domingo, 9 de dezembro de 2012

Porque a discriminação contra quem não aceita música gospel?

Importantes perguntas que clamam por respostas
Até quando permaneceremos divididos quanto ao louvor?


Prof. Sikberto R. Marks

Há uma crescente animosidade contra pessoas e igrejas que resistem em aceitar a música de som alto com bateria. Quais serão os motivos? Será preconceito? Será influência do inimigo? Porque essas pessoas não falam contra aqueles pastores líderes globais, que também não aceitam tal música? E porque estes líderes, embora contra, pouco se posicionam?

A música fortemente ritmada é recente na igreja. Entrou em meados dos anos 1990. Antes não havia. Se ela é recente, porque as igrejas que utilizavam as músicas do hinário agora são obrigadas, sob pena de discriminação, aceitar a que veio há menos de 20 anos? Só agora foi descoberto o verdadeiro louvor? Ou é para contentar um novo estranho costume?

“Que contraste entre o antigo costume, e os usos a que muitas vezes é a música hoje dedicada! Quantos empregam este dom para exaltar o eu, em vez de usá-lo para glorificar a Deus!” (Refletindo a CRISTO, MM, 19986, 247).

Se o conflito é em torno da adoração, e se o louvor está ligado a adoração, e se satanás é músico, essa introdução recente na igreja não tem nada a ver com o grande conflito, nem se origina do inimigo?

O que essa música, evidentemente misturada com o mundo, fortemente ritmada, volume alto, adequada para dança, tem de superior ao tradicional louvor na igreja? Para que finalidade veio justo antes da volta de JESUS? Para saudá-Lo?

Se o mundo busca cada vez mais os shows em grandes ajuntamentos, com balbúrdia, devemos nós também utilizar esse método para atrair pessoas a CRISTO? Em lugar de recursos do mundo, não seria melhor ter o poder do ESPÍRITO SANTO? Ellen White escreveu?

“A conformidade com os costumes mundanos converte a Igreja ao mundo; jamais converte o mundo a Cristo“ (O Grande Conflito, p. 509).

“O Espírito Santo nada tem que ver com tal confusão de ruído e multidão de sons como me foram apresentadas em janeiro último. Satanás opera entre a algazarra e a confusão de tal música, a qual, devidamente dirigida, seria um louvor e glória para Deus” (Atos dos Apóstolos, 300).

Porque alguns dizem que o ESPÍRITO SANTO está atuando em razão de reunirem grandes multidões, com a música gospel, se EGW diz ser o contrário? Nossa profetisa não é mais bem vista por muitos de nós!

Se nosso manual é bem claro sobre o louvor, porque não é mais seguido? Uma organização que não segue nem seu manual enfraquece. Não será isto que satanás deseja para a igreja, enfraquece-la? O manual diz:

“Grande cuidado deve ser exercido na escolha da música. Toda melodia que pertença à categoria do “jazz”, “rock” ou formas correlatas, e toda expressão de linguagem que se refira a sentimentos tolos ou triviais, serão evitados pelas pessoas verdadeiramente cultas. Usemos apenas a boa música, em casa, nas reuniões sociais, na escola e na igreja.” (Manual da Igreja, 172) Porque não podemos mais seguir nosso próprio manual sem sermos mal vistos por muitos irmãos? E Ellen G. White deixa bem claro o que é “boa música”!

O ministério da igreja está visivelmente dividido quanto a música com bateria. Há três grupos: os que são contra, os que são a favor e os indiferentes. A qual deles os membros devem dar ouvidos? Se os ministros estão divididos, estariam os membros unânimes? Porque muitos acusam só os membros e não os pastores que também não aceitam tal louvor?

Porque não existe sequer um artigo oficial na Revista Adventista, e nenhum livro publicado pela CPB, ou pela Unaspress, a favor dessa música? Porém, contra ela, ou alertando, há dezenas de artigos na Revista Adventista, vários livros e o manual da igreja. Em que textos oficiais fundamentam-se aqueles que defendem tal música? Porque doutores em teologia pesquisam e escrevem contra essa música, e se realizam TCCs contra ela, mas não a favor? Outra vez, porque nós membros não podemos optar pelo tradicional?

Porque todos os versículos bíblicos, eventualmente usados para justificar tal música, foram, um a um, rebatidos por pastores e outros estudiosos do assunto, em seus artigos ou livros? Já não resta mais texto a favor de tal música na Bíblia que alguém não tenha explicado, no entanto, esta música continua em nosso meio! Qual a origem de seu poder?

O que há de errado em relação aos chamados conservadores? Lúcifer também achou o Céu muito conservador, e intentou fazer reformas para melhorar as coisas por lá! As consequências estamos sofrendo. Adão e Eva, para deixarem de ser conservadores conheceram o mal. As inovações de Lúcifer só tem causado problemas. Porque membros que não admitem esse novo estranho louvor devem justificar-se aos que a desejam? Porque temos que abandonar os hinos do hinário?

Essa música, que é de som alto, serve para dança, e tem tambores, se não é ela a cumprir a profecia de EGW, então qual outra ainda há de vir para cumprir a profecia? Teria Ellen G. White errado?

“…Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, músicas e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se poderá confiar neles quanto as suas decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo”Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pg.36. Um pouco antes, na mesma profecia, Ellen G. White aponta para o tempo em que estas manifestações voltariam a aparecer, afirmando: “o Senhor revelou-me que haviam de ter lugar imediatamente antes da terminação da graça“.

“Essas coisas que aconteceram no passado hão de ocorrer no futuro. Satanás fará da música um laço pela maneira por que é dirigida”. (Mensagens Escolhidas, Vol. 2, pág.38).

"Havia ruidosa alegria, havia riso vulgar, abundância de entusiasmo e uma espécie de inspiração;mas a alegria era daquela espécie que unicamente Satanás é capaz de produzir. É um entusiasmo e uma absorção de que os que amam a Deus se envergonharão” (Conselhos aos Professores, pais e estudantes, 339).

“As coisas que descrevestes como ocorrendo em Indiana, o Senhor revelou-me que haviam de ocorrer imediatamente antes da terminação da graça. Demonstrar-se-á tudo quanto é estranho. Haverá gritos com tambores, música e dança. Os sentidos dos seres racionais ficarão tão confundidos que não se pode confiar neles quanto a decisões retas. E isto será chamado operação do Espírito Santo. O Espírito Santo nunca Se revela por tais métodos, em tal balbúrdia de ruído. Isso é uma invenção de Satanás para encobrir seus engenhosos métodos para anular o efeito da pura, sincera, elevadora, enobrecedora e santificante verdade para este tempo” (Mensagens Escolhidas. V. 2, 36)

Se Ellen G. White define o louvor como suave, harmonioso, sem volume alto, porque devemos aceitar o contrário? Por qual razão, quem não a aceita, é mal visto pelos que querem? Porque a igreja verdadeira tem que estar dividida?

“Pensam alguns que, quanto mais alto cantarem, tanto mais música fazem; barulho, porém, não é música. O bom canto é como a música dos pássaros – dominado e melodioso. Aparelhamento faustoso, ótimo canto e música instrumental na igreja não convidam o coro angélico a cantar também” (Evangelismo, 511 e 512).

Se a tal música e seu ritmo está nas ruas, nas boates, nas casas de dança, nas academias de ginástica, nas igrejas de Babilônia, temos nós, o povo de DEUS, também que aceitá-la? Não deveríamos ser, no mínimo, mais criativos e originais que o mundo? Não deveríamos, como cidadãos do reino de DEUS, nos diferenciar em relação ao mundo?

Diz-se: ‘se por essa música pessoas tem vindo à igreja, então podemos usá-la.’ No entanto, essa mesma música atrai multidões a todas as igrejas, e a outros shows. Nós, adventistas, devemos ser peculiares, tendo o poder do ESPÍRITO SANTO, em que nos diferenciamos quanto a atrair as pessoas. João Batista e JESUS CRISTO atraíram multidões ao deserto, só por esse poder. Não se justificam métodos vulgares quando temos à disposição um poder superior a tudo.

Se Ellen G. White profetizou que nos últimos dias entraria na igreja música de dança com som alto, gritos e tambores; se há muitos pastores e pesquisadores alertando que ela já está aí; se todos esses dizem que não é louvor, mas é invenção de satanás, quem somos nós para duvidar disso? E porque há muitos ministros, músicos e membros, que duvidam? O que eles de fato querem? Não seria esta mistura de melodia mundana com letra sacra o Ômega da apostasia?

Porquê cantores desse tipo de louvor precisam se contorcer, parecendo realizar grande esforço?

“Exibição não é religião nem santificação” (Evangelismo, 510).

“O talento musical não raro incentiva o orgulho e o desejo de exibição, e os cantores não têm senão pouca atenção para o culto de Deus” (A fé pela qual eu vivo, MM, 1959, 242).

“O irmão U tem bom conhecimento de música, mas a sua educação musical é de tal índole que se adapta mais ao palco de um teatro do que à solene adoração de Deus.” (Mensagens escolhidas, V3, 333).

A música gospel pode ser descrita como abaixo? Se não, qual a razão de estar entre nós?

“Foi-me mostrada a ordem, a perfeita ordem do Céu, e senti-me arrebatada ao escutar a música perfeita que ali há. Depois de sair da visão, o canto aqui me soou muito áspero e dissonante. (…) Ela é indescritível. É melodia celestial, divina, enquanto cada semblante reflete a imagem de Jesus, irradiando glória indizível” (Testemunhos Seletos, vol. 1, pág. 45).

Em visão da viagem ao Céu, no caminho estreito, Ellen. White viu:

“Estremecíamos ao ouvir o rumor de divertimento e orgia que pareciam vir do abismo. Ouvimos o juramento profano, o gracejo banal e cânticos baixos e vis. Ouvi o cântico de guerra e a música de dança. Ouvi música instrumental e altas gargalhadas misturadas com maldições, gritos de angústia e pranto amargurado, e ficamos mais preocupados do que nunca em nos conservar no caminho estreito e difícil” (Vida e ensinos, 182).

O caminho para o Céu é estreito. Nele não pode haver mistura de coisas que há no mundo.

“Vários entretenimentos são introduzidos para tornar interessantes as reuniões, e atrativas para os mundanos… e assim degeneram muitas vezes em desmoralizantes representações teatrais e tolices vulgares. Todas essas satisfazem a mente carnal, em inimizade contra Deus; não robustecem, porém, o intelecto, nem consolidam a moral” (Conselhos aos pais, professores e estudantes, 542).

Música e seu cumprimento profético

A música que cumpre a profecia de Ellen G. White, para o fim, na igreja, só poderia entrar na igreja mediante a concordância e principalmente incentivo da parte de muitos líderes superiores, pois são eles que devem vigiar sobre o rebanho, assim, são também eles que tem o poder de abrir ou de manter fechada a porta ao que vem do mundo e que quer prejudicar a obra de CRISTO.

“… é um grave equívoco dos crentes quando a igreja tenta incorporar em seus cultos os entretenimentos mundanos, incluindo música profana, na tentativa de atrair pessoas. [...] é impossível alguém imaginar Jesus atraindo multidões com um conjunto musical que executasse a música que se ouvia na corte de Herodes, como aquela que foi usada quando da dança sensual de Herodias” (R. N. Champlin e J. M. Bentes, Enciclopédia de Bíblia Teologia e Filosofia, v.3, p. 226, citado em 4ª SEE – Jornada do Seminário de Enriquecimento Espiritual, p. 55).

Três perguntas: Diante da situação do louvor atual, que interesses estão em jogo? Permaneceremos divididos em um ponto essencial: o louvor a DEUS? Esperaremos até que a sacudidura providencia a unidade?

Ora, não depreciem aqueles que simplesmente querem adorar conforme “está escrito” pela vontade de DEUS!

Fonte - Cristo em Breve Virá

sábado, 8 de dezembro de 2012

Os ataques ao ministério de Walter Veith

Tenho acompanhado desde há alguns anos o ministério do (então) Doutor e (agora também) Pastor Walter Veith. Nunca me interessei muito pela catalogação que lhe faziam – se arauto ou teoricista da conspiração, na maioria dos casos – mas sempre me fascinou o raciocínio arrojado, corajoso, lógico, coerente e indisputado que as suas palestras demonstravam.

Total Onslaught” foi talvez a primeira série de apresentações que o tornaram célebre, nomeadamente entre os Adventistas (nesta altura, ainda não era detentor de credencial pastoral). Os temas apresentados faziam a denúncia – provada, comprovada e não rebatida – de entidades, forças e poderes que controlam e manipulam o mundo, dentro de uma perspetiva escatológica Adventista.

Espantosamente, as más reações a essas palestras do irmão Veith vieram precisamente de dentro da Igreja e não tanto dos diretamente visados.

Mais tarde, a série “Rekindling the Reformation” foi mais voltada para as nossas necessidades atuais de reavivamento e reforma tendo em conta os sérios tempos em que vivemos, e qual deve ser a nossa postura específica e distinta face a tudo isso. Ao seu melhor jeito, o irmão Veith não deixou de demonstrar que os erros estão mesmo entre aquilo que julgamos como inofensivo, até bom ou menos mau.

Pelo meio, assisti a algumas entrevistas e intervenções suas em que pude perceber a visão que o irmão Veith tem da nossa Igreja, do mundo em geral e, especialmente, do impacto que a urgência dos tempos deve ter no nosso proceder e na nossa pregação.

Por isso, rapidamente identifiquei as minhas posições pessoais com aquilo que ouvia do irmão Veith. E continuo a mantê-las assim até hoje.

O facto de ter seguido as suas palestras – não todas, infelizmente – deu-me conhecimento suficiente para perceber que são falsas, mentirosas e mal-intencionadas muitas das críticas que lhe são dirigidas, desde há muito tempo.

Reparei também que surgiram imensas vozes criticando essas apresentações sem apontar em concreto os erros de conteúdo. Neste aspeto, e como termo de comparação, acho que os detratores de, por exemplo, Ellen White, foram um pouco mais inteligentes, pois na sua empreitada contra a mensageira inspirada tentaram denunciar erros de conteúdo, de informação, não se ficando apenas pelo superficial e sem fundamento específico.

Com o irmão Walter Veith vi algo que raramente se vê no nosso meio: a prática da ordem enunciada em Efésios 5:11 “E não comuniqueis com as obras infrutuosas das trevas; antes, denunciai-as”. Por esta razão, sou um apreciador das suas apresentações que, entre outras vantagens, esclarecem acerca do mundo obscuro que nos tenta constantemente enganar.

Foi por isso com pouca surpresa que tomei conhecimento das acusações que lhe foram dirigidas recentemente na Alemanha, que residem sobretudo na interpretação que se deu, ou pode dar, a duas expressões na língua germânica que o irmão Veith usou, e cujo mérito não pretendo aqui debater.

Reparei que os seus acusadores manifestaram-se chocados com esse suposto mau uso de linguagem que celeremente foi apelidado de antissemitismo, acusação esta mantida mesmo após um destacado líder judaico alemão ter reconhecido que não reconhecia nada de antissemita nas palavras do irmão Veith.

Mas a vaga acusatória continuou e até chegou o mais alto que podia.

Logo, missivas foram enviadas com conhecimento para tudo quanto é autoridade máxima mundial na nossa Igreja, expondo o suposto dano que o irmão Veith tinha provocado à reputação da Igreja. Isto, sem ouvir o que o acusado tinha a dizer, num estilo mais de julgamento sumário do que de honesta averiguação de factos.

Fico a pensar que, como membro, o que eu gostaria de ver era cartas dirigidas à Conferência Geral onde se expusesse o negro e decadente cenário que constitui o estado a que chegaram algumas instituições. Também se podia revelar e debater o caquético crescimento da Igreja no velho continente, especialmente se em comparação com qualquer outra parte do mundo. Igualmente, grande vantagem haveria em incluir nessas cartas descrições das escolhas musicais imundas que são feitas em atividades oficiais. Aproveitando o embalo, explicava-se porque é que publicações que portam o nosso nome fazem propaganda a livros cujos nossos princípios reputam esses escritos como o mais enganador lixo. E por falar em livros, esclarecia-se por que razão os escritos de Ellen White são rebaixados e denegridos em alguns setores, até mesmo quanto à sua simples menção…

Isso é que seria um bom ponto de partida para retificar alguns comportamentos que, esses sim, mancham a imagem que a Igreja deveria ter!

Mas, não; ao que parece, o problema que é preciso combater ferozmente é duas frases de um membro da Igreja, que deve ser acusado e reprendido com toda a severidade, mesmo que os supostos ofendidos não se achem em tal condição, nem qualquer reclamação tenham feito!

Em jeito de quase desabafo, digo que é uma pena constatar que aqueles que deveriam, ex officio, carregar a responsabilidade que o irmão Veith arrojadamente assume, são, de facto, os seus maiores opositores.

E são-no porquê? Vejamos, nos termos da inspiração profética, algumas possibilidades que me parecem bem reais:

“Devemos Calar-nos?
Quando o homem critica seus semelhantes e expõe ao ridículo aqueles a quem Deus escolheu a fim de trabalharem para Ele, não faríamos justiça aos acusadores ou àqueles que são desorientados por suas acusações se guardássemos silêncio, deixando que as pessoas pensassem que seus irmãos e irmãs, nos quais tinham confiança, não são mais dignos de seu amor e amizade. Essa obra, surgindo em nosso meio e assemelhando-se à obra de Coré, Datã e Abirã, é uma ofensa a Deus, e deve ser enfrentada. E cumpre requerer que os acusadores apresentem suas provas sobre cada ponto. Toda acusação deve ser cuidadosamente investigada; não convém deixá-la de modo incerto, e não se deve permitir que as pessoas pensem que pode ser assim, ou não. Os acusadores devem fazer tudo que estiver ao seu alcance para relevar todo indício desabonador que não possa ser confirmado. 

Não Deixar que as Pessoas Creiam Numa Mentira Isto deve ser feito no caso de toda igreja. E quando houver um servo de Deus, a quem Ele escolheu para realizar determinada obra e que durante meio século tem sido um obreiro consagrado, labutando pelas pessoas de nossa fé, e diante dos obreiros de Deus, como alguém ao qual o Senhor escolheu; quando, por alguma razão, um dos irmãos cair em tentação e, devido às mensagens de advertência que lhe foram dadas, fica ofendido, como aconteceu com os discípulos de Cristo, e não anda mais com Ele; quando começa a trabalhar contra a verdade e torna público o seu descontentamento, declarando ser falso aquilo que é verídico, essas coisas precisam ser enfrentadas. Não se deve deixar que as pessoas creiam numa mentira. Elas precisam ser desiludidas. As vestes sujas com que é coberto o servo de Deus precisam ser removidas.” (Mensagens Escolhidas, v. 3, p. 349). O que não pode acontecer é, ao bom jeito romanista, obrigar em todo o caso o acusado a retratar-se.

Antes, esclareça-se cabal e concretamente quais são os erros vis que irmão Veith supostamente apregoa. Não fazê-lo, é demitir-se do mais justo e honesto procedimento, ao mesmo tempo que se assume o papel de um carrasco cego cuja única intenção é ferir de morte o que não lhe é agradável.

Algo que, de resto, também estamos avisados:

“Temos muito mais a temer de dentro do que de fora. Os obstáculos à força e ao êxito são muito maiores da parte da própria igreja do que do mundo” (Mensagens Escolhidas, v. 1, p. 122).

 No meio de tudo, agradeço ao irmão Veith por não desistir no posto do dever, mantendo-se firme à missão que tem e muitos lhe reconhecem. Quanto ao resto, creio que o tempo que Deus nos conceder tratar-se-á de retirar as dúvidas que possam surgir…

Fonte - O Tempo Final

Nota DDP: Não acompanhei os eventos traçados no texto retro, pelo que não desejo fazer juízo de valor sobre o tema em si considerado, muito embora sabendo da seriedade do irmão Filipe Reis, não possua qualquer dificuldade em subscrevê-lo, no entanto, faço referência ao arrazoado e neste espaço o transcrevo por ter acompanhado de perto procedimento semelhante ocorrido com todos que levantam a voz contra determinadas práticas tidas no mínimo, como politicamente corretas, mas que claramente contrariam a Revelação. O tempo dirá as consequências, a Revelação já o disse, decorrentes dos fatos em tela.

Nas palavras de Jesus: "Condutores cegos! que coais um mosquito e engolis um camelo." (Mateus 23:24). Presta-se atenção demais no mensageiro, procurando no mesmo 'deslizes' para o desqualificar e perde-se o contexto da mensagem, ou ainda, prendem-se à árvore e não vêm a floresta.

Tangenciando o objeto do texto, é óbvio que o Dr. Veith talvez não acerte em tudo que fala (ele é humano!), mas não é menos óbvio que o que fala, no contexto, faz muito sentido.

E era isso, não somente em relação a ele, mas em relação a todos que se colocam na linha de frente em denunciar as trevas, que deveria tomar também a atenção do povo que vive o ápice do conflito.

Nós seguimos a Jesus e foi ELE quem mandou vigiar e orar para não ser presa do engano. Aliás, não houve nem haverá ninguém como ELE, a denunciar as obras do engano, o que nunca se furtou a fazer.

sexta-feira, 7 de dezembro de 2012

Ajude a Vitória


Olá amigos irmãos!

Com o objetivo facilitar as doações, nossa equipe decidiu incorporar ao site o serviço de Pagseguro. Com ele você pode fazer a sua colaboração financeira através de cartões de crédito, débito e boleto bancário. O link está no final dessa postagem e ficará fixo no menu à direita.

Pretendemos assim aumentar as doações, que ainda estão aquém do desejado. Mas mas poucas doações já feitas encheram o sofrido coração da menina Vitória.

Ontem, segunda-feira, ela recebeu alta do hospital, e está novamente em casa. Sua saúde ainda é precária, mas pelo menos está em seu lar nesse momento.

Você também pode fazer a doação diretamente na conta da Aldaira (mãe da Vitória), os dados são os seguintes: Aldaíra Aparecida Martins

Caixa Econômica Federal
Agência 0506
OP. 013
Conta Poupança: 00060463-4

Caso você precise do CPF da Aldaíra, entre em contato pelo e-mail fabio.correa@adventistas.org.br. Infelizmente não podemos divulgar publicamente essa informação para ela não ser alvo de pessoal maliciosas.

Lembramos que a doação via Pagseguro tem uma taxa de 5% que será descontada na doação, por isso o valor que a Vitória receberá é um pouco menor. Mas ainda sim estamos tentando dar mais opção, já que hoje a maioria das pessoas tem acesso rápido aos serviços bancários pela internet.

Continue orando e divulgando!

Fonte - http://www.ajudeavitoria.com/

Nota DDP: A história da pequena Vitória pode ser vista neste blog aqui: ""Deus de Vitória""

Papa pede uma nova ordem econômica e política mundial

Cidade do Vaticano (RV) - Encerra-se esta quarta-feira, 5, no Vaticano, 27ª Assembleia Plenária do Pontifício Conselho da Justiça e da Paz. Os membros e consultores deste dicastério foram recebidos pelo Papa Bento XVI na última segunda-feira. Analisando as principais problemáticas sociais de seus continentes, os 40 participantes debateram sobre a criação de uma nova ordem política e econômica mundial, o acesso ao trabalho para todos e a prioridade do ser humano sobre o capital.

A RV contatou Pe. Thierry de Guertechin, jesuíta nascido na Bélgica e residente no Brasil desde 1975. Especialista em Demografia, Professor de Sociologia e Ciências Políticas, é pesquisador e professor no Centro de Investigação e Ação Social e no Instituto Brasileiro de Desenvolvimento – CIAS/IBRADES desde 1980.

Segundo ele, a criação desta nova ordem, já proposta por João XXIII e defendida hoje por Bento XVI; "é imprescindível hoje, quando quem detém o capital ‘manda no mundo’". Nesta entrevista, Pe. Thierry afirma que a sociedade, ao se deixar dominar pelo capital, se transforma em um sistema antidemocrático e contrário aos direitos humanos. Para ouvir, clique acima.



"Houve ainda uma troca de opiniões sobre a situação internacional e sobre a atual crise econômica, especialmente em relação às suas consequências na Europa, além da contribuição que a Igreja Católica pode oferecer."

De ser lembrado, que a última encíclica papal "sugere" um líder de consenso para todo o plano político econômico mundial.

Centro inter-religioso pretende unir todas as religiões em busca da paz mundial

“A religião não deve ser vista não como parte de um problema, mas como parte de uma solução”, afirmam seus fundadores.

Centro inter-religioso pretende unir todas as religiões em busca da paz mundial

O secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, e os ministros das Relações Exteriores da Arábia Saudita, Áustria e Espanha, participaram da abertura de um centro internacional para o diálogo inter-religioso no centro histórico de Viena.

O Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural Rei Abdullah Bin Abdulaziz é um projeto que busca ampliar o diálogo entre as diferentes religiões. Patrocinado pelo governo da Arábia e co-patrocinado pela Áustria e Espanha, seu conselho será composto de um diretório formado por representantes católicos, protestantes, ortodoxos, judeus, budistas, hinduístas e pelas três principais vertentes do Islã: xiita, wahhabista e sunita.

Um observador do Vaticano ressaltou que a nova instituição tem como objetivo tornar-se “uma ponte para facilitar o diálogo entre religiões, a fim de melhorar a cooperação, o respeito à diversidade, justiça e paz”.

Os organizadores do Centro, que leva o nome do rei saudita, garantem que não haverá interferência política e que o conselho, será independente. ”O que tentamos mostrar é que a religião não deve ser vista não como parte de um problema, mas como parte de uma solução”, resumiu o ministro das Relações Exteriores da Espanha, José Manuel García-Margallo. Mas a inauguração do centro gerou um acalorado debate entre diferentes grupos de ativistas por causa do envolvimento da Arábia Saudita, berço do Islã e que não permite a existência de outras religiões em seu território. No entanto, os proponentes esperam promover uma maior tolerância nesta nação.

O secretário Ban Ki-moon lembrou dos atuais conflitos na Síria e as disputas entre israelenses e palestinos como exemplos que mostram a necessidade de “um entendimento a longo prazo que passa por fronteiras e identidades religiosas, nacionais, culturais e étnicas”.

O rabino David Rosen, representante do judaísmo no Centro Rei Abdullah, ressalta que o Centro tem programas para combater a intolerância e os preconceitos. Ele ressalta que “anunciaremos uma primeira iniciativa que envolverá as diversas comunidades religiosas – principalmente igrejas e mesquitas – para combater a mortalidade infantil e para favorecer uma educação básica para a saúde. Outros pontos são, por exemplo, a assistência aos órfãos da AIDS, a educação, os problemas relacionados ao ambiente. Também temos que reconhecer que ocorrem coisas terríveis em nome da religião… Há muitos conflitos que são conflitos territoriais, para os quais a religião é explorada. Eu conheço muito bem a Irlanda, mas isso também vale para o Sri Lanka, para a Caxemira, para a Nigéria. E particularmente para o meu país no Oriente Médio”.

O que originou a ideia deste novo centro foi a Conferência Internacional do Diálogo realizada em Madri, em 2008, com o patrocínio da Arábia Saudita. Margallo ressalta que a é um fórum de diálogo “não entre religiões, mas entre crentes de distintas religiões que compartilham valores e princípios para fazer com o que mundo viva mais em paz, mais estável e mais harmonioso”. Com informações Acontecer Cristiano e Unisinos.

Fonte: http://noticias.gospelprime.com.br/centro-inter-religioso-pretende-unir-todas-as-religioes-pela-paz/

Comentário Cristo Voltará: Unindo todas as religiões, evidentemente há que unir também a forma de adoração. Se não for assim, não há unidade entre as religiões. Certamente não se espere que essa unidade seja em torno da Bíblia, até porque, pela Bíblia, a ninguém se deve impor qualquer forma de adoração, seja a DEUS, se já a Lúcifer, ou outro objeto qualquer. Fica evidente que essa unidade, que na aparência tem o propósito de alcançar a paz no mundo, na realidade tem por objetivo impedir que seja pregado este evangelho da Bíblia a todo mundo.

Relações inter-religiosas, tema de encontro de bispos africanos

Doze bispos da Conferência Episcopal Inter-territorial de Cabo Verde, Guiné-Bissau, Mauritânia e Senegal, encerraram domingo, 2, um encontro de sete dias na Ilha de Santiago, onde abordaram as relações entre cristãos e muçulmanos.

Em nota publicada pela Agência Ecclesia, o Padre Tony Neves, provincial dos Missionários Espiritanos que acompanhou a assembleia geral, salienta os progressos realizados nas relações entre as duas religiões.

Segundo o sacerdote, os exemplos mais positivos provêm de Senegal, que “tem uma alta porcentagem de cristãos e um islamismo muito dialogante”. Por sua vez, a Guiné-Bissau, “embora muito pobre e instável politicamente, registra ótimas relações entre cristãos e muçulmanos”.

Na coletiva final do encontro, o cardeal senegalês Dom Théodore-Adrien Sarr, arcebispo de Dacar, definiu ainda a “humildade” e a “vontade de crescer com a experiência de fé dos outros fiéis” como condições essenciais para uma relação salutar entre Islã e Igreja Católica. (CM)

Fonte: http://pt.radiovaticana.va/bra/articolo.asp?c=644795

Comentário Cristo Voltará: Com dificuldades, mas gradativamente, a união das igrejas avança. Há pressa. O objetivo é impedir a pregação da verdade bíblica, em lugar de uma promessa de paz mundial favorável a realização de grandes negócios. É a espiritualidade a serviço da economia. Escondido por trás disto, há um que quer ser adorado, desde que houve guerra no Céu.

Terremoto de 7,3 graus atinge Japão com alerta de tsunami

A Agência Meteorológica japonesa avisou que um tsunami de até um metro pode chegar na costa de Miyagi, uma das províncias mais afetadas pelo tsunami de março de 2011

Tóquio - Um terremoto de 7,3 graus na escala Richter atingiu nesta sexta-feira o nordeste do Japão, com hipocentro no mar em frente a costa da província de Miyagi, e gerou um alerta de tsunami.

O terremoto, que também foi sentido em Tóquio, aconteceu às 17h18 local e imediatamente depois as autoridades emitiram uma advertência para uma possível alta do nível das águas no litoral de cinco províncias do nordeste do país.

A Agência Meteorológica japonesa avisou que um tsunami de até um metro poderia chegar na costa de Miyagi, uma das províncias mais afetadas pelo forte terremoto e tsunami de março de 2011.

No litoral de Fukushima, província que abriga a usina nuclear de mesmo nome, as águas podem subir até 50 centímetros. O hipocentro do terremoto se situou a uma profundidade de 10 quilômetros sob o fundo do mar. As autoridades pediram que os moradores das zonas próximas buscassem refúgio em lugares elevados.

Segundo a Agência Meteorológica japonesa, o tremor foi sentido em quase vinte das 47 províncias do país.

segunda-feira, 3 de dezembro de 2012

Papa apela à unidade entre católicos e ortodoxos para responder a questões da humanidade

Bento XVI enviou mensagem a Bartolomeu I, patriarca ecuménico de Constantinopla

Cidade do Vaticano, 30 nov 2012 (Ecclesia) - Bento XVI enviou hoje uma mensagem ao Patriarca Ecuménico de Constantinopla, Bartolomeu I, na qual convida a Igreja Ortodoxa a aprofundar a “proximidade fraterna” com os católicos para responder às questões da humanidade.

“O desafio mais urgente é o de saber como fazer chegar o anúncio do amor misericordioso de Deus aos homens do nosso tempo, tantas vezes distraído, mais ou menos incapaz de uma reflexão profundo sobre o próprio sentido da sua existência, tomado como tal a partir de projetos e utopias que só o podem desiludir”, escreveu o Papa.

O documento foi entregue ao líder ortodoxo pelo presidente do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos, cardeal Kurt Koch.

O cardeal liderou uma delegação da Santa Sé que marcou presença na celebração da festa do Apóstolo André, patrono do Patriarcado de Constantinopla (atual Istambul), na Turquia, que retribui, anualmente, a visita de uma representação ortodoxa a Roma, na festa dos Apóstolos São Pedro e São Paulo (29 de junho).

Bento XVI deixa uma saudação a Bartolomeu I, recordando a sua presença no Vaticano para a celebração da abertura do Ano da Fé (outubro de 2012-novembro de 2013), convocado pelo Papa, e nas comemorações do 50.º aniversário da abertura do Concílio Vaticano II.

“Esta amizade sincera que nasceu entre nós, com uma grande visão comum das responsabilidades a que fomos chamados como cristãos e como pastores do rebanho que Deus nos confiou, é motivo de grande esperança”, referiu.

Segundo o Papa, é necessário “dar um vigor renovado ao testemunho da mensagem evangélica ao mundo contemporâneo”.

Bento XVI sublinha que a aproximação entre as Igrejas Católica e Ortodoxa não se fundamenta em “razões humanas de cortesia ou de conveniência”, mas na “fé comum no Senhor Jesus”.

Fonte - Ecclesia

Nível do mar sobe 60% mais rápido do que estimou o IPCC

Nova pesquisa afirma que oceanos sobem atualmente 3,2 mm ao ano. Painel de cientistas da ONU estimava elevação de 2 mm ao ano.

A elevação do nível do mar provocada pelo aumento da temperatura do planeta estaria mais acelerada que o estimado em 2007 pelo grupo de climatologistas da ONU, o Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), revelaram cientistas em um estudo publicado nesta quarta-feira (28) no periódico científico "Environmental Research Letters".

Segundo a investigação feita por cientistas da Alemanha, França e Estados Unidos, atualmente o nível dos oceanos subiu 3,2 mm ao ano, 60% mais rápido que a projeção "mais confiável" do IPCC, em 2007. O relatório dos cientistas, baseado em dados de 2003, previa uma elevação de 2 mm ao ano.

A nova cifra condiz com a ideia amplamente difundida de que o mundo se encaminha para uma elevação das águas do mar em até um metro até o fim do século, disse Grant Foster, da empresa americana Tempo Analytics, um dos autores do estudo. "Eu diria que um metro de elevação do nível do mar até o fim do século é provavelmente próximo do que se encontraria se você consultasse as pessoas mais informadas a respeito", explica Foster.

"Em terras baixas, onde você tem um grande número de pessoas vivendo no limite de um metro do nível do mar, como Bangladesh, isto significa o desaparecimento da terra que sustenta suas vidas, e você terá centenas de milhões de refugiados climáticos. Isto pode levar a guerras por recursos e todo tipo de conflitos", acrescentou.

Ainda segundo o pesquisador, em grandes cidades costeiras, como Nova York, o principal efeito seria parecido com o que aconteceu após a passagem do furacão Sandy, que atingiu a região no fim de outubro.

Apesar da pesquisa, incerteza técnica persiste

O estudo, chefiado por Stefan Rahmstorf, do Instituto Postdam para a Pesquisa do Impacto Climático (PIK), na Alemanha, mensurou a precisão dos modelos de simulação que o IPCC utilizou em seu Quarto Relatório de Avaliação, publicado em 2007.

Este relatório alertou os governos a colocarem a mudança climática no topo de suas agendas, culminando com a fracassada Cúpula de Copenhague, em 2009. No entanto, ajudou o IPCC a conquistar o prêmio Nobel da Paz em 2008.

A nova pesquisa estabeleceu marcos mais elevados para a previsão do documento sobre temperatura global, destacando que havia "um consenso muito bom" do que está se observando hoje, uma tendência de aquecimento generalizada de 0,16 ºC por década. Mas destacou que a projeção do IPCC para os níveis dos mares estava muito abaixo do que os fatos têm demonstrado.

A previsão do painel para o futuro - uma elevação de até 59 cm até 2100 - "pode também estar tendenciosamente baixa", alertou, uma cautela compartilhada por outros estudos publicados nos últimos anos. Foster afirma que a elevação maior do que a projetada poderia ser atribuída ao derretimento de gelo terrestre, algo que era bem desconhecido quando o IPCC publicou seu relatório e permanece obscuro até hoje.

Outro fator seria a incerteza técnica. A projeção do IPCC tinha se baseado em informações existentes entre 1999 e 2003. Desde então não há mais dados, o que tem ajudado a provar a precisão de radares de satélites que medem os níveis dos mares ao fazer saltar as ondas de radar sobre a superfície do mar. O quinto relatório de avaliação do IPCC será publicado em três volumes, em setembro de 2013, março e abril de 2014.

Fonte - G1

Nota DDP: Veja ainda "Cientistas alertam possível dilúvio mundial causado pelas altas temperaturas".

quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Reavivamento e reforma

quarta-feira, 28 de novembro de 2012

Angus T. Jones e a terminação da obra

O vídeo do garoto Jones foi visto por quase 1,5 milhão de pessoas em apenas 48 horas.

Qual a dificuldade em pensar que o EVANGELHO pode ser pregado a toda tribo, língua e nação em POUQUÍSSIMO tempo?

O que "impede" a volta de Jesus não é a finalização da obra, mas a existência de um povo PRONTO e DESEJOSO de recebê-Lo... AGORA.

 

domingo, 25 de novembro de 2012

Centro Internacional para o diálogo inter-religioso e inter-cultural Rei Abdullah Bin Abdulaziz

Na próxima segunda-feira 26 de Novembro será inaugurada em Viena o Centro Internacional para o Diálogo Inter-religioso e Intercultural Rei Abdullah Bin Abdulaziz que – como diz o próprio nome – ligada à iniciativa do Rei da Arábia e tem três Estados Fundadores: o Reino da Arábia Saudita, a República da Austria e o Reino de Espanha. a Santa Sé, da sua parte, acolheu o convite de aderir na qualidade de Observador Fundador, e uma sua qualificada delegação estará presente da cerimónia.

Este centro apresenta-se como uma nova instituição com o objectivo de favorecer o diálogo entre as religiões e as culturas procurando uma compreensão e uma convivência pacífica entre os povos, que é uma urgência fundamental para a humanidade de hoje e de amanhã. Destes objectivos falou o Rei da Arábia Abdullah Bin Abdulaziz com o Santo Padre Bento XVI durante o encontro que teve lugar no Vaticano a 6 de Novembro de 2007.

É importante esclarecer que este novo centro não se qualifica como uma instituição própria do Reino da Arábia Saudita, mas como uma organização internacional independente, reconhecida pelas Nações Unidas e constituida pelos três Estados Fundadores acima citados, dois dos quais (Espanha e Austria) com antigas tradições cristãs. Trata-se assim de uma oportunidade e de um espaço de diálogo, do qual é justo procurar tirar vantagens no campo do diálogo inter-religioso com os contributos que a Santa Sé pode dar tendo em conta a sua experiência neste âmbito. O formato de Observador Fundador é, pois, o mais adequado.

Fonte: http://www.news.va/pt/news/centro-internacional-para-o-dialogo-inter-religios

Comentário Cristo Voltará: O Rei da Arábia Saudita já tomou, há alguns anos, a iniciativa de reunir as igrejas para esse tipo de diálogo, na cidade de Madrid, Espanha. Apesar de ser muçulmano, e de ser o Rei do país que abriga duas das três grandes Mesquitas no mundo (a terceira está em Jerusalém), tem-se empenhado pelo diálogo religioso e intercultural. Esse Centro Internacional é mais um passo significativo pela união das igrejas, que sabemos quais são as intenções por trás do que é oficialmente anunciado. O rei Abdullah é muito bem visto pelos cristãos, pois serve como uma espécie de elo de ligação entre cristãos e muçulmanos. Ele governa um país estável politicamente, ou seja, o seu reino não está sendo questionado por seu povo. Avançando o diálogo com os muçulmanos, as duas maiores religiões do mundo, fica mais fácil cativar o interesse de outras religiões e seitas.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

"Tudo ao mesmo tempo... agora."









segunda-feira, 19 de novembro de 2012

Governo de Uganda declara epidemia de Ébola

A ministra da Saúde de Uganda, Christine Ondoa declarou que o país africano sofre uma nova epidemia de febre hemorrágica do vírus Ébola.

A doença altamente contagiosa matou 19 ugandeses. Nesta semana, duas pessoas morreram em Kampala, no norte de Uganda.

“O ministério da Saúde leva ao conhecimento da população que uma outra epidemia de febre hemorrágica viral Ébola surgiu no país”, declarou a ministra durante uma coletiva de imprensa.

Amostras recolhidas indicam que sete pessoas que entraram em contato com os dois últimos casos, estão doentes.

Em 4 de Outubro, as autoridades de Uganda tinham declarado oficialmente o fim da epidemia de Ébola.

Não existe tratamento nem vacina para o vírus Ébola. Ela se transmite por contato direto com o sangue, as secreções corporais (suor, saliva), por via sexual e pelo manuseamento de cadáveres contaminados.

"Então Jesus não volta?"

Cidade do Vaticano, 18 nov 2012 (Ecclesia) – Bento XVI desvalorizou hoje no Vaticano as previsões sobre o fim do mundo e lembrou que Jesus evitou agir como um “vidente”, mesmo quando usava imagens apocalípticas nos seus discursos.

“Ele (Jesus), pelo contrário, quis afastar os seus discípulos de todos os tempos da curiosidade sobre as datas, as previsões, e quer dar, pelo contrário, uma chave de leitura profunda, existencial e indicar, sobretudo, o caminho correto”, disse o Papa, na recitação da oração do Angelus, perante milhares de pessoas reunidas na Praça de São Pedro.

Após destacar que Cristo “não descreve o fim do mundo”, Bento XVI observou em alemão que “o tempo tem um objetivo”, apesar de todas as dificuldades que atingem as pessoas.

“Também nos nossos dias não faltam calamidades naturais e, infelizmente, guerras e violência. Também hoje temos necessidade de um fundamento estável para a nossa vida e a nossa esperança, ainda mais por causa do relativismo em que estamos mergulhados”, precisou.

O Papa colocou esse fundamento na Palavra de Deus, à qual “todas as criaturas, desde os elementos cósmicos – sol, lua, firmamento – obedecem”.

“Com a esperança perseverante na vitória da Cruz, o coração humano encontrará sempre um chão firme, a verdadeira paz, na presença constante do Senhor, verdadeiro fim de todas as coisas, cuja ajuda nunca nos abandona”, acrescentou.

Em francês, Bento XVI convidou os fiéis a “participar regularmente na missa dominical, necessária para cada cristão”.

Fonte: http://www.agencia.ecclesia.pt/cgi-bin/noticia.pl?&id=93337

Nota Cristo Voltará: Essas palavras do papa querem dizer que JESUS não volta? Que o ‘advento’ não é bíblico? Ou que Mateus capítulo 24 não foi palavra de JESUS?

Isso quer dizer que o povo está cada vez mais buscando tomar suas decisões lendo a Bíblia. Nela descobrem que os eventos que se desenrolam em nossos dias apontam para a brevidade da volta de JESUS, mas, ousadamente, Bento XVI diz que JESUS não é profeta.

Quem dominará o mundo no fim dos tempos?

Há já algum tempo que vinha a pensar escrever sobre um determinado assunto. Hoje, recebi a última motivação que precisava, ao tomar conhecimento da publicação em português do livro “Quando a China Mandar no Mundo”, de Martin Jacques (e desde já devo confessar que nem uma única linha do livro quis ler; deduzi o conteúdo pelos título e subtítulo, que inclui a expressão “o fim do mundo ocidental”).

Mas, afinal, qual o assunto em concreto? Pois bem, trata-se da importante questão sobre quem dominará o mundo no futuro próximo (que, para mim, também serão os últimos dias da História da Terra).

Claro está que, tendo introduzido este tema com aquele livro atrás mencionado, poderá o meu amigo leitor pensar que irei debater acerca de como acho que a China irá ou não assumir esse papel. Desengane-se: quero antes partilhar porque razão sei exatamente quem será(ão) esse(s) protagonista(s), mesmo antes deste ou qualquer outro livro do gênero.

A motivação que atrás falei a respeito do assunto da dominação mundial, não se esgota na grande nação chinesa; pelo contrário, esse é apenas um fator relativamente recente na equação. Muito mais recorrente e reconhecido é o da influência islâmica na Europa.

Sobe este outro elemento, não poucas vezes recebo mensagens com as mais curiosas alegações. Algumas com certo fundamento – provando que em poucos anos a população muçulmana na Europa ultrapassará em número a cristã –, outras, mais especulativas e talvez inspiradas na anterior, explicando porque é que o velho continente vai alterar o nome para “Eurábia”…

Também nos tempos recentes, além da questão chinesa, já fizeram o favor de me enviar “provas” e “evidências” fundamentando que, afinal, a maior potência do mundo – logo, dominadora do panorama mundial – será o Brasil, cujo crescimento e prosperidade econômicos serão imparáveis. Outros, autenticados (ou alarmados) com a capacidade nuclear escondida, apontam para a Índia e até mesmo o Paquistão como os novos grandes players na esfera global.

Acontece que tudo isto são novas teorias, elaboradas e difundidas por pessoas dos mais variados quadrantes, desde políticos, académicos, economistas, etc.. Onde eles falham é ao tentarem lerem os tempos sem saberem que há muito eles foram anunciados, sem margem de erro.

Então, eis o grande erro dos que ainda se dedicam à investigação que defina qual(is) será(ão) o(s) poder(es) dominador(es) no mundo: eles analisam apenas as circunstâncias que os rodeiam – não alargam o plano da sua visão para o âmbito do que o omnisciente Deus, na Sua Palavra, deixou como legado ao homem: o anúncio por antecipação das grandes linhas acerca do final dos tempos. E isso inclui quem dominará o mundo nos seus últimos dias.

Um amigo, bem mais velho do que eu, contou-me que há 40 anos, alguns olhavam para oconflito aberto entre o capitalismo ocidental e o comunismo sem terem a certeza qual prevaleceria. Para nós hoje pode parecer estranho, mas naquele tempo não era tão claro assim quem sairia por cima. A não ser que (e não me importo que me venham chamar de exclusivista...) fosse um Adventista do Sétimo Dia, fiel, sincero e crente na Sagrada Escritura.

Sim, porque outrora como hoje, o livro inspirado revela quem irá prevalecer!

Estudem os homens a profecia bíblica, em especial os livros de Daniel e Apocalipse, e claramente perceberão que à medida que nos aproximamos no culminar da História terrestre, dois poderes se erguerão acima de todos os outros, agindo e exercendo uma dominação de âmbito mundial, a qual todos os outros reconhecerão.

Por isso, tome nota: os poderes que governarão o mundo nos próximos e últimos tempos da História serão os Estados Unidos da América do Norte e a Igreja Católica Romana! Como é que eu tenho tanta certeza disso? Porque a Bíblia o diz.

Dirá que uma afirmação destas exigirá uma vasta explanação. Concordo e fico feliz se entender assim. Mas como agora e aqui não é o momento, sugiro que comece por perceber isso mesmo no seguinte estudo de Apocalipse 13 - A Besta que Sobe do Mar e a Besta que Sobe da Terra.

Entretanto, fique atento e tente discernir dois aspetos: 1) o atual poderio americano sem paralelo a nível mundial; 2) a crescente influência que o catolicismo romano tem nos Estados Unidos. As duas coisas concorrerão, finalmente, para que se cumpra essa dominação global que a Bíblia fala.

Além de outras conclusões, isso será o suficiente para perceber que não falta muito para o fim dos tempos.

Os adventistas que queria ser apenas evangélicos

Houve um debate necessário dentro do adventismo, o qual consistia em perguntar qual era a relação do movimento com as demais igrejas evangélicas. Corria a década de 1950's. Talvez o esforço exagerado em aproximar adventistas de evangélicos tenha rendido frutos negativos de lá para cá. A bem da verdade, temos de compreender o termo evangélico antes de um juízo de valores.

O evangelho é a boa nova de Jesus, que consiste em compreender fatos históricos associados com a obra salvadora do Deus-homem e seus decorrentes benefícios. Evangélico não é apenas quem diz crer nesse conjunto de verdades: torna-se um termo mais amplo, quando pensamos na gama de tendências abrigadas sob sua nomenclatura: protestantes históricos - quer calvinistas ou arminianos, luteranos ou episcopais - e pentecostais - de todas as ondas, com diferentes ênfases, como glossolalia, exorcismo ou teologia da prosperidade e confissão positiva. O leque de opções oferecido pelo vocábulo "evangélico" é de tal amplitude que confunde mesmo...

Com o fundamentalismo cristão unindo denominações divergentes em causas comuns, a atuação do movimento das mega-igrejas e, mais recentemente, com o movimento da igreja emergente (cristãos pós-modernos), os evangélicos estão mais unidos e próximos do que antes. Para além de confissões, placas de igreja e lideranças beligerantes, ser evangélico é um conceito monolítico. A razão para isso: hoje os evangélicos estão mais unidos em torno do louvorzão, dos shows gospel e de uma experiência religiosa altamente emocional do que em torno de coisas como doutrinas, esforços evangelísticos e posições morais claras. Antes, os evangélicos batiam de porta em porta para convidar para seus cultos. Hoje, eles vão ao festival talento da Globo ou aparecem nos telejornais organizando efusivas edições da Marcha para Jesus.

Muitos adventistas queriam abrir mão de suas doutrinas, diagramas proféticos e cultos onde se estuda a Bíblia para adotarem o entusiasmo dos carismáticos e os acordes dos mega-shows evangélicos. A grama da congregação ao lado parece mais verde. Os métodos dos líderes que enchem suas igrejas encantam pastores adventistas. Participar de Homecoming de Bill Gaither é o sonho dos cantores adventistas "das antigas" - os mais novos adorariam excursionar com Hill Song ou viver de worships...

Hoje, para muitos parece uma atitude "fechada" manter nossa identidade de movimento com cara de século XIX em plena época de internet e consumismo. Querem reforma. Não reavivamento e reforma - mas uma espécie de reforma que torne o adventismo o que os evangélicos, grosso modo, estão se tornando - um movimento que se preocupou tanto em se contextualizar que se aculturou.

Confesso meu temor com esse desejo, principalmente porque, como se diz, o que se quer pode se tornar realidade. Infelizmente, esse parece ser o rumo - a despeito disso, há um Deus trabalhando com Seu Espírito entre nós. Que Ele tenha misericórdia de Seu povo. Que Ele nos guie à Verdade (Jo 17:17). E antes que as coisas piorem...

sexta-feira, 16 de novembro de 2012

Bento XVI: Esforço ecuménico deve contribuir para solucionar crise de fé

Papa convoca todos os cristãos para evangelizarem aqueles que «já não consideram como privação a ausência de Deus da sua vida»

Cidade do Vaticano, 15 nov 2012 (Ecclesia) – Bento XVI alertou hoje, no Vaticano, para a importância do esforço ecuménico das Igrejas cristãs se afirmar como solução para a crise de fé que percorre a sociedade.

Durante um encontro com participantes de uma assembleia plenária do Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos (CPUC), o Papa sublinhou que a situação das pessoas que “já não consideram como privação a ausência de Deus da sua vida constitui um desafio para todos”.

Indo ao encontro do tema da assembleia, “a importância do ecumenismo para a nova evangelização”, Bento XVI recordou ainda que “dar testemunho do Deus vivo é um imperativo” comum a qualquer das crenças fiéis a Jesus Cristo, “apesar da incompleta comunhão eclesial que ainda experimentam”.

O Papa concluiu a sua intervenção incentivando os membros do CPUC a empenharem-se na sua missão “com todas as forças”, reconhecendo, no entanto, que a “unidade” pretendida “é dom de Deus”.

Presidido pelo cardeal suíço Kurt Cardeal Koch, o Conselho Pontifício para a Promoção da Unidade dos Cristãos teve a sua origem em 1960, sob a inspiração do Papa João XXIII.

Entre outras funções, o organismo cuida da interpretação e execução dos princípios ecuménicos estabelecidos durante o Concílio Vaticano II (1962-1965) e coordena iniciativas nacionais e internacionais destinadas a promover a unidade dos cristãos.



"Não devemos nos esquecer que o objetivo do ecumenismo é a unidade visível entre os cristãos divididos. Testemunhar o Deus vivo é o imperativo mais urgente para todos os cristãos, apesar da comunhão eclesial incompleta que ainda experimentamos" – sublinhou o pontífice.

"Não devemos nos esquecer o que nos une, ou seja, a fé em Deus, Pai e Criador" – explicou o Santo Padre, observando que "à luz da prioridade da fé, entendemos a importância dos diálogos teológicos e conversas com as Igrejas e comunidades eclesiais onde a Igreja Católica está engajada".

Terremotos


Terremoto de 6,1 graus atinge o México sem deixar feridos
Um terremoto de magnitude 6,1 sacudiu na madrugada desta quinta-feira a região sul do México, informaram fontes oficiais, que ainda não divulgaram se houve vítimas ou danos materiais graves. O tremor, que foi sentido na capital Cidade do México, ocorreu às 3h20 locais (7h24 de Brasília) e teve seu epicentro perto da cidade de Ciudad Altamirano, no Estado de Guerrero, segundo o Serviço Sismológico Nacional (SSN).

Fonte - Terra

Forte terremoto de 6.1 magnitudes sacode Coquimbo, Chile
Dados recebidos da Rede Sismográfica Global (Iris-GSN) mostram que um poderoso abalo sísmico de 6.1 graus de magnitude foi registrado próximo à cidade de Coquimbo, no Chile as 17h02 pelo horário de Brasília (14/11/2012). O violento abalo teve seu epicentro estimado a 61 km de profundidade, sob as coordenadas 29.15S e 71.27W.

Fonte - Apolo 11

Forte terremoto de 6,2 graus atinge o Alasca
Um forte terremoto de 6,2 graus atingiu nesta segunda-feira o Golfo do Alasca, informou o Serviço Geológico dos EUA (USGS).

Fonte - IA Notícias

Obama promete combater aquecimento global

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, prometeu nesta quarta-feira dar um novo impulso às políticas contra o aquecimento global, afirmando que o país precisa se unir para reduzir as emissões de carbono. Na primeira conferência de imprensa após as eleições de 6 de novembro, Obama disse que planeja levar adiante um “diálogo ao longo do país” nos próximos meses para encontrar uma base sobre a qual promoverá políticas contra a mudança climática, após falhar nos seus esforços no primeiro mandato. “Acredito firmemente que a mudança climática é real, que é impactada pela conduta humana e as emissões de carbono. Acredito que temos uma obrigação com as futuras gerações sobre fazer algo a respeito.”

Obama disse que sua posição sobre a mudança climática exige um “processo educativo” e “decisões políticas difíceis”, mas destacou que sua postura é compatível com os esforços para se criar mais empregos numa economia que ainda balança.

“Se [...] pudermos dar forma a uma agenda que crie empregos, promova o crescimento e faça uma abordagem séria da mudança climática, acredito que o povo americano nos apoiará. Podem esperar mais de mim nos próximos meses e anos sobre como dar forma a uma agenda que tenha apoio bipartidário.”

Após a primeira eleição de Obama, grande parte do Partido Republicano rejeitou as propostas do governo para combater o aquecimento global, alegando que as medidas prejudicariam a economia.

Obama não atribuiu a megatormenta Sandy - que no início de novembro atingiu a costa leste dos EUA - à mudança climática, mas destacou que as temperaturas médias estão aumentando e que o degelo do Ártico ocorre em ritmo mais elevado que as piores previsões.

“Tem havido um número extraordinariamente grande de eventos climáticos severos aqui nos Estados Unidos, mas também em todo o mundo”, disse o presidente.

Os aliados de Obama no Congresso têm apoiado sua posição sobre a mudança climática e Nancy Pelosi, a principal democrata na Câmara de Representantes, celebrou nesta quarta-feira as declarações do presidente e disse que o combate ao aquecimento global é “prioridade”.

A Câmara de Representantes aprovou em 2009 um plano para restringir as emissões de carbono, mas a iniciativa foi barrada no Senado, apesar da maioria democrata.

(Angop)

Nota Criacionismo:
Levando em conta os interesses ECOmênicos, é interessante notar que o combate ao aquecimento global supostamente causado pelo ser humano passa a ser “prioridade” da nova fase do governo Obama. Resta esperar para ver que “decisões políticas difíceis” serão essas. Se os EUA abraçarem a proposta do Slow Sunday (confira aqui), teremos um cenário bastante interessante para a adoção do “dia da família” e da Terra.

Israel recruta reservistas e eleva tensão na região

O Exército israelense iniciou o recrutamento de reservistas em preparação para uma possível operação terrestre na Faixa de Gaza, poucas horas depois de matar o principal comandante militar do Hamas.

De acordo com a mídia israelense, o Exército começou a emitir a chamada "ordem 8", que equivale à convocação imediata de soldados da reserva, ato que está sendo interpretado como sinal de que poderá haver uma invasão terrestre à Faixa de Gaza.

Na tarde desta quarta feira, o veículo onde estava Ahmed Jabari, considerado chefe do Estado Maior do Hamas, foi atingido por bombas disparadas por uma aeronave israelense.

Logo depois, a Força Aérea israelense iniciou uma série de bombardeios à Faixa de Gaza, que já deixou pelo menos seis mortos e dezenas de feridos na região. Nas primeiras horas da operação militar, mais de 30 alvos na região foram atingidos.

De acordo com analistas militares, os alvos principais são depósitos de mísseis de longo alcance que podem atingir inclusive a cidade de Tel Aviv.

O porta-voz do Exército israelense, Ioav Mordechai, afirmou que as tropas "estão prontas" para se deslocar em direção à Faixa de Gaza.

"O primeiro objetivo da operação é restaurar a tranquilidade para o sul de Israel e o segundo é atingir as organizações terroristas", disse o porta-voz.

Fonte - BBC

Google diz que governos apertaram vigilância online

"Mais e mais governos em todo o mundo estão a pedir ao Google para retirar conteúdo ou para disponibilizar dados de utilizadores. Esta é a principal conclusão do relatório de transparência relativo ao primeiro semestre de 2012, disponibilizado na última terça-feira pelo Google.

É a sexta vez que o gigante de serviços de Internet divulga dados relativos à transparência e segundo a empresa os pedidos dos governos para ter acesso a dados de utilizadores têm aumentado constantemente desde o lançamento do primeiro relatório.

Na primeira metade de 2012 o Google registou 20.938 consultas de entidades governamentais de todo o mundo para obter informações sobre 34.614 contas de utilizador. No semestre anterior (Julho a Dezembro de 2011) tinham sido feitos 18.257 pedidos deste tipo. No caso português o Google recebeu 187 pedidos de divulgação de dados do utilizador de contas ou de serviços. Esse número representa um aumento face ao período homólogo de 2011, em que se registaram 161 pedidos.

O número de solicitações governamentais para retirar conteúdo manteve-se relativamente inalterado entre 2009 e 2011, mas teve um aumento considerável entre Janeiro e Junho de 2012. Nesse período houve 1791 pedidos para remover 17.746 peças, o que significa uma subida de 71%, relativamente ao semestre anteriormente analisado (Julho a Dezembro de 2011).

No relatório é possível ver os resultados por país. Os Estados Unidos foram o país com mais pedidos (7969). Seguem-se a Índia (2319), o Brasil (1566), a França (1546), a Alemanha (1533) e o Reino Unido (1425).

O governo turco foi aquele que fez mais pedidos para remoção de conteúdos: 501 no total. Seguiram-se os Estados Unidos (273), a Alemanha (247), o Brasil (191) e o Reino Unido (97). (...)

No blogue oficial do Google, Dorothy Chou, analista sénior de políticas da companhia, escreveu que a informação divulgada pelo Google mostra apenas uma pequena parte da forma como os governos interagem com a Internet. A esperança da empresa, afirmou Chou, é a de que “com o tempo, a divulgação de mais dados [por outras empresas] ajude a reforçar o debate público sobre a melhor forma de manter a Internet livre e aberta”."

Fonte: Diário de Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final:
quando os governos teem ao dispor uma ferramenta tão fácil para recolher (e controlar) informações, creio que a tendência será para usá-la cada vez mais, colocando em causa essa liberdade e abertura que a Internet poderia promover, e não mantendo-a, como a analista da Google sugere.

Além disso, quando falamos em recolha e controlo de informação, as implicações são tantas que nem sabemos por onde começar.

Mas, podemos imaginar onde pode, no extremo, terminar: em perseguição, principalmente de consciências.

5 razões para rejeitar os escritos de Ellen G. White

Os adventistas acreditam na permanência dos dons espirituais (1 Co 12:4-7; 13:8-10) e compreendem que o dom de profecia é vigente entre o povo de Deus (1 Co 13:8; 14:5; Jl 2:28), constituindo-se um poderoso instrumento orientador. Reconhecem ainda que Ellen G. White (doravante, EGW), uma das pioneiras e mentoras do movimento, recebeu o dom de profecia, empregado ao longo de seu ministério de praticamente 70 anos. Uma análise do que EGW escreveu com os ensinamentos bíblicos revelaria a harmonia entre eles e sua coerência.

Entrementes, desde sua própria época até à contemporaneidade, EGW sofre críticas das mais diversas. Mesmo entre os professos adventistas, há aqueles que, velada ou abertamente, por ignorância ou decisão racional (ista), têm encontrado dificuldades de crer em seus escritos. Nesse espaço, refletiremos sobre algumas das motivações para isso.

Possivelmente, existiriam tantas motivações quanto há críticas. Para facilitar nossa reflexão, condensamos e categorizamos os fatores que levam à descrença e apresentamos algumas ponderações. Cremos que mesmo os não-adventistas, quer simpatizantes com o movimento ou seus ardorosos opositores, poderão se beneficiar dessas reflexões, uma vez que se encontram em posição distante o suficiente para avaliar os argumentos e tirar suas conclusões.

Benefício maior terão os adventistas que, caso concordem com a posição oficial da denominação, poderão (1) reconhecer as dificuldades de seus companheiros de jornada, (2) analisar os riscos que sua fé corre e (3) encontrar argumentos para continuar crendo; caso se sintam inclinados a descrer da autoridade profética de Ellen White, terão oportunidade de (1) reconhecer suas dúvidas, (2) refletir sobre suas motivações para descrer e (3) honestamente tomar um posicionamento claro, em face da natureza do adventismo (falaremos sobre esse ponto adiante).

Como esse texto é um ensaio popular e não um trabalho acadêmico, tomamos algumas liberdades. Uma delas, visível desde as primeiras linhas, é a abordagem despojada, o que facilitará um maior número de leitores a que tenham acesso à argumentação. Visamos a apresentação do assunto em linhas gerais, sem gastar tempo com detalhes técnicos, que podem ser encontrados em muitos recentes trabalhos de pesquisa. Ao mesmo tempo, optamos por uma linguagem mais amena, para que ninguém se sinta ofendido, embora, em alguns momentos, a veemência na defesa de alguns pontos seja requerida. Mas nunca o fazemos para magoar ou causar polêmica per si. Sinceramente, objetivamos apresentar a "fé que uma vez por todas foi entregue aos santos" (Jd 3) e admoestar àqueles que estejam ensinando "outra doutrina", sempre com "com consciência boa, e de fé, sem hipocrisia" (1 Tm 1:3,5).

Feitas as considerações preliminares, passo à apresentação dos motivos mais frequentes para a rejeição dos escritos de EGW entre os adventistas:

1. Os escritos de EGW representam apenas a “luz menor”; devemos manter nossa fé na Bíblia: Os adventistas liberais na década de 1970's (e antes), apegaram-se à declaração da autora para justificar um rebaixamento de seus escritos, como se eles fossem inspirados em grau menor, em relação à Bíblia. Outro caso famoso: para justificar a disparidade de suas próprias opiniões com as de EGW, o teólogo adventista Desmond Ford argumentou que ela teria apenas autoridade pastoral. De fato, seria correto conceber que EGW recebeu inspiração menor se comparada a dos profetas bíblicos? É precária a argumentação, porque teríamos de admitir que a Inspiração é um fenômeno gradual, coisa estranha à Bíblia (2 Tm 3:15; note a expressão: "Toda escritura é inspirada", afirmando que os escritos inspirados são de mesma natureza, a despeito de seus enfoques e gêneros literários distintos). Os autores bíblicos sempre se consideraram inspirados, porque reconheciam a atuação do Espírito em suas mentes, embora não explicitem ou detalhem o modus operandi do fenômeno. Há escritos inspirados ou não inspirados; nada como mais ou menos inspirados. A expressão "luz menor" vem sendo entendida pela maioria dos teólogos adventistas em seu aspecto funcional: assim, a luz menor possuiria aplicação mais restrita, ou seja, esclarecer, demonstrar e aplicar conceitos mais gerais, encontrados na "luz maior", a Bíblia. Ainda assim, na prática, quando alguns alegam pejorativamente que os escritos de EGW são apenas a "luz menor", pressupõem um conflito insuperável entre eles e as Escrituras, ou pelo menos, a sua maneira de compreendê-las;

2. Os escritos de EGW contradizem a Bíblia, apresentando detalhes ausentes do texto sagrado: Na década de 1990's, Steven Daily escreveu sobre como deveria ser o adventismo voltado para a próxima geração. Um dos pontos sensíveis é resolver as tensões entre a Bíblia e os escritos de EGW decidindo-se por ficar sempre ao lado do primeiro livro. Para Daily as tensões não apenas são reais, mas insolúveis. Portanto, resta-nos descartar qualquer coisa proveniente da autora da qual se suspeite (mesmo que minimamente) contradizer a Bíblia. Porém, a proposta ignora que se dois tipos de escrito, admitidamente inspirados, mostram-se contraditórios, então ou a própria inspiração é questionável ou, ao menos, um deles não poderia ser considerado inspirado. Nesse sentido, vale o conselho de Paulo em 1 Ts 5:19-21, sobre avaliar as profecias, que alguns tomam desavisadamente como se o cristão devesse experimentar de tudo e "reter o que é bom". O contexto limita o exame à manifestações proféticas, que devem ser avaliadas conforme sua conformidade total às demais escrituras. Cf.: Is 8:19-20, 1 Jo4:1. Tudo indica que Daily já fez a escolha dele em favor da última opção. Claro que se trata de um falso dilema contrapor os testemunhos às Escrituras. Mesmo porque, se EGW repetisse exatamente as mesmas orientações encontradas na Bíblia, não precisaríamos em absoluto do que ela escreveu! A Verdade é progressiva (2 Pe 1:19). Em seu discurso profético (Mt 24), Jesus tomou vários pontos dos escritos de Daniel e outros profetas vetero-testamentários. Por seu turno, Paulo reelaborou os conceitos do discurso de Cristo e ainda encontramos ampliações dele no livro de Apocalipse. É natural que o profeta posterior expanda seus antecessores. O próprio Jesus criticou a prática de valorizar profetas passados em detrimento dos contemporâneos (Mt 23:29-30), ao passo que cada profeta é o teste para a devoção obediente de sua geração (v. 34-35). Em parte, essa confusão se estabelece devido a falsos conceitos relacionados às influências da cultura sobre os escritos de EGW;

3. Os escritos de EGW representam a visão particular da autora, uma senhora vitoriana que viveu num contexto de evangelicalismo tradicional: a compreensão do contexto cultural em que viveu determinado profeta sempre é útil para compreensão de sua mensagem. Infelizmente, a Alta Crítica dos séculos XVIII e XIX eliminou o fator sobrenatural da Inspiração, creditando a matéria bíblica apenas ao elemento humano. As Escrituras deixaram de ser a Palavra inspirada por Deus para se tornar a palavra de homens místicos. Não se tratava do que Deus dizia, mas do que diziam acerca dEle. O método histórico-crítico, com seus pressupostos naturalistas, ainda sobrevive e, infelizmente, influencia teólogos adventistas, que o adotam integralmente ou de forma adaptada. Como não poderia deixar de ser, a consequência natural é estender essa compreensão aos escritos de EGW, limitando-os ao seu próprio cercado histórico bem delimitado. Quando se parte dessas pressuposições, tanto a Bíblia quanto os testemunhos têm pouco a dizer para o homem do século XXI. Pode-se extrair um princípio aqui ou acolá, mas a maioria das diretrizes estariam "contaminadas" por uma cultura tão distante da nossa que seria ilógico adotá-la por meio de seus princípios. Daí teríamos espaço (na melhor das hipóteses) para o existencialismo cristão, o qual talvez ecoe na abordagem meramente devocional dada aos escritos de EGW, ou na conclusão de que o que ela escreveu não passe de "conselhos", nada que chegue a ser normativo. Obviamente, não há fundamento bíblico para limitar um escrito inspirado à sua cultura. Não estamos negando a influência cultural sobre indivíduos. Mesmo Deus Se sujeitou em diversas ocasiões à cultura humana, como quando Se revelou aos profetas judeus ou encarnou na Palestina do I século. Porém, Deus é um Ser real, e de uma realidade que transcende a cultura. Sua revelação, embora se expresse dentro de culturas particulares, é fruto da obra do Espírito Santo, que de fato falou a indivíduos em dado tempo e espaço (1 Pe 2:20-21). Em conexão com a prática de datar os escritos de EGW, está a acusação de que eles representam um estágio anterior do evangelicalismo, marcado por legalismo e severidade;

4. Os escritos de EGW representam um cristianismo legalista: As normas de conduta, vestuário, namoro, alimentação e vida cristã encontradas na pena de EGW parecem severas, exageradas e antiquadas. Como sustentá-las? Algumas até parecem suficientemente constrangedoras para admiti-las em público! Ainda assim, por seu compromisso com doutrinas bíblicas, tais quais a observância dos dez mandamentos e o respeito às leis dietéticas, os adventistas são taxados naturalmente de legalistas pelos evangélicos em geral. Seriam, então, as Escrituras, fonte de legalismo? Em verdade, temos de entender que o liberalismo teológico e a própria liberdade irrestrita advogada pela pós-modernidade favorecem o entendimento de que o indivíduo deve criar suas próprias regras. Quaisquer normas para além disso seriam absurdas - mesmo as que Deus tenha a transmitir. Temos de nos lembrar que mesmo o apóstolo Paulo, o autor do NT que mais lutou contra práticas legalistas, defendeu que os cristãos foram salvos para as "boas obras" (Ef 2:8-10), investindo praticamente em cada fim das epístolas que escrevia sobre necessidade de observar normas específicas de conduta, chegando ao ponto de dizer o que deveria ocupar nosso pensamento (Fl 4:8)! Para justificar a rejeição de porções específicas dos escritos de EGW, muitos adventistas alegam que seriam seções não inspiradas, fruto ou de plágio de autores de sua época ou mesmo de interpolações e acréscimos feitos pelos editores e depositários de seus escritos;

5. Os escritos de EGW são resultado de plágio e constantes adulterações por parte dos depositários de seu patrimônio literário: Desde a publicação de The White Lie, de Walter Rea, acusações ad hominem se multiplicam contra EGW, principalmente a de plagiadora. Possivelmente, D.M. Canright, o primeiro grande apóstata do adventismo, seja o autor dessa acusação, que se sofisticou ao longo do tempo. De fato, EGW recorre a expressões e material de autores de sua época. Isso diminuiria a inspiração de seus escritos? É mister lembrarmos que até os autores bíblicos recorrem a citações de escritores de sua época: Paulo cita o poeta Arato, em sua obra Os fenômenos(At 17:28) e Judas cita o livro apócrifo de Enoque (Jd 14-15). A Inspiração pode selecionar materiais e usá-los conforme seus propósitos. Lucas mesmo admite ter escrito seu evangelho não por meio de visões ou aparições de anjos, porém baseado em "acurada investigação", entrevistando "testemunhas oculares" - nem por isso, admitir-se-ia que seu evangelho fosse menos inspirado! Quanto às acusações contra os depositários, os documentos do patrimônio EGW estão abertos à consulta e atualmente, quanta coisa digitalizada, fica mais fácil para qualquer pessoa averiguar os escritos originais. Geralmente, quem se sente contrariado pela Revelação, costuma reagir acusando adulteração dos originais, semelhante à senhora anti-trinitariana que encontrei que acusava os tradutores da Bíblia de torcerem o texto de Mt 28:18-20 (ainda que não haja variantes textuais do texto e todos os manuscritos suportem a tradução encontrada em nossas versões bíblicas atuais).

Diante de tudo o que expusemos, resta uma decisão. Ou descrermos ou crermos. Evidente que isso tem de ser ponderado e, com espírito de oração, a pessoa sentir que Deus a guia em uma decisão racional. Não é por coincidência que muitas críticas feitas aos escritos de EGW possam ser voltadas contra as Escrituras e vice-versa. A natureza da Revelação é uma só. Se eu encontrasse motivos para descrer da EGW, teria de agir de forma lógica e coerente, rejeitando igualmente a matéria bíblica. Entretanto, Deus tem me conduzido à aceitação de tudo o que Ele inspirou e revelou. Acredito ainda que ser adventista sem aceitar a autoridade profética de EGW em questões como adoração, alimentação, conduta pessoal ou qualquer área da vida cristã é não ser autenticamente adventista. Melhor seria adotar outra confissão cristã. Sei que se trata de uma decisão particular. Porém há um efeito dominó: quem rejeita os escritos de EGW, logo passará a descrer de outros aspectos da fé adventista (o juízo pré-advento se iniciando em 1844, o sábado, a reforma de saúde, etc). Até que ponto seria possível ser adventista [do Sétimo Dia] sem crer nessas coisas?

Como a redução do Evangelho favoreceu as mudanças no culto

 Por que a adoração praticada nas igrejas cristãs tem se desviado do padrão admitido há séculos, com sensíveis variações, e assumido formas diferenciadas, incluindo expressões teatrais, dança, inserção de vídeos e outras novidades cúlticas?

A pergunta abre uma série de questionamentos. A revolução tecnológica, que sedimentou o estabelecimento de uma nova geração – os millenials ou GeraçãoY – está entre os fatores que contribuem para cobranças por interatividade e dinamismo no culto cristão. Certamente, o culto nunca deveria ter sido ambiente para mera assistência passiva. Entretanto, a interatividade exigente do contexto contemporâneo cobra um padrão de qualidade que se pauta por valores midiáticos. Não à toa, o departamento de mídia de muitas congregações já recebe tanta atenção quanto o de louvor.

Contudo, somente a mudança na sociedade como um todo parece ser razão insuficiente para dar conta da revolução litúrgica que ora assistimos. Por mais que não se trate apenas de um “fator externo” (afinal, cristãos nascidos no início dos 1980's também pertence à Geração Y, apresentando características similares a de não cristãos que nasceram no mesmo período), a mudança de geração não explica, por exemplo, a crítica e desestímulo generalizado que mesmo pessoas de outra geração expressam em relação às liturgias mais tradicionais.

Talvez o desgaste se deva em parte à falta de ênfase no estudo da Bíblia, focando a perspectiva total que as Escrituras oferecem. O evangecalismo americano, bem como sua vertente brasileira, nos transmitem o cristianismo da salvação pessoal, da experiência com Deus, sem que esse evangelho chegue perto de roçar o cérebro – nem ao menos de leve. O que a igreja tem a dizer sobre a luta do sertanejo em terra de coronéis? Ou sobre a corrupção política desmascarada no julgamento do mensalão? Que esperança prática oferecemos para universitários com seus desafios intelectuais? Para empresários às voltas com decisões éticas em meio ao mercado globalizado? Nada temos a dizer-lhes – apenas que se convertam a Jesus e salvem suas almas!

Nossa pequenez de visão e falta de abordagem holística diminui o evangelho a uma experiência menor, fraca. Como se pagássemos o melhor bolo de uma confeitaria e oferecêssemos apenas o glacê aos convidados. Todos saem comentando que o bolo deixou a desejar. Pudera! Não provaram do bolo, apenas de uma parte.

Assim, o pós-modernismo encontrou cristãos com as calças baixas. Toda desconfiança de verdades instituídas e apelo aos sentidos arrastou os cristãos porque nem eles se achavam muito bem satisfeitos com sua experiência religiosa de migalhas. Com um agasalho tão fino o resfriado era certo em meio à travessia pelo luar de inverno. Com isso, inverteu-se a ordem das prioridades espirituais.

O culto público deixou de ser o ajuntamento de pessoas de fé dispostas a adorar unidas em torno de verdades cristãs fundamentais e em sua compreensão unânime da natureza amorosa de Deus como Pai comum. O culto passa a ser uma experiência místico-emocional, em que se pode energizar a vida espiritual e obter vitórias específicas, além de proporcionar satisfação imediata. Antes, ia-se à igreja reconhecer a Deus e receber Sua instrução. Agora, o motivo é outro: experimentar a Deus e reclamar Sua bênção imediata. Quem sabe como esse novo paradigma afetará os adventistas...


Nota DDP: Afetará?
"Jesus Cristo está voltando a essa terra, para espanto de todos os incrédulos. Todos os sinais, sociais, econômicos, mundiais, locais, físicos, naturais... todos os sinais indicam, o breve retorno de Jesus. Querido não deixe, nem por um segundo, que essa esperança desapareça ou apague da sua vida."
(Pr. Ivan Saraiva - Arautos do Rei 50 anos)

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Divisão entre cristãos é obstáculo para evangelização, diz Cardeal

Teve início nesta segunda-feira, 12, na sede do Pontifício Conselho para a Promoção da Unidade dos Cristãos, aplenária deste dicastério vaticano que busca refletir sobre “A importância do ecumenismo na nova evangelização”, tema em sintonia com a XIII Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos, que se realizou em outubro passado.

O presidente deste Pontifício Conselho, Cardeal Kurt Koch, destacou a necessidade de aprofundar o tema da nova evangelização sob uma dimensão ecuménica. Falando sobre a estreita relação entre nova evangelização e ecumenismo, encontrada na Oração Sacerdotal de Jesus, onde Jesus ora ao Pai pela unidade de todos aqueles que crêem, o Cardeal Koch adverte “que a credibilidade da mensagem do Evangelho depende da unidade dos cristãos. A divisão na Igreja é um dos maiores obstáculos à Evangelização”.

Referindo-se à diversidade de situações vividas pelo ecumenismo nos diversos continentes e países, o Cardeal recordou que o Papa Bento XVI, em recente visita a Erfurt, no encontro com representantes das Igrejas Evangélicas da Alemanha, declarou que a primeira coisa a ser feita em favor do ecumenismo seria dar um testemunho conjunto da presença de Deus e da centralidade das questões de Deus. “O grande desafio para nós cristãos hoje, éencontrarmos maneiras de dar testemunho comum da fé no Evangelho”, conclui.

Fonte: Canção Nova Notícias (negritos meus para destaque)

Nota O Tempo Final: união, união e mais união; o que nunca se fala é no compromisso que isso obriga: acordos em volta do que é consensual e esquecimento puro e simples ou cedência (que nunca será pela parte da Igreja Católica) daquilo que separa.

Daqui resulta evidente que aqueles que quiserem unir-se com Roma terão de renunciar às suas crenças que são distintas. E colocando isso no âmbito dos Adventistas do Sétimo Dia, isso representaria, entre outras coisas, abdicar do Sábado do Sétimo Dia. Felizmente, a revelação inspirada mostra que isso jamais acontecerá.

Já quanto aos outros que um dia foram protestantes, isso é quase facto consumado.

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Cinquenta e sete pessoas são pressas no início da greve geral na Espanha


Madri, 14 nov (EFE).- O dia de greve geral na Espanha teve nas primeiras horas o apoio "em massa" dos trabalhadores, segundo os sindicatos, e impacto variado, na avaliação do governo, com alguns incidentes em que foram presas 57 pessoas.

O protesto, convocado pelos sindicatos e pelas organizações sociais contra as políticas de cortes do governo, é a segunda greve geral do Executivo de Mariano Rajoy, que assumiu o poder em dezembro passado, e a nona greve da democracia espanhola.

Os sindicatos majoritários que convocaram a greve, CCOO, UGT e USO, informaram que a adesão à greve geral no turno de noite e no início da manhã alcançou pouco mais de 80% dos trabalhadores.

Em entrevista coletiva, Antonio del Campo, de Comissões Operárias (CCOO), declarou que os sindicatos estão satisfeitos com a adesão à greve.

O governo, por sua vez, disse no início da manhã que a greve tem uma impacto variado nos mercados de alimentos e baixo no setor de transporte, e que levou ao fechamento pontual de algumas fábricas de automóveis.

A diretora geral de Política Interna, Cristina Díaz, informou que foram mantidos os serviços básicos e não há grandes alterações, apesar de alguns distúrbios que acabaram com prisões e feridos, a maior parte deles na capital espanhola.

A greve causou o cancelamento de 131 voos nas primeiras horas do dia. Das 2.322 operações de decolagens e aterrissagens programadas para hoje, 1.344 estão protegidas pelos serviços básicos.

Além disso, 20 % dos voos com destinos europeus e 40% do restante de voos internacionais estão garantidos por esses serviços básicos exigidos.

Os sindicatos rejeitam as medidas de austeridade aplicadas pelo governo Rajoy, voltadas a reduzir o déficit público, por considerar que só pioram a recessão econômica que o país atravessa e a aumentar a escassez de empregos.

Fonte - Jovem Pan

Anonymous protesta contra projeto de lei da União Europeia

Projeto INDECT usaria informações sobre o comportamento das pessoas online como forma de prevenção a crimes.

O Anonymous está de volta e, desta vez, tem como alvo a União Europeia. O grupo publicou um vídeo nesta semana no qual alerta para uma série de protestos que pretende fazer no próximo dia 28 de julho. O principal motivo das reclamações seria o projeto de lei batizado de INDECT.

Segundo a proposta, caso o projeto seja aprovado, o governo poderia utilizar os dados relativos ao comportamento dos usuários online como forma de detectar antecipadamente possíveis conspirações e crimes que ainda não foram cometidos. O grupo contesta a proposta, afirmando que o acesso a esse tipo de dados viola os direitos de privacidade e é ilegal.

Em um vídeo publicado no YouTube, o grupo questionou veementemente a ideia. “As pessoas estão aceitando serem tratadas como potenciais terroristas ou criminosos, sendo cada vez mais privadas dos seus direitos básicos e permitindo que a sociedade de vigilância tenha maior controle sobre eles”, destaca o grupo.

Fonte - Tecmundo
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