dirigiu uma carta, publicada no dia 24 de setembro, ao presidente do Conselho Pontifício para a Família, cardeal Ennio Antonelli, como preparação para o 7º Encontro Mundial das Famílias (EMF), que se realizará em Milão, de 30 de maio a 3 de junho de 2012, sobre o tema "Família: o trabalho e a festa".
Nesta carta, Bento XVI insta a "promover uma reflexão e um compromisso dirigidos a conciliar as exigências e os momentos do trabalho com os da família, e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente da dominical, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade". [grifo acrescentado]
"Em nossos dias, infelizmente, a organização do trabalho, pensada e realizada em função da concorrência do mercado e do lucro máximo, e a concepção da festa como oportunidade de evasão e de consumo, contribuem para separar a família e a comunidade, e a difundir um estilo de vida individualista", lamenta. O Papa explica que "o trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as decisões, influenciam as relações entre os cônjuges e entre os pais e filhos, e incidem na relação da família com a sociedade e com a Igreja".
Citando o livro do Gênesis, recorda que "família, trabalho e dia festivo são dons e bênçãos de Deus para ajudar-nos a viver uma existência plenamente humana". Segundo o Pontífice, "o desenvolvimento autêntico da pessoa inclui tanto a dimensão individual, familiar e comunitária, como as atividades e as relações funcionais, assim como a abertura à esperança e ao Bem sem limites".
Bento XVI destaca que o próximo EMF "constitui uma ocasião privilegiada para reapresentar o trabalho e a festa a partir da perspectiva de uma família unida e aberta à vida, bem integrada na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade das relações, além da economia do próprio núcleo familiar".
Fonte: Zenit
O EMF... se marca em um percurso eclesial e civil da cidade de Milão que prevê a celebração, em 2013, de um grande evento de caráter ecumênico e inter-religioso para promover a liberdade religiosa, ao se celebrarem os 1.700 anos do edito emitido por essa cidade pelo imperador Constantino (ano 313).
Fonte: Zenit
NOTA Minuto Profético: Embora concorde com a argumentação do pontífice de que o excesso de trabalho e a busca desmedida do lucro, bem como a não observância do descanso semanal contribuem para desestruturar a família e a sociedade, discordo totalmente quanto ao dia recomendado para o descanso. O único dia de descanso prescrito por Deus para a humanidade é o sábado do sétimo dia: "Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre." (Êx 31:16 e 17). A escolha de Milão para esse evento faz ligação direta com o Imperador Constantino, o mesmo a decretar a primeira lei dominical da história. Coincidência ou realmente está para acontecer o que o apocalipse (13:15-17) revelou há muito tempo? Várias pessoas estão combatendo a Nova Ordem Mundial, porém, quase ninguém ainda percebeu a clara ligação do culto luciferiano com a guarda do domingo (dia do sol, símbolo de Lúcifer no ocultismo/paganismo) como sinal da Nova Ordem Mundial...
Nesta carta, Bento XVI insta a "promover uma reflexão e um compromisso dirigidos a conciliar as exigências e os momentos do trabalho com os da família, e a recuperar o verdadeiro sentido da festa, especialmente da dominical, páscoa semanal, dia do Senhor e dia do homem, dia da família, da comunidade e da solidariedade". [grifo acrescentado]
"Em nossos dias, infelizmente, a organização do trabalho, pensada e realizada em função da concorrência do mercado e do lucro máximo, e a concepção da festa como oportunidade de evasão e de consumo, contribuem para separar a família e a comunidade, e a difundir um estilo de vida individualista", lamenta. O Papa explica que "o trabalho e a festa estão intimamente ligados à vida das famílias: condicionam as decisões, influenciam as relações entre os cônjuges e entre os pais e filhos, e incidem na relação da família com a sociedade e com a Igreja".
Citando o livro do Gênesis, recorda que "família, trabalho e dia festivo são dons e bênçãos de Deus para ajudar-nos a viver uma existência plenamente humana". Segundo o Pontífice, "o desenvolvimento autêntico da pessoa inclui tanto a dimensão individual, familiar e comunitária, como as atividades e as relações funcionais, assim como a abertura à esperança e ao Bem sem limites".
Bento XVI destaca que o próximo EMF "constitui uma ocasião privilegiada para reapresentar o trabalho e a festa a partir da perspectiva de uma família unida e aberta à vida, bem integrada na sociedade e na Igreja, atenta à qualidade das relações, além da economia do próprio núcleo familiar".
Fonte: Zenit
O EMF... se marca em um percurso eclesial e civil da cidade de Milão que prevê a celebração, em 2013, de um grande evento de caráter ecumênico e inter-religioso para promover a liberdade religiosa, ao se celebrarem os 1.700 anos do edito emitido por essa cidade pelo imperador Constantino (ano 313).
Fonte: Zenit
NOTA Minuto Profético: Embora concorde com a argumentação do pontífice de que o excesso de trabalho e a busca desmedida do lucro, bem como a não observância do descanso semanal contribuem para desestruturar a família e a sociedade, discordo totalmente quanto ao dia recomendado para o descanso. O único dia de descanso prescrito por Deus para a humanidade é o sábado do sétimo dia: "Pelo que os filhos de Israel guardarão o sábado, celebrando-o por aliança perpétua nas suas gerações. Entre mim e os filhos de Israel é sinal para sempre." (Êx 31:16 e 17). A escolha de Milão para esse evento faz ligação direta com o Imperador Constantino, o mesmo a decretar a primeira lei dominical da história. Coincidência ou realmente está para acontecer o que o apocalipse (13:15-17) revelou há muito tempo? Várias pessoas estão combatendo a Nova Ordem Mundial, porém, quase ninguém ainda percebeu a clara ligação do culto luciferiano com a guarda do domingo (dia do sol, símbolo de Lúcifer no ocultismo/paganismo) como sinal da Nova Ordem Mundial...
"Como folhas de outono... " 26
Programação nominada "A vida vale mais", realizada na Igreja Batista da Água Branca e dirigida pelo Pr. Ed René Kivitz, tendo como pano de fundo a Parábola do Bom Samaritano aplicada à nossa realidade e especialmente ao nosso papel como seguidores de Jesus Cristo.
Milhões de pessoas no mundo vivem, por dia, com menos do que muitos de nós pagaríamos por uma garrafa de água ou uma lata de refrigerante.
O Banco Mundial define a pobreza extrema como viver com menos de 1 dólar e vinte e cinco centavos por dia. Em moeda brasileira, R$ 2,20 - dois reais e vinte centavos. Estima-se que 1 bilhão e 400 milhões de pessoas vivam nessa situação. No Brasil, são 22 milhões de pessoas.
A vida vale só 2,20? A vida tem um preço? Quanto a vida está valendo pra mim? Estas perguntas precisam ser feitas a cada um de nós. Nossa tendência nessa hora é sermos constrangidos pelo fato de que a vida para muitos está reduzida a pouco mais de dois reais. E a nossa vida, está reduzida a que?
Qual é a linha divisória da nossa miserabilidade? Trabalho-ganho-consumo?
Quem é, de fato, o pobre? Apenas os que não têm os R$ 2,20? Precisamos rever o conceito de pobre, além de considerar a realidade do "desfavorecido", mas também a do "vazio de sentido". Pobre é todo aquele que não vive a esfera do sentido, do significado.
Quem, de fato, é o pobre nessa dimensão? Quem é o pobre na parábola do jovem rico? Quem é mais pobre? Talvez Jesus tivesse dito a ele: Tantas pessoas vivendo com menos de R$ 2,20 por dia, e você tem recursos além do necessário. A vida delas vale muito mais e a sua também, então divida com eles o que você tem. O jovem não aceitou o convite e foi embora, ricamente pobre.
A vida vale mais do que isso que estamos chamando de vida, para nós e para os outros. As estatísticas e realidades sobre os pobres de bens materiais são visíveis, publicadas e expostas. E os índices e dados sobre as nossas misérias internas, pessoais, bem guardadas, intocadas? Reconhecemos os sinais de "não vida" nos empobrecidos. Mas será que reconhecemos os sinais de "não vida" em nós?
Neste ano [... o] Natal nos oferece a oportunidade de rever nossos conceitos sobre o que é ser pobre, no convite de deixarmos a nossa condição de pobreza, afirmando que a vida vale mais, quando nos mobilizamos em favor do outro pobre, experimentando transformação.
Aprendemos com Jesus que a vida tem preço altíssimo. Para Deus, custou a vida do seu filho. A declaração de Jesus "Eu vim para que todos tenham vida e vida plena" é um anúncio profético: A Vida Vale Mais!
01) - A vida vale mais
02) - Amar e gostar, estar perto e ser próximo
03) - Sangue pela vida
04) - Três filosofias de vida
05) - A verdadeira religião
06) - Razões para a genorosidade
07) - O eterno é indivisível
08) - O Evangelho que faz a vida valer mais
FAQ
Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
Milhões de pessoas no mundo vivem, por dia, com menos do que muitos de nós pagaríamos por uma garrafa de água ou uma lata de refrigerante.
O Banco Mundial define a pobreza extrema como viver com menos de 1 dólar e vinte e cinco centavos por dia. Em moeda brasileira, R$ 2,20 - dois reais e vinte centavos. Estima-se que 1 bilhão e 400 milhões de pessoas vivam nessa situação. No Brasil, são 22 milhões de pessoas.
A vida vale só 2,20? A vida tem um preço? Quanto a vida está valendo pra mim? Estas perguntas precisam ser feitas a cada um de nós. Nossa tendência nessa hora é sermos constrangidos pelo fato de que a vida para muitos está reduzida a pouco mais de dois reais. E a nossa vida, está reduzida a que?
Qual é a linha divisória da nossa miserabilidade? Trabalho-ganho-consumo?
Quem é, de fato, o pobre? Apenas os que não têm os R$ 2,20? Precisamos rever o conceito de pobre, além de considerar a realidade do "desfavorecido", mas também a do "vazio de sentido". Pobre é todo aquele que não vive a esfera do sentido, do significado.
Quem, de fato, é o pobre nessa dimensão? Quem é o pobre na parábola do jovem rico? Quem é mais pobre? Talvez Jesus tivesse dito a ele: Tantas pessoas vivendo com menos de R$ 2,20 por dia, e você tem recursos além do necessário. A vida delas vale muito mais e a sua também, então divida com eles o que você tem. O jovem não aceitou o convite e foi embora, ricamente pobre.
A vida vale mais do que isso que estamos chamando de vida, para nós e para os outros. As estatísticas e realidades sobre os pobres de bens materiais são visíveis, publicadas e expostas. E os índices e dados sobre as nossas misérias internas, pessoais, bem guardadas, intocadas? Reconhecemos os sinais de "não vida" nos empobrecidos. Mas será que reconhecemos os sinais de "não vida" em nós?
Neste ano [... o] Natal nos oferece a oportunidade de rever nossos conceitos sobre o que é ser pobre, no convite de deixarmos a nossa condição de pobreza, afirmando que a vida vale mais, quando nos mobilizamos em favor do outro pobre, experimentando transformação.
Aprendemos com Jesus que a vida tem preço altíssimo. Para Deus, custou a vida do seu filho. A declaração de Jesus "Eu vim para que todos tenham vida e vida plena" é um anúncio profético: A Vida Vale Mais!
01) - A vida vale mais
02) - Amar e gostar, estar perto e ser próximo
03) - Sangue pela vida
04) - Três filosofias de vida
05) - A verdadeira religião
06) - Razões para a genorosidade
07) - O eterno é indivisível
08) - O Evangelho que faz a vida valer mais
FAQ
Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
"Como folhas de outono... " 25
Semana de Oração realizada na Igreja Adventista do Sétimo Dia de Moema, tratando como tema básico a transformação do cristão, por isso mesmo todos os oradores iniciam suas considerações com a premissa "Transformados...".
“Quando tomou sobre Si a natureza humana, Cristo ligou a Si a humanidade por um vínculo de amor que jamais pode ser partido por qualquer poder, a não ser a escolha do próprio homem. Satanás apresentará constantemente engodos, para nos induzir a romper esse laço - escolher separar-nos de Cristo. É aqui que temos necessidade de vigiar, lutar, orar, para que nada nos seduza a escolher outro senhor; pois que estamos sempre na liberdade de o fazer. Mas conservemos os olhos fitos em Jesus, e Ele nos preservará. Olhando para Jesus estamos seguros. Coisa alguma nos poderá arrebatar de Sua mão. Contemplando-O constantemente, seremos "transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor". II Cor. 3:18.” (Caminho a Cristo, p. 72)
01) - Transformados pelo Filho (Pr. Elias Pereira da Silva)
02) - Transformados pela Palavra (Pr. Udolcy Zukowski)
03) - Transformados pela Fé (Pr. Cezar Camacho)
04) - Transformados pelo sangue de Cristo (Pr. Paulo Rabello)
05) - Transformados ao enfrentarem o medo (Pr. Neumoel Stina)
06) - Transformados pela renovação da mente (Pr. Paulo de Oliveira)
07) - Transformados pelo louvor (Pr. Valdecir Lima)
08) - Transformados pelo poder (Pr. Valdecir Lima)
Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
“Quando tomou sobre Si a natureza humana, Cristo ligou a Si a humanidade por um vínculo de amor que jamais pode ser partido por qualquer poder, a não ser a escolha do próprio homem. Satanás apresentará constantemente engodos, para nos induzir a romper esse laço - escolher separar-nos de Cristo. É aqui que temos necessidade de vigiar, lutar, orar, para que nada nos seduza a escolher outro senhor; pois que estamos sempre na liberdade de o fazer. Mas conservemos os olhos fitos em Jesus, e Ele nos preservará. Olhando para Jesus estamos seguros. Coisa alguma nos poderá arrebatar de Sua mão. Contemplando-O constantemente, seremos "transformados de glória em glória, na mesma imagem, como pelo Espírito do Senhor". II Cor. 3:18.” (Caminho a Cristo, p. 72)
01) - Transformados pelo Filho (Pr. Elias Pereira da Silva)
02) - Transformados pela Palavra (Pr. Udolcy Zukowski)
03) - Transformados pela Fé (Pr. Cezar Camacho)
04) - Transformados pelo sangue de Cristo (Pr. Paulo Rabello)
05) - Transformados ao enfrentarem o medo (Pr. Neumoel Stina)
06) - Transformados pela renovação da mente (Pr. Paulo de Oliveira)
07) - Transformados pelo louvor (Pr. Valdecir Lima)
08) - Transformados pelo poder (Pr. Valdecir Lima)
Espero que seja útil aos irmãos. Não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor. Feliz Sábado.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
Europa descobre em 2010 a fragilidade de sua união monetária
Bruxelas, 22 dez (EFE).- A Europa descobriu em 2010, de forma traumática, a fragilidade de sua jovem união monetária, posta a toda prova pelos mercados em uma queda-de-braço que ainda segue em vigor.
A crise não começou no Velho Continente, mas foi lá onde seus efeitos têm os resultados mais desestabilizadores.
A queda em setembro de 2008 do banco americano Lehman Brothers suscitou o pânico no sistema financeiro internacional, que se traduziu em um endividamento descomunal dos países europeus e em uma crise imparável da dívida soberana.
Pela primeira vez em uma década de história do euro, a divisa correu perigo, admitem em particular as principais autoridades da União Europeia (UE).
Extremamente contagioso, o medo dos investidores de não serem reembolsados e a cobiça dos especuladores fizeram com que os elos mais frágeis da união monetária europeia fossem caindo, um após o outro, como as peças de um dominó.
Em maio, após semanas de um "morde e assopra" político devido à resistência da Alemanha a suportar uma fatura alheia, os membros da UE tiveram que improvisar um plano de ajuda para a Grécia no valor de 110 bilhões de euros, a fim de evitar a ruína das finanças públicas deste país.
Dois tabus foram pelos ares com essa intervenção: primeiro, a regra que proíbe um Estado dentro da zona do euro de financiar as dívidas de outro e, segundo, o princípio de que os países europeus sabem se defender sozinhos.
A Europa teve que recorrer à experiência e aos recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) para dar credibilidade e garantias de êxito aos duros planos de ajuste ligados aos resgates que precisou organizar.
Apenas seis meses depois da Grécia, outro Estado da zona, a Irlanda, se via forçado a solicitar ajuda internacional, após o colapso de seu hipertrofiado setor bancário, que tinha aberto um buraco irreparável no orçamento público.
Ver inspetores de Washington desembarcando em Bruxelas, Atenas e Dublin para ajudar a pôr em ordem as finanças europeias foi um golpe muito difícil de receber para muitos líderes do bloco.
A Irlanda receberá 85 bilhões de euros de seus parceiros - incluindo o Reino Unido, que não faz parte da zona do euro - e do FMI em troca de um ajuste que inclui impopulares altas de impostos, redução de subsídios sociais e emagrecimento da administração e de setor públicos.
A mesma receita está sendo aplicando pela Grécia e, com menor intensidade, outros membros da região como Portugal e Espanha que estão agora no radar dos especuladores.
Embora com atraso e forçados pelos eventos, é justo dizer que os governantes europeus aprenderam a lição.
Os 27 governos se puseram já de acordo sobre os princípios de uma ampla reforma das regras de sua união econômica e monetária, que sofrerá a maior transformação desde que foi criada em 1999.
Trata-se de impedir a tempo que apareçam déficit excessivos, cujas consequências terminariam atingindo a todos, e de fazer frente aos desequilíbrios macroeconômicos que ameaçam a sustentabilidade da zona.
Desde o início de 2011, os governos nacionais deverão enviar a Bruxelas seus projetos de orçamentos, para que sejam analisados em comum; os que não consiguirem manter o déficit abaixo do limite de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) serão multados de maneira quase automática; e os que não souberem prever o surgimento de instabilidade em suas economias enfrentarão a sanção de seus pares.
Se não bastassem o reforço da vigilância e as sanções, os 27 Estados-membros acertaram também a criação de um mecanismo permanente de estabilização financeira que permitirá conceder empréstimos aos países com problemas de liquidez ou em perigo de insolvência.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Diz a profecia que "Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro." (Dn 2:43)
Mas a parte mais importante dela está no versículo seguinte, sendo a que aguardamos também se realize:
"Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre"
Estudo completo neste tema, aqui.
A crise não começou no Velho Continente, mas foi lá onde seus efeitos têm os resultados mais desestabilizadores.
A queda em setembro de 2008 do banco americano Lehman Brothers suscitou o pânico no sistema financeiro internacional, que se traduziu em um endividamento descomunal dos países europeus e em uma crise imparável da dívida soberana.
Pela primeira vez em uma década de história do euro, a divisa correu perigo, admitem em particular as principais autoridades da União Europeia (UE).
Extremamente contagioso, o medo dos investidores de não serem reembolsados e a cobiça dos especuladores fizeram com que os elos mais frágeis da união monetária europeia fossem caindo, um após o outro, como as peças de um dominó.
Em maio, após semanas de um "morde e assopra" político devido à resistência da Alemanha a suportar uma fatura alheia, os membros da UE tiveram que improvisar um plano de ajuda para a Grécia no valor de 110 bilhões de euros, a fim de evitar a ruína das finanças públicas deste país.
Dois tabus foram pelos ares com essa intervenção: primeiro, a regra que proíbe um Estado dentro da zona do euro de financiar as dívidas de outro e, segundo, o princípio de que os países europeus sabem se defender sozinhos.
A Europa teve que recorrer à experiência e aos recursos do Fundo Monetário Internacional (FMI) para dar credibilidade e garantias de êxito aos duros planos de ajuste ligados aos resgates que precisou organizar.
Apenas seis meses depois da Grécia, outro Estado da zona, a Irlanda, se via forçado a solicitar ajuda internacional, após o colapso de seu hipertrofiado setor bancário, que tinha aberto um buraco irreparável no orçamento público.
Ver inspetores de Washington desembarcando em Bruxelas, Atenas e Dublin para ajudar a pôr em ordem as finanças europeias foi um golpe muito difícil de receber para muitos líderes do bloco.
A Irlanda receberá 85 bilhões de euros de seus parceiros - incluindo o Reino Unido, que não faz parte da zona do euro - e do FMI em troca de um ajuste que inclui impopulares altas de impostos, redução de subsídios sociais e emagrecimento da administração e de setor públicos.
A mesma receita está sendo aplicando pela Grécia e, com menor intensidade, outros membros da região como Portugal e Espanha que estão agora no radar dos especuladores.
Embora com atraso e forçados pelos eventos, é justo dizer que os governantes europeus aprenderam a lição.
Os 27 governos se puseram já de acordo sobre os princípios de uma ampla reforma das regras de sua união econômica e monetária, que sofrerá a maior transformação desde que foi criada em 1999.
Trata-se de impedir a tempo que apareçam déficit excessivos, cujas consequências terminariam atingindo a todos, e de fazer frente aos desequilíbrios macroeconômicos que ameaçam a sustentabilidade da zona.
Desde o início de 2011, os governos nacionais deverão enviar a Bruxelas seus projetos de orçamentos, para que sejam analisados em comum; os que não consiguirem manter o déficit abaixo do limite de 3% do Produto Interno Bruto (PIB) serão multados de maneira quase automática; e os que não souberem prever o surgimento de instabilidade em suas economias enfrentarão a sanção de seus pares.
Se não bastassem o reforço da vigilância e as sanções, os 27 Estados-membros acertaram também a criação de um mecanismo permanente de estabilização financeira que permitirá conceder empréstimos aos países com problemas de liquidez ou em perigo de insolvência.
Fonte - Yahoo
Nota DDP: Diz a profecia que "Quanto ao que viste do ferro misturado com barro de lodo, misturar-se-ão com semente humana, mas não se ligarão um ao outro, assim como o ferro não se mistura com o barro." (Dn 2:43)
Mas a parte mais importante dela está no versículo seguinte, sendo a que aguardamos também se realize:
"Mas, nos dias desses reis, o Deus do céu levantará um reino que não será jamais destruído; e este reino não passará a outro povo; esmiuçará e consumirá todos esses reinos, mas ele mesmo subsistirá para sempre"
Estudo completo neste tema, aqui.
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
EUA criaram rede de espionagem dos cidadãos após 11/9
WASHINGTON, 20 dez 2010 (AFP) -O governo dos Estados Unidos iniciou uma grande rede nacional de espionagem para coletar dados de seus cidadãos depois dos atentados de 11 de setembro de 2001, informa o jornal Washington Post.
A rede está integrada por agentes do FBI (polícia federal), das polícias locais, agências estaduais de segurança interna e investigadores da polícia militar, completa o jornal.
O objetivo é coletar, armazenar e analisar informações sobre milhares de moradores e cidadãos americanos, muitos deles nunca acusados de nenhum crime.
Segundo o Washington Post, a rede inclui 4.058 organizações federais, estaduais e locais, das quais pelo menos 935 foram criadas depois dos atentados de 11 de setembro. Todas têm responsabilidades e jurisdições na luta antiterrorista.
O jornal completa que o custo da rede de espionagem é difícil de avaliar, mas o Departamento de Segurança Interna concede desde 2003 subsídios de 31 bilhões de dólares a governos locais e estaduais para a área de Segurança Interna e para melhorar a capacidade de combate ao terrorismo.
Fonte - BOL
Nota DDP: Veja também "Sorria, você está sendo filmado. Ou chore, você está sendo filmado". Destaque:
"A propósito, não é improvável que você esteja sendo filmado enquanto lê este artigo. Os seus hábitos de consumo estão catalogados em bancos de dados que são vendidos por aí. A marca de papel higiênico que você compra no supermercado faz parte da sua ficha pessoal em algum arquivo de marketing. Os exames do seu check-up, realizados naquele laboratório todo informatizado, bem, eles podem cair na rede. As chamadas do seu celular são rastreáveis, todas elas. A que horas você ligou para quem e de que lugar você chamou, tudo se sabe. Pelas pesquisas que você faz no Google, os administradores podem levantar o seu rol de preferências, mesmo aquelas que você não gostaria de declarar em público. Os radares da cidade registram por onde você passeia de automóvel. As consultas que você faz na Amazon fazem parte do seu perfil, devidamente armazenado. Pelo seu cartão de crédito, podem saber os restaurantes em que você anda almoçando, os vinhos que você pede, a dieta que você segue. As portarias de prédios que você cruzou, as catracas que atravessou, os elevadores em que subiu ou desceu, tudo isso é sabido." (O Estado de São Paulo)
Nota DDP: Em algum momento no futuro estas ferramentas serão utilizadas para que não se possa "comprar ou vender", senão aos que estiverem de joelhos perante a "estátua de Nabucodonossor".
A rede está integrada por agentes do FBI (polícia federal), das polícias locais, agências estaduais de segurança interna e investigadores da polícia militar, completa o jornal.
O objetivo é coletar, armazenar e analisar informações sobre milhares de moradores e cidadãos americanos, muitos deles nunca acusados de nenhum crime.
Segundo o Washington Post, a rede inclui 4.058 organizações federais, estaduais e locais, das quais pelo menos 935 foram criadas depois dos atentados de 11 de setembro. Todas têm responsabilidades e jurisdições na luta antiterrorista.
O jornal completa que o custo da rede de espionagem é difícil de avaliar, mas o Departamento de Segurança Interna concede desde 2003 subsídios de 31 bilhões de dólares a governos locais e estaduais para a área de Segurança Interna e para melhorar a capacidade de combate ao terrorismo.
Fonte - BOL
Nota DDP: Veja também "Sorria, você está sendo filmado. Ou chore, você está sendo filmado". Destaque:
"A propósito, não é improvável que você esteja sendo filmado enquanto lê este artigo. Os seus hábitos de consumo estão catalogados em bancos de dados que são vendidos por aí. A marca de papel higiênico que você compra no supermercado faz parte da sua ficha pessoal em algum arquivo de marketing. Os exames do seu check-up, realizados naquele laboratório todo informatizado, bem, eles podem cair na rede. As chamadas do seu celular são rastreáveis, todas elas. A que horas você ligou para quem e de que lugar você chamou, tudo se sabe. Pelas pesquisas que você faz no Google, os administradores podem levantar o seu rol de preferências, mesmo aquelas que você não gostaria de declarar em público. Os radares da cidade registram por onde você passeia de automóvel. As consultas que você faz na Amazon fazem parte do seu perfil, devidamente armazenado. Pelo seu cartão de crédito, podem saber os restaurantes em que você anda almoçando, os vinhos que você pede, a dieta que você segue. As portarias de prédios que você cruzou, as catracas que atravessou, os elevadores em que subiu ou desceu, tudo isso é sabido." (O Estado de São Paulo)
Nota DDP: Em algum momento no futuro estas ferramentas serão utilizadas para que não se possa "comprar ou vender", senão aos que estiverem de joelhos perante a "estátua de Nabucodonossor".
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
2011, o ano em que poderemos dar adeus à liberdade na internet
Cada vez mais governos e instituições parecem controlar o uso da web, caso de países como China e Estados Unidos.
Este artigo de final de ano é, acima de tudo, um modesto olhar sobre o que vejo e imagino para o futuro. Afinal, estamos prestes a começar 2011, e ao que tudo indica, será um ano decisivo para a Internet e para todo o seu grande potencial livre.
Ao longo de sua história, a Internet tem sido essencialmente livre de regulamentação governamental. Embora existam exceções - alguns países estão trabalhando bastante para controlar o conteúdo online.
Mas, sem dúvida, tem sido profundo o impacto da Internet sobre a indústria da música e do cinema, jornais, entretenimento, privacidade, transparência de governo (voluntária ou não) e educação.
Claro, existem muitas pessoas que não estão felizes com estas mudanças, muitas vezes, impostas pela web. Por alguns anos, a indústria dos direitos autorais protestou bastante contra a Internet. Ainda que alguns indivíduos tenham realmente tido dores de cabeça, nada realmente mudou para a maioria, pelo menos até o momento.
Entrentato, os esforços para controlar a rede de outras maneiras estão começando a crescer.
Governos x Internet
Um exemplo recente foi o evento ITU Plenipotentiary Conference, em Guadalajara, no México, onde ocorreu uma grande discussão sobre a possibilidade de extender à Internet o regime regulatório dos sistemas mundiais de telefonia. Mas, no final, o encontro terminou sem a conclusão de um regulamento global.
Uma outra tentativa surgiu com a Comissão para Ciência e Tecnologia das Nações Unidas, que votou no sentido de estabelecer um comando único, nas mãos do Fórum para Governança da Internet - um grupo responsável por discutir questões na web relacionadas, principalmente, a direito de imagens.
Agora, um grupo, constituído por países integrantes da ONU, investigará como ajustar a IGF para este comando. Sinceramente, não é preciso muita imaginação para prever o provável resultado.
Afinal, os governos, em geral não gostam muito da internet ou pelo menos de atividades online que eles não controlam. Alguns, como a chinês, por exemplo, estabeleceram inúmeras restrições aos websites de seus próprios países. Um caso recente é a Venezuela.
Uma possível reestruturação da Internet permitiria a cada país gerenciar o conteúdo de tal forma que se tornaria difícil descobrir o que está acontecendo ao redor do mundo.
Mas não temos de esperar a ONU para refletirmos sobre o futuro. Recentemente, o governo dos EUA tirou do ar uma série de domínios, sem qualquer notificação oficial aos proprietários.
Caso semelhante pode ter ocorrido caso o governo dos EUA tenha realmente pressionado o PayPal e a Amazon para interromper seus serviços ao WikiLeaks, novamente, sem a utilização de nenhum meio legal.
Você não tem de ser um fã do WikiLeaks para entender que deixar o governo dos EUA decidir sozinho, sem nenhum processo jurídico como o definido pela Constituição, não é um caminho para a liberdade. Além disso, a FCC votará um novo marco regulatório para a internet no dia 21 de dezembro – e o conteúdo está sendo mantido longe dos holofotes.
Posso estar sendo um pouco alarmista, mas os sinais indicam que a Internet do futuro não será igual àquela que um dia conhecemos, a não ser no nome. Feliz Ano Novo.
Fonte - IDG Now
Este artigo de final de ano é, acima de tudo, um modesto olhar sobre o que vejo e imagino para o futuro. Afinal, estamos prestes a começar 2011, e ao que tudo indica, será um ano decisivo para a Internet e para todo o seu grande potencial livre.
Ao longo de sua história, a Internet tem sido essencialmente livre de regulamentação governamental. Embora existam exceções - alguns países estão trabalhando bastante para controlar o conteúdo online.
Mas, sem dúvida, tem sido profundo o impacto da Internet sobre a indústria da música e do cinema, jornais, entretenimento, privacidade, transparência de governo (voluntária ou não) e educação.
Claro, existem muitas pessoas que não estão felizes com estas mudanças, muitas vezes, impostas pela web. Por alguns anos, a indústria dos direitos autorais protestou bastante contra a Internet. Ainda que alguns indivíduos tenham realmente tido dores de cabeça, nada realmente mudou para a maioria, pelo menos até o momento.
Entrentato, os esforços para controlar a rede de outras maneiras estão começando a crescer.
Governos x Internet
Um exemplo recente foi o evento ITU Plenipotentiary Conference, em Guadalajara, no México, onde ocorreu uma grande discussão sobre a possibilidade de extender à Internet o regime regulatório dos sistemas mundiais de telefonia. Mas, no final, o encontro terminou sem a conclusão de um regulamento global.
Uma outra tentativa surgiu com a Comissão para Ciência e Tecnologia das Nações Unidas, que votou no sentido de estabelecer um comando único, nas mãos do Fórum para Governança da Internet - um grupo responsável por discutir questões na web relacionadas, principalmente, a direito de imagens.
Agora, um grupo, constituído por países integrantes da ONU, investigará como ajustar a IGF para este comando. Sinceramente, não é preciso muita imaginação para prever o provável resultado.
Afinal, os governos, em geral não gostam muito da internet ou pelo menos de atividades online que eles não controlam. Alguns, como a chinês, por exemplo, estabeleceram inúmeras restrições aos websites de seus próprios países. Um caso recente é a Venezuela.
Uma possível reestruturação da Internet permitiria a cada país gerenciar o conteúdo de tal forma que se tornaria difícil descobrir o que está acontecendo ao redor do mundo.
Mas não temos de esperar a ONU para refletirmos sobre o futuro. Recentemente, o governo dos EUA tirou do ar uma série de domínios, sem qualquer notificação oficial aos proprietários.
Caso semelhante pode ter ocorrido caso o governo dos EUA tenha realmente pressionado o PayPal e a Amazon para interromper seus serviços ao WikiLeaks, novamente, sem a utilização de nenhum meio legal.
Você não tem de ser um fã do WikiLeaks para entender que deixar o governo dos EUA decidir sozinho, sem nenhum processo jurídico como o definido pela Constituição, não é um caminho para a liberdade. Além disso, a FCC votará um novo marco regulatório para a internet no dia 21 de dezembro – e o conteúdo está sendo mantido longe dos holofotes.
Posso estar sendo um pouco alarmista, mas os sinais indicam que a Internet do futuro não será igual àquela que um dia conhecemos, a não ser no nome. Feliz Ano Novo.
Fonte - IDG Now
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Sementes da nova crise
Em março, neste mesmo espaço, afirmei que a zona do euro se despedaçaria ou a crise da dívida pública europeia pioraria muito, provavelmente ambos. Comentei que a Grécia era só o começo. Agora, quando a crise atinge em cheio a Irlanda, forçando-a a aceitar um pacote financeiro de quase R$ 200 bilhões da União Europeia e do FMI para evitar um calote de sua dívida, é hora de retomarmos o assunto.
Neste momento, as economias desenvolvidas – com exceção das exportadoras de matérias-primas, Austrália, Canadá e Noruega – têm um desempenho econômico e uma situação fiscal frágeis. Para estimular suas economias, os outros países ricos reduzem taxas de juros praticamente a zero, imprimem dinheiro como nunca antes e desvalorizam suas moedas. Assim, estimulam seus consumidores a gastar e aumentam a competitividade de suas exportações. Além disso, estão tentando acelerar a inflação para aumentar a arrecadação de impostos, facilitando o pagamento da dívida. Qualquer semelhança com o Brasil da década de 80 não é mera coincidência.
Acontece que os países da zona do euro não controlam suas políticas monetária e fiscal. As taxas de câmbio e juros básicos são as mesmas para todos. Países em dificuldades não conseguem ter juros tão baixos nem taxa de câmbio tão desvalorizada como necessitam. Mesmo adotando medidas duras – aumento de impostos, cortes de serviços públicos, aposentadorias e salários de funcionalismo –, sem conseguir estimular seu crescimento econômico, Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália estão em situação cada vez pior. Preocupados, investidores internacionais exigem juros mais elevados para financiá-los, o que acaba tornando a situação insustentável.
Um a um, estes países têm de escolher entre calote da dívida – como na Argentina em 2001, com o PIB encolhendo mais de 10% no ano seguinte – ou perda de soberania na política econômica, em troca de um pacote de salvamento do FMI. Grécia e Irlanda já fizeram a segunda opção. Portugal tomará o mesmo caminho em breve.
A seguir é que a coisa fica complicada. A Espanha, cujo PIB não cresce há nove trimestres, dificilmente terá tal escolha. A dívida espanhola é muito maior do que as de Grécia, Irlanda e Portugal somadas. É improvável que a União Europeia e o FMI tenham recursos suficientes para um pacote tão grande. Mesmo que se consiga evitar o calote espanhol, será ainda mais difícil impedir o colapso seguinte, o da Itália.
Em 2008, falou-se em um tsunami no mundo e marolinha no Brasil. Em 2010, nem a marolinha da crise europeia atingiu o Brasil. Um calote espanhol e/ou italiano mudará radicalmente este quadro. A primeira consequência seria uma crise bancária em toda a Europa. Os maiores credores dos países europeus em dificuldades são os bancos alemães e ingleses. O calote desencadearia perdas de centenas de bilhões de dólares, interrompendo a oferta de crédito e tragando as poucas economias europeias supostamente sólidas para o buraco. Com a crise se generalizando na Europa, só um milagre impediria que ela atingisse o Brasil e o resto do mundo.
Ponha as barbas de molho e acompanhe o noticiário europeu. Em 2011, o lucro da sua empresa, seu emprego e seus investimentos dependerão mais disso do que de qualquer outra coisa.
Fonte - Isto É
Nota DDP: Alguma destas crises ainda poderá ser a última, alinhada que estará com os últimos eventos a serem realizados nesta terra.
Neste momento, as economias desenvolvidas – com exceção das exportadoras de matérias-primas, Austrália, Canadá e Noruega – têm um desempenho econômico e uma situação fiscal frágeis. Para estimular suas economias, os outros países ricos reduzem taxas de juros praticamente a zero, imprimem dinheiro como nunca antes e desvalorizam suas moedas. Assim, estimulam seus consumidores a gastar e aumentam a competitividade de suas exportações. Além disso, estão tentando acelerar a inflação para aumentar a arrecadação de impostos, facilitando o pagamento da dívida. Qualquer semelhança com o Brasil da década de 80 não é mera coincidência.
Acontece que os países da zona do euro não controlam suas políticas monetária e fiscal. As taxas de câmbio e juros básicos são as mesmas para todos. Países em dificuldades não conseguem ter juros tão baixos nem taxa de câmbio tão desvalorizada como necessitam. Mesmo adotando medidas duras – aumento de impostos, cortes de serviços públicos, aposentadorias e salários de funcionalismo –, sem conseguir estimular seu crescimento econômico, Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e Itália estão em situação cada vez pior. Preocupados, investidores internacionais exigem juros mais elevados para financiá-los, o que acaba tornando a situação insustentável.
Um a um, estes países têm de escolher entre calote da dívida – como na Argentina em 2001, com o PIB encolhendo mais de 10% no ano seguinte – ou perda de soberania na política econômica, em troca de um pacote de salvamento do FMI. Grécia e Irlanda já fizeram a segunda opção. Portugal tomará o mesmo caminho em breve.
A seguir é que a coisa fica complicada. A Espanha, cujo PIB não cresce há nove trimestres, dificilmente terá tal escolha. A dívida espanhola é muito maior do que as de Grécia, Irlanda e Portugal somadas. É improvável que a União Europeia e o FMI tenham recursos suficientes para um pacote tão grande. Mesmo que se consiga evitar o calote espanhol, será ainda mais difícil impedir o colapso seguinte, o da Itália.
Em 2008, falou-se em um tsunami no mundo e marolinha no Brasil. Em 2010, nem a marolinha da crise europeia atingiu o Brasil. Um calote espanhol e/ou italiano mudará radicalmente este quadro. A primeira consequência seria uma crise bancária em toda a Europa. Os maiores credores dos países europeus em dificuldades são os bancos alemães e ingleses. O calote desencadearia perdas de centenas de bilhões de dólares, interrompendo a oferta de crédito e tragando as poucas economias europeias supostamente sólidas para o buraco. Com a crise se generalizando na Europa, só um milagre impediria que ela atingisse o Brasil e o resto do mundo.
Ponha as barbas de molho e acompanhe o noticiário europeu. Em 2011, o lucro da sua empresa, seu emprego e seus investimentos dependerão mais disso do que de qualquer outra coisa.
Fonte - Isto É
Nota DDP: Alguma destas crises ainda poderá ser a última, alinhada que estará com os últimos eventos a serem realizados nesta terra.
sexta-feira, 10 de dezembro de 2010
Igreja Católica e Conselho Ecumênico das Igrejas estabelecem encontro anual
ROMA, quinta-feira, 9 de dezembro de 2010 (ZENIT.org) - O Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos e o Conselho Ecumênico das Igrejas (KEK) estabeleceram a realização de um encontro anual entre os seus representantes.
Este é o "fruto mais maduro da recente visita a Roma do secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas de Genebra", o pastor luterano norueguês Olav Fykse Tveit, de acordo com a edição de ontem do L'Osservatore Romano.
O novo encontro anual tem como objetivo "definir uma metodologia de testemunho e anúncio comum do Evangelho, para falar ao mundo com uma só voz, especialmente sobre questões éticas e teológicas", disse o jornal vaticano.
Estes novos encontros são realizados a cada ano em um âmbito mais próximo que o do grupo misto de trabalho conjunto da Igreja Católica e do Conselho Ecumênico das Igrejas, atualmente o principal instrumento de suas relações. Este órgão consultivo foi criado em 1965 e é formado por 36 membros, 18 de cada parte.
A decisão de criar esses encontros anuais foi tomada especificamente durante a visita de Tveit ao presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, cardeal Kurt Koch.
Isso foi possível graças às "relações positivas" que existem atualmente entre a Igreja Católica e o Conselho Ecumênico das Igrejas, disse o oficial do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos que acompanhou o reverendo Tveit em todas as fases de sua estadia em Roma, Pe. Gosbert Byamungu.
Segundo Byamungu, essas relações "ajudam todo movimento" e quando, "como no nosso caso, há amizade e confiança, podemos começar a falar sobre os problemas mais urgentes e difíceis, que até agora foram evitados".
Durante sua visita a Roma, o secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas foi recebido no Vaticano, onde teve um encontro com Bento XVI e com representantes da Secretaria de Estado e do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos.
Ele estava acompanhado pelo secretário-geral adjunto do Ecumênico das Igrejas, Georges Lemopoulos, e por John Gibaut, diretor da Comissão Fé e Constituição, da qual Joseph Ratzinger foi membro entre 1968 e 1975.
A audiência com o Papa durou cerca de quinze minutos; nela, Bento XVI encorajou Tveit em sua missão e lhe garantiu o apoio da Igreja Católica.
De acordo com um comunicado publicado no site do Conselho Ecumênico das Igrejas, no encontro, Bento XVI e o pastor Tveit abordaram vários temas, incluindo a unidade visível da Igreja.
O Papa expressou interesse em "como estamos desenvolvendo e planejando nosso trabalho futuro", disse Tveit.
Além disso, Bento XVI pediu para "colocar a Bíblia no centro das conversações e reflexões teológicas para aumentar a unidade visível dos cristãos".
O Papa e o secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas também discutiram a situação dos cristãos no Oriente Médio e como apoiá-los.
Eles observaram a diminuição do número de cristãos, particularmente no Iraque, e discutiram a situação em Israel e nos Territórios Palestinos, onde, segundo Tveit, "as igrejas devem dar testemunho na unidade".
O secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas explicou que o Papa e ele compartilharam a ideia de que, no Oriente Médio, "a situação das igrejas está ligada ao contexto político e à realidade política".
Durante a reunião, eles discutiram a situação no Sudão, país que sediará um referendo, no dia 9 de janeiro de 2011, sobre a independência do sul, e que Tveit visitará em breve.
O pastor luterano destacou que, "neste contexto, a Igreja Católica Romana é um ator extremamente importante e em Cartum, a Igreja tem uma presença muito visível e forte".
No mesmo sábado, o secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas visitou a necrópole vaticana e a Basílica de São Pedro, assim como a mesa dos pobres de Sant'Egidio; e participou da Missa em Santa Maria in Trastevere.
No domingo, Tveit pronunciou uma homilia por ocasião de uma celebração numa igreja metodista de Roma, teve uma reunião com representantes das congregações protestantes romanas e foi recebido pela presidente do Movimento dos Focolares, Maria Voce, na sede do Centro Mundo Melhor, em Rocca di Papa.
Fonte - Zenit
Este é o "fruto mais maduro da recente visita a Roma do secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas de Genebra", o pastor luterano norueguês Olav Fykse Tveit, de acordo com a edição de ontem do L'Osservatore Romano.
O novo encontro anual tem como objetivo "definir uma metodologia de testemunho e anúncio comum do Evangelho, para falar ao mundo com uma só voz, especialmente sobre questões éticas e teológicas", disse o jornal vaticano.
Estes novos encontros são realizados a cada ano em um âmbito mais próximo que o do grupo misto de trabalho conjunto da Igreja Católica e do Conselho Ecumênico das Igrejas, atualmente o principal instrumento de suas relações. Este órgão consultivo foi criado em 1965 e é formado por 36 membros, 18 de cada parte.
A decisão de criar esses encontros anuais foi tomada especificamente durante a visita de Tveit ao presidente do Conselho Pontifício para a Unidade dos Cristãos, cardeal Kurt Koch.
Isso foi possível graças às "relações positivas" que existem atualmente entre a Igreja Católica e o Conselho Ecumênico das Igrejas, disse o oficial do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos que acompanhou o reverendo Tveit em todas as fases de sua estadia em Roma, Pe. Gosbert Byamungu.
Segundo Byamungu, essas relações "ajudam todo movimento" e quando, "como no nosso caso, há amizade e confiança, podemos começar a falar sobre os problemas mais urgentes e difíceis, que até agora foram evitados".
Durante sua visita a Roma, o secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas foi recebido no Vaticano, onde teve um encontro com Bento XVI e com representantes da Secretaria de Estado e do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos.
Ele estava acompanhado pelo secretário-geral adjunto do Ecumênico das Igrejas, Georges Lemopoulos, e por John Gibaut, diretor da Comissão Fé e Constituição, da qual Joseph Ratzinger foi membro entre 1968 e 1975.
A audiência com o Papa durou cerca de quinze minutos; nela, Bento XVI encorajou Tveit em sua missão e lhe garantiu o apoio da Igreja Católica.
De acordo com um comunicado publicado no site do Conselho Ecumênico das Igrejas, no encontro, Bento XVI e o pastor Tveit abordaram vários temas, incluindo a unidade visível da Igreja.
O Papa expressou interesse em "como estamos desenvolvendo e planejando nosso trabalho futuro", disse Tveit.
Além disso, Bento XVI pediu para "colocar a Bíblia no centro das conversações e reflexões teológicas para aumentar a unidade visível dos cristãos".
O Papa e o secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas também discutiram a situação dos cristãos no Oriente Médio e como apoiá-los.
Eles observaram a diminuição do número de cristãos, particularmente no Iraque, e discutiram a situação em Israel e nos Territórios Palestinos, onde, segundo Tveit, "as igrejas devem dar testemunho na unidade".
O secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas explicou que o Papa e ele compartilharam a ideia de que, no Oriente Médio, "a situação das igrejas está ligada ao contexto político e à realidade política".
Durante a reunião, eles discutiram a situação no Sudão, país que sediará um referendo, no dia 9 de janeiro de 2011, sobre a independência do sul, e que Tveit visitará em breve.
O pastor luterano destacou que, "neste contexto, a Igreja Católica Romana é um ator extremamente importante e em Cartum, a Igreja tem uma presença muito visível e forte".
No mesmo sábado, o secretário-geral do Conselho Ecumênico das Igrejas visitou a necrópole vaticana e a Basílica de São Pedro, assim como a mesa dos pobres de Sant'Egidio; e participou da Missa em Santa Maria in Trastevere.
No domingo, Tveit pronunciou uma homilia por ocasião de uma celebração numa igreja metodista de Roma, teve uma reunião com representantes das congregações protestantes romanas e foi recebido pela presidente do Movimento dos Focolares, Maria Voce, na sede do Centro Mundo Melhor, em Rocca di Papa.
Fonte - Zenit
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
"Vivendo com Saúde"
Testemunho da Dra. Daniela Tiemi Kanno e seu esposo, Dr. Luiz Fernando Sella, médicos da Clínica Adventista de São Roque, realizado na IASD Nova Semente, em São Paulo.
terça-feira, 7 de dezembro de 2010
EUA: "Nossos valores em risco"
O fundamentalismo tornou os EUA uma bagunça, mas a religião pode, mais uma vez, ajudar o país a encontrar sua alma. Trazendo sua opinião à discussão, o ex-presidente Jimmy Carter lembra de um tempo em que a religião era atrelada a virtudes como a humildade e a procura pela alma.É o que diz o The Washington Post sobre o corajoso livro de Carter sobre “a crise moral dos Estados Unidos” ou “Nossos valores em risco”. Como cidadão, diz ele, mesclarei nesse livro deliberadamente, religião e política. Em uma parte do texto, vou analisar os valores morais a partir de um ponto de vista religioso, e então, incluir meu julgamento sobre o impacto negativo de decisões políticas recentes sobre eles. Expressarei minha opinião tão sinceramente quanto possível como cristão evangélico “renascido” e um ex-líder político.
Alguns dos capítulos do livro de Carter são realmente atraentes como o que trata de uma questão básica: “não há conflito entre ciência e religião.” E um questionamento: “Jesus aprovaria o aborto e a pena de morte?”
Carter oferece a sua interpretação sobre como os valores morais relacionam-se com questões importantes da atualidade. Defende arduamente a separação entre Igreja e Estado e faz um categórico alerta sobre o rumo de seu país em face da mútua interferência entre a política e o fundamentalismo religioso conservador.
E aborda temas instigantes em seus vários capítulos, dizendo que: “não há conflito entre Ciência e Religião”. Depois de falar sobre a distorção da política externa dos Estados Unidos, focaliza as maiores ameaças ao meio ambiente, entre outros questionamentos e capítulos temáticos.
O ex-presidente explica que, como cidadão, mesclou nesse livro deliberadamente religião e política. “Em uma parte do texto vou analisar os valores morais a partir de um ponto de vista religioso, e então, incluir meu julgamento sobre o impacto negativo de decisões políticas recentes sobre eles. Expressarei minhas opiniões tão sinceramente quanto possível.”
Em no seu último capitulo, questiona de forma instigante: o que é uma superpotência? (Fonte - Política para políticos)
Fala da reação que o país teve diante do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001 e sobre o impacto negativo de algumas decisões políticas adotadas pelo país no século XXI. Destaca também a quantidade maciça de dinheiro que vem sendo injetada no processo político norte-americano, com a influência sem precedentes de interesses particulares nas deliberações paulatinamente mais secretas dentro do governo. E conclui que a influência destas várias tendências e fatos representa uma ameaça a muitos dos costumes históricos e compromissos morais do país, tanto dentro do governo quanto nos templos religiosos. (Lojas Americanas)
quarta-feira, 1 de dezembro de 2010
"Como Folhas de Outono..." 24
Semana de Oração conduzida pelo Pr. Rodrigo Silva na Igreja Brasileira de Richmond nos EUA, com o título "A Palavra de Deus na Arqueologia". O Pr. Rodrigo é professor do curso de Teologia no Centro Universitário Adventista de São Paulo (Unasp), campus Engenheiro Coelho. Completou seu estudo de doutorado em Teologia pela Pontifícia Faculdade de Teologia N. S. Assunção e fez estudos de pós-doutoramento em arqueologia pela Andrews University, nos Estados Unidos."O maior problema é o secularismo, o aumento da cultura inútil em detrimento da cultura religiosa. As pessoas não conhecem mais os livros da Bíblia. Uma pesquisa feita nos Estados Unidos mostrou que 57% dos entrevistados não sabiam dizer quem pregou o Sermão da Montanha, e pelo menos uns 70% acreditavam que o texto “Deus ajuda a quem cedo madruga” está na Bíblia. Tudo isto demonstra uma terrível ignorância em relação à Bíblia e aos fundamentos do cristianismo."
01) - Enfrentando a Corte do Rei
02) - Um Sonho Inesquecível
03) - A Quem Serviremos ?
04) - O Que é a Loucura ?
05) - Uma Festa Desastrosa
06) - O Grande Conflito
07) - A Oração de Daniel
08) - E Se levantará Miguel...
Incentivamos mais uma vez a que não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
segunda-feira, 29 de novembro de 2010
Chegou a hora
Este livro foi escrito tendo em mente os membros da Igreja Adventista do Sétimo Dia, mas, como as profecias acerca da volta de Cristo são características peculiares do cristianismo, ele está aberto a todos os cristãos.Em harmonia com o mundo cristão, creio nos dons espirituais, especialmente no dom de profecia. Acredito que ele foi manifestado na vida e ministério de Ellen G. White, e que seus escritos contribuíram para uma melhor compreensão da esperança cristã do retorno de Jesus. Sugiro alguns livros que podem ajudá-lo a conhecer melhor sua vida e obra: A Mensageira do Senhor (publicado pela Casa Publicadora Brasileira). Outro bom livro é “Um Dom de Luz” (Editora Universitária Adventista). Em apenas 70 páginas, seu autor Roger W. Coon, mostra como Ellen G. White é reconhecida como uma pessoa inspirada até mesmo por não adventistas. Posso recomendar ainda o livro “Crede em Seus Profetas” de Denton E. Rebok. Livro este que foi editado pela Casa Publicadora Brasileira com o objetivo de “edificar a igreja e fortalecer sua fé no dom profético.” Com certeza estas leituras o levarão a ter uma visão mais abrangente sobre quem foi Ellen G. White. Contudo, logo após esta introdução, incluí algumas informações sobre o dom profético de Deus e sua manifestação nos últimos dias. No final do livro você também encontrará um apêndice com as principais datas e ocorrências na vida e obra dessa importante autora.
Escrevi esse livro, porque não posso guardar essa mensagem somente para mim, pois trata da nossa maravilhosa esperança. Mesmo que alguns tenham pontos de vista diferentes, estou certo de que ao estudarmos detidamente essas profecias, ficaremos mais conscientes do tempo em que estamos vivendo. Em seu livro Preparação Para a Crise Final, na pág. 13, Fernando Chaij sintetiza esse conceito: “Como filhos de Deus, temos sido favorecidos por admiráveis revelações proféticas que fixam a hora em que vivemos e o desenvolvimento dos planos divinos, e antecipam os grandes acontecimentos do porvir. Como povo temos recebido importantes mensagens através da pena inspirada da serva de Deus, mensagens estas que ampliam as profecias da Bíblia, abrem ante nós um vasto panorama dos acontecimentos vindouros, e nos animam na busca de um preparo necessário a nós na grande crise que se avizinha”.
Sou adventista do sétimo dia desde o nascimento, filho de pastor e de mãe que sempre se dedicou à obra de Deus. Comecei a trabalhar para a igreja em 1977, e desde 1989 tenho trabalhado para A Voz da Profecia, o que me faz amar e desejar ainda mais a volta de Jesus.
Creio que Deus está conduzindo a Igreja Adventista do Sétimo Dia na missão de pregar o evangelho. Mas cumprindo a profecia, muitos, infelizmente, têm se desviado para perseguir com mais veemência aos que eram da mesma fé. Minha posição é estar confiante na direção de Deus para a Igreja nesses últimos dias.
Esse livro terá alcançado seu objetivo, se após a leitura você tomar a decisão de não ficar indiferente à mensagem de Deus para esse tempo.
Que Deus o abençoe e o ilumine no estudo de Sua Palavra. Buscando conhecer o tempo em que estamos vivendo e se preparando para estar na Jerusalém Celestial. Ore e peça a Deus entendimento e poder do Espírito Santo para compreender as coisas que hão de acontecer.
Pr. Jonatan O. Conceição
Fonte - Blog Sétimo Dia
domingo, 28 de novembro de 2010
"Como Folhas de Outono..." 23
Semana de Oração conduzida pelo Pr. Reinaldo Siqueira na Igreja Brasileira de Richmond nos EUA, com o título "A Aliança de Deus com você". O Pr. Siqueira é Professor da Faculdade Adventista de Teologia do UNASP-EC."A verdade é progressiva e, a medida que formos estudando as alianças, nós vamos ver que Deus foi revelando cada vez mais detalhes dessa aliança. Mas o fato da verdade ser progressiva, não quer dizer que mais luz que veio depois anula a luz que veio antes. Isso é um ponto muito importante.
...
É a revelação passada de Deus o meio de verificar se uma nova revelação é verdadeira. Isso irmãos, fez de nós adventistas o que nós somos."
01) - A Aliança do Éden I: O amor eterno de Deus na Criação
02) - A Aliança do Éden II: O amor eterno de Deus na Redenção
03) - A Aliança de Deus com Noé: O amor eterno de Deus no Juízo
04) - A Aliança de Deus com AbraãoI : O amor eterno de Deus no Chamado
05) - A Aliança de Deus com Abraão II: O amor eterno de Deus no Sacrifício
06) - A Aliança de Deus no Sinai I: O amor eterno de Deus na Congregação
07) - A Aliança de Deus no Sinai II: O amor eterno de Deus no Serviço
08) - A Aliança de Deus com Davi: O amor eterno de Deus no Filho
Incentivamos mais uma vez a que não se esqueçam de duplicar, "como folhas de outono", atendendo ao "ide" do Mestre. E descansem no Senhor.
Soli Deo Gloria
"Disseminai-os como as folhas no outono. Esse trabalho deverá continuar sem estorvo de pessoa alguma. Almas perecem sem Cristo. Sejam elas advertidas de Seu breve aparecimento nas nuvens do céu." (Testemunhos Seletos V3 - Pág. 235)
Outras programações:
Séries "Como folhas de outono..."
quinta-feira, 25 de novembro de 2010
Como se (de)forma um Adventista do Sétimo Dia
Creio ter tido a felicidade de ter crescido durante um período no qual a nossa igreja se destacava por fortes e enriquecedoresprogramas, que, sem dúvida, juntos contribuíram para ofortalecimento e crescimento espiritual de todos os membros de então. E não pense que eram algo de extraordinário, que nunca ouviu falar; tão somente me refiro a: classes batismais, Escolas Sabatinas, Cultos de Adoração e reuniões de oração (na igreja e nos lares).Era assim, com estes métodos praticamente tão antigos quanto a nossa igreja, que aprendíamos da Sagrada Escritura. Embora velhos, nunca perderam a eficácia - pelo contrário, demonstravam a cada momento não haver melhor técnica. Pessoas de pouca instrução e formados, jovens e adultos,todos beneficiavam porque a Bíblia e só a Bíblia (à boa maneira protestante de Sola Scriptura) era afonte de conhecimento e aprendizagem, que se concretizava numa experiência prática que era fundamentada apenas nos seus ensinos.
E onde ficava a instrução académica secular? Embora relevante e totalmente válida, estava claramente num segundo plano, principalmente quanto às verdades essenciais que constituíam a nossa regra e prática de fé.
Ainda bem que assim era. Contudo, creio que hoje em dia, mesmo de forma sutil, estamos a dar meia volta a este processo...
Como já aqui referi há algum tempo, nada diminui a validade de adquirir conhecimento académico. Aliás, creio que ele pode, e deve, contribuir para o fortalecimento inteletual do aprendiz. Aquilo que não posso admitir é que isso suplante, se superiorize ao que desde sempre orientou, moldou e definiuaquilo em que acreditamos e que é, no fundo, aquilo que perfaz o que somos: apenas e só, como disse, o ensinamento e a inspiração divinos.
Vem isto a propósito do perigo que há em reinterpretar tudo quanto durante décadas defendemos e consagramos, só porque supostas novas leituras (não nossas) sobre fatos e História, a isso nos propõem.
Não sei se percebemos claramente o impacto que um procedimento deste tipo provoca na nossa experiência como Adventistas. Ora, se desde sempre nos fundamentamos na Bíblia ecomplementamos com o Espírito de Profecia, qualquer tentativa de fazer uma nova compreensão e assimilação de tudo quanto temos por certo, correrá o grave risco de colocar em causa o que sempre defendemos e pregamos.
A título de exemplo, menciono as horrendas atrocidades que durante séculos da Igreja Católicainstigou e dirigiu contra os seus oponentes, nomeadamente os primeiros reformadores protestantes. No livro 'O Grande Conflito', Ellen White descreve com algum pormenor, fatos que hoje seriam capazes de chocar qualquer pessoa, dada a sua tremenda monstruosidade. Nalguns outros casos, ela recusa entrar em detalhes dada a tamanha malignidade das ações praticadas.
Têm surgido, entretanto, alguns novos dados que tentam - digo-o frontalmente - amenizar ou mesmo branquear esses escandalosos crimes (quase que adivinho a mão por detrás disto...). E assim, páginas foram publicadas para prestar cobertura às novas teorias que, lentamente, foram ganhando adeptos, eventualmente porque os novos entendimentos lhes eram bem mais agradáveis. O que, só por si, não surpreende...
Mas aquilo que deve ser motivo do nosso reparo e severa discordância, é quando entre nós, Adventistas, cedemos ao ímpeto de 'seguir na onda' dessa nova propaganda, só porque ela é aceite pelos eruditos na matéria, cujas conclusões, regra geral, não encontram consenso nem acolhimentojunto do que desde sempre defendemos e temos publicado. E, em vez de sustentar-mos mais fervorosamente a nossa pregação, por muito impopular que ela seja, escolhemos reformulá-la para adequá-la às simpatias que são mais comuns.
Nisto, erramos! Não devemos, portanto, permitir a mínima margem para que seja mais fácil abalar a nossa estrutura de pensamento conforme os ditames do conhecimento secular. Fazê-lo, será dar voz a teorias que poderão, em último caso, retirar razão (pelo menos alguma) à nossa existência.
Voltando ao exemplo que citei, se eu for a aceitar que, afinal, não foram assim tão graves quanto pensávamos as atrocidades da Inquisição, talvez não deva temer assim tanto o que poderão eles fazer no futuro...
Contra este engano de facilitismo, estamos avisados por Ellen White em 'O Grande Conflito', p. 571 nos seguintes termos: "a Igreja de Roma apresenta hoje ao mundo uma fronte serena, cobrindo de justificações o registo de suas horríveis crueldades. Vestiu-se com roupagens de aspecto cristão; não mudou, porém. Todos os princípios formulados pelo papado em épocas passadas, existem ainda hoje. As doutrinas inventadas nas tenebrosas eras ainda são mantidas. Ninguém se deve iludir. O papado que os protestantes hoje se acham tão prontos para honrar é o mesmo que governou o mundo nos dias da Reforma, quando homens de Deus se levantavam, com perigo de vida, a fim de denunciar sua iniquidade. Possui o mesmo orgulho e arrogante presunção que dele fizeram senhor sobre reis e príncipes, e reclamaram as prerrogativas de Deus. Seu espírito não é menos cruel e despótico hoje do que quando arruinou a liberdade humana e matou os santos do Altíssimo".
Classificar a ação deste poder com menor rigor do que este, é faltar à verdade que Deus inspirou a que ficasse registada - não aquela falível e tantas vezes enganadora que hoje em dia é elaborada pela sabedoria humana.
Nota (a 25-11-2010): o objetivo deste texto é refletir sobre conceitos, avaliações e procedimentos, e não sobre casos ou pessoas em concreto, apesar do exemplo referido.
Fonte - O Tempo Final
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Rabino de Israel sugere criação de uma "ONU" de guias espirituais
Um dos grandes rabinos de Israel, Yona Metzger, acredita que a comunidade internacional deveria criar uma instituição ecumênica para dissipar as tensões entre as religiões e, com isso deslegitimar, todos os que dizem matar em nome de Deus.
"A desconexão entre os líderes religiosos é tão grande que deveríamos escutar e conhecer as opiniões de cada um", disse Metzger.
Ele assegurou que o "Não matarás" só tem uma interpretação e é comum em todas as confissões. Coloca que seu "sonho" seria um organismo "como o da ONU" ou "dentro da ONU", que reúna representantes religiosos e guias espirituais de todos os países e religiões para que dialoguem e, em caso de crise, contribuam para dissipar as tensões.
Consultado sobre o conflito palestino-israelense, o Rabino de Israel encoraja as partes a "negociar" porque "é importante falar, escutar o outro".
Fonte - Folha
"A desconexão entre os líderes religiosos é tão grande que deveríamos escutar e conhecer as opiniões de cada um", disse Metzger.
Ele assegurou que o "Não matarás" só tem uma interpretação e é comum em todas as confissões. Coloca que seu "sonho" seria um organismo "como o da ONU" ou "dentro da ONU", que reúna representantes religiosos e guias espirituais de todos os países e religiões para que dialoguem e, em caso de crise, contribuam para dissipar as tensões.
Consultado sobre o conflito palestino-israelense, o Rabino de Israel encoraja as partes a "negociar" porque "é importante falar, escutar o outro".
Fonte - Folha
Coreia do Norte diz que está à beira da guerra
A Coreia do Norte afirmou nesta quarta-feira (24), através da agência estatal de notícias KCNA, que a tensão com a vizinha Coreia do Sul, depois do ataque a uma ilha que provocou quatro mortes de sul-coreanos, leva o país a uma situação que beira a guerra.
No comunicado, Pyongyang afirma que Seul está atrapalhando o processo de melhorar a relação entre os países.
O anúncio ocorre após a informação de que Estados Unidos e Coreia do Sul definiram, também nesta quarta, a realização, no domingo (28), de manobras militares em resposta ao ataque norte-coreano à ilha de Yeonpyeong.
Os países chegaram ao acordo após uma conversa por telefone entre os presidentes Barack Obama e Lee Myung-bak, informou a agência local "Yonhap".
...
Fonte - G1
No comunicado, Pyongyang afirma que Seul está atrapalhando o processo de melhorar a relação entre os países.
O anúncio ocorre após a informação de que Estados Unidos e Coreia do Sul definiram, também nesta quarta, a realização, no domingo (28), de manobras militares em resposta ao ataque norte-coreano à ilha de Yeonpyeong.
Os países chegaram ao acordo após uma conversa por telefone entre os presidentes Barack Obama e Lee Myung-bak, informou a agência local "Yonhap".
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Fonte - G1
domingo, 21 de novembro de 2010
Chamado para reavivamento
Há poucos dias, voltei do concílio anual da Associação Geral, nos Estados Unidos, onde a cada ano se reúnem mais de 300 líderes, pastores e membros, representando a Igreja em todo o mundo. Este foi o primeiro concílio dirigido pelo novo presidente, pastor Ted Wilson.Aqueles que acompanharam a eleição e as primeiras palavras do pastor Wilson, no fim do mês de junho em Atlanta, lembram que ele foi muito claro em definir suas convicções. Sua visão apresentava a necessidade de levar a Igreja a um movimento de reavivamento e reforma, buscando o Espírito Santo e a chuva serôdia. Ele também reafirmou a importância de aprofundarmos o estudo da Bíblia, a oração e a confiança nos escritos inspirados de Ellen G. White. E, ao final, destacou a necessidade de mantermos a visão do povo remanescente, que se prepara diariamente para a volta de Jesus e cumpre a missão, preparando outras pessoas para terem essa mesma esperança.
Quando cheguei ao concilio anual, fiquei positivamente surpreso ao ver que suas palavras e sua visão, no momento da eleição, se tornaram a pauta para todo o andamento das reuniões. Ele liderou um movimento de comunhão, oração e reavivamento que uniu os servidores da sede mundial da Igreja e os participantes das reuniões. O tempo separado para as atividades espirituais foi maior do que o dos encontros anteriores. As mensagens espirituais foram intensas, profundas e apelativas, e todos foram envolvidos em momentos de oração e testemunho. Tudo aconteceu em um clima de equilíbrio, mas também de profundidade.
Como participante, pude sentir o quanto preciso crescer em minha caminhada com Deus. Observei também a reação dos representantes das diferentes regiões do mundo e de nossa delegação sul-americana. Foi impressionante ver como todos abriram o coração e aceitaram o desafio de uma vida espiritual mais intensa. Ao final, tive o claro sentimento de que a Igreja está iniciando um novo momento, aguardado e profetizado por Deus. Um momento de unidade e ação integrada.
Quero desafiar você a priorizar este movimento. É um chamado mundial, mas também pessoal, que Deus está fazendo a Seu povo: “Um reavivamento da verdadeira piedade entre nós, eis a maior e a mais urgente de todas as nossas necessidades. Buscá-lo, deve ser nossa primeira ocupação” (Ellen G. White, Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121).
Você pode fazer isso de diferentes maneiras, mas na América do Sul, a Jornada Espiritual tem sido o principal caminho para esse despertar espiritual, e queremos intensificá-la ainda mais. Nosso sonho é ver cada membro, líder e pastor colocando como prioridade sua busca a Deus na primeira hora de cada dia, buscando o batismo do Espírito Santo e experimentando o reavivamento prometido. O conselho inspirado é claro: “Consagrai-vos a Deus pela manhã; fazei disto vossa primeira tarefa. Seja vossa oração: ‘Tomame, Senhor, para ser Teu inteiramente. Aos Teus pés deponho todos os meus projetos. Usa-me hoje em Teu serviço.” (Ellen G. White, Caminho a Cristo, p. 70).
Quando este reavivamento aconteceu na igreja cristã primitiva, os discípulos, “pondo de parte todas as divergências, todo o desejo de supremacia, uniram-se em íntima comunhão cristã. [...] Compreendiam que o evangelho devia ser proclamado ao mundo, e reclamavam o poder que Cristo prometera” (Atos dos Apóstolos, p. 37). “Mediante a cooperação do Espírito divino, os apóstolos fizeram uma obra que abalou o mundo. O evangelho foi levado a todas as nações numa única geração” (Ibid., p. 593).
Veja como o despertamento, reavivamento e reforma geram uma reação imediata de unidade e compromisso com a missão. Foi assim com a igreja primitiva. Mas isso vai acontecer de maneira ainda maior em nossos dias, na chuva serôdia. “Antes de os juízos finais de Deus caírem sobre a Terra, haverá, entre o povo do Senhor, tal avivamento da primitiva piedade como não fora testemunhado desde os tempos apostólicos. O Espírito e o poder de Deus serão derramados sobre Seus filhos […] a fim de preparar um povo para a segunda vinda do Senhor” (Ellen White, O Grande Conflito, p. 464).
Por favor, participe deste reavivamento, intensificando sua vida de comunhão e busca pelo Espírito Santo, mas também aprofundando seu compromisso com a missão de preparar um povo para o encontro com o Senhor.
Texto de autoria do Pr. Erton Köhler, publicado na RA de Nov/2010.
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