sexta-feira, 21 de janeiro de 2011

Mudanças climáticas deixam alerta no planeta

Muito tem se falado sobre o aquecimento do planeta e todos se mostram assustados com essas enchentes, com a chuva e com o mau tempo que castiga não só o Brasil, mas outros continentes. Mais calor, menos comida e mais um efeito preocupante das mudanças no clima: a falta d’água e a falta de comida para milhões e milhões de pessoas.

A comida parece farta em supermercados de grandes centros do mundo, mas nos últimos anos têm sido cada vez mais frequentes protestos isolados por causa do preço dos alimentos. Especialista em agronegócios, o britânico Richard Warburton diz que a guerra do futuro pode ser para conseguir água e comida e não, como se pensava, a disputa por petróleo e territórios.

Em Nova York, as Nações Unidas estudam os efeitos do aquecimento global. As pesquisas indicam uma reação em cascata. As mudanças climáticas afetam a produção agropecuária. Com isso, a oferta diminui e os preços dos alimentos disparam.
Em Teresópolis, as chuvas destruíram 80% da produção agrícola. O Quênia acaba de enfrentar a terceira pior estiagem em mais de uma década. Nessa época do ano, era para o capim estar verde e alto, mas os produtores locais reclamam que perderam centenas de cabeças de gado, porque não havia o que comer.

Mesmo em países onde o clima é favorável à agricultura, os efeitos do aquecimento global são sentidos pelos produtores. Os recursos naturais estão diminuindo, e a explosão da população mundial indica que o problema pode se agravar nas próximas décadas.

O chefe do painel da ONU sobre mudanças climáticas, Rajendra Pachauri, prevê um futuro sombrio. “Inicialmente os preços vão subir. Depois haverá escassez de produtos no mundo”, afirma.

As fontes naturais para produção de alimentos estão sob ameaça. Do petróleo não se refina apenas o combustível dos tratores e caminhões usados na agricultura. Ainda se tira o plástico usado para processar e empacotar a comida. Na quarta-feira (19), o preço do barril estava sendo negociado na Bolsa Mercantil de Nova York por menos de US$ 91, mas há dois anos chegou a custar quase US$ 150 por causa das ameaças de queda na produção mundial.

A alternativa, o biocombustível, ainda provoca polêmica. Nos Estados Unidos, a estimativa é de que um terço do plantio de milho seja usado para produzir etanol. O risco é que a produção de biocombustível consuma o que poderia servir de comida e inflacione ainda mais o preço dos alimentos.

A falta de água também é uma ameaça. Mais de um bilhão de pessoas não tem acesso à água limpa, e o consumo deve dobrar nos próximos 20 anos. Em Punjab, na Índia, o uso da água para irrigar as plantações de trigo secou parte dos rios. Os fazendeiros antes cavavam poços rasos e logo encontravam água. Agora estão se endividando para comprar equipamentos caros que consigam perfurar poços profundos. Nem assim têm encontrado água. Os recursos naturais são limitados.

A população do mundo dobrou nos últimos 40 anos para quase sete bilhões de pessoas. Especialistas alertam que, usando as técnicas atuais de agricultura, não vamos conseguir produzir para tanta gente. Em 2050, precisaremos ter o dobro da quantidade de comida que é produzida agora. É como se criássemos uma fazenda do tamanho do Brasil apenas para alimentar a nova população mundial.

Nos mares e rios, as previsões também são pessimistas. A pesca predatória está levando peixes e mariscos à extinção. Especialistas acreditam que os estoques acabariam a partir de 2048.

“Precisamos mudar nossos hábitos alimentares. A quantidade de comida consumida em países ricos não é sustentável, e o consumo em países em desenvolvimento vai continuar aumentando”, diz Pachauri.

O mundo tem o desafio de mudar a relação com os alimentos: o que e quanto se come e a forma de distribuição entre a população mundial.

Fonte - G1

quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

A unidade dos cristãos e o domingo

Cidade do Vaticano, 19 Jan (Ecclesia) – Bento XVI apresentou hoje quatro “pilares” que considera necessários para a construção da unidade dos cristãos, lamentando que as divisões entre Igrejas não permitam celebrar em conjunto a Eucaristia.

“Durante esta semana é particularmente viva a amargura pela impossibilidade de partilha a própria mesa eucarística, sinal que estamos ainda longe da realização daquela unidade pela qual Cristo orou”, constatou.

A audiência pública desta semana aconteceu no segundo dos oito dias da Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos.

Ao recordar que “a história do movimento ecuménico é assinalada por dificuldades e incertezas", Bento XVI salientou que ela é “também uma história de fraternidade, de cooperação e de partilha humana e espiritual.

No seu discurso, o Papa desenvolveu os quatro elementos do tema da Semana pela Unidade dos Cristãos, ‘Eram assíduos na escuta do ensinamento dos apóstolos e na união fraterna, na fracção do pão e na oração’, frase que evoca a experiência da comunidade de Jerusalém tal como é narrada no livro bíblico dos Actos dos Apóstolos (séc. I).

Para Bento XVI, as características que definem o primeiro grupo de cristãos como espaço “de unidade e de amor” continuam a representar “os pilares da vida de toda a comunidade cristã e constituem também o único fundamento sólido sobre o qual avançar na construção da unidade visível da Igreja”.

Referindo-se à primeira particularidade dos cristãos de Jerusalém, o Papa salientou que “ainda hoje a comunidade dos crentes reconhece na referência ao ensinamento dos apóstolos a norma da própria fé”.

No que respeita à união fraterna, segundo tópico do tema da Semana de Oração, Bento XVI sublinhou que, à semelhança do que aconteceu “ao tempo da primeira comunidade cristã”, ela continua a ser hoje “a expressão mais tangível, sobretudo para o mundo externo, da unidade entre os discípulos” de Cristo.

A intervenção de Bento XVI centrou-se também “fracção do pão”, termo que evoca o relato bíblico em que dois viajantes que faziam o trajecto entre Jerusalém e Emaús com Cristo apenas o reconheceram quando, na refeição tomada ao anoitecer, ele partiu o pão.

“A comunhão com o sacrifício de Cristo é o cume da nossa união com Deus e representa por isso também a plenitude da unidade” dos cristãos, disse o Papa, que lamentou não poder ser possível concretizá-la em conjunto.

No entender de Bento XVI, esta “experiência dolorosa”, que confere uma “dimensão penitencial” à oração de todos os cristãos, “deve tornar-se motivo de um empenho ainda mais generoso da parte de todos”, para que, “removidos os obstáculos à plena comunhão”, chegue o dia em que seja possível “partir juntos o pão eucarístico e beber do mesmo cálice”.

A oração, por seu lado, “é desde sempre a atitude constante dos discípulos de Cristo” que possibilita a abertura “à fraternidade”, “ao perdão e à reconciliação”.

O Papa realçou que os cristãos têm “uma responsabilidade comum” para o mundo, ao oferecer um “forte testemunho” que os torne “portadores de uma mensagem que oriente e ilumine os caminhos” da humanidade, “muitas vezes privados de pontos de referência claros e válidos”.

Bento XVI deixou uma saudação em português, exortando os peregrinos lusófonos ali presentes “a perseverar na oração, pedindo a Deus o dom da unidade, a fim de que se cumpra no mundo inteiro o seu desígnio de salvação”.

Fonte - Ecclesia

Nota DDP:

Dies Domini - Capítulo III - A assembleia eucarística, alma do domingo
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A dimensão eclesial intrínseca da Eucaristia realiza-se todas as vezes que esta é celebrada. Mas com maior razão, exprime-se no dia em que toda a comunidade é convocada para relembrar a ressurreição do Senhor. De modo significativo, o Catecismo da Igreja Católica ensina que « a celebração dominical do Dia e da Eucaristia do Senhor está no centro da vida da Igreja ».

33. De fato, é precisamente na Missa dominical que os cristãos revivem, com particular intensidade, a experiência feita pelos Apóstolos na tarde de Páscoa, quando, estando eles reunidos, o Ressuscitado lhes apareceu (cf. Jo 20,19).
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36. A assembleia dominical é lugar privilegiado de unidade: ali, com efeito, se celebra o sacramentum unitatis, que caracteriza profundamente a Igreja, povo reunido « pela » e « na » unidade do Pai, do Filho e do Espírito Santo.


As intenções são absolutamente claras: reunir os cristãos no domingo.

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

Momento Profético #10

Repetidamente nos vem o Senhor instruindo que devemos fazer o trabalho nas cidades partindo de centros da periferia. Nessas cidades, devemos ter casas de culto, como memoriais de Deus, mas as instituições para a publicação de nossa literatura, para a cura dos enfermos e para o preparo de obreiros, devem ser estabelecidas fora das cidades. É, especialmente, importante que nossos jovens sejam protegidos das tentações da vida nas cidades.

(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 358)

Um 2011 perigoso para europeus e norte-americanos

A grande maioria das pessoas na Europa e nos Estados Unidos não têm noção clara do enorme risco de colapso dessas economias ao longo de 2011. O povo ainda enche restaurantes e lojas de departamentos e é induzido a pensar que as autoridades estão no controle. Mas nunca houve uma crise como a atual. Os bancos centrais tentam debelar o problema com injeções ainda maiores de liquidez, de dinheiro sem lastro, no organismo da economia já intoxicada por maus créditos.

Qual é a lógica desse estranho estratagema dos bancos centrais? Quem comanda essa manobra, chamada docemente de “relaxamento monetário” (ou quantitative easing, em inglês), é o Fed, o Banco Central norte-americano. Aumentar a emissão de moeda significa, em bom português, imprimir toda a quantidade de dinheiro que for preciso para, primeiro, não deixar que a economia mundial desembarque numa queda de preços em espiral (a deflação) e, em segundo lugar, não permitir que os bancos parem de conceder novos créditos para atividades produtivas, que ainda sustentam o emprego e os salários. A deflação e a depressão econômica não são perspectivas bem-vindas por nenhuma sociedade, muito menos pelos políticos, que preferem adiar decisões difíceis.

Até agora a manobra deu certo. Evitou um nível explosivo de desemprego e inquietação social, como o observado na Grande Depressão dos anos 30. A Europa tem um alto desemprego, cerca de 10% na média da região, mas longe de ser catastrófico. A inquietação é maior em alguns países, onde a capacidade dos próprios governos em lidar com seu déficit fiscal está mais comprometida. Mas lá não se nota um sentido de urgência na tomada de medidas saneadoras. Todos confiam que o grande fundo de resgate financeiro aprovado no ano passado, da ordem de US$ 750 bilhões, dê conta do desafio de refinanciar as economias mais vulneráveis. Ao final de 2010, a mídia europeia comemorava a ausência de calamidades econômicas e o comportamento razoável das Bolsas. E apontava mais recuperação dos mercados em 2011. Entretanto, o custo fiscal embutido nesse avanço momentâneo das economias norte-americana e europeia é alto demais e implicará o comprometimento definitivo da frágil saúde dos países mais endividados do Primeiro Mundo.

Quando se critica a inundação de liquidez trazida pela política de afrouxamento monetário, é porque todo o excesso de dinheiro posto em circulação passará a ser usado pelo próprio sistema financeiro para apostar contra o sucesso da política frouxa. Isso sempre ocorre assim. É como o vampiro jurando que não se aproximará do belo e alvo pescoço da mulher em seus braços. O mercado fatalmente jogará contra. Esse “beijo do vampiro” já está espelhado nos preços das matérias-primas, a começar pelos metais, como ouro e cobre, passando pelos variados produtos agrícolas e, igualmente, pelo barril do petróleo, todos elevadíssimos e em níveis muito próximos aos atingidos no ápice da folia especulativa que precedeu à quebra do banco Lehmann Brothers, em setembro de 2008.

Em 2011, três fantasmas assustarão os mercados: as finanças estaduais e o mercado de títulos municipais nos Estados Unidos, muitos dos quais estão na lista dos “prestes a pedir falência judicial”, a fim de renegociar com seus funcionários públicos e credores; o mercado de hipotecas (de novo e ainda!) tanto nos Estados Unidos como em países europeus, que enfrentará uma segunda onda de cessação de pagamentos pelos mutuários falidos; e os títulos de dívida emitidos por países que se julgavam fiscalmente equilibrados na Europa. Mas a lista de nações quebradas não para de aumentar. A China, grande credora, com medo da avalanche, antecipou-se: seu vice-primeiro-ministro, numa recente viagem à Europa, ofereceu ajuda, não se sabe a que preço político.

Contra a reversão do panorama falsamente pacificado das economias do Primeiro Mundo, os líderes mundiais só têm nos oferecido silêncio ou explicações obscuras, quando não deslavadas mentiras.

Fonte - Opinião e Notícia

Terremoto de 7,2 graus atinge Paquistão

Um terremoto de magnitude 7,2 graus atingiu nesta terça-feira o sudoeste do Paquistão, perto da fronteira com o Afeganistão, informou o Instituto Geológico dos Estados Unidos (USGS, na sigla em inglês), sem que por enquanto se conheça a existência de danos pessoais ou materiais. O epicentro do tremor foi a 84 km de profundidade.

Inicialmente, a informação do instituto geológico era de que o tremor seria uma magnitude de 7,4 graus e teria ocorrido uma profundidade de 10 km.

O tremor aconteceu a 55 quilômetros de uma localidade em que os EUA têm uma base aérea, de onde conduzem operações do conflito no Afeganistão.
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Fonte - Último Segundo

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

Adote um aluno na África


Um projeto desenvolvido por professores voluntários, em parceria com a Rádio Novo Tempo, quer incluir mais crianças africanas na escola. As crianças provenientes de famílias carentes da cidade da Beira, em Moçambique, precisam de apenas R$ 10 por mês para se manterem no Colégio Adventista de Chamba durante um ano.

 Além de alfabetizar os alunos, a ajuda financeira dá direito a um uniforme e a um lanche por dia. De acordo com uma das coordenadoras do projeto, a brasileira Érica Batista, esta é a única refeição diária de maioria dos alunos.” As crianças sofrem as conseqüências de um sistema educacional precário no país que foi destruído pela guerra e que carrega marcas da escravidão”, explica.

Atualmente, o Colégio Adventista de Chamba possui 80 alunos e depende totalmente de doações para se manter. O projeto “Adote um aluno na África” quer alcançar até 200 doadores. As aulas começam no dia 17 de janeiro, porém as matrículas estão abertas até o final do mês de fevereiro.

Quem participar da campanha poderá acompanhar o desempenho do aluno através de fotos, vídeos e relatórios que estarão disponíveis no Blog do projeto. Participe da campanha “Adote um aluno na África” acessando o seguinte endereço: www.cacmocambique.blogspot.com

Dúvidas serão esclarecidas pelo email: contato@novotempo.org.br

Veja vídeos e fotos da campanha e de alunos do Colégio Adventista de Chamba:

Degelo acelerado dos Andes ameaça América do Sul

Desaparecimento das geleiras em países como o Peru, que dependem delas para o fornecimento de água, já preocupa e pode resultar em milhões de refugiados climáticos e na desestabilização de todo o continente.

O Peru possui 70% de todas as geleiras existentes na zona tropical do planeta, que são fundamentais para o fornecimento de água e para o próprio clima de diversos países. Porém o aumento da temperatura está provocando o degelo dessas regiões em um ritmo mais rápido que o previsto por cientistas e existe o risco de que nos próximos 10 anos geleiras inteiras deixem de existir.

Se esse cenário se confirmar, uma grande crise econômica e social pode desestabilizar todo o continente, fazendo surgir mais conflitos entre os países.

“Imagine o que pode acontecer se as geleiras andinas se forem e milhões de pessoas famintas tiverem que migrar para outras regiões”, explicou ao jornal Washington Post o ex-diretor da Agência Central de Inteligência (CIA), James Woolsey.

Dados dos últimos 40 anos do governo peruano já mostram o impacto do degelo na agricultura e no modo de vida das pessoas que moram nas zonas mais próximas às geleiras.

“Antes eu caminhava duas horas e já alcançava a geleira. Mas agora, eu ando cinco, seis horas para chegar à ela. Nós pegamos toda a nossa água de lá, se o gelo desaparecer simplesmente não teremos mais água”, disse Maximo Juan Malpaso Carranza, agricultor da comunidade andina de Utupampa.

Mais de dois milhões de peruanos dependem diretamente da água coletada na chamada Cordilheira Branca. Porém, pesquisadores afirmam que essas montanhas já perderam 30% de suas geleiras desde 1970.

O próprio governo do país reconhece que precisa de ajuda para lidar com a situação, seja com a construção de reservatórios e represas ou com investimentos que melhorem a produção agrícola.

“Se o Peru e seus aliados não criarem projetos para conservar água, melhorar a infraestrutura e controlar o degelo nos próximos cinco anos, o desaparecimento das geleiras podem levar a um desastre social e econômico”, afirmou Alberto Hart, conselheiro de mudanças climáticas do Ministério de Relações Exteriores do Peru.

Para minimizar esse quadro, o governo peruano está tentando arrecadar junto à comunidade internacional US$ 350 milhões por ano até 2030.

No ano passado, o Peru recebeu US$ 30 milhões dos Estados Unidos em ajuda para mitigar os efeitos das mudanças climáticas. Porém, a maior parte desses recursos acabou destinada para as áreas de florestas do país.

O Banco Mundial já vem trabalhando com o Peru para monitorar o suprimento de água e implementar modificações na agricultura. Japão, Austrália e Suiça também ofereceram ajuda.

Mas o degelo dos Andes não afetará apenas o Peru, pois terá sérias consequências de forma direta na Bolívia e no Equador, onde cidades já convivem com a ameaça de enchentes relâmpago e seca. Os rios que formam a Bacia Amazônica também deverão sofrer, já que nascem na cordilheira. Todos os impactos do degelo ainda não estão claros e mais estudos deveriam ser incentivados pelos governos sul-americanos.

A Convenção Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças do Clima (UNFCCC) identifica a América do Sul como uma das áreas mais vulneráveis às mudanças climáticas. Além do degelo dos Andes, praticamente todo o litoral do continente está sujeito a fortes tempestades e enchentes, fenômenos extremos que põe em risco milhões de pessoas devido à densidade populacional e a ocupação desordenada nas cidades.

Fonte - Envolverde

«Testemunho da unidade» é «necessário para dar credibilidade» ao cristianismo

Beja, 18 Jan (Ecclesia) – O bispo de Beja considera que “o testemunho da unidade” dos cristãos é necessário para dar credibilidade” ao cristianismo, pois só assim é possível que ele ganhe “força” numa “sociedade agitada e submersa no materialismo”.

Na nota semanal transmitida aos microfones da Rádio Pax, D. António Vitalino defende que “o caminho de conversão à unidade” exige que os católicos se reconciliem e prestem atenção aos “irmãos” das outras Igrejas cristãs.

“Facilitar esta comunhão profunda é a missão da Igreja através dos séculos” frisa o prelado, referindo-se à Semana de Oração pela Unidade dos Cristãos, que começa hoje e se prolonga até 25 de Janeiro.

O tema da unidade é retomado por D. António Vitalino na referência ao Dia Mundial do Migrante e do Refugiado, que a Igreja Católica assinalou no último Domingo.

No entender do bispo de Beja, “a humanidade precisa de luz, de guias” e de “libertadores” que a ajudem a “descobrir a grandeza da sua dignidade”, não se resignando “perante um mundo de desigualdades gritantes, como se houvesse seres humanos de primeira, de segunda, de terceira e de muitas mais outras categorias”.

A “unidade da família humana” manifesta-se “no acolhimento e hospitalidade manifestada para com os migrantes, com especial atenção para com os estudantes estrangeiros”, sublinha D. António Vitalino.

O presidente da Comissão Episcopal da Mobilidade Humana, departamento da Igreja Católica responsável pelo acompanhamento dos migrantes, também acentua o valor da “partilha e ajuda solidária para com os pobres e as vítimas de tragédias”.

Fonte - Ecumenismo

Há propósito nas catástrofes?

Há um século, a escritora Ellen White registrou: “É chegado o tempo em que haverá no mundo tristeza que nenhum bálsamo humano pode curar. O Espírito de Deus está sendo retirado. Catástrofes por mar e por terra seguem-se umas às outras em rápida sucessão. Quão frequentemente ouvimos de terremotos e furacões, de destruição pelo fogo e inundações, com grandes perdas de vidas e propriedades! Aparentemente essas calamidades são caprichosos desencadeamentos de forças da natureza, desorganizadas e desgovernadas, inteiramente fora do controle do homem; mas em todas elas pode ler-se o propósito de Deus. Elas estão entre os instrumentos pelos quais Ele busca despertar a homens e mulheres para que sintam o perigo” (Profetas e Reis, p. 277).

Nunca é demais lembrar que não é Deus quem causa as tragédias. Elas são decorrentes de uma combinação de, basicamente, três fatores: (1) habitamos num mundo que agoniza sob os efeitos destrutivos do pecado; (2) o inimigo de Deus, ainda que restringido em suas ações, tem poder sobre os elementos e os usa para causar sofrimento; (3) damos lugar à imprudência e intensificamos, assim, os riscos de calamidades. Deus tem protegido os seres humanos dos males que por certo já os teriam feito desaparecer da face da Terra. Não fossem os anjos de Apocalipse 7, que seguram os “ventos” de destruição, a espécie humana não mais existiria. Mas, à medida que o fim se aproxima (leia-se volta de Jesus), a proteção divina vai aos poucos sendo retirada da Terra (o que não significa que o Espírito de Deus tenha deixado ou vá deixar de trabalhar até o último momento no coração dos humanos sinceros que almejam algo mais do que os prazeres deste mundo).

Note que Ellen White, embora não identifique a Deus como causador das tragédias, afirma que Ele as usa como “instrumentos” para despertar as pessoas da letargia e fazer com que pensem no perigo iminente. Que perigo? O maior de todos: a perda da vida eterna e a destruição deste planeta que, depois, será recriado – e nada mais poderá ser feito pelos impenitentes. Nada é mais urgente ou importante do que isso e as tragédias localizadas têm a capacidade de nos lembrar do que é perene e realmente significativo. Nos últimos anos, tem-se a impressão de que esses “instrumentos” têm sido usados com mais frequência, embora sejam considerados “sinais dos tempos” e não necessariamente do fim. Basta lembrar-se do mortífero tsunami na Ásia, das inundações em Santa Catarina e do devastador terremoto no Haiti, para citar três mais recentes.

Essas tragédias costumam trazer à luz o que há de melhor e pior na humanidade. O pior: pessoas que se aproveitam da situação de caos para saquear os poucos recursos que deveriam ser repartidos entre as vítimas. O melhor: a união de esforços que sobrepuja placas de igreja, etnias e hierarquias. Nessas horas, quem tem coração solidário é tão-somente humano; é irmão que sofre com os que sofrem – lágrimas não têm cor nem religião. Jesus, por certo, também derrama lágrimas, pois é Deus-homem que Se identifica com os sofredores. Ele tem interesse em cada um de Seus filhos, mas visa, sobretudo, à nossa salvação eterna, pois somente lá, na Nova Terra, estaremos finalmente longe de perigo. Enquanto o Céu não vem, Deus deseja que sejamos Seus braços e mãos aqui na Terra e estejamos prontos para aquele grande dia; ou para os dias terríveis nos quais confrontamos a morte.

“No grande conflito entre o bem e o mal, era neces¬sário dar a Satanás toda a oportunidade de mostrar seu verdadeiro caráter, para que o universo celestial e a raça pela qual Cristo estava oferecendo Sua vida vissem a justiça dos desígnios de Deus. Aos que estão sob o controle do inimigo deve ser permitido revelar os princípios do seu governo” (Ellen White, The Seventh-day Adventist Bible Commentary, v. 5, p. 1.107). Creio que já houve tempo suficiente para termos certeza de que este mundo não é um lugar seguro para se viver e que precisamos aceitar o plano de Deus para nossa vida.

Enquanto Jesus não traz a solução definitiva (em Sua vinda), oremos e trabalhemos para minorar a dor do semelhante e ajudá-lo a olhar para frente e para o alto, de onde vem nossa esperança real e definitiva.

Michelson Borges

P.S.: Acesse o site http://novotempo.com/solidariedade e veja como você pode ajudar as vítimas dessa que está sendo considerada a maior tragédia ambiental da história do Brasil.

Conta corrente da ADRA Rio
Banco: Bradesco
Agência: 1125-8
Conta corrente: 43493-0
Títular: Instituição Adventista Este Brasileira de Educação e Assistência Social



II Coríntios 8:1-5
Também, irmãos, vos fazemos conhecer a graça de Deus dada às igrejas da macedônia;
Como em muita prova de tribulação houve abundância do seu gozo, e como a sua profunda pobreza abundou em riquezas da sua generosidade.
Porque, segundo o seu poder (o que eu mesmo testifico) e ainda acima do seu poder, deram voluntariamente.
Pedindo-nos com muitos rogos que aceitássemos a graça e a comunicação deste serviço, que se fazia para com os santos.
E não somente fizeram como nós esperávamos, mas a si mesmos se deram primeiramente ao Senhor, e depois a nós, pela vontade de Deus.

segunda-feira, 17 de janeiro de 2011

Momento Profético #9

Não é a vontade de Deus que Seu povo fixe residência nas cidades, onde há constante agitação e confusão. Deveriam poupar a seus filhos tal coisa; pois todo organismo é prejudicado pela correria, precipitação e barulho.

(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 357)

sábado, 15 de janeiro de 2011

ONU: deslizamento no RJ está entre 10 piores do mundo

O drama que assola a região serrana do Rio de Janeiro já está entre os dez piores deslizamentos do mundo nos últimos 111 anos. O número de vítimas do desastre ultrapassou o de uma tragédia na China que até então ocupava a décima posição no ranking da Organização das Nações Unidas (ONU) - ainda não atualizado. Além disso, o deslizamento desta semana já é o segundo maior do mundo no último ano e o terceiro maior da década.

Os dados fazem parte do banco de estatísticas do Centro para a Pesquisa da Epidemiologia de Desastres. A entidade com sede na Bélgica fornece os números oficiais da ONU para avaliar respostas a desastres naturais pelo mundo. Para especialistas, problemas semelhantes ao do Rio já vêm sendo registrados no Brasil há anos e as explicações estão na falta de vontade política e de investimentos.
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Fonte - O Estado de Minas

Nota Cristo Voltará: A maior tragédia natural do Brasil. Fortes chuvas atingiram a região serrana do Estado do Rio de Janeiro nos dias 11 e 12 de janeiro, e provocaram enchentes inéditas, com tremendos deslizamentos de terra. As cidades mais atingidas são: Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Sumidouro e São José do Vale do Rio Preto. O Inmet informa que choveu 300mm em 24 horas. O número de vítimas até o momento (são agora 16:30) é de 520 pessoas. No Rio de Janeiro um empresário viveu o pior pesadelo de sua vida, ele teve que enterrar 11 familiares. Ele está em estado de choque. O que aconteceu ali é indescritível e o que sentem as pessoas que sobreviveram é impossível de avaliar. Há tensão e medo por toda parte. Em Nova Friburgo rompeu uma caixa d’água e pessoas correram como puderam para fugir de outra avalanche. Felizmente foi só uma caixa d’água. Uma criança gritava na rua dizendo: “é o fim do mundo”. Só de ver na televisão as fotos e filmagens dá uma sensação ruim, um sentimento de impotência, e de respeito para com a natureza.

Os seres humanos abusaram da natureza, ela não tem culpa. E também que não se culpe a DEUS, pois Ele nos deu a natureza para que dela cuidássemos, não que dela só tirássemos. Constroem-se casas desde nas várzeas dos rios, à beira-mar e até nas encostas dos morros e montanhas. Amontoam-se prédios, asfaltam-se ruas e calçam-se terrenos. Nunca se pensou sobre se isso é prudente. Agora já está feito, é esperar os efeitos, e eles estão aí para se ver, e sofrer. E não só no Brasil, mas em muitos lugares do mundo. A tecnologicamente desenvolvida sociedade humana deveria ter umas aulas com os primitivos índios, para aprender como respeitar a natureza. Essas aulas deveriam ter ocorrido há uns 150 anos atrás, agora já é tarde. O ser humano está em guerra com a natureza, e ela aceitou a declaração de guerra, e está se defendendo e também atacando. Nessa tremenda luta, como em todas as guerras, morrem muitos inocentes.

Esse é o mundo, a tecnologia se desenvolvendo cada vez mais, porém, as condições de vida, só piorando. Para arrematar, a água nem ainda secou nessas cidades, as pessoas caminhando na lama, contudo, outros seres humanos, assaltando residências e comércios, aproveitando-se da situação para levar o que ainda sobrou.

DEUS tenha misericórdia de nós. Mesmo o ser humano sendo assim, JESUS morreu por todos nós.

Os segredos de Daniel: Vitória de Babel

Momento Profético #8

Durante anos me foi ministrada revelação especial acerca do nosso dever de não centralizar a nossa obra nas cidades. O bulício e confusão que enchem essas cidades, as condições que nelas criam as uniões trabalhistas e as greves, tornar-se-ão grande desvantagem para a nossa obra.

(Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 115)

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

Mídia, religião e ódio

Sarah Palin não é a única responsável pela reativação da histeria política nos EUA. Nem os seus fiéis seguidores do Tea Party & adjacências. A mídia, especialmente as emissoras de rádio dominadas pelos evangélicos de diversas origens, é a vocalizadora desse novo delírio americano.

Palin, Tea Party e a mídia religiosa fundamentalista são francamente direitistas. Quase fascistas. Não defendem golpes de Estado, querem eleições para chegar ao poder, não estão preocupados em manter a sociedade tolerante que empolgou os patriarcas da independência. Refugiam-se nas aparências da Constituição, mas não se preocupam em respeitar os seus fundamentos.

Tal como Hitler e Goebbels, 80 anos atrás, apostam todas as fichas no poder do rádio como propagador de chavões, simplificações e fanatismo. As emissoras de TV regionais entraram no jogo. Ódio segura audiências. Ódio e religião mais ainda. O mix audiovisual é imbatível em matéria de rancor.

A mídia liberal, progressista ou apenas analítica, é impressa. E ao assumir-se como moribunda, em vias de extinção ante o avanço digital, torna-se ainda mais frágil, perde convicções, veemência e credibilidade.
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Fonte - Observatório da Imprensa

Nota DDP:  De se observar que os contornos trazidos com a análise são exatamente aqueles que permitem se verificar a viabilidade dos eventos proféticos que devem se consumar na América.

FEM afirma que mundo não suporta uma nova crise global

Londres, 12 jan (EFE).- O mundo não está em condições de resistir uma nova crise global, porque o colapso do sistema financeiro em 2008 esvaziou os cofres públicos e deixou os cidadãos sem economias, advertiu nesta quarta-feira o Fórum Econômico Mundial (FEM).

O FEM apresentou em Londres o relatório "Riscos Globais 2011", que insiste que o aumento da tensão geopolítica e a crescente falta de coesão social situaram os Governos e as sociedades em uma situação "especialmente vulnerável".

"Cada vez é maior a preocupação pelos riscos globais, as probabilidades de uma propagação rápida das crises através de sistemas cada vez mais relacionados e a ameaça de efeitos catastróficos", afirmou Robert Greenhill, diretor-gerente do FEM.
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No terreno econômico, o FEM alertou também sobre a crescente volatilidade cambial, as crises fiscais, a derrubada dos preços dos ativos, os desequilíbrios das balanças comerciais e os níveis de endividamento dos países ricos.

No mesmo peso, estão as atividades ilegais, incluindo o narcotráfico, o tráfico de armas e a corrupção, que movimentam 10% da economia mundial e estão em "franco crescimento".

Outro foco de preocupação é o que o Fórum Econômico Mundial engloba no triângulo "água-alimentos-energia".

O rápido crescimento demográfico do mundo e a crescente prosperidade econômica estão exercendo pressões insustentáveis sobre os recursos, e o FME prevê que a demanda de água, energia e alimentos cresça entre 30% e 50% nos próximos 20 anos.

"Esperamos volatilidade no preço dos alimentos e de outras matérias-primas nas próximas décadas, algo que terá graves consequências dentro de um clima extremo crescente", afirmou John Drzik, diretor da empresa de consultoria Oliver Wyman Group.

Fonte - BOL 

Nota DDP: A que distância estamos da derradeira crise? Seria ela desencadeada por fatores de ordem econômica, ecológica, alimentar, tecnológica ou talvez bélica? Ou uma mistura de todos ou muitos destes?

O tempo dirá, mas o palco montado é propício.

quinta-feira, 13 de janeiro de 2011

Momento Profético #7

Deve-se fazer o trabalho nas cidades partindo dos postos avançados. Disse o mensageiro de Deus: "Não serão advertidas as cidades? Sim; não por o povo de Deus nelas morar, mas por visitá-las, para adverti-las do que está para sobrevir à Terra."

(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 358)

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Brasileiro ganha documento de identidade com chip

Em 2011, 2 milhões de brasileiros poderão substituir a cédula do Registro Geral (RG) pelo cartão de Registro de Identidade Civil (RIC). Com a chegada do RIC, cada cidadão passa a ser reconhecido nacionalmente por um único número, vinculado diretamente às suas impressões digitais e registrado em um chip presente no cartão. O novo documento foi lançado [no dia 30 de dezembro], em Brasília, pelo [então] presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, e pelo ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto. Segundo Barreto, a nova identidade é um dos mais modernos documentos de identificação do mundo. “Com o RIC, o Brasil ingressa no século 21. A identidade atual completou 27 anos sem muitas mudanças. O novo RIC é mais moderno, traz tecnologia de ponta, é mais seguro e mais prático. No futuro, esse documento também integrará o CPF, o título de eleitor e muitos outros documentos. Além disso, há possibilidade de fazer transações bancárias com o novo cartão.”

A nova identidade é um cartão magnético com impressão digital e chip eletrônico, incluirá nome, sexo, data de nascimento, foto, filiação, naturalidade, assinatura, impressão digital do indicador direito, órgão emissor, local e data de expedição e de validade.

De acordo com o presidente do Tribunal Superior Eleitoral, Ricardo Lewandowsky, o novo documento de identificação é a prova de fraudes e evita que uma mesma pessoa seja identificada por mais de um número de registro em diferentes estados da Federação ou que o cidadão seja confundido com uma pessoa de mesmo nome.

“Os resultados [do RIC] são de extrema relevância. Essas vantagens poderão contribuir para mitigar os graves prejuízos para o Estado e para os cofres públicos, pois evita crimes”, afirmou. [...]

A emissão do RIC em 2011 será custeada pelo Ministério da Justiça, o cidadão não precisará pagar pela troca. Segundo o ministério, o investimento no primeiro ano será de cerca de R$ 90 milhões. Para os próximos anos, o comitê gestor do RIC vai definir a origem dos recursos que vão custear as emissões, sendo possível, inclusive, parcerias público-privadas e financiamentos internacionais.

(Valor Online)

Nota Michelson Borges: À primeira vista, o RIC é uma boa coisa – e não se pode deixar de admitir que tenha lá suas vantagens. Mas não podemos passar por alto, também, as possíveis implicações proféticas. O livro do Apocalipse fala de uma época em que as pessoas serão controladas a tal ponto que os que se recusarem a adorar o poder representado pela besta não poderão sequer comprar e vender. O RIC ou qualquer outro tipo de documento, ou chip, ou coisas afins não constitui a marca da besta. A marca da besta é a contrafação da marca ou selo de Deus, portanto, deve ser oposta, mas semelhante ao selo divino. O selo de Deus é o sábado, memorial da Criação (Is 8:16; Ez 20:20), que aplicado na testa representa a aceitação consciente do poder criador de Deus e de Seu direito de legislador, cuja lei ainda vigora (Ap 7:3; 14:12). Assim, essas novas tecnologias por certo serão usadas para controlar as pessoas e levá-las à falsa adoração (consciente ou conveniente), mas a marca da besta é algo bem mais sutil e espiritualmente significativo.[MB]

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

Momento Profético #6

O Senhor recomenda que Seu povo fixe residência longe das cidades, pois à hora em que não cuidais, fogo e enxofre cairão do céu sobre essas cidades. A sua punição será proporcional a seus pecados. Quando é destruída uma cidade, nosso povo não deve considerar esta questão como algo sem importância, e pensar que, se surgir uma ocasião favorável, poderão construir casas para si nessa mesma cidade destruída. ... 


Que todos os que desejam compreender o significado destas coisas leiam o capítulo onze do Apocalipse. Lede cada um dos versos e aprendei o que ainda está para ocorrer nas cidades. Lede também as cenas descritas no capítulo dezoito do mesmo livro.


(Manuscript Release, pág. 1.518)

"Obediência = vida"

Pregando para mais de 7.000 fiéis em St. Louis no sábado, o Pe. John Corapi avisou: “Acabaram-se os dias de ficar sentado em cima do muro; os dias para ser católico morno estão rapidamente chegando ao fim”.

Em discurso abrangente, patrocinado pela organização internacional de homens de negócios católicos Legatus, Corapi repreendeu os cristãos por cometerem erros e perderem a cultura para elementos “neo-pagãos”. Para neutralizar o paganismo, o Padre chamou a atenção dos presentes para Escrituras, ao Catecismo da Igreja Católica e para a vida dos santos.

“O desenrolar do Cristianismo levou ao desenrolar do mundo”, ele explicou. “Estamos em guerra [pelas almas]. Por isso, não temos o luxo de sentar em nossos traseiros complacentes”.

A biografia do Pe. Corapi em seu site declara que suas experiências de vida foram “de um menino de cidade pequena ao Exército dos EUA na era do Vietnã, de um bem-sucedido homem de negócios em Las Vegas e Hollywood a viciado em drogas e morador de rua, à vida religiosa e ordenação ao sacerdócio pelo Papa João Paulo 2, a uma vida de pregador do Evangelho que está alcançando milhões”. Corapi regularmente aparece na rede de televisão EWTN.

Fonte - Legatus

Nota DDP: De fato, os dias de "muro", se não acabaram, estão se acabando. De fato, a cultura do mundo tem impregnado o cristianismo em todas as suas vertentes. De fato, estamos em uma guerra pelas almas.

Mas neste ponto acabam os fatos e se torna importante observar como eles influem nas demais considerações da notícia.

Padre católico, nos EUA, com boa penetração de mídia, patrocinado por empresários, pregando os mandamentos do catecismo. É de se esperar onde se pretende chegar, ou onde certamente se chegará, com esse tipo de mistura.

Ouvir música provoca liberação de dopamina e dá prazer

Cientistas identificaram que substância é secretada em dois momentos durante a audição

O intenso prazer que se sente ao escutar música provoca no cérebro a liberação de dopamina, um neurotransmissor que serve para avaliar ou recompensar prazeres específicos associados à alimentação, drogas ou dinheiro, de acordo com um estudo publicado neste domingo (9).

A dopamina é uma substância química da molécula do "sistema de recompensa", que serve para reforçar alguns comportamentos essenciais à sobrevivência (alimentação), ou que desempenha um papel na motivação (recompensa secundária através do dinheiro).

Então como pode estar envolvida em um prazer abstrato como o de ouvir música, que não parece ser diretamente indispensável para a sobrevivência da espécie?

Para entender isso, pesquisadores da Universidade McGill, em Montreal (Canadá), selecionaram dez voluntários de 19 a 24 anos entre os 217 que responderam a um anúncio solicitando pessoas que sentiram "estremecimentos", sinais de extremo prazer, ao escutar música.

Graças a vários aparelhos de diagnóstico por imagens, a equipe de Salimpoor Valorie e Robert Zatorre mediu a liberação de dopamina e a atividade do cérebro.

Paralelamente, sensores informavam a frequência cardíaca e respiratória dos voluntários, bem como sua temperatura ou sinais de estremecimento de prazer no nível da pele.

Os resultados publicados na revista científica Nature Neuroscience mostram que a dopamina é secretada antes do prazer associado à música ouvida, e durante o próprio "estremecimento" de prazer, ou seja, no auge emocional.

Tratam-se de dois processos fisiológicos distintos que envolvem diferentes regiões no "coração" do cérebro.

Durante o auge do prazer, é ativado o núcleo "accumbens", envolvido na euforia produzida pela ingestão de psicoestimulantes, como a cocaína. Antes, no prazer por antecipação, a atividade da dopamina é observada em outra área do cérebro.

O nível de liberação da dopamina varia com a intensidade da emoção e do prazer, em comparação com as medições realizadas ao escutar uma música "neutra", isto é, indiferente aos voluntários.

"Nossos resultados ajudam a explicar porque a música tem esse valor em todas as sociedades humanas", concluem os pesquisadores. Permitem compreender "porque a música pode ser utilizada de forma eficaz em rituais, pelo marketing ou em filmes para induzir estados de humor", acrescentam.

Como um prazer abstrato, a música contribuiria, graças à dopamina, para um fortalecimento das emoções, ao estimular noções de espera (da próxima nota, de um ritmo preferido), de surpresa, de expectativa.

Fonte - iG

segunda-feira, 10 de janeiro de 2011

"O apocalipse de pássaros e peixes"

Alguns dizem que foram os fogos de artifício. Outros acreditam que o mau tempo pode ser o culpado. Surgem especulações a todo momento. O único fato é que a morte de cerca de cinco mil pássaros melros na cidade de Beebe, no Arkansas (EUA), na sexta-feira 31, continua sem uma explicação. Moradores contam que as aves caíram como se fosse uma verdadeira chuva sobre a cidade. A lenda urbana aumenta a cada dia porque há pouco tempo cerca de 83 mil peixes apareceram boiando no rio Arkansas. Há os que aumentam o alarme: seria o início do apocalipse.

Fonte - Isto É

Nota Cristo Voltará: Mortes em massa de insetos, aves e outros animais se sucedem pelo mundo. O que isso está querendo dizer? Será a natureza não suportando mais as atividades do ser humano? Normais, tais coisas é que não são. O mundo está se tornando hostil à vida?

Nos Estados Unidos, desde alguns anos abelhas desaparecem em grandes proporções. Há temor de ameaçar a produção de alimentos, que necessitam da polinização. Nos últimos dias, desde a virada do ano de 2010 para 2011, os pássaros caem do céu, mortos, em grande quantidade, e ao mesmo tempo e uns próximos dos outros. Se fossem seres humanos, se suporia suicídio coletivo. Mas são animais, irracionais, não planejam essas coisas. Portanto, um fenômeno pior está ocorrendo. Alguma explicação científica certamente deverá aparecer, pois tudo o que acontece, só é misterioso se não for encontrada a explicação. Tudo tem causa, e toda causa gera efeitos. Estão fazendo autópsias para saber o que se passa com esses pássaros negros que morrem, ao que parece, durante o vôo.

Primeiro, foram uns 3.000 pássaros negros que caíram do céu na cidade de Bibi, no Arkansas, na virada do ano. O motivo ainda é desconhecido. Todos os pássaros apresentavam hemorragia. Também morreram uns 100.000 (estimativa) peixes no Arkansas. Testes estão sendo feitos para saber a causa. Na Lousianna, outros 500 pássaros caíram do céu, alguns com asas e espinhas quebradas. No Brasil, na costa do estado do Paraná, ocorreu a morte por enquanto ainda misteriosa de 100 toneladas de peixes, principalmente sardinhas, mas também bagre e corvina. Aliás, a morte de peixes vem ocorrendo em vários lugares do mundo, com certa freqüência, e se tornou bem comum no Brasil. O fenômeno das mortes coletivas de animais também ocorre na Europa. Foi na Suécia, onde foram encontrados entre 50 a 100 pássaros mortos, perto de Gotemburgo. As aves, uma espécie da família dos corvos, estavam caídas sobre uma estrada junto a Falköping (sudoeste da Suécia) ao longo de dezenas de metros. Esse fenômeno não é inédito, pois já ocorreu nos Estados Unidos durante o ano de 2010.

O que isso significa? Precisamos de mais informações sobre as causas. Mas uma coisa já é certa, o mundo está rapidamente se tornando um lugar difícil para se viver. Basta se atentar para o aumento das doenças. Apesar dos avanços da pesquisa científica para a cura, as doenças desafiam a ciência e consegue, por meio de mortes, desafiá-la com crescente sucesso.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Momento Profético #5

Foi-me mostrado que a reforma de saúde é uma parte da mensagem do terceiro anjo e está tão intimamente ligada a ela como o braço e a mão ao corpo humano.

(Testimonies, vol. 1, pág. 486)

Uma outra dimensão da existência

A ideia de repouso nos é incutida desde os albores da humanidade. Relata o Gênesis: “Deus repousou, no sétimo dia, do trabalho por ele realizado. Abençoou o sétimo dia e santificou-o, visto ter sido nesse dia que Deus repousou de toda a obra da criação” (2,1-2).

A Sagrada Escritura, em muitas ocasiões, ao abordar este tema, apresenta-o sob uma perspectiva religiosa. Além de ser sinal da libertação do cativeiro do Egito, esse “pacto imutável” (Ex 31,16) possui um alto significado: “Entre mim e os filhos de Israel é um sinal externo, testemunho de que o Senhor fez os céus e a terra em seis dias e no sétimo dia terminou a obra e descansou” (Ex 31,17).

Tais prescrições são de caráter espiritual e, naquilo que elas têm de essencial, continuam válidas para o cristianismo. Não se reduzem a uma mera abstenção de ocupações servis, mas incluem, como dever, as atividades decorrentes do relacionamento com Deus.

Trata-se também de uma exigência da constituição de nosso corpo e da estrutura familiar e social. Há um exemplo que ilustra tipicamente a importância de um dia por semana no qual sejam suspensos os trabalhos em obediência ao mandamento do descanso dominical. Na Revolução Francesa, levado pela cegueira do anticlericalismo – infelizmente não de todo superado em nossos dias – La Revellière, membro do Diretório, tentando concretizar o plano de uma nova religião, lançada em 1796, introduziu, em 1798, a substituição da semana de sete dias por outra, de dez, proposta por Dovai. Protegidos pelo governo, empregaram toda sorte de violência para pôr em prática sua ideia (Hubert Jedin, vol. VII, pág..91). O total fracasso veio da reação, nascida da própria natureza humana, que revelou a inviabilidade do plano.

O corpo pede um repouso semanal, como também a vida familiar e social. O lar se edifica com a convivência de seus membros, o que ocorre por ocasião do “dia do descanso”, usufruído por seus integrantes em conjunto. Dada a dimensão espiritual do homem, o dia consagrado ao Senhor goza de grande importância.

O domingo é fundamental também para o bem-estar social. Ele cria condições para um desenvolvimento integral. Sem ele, a formação humana restaria incompleta. Os valores transcendentais, fruto da fé, nos são incutidos de modo particular nessa comunidade. O repouso dominical, pois, deve ocupar um lugar bem acima das vantagens econômicas e financeiras. Sua transgressão acarreta prejuízos, inclusive de ordem material, ao ferir nosso equilíbrio. Para nós, cristãos, o domingo ocupa um lugar sagrado. Diz o Concílio Vaticano II, na constituição Sacrosanctum Concilium: “Devido à tradição apostólica, que tem sua origem no dia mesmo da Ressurreição de Cristo, a Igreja celebra a cada oitavo dia o Mistério Pascal. Esse dia chama-se justamente Dia do Senhor ou domingo” (nº 106).

Em nossa época, urge “respeitar o domingo, recuperando o seu originário significado religioso de Dia do Senhor pela participação na eucaristia, e a sua relevância social de dia de descanso e do encontro pessoal, pela presença à mesa e diálogo da vida dos seus e, ainda, pelo serviço de comunhão e solidariedade com os doentes e atribulados” (João Paulo II, aos bispos portugueses, em 27/11/1992).

Deus constituiu uma ordem no mundo. Primeiro, os valores espirituais e, a seguir, as necessidades meramente econômicas. Assim, ao se falar de repouso dominical, cabe a primazia ao religioso e não ao financeiro. Não se torna melhor a pessoa, a sociedade, simplesmente aumentando vendas no comércio. Quando os valores são quebrados ou desprezados surge o desequilíbrio, com repercussões na vida social e particular. Ao lado desse dever imposto por Deus, com efeito no campo físico e psicológico, há um outro traço a salientar: as férias.

Nesta época do ano, são milhões os que suspendem suas atividades em busca de um equilíbrio de forças para alcançar a indispensável recuperação na alma e no corpo. “Daqui a exigência de as férias serem efetivamente um período de renovação humana em que, longe do habitual ambiente de vida, é possível encontrar-se a si mesmo e os outros, numa dimensão mais equilibrada e serena” (João Paulo II, Ângelus, 01/08/1999).

Fonte - Jornal do Brasil

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Momento Profético #4

Sou instruída a dizer aos adventistas do sétimo dia em todo o mundo: Deus chamou-nos como um povo para sermos-Lhe particular tesouro. Ele designou que Sua igreja na Terra esteja perfeitamente unida no Espírito e conselho do Senhor dos exércitos até ao fim do tempo.

(Mensagens Escolhidas, vol. 2, pág. 397)

quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

EUA: lei para fazer escutas no Facebook e Skype

Os EUA pretendem fazer nos serviços de comunicação através da Internet, como o Facebook e o Skype, o mesmo que já conseguem fazer com telefones ou correios electrónicos: filtrar as mensagens para detectar ameaças de terrorismo e à segurança do país. A lei está a ser preparada pela Administração de Barack Obama e será apresentada em breve ao Congresso, agora dominado pelo Partido Conservador, mas que deverá dar o aval à legislação.

"Estamos a falar de interceptações autorizadas por lei. Não queremos expandir a autoridade, mas preservar a nossa capacitar de executar a autoridade já existente para proteger o público e a segurança nacional", afirmou Valerie Caproni, conselheira-geral do FBI (Federal Bureau of Investigation), um dos organismos de segurança que está a preparar a lei para a Casa Branca.

A Presidência dos Estados Unidos ainda não aprovou qualquer ante-projecto de lei, mas os grupos de defesa das liberdades civis já estão alarmados, que não querem tecnologia com "uma porta das traseiras para a espionagem". É que, além das ameaças à privacidade, uma legislação deste tipo iria obrigar a mudanças na tecnologia usada nos chats de comunidades online, como o Facebook, de programas de comunicação via Internet, como o messenger, ou de software que permite chamadas telefónicas através da 'web', como o Skype.

Estas alterações vão aumentar os riscos de os cibernautas serem alvo de escutas ilegais ou de outros cibercrimes, devido às vulnerabilidades causadas pelas alterações impostas pela lei e pelas limitações que esta irá determinar no desenho e programação do 'software'. "Basicamente querem voltar no tempo e fazer serviços de Internet funcionar como um telefone", explicou à correspondente da Folha de São Paulo o director do programa para liberdade, segurança e tecnologia do Centro para Democracia e Tecnologia, Gregory Nojeim.

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final:
Se bem percebi, trata-se de estender e validar a espionagem a tudo quanto é pessoa. Todas as comunicações devem ser analisadas a fim de, supostamente, garantir a segurança dos cidadãos.

Quer queriam quer não, um efeito colateral existirá sempre: o controle sobre os movimentos, também daqueles que não representam ameaça alguma. Pelo menos, para já; assim que mude o paradigma e a definição do que é ameaça à sociedade e ao tão propalado 'bem comum', logo esta medida se entenderá como justificável de alargar até outros públicos-alvo...

E, será mais do que evidente que, no caso de se achar por bem, os movimentos e ações de eventuais suspeitos serão de imediato condicionados. Com certeza, até ao ponto de restringir o que podem comprar e vender...

Relacionar esta notícia com Apocalipse 13:16 será apenas uma forçada teoria da conspiração? Não, é apenas mais um pequeno passo. Ou um aviso.

quarta-feira, 5 de janeiro de 2011

Momento Profético #3

Alguns têm apresentado a idéia de que, ao aproximarmo-nos do fim do tempo, cada filho de Deus agirá independentemente de qualquer organização religiosa. Mas fui instruída pelo Senhor de que nesta obra não há isso de cada qual ser independente.

(Testemunhos Seletos, vol. 3, págs. 405 e 406)

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Operação Chuva Global 2011

Obrigado a todos por sua urgência em oração. Cremos que Deus te chamou para este momento. A Conferência Geral adotou esta iniciativa e, por isso, nós louvamos a Deus. Acreditamos que este é apenas o início de coisas maiores que estão por vir. Você poderá aprender mais sobre as iniciativas que a Conferência Geral está adotando pelos sites:

www.revivalandreformation.org e www.reavivamentoereforma.com

A Operação Chuva Global 2011 começará dia 05 de janeiro de 2011 às 19:00 e continuar todas as noites até 15 de janeiro. Durante esse tempo nós não só queremos incentivar a unir-nos em oração, mas também a orarmos em pequenos grupos, sempre que possível. Queremos preencher este período de tempo com vários momentos de oração ao longo do dia.

Cada noite, queremos unir nossas orações sobre um tema específico. As cinco primeiras noites focaremos nossas orações pela chuva temporã. As últimas cinco noites focaremos nossas orações pela chuva serôdia. Os temas serão os seguintes:

Chuva Temporã

Noite 1: Orar por um espírito de perdão (05/01)
Noite 2: Orar por Arrependimento (06/01)
Noite 3: Orar por vitória sobre o pecado em nossas vidas (07/01)
Noite 4: Orar por uma Vida Devocional mais profunda (08/01)
Noite 5: Orar por um espírito de unidade na Igreja (09/01)

Chuva Serôdia:

Noite 6: Orar para a compreeder da Chuva Serôdia (10/01)
Noite 7: Orar pela Preparação para pregar as 3 Mensagens Angélicas (11/01)
Noite 8: Orar pelas almas que estão no pecado e no erro (12/01)
Noite 9: Orar por familiares e amigos para que voltem ao redil (13/01)
Noite 10: Orar por Ousadia para agir (14/01)

No sábado 15 de janeiro, recomendamos que cada igreja culmine a Operação Chuva Global 2011, da maneira que Deus conduzir. Pedimos também que todas as noites você envie-nos testemunhos do que está acontecendo em sua igreja, como resultado da oração unida. Na página OGR, você vai encontrar um documento que explica uma maneira de orar todas as noites. (Estamos trabalhando na tradução deste documento.)

Fonte - Reavivamento e Reforma

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

Desastres naturais deixaram o recorde de 295 mil mortos em 2010

Frankfurt (Alemanha) – Dominados pelo terremoto no Haiti, os desastres naturais foram particularmente devastadores em 2010, com 295 mil mortos e US$ 130 bilhões em prejuízos, informa relatório da seguradora alemã Munich Re, divulgado nesta segunda-feira (3/1).

O ano que passou foi o mais mortífero desde 1983, quando a seca na Etiópia deixou 300 mil mortos, segundo o estudo. A Munich Re contabilizou 950 desastres naturais em 2010, cifra muito superior à média dos últimos 30 anos (615 catástrofes anuais, com 66 mil mortes por ano).

"O ano foi marcado por um raro acúmulo de terremotos importantes e um número elevado de catástrofes vinculadas com o clima, que parece indicar uma continuação do aquecimento global", assinala o informe.

As catástrofes mais mortíferas foram o tremor de terra de janeiro passado no Haiti (222.570 mortos), a onda de calor e incêndios florestais no verão na Rússia (56 mil mortos) e o terremoto de abril na China (2.700 mortos).

Os desastres mais onerosos foram o terremoto de fevereiro no Chile (US$ 30 bilhões e 520 mortos) e as inundações de julho em setembro no Paquistão (US$ 9,5 bilhões e 1.760 mortos).

Esses desastres deixaram quatro vezes mais vítimas que a média desde 1980 (295 mil mortos contra 66 mil) e causaram mais prejuízos (US$ 130 bilhões contra média de US$ 95 bilhões).

Nos países mais desenvolvidos, as catástrofes foram pouco mortíferas, mas muito onerosas e com graves consequências para as seguradoras.

A Europa Ocidental foi sacudida pela tempestade Xynthia em fevereiro (65 mortos; US$ 6,1 bilhões em gastos, 50% cobertos por seguros), e os Estados Unidos, por tornados, que provocaram danos de 4,7 bilhões de dólares (75% cobertos por seguros).

Previsões

Se os furacões foram relativamente devastadores, o aquecimento dos oceanos, que já não pode ser explicado pelas oscilações naturais e sim pelo aquecimento climático, promete mais temporadas difíceis nos próximos anos.

Um dos acontecimentos que mais chamou a atenção da imprensa, a erupção do vulcão islandês Eyjafjallajökull, em abril, paralisou o tráfego aéreo europeu durante semanas e acabou custando milhares de milhões de companhias aéreas.

Por outro lado, a Munich Re não pôde calcular ainda o custo das inundações recentes na Austrália.

A grande concorrente da Munich Re, a suíça Swiss Re, indicou em novembro que para 2010 esperava US$ 222 bilhões em danos e 260 mil mortes.

Fonte - Correio Braziliense

Momento Profético #2

"Foi-me mostrado que o Espírito do Senhor está-Se retirando da Terra. O poder mantenedor de Deus logo será recusado a todos os que continuam desrespeitando os Seus mandamentos. Os relatos de transações fraudulentas, homicídios e crimes de toda a espécie chegam até nós diariamente. A iniqüidade está-se tornando uma coisa tão comum que não ofende mais as suscetibilidades como em tempos passados."

(Carta 258, 1907)

domingo, 2 de janeiro de 2011

Terremoto de 6,5 graus na escala Richter atinge sul do Chile

Um tremor de 6,5 graus de magnitude na escala Richter sacudiu neste domingo seis regiões do centro e do sul do Chile, sem que as autoridades tenham informado a existência de vítimas, mas sim de cortes de eletricidade e do serviço telefônico.

De acordo com os organismos oficiais chilenos, o terremoto atingiu as regiões de O'Higgins e Maule, no centro do país, e Biobío, Araucanía, Los Rios e Los Lagos, no sul, cujos habitantes ainda lembram o terremoto que devastou parte do território chileno em 27 de fevereiro de 2010.

Algumas praias de Biobío, lotadas de turistas, foram evacuadas pelas autoridades diante da possibilidade de um tsunami, o que no entanto foi descartado pelo Serviço de Hidrologia e Oceanografia da Marinha do Chile.

Em um relatório preliminar, o Serviço Geológico dos Estados Unidos tinha indicado que a magnitude do tremor de terra havia sido de 7,1 graus na escala Richter.

O movimento aconteceu às 17h20 hora local (18h20 no horário de Brasília), e segundo os primeiros dados do serviço geológico americano, seu epicentro se localizou sob o mar, a cerca de 96 quilômetros de Temuco, capital de Araucanía, e a 690 quilômetros de Santiago, a uma profundidade de 16,9 quilômetros.

Mais tarde, o Instituto de Sismologia da Universidad de Chile informou que a magnitude do terremoto foi de 6,5 graus na escala Richter e seu epicentro se localizou sob o mar, a 149 quilômetros de Tirúa, localidade situada no limite das regiões de Araucanía e Biobío, a uma profundidade de 29,5 quilômetros.

Desde a madrugada deste domingo uma sequência de tremores de magnitudes entre 3,2 e 4,7 graus na escala Richter sacudiram o litoral de várias regiões do país, incluindo as afetadas pelo último terremoto.

Fonte - Último Segundo

Bento 16 realizará reunião com líderes religiosos para discutir paz mundial

O papa Bento 16 anunciou neste sábado que vai organizar uma reunião com líderes religiosos em outubro para discutir formas de promover a paz mundial.

A reunião, que deve ocorrer na cidade italiana de Assis, marcará o 25º aniversário de um outro encontro parecido, ocorrido na mesma cidade e convocado pelo papa João Paulo 2º em 1986.

Falando no final da missa do dia mundial da paz, na Basília de São Pedro, em Roma, Bento 16 afirmou que a reunião servirá para "renovar solenemente os esforços daqueles de todas as religiões para vivenciar sua fé como um serviço à causa da paz".

"Ao enfrentar as tensões ameaçadoras deste momento, especialmente a discriminação, injustiças e intolerância religiosa, que atualmente ataca os cristãos de uma forma particular, mais uma vez eu faço um apelo para que não se ceda à resignação e ao desânimo", afirmou.

O papa também disse que o encontro em Assis vai "honrar a memória do evento histórico promovido pelo meu antecessor".

Na reunião promovida por João Paulo 2º participaram líderes judeus, muçulmanos, da Igreja Anglicana e o Dalai Lama, além de líderes muitas outras religiões.
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Fonte - BBC

Governo cede dados dos BI portugueses aos Estados UnidosGoverno cede dados dos BI portugueses aos Estados Unidos

Em nome da luta contra o terrorismo, os EUA querem aceder aos elementos do Arquivo de Identificação

Os Estados Unidos (EUA) querem ter acesso a bases de dados biométricas e biográficas dos portugueses que constam no Arquivo de Identificação Civil e Criminal. O FBI, com a justificação da luta contra o terrorismo, quer também aceder à ainda limitada base de dados de ADN de Portugal. O acordo com o Governo português está feito e só falta ser ratificado na Assembleia da República. No entanto, este mês vai sair um parecer da Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) que alerta para os problemas que constam no texto do acordo bilateral.

Em Junho de 2009, Janet Napolitano, secretária do Departamento de Segurança Interna norte-americano esteve em Portugal e firmou o acordo com os ministérios da Administração Interna e da Justiça. Em Novembro deste ano, foi pedido à CNPD um parecer. Este, segundo o DN apurou, embora não seja vinculativo, vai alertar a Assembleia da República e a Comissão dos Negócios Estrangeiros para os perigos de violação da privacidade dos portugueses que decorre deste acordo bilateral.

O acordo prevê que o FBI tenha acesso às informações constantes no bilhete de identidade de todos os portugueses. Além disso, quando se tratar de cidadãos condenados, poderão também receber o seu registo criminal e informações do seu ADN caso exista alguma amostra na base de dados que está sediada em Coimbra e que é da responsabilidade do Instituto Nacional de Medicina Legal (INML).

Fonte da Secretaria de Estado das Comunidades explicou que o processo está a ser conduzido pela direcção do Serviço de Vistos, e o texto do documento ainda não está disponível porque aguarda parecer da CNPD - "Trata-se de um processo que visa a luta contra o terrorismo e já foram feitos vários acordos entre os EUA e vários países europeus. Alguns através da Comissão Europeia".

Na página do Department of Homeland Security (DHS), a secretária Janet Napolitano levanta um pouco mais o véu sobre o acordo bilateral contra a luta antiterrorista que assinou em Portugal em 2009. "Vamos partilhar impressões digitais e outra informação biométrica para melhor identificar terroristas e criminosos." É ainda referido que já foram assinados acordos semelhantes com Espanha, Alemanha, Itália, Grécia.

Na Comissão Europeia, o processo de acesso dos EUA a dados dos cidadãos europeus arrasta-se. Segundo eurodeputado Carlos Coelho, do PSD, "há um problema ao nível da protecção de dados. Os EUA têm de respeitar as nossas normas. Não há ainda nenhum calendário para a resolução do problema".

"Quando os norte-americanos reparam que há entraves com a negociação na União Europeia contornam o problema fazendo acordos bilaterais com os próprios países. Em troca do acordo, chegam a prometer a agilização na entrada dos naturais desses países através do programa Visa Waiver. Isto já aconteceu no passado não é novo", explica o eurodeputado.

O FBI quer também ter acesso à Base de Dados de Perfis de ADN sediada em Coimbra. Problemas de comunicação não deverão existir, já que, segundo confirmou ao DN Duarte Nuno Vieira, presidente do INML, "o sistema informático CODIS foi oferecido e montado em Portugal em 2009 pelo Federal Bureau of Investigation (FBI)". Por enquanto, o sistema está numa fase inicial e alberga menos de 100 registos de ADN, que podem ser consultados pela Polícia Judiciária.

Segundo o Ministério dos Negócios Estrangeiros, o acordo bilateral "encontra-se em processo de ratificação na Assembleia da República". O Parlamento deverá aprová-lo - ou chumbá-lo - este ano, mas a oposição, já no ano passado, pediu explicações. "Fizemos perguntas sobre o protocolo, mas a resposta foi vaga. Não tivemos mais nenhuma informação acerca desse tema", explicou ao DN o deputado Fernando Negrão, do PSD.

Em Novembro, durante a Cimeira da NATO em Lisboa, o acordo voltou a ser abordado numa reunião entre Janet Napolitano e Rui Pereira. O ministro da Administração Interna manifestou a "vontade firme de tornar a cooperação entre os dois países mais firme e profícua no futuro".

Fonte - Diário de Notícias

Nota DDP: Essa espécie de tratativa certamente deverá se alastrar por outros países, eis que é uma ótima ferramenta de controle da vida do cidadão comum.

Enchente na Austrália atinge área maior que França e Alemanha

As maiores enchentes dos últimos 50 anos na Austrália já atingiram mais de 20 cidades em uma área maior do que a França e a Alemanha.

Meteorologistas afirmam que devem ocorrer mais tempestades na região.

As inundações estão concentradas no Estado de Queensland, no nordeste do país, e afetaram mais de 200 mil pessoas.

Em algumas áreas a água já começou a recuar, mas a cidade de Rockhampton, no centro de Queensland e com 77 mil habitantes, está se preparando para mais enchentes e o rio Fitzroy, que passa na região, pode subir até nove metros acima de seu nível normal.

As autoridades afirmam que o rio está inundando partes da cidade mais rápido do que o previsto e a polícia está retirando os moradores com a ajuda de barcos.

Uma mulher de 41 anos foi a primeira vítima confirmada das enchentes. Ela morreu tentando cruzar o rio Leichhardt. A mulher estava em um dos dois carros que tentavam fazer a travessia.

A polícia conseguiu resgatar oito pessoas que estavam nos carros. O corpo da mulher foi encontrado depois.

De acordo com o jornal Sydney Morning Herald há mais desaparecidos. As equipes de resgate estão procurando por um homem cujo barco de pesca foi levado pelas águas da enchente na entrada do rio Boyne e por um nadador que desapareceu no rio Fitzroy.

Custo

Autoridades temem que o prejuízo causado pelas enchentes pode chegar a bilhões de dólares australianos e afirmaram que atividades como mineração, indústria e agrícola serão afetadas.

O prefeito de Rockhampton, Brad Carter, afirmou que até 40% da cidade poderá ser afetada pela inundação que, segundo ele, pode ser uma das maiores já ocorridas na região.

"A mensagem e o conselho que temos é que (a situação) é grave. (...) Esta pode ser a segunda ou terceira maior inundação que esta região já viu", afirmou.

O aeroporto da cidade e várias estradas foram fechados e a Força Aérea da Austrália foi convocada para ajudar a estabelecer abrigos de emergência. Em algumas áreas, helicópteros estão entregando alimentos e suprimentos para casas isoladas pelas águas.

Em outras partes de Queensland, os moradores estão tentando salvar o que podem e ir para áreas mais seguras.

"Toda a energia foi cortada. Toda a água foi cortada. Tudo está no andar de cima. E nós fomos para a causa de um amigo. Vamos sair de lá se (a água) ficar mais alta", disse Kevin Martin, morador da região.

Fonte - BBC

Terremoto de magnitude 7 atinge norte da Argentina

01/01/2011 08h39 - Atualizado em 01/01/2011 10h37
Terremoto de magnitude 7 atinge norte da Argentina
Epicentro do tremor foi na região de Santiago Del Estero.
Local fica a 960 quilômetros de Buenos Aires.

Do G1, em São Paulo
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Um terremoto de magnitude 7 atingiu na manhã deste sábado (1) a região de Santiago Del Estero, no norte da Argentina. O tremor ocorreu às 6h56 do horário local, 7h56 em Brasília, segundo a agência americana de monitoramento USGS.

Pelo Twitter, usuários disseram que o tremor foi "muito forte" e pode ser sentido em Mendoza.

O epicentro do abalo foi a 562 quilômetros de profundidade e a 150 quilômetros de distância da cidade de Santiago Del Estero. O local fica a 960 quilômetros da capital, Buenos Aires.

Inicialmente, a USGS informou que o terremoto tinha tido magnitude de 6,9.

Ainda não há informações sobre feridos ou danos materiais.

Fonte - G1

sábado, 1 de janeiro de 2011

Momento Profético #1

Vi uma imensa bola de fogo cair no meio de algumas lindas habitações, destruindo-as imediatamente. Ouvi alguns dizerem: "Sabíamos que os juízos de Deus sobreviriam à Terra, mas não sabíamos que viriam tão cedo." Outros, com acento de voz agoniante, diziam: "Os senhores sabiam! Por que, então, não nos disseram? Nós não sabíamos."

(Testemunhos Seletos, vol. 3, pág. 296.)

quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

2011: o euro, Obama e a ameaça dos dominós

Se T. S. Elliot tiver razão, o tempo presente e o tempo passado estão ambos presentes no tempo futuro. Por isso, antever 2011 começa na análise do legado do ano inesperado que foi 2010.

O ano de 2011 deverá responder a duas grandes incógnitas do mundo ocidental: a sorte do euro (e, portanto, dos europeus e dos portugueses) e o futuro do Presidente Barack Obama ou, mais precisamente, da política norte-americana.

O Outono trouxe uma surpresa alarmante: um país do euro pode falir, o euro pode morrer e, inclusive, matar “a Europa”. O colapso ou a reemergência verificar-se-ão em 2011. Se houver “apenas” meio desastre, com a saída de dois ou três países da moeda, será uma catástrofe económica para esses “periféricos”: estão em jogo os empregos, os salários, as pensões de reforma, as poupanças, as prestações sociais. É um cenário por enquanto improvável.

Depois da derrota democrata nas intercalares de Novembro e da tempestade do Tea Party, os EUA debatem-se entre uma política de adaptação à nova ordem mundial e fecharem-se no seu “excepcionalismo”, oscilando entre isolacionismo e nostalgia da era imperial.

A precipitação da crise das dívidas soberanas na Europa deve-se ao “tornado” da crise financeira americana. Os Estados foram forçados a uma custosa operação de defesa dos seus bancos. Mas o choque é desigual: as economias “sãs” resistem, as vulneráveis estão à beira do abismo.

É um vasto jogo de dominós que pode não ficar apenas pela Europa. Os analistas americanos temem o contágio: “A crise da dívida soberana que agita a zona euro pode atravessar o Atlântico” e anular a recuperação económica americana.

A ressaca não se limita à economia. A crise começa no sistema financeiro, torna-se económica, social e, finalmente, política — na Europa e nos Estados Unidos.

Há sintomas de erupção social. Nos EUA, há o Tea Party. Na Europa, há motins de estudantes e greves contra os planos de austeridade. A ressaca pode também arrastar “pestes” — xenofobia, nacionalismos, populismos. O “estado a que isto chegou” desacredita os governos, mas a luta contra o défice, o corte da despesa pública e a ameaça ao welfare state criam uma percepção de impotência política e de descrédito do próprio Estado.

Jacques Delors, antigo presidente da Comissão Europeia, avisa: “A política deve ser a referência última. Recuso que os banqueiros façam tremer os governos da zona euro.” O antigo chanceler alemão Helmut Schmidt corrobora: “À Europa faltam dirigentes.”

Não é apenas isto. Houve uma viragem importante a seguir à criação do euro, quando Jacques Chirac e Gerhard Schroeder decidiram esvaziar o papel da Comissão Europeia. Optaram pela liberdade de acção dos seus países. O processo de decisão é cada vez mais intergovernamental.

A questão de fundo é ainda outra. “Até que ponto é europeia a nova Alemanha?” — interroga-se Ulrike Guérot, do European Council on Foreign Relations. “O futuro não está escrito. A Alemanha deve decidir se quer abandonar a União Europeia e tornar-se sozinha num actor mundial, ou se quer tornar-se no principal actor — e principal beneficiário — de uma Europa em que ela liderará na sua transformação em actor mundial.”

É esta segunda vocação que Berlim escolherá, mas tentando impor as suas regras.
...
Fonte - Público

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

"Revival and Reformation"


Fonte - Revival and Reformation

Papa age mais como político ocidental que líder religioso

Um jornal chinês exortou hoje o Vaticano a "deixar de interferir nos assuntos internos da China" e acusou o Papa Bento XVI de agir "mais como um político ocidental do que como líder religioso".

"O que o Vaticano quer da China é poder. Não diz respeito à verdadeira essência da fé católica", afirmou o Global Times, publicação em língua inglesa do grupo Diário do povo, órgão central do Partido Comunista Chinês (PCC).

Na sua tradicional mensagem de Natal, o Papa criticou a China pelas "limitações impostas à liberdade religiosa". O Papa "quer ser o senhor dos católicos do mundo inteiro", mas "o mundo está a mudar" e "o Vaticano não tem poder para controlar a direcção e a velocidade das mudanças", disse o jornal.

Nos últimos anos, as relações entre Pequim e a Santa Sé "melhoraram", mas "enquanto o Vaticano mantiver relações diplomáticas com Taiwan e insistir no direito de nomear os bispos na China, será difícil assegurar uma melhoria permanente", referiu o Global Times. "A pretensão do Vaticano de que a identidade religiosa transcende tudo é irrealista e até prejudicial para um país com varias etnias e religiões", proclamou o Global Times.

Fonte - Diário de Notícias

domingo, 26 de dezembro de 2010

Terremoto de magnitude 7,3 atinge Vanuatu

Um poderoso terremoto, de magnitude 7,3, atingiu hoje Vanuatu, uma nação no oeste do Pacífico, gerando um pequeno tsunami. O fenômeno ocorre exatamente seis anos após um violento tsunami deixar 220 mil mortos no Oceano Índico.

O Centro de Alerta de Tsunamis no Pacífico, sediado no Havaí, informou que o terremoto ocorrido a uma profundidade baixa gerou um tsunami. O centro cancelou, porém, um alerta regional para ondas gigantes, após o registro de que as ondas estavam apenas 15 centímetros acima do normal em Vanuatu. Com isso, foi retirado o alerta para um violento tsunami na região.

O terremoto ocorreu às 00h16 (horário local) de hoje. O alerta inicial de tsunami valia para Vanuatu, Ilhas Fiji e o território francês no Pacífico da Nova Caledônia. Não houve registros de estragos nem mortes.

O Centro Geológico dos EUA informou que o terremoto ocorreu a apenas 12,3 quilômetros de profundidade, com o epicentro 145 quilômetros a oeste de Isangel, na ilha de Tanna - onde há um vulcão ativo -, no arquipélago de Vanuatu. Pelo menos 12 tremores secundários, de magnitude 5,0 ou maior, atingiram a área após o terremoto, segundo o centro norte-americano.

Vanuatu fica entre Fiji e a Austrália e ao norte da Nova Zelândia. O país fica em uma área de grande atividade sismológica, no chamado Anel de Fogo do Pacífico, com muita atividade vulcânica por causa da fricção entre grandes placas tectônicas.

Hoje, marcou-se os seis anos de um dos piores desastres naturais dos tempos modernos, quando um grande tsunami varreu a Indonésia e matou mais de 220 mil pessoas no Oceano Índico. Após o desastre, que veio com pouco ou nenhum aviso para milhões de moradores de áreas costeiras, os governos da região lançaram vários sistemas no Oceano Índico e no Pacífico para monitorar as ondas acima dos níveis normais. As informações são da Dow Jones.

Fonte - Estadão


Nota Questão de Confiança: Para fechar um ano em que tantas catástrofes naturais chocaram a comunidade internacional, um terremoto atingiu Vanuatu, nação a Oeste do Oceano Pacífico. Segundo informou o Estadão, o tremor ocorreu às 24h16min de hoje. Em 27 de Maio deste ano, o site Último Segundo notificara a incidência de outro terremoto no país; ambos atingiram pelo menos 7 graus, sem causar maiores estragos, felizmente.

A incidência de catástrofes cresce de forma assustadora, chamando a atenção da mídia. Para aqueles que creem na Palavra de Deus, nenhuma surpresa. Mas fica o alerta de que devemos nos preparar diante desses acontecimentos para o retorno de Jesus, evento para o qual as tragédias apenas servem como sinais.

sábado, 25 de dezembro de 2010

777 - Comunidade Mundial de Oração pelo Espírito Santo

Como parte do programa especial de Reavivamento e Reforma, da Conferência Geral, surge a iniciativa "777 - Comunidade Mundial de Oração pelo Espírito Santo".

O objetivo é envolver todos os Adventistas do mundo numa gigantesca cadeia de oração pelo derramamento do Espírito Santo sobre o povo de Deus. Assim, todos os Adventistas são convidados a orar ao Senhor, sete dias por semana (ou seja, todos os dias), em duas ocasiões: às 7 horas da manhã e/ou às 7 horas da tarde/noite. Desta forma, será estabelecida uma interminável cadeia de oração, uma vez que cada um orará no seu fuso horário.

Uma frase de Ellen White surge como particular motivação: "uma corrente de fervorosos e devotos crentes devia rodear o mundo" (Review and Herald, 3 de janeiro de 1907).

Faça planos para participar: todos os dias, 7 da manhã ou 7 da tarde, ore pelo derramamento do Espírito Santo em si e na nossa Igreja! Não se esqueça que "só podemos esperar um reavivamento em resposta à oração" (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 121).

Veja de seguida o poster preparado para este programa. Faça aqui o download do flyer (em inglês). Para mais informações e recursos, consulte o sítio web deste programa.


Fonte - O Tempo Final

sexta-feira, 24 de dezembro de 2010

"Reavivamento e Reforma"



Entre todos os presentes dados e obtidos durante a temporada de férias, a liderança mundial da Igreja Adventista do Sétimo Dia está convidando membros a concentrar-se sobre o dom do Espírito de Deus.

A iniciativa sobre Reavivamento e Reforma da Igreja a nível mundial está se programando para vários eventos televisivos este mês, destinados a unir os membros da Igreja em oração e em busca de renovação espiritual.

As transmissões estão programadas para começar dia 25 de dezembro com um sermão de Natal e programa exibido globalmente na rede mundial oficial de TV da Igreja, o Hope Channel. Eles vão culminar num dia global de oração na véspera de Ano Novo.

O programa contará com mensagens do presidente mundial da Igreja, Ted N. C. Wilson, entrevistas com a liderança da Igreja de todo o mundo e transmissões diárias de alguns dos oradores proeminentes da denominação.

"Esperamos inspirar um movimento global entre os membros e líderes da Igreja para a busca de um relacionamento espiritual dinâmico com Deus", declarou Brad Thorp, presidente do Hope Channel.

As transmissões estão entre um número crescente de iniciativas lançadas pela Comissão de Reavivamento e Reforma e produzidas em conjunto com o Hope Channel. Outra iniciativa pede que os adventistas do sétimo dia por todo o mundo unam-se todos os dias às 7 da manhã e às 7 da noite para orar por um derramamento do Espírito de Deus.'

Fonte: ANN (negritos meus para destaque)

Acerca deste programa especial, tome nota da grade que segue (horário de Portugal Continental, UTC, GMT).

Através do Hope Church Channel (pode assistir clicando aqui):

1. Sermões especiais

Sábado, 25 de dezembro

13:00h Pr. Ted Wilson (repetições: 16:00h; domingo, 26: 01:00h, 04:00h)

Domingo, 26 de dezembro

13:00h Pr. Derek Morris (repetições: 16:00h; 2ª feira, 27: 01:00h, 04:00h)

Segunda-feira, 27 de dezembro

13:00h Pr. C. D. Brooks (repetições: 16:00h; 3ª feira, 28: 01:00h, 04:00h)

Terça-feira, 28 de dezembro

13:00h Pr. Doug Batchelor (repetições: 16:00h; 4ª feira, 29: 01:00h, 04:00h)

Quarta-feira, 29 de dezembro

13:00h Pr. Dwight Nelson (repetições: 16:00h; 5ª feira, 30: 01:00h, 04:00h)

Quinta-feira, 30 de dezembro

13:00h Pr. José Rojas (repetições: 16:00h; 6ª feira, 31: 01:00h, 04:00h)

Sexta-feira, 31 de dezembro

13:00h Pr. Mark Finley (repetições: 16:00h; Sábado, 01 de janeiro: 01:00h, 04:00h)

Sábado, 01 de janeiro

16:30h Pr. Ted Wilson (repetições: 19:00h; Domingo, 02: 01:00h, 04:00h)

2. World Day of Prayer (Dia Mundial de Oração)

Sexta-feira, 31 de dezembro

22:00h-23:30h

Sábado, 01 de janeiro

00:00h-01:30h / 15:00h-16:30h / 22:00h-23:30h

Através do Hope Channel (pode assistir clicando aqui):

1. World Day of Prayer (Dia Mundial de Oração)

Sexta-feira, 31 de dezembro

23:00h-00:30h

Sábado, 01 de janeiro

02:00h- 03:30h / 16:00h-17:30h / 18:00h-19:30h / 23:00h-00:30h

Nota: todos os programas são transmitidos em língua inglesa.

Pr. Ted Wilson em português na Novo Tempo:

Programa 01 - dia 24/12 às 19 horas com retransmissão dia 07/01 às 19 horas.
Programa 02 - dia 25/12 às 19 horas com retransmissão dia 8/01 às 19 horas


Fonte - O Tempo Final
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